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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Tomada de terras africanas por parte do Banco Mundial e das Nações Unidas

Por Alex Newman

Sob a máscara de combater as "alterações climáticas", os programas de "carbono" das Nações Unidas e do Banco Mundial estão a causar uma tomada de terras maciça, uma deslocalização forçada dos povos indígenas sob ameaça de armas, e a causar aquilo que alguns críticos chamam de "genocídio cultural". Agora, uma coligação de organizações activistas estão a exigir um ponto final nos controversos esquemas das Nações Unidas que estão a devastar comunidades ao mesmo tempo que estão a colocar em perigo os povos indígenas e as culturas já em risco de extinção. As críticas em torno da contínua promoção dos "créditos de carbono" estão também a escalar a nível mundial por todo o espectro político.

A acusação mais recente de actos de terror e de brutalidade levados a cabo contra civis inocentes, supostamente para combater o "aquecimento global" - que está em modo "pause" há 18 anos, segundo dados meteorológicos indisputáveis - chegam do Quénia. Embora expulsões forçadas por parte das Nações Unidas não sejam novidade, elas estão a acelerar. No ano passado, por exemplo, a ONU revelou um gigantesco programa a eugénico para o Leste Africano com o propósito de diminuir a população. Ainda não é claro se as impiedosas maquinações de dióxido de carbono da ONU e do Banco Mundial se encontram de alguma forma relacionadas.

As vítimas do mais recente abuso foram as comunidades Sengwer da floresta Embobut e das Cherangany Hills do Quénia. Segundo informação veiculada pelo "Forest Peoples Programme", uma organização Britânica sem fins lucrativos que apoia os direitos dos moradores da floresta, no princípio deste ano mais de 1 milhar de casas Sengwer foram queimadas pelas autoridades financiadas pelo Banco Mundial à medida que o governo Queniano desenvolve esforços para desalojar cerca de 15,000 membros das suas terras ancestrais. Erradamente referindo-se aos povos indígenas de "posseiros", os oficiais alegam que o esforço tem como propósito promover a  "sustentabilidade".

Em relação às atrocidades, pessoas ligadas ao grupo "Forest Peoples Programme" afirmaram o seguinte:

Vimos dezenas de casas a arder à medida que andávamos pelas das terras comunitárias de Sengwer. Vimos mais de cem casas ou a arder ou que já haviam ardido, e a área estava assustadoramente vazia de pessoas. As pessoas fugiram com medo..... Quando as suas casas são queimadas, os cobertores, a comida e os utensílios de cozinha são também queimados, e consequentemente, as crianças e os idosos ficam expostos ao frio e à fome.

O grupo entrevistou também alguns dos locais cujas comunidades haviam sido arrasadas por parte do "Serviço Florestal" do Quénia, financiado pelo Banco Mundial. Uma viúva de 25 anos, mãe de 4 crianças pequenas, disse o seguinte ao mesmo tempo que a sua casa ardia:

Todos os uniformes escolares, panelas, recipientes de água, copos, foram queimados. . . . As crianças estão muito tristes porque perdemos tudo. Isto causará a que as crianças e os idosos apanhem pneumonia porque não temos nada com que lhes cobrir durante a noite.

Ela disse também que não houve qualquer tipo de consulta aos locais, ou algum tipo de compensação pela apreensão da propriedade.

Numa carta que denuncia o que uma coligação de 65 grupos sem fins lucrativos qualificou de "genocídio", um porta-voz dos Sengwer, Yator Kiptum, qualificou de "desastre" a destruição das propriedades, a brutalização e os despejos forçados. Ele é citado, dizendo:

O governo do Quénia está a levar-nos à extinção.

A carta ressalva também que os esquemas são uma violação da lei Queniana, da constituição, dos acordos em torno dos direitos humanos, e de várias ordens legais.

