segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Mulheres esquerdistas têm fantasias sexuais o "Novo Hitler"








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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Como os Republicanos Maçónicos Mataram o Rei de Portugal

Título Original: "Regicídio – Mataram O Rei Duas Vezes"

A Carbonária foi uma organização terrorista secreta e armada, oriunda de Itália, e que se instalou em Portugal em 1822, liderada por Luz de Almeida a partir de 1898, que alistava grupos de civis que treinava nas técnicas de combate urbano e anarquista e procedia ao recrutamento de fidelidades nos quartéis entre os soldados e os sargentos. Apoiada pelo próprio grão-mestre do Grande Oriente Lusitano Unido, lançou-se mesmo em atentados bombistas como os do anarquista João Borges.

Era paralela da Maçonaria, embora sem vínculo orgânico à Maçonaria Portuguesa, não obstante utilizava algumas lojas do então Grande Oriente Lusitano Unido para aquartelar os seus órgãos superiores, os seus membros eram na maioria também maçons, e colaborou oficialmente com esta Obediência para a tentativa de revolução republicana falhada de 28 de Janeiro de 1908 – conspiração urdida pelos republicanos, pela Carbonária e pelos dissidentes progressistas -, para o Regicídio de 1 de Fevereiro de 1908, e, para a implantação da República, em 5 de Outubro de 1910.

A Carbonária era uma organização política, mas de cariz armado, uma espécie de brigada de artilharia, inimiga da Monarquia, do clero e das congregações religiosas. A Carbonária impunha aos seus filiados que ‘possuíssem ocultamente uma arma com os competentes cartuchos’.

O órgão supremo da Carbonária Portuguesa era a Venda Jovem-Portugal, tão secreta que os seus membros não se conheciam uns aos outros e que apenas se reunia em caso de deliberações importantes. O seu Presidente honorário era o Grão-Mestre eleito na Venda Jovem-Portugal e mais quatro Bons Primos nomeados e escolhidos por este de entre os membros da Carbonária Portuguesa. Este era o órgão de gestão da Carbonária Portuguesa e o seu pólo dinamizador principal.

Na Carbonária havia quatro graus: Rachador, Aspirante, Mestre e Mestre Sublime. Os filiados tratavam-se por Primos e por Tu, havendo entre eles sinais de reconhecimento e palavras especiais, e, nas sessões apresentavam-se sempre todos de capuz geralmente negro ou com a cara encarvoiçada, para dificultar a exposição dos chefes, mas os quais, todavia, conheciam os seus homens. 

O estandarte carbonário era vermelho e verde e nele estava representado um Estrela de Cinco Pontas, que encima o Globo Terrestre e três pontinhos, dispostos em forma triangular com o vértice na parte inferior.

Do lado político das conspirações formou-se ainda um comité revolucionário composto pelos dissidentes do Partido Progressista, Visconde da Ribeira Brava e Alpoim, e, os republicanos Afonso Costa e Alexandre Braga, entre outros e que era conhecido pelo Grupo dos 18. Prepararam então a revolução.

Tudo servia de desculpa para denegrir o governo e o Rei: a maior das crises políticas, que El-Rei Dom Carlos I enfrentou foi, logo no início do seu reinado, o Ultimato britânico de 1890 usado pelos republicanos para inflamar a insatisfação popular e acicatar o ódio à Família Real Portuguesa. 

O Reino Unido apresentou a Portugal o Ultimato britânico de 1890, que intimava o desígnio expansionista de Portugal, concretizado no Mapa Cor-de-Rosa a desocupar os territórios compreendidos entre Angola e Moçambique num curto espaço de tempo, caso contrário seria declarada a guerra entre os dois países. 

Assim se perderam importantes áreas e a propaganda republicana aproveitou o momento de grande alvoroço nacional para responsabilizar a Coroa pelos reveses no Ultramar. Em 31 Janeiro de 1891, no Porto deu-se mesmo um golpe republicano, mas que foi debelado.

O que a propaganda republicana não divulgava, pois não lhes interessava, foi o papel do Rei que soube inverter a conjuntura e, fruto do seu exímio dom diplomático instalou Portugal no centro da diplomacia europeia da primeira década do século XX; a questão dos adiantamentos, isto é, das supostas dívidas da Casa Real ao Estado; a greve académica de Coimbra em Março de 1907, com o falso pretexto da reprovação de um candidato a Doutoramento em Direito; que João Franco governava em ditadura – ora acontece que depois de quebrado o apoio dos progressistas, passou a governar à turca, mas tratou-se de uma ditadura apenas administrativa, pois era impossível governar com o Parlamento que não funcionava; havia forte especulação de que Dom Carlos I intervinha muito na governação, ora, por causa da inoperância das instituições, designadamente o parlamento enredado no quiproquó do rotativismo, o Rei era, na prática, obrigado a exercer o poder real por vezes de forma significativa, embora sujeito pela Constituição a actuar no conselho do Gabinete – ou isso ou o País parava enredado no jogo rotativista! D. Carlos, foi até menos intervencionista que o regente D. Pedro, depois de 1834, ou que D. Maria II e Dom Pedro V.

De resto, os inimigos da Coroa, menos que uma ditadura, temiam a hipótese de uma nova forma de reinar, capaz de confirmar um caminho novo para o regime, limpo de toda a ferrugem que encardia a engrenagem da máquina. 

Aliás, tudo parecia resolver-se, até porque o partido de João Franco alcança os acordos indispensáveis com os círculos eleitorais de maneira a garantir a desejada maioria, e são marcadas eleições para o parlamento, o que poria fim à ditadura administrativa e permitiria regressar a um cenário de normalidade e equilíbrio parlamentares.

A Família Real encontrava-se em Vila Viçosa desde 6 de Janeiro, no Paço Ducal dos Braganças, e que era tanto do gosto do Rei que apreciava o bucolismo e a vida simples e rural. Só Dom Manuel, após uma curta estadia, apressara a sua vinda para Lisboa com o objectivo de se preparar para os exames da Escola Naval.

Dia 28 de Janeiro de 1908 foi a data escolhida pelo comité revolucionário para a revolução pelas armas, mas um inconfidência de um dos conspiradores fez chegar a notícia da sublevação às autoridades que actuaram de imediato: António José de Almeida, Luz de Almeida, João Chagas, França Borges, João Pinto dos Santos e Álvaro Poppe foram presos imediatamente.

Afastados estes, a chefia e orientação do coup recaiu sobre Afonso Costa, mas com a rápida intervenção das forças da ordem comandadas pelo general Malaquias de Lemos, acabou detido juntamente com Egas Moniz e o Visconde da Ribeira Brava de armas na mão, no Elevador da Biblioteca, de onde contavam chegar à Câmara Municipal para proclamar a república. 

José Maria de Alpoim conseguiu fugir para Espanha. As tropas por agora mantiveram-se fiéis ao regime e Machado dos Santos não conseguiu sublevar o quartel da Marinha em Alcântara, nem Cândido dos Reis apoderar-se do cruzador São Miguel.

João Franco extrapola e decide usar mão-de-ferro preparando um decreto-lei de excepção vaticinando o exílio para o estrangeiro ou a expulsão para as colónias, sem julgamento, de indivíduos que fossem pronunciados em tribunal por atentado à ordem pública e segurança do Estado. El-Rei hesitou, mas reflectindo, após insistência de Franco anui: ‘Cada vez temos mais necessidade acabar com agitação. Aprovo resolução tomada’. 

