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sábado, 6 de janeiro de 2018

Alemanha: Empresas passam a ser obrigadas a informar mulheres sobre salário dos colegas do sexo masculino

As grandes empresas alemãs, a partir deste sábado, dia 6 de Janeiro, vão passar a ser obrigadas a revelar/informar quanto ganham os seus colegas do sexo masculino.

“Se uma mulher souber com certeza que o seu salário é menor do que o auferido por um homem poderá exigir em tribunal que lhe seja pago o mesmo para realizar um trabalho equivalente”, refere a ministra alemã da Mulher, da Família e da Juventude, Katarina Barley.

Além disso, “a mulher poderá ainda utilizar a informação na próxima negociação salarial com o empregador, fortalecer a sua posição para exigir uma remuneração mais elevada”, declara ainda a ministra.  

A Alemanha é dos países da União Europeia (UE) com maior desfasamento entre géneros, sendo que os homens recebem cerca de 21% a mais do que as mulheres. Agora, Berlim quer lançar uma base de forma a reduzir esta diferença salarial.

A “lei para a promoção de transparência nas estruturas salariais” já tinha entrado em vigor na Alemanha no mês de Julho, mas só agora será aplicada. Segundo esta legislação, os funcionários das empresas passam a ter direito a solicitar informações relativas aos salários dos homens que realizem funções iguais ou idênticas.


* * * * * * *
Note-se que nenhuma das pessoas envolvidas na luta pela "igualdade salarial" salienta a hipótese de se "produzir o mesmo" ou "trabalhar o mesmo número de horas" como base para se "ganhar o mesmo".

Qualquer pessoa que já trabalhou com mulheres sabe que a sua disponibilidade não é a mesma que a dos homens; muitas vezes elas têm que sair a uma determinada hora por causa dos filhos, e salvo raras excepções, elas não estão disponíveis (ou dispostas) a trabalhar noutra parte do país (ou mesmo fora do país) por algum tempo.

Os homens em média ganham mais que as mulheres não porque existe discriminação contra as mulheres, mas sim porque os homens, em média,  produzem mais do que as mulheres. E não há nada que se possa fazer em relação a isso porque a distinção na produção centra-se na biologia de cada uma dos dois sexos.

Basicamente, a luta pela "igualdade salarial" é uma luta que visa colocar os homens e as mulheres em guerra uns contra os outros, e não algo que tem em vista ajudar as mulheres.
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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Simone de Beauvoir: Nazi, pedófila e misógina

À medida que o sector não-feminista da sociedade vai ficando cada vez mais vocal, o sector da sociedade que ainda não está ciente da natureza tóxica desta ideologia reage com um conjunto de argumentos que revelam que a realidade factual ainda não é inteiramente do conhecimento público.

Há algum tempo atrás, um grupo de feministas de cafetaria tentava convencer-me que o feminismo não era assim tão mau e que se eu lesse mais sobre o feminismo, eu iria eventualmente entender. Como um exemplo em apoio desta tese, as feministas mencionadas em cima recomendaram-me que eu lesse os escritos de Simone de Beauvoir, feminista-Marxista Francesa conhecida pelo seu livro The Second Sex. Claro que estas feministas eram incapazes de entender o facto de alguém ter levado a sua ideologia a sério a ponto de ler a sua literatura, e então rejeitá-la de modo racional. Tal como todas as seitas, isso é uma coisa inconcebível para os crentes genuínos da seita.

No título deste post foram feitas várias alegações em relação à eminente feminista, e é apenas justo que as provemos - que é precisamente o que vamos fazer nas linhas que se seguem.

Entre 1943 e 1944, durante o período em que a França de encontrava sob ocupação Nacional Socialista, Simone de Beauvoir trabalhou como directora de som da Radio Vichy (1). Esta rádio era a rádio estatal na assim-chamada zone libre (zona livre) da França, após a capitulação da Republica Francesa perante a Alemanha Nacional Socialista em 1940. Usamos o termo assim-chamada porque o regime de Vichy, embora teoricamente neutral do ponto de vista militar, era de facto um colaborador activo do regime Nacional Socialista (2), e hoje em dia é reconhecido por todas as partes envolvidas que a instituição da Radio Vichy era a de facto porta-voz da propaganda Nacional Socialista pelas ondas de rádio da França.

Os apologistas de Simone de Beauvoir poderão dizer que ela foi forçada pelas circunstâncias a trabalhar lá, tal como muitos outros indivíduos hoje em dia alegam que foram forçados a colaborar com o Securitate durante o regime Comunista [Romeno]. Mas os manuscritos de Simone de Beauvoir, provenientes desse período e revelados mais tarde, contam uma história diferente. Até feministas tais como a Drª Ingrid Galster, que dedicaram anos das suas vidas a estudar Simone de Beauvoir, tiveram que admitir, embora de má-vontade, que a atitude manifestada por Simone de Beauvoir enquanto directora de som da propaganda Nacional Socialista era, no mínimo, uma de colaboracionismo subtil (3), e a forma como ela acabou por trabalhar lá não foi após algum tipo de coerção - mas sim após uma escolha perfeitamente consciente.

Por exemplo, Simone de Beauvoir já fazia parte do sindicato dos trabalhadores públicos e poderia ter escolhido trabalhar na prefeitura. Mas ela teve que escolher trabalhar em algum outro sítio que não numa posição de ensino porque a sua carreira nesta área havia chegado ao fim - embora ela já tivesse as qualificações e o prestígio necessário para o ensino, dado que ela havia sido a segunda melhor estudante de doutoramento com melhor desempenho da sua geração, só ficando atrás do amor da sua vida, Jean-Paul Sartre. (4)

O motivo pelo qual ela já não poderia ensinar está precisamente relacionado com a pedofilia e com Jean-Paul Sartre. Em 1943, Simone de Beauvoir foi despedida devido a comportamento que leva à corrupção de um menor. (5)  Mais uma vez, as apologistas de Beauvoir podem-se apressar e dizer que o incidente de 1943 foi um incidente singular ou, como me foi dito uma vez, um incidente declaradamente inventado pela perseguição Nacional Socialista que não podiam aceitá-la visto terem-se apercebido que ela era uma mulher Marxista poderosa e independente. Mas nada poderia estar mais longe da verdade. 

O interesse sexual de Simone de Beauvoir por crianças é um tema que se encontra presente por toda a sua vida. Ela esteve entre os primeiros filósofos que tentaram unificar o género que havia iniciado nos anos 30 (e que na Europa Ocidental durou até aos 80) da pedofilia feminina pedagógica. (6)

Ela tentou esta unificação na sua dissertação com o nome de “Brigitte Bardot and the Lolita Syndrome,” publicado pela primeira vez na revista Esquire em 1959 e republicada múltiplas vezes até aos meados dos anos 70. 

Nessa dissertação, Simone de Beauvoir glorifica Brigitte Bardot pelo seu aspecto físico infantil, que retém a inocência perfeita inerente no mito da infância, e depois caracteriza-a como uma espécie de Houdini para as meninas que lhes irá libertar e dar poder de modo a que elas se vejam livres das correntes que as subjugam. (7,8)

O ensaio de 1959 foi só o início. Em 1977, Beauvoir, juntamente com a maioria da intelligentsia Marxista Francesa, assinou uma petição exigindo nada mais e nada menos que a legalização da pedofilia, e a libertação imediata de três indivíduos que estavam à beira de cumprir sentenças longas por terem explorado sexualmente vários rapazes e várias raparigas com idades que iam dos 11 aos 14.