Também este ano, o grupo "Survival International", grupo que opera junto dos povos tribais por todo o mundo, documentou atrocidades governamentais semelhantes na floresta Mau do Quénia. Nesse local, oficiais governamentais destruidores, apoiados por organizações globalistas, têm estado a perseguir e a forçar a expulsão dos membros da tribo Ogiek, descrita como a última tribo caçadora-colectora em África. As tribos podem desaparecer por completo se não forem tomadas medidas para limitar as autoridades e os seus embustes de "carbono". Informações locais sugerem que as pessoas envolvidas na resistência à expulsão forçada dos Ogiek estão também a ser alvo execuções extra-judicias por parte das autoridades.

Aparentemente, os políticos Quenianos e os seus comparsas estão a ficar ricos com os esquemas de tomada de terras - à custa dos pobres povos indígenas cujas comunidades estão a ser queimadas até ao chão. Para além da corrupção local, a dimensão do problema chega até às Nações Unidas, ao Banco Mundial, ao establishment global, e aos vários esquemas "climáticos" internacionais.

De facto, as expulsões que estão a ocorrer são um "resultado directo" dum esquema do Banco Mundial, e "são, efectivamente, financiadas pelo Banco Mundial", segundo uma queixa formal dos Sengwer contra a infame organização. A maior parte do programa em questão, entretanto, deriva do “Reducing Emissions From Deforestation and Forest Degradatio«” da ONU, ou REDD encurtado. Segundo o esquema global, a compra de "créditos de carbono" - alegamente com o propósito de reduzir as emissões de CO2 como forma de parar o "aquecimento global" - está ligada à quantidade de carbono contida nas florestas. Apesar de ser absurdamente demonizada pelas Nações Unidas como "poluição", o CO2 é exalado por todos os seres humanos e é descrito pelos cientistas como "o gás da vida".

Num artigo explosivo publicado este mês no jornal "The Guardian" (em torno da tomada de terras por parte do governo Queniano) o jornalista Nafeez Ahmed explicou:

O sofrimento devastador dos povos indígenas do Quénia é sintomático da abordagem falha para a preservação por parte das agências internacionais. . . . Na práctica, os esquemas do programa REDD permitem, em larga escala, que as companhias acelerem a poluição ao mesmo tempo que compram, a preço de banana, terras e recursos no mundo em desenvolvimento.

Terra essa que foi etnicamente limpa dos seus habitantes prévios.

A brutalização dos Quenianos e a maciça tomada de terras começou a acelerar em 2007, quando os "Serviços Florestais" do Quénia deram início a altamente controversa parceria com o Banco Mundial como forma de implementar o assim-chamado projecto “Natural Resource Management”. Desde então, os activistas reportam que as casas de Sengwer têm estado sob um ataque virtualmente sem intervalo por parte das autoridades (com o propósito de desenraizar os povos indígenas). Mal a união entre o Banco Mundial e o governo Queniano foi aprovado, sem qualquer tipo de input por parte dos Sengwer, as comunidades aprenderam subitamente que as suas casas ancestrais encontravam-se dentro duma "reserva florestal", sujeita à destruição e à confiscação.

Numa declaração por si feita, o Banco Mundial tentou distanciar-se das atrocidades, afirmando não estar envolvido e estar "preocupado" com as notícias:

O Banco Mundial encontra-se pronto para dar assistência ao Governo do Quénia com o seu aconselhamento de desenvolvimento fundamentado nas experiências de projectos globais e locais, e para partilhar as melhores prácticas de restabelecimento em linha com as suas políticas de salvaguarda. . . . . Estas [políticas] buscam formas de melhorar ou restaurar os padrões de vida das pessoas afectadas pela recolocação involuntária.

O Banco Mundial afirmou estar a levar a cabo uma investigação, mas entre os críticos esta semi-negação gerou uma repercussão furiosa. A organização com o nome de "No REDD in Africa" (NRAN) - grupo composto por 66 organizações dos direitos humanos que se encontram em oposição ao plano da ONU - emitiu uma declaração onde se lê:

A causa e o efeito são perfeitamente claros: o Banco, no seu altamente controverso papel tanto de financiador do crédito carbono como de corrector, está a ajudar e a ser cúmplice da recolocação forçada duma População Indígena inteira através do seu "Natural Resource Management Plan" (NRMP) que inclui a REDD (Reducing Emissions from Deforestation and Forest Degradation).

A NRAN afirmou que o facto mais perturbador da resposta do Banco Mundial foi a disponibilidade do mesmo em ajudar o governo do Quénia no realojamento "involuntário":

O Banco Mundial está, ao mesmo tempo, a admitir a sua cumplicidade no realojamento forçado do Povo Sengwer bem como a disponibilizar-se para pactuar com o governo Queniano para ocultar o genocídio cultural.

O Povo Sengwer, afirmou a NRAN, enfrenta agora "a aniquilação completa sob a fachada de "conservação" levada a cabo pelo REDD.”

A rede No REDD qualificou o que se está a passar de "colonialismo carbono", para além de alegar que o plano da ONU está "a emergir como uma nova forma de colonialismo, subjugação económica e um fomentador de confiscação de terras tão gigantesca que ela pode ser considerada uma confiscação continental." 

A carta, assinada por mais de 300 organizações focadas nos direitos humanos e mais de 5 dúzias de organizações internacionais, forneceu às autoridades Quenianas, bem como as entidades planetárias envolvidas no esquema e outras mais, uma lista de exigências:

Exigimos que os governos, as companhias, os negociantes de carbono, o Banco Mundial e as Nações Unidas, incluindo a UN-REDD, UNEP, UNDP [United Nations Development Programme] bem como outras organizações, que cancelem imediatamente estes prejudicias esquemas REDD, bem como outros esquemas de carbono.

Até oficiais internacionais envolvidos com as maquinações REDD da ONU manifestaram indignação com os desenvolvimentos. Tony La Vinã, antigo presidente da REDD ONU, disse o seguinte ao The Guardian:

Os mercados de carbono, quando estiverem operacionais, têm que dar o seu apoio à administração florestal das pessoas que lá vivem, e não dar apoio aos governos nacionais com mais uma ferramenta com a qual desapossar os cidadãos dos recursos naturais que eles trataram e dos quais dependem há várias gerações.

Tal como a "The New American" reportou, as atrocidades a decorrer no Quénia dificilmente são as primeiras que os esquemas de "compensação de carbono" que as Nações Unidas, a União Europeia e outras organizações ocidentais fomentam, geram repercussão devido à brutalização das pessoas e destruição das suas casas. No Uganda, por exemplo, dezenas de milhares de camponeses inocentes viram as suas povoações queimadas de modo a que as instituições [globalistas] pudessem plantar árvores de "crédito de carbono" nas suas terras. Reportagens de crianças a serem assassinadas e espancamentos brutais fizeram manchetes de jornais. Dezenas de assassinatos Hondurenhos ocorridos em 2011 foram também ligados à tomada de terras apoiada pela ONU em esquemas de "carbono".

Outras tomadas de terras gigantescas apoiadas por múltiplas instituições globalistas estão a ocorrer em todo o mundo, ironicamente, algumas delas sob o disfarce de serem formas, segundo tratados da ONU, de "proteger" os povos indígenas. No Brasil, por exemplo, aldeias inteiras foram recentemente esvaziadas sob ameaça de armas por parte de tropas federais com logotipos da ONU, sob o facilmente refutável pretexto de "devolver" as terras a um punhado de índios que nunca haviam vivido nessas terras.

Com as acusações de genocídio cultural no Quénia actualmente nas manchetes dos média de maiores dimensões no Ocidente, a revolta contra os vendedores de esquemas de "compensação de carbono" - a ONU, o Banco Mundial, a União Europeia, os governos Europeus, políticos corruptos do Terceiro Mundo, e muitas outras organizações internacionais - está a crescer rapidamente. No entanto, ao mesmo tempo que as teorias em torno do alarmismo climático continuam a cair, tornou-se claro que sem um clamor enorme, as atrocidades e a tomada de terra por todo o mundo irá continuar sob qualquer pretexto.


