sábado, 2 de Abril de 2011

Esquerdistas usam os muçulmanos como desculpa para a sua intolerância anti-Cristã

Este site informou-nos no ano passado que, não só os oficiais da escola "St. Peter Head Start" erraram ao terminar com as visitas do pai natal às salas de aulas, como erraram ao colocarem os somalis que vivem na comunidade sob intenso criticismo. Dois somalis de Mankato, que vivem na área num total de 23 anos, dizem que isto é muito injusto.

Fanah Adam, que tem tem filhos na escola , disse que o respeito pelas diferentes culturas e costumes é uma via de dois sentidos - um conceito que foi manchado aquando da proibição das visitas do pai natal alegadamente devido a queixas por parte de algumas famílias. Fanah Adam afirma que:

O pai natal e as tais famílias somalis não foram responsáveis pela decisão: os administradores da escola Head Start é que decidiram por si mesmos acabarem com as visitas.
Ahmed e Adam temeram que a reacção anti-Somali que se poderia gerar nos sites comentados e nos fóruns pudesse ser um terreno fértil para "crimes de ódio".

Dennis Jackson, o homem que desempenha o papel de pai natal nessa escola há quatro anos, foi notificado pelos directores da escola que as suas aparições poderiam ser contra os desejos de algumas pessoas. Não lhe foram dados mais detalhes.

Chris Marben, que coordena a agenda dos programas através da "Minnesota Valley Action Council", disse o seguinte:

Temos algumas famílias somalis no programa e nós estamos a respeitar os desejos das famílias.
Ela não disse quantas pessoas levantaram objecções à presença do pai natal e nem declarou se as famílias somalis se opuseram de modo específico a tais presenças.

Resumindo: os responsáveis pelo programa escolar natalício terminaram com as visitas do pai natal porque isso "poderia ofender" os pais muçulmanos que possuem filhos nas escolas. Quando consultados, esses mesmos muçulmanos declararam não ter problema nenhum com as visitas do pai natal. Daí se infere que os directores escolares provavelmente mentiram ao usarem os muçulmanos como desculpa para o término da visita natalícia.

Os esquerdistas estão sempre a inventar formas através das quais um grupo PODE ficar "ofendido" com símbolos Cristãos. Porque é que estes raivosos contra Cristo não se revelam de forma aberta em vez de usarem pessoas de outras confissões para esconderem a sua intolerância ao Cristianismo?

Nós sabemos que eles desprezam as sensibilidades religiosas (alheias) portanto, para quê esta pretensão de preocupação? Talvez porque seria difícil manter a aura de neutralidade religiosa em relação ao Cristianismo se a população se apercebesse do que, mesmo assim, é bastante óbvio: os esquerdistas na verdade não são contra a religião mas sim contra o Cristianismo. Sempre que virmos um esquerdista a falar da "guerra" entre a "religião" e a "ciência", ele está a falar do Cristianismo e não do Budismo, do Hinduísmo ou do Confucionismo.

A sua lógica é quase sempre a mesma: "tirem este símbolo Cristão daqui senão um membro de uma fé qualquer pode-se sentir ofendido por ele". Invariavelmente, são os esquerdistas que se ofendem com tais símbolos Cristãos, mas como não podem revelar a sua intolerância ao Cristianismo, eles usam um outro grupo qualquer como desculpa.

Veja-se o que a Associação dos Zangados com Deus (mais conhecida por Associação "Ateísta" Portuguesa) disse em relação à decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em permitir que as escolas da Itália (país com população maioritariamente Cristã) mantivessem crucifixos nas suas salas de aula:

A Associação Ateísta Portuguesa (AAP), regozijou-se em Novembro de 2009, com a decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, proibindo os crucifixos nas escolas, considerando-os susceptíveis de perturbarem “as crianças de outros credos” e tendo, por isso, condenado a Itália.
Se forem vêr o que originou a que este caso chegasse ao Tribunal Europeu, constatarão que foi uma militante ateísta (e não o pai ou mãe duma criança "com outro credo") quem se insurgiu com a presença de símbolos cristãos numa sala de aula dum país de maioria Cristã.

(Podem vêr uma refutação à palhaçada dos militantes ateus neste post do Jairo)

Portanto, com acções como esta, os esquerdistas atraem o ódio da população Cristã contra o grupo que eles alegadamente estão a tentar "ajudar".

Esta mentalidade da "guerra de classes" é demoníaca e geradora de ressentimento, mas como sabemos, é esse o propósito do marxismo cultural.

1 comentário:

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