terça-feira, 20 de novembro de 2012

A mulher como vítima de engenharia social

Algo está seriamente errado com as mulheres actuais. Se não notaste é porque não tens prestado atenção. As mulheres americanas e as mulheres ocidentais encontram-se atoladas em preocupações, tristeza, depressão, ansiedade emocional e física, problemas e saúde e doenças nunca vistas no passado.

De forma geral, os média não reportam esta triste verdade na sua profundidade, mas se mantiveres os teus olhos abertos, observarás que algo está errado, e podes até encontrar parcelas de evidências desta doença em massa nos jornais, revistas e na televisão:
Estudo recente apurou que uma em cada quatro mulheres com idades compreendidas entre 45 e os 59 está a tomar anti-depressivos.” — USA TODAY
"De modo acelerado, os Estados Unidos está a atrasar-se em relação aos outros países industrializados no que toca a expectativa de vida, e nenhum outro grupo demográfico se depara com um declínio mais acelerado que as mulheres. Segundo um estudo levado a cabo pelo "Institute for Health Metrics and Evaluation" (IHME) na Universidade de Washington, a expectativa de vida da mulher americana não está a crescer lentamente . . . na verdade, ela está em queda." Travis Waldron, Thinkprogress.org
Estima-se que 8 milhões de americanos sofram duma desordem alimentar - 7 milhões de mulheres e 1 milhão de homens.” —Press TV
Entre duas a três mulheres americanas em cada 100, sofre de bulimia.” — South Carolina Department of Mental Health
Uma em cada 200 americanas sofre de anorexia.South Carolina Department of Mental Health
Actualmente, uma em cada 4 mulheres com idades compreendidas no intervalo 45-64 sofre algum tipo de desordem mental - um aumento de 20% durante os últimos 15 anos.”  The Telegraph
Estas estatísticas, tal como sintomas duma doença oculta, são um forte indicador duma crescente epidemia. Mas o que é que está a acontecer?

A resposta, segundo aqueles que analisam este tipo de dados, prende-se com o facto das mulheres estarem a trabalharem mais do que nunca. Isto é o resultado directo do movimento feminista que varreu os EUA desde os anos 60 até aos anos 1990.
“O Movimento Feminista, ou o Movimento de Libertação da Mulher, é um período de actividade feminista nos Estados Unidos que teve início no princípio dos anos 60 e durou até ao final dos anos 90.” —Wikipédia
Claro que, mulheres a ter carreiras profissionais e a obter a mesma educação que os homens é algo de bom. O problema encontra-se no facto das mulheres actuais não só trabalharem a tempo inteiro, mas também levarem a cabo o seu papel tradicional de mães, esposas, filhas e matriarcas. À medida que as horas aumentam, e juntamente com o stress resultante da crise económica,  muitas mulheres estão a ter dificuldade em enfrentar esta nova dinâmica:
As mulheres de meia idade que tentam coordenar as carreiras, os filhos e os parentes mais velhos, estão a sofrer mais de depressão e ansiedade que qualquer outro grupo social, revelam dados da NHS.The Telegraph
O grupo de caridade 'Mind', que trata de problemas mentais, afirmou que as mulheres nos seus 40 e 50 anos estão a ficar cada vez mais afectadas por tentarem gerir as responsabilidades da família, da cada e do emprego.…Este grupo etário em particular foi provavelmente educado por mães caseiras mas agora elas são mulheres com carreiras profissionais que enfrentam a pressão financeira de fazer parte duma família com rendimento duplo.”  The Telegraph
Os órgãos de informação defendem que, graças ao movimento feminista dos pós-anos 60, as mulheres actuais possuem mais liberdades e mais oportunidades que as tornam quase iguais aos homens.

Ouvimos esta adulação do feminismo repetida por muitos jornalistas, líderes industriais e professores universitários. À primeira vista, esta ideia parece correcta e plausível, mas será mesmo verdade? Será que as mulheres já avançaram assim tanto? Estão as mulheres de hoje numa posição superior a qualquer outra era da história? 

As estatísticas não confirmam isso, quando se fala em termos de saúde. Mas para além disso, há outros factos em redor desta história.

Engenharia social secreta por trás da "mulher moderna"

(...) As mulheres ajudaram a moldar a cultura americana, não só nas últimas décadas, mas desde o tempo em que os peregrinos chegaram à América do Norte. Desde o princípio, as mulheres assumiram papéis de liderança na política, ciência, educação, literatura, medicina e como cidadãs informadas. Mas nas últimas décadas as mulheres americanas e as mulheres ocidentais sofreram uma transformação repentina; ocorreu uma mudança tão profunda e tão evidente que é surpreendente que tão poucos sociólogos tenham reconhecido e escrito em torno da gravidade das suas implicações.

