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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Esquerdismo à beira de destruir a Suécia

O paraíso feminista, secularista, multicultural e anti-Cristão com o nome de Suécia está à beira de se tornar num país falhado. Para além da mundialmente famosa taxa de violações, este país, que era apontado pelos menos informados como exemplo de "sucesso" das políticas esquerdistas, tem também uma crescente taxa de tiroteios e ataques à bomba.

Sem surpresa alguma, o motivo para o lento declínio da qualidade de vida dos Suecos está associado às políticas migratórias e ao asfixiante politicamente correcto (que pode destruir a vida profissional de quem defende o que a elite não quer que seja defendido).

Mas agora, e como seria de esperar, a polícia local está a perder o controle do que resta do país; não só eles estão a ser atacados como já não se sentem seguros para levar a cabo as suas funções. No início deste ano as forças polícias emitiram um grito de socorro, e no mês passado um oficial admitiu que o medo tomou conta dos operacionais.

No dia 18 de Outubro houve um ataque à bomba na estação da polícia de Helsingborg e mais tarde uma chuva de balas atingiu casa de família dum policial. Em Novembro houve outro ataque sério à polícia. Uma granada de mão foi atirada a estação de polícia em Uppsala.

Mas os policiais receberam também ameaças. Uma policial disse que teve sua vida ameaçada por um suspeito que publicou na internet a sua informação privada, fotos de si, do cônjuge, e do filho. Segundo ela, nada poderia ter sido feito para remediar a situação, e como tal, ela viu-se forçada a mudar de casa.

Há algum tempo atrás, foi perguntado ao jornalista Sueco Peter Imanuelsen sobre a situação no país e ele afirmou:

Na minha opinião, a solução óbvia para parar esta epidemia é o governo sueco enviar os militares para as zonas "No-Go", e expulsar esses grupos criminosos migrantes.

Mas ele não é o único. Políticos do Partido Moderado da Suécia querem também que o exército seja enviado, o que para eles é gesto perfeitamente justificado. Por exemplo, na semana passada as equipas SWAT foram necessárias para dar apoio a bombeiros que trabalhavam num subúrbio migrante em Uppsala. Segundo um antigo habitante deste subúrbio, este local era um local tranquilo. Emanuel Imanuelsen, o pai de Peter, afirma:

Eu vivi em Gottsunda no ano de 1991. O mesmo era um subúrbio tranquilo de Uppsala, onde nada acontecia. Todas as pessoas podiam andar pelas ruas sem ter qualquer tipo de medo. Lembro-me duma jovem mulher que vivia num apartamento perto do meu e que não receava nada.Ninguém poderia imaginar que 25 anos mais tarde as coisas teriam mudado tanto que seria preciso escolta policial.


Claramente, a Suécia esta a mudar rapidamente e a polícia está a perder o controle. Há duas maneiras de continuar: uma é a velha, com o politicamente correcto e com o devaneio surrealista. A outra é encarar a realidade: a polícia esta a perder o controle e é necessário restaurar a lei e a ordem em várias grandes cidades e em zonas "No-Go". Só o exército tem o equipamento e as habilidades necessárias para dominar e subjugar os grupos migrantes que estão a causar problemas.

Fonte: http://bit.ly/2jAciyL

* * * * * * *

Quem sabe da agenda do Marxismo Cultural, sabe que o apelo para o "restauro da ordem" é o objectivo de quem abriu as portas da imigração aos maometanos. Os globalistas que trouxeram os imigrantes para a Europa fizeram-no tendo como um dos propósitos gerar caos suficiente de modo a que o povo Nativo apelasse para uma maior militarização da sociedade.

Depois dos militares terem sido colocados nas ruas, os mesmos não vão ser usados para acabar com a violência dos migrantes, mas sim como forma de controlar a população Nativa. A Suécia pode ser vista como um tubo de ensaio para o que vai acontecer noutros países da Europa Ocidental à medida que a violência islâmica e o caos vão aumentado, e à medida que o povo Nativo vai ansiando cada vez mais por ordem e por tranquilidade.

Claro que a outra opção para se acabar com a violência dos imigrantes é levar a cabo deportações pacífica dos mesmos. Mas como isso iria de facto funcionar e aumentar a tranquilidade dos Europeus, os globalistas nunca irão aceitar esta opção.  Portanto, podemos prever  que ou a Suécia se torna num estado-policial, ou se torna num país cada vez mais violento e cada vez menos funcional.

Outra coisa que se pode prever é que, com o passar do tempo, cada vez menos feministas apontem para a Suécia como exemplo dum país feminista de sucesso, cada vez menos ateus apontem para a Suécia como "país ateu" de sucesso, e cada vez menos esquerdistas se lembrem de que a Suécia existe.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

O porquê dos governos darem o seu apoio ao feminismo (4ª Parte)

Por Angry Harry  - 4ª e Última Parte do artigo iniciado aqui.

Mas quem é que pode ficar surpreso com isto, dado que milhões de funcionários governamentais com enormes recursos, e milhões de recipientes de benefícios [estatais] tendem a promover os seus interesses em não os interesses das "empresas" ou das "pessoas"?

Há cem anos atrás as coisas eram bem diferentes; a quantidade de impostos era minúscula, as regras e as regulamentações eram poucas, e o número de funcionários governamentais e de recipientes governamentais era pequeno.

Devido a isso, por exemplo, quando o governo distribuía dinheiro aos seus funcionários como forma de avançar com um plano específico, os esforços destes funcionários, a sua habilidade de influenciar as pessoas, e o número de votos com os quais os funcionários do governo - eles mesmos - poderiam contribuir para as eleições eram relativamente pequenos quando comparados com o que "as pessoas" poderiam fazer em tais áreas.

Mas hoje em dia, estes funcionários governamentais têm cerca de 20% dos votos, e têm também recursos que são absolutamente inexpugnáveis. De facto, e como forma de salientar este ponto, imaginem que vocês têm, à vossa disposição, mil milhões de dólares anuais para distribuir a quem quer que vocês queiram.

E, mais ainda, imaginem que, todos os anos, vocês distribuem este milhar de milhões junto de pessoas cujo trabalho serve de apoio a um grupo activista. Vocês podem imaginar o quão grande seria o impacto que este grupo activista causaria por todo o país. Tudo isto com mil milhões de dólares.

Mas, actualmente, e como forma de obterem algum tipo de vantagem com isso, os Joe Bidens do mundo distribuem anualmente milhares de milhões de dólares junto de funcionários governamentais como forma de beneficiar recipientes que são mais susceptíveis de apoiar "o governo". E a consequência disto tem sido o facto dos governos ocidentais terem sido bem sucedidos em enganar o público e levá-lo a acreditar em - e a "votar" em - ideias e noções que são, de facto, para o benefício exclusivo do governo, e não para o benefício das pessoas (sendo a destruição dos relacionamentos apenas um exemplo disto).

De facto, quando falamos de assuntos relacionados com os homens, já vimos os governos de Ocidente de todas as persuasões a mentir, a falsificar, a enganar, a ignorar, a bloquear, e a cometer fraudes em tantas áreas - sempre em direcção ao aumento de problemas para os homens, para as mulheres, e para as crianças quando o assunto são os relacionamentos - que é simplesmente impossível evitar a conclusão de que a destruição dos relacionamentos entre as pessoas é um dos grandes objectivos dos governos ocidentais.

E o motivo por trás disto é bem óbvio.

Tal como falei previamente em relação à nossa idílica sociedade fictícia, destruir os relacionamentos entre as pessoas gera uma mina de ouro absoluta para os governos; é como ganhar na lotaria para sempre. E, obviamente, há muitas outras formas através das quais os governos podem promover a destruição dos relacionamentos - formas que vão para além daquelas que envolvem relacionamentos próximos.

Por exemplo, o encorajamento da imigração em excesso causa a que os relacionamentos dentro das comunidades se tornem mais ténues e incertos. E, claro, o governo irá beneficiar com isto como consequência da crescente desarmonia e da crescente incerteza que isto gerará. Para além disso, o governo lucrará com isto quer se dê o caso dos imigrantes serem produtivos ou não serem produtivos:

- Se eles forem produtivos, o governo pode obter mais dinheiro través dos impostos.
- Se eles não forem produtivos mas improdutivos e disruptivos, então o governo pode desta forma justificar a cobrança de mais impostos e justificar o aumento de poder como forma de lidar com os consequentes problemas.

