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terça-feira, 29 de abril de 2014

Fazer sexo em escolas públicas não é motivo para se perder o emprego de professor.....

....desde que se faça parte de um dos "grupos protegidos" da esquerda militante.

Um painel de apelação composto por 5 membros (2 homens e 3 mulheres) determinou que é permitido aos professores terem relações sexuais nas salas de aulas sem que percam o seu emprego. Têm é que ser homossexuais.

Os juízes da "Manhattan Appellate Division" ordenaram a "James Madison High School" que voltasse a aceitar as professoras lésbicas que foram despedidas depois do porteiro as ter encontrado em actividade sexual numa das salas de aulas enquanto lá fora decorria um evento escolar.

A professora de Francês Cindy Mauro, de 38 anos, e a professora de Espanhol Alini Brito, 34 anos, foram a um bar depois de terem estado na escola, e regressaram mais tarde para presenciarem a competição de voz que decorreu em Janeiro de 2011. Elas abandonaram o evento e foram para a sala 337 onde foram encontradas pelo porteiro envolvidas numa actividade sexual. Ambas estavam nuas da cintura para cima.

A escola despediu as duas, mas ambas tinham "tenure". As professoras negaram algum tipo de transgressão (afirmando que Alini precisava de algo para comer como forma de estabilizar o açucar no sangu) e processaram a escola.

Na Quinta-Feira o painel determinou que, "a penalização de término do seu emprego é chocantemente desproporcional à sua má conduta". Eles acrescentaram ainda que as professoras havia ido mais além do que as exigências da sua profissão ao tomarem parte do evento escolar, algo que "não era exigido a elas". O advogado Michael Valentine disse que, "Ambas são boas no que fazem".

A decisão legal foi assinado pelos juízes Richard Andrias, Leland DeGrasse, Helen Freedman, Judith Gische, e Angela Mazzarelli.

Bill Donohue, da Liga Católica, disse que a falta de cobertua mediática em relação a esta história com 3 anos revelou um óbvio padrão duplo:

Se dois padres tivessem sido encontrados envolvidos em actividade sexual numa sala de aula, e tivessem recebido "luz verde" por parte das autoridades católicas, isso seria a notícia mais mediática do momento, recebendo cobertura nacional. No entanto, esta história quase que nem passa o nível duma história local visto que as mulheres eram lésbicas, professoras numa escola pública, tinham obtido "tenure", condições que representam um "trio".

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Ficamos a saber portanto que os homossexualistas (lésbicas e sodomitas) têm permissão para se envolverem em actividade sexual dentro das escolas públicas, mas os heterossexuais não (e nem querem).

Isto demonstra mais uma vez que quando se pertence a um "grupo oprimido", tudo é permitido. Homossexuais, mulheres, minorias étnicas e minorias religiosas têm um estatuto mais valioso dentro da agenda esquerdista, e como tal, as suas más acções têm que ser analisadas à luz dos "anos de opressão histórica". Para um esquerdista o certo e o errado tem que ser analisados à luz da sua utilidade pragmática para o avanço da sua ideologia.


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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

União Europeia indoutrina crianças inglesas

Críticos afirmaram recentemente que o programa-propaganda proveniente de Bruxelas, com o expresso propósito de fazer uma "lavagem cerebral" às crianças inglesas, tem que ser impedido de continuar.

O apelo chega depois de vir a público um vídeo onde se vê uma oficial da União Europeia (UE) na posse de panfletos e livretes a admitir que quer atingir os jovens "bem cedo". O propósito do programa é convencer as crianças de que é bom fazer parte da UE antes que elas "formem os seus preconceitos e sejam mal informadas por outras fontes."

O deputado do partido UKIP Paul Nuttall disse:

Isto é o que nós sempre suspeitamos mas nunca tínhamos tido forma de provar. Agora temos.

Eles [União Europeia] estão efectivamente a usar o nosso dinheiro para fazer uma lavagem cerebral aos nossos filhos.

Isto tem que ter um término.

Nuttall disse que já escreveu a Michael Gove (Education Secretary) e a Nick Gibb (Schools Minister) alegando que o programa parece estar em violação da lei que impede a promoção de "opiniões políticas partidárias" nas escolas, e requer uma apresentação balanceada dos assuntos.

Ele apelou também que a Comissão Europeia ponha um fim ao seu programa escolar enquanto dura o inquérito, e que ordene as escolas que parem de usar tais panfletos e livretes.

O líder do partido UKIP Nigel Farage disse:

É vital que um assunto desta importância, a deliberada indoutrinação política das nossa crianças, seja lidada da forma mais aberta e transparente possível.

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O vídeo em questão:




quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Experiência Socialista

Um professor de economia da universidade Texas Tech disse que raramente chumbava um aluno, mas tinha, uma vez, chumbado uma turma inteira. Esta turma em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e "justo".

O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas dos exames."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma e, portanto seriam "justas". Isto quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém chumbaria. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia 20 valores...

Logo que a média dos primeiros exames foi calculada, todos receberam 12 valores.

Quem estudou com dedicação ficou indignado, pois achou que merecia mais, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado!

Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que também eles se deviam aproveitar da media das notas.

Portanto, agindo contra os seus princípios, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. O resultado, a segunda média dos testes foi 10. Ninguém gostou.

Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5. As notas nunca mais voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, procura de culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela turma.

A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No fim de contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar os outros.

Portanto, todos os alunos chumbaram... Para sua total surpresa.

O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela era baseada no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foi o seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado.

