sábado, 24 de setembro de 2016

O paganismo da elite mundial

Ai dos Estados Unidos cuja elite está cheia de adoradores de Satanás e de servos conscientes do mal. Eles admitem ser controlados por Satanás, o deus deste mundo (2 Cor 4:4), e ele controla-os através do oculto (isto, organizações "ocultas").

O Senhor Jesus disse "nada fiz em segredo" (João 18:20) porque Ele nada tinha a esconder. Porque é que existe um tal secretismo em relação aos líderes da nação? O que é que eles escondem? Porque é que eles não querem que saiba a quem eles servem?

O grupo "Skull and Bones" é demoníaco, tal como o é a maçonaria. Quase 2,000 de oficiais governamentais, magnatas empresariais, e outros ilustres - homens com poder para moldar o futuro - reúnem-se todos os meses de Julho numa floresta de sequóias 65 milhas a norte de São Francisco. O encontro inclui um ritual sombrio que exibe a queima druida duma efígie, cânticos feitos por parte dum coral vestido com robes, bebida desenfreada e promiscuidade.

O bizarro ritual pagão do "Bohemian Grove" - a cerimónia "Cremation of Care" - é practicado por todos os seus membros (todos homens), incluindo ambos os presidentes Bush, Bill Clinton, Ronald Reagan, Alan Greenspan, Richard M. Nixon, Jimmy Carter, Walter Cronkite, Colin Powell, e Henry Kissinger, só para nomear alguns. O encontro decorre todos os meses de Julho e crê-se que Obama e John McCain tenham visitado o "Bohemian Grove" em Julho de 2008.

A divindade Cananéia Moloque era adorada na Grécia, na Babilónia e mais tarde na Europa [ed: isto demonstra o ridículo de alguns neo-pagãos anti-Cristãos que acusam o Cristianismo de ser uma religião "não-europeia", ao mesmo tempo que adoram deuses oriundos do Médio Oriente].

Moloque é normalmente simbolizado como um touro, ou como uma coruja, ou como algum outro tipo de criatura com chifres, e normalmente crianças são sacrificadas em sua honra.

Esta religião é a precursora de todos os cultos da morte.

Qual é o propósito disto tudo - isto é, de realizar uma congregação e levar a cabo rituais Cananeus imitando sacrifícios humanos? Nada mais é que uma forma de unir a elite em torno dum propósito comum.

A elite mundial tem uma religião comum, mas em público eles promovem a "pluralidade religiosa" e a "tolerância".

Nesta cerimónia, uma coruja com 40 pés é adorada, e uma figura com aparência humana é sacrificada na efígie. O oculto [isto é, o paganismo] sempre esteve associado à idolatria e ao Satanismo. David Rockefeller também faz parte deste grupo Satânico, e o próprio Arnold Schwarzenegger já tomou parte nele.

Acredita-se que o "Bohemian Grove" seja uma ramificação do "Skull and Bones" da Nacional Socialista.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2d1FVqc


video

* * * * * * *

Como geralmente acontece neste tipo de notícias, os intelectualmente preguiçosos irão rejeitar tudo o que foi dito usando a tradicional falácia genética (baseando-se em Alex Jones para isso). Mas quem realmente busca a verdade das coisas, irá ver que há algo de estranho em relação a isto, posição que é solidificada se levarmos em conta a forma como membros da elite Americana reagem quando são questionados em relação ao Bohemian Grove.

O que isto parece significar é que a promoção do "secularismo" e dos movimentos anti-Cristãos no ocidente não são feitos como etapa para o estabelecimento duma cultura sem religião, mas sim com  o propósito de estabelecer uma religião [pagã] subserviente aos interesses da elite.

Como sempre, o Cristianismo é a única força ideológica que se encontra em oposição aos interesses da elite globalista-maçonica-pagã.



domingo, 18 de setembro de 2016

A Guerra dos Nórdicos contra a Civilização

Por Todd Lewis

Dentro do crescente movimento da Nova Direita, do Renascimento Sobrio, ou da Direita Radical, existe um elemento que emana do ressurgimento pagão dos anos 70. Este  texto não é um ataque aos fundamentos do Neo-Paganismo em si, mas sim a refutação de certos argumentos contra o Cristianismo que emanam desses antros. Stephen McNallan, practicante de Asatru, alega que as civilizações Nórdicas e Germânicas, culturas prósperas e dinâmicas que eram criativas e progressivas, foram destruídas pela Igreja Católica Romana, cujo espírito imperial era uma extensão dos Césares Romanos.

Os ataques dos Vikings são vistos como uma resposta tardia à Igreja imperalista, sob as ordens do Papa, e ao Sagrado Império Romano, sob o comando de Carlos Magno. Ele [Stephen McNallan] cita as guerras Saxónicas e as conversões forçadas dos Germânicos como o momento-Munique - desculpem-me a metáfora - para os Nórdicos. Os raids Vikings, embora tenham sido um fracasso, foram feitos em nome duma justificável legítima defesa. Para além disso, a Igreja é vista como uma genocida destruidora de culturas e de religiões que procurou formas de exterminar os pagãos do Norte e do Este.

Esta narrativa é claramente um absurdo.

A primeira civilização do Ocidente foi o reino Cretense dos Minóicos (2700 AC - 1450 DC). Os Minóicos eram conhecidos pelos seus marinheiros, pelo palácio em Knossos, e por terem desenvolvido um sistema de água fria e de água quente. A civilização ocidental, com as periódicas invasões bárbaras, emergiu dessa raiz e eventualmente floresceu até se tornar na grande civilização de Grécia e Roma. Durante este período, a ciência, a filosofia, a retórica, a geometria, a poesia, a história e a lei foram desenvolvidas e refinadas até a um nível sem igual (exceptuando na China).

Durante os 3500 anos que vão desde os Cretenses até Carlos Magno, o que foi que os Nórdicos e o Teutónicos produziram? Para todos os efeitos, nada. Runas, barcos longos, espadas longas, e bosques sagrados são substitutos fracos para Ésquilo, Heródoto, Platão, Numa, e Virgílio. Portanto, estes Nórdicos foram uma raça completamente improdutiva e irrelevante habitando as regiões hiperbóreas da Europa. Irrelevantes, excepto as suas periódicas incursões assassinas rumo ao sul.

Os Neo-pagãos querem que nós acreditemos que, num paroxismo de imperialismo, foi a Roma Antiga e a Igreja Medieval quem deu início à guerra de extermínio contra os pagãos religiosamente tolerantes. Esta alegação é absurda. Antes de mais, foram os Teotónicos que deram início ao derramamento de sangue.

Depois de esmagarem a próspera Cultura Hallstatt (a civilização celta mais antiga que se conhece), estes pagãos inextinguíveis avançaram sobre os Alpes para dentro da província Romana na Gália Cisalpina. As tribos que invadiram as terras Romanas eram os Cimbros e os Teutões; nas batalhas de Noreia e de Arausio eles esmagaram dois exércitos Romanos. Esta onda de Nórdicos foi finalmente parada por Caio Mário nas batalhas de Águas Sêxtias e de Vercellae. Todas as guerras Romanas futuras têm que ser vistas à luz de se prevenir mais invasões por parte dos Cimbros e dos Teutões.