Dom Carlos I
Dom Carlos assina o Decreto de 31 de Janeiro que prevê a deportação dos que atentassem contra a segurança do Estado. O Monarca terá, então, dito:  ’assino a minha sentença de morte!’.

Mesmo assim decide regressar a Lisboa no dia seguinte, para não pensarem que o Rei se escondia.

Quem não parara de se movimentar na sombra era a Carbonária que, com a conivência do mencionado comité revolucionário, urdia um atentado para assassinar a Família Real desde 1907, data em que, numa deslocação a Paris, um grupo de republicanos decidira numa reunião com revolucionários anarquistas franceses assassinar o presidente do Conselho e o Monarca português

Houve depois vários encontros para preparar o atentado, sendo o último na madrugada desse dia 1 de Fevereiro de 1908, nos Olivais, onde uns primos da Carbonária, simultaneamente membros de uma loja maçónica não regularizada, decidem avançar com a impiedade. Decidem assassinar, primeiro o Rei Dom Carlos I, depois o Príncipe Real Dom Luís Filipe, depois o Infante Dom Manuel e, finalmente, a Rainha Dona Amélia.

O REGICÍDIO

A Família Real deixou Vila Viçosa às 11h00 de 1 de Fevereiro de 1908 e Dom Carlos I, Dona Amélia e Dom Luís Filipe viajaram de comboio até ao Barreiro onde apanharam o vapor Dom Luís.

Estava uma tarde linda, solarenga e vestida de azul, Dom Manuel, o Infante Dom Afonso, os conselheiros que compunham o governo e vários dignitários e áulicos da Corte, esperavam no cais fluvial de Lisboa o vapor que trazia a Família Real. Dom Carlos I, Dona Amélia e Dom Luís Filipe desembarcam às 17h10m no Terreiro do Paço. Dona Amélia é oblatada com um ramo de flores por uma rapariguinha, Dom Carlos desce de seguida e combina com João Franco reunião no Paço. 

Trocam-se rapapés vagarosos entre Dom Carlos e o Ministro da Guerra Vasconcellos Porto, e Dom Luís Filipe, o último a descer, vai entretendo boa parte dos 80 elementos que os esperavam, até que o Conde de Figueiró faz saber que as carruagens estavam prontas – pois, ao contrário da insistência do estribeiro-menor Coronel Alfredo Albuquerque, El-Rei decidira que seguiria num laudau de capota descida, prescindindo, dos automóveis.

Sobem a carruagem aberta que os levaria às Necessidades. De acordo com o Protocolo, Dona Amélia subiu primeiro e ocupou o lugar à esquerda de frente, Dom Carlos o da direita, Dom Manuel de costas à esquerda e Dom Luís Filipe defronte ao Rei.

O cortejo saiu da estação e evoluía em marcha lenta com a carruagem real à frente e sem grandes medidas de segurança, com uns batedores a cavalo tomando a dianteira e o oficial às ordens a cavalo a ladear o Rei. O laudau seguia, um pouco destacado da comitiva, já nas arcadas à esquerda e quando, quase a dobrar para a Rua do Arsenal, nas arcadas do Ministério da Fazenda, ouve-se um tiro e um grito de ordem: ‘A Eles!!!’ Era a Carbonária!!!!!!

O Duque de Beja, o Infante Dom Manuel, olha perscrutante e repara num indivíduo de densas barbas negras e de varino, no passeio: era o Manuel Buiça! O facínora de olhar vítreo abre o capote e retira uma carabina, atira as faldas do varino para os ombros e corre numa fúria homicida a aproximar-se da carruagem; já na rua ajoelha-se à forma de atirador – com um joelho no chão e a coronha da Winchester 1873, encostada ao ombro! Manuel dos Reis Silva Buiça, professor primário, fixou o olhar duro e frio no Rei e disparou usando como alvo a gola vermelha do capote do pequeno uniforme de Marechal-General do Exército que o Rei envergava!


A poderosa bala de calibre 44 acerta em cheio no Rei Dom Carlos, atravessando-lhe o corpo, fracturando a coluna vertebral e saindo pelo maxilar inferior, o Rei faz um esgar, mas abate-se de seguida, morto. Buiça continua a fuzilar El-Rei, o que faz o Príncipe Real, já recuperado do espanto sacar do Colt e disparar 3 tiros na direcção dos cinco terroristas – parece que atingiu José Nunes; Alfredo Costa surge por trás do Rei e dispara-Lhe sobre a nuca, depois coloca o pé direito no apoio de subida do landau e eleva-se ficando ao nível da Família Real, disparando sobre o corpo inerte e tombado de costas do Monarca português.

Dom Luís Filipe dispara sobre o terrorista, mas os solavancos fazem-no errar o alvo. Enquanto isso, a Rainha Dona Amélia aos gritos de ‘Infames!’, armada do ramo de flores ofertado à chegada pela criança, flagelava corajosamente o Costa, mas em vão, pois Alfredo Luís Costa vira-se para o Príncipe Real e dispara-lhe em cheio no esterno, mas não mortalmente.

 O Príncipe Real não nega a sua varonia e corajoso descarrega os restantes 4 tiros no Costa que cai morto da carruagem.

Ao ver isso, o Buiça que continuava a espingardearia atingindo Dom Manuel no braço direito, vira-se para Dom Luís Filipe e dispara sobre o já jovem Rei, que não reinaria, pois é atingido em cheio na face esquerda com uma bala que atravessa a cabeça e que sai pela nuca, matando-o. Estava consumado o magnicídio!

O tenente Francisco Figueira trespassou, então, o Buiça com a espada e pôs-lhe um fim. Ainda restavam três terroristas, mas graças à acção do Marquês de Lavradio e do Visconde de Asseca que se colocam a servir de escudo e do sangue-frio do cocheiro Bento Caparica, que mesmo ferido, à brida toda dispara os ginetes em direcção ao Arsenal, os intentos assassinos dos carbonários não conseguem completar o plano gizado e Dom Manuel e Dona Amélia sobrevivem. Os outros carbonários, acabaram, também, às mãos do sabre ou da pistola da guarda.

Uma mulher do povo exclama: ‘Mataram agora o Rei!’ ‘Mataram o Rei! Mataram o Príncipe Real!’, eram 17h20m, a terrível notícia espalha-se pela capital.

Estava consumada a tragédia do Regicídio! João Franco e Vasconcellos Porto, corriam a pé atrás da carruagem real!  A Monarquia estava ferida de morte pelos golpes desta tragédia!

‘O meu Pai… o meu Irmão!!!!’

O Rei morreu… duas vezes!!! Dom Manuel era o novo Rei, obrigava-o o dever do trono e destino dos Reis… reinar sobre a morte de quem lhe deu vida!

Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica

Fonte:  http://bit.ly/2gdmM9s

* * * * * * *

Para desgraça da nação Lusitana, as sementes maçónicas semeadas por esta altura germinaram e tomaram por completo conta de Portugal nos últimos 40 anos, o que explica a decadência e o crescente endividamento dos Portugueses.
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domingo, 16 de julho de 2017

Oficial Israelita afirma que criticar George Soros é "anti-semitismo"

Embaixador Israelita sediado em Budapeste apelou ao governo Húngaro que colocasse um ponto final na sua campanha contra o bilionário judeu George Soros por isto estar, segundo o embaixador, a "alimentar sentimentos anti-semitas". O governo Húngaro colocou em marcha uma campanha nacional apelando aos Húngaros que ficassem firmes contra a influência ruinosa do especulador financeiro judeu.

O texto em Húngaro diz "Não deixem que George Soros dê a última risada"
George Soros é muito bem conhecido pelo seu envolvimento nas campanhas de fronteiras abertas, com a sua organização "Open Society" a servir basicamente como uma fachada para o tráfico de migrantes do terceiro mundo para a Europa. O que é muito menos sabido é o quanto que Soros está a usar o seu "poder suave" para influenciar a sociedade civil.

A "Central European University" em Budapeste foi fundada e financiada pelo bilionário judeu, e tem tentado exercer a sua influência contra o popular governo de Viktor Orbán num retaliação velada contra as medidas legais levadas a cabo contra a universidade.

Em meses mais recentes, a Hungria tem visto protestos por parte de estudantes que publicitavam a mensagem de George Soros contra o potencial encerramento da universidade, alguns temendo que tais manifestações possam ser o princípio de uma ‘colour revolution’.

A "Open Society" de George Soros tem também trabalhado incansavelmente por trás dos panos contra a oposição Húngara à imigração ilegal, apesar do facto de 98,5% dos Húngaros, num referendo que decorreu no ano passado, terem rejeitado as quotas para imigrantes ("refugiados"). No entanto, apesar da validade das queixas do governo Húngaro contra George Soros, aparentemente é "anti-semitismo" mencioná-las.

Sem surpresa alguma, a maior organização judaica Húngara (Mazsihisz) colocou-se não do lado do povo Húngaro e dos interesses étnicos e culturais do povo Húngaro, mas sim do lado de George Soros, apelando ao governo Húngaro que colocasse um ponto final na campanha visto ela ser "anti-semítica".

O Ministro dos Negócios Estrangeiros Húngaro respondeu da maneira mais cortês possível a estes protestos, mas não deixou de apontar (embora de forma indirecta) para a hipocrisia dos oficiais do governo Israelita:

Tal como Israel, a Húngria leva a cabo medidas contra qualquer pessoa que representa um risco para a segurança nacional do país e dos seus cidadãos.

A alegação de que críticas a um aristocrata arrogante e subversivo é "anti-semitismo" ´é, obviamente, ridícula. Será que alguém seria levado a sério se alegasse que críticas a um gentio era de certa forma anti-gentiismo? Este padrão duplo é um peso que flagela muitos líderes Europeus, que acreditam que eles têm que aplicar tais padrões restritivos apenas a eles mesmos.

No entanto, até agora o governo Húngaro tem-se mostrado capaz de lançar para longe de si esta unilateral convenção de "complexo de culpa", e como tal, afirmamos entusiasticamente que eles têm que encarar esta falso clamor da mesma forma. Porque não só é um direito criticar Soros, como é o dever de todos os Europeus de gritar de todos os telhados até que tais influências tenham sido removidas do nosso meio.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2tZH8bq

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Fazendo minhas as palavras de Vox Day ditas aqui, é por isso que já não me preocupo com as acusações de "anti-semitismo" que têm sido feitas na minha direcção. Quem segue o blogue sabe perfeitamente que ódio racial não faz e nem vai alguma vez fazer parte da filosofia presente.

Se por acaso nos vão acusar de sermos nazis, fascistas, anti-semitas ou negadores do holocausto, ou racistas, ou homofóbicos, ou negacionistas do aquecimento global, ou qualquer que seja o vitupério que vocês conseguirem imaginar apenas e só porque não concordamos com a vossa filosofia de que um governo mundial sob a autoridade que qualquer pessoa MENOS do Senhor Jesus Cristo é algo bom, então a opinião de quem nos acusa não vale a pena ser levada a sério.

Torna-se cada vez mais óbvio que estas "etiquetas" mas não são que formas retóricas e desesperadas de colocar um ponto final na discussão, e de evitar lidar com críticas legítimas. A realidade dos factos é que a maior parte das pessoas tem motivos válidos para odiar certos indivíduos como também para odiar o que estes indivíduos fizeram ou planeiam fazer ao resto da humanidade. A sua religião e a sua raça são irrelevantes.

Se por acaso vocês não sentem ódio pelo que Immanuel Celler fez aos EUA, então vocês são objectivamente anti-Americanos. Se, por outro lado, vocês não odeiam o que George Soros fez aos países Europeus desde o Reino Unido à Hungria, então vocês são tão malignos como ele, ou então não sabem da maldade da sua "Open Society". Se por acaso não sentem ódio pelo que a Barbara Lerner Spectre quer fazer à identidade dos países Europeus, então há algo de errado com a vossa moralidade:

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E se por acaso vocês não odeiam estas pessoas que erradamente acreditam que elas foram escolhidas por Deus para escravizar o resto da humanidade, então é bem provável que vocês sofram de falta de amor próprio.

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quinta-feira, 13 de julho de 2017

"Justiça" marxista

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segunda-feira, 10 de julho de 2017

Rothschild exige que as nações ocidentais ataquem a Síria

Por Baxter Dmitry

Sir Evelyn de Rothschild apelou às nações ocidentais que se "unissem como um" como forma de "intervir" na Síria, derrubar Assad  e "trazer a Síria para o novo século". 

Descrevendo Assad como um "ditador brutal que tem que ser forçado a se ajoelhar" durante um discurso sombrio que ocorreu numa angariação de fundos no distrito financeiro da City de Londres, Rothschild exigiu que as nações ocidentais "derrubassem o regime de Assad" porque o mesmo está a "resistir à decência comum" e é uma ameaça aos nosso "valores corporativos".

Rothschild falou também do negócio familiar que teve origem quando cinco irmãos estabeleceram "o primeiro e o único sistema bancário verdadeiramente global", operando a partir de Londres, Paris, Viena, Nápoles e Frankfurt pouco antes do fim do século 19. Ele disse:

Estes cinco irmãos, trabalhando em conjunto como forma de partilhar informação e ideias, construíram um negócio extraordinário que superou limites e culturas.

Pouco depois de 200 anos mais tarde, estas ideias empresariais, que têm resistido ao tempo, encontram-se sob a ameaça de regimes despóticos que resistem à decência comum. Estes regimes são uma ameaça aos nossos valores internacionais e corporativos.


Sir Evelyn, um bilionário que se encontra casado com Lynn Forester de Rothschild, não explicou o porquê dos governos terem que seguir a sua exigência de mais guerras intervencionistas no Médio Oriente.

No entanto, já foi sugerido que ele está a advogar por uma invasão da Síria apenas e só porque esta nação é uma das cinco nações do mundo que não têm um banco central controlado pelos Rothschild.

No ano de 2000 existiam 8 nações que não tinham um banco central controlado pelos Rothschild, no entanto, o Iraque, a Líbia e o Afeganistão - depois da invasão levada a cabo pelas nações ocidentais - têm agora bancos centrais.

Será que a Síria será o próximo?

