sábado, 16 de junho de 2018

Ainda e sempre o processo "Casa Pia"

E se alguém de repente vem dizer para um qualquer pasquim que o nosso Presidente da República também foi indiciado e acusado por "testemunhas" fazer parte da "Rede de Pedofilia"?  Porque devemos verdade à nossa memória, e porque este processo é uma vergonha, segue o texto de 2011 de autoria de  Carlos Tomás.

-O Ministério Público nunca explicou os critérios usados para acusar uns denunciados e ilibar ou nem sequer investigar outros!-

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*São mais de 200 os nomes que foram referenciados como alegados abusadores de menores na fase de inquérito (investigação) do processo da alegada rede de pedofilia que operava na Casa Pia de Lisboa.

Jorge Sampaio, Marcelo Rebelo de Sousa, Jaime Gama, Ferro Rodrigues, Narana Coissoró, Paulo Portas, Francisco Louça, Chalana, Carlos Manuel, Joaquim Monchique, Medina Carreira, Carlos Monjardino, Vítor de Sousa, Adelino Salvado, Bagão Félix e Valente de Oliveira são apenas algumas das figuras públicas que viram os seus nomes referenciados no processo por várias pessoas interrogadas pelos investigadores da PJ ao serviço do Ministério Público.

Marcelo surpreendido

O professor e comentador televisivo Marcelo Rebelo de Sousa está, por exemplo, referenciado como tendo abusado de um menor e presenciado actos de pedofilia numa casa em Lisboa. Foi acusado, a 8 de Abril de 2003, por uma professora, residente na Margem Sul do Tejo. 

Segundo a denúncia da docente, ela foi levada à referida casa pelo pai, e lá estaria o professor que assistiu, nas palavras desta mulher, a abusos de menores, tendo ele próprio abusado de um. A procuradora Paula Soares, uma das titulares do inquérito (juntamente com o procurador João Guerra e a procuradora Cristina Faleiro), foi quem recolheu este depoimento, que, mais tarde, mandou simplesmente apensar ao inquérito principal. 

A mesma mulher acusou ainda o ex-ministro da Saúde, Luís Filipe Pereira, de ter abusado de menores (de ambos os sexos) numa casa localizada no Estoril e confessou que ela própria agrediu, com um ferro, uma jovem, na mesma casa, estando convencida ainda hoje que a matou.

A procuradora Paula Soares considerou que os factos denunciados eram muito antigos e não estavam relacionados com nenhum dos arguidos, suspeitos ou ofendidos do inquérito da rede de pedofilia, pelo que não ordenou qualquer diligência investigatória, nomeadamente que se procedesse ao interrogatório do pai da suposta vítima a fim de se apurar que casa era aquela e quem era o seu proprietário. 

Confrontado com esta acusação, Marcelo Rebelo de Sousa mostrou-se surpreendido: “Nunca fui interrogado sobre essa matéria. Nem sabia que tinha sido referenciado. Tinha conhecimento que a minha fotografia aparecia num álbum que foi mostrado às vítimas e até achei isso muito bem. De qualquer forma, essa acusação não faz o mínimo sentido. Não conheço essa pessoa de lado nenhum.”

Testemunhos desvalorizados

Muitos dos testemunhos e denúncias recolhidos pela equipa de investigadores que trabalharam na fase de inquérito do processo foram desvalorizados, apesar de alguns deles terem testemunhado em tribunal contra alguns dos arguidos que foram a julgamento, nomeadamente contra Ferreira Diniz, Jorge Ritto e Carlos Cruz.

Uma das testemunhas que acusou estes três arguidos (baptizado por alguma Comunicação Social como João A., tratando-se na realidade de Ricardo Oliveira, actualmente com cerca de 30 anos, julgado em 2007 por assaltos a várias residências na região de Sintra e referenciado pelas autoridades como estando ligado ao narcotráfico) denunciou à PJ outros alegados abusadores, nomeadamente Paulo Pedroso, Ferro Rodrigues, Jaime Gama, Fernando Chalana e Carlos Manuel, tendo mesmo indicado uma casa em Cascais, no Bairro do Rosário, onde terá sido abusado e filmado em práticas sexuais por Ferro Rodrigues, Jaime Gama e Jorge Ritto.

Uma outra testemunha/vítima, que acusa todos os arguidos de abusos na casa de Elvas, onde agora, de acordo com a sentença, apenas Carlos Cruz terá praticado abusos, denunciou à PJ Carlos Mota, antigo “assessor” de Carlos Cruz. 

As testemunhas que terão sido abusadas em Elvas referiram também à PJ abusos praticados por outras pessoas, nomeadamente por outros funcionários da Casa Pia, por colegas mais velhos e pelo antigo provedor Luís Rebelo, que foi demitido do cargo na sequência do escândalo. Curiosamente, apesar de ser referenciado nos autos como abusador e de ter estado mais de duas décadas à frente da Casa Pia, nomeadamente na altura em que terão ocorrido os abusos que foram agora julgados, o ex-provedor nunca foi interrogado pelas autoridades na fase de inquérito.

Outros jovens foram claros, quando interrogados pela equipa que investigava a pedofilia na Casa Pia de Lisboa, em denunciar como alegados abusadores de menores Joaquim Monchique, Francisco Louça, Medina Carreira, Narana Coissoró, Paulo Portas, Vítor de Sousa e Carlos Monjardino, entre outros. Todos foram acusados pelas testemunhas/vítimas como frequentadores assíduos do Parque Eduardo VII, onde “arranjariam” os menores de quem abusavam. 

Felícia Cabrita deu vários nomes

Quem também contribui para engrossar a lista de nomes de suspeitos de pedofilia foi a jornalista Felícia Cabrita, autora da notícia que esteve na origem do escândalo. Ouvida pelas autoridades a 16 de Janeiro de 2003, duas semanas antes da detenção de Carlos Cruz, Hugo Marçal e Ferreira Diniz, a jornalista revelou que tinha denúncias contra dois cozinheiros da Casa Pia, Jorge Ritto, Carlos Cruz e Fernando Pessa. 