Portanto, a imigração em excesso também é uma forma do governo obter vantagens em qualquer dos cenários. O propósito central por trás disto tudo claramente é o de destruir (o quanto for possível) qualquer sentido forte de coesão e/ou segurança que as pessoas possam obter umas com as outras.

De facto, as formas através das quais esta lotaria perpétua pode ser ganha estão a ficar cada vez mais reconhecidas e apreciadas pelos governos de todo mundo - e é por causa disso que o feminismo e as políticas feministas estão a ser adoptadas de forma tão ávida por eles - e de forma bem rápida. Vez após vez podemos ouvir falar dum político nos EUA a promover alguma noção inspirada pelo feminismo numa Segunda-Feira, e na Quarta-Feira a mesma noção a ser proposta por outro político na Europa ou na Ásia.

Isto acontece desta forma porque os políticos maduros e os activistas sabem de onde lhes vem o poder, e milhões deles hoje sabem que qualquer noção - qualquer regra, regulamento, política ou lei - que encoraja a que os relacionamentos sejam destruídos traz-lhes sempre mais benefícios, ao mesmo tempo que qualquer coisa que encoraje as pessoas a ficarem próximas umas das outras [tais como o casamento] é mais susceptível de empurrar o governo - e com isso os empregos governamentais - para longe.

Um bom exemplo disso é o meu artigo com o título de "Feminists Destroy the Planet" onde é salientado que o [então] Primeiro-Ministro Britânico Gordon Brown deu entrada a uma vasta gama de políticas que tinham em vista a redução de emissões de carbono como forma de combater o aquecimento global - alegadamente "o assunto mais importante dos nossos dias" - mas nem por uma vez ele lidou com o facto da tendência crescente das pessoas viverem sozinhas ter um impacto negativo maior junto do ambiente - e de muitas formas, não só devido às resultantes e maiores emissões de carbono.

E o motivo pelo qual Gordon Brown nunca fará algo - quer seja retoricamente ou através das suas políticas - que encoraje as pessoas a viveram juntas é porque ele sabe muito bem que quanto mais as pessoas viverem em segurança umas com as outras, menos irão precisar do governo. E, claramente, esta necessidade do governo é muito mais importante para ele do que o que ele, pessoalmente, disse ser  "o assunto mais importante do nosso tempo".

De maneira nenhuma isto poderia ser mais óbvio. Para Gordon Brown, manter a crescente tendência das pessoas viveram longe umas das outras é mais importante que reduzir as emissões de carbono, apesar de toda a retórica em torno desta última ser uma questão com importância planetar. E certamente que isto nos dá uma ideia do quão importante é para os governos ocidentais a destruição dos relacionamentos inter-pessoais.

De facto, os políticos do ocidente, bem como milhões de funcionários governamentais, ficariam horrorizados se de repente as pessoas se começassem a dar bem umas com as outras. E é por isso que os governos ocidentais gostam tanto do feminismo visto que esta ideologia é o martelo perfeito com o qual esmagar os relacionamentos.

Resumindo:

1. A destruição dos relacionamentos é uma mina de ouro para o governo e para os funcionários governamentais. O feminismo é, portanto, uma ideologia que serve de forma perfeita os interesses dos governos ocidentais, bem como os interesses seus funcionários.

2. Actualmente, os governos encontram-se imensamente enormes, com os políticos a serem capazes de dar milhares de milhões de dólares (anualmente) a funcionários do governo, estando estes muito dispostos a promover os seus próprios serviços - que eles farão com sucesso - particularmente se adoptarem o propósito principal feminista de destruir os relacionamentos inter-pessoais.

3. É inconcebível pensar que estes funcionários do governo não irão usar a sua enorme influência para se servirem a eles mesmos.

4. É absolutamente inegável que os governos ocidentais têm, através dos anos, investido uma parte considerável da sua energia, e gasto milhares de milhões de dólares dos nossos recursos, a criar e a promover leis, políticas, e propaganda que foi especificamente feita não só para dificultar a criação de relacionamentos pessoais próximos, como também para dificultar a sua manutenção.

De facto, a [então] líder do Partido Trabalhista Harriet Harman declarou publicamente que o casamento é "irrelevante" para a política pública, e chegou a qualificar a elevada taxa de relacionamentos destruídos como uma "desenvolvimento positivo". (Tal como todas as feministas, ela acredita que os relacionamentos estáveis entre os dois sexos oprimem as mulheres).

A única conclusão realista a que se pode chegar disto tudo é que, no que toca aos relacionamentos inter-pessoais, os governos ocidentais, bem como os funcionários do governo, buscam de forma intencional destruir tais uniões o quanto for possível.

NOTAS FINAIS:

1. As pessoas sentem dificuldade em acreditar que os funcionários do governo tendem a ser maliciosos para com o seu próprio povo ao darem o seu apoio a políticas e a  noções que irão prejudicar esse mesmo povo. Há duas coisas que podem ser ditas em relação a isto:

Primeiro: Não tenho dúvida nenhuma na minha mente que muitas pessoas que se encontram no ponto mais alto do governo e no ponto mais elevado dos departamentos governamentais são maliciosas - frias, insensíveis e maliciosas. E estas pessoas normalmente sabem que estão a prejudicar o seu próprio povo, mas para elas isto é insignificante. Dito de outra forma, elas não se importam com isto visto que a sua única preocupação é, de alguma forma, servirem-se a elas mesmas.

Um bom exemplo disto é a forma como muitos políticos e os funcionários do governo - que deveriam saber destas coisas - há muito tempo que têm evitado discutir a questão das crianças que crescem sem um pai, apesar disto estar claramente a ter um efeito sério junto de muitas pessoas, bem como junto da sociedade como um todo.

Obviamente que discutir isto não interessa a estas pessoas, e porque é que interessaria? Afinal, isto [ausência duma figura paterna na vida da criança em idade de crescimento] dá-lhes emprego, dinheiro, reformas, etc, etc.

Outro exemplo é a forma como, através dos anos, os educacionalistas escolheram ensinar as crianças a ler usando um dos métodos menos eficazes de sempre - um método que se veio a saber colocar em desvantagem os nossos rapazes e a nossas raparigas no que toca a leitura, mas que se sabe colocar mais em desvantagem os rapazes.

Para mim é inconcebível que os educacionalistas dos escalões mais elevados não estivessem cientes da degradação das habilidades de leitura que estavam a ocorrer com o passar dos anos, como consequência do uso de métodos de aprendizagem ineficazes (isto é, a degradação contínua estava a ser escondida), e também é inconcebível para mim que eles não soubessem que os seus métodos de aprendizagem eram ineficazes (particularmente para os rapazes).

Na minha opinião, no que toca à leitura, o método de aprendizagem - bem como uma vasta gama de iniciativas educacionais que foram colocadas em práctica com o passar dos anos, para perda grande dos rapazes - foi, na verdade, criado com o propósito de fragilizar o progresso educacional dos rapazes em relação ao progresso educacional das raparigas.

E se isto é difícil de acreditar, levem em conta que estes mesmos educacionalistas, que durante décadas se encontravam imensamente preocupados com a ausência de exemplos femininos nos locais de trabalho, estão, agora, a dizer que os exemplos masculinos dentro dos centros de ensino (isto é, a presença de mais homens como professores) não é importante.

Para além disso, recentemente, aqui no Reino Unido, tivemos políticos e professores esquerdistas a dizer que nada deveria ser feito para ajudar os rapazes a chegar ao nível das raparigas. Até a assim chamada "Equal Opportunities Commission" está a dizer isso mesmo (por exemplo, vejam o que se encontra no Times, Stop Helping Boys, says Equality Watchdog.

E a pergunta que eu faço com frequência é quantas mais evidências vão ser necessárias até que as pessoas se apercebam que os governos - especialmente os governos esquerdistas - estão a fazer de tudo para destruir as nossas sociedades - tendo como alvo principal os homens dessas sociedades - e que esses governos estão a fazer isso para benefício próprio.