Quando a recompensa é grande", disse, o professor, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não lutaram por elas, então o fracasso é inevitável."

O pensamento abaixo foi escrito em 1931.

É impossível levar o pobre à prosperidade através de leis que punem os ricos pela sua prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa tem de trabalhar recebendo menos.

O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém. Quando metade da população descobre de que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

"É impossível multiplicar riqueza dividindo-a." Adrian Rogers, 1931

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Indoutrinação homossexual nas escolas públicas

Está a ficar a ficar cada vez mais difícil para os pais com o mais pequeno vestígio de moralidade tradicional sentenciar os seus filhos a 12 anos de propaganda feminista e homossexual complementada com a lobotomização intelectual.

As escolas públicas na Califórnia vão requerer que se ensine às crianças as "contribuições" feitas por parte de lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros. O governador Jerry Brown assinou a lei controversa e como tal o tópico vai ser acrescentado ao currículo das ciências sociais (claro).

Embora a compra dos livros tenha sido atrasada até ao ano de 2015 devido à crise com o orçamento, os livros escolares agora têm que incluir informação em torno dos americanos LGBT bem como em torno dos americanos com deficiências.

Os grupos que defendem os "direitos" dos homossexuais declararam que vão estar atentos como forma de garantir que as escolas por toda a Califórnia levam avante a lei.

-Fonte-


Vez após vez, os perversos são forçados a descobrir da forma mais difícil que o facto de Deus ser "tardio em irar-Se" não significa que Ele pode ser Zombado. Eu não ficaria surpreendido se os livros nem chegassem a ser impressos.

Sem dúvida que é informativo saber que num tempo de crise educacional, quando muitos alunos da Califórnia não sabem ler, escrever ou falar inglês, eles serão educados de forma tornarem-se em alimento para os "chickenhawks" (homossexuais pedófilos que abusam crianças).

Há dez anos atrás o escritor Vox Day argumentou que as escolas públicas deveriam ser ilegalizadas, os edifícios escolares desmantelados e os solos cobertos com sal. Suspeita-se que algumas das pessoas que discordaram com ele então estão finalmente a descobrir que o propósito das escolas públicas não é a educação mas sim indoutrinação estatal.


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Escola chinesa incentiva masculinidade para acabar com "meninos mariquinhas"

Notícia antiga mas mesmo assim relevante.

Um colégio para machos. Preocupada com a mudança de comportamento dos rapazes , uma escola chinesa decidiu colocar em prática uma iniciativa chamada 'Procurando Homens de Verdade'. A ideia é justamente 'incentivar a masculinidade' de seus alunos.

Segundo a Qinlinglu Elementary School, que fica na cidade de Zhengzhou, os meninos devem agir mais como homens e menos como maricas. Assim, eles são ensinados a agir de forma mais masculina e são obrigados a jurar que são 'homens de verdade', relata o jornal Daily Dahe.

Wang Jianhua, professor da escola há 14 anos, disse que os garotos estavam apresentando cada vez mais um comportamento de mulherzinha. "O jogo favorito era pular corda, que é uma brincadeira de menina", explica o professor. "E os meninos são muito frágeis. Uma pequena bronca e eles já estavam chorando alto".

Em contrapartida, Wang disse que as meninas estavam cada vez mais selvagens. "Elas gostavam de lutar e adoptavam características cada vez mais fortes", disse.

Agora, a escola pretende contratar mais professores do sexo masculino para dar aos meninos exemplos de homens fortes. "As mães tendem a ser responsáveis pelos filhos em casa. Na China, devido à política de um só filho, os pais são excessivamente protectores e como tal, acabam estragando seus próprios filhos", explica Cao Jianping, o director da escola.

Com a masculinização dos rapazes chineses e a feminização dos homens europeus e americanos, em caso de guerra, quem vencerá?


sábado, 5 de novembro de 2011

Jovem de 14 anos suspenso por abraçar colega na escola

Um jovem de 14 anos, Nick Martinez, foi suspenso da sua escola, em Palm Bay, na Florida (Estados Unidos), por ter abraçado uma colega.

Apesar de o director do estabelecimento público de ensino ter reconhecido que o abraço foi um acto inocente, os dois alunos acabaram por ser suspensos, devido à política da escola de não permitir demonstrações públicas de afecto.

"Sinceramente, não sabia porque não me parece que abraçar seja algo de errado. Não sabia que se podia ter uma suspensão por causa disso", disse Nick, citado pelo 'Daily Mail'.

A família de Martinez justificou-se, dizendo que os abraços fazem parte da cultura hispânica.

A punição do acto gerou controvérsia e um debate nos Estados Unidos.

Suspenso por abraçar uma rapariga.

Fonte


Quem é que beneficia com a destruição da intimidade entre rapazes e raparigas com a mesma faixa etária? De certeza que não são as crianças.

A rigorosa política interna da escola estipula não haver diferença entre um abraço não requisitado, assédio sexual ou um abraço entre amigos. Portanto, de acordo com esta escola, um rapaz que abraça uma amiga está a levar a cabo uma acção equivalente a um rapaz que toca o corpo da rapariga de uma forma que esta não consinta.

Esta destruição da intimidade é propositada.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Sodomita: "Queremos indoutrinar as crianças"

Um blogueiro sodomita americano admitiu o que quase toda a gente já sabe: os activistas homossexuais querem mesmo indoutrinar as crianças em favor das suas perversões homossexuais.

