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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Escola Primária Inglesa acusada de ser "demasiado Branca"

Por Graeme Paton

A Ofsted foi acusada de ser "politicamente correcta" depois de ter feito um downgrade a uma escola rural de topo efectivamente por ser demasiado Inglesa. O watchdog educacional sofreu repercussões por parte dos MPs [Membros do Parlamento] e dos pais depois da sua decisão de penalizar a escola primária de Middle Rasen(Lincolnshire) por não ter suficientes alunos negros ou asiáticos.

No seu relatório, os inspectores disseram que a escola ainda "não era proeminente" porque o desenvolvimento cultural dos alunos encontrava-se limitado "devido à falta duma experiência em primeira mão da composição diversa da sociedade Britânica". Este gesto seguiu-se uma agitação de inspecções por parte da Ofsted introduzidas depois do plano "Cavalo de Tróia" de Birmingham, que tinha como propósito impor valores islâmicos da linha-dura nas escolas estatais.

Actualmente é dito às escolas que coloquem os valores Britânicos fundamentais no centro do horário, incluindo o respeito mútuo e a tolerância para com as diferentes confissões religiosas e crenças. Mas as reformas já foram criticadas por terem um efeito de arrastamento nas escolas religiosas e nas escolas dominadas por alunos dum particular grupo étnico.Durante o mês passado, foi alegado que uma pequena escola Cristã dos Home Counties havia sido penalizada por não ter convidado líderes de outras religiões - tais como imãs - para liderar as assembléias.

Comentado este caso, Sir Edward Leigh, o MP Conservador para Gainsborough, disse que ele havia escrito para Nicky Morgan, Secretária para a Educação, "levantando uma objecção tenaz aos novos assim-chamados regulamentos para a "igualdade" que ela está a implementar nas escolas. Isto é um caso dum politicamente descontrolado. A escola primária de Middle Rasen é proeminente segundo qualquer tipo de padrão. O multiculturalismo é algo irrelevante em Lincolnshire, consequência do seu baixo número de minorias étnicas que já são bem vindas e já estão bem integradas nas nossas comunidades locais, tal como tem que ser."
 
A escola primária comunitária, que tem como base a pitoresca zona rural de Market Rasen, só tem 104 alunos com idades que vão dos 4 aos 11 anos. Ela recebeu uma avaliação "satisfatória" durante a sua última inspecção em 2012. O último relatório fez um upgrade à escola para "Bom" - a segunda marca mais elevada - por ter levado a cabo melhorias importantes, com uma equipa que criou "um ambiente onde a aprendizagem floresce".

Mas a escola perdeu a chance de ser classificada de "Proeminente" por ocasionalmente falhar ao não dar trabalho difícil e conferir aos funcionários chances de melhorarem as suas capacidades. Num gesto importante, a escola foi também alvo dum downgrade por limitar os alunos duma "experiência em primeira mão" da sociedade moderna. O relatório dizia:

A maioria dos alunos são Britânicos Brancos. Muito poucos pertencem a outros grupos étnicos, e actualmente nenhum aluno fala Inglês como língua adicional. A escola tem que ampliar o entendimento dos alunos em relação à diversidade cultural da sociedade Britânicamoderna , gerando oportunidades para que eles possam ter interacção em primeira mão com os seus pares que chegam até eles vindos de ambientes distintos da vizinhança imediata.

A escola tenta agora estabelecer parcerias com escolas do interior das cidades como forma de lidar com estas preocupações. Melonie Brunton, a professora-chefe, disse que as viagens escolares normalmente envolvem visitas ao campo, a quintas e jardins zoológicos, mas que agora ela encontrava-se focada em visitas a mesquitas e fábricas.

Os comentários da Ofsted foram criticados pelos pais. Jodie Miller, de 35 anos e com uma filha de 6 anos que frequenta a escola, disse:

Nós somos uma pequena comunidade rural em Lincolnshire e por aqui não há crianças de ambientes culturais distintos. A escola não pode andar pelas ruas, forçando as pessoas a entrarem nela.

Benjamin Bannan, de 33 anos e pai de duas crianças, disse:

É chocante que uma escola seja punida por ser demasiado Britânica. Isto não faz qualquer sentido. Nós haveríamos de receber bem as pessoas de outras culturas, mas por aqui não existem minorias étnicas.

O Reverendo Charles Patrick, que era o líder dos governadores por altura do relatório, disse:

Esta é uma zona rural, tal como 80% do país, e não temos muitos residentes não-Brancos. É provável que as coisas fossem diferentes se por acaso estivéssemos no centro de Londres, em Manchester ou algo assim.

A Ofsted negou que a escola tenha recebido um downgraded exclusivamente por um motivo só:

O relatório ressalva um pequeno número de áreas onde a escola deve tentar melhorar; não lhe foi negada a qualificação de "Proeminente" apenas e só devido ao desenvolvimento cultural dos alunos. Todas as escolas têm que ensinar aos seus alunos os valores Britânicos fundamentais, incluindo o respeito mútuo e a tolerância para com aqueles de outras confissões religiosas e crenças. Deste forma, os alunos estarão preparados para o futuro, para onde quer que eles vão.

* * * * * * *

O motivo que leva a que os líderes Ocidentais tentem "diversificar" as áreas de maioria Branca prende-se com o seu propósito de tornar essas mesmas zonas numa amálgama de etnias, confusa e desordenada, facilmente controlada pela elite. Esse plano de "diversificação" forçada, e genocídio étnico, pode ser lido neste texto.





quarta-feira, 13 de março de 2013

Como funciona o Marxismo Cultural nas universidades

Fonte

Titulo original: "Teenage Wasteland: The Marxist Demolition of American Colleges"

Eu sou actualmente um estudante do segundo ano a frequentar uma universidade esquerdista americana. O "Politicamente Correcto" circula de forma descontrolada na faculdade - como eu sei que circula de igual modo em muitas outras universidades do mundo ocidental. Como todos nós sabemos, o batalhão PC (Politicamente Correcto) Esquerdista abomina discussões abertas e é precisamente por isso que eu escrevo este texto. Ao documentar o Modus Operandi das instituições actuais controladas pelos marxistas culturais, espero honestamente ser capaz de influenciar outros estudantes com a mesma visão que a minha - demasiado intimidados para falar abertamente - e conduzi-los na direcção certa.

Este ensaio é uma breve exposição das minhas experiências até ao dia de hoje. Nas secções que se seguem, escreverei mais sobre as minhas interacções com o corpo directivo da faculdade, com outros estudantes, e escreverei também mais sobre os métodos draconianos através dos quais os estudantes são indoutrinados, intimidados e, por fim, atraídos para a visão Marxista [cultural] do mundo.

Fomentando uma Cultura de Depravação.

Aquando do nosso primeiro dia na universidade, eu e os outros caloiros (cerca de 600 estudantes) tomamos parte dum seminário mandatório no auditório da faculdade. O tópico (surpresa!) era a "diversidade" e como nós tínhamos que "abraçar" este fenómeno. A palestra foi conduzida por um homem negro corpulento, que usou o humor e a inteligência para suavizar a mensagem.