Felícia entregou ainda à PJ um papel que lhe terá sido dado pela antiga secretária de Estado Teresa Costa Macedo, onde aquela denunciava o advogado Lawdes Marques, os doutores Eduardo Matias e André Gonçalves Pereira, os embaixadores António Monteiro e Brito e Cunha, bem como Carlos Cruz e João Quintela.

Isabel Raposo, a meia-irmã de Carlos Silvino, também escreveu uma carta à procuradora Paula Soares, que consta do processo, onde denuncia Pedro Roseta e o irmão, Valente de Oliveira, Martins da Cruz, Narana Coissoró, Paulo Portas, Bagão Félix e Adelino Salvado, entre outros.

O Ministério Público nunca explicou os critérios usados para acusar uns denunciados e ilibar ou nem sequer investigar outros!

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sábado, 9 de junho de 2018

A maçonaria e o genocídio

A maçonaria ofereceu ao mundo estas revoluções sangrentas:

- O assassinato de 17 mil sacerdotes (padres) e 30 mil religiosos durante o ano 1789, primeiro ano da Revolução Francesa;

- A morte de 250 mil Católicos durante a Batalha de Vendéia entre os anos de 1793 e 1796 (1/4 de milhão de Católicos em apenas 3 anos) somente porque rejeitaram e resistiram à república maçónica, quando os maçons derrubaram a Monarquia Católica;

- Financiou a Revolução comunista na Rússia em 1917;

- A morte de 30 mil Cristeros (Católicos) no México entre os anos de 1926 e 1929;

- O assassinato de meio milhão de Católicos entre os anos de 1936 e 1939 durante a Revolução Comunista na Espanha;

- A maçonaria utilizou a república para destronar os Reis Católicos e levar o caos ao povo Cristão para que posteriormente pudesse implantar o seu liberalismo sobre os escombros, e levar à apostasia as nações!

Nota:

- Karl Marx escreveu o Manifesto Comunista de 1848 a mando da maçonaria; ele era maçom do grau 31;

- Lenine entrou na maçonaria em 1914 na loja mais subversiva: Das Nove Irmãs;

- Trotsky em 1917 entrou na maçonaria judaica na loja B'nai B'rith.

Além de tudo isto, a maçonaria está por trás do financiamento e promoção do aborto da união homossexual, através do alto escalão da NOM (Nova Ordem Mundial).

Fonte: http://bit.ly/2JpdTY7
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quinta-feira, 7 de junho de 2018

E as mulheres polícias abatidas na Bélgica não revolta as feministas?

Por Cristina Miranda

Isabel Moreira, essa deputada cujas batalhas tem sido apenas pela defesa do cigarro electrónico, pelo direito de fumar em locais públicos, eutanásia, casamento gay, adopção gay, pelo aborto, mudança de sexo aos 16 anos e drogas livres, está zangada.

Então não é que foram fazer uma publicidade com uma mãe fumadora para alertar sobre os perigos dessa dependência agora que foi revelado um estudo que aponta para o crescimento de mulheres fumadores ultrapassando já os homens?  Onde já se viu usar uma mulher para passar uma mensagem às mulheres com tanto género disponível (dizem que são cerca de 70)?

Uma publicidade, não pode ter um mercado alvo. Tem de ser ambígua. Tem de servir os géneros todos senão é discriminação. A mesma disse à agência Lusa: “Espero que o Ministério da Saúde retire a campanha, que é uma campanha misógina e culpabilizante das mulheres”. Não se assustem. Este raciocínio não é de um doente mental. É de uma deputada que é paga (e bem paga!) por todos nós.

Estamos na era da idiotice avalizada pelos defensores do politicamente correcto. Os criadores de idiotices estão em todo o lado prontos para actuar a cada segundo. Escrutinam tudo ~e mais alguma coisa para encontrar motivos de discórdia alegando discriminação. Uma simples opinião que põe em causa uma teoria oficial ou até comprovar cientificamente a falácia de certas ideologias, vai imediatamente desencadear todo um processo de desacreditação das pessoas que tiveram a coragem de questionar ou contrariar, chegando ao extremo de processar, rotular  ou prender quem não se submete às idiotices da desconstrução social como foi o caso do jornalista inglês Tommy Robinson. 

Este Mundo tornou-se perigoso. Os doidos agora andam soltos e com  o apoio dos Governos e organizações internacionais.

O caso da dita publicidade podia ter ficado por aqui com estas baboseiras a que Isabel nos habituou há muito. Mas não. Tinha de entrar no “campo de batalha” as Capazes, famosas pela defesa dos transportes públicos separados,  sanções a livros para meninas,  proibição de voto a homens brancos e tantas outras pérolas. 

A associação vai mesmo processar quem autorizou esta publicidade alegando que “o problema é a redução da campanha a uma série de estereótipos que têm prejudicado a mulher, reduzindo-a ao papel de mãe e ao papel de princesa”. 

Estas “snowflakes” sentem-se atingidas na mensagem da publicidade cujo filme é da autoria de alunas da Escola Profissional de Artes, Tecnologias e Desporto. Vejam só que irónico. São duas meninas. Vá lá… o mundo das mulheres não está perdido. A esperança vive, sem dúvida,  nestas jovens lúcidas imunes à lavagem cerebral do marxismo cultural.

É curioso ver quanta hipocrisia reina nestas cabeças desorientadas. Estão tão presentes nas causas inventadas onde não há problemas (só uma mente distorcida vê descriminação na publicidade em causa) mas completamente ausentes, a marimbarem-se literalmente com  mulheres vítimas do politicamente correcto, em serviço na Bélgica enquanto defendiam o país de migrantes extremistas que o governo alberga. 

A morte destas duas mulheres polícias não as comoveu, não as fez exigir mais controlo na aceitação de migrantes nem tão pouco foi exigido um voto de pesar no Parlamento como o foi  para Marielle Franco. Porquê? É simples: estas feministas não representam as mulheres. Representam uma agenda  “sui generis” para as mulheres. Quem não bater palmas a essa agenda, feita por elas, onde só cabem as mulheres ocidentais (mas não todas) é excluída das suas  “lutas”. Haja coragem para o admitir.

Sou mãe de uma jovem que fuma e confirmo que este flagelo está em crescimento nas adolescentes que amanhã serão também mães. Mas eu não sou politicamente correcta. Não digo à minha filha que “as princesas não fumam” (uma forma muito querida e inofensiva de abordar o tema para as sensibilizar). 

Digo peremptoriamente que “fumar é estúpido” numa sociedade que promove cada vez mais uma vida saudável. Digo com toda a dureza que “é uma tonta” e que se não fizer nada por ela agora, mais tarde se arrependerá com a perda da própria saúde. Digo-lhe que “só alguém pouco inteligente” se mata lentamente com uma porcaria que não serve para nada muito menos para se promover socialmente (como era no meu tempo de liceu).  Digo o que tem de ser dito sem delicadeza. Sem pinças. 

Não por não a ver como minha princesa (que mal tem isso?) mas porque quando o tema é duro,  opto sempre por uma mensagem também dura.  Se  em vez de uma menina fosse um rapaz e a mãe dissesse,  “os heróis não fumam” , também seria uma histeria porque haveria sempre uma feminista a ver descriminação “contra as mulheres”, ao atribuir aos rapazes a imagem de heróis, porque os coloca numa posição superior  em relação às meninas. 

É assim que funciona a cabeça destas mulheres. Vêem discriminação em tudo.

Perder tempo a alegar descriminação imaginária numa simples publicidade, muito bem feita, idealizada por duas jovens do ensino secundário, sem qualquer desrespeito por ninguém, enquanto se ignora as verdadeiras vítimas, só demonstra a inutilidade desta gente que vive à custa do Estado. Não há paciência!

Cristina Miranda

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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Esquerdistas expulsam Neo-Ateus do partido

Por Elliot Kaufman

Os críticos mais superficiais da religião organizada fizeram o erro de criticar o Islão ao mesmo tempo que criticavam o Cristianismo, e os Esquerdistas crucificaram-nos por isso.

Na Sexta-Feira, as coisas ficaram oficiais: os Neo-Ateus já não são bem vindos dentro do esquerdismo. Duramente tratados, condenados, e desconvidados, estes ímpios e outrora-favorecidos "intelectuais públicos" encontram-se agora sem-abrigo, e rejeitados pelos seus antigos aliados progressistas. Richard Dawkins, o famosamente incrédulo biólogo evolutivo, foi o último a ser abandonado. Segundo um dos organizadores do evento, o mesmo foi desconvidado duma palestra em Berkeley devido aos seus "comentários em relação ao islão" que haviam "ofendido e magoado.....tantas pessoas".

Dawkins está bem acompanhado. Christopher Hitchens e Sam Harris, seus compatriotas Neo-Ateus, já haviam sido expulsos do partido. Em ambos os casos, deferência insuficiente em relação ao islão foi causa aproximada. Hitchens não deixou de ser um socialista comprometido, mas sentiu que era necessária uma guerra contra o terror e contra  a autocracia islâmica. Devido a isto, foi denunciado como um "neocon".

Harris é um liberal - puro e verdadeiro - mas causou a ira de Reza Aslan por se recusar a excluir o islão da sua crítica generalizada à religião. "O islão não é uma religião pacífica" diz Harris com relativa frequência. De facto, ele acredita que é exactamente o contrário. Devido a isso, todos - desde Glen Greenwald a Ben Affleck - qualificaram-no de "islamofóbico" e intolerante.

O quarto é Daniel Dennett, que também crítica o islão. O único do grupo que realmente é um filósofo, Dennett é demasiado aborrecido e tedioso para ser reparado, e muito menos para ser denunciado por alguém. No seu lugar pode-se adicionar o nome de Bill Maher, um popularizador do Neo-Ateísmo, que também foi banido de Berkeley por criticar o islão. Um a um estes homens foram excomungados da Esquerda.

O que foi que aconteceu? Porque é que a Esquerda se deleitou enquanto estes homens ignorantemente faziam pouco dos Cristãos, mas denunciou-os quando eles começaram a tratar o islão da mesma forma? O viés de confirmação merece, pelo menos parcialmente, parte da culpa. Há já muito tempo que os Neo-Ateus nutrem um medo irracional dos Cristãos, mas a Esquerda não está preocupada com a Cristofobia. No entanto, combater a islamofobia é uma prioridade dos progressistas, e é notado e lidado quando surge.

No entanto, o argumento de que a obsessão liberal com a islamofobia emana da saudável preocupação com o estatuto das minorias não explica tudo. Tal como o intelectual socialista Michael Walzer escreve no Dissent, “Deparo-me com frequência com esquerdistas que estão mais preocupados em evitar acusações de islamofobia do que condenar o fanatismo islâmico."

Afinal de contas, não é por acaso que os Democratas se recusam veemente a dizer as palavras "terrorismo islâmico", preferindo usar termos gerais tais como "extremismo". Mas estas mesmas pessoas que insistem que homens mal intencionados perverteram o islão, são as primeiras a falsamente citar Timothy McVeigh como exemplo de "terrorista Cristão". Estas pessoas apresentam o Cristianismo como reflexo das acções dos seus mal-feitores (e até daqueles que negam essa fé), mas as acções dos crentes islâmicos ortodoxos não são de maneira nenhuma o reflexo dos princípios da pacífica fé islâmica.

Navegando mais para a esquerda, a defesa do islão torna-se numa defesa do radicalismo e da intolerância do islão. Slavoj Žižek vê no islamismo "a ira das vítimas da globalização capitalista". Judith Butler insiste que "entender o Hamas e o Hezbollah como movimentos sociais que são progressistas, que são de esquerda, que fazem parte da esquerda global, é extremamente importante."

Estas vozes não podem ser repudiadas como aberrantes. Estas são, na realidade, vozes de intelectuais esquerdistas proeminentes, ferozmente seculares, e que encontram causas comuns com o Hamas - grupo que empurra homossexuais do topo de prédios e esfaqueia crianças enquanto elas dormem - e com o Hezbollah, o "Partido de Alá."

De facto, eles juntam-se a uma longa linha de apologistas esquerdistas que defendem regimes assassinos e anti-Ocidente. O renomeado historiador Eric Hobsbawm recusou-se a abandonar a União Soviética mesmo depois dos seus tanques terem marchado sobre Praga. Os professores Noam Chomsky e Edward Herman passaram anos a rejeitar e a minimizar as notícias do genocídio no Cambodja, qualificando essas notícias de "propaganda do Ocidente". Michel Foucault, filósofo pós-modernista, defendeu a indefensável crueldade da Revolução Iraniana alegando que o Irão não "tem o mesmo regime de verdade como o nosso."

Claramente, o problema da Esquerda é maior que o islão. Qualquer líder que pode ser visto como inimigo da dominação capitalista do Ocidente irá encontrar algum tipo de louvor, ou pelo menos racionalização, por parte dos progressistas. Tal como escreveu Alan Johnson, o teórico político social-democrata:

A esquerda está numa posição vulnerável....porque ela obtém as suas directrizes a partir daquilo que é contra e não a partir daquilo que é a favor. Numa conversa com o dissidente anti-Estalinista Polaco, Adam Michnik, em 1993, o filósofo liberal Jurgen Habermas admitiu que "evitava qualquer tipo de confronto com o Estalinismo." Porquê, perguntou Michnik? Ele não queria "aplausos do lado errado" respondeu Habermas.

Temos que ler isto duas vezes, pensar nas enormidades do Estalinismo, e apercebermo-nos do quão chocante isto é. Mas Habermas nada mais estava a fazer do que a expressar uma parte do senso comum da esquerda liberal.

Resumidamente, os Neo-Ateus conquistaram os aplausos do lado errado: da Direita cruzadista anti-islâmica. Christopher Hitchens, escritor bastante divertido que poderia atacar o Saddam Hussein como ninguém, era o radical favorita de todos os direitistas.

Sam Harris começou a ter pontos comuns com pessoas tais como Douglas Murray e Ayaan Hirsi Ali. A defesa que Rich Lowry fez aos ataques que Sam Harris recebeu por parte de Ben Affleck apareceram no New York Post. Actualmente, Bill Maher encanta a Direita tal como a enerva. E a Esquerda, sentido o odor da traição nas suas fileiras, não pode pura e simplesmente tolerar este tipo de transgressão.

Mas mais atenção é necessária para a natureza específica do padrão duplo da Esquerda no que toca ao islão. Porque é que ardentes secularistas do mundo islâmico tais como Ayaan Hirsi Ali - o tipo de pessoa que a Esquerda toma como inspiração na história do secularismo Ocidental - são vistos como intolerantes, ao mesmo tempo que teóricos da conspiração e defensores da sharia tais como Linda Sarsour são estimados? Porque é que criticar o islão causou a que os Neo-Ateus tenham atravessado a linha vermelha na imaginação progressista?

Estas posições não fazem qualquer tipo de sentido se olharmos para a Esquerda como genuinamente secular, convencida da necessidade de terminar com a era da superstição. Mas os liberais Americanos não professam o apaixonado cepticismo de Hume, nem o ateísmo urgente e honesto de Nietzsche. Eles preferem abraçar o superficial ateísmo da guerra cultural.

Este ateísmo-da-guerra-cultural disponibiliza "evidências", de forma rápida e facilitada, para vincar a ideia de que a América se encontra dividida em dois campos: o lado do liberal inteligente, sofisticado, urbano e justo, e o lado do intolerante, idiótico, crédulo, retrógrado conservador. Os primeiros são ateus mas os segundos são crentes, elogiando os primeiros, e criticando os segundos.

Na verdade, foi este tipo de pensamento que fez com que os progressistas inicialmente se apaixonassem pelos Neo-Ateus. O Neo-Ateísmo agradou à Esquerda enquanto ele se limitou a criticar "Deus", que estava associado às crenças do Presidente George W. Bush e os seus apoiantes. Foi, devido a isso, divertido, e não ofensivo, quando Bill Maher qualificou a "religião" de ridícula porque se assumiu que ele estava a falar do Cristianismo. Christopher Hitchens poderia qualificar Deus de "Ditador" e o Céu de "Coreia do Norte celestial" e a Esquerda rir-se-ia.

Os estudantes de Berkeley nunca pensariam em desconvidar Richard Dawkins enquanto ele dizia que "Bush e bin Laden estão do mesmo lado da fé e da violência contra o lado da razão e da discussão." Verdade seja dita, o Neo-Ateísmo sempre foi fundamentalmente pouco sério. Ele nem sequer tenta lidar com os argumentos teístas para a existência de Deus. De facto, o filósofo A.C. Grayling insiste que os ateus nem se deveriam preocupar com a teologia visto que eles "rejeitam as premissas". Parece que os nossos novos "racionalistas" nem sequer avaliam os argumentos que não se conformam com os seus preconceitos.

Ao atacar o espantalho fundamentalista com um igualmente fundamentalista materialismo, o Neo-Ateísmo é um gigantesco erro de categoria. Vez após vez, os seus progenitores exigem evidências materiais para a existência de Deus, como se Ele fosse um outro tipo de coisa - uma chávena, ou, se calhar, um poderoso computador.

Esta confusão leva a que os Neo-Ateus favoreçam o claramente simplista argumento da regressão-infinita: se Deus criou tudo, então quem criou Deus? Mas, tal como o teólogo David Bentley Hart responde: [Deus não é] um "ser supremo", não é mais uma coisa juntamente ou lado a lado com o universo, mas o Acto Infinito de Existência, a Fonte Eterna e Transcendente de toda a existência e sabedoria, dentro do Qual todos os seres finitos participam.