Escrevendo num blog LGBT, Daniel Villarreal disse:

Queremos que os educadores ensinem as gerações futuras àcerca da nossa sexualidade "queer". De facto, o nosso futuro depende disso.
Posição curiosa esta uma vez que durante séculos não se ensinou às crianças sobre o auto-destrutivo comportamento homossexual no entanto isso não eliminou a existência de sodomitas.
Qual seria o propósito de se avançar com programas "anti-bullying" ou estudos sociais que ensinam as crianças àcerca das contribuições históricas de famosos homossexuais se nós não quiséssemos deliberadamente educar as crianças de modo a que elas aceitassem a nossa sexualidade "queer" como normal?
Ficamos a saber, portanto, que o propósito das leis "anti-bullying" ou os "kit gays" não visam proteger os homossexuais de violência mas sim indoutrinar crianças em favor da sua escolha sexual auto-destrutiva.

Da próxima vez que um membro do esquerdume alegar que o ensino de normas anti-bullying não visa a normalização da sodomia, vai dar jeito ter à mão as palavras do homossexual Daniel Villareal.

Nós e muitos outras pessoas queremos indoutrinar, recrutar, ensinar e expôr as crianças à nossa sexualidade e NÃO HÁ NADA DE MAL COM ISSO.
As maiúsculas estão no original, portanto esse é um ponto que o sodomita queria vincar.

Reparem na frase "recrutar". Essa frase pode ter o significado de "recrutar; convocar; alcançar". É isso que os homossexuais querem fazer com os filhos alheios, isto é, recrutá-los para o seu estilo de vida? Querem eles também expôr as crianças ao sórdido mundo do homossexualismo? Pelos vistos, sim.

Em Inglaterra os sodomitas tem ganho acesso às escolas ao fazer com que estas adoptem campanhas "anti-bullying".No princípio de Maio de 2011 o grupo sodomita Stonewall revelou que estava em vias de gastar dezenas de milhares de libras ao enviar um "conjunto de treino do professor" a todas as escolas primárias da Grá-Bretanha. Sim, o grupo homossexual Stonewall acha aceitável enviar material que visa normalizar a sodomia a crianças em idade primária.

No princípio de Março ficou-se a saber que este mesmo grupo havia já enviado "conjuntos de treino" a algumas escolas primárias e que um governador qualificou o material contencioso de "indoutrinação".

Perigo.

Nos EUA, Brian Brown, presidente da organização "National Organization for Marriage", avisou dos perigos das campanhas que visam institucionalizar o "gaysamento". Ele disse:

O "casamento" homossexual é o ponto fulcral de um movimento ambicioso que visa usar o poder do governo, incluindo as escolas públicas, como forma de impôr ao público uma nova moralidade na mente dos americanos, especialmente nas nossas crianças.

Se nós falharmos na defesa do casamento como algo íntegro, decente e puro, as nossas crianças irão em breve viver num mundo onde a visão tradicional do casamento vai ser tratada como odiosa, desacreditada e preconceituosa, quer os pais gostem ou não.

Fonte

Lembram-se daqueles slogans que diziam algo como "mantenham o Estado fora do meu quarto!"? Pelos vistos o Estado tem que ficar fora dos quartos homossexuais, mas os homossexuais já podem trazer a sua "sexualidade" (se é que se pode chamar ao que eles fazem de sexualidade) às instituições estatais.

O que interessa reter das declarações de Daniel Villareal é que os seus programas "anti-bullying" são apenas os cavalos de Tróia no seu propósito de indoutrinar as crianças em favor das suas perversões escolares.

Como isto é assim, então os pais que sejam contra a indoutrinação de seus filhos em favor dum comportamento sexual claramente nefasto tem todo o direito de se opor a estas medidas - nem que seja com o uso de métodos menos convencionais.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Justiça social na "educação" sexual

*Fonte* - título original: "Vergonha Nacional"

Não reconheço a nenhum professor o direito de perguntar a um aluno seu quais as partes do corpo que lhe dão prazer sexual quando tocadas ou aquilo que o excita sexualmente. Muito menos a crianças de seis anos à luz de um "currículo pedagógico" obrigatório.

Se um jovem adulto liceal ou universitário admite que um professor se intrometa assim na sua privacidade, terá algum problema de carácter e só permitirá a ofensa se o quiser, quando até sabe que está a pagar ao professor para este lhe transmitir coisas sérias e úteis e não para ser ensinado a tocar-se.

Mas fazer isto a crianças, que não se podem defender nem sabem que estão a ser doutrinadas e manipuladas, chama-se cobardia. Não sendo plausível que todos os defensores desta "educação" sejam pedófilos, não há dúvidas que, no mínimo, indirectamente a imposição desta prática escolar é um sonho tornado realidade para qualquer pedófilo que já seja ou consiga tornar-se professor do ensino básico.

É dever de qualquer pessoa decente e honesta que seja familiar de crianças opor-se à "educação" sexual que os esquerdistas querem impor aos filhos de todos os portugueses. Consultei o site do MOVE-Movimento de Pais e fiquei chocado com os artigos que expõem os manuais e linhas de orientação das aulas de "educação" sexual.

Chega-se ao ponto de abrir a possibilidade, perante crianças de 10/11 anos, do professor utilizar linguagem sexual em calão, "c--a, f-d-r, c---lho"(sic) para facilitar a "comunicação" nas aulas.

E isso é só um pequeno exemplo da porcaria que lá está, porque desde incentivar crianças em idade pré-escolar a masturbarem-se ou a dizer que um professor pode e deve guardar a informação fornecida pelos alunos sobre quais as partes do corpo em que estes têm prazer em ser tocados, venha o diabo e escolha!

Nesse mesmo site, podemos encontrar uma carta aberta aos pais portugueses, escrita em 2005 pelo Professor William Coulson. Deixo aqui uma pequena citação desta autoridade na matéria, co-fundador teórico desta porcaria de modelo de "educação" sexual que a esquerdalhada portuguesa adoptou, e que o próprio reconhece como responsável directo de tragédias humanas e decadência social, concluindo o seguinte:

Em Novembro de 2004, estive em Portugal a estudar os materiais de educação
sexual enviados para as escolas em 2000. Fiquei aterrado. Talvez não haja em
todo o mundo um currículo mais influenciado pelas ideias que eu e Carl Rogers
testámos nos anos 60.

Escrevo, pois, esta carta como um apelo. Eu sei o que vai acontecer às crianças de Portugal caso se apliquem nas escolas actividades baseadas nos jogos de clarificação de valores. Estou certo de que vocês gostam muito dos vossos filhos.

Por isso (e se me é permitido falar com emoção): retirem das escolas esse modelo de educação sexual. Amanhã será tarde demais. Eu ajudei a criar o monstro. Por favor, ajudem-me a matá-lo.

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Relacionados:

1. Asfixia sexual (Inês Teotónio Pereira)

2. As escolas públicas não ensinam os nossos filhos a ler correctamente, mas querem ensiná-los a "acariciar-se" (Paulo Pinto Mascarenhas)

domingo, 17 de julho de 2011

Suicídio Juvenil Diminui Durante as Férias

Se qualquer outra actividade estivesse directamente conectada ao aumento das taxas de suicídio juvenil, quase de certeza que seria ilegal:
Por cada duas horas que passa, um adolescente suicida-se nos EUA. O suicídio é a terceira causa de morte entre os jovens, e a taxa de suicídio triplicou desde 1960.
Curiosamente (ou talvez não) foi mais ou menos por essa altura que a militante ateísta Madalyn Murray O’Hair batalhou para remover a oração das escolas públicas.
Os cientistas identificaram muitas factores contribuintes: descriminação, parceiros sexuais, consumo de substâncias, término dum romance amoroso, divórcio paterno, abuso sexual, bullying e mesmo o excesso de jogos de computador.

No entanto os pesquisadores da "National Opinion Research Center" da Universidade de Chicago oferecem um factor mais significativo para o suicídio juvenil: as escolas secundárias públicas.

Num artigo cuidadoso e persuasivo publicado no Outono do ano passado com o nome de "Back to School Blues: Seasonality of Youth Suicide and the Academic Calendar," Benjamin Hansen e Matthew Lang ressalvam que os suicídios dos jovens com idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos baixam abruptamente durante os meses de Junho, Julho e Agosto , os meses de férias das escolas públicas.
O decréscimo do suicídio dos jovens entre os 14 e os 18 anos de idade durante o verão é forte, enquanto que entre as pessoas com idades entre os 19 e 25 o suicídio aumenta.
Os pesquisadores concluem:
O facto do suicídio dos jovens 15-18 anos diminuir durante o verão, embora o suicídio entre os jovens na faixa etária 19-25 não diminuir, sugere que o calendário das escolas secundárias desempenha um papel proeminente na suicídio juvenil.
Dado que as férias de verão reduzem a taxa de suicídio juvenil de 6.22 por cada 100,000 para 4.71, isto significa que banir as escolas públicas haveria de prevenir a morte de 1,092 por ano. Isto são muito mais vidas do que as que podem ser salvas através da maioria dos empreendimentos propostos pelo grupo "salvem-as-crianças".

Uma vez que nos é dito que uma vasta colecção de leis fazem sentido mesmo que apenas uma criança seja salva, e dado que crianças que aprendem em casa são academicamente superiores às que aprendem nas escolas públicas, como é que alguém pode argumentar de consciência tranquila que acabar com as escolas públicas não é um eminente imperativo moral?

Banir as escolas públicas haveria de salvar mais crianças anualmente do que todos os métodos de vacinação em conjunto. De facto, haveria de salvar mais vidas do que as leis em torno do cinto de segurança ou cadeiras de protecção para crianças.

Acabar com as escolas públicas, ou pelo menos terminando o acesso às escolas públicas a partir de uma certa idade, haveria de reduzir a terceira causa de morte entre os jovens em 25%. Afinal de contas, não se dá o caso das crianças aprenderem coisas de jeito nas escolas públicas.

Modificado a partir do original


A esta altura é perfeitamente normal a pergunta "se as escolas públicas são assim tão más, porque é que não se acabam com elas?" Para se vêr a "utilidade" das escolas públicas basta citar o manifesto comunista que diz:
10. Educação gratuita para todas as crianças nas escolas públicas.
O principal propósito das escolas públicas é o de controlar as crianças de modo a que elas cresçam a pensar da forma que o governo [socialista] quer. Se a maior parte das crianças recebesse educação em casa, projectos como os propostos pelas feministas radicais ou pelos activistas homossexuais teriam mais dificuldade em conseguir adeptos.

Marx e Engels sabiam que a família nuclear exerce uma influência decisiva sobre a forma de pensar das crianças, e como tal eles deram grande apoio à criação de escolas públicas onde as crianças pudessem receber indoutrinação estatal 5 dias por semana, mais de 5 horas por dia.

O humanista Charles F. Potter escreveu

A educação é portanto o aliado mais poderoso do humanismo . Todos as escolas americanas são escolas do humanismo.

O que é que uma reunião Dominical Teísta aos Domingos durante uma hora, uma vez por semana, a ensinar uma fracção das crianças, pode contra um programa de 5 dias por semana de ensino humanista?

(Charles F. Potter, "Humanism: A New Religion," 1930)
É por isto (humanismo, socialismo, ateísmo, evolucionismo, naturalismo e anti-Teísmo) que as escolas públicas são tão importantes para os governos mundiais. Esses antros são locais onde as futuras gerações de humanistas são criados, e uma vez bem firmes no humanismo, é muito difícil elas saírem de lá.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Governo australiano aterroriza crianças com o aquecimento global

Crianças australianas estão a ser aterrorizadas com lições escolares que "ensinam" que as alterações climáticas trarão "morte, prejuízo, e destruição" ao mundo se elas [as crianças] não tomarem medidas. Psicólogos e cientistas disseram que tais lições são alarmistas, geravam ansiedade desnecessária entre as crianças e punham em perigo a sua saúde mental.

Este cenário apocalíptico está a ser ensinado nas salas de aulas por toda a Austrália. Material produzido pelo governo da primeira-ministra Julia Gillard declara que as alterações climáticas produzirão "desastres devastadores".

A Drª Sue Stocklmayer do "Centre for the Public Awareness of Science" disse que a alteração climática havia sido apresentada como um "cenário apocalíptico sem forma de escape". A Drª Stocklmayer disse que, embora ela não seja céptica em relação às alterações climáticas, ela preocupa-se com o "tempo demasiado gasto a apresentar tais cenários, especialmente a pessoas tão novas".

As crianças sentem-se incrivelmente desanimadas e desamparadas perante tal informação negativa. . . . Colocar tudo isto perante as nossas crianças . . . . é uma das coisas mais apavorantes que nós lhes podemos fazer.
A psicóloga infantil Kimberley O’Brien afirmou também que a linguagem das alterações climáticas deveria ser "reduzida".
[Os educadores] deveriam-se restringir aos factos. . . . Eles tem que levar em conta que as crianças têm pesadelos.

Este é mais um exemplo que demonstra como os esquerdistas não tem problemas em usar instituições públicas para indoutrinar os filhos alheios em favor de teorias esquerdistas. É por isto que as escolas públicas são tão importantes para os esquerdistas uma vez que é lá que eles preparam a próxima geração de marxistas culturais.

A psicóloga diz ainda que "deveriam-se restringir aos factos". Mas isso seria contra-producente uma vez que os factos científicos não suportam a mitologia do aquecimento global antropogénico (ou "alterações climáticas"). Além disso, acho que todos nós já sabemos verdadeiro propósito da teoria do aquecimento global:

segunda-feira, 6 de junho de 2011

"Rainha" do baile de formatura é um travesti

Para alguns homens, o facto de serem homossexuais é suficiente para serem eleitos "rainhas" do baile de formatura. Mas em Davie, Florida, e devido às convenções preconceituosas heteronormativas, alguns são "forçados" a vestirem-se em roupas de mulher.

[Andrew] Viveros, que durante os últimos 2 anos tem-se identificado como Andii, é um transgenero que batalhou para ter o seu nome na lista das rainhas do baile de formatura. Ele é o primeiro transgenero a ser nomeado para rainha do baile numa escola pública dos EUA.

Felizmente que fomos poupados da descrição das mutilações químicas/cirúrgicas a que o Andrew foi sujeito.

O Andrew é o presidente da Aliança Gay-Straight da escola. O rei do baile Juan Macias também é membro.

Como seria de esperar, os órgãos de informação esquerdistas (como a MSNBC) anunciam este trágico evento como algo memorável:

Os pais de Viveros estão orgulhosos da conquista do seu filho.

Como é que um país de centro-direita como os EUA desceu tão baixo e agora é controlado por socialistas? Porque eles foram capazes de infiltrar e controlar as instituições sociais - tal como os pervertidos militantes estão a fazer agora. Qualquer pessoa que se queixe da destruição da sua própria cultura vai ser catalogado de "homofóbico".

Andrew-Viveros_Juan-Macias.jpg
Guerreiros culturais esquerdistas sorriem triunfalmente.

Fonte


Esta é a função das escolas públicas, segundo o marxismo: indoutrinar as futuras gerações de forma a que elas se alinhem ao esquerdismo sem se aperceberem que estão a ser duplamente enganados (pelos demónios e pelos arquitectos do marxismo cultural).

É por isso que os governos esquerdistas atacam ferozmente as tentativas de se reduzir a influência das escolas públicas na vida dos mais novos. É também por isso que os estados americanos mais liberais olham com desprezo as famílias que ensinam os seus filhos em casa - apesar dos "homeschoolers" geralmente terem mais sucesso académico que os estudantes das escolas públicas.

O sucesso estudantil é irrelevante para os esquerdistas; o que realmente conta é que as crianças cresçam totalmente controladas pela ideologia.

Uma das formas de prevenir o descarrilamento total das crianças (e isto se não for possível colocá-la numa escola privada conservadora) é acompanhar bem de perto as coisas que ela recebe dos professores e corrigir na hora as mentiras que a escola lhe "ensina".

Não deixemos o marxismo ganhar raízes na mente da criança antes que seja tarde demais.


[ACTUALIZAÇÃO - 07/06/2011- 00:18]
Obrigado à Dorothy Lavigne pela correcção de "trangenicos" para "transgeneros".

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Governo Indiano para ateus ocidentais: "Não Queremos a Vossa Pornografia Ensinada às Nossas Crianças!"

Apesar da toda a sua ciência e tecnologia, o ocidente secular tem muito a aprender com áreas do globo onde ainda resta alguma sanidade mental no que toca à sexualidade.
Governo da Índia diz: A educação sexual “não tem absolutamente lugar algum” em nossas escolas, pois promove a promiscuidade

Hilary White

NOVA DELHI, ÍNDIA, 12 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — O governo da Índia rejeitou os programas de educação sexual ao estilo ocidental, dizendo que não fazem nada para resolver o problema da gravidez entre adolescentes, mas só agrava o problema de promover a promiscuidade sexual.

Um relatório do governo sobre o assunto foi divulgado em resposta a uma petição lançada pelos cidadãos contra uma decisão do Ministério Federal de Desenvolvimento de Recursos Humanos (DRH) para iniciar educação sexual nas escolas. O programa havia sido elogiado como um meio de impedir a propagação da AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis. Os materiais para professores e facilitadores da Índia incluíam detalhes explícitos sobre “métodos alternativos” de sexo, inclusive sexo anal e oral, apresentados como meios de evitar a AIDS.

De acordo com o governo, o currículo preparado com material do UNICEF, havia “chocado a consciência” do país e foi descrito como “muito alarmante”. Se implementado, o relatório disse, “promoveria promiscuidade da pior espécie”. O relatório foi divulgado em março por uma comissão do senado do Parlamento Indiano, e diz que a introdução da educação sexual nas escolas da Índia deve pelo menos ser adiada até que a questão seja totalmente debatida em público.

A posição do governo indiano contrasta fortemente com a posição do Ocidente, que, em reação às crescentes taxas de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis entre adolescentes, vem invariavelmente aumentando o acesso a anticoncepcionais e aborto grátis e expondo crianças cada vez mais novas a uma educação sexual mais explícita.

O testemunho de testemunhas e peticionários em que se baseou o relatório foi uma crítica pungente dos efeitos que tais programas estão tendo nos países que os adotaram. Os peticionários disseram para a comissão que o proposto currículo “seria um golpe na raiz da estrutura cultural de nossa sociedade nutrida durante milênios”.

Se implementado, disseram os peticionários, o programa “corromperia os jovens indianos e levaria ao colapso do sistema educacional”. Em grande parte, disseram eles, tais programas não são nada mais do que uma “educação para vender camisinhas” que levará à criação de uma “sociedade imoral” e a um aumento de famílias de mães solteiras.

O relatório acusou o Ministério DRH, em seus esforços de suprimir a petição, de usar “jargão técnico e eufemismo” a fim de minimizar os temores dos peticionários.

Tão explícito era o material em questão que no processo de sua apresentação à comissão, pediu-se aos peticionários que não fizessem uma apresentação de PowerPoint porque a comissão “não estava se sentindo à vontade com ela e poderia ser vergonhoso, principalmente para as senhoras membros e outras mulheres presentes”.

Os peticionários haviam apontado para a crescente taxa de gravidezes entre adolescentes de outros países, observando que na França, as escolas são equipadas com enfermeiras para distribuir “pílulas anticoncepcionais” para meninas na manhã após um “sexo inseguro”. O relatório também notou a situação na Grã Bretanha, onde as escolas estão “ligadas a centros de aborto para eliminar as gravidezes das adolescentes.

E no final disto tudo, um dos homens citados disse o óbvio:
Pratiba Naitthani, um co-peticionário e professor, disse para a comissão que nada é mais seguro do que a abstinência sexual até o casamento”.
Bingo, sr Naitthani. Parece que o sr. tem mais inteligência num dedo mindinho do que muitos aqui na Europa. Os ateus europeus continuam a forçar as suas medidas falhadas nas crianças e nos adolescentes quando existe um método bem mais eficaz e bem mais barato do que a distribuição de preservativos: abstinência enquanto solteiro e fidelidade quando casado.

O problema é que esta medida, que nós sabemos que funciona sempre que é seguido, é algo que está de acordo com a Bíblia, e como tal, apesar de funcionar, os secularistas continuam a insistir com as suas medidas falhadas. Quem sofre com isso - como sempre acontece sempre que Deus é Colocado fora da equação - são os mais frágeis da sociedade: os bebés em gestação, as mulheres desesperadas e os jovens que foram enganados a pensar que o preservativo é 100% eficaz na luta contra a SIDA.

Às chega-se a pensar que estes "iluminados" que distribuem preservativos nas escolas querem causar sofrimento na sociedade. Será que o seu propósito é esse? Será que eles sabem que as suas medidas não funcionam e por isso mesmo eles insistem com elas? Será que o seu propósito é mesmo o de destruir a maior parte da população mundial?

Para ler o relatório complete em inglês, clique aqui.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/06/governo-da-india-diz-educacao-sexual.html
Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09061202.html

sábado, 2 de abril de 2011

Esquerdistas usam os muçulmanos como desculpa para a sua intolerância anti-Cristã

Este site informou-nos no ano passado que, não só os oficiais da escola "St. Peter Head Start" erraram ao terminar com as visitas do pai natal às salas de aulas, como erraram ao colocarem os somalis que vivem na comunidade sob intenso criticismo. Dois somalis de Mankato, que vivem na área num total de 23 anos, dizem que isto é muito injusto.

Fanah Adam, que tem tem filhos na escola , disse que o respeito pelas diferentes culturas e costumes é uma via de dois sentidos - um conceito que foi manchado aquando da proibição das visitas do pai natal alegadamente devido a queixas por parte de algumas famílias. Fanah Adam afirma que:

O pai natal e as tais famílias somalis não foram responsáveis pela decisão: os administradores da escola Head Start é que decidiram por si mesmos acabarem com as visitas.
Ahmed e Adam temeram que a reacção anti-Somali que se poderia gerar nos sites comentados e nos fóruns pudesse ser um terreno fértil para "crimes de ódio".

