segunda-feira, 6 de julho de 2015

A natureza agridoce da igualdade sexual

Por Suzanne Venker

No dia 1 de Maio, escrevi um artigo para a FoxNews.com onde falei do porquê os homens não se estarem a casar. Nele, citei vários motivos para este fenómeno, sendo um deles o facto das mulheres estarem a ir para a cama de forma indiscriminada, e reduzindo desde logo o campo de solteiros elegíveis. "O porquê dos homens não se casarem contigo" ainda é um dos artigos ainda em foco na Fox News dez dias depois dele ter sido postado, e eu já recebi muitos emails por parte de leitores, tanto de homens como de mulheres. 

Ironicamente, dois dias depois do artigo ter sido publicado, o New York Times publicou artigo vencedor deste ano do concurso "Modern Love College Essay". A autora é Jordana Narin, e o título do seu artigo é “No Labels, No Drama, Right?” (Eis aqui uma entrevista na NPR om a Narin. Vale a pena ouvir e não é longa).

Aluna do 2º ano da Universidade da Colúmbia, a menina Narin obviamente que não tem planos de se casar, mas tal como todas as mulheres, ela está em busca de amor. Por uma ligação.

A essência do seu artigo honesto e directo é que, entre as pessoas da sua geração, está a ficar cada vez mais difícil encontra o amor.

Já ninguém sabe o que as outras pessoas pensam, e, diz ela, isto prende-se parcialmente à acção da tecnologia. É verdade que enviar mensagens SMS nunca pode tomar o lugar da interacção humana, mas o problema da geração de Narin começou muito antes das SMS.

No seu artigo, Narin fala de "Jeremy", um homem que ela conheceu online e com quem ela mais tarde teve relações sexuais. Ela escreve:

Eu disse que a minha geração será lembrada pelos nossos relacionamentos indiferentes, e pelos romances rudimentares. Nós envolvemo-nos. Nós enviamos um sext [ed: text + sex]. Nós arrastamos o ecrân para a direita. Enquanto isso, evitamos etiquetas e tentamos enterrar as nossas emoções.... Até hoje, se eu por acaso deixo escapar um nome na presença do meu pai, a sua resposta é, "Vocês estão a ter um caso estável?"

"Hoje em dia as pessoas não têm casos estáveis," eu explico. "Ninguém mais fala assim. E ninguém mais faz isso. As mulheres hoje em dia têm mais poder, e nós não desejamos só um homem. Nós mantemos as opções aberta e nós estamos no controle."

Mas será que estamos?

Eu tenho pairado sobre a mesma pessoa durante os últimos 4 anos. Será que eu posso de forma honesta qualificar-me a mim mesmo de empoderada se sou incapaz  partilhar com ele os meus sentimentos? Será que as minhas opções podem ser mais limitadas do que já são? Será possível eu estar com menos controle do que o pouco que tenho?

Não, menina Narin, não é possível tu teres menos controle do que o pouco que já tens. A vossa geração está sob a errónea pressuposição de que (a) os homens e as mulheres são iguais, isto é, a mesma coisa, e como tal, ambos podem desfrutar de sexo sem compromisso, e que (2) a promiscuidade é algo emancipador. Ambas as pressuposições são mentiras flagrantes.

Eu poderia escrever sobre as diferenças entre a biologia masculina e a biologia feminina, tal como fiz neste post, não vou fazer isso. Em vez disso, deixem-me usar uma história como exemplo. Tu insistes que as pessoas de hoje já não se encontram "divididas por género" e que as mulheres não "anseiam por uma ligação" com apenas um homem.

Se isto é verdade, porque é que as mulheres têm que "enterrar as suas emoções" quando se envolvem com um homem? Porque é que a afeição de Jeremy "elevou-se como uma promessa"? Porque é que tu tens "pairado" sobre ele durante os últimos quatro anos?

Porque tu és uma mulher e não um homem.

As mulheres são seres românticos e relacionais, e os homens estão construídos para reagir a isto! Mas eles não respondem a uma mulher que age como um homem. Mal tu vais para a cama com um homem que não está apaixonado por ti, acabaste com o poder que tinhas para o fazer ficar.

O homem pode ir para a cama com uma mulher por quem ele não está apaixonado e sair dessa situação ileso. Tu, por outro lado, não podes. Não é esse o tema de inúmeros livros e filmes? Podes chamar a isso de injusto, mas se tens que problemas. tens que colocar esse problema perante Deus, ou a Mãe Natureza, dependendo dos teus pontos de vista espirituais.

O artigo de Narin prova que a igualdade sexual é agridoce. O feminismo pode ter ajudado as mulheres a avançar no emprego, mas o mesmo feminismo arruinou os seus relacionamentos com os homens [ed: tal como era suposto].  Enquanto as mulheres agirem como os homens, todas quentes, agitadas e sem vontade de compromisso, elas nunca irão encontrar o que buscam.

E o que elas buscam, embora elas tenham desprezo em admitir, é amor.


* * * * * * * * * *

Um comentador do blogue Alphagameplan fez o seguinte comentário:

O feminismo é um morto a cambalear. Tudo o que esse movimento tem como forma de controlar os homens, e mantê-los dentro da prisão feministas, é o shamming (acto de envergonhar os homens) e o governo (curiosamente, entidade composta maioritariamente por homens).

Mas hoje em dia, e de modo crescente, o shamming já não funciona, e os homens estão-se a desligar da sociedade como forma de evitar emaranhamentos com o governo; se tu não te casas, então não te podes divorciar, e se não vives em coabitação, então não podes ver metade dos teus bens apropriados; se não tens filhos então não podes ser forçado a pagar pensão alimentar; se não entras dentro do mundo empresarial, então não podes ser acusado de "assédio"; e se não tens encontros amorosos, tu reduzes de modo drástico as probabilidades de vir a ser vítima duma falsa acusação de violação.

Tudo isto são pontos ameaçadores presentes no mundo moderno que não existiam antes do feminismo. O facto das mentes fracas feministas terem pensado que os homens continuariam a viver como se estas ameaças não existissem diz muito sobre elas. E durante os últimos 50 anos os homens de facto foram vivendo. mas isso agora acabou.

Agora, os homens estão a fazer o que sempre fizerem, isto é, a pesquisar o meio ambiente, a entendê-lo e a viver de forma racional segundo esse meio ambiente. E de modo incremental, isto significa viver uma vida sem levar em conta o que as mulheres querem. Isto não significa viver sem sexo, sem relacionamentos ou sem companhia feminina, mas sim que o investimento que os homens fazem nestas áreas será drasticamente reduzido.

À medida que o feminismo vai reduzindo o valor das mulheres (aos olhos dos homens), os homens estão a reduzir a quantidade de tempo, esforço, atenção e dinheiro que eles estão dispostos a gastar nos decadentes "benefícios" que a mulher traz para a sua vida.

Mas a notícia chocante é que o custo do feminismo, inicialmente sustentado pelos homens, e depois pelas crianças, está actualmente a ser passado para as mulheres. Um número recorde de mulheres vivem sozinhas, um número recorde de mulheres não têm filhos, um número recorde encontra-se dependente de medicação psiquiátrica, um número recorde enfrenta agora uma vida inteira de escravatura salarial em empregos que elas não podem abandonar. E mesmo assim, o feminismo distorce estas consequências como escolhas de vida da mulher e como coisas "empoderadoras".

No entanto, quando as mulheres declaram os seus níveis de felicidade, em todas as classes, raças e estratos demográficos a sua felicidade é inferior à sua felicidade por alturas em que a mesma começou a ser contabilizada há 50 anos atrás. Mais revelador ainda, e pela primeira vez, a felicidade feminina é inferior à masculina.


Mas não é preciso ler 'The Paradox of Declining Female Happiness' para saber isto. Falem com alguém que faça parte do crescente grupo das mulheres sem filhos com 30 ou 40 anos de idade pessoalmente -  e não em grupo - para ficarem a saber da VERDADEIRA história, o VERDADEIRO efeito do feminismo no mundo VERDADEIRO. Estas mulheres não se importam com o feminismo; elas só querem saber para onde foram os maridos decentes, aliás, para onde foram os homens decentes - QUALQUER homem decente. Quase de certeza que eles, enojados com o que o feminismo fez às mulheres, pura e simplesmente afastaram-se.