Só o falhanço completo em entender os termos filosóficos básicos duma conversa pode causar esta estranha inversão de lógica, onde o argumento da regressão infinita - tradicionalmente e correctamente considerado o mais poderoso argumento contra o materialismo puro - pode ser, agora, tratado como argumento irrefutável contra a crença em Deus.

O restante dos argumentos dos Neo-Ateus podem ser lidados ainda mais rapidamente. Dawkins olha para Deus como um Ser Super Complexo sujeito à evolução natural, e depois qualifica-O de estatisticamente improvável. Ele pode estar certo, mas porque é que ele pensa que, através desta lógica, ele criticou algo parecido com a "religião"?

Dennett, que se foca essencialmente em mostrar como a religião é um fenómeno natural, parece confudir a validação duma alegação religiosa com a sua refutação. Hitchens não oferece qualquer tipo de argumento real, mas bastantes erros históricos. De forma geral, ele contenta-se a listar as más acções dos crentes, ignorar as boas acções dos mesmos, e fingir que, de alguma forma, refutou o Cristianismo.

Harris, e para citar mais uma vez David Bentley Hart, "declara que todos os dogmas são perniciosos, excepto a sua aderência dogmática ao misticismo contemplativo não-dualista, do tipo que ele erradamente imagina ter descoberto numa escola de Budismo Tibetano, e um que (naturalmente) ele qualifica de puramente racional e científico."

Nada desta idiotice Neo-Ateísta perturbou a Esquerda desde que elogiasse as tribos certas, e atacasse as erradas. Foi só quando os Neo-Ateus estenderam a sua crítica da religião ao islão que os progressistas se voltaram contra eles. Os muçulmanos, embora fossem largamente de direita antes da "Guerra ao Terror", haviam-se tornado num "grupo marginalizado." Vistos como vítimas do colonialismo Ocidental, da agressão por parte dos neo-conservadores, e da discriminação diária, eles tornaram-se parte da coligação dos oprimidos. o que significa que se tornaram virtuosos.

Consequentemente, o islão tornou-se numa fé e numa tradição a merecer respeito, não como o "vírus mental" do Cristianismo, ocupado a infectar os néscios. Como tal, ataques aos muçulmanos ou à sua fé, não só passaram a ter a aparência de "esmurrar o inocente que está abaixo de ti", como passaram a ser vistos como ataques à Esquerda em si.

Os Neo-Ateus, que nada mais estavam a ser que consistentes e a focarem a sua atenção no mais sério exemplo de intolerância religiosa, colocaram de parte a sua sofisticação, e, aos olhos da Esquerda, juntarem-se às fileiras da Direita intolerante e reaccionária. Só há um pequeno problema: nós também não os queremos entre nós.

Fonte: http://bit.ly/2sEUBmq

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A Esquerda rejeita o Neo-Ateísmo porque a Esquerda nunca foi secular e nem ateísta. Ela sempre foi anti-Cristã e anti-Ocidente. A Esquerda defende o islão porque, por enquanto, esta fé serve de arma mais eficaz no ataque ao Cristianismo do que o ateísmo ou o humanismo secular (sobre os quais a Esquerda dependeu num passado recente).

O cerne do esquerdismo é o Neo-Babelismo, que é inerentemente globalista e satânico na sua essência. Todas as suas variadas ideologias - desde o comunismo, ao feminismo, passando pelo neo-liberalismo, e pelo progressivismo - nada mais que são que fachadas que o esquerdismo usa na sua guerra sem fim contra Deus.

Mas ao contrário dos Neo-Ateus, os Neo-Babelistas não estão a levar uma guerra contra a ideia de Deus, e muito menos a questionar a Sua existência. Eles estão, de facto, e efectivamente, a travar uma guerra contra o Todo Poderoso, e contra o Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo.

Só há uma resposta à pergunta recorrente que a Direita faz em relação à Esquerda: eles são estúpidos ou são malignos? A resposta é, obviamente, "sim". Todas as ideologias da Esquerda - desde o Marxismo ao marxismo cultural Gramscianiano ao feminismo ao ateismo ao multicuturalismo ao globalismo neo-liberal - mais não são que racionalizações diversas e incoerentes que os esquerdistas usam como forma de condenar e atacar o Cristianismo segundo o ângulo que mais lhe apela num dado momento.

E o Neo-Babelismo (que pode ser igualmente identificado como o anti-Cristianismo) é muito mais que um grupo de ideologias úteis; ele é, no verdadeiro sentido do termo, uma religião. Os Neo-Ateus que inocentemente se uniram aos esquerdistas para atacar o Cristianismo (na sua "guerra contra a religião") sempre estiveram ao serviço duma religião sem se darem conta disso.

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sábado, 6 de janeiro de 2018

Alemanha: Empresas passam a ser obrigadas a informar mulheres sobre salário dos colegas do sexo masculino

As grandes empresas alemãs, a partir deste sábado, dia 6 de Janeiro, vão passar a ser obrigadas a revelar/informar quanto ganham os seus colegas do sexo masculino.

“Se uma mulher souber com certeza que o seu salário é menor do que o auferido por um homem poderá exigir em tribunal que lhe seja pago o mesmo para realizar um trabalho equivalente”, refere a ministra alemã da Mulher, da Família e da Juventude, Katarina Barley.

Além disso, “a mulher poderá ainda utilizar a informação na próxima negociação salarial com o empregador, fortalecer a sua posição para exigir uma remuneração mais elevada”, declara ainda a ministra.  

A Alemanha é dos países da União Europeia (UE) com maior desfasamento entre géneros, sendo que os homens recebem cerca de 21% a mais do que as mulheres. Agora, Berlim quer lançar uma base de forma a reduzir esta diferença salarial.