As inúmeras guerras entre os Romanos e os Germânicos - desde Júlio César até ao Imperador Honório - foram em parte inconclusivas, mas o medo que Roma tinha dos Nórdicos provou-se válido em 406 quando a fronteira do Reno foi esvaziada de exércitos seus por parte de Flávio Estilicão (como forma de lutar contra Alarico) e os pagãos invadiram a Gália.

A grande civilização clássica que havia durado cerca de 1000 anos desapareceu do ocidente. A desolação, a conquista, a escravatura, e a deslocação geográfica passaram a ser a norma. Os pagãos brutos destruíram a grande civilização clássica de Roma. Seguiu-se o colapso demográfico; as cidades encolheram, a população desapareceu. Na Inglaterra, o pior estava por vir.

Os pagãos sedentos de sangue (os Anglos, os Jutos e os Saxões) deram início a uma guerra de extermínio não-provocada contra os habitantes Romano-Celtas. Os Saxões foram contidos pela motivadora figura de Artur, mas ele não conseguia parar as hordes pagãs. A próspera civilização Romano-Britânica desapareceu, apenas para sobreviver como eco no Pais de Gales e na Irlanda.

Os horrores reportados por homens tais como Gildas, Bede, e pela crónica Anglo-Saxónica, nada mais são que uma amosta do que a invasão pagã deve ter sido para os habitantes da Inglaterra. A luz Clássica e Cristã foi substituída pela superstição pagã e pelas trevas. [ed: Curiosamente, os historicamente ignorantes culpam o Cristianismo pela "Idade das Trevas", quando foi a destruição da sua influência, e do sistema organizacional Greco-Romano, que a causou].

Os dias sombrios do ocidente eram a noite que precedia o amanhecer. À medida que os Saxões iam cometendo actos de genocídio na Inglaterra, outro Romano-Britânico, Patrício, estava a converter os Irlandeses e a trazê-los para a luz do conhecimento clássico e Cristão. Na Irlanda, Patrício colocou um ponto final nos sacrifícios humanos e na escravatura. A Irlanda foi transformada de zona primitiva e retrógrada, à margem do mundo, para centro da escolástica ocidental, especialmente do Latim.

Não tenho tempo para descrever as conversões dos Pictos por parte de Columba, ou da Nortúmbria por parte de Aidan, ou dos Alemani por parte de São Galo, ou da Lombardia (Itália) por parte de Columbano, ou do colar de mosteiros plantados por estes mendicantes ambulantes, desde a Irlanda, passando pela Inglaterra, Gália, até à Itália, onde a luz do conhecimento foi preservada durante este período sombrio.

O longo processo de reconverter estes selvagens do paganismo, ou Arianismo, foi iniciado tanto pelos Irlandeses como pelo Papado. O aspecto mais saliente do Cristianismo Celta foi que buscou fazer irmãos aqueles que, segundo o direito de retribuição, deveriam ter sido mortos por terem assassinado os seus ancestrais na Inglaterra. Esta expressão de amor Cristão, e não de vingança pagã, gerou os grandes centros de aprendizagem de York e Jarrow, o que produziu, respectivamente, Alcuino e São Bede.

Com os Merovíngios e com Carlos Magno, os primeiros passos experimentais rumo à restauração da razão e da fé ocorreram em Achen, capital imperial. Carlos Magno reuniu para si todos os grandes homens da era, que eram em larga maioria Irlandeses e Cristãos Anglo-Saxónicos, e supervisionou a preservação dos textos antigos. Hoje em dia olhamos para a Minúscula Carolíngia, um produto dessa era, como um dado adquirido. A Minúscula Carolíngia foi a primeira tentativa de se introduzir letras minúsculas, parágrafos, e pontuação na gramática. Antes disso, os textos eram todos escritos em letras maiúsculas, sem espaços - nada mais que um bloco de letras num rolo ou numa página.

Este Renascimento cujo coração intelectual se encontrava na Irlanda, foi brutalmente esmagado no século 9.

Não contentes em ter destruído o Império Romano do Ocidente, os Nórdicos tentaram destruir o seu sucessor, o Sacro Império Romano. É aqui que a alegação de McNallan de "guerra defensiva" é um absurdo. Se os ataques Vikings eram uma retribuição das guerras Saxónicas, que é em si uma pressuposição inválida de solidariedade pagá - conceito totalmente alheio à vida tribal - porque é que Lindisfarne (fundada por Santo Aidan) foi assaltada em 793, e numerosos mosteiros Irlandeses e Cristãos-Saxónicos foram roubados e queimados?  Que ofensa haviam estes cometido contra os Nordicos? Nenhuma! McNallan nada mais faz que justificar o genocício de forma enganadora.

Os habitantes de Hébridas e os Pictos da Escócia Oriental não sobreviveram aos raids dos Vikings. A grande civilização Irlandesa foi extirpada para nunca mais voltar a existir. Os Anglo-Saxões sob as ordens de Alfredo e dos seus sucessores, bem como os Reis da  Frankia Ocidental, mal resistiram às hordes selvagens no norte. Os séculos 10º e 11º viram a absorção gradual da Inglaterra para dentro do Império Nordico, até ao reinado do Rei Canuto, mas por essa altura ele e a Dinamarca já haviam convertido ao Cristianismo.

A Cristianização da Noruega, da Dinamarca e da Suécia, foram medidas defensivas que tinham como propósito causar a que os bárbaros se prostrassem. Visto que nenhum exército Europeu seria capaz de conquistar os Nórdicos, foi preciso o Evangelho da paz para o fazer.

A partir de 1050 para frente, depois da Cristianização dos Nórdicos e dos Magiares, a Europa Ocidental passou a ter a segurança que precisava para enveredar pela reconstrução da civilização ocidental e da era científica moderna - não graças às invasões Nórdicas.

Resumidamente, podemos olhar para esta luta milenar, desde os Cimbros e os Teutões até ao Rei Canuto, como uma luta entre o barbarismo e a ignorância dum lado, e o conhecimento clássico e o Cristianismo do outro lado, com este ultimo a triunfar não através da conquista e da pilhagem e da violação, mas de forma esclarecida, e em amor através da conversão.

~   http://bit.ly/2cXpjyp

* * * * * * *

Obviamente que muitos neo-pagãos estão absolutamente correctos na sua luta em prol da preservação da civilização Ocidental. Onde eles falham é na sua tentativa de atribuir ao Cristianismo um papel de "inimigo" dessa civilização. Por alguma razão aqueles que querem destruir a civilização Ocidental querem destruir o Cristianismo acima de qualquer coisa;




terça-feira, 13 de setembro de 2016

O comunismo visto por Salazar

«Doutrina essencialmente económica - aliás experimentada e de impossível adaptação à economia complexa dos povos civilizados - o comunismo converteu-se, por necessidade de combate, de defesa ou de infiltração nas massas, numa doutrina totalitária, como hoje se diz, em sistema completo de vida e organização social. 

Agregou a si todas as aberrações da inteligência e é, como sistema independentemente de algumas realizações materiais, a síntese de todas as revoltas tradicionais da matéria contra o espírito e da barbaria contra a civilização. Ele é a «grande heresia» da nossa idade.

Nós sabemos que há erros graves na nossa organização económica e social, desigualdades injustas, deficiências, misérias, mentiras, contradições, e é preciso que as remediemos ou as façamos desaparecer. É para isso que prosseguimos a nossa revolução, mas esta, para ser profunda, não pode destruir o que a tornará eficaz: os princípios fundamentais, encontrados pelo trabalho e o sofrimento das gerações passadas, digamos, as grandes realidades da vida social. 