Fonte: http://bit.ly/2tAzoLT

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Claro que o Médio Oriente tem outro regime controlado por ditadores que não parece estar sob ataques por parte de membros da família Rothschild. Porque será?

Oh, I see.
Enquanto as nações do médio Oriente (e do mundo) se sujeitarem ao dólar e aos Rothschild, os mesmos não serão alvos de ataques por parte do exército dos globalistas (o exército Americano). 

Quando, por outro lado, uma nação (como a Hungria ou a Rússia ou a Polónia) rejeita partes importantes da agenda globalista (tal como a invasão islâmica), a mesma é alvo de ataques pelos globalistas e por parte das agências "noticiosas"  por eles controladas.

A Líbia, embora longe dos padrões de alguns países Europeus, era um país relativamente estável e próspero. Mas, como a sua economia não estava totalmente sob o controle dos globalistas, os globalistas resolveram trazer a "democracia" até lá. E hoje, a Líbia é um país destruído, mas controlado e subjugado

Pelo menos têm "democracia"
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segunda-feira, 26 de junho de 2017

7 métodos que a elite usa para controlar o povo

Por Michael Sebastian

Todas as sociedades são controladas por uma elite. No passado, esta elite era a aristocracia hereditária, mas hoje em dia, a elite é composta por globalistas extremamente ricos. Eis aqui algumas das técnicas que eles usam para se manterem no topo.

Os 3 primeiros itens da lista são itens sobre os quais nós temos pouca influência visto serem totalmente determinadas pelo governo, que, por sua vez, encontra-se totalmente controlado pela elite. Teoricamente isto pode ser mudado através do voto, mas na realidade, nós não temos qualquer tipo de influência sobre estas políticas.

Os 4 últimos itens também se encontram totalmente controlados pela elite, mas o nosso uso deles está sob o nosso controle. Se por acaso estamos a ser controlados através deles, então não podemos culpar ninguém a não ser nós mesmos.

1. Violência.

Uma das formas mais óbvias através da qual a elite controla a população é através da ameaça de violência. Se alguém que não faz parte da classe governante [classe essa que é bem mais alargada que a classe 'democraticamente eleita'] tenta obter acesso a local barrado ao povo, essa pessoa irá rapidamente ser colocada numa prisão ou morta. Virtualmente todas as classes governantes da História usaram este método.

Os Estados Unidos fazem uso constante da violência como forma de reforçar a ordem estabelecida. E ocasionalmente, a força usada é excessiva. Por exemplo, em 2013 uma higienista dental chamada Miriam Carey conduziu até ao ponto de controle da Casa Branca. 

Quando os oficiais a ordenaram que parasse, ela tentou inverter a marcha e voltar para a estrada de onde tinha vindo. Os policiais bloquearam-na e ela foi-se embora, gerando uma perseguição policial que terminou quando os policiais dispararam e mataram a jovem mãe (apesar dela não ser qualquer tipo de ameaça para eles).

O monopólio estatal do uso da violência é a forma de controle mais aceitável. Quando ela é usada correctamente, ela preserva a ordem sem afectar de modo negativo a maior parte das pessoas. Esse monopólio só se torna problemático quando ele se torna excessivo.

2. Assistência Social

Há já milhares de anos que os governos usam a assistência social como forma de placar as massas deslavadas. Durante a parte final da República Romana, os políticos disponibilizavam pão aos votantes mais pobres como forma de comprar os seus votos.

Infelizmente, o esquema da compra de votos não durou para sempre. Mal as pessoas se aperceberam que elas poderiam votar por "coisas gratuitas" para si mesmas, a República tornou-se ingovernável.

Depois de muitos tumultos políticos, a situação eventualmente precisou dum ditador forte na figura de Júlio César.

Nos dias de hoje, os governos disponibilizam alimento grátis, alojamento, e até telemóveis aos pobres como forma de comprar os seus votos e impedir que causem problemas.

Não pensem por um minuto que quando Hillary propõe outra ronda de ofertas ela tem uma preocupação genuína pelos seus concidadãos; isto nada mais é que mas uma compra de votos.

3. Impostos

A elite usa a política tributária como forma de impedir que os outros se tornem abastados e, desde logo, passem eles mesmos a fazer parte dessa mesma elite. Nos Estados Unidos, as pessoas que fazem parte dos 1% mas ricos pagam muito pouco de impostos visto que a maior parte do seu rendimento deriva de ganhos de capital, que são tributados a taxas mais baixas que o rendimento comum.

Ironicamente, os Democratas que querem tributar as pessoas que ganham rendimentos elevados para "atacar os ricos" estão, na verdade, a perpetuar o elitismo enraizada dos super ricos. Para fomentar uma maior mobilidade económica, o sistema tributário deveria ser menos progressivo tendo em vista o propósito de baixar os impostos dos rendimentos comuns.

4. Desporto

Karl Marx é famoso por dizer que a religião é o ópio das massas. É provável que isso fosse verdade nos dias de Marx, mas claramente não é isso que se passa hoje. Actualmente, a religião desempenha um papel menor da vida da maior parte das pessoas. Em vez disso, o ópio mais poderoso na vida dos homens modernos é o desporto televisionado.

Existem segmentos consideráveis da população masculina (e cada vez mais mulheres) que passam os Sábados e os Domingos fixados na TV a assistir as suas equipas favoritas. E isto já não é mero entretenimento; as pessoas levam estes desportos tão a sério que podem ficar deprimidas quando a sua equipa perde um jogo importante.

Nos Estados Unidos, os desportos são uma indústria milionária e todos eles são disponibilizados pelas elites que são abastadas o suficiente para comprar equipas. Até os desportos universitários são financiados pelos endinheirados financiadores das universidades.

A forma de evitar ser encurralado pela distracção dos desportos televisionados é colocando-os na sua perspectiva adequada. Embora não haja nada de mal em assistir a um jogo durante o fim de semana, não há motivos para comprar imensa propaganda desportiva ou gastar o tempo a memorizar estatísticas. Porque é que ficamos tão emotivos quando duas empresas entram em confronto uma com a outra?

Para além disso, é sempre melhor participar em desportos do que assistir outros a practicá-lo. Este é também um bom conselho para a distracção que se segue que é..

5. Pornografia.

Começando nos anos 50, os pornógrafos levaram a cabo uma guerra com a duração de 3 décadas tentando enfraquecer as leis Americanas contra a obscenidade. E eles foram bem sucedidos. Com o advento da internet, a pornografia tornou-se omnipresente. Embora os libertários celebrem isto como um triunfo da liberdade pessoal, a realidade dos factos é que a pornografia tornou-se numa das formas de controle das massas mais poderosas que existe.

Não é preciso dizer aos homens o quão poderoso o impulso sexual é. Para nós, o estímulo visual é extremamente viciante. Alguns estudos revelam que pelo menos metade dos homens encontra-se viciada em pornografia, mas eu acho que esta percentagem é bem mais elevada.

O uso da pornografia é uma imensa perda de tempo. Em vez de ser levado a cabo algo de útil, alguns homens passam uma ou duas horas a tentar encontrar imagens excitantes. Esse tempo poderia ser melhor usado a levantar pesos, a aprender uma arte marcial, a conhecer mulheres, a gerar uma família, ou a fundar uma empresa.