A realidade dos factos é que os homens não querem lutar contra as mulheres visto que isto encontra-se em oposição ao cerne do que significa ser um homem. Mas o feminismo lançou os homens para dentro duma guerra que eles não começaram e nem queriam. Chegamos a um ponto onde as feministas alegam ter "vencido" guerras que os homens nunca chegaram a aparecer para lutar.

E mesmo agora, à medida que as feministas empurram as coisas para níveis cada vez mais absurdos, e à medida que mais e mais restrições estão a ser colocadas sobre o comportamento normal masculino, e quando definições cada vez mais insanas de "violação" e "agressão" estão a ser criadas como medidas desesperadas de, de alguma forma, colocar as mulheres como vítimas perpétuas - mesmo agora - os homens recusam-se a se alistar para uma batalha real.

Isto revela de forma profunda o quanto que os homens não querem lutar contra as mulheres.

O som da batalha final dos sexos não será ouvida nas estradas e nem nas legislaturas. Não será televisionada e nem será reportada. Não haverá bandeiras levantadas e nem paradas vitoriosas. Porque ela já está em progresso. Está a acontecer em nosso redor à vista de todos - de todos aqueles que têm olhos para ver.

E os homens estão a colocar em práctica  a mais devastadora de todas as armas - a indiferença. Nesta batalha final, vence quem se importar menos. Chegou a hora de se colherem os frutos do feminismo, e para as mulheres, o fruto será o mais amargo de todos.

Palavras mais sensatas não poderiam ser ditas. O feminismo "venceu", os homens as mulheres, e as crianças perderam. O estado ganhou, a sociedade perdeu. O divórcio venceu, o casamento está destruído. As mulheres são ensinadas a não confiar nos homens (sem que nada sustente essa desconfiança), ao mesmo tempo que os homens aprendem a não confiar nas mulheres (e com bons motivos para não o fazer, devido à guerra gerada pelo feminismo). O futuro está ameaçado, e o passado é uma memória cada vez mais distante.

Quem planeou, financiou e colocou em práctica o feminismo sabia que isto acabaria assim. Que pena que as mulheres só agora estejam a ver o mal que o feminismo gerou.



quarta-feira, 1 de julho de 2015

A ascensão do Estado-Policial feminista

Por Henry Makow

Em 1931, a carreira de actor de Clark Gable recebe um forte impulso depois dele ter enfeitado Barbara Stanwyck no filme Night Nurse. Ele recebeu 10,000 cartas provenientes de mulheres ofegantes. Hoje em dia os super-heróis e as super-heroínas frequentemente atacam-se mutuamente nos filmes, mas se os homens e as mulheres comuns simplesmente se empurram um ao outro, eles podem ser presos sob acusação de "agressão doméstica".

Os homens arriscam-se a ir para a prisão, para além de arriscarem perder a família, a casa e o emprego, se por acaso eles discutirem com uma mulher. Esta é a consequência da imensamente difundida política de "tolerância zero", que classifica a agressão doméstica como qualquer contacto físico que ocorra, por mais inócuo que seja. A acusação é feita pelo governo, mesmo que nenhum dano tenha ocorrido.

Supostamente esta polícia protege as mulheres, mas o seu verdadeiro propósito é o de emascular os homens e perseguir os heterossexuais. Ela nada mais é que uma campanha da elite que tem como propósito degradar a sociedade, destruir a família e diminuir a população, tornando a heterossexualidade impracticável.

A zona perigosa

Todos os casais passam por momentos de stress, especialmente se têm filhos. Hoje em dia, a mulher que tem um acesso de raiva pode mandar o marido para a prisão simplesmente ligando para o 911. Para além disso, ela pode ter esta ameaça sobre a cabeça do seu marido. Medidas como esta fazem com que as forças policias fragilizem a liderança masculina.

Um marido chamou a sua esposa de "preguiçosa", e a vizinha disse que ela deveria "ensinar-lhe uma lição". Então, ela chamou a polícia e mentiu, dizendo que o marido a havia dado uma chapada. "Ela agora precisa de ajuda com as crianças e nós temos que viver longe um do outro," disse ele à saída do julgamento. "Ela está muito perturbada e arrependida pelo que fez."

Um advogado da Legal Aid disse que "as mulheres fazem falsas acusações como doidas". Não há pena legal por fazer isto. Um homem viu a sua esposa de direito comum a acusar-lhe como forma de o expulsar da casa. Da parte da trás do carro da polícia, ele viu-a sobre a relva com o seu namorado.

Outro homem ouviu a polícia a "bater-lhe a porta de casa" por volta das duas da manhã, depois dele ter terminado a relação com a sua namorada nessa mesma noite. Ela havia-o acusado de ter neutralizado os braços dela (quando ela o esta estava a agredir). Ele teve um conta legal bem robusta, e arriscou-se a perder o emprego. A maior parte destes casos são "congelados" (depois de muitas presenças no tribunal) porque a mulher não quer testemunhar ou o caso é resume-se à palavra dele contra a dela.

Bem vindos à Nova Ordem Mundial

Esta política faz com que as pessoas fiquem habituadas com a interferência policial dentro das suas vidas, e esta é a marca duma ditadura. Hoje em dia, ter uma discussão com esposa é um crime. "As paredes têm ouvidos", disse um casal. Eles foram presos depois dum vizinho ter ouvido vozes mais exaltadas. Uma testemunha confirmou que o casal nunca se chegou a tocar, mas a polícia ignorou isso por completo.

Este tipo de coisas faz com que as pessoas percam todo o respeito pela lei. "É suposto vivermos num país livre, mas já não é isso que sentimos", disse-me um homem. Esta política é uma aparência de funcionalidade que beneficia polícias, terapeutas, prisões, tribunais e advogados. Para além disso, este tipo de política aumenta a dimensão da burocracia e esta burocracia tem participação económica na nova ordem mundial da elite

Em Winnipeg, que é onde eu vivo, metade dos 1200 polícias encontra-se focada na violência doméstica. O chefe-policial Jack Ewatski disse o seguinte à Winnipeg Free Press:

Para mim, isto são estatísticas surpreendentes. Isto coloca um peso significativo na habilidade policial de vigiar outras áreas.

Mais de metade dos presos do sobrelotado "Remand Centre" são maridos. Instalações especiais estão a ser construídas numa penitenciária como forma de albergar mais 200 "domésticos". A maior parte destes homens ainda não foi condenada por nada.

Noventa e nove por cento triviais

No meu site www.zerotolerancesucks.com entrevistei cerca de 65 pessoas que foram acusadas de violência doméstica. A maior parte destas pessoas têm posses limitadas, e as suas discussões são normalmente sobre coisas triviais (e geralmente envolvem o alcool). Durante todo este tempo, só encontrei uma pessoa que se ajustava ao perfil de "mulher vítima de violência", e até ela quer a opção de poder ou não acusar o abusador porque ela sente que pode lidar com a situação.

Um veterano advogado, especialista em violência doméstica, confirmou que só 10% dos seus clientes se ajusta ao perfil de marido agressor crónico. A maior parte das pessoas chama a polícia só como forma de acalmar a situação tensa, mas ficam surpresas por serem presas, verem os seus dedos impressos, e serem posteriormente encarceradas. Isto causa a que faltem ao trabalho e percam o emprego.

"Por vezes, eu mereço uma chapada", disse um homem. "Ela deu-me uma, eu afastei-a do meu caminho e fui-me embora. Estamos bem e somos um casal normal. Tivemos uma noite complicada, mas ninguém se aleijou, e ninguém processou ninguém."

Não concordo e nem  encorajo a violência doméstica de qualquer tipo, mas a maior parte destes casos não deveriam envolver a polícia; a polícia só deveria intervir se por acaso alguém ficasse lesionado ou após uma queixa formal. (...) Quando dois homens lutam num bar, ocorre um processo de mediação e nenhuma acusação é feita se esta for a primeira ofensa. Porque é que os amantes são tratados de maneira diferente?

Por fim, eu só vi uma única dupla homossexual (duas lésbicas) em 20 visitas ao tribunal, embora a violência doméstica seja alegadamente bem comum entre os homossexuais. 