Eu poderia, obviamente, disponibilizar muitos mais exemplos que - para mim - são evidências irrefutáveis de que muitas das pessoas que trabalham para o governo são maliciosas e egoístas, mas vou parar por aqui, e salientar apenas que, quando se avaliam as suas genuínas atitudes em relação ao "povo", a falta de preocupação que os governos ocidentais têm em relação à ausência duma figura paterna na vida da criança em crescimento, bem como a falta de preocupação desses mesmos governos em relação à educação pobre que os rapazes estão a receber, não pode ser descrita de outra forma a não ser de "maliciosa".

Para além disso, as consequências de não fazermos nada para resolver estes dois problemas em especial custa-nos centenas de milhares de milhões de dólares todos os anos no Ocidente, e significa a infelicidade para milhões de famílias. No entanto, os governos lucram imenso com isso, e as pessoas que se encontram no topo sabem disso muito bem. (Para mais evidências de que os funcionários governamentais são frequentemente enganadores e maliciosos, leiam o meu artigo com o título de Do Not Respect Them.)

Segundo: Certamente que é verdade que a vasta maioria dos "funcionários do governo" não têm ideia nenhuma dos danos que eles podem causar às pessoas ao darem o seu apoio e ao promoverem o "governo" - especialmente os governos corruptos, que é o que a larga maioria deles são hoje em dia. O que estes funcionários sabem tende a ser bem pouco e restrito, e eles tendem a só saber o que eles precisam de saber como forma de executarem as suas funções específicas.

No entanto, existem centenas de milhares de funcionários nos pontos mais elevados que farão um pouco de tudo para obterem algum tipo de vantagem para si. Por exemplo, os oficiais policiais de escalão mais elevado irão desejar impressionar os seus suseranos políticos obtendo o maior número possível de condenações por violação. Eles irão tentar obter a maior pontuação possível proclamando que "muito mais tem que ser feito" para se apanharem mais violadores. E eles irão exigir cada vez mais recursos.

Estes oficias policiais não irão admitir publicamente que, de facto, a vasta maioria de acusações de violação que lhes são apresentadas são falsas visto que tal admissão iria fragilizar a sua posição. 

Devido a isto, por todo o mundo ocidental, com a presença de milhares de oficias policiais de escalão mais elevado a tentar impressionar os seus chefes, e com muitos outros milhares a querer mais recursos para os seus departamentos, o efeito deles fazerem força aqui e ali (isto é, a exagerarem, a mentirem em relação aos factos, etc, etc) em direcção ao objectivo de quererem um pouco mais para si mesmos, tudo isto gera uma força enorme.

Esta força gigantesca pode ser tão prejudicial para a sociedade como um todo, ou para um grupo particular dentro dele, que a sua natureza pode ser maliciosa, embora os indivíduos que a estejam a criar (neste caso, os oficiais policiais) não tenham como propósito específico serem maliciosos. Eles podem apenas e só servirem-se a eles mesmos ao distorcerem, por exemplo, alguns assuntos e alguns tópicos.

Mas é exactamente isso que acontece em todos os departamentos governamentais. As pessoas que os gerem querem mais dinheiro, mais poder, mais influência, mais segurança, mais status, mais respeito e melhores perspectivas. E, consequentemente, eles tendem a fazer de tudo para atingirem estes objectivos.

E, claramente, as forças maliciosas que podem surgir do governo podem ser incrivelmente enormes no seu impacto, embora a maior parte das pessoas que criaram estas forças não tenham tido o propósito de serem maliciosas. Digamos que elas apenas estavam a tentar avançar com as suas ambições pessoais - que é algo que todos nós fazemos.

Em resumo: sempre haverá aqueles que se encontram no topo que estarão bem cientes dos danos que estão a causar às pessoas ao fomentarem de modo consciente, por exemplo, a remoção da figura paterna (isto é, eles são maliciosos), mas também haverá centenas de milhares de pessoas mais abaixo na cadeia hierárquica que irão fazer mudanças aqui e ali na mesma direcção (encorajar a remoção da figura paterna) como forma de manter os seus impérios - impérios esses que as pessoas um pouco mais acima deles estão a promover e a financiar. A consequência disto é, de facto, uma força enorme que é genuinamente maliciosa.

2.  Na minha opinião, se formos olhar para o poder actual mantido pelo governo, pelo "grande negócio", e pelo "povo", veremos que "o povo" de facto tem um poder muito pequeno - e os homens practicamente não têm poder algum. E o gráfico que se segue provavelmente representa melhor a forma como as forças destes três grupos se encontram.


Hoje em dia, o governo tem a voz mais poderosa, e as pessoas são a parte mais fraca da sociedade. (Por motivos de brevidade, não coloquei aqui os média mainstream, mas de forma geral, o que sai deles é fortemente influenciado e restrito pelo governo e pelo grande negócio.)

Dado que, de forma geral, o governo serve-se a ele mesmo, e dado que o governo tem recursos virtualmente inatacáveis com os quais fazer isso, dado também que o governo pode lucrar imenso (e manter o lucro) ao continuar a destruir os relacionamentos, e dado que hoje em dia temos evidências irrefutáveis que demonstram claramente que os governos ocidentais estão, de facto, a fazer os possíveis em várias frentes para destruir os relacionamentos inter-pessoais (um desenvolvimento "positivo", segundo a esquerdista Harriet Harman), sou de opinião que as pessoas têm que fazer os possíveis para fragilizar o poder do governo.

E a forma mais simples de fazer isto é só apoiar os políticos que, sem reservas, prometem reduzir reduzir os impostos, e não apoiar os políticos que são mais susceptíveis de os aumentar. Tipicamente, isto significa apoiar a direita e não a esquerda, mas, infelizmente, as coisas já não são assim tão simples visto que os tempos mudaram. E hoje em dia há poucos políticos que têm um genuíno interesse pelo "povo".

Aqueles que se encontram à esquerda são, na minha opinião, totalmente corruptos - sempre em busca de tomar mais poder para si próprios, bem como para os seus camaradas, através duma maior expansão e empoderamento do governo, independentemente do custo que isso possa ter sobre as pessoas - e aqueles que se encontram à direita frequentemente vergam-se perante os desejos das grandes empresas e dos poderosos homens de negócios. Consequentemente, já não existe uma voz forte dentro dos círculos governamentais que representa as pessoas comuns.

E a coisa mais preocupante de todas em relação a isto é que qualquer político - da esquerda ou da direita - que se atreva a defender o "povo" de alguma forma eficaz, será  rapidamente empurrado para o relativo esquecimento pelos outros políticos que irão receber apoio enorme por parte de correctores poderosos cujo interesse único é promover os interesses das grandes empresas ou do governo inchado.

E, de forma geral, sou de opinião que já não há qualquer representação das "pessoas comuns" dentro do governo (e certamente que não há quem represente os "homens" dentro do mesmo), e mais ainda, qualquer entidade ou pessoa que represente o "povo" fora do governo, é, na maior parte das vezes, inundada pela propaganda egoísta (principalmente aquela levada a cabo pelos funcionários do governo) que é feita em favor do "governo inchado".

E, infelizmente para nós, esta inundação de propaganda egoísta chega-nos de pessoas que lucram ricamente com a fragilização e a destruição dos relacionamentos inter-pessoais - e, de facto, lucram com a instalação duma guerra entre as pessoas. A sua estratégia é, claramente, a de "dividir e reinar"......

. . . . . . . . . que é um dos truques mais antigos e eficazes que se encontram nos livros para aqueles que tencionam ganhar poder à custa dos outros.


Parte 1 - http://bit.ly/1SCSnsT

Parte 2 - http://bit.ly/1XCBm3l

Parte 3 - http://bit.ly/1NdrRoB

 .



quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O porquê dos governos darem o seu apoio ao feminismo (3ª Parte)

Por Angry Harry.

3ª Parte dum artigo iniciado aqui.