Mas a pornografia é mais do que uma perda de tempo visto que ela engana o homem, levando-o a acreditar que ele tornou-se no Imperador da China com um número ilimitado de mulheres prontas a satisfazer todas as suas necessidades. 

Dito de outra forma, o uso da pornografia torna o homem complacente. Isto pode ser visto no comportamento dos "homens herbívoros" do Japão que acham mais simples ficar em casa e masturbar-se, do que encontrar uma mulher ou atingir um objectivo qualquer.

Quer seja intencional ou não, a pornografia tornou-se numa das mais eficazes formas de controle das massas. Se estamos ocupados a estimular o nosso cérebro, então não estamos a reparar na forma como o nosso governo se está a transformar numa plutocracia. Isto causa a que não nos importemos com o facto de estarmos a ser tratados como gado como forma de enriquecer os nossos senhores.

6. Entretenimento

O post mais popular do meu blogue foi o primeiro que escrevi. O tópico era o que eu havia aprendido enquanto acompanhava um programa televisivo com o nome de "Naked and Afraid". Embora eu seja de opinião que esse post tem uma mensagem benéfica, os meus posts mais profundos têm muito menos visualizações. O motivo por trás da sua popularidade é o facto de se centrar num programa de televisão. Os posts aqui no ROK que comentam filmes são, também, muito populares.

Tal como o desporto televisivo, não há nada de mal em apreciar programas televisivos, filmes ou jogos de computador quando isto é feito com moderação. Mas o entretenimento popular está quase sempre cheio de mensagens que têm o propósito de avançar com a agenda dos esquerdistas. E tal como a pornografia ou o deporto televisivo, demasiada envolvência com o entretenimento pode-nos cegar em relação ao que *realmente* está a acontecer no mundo real. (...)

7. Redes Sociais

Quando elas não estão a ser censuradas pelas elites, as redes sociais podem ser uma ferramenta extremamente poderosa que podemos explorar para trazer de volta o patriarcado. Infelizmente, 99% das pessoas não usam as redes sociais como ferramenta do bem, mas sim como forma de obter algum tipo de "status". As mulheres são mais culpadas disto, mas os homens também o são quando postam fotos das suas bebidas alcoólicas ou das suas técnicas de grelhar carne.

A melhor forma de usar as redes sociais é usá-las com prudência. Se por acaso deres por ti envolvido em guerra de "status" ou em discussões sem sentido, afasta as redes sociais da tua vida e vai fazer alguma coisa de útil.

Conclusão:

Aristóteles ensinou que a liberdade genuína não é a licença para se fazer o que bem se quiser, mas sim a habilidade de agir em concordância com a razão. Se nós nos encontramos incapazes de fazer o bem, independentemente da linguagem empoderadora que usemos para mascarar o facto da servidão, nós somos escravos.

O facto de nos vermos livres do controlo da elite pode não os derrubar a curto prazo, mas vai fazer com que a nossa vida melhore. Só isto é motivo suficiente para se levar a cabo esforços nesse sentido.

Fonte: http://bit.ly/2t8Tw8L
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segunda-feira, 19 de junho de 2017

O complexo industrial florestal

Por José Gomes Ferreira (SIC)

I. Parte

Oficialmente, continua a correr a versão de que não há motivações económicas para a maioria dos incêndios. Oficialmente continua a ser dito que as ocorrências se devem a negligência ou ao simples prazer de ver o fogo. A maioria dos incendiários seriam pessoas mentalmente diminuídas. Mas a tragédia não acontece por acaso. Vejamos:

1 - Porque é que o combate aéreo aos incêndios em Portugal é TOTALMENTE concessionado a empresas privadas, ao contrário do que acontece noutros países europeus da orla mediterrânica? 

Porque é que os testemunhos populares sobre o início de incêndios em várias frentes imediatamente após a passagem de aeronaves continuam sem investigação após tantos anos de ocorrências? Porque é que o Estado tem 700 milhões de euros para comprar dois submarinos e não tem metade dessa verba para comprar uma dúzia de aviões Cannadair? 

Porque é que há pilotos da Força Aérea formados para combater incêndios e que passam o Verão desocupados nos quartéis? Porque é que as Forças Armadas encomendaram novos helicópteros sem estarem adaptados ao combate a incêndios? Pode o país dar-se a esse luxo?

2 - A maior parte da madeira usada pelas celuloses para produzir pasta de papel pode ser utilizada após a passagem do fogo sem grandes perdas de qualidade. No entanto, os madeireiros pagam um terço do valor aos produtores florestais. Quem ganha com o negócio? Há poucas semanas foi detido mais um madeireiro intermediário na Zona Centro, por suspeita de fogo posto. Estranhamente, as autoridades continuam a dizer que não há motivações económicas nos incêndios…

3 - Se as autoridades não conhecem casos, muitos jornalistas deste país, sobretudo os que se especializaram na área do ambiente, podem indicar terrenos onde se registaram incêndios há poucos anos e que já estão urbanizados ou em vias de o ser, contra o que diz a lei.

4 - À redacção da SIC e de outros órgãos de informação chegaram cartas e telefonemas anónimos do seguinte teor: "enquanto houver reservas de caça associativa e turística em Portugal, o país vai continuar a arder". Uma clara vingança de quem não quer pagar para caçar nestes espaços e pretende o regresso ao regime livre.

5 - Infelizmente, no Norte e Centro do país ainda continua a haver incêndios provocados para que nas primeiras chuvas os rebentos da vegetação sejam mais tenros e atractivos para os rebanhos. Os comandantes de bombeiros destas zonas conhecem bem esta realidade. Há cerca de um ano e meio, o então ministro da Agricultura quis fazer um acordo com as direcções das três televisões generalistas em Portugal, no sentido de ser evitada a transmissão de muitas imagens de incêndios durante o Verão. O argumento era que, quanto mais fogo viam no ecrã, mais os incendiários se sentiam motivados a praticar o crime…

II. Parte

Participei nessa reunião. Claro que o acordo não foi aceite, mas pessoalmente senti-me indignado. Como era possível que houvesse tantos cidadãos deste país a perder o rendimento da floresta – e até as habitações – e o poder político estivesse preocupado apenas com um aspecto perfeitamente marginal? Estranhamente, voltamos a ser confrontados com sugestões de responsáveis da administração pública no sentido de se evitar a exibição de imagens de todos os incêndios que assolam o país. Há uma indústria dos incêndios em Portugal, cujos agentes não obedecem a uma organização comum mas têm o mesmo objectivo – destruir floresta porque beneficiam com este tipo de crime. Estranhamente, o Estado não faz o que poderia e deveria fazer:

1 - Assumir directamente o combate aéreo aos incêndios o mais rapidamente possível. Comprar os meios, suspendendo, se necessário, outros contratos de aquisição de equipamento militar.

2 - Distribuir as forças militares pela floresta, durante todo o Verão, em acções de vigilância permanente. (Pelo contrário, o que tem acontecido são acções pontuais de vigilância e combate às chamas).

3 - Alterar a moldura penal dos crimes de fogo posto, agravando substancialmente as penas, e investigar e punir efectivamente os infractores. 

4 - Proibir rigorosamente todas as construções em zona ardida durante os anos previstos na lei.

5 - Incentivar a limpeza de matas, promovendo o valor dos resíduos, mato e lenha, criando centrais térmicas adaptadas ao uso deste tipo de combustível.