Dennis Jackson, o homem que desempenha o papel de pai natal nessa escola há quatro anos, foi notificado pelos directores da escola que as suas aparições poderiam ser contra os desejos de algumas pessoas. Não lhe foram dados mais detalhes.

Chris Marben, que coordena a agenda dos programas através da "Minnesota Valley Action Council", disse o seguinte:

Temos algumas famílias somalis no programa e nós estamos a respeitar os desejos das famílias.
Ela não disse quantas pessoas levantaram objecções à presença do pai natal e nem declarou se as famílias somalis se opuseram de modo específico a tais presenças.

Resumindo: os responsáveis pelo programa escolar natalício terminaram com as visitas do pai natal porque isso "poderia ofender" os pais muçulmanos que possuem filhos nas escolas. Quando consultados, esses mesmos muçulmanos declararam não ter problema nenhum com as visitas do pai natal. Daí se infere que os directores escolares provavelmente mentiram ao usarem os muçulmanos como desculpa para o término da visita natalícia.

Os esquerdistas estão sempre a inventar formas através das quais um grupo PODE ficar "ofendido" com símbolos Cristãos. Porque é que estes raivosos contra Cristo não se revelam de forma aberta em vez de usarem pessoas de outras confissões para esconderem a sua intolerância ao Cristianismo?

Nós sabemos que eles desprezam as sensibilidades religiosas (alheias) portanto, para quê esta pretensão de preocupação? Talvez porque seria difícil manter a aura de neutralidade religiosa em relação ao Cristianismo se a população se apercebesse do que, mesmo assim, é bastante óbvio: os esquerdistas na verdade não são contra a religião mas sim contra o Cristianismo. Sempre que virmos um esquerdista a falar da "guerra" entre a "religião" e a "ciência", ele está a falar do Cristianismo e não do Budismo, do Hinduísmo ou do Confucionismo.

A sua lógica é quase sempre a mesma: "tirem este símbolo Cristão daqui senão um membro de uma fé qualquer pode-se sentir ofendido por ele". Invariavelmente, são os esquerdistas que se ofendem com tais símbolos Cristãos, mas como não podem revelar a sua intolerância ao Cristianismo, eles usam um outro grupo qualquer como desculpa.

Veja-se o que a Associação dos Zangados com Deus (mais conhecida por Associação "Ateísta" Portuguesa) disse em relação à decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em permitir que as escolas da Itália (país com população maioritariamente Cristã) mantivessem crucifixos nas suas salas de aula:

A Associação Ateísta Portuguesa (AAP), regozijou-se em Novembro de 2009, com a decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, proibindo os crucifixos nas escolas, considerando-os susceptíveis de perturbarem “as crianças de outros credos” e tendo, por isso, condenado a Itália.
Se forem vêr o que originou a que este caso chegasse ao Tribunal Europeu, constatarão que foi uma militante ateísta (e não o pai ou mãe duma criança "com outro credo") quem se insurgiu com a presença de símbolos cristãos numa sala de aula dum país de maioria Cristã.

(Podem vêr uma refutação à palhaçada dos militantes ateus neste post do Jairo)

Portanto, com acções como esta, os esquerdistas atraem o ódio da população Cristã contra o grupo que eles alegadamente estão a tentar "ajudar".

Esta mentalidade da "guerra de classes" é demoníaca e geradora de ressentimento, mas como sabemos, é esse o propósito do marxismo cultural.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Deseducação sexual - por José César das Neves

A educação sexual é indispensável na formação de todos. Por isso, as escolas devem interessar-se pelo tema e dar aulas sérias e formativas. Há anos que a questão é discutida nos meios didácticos e políticos e o Parlamento tem analisado sucessivos projectos de lei. Apesar disso, a educação sexual não melhorou nem se prevê que melhore nas próximas décadas em Portugal. Os responsáveis só complicam um assunto que não precisa de ajuda para ser difícil.

A educação política também é essencial e as escolas devem incluí-la. Mas que pensaria se esses programas lectivos fossem baseados nos projectos de um partido minoritário e extremista, por exemplo o Bloco de Esquerda? Que acharia se na escola as crianças e jovens aprendessem que "a energia deve ser pública" (porque não o pão?), que no meio da crise se deve adoptar a semana de 35 horas e palermices semelhantes? Para não falar na ditadura do proletariado e revolução permanente, escondidas nas suas raízes maoístas e trotskistas. Seria um terrível abuso do sistema educativo.

É exactamente essa infâmia que tem sido cometida nos últimos anos no campo da educação sexual escolar. Um grupo de iluminados, defendendo fanaticamente posições extremistas que assumem como únicas razoáveis, tem capturado o ensino impondo essas ideias como "educação sexual". Ideias que, por acaso, são opostas às da maioria das famílias portuguesas, que esses especialistas desprezam como conservadora e tacanha, pretendendo iluminá-la do alto da sua ciência.

De forma sub-reptícia nos corredores do ministério ou abertamente nos debates políticos, tem-se assistido a intensa campanha para coagir a sociedade a seguir alguns princípios, auto-denominados de progressistas, justos e livres. Esses princípios são aqueles a que a sociedade até há pouco chamava "porcalhões". As aulas devem mostrar órgãos sexuais às crianças e explicar os detalhes de carícias, coito e contracepção. A masturbação é natural, o impulso sexual deve ser promovido, se praticado com segurança, e há perfeita equivalência entre todas as opções sexuais. Pudor, castidade e matrimónio são disparates.