A “lei para a promoção de transparência nas estruturas salariais” já tinha entrado em vigor na Alemanha no mês de Julho, mas só agora será aplicada. Segundo esta legislação, os funcionários das empresas passam a ter direito a solicitar informações relativas aos salários dos homens que realizem funções iguais ou idênticas.


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Note-se que nenhuma das pessoas envolvidas na luta pela "igualdade salarial" salienta a hipótese de se "produzir o mesmo" ou "trabalhar o mesmo número de horas" como base para se "ganhar o mesmo".

Qualquer pessoa que já trabalhou com mulheres sabe que a sua disponibilidade não é a mesma que a dos homens; muitas vezes elas têm que sair a uma determinada hora por causa dos filhos, e salvo raras excepções, elas não estão disponíveis (ou dispostas) a trabalhar noutra parte do país (ou mesmo fora do país) por algum tempo.

Os homens em média ganham mais que as mulheres não porque existe discriminação contra as mulheres, mas sim porque os homens, em média,  produzem mais do que as mulheres. E não há nada que se possa fazer em relação a isso porque a distinção na produção centra-se na biologia de cada uma dos dois sexos.

Basicamente, a luta pela "igualdade salarial" é uma luta que visa colocar os homens e as mulheres em guerra uns contra os outros, e não algo que tem em vista ajudar as mulheres.
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domingo, 17 de dezembro de 2017

Áustria junta-se à Europa Oriental e rejeita planos de suicídio demográfico

O novo chanceler Austríaco, Sebastian Kurz, afirmou que as quotas para "migrantes" avançada pela União Europeia não têm funcionado e que ele quer "mudar a errónea política de refugiados".

Kurz já uniu forças com os líderes da Hungria, da Polónia e da República Checa, países que já se recusaram a adoptar o regime de quotas para "migrantes" imposto pela União Europeia.

De acordo com Kurz, é “positivo que Tusk (Presidente do Conselho Europeu) e vários países europeus estejam a pressionar antes de mais nada para uma maior protecção das fronteira e para um maior investimento nesse sentido". Tusk qualificou o problemático sistema de "ineficaz" e de “altamente divisionista”.

Com a Áustria a juntar-se aos países do Visegrado da Europa do Leste, o bloco anti-quotas tornou-se mais forte e numa forma de oposição séria aos planos migratórios da União Europeia.

O sistema de quotas da União Europeia foi avançado para ajudar países tais como a Grécia e a Itália, que costumam ser os pontos de chegada dos "refugiados". Pelo menos 160,000 migrantes deveriam ser redistribuídos um pouco por todo os países da União Europeia.


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Claro que a forma 100% absoluta de garantir que nem a Áustria e nem os países do Visegrado venham a receber os assim-chamados "refugiados" é abandonando a União Europeia (que já se revelou como uma organização que serve os interesses da elite e não dos povos Europeus).

O "sistema de quotas" não é solução válida porque não foi feito para ser uma solução mas sim feito para gerar uma canalização constante de não-Europeus para a Europa. 

Quem é de opinião de que mal os 160,000 estejam recolocados, esse número não será aumentado, engana-se. Primeiro, porque quem gerou esse sistema quer mais e mais não-Europeus na Europa, e segundo porque, mal os nativos de outros países se apercebam que está a ocorrer uma esvaziamento dos campos de refugiados na Grécia e na Itália, outros "refugiados" tentarão entrar na Europa exactamente como os primeiros fizeram.

Basicamente, a crise dos "migrantes" é mais uma tentativa de destruir os sentimentos nacionalistas através da importação dum eleitorado que sempre se alinhará com os interesses dos internacionalistas que os alimentam.

Depois dos internacionalistas terem inundado a Europa com não-Europeus, eles irão fundamentar as suas decisões na "democracia" e na "vontade popular", sabendo muito bem que muitas das pessoas que participam nessa "democracia" não são Europeus.

Em vez dos globalistas convencerem o eleitorado da validade dos seus planos, o que eles fizeram foi mudar o eleitorado para um mais em linha com os mesmos.
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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Esquerdismo à beira de destruir a Suécia

O paraíso feminista, secularista, multicultural e anti-Cristão com o nome de Suécia está à beira de se tornar num país falhado. Para além da mundialmente famosa taxa de violações, este país, que era apontado pelos menos informados como exemplo de "sucesso" das políticas esquerdistas, tem também uma crescente taxa de tiroteios e ataques à bomba.

Sem surpresa alguma, o motivo para o lento declínio da qualidade de vida dos Suecos está associado às políticas migratórias e ao asfixiante politicamente correcto (que pode destruir a vida profissional de quem defende o que a elite não quer que seja defendido).

Mas agora, e como seria de esperar, a polícia local está a perder o controle do que resta do país; não só eles estão a ser atacados como já não se sentem seguros para levar a cabo as suas funções. No início deste ano as forças polícias emitiram um grito de socorro, e no mês passado um oficial admitiu que o medo tomou conta dos operacionais.

No dia 18 de Outubro houve um ataque à bomba na estação da polícia de Helsingborg e mais tarde uma chuva de balas atingiu casa de família dum policial. Em Novembro houve outro ataque sério à polícia. Uma granada de mão foi atirada a estação de polícia em Uppsala.

Mas os policiais receberam também ameaças. Uma policial disse que teve sua vida ameaçada por um suspeito que publicou na internet a sua informação privada, fotos de si, do cônjuge, e do filho. Segundo ela, nada poderia ter sido feito para remediar a situação, e como tal, ela viu-se forçada a mudar de casa.

Há algum tempo atrás, foi perguntado ao jornalista Sueco Peter Imanuelsen sobre a situação no país e ele afirmou:

Na minha opinião, a solução óbvia para parar esta epidemia é o governo sueco enviar os militares para as zonas "No-Go", e expulsar esses grupos criminosos migrantes.