6 - E, é claro, continuar a apoiar as corporações de bombeiros por todos os meios.

Com uma noção clara das causas da tragédia e com medidas simples mas eficazes, será possível acreditar que dentro de 20 anos a paisagem portuguesa ainda não será igual à do Norte de África. Se tudo continuar como está, as semelhanças físicas com Marrocos serão inevitáveis a breve prazo.

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domingo, 18 de junho de 2017

Feminismo priva as meninas do amor do pai

O escritor judeu Henry Makow revela como o feminismo destrói a relação entre o pai e a filha.

Por Henry Makow Ph.D.

A maior parte das meninas recebe pouco amor da parte do pai, levando a que cresçam inseguras, desconfiadas em relação aos homens e frígidas; quem o afirma é Victoria Secunda, autora do livro "Women and their Fathers: The Sexual and Romantic Impact of the First Man in Your Life" (1992). O resultado disto são casamentos falhados, famílias destruídas, e um círculo vicioso de famílias sem um pai.

As conclusões de Secunda baseiam-se em entrevistas levadas a cabo a 150 filhas, 75 pais, e dezenas de fontes autoritárias. Uma vez que ela não é uma académica, Secunda escreveu um livro honesto e bastante útil. Uma vez que ela se identifica como feminista, o livro escapou à censura feminista e foi bem recebido, o que é irónico visto que o feminismo é largamente responsável pelos sintomas que ela descreve.

Pais e filhas

As meninas constroem o seu ideal romântico masculino tendo como base a relação com o seu pai, afirma Secunda. Uma mulher disse: "Quando eu crescer, será que irei alguma vez encontrar um homem tão doce e tão bom e tão gentil como o meu paizinho?" (pagina 105). As uniões estabelecidas pelas mulheres são "espelhos" da forma como se relacionavam com o pai:

Elas repetem instintivamente as coisas pelas quais passaram durante a sua infância, mesmo que tenham sido as piores coisas do mundo. É só isso que elas conhecem. Elas estão a tentar passar mais uma vez pela infância, mais uma chance de re-escrever a sua história emocional. (224)

Aos 3 anos de idade a menina quer-se casar com o Pai e quer a mãe fora do caminho. Um bom pai ajuda a sua filha entender que ele já é comprometido, e prepara-a para outro homem. Mas se ele sai da sua vida, a idealização do seu pai pode ficar congelada no tempo. (197)

A menina precisa do amor e da aprovação do pai; isto é como a luz solar e como a água para uma flor. Uma das mulheres disse em relação ao seu pai:

Sempre que eu me questionava se algum dia seria capaz de ter um namorado, ele dizia 'Tens dúvidas? Eu vou ter que os espantar com um cajado. Espera e verás.' A sua abordagem era a de tentar a que eu me sentisse bem comigo mesma. Eu acho que se os pais fizerem apenas isso, já é bom. (221)

Outra mulher disse:

Foi o meu pai que fez com que eu acreditasse em mim Lembro-me que a dada altura a minha mãe disse, "Não te armes em esperta porque dessa forma os rapazes não vão gostar de ti". Ao que o meu pai disse, "Falso! Ela irá, desta forma, ter rapazes mais inteligentes." (225)

Estas mulheres que sentem-se positivas em relação a elas mesmas e são capazes de encontrar parceiros que espelham o pai dedicado que tiveram durante a sua infância.

Mulheres que crescem sem um pai

Se a mulher não tem um pai confiante e acessível, quer seja por problemas de maturidade ou por divórcio, ela irá pensar que ela é, essencialmente, impossível de ser amada e irá procurar homens que negam as suas necessidades ou que a rejeitam. (224) Estas mulheres podem-se tornar sexualmente activas prematuramente, ou podem temer a intimidade mas o tema comum é "uma incapacidade de confiar, de acreditar que o homem não se irá embora".

Secunda diz ainda que a mulheres que têm dificuldades em atingir a gratificação sexual tiveram, em larga maioria, pais que se encontravam emocionalmente ou fisicamente ausentes durante a sua infância. (31). Compreensivelmente, a mulher tem que confiar antes de se "deixar ir". (Vejam também este texto)

Mulheres com pais ausentes sentem-se desenraizadas, e não têm a certeza de pertencerem em lugar algum. Eles fecham-se emocionalmente, e tendem a ter relacionamentos perturbados.

A maior parte destes filhas tendem a testar o homem das suas vidas, dando início a brigas, encontrando defeitos, esperando serem abandonadas, ou procurando por desculpas para elas mesmas abandonarem o relacionamento. (214)

As feministas compensam adoptando comportamento masculino.

Outro padrão que se manifesta nas mulheres com pai ausente (fisicamente ou emocionalmente) é  medo de dependerem de um homem, e é aqui que entra o feminismo:

Parece que quanto menos atenção masculina elas receberem durante a sua infância, mais elas se identificam com os homens e imitam os homens, mantendo os seus sentimentos escondidos e preferindo a provocação casual ou brincadeira emocional do que as intimidades da alma feminina. (212)

Quando lhes é negada a interacção com o pai, as mulheres tornam-se mais masculinas. Isto é uma forma de trazer o pai de volta: transformando-se naquilo que elas sentem falta. (212)

Dito de outra maneira, um bom pai afirma a essência feminina da filha, mas se ele é um pai ausente, ela compensa tornando-se masculina. Obviamente, isto fragiliza a sua capacidade de ter bons relacionamentos com os homens.

Muitas líderes da segunda vaga do feminismo são elas mesmas produto de lares destruídos. Marilyin French, autora do livro "The War Against Women", disse:

O meu pai nem chegou a existir como presença na minha vida.... Ele simplesmente não se importava connosco.

Gloria Steinem:

O meu pai vivia na Califórnia. Ele não nos telefonava mas ocasionalmente recebia cartas dele, e via para aí uma ou duas vezes por ano.

Germaine Greer:

O meu pai decidiu cedo na vida que a vida doméstica era insuportável. Isto deu à minha mãe a oportunidade de tiranizar as crianças e acrescentar os seus nomes na luta contra o meu pai.

(De Susan Mitchell. "Icons, Saints and Divas: Intimate Conversations with Women who Changed the World", New York: Harper Collins, 1997.) 

O feminismo é uma forma auto-perpetuante de compensar pela perda do pai. O propósito é o de "derrubar o patriarcado". A palavra "patriarcado" vem do Latim "pater", que significa "pai".

O feminismo, tal como o Comunismo, originou-se no esforço Maçónico-Judaico de derrubar a Deus bem como a ordem natural, e impor sobre a humanidade uma ditadura abrangente. O amor, especialmente para uma mulher, é um gesto de fé. O feminismo traumatiza as mulheres jovens com histórias de mulheres a serem sexualmente abusadas a cada 10 segundos. Para além disso, o feminismo ensina às mulheres que todas as injustiças têm origem na "desigualdade" dos sexos e que, como tal, a heterossexualidade tem que ser eliminada.

Muitas feministas são lésbicas e promovem o homossexualismo. Elas aprovaram leis que deprivam os homens das suas crianças e da sua propriedade. Os tribunais e a polícia frequentemente discriminam contra os homens.