As mulheres são favorecidas mas também vitimizadas

Um advogado disse: "Quem decide tudo são as mulheres", e normalmente a polícia recusa-se a aceitar a acusação feita por um homem. Quando uma mulher mordeu o dedo do seu marido, o polícia perguntou-lhe "O que é que o seu dedo fazia na boca dela?" Foi dito a outro homem que "agisse como um homem."

No entanto, o sistema é caprichoso e com frequência as mulheres são vitimizadas. Uma mãe de 4 crianças, que recebia assistência social, deu uma chapada ao marido de direito-comum quando este disse que ele não se importava com as crianças. Ele empurrou-a contra a parede, e ela chamou a polícia. Ela foi presa. "Isto é o que acontece por se ser honesta," disse ela. "Nem sei o porquê de estar a ser alvo dum processo." 

Outra mulher deu uma chapada ao namorado quando ele fez pouco do facto dela estar grávida do filho dele. Ele chamou a polícia e ela foi presa. Custo legal: $1200. Outra mulher disse: 

O meu ex-namorado ligou-me da prisão, e em dois dias, ele estava cá fora e a perturbar-me outra vez. De que vale chamar a polícia? Não vale a pena o esforço.

Como consequência da proliferação de casos triviais, as mulheres que realmente se encontram em perigo são ignoradas. As activistas feministas não se preocupam com as mulheres que estão a "dormir com o inimigo" visto que elas (as feministas) usam as mulheres vitimizadas como forma de avançar com a sua agenda lésbica.

Um escárnio da justiça 

A política de tolerância zero é uma trivializarão dos princípios da justiça. Tem que ocorrer um crime genuíno (isto é, uma injúria) antes de alguém ser preso e encarcerado. Tem que existir a pressuposição de inocência, e têm que existir evidências para além da palavra duma pessoa.

A violência doméstica não era um problema antes das feministas e dos seus patrocinadores terem criado esse "problema".  Hoje em dia, também não é um problema. Por exemplo, segundo a "Canadian General Social Survey" de 1999, só 7% dos casados ou em união civil é que sofreram "algum tipo de violência"  nos 5 anos anteriores. Estes números estão virtualmente divididos entre homens e mulheres.

A taxa de homicídio de esposas no Canada é de 7 por cada 1,000,000. Nos Estados Unidos, a taxa de assassínio para as esposas/namoradas é entre 1 a 4/1000 de 1%, dependendo da raça. 

Conclusão:

Algo está fundamentalmente errado quando metade das forças polícias se encontra focada nas brigas conjugais. Os heterossexuais têm que acordar e sentir o cheiro do café; há mais de 40 anos que temos sido vítimas dum ataque, e não é acidental o facto do papel de esposa e de mãe ter sido estigmatizado, e os homens terem sido demonizados. Também não é acidental que, como ocorre com as pessoas com uma doença terminal, oiçamos muito pouca discussão sobre o nosso futuro colectivo.

A sociedade está a ser vítima duma campanha insidiosa, levada a cabo pela elite, tendo em vista a engenharia social e a perseguição política. Chegou a hora de dizermos à elite adoradora de Lúcifer, "Chega."

http://bit.ly/1Kpz7uF.



sexta-feira, 26 de junho de 2015

A anti-feminista Sabedoria Bíblica

Por JD Unwin

Alguns poucos artigos do ROK [Return of Kings] falaram da sabedoria Bíblica básica e como ela se pode aplicar a nós, aqui na manosfera. No entanto, o que eles não disseram foi o quão úteis os conselhos Bíblicos de Deus são em termos do papel de liderança masculino e a qual é a Sua visão para a interacção entre homens e mulheres.

Escusado será dizer isto, mas a visão de Deus (através dos Seus representantes) do fenómeno de mulheres a controlar os homens - isto é, feminismo - é de revolta total. Para este efeito, vou-me focar em apenas três versículos, que fazem parte do Antigo Testamento (e como tal, recomenda-se a adequada contextualização temporal).

1. "E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua concepção; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará." Génesis 3:16

A chave do versículo é "... e o teu desejo será para o teu marido.....ele dominará sobre ti". Aqui, no Antigo Testamento, o Próprio Deus está essencialmente a dizer, que o estado natural da mulher é ansiar por um marido, e que o estado natural da marido é dominar a sua mulher. Ela pode agradecer aos eventos do Jardim do Éden por este facto (tal como o castigo do sofrimento) com os quais todos nós estamos familiarizados. No Novo Testamento, Paulo adaptou isto para significar "cabeça" mas o papel de liderança é óbvio em ambos os casos.

Quantos exemplos já vimos na sociedade onde as mulheres alegaram que não precisam de homens, embora nas revistas e dentro do seu comportamento bizarro a verdade tenha sido exactamente o contrário?

Em relação ao casamento, há já muito tempo que o movimento feminista (juntamente com os homossexuais e os apoiantes do aborto) tem levado a cabo uma guerra contra esta instituição religiosa (tendo em vista a marginalização do papel que os maridos e pais heterossexuais têm desempenhado). Isto ocorre porque quando se separa o natural papel de liderança dos maridos da relação, isso permite que as mulheres interpretem os papéis maritais, bem como a paternidade e a sexualidade, como elas bem quiserem (ou melhor, como lhes é dito que as coisas têm que ser).

A maior parte das mulheres são imitadoras naturais, possuindo uma forma de pensamento mais conformista do que crítica. Se as coisas não fossem assim, a Oprah e o Dr. Oz não teriam o tipo de poder hipnótico sobre as mulheres tal como eles financeiramente desfrutam actualmente. Os elitistas feministas actuais (tanto homens como mulheres) aprenderam a usar esse poder de pensamento de grupo ao indoutrinar as outras mulheres para dentro das suas fileiras como forma de lhes levar a apoiar este ou aquela causa dos Guerreiros da Justiça Social.

2. "Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos ao que destrói os reis." - Provérbios 31:3

O que a Bíblia (ou o Rei Lemuel, mais especificamente) está a dizer aqui é simples: não gastes todas as tuas energias na perseguição de mulheres porque isso irá causar a tua ruína. Não te tornes no macho beta que orbita em redor duma mulher tal como um satélite orbita em redor dum planeta.

Quantos reis dos dias de hoje sofreram uma queda financeira, entre outras coisas, só porque resolveram gastar muito a perseguir mulheres? Gary Hart pode ser considerado um exemplo; a sua candidatura presidencial foi bombardeada devido às suas infidelidades.

Embora Bill Clinton tenha provado que a indulgência sexual nem sempre impedem uma pessoa de obter a presidência, ele tem sofrido, apesar de tudo, uma merecida humilhação devido ao seu comportamento de mulherengo, e é considerado uma piada até aos dias de hoje. Tu és muito mais que as tuas partes reprodutivas, irmão.

3. "Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres estão à testa do seu governo; ah, povo meu! os que te guiam te enganam, e destroem o caminho das tuas veredas." Isaías 3:12

Este versículo de Isaías é bastante profundo, e diz-no imenso sobre o status quo da época. Parece que as mulheres têm estado no negócio de tentar controlar os homens (através delas mesmas ou através de homens beta) há anos. Para além disso, a interpretação moderna de "os opressores do meu povo são crianças" pode muito bem ser aplicado aos Milenares [ed: nascidos entre 1981 a 1990] e da forma como eles estão a ser desencaminhados através da indoutrinação feminista nos média, e, obviamente, durante o tempo em que eles estão nas escolas da justiça social da assim-chamada alta-cultura.

Infelizmente, estes Milenares têm estado a avançar com as causas dos GJS à medida que avançam na sua idade, e começam a assumir posições de poder e influência, progressivamente perpetuando assim o ciclo de podridão cultural. Para além disso, permitir que uma mulher ou um macho beta ocupe posições de influência dentro da sociedade permite que os ensinamentos anti-masculinos se tornem comuns (para o detrimento da sociedade como um todo).

"Destroem o caminho das tuas veredas" é, portanto, profético se levarmos em conta as instituições académicas, os casos de custódia, e as iniciativas de acção afirmativa com base no sexo - tudo coisas com o denominador comum de transformar as mulheres no sexo dominante ersatz.

O movimento feminista actual reconhece a sabedoria "pílula vermelha" da Bíblia como uma ameaça inaceitável, e é por isso que as feministas têm tentado desacreditá-la como misógina, rejeitá-la como irrelevante, e sabotá-la através do fenómeno das igrejas feminizadas. Demasiados machos Cristãos beta têm sido moldados e transformados em feministas religiosos devido a esta feminização das igrejas.

Apesar destas circunstâncias. a Bíblia ainda é considerado o Livro mais popular do mundo, e este Livro irá sobreviver às tendências da justiça social até à inevitável queima de livros que ocorre com a tirânica tomada de poder. Até um ateu "pílula vermelha" que frequente o ROK ou outros sites na manosfera pode apreciar o que a Bíblia lhes está a dizer aqui.

- http://bit.ly/1GPy2vA

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Não deixa de ser curioso que uma rejeição eficaz da moral esquerdista invariavelmente resulta numa adopção (parcial ou não) do ponto do vista Bíblico. Isto não é acidental, se levarmos em conta que o esquerdismo é, essencialmente, satânico e o satanismo é uma inversão da Ordem Natural estabelecida por Deus. De todas as inversões que actualmente afligem a humanidade, o feminismo é o mais poderosa e o mais destrutiva.



domingo, 21 de junho de 2015

Christine Damon descobre que o feminismo é uma farsa

Por Christine Damon

Eu não sou a mulher típica que vemos por aí a postar fotos e a declarar que não precisa do feminismo. Eu considerei-me feminista durante 30 anos. Tal como a maior parte das mulheres que se considera feminista, eu não li literatura feminista e nem tomei parte dos cursos de estudos femininos. Eu apenas acreditava que o feminismo se centrava na igualdade. Eu acreditava, e ainda acredito, que as mulheres são tão inteligentes e tão capazes como os homens, e como tal, elas deveriam ter os mesmos direitos e as mesmas oportunidades. Eu pensava que isso era o feminismo.

Eu estava enganada.

Em Junho de 2013, o meu meu namorado estava a conduzir para casa, quando foi parado pela polícia de Ashland Police, acusado de violação, algemado e levado para uma   prisão de segurança máxima para violadores em Jackson County Jail com uma fiança no valor de 1 milhão de dólares. Parece que já havia existido um juri secreto que o havia acusado com base em nada mais que o testemunho da acusadora.

Eu estava totalmente ciente das alegações. A (agora) ex-esposa do pai do meu namorado, a Lisa, uma mulher com problemas mentais e com um histórico de falsas alegações de violação, planeava punir o pai do meu namorado. Parece que o juiz que mediou o seu divórcio já havia rejeitado as suas alegações contra o seu ex-marido de que este havia abusado sexualmente os chihuahuas. Agora, ele havia tomado a decisão de perseguir o Greg como forma de punir o seu pai. Ela havia dito a uma amiga que se el não "ficasse com a casa, o barco e os cães no divórcio" ela haveria de "destruir" a vida do pai do Greg alegando que ele a havia violado.

Eu entrei em acção. Depois de alertar as pessoas do meu emprego da minha situação, conduzi até a casa como forma de começar a fazer chamadas. Um erro terrível havia sido feito. Pensei que eu poderia dar-lhes a informação correcta, e o Greg seria colocado em liberdade.

Eu estava enganada.

Primeiro, o que eu fiquei a saber foi que a polícia não havia feito qualquer investigação. Quando o Greg ficou a saber do que a Lisa estava a alegar, ele contactou imediatamente a polícia. Eles demoraram semanas para voltar a entrar em contacto com ele. Ele foi até à polícia e disse ao detective responsável o que havia e não havia acontecido. Eles nunca tinham tido qualquer relação sexual - consensual ou não. O Greg deu-lhes uma lista de testemunhas e informou o detectiva da doença mental dela, para além do facto dela esta numa lista de drogas psiquiátricas. Nenhuma testemunha foi contactada.

Como é que uma coisa destas aconteceu? Como é que um homem totalmente inocente, com um registo absolutamente limpo, e o facto de não haver qualquer tipo de evidência de que algum tipo de crime havia sido cometido, acaba por ser lançado na prisão com uma fiança tão grande? Nós pensávamos que isto era o resultado duma incompetência total.

Nós estávamos errados.

Parece que o Ashland Police Department estava a colocar em práctica um novo programa. O mesmo tinha o nome de You Have Options, e é amplamente celebrado e implementado um pouco por todas as forças polícias do país. Segundo este programa, a polícia age mais como conselheiros pós-violação do que detectives. Eles aceitam cegamente o que a acusadora diz, deixam que ela decida quão profunda a investigação pode ser - e quando há investigação.

Eles permitem também que a acusadora decida se as testemunhas podem ou o acusado podem ser entrevistados ou informados das acusações. Se por acaso o pai do Greg não o tivesse alertado do que estava a acontecer, é bem provável que ele só viesse a saber da causa depois de ter sido preso.

Na semana seguinte àquela em que a Greg foi preso, eu levei a cabo a investigação que deveria ter sido levada a cabo pela polícia. Descobri a filha da Lisa, que estava disposta a testemunhar em favor da defesa do Greg reportando as múltiplas falsas acusações de Lisa. Consegui estabelecer que a Lisa nem estava no mesmo estado que o Greg na altura em que ela disse que a violação havia acontecido (dois anos antes) e obtive uma carta duma amiga da Lisa onde ela dizia que a Lisa havia premeditado a falsa alegação como forma de punir o pai do Greg se por acaso ela não obtivesse o que ela queria aquando do divórcio.

Encontrei imensas provas em favor da defesa, e dei-as à polícia. Para tornar as coisas piores, nessa primeira semana fui despedida do meu emprego que tanto amava, e nenhuma explicação me foi dada. Mas tudo isto valeria a pena se conseguisse tirar o Greg daquele lugar terrível. O detective fez um relatório e entregou-o ao DA, que rapidamente o ignorou.

Parece que o estado de Oregon tem excepções em relação ao diz-que-disse que permite que, se por acaso não houver mais nenhuma evidência e se não houver motivos para se colocar em causa o testemunho da acusadora, o acusação por motivos de violação permaneça tendo como base nada mais que o testemunho da acusadora.

Ao não levar a cabo um investigação, a polícia conseguiu evitar todas as evidências e todos motivos para colocar em causa as alegações dela. E como uma rede de salvação para a DA, se por acaso eles estiverem totalmente errados e destruírem a vida dum inocente, o DA ["District Atorney" = promotor] consegue que um grande-júri lhes dê imunidade. Isto é uma receita para o desastre e não para a responsabilização.

Felizmente que o Greg teve uma defensora pública. Ela descobriu o facto da Lisa já ter alegado que Greg a andava a abusar há anos, e tudo isto encontrava-se no relatório psiquiátrico. A polícia havia pedido o tal relatório, e o DA ainda estava à espera dele.

Quando o relatório finalmente chegou, 53 dias depois do Greg  ter sido preso e um dia antes da selecção do júri, não houve qualquer menção a isto. Lisa havia mentido para um grande-juri, um crime. As acusações foram "rejeitadas no interesse da justiça". Greg  foi libertado e eu voltei a tê-lo em casa.

Foi por esta altura que o momento de aprendizagem começou. Por esta altura, eu ainda acreditava que o feminismo centrava-se na igualdade. Se por acaso as feministas soubessem que estas coisas estavam a acontecer, também elas ficariam preocupadas.

Mais uma vez, eu estava enganada.

As feministas pediram que nós não avançássemos com a história. Elas não queriam que as outras mulheres se sentissem desencorajadas para avançar com acusações de violação. O DA escolheu não acusar a Lisa, declarando que "Tal como Hartley está inocente sob a lei devido às suas protecções constitucionais, a mesma presunção de inocência aplica-se à acusadora....(....) Como é que o poderíamos provar? Não houve nenhuma confissão e nem nenhuma retratação.”

Portanto, a única forma deles tomarem isso como uma falsa acusação é se a acusada se retratar e confessar o crime? Neste caso, a única evidência de que alguma vez chegou a ocorrer um crime foi o facto dela dar entrada a uma falsa alegação e cometer perjúrio perante o grão-juri.

Não é de admirar que que se alegue que as falsas alegações de violação são raras. O que é raro é o facto das mulheres admitirem que elas acusaram um homem inocente.