* * * * * * *

Basicamente, o que isto significa é que o alarmismo climático nada mais é que uma das muitas formas através da qual as organizações globalistas concentram nas suas mãos porções cada vez maiores de terras. A teoria da Nova Ordem Mundial (a unificação política, económica e religiosa forçada das nações do mundo) torna-se difícil de negar quando as evidências em seu favor estão absurdamente patentes aos olhos de quem quer ver.





terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Christiana Figueres: O regime político que melhor combate o [não-existente] aquecimento global é o Comunismo

As alterações climáticas têm sido um tópico de conversa popular ultimamente, e parece que as Nações Unidas estão a cimentar a sua posição no que toca as alterações ambientais. A chefe-climática das Nações Unidas, Christiana Figueres, também parece saber a forma como os sistemas de governo afectam o clima.

Ah, não, espera. Parece que ela não sabe.

Ela declarou recentemente que a democracia é um sistema político fraco na luta contra o aquecimento global. Ela disse também que a China comunista é, por sua vez, um modelo melhor.

Embora a China seja o maior emissor de dióxido de carbono do mundo, e enfrente questões ambientais sérias, aparentemente a senhora Figueres pensa que eles estão a fazer "as coisas certas" no que toca o combate o aquecimento global.
Figueres acrescentou que a profunda divisão partidária do Congresso dos EUA é "muito detrimental" para a aprovação de qualquer tipo de legislação na luta contra o aquecimento global. O Partido Comunista Chinês, por sua vez, pode avançar com políticas e reformas por sua própria conta. De forma bem vincada, a legislatura nacional do país apenas coloca em acção as decisões tomadas pelo Comité Central do partido e por outros departamentos executivos.
Parece que esta (ir)responsável da ONU se esqueceu que o Comunismo é responsável pela morte de 94 milhões de seres humanos na China, na União Soviética, na Coreia do Norte, no Afeganistão, no Cambodja e na Europa Oriental durante o século 20. Só na China mais de 60 milhões de pessoas foram mortas pelo Comunismo. Mas claramente isso significa que o Comunismo é um sistema politico grandioso que deve ser emulado em todo o lado.

Mas se calhar pode-se dizer que isso em nada está relacionado com as suas fontes de energia.

Bem, em 2012 a China obteve 9% da sua energia a partir de fontes renováveis, ao mesmo tempo que os EUA obtiveram 11%. Ah, e é importante não esquecer que o Wall Street Journal ressalvou que a qualidade do ar na China é tão mau, que no ano de 2010, 1,200,000 pessoas morreram prematuramente como efeito da polução do ar. Para além disso, os dados do governo Chinês dizem que "o cancro do pulmão é agora a causa de morte primária entre os tumores malignos. Muitos daqueles que morrem são não-fumadores."

Portanto, qual é o melhor país quando se trata de proteger o meio ambiente?

Talvez a Sraª Figueres precise de fazer mais pesquisas antes de começar a afirmar que um tipo de governo é melhor que o outro, quando se fala do ambiente ou o que quer que seja.


* * * * * * *
Christiana Figueres afirma que a China tem um modelo melhor para combater o aquecimento global, mas o foco das suas palavras não é o combate ao não-existente aquecimento global, mas sim o modelo político existente na China. O Comunismo permite que a classe política concentre nas mãos duma minoria o poder total - tanto militar, como económico, mediático, etc - e é precisamente por isso (ou também por isso) que a elite, difectamente ou indirectamente, o promove. 

Uma pergunta que claramente revela isto mesmo é: se a China tem um regime político "melhor" para o combate ao aquecimento global, porque é que a China é o maior poluidor mundial?



domingo, 9 de setembro de 2012

O racismo dos ambientalistas

Quando fazemos uma análise mais aprofundada das actividades daqueles que forçam a teoria das "alterações climáticas", eles revelam-se nada mais como grupos racistas. E doentios. E racistas outra vez.

Muitas das suas "soluções" envolvem forçar os países mais pobres, especialmente os países africanos - que, obviamente, estão cheios de negros - a colocar de lado qualquer noção de se tornarem prósperos e auto-suficientes. Um dos grandes cavalos de batalha dos aquecimistas é o facto da população mundial estar a aumentar. Quem melhor que Paul Ehrlich para revelar o que os ambientalistas pensam do crescimento populacional num post intitulado "Controle da multidão: 7 biliões de pessoas. Última chance para salvar o planeta"?