A segunda vaga feminista, que é, como movimento, o maior inimigo da essência feminina, faz parte dum plano ocultista mais alargado que visa envenenar as fontes do amor e destruir de modo permanente a ecologia da espiritualidade humana. A sociedade sofre com a acidez resultante devido à perda do amor, charme, beleza, inteligência, modéstia e da graça feminina.

A donzela inocente é uma relíquia do passado; o que temos hoje é a vadia. As mulheres querem ficar jovens mas não lhes passa pela cabeça que a fórmula secreta pode ser a inocência.

O establishment promove e propaga esta mentira

Desde o ataque feroz da segunda vaga do feminismo, que teve início nos anos 60, que as taxas de divórcio triplicaram. Quase 50% das mulheres brancas que se casaram desde então, divorciaram-se. Em contraste, uma geração mais cedo (a geração dos anos 40) testemunhou apenas 14% de divórcios.

No ano de 2010, quatro em cada dez bebés nasceram foram do casamento. Um estudo que seguiu 1000 crianças de pais que se haviam divorciado entre 1976 a 1986 apurou que quase metade destas crianças não haviam visto o pai no ano anterior. (203) Esta situação parece promover o homossexualismo visto que os homens compensam pela perda do pai adoptando comportamento mais feminino ao mesmo tempo que as mulheres adoptam comportamento masculino, como se viu previamente.

Conclusão:

A responsabilidade do pai é a de construir na filha a capacidade de confiar nos homens, e desde logo prepará-la para um homem honrado. Isto envolve confirmar a sua identidade sexual como uma parceira atraente para um futuro marido. Os rapazes também sofrem com a perda do pai.

Mas há Um Pai que todos nós podemos conhecer, e Ele é Deus. Fomos feitos à Sua Imagem e a Sua Imagem está nas nossas almas. Homem em Latim é "vir", que tem a mesma origem da palavra "virtude". É tão simples como fazer sempre o que está certo. Neste contexto, "o que está certo" significa criar uma família feliz fundamentada em valores sãos, e possuir uma visão salutar da vida.

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quinta-feira, 15 de junho de 2017

O movimento conservador está sob o controle do Marxismo cultural

Por Paul Gottfried

(...) Por volta de 2011, a VDARE postou uma comentário meu sobre a legitimidade do conceito "Marxista Cultural". (Usei esse termo de modo relutante apenas e só porque não conseguia encontrar um melhor. Tal como disse na altura, esta ideologia está longe do Marxismo ortodoxo e era visto pelos Marxistas sérios como um filho bastardo. No entanto, muitos daqueles designados como "Marxistas Culturais" ainda se viam a si mesmos como Marxistas clássicos, e ainda olham para si desta forma.

Pessoas associadas ao que a Escola de Frankfurt deu o nome de "Teoría Crítica" - tais como Herbert Marcuse, Theodor Adorno e Erich Fromm - eram vistos pelos Marxistas ortodoxos como falsos ou Marxistas ersatz. Mas eles adoptaram a teoria Marxista-Leninista em aspectos-chave:
  • Tal como os Marxistas ortodoxos, eles olhavam para a burguesia como uma classe contra-revolucionária.
  • Tal como os Marxistas ortodoxos, eles olhavam para o mundo de forma simplista e em  termos de grupos de interesse e relações de poder.
  • Tal como os Marxistas ortodoxos - cuja rotura com o liberalismo Victoriano clássico neste aspecto era chocante duma forma que era facilmente ignorada depois da experiência totalitária do século 20 - eles evitavam de modo explícito o debate, preferindo em seu favor o insulto e se possível a repressão dos seus oponentes. (Este é um método Marxista fundamental que embora alegue ser "científico", ele é, na realidade, um sistema de valores à priori que rejeita o debate e a sua concomitante, a "ciência burguesa". É por isso que existe o Politicamente Correcto" - o produto mais proeminente do "Marxismo cultural".)
  • Tal como os Marxistas ortodoxos, eles apoiam, pelo menos em princípio, uma economia socialista (isto é, uma economia controlada pelo governo).
  • Tal como os Marxistas ortodoxos, eles inclinavam-se de modo variante para o lado Comunista da Guerra Fria. (Marcuse, que se alegrou com a supressão Soviética do levantamento Húngaro de 1956, era um Estalinista confesso, coisa que posso confirmar de modo pessoal depois de ter sido, a dada altura, aluno seu.)

Estes discípulos da Escola de Frankfurt, tal como Marx, estavam desejosos de substituir o que eles viam como a sociedade burguesa em favor duma nova ordem social. Nesta nova ordem em potência, a humanidade iria experimentar pela primeira vez uma igualdade genuína. Isto seria possível porque nesta sociedade politicamente e socialmente reconstruída, nós não iríamos mais ficar alienados da nossa verdadeira identidade, a mesma que havia sido distorcida pelas desigualdades que existem até agora.

Mas ao contrário dos Marxistas autênticos, os Marxistas Culturais têm-se oposto principalmente à cultura das sociedade burguesas - e só em segundo lugar à sua organização material. A homofobia, o Nacionalismo, o Cristianismo, a masculinidade, e o antissemitismo têm sido os vilões principais do enredo Marxista Cultural.

Isto é particularmente verídico à medida que avançamos da filosofia dos fundadores Alemães da Escola de Frankfurt do período que se encontra entre as duas grandes guerras, tais como Theodore Adorno, Max Horkheimer and Herbert Marcuse, para a segunda geração. Esta segunda geração é representada por Jurgen Habermas e pela maioria dos teóricos multiculturalistas que se encontra instalada nas universidades Ocidentais.

Para a maioria destes Marxistas Culturais mais avançados, a cruzada contra o capitalismo foi gradualmente subordinada à guerra contra o "preconceito" e contra a "discriminação". Eles justificam a necessidade dum estado burocraticamente centralizado a controlar os recursos materiais não porque isso trará a classe operária ao poder, mas sim para lutar contra o "racismo", contra o "fascismo", e contra outros resíduos do passado Ocidental.

Se eles não forem capazes de levar a cabo tal mudança radical, os Marxistas Culturais contentam-se em revolucionar a nossa consciência com a ajuda de endinheirados Esquerdistas, gestores de capital de risco, Mark Zuckerberg, etc. Ironicamente, a nacionalização das forças produtivas e a criação do "paraíso dos trabalhadores", isto é, o que resta do Marxismo clássico, torna-se na parte mais descartável do seu programa revolucionário, muito provavelmente devido ao embaraçoso colapso das economias controladas do bloco Soviético.

Em vez disso, o que é essencial para o Marxismo Cultural é a eliminação das estruturas nacionais burguesas, a obliteração dos papéis sexuais, e a devastação total de "família patriarcal".

O Conservadorismo está infectado com o Marxismo Cultural

Não só o Marxismo Cultural existe, como parece estar a tomar conta o Conservadorismo Oficial. Devido a isso, mesmo enquanto Paris se encontrava a arder, a National Review ainda se encontrava a atacar a Direita. Na segunda ronda das eleições Francesas, Tom Rogan apelou a que se votasse em Emmanuel Macron segundo a lógica de que Marine Le Pen não era suficientemente hostil a Vladimir Putin, e que ela era uma "socialista" só porque "apoiava o proteccionismo".