De alguma forma, a sociedade - fomentada pelos órgãos de comunicação em massa e as grandes companhias que as subsidiam - pegou nas antigas histórias em torno das mulheres de sonho, que é algo mais ou menos igual a ISTO:



E transformaram esse sonho em algo como ISTO:





No entanto, o que se passa é que esta realidade só se aplica a uma pequeníssima quantidade de mulheres. Apesar de todo o idealismo dos média e da publicidade universitária que incita as mulheres a obter educação superior, o facto é que a vida das mulheres transformou NISTO:


Para além disso, uma larga percentagem de mulheres americanas trabalha nas vendas. Portanto, o "sonho" que está a ser vendido às mulheres americanas, se te queres aproximar da realidade, parece-se mais com ISTO:



O resultado é o lugar onde nos encontramos hoje, com  as crianças a sofrerem mais do que os outros, vítimas de elevados níveis de divórcios, destruição da família nuclear, ambos os pais a trabalhar (reduzindo o tempo familiar), preocupações financeiras, stress, etc. A mulher "trabalhadora" chegou até nós após o sacrifício das valores familiares tradicionais.

Pior ainda, a tal "emancipação" da mulher  transformou de um modo fundamental o comportamento da mulher. Agora, não mais dependente da família para o seu bem estar - tanto a família onde nasceu como a família que ajudou a criar - as mulheres são mais agressivas, mais promiscuas, mais frias e distantes, menos empáticas, e menos simpáticas. Essencialmente, elas estão a ser masculinizadas.

Mulher Moderna vs Mulher Tradicional

Comparemos agora a Mulher Moderna com a Mulher Tradicional.

Mulher Moderna:
  • Não quer filhos "para já", ou não os quer de todo
  • Gosta de ter relações sexuais com múltiplos parceiros e sente que está a ganhar poder
  • Consome mais álcool e drogas hoje de que em qualquer outra época da história
  • Gosta de exibir o seu corpo nos mais váriados níveis de nudez.
  • Age de modo mais agressivo que no passado, indirectamente ensinando as crianças que a agressividade é perfeitamente aceitável.
Mulher Tradicional:
  • Procura um bom marido
  • Anseia ter filhos
  • Acredita que o seu objectivo principal na vida é educar crianças, e está disposta a sacrificar-se por elas
  • Não busca sexo com outro homem que não seja o seu marido
  • Exibe comportamento afável e gentil de modo a que possa gerar uma comunidade / sociedade própria para educar crianças
Dos dois tipos de "mulher" descritas em cima, qual delas parece a mais acertada? Se és uma mulher, com qual das duas te identificas mais? Se és um homem, qual das duas se ajusta ao teu ideial de máe, irmã e esposa?

A Mulher Tradicional tem esta aparência:

Nancy Davis/Reagan posando para um foto


Comparativamente, a Mulher Moderna tem a aparência que se segue:


Sem dúvida que concordarás que a Mulher Tradicional exemplificada em cima, quando comparada com a Mulher Moderna, é mais esperta, mais forte, tem mais classe e tem mais inteligência. O que nós não nos apercebemos é que a Mulher Moderna não está apenas a evoluir naturalmente, mas é o resultado de criação propositada e engenharia social
Engenharia social é uma disciplina . . . que se centra nos esforços levados a cabo pelos governos ou por grupos privados tendo em vista a modificação de atitudes populares e comportamentos sociais em larga escala.Wikipedia
O que isto significa é que os órgãos de comunicação e os seus patrocionadores estão a "vender" a ideia da Mulher Moderna às jovens de hoje em dia. Aparentemente, eles (os média e os tais grupos privados) querem criar a Mulher Moderna junto das novas gerações de raparigas, uma Mulher Moderna que é o oposto da Mulher Tradicional

Como e porque é que a Elite está a fazer isto?

Comecemos pelo "como." O seu modo de agir é simples: eles estão a usar a ferramente hipnotizadora mais usado hoje em dia: a televisão e os órgãos de informação no geral. Olhem para a horrível lista de programas de TC que as grandes companhias estão a vender as jovens mulheres:
  • MOB WIVES
  • REAL HOUSEWIVES
  • JERSEY SHORE
  • SEX IN THE CITY
  • JERRY SPRINGER
  • STEVE WILKOS
  • MAURY POVICH
Estes programas não só têm uma influência negativa sobre as jovens mulheres e sobre os jovens homens, como têm um impacto social negativo duradouro. A isto acresce-se o facto das mulheres se sentirem inadequadas pelos órgãos de comunicação devido à exposição repetida a anúncios impressos, revistas, programas de televisão e filmes que mostram modelos excessivamente magras, bonitas, jovens e sem qualquer defeito.

Todos nós sabemos que isto é marketing bem óbvio de padrões impossíveis de atingir  que prejudicam de igual modo as mulheres jovens e as menos jovens.



Então, porque é que os órgãos de comunicação em massa continuam a fazer isto? Só há uma palavra para definir este ataque às mulheres: sinistro. Os média criam um padrão de valor, e as mulheres julgam-se segundo este padrão - conscientemente ou não. Tudo isto leva a que a maior parte das mulheres se sintam inadequadas. 
Em 1983, 3 em cada 10 mulheres americanas (30%) afirmou que se encontrava insatisfeita com a sua aparência geral. Este número subiu para quase 1 em cada 2 (48%) em 1993.Maggie Wykes, Barrie Gunter, If  Looks Could Kill
Claro que nos é dito que as mulheres sexualmente atraentes vendem produtos, mas será possível que os mass media não estejam assim tão interessados na venda de produtos quanto estão interessados em fazer com que a mulher se sinta inadequada, causando assim que ela busque realização pessoal noutro sítio (isto é, nas carreiras)?