O comunismo, não: ele tende à subversão de tudo e na sua fúria destruidora não distingue o erro e a verdade, o bem e o mal, a justiça e a injustiça. Pouco se lhe dá da história e das experiências seculares da humanidade, da vida e da dignidade da inteligência, dos puríssimos afectos da família, da honra e pudor da mulher, da existência e grandeza das nações, contanto que da sua falsa concepção de humanidade tenha podido arrancar a escravidão do homem e a sua máxima abjecção.

O comunismo constitui, a meu ver, o maior problema humano de todos os tempos, quero significar, um problema de conceitos básicos de humanidade e de vida individual e social, e por consequência grave risco para a civilização ocidental ou cristã. Parece não se ter nunca esgotado tão completamente numa experiência social determinado princípio de vida, nem tão completamente confiado à ciência, à técnica, à organização aquela parte de iniciativa e de espontânea humanidade que faz a doçura, a riqueza, a atracção de outras formas de compreender a vida e o homem. 

Verifica-se que pode haver todas as marcas do chamado progresso material - potencial militar, máquinas e indústrias de maravilha - conjuntamente com a diminuição, o afundamento de consciências livres. Onde o Estado e a máquina absorvem o homem não há lugar para a liberdade humana.

O comunismo podia ser apenas, como o liberalismo ou o socialismo, um fenómeno político e social com maior generalização em certas regiões do mundo e maior ou menor influência na vida dos povos. Um dos grandes acontecimentos dos nossos dias é, porém, que se tornou elemento dominante da política externa.

Depois de muitas tergiversações e tenteios, as maiores potências do Ocidente chegaram finalmente a esta dupla conclusão, aliás há muito evidente: a Rússia prossegue uma política de hegemonia mundial e faz do comunismo ao mesmo tempo veículo, fim e apoio externo dessa política; o comunismo é essencialmente inconciliável com os princípios da chamada civilização ocidental e nenhuma fórmula de entendimento ou compromisso sério se pode conseguir com ele. Esta verificação não aumentou por si própria os perigos; pelo contrário, simplifica de certo modo as soluções; mas a gravidade da situação existente não pode escapar a ninguém.

O comunismo é cultivado e propaga-se como um fenómeno de características religiosas, ainda que puramente materialista e confessadamente ateu. Se o não fora, desenvolver-se-ia ou pereceria, consoante as circunstâncias. Porque o é, trouxe para o campo do combate a virulência das guerras de religião, com a agravante de que, sendo por essência doutrina totalitária de vida e de Estado, tem de ser intolerante quanto aos princípios e senhor tirânico quanto a todo o poder.

Quebrar a resistência moral das nações, desorganizar a sua economia, exercer sobre a máquina do Estado acção paralisante é função atribuída ao comunismo em toda a parte onde o governo lhe está vedado. A diminuição até à impotência da força das nações que se lhe entregam é o maior serviço reclamado pelo país estrangeiro que o inspira, o apoia, o subsidia. 

De modo que sofrer um país a acção do comunismo quando no seu seio irrompeu, devido a causas que não puderam ser dominadas, é uma fatalidade contra que tem de lutar-se, fazendo apelo a todas as forças de ordem, para neutralizar-se os efeitos, à espera de melhores dias. 

Que se dêem possibilidades de desenvolver e organizar forças tão virulentas e corrosivas do organismo social, tão contrárias ao espírito da civilização de que somos filhos, onde com atenta vigilância podem ser mantidas em respeito, senão inteiramente neutralizadas, parece-nos cegueira que a paixão política pode explicar, mas os interesses da Nação claramente condenam.

Não pode duvidar-se de que o seu poder (da Rússia) é forte, dotado de uma capacidade de deliberação e de execução com que outros não podem competir e liberto do peso de uma opinião pública, inexistente ou adrede preparada para apoio da política a seguir. 

A Rússia é, além disso, a fonte viva duma ideologia ou mística que se pretende universal, portadora de uma mensagem de libertação de todos os povos e, sobretudo, das massas supostamente escravizadas e contra a qual o liberalismo não tem podido lutar com êxito, obrigado como está a reconhecer ao comunismo direitos de cidade, em igualdade de condições com outros programas de reforma política ou social. 

Por virtude da expansão da sua ideologia, a Rússia não tem só adeptos por toda a parte; ela encontra-se indirectamente na raiz da inspiração e da actividade governativa em muitos países».

Oliveira Salazar.



quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Porque é que as mulheres modernas estão tão tristes?

Por Devin Foley

Na Crisis Magazine, a professora Anne Maloney, que ensina filosofia na "College of St. Catherin", em St. Paul, Minnesota, partilhou algumas histórias do que ela viu junto das mulheres jovens que estão nas universidades, agora que vivemos na cultura do sexo casual [inglês: "hook-up culture"]. Se por acaso o que ela partilhou é um indicador do que está a acontecer na sociedade como um todo, então temos que questionar a sabedoria de se promover tal cultura.

Eis a reveladora perspectiva da professora Maloney:

Nos meus 30 anos de ensino, conheci milhares de mulheres com idades que iam dos 18 aos 36. Estas mulheres estão a sofrer. E muito. Tomemos os episódios seguintes como exemplos provenientes da "linha da frente":

- Uma jovem mulher disse-me com toda a sinceridade que "Este fim de semana fui à minha primeira festa universitária, e eu e um rapaz engraçamos um com o outro. Devido a isso, fomos para um dos quartos do fundo, onde estavam os casacos, e começamos a beijar. Mas então ele desceu a mão para baixo, afastou a minha calcinha para o lado e penetrou-me. Portanto, acho que já não sou virgem."

- Outra jovem mulher veio até mim em lágrimas porque o seu médico lhe havia dito que, uma vez que ela tinha verrugas genitais, seria muito difícil ela vir a engravidar no futuro. Ela sempre havia assumido que um dia ela se casaria e que num dia futuro viria a ter uma família. "E a pior parte", disse ela, "É que eu nem sou promiscua. Só tive relações sexuais com seis homens em toda a minha vida." Esta jovem mulher tinha apenas 19 anos quando me disse isto.

Houve uma vez, quando escrevia um trabalho em torno de "Sócrates e a Alegoria da Cave", uma estudante escreveu que havia tomado a decisão de fazer melhores escolhas depois de,
numa manhã, ter acordado num "trailer", coberta de arranhões, nuas, e ao lado dum homem que nem conhecia.

Pelo menos esta sabia que havia algo de errado porque com relativa frequência, estas mulheres chegam até mim num estado de desnorte. As mulheres nunca foram tão  "sexualmente emancipadas" como esta são; pelo menos é o que nos é dito. Elas já não estão amarradas a vínculos ridículos tais como mandamentos, regrais morais, e   a palavras tais como "castidade".  Elas gritam "Somos livres!", mas ao mesmo tempo que gritam isto, elas sussurram "Porque é que andamos tão tristes?"


O facto das duas drogas mais prescritas pelos centros de saúde das nossas universidades serem os anti-depressivos e a pílula não é coincidência. As nossas mulheres estão perante uma versão de "vida universitária" bem diferente das gerações prévias. Uma mulher, que estava no primeiro ano universitário, foi a um centro de saúde porque pensava que tinha bronquite.