O facto de Macron encontrar-se afiliado ao Partido Socialista, e de acreditar que não existe algo que se possa identificar como cultura Francesa, aparentemente não era um problema. [French election: American Conservatives Should Support Macron, April 24, 2017].

O Conservadorismo Oficial concorda com isto porque estes objectivos são parcialmente atingidos através de capitalistas corporativos, que apoiam de modo activo os planos sociais dos Esquerdistas e castigam comunidades inteiras se elas não estão suficientemente entusiastas com o casamento homossexual, líderes de escuteiros homossexuais, casas de banho para transgéneros, cidades santuárias, etc..

Devotada como está à ideia-cliché dos "livres mercados", a Direita Oficial não só não se opõe à agenda plutoratica, como em vez disso oferece cortes fiscais aos actores mais ricos e mais malévolos.

É precisamente porque o Marxismo Cultural pode sobreviver dentro da actual estrutura política e cultural que os nossos assim-chamados "conservadores" estão mais perto de se alinharem com a Nova Esquerda do que com a Antiga Direita. O comportamento dos nossos "capitães industriais" demonstra o quão profunda é a podridão e que o multiculturalismo faz agora parte do pensamento "democrático e liberal" Americano, chegando até a informar os nossos falsos "conservadores".

Actualmente, o "Conservadorismo" encontra-se definido como pensamento que fomenta guerras sem fim em nome de valores universalistas, valores esses que qualquer outra geração iria qualificar de pensamento radical esquerdista. E os próprios Marxistas Culturais obtiveram o poder de definir o que são os "valores Ocidentais" - por exemplo, a aceitação do homossexualismo.

A usurpação é tão completa que podemos até dizer que o "Marxismo Cultural" viveu para além da sua utilidade como qualificação ou como descrição de uma ideologia estrangeira hostil. De facto, estamos a lidar com "conservadores" que são, de muitas formas, mais extremistas e mais destrutivos que a própria Escola de Frankfurt.

Muitos conservadores parece acreditar que o Marxismo Cultural nada mais é que uma excentricidade estrangeira que de alguma forma se infiltrou no nosso país. O bestseller de Allan Bloom, "The Closing of the American Mind", contendeu que o multiculturalismo nada mais era que um exemplo da "Ligação Alemã". 

Isto é ridículo. 

Exemplo: ao contrário de Horkheimer, ou do meu antigo professor Herbert Marcuse, escritores importantes dentro do Conservadorismo Oficial são simpateticos a algo parecido com o "casamento" homossexual. Por exemplo:

Jonah Goldberg [Gay Marriage vs. goodwill, USA Today, 1 de Abril de 2013]
Jamie Kirchick, publicado no "National Review" e chegando a estar histérico em relação ao assunto.
John Podhoretz [Why John Podhoretz is Wrong on Gay Marriage, by Matthew Schmitz, First Things, 21 de Novembro de 2012]
David Brooks [The Power of Marriage, by David Brooks, New York Times, 22 de Novembro de 2003]

De facto, a emancipação é tão central para p conservadorismo moderno que os pundits da Direita Oficial apelam aos soldados Americanos que a imponham à força um pouco por todo o mundo. Kirchick queixa-se que nós ainda não pressionamos o "rufião" Russo (Vladimir Putin) de modo eficaz de modo a que ele aceite traços "conservadores" na vida pública tais como as paradas homossexuais.  [Why Putin’s Defense of “Traditional Values” Is Really A War on Freedom, by James Kirchick, Foreign Policy, 3 de Janeiro de 2014]

Outra frequente escritora do National Review, Jillian Kay Melchior, expressou preocupação que a retirada Americana da Ucrânia pode expor aquela região a um mior controle Russo, diminuindo assim os direitos dos transgéneros. [Ukrainians are still alone in their heroic fight for freedom, New York Post, 8 de Outubro de 2015].

Se é desta forma que a nossa Direita Respeitável reage aos assuntos sociais, então se calhar é ridiculo continuar a criticar os Marxistas Culturais originais. O nosso pensamento revolucionário ultrapassou o pensamento daqueles iconoclastas Judeus Alemães que criaram o Instituto de Frankfurt durante a década 20, e que mudaram o seu empreendimento para os Estados Unidos durante a década 30.

Culpar estes intelectuais há muito mortos pelas aberrações presentes pode parecer como culpar as atrocidades da Nacional Socialista aos fascistas Latinos de década 20. Estamos em melhor posição se examinarmos aqueles que adoptaram de modo selectivo o modelo original para saber o que realmente aconteceu.

Por este altura, não deveríamos perguntar se a Escola de Frankfurt continua a lançar uma sombra sobre nós, mas sim perguntar o porquê dos "conservadores" concordarem ou levarem a cabo reformas mais radicais do que aquelas encontradas nos escritos de Adorno e Horkheimer.

Claramente, a Conservadorismo Oficial divagou tanto para a Esquerda que nós já nem nos surpreendemos quando um respeitado jornalista conservador exalta Leon Trostky e os Comunistas da Brigada Abraham Lincoln da Guerra Civil Espanhola. 

No entanto, ainda é surpreendente observar o quão à esquerda a Direita Oficial se encontra actualmente em questões sociais. Ainda mais surpreendente é o quão pouco dispostos os membros deste movimento estão em ver a contradição entre este processo e a alegação de que são "conservadores".

E nem vale a pena fingir que o Conservadorismo Oficial está simplesmente a usar a abordagem da "Tenda Alargada". Aqueles que controlam a Direita Oficial a partir do topo estão ansiosos por entrar em algum tipo de acordo com a Esquerda, desde que aqueles que eles conseguirem recrutar partilhem da sua política externa intervencionista e beligerente e nada façam para ofender os benfeitores neoconservadores, ao mesmo tempo que lançam fora tudo o que se encontra à sua direita.

Este consenso pós-Cristão e pós-burguês encontra-se actualmente centrado nos Estados Unidos e nos países Ocidentais afiliados, e é transmitido através da cultura, da indústria, do sistema educacional, da burocracia do "Deep State", e através dos partidos políticos do Establishment.

A Direita Oficial opera como um partido fachada sob o antigo sistem Sovietico. Tal como esses partidos, a nossa Direita do Establisment tenta-se "encaixar" fragilizando aqueles à sua Direita e lentamente absorvendo as posições sociais e os heróis da Esquerda.

Ocasionalmente, esta "Direita" é alvo de ataques por não se mover rapidamente para a Esquerda. Mas isto só aumenta a imagem do Conservadorismo Oficial como os defensores da América tradicional contra a Esquerda - imagem essa que não irá perder mesmo quando se move na direcção do seu alegado adversário.

Resumidamente, o Conservadorismo Oficial não só é uma farsa, mas tem-se tornado também num fantoche do Marxismo Cultural. E a Direita Dissidente é composta por aqueles que conseguem ver exactamente isso.

Fonte: http://bit.ly/2ssiA9K

* * * * * * *

O que se pode ler neste texto alinha-se com o que se pode ler neste texto, isto é, que todos os partidos do Establishment no Ocidente (e até alguns da Europa Oriental) são controlados pelas mesmas forças que sempre financiaram a Esquerda. O mesmo se aplica à maior parte das "grandes figuras" da "Direita" no ocidente visto que quase todas elas estão controladas e quase todas eles fazem o seu papel de impedir a ascensão duma Direita Nacionalista e proteccionista.
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