Já deve ter reparado que no nosso tempo existe uma intensa controvérsia acerca das questões da família e do sexo. Aspectos consensuais há milénios são momentaneamente polémicos e vivemos enorme confusão de valores e critérios. Isso não nos deve escandalizar, porque todas as gerações têm os seus debates fundamentais.

Se vivêssemos há uns séculos, ver-nos-íamos envolvidos em discussões, hoje abstusas, acerca do sistema político, empresarial ou religioso. Aliás são os mesmos activistas revolucionários que, órfãos dessas antigas lutas político-económicas, vêm agora atacar a instituição familiar com a fúria dos velhos combates laborais. A alcova substituiu a empresa e o direito à greve foi trocado pelo direito ao deboche. Os esquerdistas andam agora paradoxalmente aliados a marialvas e proxenetas.

(Fonte)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Educação sexual perversa por parte das Nações Unidas

O estrago feito pela organização americana com o nome de NEA (National Education Association = Associação Nacional para a Educação) extende-se para além das costas americanas. Aparentemente esta organização tem usado a plataforma das Nações Unidas para promover uma "educação sexual" que faria a Madonna corar:

Sexo oral, masturbação e orgasmos tem que ser ensinados durante a educação.
Assim afirmou a Diane Schneider a uma audiência durante um painel que visa combater a "homofobia", a "transfobia". Schneider, que representava a NEA, o maior sindicato de professoras nos EUA, propôs uma educação sexual mais "inclusiva" nas escolas americanas contendo currículos baseados em heterossexuais "liberais" (= promíscuos) e expressões homossexuais.

Ela alegou que a ideia de uma educação sexual continua a ser um paradoxo se for baseada na abstinência ou se forem aulas que os alunos possam escolher não assistir. Portanto, de acordo com o marxismo cultural, nós não só temos que aceitar o que eles chamam de normal como tal, como ainda temos que celebrar "estilos de vida" manifestamente pouco saudáveis. Pior, a existência da possibilidade para não assistir a tais "aulas" é, segundo a senhora Diane, "um paradoxo".

Mas o que é que a "educação sexual" significa segundo os esquerdistas? Ora, nada mais que engenharia social:

Uma educação sexual compreensiva é a única forma de combater o heterossexismo e a conformidade de género.
"Heterossexismo" = normalidade.
Nós temos que tornar estes assuntos parte da agenda de todos os estudantes ..... Aqueles que se opõem à homossexualidade estão presos na caixa binária que a religião e a família criam.
Portanto, como forma de acabar com esta mentalidade "binária", esta marxista cultural visa a destruição da "religião" (= Cristianismo) e da família como forma de facilitar a aceitação da promiscuidade sexual. O seu propósito é mesmo esse: destruir a moralidade, o Cristianismo (e a família), promover a promiscuidade e a perversão.

Estas pessoas com esta mentalidade demoníaca já controlam as escolas americanas. Agora querem também controlar as escolas de todo o mundo.

Boa sorte em ensinar esta perversão nos países islâmicos!

united_nations-gay-flag.gif
Nações Unidas ao serviço da homossexualidade e do marxismo cultural

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Mulher com 12 filhos presa por negar pôr os filhos nas aulas de "educação sexual"

Mulher alemã com 12 filhos foi sentenciada a 43 dias na prisão por se recusar a colocar os seus filhos nas aulas de "educação sexual" estatais.

A mulher, cujo nome não foi revelado e alegadamente pertencente à Igreja Baptista, opõem-se aos programas estatais de "educação sexual" devido às suas convicções religiosas. A mulher e o esposo alegam que os seus direitos, segundo a Convenção Europeia dos Direitos Humanos, estão a ser violados pela Alemanha. Eles citam o artigo 2 do primeiro protocolo da convenção que diz:

O Estado respeitará os direitos paternos de fornecer educação e formação [aos seus filhos] em conformidade com as suas convicções religiosas e filosóficas.
A escola primária local tem alegadamente ignorado este direito desde 2005 e tem tido o apoio da Judiciária.

O marido da mulher diz que "ela tem sentido saudades da família, mas encontra suporte em Deus". De acordo com a Kath.net, os filhos "estão com saudades da mãe" mas que sofrer injustiças faz parte da experiência de ser um Cristão.

A perseguição de Cristãos que ensinam os seus filhos em casa ou que rejeitam a "educação sexual" do Governo é um fenómeno recorrente. Em Abril do ano passado o site Kopp Online reportou vários casos de mães alemãs residentes em Salzkotten que passaram até uma semana na prisão por se recusarem colocar os seus filhos nas aulas de "educação sexual". Perseguições semelhantes foram reportadas na mesma localização em Dezembro de 2009

Em Janeiro de 2011 uma família recebeu autorização para asilo nos EUA depois de anos de perseguição por parte do governo alemão devido ao facto dos pais educarem os seus filhos em casa.


Para quem não sabe, as aulas de "educação sexual" dos estados "laicos" nada mais é do que aulas de sexual. Por outras palavras, dão-se "aulas" assumindo que o único comportamento aceitável é aquele que envolve ter relações sexuais. A abstinência está fora de questão. Não passa pela cabeça dos iluminados estatais que haja pais que não queiram estranhos a falar de sexo com os seus filhos.

Pior, não só se atrevem a fazer tais coisas, como ainda voltam as crianças contra os próprios pais. Por essas e por outras é que os pais cristãos justificadamente não querem o lixo esquerdista ensinado aos seus filhos.

Fonte

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