O palestrante mostrou-nos um vídeo em particular - dum filme de comédia - onde um homem experimentava vários tipos de roupas "masculinas" numa tentativa de ter uma aparência menos feminia. Eventualmente, o homem do clip pára de se esforçar, coloca sobre si roupagem homo-erótica, sai do sítio onde está e toma parte duma parada homossexual. Enquanto os outros estudantes riam-se com a cena o homem negro explicou-nos que não havia problemas em ser diferente (anormal). Ele concluiu afirmando que cada um de nós, independentemente da raça, sexo, preferência sexual, ou crença, "melhorava as pessoas à sua volta".

No dia seguinte tomamos parte duma apresentação com o nome de "Sex Life", liderado por uma lésbica "especialista" em saúde. Naturalmente, ela promoveu a cultura do sexo casual (inglês: "hook-up culture") e disse maravilhas dos "benefícios" de se tomar parte em váris actos sodomisticos. Nenhuma menção foi feita às doenças que ameaçam os jovens estudantes que adoptam este estilo de vida, e nenhuma menção foi feita aos méritos de se abster do hedonismo Marxista, prefindo no seu lugar construir uma família.

Não; esta apresentação foi feita com o expresso propósito de me corromper e corromper os meus colegas universitários - isto sem qualquer tipo de protesto do corpo directivo, do clero ou dos profissionais médicos da faculdade.

Normalizando os Desvios.

Cerca de um mês após o início do ano escolar, o grupo activista homossexual da faculdade celebrou a sua semana anual “Coming Out Week”. [ed: "Coming out" = assumir publicamente o seu homossexualismo e/ou "sair do armário"]. Durante uma semana, decorações com arco-íris cobriram o centro principal da faculdade, muitos rapazes vestiram-se como raparigas (e vice-versa), e um pregador homossexual veio até à universidade para "refutar" as passagens Bíblicas que condenam o homossexualismo. Como sempre, não houve qualquer tipo de protesto. Os estudantes pareciam concordar que ser homossexual é completamente normal, ou pelo menos nada digno de se levantar oposição.

Quando eu tentei convencer vários estudantes de que tal comportamento não é normal, foi-me dito "Qual é o problema? Há pessoas que gostas de rapazes enquanto outras gostam de raparigas". Parecia que este era o consenso entre a maioria dos estudantes. As suas mentes foram corrompidas de tal forma pelo sistema educacional Marxista que são incapazes de distinguir o comportamento natural e saudável do comportamento anti-natural e prejudicial.

Para além disso, e durante o Outono, o nosso grupo "Young Feminist" leva a cabo o seu "Slut Walk" anual [ed: Marcha das Vadias] onde a promiscuidade é promovida entre os jovens.

O local onde estudo foi sufocado pelo esquerdismo da linha dura e uma pequena minoria de pervertidos tomou conta do discurso. É uma pena que isto tenha ocorrido porque quem sofre com isto são os estudantes normais da faculdade. Como cereja no topo do bolo, a minha universidade adoptou uma legislação contra o "discurso de ódio", que proíbe o uso de linguagem crítica dirigida às minorias, aos homosexuais e aos outros "grupos oprimidos". Obviamente, o único grupo que não está protegido pelas leis do "discurso de ódio" é o grupo dos estudantes brancos.

Atacando a História e os Valores Americanos

Durante alguns feriados - Dia de Colombo, Dia de Acção de Graças ("Thanksgiving"), etc - os vários grupos da "diversidade" levam a cabo seminários/apresentações em torno da forma como estes feriados injustamente celebram actos da "maldade do homem branco." O grupo Africano, o grupo Latino, e alguns outros grupos menos proeminentes, espalham pela faculdade panfletos publicitando os seus eventos, onde - supostamente - se "revelará a verdade" (sobre o Dia de Colombo e os outros feriados).

Com relativa frequência, a nossa faculdade recebe um palestrante convidado que nos fala do racismo, do aquecimento global, da grandeza de Obama, ou dos méritos da diversidade. Todos os grupos da "diversidade" - desde aqueles que fomentam a depravação sexual até aqueles que promovem uma mensagem contra os brancos - são tornados viáveis devido ao "concílio da diversidade" da faculdade, do qual falarei num próximo ensaio.

Esta mentalidade anti-brancos foi visivelmente má durante as recentes eleições presidenciais. Uma esmagadora maioria do local onde estudo é esquerdista, e desde logo, vota no partido Democrata.  Depois de eu ter votado, falei com raparigas brancas, estudantes do primeiro ano, que se econtravam particularmente alegres por terem votado no Obama.  Depois de lhes ter dito que havia votado no Mitt Romney (devido à raiva que sentia contra o presidente actual), perguntei-lhes dos motivos que lhes levaram a votar no Obama. Uma delas disse que temia que Romney "proibisse o aborto", ao mesmo tempo que outra afirmou, "Sou mulher e como tal, eu tinha que votar no Obama..."

Aparentemente, muitas jovens mulheres erradamente acreditaram nas alegações feitas pelos órgãos de comunicação de que Romney era contra as mulheres e contra os seus direitos. Fiquei chocado ao ouvir estas mulheres justificarem as suas decisões com base na tolerância do candidato para a matança de bebés! Isto é, suponho, o quão baixo nós caímos.

Mais tarde, uma festa - consequente dos resultados das eleições - foi levada a cabo na zona central da faculdade. Por lá encontrava-se uma larga multidão, e eu ouvi muitos estudantes discutirem o "racismo" de Romney e os males que ele instalaria se por acaso se tornasse presidente.  Havia uma ridicularização maciça levada a cabo contra os apoiantes de Romney, que eram qualificados de “ignorantes pacóvios, vítimas de lavagem cerebral" (quão irónico!).

Sempre que era anunciado que Obama havia vencido um estado, os estudantes manifestavam-se de forma efusiva como se a sua equipa favorita tivesse vencido a Super Bowl. Algumas das reacções mais caóticas foram levadas acabo pelos estudantes Africanos e Latinos - que nem sequer podiam votar. (...)

Quando Obama foi finalmente anunciado como vencedor, os estudantes enlouqueceram - arrancando todos os banners com a imagem de Romney e decapitando imagens suas presentes em cartazes de tamanho real. Este tipo de comportamento foi levado a cabo principalmente pelos estudantes brancos - muito provavelmente numa tentativa de limparem as suas almas devido ao "privilégio do homem branco" e devido à escravatura.

O que me surpreendeu de forma impactante foi a facção demográfica que apoiava Obama de forma mais vigorosa, e criticava Romney: as jovens mulheres brancas.  Eram elas que pareciam mais jubilantes - mais ainda que os estudantes que pertenciam às minorias. Foram elas que acreditaram piamente nos mitos levantados contra os Republicanos, para além de acreditarem muitas esperanças numa recuperação económica liderada por Obama.

Tal como sabemos, elas tornaram-se num alvo particular dos Marxistas culturais quando estes se aperceberam do seu potencial como "classe oprimida". Havendo enganado as mulheres brancas com as mentiras da Esquerda, as taxas de natalidade dos brancos vão continuar a diminuir e, consequentemente, eles tornar-se-ão cada vez mais demograficamente irrelevantes.
...
Este ensaio serve como uma visão global das minhas observações. Tenho ainda que cobrir as mentiras esquerdistas que são ensinadas dentro das salas de aula, para além das formas através das quais o Marxismo Cultural manipula a mente dos mais jovens. Na minha próxima edição, escreverei mais sobre o "concílio da diversidade" da minha faculdade e os métodos que eles usam para amordaçar a discussão e intimidar os estudantes.



domingo, 16 de dezembro de 2012

Miss França vítima de racismo por ser branca

Fonte

A mais recente Miss França viu-se envolvida em acusações de racismo e guerra verbal com outras mulheres - antigas vencedoras do concurso - passados que estavam alguns dias depois da sua vitória. O "Representative Council of Black Associations" (CRAN) denunciou a estudante de medicina de 19 anos Marine Lorphelin,  por ser "branca como a neve", e criticou a falta de participantes negras e árabes.

A organização caracterizou o concurso de "desactualizado" e um insulto à diversidade étnica do país, o que gerou uma resposta agressiva por parte dos apoiantes de Marine Lorphelin.

Numa declaração feita em conjunto com o criador da "Miss Black France", Fred Royer, o presidente da CRAN, Louis-Georges Tin, afirmou:

O facto dum evento como este falhar em representar a população francesa contemporânea é obviamente sério. Isto é quase como negar a existência de franceses com origens africanas.

Mas Didier Maisto, editor da Lyon Capitale, website localizado na mesma região onde vive (ou vivia)  Marine Lorphelin, afirmou ao The Times que "Este tipo de comentários, que são violentamente anti-Republicanos, buscam formas de colocar os franceses uns contra os outros." [ed: É esse o objectivo.]

Poucos dias depois da vitória de Marine Lorphelin, uma concorrente mestiça, Auline Grac - de 21 anos - venceu a competição dissidente Miss Prestige.

Era suposto a menina Lorphelin aparecer no talk-show "Faut Pas Rater Ca" no canal público France 4, onde ela seria entrevistada por Elodie Gossuin - que venceu o concurso Miss França no ano passado e dá o seu apoio ao concurso Miss Prestige.

Mas a directora-executiva da "Miss France Company", Sylvie Tellier, que venceu o concurso em 2002, recusou-se a permitir que Marine Lorphelin fosse entrevistada pela sua amarga rival.

Os executivos televisivos cederam aos pedidos e enviaram Elodie Gossuin de volta para casa, apesar de surgirem acusações de que estes haviam falhado ao não defenderem a independência editorial.

Mais tarde, Marine Lorpehlin foi entrevistada pela apresentadora Isabelle Morini-Bosc, que lhe perguntou sobre a pequena cicatriz no nariz. Marine respondeu:

Você reparou! Foi uma cirurgia plástica. Quando eu era adolescente tinha uma pequena crosta no nariz, e não era nada bonito.

Marine Lorphelin tomou parte na competição que teve 32 outras finalistas - 8 provenientes de minorias étnicas e 6 de territórios ou ex-territórios franceses do Pacífico e das Caraíbas - e venceu-a no último fim de semana.

A declaração da CRAN diz ainda:

No antiquado mundo do concurso "Miss França", os negros só podem vir de departamentos ultramarinos. As mulheres francesas com origens norte-africanas fizeram-se representar com apenas uma candidata e foi rapidamente eliminada (será que era demasiado muçulmana?). A nova Miss  França é tão branca  como a neve do final do ano que se faz notar nos campanários da eterna França.

* * * * * * *

Se o propósito da CRAN é que o concurso represente a "diversidade étnica do país", e como os brancos fazem parte dessa "diversidade étnica", qual é o problema em ter uma Miss França branca? Mais grave ainda é que existe um concurso com o nome "Miss Black France", onde as mulheres brancas (e supostamente as mulheres árabes) não podem tomar parte.

Como diz Didier Maisto, editor da Lyon Capitale, este tipo de declarações não têm como propósito defender as mulheres negras e árabes, mas sim colocar negros e árabes contra os brancos. Isto é a clássica "guerra de classes" marxista aplicada às etnias - que tem como propósito defender os "oprimidos" (os não-brancos) e atacar os "opressores" (os brancos). Isto é racismo politicamente motivado.

As mulheres negras e árabes que dão o seu apoio a instituições como a CRAN não irão de maneira nenhuma ver a sua condição melhorada; elas apenas são idiotas úteis usadas como forma de atacar o sistema social, politico vigente. Mal a sua função desestabilizadora esteja terminada, organizações como a CRAN desaparecerão da sociedade.


Para além disso, não sei se é boa ideia as mulheres árabes tomarem parte em concursos de beleza, ou trabalharem em áreas que envolvem a beleza feminina.




domingo, 4 de novembro de 2012

E possível promover o racismo através do "anti-racismo"?

"anti-racismo" = anti-brancos
 
Fonte

Liverpool presenciou ontem à noite o evento Marxista Cultural, anti-branco, com o nome de  "Mobo Awards". O evento é descrito da seguinte forma:

O “Music Of Black Origin" (MOBO) foi estabelecido em 1995 por Kanya King e Andy Ruffell como forma de reconhecer e celebrar artistas que criam música "negra" e "urbana". "MOBO Awards" foi o primeiro evento europeu a premiar negros.

Eles dizem que aceitam artistas de todas as etnias desde que "executem música negra." O que eles querem dizer é que aceitam "artistas" brancos  (se é que podem ser chamados de "artistas") desde que sejam da variedade desmiolada e que estejam totalmente engolidos pela propaganda Multicultural suicida anti-brancos.

Este evento, que foi publicitado e promovido como "celebração" da cultura e música "negra", tem como propósito ser uma chapada na cara de todos os indivíduos da etnia branca, quer eles se apercebam ou não. 
 
O que o espectáculo diz é que, nós [a elite esquerdista], revestimos uma minoria étnica de tal forma que podemos chamar-te de racista apenas e só por teres uma opinião, e podemo-nos rir na tua cara visto termos-te condicionado de tal maneira que tu nem te apercebes que encorajamos-te que celebres a tua própria destruição.

Será que não existem prémios suficientes para este lixo de música? Claro que existem. E apesar de ser de opinião que todos estes estilos de música são uma total perda de tempo - e pouco mais que lixo - os prémios já existentes são de utilidade para todos. Portanto, qual é a necessidade dum evento exclusivamente para música "negra"?

A resposta é: receber poder.

Algumas pessoas dizem "Porque é que não podemos ter um evento com o nome Música com Origem Branca?" E embora este seja um argumento justo, se nós levarmos em conta a natureza do Marxismo Cultural, ficamos logo a saber que tal sugestão está totalmente fora de questão. O mesmo aplica-se a grupos como Associação dos Policiais Brancos, Associação dos Futebolistas Brancos, etc.  
 
O motivo pelo qual estes grupos nunca seriam considerados ou aprovados prende-se com o facto deles não se adaptarem à narrativa Marxista Cultural dos grupos "vítima", aplicada às minorias étnicas, e a qualificação de "opressores", aplicada a todos os brancos.

O mesmo ocorre com as "paradas de orgulho gay" que mais não são que eventos que visam dar poder à agenda militante homossexual, a mesmo tempo que qualificam de "opressor homofóbico" qualquer pessoa que se oponha a mesma. 

As minorias étnicas, a comunidade gay e as feministas, mais não são que versões modernas da antiga ideia Comunista de opressor-oprimido. Uma vez que os trabalhadores não se tornaram nos revolucionários Comunistas que eles tanto necessitavam, foi necessário criar um novo grupo como forma de os qualificar de "oprimidos" na esperança deles um dia se revoltarem e destruíram o antigo sistema, realizando assim a agenda Comunista. Sem"vítimas oprimidas" e sem um "opressor" a sua ideologia falha de forma mais do que óbvia.

Os prémios "Mobo" são uma manifestação disto mesmo. Eles - a elite esquerdista - criaram os seus revolucionários e agora estão a revesti-los de poder. Através dos média, da indústria de entretenimento e através da educação, eles caracterizaram, qualificaram e já definiram quem é o opressor.

E esse és TU.




quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Bermudas mostra como lidar com os imigrantes

As Bermudas expulsam imigrantes de longa data:
Família britânica que vive na colónia das Bermudas há mais de 20 anos foi ordenada a abandonar o país uma vez que o governo está a desenvolver esforços para reduzir a presença de imigrantes provenientes da Grã-Bretanha.

Antes de serem expulsos

Stephen e Kirsty Tomlinson e os seus dois filhos ficaram a saber que tinham pouco menos de um mês para abandonar a ilha do norte do Atlântico depois do seu local de trabalho ter ardido. Agora, depois de regressarem, o casal trocou as praias cheias de Sol pelo cimento da casa do sr Tomlinson em Hull - Este de Yorkshire.

Eles foram ordenados a sair do país, embora a sua filha Holy, de 12 anos, e o seu filho Joseph, de 6, tenham ambos nascido nas Bermudas.

Não deixa de ser irónico que os britânicos estejam ser expulsos dos países da Commonwealth ao mesmo tempo que milhões de cidadãos da mesma Commonwealth recebam permissão para viver na Grã-Bretanha. Claramente, isto é racismo contra os brancos.

Tendo este gesto das Bermudas como exemplo, é simplesmente ridículo que as nações europeias sejam qualificadas de "racistas" por fazerem o que as outras nações não-europeias fazem. Não só não é imoral, como não é impossível.

Note-se que, mal o homem perdeu o emprego, ele ficou a saber que tinha cerca de 1 mês para sair do país, embora os seus dois filhos tenham nascido no país. Note-se também que local de nascimento não é o suficiente para proporcionar cidadania.

Fonte

Vítimas do racismo aprovado pelo esquerdismo

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

África do Sul: criminosos admitem ter afogado criança de 12 anos em água a ferver

Imagem de Amaro Viana, de 12 anos, colocada no Facebook.

Amaro Viana tinha 12 anos quando foi afogado em água a ferver pelos homens que violaram a sua mãe e mataram os seus pais durante um assalto à sua casa em Joanesburgo. Este massacre ocorreu a 1 de Outubro de 2011 e esta semana os três indivíduos admitiram a sua culpa. A sentença é conhecida a 6 de Setembro.

Os três homens entraram na casa da família Viana em Wakerville, Joanesburgo, a 1 de Outubro de 2011 com o objectivo de assaltarem a residência e vingarem-se da forma como a sua patroa, Geraldine Viana, 42 anos, os tratava.

O jardineiro da família, Patrick Petrus Radebe, 24 anos, o filho da sua empregada doméstica, Sipho Mbele, 21, declararam-se na terça-feira culpados de três acusações de homicídio e uma de violação cada. David Motaung, de 20 anos, declarou-se culpado da acusação de roubo.

O jornal Beeld relata os três abandonaram o tribunal sul-africano de volta às suas celas de sorriso nos lábios.

Segundo o contado pelos três acusados esta terça-feira em tribunal, Tony Viana, de 53 anos, chegou a casa, foi atacado com um taco de golfe e uma catana e ordenaram-lhe que abrisse o cofre da residência. Tony foi então amarrado e a mulher e o filho, que chegaram a casa pouco depois, foram amarrados em quartos separados.

Mbele violou então Geraldine enquanto Radebe a segurava, colocando-se em cima da sua cara. A mãe de Amaro foi depois violada por Radebe. Depois mataram-na com um tiro na cabeça com a arma do marido, que teve o mesmo destino.

Como eram conhecidos da família, os três acusados chegaram à conclusão de que iriam ser identificados por Amaro, de apenas 12 anos. "Fomos à casa de banho e abrimos a torneira. Fomos buscá-lo [ao Amaro] e pusemos-lhe uma mordaça porque ele estava a chorar. Depois metemos-lhe a cabeça dentro da banheiro, sabendo que ia afogar-se", disse o trio nos seus depoimentos.

As provas forenses indicam que Amaro foi afogado em água a ferver. Os seus pés e mãos estavam atados.

O cão da família foi esventrado porque ladrou muito durante o ataque.

A sentença será conhecida a 6 de Setembro.

Fonte

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Sinceramente não sei o porquê dos portugueses ainda ficarem neste país totalmente imerso no ódio racial contra os brancos. Será que eles não se apercebem que o seu tempo por lá acabou? Não é possível viver lado a lado com pessoas que te odeiam por seres como és (branco, negro, chinês, indiano, cigano, etc) - e não por causa daquilo que acreditas ou aquilo que fizeste.

Tal como as coisas estão, citando o blogue Dextra, "Eles contam com o silêncio de toda a grande média ocidental e com o apoio velado ou explícito de toda as classes conversadeiras nas academias, na imprensa, nos governos esquerdistas e nas ONGs ocidentais que, pelo menos desde os anos 60, fomentam o ressentimento e o ódio dos negros e outros grupos não brancos contra os eurodescendentes."

Isto faz parte da agenda marxista tendo em vista a nivelação da cultura mundial ao mínimo denominador comum. Os agentes marxistas não fazem isto porque se preocupam com os negros, mas sim como forma de destruir a identidade e a superior civilização Ocidental - tradicionalmente mais difícil de se submeter às mentiras esquerdistas.

Dito de outra forma: como não conseguem fazer a revolução com os brancos/Cristãos/Judeus/heterossexuais/etc, eles [os engenheiros marxistas] buscam outros "oprimidos" com os quais possam fazer aquilo que um dos líderes da Escola de Frankfurt tinha em mente quando perguntou: "Quem nos livrará da civilização ocidental?"

Foi uma longa espera mas parece que já há um leque enorme de "oprimidos" prontos a fazer isso mesmo.


terça-feira, 19 de junho de 2012

Discriminação contra os brancos na Austrália

Se tencionas levar a cabo um assassinato ou uma violação na Austrália, certifica-te de que não és branco, Cristão, anglófono ou heterossexual uma vez que se fores, é bem provável que a tua fiança não receba o mesmo tratamento que as fianças das pessoas que não pertencem aos grupos supracitados.

Segundo a nova lei em torno das fianças, os assassinos e os violadores vão poder aguardar o julgamento fora da prisão.

Apesar dos protestos das forças policiais, o relatório da "Law Reform Commission" emitido pelo Procurador-Geral Greg Smith recomendou também um tratamento especial nas fianças dos aborígenes, dos nativos das Ilhas Torres Strait , dos homossexuais e de todos aqueles que venham de culturas não-anglófonas.

O relatório advoga que os jovens, as pessoas com deficiências mentais ou cognitivas, os aborígenes e os nativos das Ilhas Torres Strait recebam consideração especial - e se por acaso alguma fiança for estabelecida, "qualquer vulnerabilidade ou necessidade deve ser levada em consideração."

Estas vulnerabilidades ou necessidades incluem "ter uma deficiência ou doença, ser idoso e frágil, ser duma minoria étnica ou religiosa, ser originário duma cultura não-anglófona, ou ser gay, lésbica, bissexual, transgénero ou interssexual."

Fonte

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Esta notícia revela a forma como a esquerda militante olha para as minorias étnicas, religiosas e para os grupos com "sexualidade alternativa". Para a esquerda militante, estas pessoas estão ao mesmo nível dos deficientes mentais ou pessoas com insuficiências cognitivas ou físicas; são, como dito em cima. "necessitados" ou "vulneráveis".

Ou seja, para a esquerda militante, os negros, os gays, as lésbicas, e os não-Cristãos pertencem a um grupo necessitado e vulnerável que, por si só, não conseguem prosperar. (E, obviamente, os únicos que "entendem" as "necessidades" destes grupos são os esquerdistas.)

A perda do princípio fundamental da igualdade perante a lei é um testemunho do sucesso do marxismo cultural na sua destruição dos fundamentos da superior Civilização Ocidental.

Recado para a esquerdalha: ser aborígene, negro, chinês, indiano não é uma "necessidade" ou uma "vulnerabilidade" mas sim características biológicas inatas, dignas do mesmo respeito e consideração que todas as outras. Achar que certos grupos étnicos não são capazes de olhar por si, e que, como consequência, devem receber facilidades legais, é uma atitude condescendente e paternalista por parte de quem pensa assim.

Segundo o esquerdismo, este africano e este aborígene são "vulneráveis" precisamente por serem da etnia que são.



segunda-feira, 26 de março de 2012

O genocídio aprovado pelo esquerdismo


A maior parte dos americanos lembra-se do brutal e condenável incidente que ocorreu em 1998 no Texas, onde um homem negro chamado James Byrd foi acorrentado à parte de trás duma carrinha e arrastado por ela até a morte.

Isto foi um gesto reprovável, desumano e merecedor da pena de morte por parte de quem levou a cabo tal acto de desrespeito pela Imagem de Deus presente no homem.

Como a vítima pertencia a um dos grupos protegidos dos marxistas culturais - e os agressores eram brancos - houve um clamor nacional em torno de crime - clamor esse que perdurou por alguns anos. Durante as eleições presidenciais de 2000 o evento foi desenvergonhadamente usado por motivos políticos - pelos esquerdistas, claro.

No entanto, quando as etnias são invertidas e um homem branco (Cristão, de preferência) é morto por um membro dum dos grupos protegidos da esquerda politica (minorias étnicas - excepto os cubanos e os vietnamitas na América, por votarem nos republicanos - homossexuais, feministas, etc) o silêncio impera.

Quando um grupo de negros acorrentou um agricultor branco sul-africano a uma carrinha e o arrastou pelas estradas até à morte, não houve um clamor semelhante ao clamor que houve quando James Byrd foi assassinado. Fora da sua vizinhança imediata na África do Sul, practicamente ninguém estava ciente do crime.

Eis aqui mais uma estatística: ele foi apenas mais uma das milhares de vítimas brancas da limpeza étnica que está a ser feita na África do Sul. Este processo tornou-se tão flagrante que o líder da facção juvenil do Congresso Nacional Africano reconheceu implicitamente que o regime actual leva a cabo medidas de controle político do processo.

Ele chega a dizer coisas como:

Todos os brancos são animais . . . . . Vamos reaver as nossas terras. Sem compensação.
Apesar de palavras tão óbvias, segundo o esquerdista comum, isto não é racismo. Por definição, os não-brancos são biologicamente incapazes de levar a cabo actos racistas.

Palpita-me que ele justifica estes actos com frases como "justiça redistributiva contra o opressor histórico" ou outra desculpa marxista qualquer.

O marxismo é muito apelativo às massas porque o mesmo usa uma falha comum em todos nós: permite-nos justificar os nossos falhanços apelando às supostas más acções de outros.

Se és negro e não tens dinheiro, é porque o homem branco de "oprime". Se és mulher e achas que é "injusto" tomar conta dos teus próprios filhos enquanto o teu marido trabalha para te sustentar e para sustentar os filhos que tu dizes serem dele, então estás a ser "oprimida" por ele.

Se és homossexual e sentes-te mal pela natureza dos actos que levas a cabo com dezenas de outros homens, então estás a ser "oprimido" pela heteronormalidade. Temos que destruir a sociedade para acabar com a "opressão".

Este tipo de pensamento não faz sentido nenhum para quem pensa de forma tradicional mas o revolucionário usa-se dela para juntar num só os ódios humanos e direccioná-los contra os grupos "burgueses": os conservadores Cristãos, o homem branco, os "ricos", etc.

É exactamente por isto que os racistas sul-africanos sentem-se à vontade para atacar os brancos. Enquanto eles usarem de retórica marxista para justificar os seus actos, a comunidade ocidental nada fará para por término ao genocídio do homem branco na África do Sul.

Modificado a partir do original

* * * * * * * * * * * * * * *

Entretanto, fica aqui um vídeo gráfico e perturbador.



segunda-feira, 12 de março de 2012

Os bárbaros tomam conta de Londres

"eles são cruéis, e não usarão de misericórdia"
Jeremias 6:23

Lisa Brinkworth diz-nos em poucos parágrafos como vai ser futuro da Europa.


Caminhando para casa proveniente da escola, os meus dois filhos - então com 4 e 5 anos de idade - comiam bolos Rice Krispie enquanto eu empurrava o carrinho de mão onde se encontrava o seu irmão. Normalmente a esta hora (15:30), nesta parte de Londres onde vivemos, os pavimentos estão cheios de crianças e carrinhos de mão. Esta área (noroeste de Londres), com as suas estradas com 3 vias, famílias inteligentes e boas escolas, é muito popular entre as famílias jovens.

Tínhamos acabado de passar pelo quiosque onde se vendem jornais - o meu filho com uma revista firme nas suas mãos - quando subitamente nos encontramos no meio de 12 jovens encapuçados que perseguiam uma rapariga que não parecia ter mais do que 14 anos.

Um dos jovens agarrou nela e começou a agredi-la com um guarda-chuva, mas ela conseguiu fugir. Os jovens perseguiram-na, atirando garrafas e gritando obscenidades. Parecia que eles queriam matá-la.

Agarrando nos meus filhos e empurrando de modo frenético o carrinho com a outra mão, apressei-me a levá-los para casa o mais rapidamente possível. Para horror meu, um dos meus filhos (Zach) libertou-se e inocentemente correu de volta para o sítio que era agora um palco de guerra no relvado. Ele havia deixado cair a sua revista e a mesma havia sido pisada e as suas páginas espalhadas.

Ignorando por completo o que se passava em seu redor, ele tentou recolher as páginas espalhadas ao mesmo tempo que as lágrimas escorriam pela sua cara. Assustada por ele, e à medida que mais membros de gangues se aproximavam, puxei o carrinho (e o meu filho de 5 anos) para o sítio onde Zach se encontrava.

Ouvi-me a gritar quando uma garrafa passou pouco acima da cabeça do Zach, falhando-o por milímetros, partindo-se no chão. Mais tarde encontrei cacos nos seus sapatos.

Depois disto, fiz o que nunca pensei fazer: corri, agarrada aos meus aterrorizados filhos. Totalmente em pânico, perdi o controle do carrinho de mão o que por duas vezes quase causou a que o mesmo tombasse. Os nossos bolos entornaram-se por todo o pavimento.

Obviamente que correr foi uma decisão errada uma vez que atraí a atenção dos jovens para a minha família em fuga; um dos sub-grupos perseguiu-nos ao mesmo tempo que gritavam "apanhem os brancos!".

Observando o drama a desenrolar à sua frente, os transeuntes e os locais apressaram-se a entrar nas suas casas ou a buscar protecção nas entradas das suas residências.

Chegamos a casa e eu tirei o meu filho (que chorava) do carrinho de bebé e practicamente atirei os meus filhos para dentro de casa - trancando a porta atrás de nós. As minhas pernas tinham-se transformado em gelatina e um peito sem fôlego e escaldante convenceu-me que estava a ter um ataque do coração.


(Fonte)

Quer eles queiram ou quer eles não queiram, o avanço do marxismo cultural e a importação em massa de grupos ideológicos com desdém pela ordem e cultura ocidental leva a que os nativos europeus tenham duas escolhas horríveis:

  • Ou começam a deportar os bárbaros agora ou lutam uma guerra brutal mais tarde.

Não há outra opção.

Os africanos não podem ser culpados por seguirem a cultura africana, os mexicanos não podem ser culpados por seguirem a cultura mexicana, e os muçulmanos não podem ser culpados por agirem de acordo com os ensinamentos do islão. As pessoas não se deveriam surpreender pelo facto dos não-europeus e não-ocidentais não agirem como os europeus - estes últimos domesticados através de mais de 2,000 anos de civilização ocidental.

Porque é que os não-europeus haveriam de querer adoptar comportamentos europeus? Pior, porque é que eles deveriam seguir a civilização ocidental?

Devido ao medo de serem qualificados de "racistas" e buscando formas de redenção por séculos de colonialismo, os residentes europeus permitiram que os marxistas culturais que controlam a política europeia inundassem os seus países com bárbaros.

Em vez dos europeus civilizarem os imigrantes, como foi estupidamente imaginado, os imigrantes barbarizaram de modo incremental as nações que eles invadiram em massa. Isto não deveria ser surpreende uma vez que há centenas de anos as tentativas de civilização nos seus próprios países tem falhado.

O problema não é que os africanos ou os mexicanos ou os árabes não possam ser domesticados - ou que os brancos europeus tenham o monopólio do gene da civilização.

O problema é que este processo de civilização demora tempo.

Consideramos, por exemplo, quanto tempo foi necessário para que os bárbaros brancos da Grã-Bretanha e da Germânia passassem de pagãos semi-nus, como descrito por Júlio César, para o pináculo da civilização Cristã que produziu Mozart e orquestras de câmara.

As nações ocidentais não têm o tempo necessário para transformar os bárbaros de outras culturas em grupos dispostos a respeitar a superior civilização ocidental, especialmente quando as primeiras já nem podem servir de exemplo estável e forte, havendo convidado as culturas bárbaras para dentro das suas portas.

Além disso, na sua ridícula tentativa de civilizar os bárbaros dentro das suas portas (e não nos seus países de origem), a elite esquerdista ocidental fragilizou a influência preciosa e única do Cristianismo - que historicamente desempenhou um papel determinante na civilização dos bárbaros brancos europeus.

A mulher descrita no artigo mudou-se para o campo como forma de escapar dos bárbaros encapuçados negros de Londres. No entanto, e como demonstram os dados históricos, este recuo da civilização não vai continuar para sempre uma vez que os bárbaros simplesmente irão expandir as suas disfuncionais e parasíticas culturas até que sejam contidos e forçados a recuar.

Os bárbaros agirão como bárbaros. Foi assim com os bárbaros vikings, foi assim com os bárbaros germânicos, foi assim com os bárbaros mongóis, e vai ser assim com todos os bárbaros que foram importados pelos marxistas culturais como forma de obter um bloco de votantes permanente. Os bárbaros reproduzem-se, alimentam-se e destroem. Mais nada.

A civilização Cristã precisa dum novo Jan III Sobieski. Aliás, como forma de evitar a destruição, todas as civilizações precisam do seu Qin Shi Huang ou do seu Carlos Magno. O problema é: será que a civilização ocidental merece ser salva?

A destruição da civilização ocidental prossegue como planeado.


domingo, 12 de fevereiro de 2012

Samuel L. Jackson: "Votei no Obama porque ele é preto"

Falando na edição de Março da revista "Ebony", Samuel L. Jackson afirmou que votou no socialista Barack Obama apenas e só devido a etnia comum:
Votei no Barack Obama porque ele é preto. Fiz isso porque é esse o motivo que leva indivíduos a votar em certas pessoas - porque se parecem com elas.
Aparentemente, Samuel Jackson, para além de racista, é ignorante. Se fosse verdade que os americanos votam com quem elas se identificam racialmente, Obama nunca seria eleito como presidente dos EUA uma vez que os negros americanos são apenas 12-15% da população total.

Isto significa que houve um grande número de brancos americanos que votou no Obama, apesar dele não ser branco.

O racista prossegue:

Esta é a política americana, pura e simples [Não, não é]. A mensagem do Obama não significava porra nenhuma para mim. Afinal, ele é apenas um político. Eu apenas fiquei esperançoso que ele fizesse parte do que ele prometeu fazer.

Eu sei que os políticos dizem m****; eles mentem apenas e só para serem eleitos.

Usando de forma repetida a palavra "nigger", Jackson acrescentou que a presença filosófica do Obama tem sido universalmente apelativa:
No final das contas, eles nunca iriam eleger um "nigger" (sic) .... Niggers (sic) não permitem que um branco lhes chame de mentiroso a meio dum discurso.
Isto é uma referência a uma acusação genuína que o Representante Joe Wilson fez ao Obama há cerca de um ano atrás. O tempo veio dar razão ao Representante.


Jackson continua:

Um "nigger" (sic) teria parado o discurso logo aí e perguntado 'Quem foi que disse isso?'

Espero que o Obama se torne mais assustador nos próximos 4 anos visto que ele não vai ter que se preocupar em ser reeleito.

Defendendo o uso da expressão tabu "nigger", Jackson disse:
Essa palavra tornou-se parte do meu vocabulário quando nasci . . . . Era usada na minha casa com frequência . . . . Conheço a palavra "nigger" (sic) como uma admoestação, um carinho, uma crítica e uma injúria. Como tal, eu uso-a. Não a evito.

Não tenho problemas com ela nem com as pessoas que a usam. Eu uso-a sempre no seu respectivo contexto, tal como ela foi usada em referência a mim.

Fonte

. . . . . . .

Como se pode ver pelas palavras do Jackson, há pelo menos um tipo racismo que é socialmente aceitável dentro duma cultura dominada pelo esquerdismo. Se um actor branco dissesse que votou no McCain só porque ele é branco, isso provavelmente seria o fim da sua carreira. No entanto, como o racismo exibido no texto provém dum dos grupos "protegidos" pela esquerda política, o mesmo é tolerado pelas órgãos de informação esquerdistas.

Isto tem muito a ver com a teoria da "tolerância selectiva" proposta pelo marxismo cultural. Segundo esta ideologia, a tolerância só se aplica a ideologias que podem directa ou indirectamente avançar com o movimento revolucionário. Se uma forma de pensar for contrária ao movimento revolucionário, ela deve ser vítima de intolerância e crítica, mesmo que seja verdade.

Por exemplo, se um conservador diz que uma desproporcional percentagem do crime norte-americano é levado a cabo por membros da etnia negra, ele vai ser vítima de críticas e ataques pessoais, apesar disto ser factual.

Se um homem disser que, em média, os homens são melhores que as mulheres em algumas áreas da vida social e profissional (sendo as mulheres melhores em outras), isto será visto como "sexismo" e "descriminação", apesar de ser uma verdade auto-evidente. Não se pode criticar a "igualdade" entre os sexos e nem a "igualdade" entre os comportamentos raciais porque o avanço do marxismo cultural depende destas mentiras.

Por outro lado, se um esquerdista acusar a Michelle Bachman ou a Sarah Palin ou o conservador negro Allen West de serem mentirosos, racistas e ignorantes, este tipo de atitude será desculpabilizada pela esquerda política visto que este comportamento ajuda o movimento revolucionário (críticas ao conservadorismo).

Por estas é que o Padre Paulo Ricardo diz o que diz neste vídeo.

Disto se deduz o que já se sabia: a palavra dum revolucionário não vale nada.



domingo, 11 de dezembro de 2011

Justiça social no Zimbabwe: presidente negro vai "confiscar" terras na posse dos brancos e supostamente entregá-las aos negros


O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, de 87 anos, anunciou neste sábado (10/12) que vai confiscar todas as terras em posse de fazendeiros brancos no país e distribuí-las a zimbabweanos negros.

Num comunicado distribuído aos membros de seu partido, o Zanu-PF, Mugabe, que está no poder desde 1980 e já anunciou a vontade de continuar no cargo nas próximas eleições, disse que terminará o polémico processo de reforma agrária iniciado em 2000, devolvendo as terras a “seus verdadeiros proprietários”, de acordo com o jornal oficial The Herald.

"Polémico"? Isso era antigamente. Hoje em dia, na era do "hope and change" e do politicamente correcto, não há nada de "polémico" em roubar terras aos brancos e entregá-las aos negros. Só seria polémico se fosse o revert as pessoas roubadas forem negras e as os beneficiários forem brancos. Nesse caso, sim, já há "polémica".

"O Zimbabwe não poderá ter uma democracia real e durável enquanto as suas reservas naturais permanecerem nas mãos de estrangeiros e servirem os interesses e as economias estrangeiras", diz o texto assinado pelo ditador. Ou seja, segundo este ignorante socialista (pleonasmo) verdadeira democracia depende do furto baseado na etnia.

Actualmente, existem pouco menos de 200 propriedades rurais em posse de brancos no Zimbábue. Desde 2000, mais de 4 mil fazendeiros perderam suas terras e tiveram que deixar o país. Foi a partir daí que se intensificou uma grave crise económica e humanitária, com hiperinflação em desemprego em massa.

Ou seja, desde que o socialismo tomou conta do país, este mergulhou numa crise económica grave.

Ex-colónia britânica, o Zimbábue tem também uma das maiores taxas de infecção pelo vírus do HIV no mundo.

Desde 2009, após eleições permeadas por acusações de fraude, Mugabe se viu forçado a governar junto a seu rival político, Morgan Tsvangirai, líder do Movimento para a Mudança Democrática, uma coligação que promoveu certa estabilidade económica ao Zimbábue a década de crise financeira.

Entretanto, este socialista tem um recado para os Amigos do Ânus Alheio (AAA):

Essa não é a única polémica recente envolvendo o ditador do Zimbábue. Em Novembro, ele disse considerar "satânica" a proposta do primeiro-ministro britânico David Cameron de cortar ajuda financeira aos países que não reconhecem os direitos dos homossexuais.

"É ainda pior e satânico quando vemos um primeiro-ministro como Cameron declarar que os países que querem a ajuda britânica devem aceitar a homossexualidade", considerou o presidente.

Além disso, Mugabe se dirigiu directamente à comunidade gay: "Não se sintam tentados. Vocês são jovens. Se seguirem esse caminho, serão castigados de maneira severa". E acrescentou que aqueles que "escolhem esta opção sexual são piores que os porcos e os cachorros".

Assume-se, portanto, que não há nada de "satânico" em roubar e matar brancos como forma de confiscar as suas terras.

Esperamos ansiosamente que a comunidade internacional castigue de forma severa este socialista pelo seu racismo e pela sua homofobia. Será que ele não sabe que o esquerdismo defende os AAA ? Ainda há pouco tempo ficamos a saber que o socialista Obama vai usar dinheiro público para promover a homossexualidade EM TODO O MUNDO.

Não é "curioso" que, enquanto os socialistas não estão no poder, eles sejam totalmente a favor dos AAA mas quando chegam ao poder total (Mugabe) não se preocupem muito com esse "estilo de vida" ?

Até parece (dare I say it?) que a promoção da homossexualidade no ocidente é só uma manobra política até se chegar o poder.

Mas nós sabemos que não é nada disso. Os socialistas têm uma preocupação genuína com os homossexuais. Em caso de duvida, perguntem ao Mugabe.

Fonte


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Rapazes com etnia esquerdisticamente correcta agridem rapariga deficiente

[[ACTUALIZAÇÃO: Como seria de esperar, a YouTube retirou o vídeo por "incitação ao ódio" ou outra estupidez qualquer. Não se entende como o visionamento dum vídeo onde uma rapariga branca é espancada por rapazes negros é "incitação ao ódio".

Mas ei-lo aqui de novo.]]

Se isto fosse ao contrário - isto é, se um grupo de rapazes brancos agredisse uma deficiente negra - os média tentariam usar esse incidente para atacar o homem branco, como fazem sempre.

Mas neste caso, como os agressores fazem parte dum dos grupos protegidos pelos esquerdistas, os média (controlados pelos esquerdistas) vão ignorar este horrível incidente.

Os culpados desta incidente nojento são os perpetradores do crime em si, e a esquerda política - que desculpa o mau comportamento dos grupos cujos votos eles querem controlar.

Numa sociedade normal, estes jovens seriam presos e lançados na prisão. No mundo actual, graças à propositada perversão da moral levada a cabo pela esquerda política, estes grupos sociais estão perfeitamente à vontade para levar a cabo ataques a deficientes em plena luz do dia.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Mulher que fez comentários racistas no metro de Londres vai passar o Natal na prisão

Após uma audiência em tribunal a mulher foi acusada de desestabilização da ordem pública agravada devido aos comentários de natureza racista, escreve o “The Guardian”.

A britânica, de 34 anos, foi filmada gritando frases racistas às pessoas que viajavam com ela no metro, no sul de Londres, enquanto segurava no colo um menor.

A mulher, identificada como Emma West e moradora em New Addington (sul de Londres), chorou em tribunal enquanto os magistrados assistiam às imagens do que se passou no metro. O vídeo já foi visto mais de 11 milhões de vezes desde que foi colocado online, no dia 27 de Novembro.

A mulher vai agora passar o Natal da prisão depois de lhe ter sido negada a saída mediante pagamento de caução. No dia 3 de Janeiro Emma West será novamente ouvida em tribunal.

Entretanto, as 4 muçulmanas negras que espancaram uma rapariga branca ao mesmo que gritavam palavras racistas, vão passar o Natal (que elas não festejam) em casa com a família. Mais um bom exemplo em como as noções de "igualdade" do marxismo cultural/politicamente correcto são distintas das noções que o resto da humanidade usa.

Fonte


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Aborígenes loiros vencem concursos politicamente correctos

Num mundo controlado por esquerdistas racistas a única forma de avançar na vida é pertencer a um dos grupos "protegidos" da esquerda política. Perante esta situação, o que é que o homem branco pode fazer?

Na Austrália, eles adaptam-se:

O académico legal Mark McMillan venceu um dos prémios mais ricos direccionados aos estudantes aborígenes -- a "Fulbright Indigenous Scholarship".

Com então aborígene, certo?

Eis aqui uma foto do McMillan:

Se ele pode passar por um aborígene, por que não por uma mulher negra?

McMillan foi mais longe; ele venceu também a "Black Women’s Action in Education Foundation Scholarship", originalmente dirigida à educação de mulheres negras e não homens brancos.

O beneficiário sortudo do espólio politicamente correcto explica como ter a aparência dum homem branco normal torna-o ainda mais na oprimida mulher negra aborígene:

Sou um aborígene australiano loiro, com olhos azuis e com pele clara.

Quando era criança, eu cresci à espera que todos tivessem uma aparência semelhante à minha - loiro e com olhos azuis.

Claramente, as minhas ideias ingénuas sobre como os aborígenes se "deveriam" parecer estavam erradas. Mas, ser aborígene, branco e loiro para mim era normal e como tal eu cresci num mundo onde era tratado como "normal".

O que ainda impedia o meu crescimento de uma pessoa jovem para um adulto era a questão de identidade. Eu era um homem negro branco . . . . Eu estava a tornar-me numa vítima.

Por incrível que pareça, esta argumentação atinge um ponto fulcral -- e funciona. Evidentemente que MacMillan tem alguém aborígene algures na sua árvore genealógico. Não se sabe ainda como é que ele convence outras pessoas de que ele é uma mulher, mas ele declara-se como "orgulhosamente gay".

McMillan não é o único a usar esta táctica.

O académico Danie Mellor, venceu esta semana o nosso mais rico prémio destinado a artistas aborígenes - o prémio Telstra ($40,000).

Eis aqui o "aborígene" Danie Mellor:

(Fonte)


O racismo esquerdista leva-nos a situações onde as pessoas que não pertençam aos "grupos protegidos" tenham que fazer coisas ridículas como as manifestas em cima.

No entanto, convém ressalvar que o ridículo não é só eles aplicaram-se para estes prémios (e vencerem), mas sim como o estatuto de "grupo protegido" faz com que aquilo que supostamente deveria ser combatido (o racismo) seja exacerbado.

Criar prémios destinados só a uma etnia ou raça é racismo. O que é que os esquerdistas esperam conseguir com isso?

Se amanhã se criar um prémio científico destinado só ao homem branco, não será isso racismo? Então algum esquerdista pode explicar como criar prémios destinados a todos MENOS ao homem branco não constitui racismo?

terça-feira, 18 de outubro de 2011

França: 5 norte-africanos atacam casal branco

Obrigado ao rafael123montovani pela sugestão.

Sem dúvida que o SOS Racisme foi contactado e notificado deste óbvio caso de crime de ódio.

Certo? Certo?!!

Claro que não. Só é "racismo" quando os grupos protegidos da esquerda política são as vítimas. Quando os brancos ou os Judeus ou os Cristãos ou qualquer outro grupo que não se alinha com a esquerda política é vitima de violência e/ou descriminação, grupos esquerdistas como o SOS Racisme ignoram esses casos.

A ideologia toma preeminência sobre a moralidade.

A noção do multiculturalismo, criada sob a fachada de que as várias culturas podem co-existir de modo pacífico, é estrondosamente falsificado com a intolerância islâmica em relação aos não-muçulmanos.

Como tudo na vida, há boas culturas e há más culturas. Uma cultura que ensina que as mulheres podem ser espancadas pelo marido (Alcorão 4:34) é uma má cultura. Por outro lado, uma cultura que ensina “Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a Si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25) é sem dúvida superior.

Mas não para os multiculturalistas. Para este grupo ideológico, e apesar das evidências em contrário, ambas as culturas são igualmente válidas. Mas os multiculturalistas que pensam assim são os idiotas úteis (usados para propagar a fé multiculturalista). Os arquitectos do multiculturalismo (os ideólogos) sabiam desde o princípio que a harmonia ocidental seria destruída mal se importassem milhões de pessoas não assimiláveis.

É por isso que a presença islâmica na Europa é algo defendido pela esquerda política. Para eles, quanto maior for a influência islâmica na Europa, menor é a influência Cristã. Os esquerdistas esperam assim reinar sobre a confusão como donos e senhores.

O que eles não sabem é que essa confusão também lhes vai atingir uma vez que o islão, ao contrário do Cristianismo, não é uma força de regeneração espiritual e social mas sim uma ideologia política.

Devido a isso, quando os muçulmanos forem em número suficiente na Europa, eles vão dar aos esquerdistas europeus o mesmo tratamento que os muçulmanos iranianos deram aos comunistas iranianos:

After the failure of the “Amol Uprising” the group [Union of Iranian Communists] went through a difficult period with most of its leadership and cadres arrested or killed.

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