Ao investigar a sua "história médica", o médico disse "Vejo aqui você ainda é virgem." "Hmm...sim", disse ela, questionando-se do porquê isto ser relevante para uma pessoa que se queixa de tosse. "Gostaria de ser encaminhada para aconselhamento por causa disso?" A estudante veio até mim para me perguntar se eu por acaso pensava que o facto dela ser virgem aos 18 anos era uma questão psicológica. Eu disse que não.

Num seminário que eu ocasionalmente ensino, nós discutimos as formas como o vício revela certas verdades em torno da personificação. Um dos livros que debatemos é "Drinking: A Love Story", de
Caroline Knapp. As estudantes adoram este livro, e nós temos discussões fascinantes nas nossas aulas.

No entanto, o capítulo que gera mais discussão apaixonada é, de longe, aquele que fala da ingestão de álcool e da actividade sexual. Knapp fala honestamente do papel central que o álcool desempenhou nas suas decisões de ter relações sexuais, relações essas que mais tarde ela se arrependeu e que lhe fizeram sentir-se mal.

As minhas estudantes identificam-se profundamente com as experiências de Knapp, e eu continuo a ficar surpresa do quão pouco livres estas estudantes se sentem. Mal a cultura adoptou o sexo fora do casamento como a norma, as mulheres que não querem ter sexo casual sentem-se frequentemente como pessoas proscritas e esquisitas. A universidade é o último lugar onde alguém se quer sentir como um deslocado: se a isto associar-se o facto de, durante o primeiro ano, as estudantes estarem pela primeira vez longe de casas - sozinhas, vulneráveis e inseguras -, temos a receita para encontros sexuais sem significado, seguidos pela ansiedade e pela depressão.


Porque é que estas mulheres pura e simplesmente não param com isto? Em vez de se embebedarem e terem relações sexuais casuais, porque é que elas não colocam de parte o copo E o preservativo? O mundo que criamos para estas pessoas é um mundo que aceita todo o tipo de comportamento sexual excepto a castidade. Sexo anal? Tudo bem. Menage-a-trois? Sim. Sexo no primeiro encontro? Claro! Virgindade até ao casamento? O que é que se passa contigo?!!

Vou divagar um bocado e sugerir que o motivo que leva tantas mulheres universitárias a beber em demasia é o facto delas olharem para isso como forma de suportar a dor oculta que sentem em relação ao que estão a fazer. A mulher que se embebedou e foi abusada sexualmente, é vítima duma cultura tóxica. Mas as minhas estudantes também são vítimas duma cultura tóxica. Não é de admirar que o número de mulheres a sofrer de desordens alimentares, de ansiedade e de depressão esteja elevado.

A professora Maloney termina o seu texto com um poderoso apelo às mulheres:

Uma geração inteira de mulheres está ferida e incapaz de encontrar a fonte da hemorragia. Existe, de facto, um "desespero inconsciente" por trás dos "jogos e das diversões". Elas "têm encontros", sentem-se mal e não sabem porquê. É difícil encontrar a cura quando não se sabe que se está ferida. E o desespero e a vergonha que  as mulheres que têm encontros sexuais casuais sentem é bem real.

A cultura sexual contemporânea é tóxica para as mulheres jovens, e até as mulheres se levantarem e colocarem em causa este facto, o desespero, a tristeza e o arrependimento vão continuar a ser as estruturas subjacentes das suas vidas.

~|  http://bit.ly/2cbxIkj

* * * * * * * *

O motivo que leva ao aumento da tristeza e solidão das mulheres é a sua falta e conhecimento em relação à sua própria natureza. Enganadas pela propaganda feminista, milhares e milhares de mulheres foram levadas a enveredar por comportamentos sexuais que levam ao fracasso social (e até à morte, se por acaso ela se envolverem com um homem errado).

A psicologia feminina não está criada para separar o sexo do amor. Mas a cultura feminista diz que ela consegue fazer isso tão bem como o homem. O que estamos a descobrir é que as feministas mentiram às mulheres. A mulher, levada a escolher entre 1) os seus naturais sentimentos de aversão por se entregar a vários homens, escolhendo a castidade, e 2) aceitar de bom grado as mentiras feministas, e enveredar pela promiscuidade, escolheu a última, e agora está a pagar um elevado preço por isso.

Infelizmente, e como vivemos em sociedade, as más escolhas da mulher vão ter consequências para toda a sociedade. Os homens com uma visão mas tradicional da vida vão tendo um leque cada vez menor de mulheres dispostas a viver uma vida digna de ser pedida em casamento. E quantos menos homens quiserem casar, menor vai ser a produtividade masculina porque sabe-se que os homens casados geram mais riqueza e são mais produtivos.

Portanto, toda a sociedade perde com isto, mas a mulher não parece disposta a colocar de parte as mentiras feministas, e disposta a escolher uma vida sexual mais responsável. O que isto implica é que as coisas vão ter que mudar drasticamente, se por acaso queremos que a Civilização Ocidental perdure.


 .



domingo, 4 de setembro de 2016

Direita Alternativa: 16 Pontos


1. A direita alternativa situa-se ideologicamente à direita. Socialistas não pertencem à direita alternativa. Progressistas não pertencem à direita alternativa. Liberais não pertencem à direita alternativa. Comunistas, marxistas, marxistas culturais e neoconservadores não pertencem à direita alternativa.

2. A direita alternativa é uma alternativa ao movimento conservador vigente nos EUA, cujos princípios se encontram nominalmente encapsulados nos 10 princípios conservadores de Russel Kirk, mas que acabou por regredir para o progressismo. É também uma alternativa ao libertarismo.

3. A direita alternativa não é uma atitude defensiva e rejeita o conceito da derrota nobre e íntegra. É uma filosofia ofensiva vanguardista, em todas as acepções do termo. A direita alternativa acredita na vitória através da persistência e de um estado de harmonia com a ciência, a realidade, a tradição cultural e as lições da História.

4. A direita alternativa crê que a civilização ocidental é o auge das conquistas da Humanidade e apoia os seus três pilares fundamentais: o Cristianismo, as nações europeias e o legado greco-romano.

5. A direita alternativa é aberta e declaradamente nacionalista. Apoia todos os nacionalismos e o direito de todas as nações a existirem de forma homogénea e não adulterada pela invasão e imigração estrangeiras.

6. A direita alternativa é anti-globalista. Opõe-se a todos os grupos que pugnam pelos ideais e objectivos globalistas.

7. A direita alternativa é anti-igualitária. Rejeita a noção de igualdade pelo mesmo motivo que rejeita a noção de unicórnios e duendes, ciente de que a igualdade entre humanos não existe em qualquer forma observável, seja ela científica, legal, material, intelectual, sexual ou espiritual.

8. A direita alternativa apoia o método científico. Aceita as conclusões vigentes do método científico, mas compreende que a) estas conclusões estão sujeitas a serem revistas no futuro, b) a ciência é susceptível à corrupção, e c) o dito consenso científico não é baseado em ciência, mas em democracia, e que, como tal, é intrinsecamente não-científico.

9. A direita alternativa acredita que a política se subordina à cultura, que, por sua vez, se subordina à identidade.

10. A direita alternativa opõe-se ao governo ou domínio de qualquer grupo étnico nativo por qualquer outro, sobretudo na terra natal do povo dominado. A direita alternativa opõe-se à obtenção de influência excessiva de qualquer grupo étnico não-nativo numa sociedade, seja através do nepotismo, do tribalismo ou de qualquer outro método.

11. A direita alternativa compreende que a diversidade aliada à proximidade leva à guerra.

12. A direita alternativa não quer saber o que dela pensam.

13. A direita alternativa rejeita o livre comércio internacional e a liberdade de circulação que o livre comércio exige. Os benefícios do livre comércio intranacional não são prova dos benefícios do livre comércio internacional.

14. A direita alternativa crê que há que assegurar a existência dos povos de ascendência europeia e um futuro para as crianças de ascendência europeia.

15. A direita alternativa não crê na superioridade geral de qualquer raça, nação, povo ou subespécie. Cada raça, nação, povo e subespécie tem as suas próprias forças e fraquezas, e detém o direito soberano de viver em paz na cultura nativa que prefere.

16. A direita alternativa é uma filosofia que valoriza a paz entre as várias nações do mundo e que se opõe a guerras que se destinam a impor os valores de uma nação noutras, bem como tentativas de exterminar nações individuais através da guerra, do genocídio, da imigração ou assimilação genética.

Em suma, a direita alternativa é uma ideologia ocidental que acredita na ciência, na história, na realidade, o direito das nações genéticas a existirem e a governarem-se de acordo com os seus próprios interesses..




quarta-feira, 31 de agosto de 2016

«Quer fazer um juízo sobre o Estado Novo à luz da História?

«Um juízo sobre o Estado Novo à luz da História? Mas a História é uma mão-cheia de interpretações de factos que existiram ou que se supõe terem acontecido.

Eu considero este período, de quase quarenta anos, como um dos poucos em que houve ordem em Portugal, onde se conseguiu trabalhar eficazmente. Foi o único período desde D. João V em que não obedecemos a pressões dos credores e batemos o pé às grandes potências. É que nós andávamos muito atrasados e não me parece que os passos na Primeira República tivessem avançado muito...

Nos principais anos da minha longa vida fui duas dezenas de vezes intimado a voltar para casa por uns senhores com cartucheiras e espingardas às costas, que exerciam a profissão de revolucionários civis: "Hoje não há escola", "Hoje não há liceu"... Já professor de liceu, via as aulas do Pedro Nunes interrompidas por outros profissionais que já ostentavam petardos nos cintos.

O Rato era o local interdito nesses tempos em que não existia a Avenida Álvares Cabral. Como passar para as Avenidas Novas? Lá ia eu, chapéu de coco e bengala, distribuir garotagem que morava para lá do Parque Eduardo VII. Outros professores chefiavam outros grupos. De vez em quando encontrávamos patrulhas, ora de revolucionários civis, ora de "outros" revolucionários. Obrigavam-me a gritar "Viva a República" ou "Abaixo a militança!".

Viveram-se assim dezoito anos! Não venham com "teorias" os que os não sofreram!. Não evoquem o mito da liberdade! Não tínhamos Armada, não tínhamos Marinha Mercante, não tínhamos Exército! Teimámos em ir à guerra contra o parecer da nossa Velha Aliada, que sabia que nada iríamos fazer à Flandres.

Durante três ou quatro anos vi as ruínas das "régions devastées", como um turista que visitasse as ruínas de Pompeia. Havia mesmo comboios especiais com horários diários. Com o coração amargurado só ouvi falar da intervenção da nossa tropa em Armentières e em La Couture. Vi as ruínas de Espanha. Vi ruínas novamente em França, na Alemanha, em Inglaterra, na Bélgica, na Holanda.

O Estado Novo conseguiu equilibrar-se numa neutralidade que permitiu acolher crianças austríacas e gentes em fuga temerosa. Numa terra de solo paupérrimo e de subsolo desconhecido, iniciámos uma marcha para a prosperidade que ia impante por sermos dirigidos pelo único Homem de Estado surgido em Portugal desde os começos do século passado. Um homem honrado, não egoísta, missionário da ideia de que qualquer sociedade tem de ser hierarquizada para poder trabalhar com método na execução de um plano.

Do que aconteceu depois da revolução de 1974, pouco sei. Nestes últimos anos passei a França e daí ao Brasil, onde fui encontrar duas centenas de milhar de Portugueses fugidos da Europa e de Angola. Alguns milhares de fugitivos conseguiram transportar consigo móveis, tapeçarias, loiças, pratarias, quadros, livros, obras de arte... Como foi isto possível, não sei... 

Portugal ficou imensamente mais pobre, mas deu ensejo à formação de fortunas de antiquários portugueses nascidos da competição.

(...) Desde a Revolução Francesa que Portugal sempre obedeceu aos seus credores ou às potências poderosas no mar. Salazar não obedeceu aos credores porque acabou com eles. "Orgulhosamente só", conseguiu poupar Portugal à guerra que destrói choupanas e monumentos, museus e bibliotecas, florestas, pomares e prados; que mata gado e populações que surgem amalgamadas num número e sob a designação de "mortos de guerra".

Ficam heróis, ficam mitos, renascem ódios. Espera-se que o tempo esfarele essas realidades momentâneas. Ficarão Histórias e historietas, que são tentativas de interpretação, convicções de historiadores!».

Francisco de Paula Leite Pinto (in «Salazar visto pelos seus próximos - 1964-68»).



sábado, 27 de agosto de 2016

Red Symphony: O interrogatório dum comunista financiado pelos banqueiros

Por Daryush Valizadeh

Um documento com o nome de "Red Symphony" é tido como uma transcrição do interrogatório feito por um agente da KGB a um comunista Trotskista que tentou subverter Estaline. O mesmo é tido como autêntico mas, obviamente, não há forma de ter certezas absolutas. O comunista detalha uma conspiração levada a cabo pelos banqueiros com o propósito de controlar o mundo.

Texto integral: http://mailstar.net/red-symphony.html

O Comunismo irá obter a vitória graças às contradições do Capitalismo [...] ...uma maior concentração dos meios de produção corresponde a uma maior massa proletária, uma força mais numerosa para a construção do Comunismo. Não é assim?

Esta contradição declara que, com o passar do tempo, o capitalismo vai ficando mais centralizado no topo, onde cada vez menos homens detém os meios de produção. Isto aumento o número dos que nada têm, que, consequentemente, se movem em favor do comunismo porque não têm riqueza. Portanto, a longo prazo, o capitalismo irá gerar as condições que irão causar a que o comunismo se torne numa boa ideia para aqueles que se encontram na base da escala do poder económico.

Tal como sabemos, o propósito único de qualquer luta dentro da esfera económica é em favor de se ganhar mais e trabalhar menos. Tal é o absurdo económico, mas  segundo a nossa terminologia, tal é a contradição que não foi notada pelas massas, que ficam cegas quando, a dada altura, há um aumento de salários, que é rapidamente anulado pelo aumento dos preços.

E se os preços são limitados pela acção governamental, então a mesma coisa acontece, isto é, a contradição entre o desejo de gastar mais, produzir menos, é qualificada aqui pela inflação monetária. E devido a isto, entramos num ciclo vicioso: greve, fome, inflação, fome.

Controlar o dinheiro é apenas uma forma através da qual os banqueiros operam para atingir os seus objectivos: poder.