Mas ele não é o único. Políticos do Partido Moderado da Suécia querem também que o exército seja enviado, o que para eles é gesto perfeitamente justificado. Por exemplo, na semana passada as equipas SWAT foram necessárias para dar apoio a bombeiros que trabalhavam num subúrbio migrante em Uppsala. Segundo um antigo habitante deste subúrbio, este local era um local tranquilo. Emanuel Imanuelsen, o pai de Peter, afirma:

Eu vivi em Gottsunda no ano de 1991. O mesmo era um subúrbio tranquilo de Uppsala, onde nada acontecia. Todas as pessoas podiam andar pelas ruas sem ter qualquer tipo de medo. Lembro-me duma jovem mulher que vivia num apartamento perto do meu e que não receava nada.Ninguém poderia imaginar que 25 anos mais tarde as coisas teriam mudado tanto que seria preciso escolta policial.


Claramente, a Suécia esta a mudar rapidamente e a polícia está a perder o controle. Há duas maneiras de continuar: uma é a velha, com o politicamente correcto e com o devaneio surrealista. A outra é encarar a realidade: a polícia esta a perder o controle e é necessário restaurar a lei e a ordem em várias grandes cidades e em zonas "No-Go". Só o exército tem o equipamento e as habilidades necessárias para dominar e subjugar os grupos migrantes que estão a causar problemas.

Fonte: http://bit.ly/2jAciyL

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Quem sabe da agenda do Marxismo Cultural, sabe que o apelo para o "restauro da ordem" é o objectivo de quem abriu as portas da imigração aos maometanos. Os globalistas que trouxeram os imigrantes para a Europa fizeram-no tendo como um dos propósitos gerar caos suficiente de modo a que o povo Nativo apelasse para uma maior militarização da sociedade.

Depois dos militares terem sido colocados nas ruas, os mesmos não vão ser usados para acabar com a violência dos migrantes, mas sim como forma de controlar a população Nativa. A Suécia pode ser vista como um tubo de ensaio para o que vai acontecer noutros países da Europa Ocidental à medida que a violência islâmica e o caos vão aumentado, e à medida que o povo Nativo vai ansiando cada vez mais por ordem e por tranquilidade.

Claro que a outra opção para se acabar com a violência dos imigrantes é levar a cabo deportações pacífica dos mesmos. Mas como isso iria de facto funcionar e aumentar a tranquilidade dos Europeus, os globalistas nunca irão aceitar esta opção.  Portanto, podemos prever  que ou a Suécia se torna num estado-policial, ou se torna num país cada vez mais violento e cada vez menos funcional.

Outra coisa que se pode prever é que, com o passar do tempo, cada vez menos feministas apontem para a Suécia como exemplo dum país feminista de sucesso, cada vez menos ateus apontem para a Suécia como "país ateu" de sucesso, e cada vez menos esquerdistas se lembrem de que a Suécia existe.
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terça-feira, 28 de novembro de 2017

A Hungria vai continuar a resistir aos ataques de George Soros


O governo húngaro sabe exactamente o que o financista internacionalista George Soros quer, e rejeita de todo os seus esforços genocidas de encher a Europa com imigrantes ilegais. Por esta razão, o governo “levantou-lhe oposição", afirmou o chanceler Peter Szijjarto à Magyar Hirlap.

Foram os Húngaros, e não Soros, quem elegeu o governo actual e o seu respectivo parlamento. Consequentemente, os Húngaros podem decidir o que é do seu interesse sem levar em conta o que o especulador Americano tenciona, afirmou Szijjarto:
Soros já deixou bem claro o que ele quer, e o seu plano foi apelidado de "o plano Soros". Ele pode tentar explicar que não é o que ele realmente pensava, mas nós não podemos ser ingénuos.
Szijjarto acrescenta que as eleições aproximam-se, e o facto de Soros ter-se dirigido pessoalmente aos Húngaros revela que ele quer avançar com os seus ataques. George Soros (bem como a União Europeia e quase toda a classe política da Europa Ocidental) não quer um governo soberano que segue com políticas independentes e que defende a Hungria da influência externa.

O político Húngaro disse que o registo de investimentos do ano passado já foi ultrapassado, e que a agência de desenvolvimento nacional já assinou acordos relativos a 78 novos projectos de investimento, número que vai aumentar ainda mais até ao final do ano.

Não há muitos grandes "projectos" restantes para este ano mas se os já assinados forem realizados com sucesso até meados de Dezembro, então o valor total de investimentos do ano passado no valor de 3,2 mil milhões de Euros, que inclui a construção duma segunda fábrica da Mercedes, pode também ser ultrapassado.

Szijjarto disse também que a Hungria disponibiliza um ambiente de investimento atractivo para países com projectos de investimentos intensivos, com o número de investimentos Chineses, Sul-Coreanos e Japoneses a acrescer rapidamente.

Szijjarto finaliza dizendo:
Os países do grupo de Visegrado podem oferecer o ambiente de investimento mais competitivo da Europa, e estes países [Hungria, Polónia, República Checa, Eslováquia]  tornaram-se num motor de crescimento económico na economia Europeia.

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A "crise dos refugiados" é provavelmente o mais bem coordenado ataque à identidade étnica, cultural e religiosa dos povos Europeus. Como sempre, a culpa não é toda dos refugiados, que mais não fazem que tentar obter algum tipo de vantagem da situação, mas sim dos internacionalistas e dos seus lacaios mediáticos e políticos que vêem com bons olhos a destruição da identidade da Europa.

Resta saber se os Europeus do Ocidente vão seguir o exemplo dos seus irmãos do Leste, e resistir ao globalismo e ao internacionalismo, ou se vão continuar focados no futebol e nas novelas enquanto o continente que os seus antepassados tão arduamente construíram é destruído pelos endinheirados internacionalistas.
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Alemanha: Ler noticias sobre imigrantes é "incitação racial"

Rainer Rahn, do partido AfD (Alternative für Deutschland) e membro do conselho da cidade de Frankfurt, foi processado pelo líder da facção de esquerda de “Die Linke”, Martin Kliehm, por "incitação racial". O "crime" de Rahn foi o de ler em voz alta 30 manchetes de jornais, revelando a consequência da violência levada a cabo pelos "refugiados".

