Mostrar mensagens com a etiqueta Áustria. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Áustria. Mostrar todas as mensagens

domingo, 17 de dezembro de 2017

Áustria junta-se à Europa Oriental e rejeita planos de suicídio demográfico

O novo chanceler Austríaco, Sebastian Kurz, afirmou que as quotas para "migrantes" avançada pela União Europeia não têm funcionado e que ele quer "mudar a errónea política de refugiados".

Kurz já uniu forças com os líderes da Hungria, da Polónia e da República Checa, países que já se recusaram a adoptar o regime de quotas para "migrantes" imposto pela União Europeia.

De acordo com Kurz, é “positivo que Tusk (Presidente do Conselho Europeu) e vários países europeus estejam a pressionar antes de mais nada para uma maior protecção das fronteira e para um maior investimento nesse sentido". Tusk qualificou o problemático sistema de "ineficaz" e de “altamente divisionista”.

Com a Áustria a juntar-se aos países do Visegrado da Europa do Leste, o bloco anti-quotas tornou-se mais forte e numa forma de oposição séria aos planos migratórios da União Europeia.

O sistema de quotas da União Europeia foi avançado para ajudar países tais como a Grécia e a Itália, que costumam ser os pontos de chegada dos "refugiados". Pelo menos 160,000 migrantes deveriam ser redistribuídos um pouco por todo os países da União Europeia.


* * * * * *

Claro que a forma 100% absoluta de garantir que nem a Áustria e nem os países do Visegrado venham a receber os assim-chamados "refugiados" é abandonando a União Europeia (que já se revelou como uma organização que serve os interesses da elite e não dos povos Europeus).

O "sistema de quotas" não é solução válida porque não foi feito para ser uma solução mas sim feito para gerar uma canalização constante de não-Europeus para a Europa. 

Quem é de opinião de que mal os 160,000 estejam recolocados, esse número não será aumentado, engana-se. Primeiro, porque quem gerou esse sistema quer mais e mais não-Europeus na Europa, e segundo porque, mal os nativos de outros países se apercebam que está a ocorrer uma esvaziamento dos campos de refugiados na Grécia e na Itália, outros "refugiados" tentarão entrar na Europa exactamente como os primeiros fizeram.

Basicamente, a crise dos "migrantes" é mais uma tentativa de destruir os sentimentos nacionalistas através da importação dum eleitorado que sempre se alinhará com os interesses dos internacionalistas que os alimentam.

Depois dos internacionalistas terem inundado a Europa com não-Europeus, eles irão fundamentar as suas decisões na "democracia" e na "vontade popular", sabendo muito bem que muitas das pessoas que participam nessa "democracia" não são Europeus.

Em vez dos globalistas convencerem o eleitorado da validade dos seus planos, o que eles fizeram foi mudar o eleitorado para um mais em linha com os mesmos.
-----------------------

sábado, 17 de janeiro de 2015

A Ordem Mundial Andrógena - Parte 3

3ª Parte dum artigo com começou aqui.

Foi durante este ponto baixo da vida de Steinem que Clive S. Gray fez a sua aparição e abriu-lhe as portas da oportunidade. Steinem havia inicialmente conhecido Gray na Índia, Nova Delhi, “onde ele estava a trabalhar ostensivamente numa dissertação de doutoramento em torno do sistema de ensino superior Indiano.” (141). Na verdade, Gray encontrava-se a trabalhar para a CIA, “buscando potenciais agentes para o movimento estudantil” (142).

Gray pediu a Steinem que liderasse o Independent Service for Information durante o Vienna Youth Festival (ISI), que Wilford descreve como “um gigantesco empreendimento estudantil financiado pela CIA iniciado em 1957, com o objectivo de salvar jovens do Terceiro Mundo das garras dos propagandistas comunistas.” (141).

Gray e os outros fundadores do ISI eram antigos oficias da NSA que ansiavam influenciar as jovens e impressionáveis mentes dos participantes do Vienna World Festival of Youth and Students, um evento planeado por um dos chefes do KGB e antigo estudante Alexander Sheljepin (141-142). Segundo Wilford, a proposta de Gray era demasiado boa para Steinem recusar:
A sugestão apelou imediatamente a Steinem, não só porque significava um trabalho remunerado mas também porque oferecia uma saída para o idealismo político que havia renascido dentro dela devido às suas experiências Indianas; poucos depois do chamamento de Gray, ela encontrou-se em New York com outro antigo presidente do NSA transformado em oficial do CIA, Harry Lunn (que, como quase todos os outros jovens homens que haviam entrado em contacto com ela, rapidamente apaixonou-se por ela). 
Depois disto, ela viajou para Cambridge, sítio onde foi entrevistada por dois antigos vice-presidentes para Assuntos Internacionais do NSA, Len Bebchick e Paul E. Sigmund, Jr., bem como com um advogado de Boston chamado George Abrams
Por volta de Janeiro de 1959, ela haVia ocupado a posição de Directora para a Independent Service for Information, com escritórios em Harward Yard, e um salário de $100 por semana, mais $5 per diem visto "as rendas em Cambridge eram muito elevadas" (um subsídio generosa estabelecido pelo apaixonado Lunn). (142)
Steinem não era uma agente involuntária ou uma pessoa mal informada mas sim alguém bem ciente do facto da CIA estar a controlar a sua vida. Wilford elabora:
Em relação à própria Steinem, ela tornou-se mais alerta quando começou a fazer perguntas em relação ao financiamento do ISI; agentes do CIA à paisana explicaram-lhe que os financiadores de Boston e as fundações que aparentemente subsidiavam o empreendimento eram, na verdade, caminhos através dos quais chegavam financiamentos oficiais secretos.(142)
Nas semanas antecedentes ao festival, Steinem e o seu staff do ISI enviaram panfletos e fichas técnicas aos estudantes que planeavam estar presente no evento (143). A ajudar Steinem estava o executivo da Time, Inc., C.D. Jackson, o mestre da guerra psicológica "que secretamente se ofereceu para coordenar uma gigantesca propaganda anti-festival em prol da CIA, envolvendo a Radio Free Europe, repórteres da Time, e ministros Austríacos" (143). Quando a CBS cancelou os planos para um documentário de uma hora sobre o festival, Jackson veio em socorro de Steinem, tentando convencer o presidente da CBS Frank Stanton a reconsiderar (143). Jackson foi muito bem sucedido em gerar apoio para os esforços do ISI no festival (143-144).

Muitos pesquisadores esquerdistas caracterizaram a CIA como uma colecção de arqui-conservadores que inclinações fascistas. No entanto, o relacionamento da CIA com Steinem revela uma imagem totalmente diferente. Falando para o Washington Post em relação à sua relação com a CIA, Steinem declarou:

Segundo a minha experiência, a Agência [CIA] era totalmente diferente da sua imagem; ela era liberal, pacífica e honrada. (147)

Falando do Vienna Youth Festival, Steinem disse ao New York Times:

Fiquei feliz em encontrar muitos esquerdistas no governo desses dias, e eles eram pessoas perspicazes e preocupavam-se o suficiente para fazer com que Americanos com os mais variados pontos de vista políticos viessem ao festival (147).

Aparentemente, Steinem viu poucas diferenças entre a sua mensagem radical e as crenças mantidas por muitos dentro das fileiras da CIA.

Embora ela fosse anti-Soviética, a CIA não era necessariamente contra as ideias radicais e revolucionárias. A colaboração íntima com Steinem claramente ilustra este ponto. O facto de Steinem buscar destruir o casamento tradicional bem como a família nuclear não parecia alarmar a CIA. A Agência não se parecia importar com o facto das pessoas se radicalizarem, desde que a Agência controlasse a campanha de radicalização e seleccionasse a doutrina revolucionária que seria propagada.

A CIA pode até ter desenvolvido um pedigree radical que até incluía ideias Marxistas. Este pedigree teve início com o precursor da CIA, o Office of Strategic Services (OSS). O General William “Wild Bill” Donovan, o chefe do OSS, não se opunha à contratação de comunistas (Smith 9), justificamdo esse ideia invocando a ameaça dos poderes do Eixo (9). Uma vitória Aliada, contendia Donovan, tinha que ser obtida a todo o custo.

Para Donovan, preocupações em torno duma subversão comunista tinham que se subordinar ao objectivo maior de vencer a Segunda Guerra Mundial. Donovan chegou a dizer a um assistente do OSS que "Eu seria capaz de colocar Estaline na folha de pagamentos da OSS se isso nos ajudasse a vencer Hitler" (9). O resultado deste tipo de pensamento foi que a OSSA era "muito tolerante em relação às ideias da esquerda política"  (9). Posições estratégicas e sensíveis durante o tempo de guerra não se encontravam fora do radar para comunistas e Marxistas. O autor Richard Harris Smith elabora:
Um ex-Comunista duma safra mais antiga correctamente declarou: "No Office of Strategic Services… a contratação de pró-Comunistas era aprovado por pessoas ao mais alto nível, desde que eles fossem adequados para um trabalho específico." A OSS frequentemente aceitava os serviços de entusiastas Marxistas desde que eles não fizessem tentativas de ocultar as suas afiliações políticas. (9)
Donovan não só deu pouca importância às afiliações políticas dos empregados do OSS, como buscou de modo activo comunistas para recrutamento e como forma de lhes dar emprego. A dada altura, o Federal Bureau of Investigation (FBI) "presenteou triunfantemente o general com dossiers em torno de três empregados do OSS com afiliações ao Partido Comunista, e exigiu a sua expulsão da organização" (9). Em resposta às evidências apresentadas pelo FBI, Donovan declarou:

Eu sei que eles são Comunistas. É por isso mesmo que eu os contratei

Depois da Segunda Grande Guerra, a OSS passou a ser a CIA.

Dado o seu pedigree revolucionário e radical, não é surpreendente que a Agência tenha contratado Steinem, uma feminista radical que caracterizava a moralidade e o tradicionalismo como maquinações da opressão masculina. Embora tanto o CIA e Steinem fossem contra a União Soviética, eles não eram necessariamente contra o Marxismo. Tal como a CIA a quem ela servia,  abraçou as ideias e os conceitos Marxistas. Steinem chegou a admitir que a sua oposição à cruzada comunista do Senador Republicano Joseph McCarthy levou a que ela adoptasse  o Marxismo (Mitchell 130). O Marxismo Cultural era um elemento importante da campanha de engenharia social  levada a cabo pelos Rockefellers, pela CIA, e por Steinem.

A escolha de aliados por parte de Steinem é especialmente irónica à luz da misoginia endémica presente no Establishment. Por exemplo, os Rockefellers dificilmente podem ser caracterizados como pessoas particularmente simpatéticas com o sofrimento da mulher moderna. Se as palavras de Nicholas Rockefeller ditas a Russo foram realmente proferidas, então torna-se dolorosamente aparente que os motivos da oligarquia dinástica de financiar a ascenção do feminismo foram puramente pragmáticas.

Mais ainda, o feminismo nasceu dum útero com uma perspectiva misógina, uma realidade paradoxal enfatizada pelas inspirações Gnósticas do movimento. Não podemos esquecer que, segundo a criatologia Gnóstica,  a raça humana tem que agradecer a um Aeon feminino (Sofia) pelo seu dilema colectivo. A consciência defeituosa que que supostamente preside sobre o intrinsecamente corrompido cosmos físico emanou do seu ser. Tal criatologia dificilmente é lisonjeira para as mulheres.

Esta misoginia é explicitamente expressada pela revisão Gnóstica de Cristo no pseudepigráfico Evangelho de Tomás:
Simão Pedro disse a todos os outros discípulos: "Deixem Maria Madalena ir embora do meio de nós porque as mulheres não são merecedores de vida." Jesus disse: "Reparem, eu irei orientá-la de modo a que eu a possa transformar num homem; de modo a que ela, também, ao se tornar num homem se possa tornar num espírito vivificador semelhante a vocês machos. Porque todas as mulheres que se transformarem em homens irão entrar no Reino dos Céus.
Portanto, o feminismo originou-se numa heresia misoginia. Não é surpreendente que esta ideologia inerentemente misândrica partilhe tanto com a ordem misógina que ela ostensivamente se opõe. Em última análise, a hegemonia buscada pelos interesses oligárquicos do Establishment não se centram em nenhum dos géneros.

A androginia estipula não só a destruição da masculinidade, mas também da feminidade. Desta forma, a misândria e a misoginia são perspectivas meramente provisórias em seguimento para a androginia.

Nenhuma das duas dá ênfase à dinâmica operacional complementar servida pela outra. Em vez disso, ambas buscam a supremacia. A tensão dialéctica entre as duas tem como propósito minar gradualmente o género como determinante definidor da identidade humana.

Uma vez que a identidade encontra-se indissoluvelmente associada ao género, ela tem que ser destruída. Afinal de contas, servos não precisam de identidades pessoais.

A ordem mundial que está a ser consagrada pelas elites depravadas não será populada nem por machos nem por fêmeas. Essencialmente, se a elite depravada materializar a sua visão escatológica do mundo, ele será populada por uma nova raça desumana. 

Fontes citadas




terça-feira, 13 de janeiro de 2015

A Ordem Mundial Andrógena - Parte 2

Continuação dum artigo iniciado aqui.

Apesar das objecções juvenis, é um facto médico inevitável que relações sexuais depravadas fazem-se acompanhar por certos riscos de saúde. No topo destas formas depravadas de relação sexual encontra-se o sexo anal, práctica exercida prolificamente no meio social homossexual e em certos quadrantes heterossexuais pouco convencionais. Independentemente da forma ruidosa como estes enclaves possam colocar objecções, o facto é que até muitas autoridades médicas seculares concordam que o sexo anal é prejudicial. Uma dessas autoridades é Robert I. Krasner, Professor Emérito no Departamento de Biologia no Providence College. Ele escreve:
Alguns comportamentos sexuais são considerados mais prejudicais e mais arriscados que outros. O sexo anal é o mais perigoso uma vez que o revestimento do  ânus está mais sujeito a rompimentos e lesões que o revestimento da vagina, o que permite que o vírus da SIDA, e outros micróbios, tenham uma passagem mais facilitada para o sangue. (416)
Claro que pesquisas objectivas raramente dissuadem aqueles que acreditam a realidade se irá re-ajustar como forma de acomodar o hedonismo. Esta mentalidade é exemplificada pela auto-declarada "professora do sexo" Debby Herbenick, que promove o sexo anal como "forma de se explorar e realizar as fantasias com o amante"  (11).

À luz dos óbvios riscos médicos inerentes a tal forma de relação sexual, tal promoção revela uma recusa infantil de comungar com a verdade segundo os seus próprios termos. Ao contornarem estes factos inconvenientes em relação a prácticas [sexuais] perigosas, os revolucionários conjuram uma disjunção fictícia entre o género e o sexo. O propósito final é o de racionalizar a rejeição da imutável ordem natural , e consagrar os seus próprios apetites.

A sustentar o divórcio entre o sexo e o género encontra-se uma pervasiva visão disteleológica. Através desta lente interpretativa, a biologia passa a ser um mero acidente do tempo. O facto de alguém ser macho ou fêmea é consequência de forças cegas e sem finalidade a se imporem a elas mesmas sobre máquinas compostas de carne. Ironicamente, os defensores de tal perspectiva dão a sua aprovação à teoria da evolução, que é irredutivelmente teleológica.

Independentemente do quanto que o evolucionista possa levantar objecções, o facto é que o processo evolutivo progride rumo a um telos. Tal progressão pressupõe a orientação dum agente racional. É terrivelmente complicado invocar forças cegas e sem propósito ao mesmo tempo que se postula um sistema com design intricado. Portanto, mesmo que a biologia seja o resultado duma evolução, as classificações biológicas de macho e fêmea dificilmente se qualificariam como acidentes.

Mais ainda, este retrato disteleológico do universo não tem qualquer significado, para além de ser auto-refutante. Aquele que alega que a existência não tem propósito ["meaningless"] tem primeiro que assumir que a sua proclamação disteleológica tem algum sentido. Se o universo realmente não tivesse algum tipo de significado, então ninguém poderia expressar tal ponto de vista de modo significativo.

Claramente, o universo tem um significado porque de outra forma até as argumentações disteleológicas não poderiam ser coerentemente transmitidas. Esta contradição interna da perspectiva disteleológica desmentem os verdadeiros motivos da pessoa que a invoca. Esses motivos são articulados de forma bastante cândida por parte de Aldous Huxley:
Eu tinha motivos para querer que o mundo não tivesse significado. Para mim, e sem dúvida para a maioria dos meus contemporâneos, a filosofia da insignificância era essencialmente um instrumento de libertação. A libertação que desejávamos era ao mesmo tempo a libertação dum sistema de moralidade. Nós éramos contra a moralidade porque ela interferia com a nossa liberdade sexual. Nós colocávamos objecções ao sistema político e económico porque o mesmo era injusto. Os defensores destes sistemas alegam que de alguma forma eles incorporavam o significado - significado Cristão, insistiram eles - do mundo. Havia um método  admirável de confundir estas pessoas e ao mesmo tempo justificar a nossa revolta política e erótica. Era negar que o mundo tivesse algum tipo de propósito. (270)
Os objectivos da "revolta política e erótica" são feitos ostensivamente sustentáveis através da “filosofia da insignificância.” A divisão entre o sexo e o género depende também de tal disteleologia. Essencialmente, "filosofia da insignificância" esconde os objectivos revolucionários. As variadas organizações feministas e lgbti que se encontram actualmente a re-esculpir a civilização Ocidental nutrem objectivos revolucionários semelhantes. Isto ressalva mais uma contradição endémica da dicotomia sexo/género.

A alegação de que o género é uma construção social é auto-refutante visto que ela é, essencialmente, o produto de movimentos (em particular as variadas organizações feministas e lgbti) que estão eles mesmos a avançar com o seu conjunto de construções sociais. Logo, a alegação é ela mesma uma construção social. Uma vez que as construções sociais são vistas, na melhor das hipóteses, como mutáveis, e na pior das hipóteses, falsas, somos levados a concluir que a caracterização do género como construção social é feita insustentável através do seu próprio critério de aceitabilidade.

Ao assumirmos que o género é uma construção social estamos a cometer a Falácia Genética ao pressupor a sua falsidade com base nisso. Ressalvar o possível ponto de origem duma crença não torna essa crença falsa. Podemos alegar que avisar as pessoas para evitar falar com estranhos é uma construção social, mas muito poucas pessoas iriam considerar ignorar tal admoestação paternal só porque a mesma se possa ter originado através da práctica social ou cultural. De facto, as categorias de género podem ter surgido através de prácticas culturais e sociais porque a dada altura a sociedade ou a cultura reconheceram certas verdades imutáveis. Uma dessas verdades imutáveis é que a natureza e a biologia não se re-ajustarão como forma de acomodar os desejos daqueles que tencionam redefinir os parâmetros da sanidade sexual.

Muitas pessoas de todo o espectro político já ressalvam o papel do feminismo como agente destrutivo para mudanças sociais. Fontes tão diversas como o comentarista de rádio direitista Rush Limbaugh e a dissidente feminista Camille Paglia já comentaram as formas através das quais o movimento feminista - em particular a segunda vaga feminista que teve início nos anos 60 - causou uma deserção da sanidade sexual e a erosão da estabilidade social. Poucos, no entanto, escreveram ou falaram das origens do  feminismo juntos das esferas ocultas da politica e dos serviços secretos.

O facto do feminismo moderno ter sido cultivado no invisível mundo das elites depravadas e dos serviços secretos criminalizados não pode ser rejeitado como fantasia paranóica. O Americano Aaron Russo, famoso e falecido produtor de filmes, pode ter aprendido uma porção da história oculta do feminismo durante uma entrevista com que ele teve com Nicholas Rockefeller, membro da infame dinastia Rockefeller. Alguns desmistificadores e cépticos patológicos afirmaram que Nicholas Rockefeller nada mais era que uma invenção da imaginação de Russo, no entanto, Nicholas Rockefeller é uma pessoa real, tal como evidenciado pela seguinte biografia disponibilizada pela  Bloomberg’s Businessweek:
O sr Nicholas Rockefeller tem sido Director da companhia desde 1999. O sr Rockefeller é um advogado na firma legal Troop Meisinger Steuber Pasich Reddick & Tobey, LLP, e tem estado com a firma desde 1997; antes disso, ele esteve envolvido durante 10 anos na práctica privada de Direito. O sr Rockefeller é também o Managing Principal do Rockvest Development Group e a sua afiliada, o Rockefeller International Fund, que susupervisionas investimentos em valores mobiliários negociados publicamente e empresas privadas, para além de manter uma carteira de activos de capital de risco. 
O sr Rockefeller é também Presidente da Rockefeller Asia, uma empresa de serviços financeiros. Ele é também Membro do Conselho Consultivo do RAND Center for Asia Pacific Policy. O sr Rockefeller é membro das barras legais da Califórnia e de Washington, D.C., e tem um J.D. da Yale Law School
O sr Rockefeller é o administrador do SHMNM Investment Trust, que é actualmente accionista da Companhia e que foi estabelecida nos termos dum acordo entre accionistas entre o sr Nicholas Matzorkis e a Kushner-Locke Company. O sr Rockefeller foi eleito director da Companhia, como director designado através da confiança de termos dum acordo entre os accionistas.(“Company Overview of RAND Center for Asia Pacific Policy: Nicholas Rockefeller”)
Para além de provar que Nicholas Rockefeller não é ficção, a biografia da Businessweek dá também aos leitores a ideia do estatuto e da posição que este membro particular da dinastia Rockefeller ocupa junto dos círculos da elite. Nicholas Rockefeller não é um homem de negócios de baixo estatuto ou alguém que é alimentado por último; tal como muitos membros da dinastia Rockefeller, Nicholas é alguém com voz de peso.

Segundo Russo, o Movimento de Emancipação das Mulheres surgiu como tópico durante uma das suas visitas à residência de Nicholas Rockefeller. Alegadamente, Nicholas perguntou a Russo "Qual é o propósito do Movimento das Mulheres?" (“Reflections and Warnings – An Interview with Aaron Russo”). Russo deu a resposta amplamente propagada, declarando que a Emancipação das Mulheres centrava-se "no facto das mulheres terem o direito a trabalhar, receber o mesmo que os homens, da mesma forma que elas ganharam o direito ao voto" (ibid). Russo alegou que Nicholas Rockefeller começou a rir e chamou a Russo de "idiota" (ibid).

Rockefeller disse então a Russo que a dinastia Rockefeller havia financiado a Emancipação das Mulheres com dois objectivos em mente (ibid). O primeiro objectivo era, segundo Russo, trazer as mulheres para o mercado de trabalho de modo a que uma maior percentagem a população pudesse ser tributada (ibid). O segundo objectivo, afirmou Russo, era o de desintegrar a família nuclear de modo a que as crianças começassem a olhar para o Estado como a sua família (ibid).

A comunidade dos Serviços Secretos parece ter desempenhado uma papel significativo na campanha de engenharia social que Rockefeller descreveu a Russo. Durante muitos anos. a dinastia Rockefeller tem estado imersa no mundo dos Serviços Secretos. Durante a Guerra Fria,foram estabelecidos laços íntimos entre a Fundação Rockefeller e os círculos dos Serviços Secretos Americanos. O autor Frances Stonor Saunders partilha alguns detalhes deste casamento profano: 
A convergência entre os milhares de milhões dos Rockefellers e o governo Americano excedeu até a que existia com a Fundação Ford. John Foster Dulles e mais tarde Dean Rusk passaram ambos de presidentes da Fundação Rockefeller para secretários de Estado. Outros nomes pesados da Guerra Fria tais como John J. McCloy e Robert A. Lovett emergiram de modo proeminente como pessoas de confiança dos Rockefellers. 
A posição central de Nelson Rockefeller nesta fundação garantia um relacionamento próximo com os círculos dos Serviços Secretos: ele havia sido o responsável por toda actividade dos Serviços Secretos na América Latina durante a Segunda Grande Guerra. Mais tarde, o seu sócio no Brasil, o Coronel J.C. King, tornou-se chefe da CIA em operações clandestinas no hemisfério Ocidental. 
Quando Nelson Rockefeller foi nomeado por Eisenhower para o National Security Council em 1954, a sua função era a de aprovar as várias operações secretas. Se por acaso ele precisasse de informação adicional em torno das actividades da CIA, ele pura e simplesmente poderia perguntar ao seu antigo e bom amigo Allen Dulles por um briefing directo. Uma das mais controversas destas operações foi o programa de pesquisa em torno do controle mental levado a cabo durante os anos 50 pela CIA com o nome de MK-ULTRA (ou "Candidato Machuriano"). Esta pesquisa recebeu financiamento por parte da Fundação Rockefeller. 
Operando o seu próprio departamento de Serviços Secretos durante a guerra, Nelson Rockefeller havia estado ausente das fileiras da OSS [Serviços Secretos Americanos], e de facto havia formado uma inimizade para toda a vida com William Donovan. Mas não havia qualquer tipo de preconceito contra os veteranos da OSS, que foram recrutados em massa pela Fundação Rockefeller. No ano de 1950, o antigo membro da OSS Charles B. Fahs tornou-se chefe da divisão de humanidades da fundação. O seu assistente era outro veterano a OSS, Chadbourne Gilpatric, que chegou à fundação directamente da CIA. (120-21)
A Central Intelligence Agency (CIA) não desempenhou um papel menor na ascenção duma das mais importantes vozes da segunda vaga do feminismo, Gloria Steinem. Steinem cruzou-se com a CIA durante o Outono de 1958, por uma altura em que a sua trajectória dificilmente sugeria algum tipo de grandiosidade.

Steinem havia regressado recentemente duma viagem de bolsa de estudos para a India (Wilford 141). Durante a sua estadia na Índia, Steinem “havia feito amizade com Indira Gandhi e a viúva do humanista revolucionário M.N. Roy (141).

A sua exposição à grandiosidade não havia, no entanto, resultado numa elevação social. Segundo o autor Hugh Wilford, Steinem “estava a ter dificuldade em encontrar um emprego gratificante” (141). Steinem “viu-se reduzida a dormir no chão dos apartamentos de amigos ao mesmo tempo que buscava um emprego em New York” (141).


(Continua na 3ª Parte)



sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A Ordem Mundial Andrógena

Por Paul e Phillip Collins

O 144º Congress of Correction, que foi levado a cabo entre 15 e 20 de Agosto, em Salt Lake City, apresentou um workshop em torno do Prison Rape Elimination Act (PREA) e as suas ramificações para os presos que se identificam como lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e interssexuais (lgbti). O consenso entre os presentes durante este workshop foi o de que os presos com estas orientações particulares se encontravam em risco acrescido de vitimização sexual.

Durante o workshop ninguém levantou a possibilidade dos presos lgbti estarem eles mesmos a levar a cabo esta vitimização. Esta omissão revelou a implícita parcialidade em favor daqueles que abraçaram orientações sexuais inconvencionais. Talvez esta omissão seja, de alguma forma, atribuível à perspectiva global daqueles que se reuniram para o workshop.

A oradora principal foi Bernadette Brown, que, para além de ser uma Senior Program Specialist para o National Council on Crime and Delinquency, é uma lésbica assumida. Durante a apresentação, Brown corajosamente declarou, "O género é uma construção social".

Esta alegação radical, que depende duma alegada disjunção entre o sexo e género, certamente que não é nova. Durante os últimos anos, ela tem sido largamente popularizada por feministas politicamente e socialmente activas. Reconhecendo as igualmente vantajosas implicações da dicotomia sexo/género para o seu próprio movimento social, várias organizações em torno dos direitos dos lgbti adoptaram-na também como análise racional central para a sua plataforma.

Subjacente à alegação encontra-se a tácita promoção de que a androginia é normativa. Por sua vez, a promoção da androginia pode ser rastreada para trás no tempo até a mais pervasiva de todas as heresias: Gnosticismo. O pseudepigráfico Evangelho de Tomás exemplifica este ponto de vista normativo da androginia. No Ditado 11, a revisão Gnóstica de Cristo retrata a androginia como uma união salvadora:
Jesus disse-lhes: "Quando vocês fizerem dos dois, um, e quando fizerem do interior o mesmo que o exterior e o exterior como o interior, o superior como o inferior, e quando fizerem do macho e da fêmea um só, de modo a que o macho não seja macho e a fêmea não seja fêmea, quando fizerem olhos no lugar dum olho, a mão no lugar da mão, um pé no lugar dum pé, uma imagem no lugar duma imagem, então entrarão [no reino].”
Tal como todos os movimentos revolucionários que povoam a modernidade, o feminismo ajusta-se àquilo que Eric Voegelin chamou de religião política Gnóstica. O Gnosticismo ensinava que no princípio, existia uma singularidade espiritual (a “Pleroma”) dentro da qual a divindade funcionava como potência óptima. Esta unidade pura foi dividida em pluralidade devido ao erro dum intermediário deificado conhecido como Sofia (“Sabedoria”).

Emanando do próprio ser da Sofia estava uma consciência defeituosa que eventualmente assumiu a apelação Bíblica de YHWH, que os Gnósticos blasfemamente caricaturaram de “Arconte da Arrogância.” Este misoteísmo era atribuível à caracterização do estatuto ontológico do mal por parte dos Gnósticos. Com o mal não mais atribuído à vontade, a corrupção foi projectada para tudo o que era externo ao Gnóstico. Esta projecção incluía o mundo externo, que invariavelmente se tornou no recipiente de desprezo explícito ou implícito.

Visto que eles acreditavam que o mal possuía substância e forma, os Gnósticos encontravam-se pré-dispostos em favor de algumas variações do dualismo Docistista e Maniqueísta. Esta diminuição da condição humana, que o Cristianismo Bíblico identifica como a Queda dos pais da humanidade [Adão e Eva], foi associada com o próprio acto da criação. Afinal de contas, se o mal possuía forma e substância, só um Deus maligno iria associar a pureza do espírito com a corrupção da matéria.

A exoneração de Deus implicava uma bifurcação arbitrária dos Seus papéis como Criador e como Pai em duas divindades distintas. Deus Pai era docetisticamente caracterizado como totalmente transmudano, onticamente distante da ordem criada. Deus o Criador era caracterizado como um guardião genuíno a presidir sobre a prisão cósmica do mundo material. Portanto, os Gnósticos desprezavam o Deus Bíblico devido ao Seu papel criatológico.

A esfera palpável era um horrível acidente, resultante da divisão pré-cósmica da Pleroma. Como fragmentos corrompidos emanando da essência divina, os limites ontológicos do mundo material eram vistos com uma atitude cosmológica docetistica. Através desta lente interpretativa, o estatuto existencial  da personificação física era   equivalente a uma prisão.

Esta é a base da visão normativa da androginia. Uma vez que a possessão de órgãos sexuais é um traço definidor da personificação física, o Gnosticismo expressou um desprezo tácito pelas categorias genéticas de macho e fêmea. A partir deste pessimismo antropológico nasceu um pessimismo cosmológico mais abrangente.  A esfera temporal-espacial foi considerada uma colónia penal governada pelos agentes demoníacos do tempo e do espaço. A humanidade foi supostamente empurrada para esta prisão cósmica através do acto da criação.

Preso pelas leis físicas da natureza e pela moralidade objectiva codificada como a Lei Mosaica, o pneuma (espirito) do homem deu por si separado do pneuma divino e em perpétuo estado de alienação. Este estado só poderia ser superado através duma acção baseada na gnosis (isto é, sabedoria directa, reveladora da unidade humana com o divino) A Gnosis era considerada superior à pistis (fé).

A concepção Gnóstica da unidade com Deus não pode ser confundida com a concepção ortodoxa Cristã, que é ddestiladaem 2 Pedro 1:4. Nessa passagem, Pedro declara que os Cristãos desfrutam da promessa de se tornarem "participantes da natureza divina". O que Pedro estava a descrever era a theosis, a transformação do todo o ser do Cristão que coloca a sua imagem à Imagem do Cristo Ressurrecto. Em contradição,o Gnosticismo ensinava de facto que o ser humano era parte e parcela de Deus. Como tal, o homem era ontologicamente equivalente a Deus.

Portanto, a promessa de gnosis era a promessa da transfiguração do ser humano para um ser divino, ou apotheosis. No Grego original, o prefixo apo- transmite denotações espaciais tais como "longe", "fora" e "à parte". Este termos indicam uma distinção ou separação. E claro que theos significa “Deus”. Portanto, a apoteose significa uma transfiguração que ocorre totalmente à margem de Deus. A salvação, segundo os Gnósticos, não era a redenção humana das garras do pecado através do Senhor Jesus Cristo, mas a sua redenção da estupefacção do seu isolamento e da sua alienção dentro do cosmos material através da gnosis. O Gnosticismo divorciava o Criador do processo de salvação, opondo-se assim a soteriologia Teocêntria do Cristianismo e colocando em seu lugar uma soteriologia antropocêntrica.

Durante o Iluminismo do século 18, o Gnosticismo religioso tornou-se no Gnosticismo político. Da mesma forma que o Gnosticismo religioso havia-se modificado para o Gnosticismo político, o seu enquadramento político foi invertido. Enquanto que o Gnosticismo ancestral valorizava a transcendência, o novo Gnosticismo valorizava a   imanência. Em contradição aos objectos de experiência transcendental, os objectos de experiência imanente encontram-se dentro dos limites empíricos do homem. Como tal, eles permeiam constantemente o universo físico. A vontade, a consciência, e até o Divino, encontram-se ontologicamente ancorados em agentes materiais. Desta forma, o Gnosticismo imanentista sincroniza-se confortavelmente com o materialismo moderno, o que é irónico à luz da sua antiga atitude docetistica em relação à materialidade.

A codificação da antiga heresia Cristã do Gnosticismo para doutrina revolucionária resultou na secularização da própria escatologia Cristã que os pensadores do Iluminismo ridicularizavam. Para o Gnóstico moderno, o eschaton (isto é, o final dos tempos) habita na própria história. Esta escatologia secular, que assumiu uma míriade de formas entre os modernos movimentos revolucionários socialistas, ofereceu uma história do mundo redentora que culminava com uma imanente Parusia facilitada pela mão humana.

Por exemplo, o Marxismo mantinha que o proletariado iria redimir o mundo de milhares de anos de exploração de classe. Semelhantemente, o Arianismo de Hitler prometia redimir o mundo duma alegada corrupção da humanidade causada pelas assim-chamadas "raças inferiores". O feminismo cultural, que ganhou proeminência nos últimos anos, busca redimir o mundo de milhares de anos de alegado domínio masculino.

A variante Gnóstica que permeia a estrutura feminista é tornada evidente pelas experiências em engenharia religiosa por parte do movimento. Olhando para a religião através da mesma óptica pragmática do luminar do Iluminismo August Comte, as feministas tentam re-esculpir as confissões religiosas tradicionais segundo contornos sociais e políticos expedientes. A teóloga Rosemary Radford Ruether declara:

A teologia feminista não pode ser feita a partir da base existente da Bíblia Cristã (Ruether ix).

Qual é uma das fontes de inspiração mais importates da teologia feminista? A resposta é disponibilizada pela teóloga feminsita Chung Hyun Kyung, que declara candidamente: "As feministas são livres para usar os antigos textos Gnósticos - originalmente rejeitados como heréticos - visto que o cánone Cristão foi criado por homens" e que "as mulheres não são obrigadas a aceitar um livro... cujo enquadramento não as levou em consideração” (citado em Jones 82).

[ed: Seria interessante saber quantas mulheres tomaram parte na construção dos assim-chamados "antigos textos Gnósticos"]

Segundo Voegelin, a moderna soteriologia antropocêntrica Gnóstica só pode obter uma semelhança de sentido na ausência de Deus. Afinal de contas, antes de se criar uma nova ordem é preciso suplantar o criador da antiga ordem. Esta mudança cósmica de regime estipula o acto revolucionário por excelência: decídio. Voegelin reitera:
De modo... a que a tentativa de criar uma nova ordem possa fazer sentido, a naturalidade da ordem do ser tem que se obliterada; a ordem do ser tem que ser interpretada como estando, essencialmente, sob o controle do homem. E assumir o controle do ser requer mais ainda que a origem transcendente do ser seja obliterada: ela requer a decapitação do ser - o assassinato de Deus. (35-36)
O assassinato de Deus é precisamente o que a feminista tem em mente. Naomi Goldenberg, feminista, declarou:

O movimento feminista que se encontra presente na cultura Ocidental está envolvida na lenta execução de Cristo e de JEHOVAH, mas muitos poucas mulheres e poucos homens envolvidos na igualdade sexual dentro do Cristianismo e do Judaísmo se apercebem da extensão da heresia. (Jones 195).

Fazendo uma sinopse do objectivo feminista do deicídio, Goldenberg declara

Nós mulheres iremos levar a cabo o fim de Deus (180).

Onde os antigos Gnósticos reinvidicavam uma gnosis (isto é, sabedoria oculta) como o núcleo da sua soteriologia antropocêntrica, as feministas reinvidicam uma iluminada e fabulosa [de fábula] androginia. A ironia é que, embora a androginia ostensivamente combine traços masculinos e femininos, a feminista trabalha activamente para roubar da mulher a sua feminidade. Este roubo é efectuado através da separação do sexo com o género. Tal como os Gnósticos olhavam para o cosmos e para a sua ordem hierárquica como uma ilusão projectada por parte dum demiurgo malévolo, a feminista caracteriza a masculinidade e feminidade de construções sintéticas impostas à humanidade por parte duma tirania patriarcal quimérica.

A bifucarção do sexo e do género depende da permanentemente debatida dicotomia natureza e criação. Dentro do polarizador enquadramento da divisão sexo/género, o sexo é caracterizado como produto da natureza ao mesmo tempo que o género é classificado como consequência da criação. No entanto, os desenvolvimentos levados a cabo na neurociência estão a fazer da dicotomia natureza/criação algo insustentável. Darlene Francis e Daniela Kaufer declaram:
O enigma “natureza vs. criação” foi revigorado quando os genes foram identificados como as unidades da hereditariedade, contendo informação que direcciona e influencia o desenvolvimento. Quando o genoma humano foi sequenciado em 2001, a esperança era a de que todas estas questões fossem respondidas. Na década que entretanto passou, tornou-se aparente que existiam mais perguntas do que aquelas que previamente se pensava. 
Chegamos a um ponto onde a maior parte das pessoas é suficientemente experiente para saber que a resposta certa não é "natureza" versus "criação" mas sim uma combinação de ambas. No entanto, tanto os cientistas como leigos investem demasiado tempo e esforço em tentar quantificar a importância relativa da natureza e da criação. 
Avanços recentes da neurociência disponibilizam um argumento convincente para finalmente se abandonar o debate "natureza vs criação" como forma da atenção se focar no entendimento dos mecanismos através dos quais os genes e o meio ambiente se encontram perpétuamente entrelaçados através da vida do individuo. (“Beyond Nature vs. Nurture”)
Uma vez que os avanços na neurociência estão a banir rapidamente a dicotomia natureza/criação, é por demais óbvio que a divisão sexo/género está a ser igualmente banida. Se a natureza e a criação não estão dicotomiamente relacionadas, então também não o estão o sexo e o género. Logo, o sexo e o género não podem ser colocados em polaridades extremas num tipo de oposicionamento binário. Tal enquadramento binário oposicional resulta em confusão terminológica relativa tanto às disparidades gerais entre os dois sexos como também as nuances internas que surgem dentro de cada um. No livro Gender, Nature and Nurture, Richard Lippa chama a atenção para esta confusão terminológica:
Alguns pesquisadores alegaram que a palavra sexo deveria ser usada como referência para o estatuto biológico de se ser macho ou fêmea, ao mesmo tempo que a palavra género deveria ser usada como referência a todos os trajes definidos, aprendidos e construídos do sexo, tais como o estilo de cabelo, a vestimenta, os maneirismos não-verbais, e os interesses. 
No entanto, não é de todo claro até que ponto as distinções entre os machos e as fêmeas se devem aos factores biológicos versus os factores sociais. Para além disso, o uso indiscriminado da palavra género tende a obscurecer a distinção entre os dois tipos de tópicos: (a) diferenças entre os machos e as fêmeas, e (2) as diferenças individuais na masculinidade e feminidade que ocorre dentro de cada sexo. (3-4)
Lippa ressalva que "o próprio conceito do género é parcialmente definido através das distinções entre os sexos - diferenças nas roupas, aliciamento [inglês: "grooming"], escolhas ocupacionais, estilo de comunicação, agressão, e comportamentos não verbais dos homens e das mulheres" (4). Verdadeiramente, as diferenças definem o género. Estas diferenças incluem as distinções biológicas. Colocando de lado toda a ginástica semântica, sexo e género continuam a ser sinónimos. Esta sinonimidade axiomática desafia qualquer disjunção que o revolucionário sexual possa querer impor sobre esses termos.

A disjunção imposta ao género e ao sexo é uma disjunção arbitrária, e foi feita para dar ao revolucionário sexual um conveniente grau de elasticidade para a redefinição dos parâmetros da sanidade sexual. Se a identidade sexual da pessoa pode ser divorciada da biologia, então até as mais prejudiciais formas de relações sexuais podem ser justificadas. A forma como esta realidade ofende as delicadas sensibilidades dos politicamente correctos é irrelevante.

(Continua na 2ª Parte)



sábado, 28 de junho de 2014

O ataque aos Húngaros

O Primeiro Ministro Húngaro Viktor Orbán foi atacado pelos média esquerdistas Alemães, que descreveram como um "escândalo" o facto dele ter sido recentemente honrado com o discurso de abertura no fórum "WDR Europa" em Berlim. O motivo pelos ataques prende-se com o facto de, no seu discurso, Orbán ter-se oposto à política suicida de imigração em massa para a Europa, e também pelos seus comentários prévios onde era dito que a sua nação iria introduzir políticas fiscais que iriam encorajar os jovens Húngaros, normais e heterossexuais, a ter mais filhos.

Segundo o artigo escrito por Barbara Rosenkranz (Partido Austríaco da Liberdade - Freiheitliche Partei Österreichs, FPÖ) no órgão de informação Austríaco com o nome de Unzernsuriet, Orbán disse no seu discurso que..

 ....a imigração em massa não é uma forma ajustada de resolver os problemas demográficos da Europa. A História já mostrou que uma civilização que não pode ser biologicamente mantida, desaparece. 

Devido a isto, o governo Húngaro tomou medidas para encorajar as famílias heterossexuais normais a ter filhos.

Criamos um novo sistema tributário que apoia as famílias.

O líder do partido Fidesz disse também que já esperava "resistência enorme" contra a sua política pró-família, anti-imigração junto da "classe política" da Europa. Há 3 anos atrás, num discurso feito no "Konrad Adenauer Foundation" na Alemanha, Orbán delineou desta forma a sua política familiar:

Quero deixar isto bem claro: o problema demográfico da Europa prende-se com o facto da sociedade estar a envelhecer, e estarem a nascer cada vez menos crianças. Consequentemente, inicialmente não seremos capazes de manter os nossos resultados económicos actuais. Depois, não seremos mais capazes de pagar impostos suficientes. Finalmente, não seremos mais biologicamente capazes de sustentar a nossa comunidade. Este é o problema que está, portanto, à nossa frente e que nós já sabiamos há muito tempo. Visto que a imigração não é solução e o governo Húngaro é contra a política da imigração em massa, nós propomos uma política familiar que irá permitir aos jovens superar os obstáculos de ter famílias grandes, de modo a que as gerações mais jovens sejam capazes de sustentar a comunidade.

A senhora Rosenkranz, que tem 10 filhos, prosseguiu descrevendo os comentários de Orbán de "plausíveis e razoáveis":

No entanto, ou devido a isso, os nossos vizinhos [Húngaros] são quase catalogados de 'estado pária' dentro da União Europeia(UE). Isto significa que quem quer que se coloque de modo firme do lado do futuro do seu país, pode, agora, esperar fazer inimigos dentro da UE.

A senhora Rosenkranz disse também que a política familiar do governo Austríaco está cheia de perigos:
A família tradicional não tem muita procura. Outros estilos de vida são publicidatos como "exemplares". Basta olhar para a imprensa e para a televisão para se ver o quanto que a imagem da família é vítima de caricaturas.

As palavras de Rosenkranz são uma óbvia referência ao homossexual travesti "Conchita Wurst", que é actualmente muito popular junto dos média sob controle.
Rosenkranz conclui dizendo:

Uma comparação entre as palavras de Orbán com o debate actual a decorrer na Áustria torna bastante claro que por aqui não está a ser promovida uma política familiar sustentável.


* * * * * * *

Dentro da União Europeia, medidas que visem manter a estrutura religiosa e étnica dos Europeus não é bem vinda visto que isso joga contra o poder dos poderosos banqueiros internacionais (que preferem uma Europa sem identidade étnica e sem identidade religiosa).



sábado, 26 de outubro de 2013

18 meses de prisão para Angela Maier é muito pouco

Assassina
Tribunal Austríaco apurou que duas mulheres grávidas perderam os seus filhos depois duma amiga invejosa ter envenenado as suas bebidas. A secretária Angela Maier, de 26 anos, estava desesperada por ter um filho seu depois de ter sofrido três abortos espontâneos. A mulher deprimida foi consumida de inveja depois de ficar a saber que a cunhada e a melhor amiga estavam grávidas.

Maier disse o seguinte ao tribunal de Klagenfurt (Áustria):

Não suportava a ideia delas terem filhos - que mais tarde cresceriam - enquanto o meu estava morto. O meu teria a mesma idade que os delas, mas em vezz disso, o meu estava morto enquanto os delas cresciam.

Maier, que sofria de depressão como consequência da sua perda e como consequência da perspectiva das amigas virem a ter filhos, cruelmente envenenou as futuras mães com um medicamento que havia sido prescrito a ela depois do seu aborto espontâneo. O tribunal ficou a saber como a mulher e a sua melhor amiga haviam engravidado na mesma altura, e como elas haviam feito compras de roupas de bebés juntas.

A amiga disse:

Pedi um copo de água e ela disse que tinha uma bebida especial para as mulheres grávidas que ela já não precisava. Passado pouco tempo comecei a sangrar e perdi o bebé. Quando descobri o que ela tinha feito, escrevi-lhe de votla e disse que ela era uma assassina. Não consigo perdoar o que ela fez.

Passados que estavam dois meses, Maier convidou a sua cunhada para uma visita, e voltou a fazer o mesmo - misturando o medicamento com chocolate quente, e "observando enquanto eu a bebia", afirmou a vítima junto do tribunal. O tribunal ficou a saber que ambas as mulheres sofreram um aborto espontâneo.

Mais tarde, Maier teve a sua própria filha, que tem agora 3 anos.

Dois anos mais tarde, consumida pela culpa pelo que havia feito (e depois de ter ficado a saber que ambas as mulheres se encontravam outra vez grávidas outra vez), Maier escreveu para as duas mulheres para se confessar.

Maier foi condenada a 18 meses de prisão - 14 de pena suspensa - depois de apurar que ela era psicologicamente capaz mas que havia passado por momentos de depressão. A Juíza Michaela Sanin disse: "Você tirou maliciosamente a vida de dois bebés em gestação."

Fonte http://ow.ly/pXsiu

* * * * * * *
Dezoito meses de prisão por ter morto dois seres humanos só é possível se o agente causador pertence ao sexo privilegiado. Se um homem desse medicamento abortivo a duas mulheres, e matasse os seus dois bebés, certamente que ele não seria condenado a 18 meses de prisão (e de certeza que não veria a maior parte da sua pena sendo colocada como "suspensa").

É por incidentes como este que nós podemos ver claramente que as alegações de "opressão machista", tão falada no mundo ocidental, não correspondem à realidade dos factos. Contrariamente ao que a esquerda política ideologicamente alega, a mulher ocidental (branca e da classe média) não se encontra em "opressão"

Se existem mulheres no mundo actual que de facto vivem num regime opressor, essas mulheres não se encontram no Ocidente mas sim no Oriente islâmico.





quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Violência doméstica: a Dama de Gelo

Uma mulher acusada de esquartejar o ex-marido e o amante e esconder os corpos em um porão sob concreto admitiu os crimes ao começar a ser julgada nesta segunda-feira em Viena, na Áustria. O julgamento vem ganhando grande atenção da mídia austríaca, que apelidou a mulher, dona de uma sorveteria em Viena, de "Dama de Gelo".

Estibaliz Carranza, que tem dupla cidadania espanhola e mexicana, é acusada de matar o ex-marido com um tiro na cabeça em 2008 e de matar o amante dois anos depois enquanto ele dormia.

A mulher, hoje com 34 anos, contou no tribunal como teria cortado os corpos e os escondido com concreto no porão da sorveteira depois de congelá-los.

Ela contou que desmembrou o corpo do ex-marido com uma serra eléctrica.

Abusos

A promotoria a descreveu como uma mulher perigosa e de sangue frio, que planeou os dois crimes. Mas a defesa alega que ela sofria abusos e era tiranizada pelos dois homens. Carranza alega que o ex-marido gritava com ela e ironizava sua falta de fluência em alemão e que o amante era infiel.

Uma avaliação psiquiátrica indicou que Carranza sofria de uma desordem de personalidade, além de sérias anormalidades mentais e psicológicas.

O caso foi descoberto por acaso no ano passado, quando pedreiros que trabalhavam no local encontraram ossos e outros pedaços de corpos no porão da sorveteira.

Estibaliz Carranza fugiu então em um táxi para a Itália, onde foi presa e extraditada para a Áustria.

A mulher é defendida pelo advogado Rudolf Mayer, que se tornou conhecido no país por defender também Joseph Fritzl, preso em 2008 por manter uma relação incestuosa com a filha, a quem manteve em cativeiro em um porão de sua casa por 24 anos.




quinta-feira, 12 de abril de 2012

Confirmado: esquerdismo militante é doença mental

Claramente, as eleições maiorais de Innsbruck (Áustria) estão a disponinilixar um rol infindácel de dramatismo Há alguns dias atrás este blogue reportou o furor provocado por um cartaz eleitoral do partido FPO onde se lê
Amor pela pátria e não por ladrões marroquinos.
Depois deste cartaz politicamente incorrecto, chega-nos outra notícia bombástica.

A "Socialist Youth organisation" JUSOS reportou que o edifício da sua associação havia sido recentemente vandalizado e incendiado. Dezenas de swastikas haviam sido pintadas nas paredes e um sofá havia sido queimado enquanto dois estudantes dormiam por perto.

Sem dúvida que isto foi uma tentativa de homicídio! Nazis malignos planeiam o seu regresso a Áutria!

Previsivelmente os média adoraram este história e fizeram todos os esforços para a manter em foco nas notícias. Havia só um pequeno detalhe. A história era fabricada.

Quando questionado pela polícia, um dos membros da JUSOS admitiu que ele mesmo havia causado os estragos como forma de causar danos aos direitistas. O perpetrador foi posteriormente acusado de tentativa de incêndio.

De modo hilariante, o socialista de 17 anos foi acusado de "National Socialism Reactivation" segundo as estritas leis postas em práctica depois da guerra como forma de ilegalizar as actividades nazis.

Aparentemente, pintar swastikas é ilegal, mesmo que não se concorde com o que o símbolo significa.


quinta-feira, 15 de março de 2012

Violência doméstica: mulher droga e mata filho de 4 anos antes de tentar o suicídio

Judith Miesenbock, uma mulher austríaca com 31 anos - que havia trabalhado na Grã-Bretanha como professora antes de voltar para a Áustria - é a principal suspeita do assassinato duma criança de 4 anos. A mesma foi encontrada pela mãe da Judith (54 anos) ao lado do filho e com os pulsos cortados, indicando tentativa de suicídio.

Alegadamente, Miesenbock, que está a recuperar num hospital local, encontrava-se deprimida depois de não ter conseguido reatar o relacionamento com o pai da criança - um inglês. Foi emitido um ordem de prisão contra ela, no entanto a polícia ainda não conseguiram questioná-la.

Vizinhos da Judith afirmaram que ela ainda se encontrava deprimida devido ao término da relação com o pai da criança - há quatro anos - e que por diversas vezes ela tentou reacender o romance. Outro vizinho reportou:

Nem posso acreditar. Ainda estamos chocados. Ela era uma pessoa tão feliz.
Outro vizinho no entanto diz:
Ela tinha-se retirado um bocado; ela já não se encontrava com as pessoas. Ela fazia coisas estranhas como por exemplo levar o pequeno David a andar de trenó a meio da noite.

Ela voltou grávida da Inglaterra há quatro anos. O pequeno David nasceu aqui na Áustria. Ela queria voltar para a Inglaterra mas o pai da criança, que é inglês, não queria ter qualquer tipo de relacionamento com a criança ou com a mãe.

A polícia confirmou a existência duma nota de suicídio deixado à família, mas não revelou mais detalhes. Os órgãos de informação locais afirmam que o pai da criança não se queria envolver com ela e nem com a criança.

O cunhado da Judith, Roland Egger, disse:

Não conseguimos explicar isto. Não havias sinais ou qualquer coisa que nos fizesse pensar que algo poderia acontecer.
Os paramédicos declararam a morte da criança no local mas levaram a Judith de urgência para os cuidados intensivos onde ela se encontra a recuperar das feridas causadas por uma faca.

A porta-voz policial Simone Mayr acrescentou:

A mulher vivia na casa dos pais quando a tragédia aconteceu. Desconhecem-se os motivos.
Colegas estupefactos da escola onde Miesenbock trabalha e ensina inglês e biologia afirmam que a mulher aparentava estar completamente normal.
Não observamos qualquer tipo de sinal que tal drama fosse ocorrer.

* * * * * * * * * *

Incrível os esforços que a sociedade ocidental faz para desculpabilizar a violência feminina. Com que então ela estava "deprimida" porque o pai da criança não queria nada com ela? Muito bem. De que forma o "estou deprimida" conduz a "vou matar o meu filho"? Há algum tipo de evidência que demonstre que a depressão torna uma pessoa mais violenta? Esta mulher não matou a criança por se encontrar deprimida: ela matou-a porque ela é uma assassina.

Com alguma sorte, o pai da criança ainda é recambiado para a Áustria e acusado de "causar depressão numa mulher e forçá-la a matar o filho".

Violência doméstica aflige pessoas e não mulheres. As feministas que tomem atenção a isso.

Mais uma vítima de violência doméstica.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Militante ateu usa coador de spaghetti na cabeça em fotos oficiais

Foi legalmente permitido a um militante ateu austríaco usar um coador de massa spaghetti na cabeça na sua foto da carta de condução. O mesmo afirmou que o coador é o seu "chapéu religioso".

Niko Alm requereu a licença pela primeira vez há 3 anos atrás depois de lêr que chapéus eram permitidos desde que fossem por motivos confessionais. Como resposta a isto, o militante ateu disse que o coador é um requerimento da sua religião, o pastafarianismo.

As autoridades austríacas exigiram que ele obtivesse um certificado médico confirmando que ele estava "psicologicamente apto" para conduzir.

Origem da palhaçada.

Esta ideia veio à mente perturbada do sr Alm há 3 anos atrás como forma de vincar um ponto (embora de forma irónica). Um ateu confesso, Alm disse que pertencia à "igreja" do mostro spaghetti voador, uma fé cujos membros se identificam como "pastafarianos".

O site do grupo declara que "o único dogma permitido na igreja do mostro spaghetti voador é a rejeição dos dogmas".

Uma entrevista médica determinou que o auto-intitulado "pastafariano" estava apto para conduzir".

Fonte


Para quem não se lembra, a história do mostro spaghetti voador teve início com um ateu americano (Bobby Henderson) quando este enviou uma carta aos responsáveis pelo ensino em Kansas quando estes permitiram (na altura) que o ensino da teoria da evolução fosse feito de forma científica, isto é, ensinando os prós e os contras, e não de forma dogmática.

Como forma de resposta, este irritado militante ateu inventou o mostro voador como sátira.

Mas o monstro cresceu e pelos vistos já há convertidos na Áustria.

O ridículo da militância ateísta.

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT