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sábado, 30 de junho de 2012

Sinisterismo: Religião Secular da Mentira

O livro de Bruce Walker "Sinisterism: Secular Religion of the Lie", é apresentado como uma proposta para se "olhar para o que nós chamamos de ideologia política," rejeitando palavras como "revolucionário" ou "reaccionário", ou ainda "Esquerda" e "Direita".

Esta não é uma análise nova em torno das teorias políticas, havendo já sido aludida por Ayn Rand. Para além disso, nos anos 70 Robert Ringer atacou a esquerda e a direita americana como "demopublicanos" - embora ele o tenha feito sem as conotações religiosas que Walker introduz.

Walker começa com uma tese geral:

A raça humana é composta por dois grupos de pessoas: um grupo é aquele que busca o poder - de modo justo ou (preferencialmente) de modo desonesto - e o outro grupo somos todos nós, o resto da humanidade, pessoas normais e decentes que apenas querem viver a sua vida sem possuir os corpos, as mentes, as possessões ou as almas dos outros.
Com isto, ele une num só todos os grupos que buscam o poder - uma forma de pensar também usada pelos Objectivistas e pelos Libertários.

Depois de atacar a dicotomia "esquerda-direita" como não tendo sentido algum, ele tenta projectar a maior parte do conflito politico actual como uma guerra contra os Judeus e os Cristãos uma vez que a sua fé baseia-se em certos princípios éticos e morais que interferem com a fome de poder que caracteriza os sistemas autoritários e as tendências sociais que conduzem a eles.

A estas tendências sociais e a estes sistemas sedentos de poder Walker dá o nome se Sinisterismo, definido como uma religião sem Deus e em guerra contra a genuína fé.

A maior parte do que Walker discute está declarado na frase "Religião Secular da Mentira", que faz parte do título. O que isto parece indicar é o simples facto de que, como forma de obter e manter o poder, os líderes usam de decepção.

Isto é primeiramente ilustrado referenciando o livro de George Orwell "1984", com o seu famoso lema governamental "Liberdade é Escravidão".

O seu ponto é o de mostrar como, com a simples alteração do significado que as pessoas associam às palavras ou aos conceitos, muda-se a sua forma de pensar e a forma de olhar para o mundo. Repete isso de forma eficiente e terás o controle da população.

Uma discussão infelizmente breve é feita em redor da forma como isto foi feito na URSS, mas muito pouco é dito sobre a forma como isto está a ser feito nos Estados Unidos com o declínio dos padrões educacionais e o relativismo moral.

Ambos os tópicos necessitam de maior exposição no contexto do século 21.

Em vez disso, Walker leva-nos para o mundo das seitas do poder de Hitler, Mussolini e Estaline, com especial ênfase na Alemanha Nazi e na Itália Fascista. Aqui, ele mostra como a maior parte do registo histórico foi enlameado por educadores e historiadores que ignoram o que foi escrito durante nos anos 1930 - que demonstram que a maior parte do que fomos levados a acreditar não é verdade.

Os Nazis não são Fascistas e a Alemanha Nazi nem sempre foi inimiga mortal do regime de Estaline. O pacto de não-agressão entre Alemães e Soviéticos fica, assim, muito bem explicado; a fome de poder dos sistemas políticos, que eram tão similares apesar das suas fachadas distintas, torna-se óbvia.

Depois de discutir estes tópicos com grande detalhe, Walker dá início à examinação da relação Judaico-Cristã através da História, começando em Roma, passando pela Idade Média e acabando na 2ª Grande Guerra. Como um realista, Walker assevera que os Judeus e os Cristãos não são diferentes do resto da humanidade - capazes de fazer o bem e fazer o mal, cometer erros e corrigirem-se a eles mesmos. Ele sugere que, em jeito de análise, houve mais coisas boas do que coisas más, o que provavelmente está correcto.

Particularmente importante é o seu tratamento da posição da Igreja Católica durante a Idade Média, que se diferenciava do comportamento dos oportunistas políticos e dos líderes mafiosos.

De modo breve ele discute o mito da Espanha tolerante durante a ocupação muçulmana, o papel dos Cristãos no avanço científico e a sua contribuição na ascensão do método cientifico moderno.

Ainda mais importante é a secção contendo a discussão de Walker em como o declínio da fé Cristã, e o aumento da imoralidade - durante os finais do século 19 e princípios do século 20 - permitiram que o Nazismo chegasse ao poder. De forma cuidada e detalhada, Walker mostra como os Nazis perseguiram os Cristãos da mesma forma que perseguiram os Judeus uma vez que no seu âmago, o Nazismo era uma religião secular - venerando o homem no lugar de Deus.

Walker ilustra também a íntima ligação entre o Nazismo, o Islão e, de certa forma, o Hinduísmo militante.

Esta discussão culmina numa examinação de assuntos em torno do bem e do mal na sociedade, e como segundo esta metodologia, a psicologia é a forma errada de examinar o comportamento de pessoas como Hitler.

Embora mais uma vez isto nos leve de volta para algumas investigações históricas, consequentemente isto leva-nos para o estudo do que está no cerne da questão, isto é, a relação entre o poder e o abuso. Isto culmina numa discussão em torno do porquê os regimes sedentos de poder não gostarem da religião Judaico-Cristã e da forma como eles propagam os mitos de ódio para os seus próprios propósitos.

Walker finaliza cobrindo a relação Judaico-Cristã nos Estados Unidos, alguns factos em torno dos Puritanos, e a relação entre vários Pais Fundadores com o Judaísmo e o Cristianismo.

Fonte

* * * * * * *

Este ódio que os totalitários e "revolucionários" nutrem pelo pela fé Judaico-Cristã não é acidental, coisa que mesmo os não-esquerdistas e não-Cristãos certamente já notaram. Existem princípios Bíblicos que jogam contra a sede de poder dos ditadores, sendo o mais óbvio a existência Duma Autoridade Moral acima do Estado. Como os sedentos de poder querem para si o papel de "autoridade suprema" [algo que muitos deles não são tímidos em afirmar], a noção de Alguém acima do Estado é perfeitamente repugnante.

Aqui o crítico pode afirmar que o islão - que Walker coloca do lado dos sinisteristas - também acredita que o seu deus está acima do Estado, mas isto não é assim tão linear. No islão, o líder (califa) da comunidade muçulmana ("Ummah") é também o líder religioso. Ou seja, no islão, não há maior autoridade que o califa porque ele, supostamente, já está a fazer o que o deus do islão ordena. No islão não há "divisão de poderes"; todo o poder está na mão do califa ["Estado"].

Levando isto em conta, é fácil entender o fascínio que Hitler nutria pelo islão:

Foi nosso infortúnio estarmos sob a religião errada. A religião maometana seria muito mais compatível connosco do que o Cristianismo. Porque é que teve que ser o Cristianismo com a sua mansidão e flacidez?

Adolfo Hitler - 28 de Agosto de 1942

Como consequência do seu apreço pelo islão, Hitler desdenhou um dos momentos mais importantes da História europeia apenas e só porque a superior civilização ocidental foi salva da invasão maometana quando Carlos Martel derrotou os seus exércitos na Batalha de Tours:
Se Carlos Martel não tivesse sido vitorioso em Poitiers - como sabes, o mundo havia já caído nas mãos dos Judeus; o Cristianismo é uma coisa sem força! - então provavelmente nós teríamos sido todos convertidos ao maometanismo (islão), a fé que glorifica o heroísmo e abre o 7º Céu apenas e só para o guerreiro valoroso.

Se as coisas tivessem evoluído assim, as tribos Germânicas teriam conquistado o mundo. Apenas o Cristianismo impediu-os de fazer isso. (Adolfo Hitler - 28 de Agosto de 1942)



segunda-feira, 2 de abril de 2012

Quem é mais susceptível de se opôr ao totalitarismo?

Antes de entregares a tua alma ao grupo "a religião envenena tudo", lê o que Robert Higgs escreve neste artigo.

Dediquei muito do meu trabalho de investigação ao estudo do Estado - a sua natureza, o seu crescimento e a sua relação com outros aspectos da vida.

Fui repetidamente atingido por um facto específico em torno de situações de expansão súbita ou extraordinária do Estado: quando os eventos s atingem um ponto crítico, aqueles que oferecem resistência - muitas vezes com a sua vida - tendem a ser pessoas com fé religiosa.

Na História dos EUA este grupo incluiu primariamente Anabaptistas, Testemunhas de Jeová e outras marginalizadas denominações Protestantes. Na Alemanha nacional-socialista, muitos dos opositores do regime eram Católicos Romanos, tal como o eram os polacos que se opuseram ao domínio comunista.

Os ateus como classe não se distinguiram como resistentes à tirania ou ao totalitarismo - embora alguns ateus individuais tenham oferecido resistência..

Claro que alguns do mais terríveis regimes [da História] - a União Soviética, a China comunista, a Coreia do Norte, [...] - tinham o ateísmo como parte integral da filosofia oficial do regime, e na Alemanha a Nacional-Socialista virtualmente nacionalizou muitas das igrejas Protestantes.

Os meus estudos deixam-me pessimista em relação às perspectivas de sobrevivência das sociedades livres, em parte devido a relação acima descrita. Quando os tiranos se apropriam do poder - normalmente em alturas de emergência - e usam a força para manter as pessoas em linha, apenas algumas pessoas com fé religiosa oferecem resistência (em vez de se tentarem aproveitar da situação).

Na maior parte do mundo [ocidental] a cultura moderna é em larga escala secular e mesmo anti-religiosa. Sem uma crença fundamental suficientemente forte para resistir até à morte, é pouco provável que resistência eficiente seja erigida.

Os piores chegarão ao topo, tal como F. A. Hayek avisou, e não prevejo que os membros da elite sejam outra coisa que não ateus devotos (embora em algumas sociedades como os EUA os tiranos possam fingir possuir fé religiosa).

Espero que a minha análise esteja errada visto que as implicações não são encorajadoras para aqueles que amam a liberdade e esperam que ela perdure.

* * * * * * *

A implicação da análise do Robert Higgs é óbvia: se os grupos sociais mais susceptíveis de oferecer resistência aos tiranos são aqueles que se identificam com a moral Cristã, o que é que aqueles que tencionam o poder total farão aos mesmos?

Imagina que tu tencionas levar a cabo um golpe de estado bem sucedido, e, com isto, obter e manter o poder absoluto nas mãos dum restrito grupo de pessoas - tradicionalmente na tua família. Se soubesses que um grupo ideológico específico é mais susceptível de oferecer resistência aos teus planos e, por consequência, galvanizar o resto da sociedade contra ti, como é que tratarias esse grupo?

Tendo isso em conta, observa estes textos:

É difícil não reparar no padrão.

Conclusão:

Se és um ditador e queres manter o poder - ou se és alguém com planos para obter poder absoluto - o melhor que tens a fazer é reduzir a influência do Cristianismo.

Como fazer isso? Avançando com a agenda gay, com o feminismo, com o aborto, com o multiculturalismo e com tudo o que possa ser usado para atacar o Cristianismo histórico.

Se isso não funcionar, faz o que Hitler fez: infiltra-te nas igrejas e subverte-as a partir do interior.

O terror dos tiranos.



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Carteiros ingleses recusam-se a distribuir literatura Cristã

Funcionários postais ingleses recusaram-se a distribuir CDs com leituras da Bíblia depois de qualificarem-no de "material ofensivo". Várias igrejas haviam pago a produção dos discos (com gravações do Evangelho de São Marcos) como forma de celebrar o 400º aniversário da tradução "King James Bible".

Estava agendado que os CDs fossem entregues em todas as casas da "Channel Island of Jersey" mas o líderes eclesiásticos ficaram perplexos quando lhes foi dito que os funcionários postais não fariam o seu trabalho e entregar os 45,000 CDs. Supostamente a entrega de literatura Cristã seria ofensiva para algumas pessoas (isto é, muçulmanos e esquerdistas).

Felizmente, alguns voluntários disponibilizaram-se para distribuir os CDs provando mais uma vez que a existência dum governo coercivo é muito menos importante do que fomos levados a acreditar.

Entretanto, ficamos a saber que os burocratas defendem-se que foi tudo um "erro".


Este exemplo mostra que a força de mudança da sociedade é o povo conservador e moral. O governo, independentemente do seu tamanho, não tem forma de fingir ser democrático ao mesmo tempo que se recusa a garantir a liberdade de expressão e a liberdade religiosa.

Outra coisa que este incidente mostra é o quão profunda tem sido a corrosão marxista cultural na sociedade inglesa. Por enquanto, distribuir a Bíblia é "ofensivo". Quanto tempo mais até a posse duma Bíblia ser punível pela lei? Cinco anos? Dez anos? Dois anos?

Literatura ofensiva.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Secularista inglês para os religiosos: se não gostam da nossa definição de igualdade podem-se ir embora!

O Rabino-Chefe lorde Sacks afirmou que as tentativas de imposição de um modelo de igualdade "único" sobre as organizações religiosas está a corroer as liberdades religiosas. Ele avisou que tais acções na Grã-Bretanha podem trazer de volta a atmosfera que levou a que muitos ingleses abandonassem o país em busca de liberdade religiosa.

Os comentários de Sacks foram bem recebidos pelos grupos de liberdade religiosa Cristãos, mas atacados pelos representantes dos grupos anti-religiosos.

Preocupação.

O Rabino-Chefe falava perante o Comité Selecto da Casa dos Comuns juntamente com representantes da Igreja de Inglaterra, a Igreja Católica e o líder da Associação Humanista Britânica (militantes ateus).

Sacks disse que partilha da preocupação real dos líderes Cristãos, e concordou que aqueles que tentam impôr o modelo de igualdade e anti-descriminação sobre as organizações religiosas estão a destruir a liberdade religiosa. Ele acrescentou ainda que a Inglaterra caminhava para trás no tempo, para a altura do Mayflower quando muitos abandonaram o país "para encontrarem liberdade religiosa noutros sítios".

Imposição.

Bernard Jenkin MP, que liderou o Comité, avisou também que um "absolutismo humanista" seria "tirânico".

Andrea Minichiello Williams do grupo "Christian Concern" recebeu os comentários do Rabino-Chefe com agrado. Ela disse:

Tem havido uma significativa limitação da liberdade religiosa devido à cultura da "igualdade" e a imposição do politicamente correcto sobre o público.
Ela disse ainda que isto é "uma consequência inevitável do secularismo, que promete uma utopia mas dirige a sociedade para uma tirania" e acrescentou que não só o secularismo não é neutro como pune os dissidentes."

Mas Terry Sanderson, militante ateu e presidente do grupo "National Secular Society" (NSS), disse que as leis da igualdade que Sacks "ataca são uma conquista maravilhosa e algo que a maioria das pessoas - incluindo muitos Judeus - recebem como algo progressivo, justo e fortemente ansiado".

O militante ateu Sanderson acrescentou que o Rabino-Chefe era "egoísta, egocêntrico e politicamente motivado".

Uma das coisas que nós podemos ter a certeza em relação aos esquerdistas é que nós podemos saber o que eles geralmente são (ou tencionar fazer) pelas acusações que eles fazem aos religiosos - em especial aos Cristãos. Os militantes ateus é que geralmente são os "egoístas, egocêntricos e politicamente motivados".

Sanderson continuou com a demonstração do seu totalitarismo ao escrever no site da NSS:

A minha mensagem para o lorde Sacks, Andrea Minichiello Williams, Lord Carey, o Christian Institute e todos os outros choramingas é: se vocês realmente pensam que a vida neste país é intolerável e querem ir para outro sítio onde os vossos preconceito - digo, liberdades religiosas - podem ser expressas sem oposição, deixem-me citar uma canção do filme West Side Story: I know a boat you can get on. Bye-bye.’”

É sempre bom falar com "adultos" que consideram "vai-te embora!" como uma forma válida de argumentação.

Se vocês forem lêr o que o militante ateu escreveu no seu site, sem dúvida que irão observar o tom raivoso que ele usa para classificar as palavras do Rabino-Chefe.

Paralelamente, o militante diz que as leis da "igualdade" (que são uma fabricação monumental uma vez que a homossexualidade não é igual à heterossexualidade) estão feitas de forma a "proteger" os homossexuais. Mas quem é que protege os Cristãos e os Judeus das leis da "igualdade"?

O mentiroso diz ainda que o Rabino se deveria sentir "sortudo" por viver num país secularizado e "tolerante" como a Inglaterra. Isto é totalmente orweliano, especialmente quando sabemos que essas leis da "igualdade" estão a ser usadas PRECISAMENTE para promover a intolerância e remover os verdadeiros direitos humanos dos Judeus e dos Cristãos religiosos.

Quem não se lembra da psicóloga Cristã que pode perder a sua carteira profissional por ter oferecido ajuda REQUISITADA a um homossexual, depois deste ter mentido e dito que precisava de ajuda para abandonar o seu estilo de vida auto-destrutivo?

Quem não se lembra do casal inglês, Peter and Hazelmary Bull, vítimas das leis da "igualdade" por se recusarem a violar os seus preceitos religiosos acomodando 2 homens no mesmo quarto, quando o seu estabelecimento só reconhece como "casal" um homem e uma mulher?