Se pensas que é ridículo acreditar que as mulheres podem ser manipuladas e influenciadas pelos órgãos de comunicação, ou pelas grandes companhias, enttão vê o vídeo de 4 minutos que se segue, que faz parte do documentário premiado com o nome de The Century of the Self

No mesmo é-nos mostrado como nos anos 1940 uma grande companhia foi bem sucedida em congeminar um plano que encorajasse as mulheres a fumar - algo que, até essa altura, a maior parte das mulheres nem sonhava em fazer:



No vídeo é-nos mostrado como uma grande companhia criou a ideia de que se as mulheres fumassem, isso tornar-lhes-ia mais fortes e independentes - uma ideia que até hoje persiste. O propósito da companhia era o de vender mais cigarros, e eles usaram os média para atingir este objectivo implantando "uma ideia" na mente das mulheres. Será possível, portanto, que os meios de comunicação e os seus financiadores tenham também encorajado as mulheres  a entrar no mercado de trabalho? Será que o movimento feminista, o catalisador que empurrou as mulheres para o mercado de trabalho, socialmente arquitectado pelas grandes companhias como forma de obter mais lucro?

Para encontrar-mos a resposta, observemos o vídeo de 3 minutos que se segue. 

Aaron Russo (1943 – 2007), amigo de Nick Rockefeller (da dinastia Rockefeller) revela como Rockefeller admitiu que o movimento feminista foi uma obra de engenharia social criada para empurrar as mulheres para o mercado de trabalho como forma de aumentar o número de pessoas a cobrar impostos e aumentar os lucros das empresas (reduzindo os salários dos funcionários):


Este tipo de informação é surpreendente. Muitos acreditam que Russo foi assassinado precisamente devido ao tipo de coisas que ele revelou em torno de Nick Rockefeller e os planos secretos dos Rockefeller.

A influência total - económica, política e até espiritual - do movimento de emancipação das mulheres (feminismo) faz-se sentir até hoje em todas as áreas da sociedade. Devido ao facto das mulheres terem entrado em massa no mercado de trabalho, o preço das casas e dos carros aumentou exponencialmente, visto que as grandes empresas podiam agora exigir mais pelas casas e pelos carros devido a existência de duas pessoas com rendimentos.

Nós podemos ver como o paradigma mudou assistindo programas de TV a preto e branco como Leave it To Beaver que revelam uma família só com uma pessoa a trabalhar: o pai chega a casa por volta das 4 da tarde e mais tarde janta com as família. Eles desfrutam duma casa agradável, um bom carro e um enorme jardim. Esta era a forma como os americanos viviam.

Por contraste, hoje os pais e as mães empurram os filhos para as creches logo de manhã, e conduzem furiosamente para os seus empregos como forma de obter os dois rendimentos que lhes permitem manter as cabeças acima do nível da água e impedir que os bancos fiquem com as suas casas, os seus carros e as suas vidas. O tempo familiar e os valores familiares foram trocados por uma colecção inorgânica de madeira, pregos, aço, elástico e um espantoso engenho de GPS.

Hoje em dia, quer as mulheres queiram ou não, elas são forçadas a trabalhar, vítimas da economia criada pelo movimento feminista (que, indirectamente, prejudicou a sociedade americana e os valores familiares). A vasta maioria das mulheres encontra-se aprisionada nos seus empregos de baixo rendimento, sem futuro, o que só contribui para o seu sentimento de depressão, tristeza, raiva, confusão e aí por diante.
Hoje, as famílias têm cada vez menos filhos, um sinal claro de que as mulheres estão stressadas:
Dando prosseguimento a um declínio de 12 anos, a taxa de natalidade dos EUA atingiu o seu ponto mais baixo desde que dados nacionais têm estado disponíveis.About.com (2012 stats)
Para além disso, mais mulheres estão a gerar filhos fora do casamento - mais uma evidência da engenharia social da Mulher Moderna:
Mais de um terço de todos os nascimentos ocorre em mulheres solteiras.”  —About.com (2012 stats)
Como é que podemos lutar contra esta engenharia social da mulher? Como é que podemos ajudar as mulheres a lutar contra a doença que lhes aflige? Talvez começando por demonstrar que as mulheres nunca foram oprimidas, mas sim respeitadas, amadas e valorizadas primeiro e acima de tudo, dentro de casa.
O homem pode ser a cabeça do lar, mas a mulher é o pescoço. O pescoço pode girar a cabeça na direcção que ele bem entender.—My Big Fat Greek Wedding
Uma esposa feliz, é uma vida feliz.Provérbio
As mulheres sempre contribuíram para as artes, para a ciência e para a civilização como um todo, mas este facto é minimizado pelos mass media uma vez que não se ajusta à percepção de realidade que os média querem que as jovens mulheres acreditem. (...) Em vez disso, os média incentivam as mulheres a sentirem-se inferiores aos homens ao reportarem coisas como "telhados de vidro" e coisas assim, motivando as mulheres a alistarem-se numa guerra entre os sexos e plantando uma semente na sua cabeça que mais tarde gera sentimentos e desejos de querer competir com os homens.space

Mulheres Famosas na História

Estas mulheres parecem-te viver sob opressão?
Se as mulheres eram tão oprimidas antes do movimento feminista dos anos 1960-1990, como foi que ela atingiu tudo isto no princípio dos anos 1950?

Não encontrarás nomes de mulheres na Constituição. Salvo algumas excepções, elas foram largamente ignoradas pelos historiadores e pelos livros escolares dedicados aos inícios da história americana. Mesmo assim, houve mulheres que foram médicas, advogadas, pregadoras, escritoras e cantoras. Em todos estes casos, elas fizeram contribuições importantes para os primeiros anos da histórias americana.

Acreditar que as mulheres eram oprimidas pelos homens antes de terem sido "emancipadas" pelo movimento feminista dos anos 1960-1990 fundamenta-se num sonho sinistro implantado nas nossas mentes pelas meios de comunicação e pelos seus financiadores corporativos. Este sonho transformou-se agora num pesadelo não só para as mulheres, mas para todos nós e principalmente para as nossas crianças, que pagam o preço.

As boas notícias é que as mulheres parecem estar a acordar deste pesadelo. Usando a sua natural intuição - as mulheres sempre estiveram mais próximas da sua intuição que os homens - as mulheres começam a observar que, de alguma forma, alguém ou algo as está a empurrar para fora do papel central. Algo correu tragicamente mal, e embora a maior parte das mulheres não consiga dizer com precisão o que é que está destroçado, existe um claro sentimento de que as coisas não estão como deveriam estar.

Nós vemos isto num novo estudo da More Magazine, que mostra quem apesar do idealismo da mulher no local de trabalho, as mulheres estão menos ambiciosas do que estavam há 10 anos atrás. O terceiro relatório anual da More levou a cabo um inquérito junto das mulheres americanas sobre as suas atitudes em torno dos seus empregos.
  • Uns surpreendentes 43% das mulheres afirmou estar menos ambiciosa do que estava há 10 anos atrás.
  • 73% disseram que não se candidatariam para o lugar do patrão.
  • 38% disseram que não queriam as políticas, a pressão e a responsabilidade envolvida nos empregos de topo.
Este declinio na ambição, afirma a More, não é novo; o relatório cita dados de vários estudos nacionais levados a cabo pela Families and Work Institute que mostram como a percentagem de mulheres com idades entre os 35 e 44 que desejavam um emprego com mais responsabilidade caiu dos 40% para os 35% entre os anos de 1992 e 2008.

Claramente, as mulheres começam a questionar a mensagem que lhes foi alimentada pelos média e pelos seus financiadores. As mulheres estão a levantar questões, buscando respostas e, basicamente, a chegar às mesmas conclusões presentes neste artigo. Esperemos que a tendência continue.

Conclusão:

O movimento feminista do final do século 20 foi uma fraude socialmente arquitectada em oculto pelos 1% da Elite com o propósito de empurrar as mulheres para o mercado de trabalho. Com as mulheres a trabalhar, as grandes empresas ganharam mais dinheiro do que em qualquer outra altura da sua existência. A Elite conseguiu levar isto a cabo implantando na mente feminina a ideia de que estão a ser suprimidas pelos homens e que a forma de demonstrar genuína igualdade é competindo com os homens no mercado de trabalho. Infelizmente, as mulheres estão a ser esgotadas uma vez que têm também que levar a cabo os papéis tradicionais. 

Como resultado, as mulheres sofrem mais do que em qualquer outro momento da história, e muitas estão a ter menos filhos (algumas nem chegam a ter filhos). O sonho da mulher - de encontrar o príncipe encantado e viver uma vida feliz para sempre - transformou-se numa busca de formas de ganhar mais dinheiro e competir com os homens no local de trabalho. Como consequência, temos uma sociedade onde um peso enorme cai sobre os ombros das mulheres, e onde o Estado está a criar os filhos, em vez de serem mães dedicadas a fazer isso, e onde a saúde geral da mulher está em nítido decréscimo como nunca dantes.

33 comentários:

  1. Parabéns pela brilhante explicação, Lucas!
    Gostei muito!

    Espero muito que as mulheres estejam percebendo que há algo errado nestes atos feministas. O retorno para a família ou para a construção dela como deve ser é o melhor para todos nós!



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  2. Vamos terminar o abate: greve de casamento e de namoro!

    Digamos NÃO! a mulheres feministas e liberais!

    As mulheres estão percebendo isso nos EUA, mas não no Brasil (principalmente com uma presidente lésbica, terrorista, assaltante e guerrilheira comunista).

    Aqui, ainda estamos nos anos 1970 ou 1980. A fúria feminista está no máximo!