Para além disso, se olharmos para a imagem geral que tem emergido durante últimas décadas, duas coisas tornam-se claras:

* Primeiro: as motivações dos funcionários governamentais nesta área pouco têm a ver com o aumento do bem estar das pessoas. Pelo contrário, as suas motivações têm sido frequentemente maliciosas, e elas têm muito a ver com o facto deles buscarem, de alguma forma, servirem-se a eles mesmos causando "desarmonia", com a frase "divide e impera" a encapsular muito do que tem acontecido. 

(De facto, tudo o que temos que fazer é olhar para as últimas 4 décadas e olhar para a forma como os governos ocidentais têm estado na linha da frente no encorajamento das famílias sem pai - e, desde logo, na linha da frente do encorajamento dos consequentes problemas sociais mencionados em cima - para vermos o quão maliciosos eles têm sido.)

* Segundo: os governos ocidentais hoje em dia são tão gigantescos (empregando directamente ou indirectamente cerca de 20% da população total) que os funcionários governamentais representam hoje em dia a maior força política em favor do "governo inchado", que, essencialmente, significa governo esquerdista. Consequentemente, nós já não vivemos em "democracias".

Por exemplo: quando os políticos esquerdistas Americanos tais como Joe Biden entregam milhares de milhões de dólares para grupos como a VAWA, ele não está só a entregar enormes quantidades de dinheiro público a serviços que [alegadamente] prestam ajuda às vítimas de violência doméstica; ele está, de facto, a dar este dinheiro a grupos enormes de funcionários do governo espalhados por toda a América cujos empregos e pensões dependem do seu dinheiro, e que irão, sem surpresa algum, dar o seu apoio político Joe Biden.

E, obviamente, há milhões de outros funcionários do governo (professores, assistentes sociais, académicos, etc) que irão também dar o seu apoio ao governo esquerda exactamente pelos mesmos motivos egoístas.

(Como exemplo disto, muitos académicos que dependem do financiamento governamental irão propagandear evidencias em favor do ponto de vista do governo, ou então o seu financiamento será cortado.)

E, igualmente importante, estes milhões de funcionários irão disponibilizar e promover propaganda política que está criada para lhes servir, e actualmente esses funcionários estão tão impregnados em quase todas as áreas da vida que a sua propaganda propaga-se para a mente da população a partir de quase todas as fontes de informação - até mesma das escolas. 

(Mais ainda, obviamente, muitos milhares de milhões destes dólares vai directamente para algum tipo de assistência social, garantindo assim que milhões de pessoas que beneficiam com isto votem em governos esquerdistas.)

A consequência disto é que hoje em dia a população está fortemente infectada com a visão de que as políticas que promovem governos maiores e mais poderosos são as melhores políticas para as pessoas; devido a isto, e sem surpresa, as pessoas tendem a votar nelas. Mas as pessoas estão a ser enganadas porque não lhes estão a dizer a verdade.

Eles estão a ser inundadas com propaganda proveniente de muitas entidades que só olham para o bem próprio, e as evidências de que estas entidades lhes estão a enganar em numerosas frentes são imensas e irrefutáveis.

Mas quem é que pode fazer frente a esta besta enorme que é o governo - este organismo egoísta? Afinal de contas, o governo tem centenas de milhares de milhões de dólares à sua disposição - todos os anos -, vastos impérios burocráticos que todos os anos invadem todas as áreas da nossa vida, e milhões de pessoas organizadas a trabalhar em prol disto. Para além disso, é governo quem faz as leis.

Portanto, quem é que pode competir com ele? E quem é que pode competir com os enormes recursos que o governo tem para "discutir os tópicos" aos mesmo tempo que avança com um ponto de vista particular? Não há outra organismo que se chega perto para competir com esta besta governamental. 

[ed: A Igreja Católica tem um alcance mundial poderoso, atingindo a alma de milhões de fiéis prontos a dar a vida por ela, e é por isso que os globalistas estão tão interessados e desacreditá-la com "escândalos" e factóides pseudo-históricos sobre a Idade Média e a Inquisição].

Há 100 anos atrás os governos eram de factos mais limitados quando comparados com os de hoje. E, falando de forma geral, a direita representava os ricos e os poderosos  industrialistas e homens de negócio sempre em crescimento, enquanto que a esquerda representava as pessoas comuns e os empobrecidos.

Aquelas pessoas que se encontravam à direita consideravam que as pessoas seriam melhor servidas permitindo que tivessem a liberdade para gerar empregos, riqueza e poder, enquanto que aqueles que se encontram à esquerda defendiam que o governo deveria intervir de forma mais directa, e mais frequentemente, como forma de ajudar os mais necessitados.

Traduzido para os mundo de hoje, isto pode ser descrito de forma bem lata como as grandes e poderosas empresas a serem representadas por aqueles que se encontram à direita, e as pessoas comuns representadas por aqueles que estão à esquerda.


Mas os tempos mudaram dramaticamente desde esses dias idos, e hoje em dia há um novo jogador no campo: o governo em si.


E este novo interveniente é muito mais poderoso que o "grande negócio" e que as "pessoas comuns" - e de longe.

De facto, não só este novo jogador tem o poder muscular, o poder organizacional, o poder financeiro, e o poder legar de ter o que quer, como tem o poder da propaganda para convencer as pessoas em favor do seu ponto de vista. E é totalmente claro que este novo interveniente está a usar este poder enorme para se servir a ele mesmo.

Para se ver isso, basta ver como os governos do ocidente cresceram nos últimos 100 anos - ou mesmo nos últimos 10 anos. Observem o crescente aumento dos impostos. Observem o crescente número de pessoas empregues pelo governo. Observem as milhares e milhares de leis, regulações, restrições e directrizes que são anualmente impostas pelos governos ocidentais ao seu próprio povo.

Estes governos crescem e crescem - e não só em termos de dimensão, mas também em termos de poder e de riqueza. E eles estão-se a infiltrar em todos os aspectos da vida das pessoas: controlando, monitorizando, regulamentando, dirigindo, estipulando, coagindo - sempre a um ritmo crescente.

Mas quem é que os pode parar? Por exemplo, quem é que pode competir com os milhares de milhões de dólares que os Joe Bindens esquerdistas do mundo entregam a causas esquerdistas, empregos esquerdistas, benefícios esquerdistas, e, desde lodo, em favor da propaganda esquerdista e os votos esquerdistas em prol dum governo ainda maior?

Quem é que tem o dinheiro para competir com isto? Ninguém, e nenhuma organização tem a esperança de competir com isto. De facto, e como exemplo, apesar dos Americanos serem conhecidos no mundo pela sua crença maníaca num governo limitado e na liberdade individual, isto não tem impedido o governo federal de ter crescido e crescido, e de ter, de facto, marchado sobre eles.

E o motivo por trás disto é que os governos do ocidente ficaram demasiado poderosos.

Mas quem é que pode ficar surpreendido com este facto, dado que milhões de funcionários do governo, tendo enormes recursos e milhares de recipientes, tende a promover os seus próprios interesses e não os interesses do "grande negócio" e nem "das pessoas comuns"?

[Continua na 4ª Parte]



domingo, 29 de novembro de 2015

O porquê dos governos darem o seu apoio ao feminismo (2ª Parte)

Por Angry Harry 

(2ª Parte do artigo iniciado aqui)

Muitos outros benefícios são acumulados pelo governo quando relacionamentos próximos entre os homens e as mulheres são destruídos. Por exemplo, as consequências sociais negativas de não ter pais [figuras paterna] fortes perto dos seus filhos são imensas. Estas consequências tendem a impactar mais os rapazes, mas as repercussões fazem-se sentir em toda a sociedade - e durante décadas.

Por exemplo, os jovens - tanto raparigas como os rapazes - sem um pai em casa, são mais susceptíveis de: viver na pobreza, de ter comportamento arruaceiro na escola, de ter mais dificuldade nos relacionamentos com os outros, de sofrer mais de abuso emocional, físico ou sexual, de fugir de casa, de contrair doenças sexuais, de se tornarem pais/mães enquanto ainda são adolescentes, de violar as leis, de fumar beber álcool e ingerir drogas, de faltar as aulas, de ser excluído da escola , de ter comportamento violento, de abandonar os estudos numa idade jovem, de ter dificuldade na transição para a idade adulta, de obter poucas qualificações, de ter taxas mais elevadas de desemprego, de ter rendimento baixo, de viver de ajudas estatais, de não ter onde viver, de ir parar à prisão, de sofrer mais de problemas emocionais e psicológicos de crónicos, de só ter relacionamentos casuais, de ter filhos fora do casamento e, de facto, de ter filhos fora de qualquer relacionamento.