Paul Ehrlich, autor do icónico livro The Population Bomb, identifica-se como um "gangster" . .

Sem dúvida que não há motivos para deixarmos de confiar no homem que ofereceu ao mundo uma das "profecias" climáticas mais falsas da história.

O que é que pode ser feito? Havendo escrito mais de 40 livros, Ehrlich afirma que "as pessoas não querem ouvir as soluções - esse tipo de livros não vende." Para além disso ele já desistiu de contradizer "idiotas genuínos" ou "os matematicamente limitados."

Quais são, então, as "soluções" para combater o aumento da população mundial? Essencialmente, só há duas:

  • Parar de gerar filhos
  • Reduzir a população actual.

É por isto que as minorias de todo o 3º mundo, especialmente os negros, recebem contraceptivos. Alguns ambientalistas mais consistentes com a sua ideologia anti-humanidade chegam a sugerir que os seres humanos se matem em massa.

Muita desta mentalidade tem as suas origens nos programas eugénicos propostos por esquerdistas brancos. Estes programas culminaram 1) na esterilização das minorias, 2) no aparecimento de organizações que matam bebés inocentes (Planned Parenthood) e 3) no genocídio tal como executado pela Alemanha Nacional Socialista.

Fonte

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Se a esquerdalha ambientalista está genuinamente interessada em "reduzir a população mundial", eles podem dar o exemplo parando de gerar filhos e executando o suicídio em massa que eles querem que os outros façam.

Mas eles não irão parar de gerar filhos e nem irão levar a cabo o tal suicídio em massa porque eles não se consideram parte do problema; segundo se sabe, o "problema" da sobrepopulação não inclui esquerdistas porque só os não-esquerdistas é que fazem parte da "sobrepopulação" mundial.

Como disse um homem sábio, sempre que alguém afirmar que "há pessoas a mais no mundo", perguntem-lhe se ele [a pessoa que disse isso] também está a mais. Se ele acha que sim, seria interessante saber o que ele está disposto a fazer em relação a isso.



segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Faz sentido

Havendo demonstrado de forma científica como é que um lobo/vaca/urso evoluiu para uma baleia, ou como um dinossauro evoluiu para um colibri, os evolucionistas voltam-se agora para outro grande mito da "ciência" moderna: a teoria do aquecimento global antrópico (AGA).

De certa forma, faz sentido que sejam os evolucionistas a liderar este processo visto que tanto a crença de que lobos evoluíram para baleias como a crença de que o homem consegue aumentar a temperatura da Terra nada mais serem que ficção cientifica:

Será a educação em torno das alterações climáticas a nova evolução, isto é, ameaçada por parte de grupos de interesse muito bem organizados nas escolas distritais dos EUA bem como nos padrões de educação?

Um crescente número de proponentes da educação acha que sim. Devido a isto a partir de ontem, a National Center for Science Education (NCSE) em Oakland, Califórnia, que se dedica a combater o ensino do Criacionismo, anunciou que vai se dedicar também ao combate dos negacionistas climáticos.

A NCSE espera que a tarefa seja mais complicada do que o combate ao Criacionismo. Eugenie Scott afirma:
As forças unidas contra a ciência climática são mais numerosas e com melhor financiamento.
Devido a isto, Scott defende que estas "forças" são mais capazes de propagar a sua mensagem nos órgãos de informação do que os defensores do Criacionismo.

. . . . . .

Um dos motivos que vai tornar o combate ao "negacionismo climático" mais complicado é o facto de ser mais difícil mentir às pessoas sobre algo que elas podem observar empiricamente, independentemente das formidáveis "forças unidas" contra a "ciência climática".

Outro motivo óbvio para o à vontade que muitos cientistas têm em demonstrar a idiotice da teoria do AGA é a inexistência de ramificações religiosas por parte desta (embora existam ramificações políticas). Quer uma pessoa acredite em Deus ou não acredite em Deus, a rejeição do AGA não vai alterar a sua cosmovisão.

No entanto, a crença no Criacionismo implica uma alteração fundamental na forma como vêmos o mundo. Para um militante ateu que claramente observa a insuficiência da teoria da evolução como explicação coerente para a origem dos sistemas biológicos, é complicado passar a defender o Criacionismo - embora se aperceba que esta teoria está melhor suportada pelos dados observáveis.

Para alguém que sempre se auto-glorificou em ser um "céptico" apenas e só por acreditar que o mundo biológico criou-se a si mesmo, o Criacionismo é muito mais perigoso que o AGA.

Como tal, prevejo que o NCSE mais cedo ou mais tarde desista de combater o "negacionismo climático" e volte a defender a tese de que a vida criou-se a si mesma.



sábado, 10 de dezembro de 2011

Urso polar macho mata e come cria. Isto prova o aquecimento global e como tal temos que taxar os mais favorecidos e redistribuir a riqueza

A BBC reporta:
É uma imagem que chocará muitas pessoas. Um urso polar adulto do mar Árctico é visto a arrastar o corpo duma cria que acabou de matar.

Os ursos polares normalmente caçam focas mas se estas não estiverem disponíveis, os grandes predadores buscam outras fontes de alimento - mesmo entre a sua espécie.

A foto foi tirada pela fotojornalista ambientalista Jenny Ross. Ela afirma: "De uma forma ou outra, este tipo de predação intra-específica sempre aconteceu".

Tal como a maioria dos ursos, os ursos polares frequentemente matam as crias da sua espécie de modo a que possam copular com a fêmea.

Claro que de acordo com a religião aquecimista, as coisas nunca são assim tão simples. Jenny Ross acrescenta:

No entanto, tem sido observado um número maior deste tipo de incidentes, particularmente em zonas onde os ursos polares estão encurralados, totalmente privados de alimento durante longos períodos de tempo devido à perda de gelo resultante das alterações climáticas.
Mesmo que isto fosse verdade, isto de forma alguma prova que a perda de gelo marítimo se deve a qualquer acção do homem.

Como se isto não fosse suficientemente embaraçoso, a foto foi tirada em Julho de 2010, isto é, no Verão - altura em que o gelo marítimo está no ponto mais reduzido.

Mas há mais.

Ross especulou que havia outro urso nas redondezas e que poderia ser a mãe da cria morta.
A Jenny Ross prossegue com a sua especulação em torno do aquecimento global sem se dignar a mencionar que no reino animal, os machos frequentemente matam as crias como forma de deixar a fêmea sem filhos e novamente pronta a acasalar.

O que é que os ursos faziam durante os períodos ainda mais quentes do passado? Se calhar morreram todos à fome.

Fazem isto há milhares de anos, mas agora é culpa do homem.


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Defesa do aquecimento global é manobra política

Não que nós não estivéssemos já cientes disso. Esta questão só se mantém viva porque a comunidade aquecimista alega que as suas conclusões dependem da "ciência" e nada mais.

Só que às vezes um ou outro aquecimista revela a verdade.

Naomi Klein escrevendo para o The Nation diz que os conservadores têm concentrado uma devoção sem precedentes no negacionismo das alterações climáticas ao invocarem o espectro do anti-capitalismo. E eles não estão errados.

Combater as alterações climáticas significará uma revisão da economia dos livres mercados e um encolhimento do sector corporativo. Devido a isto, as pessoas o estilo de vida cuja subsistência dependa do grande negócio têm razões para estarem temerosas.

Mas eles [os conservadores] têm razão quando afirmam que a luta eficaz contra as alterações climáticas significará mudanças séries no nosso sistema económico - incluindo a regulação da indústria e a taxação dos ricos.

Fazer isto da forma correcta significará fazer as coisas segundo o manual progressista, e fazê-lo não por motivos partidários mas por motivos científicos objectivos.

Tudo isto é aterrorizador para as pessoas da direita. E porque é que não seria? Os Republicanos, os ricos, e a indústria não se opõem às acções climáticas porque são malucos. Eles opõem-se precisamente porque não são malucos.

Isto ressalva de modo claro o que várias pessoas (incluindo cientistas) já declararam: as mentiras em torno das "alterações climáticas" mais não são que formas de avançar com a agenda da esquerda política. Em nada essa mitologia depende dos dados científicos e empíricos.

Como diz o autor deste blogue, se os aquecimistas realmente acreditassem que o aquecimento global antrópico é um perigo eminente, eles levariam o mesmo estilo de vida que eles querem impôr ao resto da humanidade.

Aquela besta do Al Gore comprou uma casa na praia ao mesmo tempo que "avisa" a humanidade sobre os "perigos" do aumento do nível do mar como consequência do aquecimento global/alterações climáticas.

Como é possível que os esquerdistas queiram ser levados a sério ao mesmo tempo que têm pessoas como o Al Gore a representá-los?



sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Confirmado: "consenso científico climático" é uma farsa

Os modelos estavam errados, as previsões estavam erradas, e as pressuposições básicas por trás da hipótese parecem estar também erradas:
O "The Economist" reporta algumas pesquisas climáticas de topo, publicadas num artigo revisto por pares na Science, que questionam alguns avisos apocalípticos ambientalistas.

Em particular, o estudo sugere que a provável sensibilidade do clima terrestre para aumentar a concentração de dióxido de carbono na atmosfera é bastante inferior que as pressuposições tradicionalmente usadas (e já desacreditadas) pela "Intergovernmental Panel on Climate Change".

Para além disso, os autores verificaram que a existência da hipotética "cauda gorda" - a noção de que alterações climáticas extremas em resposta ao aumento atmosférico de CO2 são prováveis - é ilusória.

O total falhanço da "ciência" do aquecimento global tem que ser esfregado vigorosamente e repetidamente nos narizes de todos os cientistas e fetichistas da ciência que alegam que a ciência não pode ser questionada por não-cientistas, ou que tais questionamentos possuem o mesmo valor que as críticas dos sem-abrigo a viver debaixo da ponte.

A ciência marxista volta a demonstrar que não foi feita para explicar o mundo natural mas para preparar o caminho para que o mundo seja gerido por um grupo de "homens sábios".

Fonte



terça-feira, 15 de novembro de 2011

Se Não Acreditas Nas Alterações Climáticas, Vais Entrar em Combustão Instantânea

Mais um vídeo - na longa linha de vídeos - feito pelos Verdadeiros Crentes, que desperdiçaram uma quantidade considerável de energia a produzi-lo e colocá-lo na internet - onde mais energia vai ser gasta a vê-lo (sem falar na quantidade de CO2 produzido).


O texto associado ao vídeo diz o seguinte:

97–98% dos pesquisadores com maior número de artigos publicados acredita que os seres humanos estão a causar o aquecimento global. Outro estudo verificou que 97,4% dos climatólogos com maior número de publicações científicas, bem como pouco menos de 90% de todos os pesquisadores das ciências naturais, considera que o aquecimento global antrópico está a ocorrer.

No entanto, são os minoritários, os que negam o conceito de alterações climáticas, que frequentemente possuem as vozes mais audíveis.

“Combustible” é um vídeo, criado como parte duma campanha, feito para a Global Climate Initiative, organização que apareceu para sensibilizar as pessoas para o facto de que nós, como seres humanos, estarmos a ter um impacto negativo na ecologia global, e que não deveríamos esperar até ser tarde demais para vermos a verdade, e agir.

Portanto, em vez que viverem o seu estilo de vida "ecologicamente propício", mostrando o caminho para o resto da população, eles ainda estão na fase da "sensibilização" da população, coisa que já fazem há mais de 20 anos.

Mas nós, os Negacionistas, poderemos espontaneamente entrar em combustão devido ao facto da temperatura aumentar alguns poucos graus.

Se ao menos as pessoas parassem de fazer vôos esbanjadores de combustíveis fósseis para áreas balneares para avisar os outros a não fazer vôos esbanjadores de combustíveis fósseis.

Fonte


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Árvores recusam-se a cooperar com as previsões aquecimistas

Ficamos a saber que mais de metade das árvores orientais examinadas num maciço estudo levado a cabo pela Universidade de Duke não se estão a adaptar às alterações climáticas com a velocidade prevista pelos proponentes do aquecimento global das alterações climáticas.

James S. Clark, H.L. Blomquist Professor de "Meio Ambiente" afirma:

Vários modelos sugeririam que as árvores migrarão rapidamente para altitudes e latitudes mais elevadas como resposta ao aumento da temperatura, mas as evidências em favor duma migração consistente, liderada pelo clima, rumo ao norte estão, em larga parte, ausentes.
Das árvores que já foram analisadas, 59% não mostram qualquer sinal de que o seu alcance geográfico estão a contracção tanto no norte como no sul.

Poucas espécies - cerca de 21% - aparentaram estar a mudar em direcção ao norte, tal como previsto. Cerca de 16% aparentam estar a avançar em direcção ao . . . . . sul, e 4% parecem estar a avançar tanto para o norte como para o sul.

Fonte


Que choque incrível! A natureza ignora os aquecimistas e faz o que sempre fez.

Incrível o que os "climatólogos" aprendem quando deixam os modelos computacionais e aventuram-se para o mundo real.

Qualquer pessoa normal consideraria melhor esta noção do aquecimento global de forma séria se levasse as evidências científicas em consideração. Se a teoria prevê que algo deveria estar a ocorrer se o aquecimento global estiver a acontecer, e essa coisa não está a ocorrer, então se calhar 1) não há relação nenhuma entre o aquecimento global e a migração das árvores ou 2) o aquecimento global não está a acontecer.

Mas isto não significa nada para quem já "sabe" que o aquecimento é um "facto" (ou "fato", segundo o acordo ortográfico).

"Parem com o aquecimento global!"

sábado, 17 de setembro de 2011

O aviso climático do Príncipe de Gales

O Príncipe de Gales acredita que, se não alterarmos o nosso estilo de vida de modo a que acabemos com o consumo em massa, a humanidade enfrenta uma extinção, aumentos significativos do aquecimento global e a destruição da vida animal.

No seu primeiro discurso como presidente do "Worldwide Wildlife Fund" (WWF) UK, o Príncipe Charles sugeriu que a nossa sobrevivência deveria ser uma prioridade.

Referindo-se a ele mesmo como "uma espécie em perigo", ele avisou que o mundo já está no 6º evento de extinção, com as espécies a morrerem a taxas mais elevadas do que em qualquer outra era da história da Homem desde a extinção dos dinossauros.

Apesar de fazer campanha em favor do não-existente aquecimento global há já alguns anos, ele afirmou que as alterações climáticas não eram o único problema mas sim algo que está a avançar com a voraz destruição dos recursos naturais (água, terra, e mantimentos, etc) vitais para a sobrevivência humana.

O Príncipe afirmou que se o mundo continuar com os seus negócios como habitualmente então a raça humana pode estar em perigo.

Telegraph


Solução para o aquecimento global/alterações climáticas? Mais poder e mais dinheiro para uma elite não representativa dos desejos da maioria.

Alguém deveria avisar os aquecimistas de que o seu alarmismo é contraproducente.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Al Gore Quer Usar a Tua Conta do Facebook (ou Twitter) Por Um Dia

No dia 14 de Setembro (daqui a dois dias) Al Gore e o "Climate Reality Project" irão revelar toda a verdade em torno da crise climática. Para tal, eles precisam da tua ajuda. Tudo o que eles te pedem é a tua alma acesso à tua conta do Twitter ou Facebook.
Um dia antes do evento, tu dás-nos permissão para escrever posts no teu nome. Para além de nós só colocarmos posts que estejam dentro do contexto da "24 Hours of Reality" e alterações climáticas, só iremos criar uns poucos posts por hora.

Não só tu vais continuar a poder usar as tuas contas to Twitter e do Facebook normalmente, como podes revogar o nosso acesso a qualquer hora.

Depois do dia 15 de Setembro nós não usaremos mais as tuas contas do Twitter e do Facebook, e tu podes pôr término ao nosso acesso.

Não há hipótese alguma das coisas darem para o torto, certo? Afinal de contas, se nós não conseguimos disponibilizar o acesso das nossas contas privadas a um laureado com um Nobel (de modo a que ele possa usar a nossa identidade na propagação de spam da verdade do aquecimento global) em quem é que vamos confiar?

Todos os patos voluntários são bem vindos.

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