    Quem sabe daqui a uns 40 anos as coisas começam a melhorar, quando as eleitoras da "sapatão-mor" do Brasil perceberem que entraram em uma canoa furada?

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    1. Com uma presidente como você mesmo citou, tudo fica muito difícil! Ela tem as piores características para comandar um país...e foi votada simplesmente porque é mulher. Infelizmente ninguém se deu ao trabalho de ver quem realmente ela é: esqueceu do assassina! mas prontos! o quadro está completo.

      Pagamos o preço!

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    2. Verdade, principalmente quando se trata de promiscuidade. Aqui no Brasil está terrível. Mas parece q no mundo todo né? Já ouvi a palavra virgem como termo pejorativo, não uma, mas vááárias vezes. O pior é que toda mulher brasileira decente sabe como ela é mal representada pela maioria...

      O texto disse tudo, hj a mulher se esforça em ser a super mulher, ter uma carreira de sucesso, um casamento de secesso, criar os filhos com sucesso, saber cozinhar muito bem, deixar a casa sempre impecável e de quebra ter q se preocupar com cada gordurinha localizada, cada fio de cabelo com frizz, cada celulite...

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    3. Essas feministas e seu bando mais barulhento ultimamente, a marcha das vadias, não representam a maioria das mulheres. O feminismo não trouxe liberdade, só opressão. Não houve nenhuma eleição que as dispusesse como legítimas representantes das "causas femininas".

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  3. Azar o delas! Bem feito!

    Continuem a crer em imbecilidades cabalistas dos "Sábios de Sião", da maçonaria, dos liberais iluministas, da psicanálise freudiana, das bruxarias "nova era", dos comunistas e das feministas (tudo farinha do mesmo saco).

    Vamos, mulheres, vocês precisam acabar de transformar o mundo numa Babilônia pagã e imoral! Quando vocês tiverem namoradas lésbicas e tiverem uma senha num harém dum cafajeste (do tipo "pegue seu número, sente-se e aguarde ser chamada"), vocês começarão a perceber que falharam em algum ponto? Não bastam uma família desajustada, filhas promíscuas e consumistas, filhos retardados afundados em video-jogos ou em drogas (quiçá em crimes), maridos distantes e frios chamando vocês de "dona onça" ou "rádio-patroa"? Vocês se tornaram odiosas e desprezíveis!

    Estão acreditando nas mentiras das revistinhas feministas (de que é possível conciliar carreira e família - qualquer homem que trabalha sabe que não o é)? Que papinho mais hippie, dos anos 1970, hein? Tomaram muito LSD? Hahahaha! O Brasil é atrasado até nisso: gosta de dar um de moderninho (igual aos favelados, querendo ser modernos) mas é o velho paganismo reeditado. Bando de imbecis! Que atraso!

    Agora peçam antidepressivos e calmantes às editoras da Cláudia, Marie-Claire, Nova, Lola, etc., e participem do sorteio de duas semanas grátis num hospício em sonoterapia (se for feminista mais mansa, daquelas que "juram" que não são feministas - sempre se traem com alguma crença liberal feminista, como algumas das moças que comentam por aqui) ou camisa-de-força (se for feminazi tipo "Tola", Femen, etc. - com calmante injetável), hahahaha!

    Ou um prêmio para os filhos e maridos: duas semanas longe delas. Hahahahahaha! Essa é a melhor! De preferência num cruzeiro marítimo! Hahahaha!

    Vamos fugir dessas pragas: não dêem emprego para essas neuróticas incompetentes! Façam suas empresas prosperarem! Contratem homens! Hahahaha!

    Conheci uma advogada da área de família (uma das mais conceituadas da minha cidade) que tinha um secretário, e não uma secretária. O motivo? Ela disse que a prática nas varas de família lhe ensinou a nunca confiar em mulheres! Perceberam?

    Continuem assim, mulheres! Cresçam como rabos de cavalo: para baixo! Hahahahahaha!

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    1. Oi Penitente.Queria dizer que estou de acordó com voce, bem feito para elas.Sou uruguaio e escrevo do Uruguay,moro na frontera com Rio Grande do Sul, por isso falo bem portugués.
      Colheram o que plantaram,bem feito.

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  4. Sandro comenta:
    Agora de lambuja o governo federal está incentivando as mulheres a fazer curso para entrar em áreas de predominância masculina. Pois que entrem. Agora, não me venham pedir ajuda pra erguer um pneu de caminhão nem erguer um saco de cimento hein?? Querem meter o bico em tudo pois aguentem os percalços. Só um empresário anta contratará uma mulher pra mecânico, no primeiro parafuso emperrado parou o serviço. Feministas, parem de ir contra a biologia, contra a genética. Vocês querem as coisas na marra. Querem entrar pra polícia mas o teste físico tem que ser mais "light". Não aguentam 1 dia carregando tijolos. Quero só ver essas formadas. Quando o cimento começar a corroer as unhas vão pular fora.

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  5. As mulheres não sofriam opressão. Elas apenas cuidavam da casa e dos filhos, isso é opressão? Na antiguidade o que os homens faziam era comércio, agricultura e guerra, mas também tinha a filosofia e a ciência. As mulheres até participavam, mas não podiam lutar nas guerras, até porque naquela época usavam-se espadas, lanças e escudos. Se não podiam entender a guerra, como poderiam ser políticos ou rainhas?
    No entanto, houve sim rainhas. Alguns imperadores romanos foram assassinados por mulheres.

    Alguém sabe se existe blogs que expõe e criticam Obama?

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    1. E o grande problema nisso tudo é o fato de por uma escolha ter sido feita por mulheres de gerações passadas, hoje eu não posso mais escolher não trabalhar e ser dona de casa e mãe, em tempo integral.

      Com a minha mãe já aconteceu o mesmo.
      Por ela, seria dona de casa em tempo integral, mas que homem que sustenta uma casa sozinho no Brasil?
      No meu círculo de convivência não tem nenhum.

      Mesmo assim, acho que devemos procurar ser honradas onde o mundo ainda nos permite.

      Essa libertinagem nada tem a ver com liberdade e é uma lástima que muitas adolescentes estejam sendo enganadas sobre estas serem a mesma coisa. Engraçado que o feminismo só estimula que o mulher queira ser igual ao homem no que este faz de pior, mas sem aguentar as consequências.

      Liberdade todo mundo tem pra fazer o que bem entender, mas toda a ação tem consequências.

      Quer ficar solteira e não ter filhos?
      Não tenha, mas não venha culpar os outros.

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    2. Ops... Queria responder tua pergunta sugerindo o Mídia sem Máscara e colocar meu comentar como comentário e não como resposta ao teu e fiz confusão.

      Desculpe a bagunça, mas segue a sugestão.

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  6. A visão geral da mulher, nunca esteve tão ruim como atualmente. Só comparar a mulher (seja do trovadorismo -e do amor cortês-, do Romantismo - e a mulher que é vista como anjo...) com a mulher atual (nas capas de revista - onde estão nuas-, "vestidas" nas ruas - onde estão seminuas-, como em troca estão sendo tratadas -qualquer cavaleiro do tempo do amor cortês se assustaria com tais "damas" - se é que podemos chamar assim hoje, além de ser considerado "careta", ainda não condiz com o merecimento de muitas...)

    E não importa o quanto falem, ainda sou obrigada a ouvir uma colega de classe (que paga uma de revolucionária rude -sim, ofender os outros pelas costas é o que ela mais gosta, mas ninguém pode ofender ela- dizendo "O Feminismo liberta". Liberta para uma condição de regressão bárbara, só pode.

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  7. Muito bom o texto, mas os vídeos não abrem. Eu qeria assistí-los, por favor, tente colocá-los novamente. Abraços.

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  8. Muito bom o texto e de fato as mulheres estão sobrecarregadas. Os comentários dos machinhos ai de cima que foram de doer heim? A ignorância desse tipo de espécime que fez com muitas mulheres quisessem mesmo se livrar disso e não depender mais desse tipo de homem, mesmo que precisassem se sobrecarregar e sacrificar os lindos sonhos da família perfeita. Os homens não estão dando conta do recado em setor algum e as mulheres tiveram que arregaçar a mangas e ir a luta e deu no que deu. Se os homens fizessem bem a parte deles a mulher não teria que se sobrecarregar como tem feito.
    Parabéns pelo texto!

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    1. E você acredita que as mulheres entram no mercado de trabalho porque os homens não "não dão conta"? Ou porque as famílias, mesmo com a redução do número de filhos, perderam poder aquisitivo com o achatamento dos salários? Que atestado de falta de inteligência!!!

      Mulheres no mercado de trabalho = mais oferta de mão-de-obra = menores salários = obrigação das mulheres de trabalhar (igual aos homens). Uma coisa gera a outra, fofa! E vocês não se livram das tarefas de cuidar da família (e nem os homens se livram disso também). Quanta "igualdade", não é mesmo?

      As mulheres pararam de depender dos maridos para dependerem de seus chefes e clientes, muito mais impiedosos do que seus cônjuges. Quanta "liberdade", não é mesmo?

      Os comentários dos machinhos foram de doer, Sra. Misândrica? Quanta "fraternidade" com os homens, não é mesmo?

      Ouvir a verdade dói, acostume-se com isso.

      Os comentários das feministas acabam atestando o que o feminismo faz às mulheres: torna-as misândricas, anti-família, sem inteligência (ou já o eram e por isso aceitaram tal ideologia imbecil?), cegas, surdas (mas não mudas) e retardadas.

      Mais uma feminista envergonhando as mulheres brasileiras de bem (=bem poucas)!

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    2. Valeska, o seu marido sabe que você sai de casa pra trabalhar porque o considera improdutivo e que ele não dá "conta do recado"? Você acredita de verdade que é essa a razão da mulher ter "arregaçado as mangas"?

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  9. O texto está extremamamente bom!E concordo que as mulheres hoje em dia carregam ás costas uma responsabilidade muito maior .
    Mas não estará a dar uma visão manipuladora dos factos?
    Se as mulheres não tivessem sido realmente reprimidas, teriam se dado a tanto trabalho para abolirem a sua condição de "esposas felizes"?!
    Falo por experiencia própria!O meu marido quer tudo, quer que eu trabalhe, que cuide (sempre) eu da casa, e que seja uma mulher extremamente decente! E tenta conseguir "a boa vida" manipulando- me através do conceito social de que como macho manda mais! Manda em mim, e como tal tenho que fazer tudo como ele quer!E ironicamente é o primeiro a dizer que só conseguirei mandar tanto quanto ele quando ganhar tanto quanto ele! Chegou mesmo a dizer que a casa não era minha porque não ganhei tanto quanto ele!Assim só ele poderia decorar a casa! Não querendo ser feminista, isto não é uma forma de repressão machista?A independencia não será melhor?

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    1. Neste caso, independência não ajuda em nada mas sim, uma relação com alguém com se dialogue de verdade.

      O que não me parece o teu caso, infelizmente.

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  10. O texto está extremamamente bom!E concordo que as mulheres hoje em dia carregam ás costas uma responsabilidade muito maior .
    Mas não estará a dar uma visão manipuladora dos factos?
    Se as mulheres não tivessem sido realmente reprimidas, teriam se dado a tanto trabalho para abolirem a sua condição de "esposas felizes"?!
    Falo por experiencia própria!O meu marido quer tudo, quer que eu trabalhe, que cuide (sempre) eu da casa, e que seja uma mulher extremamente decente! E tenta conseguir "a boa vida" manipulando- me através do conceito social de que como macho manda mais! Manda em mim, e como tal tenho que fazer tudo como ele quer!E ironicamente é o primeiro a dizer que só conseguirei mandar tanto quanto ele quando ganhar tanto quanto ele! Chegou mesmo a dizer que a casa não era minha porque não ganhei tanto quanto ele!Assim só ele poderia decorar a casa! Não querendo ser feminista, isto não é uma forma de repressão machista?A independencia não será melhor?

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    1. Sandra:

      O texto está extremamamente bom!E concordo que as mulheres hoje em dia carregam ás costas uma responsabilidade muito maior .
      Culpa do feminismo.

      Mas não estará a dar uma visão manipuladora dos factos? Se as mulheres não tivessem sido realmente reprimidas, teriam se dado a tanto trabalho para abolirem a sua condição de "esposas felizes"?!

      Mas quem se deu ao trabalho de abolir isso foram algumas poucas mulheres da classe média-alta que decidiram que as mulheres que escolhiam ficar em casa (palavra-chave: ESCOLHIAM) eram "oprimidas". Para além disso, o texto claramente diz que houve uma agenda política que manipulou as mulheres a rejeitar uma coisa que elas gostam de fazer: cuidar do lar, do marido e dos filhos.

      Ou seja, a tua crença de que a emancipação da mulher é evidência de que ela estava sob opressão ASSUME precisamente aquilo que tem que ser comprovado - nomeadamente, que ela existia sob "opressão".

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  11. Só tenho uma coisa a dizer: que lixo de texto!!! As mulheres foram para o trabalho muito antes do movimento das feministas dos anos 60. Isto já no período das revoluções industriais. Sabem o motivo? Os salários eram baixíssimos nas indústrias de capitalismo concorrencial. A família para ganhar o sustento precisava ingressar mais pessoas para o trabalho para sobreviverem. Então, não foi o movimento feminista que encareceu os produtos e sim os preços dos produtos que provocaram a existência do movimento feminista. Mas, não só isto. Dados de 2013. No Brasil, a cada 45 minutos uma mulher morre de violência doméstica cometida em sua grande maioria por companheiros e maridos. Dizer que existe igualdade ? Ainda hoje o salário não é equiparado. Dizer que existe igualdade? Muitos homens estupradores falam que o que fazem o estupro acontecer é o tamanho do vestido da mulher. Quanto na verdade é o machismo existente que produz mentes como esta. Então, estou vendo que muitas pessoas aqui precisam estudar mais a história para dizer alguma coisa sobre este assunto !

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    1. Serviço Social é escola de marxismo. Mas não é escola de matemática, história, psicologia, psiquiatria ou economia, e muito menos de misericórdia pelo ser humano.

      90% dos assassinatos são cometidos contra homens. Mais de 40.000 assassinados contra pouco mais de 4.000 assassinadas por ano no Brasil. E eles não têm Lei Maria da Penha para protegê-los. Queremos igualdade com as mulheres. Você tem razão: não há igualdade enquanto as mulheres têm privilégios.

      Os salários são equiparados. Se muitas mulheres podem ser donas-de-casa, isso provoca uma diminuição da média salarial.

      Para um criminoso agir, é preciso haver o agente, o objeto do crime e os meios (instrumentos e oportunidade). Ser estuprador não é machismo, é psicopatia (nem de doenças mentais vocês entendem). Mas, se a mulher puder se resguardar e não oferecer a oportunidade, já é uma forma de prevenção por falta de oportunidade (não tentando um psicopata, assim como a exposição de coisas valiosas sem proteção tenta um ladrão).