Em declarações reportadas por agências noticiosas de Frankfurt, Martin Kliehm disse que o membro do AfD estava a tentar "incitar o povo contra os refugiados, contra os muçulmanos, e contra os migrantes". E devido a isso, ele processou-o.

O motivo por trás da acção de Rahm foi a sua crítica a Aydan Özoguz, oficial de migração do SPD. Özoğuz disse que "a cultura Alemão não existe" devido ao facto dela ter sido "influenciada por influências externas e pela migração". 

Mr. Rahn continuou, afirmando que se podem ver claramente os efeitos diários da imigração nas ruas. Foi então que ele leu 30 manchetes de jornais distintos, revelando os crimes (comprovados ou suspeitos) levados a cabo por estrangeiros, muçulmanos e migrantes.

Muitos vereadores abandonaram a sala enquanto Rahn lia as manchetes. O prefeito Uwe Becker foi mesmo ao ponto de chamá-lo de um embaraço, a que se seguiram aplausos.

Kliehm afirmou que Rahn estava a usar esta plataforma para "rebaixar refugiados e migrantes", chamando-os de criminosos e de serem inferiores. Ele acredita ainda que Rahm pode ter "perturbado a paz pública" com suas palavras. Por sua vez, Rahn disse à emissora de Frankfurt:
Já há idiotas o suficiente a processar outras pessoas por motivos frívolos. Isto não é nada de estranho.
Ele afirmou ainda que o processo estava nas mãos da justiça e as suas alegações serão investigadas, e que ele não estava minimamente preocupado. A única "incitação racial" que ocorreu foi quando o não-Alemão Özoğuz afirmou que a cultura Alemão não existe.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2BpS3vQ

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Primeiro a elite internacionalista força os "refugiados" para o coração da Europa, e depois tenta impedir (com relativo sucesso) que os Europeus falem livremente das consequências das acções desses mesmos "migrantes". 

Cada vez se torna mais óbvio que o influxo de imigrantes para a Europa não tem como propósito ajudá-los, mas sim usá-los como instrumento político nas mãos dos internacionalistas.

Como já dito anteriormente, o problema não são os refugiados, e nem os maometanos, mas sim os traidores Europeus que, ignorando o interesse do povo Nativo, os trouxe para a Europa como forma de ter um bloco votante firme contra os Nacionalistas.


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domingo, 26 de novembro de 2017

Europeus ocidentais fogem do islão e estabelecem colónias na Hungria

Não é segredo nenhum que a Hungria tornou-se num dos mais seguros países do mundo. Enquanto os traidores líderes da Europa Ocidental abriam as fronteiras dos seus países à invasão afro-islâmica (sem levar em conta os interesses do povo Nativo), os Europeus do Leste, mais Cristãos e, consequentemente, mais conservadores e mais nacionalistas, faziam exactamente o contrário.

Os governos da Europa Ocidental tentam desesperadamente encobrir os crimes levados a cabo pelos "refugiados" islâmicos, mas, a julgar pelas correntes migratórias desses países, não estão a ser bem sucedidos. 

Países "liberais" e mais seculares tais como a Alemanha, a Bélgica e a Suécia estão efectivamente a perder controle. O que muita gente não teria sequer sonhado há algumas décadas atrás está a acontecer nos dias de hoje: um número crescente de pessoas estão-se a movimentar no Continente Europeu, mas não do Leste para o Ocidente, mas exactamente o contrário.

É tristemente irónico pensar nisto, mas se a Alemanha ainda estivesse dividida entra a Alemanha Federal e a Alemanha do Leste, é bem provável que um número crescente de Alemães do ocidente fugisse para a Alemanha do Leste.

A família holandesa Bastiaensen, dona duma casa de férias na Hungria, percebeu que a cidade de Budapeste era mais segura do que a capital holandesa Amesterdão. A  combinação de impostos mais baixos da Hungria e o facto de não haver muçulmanos fê-los decidir imigrar para a Hungria.

A família diz que o primeiro-ministro da Hungria, o extremamente popular Viktor Orbán, está a fazer um excelente trabalho: 
Viktor Orbán coloca os húngaros em primeiro lugar. A forma excelente como a Hungria controla as fronteiras tornam o medo do terror islâmico algo practicamente inexistente.
De acordo com a família, pelo menos trezentos holandeses e belgas compraram casas perto da cidade de Csemö. 
Todos os nossos vizinhos são holandeses e é agradável ter outras pessoas holandesas perto de nós.
Vários agentes imobiliários confirmam a experiência da família. O agente imobiliário Holandês Robert Kemers diz que pelo menos mil belgas vivem agora na Hungria e que desde o início da crise migrante que o número de procuras online está em crescimento. Ele afirma:
Depois de cada ataque terrorista, vemos um aumento no número de visitas ao site
Não são apenas os holandeses e os belgas, mas também alemães e pessoas da Escandinávia a olhar para a Hungria como um porto seguro dentro da União Europeia. “Eles chegam da Áustria também” acrescenta o agente imobiliário. Um agente imobiliária belga diz ainda: 
Dois dos meus clientes disseram que estavam a fugir dos refugiados e que precisavam duma casa na Hungria.
O agente imobiliário alemão Ottmar Heide conta essencialmente a mesma história: 
Oito em cada dez pessoas que entram em contacto comigo dizem que querem deixar a Alemanha devido à sua política de imigração.
Com a continuação da crise migratória na Europa, aliada ao retorno de membros do Estado Islâmico provenientes da Síria, é de se esperar que a migração da Europa Ocidental para a Europa Oriental continue a aumentar.

Com um pouco de drama poderia-se perguntar se estas pessoas são os primeiros 'refugiados' que fogem do fracassado projecto multicultural da Europa Ocidental para um refúgio seguro na Europa Oriental.


Modificado a partir do original. http://bit.ly/2Bq8WH4
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