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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Juíza Mary Jane Mowat diz o óbvio mas as feministas não concordam

As estatísticas em torno das condenações por motivos de violação não irão melhor "até que as mulheres parem de se embebedar"; quem o afirma é uma juíza reformada, e previsivelmente estas palavras já lhe valeram críticas por parte dos grupos feministas, alegando que as palavras da juíza reformada são "potencialmente prejudiciais".

A juíza Mary Jane Mowat, de 66 anos e que até recentemente trabalhou para a Oxford Crown Court, afirmou que era complicado assegurar as condenações quando as mulheres não tinham a certeza do que aconteceu devido ao facto de terem bebido demasiado.

Ela disse que os jurados deparam-se com uma tarefa impossível quando o caso se resume à palavra duma pessoa contra a palavra de outra. 

Falando para um jornal de Oxford, a juíza disse o seguinte

Serei ridicularizada por afirmar isto, mas as condenações por motivos de violação não irão melhorar até que as mulheres parem de se embebedar. É inevitável que seja a palavra duma pessoa contra a palavra doutra, e o ónus da prova é que tu tens que ter a certeza antes de emitir uma condenação.

Não estou a dizer que é correcto violar uma mulher que se encontra embriagada, e nem estou a dizer que é moralmente correcto aproveitar-se duma mulher bêbada.

O que se passa é que os jurados encontram-se numa posição onde têm à sua frente uma mulher que diz "Eu estava totalmente fora de mim, não me lembro do que estava a fazer, não me lembro do que disse, não me lembro de ter dado consentimento, mas sei que nunca o faria".


Quando um júri se depara com uma situação deste tipo, de que forma é que é suposto eles reagirem?

Katie Russell, que faz parte do grupo Rape Crisis England, descreveu os comentários dela de "potencialmente muito prejudiciais":

O ponto que ela e outras pessoas influentes dentro do sistema de justiça criminal deveriam deixar publicamente bem claro é que se uma mulher se encontra incapacitada por motivos de drogas ou álcool, então ela não é capaz de dar consentimento.

E a responsabilidade legal está do lado do réu visto que ele tem que demonstrar como é que ele procurou e obteve consentimento; não é função da sobrevivente ser obrigada a recordar todos os detalhes.

É importante lembrar que actualmente só uns estimados 15% daqueles que são sexualmente abusados é que escolhem reportar isto à polícia. 


* * * * * * * *

Quando o feminismo chega a um ponto onde ele já não consegue dar um único conselho comportamental que seja objectivamente benéfico para as mulheres, podemos deduzir imediatamente que este movimento é claramente maléfico para as mulheres. As palavras de Mary Jane Mowat são lógicas e sensatas: pessoas bêbadas têm dificuldade em se recordar dos detalhes, e quanto menos detalhes uma pessoa bêbada e que tenha sido sexualmente abusada souber, mais difícil é condenar o acusado.

Tal como disse a juíza reformada, o ponto não é o de culpar as mulheres pelo decorrido, mas sim dar maior peso ao seu testemunho por virtude dela se recordar dum maior número de detalhes, facilitando assim a condenação do acusado. Basicamente o que a ex-juíza está a dizer às mulheres é:

"Quantos menos dados o sistema legal tiver, mais difícil é condenar um criminoso. Quanto mais bêbadas vocês estiverem, menos dados vamos ter para acusar o réu, Logo, evitem ficar bêbadas porque, em caso de violação, fica mais fácil condenar o violador."

Esta forma de pensar pode ser usada com qualquer pessoa, independentemente do sexo. Aos homens potenciais vítimas de assalto pode-se dizer:

"Quanto mais bêbados vocês estiverem, menos dados vamos ter para acusar o ladrão, Logo, evitem ficar bêbados porque, em caso de assalto, fica mais fácil condenar o ladrão."

Aos homens potenciais vítimas de agressão física podemos dizer:

"Quanto mais bêbados vocês estiverem, menos dados vamos ter para acusar o agressor, Logo, evitem ficar bêbados porque, em caso de agressão, fica mais fácil condenar o agressor."

Em nenhuma destas situações se está a minimizar o acto criminoso, e nem a "culpar a vítima".

Semelhantemente, não é preciso que "as pessoas influentes dentro do sistema de justiça criminal" deixem "publicamente bem claro" que se um homem está incapacitado por motivos de álcool ou bebida, ele é incapaz de se defender da mesma maneira que se defenderia se não estivesse alterado, porque isso já se sabe.

Do mesmo modo, o sistema legal ocidental sabe (ou deveria saber) que mulheres bêbadas não têm a capacidade normal para dar consentimento, mas isso é irrelevante para o que a ex-juíza disse..

O ponto não se centra nas capacidades femininas quando elas se encontram sob o efeito do álcool, mas sim que elas deveriam evitar o álcool para que as suas capacidades de decisão estejam intactas, e também para que, na eventualidade de algum acto criminoso, elas melhor se lembrarem dos dados que podem levar à captura e prisão do(s) criminoso(s).

Quem quer o bem das mulheres, segue o conselho da ex-juíza, mas quem não quer agir de forma responsável, segue a mentalidade feminista. Quem perde com isto são as mulheres visto que criminosos que poderiam ser mais facilmente identificados por uma pessoa sóbria, são deixados em liberdade (com o risco de voltarem a fazer o mesmo) porque a vitima não se lembra de detalhes importantes consequência à quantidade de álcool ingerida.

Pronta para testemunhar em tribunal




quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Feministas furiosas com a sugestão de que a redução do consumo de álcool diminui a violência sexual

O Dr. Stephen Joel Trachtenberg, presidente-emérito e actual professor de serviço público na The George Washington University (GWU), tornou-se no mais recente alvo da raiva feminista nas redes sociais ao sugerir que a educação em torno do consumo de álcool pode ajudar a prevenir ataques sexuais nas universidades.

Durante um episódio do Diane Rehm Show na semana passada, Trachtenberg participou num painel de discussão em torno da Vida Grega nas universidades Americanas, onde sugeriu que consumo excessivo de álcool é um factor a levar em conta nos casos de má conduta sexual.

Parte do problema é o facto de termos homens que se aproveitam de mulheres que bebem demasiado, e o facto de haver mulheres que bebem demasiado.... Temos que educar as nossa filhas e os nosso filhos nesse aspecto.

Embora Trachtenberg tenha antecedido os seus comentários dizendo que as pessoas deveriam encorajar mais as mulheres a não beber em excesso "sem tornar as vitimas responsáveis pelo que acontece", as estudantes e os grupos femininos inundaram o Twitter, qualificando os seus comentários de "irresponsáveis", e acusando-o de "grosseiramente culpar a vítima", e ser um "apologista da violação".

Sally Kaplan, recém graduada da GWU e coordenadora da aliança pacífica na organização sem fins lucrativos com o nome de Peace Alliance, criou uma petição usando a plataforma online com o nome de Change.org como forma de exigir que Trachtenberg “emita um pedido de desculpas à comunidade da GWU” e equipare o seu e os esforços de outros estudantes que são levados a cabo de modo a que seja contratado um “Survivors Advocate” a tempo inteiro na universidade.

A petição apela também à universidade que forneça "melhores apoios aos estudantes universitários, incluindo mais prevenção, intervenção, educação e recursos para a advocacia de sobrevivência". Ironicamente, e num artigo publicado pelos administradoores no dia seguinte ao dia em que Trachtenberg fez as suas declarações, a universidade promoveu um evento de prevenção aos ataques sexuais patrocionado pelo Centro para a Prevenção do Álcool e das Drogas da universidade.

Seguindo o Campus Safety Magazine, “pelo menos 50 por cento das violações sexuais entre os estudantes universitários está associado ao uso de álcool.”

Numa coluna publicada em Outubro último, Emily Yoffe, contribuinte do blogue Slate.com, explicou que um "mal colocado medo de culpar as vítimas de alguma forma tornou inaceitável avisar as inexperientes jovens mulheres de que quando elas bebem,potencialmente, elas se estão a colocar em perigo.”

Sejamos absolutamente claros: os perpetradores são os únicos responsáveis pelo crime que comentem, e eles têm que ser trazidos à justiça. Mas nós falhamos perante as mulheres ao não lhes avisar que quando elas se colocam sem defesas, coisas terríveis lhes podem acontecer.


* * * * * * *
Uma coisa torna-se cada vez mais óbvia: tudo aquilo que é bom, saudável e benéfico para as mulheres é algo que as feministas tentam a todo o custo destruir. A coisa mais natural do mundo é dizer às crianças para 1) não falar com estranhos, 2) não aceitar comida de pessoas que não conhecem, e, essencialmente, 3) não se colocarem em situações potencialmente perigosas. Mas uma coisa que é normal ser dita às crianças (sem que ninguém seja acusado de "culpar as vítimas") não pode ser dito às mulheres modernas.

Dito de outra forma, as mulheres actuais exigem que todas as consequências das suas escolhas sejam colocadas sobre os outros, e não nelas próprias, mesmo se nós levarmos em conta que se as crianças agissem desta forma, elas seriam correctamente alertadas para o seu comportamento irracional. A mulher moderna, escondida por trás das mentiras feministas, quer as regalias e o estatuto de adulta, mas exige responsabilidades inferiores às responsabilidades que são exigidas às crianças.

Qualquer pessoa sabe que o culpado da violação e o violador, mas qualquer pessoa sabe também (ou deveria saber) que a responsabilidade da prevenção é da mulher (ou do homem, ou da criança, ou de quem quer que seja vítima de algum tipo de violência sexual). Mas aparentemente, isto é algo que não se pode dizer às mulheres modernas. 

As feministas fomentam as mulheres a levar a cabo comportamentos de risco ao mesmo tempo que culpam os outros quando as previsíveis consequências ocorrem. Isto é assustador para qualquer pessoa que queira ter uma vida conjugal normal, ou tenha planos de ter algum tipo de relacionamento com uma mulher. Ninguém quer casar ou estar perto duma pessoa que não coloca  limites ao seu comportamento, ou que não tente tomar as decisões correctas - quer seja homem ou mulher. Todas as pessoas desejam como parceira ou parceiro de vida alguém que assume as responsabilidades das suas escolhas, sem que faça papel de vítima como forma de fugir às suas responsabilidades.

Esta atitude irresponsável da maioria das mulheres modernas pode, de certa forma, isto pode explicar o porquê dum significativo número de mulheres e virtualmente todas as feministas olharem com bons olhos para a horrível e nojenta práctica do aborto (matança de bebés inocentes, o maior genocídio da história da humanidade). Neste tópico, as mulheres querem sexo recreativo mas não querem a responsabilidade que o sexo pode produzir (nova vida). Consequentemente, quem paga pelo "erro" não é a mulher, mas sim o bebé que sofre com a falta de cuidado da sua procriadora.

Resumindo: o feminismo não quer ajudar as mulheres, e nem que tornar a sua vida mais segura; o que o feminismo quer é separar as mulheres das consequências das suas más acções. Que pena que tantas mulheres olhem para este movimento político como uma pedra de apoio.



quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Mulheres agridem mais do que os homens, diz estudo

Um estudo realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) aponta que as mulheres são mais agentes de casos de violência doméstica do que vítimas.

O Primeiro Levantamento Nacional sobre Padrões de Consumo de Álcool no Brasil, que foi divulgado nesta segunda (29), entrevistou 1.445 pessoas em todo o país.

Pelos dados, 5,7% das entrevistadas admitiram ter agredido o parceiro pelo menos uma vez nos últimos 12 meses; a acção partiu dos homens em 3,9% dos casos de violência.

A pesquisa também demonstrou que, apesar de mais constante, a agressão feminina é menos violenta.

Os homens afirmaram estavam embriagados em 38,1% dos actos de violência, contra apenas 9,2% entre o sexo feminino. Mas outro dado denota um conflito: 38,1% dos homens assumira ter bebido antes dos conflitos, e as mulheres afirmaram que eles tinham bebido em 44,6% dos casos.

O tipo de violência leve perpetrado por homens (7,4%) e mulheres (9,3%) foi “empurrar, agarrar ou sacudir”. A agressão com tapas foi uma das mais comuns, relatada por 4,2% dos homens e por 3,9% das mulheres em episódios de vitimização.

Entre os actos violentos considerados graves e que foram encontrados em índices mais elevados, as mulheres informam terem sido vítimas em casos de golpes com objectos (2,2%) e sexo forçado (1,2%).

Os homens informam que as duas agressões mais prevalecentes contra eles foram os golpes com objectos (2,9%) e ameaças com faca (1,5%).

Fonte



segunda-feira, 10 de junho de 2013

O livro de Katie Roiphe


A dada altura da sua vida Katie Roiphe foi de opinião de que o feminismo centrava-se na igualdade, mas enquanto estudava Harvard e em Princeton, ela descobriu que o movimento estava a ser usado para avançar com uma ideologia que caracteriza as mulheres como vítimas indefesas. 

No seu primeiro livro - "The Morning After" - Roiphe alegou que em muitas instâncias onde supostamente havia ocorrido uma violação nas instalações universitárias, as mulheres eram parcialmente responsáveis pelas suas acções.

Uma das questões usadas para definir o que tinha sido uma violação foi:
Alguma vez tiveste relações sexuais quando não querias, visto que tinhas recebido bebidas ou drogas por parte dum homem?
A pergunta levanta a questão do agente. Porque é que as mulheres não são responsabilizadas por tomar álcool ou drogas? O homem pode-lhe dar drogas, mas ela decide se aceita ou não. Se o feminismo assume que as mulheres não são vítimas indefesas e ingénuas, então elas têm que ser responsabilidades pela sua escolha de beber álcool ou tomar drogas. 

Se a capacidade de avaliação moral das mulheres está limitada e ela têm relações sexuais, nem sempre é culpa do homem, e nem sempre é violação. 

O livro de Katie Roiphe foi o resultado da sua frustração com o feminismo actual e com a hipocrisia da cultural moderna que idealiza a liberdade de expressão mas se recusa a tolerar qualquer tipo de crítica ao feminismo. 

No livro "The Morning After" Roiphe lança um olhar próximo pouco confortável à forma como essa intolerância se manifesta, fornecendo críticas penetrantes 1) à nossa vontade de legislar o amor e o desejo, 2) à nossa fixação com o consentimento, 3) e ao nosso medo irracional da imaginação humana (que é suposta se submeter às regras em torno do sexo e do género).

Fonte



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Cultura de estupro: Patriarcado opressor e machista coloca em liberdade mulher bêbada que abusou de crianças

Fonte

Mulher que molestou 3 rapazes depois de consumir álcool suficiente para fazer "desmaiar uma elefante" saiu do tribunal livre que nem um pássaro. Amanda Wheeler, de  31 anos, ingeriu vodka, cerveja e vinho numa festa de aniversário duma amiga antes de beijar e apalpar um rapaz de 12 anos que se contrava num dos bancos. Depois disto, ela executou uma "lap-dance"e embaraçou um grupo de adolescentes.

A funcionária de limpezas em part-time mordeu também um rapaz de 13 anos no pescoço, persuadiu-o a levar a cabo um acto sexual nela.

A mãe-de-três negou as 4 acusações de actividade sexual com uma criança e a acusação de agressão sexual, mas depois dum julgamento de duas semanas que ocorreu no Worcester Crown Court, ela foi considerada culpada de tudo. Hoje [ed: no dia em que a notícia foi publicada] o Juíz Patrick Thomas QC afirmou que o incidente que ocorreu no dia 29 de Novembro de 2011 "não teve como base a pedofilia" mas sim "num incidente isolado" (inglês: 'one-off'). O Birmingham Crown Court "sentenciou" Amanda, que é de Cheltenham, Gloucestershire, a pena suspensa de 2 anos.

O Juíz Thomas afirmou que os rapazes haviam feito uma "recuperação total do que poderia ter sido uma experiência extraordinariamente traumática". No entanto, ele disse a Amanda que ele "deveria ter vergonha" de si própria por ter-se declarada "Inocente" visto que a quantidade de álcool que ela havia consumido tornava-lhe incapaz de contestar o testemunho dos rapazes.

O Juiz acrescentou ainda:

Este é um caso incomum e complicado. Sinto-me satisfeito com o facto deste comportamento não ter bases na pedofilia, embora estes tenham sido actos de pedofilia, mas sim na bebedeira, no egoísmo e na atitude infantil da sua parte. Você encontrava-se grosseiramente desinibida mas não acho que exista em si tendência ou propensão em favor deste comportamento, e devido a isso, posso considerar isto como um caso isolado [inglês: one-off.].

Os factos agravantes são a idade das crianças, a presença de outras crianças durante a ofensa e o facto de você se encontrar ébria e fora do controle. (...)

O Juíz afirmou também que as vítimas haviam deixado bem claro que haviam "superado o trauma" que sentiram quando fizeram as suas declarações em Abril de 2012.

O Juíz acrescentou:

É devido apenas e só às declarações das vítimas em torno do impacto do incidente, e o impacto que a sentença teria sobre os seus filhos que eu acho apropriado retroceder e suspender a sentença.

Durante o julgamento, o tribunal ouviu que Amanda não se lembrava de partes da festa que ocorreu em Worcester, devido à "extraordinária" quantidade de álcool que ela havia consumido. Samantha Forsyth, advogada de defesa, afirmou que a sua cliente tinha "falhas enormes na sua memória".

O Juiz Thomas, que criticou Amanda pelas suas acções "descontroladas", acrescentou:

As evidências estabeleceram claramente que na noite em questão você ficou paraliticamente bêbada e que o seu comportamento com algumas crianças ultrapassou o limite da flirtação, chegando ao ponto de você tocá-las de modo indecente. Isto foi uma ofensa significativa e séria.

Você combateu o caso [isto é, declarou-se "Inocente"] e, francamente, você deveria ter vergonha por se recusar em aceitar que a sua memória no caso era de tal forma que você nunca poderia contestar o que os rapazes afirmaram de modo consistente.

Amanda Wheeler, que foi absolvida duma 6ª acusação de actividade sexual com uma criança, foi ordenada a assinar a "Sex Offenders' Register" durante 10 anos.

* * * * * * *
Basicamente, esta mulher viu-se livre da prisão porque as vítimas (crianças) afirmaram ter "superado" o trauma (e as crianças sabem bem como superar traumas, certo?), e porque ela tinha filhos para tomar conta. (É sempre muito elucidativa a forma como as crianças se tornam responsabilidade da mulher quando ela se encontra na eminência de ir para a prisão.)

Outra coisa a reter neste incidente é que actos de pedofilia feitos por uma mulher não significam necessariamente que esse seja um acto de pedofilia. Quando um adulto coloca as suas mãos sobre o corpo duma criança, isso só é pedofilia se o adulto for um homem.

Em caso de dúvidas, perguntem ao "Juíz" Thomas.



segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Qual é a maior ameaça que a mulher enfrenta hoje em dia?

Oprimida
Fonte

A colunista inglesa Esther Rantzen assistiu a um documentário televisivo que acompanhou o trabalho dos serviços de emergência, e ficou chocada com o comportamento das mulheres jovens:
O foco principal deste documentário chocante e desmotivador, filmado nos serviços de emergência em Blackpool, é o facto do maior perigo que as jovens mulheres, aqui na Grã-Bretanha, no ano de 2012, enfrentam não vir dum potencial estranho violento mas delas mesmas.
Ela continua:
Nunca como hoje houve tantas moças a paralisarem-se deliberadamente com bebedeiras, colocando-se a elas mesmas em perigo através das brigas e do porte de facas, e usando os punhos e linguagem ofensiva como armas. Tenho que perguntar, ecoando o tal policial e falando como mãe de filhas adolescentes, onde estão as mães destas raparigas brutalizadas e boçais?

Estas jovens mulheres parecem tão determinadas em se auto-destruírem que pergunto-me se elas alguma vez tiveram um exemplo cheio de amor, nomeadamente, a sua própria mãe.

...Será que isto acontece porque elas foram educadas a acreditar que as suas vidas não têm valor algum, o que lhes leva a ficar entorpecidas devido ao elevado consumo de álcool forte, gastando £100 por noite, se tiverem, bebendo 10 ou 12 copos de ‘Jager Bomb’ até vomitarem ou desmaiarem até  que sejam ajudadas?

...O mais chocante é a violência levada a cabo por estas raparigas. Elas não se ferem só a elas; elas ferem outras pessoas....O documentário da Channel 4 mostrou homens com sangue a escorrer pela cara abaixo, esfaqueados por mulheres que, segundo a polícia, andavam sempre com facas. ‘tal como telemóveis’, disse um policial, ‘nas suas bolsas’.
Esther Rantzen avança com um certo número de ideias como forma de explicar a ascensão desta cultura ladette. Gostei muito do seu instinto quando ela perguntou:
Será que é emancipação adoptar o comportamento dum homem bruto, violento e bêbado? O policial entrevistado pelo canal de TV disse que as bêbadas (inglês "binge drinkers") determinam-se a comportarem-se de forma pior que os homens. Se um homem tem 12 copos alinhados para beber, as mulheres tentarão acompanhá-lo.
Esta é a pergunta chave. O que é que significa ser uma "mulher emancipada"? O esquerdismo assume que o nosso sexo é uma camisa de forças, uma coisa que não escolhemos e que, portanto, limita a nossa autonomia. O esquerdismo assume também que os homens são um grupo privilegiado na sociedade, aqueles com  um padrão dourado de autonomia no estilo de vida..

Se colocarmos estas duas ideias lado a lado, o resultado é a ideia de que as mulheres são emancipadas quando elas conseguem provar que o sexo não importa, e que elas podem competir com o estilo de vida masculino. Se a masculinidade está grosseiramente associada à bebedeira e à violência, então isso torna-se na medida com a qual medir a "emancipação."

Contra isto, Esther Rantzen correctamente afirma algo decidamente não-esquerdista, nomeadamente, que existem qualidades femininas que são ao mesmo tempo inatas e admiráveis, e que fornecem "limites" (isto é, orientação) para o comportamento feminino:
Se uma mulher se torna numa banshee então algo correu mal. Quando observo a minha filha com o seu novo filho, confirmo a minha ideia de que as  mulheres são, instintivamente educadoras [inglês: "nurturers"] e que nós naturalmente respondemos à ternura.

As jovens mulheres presentes neste documentário parecem ter perdido esse instinto e, com isso, ter perdido todos os seus limites, expondo sem vergonha a sua pele a estranhos agarradores e bêbados, e vomitando sem vergonha. Com sorrisos arrogantes, elas gabam-se do quanto elas beberam,  proclamam nunca terem tido uma ressaca, ou alegam que ser esfaqueada por uma amiga foi um "acidente resultante da bebedeira."

Que tipo de mães elas se tornarão? Será que há esperança para os nossos filhos? Pode ser que sim; se eles tiverem exemplos, pode ser que sejam capazes de mudar o seu comportamento e a sua maneira de pensar.

A reveladora série da ITV com o nome de Ladettes To Ladies mostrou raparigas como estas, bebendo e a seguir vomitando, usando todas os palavrões do vocabulário, lutando e tendo encontros sexuais inconsequentes, ao mesmo tempo que acreditam  que provaram que a elas mesmas que podem ser "tão boas como os homens".
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É trágico que o zeitgest cultural tenha indoutrinado o sexo complementar a subscrever a errónea mas ideologicamente útil noção de que validação feminina vem não das suas inatas capacidades maternais, mas sim da imitação do comportamento masculino - seja ele bom comportamento ou mau comportamento. A verdade dos factos é que nenhuma sociedade normal, funcional, operacional exige que as mulheres "se provem" da mesma maneira que os homens têm que se "provar".

Para além disso, se estas mulheres "querem ser iguais aos homens",  podem sempre levar a cabo funções tradicionalmente masculinas tais como trabalhar na construção civil, nas docas ou nas minas. (Curioso que este tipo de "validação" nunca seja propagado junto das hostes do sexo complementar).

Colocando de lado a errada noção de que a mulher tem que se provar perante a sociedade imitando o comportamento masculino, não deixa de ser perturbadoramente curioso o facto de muitos intelectuais britânicos actuais não se aperceberem que a destruição da figura feminina, levada a cabo por vários grupos esquerdistas, com especial ênfase no nojento movimento feminista, faz parte da agenda marxista tendo em vista a subversão da sociedade.

Como ficamos a saber noutro post, tudo o que é preciso para destruir uma raça e uma civilização é a recusa feminina em ser uma fiel mãe e esposa. A elite esquerdista que promove e glorifica junto das mulheres o comportamento acima descrito, fá-lo precisamente porque está ciente que daí se gerará um caos social que nos levará a uma crise e, consequentemente, a uma subversão das forças políticas e, por fim, à entrega do poder total à elite não-representativa.

Concluindo, e respondendo à pergunta que serve de título do post, a maior ameaça que a mulher "emancipada" enfrenta hoje em dia é ela mesma. O lobby feminista pode não gostar da responsabilização do comportamento feminino, mas, francamente, as evidências ao nosso dispor não nos permitem muita margem de manobra.

Moças de família, prontas para casar.


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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Organismo da mulher sofre mais com a bebida

Aparentemente as diferenças entre os machos e as fêmeas não são "construções sociais".

Elas nunca beberam tanto. Há 15 anos a proporção do consumo de bebida alcoólica era de duas mulheres para cada dez homens. Hoje, são oito para cada dez, segundo pesquisa do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Dados de 2009 do Ministério da Saúde também colocam as capixabas em terceiro lugar no país no consumo de bebida alcoólica.

Competitividade, stresse e desinibição são alguns motivos para que cada vez mais mulheres afoguem suas mágoas no álcool, mas independentemente do motivo, o fato é que a saúde delas sofrem muito mais com a bebida do que a dos homens.

"As mulheres e os orientais, que incluem chineses, japoneses e coreanos, não possuem uma enzima no estômago que os homens têm com a função de degradar o álcool. Elas acabam absorvendo toda a quantidade, por isso são mais sensíveis", explica o gastroenterologista Fabiano Quarto.

As mulheres também têm mais chances de desenvolver cirrose hepática. Em homens, estima-se que o consumo de 60 a 80 gramas de álcool por dia por 5 anos é o necessário para desenvolver a doença. O que equivale, por exemplo, de 6 a 8 latinhas de cerveja. Já o limite das mulheres é de apenas 4 latinhas por dia pelo menos período. "Beber mais de 40 gramas de álcool por dia já traz risco de cirrose para as mulheres. Se for cachaça, são necessárias apenas duas doses (de 60ml) por dia", alerta o médico.

A bebida ainda torna a mulher mais susceptível a doenças inflamatórias e abrevia o surgimento de doenças, como problemas na tiróideo, diabetes, glaucoma e câncer de mama. Encher a cara - ainda que esporadicamente - aumenta também os riscos de acidentes de trânsito e de episódios de violência.

Os efeitos

1 hora
O corpo demora aproximadamente uma hora para se livrar de cada unidade de álcool e não há nada que se possa fazer para adiantar o processo. Beber café ou tomar banho frio pode deixar a pessoa mais acordada, mas não diminui a quantidade de álcool no sangue.

Ressaca
Além de todas as complicações que o álcool causa enquanto o indivíduo ainda está embriagado, ele ainda deixa seu efeito para o dia seguinte: enjoo, vómitos, diarreia, tontura, pensamento embaralhado, moleza e até um sentimento de tristeza são sintomas da ressaca

Fonte: A Gazeta

domingo, 5 de agosto de 2012

8 mulheres oprimidas pelo patriarcado esfaqueiam machista de 63 anos.

Um grupo de jovens mulheres bêbadas "agindo de forma estúpida" num comboio da baixa de Manhattan, esfaqueou um idoso de 63 anos por este ter tido a audácia de lhes pedir que se acalmassem, afirmou a polícia. Um membro das forças policias afirmou que o homem dirigia-se para o seu emprego - às 6:15 da manhã - quando foi atacado no preciso momento em que o comboio entrava na estação da East 23rd Street.
As 8 bêbadas mulheres estavam a agir de um modo estúpido. Tudo o que ele disse foi "Acalmem-se!".
As mulheres foram presas quando saíam da estação de metro da 23rd Street perto do Gramercy Park. Sete das bêbadas, com idades compreendidas entre os 17 e os 20, foram acusadas de assalto em grupo, conduta desordeira, posse criminosa de armas, ameaças, e agressão. Uma rapariga de 15 anos não foi acusada de nada.

A polícia afirmou ainda que recuperou uma faca.

Um condutor de autocarros que presenciou a apreensão das mulheres, disse que elas, ainda com cervejas na mão, gritavam coisas como "Não fizemos nada!" à medida que eram algemadas.

As suspeitas foram identificadas como sendo Shanice Brown, 20, Starmeik Driggins, 19, Kimberly Molina, 20 e Sheyla Figueroa, 18, todas de Brooklyn; Michelle Rodriguez, 19, da Bronx; e Martha Bermudez, 17, e Shafteva Burdos, 17, de Queens.

Fonte

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Triste situação a nossa quando idosos de 63 anos são esfaqueados às 6 da manhã ao mesmo tempo que mulheres de 20 anos se encontram bêbadas já por essa hora. A destruição da civilização ocidental avança tal como planeado.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Porque é que as feministas não aceitam a conexão entre uso de alcool e violação?

Este é um texto escrito por uma mulher relativo à forma como as feministas recusam-se a admitir a óbvia ligação entre mulheres bêbadas e a maior probabilidade delas serem abusadas sexualmente.

É perfeitamente coerente que a minha coluna mais recente seja sobre hate-mail visto ter sido avisada pelas minhas colegas que quase de certeza eu seria inundada por esse tipo de correio ao publicar a coluna de hoje. Mas como sou gulosa por castigo, aqui vai.

Embora algumas já o tenham feito, não tenho uma única amiga solteira que ache que beber até se desmaiar, cambalear ou estar perto de ambos, é necessariamente algo saudável o seguro de se fazer -- por várias razões. Podemos tropeçar enquanto andamos pelas estradas e sermos vítimas de atropelamento, cair num passeio e ficarmos gravemente feridas ou desmaiar na rua e congelar até à morte.

(Todos os incidentes em cima mencionados já ocorreram aos vários membros de ambos os sexos durante a sua intoxicação alcoólica, incluindo um membro duma famosa família política.)

No entanto, se eu escrevo a frase "para além disso, nós podemos ser vítimas de agressão sexual", é-me mostrado de forma bem clara que os poderes instalados podem-me retirar o meu oficial cartão feminista. Pelo menos foi com essa ideia que fiquei depois da reacção à publicidade da Pennsylvania Liquor Control Board (PLCB) que estabelece uma ligação muito forte entre mulheres bêbadas e a violação.

Sites feministas e progressistas fizeram títulos acusadores como:

A Pennsylvania Liquor Control Board Retira Anúncio Publicitário que Culpa as Mulheres Pela Violação nos Encontros Românticos.
Vi os anúncios da PLCB (visualizáveis aqui e aqui) e não fiquei com esta impressão. O que eu vi - embora tenha sido feito de forma um bocado desastrada - foi alguém a tentar forçar um tipo de conversa que nós deveríamos ter tido há anos atrás mas que continua a ser suprimida devido ao facto das activistas começarem a lançar frases como "humilhação das vítimas".

Depois disto, as vozes dissidentes batem em retirada. (Para o caso de não teres reparado, eu não bato em retirada de forma tão fácil).

Actualmente temos uma epidemia de alcoolismo de farra entre os jovens -- incluindo as mulheres: cerca de 200,000 adolescentes por ano visitam os hospitais devido a acidentes relacionados com o álcool. Cerca de 1,700 of resultam em morte.

Mas igualmente alarmantes são as estatísticas dum novo estudo proveniente da Journal of Studies on Alcohol and Drugs que monitorizou centenas de mulheres durante o seu primeiro ano da faculdade e verificou uma correlação directa entre beber durante as festas e as probabilidades delas serem vítimas de violência sexual.

No entanto, se por alguma razão as pessoas com autoridade avisarem as estudantes com palavras como "Cuidado com a quantidade de álcool que tu e as tuas amigas ingerem durante as festas. Beber um copo ou dois, é uma coisa, mas mais do que isso, e o julgamento de todos - tanto o teu como os dos rapazes à tua volta - já não é o que tu queres que seja," essa pessoa é vilipendiada como "apologista da violação".

Aqueles que estão familiarizados com o que eu escrevo não só sabem que eu não sou uma "apologista da violação", como sabem que tenho sido uma crítica vocal da mentalidade que culpa a vítima primeiro, e depois o violador, que permeia o nosso sistema de justiça criminal. No entanto, não vou ser apologista do politicamente correcto em detrimento duma causa com a qual me preocupo.

As mulheres tem todo o direito de beber. Nós temos o direito de beber o quanto nós quisermos sem sermos violadas. Mas da mesma forma que nós nos avisamos umas às outras sobre certas vizinhanças não serem seguras à noite, porque é que algumas activistas feministas têm dificuldade em avisar as mulheres que as mulheres que bebem - mas não o suficiente para ficarem intoxicadas - estão de facto mais seguras no que toca a uma variedade de crimes, incluindo o assalto, do que as mulheres que bebem até ao extremo?

Porque é que afirmar isto de forma bem audível sem receio de represálias não é uma opção para nós que nos identificamos como feministas?

Não estou a propor que nos tornemos numa sociedade que nunca bebe, mas sim numa sociedade onde as pessoas de ambos o sexos sejam encorajadas e educadas a beber de forma responsável.

Eu pessoalmente sou a favor de todo o tipo de publicidade que desencoraja as jovens mulheres e os homens jovens a beber até ao ponto de ficarem totalmente incapazes de manejar um veículo, ou ficarem de forma que não seja seguro estarem perto de outras pessoas.

Por exemplo, embora seja absolutamente claro que um homem que tem relações com uma mulher que não esteja em condições de dar o seu consentimento está a levar a cabo uma violação, o que dizer quando ambos estão demasiado bêbados para dar qualquer tipo de consentimento?

A forma como eu vejo é bastante simples: nós educamos os condutores sobre os perigos de se conduzir bêbados. Se ele bebe bêbado e causa um acidente, o condutor bêbado é culpabilizado sem qualquer tipo de problemas.

Mas isto não significa que não devamos também avisar os outros dos perigos de se entrar num carro conduzido por um bêbado. Se queremos ser bem sucedidos, temos que chegar a mensagem a uma vasta gama de ouvintes. Foi isso que a publicidade da Pennsylvania Liquor Authority tentou fazer.

A campanha pode ter falhado no alvo, mas os críticos falharam no propósito.

. . . . . . .

Esta feminista não "entende" o porquê das suas irmãs ideológicas não gostarem de ser responsabilizadas pelos seus actos, mas o motivo é bastante simples: o feminismo é uma ideologia que visa desculpar a mulher por todo o seu comportamento. Segundo o feminismo a mulher é sempre uma vítima de alguém, independentemente do que ela faça.

Dado isto, como é possível desculpar o comportamento feminino ao mesmo tempo que se culpabiliza o comportamento feminino? As feministas apercebem-se disto, e portanto não aceitam que as mulheres tenham uma quota parte da responsabilidade em situações que resultem em violações.

Além disso, sempre que há alguém que possa receber as culpas, as feministas preferem que assim seja. No caso da violação é sempre mais fácil culpar os outros do que sugerir que as mulheres tomem responsabilidade pelas consequências de se beber excessivamente.

Atenção que isto não quer de forma nenhuma dizer que as culpadas das violações são as mulheres, mas sim que as mulheres podem reduzir as probabilidades de serem violadas se agirem de uma determinada forma.

Ninguém no seu perfeito juízo tem a mínima dúvida que os violadores buscam sempre as mulheres que menos resistência ofereçam. Se uma mulher está totalmente bêbeda e incapaz de resistir aos avanços dum violador, ela está numa posição mais fragilizada.

A lógica força-nos a sugerir que, como forma de evitar a sua fragilização, as mulheres deveriam evitar beber de forma excessiva. Mas para as feministas, sugerir que as mulheres condicionem o seu comportamento como forma de evitar a violação é "opressão" ou "apologia da violação".

Entretanto, quem fica a ganhar com esta atitude feminista estúpida e perigosa para as mulheres são os violadores.



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Mulher que fez comentários racistas no metro de Londres vai passar o Natal na prisão

Após uma audiência em tribunal a mulher foi acusada de desestabilização da ordem pública agravada devido aos comentários de natureza racista, escreve o “The Guardian”.

A britânica, de 34 anos, foi filmada gritando frases racistas às pessoas que viajavam com ela no metro, no sul de Londres, enquanto segurava no colo um menor.

A mulher, identificada como Emma West e moradora em New Addington (sul de Londres), chorou em tribunal enquanto os magistrados assistiam às imagens do que se passou no metro. O vídeo já foi visto mais de 11 milhões de vezes desde que foi colocado online, no dia 27 de Novembro.

A mulher vai agora passar o Natal da prisão depois de lhe ter sido negada a saída mediante pagamento de caução. No dia 3 de Janeiro Emma West será novamente ouvida em tribunal.

Entretanto, as 4 muçulmanas negras que espancaram uma rapariga branca ao mesmo que gritavam palavras racistas, vão passar o Natal (que elas não festejam) em casa com a família. Mais um bom exemplo em como as noções de "igualdade" do marxismo cultural/politicamente correcto são distintas das noções que o resto da humanidade usa.

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