Portanto, as palavras do Sanderson são pura mentira. Ele sabe bem que as leis da igualdade tem como propósito acabar com a liberdade religiosa, e é precisamente por isso que os secularistas as fomentam com tanto vigor.

Se não fosse o aspecto anti-Cristão das leis da "igualdade", os humanistas não veriam nelas qualquer tipo de utilidade.

Símbolo Tolerante e Secular

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Casamento reduz pobreza infantil em dois terços

Se o que esta notícia diz é verdade, então todos aqueles que lutam para a redução da pobreza deveriam-se focar em promover famílias mais fortes e funcionais para assim lutarem de forma eficiente.

No entanto, como todos sabemos, os esquerdistas não estão interessados em reduzir a pobreza mas sim em ter o poder nas suas mãos, mesmo que para isso seja necessário lutar contra a mais importante estrutura social: o casamento (não confundir com o gaysamento).

Quem quer reduzir a pobreza, propõe medidas que solidifiquem o casamento. Se alguém propõe medidas que enfraquecem a estrutura familiar, então esse alguém não quer reduzir a pobreza.


WASHINGTON, EUA, 30 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — O Instituto de Pesquisa de Religião e Casamento (IPRC) do Conselho de Pesquisa da Família divulgou na sexta-feira um resumo do documento que mostra que o bem-estar econômico dos Estados Unidos tem forte relação com o casamento.
O documento, intitulado Casamento e Bem-Estar Econômico, mostra que casais casados estão em melhor situação econômica do que as pessoas em qualquer outra estrutura de família. O documento relata que só 5,8 por cento das famílias casadas estavam vivendo em pobreza em 2009.
“Essa pesquisa documenta claramente o motivo por que o casamento é uma parte importante e fundamental da sociedade”, comentou o Dr. Pat Fagan, diretor do IPRC. “Ter a segurança do casamento em que criar crianças é vital para se reduzir a dependência nos programas de assistência social do governo que custam pelo menos 112 bilhões de dólares anualmente aos cidadãos que trabalham e pagam impostos”.
A análise mostra que os homens casados tendem a ter históricos empregatícios mais estáveis e ganham, em média, quase 30 por cento a mais do que outros homens que não são casados. O casamento também influencia as mulheres e crianças de forma positiva. As mulheres casadas têm menos probabilidade de viverem vidas destituídas, e crianças de famílias casadas têm mobilidade econômica mais forte do que os adultos.
Fagan apontou para o custo imenso do divórcio na sociedade, notando: “Se o governo se comprometesse a reduzir a desintegração da família em apenas 1 por cento, os cidadãos que pagam impostos teriam uma economia aproximada de 1,1 bilhão de dólares por ano”.
“Entretanto, o melhor jeito de se reduzir o tamanho desses programas de assistência social é a nível individual, com relacionamentos ligados a compromissos e que estejam unidos por meio do matrimônio”, concluiu Fagan.
A análise completa da pesquisa pode ser baixada daqui.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Homem obrigado a retirar placa do seu quintal que diz "JESUS"

A 1ª Emenda da Constituição americana garante a liberdade de expressão e de religião. O seu propósito era o de impedir que os americanos lessem histórias como esta.

Um homem de St. Louis afirma que nem poderia acreditar no que ele encontrou na sua caixa do correio: uma carta do comité da sua sub-divisão ordenando que ele removesse a placa que tinha no quintal. A placa verde tem uma palavra escrita com letras brancas que diz . . . . "JESUS".

Michael Mayfield, o proprietário do quintal, perguntou-se com alguma incredulidade:

Mas o que é que se passa aqui?
As coisas seriam mais pacíficas para si se ele mudasse a palavra da placa para "Maomé", mas é pouco provável que isso aconteça.

Corajosamente, Mayfield não só afirma que o sinal não vai a lado nenhum, mas que ele está ponderar colocar mais sinais com o Mesmo Nome escrito.


E é assim que os Cristãos devem resistir aos avanços dos marxistas culturais. Sempre que os defensores da liberdade resistem ao totalitarismo marxista, o mundo torna-se num lugar um pouco melhor.

jesus-sign.jpg
Ilegal.

sábado, 2 de abril de 2011

Esquerdistas usam os muçulmanos como desculpa para a sua intolerância anti-Cristã

Este site informou-nos no ano passado que, não só os oficiais da escola "St. Peter Head Start" erraram ao terminar com as visitas do pai natal às salas de aulas, como erraram ao colocarem os somalis que vivem na comunidade sob intenso criticismo. Dois somalis de Mankato, que vivem na área num total de 23 anos, dizem que isto é muito injusto.

Fanah Adam, que tem tem filhos na escola , disse que o respeito pelas diferentes culturas e costumes é uma via de dois sentidos - um conceito que foi manchado aquando da proibição das visitas do pai natal alegadamente devido a queixas por parte de algumas famílias. Fanah Adam afirma que:

O pai natal e as tais famílias somalis não foram responsáveis pela decisão: os administradores da escola Head Start é que decidiram por si mesmos acabarem com as visitas.
Ahmed e Adam temeram que a reacção anti-Somali que se poderia gerar nos sites comentados e nos fóruns pudesse ser um terreno fértil para "crimes de ódio".

Dennis Jackson, o homem que desempenha o papel de pai natal nessa escola há quatro anos, foi notificado pelos directores da escola que as suas aparições poderiam ser contra os desejos de algumas pessoas. Não lhe foram dados mais detalhes.

Chris Marben, que coordena a agenda dos programas através da "Minnesota Valley Action Council", disse o seguinte:

Temos algumas famílias somalis no programa e nós estamos a respeitar os desejos das famílias.
Ela não disse quantas pessoas levantaram objecções à presença do pai natal e nem declarou se as famílias somalis se opuseram de modo específico a tais presenças.

Resumindo: os responsáveis pelo programa escolar natalício terminaram com as visitas do pai natal porque isso "poderia ofender" os pais muçulmanos que possuem filhos nas escolas. Quando consultados, esses mesmos muçulmanos declararam não ter problema nenhum com as visitas do pai natal. Daí se infere que os directores escolares provavelmente mentiram ao usarem os muçulmanos como desculpa para o término da visita natalícia.

Os esquerdistas estão sempre a inventar formas através das quais um grupo PODE ficar "ofendido" com símbolos Cristãos. Porque é que estes raivosos contra Cristo não se revelam de forma aberta em vez de usarem pessoas de outras confissões para esconderem a sua intolerância ao Cristianismo?

Nós sabemos que eles desprezam as sensibilidades religiosas (alheias) portanto, para quê esta pretensão de preocupação? Talvez porque seria difícil manter a aura de neutralidade religiosa em relação ao Cristianismo se a população se apercebesse do que, mesmo assim, é bastante óbvio: os esquerdistas na verdade não são contra a religião mas sim contra o Cristianismo. Sempre que virmos um esquerdista a falar da "guerra" entre a "religião" e a "ciência", ele está a falar do Cristianismo e não do Budismo, do Hinduísmo ou do Confucionismo.

A sua lógica é quase sempre a mesma: "tirem este símbolo Cristão daqui senão um membro de uma fé qualquer pode-se sentir ofendido por ele". Invariavelmente, são os esquerdistas que se ofendem com tais símbolos Cristãos, mas como não podem revelar a sua intolerância ao Cristianismo, eles usam um outro grupo qualquer como desculpa.

Veja-se o que a Associação dos Zangados com Deus (mais conhecida por Associação "Ateísta" Portuguesa) disse em relação à decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em permitir que as escolas da Itália (país com população maioritariamente Cristã) mantivessem crucifixos nas suas salas de aula:

A Associação Ateísta Portuguesa (AAP), regozijou-se em Novembro de 2009, com a decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, proibindo os crucifixos nas escolas, considerando-os susceptíveis de perturbarem “as crianças de outros credos” e tendo, por isso, condenado a Itália.
Se forem vêr o que originou a que este caso chegasse ao Tribunal Europeu, constatarão que foi uma militante ateísta (e não o pai ou mãe duma criança "com outro credo") quem se insurgiu com a presença de símbolos cristãos numa sala de aula dum país de maioria Cristã.

(Podem vêr uma refutação à palhaçada dos militantes ateus neste post do Jairo)

Portanto, com acções como esta, os esquerdistas atraem o ódio da população Cristã contra o grupo que eles alegadamente estão a tentar "ajudar".

Esta mentalidade da "guerra de classes" é demoníaca e geradora de ressentimento, mas como sabemos, é esse o propósito do marxismo cultural.

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