A petição assinada - entre outros - por Simone de Beauvoir de Jean Paul Sartre foi publicada no Le Monde, e entre outras coisas, dizia o seguinte: (9)
Tanto o tempo em prisão preventiva para investigar um simples assunto de "libertinagem", onde as crianças não foram vítimas do mais pequeno tipo de violência, mas, pelo contrário, testemunharam  perante os magistrados investigadores que haviam consentido - embora actualmente a lei lhes negue o direito ao consentimento - tanto  o tempo em prisão preventiva, nós consideramos um escândalo neles mesmos. 
Hoje eles correm o risco e serem sentenciados por um longo tempo de prisão quer seja por terem tido relações sexuais com menores, tanto rapazes como raparigas, ou por terem encorajado e terem tirado fotos dos seus jogos sexuais. 
Somos de opinião que existe uma incongruência entre a designação disto como um "crime", que apenas serve para legitimar tal severidade, e os factos em si; mais ainda entre a antiquada lei e a realidade diária da vida em sociedade que tende a saber sobre a sexualidade das crianças e dos adolescentes. [...]
Portanto, para Simone de Beauvoir, as crianças de 11 anos da França dos finais dos anos 70 tendiam a ser seres sexuais. Uma vez que a puberdade não ocorria nessa idade para a grande maioria das crianças, e nem nos dias de hoje ocorre, achamos ajustado qualificar a defesa desta mentalidade por parte de Beauvoir como nada mais que um apelo para a pedofilia, independentemente da definição que cada um use para este palavra.

A petição de 1977 deu início a uma discussão a nível social na França em torno das leis relativas à idade de consentimento, uma discussão onde o campo abolicionista (do qual faziam parte Beauvoir e o seu amante) se uniu para formar a Front de libération des Pédophiles (FLIP - Frente de Emancipação dos Pedófilos), e onde as intenções dos membros da FLIP foram explicadas duma forma bem clara pelos próprios numa discussão transmitida radiofonicamente am Abril de 1978 pela Radio France Culture. (11)  A FLIP passaria a ser lembrada como a pioneira dentro das fileiras do movimento pedófilo Francês, embora a organização em si não tenha durado muito devido aos desentendimentos internos. (11)

Para além de Simone de Beauvoir e Sartre, entre os proponentes da pedofilia desse período estavam presentes outras pessoas, incluindo pessoas que mais tarde acabariam por liderar os destinos da França - e estamos a falar, por exemplo, de Bernard Kouchner e Jack Lang, respectivamente, o Ministro da Saúde e o Ministro da Educação (!) no início da primeira década do século 21 no primeiro termo da presidência de Jacques Chirac. (12) Tudo isto faz de Beauvoir não só uma apologista da pedofilia, mas uma apoiante activa.

No entanto, o que faz dela uma abusadora é a sua actividade através da qual ela estava a recrutar pupilas, abusando delas, e passando-as para Jean-Paul Sartre - às vezes separadamente, mas por vezes integrado num ménage à trois. Em revisão ao livro de Carole Seymour-Jones "Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre", livro que tem como propósito analisar a relação de Beauvoir com Sartre, o Telegraph escreve o seguinte: (13)
Durante longos períodos de tempo, a dupla tornou-se num "trio", embora esta arranjo raramente tenha dado certo para a terceira pessoa envolvida: pelo menos duas das antigas alunas de Beauvoir deram por si a serem, inicialmente, amantes dela, e depois amantes de Sartre, até que a dupla acabasse com os contactos próximos com esta terceira pessoa mal a diversão chegasse ao fim.[...] Para Seymour-Jones, os affairs de Beauvoir com as suas alunas não eram lésbicos mas pedofílicos: ela estava a "treiná-las" para Sartre, uma forma de "abuso de menores".
Para Beauvoir (tal como para Sartre), a idade não importava desde que as parceiras fossem mais novas do que ela e do que Sartre. (14) A possibilidade de outras pessoas puderem ficar feridas ou exploradas sexualmente não se encontra de todo no radar eminente da feminista, que pensava que "preparar" as meninas para Sartre lhes retirar a virgindade (palavras de Sartre, e não nossas) era nele mesmo um acto de empoderamento sexual para essas raparigas.

Mas se as escapadas com a Nacional Socialista e o gosto pedofílico não vos convence do carácter duvidoso de Beauvoir, olhemos agora para os seus escritos - que estão tão cheios de misoginia que é difícil entrar algum tipo de equivalente em outros sectores da sociedade. Este aspecto por si só não nos surpreende, visto que o feminismo é uma ideologia misógina. Mas não mudemos de assunto.

O livro de almofada de Simone de Beauvoir, The Second Sex, é um livro que as feministas actuais dizem ser "incrivelmente fresco" - um livro que disse o seguinte sobre as esposas: (15)
A esposa alimenta-se dele como um parasita, mas o parasita não é o mestre triunfante.
Cerca de um quarto de século mais tarde, em 1975, e durante um diálogo com outra feminista, Betty Friedan, Simone de Beauvoir iria esclarecer a sua posição para além de qualquer dúvida razoável. Numa discussão em torno da forma de compensar as mães que ficam em casa e tomam conta dos filhos, Beauvoir respondeu de forma inequívoca: (16)
Não, eu não acredito que mulher alguma deva ter essa opção. Mulher alguma deveria ser autorizada a ficar em casa e cuidar dos seus filhos. A sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa opção precisamente porque se essa opção existir, demasiadas mulheres irão escolhê-la. Isto é uma forma de forçar as mulheres rumo a uma direcção.
Estamos entendidos? Segundo o ponto de vista desta eminente feminista, as mulheres são um grupo de criaturas inertes incapazes de escolher o que é bom para elas - algo que os adultos responsáveis são capazes de fazer. De facto, para além de Simone de Beauvoir e da sua ideologia Marxista-feminista, ninguém sabe o que é o melhor para as mulheres; como tal, nenhuma mulher deveria ser autorizada a escolher algo quer contradiz Simone de Beauvoir.

Nesse mesmo diálogo, ela esclarece ainda mais o seu ponto de vista: (17)
Na minha opinião, enquanto a família, o mito da família, o mito da maternidade e o mito do instinto maternal não forem destruídos, as mulheres continuarão a ser oprimidas.
Na verdade, o ódio de Beauvoir pela maternidade e pelas mães em geral é bastante óbvio por todo o seu livro. Vejamos alguns exemplos:
A maternidade relega as mulheres para um existência sedentária; é natural elas ficarem em casa enquanto eles caçam, pescam, e vão para a guerra. (18) 
[A mãe] é uma planta e um animal, uma colecção de colóides, uma incubadora, um ovo; ela assusta as crianças que estão preocupadas com os seus próprios corpos, e provoca risos silenciosos nos homens jovens porque ela é um ser humano, consciência e liberdade, que se tornou num passivo instrumento de vida. (19)
E quando esta eminente feminista começa a atacar os corpos das mulheres, ninguém a consegue parar:
A atitude psíquica evocada pela servidão menstrual constitui uma dificuldade pesada. [...] o corpo da mulher - e especificamente o corpo da rapariga - é um corpo "histérico" no sentido de que, de certa forma, não há distância entre a vida psíquica e a sua realização fisiológica. O tumulto causado pela descoberta da rapariga dos problemas da puberdade agravam-nos. Uma vez que ela olha com suspeição para o seu corpo, ela analisa-o com ansiedade e olha para ele como algo doente: ele é doente. (20) 
As glândulas mamárias que se desenvolvem durante a puberdade não têm qualquer papel na economia individual da mulher: elas podem ser removidas em qualquer altura da sua vida. (21)
Simone de Beauvoir prossegue dizendo no seu livro o quão maligna e opressora é a família para o desenvolvimento da rapariga. Se um pai tem a audácia de se sentir orgulhoso e apreciativo com o sucesso da filha, então isso é mais uma evidência da opressão e imposição de vassalagem para a filha em relação ao pai. (22) Mas se o pai é atacado ao de leve, as mães que se atrevem a disciplinar as suas filhas são alvo duma advertência ainda mais severa por parte da eminente feminista:
As mães - tal como iremos observar - são cegamente hostis ao acto de dar liberdade às suas filhas e, de forma mais ou menos deliberada, trabalham mais na intimidação das mesmas; para os rapazes adolescentes, os seus esforços para se tornar num homem são respeitados, e é-lhe conferido maior liberdade. É exigido à rapariga que fique em casa; as suas actividades fora de casa são alvo de monitorização. (23)
Portanto, estamos esclarecidos? O facto de alguns pais não deixarem que as suas filhas saiam de casa, depois duma certa hora, na França sob ocupação Nacional Socialista, e enquanto decorre a Segunda Grande Guerra, é uma forma de opressão. E levem em conta que Beauvoir lamenta este aspecto - em torno do qual existem sérias dúvidas se o mesmo era generalizado - ao mesmo tempo que rapazes com 13 e 14 anos se encontravam a combater na guerra, (24) incluindo aqueles que lutavam na guerra para manter Simone de Beauvoir em segurança, permitindo assim que ela escrevesse "filosofia" de lixo e produzisse propaganda para o regime Nacional Socialista - um regime que também tinha rapazes de 14 e 15 anos entre as suas fileiras. (25) Estou disposto a dizer que ela deveria ter verificado o privilégio dela, mas não irei agir desta forma.

A hipocrisia desta mulher é, ao mesmo tempo, um objecto de estudo fascinante e revoltante. Simone de Beauvoir, adorada actualmente como um grande ícone do "bem" do feminismo dos anos 60 e estudada durante os "diálogos feministas" no National School of Political Science and Public Administration in Bucharest (SNSPA), defendeu com grande fervor o regime revolucionário de Ioseb Dzhugashvili (aka Iosif Vissarionovich Stalin) até muito depois dos horrores do Estalinismo se terem tornado conhecidos na Europa Ocidental.

Dito de outra forma, ao mesmo tempo que os Romenos que ainda se encontravam na URSS estavam a ser deportados para o Gulag, ao mesmo que a elite intelectual deste país [Roménia] estava a ser dizimada em campos de concentração tais como Râmnicu Sărat, Pitești, ou Aiud, e ao mesmo tempo que rapazes de 12 anos estavam a ser torturados nas prisões Comunistas por "conspirarem contra a ordem socialista" (26), Simone de Beauvoir encontrava-se a publicar o livro The Second Sex onde ela explicava a forma como a emancipação das mulheres estava intimamente relacionada com o destino do socialismo (27) ao mesmo que negava, juntamente com o seu amante, as atrocidades que estavam a decorrer na mesma altura.

E actualmente, nós, os contribuintes Romenos, pagamos para que os estudantes entrem no SNSPA e estudem o que esta desgraçada escreveu como se ela fosse alguém que devesse ser olhada com admiração. Bem, isto é um exemplo de misoginia com o apoio do estado, mas tenho a sensação de que as feministas estão bem confortáveis com ela.

Caras feministas de cafetaria: se por acaso vocês nos estão a recomendar os livros do Simone de Beauvoir como um exemplo de feminismo "bom", então ou vocês não leram esses livros e apenas estão a sugerir os mesmos como forma de criar a aparência de serem cultas, ou, pelo contrário, vocês leram esses livros e concordam com os mesmos, o que leva a que qualquer pessoa normal não-feminista tivesse que ser louca para acreditar que vocês têm as melhores intenções em mente.

A audácia com a qual Simone de Beauvoir promove nada menos que a proibição de certas escolhas para as mulheres só porque elas não estão de acordo com os seus princípios ideológicos é uma exemplo absoluto duma utópica demente para quem a água quente é um conceito novo, e para quem o planeta gira em redor de si. E se por acaso o planeta não girar à sua volta, então isso é culpa do planeta e como tal, isso tem que ser proibido. A verdade tem que ser banida, se por acaso a verdade não é "correcta".

Se as feministas realmente fossem sinceras quando alegam combater a misoginia, e alegam querer aumentar o espectro de escolhas para as mulheres, então elas começariam a atirar todo o arsenal ideológico proveniente de Simone de Beauvoir para o caixote de lixo da história. Mas elas não estão a fazer isso, e nunca irão fazer isso, porque o feminismo é hipócrita nos seus dias bons, e totalitário por natureza e por práctica nos seus dias normais. E quando o feminismo tem um mau dia, ele exige a matança dos homens.

Caras feministas: as vossas declarações públicas de apreciação por Simone de Beauvoir dizem muito mais sobre vocês do que algum sector não-feminista alguma vez poderia dizer. Vocês provaram mais uma vez que o melhor argumento anti-feminista vem da boca das próprias feministas, e por tal, queremos-vos estender o nosso obrigado!




Referências:
1 http://my.telegraph.co.uk/expat/stephenclarke/10151800/10151800/ – Stephen Clarke – The women that France needs to remember – or forget; The Telegraph, published at September 5, 2013

2 https://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Holocaust/VichyRegime.html – The Holocaust: The French Vichy Regime

3 http://www.lexpress.fr/culture/livre/ce-qu-on-n-ose-pas-voir-sur-beauvoir_822547.html – Dupuis Jérôme – Ce qu’on n’ose pas voir sur Beauvoir; L’Express, published at January 3, 2008

4 http://www.telegraph.co.uk/culture/books/non_fictionreviews/3672534/Simone-de-Beauvoir-Meet-Jean-Paul-Sartre.html – Tim Martin – Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre; The Telegraph, published at April 12, 2008

5 http://opinionator.blogs.nytimes.com/2013/05/19/savile-beauvoir-and-the-charms-of-the-nymph/ – Andy Martin – The Persistence of the ‘Lolita Syndrome’; The New York Times, published at May 19, 2013

6 ibidem

7 ibidem

8 Simone de Beauvoir – Brigitte Bardot and the Lolita Syndrome (with many half-tone illustrations) p.10; 14 – First Four Square Edition – The New English Library LTD., 1962

9 We received the following communication: Le Monde, January 26, 1977 – https://www.ipce.info/ipceweb/Library/00aug29b1_from_1977.htm

10 Sexual Morality and the Law, Chapter 16 of Politics, Philosophy, Culture –Interviews and Other Writings 1977-1984, p.275

11 Le Mouvement Pédophile en France – http://archive.wikiwix.com/cache/?url=http://bibliobleue.fpc.li/Revues/Gredin/N0/MvtFrance.htm

12 http://www.theguardian.com/world/2001/feb/24/jonhenley – Jon Henley – Calls for legal child sex rebound on luminaries of May 68; The Guardian, published at February 24, 2001

13 Ibidem 4

14 http://www.biographile.com/6-degrees-of-infatuation-an-ode-to-frisky-french-writers/28496/ – Kelsey Osgood – 6 Degrees of Infatuation: An Ode to Frisky French Writers; Biographile, published at February 11, 2014

15 Simone de Beauvoir – The Second Sex, p. 378 – Translated by Constance Borde and Sheila Malovany-Chevallier; Vintage Books – Random House Inc., New York, 2009

16 Sex, Society and the Female Dilemma – A Dialogue between Simone de Beauvoir and Betty Friedan; Saturday Review, publicat la 14 Iunie 1975 – p. 18 http://64.62.200.70/PERIODICAL/PDF/SaturdayRev-1975jun14/14-24/

17 Female Dilemma, op. cit. p.20

18 Second Sex, op. cit. p.70

19 Ibidem p.392-393

20 Ibidem p.257-258

21 Ibidem p.43

22 Ibidem p.255

23 Ibidem p. 258-259

24 World War II: Conscription and the Age of Soldiers – http://histclo.com/essay/war/ww2/age/ww2-age.html

25 Hitler’s Boy Soldiers – http://www.historyplace.com/worldwar2/hitleryouth/hj-boy-soldiers.htm

26 Târgșor, communist prison for children – National Romanian Television report (English subtitles included) – http://vimeo.com/73694592

27 Second Sex, op. cit. p.60
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sábado, 28 de junho de 2014

O ataque aos Húngaros

O Primeiro Ministro Húngaro Viktor Orbán foi atacado pelos média esquerdistas Alemães, que descreveram como um "escândalo" o facto dele ter sido recentemente honrado com o discurso de abertura no fórum "WDR Europa" em Berlim. O motivo pelos ataques prende-se com o facto de, no seu discurso, Orbán ter-se oposto à política suicida de imigração em massa para a Europa, e também pelos seus comentários prévios onde era dito que a sua nação iria introduzir políticas fiscais que iriam encorajar os jovens Húngaros, normais e heterossexuais, a ter mais filhos.

Segundo o artigo escrito por Barbara Rosenkranz (Partido Austríaco da Liberdade - Freiheitliche Partei Österreichs, FPÖ) no órgão de informação Austríaco com o nome de Unzernsuriet, Orbán disse no seu discurso que..

 ....a imigração em massa não é uma forma ajustada de resolver os problemas demográficos da Europa. A História já mostrou que uma civilização que não pode ser biologicamente mantida, desaparece. 

Devido a isto, o governo Húngaro tomou medidas para encorajar as famílias heterossexuais normais a ter filhos.

Criamos um novo sistema tributário que apoia as famílias.

O líder do partido Fidesz disse também que já esperava "resistência enorme" contra a sua política pró-família, anti-imigração junto da "classe política" da Europa. Há 3 anos atrás, num discurso feito no "Konrad Adenauer Foundation" na Alemanha, Orbán delineou desta forma a sua política familiar:

Quero deixar isto bem claro: o problema demográfico da Europa prende-se com o facto da sociedade estar a envelhecer, e estarem a nascer cada vez menos crianças. Consequentemente, inicialmente não seremos capazes de manter os nossos resultados económicos actuais. Depois, não seremos mais capazes de pagar impostos suficientes. Finalmente, não seremos mais biologicamente capazes de sustentar a nossa comunidade. Este é o problema que está, portanto, à nossa frente e que nós já sabiamos há muito tempo. Visto que a imigração não é solução e o governo Húngaro é contra a política da imigração em massa, nós propomos uma política familiar que irá permitir aos jovens superar os obstáculos de ter famílias grandes, de modo a que as gerações mais jovens sejam capazes de sustentar a comunidade.

A senhora Rosenkranz, que tem 10 filhos, prosseguiu descrevendo os comentários de Orbán de "plausíveis e razoáveis":

No entanto, ou devido a isso, os nossos vizinhos [Húngaros] são quase catalogados de 'estado pária' dentro da União Europeia(UE). Isto significa que quem quer que se coloque de modo firme do lado do futuro do seu país, pode, agora, esperar fazer inimigos dentro da UE.

A senhora Rosenkranz disse também que a política familiar do governo Austríaco está cheia de perigos:
A família tradicional não tem muita procura. Outros estilos de vida são publicidatos como "exemplares". Basta olhar para a imprensa e para a televisão para se ver o quanto que a imagem da família é vítima de caricaturas.

As palavras de Rosenkranz são uma óbvia referência ao homossexual travesti "Conchita Wurst", que é actualmente muito popular junto dos média sob controle.
Rosenkranz conclui dizendo:

Uma comparação entre as palavras de Orbán com o debate actual a decorrer na Áustria torna bastante claro que por aqui não está a ser promovida uma política familiar sustentável.


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Dentro da União Europeia, medidas que visem manter a estrutura religiosa e étnica dos Europeus não é bem vinda visto que isso joga contra o poder dos poderosos banqueiros internacionais (que preferem uma Europa sem identidade étnica e sem identidade religiosa).



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A vida de Paul Julien Robert numa comuna

Oz Conservative

Há algum tempo atrás escrevi um post em torno da comuna Oneida com o título de "Was free love really so free?". O post lidava com uma comuna instalada nos EUA durante os 1840 onde o casamento foi abolido e substituído pelo "amor livre". Apesar de ter tido como propósito a liberdade, a comuna acabou por ser um sistema autoritário onde 300 pessoas eram governadas por 27 comités e onde os homens mais velhos decidiam quem é tinha autorização para formar pares (e estes homens mais velhos decidiram formar pares com meninas bem novas).

Agora, um documentário revela uma tentativa semelhante de estabelecer uma comuna na Áustria, durante os anos 70 e 80 do século 20. O documentário foi feito por um homem que cresceu na comuna com o nome de Friedrichshof chamado Paul Julien Robert. A comuna Friedrichshof foi fundada por um artista chamado Otto Mühl, e tinha como propósito dissolver o casamento e a família, para além de abolir a propriedade privada. "A comuna centrava-se no livre sexualidade e na propriedade comunal," tal como um dos participantes descreveu.

A mãe de Paul Julien Robert inscreveu-se porque ela pensou que se estava a juntar a uma "comuna simpática". Paul Julien, que não recebeu permissão para conhecer o seu pai biológico, viveu com a sua mãe até aos 4 anos, altura em que ela foi enviada pela comuna para a Suiça para ganhar dinheiro. Ele foi forçado a cantar slogans tais como:

"A minha mãe foi para a Suiça. Desde então, eu estou cada vez melhor a cada dia que passa."

Os membros da comunidade tinham que levar a cabo actos simbólicos de matricídio e patricídio como forma de superar a "sua geração autoritária". O fundador da comuna, Otto Mühl, falando com os membros da comuna, dizia coisas como "Já nos conseguimos libertar e salvar alguns desta coisa nojenta que é a família nuclear."

Mas destruir a família não gerou o amor livre ou a ausência de autoritarismo. Em vez disso, substituiu a amorosa autoridade de pais carinhosos pela autoridade dum só homem: Otto Mühl. Ele foi descrito como um homem "cruel, controlador e autoritário." Ele estabeleceu uma estrutura hierárquica com ele mesmo no topo, e com várias mulheres abaixo dele a competir entre si por mais poder. Ele deu permissão a ele mesmo de ter uma esposa, e era o único com autoridade para disciplinar as crianças. Quando a comuna se dissolveu em 1990, ele foi preso e condenado por vários casos de abuso de menores.

Um livro que fala da comuna pinta em traços gerais o dia-a-dia de Friedrichshof:
A realidade dos factos é que a experiência comunitária dos anos 70 foi gerando cada vez mais um sistema totalitário onde as pessoas se espiavam mutuamente, e onde ocorria o abuso de menores e o aborto forçado....
Para além disso, este modelo de amor livre também não gerou amor. Paul Julien Robert fala do tempo na comuna depois que a sua mãe se foi embora:
Eu estava muito solitário. Outras mulheres ocuparam o seu lugar, mas elas nunca foram realmente próximas. A ideologia existente era a de que todos os relacionamentos eram maus para o grupo, e como resultado, não era possível estabelecer vínculos com alguém.
Será que Robert sentiu-se amado?

Nunca. Cresci a pensar que o amor era uma coisa má. O sentimento de ser amado, e a expressão do amor, foram coisas que eu realmente tive que aceitar e aprender mais tarde. ... Havia uma ausência geral de afeição por parte dos adultos. Nunca ninguém me pegou ao colo ou foi terno comigo quando eu era criança.

Existe por aqui uma lição para todos aqueles que pregam o amor universal sem distinção: isso pode levar a algo que não é, na sua essência amor verdadeiro. O verdadeiro amor brota dentro de relações particulares, e é particularmente promovido dentro das relações familiares próximas. Se por acaso nós crescemos dentro duma família amorosa, somos mais susceptíveis de amar o vizinho e a comunidade, o que nos torna mais susceptíveis de amar a nação e as pessoas, o que nos torna capazes de amar outros membros da humanidade mais alargada.

Se, por outro lado, cortamos a ligação com os nossos próximos, não pavimentamos o caminho para o amor universal pela humanidade mas diminuímos sim a capacidade de amar no seu todo.

Fontes: The Guardian, Live For Films

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As consequências trágicas da vida na comuna para Paul Robert são um caracterização perfeita do que é o totalitarismo estatal (qualquer que seja o seu nome). A elite decidiu privar Robert da sua mãe e do seu pai por motivos puramente ideológicos, tal como os governos vêem com bons olhos a destruição da família como forma dele (o governo) mais facilmente manipular a sociedade.

Convém notar também a óbvia dualidade de critérios na forma de agir de Otto Mühl: enquanto ele proibia os outros membros da comuna de terem uma esposa ou um marido, ele tinha essa benesse. Isto é análogo ao que acontece nos regimes totalitários, onde as massas são forçadas a condicionar a sua vida em favor duma ideologia em perpétua busca de validação histórica (o assim chamado "verdadeiro" <introduza_nome_da_ideologia_aqui>), ao mesmo tempo que elite vive como bem acha e como bem quer - tendo acesso a tudo do bom e do melhor:

O Khmer Vermelho disse que estava criando uma nação utópica onde todos seriam iguais. Eles reiniciaram nossa nação reassentando todos e levando nossa situação à estaca zero. A nação inteira foi lançada na pobreza de forma igualitária. Mas enquanto toda a população morria de inanição, fome e abandono, o Khmer Vermelho criava uma nova classe de poderosos. Seus soldados e os membros do Partido Comunista podiam escolher qualquer homem ou mulher para se casarem. Além de mantimentos à vontade, eles adoravam ouro, jóias, perfumes, relógios importados, medicina ocidental, carros, motocicletas, seda e outros produtos importados.

Conclusão:

As ideologias que promovem as "comunas" ou outra forma de organização familiar não o fazem para o bem estar das pessoas mas sim para fragilizar a instituição da família em si (como se viu nas palavras de Otto). A família serve de protecção contra a ditadura da minoria elitista e muito provavelmente é por isso que essa mesma elite tem tanto interesse em destruir a nossa família.


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Breve História do Marxismo Cultural

Para entender o significado do Marxismo Cultural, temos que entender o seu propósito que pode ser resumido no slogan:

"Operários do mundo, uni-vos!"

A Alemanha foi o berço do Marxismo, e quando a Primeira Grande Guerra deflagrou, os Marxistas estavam certos de que isso seria o catalisador para a revolução do proletariado, visto que eles acreditavam que os operários não lutariam uns contra os outros porque estavam do mesmo lado. A verdadeira guerra era contra os exploradores, a classe dominante, os Capitalistas e todo o seu sistema.

Mas em vez duma guerra entre as classes, o que aconteceu foi uma guerra entre nações. Uma coisa se deparou contra o ideal Marxista: o patriotismo e o amor à pátria. É por isso que o propósito do Marxismo Cultural é destruir o patriotismo - o amor à pátria - e para levar isso a cabo, é preciso mostrar às pessoas que não vale a pena lutar pelo país. Pior ainda, o teu país é maligno. O Comunista Húngaro George Lukacs chamou a isto "Terrorismo Cultural".

Para além do amor ao país, todas as lealdades têm que ser destruídas - até os laços familiares. É por isso que temos uma guerra contra os "valores familiares". Exemplos modernos disto foi o Cambodja de Pol Pot, onde os nomes "mãe" e "pai" foram banidos em favor de "camarada", e as FARC da Colômbia onde o acasalamento era arranjado sem levar em contas as incómodas emoções.

Outra figura importante dentro do Marxismo Cultural foi o Comunista Italiano Antonio Gramsci, que viu a revolução Russa como um falhanço. "Sim, os Russos eram Comunistas mas nâo nos seus corações; era através do medo e da força." Gramsci identificou a fé Cristã Russa como algo que os impedia de amar o Comunismo com todo o seu coração.

Não pode existir qualquer outra lealdade para além do Comunismo. Essa lealdade tem que se tornar bem embutido no indivíduo tal como o Cristianismo. Para levar isso a cabo, Gramsci teve a ideia de se levar a cabo uma infiltração da sociedade. As artes (livros e filmes), os média e as escolas. Pode-se chamar a isso de propaganda mas também se pode chamar a isso de "Escola de Frankfurt", que foi onde Comunistas Judeus deram início à sua campanha. Mas quando Hitler subiu ao poder em 1933, isso foi o fim para eles. Fugiram para os Estados Unidos e encontraram abrigo na "Columbia University" e só regressaram à Alemanha nos anos 50.

Como forma de "agradecer" a maneira como foram salvos do Nacional Socialismo, estes intelectuais Judeus colocaram em acção um plano que visava mostrar o quão "maligno" este país era. Foi aí que nasceu a "Teoria Crítica", que é "a crítica destrutiva da cultura Ocidental, incluindo o Cristianismo, a família, a moralidade, a tradição, a lealdade, o patriotismo, o nacionalismo,", etc.

Como fã da história, eu aprecio as coisas boas e as más de tudo. Mas o Marxismo Cultural está longe de ter coisas boas; são só coisas más. Devido a isso, é uma crónica pobre da História; o Marxismo Cultural é propaganda com uma agenda sinistra.

O mesmo pode ser dito dos estudos "académicos" raciais e feministas, que invariavelmente incluem treino em consciência de classe. Convém ressalvar que não levanto qualquer tipo de oposição ao estudo de grupos, mas sim à lavagem cerebral e à agenda sinistra a ela associada. 

Os Marxistas Culturais costumavam ficar satisfeitos em atacar a história mas eles expandiram isso para o presente com o conceito do Politicamente Correcto - uma forma de abafar as ideias, um desarme da oposição intelectual. Afinal, nada cala mais depressa alguém do chamá-lo de "racista".

The McLarge Report



quinta-feira, 11 de julho de 2013

Sai o Cristianismo, volta o paganismo


"Nem te deitarás com um animal, para te contaminares com ele; nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; confusão é."
Levítico 18:23

Os bordéis de bestialismo estão-se a propagar por toda a Alemanha de uma forma mais rápida do que o "normal" muito graças à lei que tornou a pornografia animal ilegal mas o sexo com animais legal. Quem o diz é uma responsável pela protecção de gado. Madeleine Martin disse ao Frankfurter Rundschau que as leis actuais não protegem os animais dos zoófilos predadores que, de modo incremental, estão a tornar o bestialismo numa "escolha de vida" ou num "estilo de vida".

Ela ressalvou um caso onde um agricultor da região Gross-Geraudo - sudoeste da Alemanha - reparou que um rebanho de ovelhas outrora amigável estava a começar a evitar o contacto com os seres humanos. Como forma de apurar as causas, o agricultor instalou um sistema de CCTV (vídeo vigilância) nas vigas do seu celeiro só para observar múltiplos homens a entrar pela calada da noite, e a abusar sexualmente do seu rebanho.

Madeleine Martin disse ao jornal que "existem bordéis de animais na Alemanha", acrescentando que as pessoas estão a relativizar o assunto qualificando isso de "escolha de vida". Munida com uma gama de vários casos semelhantes. a senhora Martin apela agora ao governo para banir de forma categórica o bestialismo do país.

Devido a um aumento acentuado de incidentes envolvendo sexo com animais, e ao aumento de sites a promover essa aberração sexual, em Novembro do ano passado as autoridades alemãs afirmaram que estavam a planear reinstalar uma lei antiga que proibia o contacto sexual com animais. O parlamento começou a debater as alterações ao Animal Protection Code, e o comité agrícola da Bundestag comprometendo-se a instalar multas até aos £20,000 para a primeira ofensa.

O bestialismo deixou de ser um crime nos livros legais em 1969 mas nos anos recentes o número de pessoas que se crê estarem envolvidas em tais actos aumentou de um modo significativo. Existem até os "zoológicos eróticos" onde as pessoas podem visitar e abusar animais que vão desde lamas a cabras.

Hans-Michael Goldmann, presidente do comité agrícola, disse que o governo tinha como propósito proibir o uso de animais "para actos sexuais individuais e ilegalizar as pessoas que agiam como "proxenetas" [= "cafetão", "chulo"] destas criaturas como forma de outras abusarem delas.'

O grupo zoófilo alemão com o nome de ZETA anunciou que montará uma ofensiva legal se por acaso o bestialiismo se tornar ilegal. Michael Kiok, presidente da ZETA, afirmou:

Meros conceitos morais não têm lugar no nosso sistema legal.

Quando a lei banindo o sexo com os animais foi ela mesma banida, a "Animal Protection Law" foi introduzida mas ela falhou ao não incluir uma proibição específica à zoófilia. Os termos "bestialismo" e "zoofilia" são os nomes formais usados pelo acto sexual entre humanos e animais.

Fonte

* * * * * * *
Com a "imprevisibilidade" dum relógio parado, todos os comportamentos sexuais que Deus condenou há mais de 3,500 anos atrás fazem agora o seu regresso à medida que o Cristianismo vai perdendo o lugar no Europa. 

O surpreendente destes incidentes não é o facto do paganismo ocupar o vazio deixado pelo Cristianismo, mas sim a existência de pessoas que realmente acreditam que é possível manter a estrutura moral e a ética sexual provenientes do Cristianismo sem apelo ao mesmo Cristianismo. 

Porque é que o sexo se deve restringir aos seres humanos? Se Deus não existe, qual é o mal em ter relações sexuais com um animal? Se somos todos o resultado dum processo evolutivo sem o ser humano em mente, então o sexo entre humanos e animais é perfeitamente aceitável.

O zoófilo Michael Kiok afirma que conceitos morais não têm lugar na legislação dum país; será que isso inclui o conceito moral que normaliza o bestialismo ou só os conceitos morais que são contra o bestialismo? Note-se pelas suas próprias palavras que Kiok está perfeitamente ciente que o seu "estilo de vida" alternativo nunca poderá avançar enquanto existir um código moral (Cristianismo) que condena o bestialismo. Devido a isso, é de extrema urgência para ele (e para todas as pessoas com estilos de vida "alternativos") reduzir a influência do Cristianismo.

Os idiotas úteis que alegremente lutaram para a "laicização do Estado" (que na boca dum esquerdista significa a remoção total de qualquer influência Cristã da cultura)  descobrirão mais tarde que a sua luta foi contra o seu próprio estilo de vida - e não contra algo estrangeiro à sua vivência diária.

"Com nenhuma destas coisas vos contamineis; porque em todas estas coisas se contaminaram as gentes que eu lanço fora de diante da vossa face. Pelo que, a terra está contaminada; e eu visitarei sobre ela a sua iniquidade, e a terra vomitará os seus moradores."
Levítico 18: 24-25.



sábado, 19 de janeiro de 2013

Testosterona: o "soro" da verdade?

O segredo para forçar um homem a dizer a verdade? Aumentar um bocado o seu nível de testosterona, afirmam os cientistas. A testosterona, que frequentemente está associada à agressividade e ao comportamento antissocial, para além de aumentar o libido e a massa muscular, pode tornar o homem menos susceptível de mentir ou enganar.

Num estudo levado a cabo recentemente, os cientistas aumentaram os níveis de testosterona de 46 homens ao fazê-los cheirar a sua pele depois desta ter sido coberta com gel contendo a hormona. Outros 45 homens foram tratados com um placebo [sucedâneo].   Posteriormente, foi pedido aos grupos que tomassem parte num estudo comportamental que exigia que eles jogassem um jogo de dados simples numa cabine isolada.  Quanto mais alto eram os resultados que eles inseriam no computador, mais dinheiro eles recebiam como resultado.

O Professor Bernd Weber (neuroscientista), da Universidade de Bona (Alemanha) afirmou:

Estas experiências foram feitas de modo a que os participantes pudessem mentir. Devido às cabines isoladas, ninguém sabia se eles estavam a inserir dados reais nos computadores, ou resultados mais elevados como forma de receber mais dinheiro. 
No entanto, mais tarde os cientistas foram capazes de determinar se algum dos voluntários tinha feito batota.

Os resultados, reportados no jornal online Public Library of Science ONE, revelou que os homens com níveis de testosterona mais elevados mentiram menos.

O Professor Armin Falk, co-autor do estudo e economista da mesma Universidade, afirmou:

Os participantes com níveis mais elevados de testosterona  claramente haviam mentido menos frequentemente que os participantes que não haviam recebido aditivos de testosterona.

No entanto, os cientistas foram capazes de determinar se algum dos voluntários havia feito batota.
Os pesquisadores afirmaram que o aumento da hormona provavelmente  aumentou o sentimento de orgulho dos homens, bem como a necessidade de desenvolver uma auto-imagem positiva.




segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Os mandamentos profanos dos tempos modernos



Quando penso nos Estados Unidos, penso em liberdade - lberdade para buscar os meus objectivos, liberdade para adorar ou não adorar, se eu bem quiser, e  liberdade para me expressar. Mas, esperem! Esta liberdade para me expressar está a ter dificuldade em nadar por águas onde a assim-chamada "sabedoria" é recebida e aceite, em vez de desafiada e criticada.

Tomemos como exemplo o fenómeno do politicamente correcto. Pela primeira vez na História Americana, nós não podemos dizer o que pensamos. Podemos ter problemas sérios por afirmar coisas que podem ser qualificadas de "ofensivas", "insensíveis" ou - Deus proiba - "discurso de ódio." Isto leva-nos a perguntar: de onde se originou o politicamente correcto (PC)  e, mais importante ainda, quais são os seus propósitos?

Quando nós analisamos o PC de volta às suas raizes, ficamos a saber que o mesmo remonta ao início do século 20. Até essa altura, os teóricos Marxistas acreditavam que, devido à sua identidade operária comum, a classe operária dos países Europeus se uniria e se apoiaria mutuamente no seu esforço de revolta contra a classe dominante dos seus países.

Em 1914 esta teoria revelou-se um fracasso total visto que a classe operária foi fiel e leal aos seus respectivos países e lutou uma contra a outra, embaraçando teóricos Marxistas como Antonio Gramsci e George Lukacs. Eles, por sua vez, alegaram que a cultura ocidental havia cegado a classe operária em torno dos seus interesses de classe Marxistas, e o Cristianismo em particular tinha que ser destruído.

Por volta de 1923, na Alemanha, um  think-tank foi estabelecido (mais tarde conhecido apenas como "A Escola de Frankfurt") como forma de gerar as bases do politicamente correcto tal como o conhecemos hoje. Max Horkheimer, um jovem Marxista alemão judeu - que mais tarde se tornou famoso pelo seu trabalho em torno da "Teoria Crítica" - apercebeu-se que a Revolução nunca viria da classe operária e como tal seria necessário encontrar alguém para tomar o seu lugar. Ele apercebeu-se que a cultura, especialmente a cultura ocidental, poderia ser destruída criticando-a.

Martin Jay, (departamento de História de Berkeley e autor do famoso livro “The Dialectical Imagination-A History of the Frankfurt School” afirma:

Eles (os eruditos da Escola de Frankfurt) eram Freudianos radicais esperançosos que o uso da psicoanálise pudesse terminar o que Reich havia classificado de "alienação sexual."

Por outras palavras, eles queriam que as sociedades sentissem que eles estavam a ser vítimas de opressão devido à presença da moral e dos valores largamente derivados do Cristianismo.

Pode-se perguntar: como é que estas ideologias se propagaram pelos EUA? Depois da Nacional-Socialista ter chegado ao poder na Alemanha, muitas instituições foram fechadas, entre elas a Escola de Frankfurt. Estes Marxistas viram-se na obrigação de fugir. Adivinhem para onde? Exactamente. Para os Estados Unidos: para Nova York, com a ajuda da Columbia University, se posso acrescentar.

Max Horkheimer e outro Marxista proeminente Herbert Marcuse, que também trabalhou para a Office of Strategic Services-OSS (a antecessora da CIA), mudaram-se para Hollywood. No ano de 1952, Marcuse deu início a uma carreira de ensino como teórico político na Columbia University e terminou a sua carreira em 1965 na Universidade da Califórnia, San Diego.

Durante os anos 60, Marcuse viu uma oportunidade dourada para avançar com a sua ideologia Marxista através da rebelião estudantil à guerra do Vietname. No seu livro "Eros and Civilization", que practicamente se tornou na bíblia para os estudantes rebeldes, Marcuse fez indagações filosóficas em torno de Freud, mas o sentimento geral era o Marxismo. Nele ele propõe: "faz as coisas da tua forma", "se sabe bem, faz." Para além disso ele é o homem que cunhou a frase make love, not war.

Senhoras e senhoras, a nossa sociedade encontra-se em perigo. Vivemos num estado ideológico onde, se falharmos em reconhecê-lo, esta ideologia Marxista politicamente correcta levará a cabo a nossa destruição, tal como foi planeado há décadas atrás. A alternativa é viver como um genuíno americano, e, honestamente, dizer o que pensas.  Sei que muitos Marxistas já falecidos alegram-se cada vez que estabelecemos com mais um discurso de censura.

Na Liberdade . . .



domingo, 9 de dezembro de 2012

Alemanha do Leste vendeu doentes para testar medicamentos



Os porquinhos-da-índia involuntários ou foram submetidos a medicamentos não-testados, ou receberam placebos de modo a que os efeitos da nova droga pudessem ser comparados. Indústrias farmacêuticas do Ocidente pagaram centenas de milhares de marcos Alemães pelos pacientes - dinheiro esse que foi engolido pela periclitante economia da Alemanha do Leste.

O documentário Tests und Tote ("Tests and the Dead" = "Testes e os Mortos") exibido na Segunda-Feira à noite no canal estatal ARD, revelou a forma como as indústrias farmacêuticas, forçadas a levar a cabo testes extensivos logo após o escândalo da Talidomida que deixou milhares de pessoas deformadas, voltaram-se para o Leste, que estava desesperado por uma moeda forte.

Mas levando em conta a seriedade das alegações - e as potenciais exigências compensatórias - é pouco provável que as companhias farmacêuticas façam um mea culpa  e um pedido de desculpas, tal como fez a Ikea recentemente depois de se saber que usou presos politicos da Alemanha do Leste como mão-de-obra barata.

Segundo o Der Spiegel, um caso falado envolveu a história de Gerhard Lehrer, que foi admitido no hospital de Dresden em 1989 depois de ter tido um ataque do coração.

O médico presente deu-lhe cápsulas vermelhas-e-brancas e, segundo a viúva de Lehrer, ele [o médico] teceu largos elogios ao medicamento, afirmando que era "difícil obtê-los".

O estado de Lehrer não melhorou e o hospital rapidamente lhe disse para parar de tomar a droga e devolver o abastecimento que tinha recebido. Pouco antes de morrer, Lehrer disse à esposa para nunca se ver livre dos comprimidos, o que ela fez.

Placebo em vez de tratamento.

Depois de terem sido feitos testes nos medicamentos, apurou-se que Lehrer havia recebido placebos - cápsulas que não o ajudariam a superar a sua condição médica - e que um homem doente havia visto o seu tratamento negado, como parte dum estudo médico feito sem a sua aprovação.

Os jornalistas da ARD investigaram um número impresso na caixa dos falsos medicamentos de Lehrer e encontraram um ficheiro correspondente nos arquivos do Ministério da Saúde da Alemanha do Leste; aparentemente Lehrer havia tomado parte dum estudo em torno do Ramipril - droga para a tensão arterial desenvolvida pela Hoechst.

Uma combinação de dois desenvolvimentos ocorridos nos anos 80 serviram para criar as condições que levaram a Alemanha do Leste a vender os seus doentes às indústrias farmacêuticas do Ocidente, afirmou o Der Spiegel. Leis criadas na altura estavam a forçar as companhias farmacêuticas a levar a cabo estudos científicos adequados aos produtos antes deles receberem licença para serem vendidos - e os pacientes tinham que estar totalmente informados do risco dos mesmos. 

Ficheiros da polícia secreta mostram que as dificuldades económicas da Alemanha do Leste provocavam uma escassez de suprimentos médicos, levando a que os médicos se queixassem de forma cada vez mais vocal.

Comercializando os doentes

Um encontro secreto ocorrido em 1983 entre os membros do Comité Central da Alemanha do Leste, responsável pela saúde, colocou em marcha a venda de pacientes à companhias ocidentais, afirmou Christoph Friedrich, historiador farmacêutico da Universidade de Marburg. Alguns hospitais não só levariam a cabo os testes para os produtores Ocidentais, como seriam capazes de usar o dinheiro proveniente.

O entusiasmo em ambos os lados encontrava-se elevado: no ano de 1982 existiam 20 contractos, enquanto que em 1988 o número havia subido para 165.

Os testes secretos pararam em 1989 aquando do colapso da Alemanha do Leste. Milhões de marcos Alemães haviam sido ganhos à custa dos doentes e à custa daqueles que se encontravam às portas da morte, afirmou o programa da ARD.

Embora números exactos se tenham perdido juntamente com os antigos ficheiros, foram exibidos estudos individuais que renderem mais de 860,000 marcos Alemães.

Os jornalistas entraram em contacto com as companhias que sucederam a Hoechst e a Sandoz, que levaram a cabo os testes em pacientes involuntários da Alemanha do Leste.

O gigante francês Sanofi-Aventis, que inclui a antiga Hoechst, cooperou e permitiu acesso aos seus ficheiros, mas segundo os jornalistas,  nem as associações farmacêuticas nem os ministérios responsáveis disseram que foram capazes de encontrar alguém que tivesse alguma ideia dos estudos trans-fronteiriços.

* * * * * * *

Capitalismo esquerdista, vazio da lei moral, é a pior coisa que pode existir - especialmente para os mais frágeis da sociedade. Sem dúvida que o esquerdista comum pode sempre voltar este argumento, e alegar que isto "nada tinha a ver com o comunismo", mas isso é pura racionalilzação conveniente.

Esta notícia revela também como os regimes comunistas foram, em larga medida, mantidos no lugar pelo grande capital do ocidente. Seria interessante saber quanto tempo durariam os regimes esquerdistas se não fosse o capitalismo ocidental.





quarta-feira, 10 de outubro de 2012

A pedido das mulheres.

É-nos dito:

Popular revista feminina saudada por ter posto de parte as modelos magras em favor das "pessoas reais" reverteu a sua decisão passados que estavam dois anos - porque as vendas caíram à medida que os quilos aumentaram. A edição electrónica deste mês já exibe outra vez modelos excessivamente magras.

Isto significa que a experiência com "pessoas reais" foi um fracasso. Durante os 2 anos de  período experimental mais de 1,000 modelos com idades compreendidas entre os 18 aos 68 foram usadas em poses de moda e de beleza. - 'como forma de conferir à beleza o seu naturalismo e mostrar que a atracção tem muitas caras'.

Aparentemente nem as próprias mulheres se deixam enganar com o mantra de que "a beleza é relativa" uma vez que elas, tal como os homens, parecem ter uma ideia bem clara do que é e do que não é belo - e isto não parece ser algo sujeito a engenharia social.

Em relação a esta notícia, Vox Day comenta:

Pensem nisto: a revista alemã, Brigitte, vende quase exclusivamente para mulheres. Sem duvida que foi garantido aos editores que a eliminação das modelos ofensivamente magras das páginas das revistas aumentaria as vendas, e provavelmente eles foram sujeitos à pressão aponta-e-envergonha que as mulheres têm dirigido a várias organizações e instituições durante os últimos 40 anos.

Os editores quase de certeza acreditaram que dar às mulheres aquilo que de modo activo elas exigiam seria benéfico para eles, não só em termos de vendas mas também em termos de publicidade positiva. Eles receberam a mais positiva publicidade que esperavam uma vez que os órgãos de comunicação de todo o mundo cobriram positivamente o seu gesto.

Mas não tiveram as vendas que anteciparam. A revista líder de mercado, que chegou a vender 700,000 cópias por mês, notou que as subscrições "caíram em quase 22 porcento  ao mesmo tempo que menos 35 porcento de cópias foram vendidas nas lojas".

A revista estaria em melhor forma se os editores tivessem retido este princípio em mente: as mulheres não te podem dizer o que elas querem porque elas conscientemente não sabem o que querem. Os seus desejos só podem ser determinados pelas suas acções e não pelas suas declarações.

Resumindo:
  • 1. Mulheres exigem que a revista pare de ter modelos magras e que em seu lugar coloque "pessoas reais".
  • 2. Revista ceda aos pedidos das mulheres e começa a usar as tais "pessoas reais" (incluindo as "plus size").
  • 3. Como consequência, as subscrições caem em quase 1/4, e as vendas nas lojas caem mais de 1/3.
Ou seja, a escolha que as mulheres exigiram causou a que as próprias mulheres perdessem interessa na revista.


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Livro alega que as mulheres nazis eram tão violentas como os homens.

Mulheres que trabalharam sob as ordens de Hitler eram tão violentas como os homens, alega livro escrito em 2009. "Female Perpetrators; Women Under National Socialism" expõe o mito de que as mulheres que trabalharam para Hitler eram o sexo mais gentil e que elas apenas foram arrastadas pelas acções violentas dos homens.

Na arte, nos filmes e nas revistas nazis, as mulheres foram sempre retratadas como o sexo mais justo, lutando na frente doméstica ao mesmo tempo que os homens lutavam nos campos de batalha. Mas o livro mostra que tudo isto foi apenas propaganda e que as mulheres que trabalharam para Hitler foram tão brutais como os homens.

Naquela que é a primeira análise alemã pós-guerra do papel da mulher nos crimes dos nazis, a historiadora Kathrin Kompisch revelou o quefoi varrido para baixo do tapete desde 1945. Ela diz:

A história do Nacional Socialismo há muito que foi reduzida a uma que culpa os homens por tudo. Esta era, e ainda é, a imagem popular.
Mas o sexo gentil venerado pela máquina de propaganda de Josef Goebbels era, segundo a senhora Kompisch, igualmente capaz de girar os cadeados nos porões onde se encontravam as vítimas da Gestapo por toda a Europa.


O seu livro mostra que as mulheres eram também tão fanáticas como os homens quando se falava em esmagar a resistência que se opunha a Hitler. Isto foi particularmente retratado pela Kate Winslet, que desempenhou o papel duma guarda nazi no filme "The Reader".

A senhora Kompisch escreve:

Com a excepção de alguns exemplos cruéis, a participação da mulher nos crimes dos nazis foi removido da consciência colectiva dos alemães durante muito tempo. Tentei analisar os motivos e as circunstâncias pessoais das mulheres envolvidas, e colocar a questão em torno da sua responsabilidade pessoal nos eventos decorridos.
Ela descobriu que Hitler e os seus sátrapas virtualmente hipnotizaram as mulheres de modo a que estas levassem a cabo os propósitos dum regime fundado na violência e no ódio racial.

Como tal, elas tornaram-se mulheres-a-dia os S.S.; encheram as "quintas dos bebés" onde as crianças "super-homem" nasciam, e prestaram assistência aos médicos que iniciaram com as esterilizações.

Mais tarde as mulheres tornaram-se assassinas dos deficientes tal como guardas dos gulags de campos de concentração.

Nunca nos devemos esquecer das legiões de mulheres que deram o seu apoio aos homens enquanto estes matavam dezenas de milhares de pessoas pela Rússia, Polónia,e em lugares como Auschwitz and Treblinka.... As mulheres dactilografaram as estatísticas das vítimas assassinadas pela S.S. Action Squads no Este, operaram as rádios requisitando mais balas, eram invariavelmente as secretárias - e algumas vezes muito mais - em todos os pontos de controle da Gestapo. . . .

No final da guerra, elas tentaram diminuir a sua responsabilidade alegando que elas eram apenas peças mínimas ma maquinaria maioritariamente masculina que emitia as ordens.

Analisando as estatísticas pré e pós-guerra, a senhora Kompisch apurou que havia mais empregos governamentais, privados e militares entregues a mulheres durante o tempo em que Hitler esteve no poder do que em períodos de paz.

Mas mesmo aquelas que não trabalhavam, arranjaram outras formas de sujar as mãos com sangue inocente.

Em larga maioria, eram as donas de casa que se alinhavam nos armazéns governamentais para comprar a mobília, as jóias, outros utensílios caseiros e as roupas dos seus vizinhos Judeus que haviam desaparecido sem deixar notícia.

Kompisch verificou que desde o princípio que a hierarquia masculina e carregada de testosterona do estado Nazi impedia as mulheres de terem acesso a lugares de liderança, mas o regime activamente encorajava a participação feminina na execução do terror Nazi ao nível mais baixo [inglês: "grassroot level"]. A maior parte das 'Blockwaerts' – espiões que detectavam actividades anti-nazis e as reportavam ao partido - eram mulheres.

Na ordem de 3 para 1, quando comparadas com os homens, as mulheres faziam denuncias não-oficiais à Gestapo em torno de vizinhos suspeitos, Judeus ou outros inimigos do Estado nazi. Os ficheiros da Gestapo da cidade de Duesseldorf notaram que as mulheres "tentaram mudar o equilíbrio de poder na família denunciando os maridos como espiões, comunistas ou anti-nazis".

O cliché das mulheres de ouro, munidas com um crucifixo ao pescoço, e a criar 10 filhos ao mesmo tempo que faziam pão é tão mitológico como a noção de que todas as mulheres dos anos 1920 bebiam absinto ao mesmo tempo que faziam o Charleston. . . As mulheres podiam e chegaram a avançar de modo maciço durante o 3º Reich.
Cerca de 3,200 mulheres serviram nos campos de concentração.

. . .

A senhora Kompisch reporta vários episódios de outras mulheres aparentemente normais e inteligentes como forma de apurar a corrupção do seu sexo durante a Alemanha Nazi. Uma delas, Karin Magnussen, nascida em 1908 (Bremen), foi uma bióloga brilhante e física.

Ela era uma mulher venerada pela sua profissão, pouco afectada pelos levantamentos políticos e financeiros que levaram a Hitler ao poder. O livro revela como ela chegou a usar globos oculares de prisioneiros ainda vivos, retirados pelo demente Dr. Josef Mengele, para as suas experiências em torno da pigmentação da íris humana.

A senhora Kompisch conclui:

A realidade dos factos é que as mulheres permitiram que as suas características femininas fossem suprimidas de modo a que elas se aliassem ao Estado Nazi e às suas agências. Afirmar que elas não sabiam do terror e das torturas, como afirmaram muitos no final da guerra, é simplesmente inacreditável. Elas deram o seu apoio a tal terror e tortura.

* * * * * * *


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