Uma longa lista de problemas sociais - isto é, um número enorme de "desarmonia" - é gerada devido ao facto das crianças não terem por perto os seus pais. Mas, claramente o governo beneficia de forma fantástica com isto visto que eles podem usar estes problemas enormes para justificar ainda mais aumentos tanto na tributação como no poder. Afinal de contas, as pessoas querem ser protegidas de todas as consequências sociais negativas de não ter  - e, obviamente, as próprias vítimas irão precisar de sua ajuda extra.

Deste forma, os governos podem justificar (e, desde logo, usurpar e extrair) muito mais dinheiro das pessoas como forma de adquirir mais oficiais da polícia, mais oficiais prisionais, mais oficiais de liberdade condicional, mais assistentes sociais, mais advogados, mais juízes e outros funcionários legais, mais psicólogos, mais psiquiatras, mais médicos, mais enfermeiras, mas trabalhadores sociais, educadores correctivos, e, de facto, até mais pessoas para limpar as ruas! - e, obviamente, muito mais burocratas para monitorizar e exercer controle sobre todas estas áreas.

O aumento de impostos e de poder que os governos adquirem para si mesmos como resultado destas consequências sociais negativas é realmente enorme. E, se puderem acreditar, eu nem comecei a falar de todos aqueles advogados, juízes e burocratas que fazem parte do próprio sistema de divórcio; eles, juntamente com todos aqueles profissionais que têm que se envolver nos assuntos relativos à pensão alimentícia, custódia das crianças, e pagamentos de financeiros para a sustentação de crianças.

De facto, mesmo que coloquemos de lado todos os numerosos problemas sociais e pessoais mencionados nos parágrafos anteriores, a indústria do divórcio é em si, e nos dias de hoje, uma indústria que envolve milhares de milhões de dólares.

Mais ainda, obviamente, no que toca à vida na fase etária mais adiantada, destruir os relacionamentos entre o homem e a mulher garante que os mais velhos e os doentes sejam cada vez menos susceptíveis de receber algum tipo de ajuda por parte daqueles que estão mais perto, porque, dito de forma simples, menos pessoas acabam por ser próximas a elas.

E isto frequentemente significa que estas pessoas vulneráveis ou são abandonadas para olharem por si mesmas, ou são colocadas em casas de apoio e hospitais - geridas pelo governo - onde os funcionários lhes tratam, na melhor das hipóteses, com um desinteresse clínico. (De facto, uma recente reportagem proveniente do Reino Unido revelou que os problemas mais comuns junto dos mais velhos resultam da solidão e do facto de viverem sozinhos.)

Portanto, podemos resumir as coisas da seguinte forma: destruir os relacionamentos entre os homens e as mulheres gera uma mina de ouro para o governo. Dese a infância até à idade mais avançada, a destruição dos relacionamentos causa numerosos problemas a toda a sociedade, mas eles aumentam os benefícios para o governo.

Isto não significa que tudo o que o governo faz é mau - particularmente ao micro-nível. Por exemplo, claramente ocorrem casos onde alguns homens e algumas mulheres têm que ser mantidos longe um do outro. Nós precisamos dos nossos governos para ajudar as mulheres e as crianças que estão desprotegidas. Precisamos de casas de abrigo e de hospitais para os mais idosos e para os doentes. Precisamos de oficias da polícia e de oficiais das prisões. E assim por adiante.

Mas isto não altera o facto de que quanto mais fragilizada a relação entre o homem e a mulher estiver, mais o governo beneficia. E beneficia de forma gigantesca, tal como visto em cima. E é preciso ser crédulo até níveis ridículos para acreditar que os milhões de funcionários que se encontram empregados pelo governo estão a trabalhar para destruir as "indústrias sociais/pessoais/legais/financeiras" das quais eles mesmos têm tanto a ganhar.

Mais ainda, temos visto governos ocidentais - especialmente governos esquerdistas - a usar o seu poder enorme durante os anos para encorajar a destruição dos relacionamentos entre homens e mulheres. De facto, estes governos não deixaram pedra sobre pedra no seu propósito de destruição dos relacionamentos inter-pessoais.

Eles gastaram milhares de milhões de dólares enchendo a população com falsas estatísticas relativas a vários tipos de "abuso dentro dos relacionamentos", pervertendo propositadamente a linguagem legal de modo a causar a que a mulher fosse, de alguma forma, vítima permanente dos homens.

Por exemplo, eles perverteram a definição dos vários tipos de abuso de tal forma ridícula que, por exemplo, criticar a mãe duma mulher pode, hoje em dia, ser visto como um acto de violência - "violência doméstica" -, chamar uma mulher de "querida" pode ser visto como um acto de assédio sexual, e ter relações sexuais consensuais com uma mulher que mais tarde se arrepende, pode ser visto como um acto de violação.

(A ideia por trás de todas estas coisas e gerar ódio contra os homens e medo dos homens, mas também está feito para encorajar o maior número possível de mulheres a fazer falsas alegações de de "abuso").

Eles gastaram milhares de milhões de dólares a financiar imensos grupos de vítimas que parecem gastar o seu tempo a difundir propaganda contra os homens e não a ajudar a alegadas vítimas. Eles envolveram-se e/ou financiaram imensas campanhas mediáticas criadas com o propósito de caracterizar todos os homens como autores prováveis de violência contra as mulheres e contra as crianças. E os governos continuam a dar às mulheres imensos incentivos - financeiros e não só - para que elas façam falsas alegações.

Eles gastaram milhões em "assistência social" de modo a tornar os homens o mais redundantes possíveis, quando se trata das mulheres e da s famílias.

Eles rebaixaram e feminizaram de propósito o nosso sistema de educação de modo a que os nossos jovens homens tenham cada vez menos qualificações que as nossas mulheres jovens - algo que fragiliza ainda mais os relacionamentos em larga escala visto que a mulheres tendem a preferir homens que têm mais educação que elas [hipergamia].

Eles [os governos] têm discriminado contra os homens nos locais de trabalho a todos os níveis (como forma de reduzir o valor masculino) sob a falsa alegação de que a mulheres estavam a ser vítimas de discriminação quando comparadas com os homens.

Eles reduziram o ordenado dos homens em imensos empregos controlados pelo governo só porque os homens tendem a preferir mais esses empregos que as mulheres, e eles fizerem o contrário nos empregos que tendem a ser preferidos pelas mulheres. (O argumento ridículo que está a ser agora testado junto da população é que a "produtividade", o trabalho árduo e o lucro são formas "antiquadas" de aferir como é que a pessoa deveria ser remunerada).

Eles perverteram a lei de tal forma que todos os homens estão hoje à mercê das suas parceiras no que toca às falsas acusações de "abuso", assuntos relativos à custódia das crianças, e os ridículos e elevados pagamentos de pensão - sendo a ideia por trás disto levar as mulheres a acabar com os relacionamentos porque pouco ou nada têm a perder com isso, e muito a ganhar - e, claro, fazer com que os homens tenham medo de se envolver em relacionamentos de longa duração.

Eles corromperam o sistema de justiça de tal forma no que toca os relacionamentos entre os homens e aa crianças que hoje em dia é muito aconselhável os homens ficarem longe das crianças. E, nas nossas escolas, as crianças com idades que podem chegar aos 8 estão a ser indoutrinadas com o disparate inspirado pelas feministas de que, durante milhares de anos, os homens oprimiram as mulheres.

De facto, está a ser alegado agora - com muito sucesso - que as pessoas que são íntimas uma com a outra devem-se tratar como se fossem estranhas. Por exemplo, a "Violação por parte dum Estranho" é tida como tão má com a "Violação dentro dum Relacionamento". Tirar fotos do próprio filho enquanto se amamenta é tido como "produzir pornografia infantil". E a lista continua.