      A existência do movimento feminista não surgiu da carestia. O excesso de mão-de-obra, oferecido pelo feminismo, provocou uma diminuição do valor dos salários. Se, antes, a mulher trabalhava por opção, hoje, ela trabalha por obrigação. Os capitalistas agradecem!

      Assistentes sociais são aquelas imbecis que interferem nas vidas das famílias quando há uma disputa judicial de direito de família e propõem a expulsão do marido de casa, a entrega dos filhos a orfanatos estatais ou impedem seu convívio com seus pais, etc.

      Vocês são cúmplices do totalitarismo neo-fascista. E bem burrinhas também. Por que não escolhem uma profissão séria e honrada e deixam de ser as babás pagas pelo Estado onipotente?

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  12. Leio todos os artigo que saem neste blog e fico surpreendido porque é que ainda não li uma linha sobre o encerramento do Instituto de Odivelas.

    Será que não perceberam que não é, nem foi, uma escola feminista e que a secretária de estado, essa sim, feminista, usou um argumento de "gênero" para fechar a instituição?

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  13. Boa noite a todos,

    Confesso que fiquei com a pulga atrás da orelha. Já vi várias críticas ao feminismo, e a maioria se limitava a chamar as mulheres de histéricas e promíscuas.

    Sou super a favor da mulher construir uma carreira, mas nunca tinha parado para pensar nessa questão dessa forma... é triste, mas assim como se casar com um "príncipe encantado" é quase impossível, chegar ao topo da carreira também é. Trocamos um sonho por outro.

    É verdade, aquela foto das mulheres no supermercado é a realidade da maioria de nós.

    E o pior é que a maioria dos homens não conseguem mais sustentar um lar, e as mulheres querendo ou não são obrigadas a trabalhar, como diz o texto.

    Sinceramente não sei até que ponto concordo ou não com as afirmações do texto, mas é a primeira vez que paro para pensar a partir dessa perspectiva...

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    1. Pois é, Sandra, as mulheres foram enganadas (e gananciosas), e agora sofrem com isso. Mas se elas quiserem, elas podem fazer frente às feministas, e resgatar o que ainda resta da sociedade Ocidental.

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    2. Mas tem um detalhe, Lucas. A entrada da mulher no mercado de trabalho e agora totalmente irreversível, não há volta atrás. Elas sofrem com isso, e tiveram o que mereceram. Como diz esta materia , elas que não esperem pidedade nenhuma , bem feito pra elas http://canal.bufalo.info/2014/03/maldito-trabalho/

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  14. Uma armadilha maquiavelicamente arquitetada.

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  15. Eu não interpretei o texto como uma critica as mulheres no mercado de trabalho, como muitos dos comentários que li acima interpretaram. O artigo simplesmente explica que o feminismo junto com a média levou a mulher a pensar que estar em casa cuidando dos filhos era uma opressão. O mercado iria ter espaço para a mulher natural e gradualmente, e foi vendo que a mulher teria que batalhar com o homem pelo seu espaço e que não tinha espaço pois o mercado era machista. Essa guerra persistiu ate hj, colocando uma responsabilidade gigante nas mulheres e fazendo com que elas não conseguissem compreender que ela tem poder de escolha sobre sua vida, e que cuidar dos filhos e da familia não e algo piegas, arcaico.

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  16. Eu vejo alguns pontos aqui: A escolha pelo termo "engenharia social", provavelmente se referindo a algum tipo de padrão comportamental que é incentivado e que existe enquanto construção social. Acho curioso que esse pressuposto ganhe força aqui, e certamente foi utilizado para enfatizar e basear o argumento que se pretende fazer: De que existe um projeto de Mulher Moderna, e que esse projeto é um fracasso. Entretanto num outro post sobre ideologia de gênero o pressuposto da construção social foi totalmente descartado em provimento da genética dos seres. É preciso haver coerência no discurso. Por que essa escolha seletiva de pressupostos? Outro ponto: O post se constrói com inúmeros dados que buscam aferir um aumento nos casos de depressão, transtornos,... entre as mulheres. Mas afinal, como saber se não se trata num aumento generalizado desses fenômenos, isso é: em escala global e independente de gênero. A ausência desse panorama macro não poderia conduzir a um falso recorte do problema e consequentemente à uma conclusão precipitada dos fatos? Não seria necessário um recorte de amostragem bem maior? Por que não foram apontados artigos científicos que corroboram o exposto no post? Espero que não seja mal interpretada, e também não tenho intenção de ser rude, nem grosseira, eu gostei muito do post sobre ideologia de gênero, mas não consegui enxergar o mesmo rigor científico nesse post aqui.

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  17. É só tretas.

    Ainda no meu período de vida, as mulheres em Portugal, por lei, só podiam viajar ou ter emprego com autorização do marido e era normal que um marido "disciplinasse" a mulher com uma lambadas.

    Isso não é opressão ?

    É o quê ?

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