Aparentemente, é suposto nós voltarmos para casa e avançarmos como se nada tivesse acontecido. É suposto fingirmos que isto não aconteceu. O estado, a cidade, e a polícia, recusam-se a admitir o que aconteceu. Não foi culpa deles. Não haveria de acontecer justiça. Pelo menos a Rolling Stone admitiu o seu erro e pediu desculpas. Nós não somos nem capazes de os fazer reconhecer que nós existimos.

Foquei-me nas redes sociais como uma tempestade. Certamente que as boas pessoas do Huffington Post, Raw Story, Salon, e outras se iriam preocupar com o que estava a acontecer. As falsas acusações de violação não só são horríveis para o acusado, como fazem com que as vítimas de violação obtenham justiça. A resposta que obtive foi a de ser qualificada de traidora do meu género, ouvir que estava a internalizar a minha misoginia. As coisas ficaram tão más que uma feminista ameaçou destruir a minha vida e entrar em contacto com o meu patrão. A piada voltou-se contra ela porque eu não tinha emprego.

A maior parte das feministas que se deu ao trabalho de ouvir, voltou mais tarde com ameaças. O meu namorado tinha que aprender a se controlar. Eu disse que ele não tinha feito nada de mal. Elas não me ouviam. As feministas repetem a mentira de que as falsas acusações de violação são raras com frequência suficiente de modo a que elas começam cegamente a acreditar nisso.

Mesmo em casos que uma jornalista feminista usa como forma de provar a existência duma crise de violações acabam por reportar que são falsas acusações de violação, elas continuar a acreditar na acusadora, apesar das evidências de que ela está a mentir, ou então alegam que pelos menos elas "atraíram a atenção para o problema".

Elas estão tão cegas que nem são capazes de admitir que um crime com vítimas de verdade ocorreu.

A narrativa comum entre as feministas é de que as mulheres nunca mentem em relação a uma violação. Elas acusam as pessoas que colocam em causa a veracidade dessas alegações de "culpar a vítima". Houve alguns protestos recentes em Berkley e na Ohio University contra o acto de conferir ao acusado um processo devido. Estas feministas acreditam que, como as mulheres nunca mentem em relação à uma violação, então nós temos que assumir que todos os acusados são culpados. Não há a mínima preocupação com o facto de vidas inocentes poderem estar a ser destruídas.

Quando a Rolling Stone veio a público com um pedido de desculpas num artigo relativo ao que ocorro no UVA Gang Rape, que também acabou por ser uma falsa acusação de violação, houve uma indignação enorme um pouco por todo o lado. As feministas não estavam zangadas com o facto dum homem inocente ter sido erradamente acusado de violação, e ver a sua reputação destruída.

Elas não estavam zangadas com o facto duma mulher ter cometido o crime de falsa alegação. Elas estavam zangadas com o facto da Rolling Stone ter seguido esta narrativa e inadvertidamente ter descoberto o facto de, por vezes, as mulheres mentirem em relação à violação.

O facto de terem existido vítimas reais duma falsa acusação nem chega a ser mencionado. Não só elas não se preocupam com as vítimas duma falsa acusação de violação, como se recusam a admitir que elas existem. Felizmente que uma publicação mensal local estava disposta a publicar o nosso pesadelo, escrevendo uma história espantosa, mas as pessoas que se encontram para além do nosso vale têm que saber.

O programa You Have Option foi avançado para outros estados, e foi finalista do prémio Webber Seavey para Quality in Law Enforcement. A Senadora Kirsten Gillibrand estava a promovê-lo no Congresso como uma solução para a crise em torno da violação, e estava a usá-lo como um modelo para o programa Campus Accountability & Safety Act (CASA).

Escrevi artigos e cartas para todas os meios de comunicação cujos contactos eu consegui encontrar - desde a DemocracyNow até à FOX news. Nenhuma delas estava interessada em cobrir esta história. Como é que eles podem alegar que as falsas acusações de violação são raras quando eles se recusam a reportá-las?

A pergunta principal que todos nós deveríamos estar a fazer é, se por acaso há uma crise de violações e se as falsas acusações de violação são tão raras, porque é que estes jornalistas que estõ determinados a expor a tal crise de violações acabam por expor as falsas acusações de violação e nem parecem capazes de encontrar uma violação
genuína?

O que eu aprendi nesses primeiros meses é que o feminismo não está interessado na igualdade. O feminismo é uma ideologia profundamente desonesta que avança com estudos desonestos criados com o propósito de gerar os resultados que elas querem. As feministas atacam qualquer pessoa que saliente a hipocrisia e os falhanços do feminismo.

O feminismo não se preocupa com a verdade, e nem se preocupam minimamente com as injustiças sofridas pelas pessoas falsamente acusadas de violação ao mesmo tempo que afirmam que também estão a militar pelos direitos dos homens,

Eu sou uma mulher forte e inteligente que milita em prol da igualdade. Eu tenho formação, sou de meia-idade, com pernas peludas, liberal, e hippy. Eu pensava que eu era uma feminista. Enganei-me.

Esta é uma história com a qual eu penso algumas pessoas se podem identificar. É preciso que as pessoas tenham sempre em mente que isto pode acontecer com qualquer pessoa no momento em que a relação chega ao fim. E, como se pode ver no caso de cima, por vezes nem é preciso estar casado com a pessoa acusadora para que isto aconteça.

- http://wp.me/p5KuUR-2L

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terça-feira, 16 de junho de 2015

Agenda homossexual é arma de engenharia social

Por Erik Rush

Agora que os progressistas cultivaram uma quantidade suficiente de disfuncionalidade dentro das famílias Americanas, existe agora  - convenientemente - um número crescente de adolescentes que passam por ambivalência na sua emergente sexualidade, e/ou questões em torno da sua identidade sexual.

Dado o encorajamento por parte de figuras autoritárias esquerdistas, e também por parte da imprensa e outras fontes mediáticas, os mais jovens estão a manifestar isto cada vez mais cedo nas suas vidas - em vez de ficarem "dentro do armário" até à vida adulta, ou nunca revelarem ao mundo as suas propensões.

No dia 17 de Abril, a Gay, Lesbian and Straight Education Network (GLSEN) levou a cabo o seu "Dia do Silêncio", onde estudantes de escolas primárias e secundárias que tomaram parte do evento permaneceram em silêncio durante todo o dia escolar como forma de  "sensibilizar as pessoas em relação ao efeito silenciador da intimidação, do assédio [ed: "bullying"] e discriminação sofrida pelos lgbts.”


Informação pertinente (mas não por mim): A GLSEN foi fundada por Kevin Jennings, activista homossexual e antigo czar responsável  por uma "Escola Segura", e provável pedófilo.


Dada à natureza conturbada da adolescência e do facto destes adolescentes disfuncionais serem uma minoria, muitos sofrem ridicularização, assédio e outras formas de escárnio normalmente conhecidas por “bullying.” Isto é também muito conveniente para a radical agenda esquerdista, se posso acrescentar, visto que ela lhes permite "justificar" campanhas enormes ostensivamente focadas em - preparados? - salvar as crianças. Neste caso, salvar as crianças da intolerância dos seus pares heterossexuais. Ou melhor ainda, para explorar estes emergentes cidadãos desta "classe protegida" para os seus próprios fins políticos. 

Com os esquerdistas, claro que as coisas nunca são feitas em favor dos supostos beneficiários da generosidade, tal como Penny Nance salientou, escrevendo para o  Breitbart durante a semana passada:

Os activistas homossexuais estão determinados em capturar os vossos filhos, e as escolas estão a pactuar com isso. 

Nancy salienta ainda que os operativos "da GLSEN têm-se infiltrado de forma sistemática nas escolas e têm assedido e intimidado os estudantes que têm uma crença tradicional e religiosa em relação à sexualidade e o casamento." Será que ela disse "intimidar" [bullying]? Sem dúvida, que sim.

Mais recentemente, Amanda Simpson [ed: antigo piloto com o nome de Michael Simpson], Director-Executivo do U.S. Army Office of Energy Initiatives e o primeiro transsexual a ser nomeado por Obam, apelou para uma proibiçâo da "terapia de conversão" que, segundo ele, está a "atacar" a comunidade lgbt, seja lá o que isso for.

Levando em contra que a American Psychological Association é horrível com esquerdistas e desviados sexuais, é de alguma forma difícil encontrar uma definição objectiva do que é uma "terapia de conversão". A maior parte das definições da indústria (criada pelo mundo académico, que é terrível com esquerdistas e desviados sexuais( inclui termos tais como "pseudo-cientifica" e "controversa" e "perigosa".

Definido de forma lata, a terapia de "conversão" ou "reparativa" refere-se a uma colecção de protocolos de aconselhamento e psiquiátricos que lidam com as mudanças de atracção sexual ou identidade sexual da pessoa. Alguns, mas não todos, practicantes operam dentro de círculos Cristãos.

Quase sempre, existe uma ambivalência dentro do indivíduo em relação à sua identificação como homossexual antes de buscar tal tratamento, que eles voluntariamente procuram, algo que está em oposiçâo ao cenário de "desprogramação forçada" que está a ser sugerido pelo lobby homossexual. Falando num vídeo oficial da Casa Branca, onde identirica tais terapias de "prejudiciais", ele diz:

Antigamente, costumavamos chamar a estas coisas de lavagem cerebral ou reprogramação.

Simpson disse que a sociedade deveria estar a afastar-se de "como as coisas são, para a forma como as coisas deveriam ser".

E aí está, mais uma vez: o imperativo esquerdista para a implementação da sua visão pervertida do que a sociedade deveria ser. A América está agora a ser "ensinada" em relação a "como as coisas deveriam ser" por parte dum transsexual, e essas "coisas" são determinação totalmente subjectiva por parte daqueles que se encontram na esquerda (que se consideram como os árbitros-máximos não só do certo e do errado, mas da própria realidade).

E qual é o critério que eles usam para chegar a estas conclusões? Ora, o que quer que lhe atraia emocionalmente; o que lhes deixa confortáveis... Isto é suficientemente bom para os esquerdistas. E uma vez que eles são esquerdistas, eles não têm problemas em falsamente caracterizar o que a terapia de conversão realmente é.

Tal como muitos de nós, eu já ouvi histórias de homossexuais que alegam que desde os seus cinco anos que sabiam que tinham atracção por pessoas do mesmo sexo. Não posso provar que estão a mentir, e nem tenho motivos para pensar que estão a mentir. Mas eu também já ouvi testemunhos de pessoas que eram totalmente homossexuais aos 18 anos, mas que aos 23 ou aos 30 haviam descoberto que estavam tristes, deprimidos, confusos, que odiavam o estilo de vida, e que já não estavam seguros em relação à sua verdadeira atracção sexual. Muitos destes relatos terminam com os indivíduos a buscar terapia reparativa, e emergindo mais tarde alegando serem heterossexuais felizes.

Não quero ver homossexuais a serem raptados de noite e lançados para uma carrinha preta como forma de serem "desprogramados", se é que isso é possível. Pela mesma ordem de ideias, banir as terapias que têm como propósito lidar com a confusão sexual que alguns homossexuais têm, é uma medida igualmente draconiana (para não dizer totalitária). No entanto, quando até membros lgbt com inclinação mais intelectual como Simpson estão a avançar com estas medidas, aparentemente está tudo bem e não se passa nada.

Como nota marginal, já me perguntei que tipo de solidariedade uma pessoa transsexual pode ter com homossexuais, a menos que esteja relacionado com uma agenda - particularmente depois de ter tido conversas com transsexuais que não só não partilhavam de qualquer solidariedade com homossexuais, como também não queriam ter nada a ver com a comunidade lgbt - e foram consequentemente atacados publicamente por ambos os grupos.

Existem milhões de pessoas dos mais variados quadrantes políticos que foram enganadas pela insidiosa mentira propagada pela esquerda de que os homossexuais só querem "permissão para amar". É provável que muitos deles queiram, mas é importante mencionar que os progressistas usaram da mesma táctica ideológica no princípio dos anos 70 durante o debate em torno do aborto. O aborto seria raríssimo e os pró-aborcionistas disseram que tudo o que queriam era impedir que as mulheres fizessem abortos em becos mortíferos ou com cabides - e dar-lhes uma alternativa em relação a darem à luz filhos concebidos numa violação ou num incesto.

Hoje sabemos como isso acabou, com o aborto a transformar-se numa industria, "aborto-de-bebés-parcialmente-nascidos," e o complexo científico-industrial a fazer pressão política para que fique com as partes de bebés abortados. Na Grã-Baetanha, os cientistas já propuseram que a definição legal de aborto seja alargada de modo a que passe a incluir babes nascidos vivos mas que cujos pais ou o estado determinem como de difícil acomodação.

Se não fizermos nada, a história voltará a repetir-se.

Durante a semana passada a TruthRevolt.org fez referência a um artigo feito por um colunista Canadiano detalhando as assustadoras consequências da "legalização" do "casamento" homossexual. Para começar, como forma de acomodar os novos parâmetros da instituição do casamento, a convenção legal de "pai natural" passou a ser conhecida como "pai legal", o que se traduz na usurpação dos direitos de todos os pais por parte do governo.

Inteligente, não?

Então, preferências sexuais protegidas pela nova lei marital criaram a desordenadamente influente “Human Rights Commissions”, que tem o poder de processar indivíduos e empresas (o que normalmente significa a bancarrota dos acusados), monitorizar e regular as comunicações, entrar em residências, apreender propriedades, tudo segundo a palavra de um único homossexual. Estas comissões podem também recomendar acusação por motivos de "discurso de ódio", e eles têm uma invejosa taxa de condenação de 100% durante os últimos 30 anos.

Os activistas homossexuais e os seus simpatizantes espiam igrejas e grupos religiosos, tendo ouvidos atentos a tudo que eles possam considerar remotamente discriminatória (discriminatório segundo a sua definição, tal como já estamos a experimentar isso aqui nos Estados Unidos), de modo a que se possam dirigir aos escritórios mais próximos da Human Rights Commission e dar entrada a uma queixa.

Isso é exactamente o que os Estados Unidos precisam, não é?

Muito bem, tenho um aviso para os militantes homossexuais, cuspidores de fogo: Vocês não vão conseguir estigmatizar-nos a todos - nós somos 50 vezes mais numerosos que vocês, a propósito - devido à vossa visão distorcida do que a sociedade deveria ser, e devido também ao facto de serem emocionalmente imaturos para pensarem que tudo deveria tal como vocês querem, "porque sim".

Se toda esta perversão e anulação constitucional chegar a ocorrer nos Estados Unidos durante a minha vida, é bem provável que eu rapidamente acabe por ser preso porque estou certo que serei silenciado. Eu sei, tal como muitos outros Americanos - quer eles sejam profissionais da equivocados ou militantes que-fornicam-nas-paradas-homossexuais, este pequeno grupo de pessoas está meramente a ser usado pelos radicais como forma de consolidar o seu poder.

Uma parte integrante desta consolidação de poder por parte dos radicais é a erradicação dos conceitos tradicionais de moralidade para que eles possam alterar o vínculo que as pessoas têm com Deus, e estabelecê-lo com o Estado.

E isso, caro leitor, é maligno. 


* * * * * * *

Como já dito várias vezes, a agenda homossexual pouco ou nada tem a ver com os genuínos desejos da maioria dos homossexuais; esta agenda nada mais é que o governo a tentar estabelecer padrões morais que tornem as pessoas mais fáceis de controlar.

O Cristianismo, ao avançar com Uma Autoridade acima do governo (Deus), e ao postular uma forma de valor individual que se encontra em choque com o colectivismo esquerdista, torna-se sempre o primeiro alvo a abater. É por isso que as feministas, os activistas homossexuais e todos os grupos esquerdistas têm um ódio particular e único ao Cristianismo.



quinta-feira, 11 de junho de 2015

As origens Marxistas do movimento homossexual

Pelo Dr Eowyn

Lana, leitora do FOTM, fez recentemente um comentário bem perspicaz, citando a tese de E. Michael Jones no seu livro Libido Dominandi: Sexual Liberation and Political Control. Lana escreve:

....quanto maior for a depravação e a permissividade sexual, isto é, a emancipação sexual, maior é a inevitabilidade da necessidade de controle social. Dito de outra forma, há um método por trás da loucura. A TPTB promove este excesso extremo porque já foi cientificamente comprovado que ela prepara o caminho para um maior controle político e para a repressão.... O propósito da assim chamada "emancipação sexual" - ao qual pertencem a "emancipação" das mulheres e o movimento homossexual - é gerar as condições para que o Estado obtenha o controle total.

À medida que os limites no comportamento vão sendo progressivamente afrouxados, o tecido social vai-se tornando mais desgastado, o que resulta num caos e numa desordem maiores. Mas nenhuma sociedade pode funcionar dessa forma, e como tal, com o passar do tempo, os cidadãos vão-se voltando para o Estado em busca duma solução, e desde logo, aumentando os poderes do governo.

De facto, os Números 26 e 40 do Objectivos Comunistas para os Estados Unidos (1963), que deu entrada nos Anais do Congresso (Apêndice, pp. A34-A35) no dia 10 de Janeiro de 1963, dizem:

26. Apresentar o homossexualismo, a degeneração e a promiscuidade como "normal, natural e saudável."

40. Desacreditar a família como instituição. Encorajar a promiscuidade e o divórcio fácil.

No dia 16 de Março, o Mike publicou um post com o título de "Os Comunistas Criaram o Movimento de Emancipação das Mulheres". Eis aqui um artigo irmão que fala das origens Marxistas (isto é, comunistas) do movimento homossexual.
 
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A Revolução da família: As raízes Marxistas do "homossexualismo"

Por Hillary White

Há alguns dias atrás, e no jornal The Guardian, Peter Tatchell escreveu uma boa descrição não só dos propósitos da sua ideologia mas também das suas origens. Esta ideologia política, frequentemente chamada de "teoria queer" por parte dos seus defensores académicos, é a que está a ser actualmente forçada (e de modo bem aberto) pelo movimento dos "direitos dos homossexuais".

Apesar do que nos é dito pelos seus colaboradores presentes nos média mainstream - desde as notícias das seis da tarde até às nossas sit-coms favoritas - este movimento não se centre nos "direitos iguais", mas sim na reescrição dos conceitos fundamentais de toda a nossa sociedade. Prevejo que não dure muito tempo até que a pretensão de "igualdade" seja colocada de parte, agora que ela já fez a sua parte

Outras pessoas já ressalvaram as origens Marxistas da Revolução Sexual como um todo, e é mais do que óbvio que a súbita explosão de homossexualismo nada mais é que o próximo passo lógico do seu programa sistemática.

Um primo próximo do feminismo radical e neto do Marxismo, o homossexualismo foi desenvolvido dentro do pseudo-campo político-académico com o nome de "estudos de género" e tem, durante os últimos 30 ou 40 anos, sido empurrado (através de legislação "anti-discriminação", legislação de "igualdade", por parte duma coligação de lobistas, ONGs, políticos da extrema-esquerda, e também dentro de poderosos círculos internacionais) para cima das pessoas que se encontram, na sua maioria, pouco dispostas a pactuar.

Peter Tatchell é um proeminente homossexualista Britânico, o que significa que ele é defensor duma ideologia política e social específica que ele quer ver adoptada pela sociedade Britânica e por outras sociedades. Ele é também um homem homossexual, isto é, ele sente atracção sexual por outros homens, uma condição cujas origens ainda estão a ser debatidas pelos médicos, psiquiatras e geneticistas.

Estas duas coisas não são iguais, e este facto tende a escapar a muitas pessoas que lêem e escrevem sobre a Guerra Cultural (especialmente as manifestações actuais desta guerra que parecem ter-se subitamente focado exclusivamente no homossexualismo). Nem todos os homossexuais são homossexualistas, e nem todos os homossexualistas são homossexuais.

O artigo de Tatchell no The Guardian era um hino a um documento produzido em 1971 por aqueles que ele descreve como sendo um colectivo de "anarquistas, hippies, esquerdistas, feministas, liberais e contra-culturalistas" com o propósito de causar a "revolução da consciência".

Ele qualificou o Gay Liberation Front: Manifesto como “a agenda pioneira para a transformação social e pessoal” que começou com a proposta de que "subverter a supremacia da heterossexualidade masculina era a chave para a emancipação genuína.” Tatchell disse que este foi o livro que mudou a sua vida.

Segundo Tatchell, este Manifesto resume-se a "criticar" "a homofobia, o sexismo, o casamento, a família nuclear, a monogamia, o culto à juventude e o culto à beleza, o patriarcado, o homossexual do guetto, e os papéis de género masculinos e femininos" - todo o conjunto da revolução sexual. O Manifesto é ele mesmo bastante claro na identificação dos inimigos principais a serem derrotados:

A opressão dos homossexuais começa na mais básica unidade da sociedade: a família. Tendo o homem no comando, uma escrava como a sua esposa, e os seus filhos sobre quem eles se forçam como o modelo ideal, a própria forma da família opera contra a homossexualidade.

De maneira mais reveladora, o Manifesto diz que a "reforma", dito de outra forma, a "igualdade", nunca será suficiente; o que é necessário é uma revolução social total, uma completa reorganização da civilização.

A reforma, diz o Manifesto, "não pode alterar a atitude enraizada das pessoas heterossexuais de que a homossexualidade é, na melhor das hipóteses, inferior ao seu estilo de vida, e na pior das hipóteses, uma repugnante perversão. Serão necessárias mais do que reformas para alterar esta atitude, visto que ela se encontra enraizada na mais básica das instituições sociais - a família Patriarcal."

Longe de ser "fonte de felicidade e conforto", diz Manifesto, a família é uma "unidade" onde "o homem dominante e a mulher submissa" ensinam às crianças "falsas crenças" sobre os tradicionais "papéis de género" "quase antes mesmo delas poderem falar". É avançado o conceito central da ideologia de género: não existem...

... diferenças sistemáticas comprovadas entre os homens e as mulheres, para além das óbvias diferenças biológicas. Os órgãos genitais e os sistemas reprodutivos dos machos e das fêmeas são diferentes, e também o são algumas outras características físicas, mas todas as diferenças de temperamento, aptidão e assim por adiante, são o resultado da educação e das pressões sociais. Elas não são inatas.

Os seres humanos poderiam ser muito mais variados que os nossos constritivos padrões de "masculino" e "feminino" permitem - nós deveríamos ser livres para nos desenvolvermos com uma maior individualidade.

Toda a nossa sociedade encontra-se construída em torno da família patriarcal e do seu encapsulamento destes papéis masculinos e femininos. A religião, a popular arte moral, a literatura e o desporto reforçam estes estereótipos.

Dito de outra forma, esta sociedade é uma sociedade sexista, onde o sexo biológico da pessoa determina quase tudo o que a pessoa faz e a forma como o faz; uma situação onde os homens são privilegiados, e onde as mulheres são meras adjuntas dos homens e objectos para o seu uso - tanto sexualmente como doutras formas.

É isto que tem que ser derrubado, e inteiramente erradicado, antes da verdadeira liberdade que todos nós merecemos ser colocada em práctica.

Não é preciso um curso em teoria política para reconhecer as origens deste tipo de linguagem: lancem fora as vossas correntes, camaradas! De facto, uma pequena pesquisa irá levar-nos directamente para a fonte do "Gay Liberation Manifesto", os escritos dos primeiros Marxistas: neste caso, Friedrich Engels, que escreveu um documento a descrever o que a maior parte de nós chama de família tradicional com termos quase idênticos aos usados pelo Manifesto Homossexual.

Engels deu-lhe o nome de "casamento monogâmico", e disse que ele existe . . 

... não como uma reconciliação entre o homem e a mulher, menos ainda como a forma mais elevada de reconciliação. Pelo contrário, o casamento monogâmico entrou em cena como a subjugação dum sexo por parte do outro; ele anuncia uma luta entre os sexos desconhecida todo o período pré-histórico prévio.

A primeira oposição de classe que aparece na história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre o homem e a mulher dentro do casamento monogâmico, e a primeira opressão de classe coincide com a opressão da mulher por parte do homem.

A família individual moderna encontra-se enraizada na escravatura doméstica (aberta ou oculta) da mulher, e a sociedade moderna é uma massa composta por estas famílias individuais como as suas moléculas.

A solução de Engels já todos nós sabemos qual é.

O "Gay Liberation Manifesto", tal como o trabalho de Engels que o precedeu, propõe que, mal nós lancemos para longe os antigos grilhões do "heterossexismo, privilégio masculino e da tirania dos tradicionais papeis de género". todos nós iremos viver numa brilhante e gloriosa "nova democracia sexual" onde a "vergonha e a culpa erótica terão sido banidas”.

Isto, em práctica, significa mais ou menos o que todos nós já sabemos: as pessoas passam a dormir com quem quiserem, e ninguém pode ter pretensões de relacionamento a longo prazo com outra pessoa - quer seja num casamento, ou como pais.

Agora que isso deu início à bola de neve global do "casamento homossexual", os promotores parecem só ter alguns poucos mod-ups ainda por realizar. Estão a ser feitos esforços para se alargar ainda mais a já-de-si totalmente aberta definição de casamento de modo a que esta possa incluir múltiplos parceiros de qualquer um dos sexos, e também para se legalizar e aceitar a pedofilia  como uma expressão dos "direitos" das crianças.

Mas como todas as visões utópicas, a maior fraqueza do homossexualismo é o seu falhanço em reconhecer a totalidade da natureza humana. Essencialmente, o homossexualismo propõe um permanente estado de auto-indulgência adolescente, e para outros adolescentes auto-indulgentes, isto soa bem: "como todo o bolo, se quiseres, como ao pequeno almoço, ao almoço e ao jantar, e nunca ganhas peso".

Infelizmente, e desde os anos 60, nós temos sido educados para pensar que este programa é o significado real da liberdade, e que assegurar isto é todo o propósito da democracia. A ideologia já estava a ser promovida às crianças através da televisão nos programas infantis quando eu era criança.

Lembro-me do grande impacto causado em 1974 com um programa de TV chamado Free to be you and me que nos disse através duma série de bonitos sketches animados narrados por ícones esquerdistas dos anos 70 tais como Marlo Thomas e Alan Alda, que estava errado assumir, ou adoptar, os tradicionais papéis sexuais. Esta era a ideologia do género para as crianças.

Para aqueles que realmente tentaram colocar isto em prática, rapidamente se tornou óbvio que não é suposto os seres humanos funcionarem desta forma, e que basear todo uma cultura nesta proposição - tal como tem sido feito desde os anos 60 - irá criar um estado deplorável de caos social e emocional, para além de miséria, pobreza e egoísmo tal como o mundo nunca viu antes.

O problema principal com a versão homossexualista do sonho Marxista é que é preciso que todas as pessoas estejam de acordo. E eu quero mesmo dizer TODAS as pessoas. Os teóricos Marxistas sempre souberam que a utopia só irá funcionar se ninguém tiver a permissão para levantar a sua voz em objecção; todas as pessoas têm que concordar, e nenhuma voz de dissidência pode ter tolerada visto que ela pode arrebentar com a lógica de bolha de sabão que é todo este projecto.

A primeira voz a ser agressivamente silenciada, como sempre, é portanto a Igreja que propõe algo mais rico e mais fértil para o destino do homem que este materialismo e sensualismo simples - a igreja que, para além disto, tem um entendimento mais completo da natureza humana, e que sabe que licença para fazer tudo está muito longe de ser receita para a felicidade humana.

- http://bit.ly/1OM2g6q.



terça-feira, 9 de junho de 2015

Os Rothschilds e a CIA por trás de "Revolução dos cravos"


Na véspera de um dia de mistificação, vou-vos contar uma história, esta autêntica.

Os cravos vermelhos são, desde o Séc. XIX, um dos principais símbolos dos Rothschilds e dos banqueiros da City de Londres. Simbolizam o poder da banca internacional, como muito bem é caracterizado no final do filme «Mary Poppins» do Walt Disney (que detestava os banqueiros e os Rothschilds).

No dia 22 de Abril de 1974, entra no Tejo uma esquadra da NATO/OTAN, incluindo um porta-aviões e dois navios de guerra electrónica, o USS Warrior e o Iate Apollo. Na noite desse dia, descarregam cerca de trinta contentores no porto de Lisboa, cheios de cravos vermelhos da América do Sul. Para quem não saiba, em Portugal os cravos só florescem nos finais de Maio e início de Junho... Agora há estufas para cultura intensiva, mas na época não...

Na madrugada do dia 25/4, uma frota de camiões da NATO distribuiu esses cravos por várias unidades militares revoltosas, para que os soldados os colocassem nos canos das armas. Finalidade: indicar às forças «amigas» (da banca internacional) que estava tudo bem, e que o golpe era controlado por «eles»... Isto foi-me confirmado por várias fontes militares ligadas à NATO.

Depois, para encobrir a vergonhosa verdade. inventou-se a historieta (para tótós) de que teria sido uma certa D. Celeste Martins Caeiro, empregada da limpeza de um restaurante no edifício «Franjinhas» da rua Brancaamp que, tendo o dono (não era um dono, mas uma dona, e a «história» para tótós está toda aldrabada), que estava a aprontar a sala para a inauguração, dito para os empregados levarem as flores (cravos que ainda não havia à venda nessa altura em Portugal) para casa.

A D. Celeste leva-as para o Largo do Carmo - pessoalmente, a comandar uma frota de camiões da NATO - e começa a distribuir os ditos cravos, sabendo de antemão o que nem a PIDE/DGS suspeitava!

Outras «fontes revolucionáris» dão a D. Celeste como florista com lojinha no edifício do Cinema Império, que, com colegas, andou a recolher cravos inexistentes nos stocks para distribuir aos revoltosos... Estava mais bem informada que a PIDE, a CIA e a KGB, não contando o MI6 de Sua Majestade...

Enfim, e assim se alicerçam «a martelo» as mentirolas de Abril... Não a 1, mas a 25... E continuam.

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A «Revolução dos Cravos» não passou de um golpe da CIA


A censura do Facebook apagou-me há tempos um post onde eu explicava detalhadamente a orquestração do 25 de Abril de 1974 pela CIA americana, e descrevia a distribuição dos cravos vermelhos - símbolo da banca da City de Londres - pelas forças da OTAN que haviam entrado no Tejo a 22 de Abril...

Também descrevi, num dos comentários, o episódio em que as forças revoltosas da Escola Prática de Cavalaria foram paradas pelos blindados de lagartas (tanques M47) do Regimento de Cavalaria 7, fiéis ao governo de Marcello Caetano, quando estavam no Terreiro do Paço e avançavam para a Ribeira das Naus (primeira foto).

Nesse momento, a fragata Gago Coutinho (segunda foto) posicionou-se frente à praça, para fazer fogo sobre os revoltosos assim bloqueados, caso estes não se rendessem.

Nesse momento, o contratorpedeiro canadiano Huron das forças da OTAN meteu-se entre a Gago Coutinho e a Praça, anulando intencionalmente a manobra da nossa fragata, e abrindo caminho aos revoltosos (terceira foto).

Por fim, na página de Lisboa de Antigamente, encontrei as fotos da sequência funesta, demonstrando que afinal, a «Revolução dos Cravos» não passou de um golpe americano da CIA...

Se calhar, também me vão censurar este post...

Blindados de lagartas do Regimento de Cavalaria 7, fiéis ao governo de Marcello Caetano
Fragata Gago Coutinho posicionou-se frente à praça
Contratorpedeiro Huron das forças da OTAN meteu-se entre a Gago Coutinho e a Praça.
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Claro que os Americanófilos terão dificuldade em aceitar que, contrariamente ao que lhes foi dito, a NATO, os Americanos e a elite que controla o Ocidente não são os "bons", e nem são "maus"  aqueles que são contra os seus sonhos de manutenção e aumento da hegemonia militar, económica e cultura sobre o mundo. Essencialmente, a NATO só serve para submeter os países ao FMI e ao domínio  Anglo-Americano.

Nesta guerra de blocos imperialistas é complicado identificar um deles como estando do lado do bem, e outro estando do lado do mal, mas é muito fácil dizer que a NATO não luta pela "democracia", e que os interesses económicos da elite financeira mundial (liderada pela família do escudo vermelho) estão na base de quase todas "revoluções" e conflictos armados no mundo.

Os Portugueses têm sido enganados há 40 anos sobre a "revolução", e as vozes que sabem da verdade (como o Carlos) estão a ser censuradas. A única forma de garantirmos que as gerações vindouras saibam da verdade que se abateu sobre a nação, e como o país está a ser controlado por interesses financeiros sediados em Londres, e falando aos outros.



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