E parece bastante óbvio que o propósito é forçar as pessoas a tratarem-se como se fossem estranhas completas ao colocá-las sob algum tipo de risco legal se por acaso não agirem assim. E até um professor de música que coloca a mão da criança correctamente sobre o instrumento arrisca-se a ser suspenso e a sofrer alegações de abuso. A ideia é cortar, ou manchar, qualquer tipo de proximidade - independentemente do quão próxima - que pode existir entre as pessoas.

Eu não me lembro de lei alguma, colocada em práctica durante as últimas 3 décadas e que tenha um impacto nos relacionamentos próximos das pessoas - quer seja directamente, quer seja indirectamente - que não tenha sido feita com o propósito de facilitar a dissolução desses relacionamentos. E, essencialmente, os governos têm estado a destruir os relacionamentos entre as pessoas de modo a que eles se possam intrometer de modo mais profundo dentro das uniões - sociais, pessoais e financeiras - que em outras eras unia as pessoas. 

[Continua na 3ª Parte]



segunda-feira, 16 de novembro de 2015

O porquê dos governos darem o seu apoio ao feminismo

Por Angry Harry

Este texto é um bocado longo, mas depois de lê-lo, vai ser possível ter uma visão mais acertada do porquê o feminismo se ter tornado dominante no Ocidente, e o porquê de toda a tua vida vir a ser negativamente afectada por essa ideologia, especialmente se fores um homem.

O feminismo não está de maneira nenhuma relacionado com a igualdade entre os géneros, e nem está relacionado com os direitos das mulheres. Acima de tudo, o feminismo centra-se nos diversos grupos que buscam formas de obter poder e dinheiro, para além de buscar formar de construir impérios auto-satisfatórios em torno dos quais milhões de pessoas - literalmente milhões de pessoas - têm um interesse muito forte - um interesse que é, na verdade, muito destrutivo para as sociedades onde estas pessoas operam.

Para se ver como opera o seu jogo, apenas quero que vocês imaginem uma sociedade - uma sociedade idealizada - onde as mulheres se encontram felizes em passar os seus dias intimamente associadas às suas casas e aos seus filhos, e os jovens homens e os pais se encontram razoavelmente felizes em caminhar para os seus locais de trabalho - quaisquer que eles sejam.

Para além disso, quero que imaginem que a maior parte das pessoas desta sociedade encontram-se razoavelmente felizes com esta situação. Dito de outra forma, este é um lugar razoavelmente feliz.

Agora, a pergunta que eu quero que vocês contemplem profundamente é: O que é que o governo ganha com isto? Como é que o governo e os funcionários governamentais podem obter algum dividendo existindo dentro duma sociedade composta por pessoas que parecem estar felizes e em paz umas com as outras? Como é que o governo pode dizer às pessoas "Vocês precisam de mais intervenção governamental. Deêm-nos mais dinheiro através dos impostos"?

Claramente, nesta sociedade idílica seria de facto muito difícil persuadir as pessoas a disponibilizar mais dos seus recursos - adquiridos através do seu trabalho - como forma de financiar "mais governo".

No entanto, se esta sociedade razoavelmente feliz fosse perturbada por alguma força - uma força que induz a desarmonia junto da população (por exemplo, que aumentasse a criminalidade) - então seria muito mais fácil para o governo extrair uma parte maior do bolo da sociedade. Por exemplo, se há um aumento da criminalidade, é mais provável que as pessoas aceitem o financiamento duma força policial mais robusta.

Se por acaso os homens e as mulheres começarem a guerrear uns contra os outros, e se começarem a se separar uns dos outros através do divórcio, então o governo pode justificar a extracção de mais recursos das pessoas como forma de criar uma força laboral de serviços sociais maior como forma de olhar pelas mulheres e pelas crianças que estão, agora, entregues a si mesmas.

O ponto que quero frisar é o seguinte: o governo não ganha nada quando as pessoas estão em paz umas com as outras mas sim quando elas estão, de alguma forma, em guerra umas com as outras. Claro que o governo pode muito bem pode beneficiar com muitas outras coisas, mas o ponto aqui é o seguinte: é mais do que claro que os governos beneficiam com o que daqui para a frente vou dar o nome de "desarmonia" - desarmonia social; tal como o crime.

E uma vez que os governos têm um poder imenso quando comparado com o poder do cidadão comum, eles tendem a usar esse poder para gerar mais e mais desarmonia social - e com muito sucesso. E porque é que eles fazem isto? Porque, obviamente, o governo e milhões de funcionários do Estado lucram com isso, e eles não irão usar o seu enorme poder colectivo para se fragilizarem a eles mesmos - que aconteceria se a "desarmonia" diminuísse.

Na melhor das hipóteses, os funcionários governamentais não querem perder o seu financiamento, os seus empregos, as suas pensões, etc, etc, etc. Devido a isso, eles têm que ser vistos como entidades necessárias. Melhor ainda para eles, são impérios maiores com salários maiores, e maior status e mais poder. Vistas as coisas desta forma, eles não são diferentes do resto das pessoas.

Colectivamente, e a bem ou a mal, estes funcionários governamentais podem, e irão, criar uma força poderosa como forma de canalizar estes vários benefícios para si mesmos; e esta é uma força que a pessoa comum pura e simplesmente não consegue resistir. De facto, seria quase um absurdo acreditar que um tal corpo de operários governamentais não exerceria uma força em direcção a uma posição que lhes trouxesse benefícios. Afinal de contas, estas pessoas não são deuses, mas sim seres humanos.

Resumidamente: estes funcionários governamentais querem impérios maiores, com salários maiores, e pensões mais elevadas. Eles querem mais status e mais poder. E, colectivamente, eles irão exercer uma força tão grande que de facto ninguém os pode impedir de obter estas coisas, tal como o crescimento governamental durante os últimos 120 anos no Ocidente o demonstra de forma clara. (Os governos centrais cresceram mais de 100 vezes durante os últimos 120 anos).

Como o propósito central das feministas é gerar a maior desarmonia possível entre os homens e as mulheres como forma de financiar os seus impérios, os governos gostam delas; porque, lembrem-se, para os governos, quanto mais desarmonia houver, melhor.

Regressemos por agora para a nossa sociedade idílica, e vejamos o que acontece quando os casais com filhos dentro deste local razoavelmente feliz se começam a divorciar e a se separar.

Bem, tipicamente, os homens irão partir e irão viver noutro lugar, mas irão continuar a trabalhar. No entanto, as mulheres irão ter que escolher entre uma combinação de ir trabalhar ou ficar em casa a tomar conta dos filhos. Se as mulheres tomarem a decisão de ficar em casa, elas têm que receber algum tipo de rendimento por parte do governo. Isto significa que o governo tem que usar o dinheiro dos outros para as financiar.

E, imediatamente, isto significa criar todo um sistema de leis envolvendo advogados, administradores, assessores sociais, escritórios financeiros, e vários sistemas burocráticos aliados. Dito de outra forma, o divórcio e a separação disponibilizam uma vasta gama de benefícios para os governos e para os seus funcionários.

Mais ainda, obviamente, ninguém dentro da população quer ver as mulheres e as crianças deixadas desamparadas; como tal, o governo obtém agora o benefício de um maior apoio popular para as suas iniciativas. Logo, o governo também vence neste jogo. E, claro, as mulheres e as crianças que se encontram nesta posição estão à mercê do governo. Isto significa que elas passam a depender do governo, o que também é excelente para o governo.

"Se vocês mulheres não votarem em nós, vocês irão receber um rendimento inferior por parte do governo"

Claro que as mulheres que se divorciam - quer tenham ou não filhos - podem sempre decidir começar a trabalhar, o que causará a que o governo volte a beneficiar visto que passará a ter mais trabalhadores a quem extorquir mais dinheiro através dos impostos.

Dito de outra forma, encorajar o divórcio e a separação é uma estratégia vencedora para o governo. De facto, é uma estratégia de vitória e toda a linha, e isto é verdade quer as mulheres tenham ou não filhos, e quer elas comecem a trabalhar ou não. É a crescente divisão  entre os homens e as mulheres que é a estratégia de sucesso do governo.

Sumariando, portanto, o governo tem muito a ganhar ao aumentar a divisão entre os homens e as mulheres visto que isto permite que os funcionários governamentais justifiquem a criação e o controle de muitos impérios enormes; eles podem mais facilmente cobrar mais impostos, eles podem tributar mais pessoas, eles podem causar a que mais pessoas fiquem dependentes deles, e eles podem obter para si mesmos mais apoio popular.

Mas isto é só o princípio. [Continua na 2ª Parte]



segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Qual é a maior ameaça que a mulher enfrenta hoje em dia?

Oprimida
Fonte

A colunista inglesa Esther Rantzen assistiu a um documentário televisivo que acompanhou o trabalho dos serviços de emergência, e ficou chocada com o comportamento das mulheres jovens:
O foco principal deste documentário chocante e desmotivador, filmado nos serviços de emergência em Blackpool, é o facto do maior perigo que as jovens mulheres, aqui na Grã-Bretanha, no ano de 2012, enfrentam não vir dum potencial estranho violento mas delas mesmas.
Ela continua:
Nunca como hoje houve tantas moças a paralisarem-se deliberadamente com bebedeiras, colocando-se a elas mesmas em perigo através das brigas e do porte de facas, e usando os punhos e linguagem ofensiva como armas. Tenho que perguntar, ecoando o tal policial e falando como mãe de filhas adolescentes, onde estão as mães destas raparigas brutalizadas e boçais?

Estas jovens mulheres parecem tão determinadas em se auto-destruírem que pergunto-me se elas alguma vez tiveram um exemplo cheio de amor, nomeadamente, a sua própria mãe.

...Será que isto acontece porque elas foram educadas a acreditar que as suas vidas não têm valor algum, o que lhes leva a ficar entorpecidas devido ao elevado consumo de álcool forte, gastando £100 por noite, se tiverem, bebendo 10 ou 12 copos de ‘Jager Bomb’ até vomitarem ou desmaiarem até  que sejam ajudadas?

...O mais chocante é a violência levada a cabo por estas raparigas. Elas não se ferem só a elas; elas ferem outras pessoas....O documentário da Channel 4 mostrou homens com sangue a escorrer pela cara abaixo, esfaqueados por mulheres que, segundo a polícia, andavam sempre com facas. ‘tal como telemóveis’, disse um policial, ‘nas suas bolsas’.
Esther Rantzen avança com um certo número de ideias como forma de explicar a ascensão desta cultura ladette. Gostei muito do seu instinto quando ela perguntou:
Será que é emancipação adoptar o comportamento dum homem bruto, violento e bêbado? O policial entrevistado pelo canal de TV disse que as bêbadas (inglês "binge drinkers") determinam-se a comportarem-se de forma pior que os homens. Se um homem tem 12 copos alinhados para beber, as mulheres tentarão acompanhá-lo.
Esta é a pergunta chave. O que é que significa ser uma "mulher emancipada"? O esquerdismo assume que o nosso sexo é uma camisa de forças, uma coisa que não escolhemos e que, portanto, limita a nossa autonomia. O esquerdismo assume também que os homens são um grupo privilegiado na sociedade, aqueles com  um padrão dourado de autonomia no estilo de vida..

Se colocarmos estas duas ideias lado a lado, o resultado é a ideia de que as mulheres são emancipadas quando elas conseguem provar que o sexo não importa, e que elas podem competir com o estilo de vida masculino. Se a masculinidade está grosseiramente associada à bebedeira e à violência, então isso torna-se na medida com a qual medir a "emancipação."

Contra isto, Esther Rantzen correctamente afirma algo decidamente não-esquerdista, nomeadamente, que existem qualidades femininas que são ao mesmo tempo inatas e admiráveis, e que fornecem "limites" (isto é, orientação) para o comportamento feminino:
Se uma mulher se torna numa banshee então algo correu mal. Quando observo a minha filha com o seu novo filho, confirmo a minha ideia de que as  mulheres são, instintivamente educadoras [inglês: "nurturers"] e que nós naturalmente respondemos à ternura.

As jovens mulheres presentes neste documentário parecem ter perdido esse instinto e, com isso, ter perdido todos os seus limites, expondo sem vergonha a sua pele a estranhos agarradores e bêbados, e vomitando sem vergonha. Com sorrisos arrogantes, elas gabam-se do quanto elas beberam,  proclamam nunca terem tido uma ressaca, ou alegam que ser esfaqueada por uma amiga foi um "acidente resultante da bebedeira."

Que tipo de mães elas se tornarão? Será que há esperança para os nossos filhos? Pode ser que sim; se eles tiverem exemplos, pode ser que sejam capazes de mudar o seu comportamento e a sua maneira de pensar.

A reveladora série da ITV com o nome de Ladettes To Ladies mostrou raparigas como estas, bebendo e a seguir vomitando, usando todas os palavrões do vocabulário, lutando e tendo encontros sexuais inconsequentes, ao mesmo tempo que acreditam  que provaram que a elas mesmas que podem ser "tão boas como os homens".
* * * * * * *

É trágico que o zeitgest cultural tenha indoutrinado o sexo complementar a subscrever a errónea mas ideologicamente útil noção de que validação feminina vem não das suas inatas capacidades maternais, mas sim da imitação do comportamento masculino - seja ele bom comportamento ou mau comportamento. A verdade dos factos é que nenhuma sociedade normal, funcional, operacional exige que as mulheres "se provem" da mesma maneira que os homens têm que se "provar".

Para além disso, se estas mulheres "querem ser iguais aos homens",  podem sempre levar a cabo funções tradicionalmente masculinas tais como trabalhar na construção civil, nas docas ou nas minas. (Curioso que este tipo de "validação" nunca seja propagado junto das hostes do sexo complementar).

Colocando de lado a errada noção de que a mulher tem que se provar perante a sociedade imitando o comportamento masculino, não deixa de ser perturbadoramente curioso o facto de muitos intelectuais britânicos actuais não se aperceberem que a destruição da figura feminina, levada a cabo por vários grupos esquerdistas, com especial ênfase no nojento movimento feminista, faz parte da agenda marxista tendo em vista a subversão da sociedade.

Como ficamos a saber noutro post, tudo o que é preciso para destruir uma raça e uma civilização é a recusa feminina em ser uma fiel mãe e esposa. A elite esquerdista que promove e glorifica junto das mulheres o comportamento acima descrito, fá-lo precisamente porque está ciente que daí se gerará um caos social que nos levará a uma crise e, consequentemente, a uma subversão das forças políticas e, por fim, à entrega do poder total à elite não-representativa.

Concluindo, e respondendo à pergunta que serve de título do post, a maior ameaça que a mulher "emancipada" enfrenta hoje em dia é ela mesma. O lobby feminista pode não gostar da responsabilização do comportamento feminino, mas, francamente, as evidências ao nosso dispor não nos permitem muita margem de manobra.

Moças de família, prontas para casar.


....



terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Defesa do aquecimento global é manobra política

Não que nós não estivéssemos já cientes disso. Esta questão só se mantém viva porque a comunidade aquecimista alega que as suas conclusões dependem da "ciência" e nada mais.

Só que às vezes um ou outro aquecimista revela a verdade.

Naomi Klein escrevendo para o The Nation diz que os conservadores têm concentrado uma devoção sem precedentes no negacionismo das alterações climáticas ao invocarem o espectro do anti-capitalismo. E eles não estão errados.

Combater as alterações climáticas significará uma revisão da economia dos livres mercados e um encolhimento do sector corporativo. Devido a isto, as pessoas o estilo de vida cuja subsistência dependa do grande negócio têm razões para estarem temerosas.

Mas eles [os conservadores] têm razão quando afirmam que a luta eficaz contra as alterações climáticas significará mudanças séries no nosso sistema económico - incluindo a regulação da indústria e a taxação dos ricos.

Fazer isto da forma correcta significará fazer as coisas segundo o manual progressista, e fazê-lo não por motivos partidários mas por motivos científicos objectivos.

Tudo isto é aterrorizador para as pessoas da direita. E porque é que não seria? Os Republicanos, os ricos, e a indústria não se opõem às acções climáticas porque são malucos. Eles opõem-se precisamente porque não são malucos.

Isto ressalva de modo claro o que várias pessoas (incluindo cientistas) já declararam: as mentiras em torno das "alterações climáticas" mais não são que formas de avançar com a agenda da esquerda política. Em nada essa mitologia depende dos dados científicos e empíricos.

Como diz o autor deste blogue, se os aquecimistas realmente acreditassem que o aquecimento global antrópico é um perigo eminente, eles levariam o mesmo estilo de vida que eles querem impôr ao resto da humanidade.

Aquela besta do Al Gore comprou uma casa na praia ao mesmo tempo que "avisa" a humanidade sobre os "perigos" do aumento do nível do mar como consequência do aquecimento global/alterações climáticas.

Como é possível que os esquerdistas queiram ser levados a sério ao mesmo tempo que têm pessoas como o Al Gore a representá-los?



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Escola pública usa "ex-actriz" pornográfica para educar crianças

A norte-americana Sasha Grey, de 23 anos, ex-actriz porno premiada pelo desempenho em cenas de sexo oral e anal, está a causar polémica em Los Angeles, onde participou no plano nacional de leitura de uma escola pública.

O probema surgiu quando os pais souberam quem ela era... Não gostaram e apresentaram queixa, mas Grey afirma que vai continuar a ajudar na educação e futuro das crianças.

Fonte


Alguém ainda duvida que a versão de "educação sexual" ensinada pelos marxistas culturais tem como propósito a destruição da normalidade e a promoção da anormalidade? Em que mundo é que uma "ex-actriz" pornográfica tem moral para "ajudar na educação e futuro das crianças" ? Que "futuro" é esse que os esquerdistas tem em mente?

domingo, 23 de outubro de 2011

Como o sistema de ensino sueco ensina o ódio aos homens

Uma história presente neste blogue.

Uma leitora com o nome Ella tem dois filhos: um casal. Ambos estão no secundário.

Às vezes as crianças são sujeitas a dias especiais durante aulas onde aprendem sobre a "igualdade de género". Durante estes dias, as raparigas aprendem formas de defesa pessoal enquanto os rapazes tomam parte em grupos onde "identificam os problemas com os papéis masculinos".

Quando o filho da Ella chega a casa, depois dum dia de "igualdade de género", ele e os seus amigos estão cabisbaixos e totalmente derrotados.

Eles são forçados a aprender sobre as coisas más que os homens fazem às mulheres, e todas as coisas más que os homens fizeram às mulheres no passado.

Às vezes a igualdade de género é o tópico de aulas regulares. Numa dessas aulas onde eles haviam discutido a prostituição, o filho da Ella chegou a casa e disse que era verdadeiramente terrível que todas aquelas mulheres tivessem sido forçadas para dentro da Suécia como forma de se tornarem prostitutas.

A Ella disse que, sim, o tráfico humano realmente é uma coisa terrível, mas, nem todas as prostitutas são forçadas para esse estilo de vida.

Inicialmente o filho da Elle não acreditou nela e julgou que ela estivesse mal-informada.

Numa aula onde se discutia a violação, a filha da Elle fez o erro de dizer que é uma pena que as falsas acusações de violação existem uma vez que elas tiram o foco das genuínas violações que ocorrem. Depois da aula, o professor chamou-a a parte e perguntou-lhe onde é que ela tinha aprendido estas fantasias.


Isto é o que acontece quando o marxismo cultural toma conta dum sistema de ensino: espalham-se mentiras na mente dos mais impressionáveis como forma de condicioná-los na forma de pensar.

O professor (um homem, ainda por cima) que acusou a menina de estar a dizer "fantasias" quando falou em falsas violações deveria acompanhar mais os blogues em torno dos direitos dos homens (ou os registos policiais).

Mulheres a levantar falsas acusações de "violação" são normais e até em maior número que as violações legítimas:

1. Polícia Judiciária preocupada com falsas violações no Norte do País.

3. Áustria: 4 em cada 5 acusações de violação são falsas.

É por coisas como estas que é absolutamente fundamental resistir à agenda feminista.

Vêr também:

Agenda Marxista

Um leitor do blogue enviou-me por email este texto.

Escrito por MaxV2

Vou contar-vos várias histórias que tive conhecimento.

É sabido por todos que as várias instituições do país têm sido alvo de várias modificações para servir várias ideologias (como o feminismo e até o gayzismo). Ora tudo isto não passa de marxismo cultural. Através da aculturação, modificação da cultura e uso da psicologia (programação neuro-linguistica, psicologia positiva, etc) eles tentam avançar com determinadas modificações na nossa sociedade para conseguir impor um controlo totalitário.

  • Feminismo: pensa-se que criando quotas para mulheres, modificando o sistema de ensino de maneira a beneficiar raparigas em detrimento dos rapazes, se possa criar uma ilusão de "igualdade".

Pois deixem-me dizer-vos que tal não é nem nunca será possível. A única coisa que (intencionalmente) conseguiram foi sabotar o sistema para que houvesse uma desistência em massa dos rapazes e houvesse uma subida artificial das raparigas.

Muitas raparigas evitam cursos que sejam realmente úteis à economia; muitas só tiram qualificações em marketing, relações publicas, psicologia e outras tretas. Hoje as escolas e faculdades não servem as necessidades reais dos rapazes (ou seja aprender sobre o mundo, aprender uma profissão realmente útil na vida real).

Hoje ainda continua a haver mais rapazes do que raparigas nas engenharias e nas ciências exactas. As poucas raparigas que se inscrevem nestes cursos, fazem-no por encorajamento paternal - embora posteriormente muitas fiquem contrariadas e uma substancial percentagem afirme que não gosta "porque é chato e dá trabalho" alem de "ser um ambiente pouco feminino"(Inacreditável. Sim eu já ouvi isto da boca de algumas raparigas)

Enquanto isso, muitos dos rapazes estão nestes cursos porque querem aprender uma profissão útil na vida real e não por uma questão de "gostos".

As faculdades de hoje parecem campos de férias (sim, leram bem). Campos de férias com esplanadas e tudo.

Quando fui lá recentemente informar-me sobre cursos livres e outras formações, vi que aquilo era um ambiente demasiado"descontraído" para ser um ambiente de trabalho - nada do que era algumas décadas atrás onde era um ambiente muito formal e estudantes andavam de fato e gravata. Agora é calções e chinelos e t-shirt e boina "che" e a fumar ganzas (sim eu já vi).

Muitas faculdades são hoje centros de doutrinação marxista e têm muitos cursos inúteis que não terão qualquer utilidade na vida real.

Uma coisa fantástica é que hoje muitas mulheres parecem passar por muitos momentos de "auto-conhecimento" na faculdade.

É seguro dizer que hoje as faculdades são "centros vocacionais para vaginas" onde muitas aprendem o preço de tudo e o valor de nada, onde são ensinadas que podem ser e fazer tudo o que querem (a falácia do yes you can) e que depois de perceberem que a doutrinação que receberam não funciona na vida real então dá nisto.



Tenho mais histórias que contarei numa série de vários posts.

Fiquem atentos:

  • A história de um amigo que é enfermeiro e que já viu muitas situações hilariantes com enfermeiras e como os poucos enfermeiros homens conseguem ser mais eficientes que muitas das enfermeiras (nesta e outras profissões predominantemente femininas).
  • Uma antiga colega de faculdade que embora seja uma "mulher de carreira forte e independente" não consegue arranjar homem que lhe sirva (porque será?).

  • A história de um rapaz (antigo atleta) que está em estado de depressão (situação séria que ainda estou a estudar como poderei ajudá-lo).

  • Como o governo está a infiltrar e sabotar os movimentos de protestos que recentemente têm acontecido no país.
  • Como a Ordem dos Psicólogos está a fazer pressão para estabelecer "certas politicas".
  • O Marxismo/Feminismo/Gayzismo como instrumentos totalitários.

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