G. - Mas se, segundo você - e eu sou da mesma opinião - eles já têm poder político global, então qual é o poder que eles ainda querem obter?

R. -Já lhe disse: Poder total, tal como aquele que Estaline tem na URSS, mas a nível global.

As pessoas que nós vêmos em posições proeminentes parecem ter poder, mas essas pessoas não se encontram no topo da escala:

...nenhum "Deles" é a pessoa que ocupa uma posição política ou uma posição dentro do Banco Mundial. Tal como eu passei a entender depois do assassinato de Rathenau em Rapallo, eles dão posições politicas ou financeiras aos intermediários. Claro que são pessoas de confiança e leais, e pessoas que dão imensas garantias: logo, pode-se dizer que os banqueiros e os políticos nada mais são que homens-palha .... apesar destes ocuparem posições elevadas e parecerem ser os autores dos planos que são levados a cabo.

A ajuda da Maçonaria dentro desta conspiração:

Todas as organizações maçónicas tentam fomentar e gerar todos os pré-requisitos necessários para o triunfo da revolução Comunista; este é o propósito óbvio da maçonaria; é bem claro que tudo isto é feito sob vários pretextos; mas eles escondem-se sempre por trás do seu bem-conhecido triplo-slogan. (Liberdade, Igualdade, Fraternidade).

Hitler nada mais era que um peão dentro deste jogo, até que eles passou a ter a ideia de imprimir o seu próprio dinheiro (...)

Como forma de controlar Estaline, a finança internacional viu-e forçada a ajudar no crescimento de Hitler e do Partido Nacional Socialista. Rakowsky confirmou que financiadors Judeus ajudaram os Nazis embora Hitler não estivesse ciente disso.

O livro é intrigante, e parece confirmar o que sabemos sobre a forma como a elite opera.

http://bit.ly/2bOiRe

* * * * * * *

Isto confirma também o que já havia sido dito no passado: a "guerra" entre o comunismo e o capitalismo é uma fachada visto que a mesma Alta Finança controla ambas as ideologias. (Convém salientar que "capitalismo" e "livre mercado" podem ter pontos comuns mas uma não é idêntica à outra)

O motivo que levou a Alta Finança mundial (os assim-chamados globalistas) a tentar destruir Estaline prende-se com o facto deste último avançar com o Comunismo "Nacionalista" (se é que isso existe) enquanto que os banqueiros desejavam o Comunismo Internacionalista. Visto que Estaline aparentemente não estava a cooperar com quem havia financiado a Revolução "Russa", os banqueiros resolveram removê-lo do poder.

Quando Estaline se tornou uma ameaça demasiado grande para ser contida, os globalistas elevaram Hitler como forma de o usar contra Estaline.

Mas Hitler começou a imprimir o seu próprio dinheiro e a desenvolver um sistema económico que diminuía a dependência da banca internacional, o que, desde logo, fez dele uma ameaça económica ainda maior que Estaline, levando os internacionalistas a buscar formas de avançar com uma guerra para destruir a sua influência.

Resumidamente, "Red Symphony" revela a forma como os agentes activos das guerras e das "mudanças de regime" são os mesmos banqueiros que há já algum tempo escravizam as nações através da dívida.

Chaim Rakover ("Christian Rakovsky", o homem que revelou o que se leu em cima) diz que as cinco pontas da estrela comunista são os cinco irmãos Rothschild e os seus bancos. Para os idiotas úteis que olhavam para o comunismo como forma de "lutar contra os banqueiros", fica a revelação de que o comunismo sempre foi financiado pelos mesmos banqueiros que eles dizem ser contra.

Por fim, Chaim Rakover identifica o único verdadeiro inimigo do sistema comuno-globalista:
Na verdade, o Cristianismo é o nosso único inimigo real visto que todo o fenómeno político e económico dos Estados Burgueses emana dele. O Cristianismo, ao controlar o indivíduo, é capaz de anular a projecção revolucionária do neutral Estado Soviético ou Ateísta.
A ler: 1 e 2



quinta-feira, 23 de junho de 2016

Amelia Earhart: a mesquinhez feminina a inveja do sucesso masculino

Por Dalrock

O comentador PM salientou que a ficção feminista em torno de Amelia Earhart parece ser inofensiva:

Os homens ainda executam a maior parte dos trabalhos que fazem a civilização funcionar, e não vejo isso a mudar num futuro próximo. Algumas poucas mulheres estão a ser elevadas com base em falsas conquistas aqui e ali, mas de forma geral, isso não tem um impacto algum.

A maior parte das pessoas, quer sejam homens ou mulheres, não irão inventar algo que muda o mundo, e nem serão os primeiros a fazer o que quer que seja. Acho que o "sucesso" de Amelia Earheart inspirou muitas mulheres. A minha irmã tem licença para pilotar aviões e isso não parece ser prejudicial. Isto não altera o facto da maior parte dos pilotos serem homens.

Desde o princípio que esta tem sido a reacção dos homens à inveja feminista. Apontar para a ultrajante mesquinhez das feministas parece ser mesquinho, e como tal, os homens preferem ser graciosos e agir em conformidade com a ficção. No entanto, pactuar com a inveja alimenta a besta e só gera mais inveja e mais descontentamento. Mais ainda, quando mais tempo nós passarmos nesta via, mais difícil fica de parar de pactuar com a mesma.

Depois da espantosa façanha de Lindbergh, ele tornou-se instantaneamente num herói. O que ele tentou fazer era tão espantoso que antes mesmo de ter aterrado já estavam  no local enormes multidões reunidas no sítio onde ele planeava aterrar - num campo nos arredores de Paris - esperando para ver se este desconhecido piloto de correio aéreo da América era capaz de levar a cabo o que havia planeado:

O aeródromo aéreo não estava marcado no seu mapa e Lindbergh só sabia que ele era a cerca de 7 milhas a nordeste da cidade. Inicialmente, ele confundiu o aeródromo com um complexo industrial enorme e com muitas luzes a emanar em todas as direcções.

Na verdade, as luzes eram os faróis de dezenas de milhares de carros conduzidos por espectadores ansiosos, agora retidos no "maior engarrafamento da história de Paris.

Uma multidão estimada na ordem dos 150,000 espectadores invadiu o aeródromo, arrastou Lindbergh para fora do cockpit, e de modo literal carregou com ele acima das suas cabeças "durante cerca de meia-hora".

E isto era apenas a multidão que se havia reunido para ver se ele era capaz. Lindbergh não tinha consigo rádio algum e como tal, tudo o que a multidão sabia era que ele havia descolado há 33 horas e que tinha planos de aterrar no terreno que se encontrava nesse aeródromo. Mal ele aterrou, tornou-se automaticamente numa sensação mundial:

A adulação e a celebração devotada a Lindbergh que emergiram depois dele ter atravessado sozinho o Atlântico era sem precedentes. As pessoas comportavam-se como se ele tivesse andado sobre as águas, e não voado sobre elas. (64)

No espaço de um ano após o seu vôo, um quarto dos Americanos (cerca de 30 milhões) viu em pessoa Lindbergh e o Spirit of St. Louis. (76)

Para as feministas, a ideia dum homem receber tal louvor e atenção era insuportável. Toda a atenção devotada a "Lucky Lindy" gerou um busca frenética pela mulher que pudesse ser alcunhada de "Lady Lindy". Isto não foi uma corrida para ver qual era a mulher capaz de ser a primeira a provar a sua energia, mas sim uma corrida que tinha como propósito mudar a conversa e marcar a viação como um espaço feminino. É por isso que tudo o que importou foi que houvesse uma mulher a atravessar o Atlântico, desde que ela buscasse esse papel.

Na verdade, Earhart entrou no jogo bastante tarde. Em 1927, a actriz Ruth Elder disponibilizou-se para ser a "Lady Lindy":

[Elder] tinha 23 anos, e era uma actriz irregular, quando ouviu falar do vôo do "Lucky Lindy" de Nova York para Paris. Ela colocou na sua mente que ela seria a primeira "Lady Lindy", a primeira mulher a atravessar o Atlântico.

Elder não foi a primeira pessoa a cunhar o termo Lady Lindy antes mesmo da "façanha" estar em progresso. O homem que entrevistou Earhart para o papel tinha esse termo em mente no dia em que a conheceu:

Railey alega que ficou impressionado com a forte semelhança entre a aparência de Amelia com a de Lindbergh, e imediatamente cunhou o termo "Lady Lindy" na sua mente.

Uma grande parte do problema é que nós não reconhecemos a inveja nas mulheres porque isso parece tão normal. Se por acaso um homem se determinasse a remover o foco dado a Lindbergh contratando uma pessoa para lhe servir de chauffeur através do Atlântico (ou algo desse tipo, claramente inferior à façanha real), ele seria alvo de chacota. Mas quando observamos este mesmo tipo de mesquinhez nas mulheres, nós reflexivamente pactuamos com ele; apontar o dedo à mesquinhez feminina dá a sensação de ser mesquinho.

Mais uma vez, isto não se centra em mulheres a criar as suas próprias façanhas, mas sim na extinção do orgulho masculino. O desejo não era o de inspirar as meninas de modo a que, se eles trabalhassem arduamente, talvez no futuro elas pudessem vir a ter um homem a transportá-las através do Atlântico. Isto não era uma forma de inspirar as meninas mas sim uma forma de não inspirar os jovens rapazes.

No seu coração as feministas entendem isto, e é por isso que ainda hoje as feministas adoram o livro absurdo de Earhart, que fala do evento em que um homem lhe transportou através do Atlântico. O vôo de Earhart foi triunfante não porque ela fez algo digno de registo, mas sim porque ela ajudou a que se mudasse o assunto para longe de  Lindbergh.

Isto levanta uma questão: quais são os custos de se extinguir o orgulho masculino? Qual é o custo de se minimizar a importância das virtudes masculinas? Ao nível individual e incidental, os custos parecem ser demasiado pequenos para serem aferidos; o orgulho masculino revelou-se quase tão infatigável como a inveja feminina se revelou inextinguível.

De facto, a nossa sociedade está organizada sobre a pressuposição de que a graciosidade masculina em relação às mulheres é tão inesgotável como a inveja que as mulheres sentem em relação aos homens. Até hoje, esta tem sido uma aposta bem sucedida.

Mas isto não é só sobre um incidente. Claramente, os rapazes que cresceram durante os anos 30 ainda se sentiram inspirados para trabalhar arduamente e assumir riscos, apesar do parasitismo feminista de se tentar se desviar o foco dos assuntos sempre que possível; não havia escassez de homens dispostos a invadir as praias da Normandia e as de Iwo Jima.

Por mais bem sucedidas que feministas tenham sido a mudar o assunto, elas não foram bem sucedidas em parar os rapazes e os homens de verem Lindbergh honrado pelas suas façanhas. E mesmo que as feministas tivessem sido bem sucedidas em impedir que Lindbergh fosse reconhecido, ainda existiam outros exemplos que poderiam inspirar os homens.

Tudo isto centra-se numa besta que não estava satisfeita em silenciar as celebrações em torno do sucesso de Lindbergh, uma besta que foi ficando cada vez mais voraz com cada refeição. Isto centra-se num movimento implacável e cada vez mais eficaz que, durante as últimos 8 décadas, tem visado acabar com todas as celebrações das virtudes masculinas.

Desviar o olhar quando as feministas agem de forma mesquinha em torno à façanha de Lindbergh levou a que desviemos o olhar quando as feministas marcaram as forças armadas como espaços femininos e extinguiram ou neutralizaram a saga dos heróis.

Vivemos numa era bizarra. Queixamo-nos que os homens jovens estão vazios de virtudes masculinas, mas ao mesmo tempo alegamos que não existem custos na motivação invejosa por parte das feministas de denegrir a masculinidade.

Se as virtudes masculinas são importantes para a nossa sociedade, então nós temos, mais uma vez, que celebrar, sem reservas, os homens que exibem tais virtudes. Temos que denunciar esta mesquinhez de modo a que possamos reconhecer a coragem, mesmo que essa coragem nos deixe pouco confortáveis.

- http://bit.ly/28QU6fn.



domingo, 19 de junho de 2016

"Nós não iremos debater convosco; Nós iremos tomar o vosso lugar"

Por Quintus Curtius

Eventos recentes notificados pelos média deveriam-nos dar uma chance para reflexão.

Se por acaso és alguém que acredita que a cultura popular decaiu de forma vincada durante últimos 40 anos, certamente que serás atacado e difamado. Se por acaso te atreves a expressar sentimentos que contradizem a ortodoxia dominante, serás atacado e caluniado.

Quando os homens são atacados e humilhados por nada mais fazerem que se encontrarem, beber uns copos, e fortalecer os laços comunitários, então a sociedade está em perigo. E isto tornou-se claro para todas as pessoas.

O debate, se é suposto essa palavra ter algum tipo de significado, só pode ocorrer se houver boas intenções por parte de todos os participantes. Quando isso não acontece, isto é, quando uma das partes mente de forma deliberada e distorce o que os outros dizem, então há não há espaço para uma discussão racional.

O governo e os média trabalham de forma conjunta com o objectivo de estabelecer uma ortodoxia. Se por acaso és um fracassado mediático - isto é, se por acaso trabalhas para uma das maiores organizações mediáticas online - vais receber os restos da mesa do teu patrão; vais ser premiado por seres um bom escravo.

Mas se te atreves a colocar em causa a Narrativa, se te atreves a propor um ponto de vista alternativo em relação ao que é bom ou mau para a sociedade, podes esperar um outro tipo de tratamento.

Tais perseguições tomam várias formas e feitios. Em tempos idos, existiam as Inquisições, os barões, os bispos e outras formas de controle. Hoje em dia, temos as leis em torno do "discurso de ódio", os incitamentos mediáticos, os ataques públicos, e as posturas de elevação moral doentias por parte de políticos falsos.

Os métodos são distintos, mas os objectivos são os mesmos: controle. E os regimes actuais da Anglosfera tomaram a decisão de adoptar uma certa visão do mundo. Esta visão, acreditamos nós, não tem qualquer base na história e nem na experiência humana, e opera com o expresso propósito de destruir a ordem social. É opinião nossa de que esta visão do mundo irá levar à queda das taxas de natalidade, a relações tensas entre os sexos, e ao declínio moral, educacional e da ordem social.

Mas vocês tomaram a decisão de silenciar as vozes alternativas. Vocês não se preocupam com estas coisas, e isso é óbvio. Tudo o que vos interessa é o apaziguamento temporário daqueles que militam em favor da depravação cultural e da depreciação.

Vocês odeiam a cultura tradicional (e tudo o que ela representa) visto que ela freia os vossos apetites depravados, coloca rédeas nos vossos impulsos, e responsabiliza-vos com base num certo padrão. Vocês esforçam-se para recompensar a escória, os corruptos e os vis. E vocês não só fazem isto, como celebram, e querem forçar os outros a celebrar convosco.

Neste site, e nos meus livros, trabalhei para demonstrar as lições que a história nos ensinou e a forma como elas ressoam nos dias de hoje. Mas vocês escolheram trair o legado dos vossos antepassados. Vocês escolheram consignar a geração actual de homens, que nada mais pedia que respeito e consideração, a um destino inculto e à deriva.

Vocês lançaram-nos para longe, e lavaram as vossas mãos sobre eles - sobre estes homens - e fizeram isto ao mesmo tempo que vociferavam as mesmas platitudes insignificantes que se tornaram na vossa segunda natureza, e entregaram estas platitudes com sorrisos cínicos ao estilo do gato Cheshire.

Sabemos quem vocês são. Sabemos do que vocês são capazes. Vocês e as vossas mentiras não nos irão enganar. E todo o mundo já sabe disso também.

Não existirão mais debates, mais discussões, mais diálogos, e nem gestos que busquem algum tipo de aprovação vossa. Vocês não estão interessados num diálogo honesto, e como tal, não estão estabelecidas as bases para uma discussão.

Em vez disso, iremos trabalhar ainda mais fortemente, mais rapidamente, e de forma mais determinada como forma de substituir a vossa ideologia com outra diferente. A vossa ideologia, fruto duma árvore irremediavelmente corrupta, irá murchar na videira.

Nós somos melhores que vocês, e somos mais nobres que vocês. Nós iremos tomar o lugar da vossa ideologia.

~"We Will Not Debate You, We Will Replace You" | http://bit.ly/28B1h3R ~

* * * * * * *
Nota: todos os links a apontar para este blogue (www.MarxismoCultural.Blogspot.com) foram adicionados pelo tradutor do texto e não se encontravam no texto original



segunda-feira, 25 de abril de 2016

Os Rothschilds e a CIA por trás de "Revolução dos cravos"


Na véspera de um dia de mistificação, vou-vos contar uma história, esta autêntica...Os cravos vermelhos são, desde o Séc. XIX, um dos principais símbolos dos Rothschilds e dos banqueiros da City de Londres. Simbolizam o poder da banca internacional, como muito bem é caracterizado no final do filme «Mary Poppins» do Walt Disney (que detestava os banqueiros e os Rothschilds)...

No dia 22 de Abril de 1974, entra no Tejo uma esquadra da NATO/OTAN, incluindo um porta-aviões e dois navios de guerra electrónica, o USS Warrior e o Iate Apollo. Na noite desse dia, descarregam cerca de trinta contentores no porto de Lisboa, cheios de cravos vermelhos da América do Sul. Para quem não saiba, em Portugal os cravos só florescem nos finais de Maio e início de Junho... Agora há estufas para cultura intensiva, mas na época não...

Na madrugada do dia 25/4, uma frota de camiões da NATO distribuiu esses cravos por várias unidades militares revoltosas, para que os soldados os colocassem nos canos das armas. Finalidade: indicar às forças «amigas» (da banca internacional) que estava tudo bem, e que o golpe era controlado por «eles»... Isto foi-me confirmado por várias fontes militares ligadas à NATO...

Depois, para encobrir a vergonhosa verdade. inventou-se a historieta (para tótós) de que teria sido uma certa D. Celeste Martins Caeiro, empregada da limpeza de um restaurante no edifício «Franjinhas» da rua Brancaamp que, tendo o dono (não era um dono, mas uma dona, e a «história» para tótós está toda aldrabada), que estava a aprontar a sala para a inauguração, dito para os empregados levarem as flores (cravos que ainda não havia à venda nessa altura em Portugal) para casa... 

A D. Celeste leva-as para o Largo do Carmo - pessoalmente, a comandar uma frota de camiões da NATO - e começa a distribuir os ditos cravos, sabendo de antemão o que nem a PIDE/DGS suspeitava!

Outras «fontes revolucionáris» dão a D. Celeste como florista com lojinha no edifício do Cinema Império, que, com colegas, andou a recolher cravos inexistentes nos stocks para distribuir aos revoltosos... Estava mais bem informada que a PIDE, a CIA e a KGB, não contando o MI6 de Sua Majestade...

Enfim, e assim se alicerçam «a martelo» as mentirolas de Abril... Não a 1, mas a 25... E continuam...

---------

A «Revolução dos Cravos» não passou de um golpe da CIA


A censura do Facebook apagou-me há tempos um post onde eu explicava detalhadamente a orquestração do 25 de Abril de 1974 pela CIA americana, e descrevia a distribuição dos cravos vermelhos - símbolo da banca da City de Londres - pelas forças da OTAN que haviam entrado no Tejo a 22 de Abril...

Também descrevi, num dos comentários, o episódio em que as forças revoltosas da Escola Prática de Cavalaria foram paradas pelos blindados de lagartas (tanques M47) do Regimento de Cavalaria 7, fiéis ao governo de Marcello Caetano, quando estavam no Terreiro do Paço e avançavam para a Ribeira das Naus (primeira foto).

Nesse momento, a fragata Gago Coutinho (segunda foto) posicionou-se frente à praça, para fazer fogo sobre os revoltosos assim bloqueados, caso estes não se rendessem.

Nesse momento, o contratorpedeiro canadiano Huron das forças da OTAN meteu-se entre a Gago Coutinho e a Praça, anulando intencionalmente a manobra da nossa fragata, e abrindo caminho aos revoltosos (terceira foto).

Por fim, na página de Lisboa de Antigamente, encontrei as fotos da sequência funesta, demonstrando que afinal, a «Revolução dos Cravos» não passou de um golpe americano da CIA...

Se calhar, também me vão censurar este post...

Blindados de lagartas do Regimento de Cavalaria 7, fiéis ao governo de Marcello Caetano
Fragata Gago Coutinho posicionou-se frente à praça
Contratorpedeiro Huron das forças da OTAN meteu-se entre a Gago Coutinho e a Praça.
* * * * * * *

Claro que os Americanófilos terão dificuldade em aceitar que, contrariamente ao que lhes foi dito, a NATO, os Americanos e a elite que controla o Ocidente não são os "bons", e nem são "maus"  aqueles que são contra os seus sonhos de manutenção e aumento da hegemonia militar, económica e cultura sobre o mundo. Essencialmente, a NATO só serve para submeter os países ao FMI e ao domínio  Anglo-Americano.

Nesta guerra de blocos imperialistas é complicado identificar um deles como estando do lado do bem, e outro estando do lado do mal, mas é muito fácil dizer que a NATO não luta pela "democracia", e que os interesses económicos da elite financeira mundial (liderada pela família do escudo vermelho) estão na base de quase todas "revoluções" e conflictos armados no mundo.

Os Portugueses têm sido enganados há 40 anos sobre a "revolução", e as vozes que sabem da verdade (como o Carlos) estão a ser censuradas. A única forma de garantirmos que as gerações vindouras saibam da verdade que se abateu sobre a nação, e como o país está a ser controlado por interesses financeiros sediados em Londres, é falando aos outros.



ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT