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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Facada na "cultura de estupro".

Mulher fortemente alcoolizada e sob efeito de drogas foi presa depois de esfaquear um homem na barriga por este se recusar a ter relações sexuais com ela. Joanne Buckley, de 29 anos, não queria que a vítima David Tawes buscasse assistência médica depois de ter inserido uma faca no seu abdómen, chegando a ameaçar dizer às autoridades que havia feito isto em legítima defesa como forma de evitar ser violada por ele (!).

Foi dito ao tribunal Teesside de Crown Court que a vítima teria morrido se a lâmina tivesse entrado no seu corpo uns milímetros para qualquer dos lados.

Joanne Buckley condenada a 3 anos de prisão pelo seu ataque levado a cabo no dia 23 de Março, e a sua amiga Sophie Borrell, de 17 anos, foi condenada a 17 meses.

As duas mulheres cruzaram-se com Tawes, de 20 anos, no centro de Middlesbrough, e convidaram-no para uma bebida na sua casa. Shaun Dodds, advogado de acusação, disse que ambas tentaram levar Tawes ter relações sexuais com elas. Borrel deu-lhe um soco na parte de trás da cabeça e tentou asfixiá-lo ao mesmo tempo que Joanne esvaziava os bolsos de Tawes em busca dos seus telemóveis e da sua carteira.

A vítima foi outra vez esmurrada pela Joanne e quando ele se levantou e se dirigiu em direcção à porta, pediindo os seus pertences de volta, ela esfaqueou-o.

Shaun Dodds disse ainda:

Buckley limpou a faca num pedaço de pano e dirigiu-se à casa de banho para lavá-la. Quando lhe foi mostrado o ferimento, ela exclamou "Oh meu Deus", e, para seu benefício, pegou num pedaço de pano e pressionou o ferimento. No entanto, a sua preocupação virou-se para elas mesmas uma vez que disseram ele não iria sair dali. Ele, no entanto, disse que precisava de ir para o hospital. Joanne Buckley disse: “Já sei. Vamos à delegacia policial e dizemos que ele nos tentou violar, e que em resposta, fizemos isto.

A advogada de Sophie Borrell, Joanne Kidd, disse que ela sofria dificuldades que lhe levavam a misturar-se com pessoas mais velhas e sofisticadas, o que causavam a que ela se envolvesse em problemas.
David Tawes conseguiu escapar e chamar a polícia.

Em relação a Buckley, Nigel Soppitt, disse
Foi mais um dia na sua vida caótica. O normal era ela tomar um variedade de drogas e beber vodkas. A parte mais deprimente do caso é que a sua vida basicamente era isto. Ela obtinha dinheiro sabe-se-lá-de-onde, e gastava-o em bebidas e em drogas até estar num estado de total alienação.

Fonte

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Pena de 3 anos por tentativa de homicídio parece muito pouco, mas mais não seria de esperar dum sistema legal misândrico. Certamente que se fosse um homem a esfaquear uma mulher, e negar assistência médica, ele seria condenado a muito mais do que três anos.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Sósia de Angelina Jolie esfaqueia taxista a quem exigiu sexo

Um taxista romeno queixa-se que uma mulher parecida com a Angelina Jolie o esfaqueou depois de se ter recusado a satisfazê-la sexualmente pela terceira vez, divulgou o ‘Daily Mail’ na segunda-feira.

Nicolae Stan disse à polícia que Luminita Perijoc, de 30 anos, o ameaçou com uma faca, convencendo-o a ter relações sexuais e fazer-lhe sexo oral.

Segundo o taxista, tudo começou quando a passageira lhe pediu para ajudá-la a carregar as malas. Quando já estavam dentro do apartamento, ela exigiu sexo.

Nicolae recusou-se a fazê-lo, pelo que Luminita ameaçou-o com uma faca e obrigou-o a despir-se e a manter relações sexuais. "Mas ela não estava satisfeita e queria sexo outra vez", disse o homem, casado e com três filhos.

O taxista voltou a recusar e foi então que Luminita forçou-o a fazer-lhe sexo oral, mas ainda assim o agrediu. Só conseguiu escapar quando conseguiu fechar-se no quarto e telefonou para o número de emergência.

O homem diz que a sua vida foi arruinada, porque os seus colegas questionam como é que se recusou a fazer sexo com uma mulher tão parecida com a estrela de Hollywood.

"Não percebem porque é que eu a recusei, mas não sabem o que é ter uma mulher a gritar e a apontar uma faca", referiu o taxista, acrescentado que "acho que qualquer um não conseguiria fazê-lo com uma faca junto à garganta, nem que fosse a Miss Roménia".

Fonte


domingo, 5 de agosto de 2012

8 mulheres oprimidas pelo patriarcado esfaqueiam machista de 63 anos.

Um grupo de jovens mulheres bêbadas "agindo de forma estúpida" num comboio da baixa de Manhattan, esfaqueou um idoso de 63 anos por este ter tido a audácia de lhes pedir que se acalmassem, afirmou a polícia. Um membro das forças policias afirmou que o homem dirigia-se para o seu emprego - às 6:15 da manhã - quando foi atacado no preciso momento em que o comboio entrava na estação da East 23rd Street.
As 8 bêbadas mulheres estavam a agir de um modo estúpido. Tudo o que ele disse foi "Acalmem-se!".
As mulheres foram presas quando saíam da estação de metro da 23rd Street perto do Gramercy Park. Sete das bêbadas, com idades compreendidas entre os 17 e os 20, foram acusadas de assalto em grupo, conduta desordeira, posse criminosa de armas, ameaças, e agressão. Uma rapariga de 15 anos não foi acusada de nada.

A polícia afirmou ainda que recuperou uma faca.

Um condutor de autocarros que presenciou a apreensão das mulheres, disse que elas, ainda com cervejas na mão, gritavam coisas como "Não fizemos nada!" à medida que eram algemadas.

As suspeitas foram identificadas como sendo Shanice Brown, 20, Starmeik Driggins, 19, Kimberly Molina, 20 e Sheyla Figueroa, 18, todas de Brooklyn; Michelle Rodriguez, 19, da Bronx; e Martha Bermudez, 17, e Shafteva Burdos, 17, de Queens.

Fonte

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Triste situação a nossa quando idosos de 63 anos são esfaqueados às 6 da manhã ao mesmo tempo que mulheres de 20 anos se encontram bêbadas já por essa hora. A destruição da civilização ocidental avança tal como planeado.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Violência doméstica: mulher droga e mata filho de 4 anos antes de tentar o suicídio

Judith Miesenbock, uma mulher austríaca com 31 anos - que havia trabalhado na Grã-Bretanha como professora antes de voltar para a Áustria - é a principal suspeita do assassinato duma criança de 4 anos. A mesma foi encontrada pela mãe da Judith (54 anos) ao lado do filho e com os pulsos cortados, indicando tentativa de suicídio.

Alegadamente, Miesenbock, que está a recuperar num hospital local, encontrava-se deprimida depois de não ter conseguido reatar o relacionamento com o pai da criança - um inglês. Foi emitido um ordem de prisão contra ela, no entanto a polícia ainda não conseguiram questioná-la.

Vizinhos da Judith afirmaram que ela ainda se encontrava deprimida devido ao término da relação com o pai da criança - há quatro anos - e que por diversas vezes ela tentou reacender o romance. Outro vizinho reportou:

Nem posso acreditar. Ainda estamos chocados. Ela era uma pessoa tão feliz.
Outro vizinho no entanto diz:
Ela tinha-se retirado um bocado; ela já não se encontrava com as pessoas. Ela fazia coisas estranhas como por exemplo levar o pequeno David a andar de trenó a meio da noite.

Ela voltou grávida da Inglaterra há quatro anos. O pequeno David nasceu aqui na Áustria. Ela queria voltar para a Inglaterra mas o pai da criança, que é inglês, não queria ter qualquer tipo de relacionamento com a criança ou com a mãe.

A polícia confirmou a existência duma nota de suicídio deixado à família, mas não revelou mais detalhes. Os órgãos de informação locais afirmam que o pai da criança não se queria envolver com ela e nem com a criança.

O cunhado da Judith, Roland Egger, disse:

Não conseguimos explicar isto. Não havias sinais ou qualquer coisa que nos fizesse pensar que algo poderia acontecer.
Os paramédicos declararam a morte da criança no local mas levaram a Judith de urgência para os cuidados intensivos onde ela se encontra a recuperar das feridas causadas por uma faca.

A porta-voz policial Simone Mayr acrescentou:

A mulher vivia na casa dos pais quando a tragédia aconteceu. Desconhecem-se os motivos.
Colegas estupefactos da escola onde Miesenbock trabalha e ensina inglês e biologia afirmam que a mulher aparentava estar completamente normal.
Não observamos qualquer tipo de sinal que tal drama fosse ocorrer.

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Incrível os esforços que a sociedade ocidental faz para desculpabilizar a violência feminina. Com que então ela estava "deprimida" porque o pai da criança não queria nada com ela? Muito bem. De que forma o "estou deprimida" conduz a "vou matar o meu filho"? Há algum tipo de evidência que demonstre que a depressão torna uma pessoa mais violenta? Esta mulher não matou a criança por se encontrar deprimida: ela matou-a porque ela é uma assassina.

Com alguma sorte, o pai da criança ainda é recambiado para a Áustria e acusado de "causar depressão numa mulher e forçá-la a matar o filho".

Violência doméstica aflige pessoas e não mulheres. As feministas que tomem atenção a isso.

Mais uma vítima de violência doméstica.

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