sábado, 28 de março de 2015

A revolta de Rebecca contra o feminismo

Por Rebecca

Já sou uma seguidora das suas palavras há já muito tempo. Visto que você era das poucas pessoas a expor o movimento feminista, tomei a decisão de lhe pedir um conselho. Sou uma mulher jovem - com 20 anos, para ser mais exacta; li o seu material a revelar o feminismo como uma revoltante obra de engenharia social e fico contente por ter lido o que li antes do feminismo me ter arruinado a vida.

Antes de encontrar o seu site, eu era uma feminista que já estava a seguir o caminho auto-destrutivo que é encorajado pela actual sociedade mainstream; nomeadamente, o de ser uma "mulher forte e independente" que coloca a sua carreira antes de tudo o resto, e assim por diante. Basicamente, eu era feminista normal, enganada e idiota útil. Agora que já li os seus maravilhosos artigos, passei a conhecer a verdade e tenho estado a limpar a minha alma da indoutrinação feminista que a sociedade me deu.

Por vezes os meus esforços param subitamente devido à forma como as mulheres femininas são vistas e tratadas nesta sociedade revoltante; todas as pessoas odeiam mulheres femininas, e sempre que há uma oportunidade de falar mal delas, toda a gente fala. As idióticas mulheres feministas constantemente agem como se elas fossem melhores que as mulheres tradicionais mais femininas; elas agem como se elas fossem mais espertas e, de forma geral, melhores, minimizando sempre os meus propósitos - tais como os de querer ser uma esposa e uma mãe, e querer criar uma família feliz e saudável. Uma feminista enganada qualificou as mulheres que tomam a decisão de ficar em casa a cuidar dos seus filhos de drenos, isto é, como pessoas que drenam os recursos da sociedade.

Os assim chamados "homens" actuais são igualmente maus e também se encontram sob uma lavagem cerebral idiótica. Também eles agem como se as mulheres que dedicam as suas vidas a criar uma família, e a educar crianças, fossem idiotas, de mentes fracas, cabeças no ar, e assim por adiante. Os homens actuais falam coisas más sobre as mulheres femininas mas ficarão impressionados e apoiarão as mulheres não-femininas, masculinizadas, feministas alfas que levaram uma lavagem cerebral e escolheram dedicar a sua vida à escravatura salarial --- oopss, digo, a serem independentes e a tentar construir uma carreira.

Por exemplo, os homens olham para as mulheres femininas, tradicionais, que ficam em casa e que se dedicam a educar os seus filhos e a serem boas esposas para homens fortes, como mulheres inferiores, perdas de tempo, estúpidas, preguiçosas e parasitas. Mas eles olham para as mulheres enganadas que se alistam nas forças militares ou que trituram as suas vidas em algum emprego (especialmente num emprego masculino) como tudo de bom que existe no mundo, maravilhosas, e tudo o que as mulheres têm que ser.

Os homens actuais gostam quando as mulheres agem como os homens; os homens também perseguem as mulheres alfa, masculinizadas, dominantes e feministas para relacionamento e para casamento.

Os homens tradicionais masculinos são também gozados e menosprezados pela sua hedionda sociedade - tanto pelos "homens" como pelas mulheres. Sempre que as criaturas modernas andrógenas se cruzam com um verdadeiro homem masculino, elas sentem a necessidade de atacar a essência da sua existência - desde a forma como ele anda (como um homem e não como um idiota efeminizado), até às suas crenças tradicionais. Tudo em redor dos homens masculinos é gozado e atacado, e os homens masculinos sofrem o inferno nesta sociedade feia, mas as mulheres femininas sofrem mais.

E por fim, temos os média a exibir de modo constante a narrativa das mulheres anti-femininas: programas de televisão, filmes, livros, vídeos de música, programas infantis, livros aos quadradinhos com heroínas feministas masculinizadas que lançam para bem longe o seu papel feminino e caracterizam-no como algo inferior. Ver as mulheres femininas a serem atacadas, menosprezadas, rebaixadas e desrespeitadas todos os dias e de todas as formas possíveis por parte dos simplórios enganados por vezes é tão difícil.

Devido a estas coisas, viro-me para si para ajuda espiritual, aconselhamento e encorajamento. Por favor, ajude-me a entender que os idiotas da sociedade actual - tanto os homens como as mulheres - estão errados e que a mulher tradicional feminina é um ideal maravilhoso que deve ser apreciado, amado e respeitado.

Por favor, ajude-me a elevar-me para cima da tóxica narrativa anti-feminina que circunda a sociedade actual, e ajude-me a entender que ela está errada e que o papel da mulher tradicional feminina, que dedica a sua vida a criar um lar e uma família com um homem forte, é um papel valoroso digno da admiração que teve no passado distante.

Por favor, ajude-me porque é tão desencorajador ouvir os idiotas rir de forma contínua sobre o quão "estúpidas" as mulheres são porque elas não se conformam com a insípida vida feminista de CARREIRA DINHEIRO TRABALHO DINHEIRO COMPETIR QUE NEM UM ROBÔ.

As suas palavras serão muito apreciadas!!

- http://goo.gl/Ls4aat


* * * * * * * *

Na verdade, a Rebecca não precisa de aconselhamento porque ela já se apercebeu da natureza satânica do feminismo; tudo o que ela precisa agora é de encontrar exemplos reais de mulheres femininas, tementes a Deus e que andam nos caminhos do Senhor, e as probabilidades dela se tornar totalmente imune ao veneno da sociedade aumentam.

Há no entanto uma coisa que a Rebecca falha em entender (que não afecta de maneira nenhuma a sua análise do feminismo): os homens não perseguem as mulheres masculinizadas para casamento, mas só para sexo casual. Normalmente, quanto mais a mulher adopta o comportamento masculino, mais promiscua ela se torna - muito porque muitas mulheres que adoptam o comportamento masculino erradamente pensam que os homens valorizam o sucesso sexual das mulheres da mesma forma que as mulheres valorizam os homens que conseguem ter sexo com muitas mulheres.

O facto dos homens terem uma rejeição universal por mulheres promiscuas é tão óbvio que até os homens esquerdistas preferem casar com mulheres femininas e castas (e não com as masculinizadas feministas que eles supostamente tanto "apoiam").



segunda-feira, 23 de março de 2015

Como o feminismo beneficia a mulher branca acima das outras mulheres

Modificado a partir do original de Nick Chiles

Os mais recentes comentários de Patricia Arquette logo após ter vencido um Óscar, salientaram a longa divisão racial que existe dentro do movimento feminista. Isto foi o que Arquette disse:

Portanto, a verdade é que, embora nós possamos sentir que temos direitos iguais na América, um pouco abaixo da superfície existem questões em jogo que afectam de modo real as mulheres. E chegou a hora de todas as mulheres na América, e de todos os homens que amam as mulheres e de todos os homossexuais, e de todas as pessoas de cor por quem nós tanto lutamos, de lutar agora por nós!

Claramente que na sua mente de Patricia Arquette o "nós" não incluía as mulheres Negras visto que estas já estavam incluídas no grupo das "todas as pessoas de cor por quem nós tanto lutamos". Eis então cinco evidências que confirmam que o feminismo é um movimento criado para o benefício exclusivo da mulher branca da classe média-alta (tal como Patricia Arquette):

1. O Movimento Não Inclui as Experiências das Mulheres Negras.

As mulheres negras que participaram no movimento feminista durante os anos 60 depararam-se frequentemente com um tipo de racismo que assumia a forma de exclusão: segundo a revista "The Thistle", do "Massachusetts Institute of Technology", as mulheres negras nunca eram convidadas para participar em painéis de conferências que não estavam focados especificamente nas mulheres negras ou nas mulheres do Terceiro Mundo.

Semelhantemente, elas não se encontravam igualmente, ou proporcionalmente, representadas nos departamentos de estudos femininos das faculdades, e nem havia disciplinas especificamente dedicadas a estudar a história da mulher negra. Na maioria dos escritos do movimento das mulheres, as experiências da mulher branca da classe média-alta eram descritas como "experiências femininas" universais, ignorando de modo claro as diferenças entre as experiências que existem entre as mulheres negras e as mulheres brancas (consequência da etnia e da classe social).

Para além disso, as mulheres negras mais conhecidas eram frequentemente tratadas como símbolos; o seu trabalho era aceite como representativo "da" experiência negra, e o mesmo raramente era criticado ou questionado.

2. As Feministas Brancas Não Admitiam o Seu Racismo.

Parte da frustração que a maioria das mulheres negras dentro do movimento das mulheres sentia era a falta de vontade das feministas brancas em admitir o seu racismo. Segundo o The Thistle, esta falta de vontade vem do sentimento de que aqueles que são oprimidos não podem oprimir os outros. As mulheres brancas acreditavam que devido à opressão que elas sofriam por parte dos homens brancos, elas eram incapazes de assumir o papel dominante na perpetuação do racismo dos brancos.

Mas é por demais óbvio que elas absorveram, apoiaram e até promoveram ideologias racistas, chegando até a agir de modo individual como opressoras racistas. Tradicionalmente, a esfera de influência feminina tem-se estendido para fora de casa, e não é acidental o facto, em 1963, sete vezes mais mulheres de cor do que mulheres brancas (das quais 90% eram negras) se encontrarem empregues como trabalhadoras domésticas privadas.

As feministas brancas olham para os homens brancos (e nunca para si mesmas) como parte da sociedade patriarcal, racista e classista dentro da qual todos nós vivemos.

3. Todos os Movimentos das Mulheres Foram Fundamentados no Racismo.

Não só as feministas brancas se recusaram em reconhecer a sua habilidade para oprimir as mulheres de cor, como algumas alegaram que elas sempre haviam sido anti-racistas. A falecida escritora feminista Adrienne Rich alegou:

As nossas ancestrais brancas....frequentemente colocaram em causa o patriarcado ... não para benefício próprio, mas para o benefício dos homens negros, das mulheres negras, e das crianças negras. Nós temos uma forte tradição feminina anti-racista.

Mas Bell Hooks salientou que "existem poucas evidências históricas que documentam a alegação de Rich de que as mulheres brancas, como um grupo colectivo ou como defensoras dos direitos das mulheres, fazem parte duma tradição anti-racista.”

Todos os movimentos das mulheres nos Estados Unidos foram construídos sobre um fundamento racista: sufrágio feminino para as mulheres brancas, a abolição da escravatura como forma de fortalecer a sociedade branca, o movimento de temperança como forma de elevação moral da sociedade branca. Nenhum destes movimentos era para a emancipação da mulher negra ou para a igualdade racial; em vez disso, e tal como afirmado pela revista "The Thistle", eles emergiram dum desejo de fortalecimento da sociedade ou da moral branca, ou dum desejo de elevar a mulher branca dentro da sociedade.

4. O Movimento Focou-se Exclusivamente nas Preocupações das Mulheres Brancas da Classe Média-Alta.

Tal como salientado pela escritora Kerilynn Engel, uma das principais batalhas da segunda vaga do feminismo era o de permitir que as mulheres trabalhassem fora de casa - em vez de se esperar delas que cumprissem o papel de donas de casa e o papel de mãe. Mas as mulheres negras nunca se poderiam identificar com esta realidade porque elas tinham um historial de escravatura e de trabalho forçado. A maior parte delas nunca teve a escolha de ficar em casa a cuidar do lar e dos filhos porque elas não tinham essa liberdade.

Semelhantemente, o foco nos direitos abortivos ignorou a história e a realidade das mulheres de cor que no passado haviam visto negado o seu direito de ter filhos, ou haviam visto os seus filhos a serem retirados delas.

5. As Feministas Assumiram que Todas as Suas Líderes Seriam Mulheres Brancas.

As mulheres com quem falar, tais como Betty Friedan e Gloria Steinem, eram tidas como as porta-vozes do movimento feminista embora elas não tivessem como, e nem pudessem, representar as preocupações de todas as mulheres.

Segundo a escritora Kerilynn Engel, feministas negras tais como Flo Kennedy e Dorothy Pitman Hughes, que também falavam do racismo, não eram frequentemente colocadas em posições de destaque como líderes do movimento feminista. Nunca foi assumido que elas pudessem representar os interesses das mulheres brancas, mas só o contrário (as mulheres brancas a representar os interesses das mulheres negras).

http://goo.gl/5ZrG4J.



quarta-feira, 18 de março de 2015

5 evidências de que as feministas querem o poder supremo

Por Anti-Feminist

É difícil as feministas terminarem uma frase sobre homens e/ou mulheres sem mencionar a palavra "violação" pelo menos uma vez. Esta palavra encontra-se no cerne da sua narrativa queixosa contra os homens, e a ideia de que a sociedade aprova o abuso sexual de mulheres por parte dos homens é o âmago das suas exigências em torno de mudanças nas políticas governamentais e políticas do ensino superior. No entanto, quando se começam a comparar os mitos feministas com os factos, a narrativa de violação do movimento revela-se como algo que de maneira alguma está relacionado com a violação.

1. Ignorar ou suprimir metade das violações, com base em quem é a vítima, não é oposição à violação.

A narrativa feminista em torno da violação afirma que a violação é uma arma de dominação patriarcal. No seu livro com o nome de "Against Our Will : Men, Women, and Rape", a feminista Susan Brownmiller declara a premissa desta forma:

Desde os tempos pré-históricos até hoje, acredito eu, a violação tem desempenhado uma função importante. Ela nada mais é que um processo consciente de intimidação através do qual todos os homens colocam as mulheres num estado de medo.

O problema com esta premissa é que a ciência revela que os homens são violados pelas mulheres com frequência quase idêntica à frequência com que as mulheres são violadas pelos homens.

Os homens são socialmente condicionados (muitas vezes através da vergonha) a suprimir o facto de que as suas próprias experiências de terem sido violados pelas mulheres realmente são violações. Também não ajuda o facto do governo ajudar esta supressão recusando-se teimosamente de chamar os abusos sexuais cometidos pelas mulheres por aquilo que eles realmente são. (...) Os estereótipos sociais levam as pessoas a olhar para a coação sexual masculina duma forma mais dura que a coação feminina.

Longe de permitir os homens que violem as mulheres, a sociedade usa estereótipos sexuais e dualidade de critérios legais como forma de permitir que as mulheres abusem os homens. Nós suspeitamos que estes números sejam baixos visto que somos socializados a pensar que as mulheres são incapazes de abusar sexualmente os homens, e também não nos importamos se elas assim façam.

Um estudo particularmente revelador demonstrou que entre os rapazes que se encontram em centros de detenção juvenil e que haviam sido vítimas de agressão sexual, 9 em cada 10 deles havia sido violado por funcionárias (mulheres), pese embora o facto das mulheres serem menos de metade do staff. Se levarmos em conta o facto da violação mulher-homem ser suprimida através do inato viés ginosimpatético e da propagada feminista, é bem provável que o número real de abusos sexuais levados a cabo pelas mulheres na população geral seja mais elevado - e não mais baixo - que aquele que as pesquisas actuais revelam, o que destrói por completo a ideia da violação ser um fenómeno homem-na-mulher.

Mais ainda, contrariamente às percepções populares e às desonestas narrativas carregadas de ódio por parte das feministas, as mulheres são, na verdade, as perpetradoras da maioria das agressões não-sexuais dentro dos relacionamentos, cometendo duas vezes mais violência doméstica não-recíproca que os homens, e são também, no geral, mais "controladoras e agressivas" que os homens. Dado este facto, é razoável assumir que até o número de agressões sexuais revelando taxas comparáveis dos abusos sexuais mulher-no-homem estejam demasiado baixos, e que de facto as mulheres estão a cometer a maioria das violações contra os homens, e que estas violações simplesmente não estão a ser entendidas, examinadas e tidas como violação.

Se por acaso colocarmos todas as violações em cima da mesa, as feministas querem varrer a maior parte dela para fora dessa mesma mesa com base em nada mais que o sexo das vítimas e dos perpetradores. Este programa sistemático levado a cabo pelas feministas, de se focarem nas vítimas femininas e nos homens violadores, não está de maneira alguma relacionado com a prevenção da violação, mas sim relacionado com a tentativa de instigar o medo nos homens devido ao factos destes serem uma casta vítima de ataques políticos.

2. Expandir o número de actividades consideradas como violação é uma forma de expandir o campo de oportunidades de vitimização da casta odiada. 

Conceitos sociológicos descaradamente supremacistas tais como "violação do olhar" (baixar os olhos é uma expectativa comum de uma casta inferior) são comuns nos círculos centrais do feminismo, mas normalmente estão debaixo do radar das pessoas inocentes que são normalmente tomadas pelo mito de que o feminismo é pura e simplesmente "igualdade".

Esta táctica absurda do feminismo, de instigar o medo e o ódio em metade da raça humana, estende-se até aos logotipos universitários de animais cujo sexo dificilmente pode
ser determinado, e um aumento da retórica em torno da "cultura de violação", porque, em homenagem a uma extensão Freudiana desmesurada, tinha a aparência dum pénis.

Obviamente, a premissa subentendida da narrativa em torno da "cultura de violação" é que a mera presença de masculinidade - imaginária ou não - é um problema que precisa duma solução visto que é alegado que ela promove uma cultura de abuso sexual das mulheres maciçamente por parte dos homens. Uma percepção que, segundo as pesquisas em torno da violação mostra, é fomentada pela intolerância sexista.

Esta percepção distorcida é promovida não só pelos elementos "marginais" ou "radicais" do feminismo, facilmente colocados de parte, mas sim pelo feminismo da corrente oficial que propaga um discurso de ódio perigoso juntos das mais elevadas esferas de poder, onde o mito "Uma em Cada Cinco" e as ultrajantes narrativas Dolchstoss, da exploração de raparigas por parte dos homens, justificam acções governamentais sistemáticas contra os homens.

3. Escolher a aplicação do consentimento revela uma agenda que tem como alvo a casta odiada.

Os esforços que visam construir o aspecto do consentimento nas agressões sexuais são fundamentais na estratégia do feminismo de instalar um padrão-duplo supremacista que visa os homens, explorando as percepções populares de que a violação é quase exclusivamente um fenómeno homem-na-mulher. Os esforços recentes de implementação de padrões de "consentimento afirmativo" nas universidades (tomem atenção ao vídeo onde a mentira "Uma em Cada Cinco" é usada como justificação) têm recebido muita atenção. No entanto, pode ser mais ilustrativo examinar as políticas de consentimento embriagado na forma como ele se aplica a uma variada gama de actividades consideradas como violação.

Todos nós estamos de acordo que uma pessoa adormecida, quer esteja desmaiada sob efeito de intoxicação ou apenas adormecida, não pode consentir a nada. Portanto, vamos estabelecer que isto é uma linha base comum, e focar a nossa atenção no consentimento consciente mas embriagado.

Uma coisa importante a levar em conta, como forma de entender a premissa subentendida da retórica feminista em torno do consentimento, é notar que a agressão sexual não é um unico crime onde o consentimento é um factor importante. Vamos examinar alguns destes crimes com o mesmo olhar que existe no conceito feminista de que uma pessoa embriagada não pode consentir.
  • Manter uma pessoa num lugar sem o seu consentimento é um crime com o nome de aprisionamento indevido. Se uma pessoa sóbria deixa uma pessoa bêbada dormir na sua casa, uma situação que presumivelmente a pessoa bêbada não pode consentir, será que a pessoa sóbria está a cometer um crime? Pensem nisso da próxima vez que derem uma festa e tomarem, à força, as chaves do carro dum amigo bêbado.
  • Transportar uma pessoa sem o seu consentimento é um crime com o nome de rapto. Se uma pessoa sóbria dá boleia a uma pessoa bêbada, algo que presumivelmente a pessoa embriagada não poderia consentir, será que a pessoa sóbria está a cometer um crime? Pensem nisso da próxima vez que derem boleia a um amigo bêbado até à sua casa.
  • Levar as posses duma pessoa sem o seu consentimento é um crime com o nome de roubo. Se uma pessoa sóbria deixa que uma pessoa bêbada pague uma refeição, ou a gasolina, a caminho de casa (provenientes dum jantar) - uma transferência de propriedade que a pessoa bêbada presumivelmente não pode consentir - é isso um crime? Pensem nisso da próxima vez que concordarem em ser o condutor designado.
Se a vossa resposta para todas estas questões foi "Claro que não!", esse é o ponto importante. Devido à influência da retórica feminista, a expansão da percepção pública do comportamento criminoso baseado na inabilidade da pessoa embriagada de consentir, só se aplica à agressão sexual. Isto é porque o foco feminista no consentimento embriagado escolhe a dedo o único crime que elas massajaram a nossa percepção de modo a que, contrariamente ao que revelam as evidências científicas, nós olhemos para ele como uma expressão colectiva do poder masculino contra as mulheres.

De todos os possíveis exemplos de bêbados conscientes a concordar com uma actividade que seria considerada criminosa sem um consentimento sóbrio e afirmativo, a violação é o único exemplo que o feminismo nos socializou a olhar como um que implica todos os homens, e só os homens. A violação é o único crime que interessa porque o verdadeiro propósito é implicar os homens. Esta é a lógica do ódio.

A preocupação aqui não é proteger as pessoas intoxicadas de trocas concordadas que elas estavam supostamante incapazes de consentir. O verdadeiro propósito da narrativa feminista em torno do consentimento é permitir acção governamental punitiva contra os homens como uma casta.

4. Suprimir o conhecimento em relação às falsas acusações de violação e suprimir as liberdades civis dos acusados.

As falsas acusações de violação são um tópico sensivel visto que ninguém quer rejeitar de modo sumário o sofrimento de vítimas genuínas de agressão sexual. Excepto, obviamente, aqueles que de modo sistemático suprimem o reconhecimento de metade das vítimas de violação, que são homens que foram abusados por mulheres. Mas nós já falamos disto.

Mas existem alguns factos perturbadores em relação às falsas acusações de violação. O argumento feminista dos "Dois Porcento", que se centra na raridade das falsas acusações de violação, já foi repetidamente refutado. Os números reais são claramente difíceis de obter, mas é bastante ilustrativo para o ponto em questão que mais de um terço das pessoas falsamente acusadas dum crime (e mais tarde exoneradas) haviam sido falsamente acusadas de violação, e que a esmagadora maioria destas condenações prendiam-se com acusações falsas (23%) ou com a identificação da pessoa errada (80%).

Com a ampla disseminação da tecnologia vídeo, as mulheres têm sido cada vez mais apanhadas no acto de falsamente acusar um homem inocente de agressão sexual por delitos tão horríveis como esperar que as passageiras paguem o táxi, ou simplesmente por fazer o seu trabalho como polícia. Note-se que não estamos a fazer uma generalização sexista e ampla em torno do carácter das mulheres. (...) O que estamos a alegar é que as falsas alegações de violação contra os homens são apoiadas por um viés cognitivo inato de proteger as mulheres (algo que afecta tanto os homens como as mulheres), exacerbado pela agressiva supressão feminista da genuína natureza não-sexualizada da violação e a dimensão das falsas acusações.

As mentiras feministas em torno das falsas acusações de violação são formas através das quais as feministas infantilizam as mulheres, usando os antigos estereótipos da donzela-em-apuros, e impedindo o desenvolvimento moral das mulheres como adultos maduros. O processo de supressão activa da realidade das falsas acusações de violação, visto que serve para encorajar as falsas alegações, causa exactamente o contrário do problema que alega tentar esclarecer.

Isto significa que, tal como vimos nas taxas de violação mulher-para-homem, as taxas de falsas acusações de violação contra os homens muito provavelmente são mais altas do que as pessoas razoáveis mas mal-informadas suspeitam.

5. Institucionalização do Poder Supremacista.

O propósito explícito de todos estes ataques sexistas, de todas as narrativas queixosas, e dos argumentos do movimento de ódio para a responsabilização colectiva dos homens, é o de justificar a acção governamental de marcar os homens como a casta de "violadores". Esta retórica feminista da "classe de violadores" isenta metade dos casos actuais de violadores ao mesmo tempo que cria uma lista de violadores falsamente acusados. O verdadeiro critério é puramente demográfico: membros duma casta de humanos odiada que é escolhida para castigo por parte dos membros da casta superior.

Os castigos com base nas castas é sancionado pela fragilização activa das liberdades civis, tais como a presunção da inocência, que tem sido pedra angular da justiça há séculos. Motivadas pelo discurso de ódio das mentiras feministas, a sociedade corrói estes princípios básicos da justiça, preferencialmente contra uma classe de seres humanos que, em contradição directa às narrativas feministas em torno do patriarcado, já sofre o maior viés calculado do nosso sistema de justiça.

A sistemática acção governamental que tem como alvo os homens, e a sua qualificação como violadores é, desde logo, justificada pelo conceito Dolchstoss, a teoria da Conspiração Patriarcal Global - um mito queixoso feminista central que progride apesar das pesquisas em relação à violência doméstica que provam que ela nada mais é que uma fantasia sexista.

Conclusão:

A obsessão feminista com a violência sexual de maneira alguma está relacionada com medidas que visam impedir a agressão sexual. Se assim fosse, as feministas não iriam suprimir conhecimento e rejeitar preocupações em torno das mulheres violadoras e dos homens que são vítimas. E de maneira alguma está também relacionada com a protecção das mulheres que são vítimas porque se assim fosse, as feministas iriam desenvolver esforços para averiguar se as acusadoras realmente são vítimas.

As feministas mentem-nos em torno da natureza da violação de modo a que só uma classe de seres humanos seja acusada, punida e aprisionada. A retórica em torno da "cultura de violação" claramente mais não é que ódio e uma forma de obter poder supremo.

- http://goo.gl/ZUNVvP



sexta-feira, 13 de março de 2015

O porquê dos bilionários financiarem o feminismo

By: Jay Dyer

Tenho recebido várias mensagens por parte de feministas questionar o porquê de me atrever a questionar os direitos das mulheres, a suposta igualdade e o empoderamento. Havendo já escrito um artigo em torno da natureza Satânica do feminismo, a crença operacional por parte destas questionadoras é, obviamente, orientada pela narrativa oficial da História como nada mais que uma opressão patriarcal, onde só nos últimos séculos a "tirania" dos homens brancos envelhecidos foi exposta dentro da enorme teoria da conspiração conhecida como género.

Claro que nada disto é verdade, mas achei apropriado responder a estas acusações e explicar a verdadeira natureza do feminismo como um plano (dos tecnocratas) de engenharia social levado a cabo como forma de reorganizar a humanidade. Para entender isto, temos que analisar os verdadeiros agentes por trás da "emancipação das mulheres", começando essencialmente no período do Iluminismo e da Revolução Francesa, passando pela Comuna de Paris, e acabando na aliança com o Marxismo e com o socialismo como forma de gerar uma frente organizada contra o longo domínio dos homens malignos, estúpidos e tirânicos.

Como é normalmente o caso, a verdadeira história e o poder por trás destas causas revolucionárias eram oligárquicas e subversivas, sem qualquer tipo de interesse nas mulheres no geral, mas sim com um interesse da desconstrução da sociedade ocidental por parte das elites endinheiradas.

Embora isto possa soar contra-intuitivo, o facto é que quase todos os assim-chamados movimentos "liberais" foram financiados, cooptados, usados e aproveitadas pelo poder financeiro como forma de guerra psicológica tendo em vista a destruição da ordem existente. O feminismo não é excepção disto, e, tal como o Marxismo, teve o apoio de interesses financeiros poderosos que poderiam utilizar a "emancipação", apelando à ignorância iludida e ingénua dos jovens, tal como o mundo testemunha com a revolução cultural de Mao.

Logo, da mesma como que elite banqueira financiou os revolucionários da Rússia e da China como forma de desestabilizar os regimes existentes, com o feminismo e com a "emancipação das mulheres", a destabilização das massas poderia ser mais facilmente atingida, e não só através da alteração das estruturas sociais, mas também com um ataque ao género.

O ataque ao género é um processo longo e científico que teve início com a emancipação das mulheres e estando, agora, consumado com uma reescrição sintética de toda a natureza. No decorrer deste caminho longo, cientificista e tecnocrata, os oligarcas argumentaram que a inversão de todas as ordens naturais através da subversão resultaria no Admirável Mundo Novo de androginia forçada - a feminização dos homens e a masculinização das mulheres.

Por volta do Iluminismo, Mary Wollstonecraft havia falado como uma defensora primitiva dos "direitos das mulheres" com o seu Vindication of the Rights of Women, publicado em 1792. Daí, e juntamente com os radicais da Comuna de Paris, a assim-chamada libertação foi uma onde a remoção das monarquias existentes deu origem ao socialismo e ao republicanismo. É importante lembrar que o iluminismo de Weishaupt era comunismo, e que a liberté, egalité, fraternité, tão reverenciadas pelos Jacobinos iluministas e pelos revolucionários, encontrou o seu complemento natural junto da emancipação das mulheres.

Podemos, portanto, ver paralelos entre a Maçónica Declaração dos Direitos do Homem com tratados tais como o da Wollstonecraft. O mesmo igualitarismo radical do comunismo de Paris manifestar-se-ia mais tarde na propaganda Bolchevique e Soviética quando era dito às mulheres que lançassem para longe a escravatura de domesticidade em favor das ocupações masculinas.

Avançando rapidamente para o último século encontramos a mesma estratégia: a filha de Rockefeller, Abby, foi instrumental no estabelecimento da Cell 16, um grupo feminista radical que promovia o celibato e o fim dos papéis de género tradicionais. Abby e a Cell 16 organizaram algumas das primeiras conferências feministas que se tornariam influentes junto da estratégia da "Terceira Vaga do Feminismo" de ataque ao Ocidente.

A biografia autorizada dos Rockefellers feita por Collier e Horowitz apresenta Abby como uma rebelde contra a aparência capitalista da família, mas tal como iremos ver, isto não está propriamente correcto. Collier e Horowitz escrevem:

Mais para o final de 1968, ela [Abby] foi visitada por um outro tipo de suplicante. Era Roxanne Dunbar, e ela estava a pedir financiamento como forma de enviar uma delegação para uma conferência feminista vindoura (em Chicago), a primeira grande reunião deste tipo. Juntamente com Dana Densmore, Betsy Warrior, e algumas outras precursoras do novo movimento das mulheres, Roxanne já havia fundado e publicado a edição inaugural do "The Journal of Female Liberation". ..

‘Durante toda a minha, sempre me considerei uma feminista, embora nunca usasse essa frase porque odiava tudo o que envolvesse a palavra "feminina". Não era um caso de auto-ódio, mas sim a realização de que, como mulher, não havia nada que me tivessem dado que eu pudesse gostar. 

Todas as associações eram repelentes para mim. Todos os maneirismos "femininos" - colocar maquilhagem, usar roupas que os homens criaram, agir da forma que os homens haviam estipulado - pareciam ser  armadilhas criadas com o propósito de levar as mulheres a agir duma forma desprezível para os homens, levando a que eles as odiassem..’…

Com Roxanne e com as outras, Abby deu início à Cell 16, que rapidamente se tornou da principal organização feminista.  (The Rockefellers: An American Dynasty, 599-600.)

Claro que nos é dito que Abby era a ovelha negra da família, e que o seu Marxismo e o seu feminismo eram uma oposição directa à família, no entanto quando levamos em conta o apoio que a Fundação Rockefeller deu aos vários projectos, vêmos que eles não são desconhecedores das causas feministas. De facto, no seu editorial de 1973 feito para o New York Times, David Rockefeller elogiou de modo sonante a China Maoista (...).

Mesmo hoje, os projectos da Fundação Rockefeller envolvem o financiamento de inúmeros projectos de emancipação das mulheres, todos eles sob a máscara do populismo (como exemplo, vejam aqui, e aqui). Ironicamente, o populismo é algo que David Rockefeller escarnece nas suas Memórias:

PARANÓIA POPULISTA

Durante mais de um século os ideólogos extremistas em ambos os lados do espectro político agarraram-se aos incidentes amplamente publicitados, tais como o meu encontro com [Fidel] Castro, como forma de atacar a família Rockefeller pela desmesurada influência que eles alegam que nós temos junto das instituições políticas e económicas Americanas. Alguns chegam a acreditar que fazemos parte duma cabala secreta que opera contra os interesses dos Estados Unidos, caracterizando a minha família de "internacionalistas" e acusando-nos de conspirar com outros espalhados pelo mundo como forma de construir uma estrutura política e económica mais integrada - um mundo único, se posso falar assim. Se essa é a acusação, então sou culpado e orgulhoso disso. (“Proud Internationalist,” Memoirs, pg. 405)

Outro exemplo colossal deste estratégia de subversão é o uso de feministas radicais tais como as Pussy Riot ou as Femen por parte de ONGs financiadas por George Soros. No caso de Soros e das ONGs do Departamento de Estado Americano, estes movimentos feministas radicais têm o propósito de serem factores de desestabilização social e psicológica. De facto, estes grupos circenses existem como forma de levarem a cabo terrorismo estético, todos eles com o apoio de bilionários e como forma de gerarem dissidência contra Putin e contra a Eurásia.

Certamente que existem outros métodos, tal como se vangloriou Soros ao afirmar que financiou a crise da Crimeia através da revolução colorida. Kurt Nimmo explica:

George Soros disse ao Fareed Zakaria da CNN durante o fim de semana que ele foi responsável pelo estabelecimento duma fundação na Ucrânia que, em última análisa, contribuiu para o derrube do líder nacional eleito, e para a instalação duma junta esclhida a dedo pelo Departamento de Estado.

“Começando pela Ucrânia, uma das coisas que muitas pessoas reconheceram em relação a si é que você, durante as revoluções de 1989, financiou muitas actividades dissidentes e grupos da sociedade civil na Europa do Leste, na Polónia, na República Checa. Você está a fazer a mesma coisa na Ucrânia?"  Zakaria perguntou a Soros.

“Bem, estabeleci uma fundação na Ucrânia antes dela se tornar independente da Rússia. E essa fundação tem operado desde então, e desempenhou um papel importante nos eventos de hoje", respondeu Soros.

De igual modo, o produtor de Hollywood Aaron Russo encontrou-se com Nicholas Rockefeller e relatou numa entrevista que Nicholas o havia informado da verdadeira natureza do feminismo e do porquê desse movimento ter sido financiado pelas elites.

O cerne da questão é que o feminismo, e a assim chamada "emancipação" das mulheres, é útil para os tecnocratas bilionários como forma de reorganizar a sociedade; esse movimento de maneira alguma está relacionado com a emancipação ou a liberdade, mas sim com a escravização das paixões e, por fim, com a morte através da disgênica e através da queda das taxas de reprodução.

A explicação é melhor dada através das próprias palavras de Russo, especialmente se levarmos em conta a admissão de Gloria Steinem de que o feminismo, através da Ms. Magazine, foi financiado pela CIA:

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O feminismo, tal como o movimento homossexual, tal como os movimentos raciais, tal como o comunismo, e virtualmente tal como quase todos os movimentos sociais impostos pela elite nos países de maioria branca e Cristã, são manobras de subversão cultural, e não medidas que visam proteger os direitos supostamente perdidos pelas "minorias" étnicas e/ou "minorias" sexuais. Dado isto, resistir ao feminismo é resistir às imposições da elite sobre a sociedade, e não uma luta contra os "direitos das mulheres".

Como já dito no passado, o feminismo Americano foi financiado, apoiado e promovido (em oculto) pelos homens da elite como forma de desorganizar a sociedade. Logo, quem quer que resista ao feminismo, está a revelar um apoio forte à ordem social que (ainda) existe no seu país. Por outro lado, as mulheres que dão o seu apoio ao feminismo, estão a preparar o caminho para a futura instalação duma ditadura.



domingo, 8 de março de 2015

É o Dia Internacional das Mulheres propaganda Comunista?


Há já muito tempo que o Dia Internacional das Mulheres (8 de Março) é uma ferramenta de propaganda Comunista. O que é que significa o facto deste feriado Soviético estar embutido na nossa cultura? Claramente, o Comunismo não morreu; ele apenas sofreu algumas modificações e passou a agir através de ideologias como o Feminismo.

Isto confirma a famosa alegação de Norman Dodd de que o Presidente da Ford Foundation lhe disse em 1954, que a agenda era levar a cabo uma "engenharia social" dentro da vida Americana de modo a que "ela se possa mergir confortavelmente com a União Soviética" como parte do governo mundial controlado pelos banqueiros. Todos os anos os média supostamente capitalistas ecoam os antigos brometos Soviéticos em torno da opressão da mulher, a edição da violência doméstica, e todos os anos eu publico esta refutação.

O "Dia das Mulheres" finge celebrar as mulheres mas o poster perto da minha casa em Winnipeg mostra uma megera ranzinza agitando um martelo. 


Ela parece estar possuída, e o sub-título diz, "se eu tivesse um martelo...".  O que é que ela faria com o martelo? Destruiria a sociedade? Atacaria as mulheres que querem um marido e filhos?  Estas opções não são assim tão fora do contexto.

Por baixo do anúncio de dança lê-se: "Vem esmagar o patriarcado à meia-noite". Não parece que ela tenha muito que temer por parte dos homens.

É pedido às mulheres que irão participar na marcha que tragam "os vossos capacetes, os cintos de ferramentas, coletes de segurança e ideias para trocar."  De forma típica dos Comunistas, eles definem as mulheres de uma forma que as retira da existência, isto é, como homens carpinteiros.

Através do substituto feminista, os Comunistas retiraram das mulheres a sua segurança e a honrada identidade social como mães e esposas, e transformou-as em trabalhadoras e mercadorias sexuais, reféns da economia e das devastações da idade. Obviamente que este evento não reconhece a mulher pela sua graça, charme, e inteligência. O que os Comunistas fazem às mulheres é gerar um falso sentimento de ressentimento e sentimentos de que se deve algo às mulheres como forma de as manipular.

Eles [os Comunistas] usaram as mesmas tácticas com os Judeus, com os Negros e com os operários, trazendo estes grupos para a sua agenda. O objectivo é o de concentrar toda a riqueza e poder nas mãos do cartel de banqueiros centralizados, os Illuminati (Maçónicos), que se encontra actualmente a colonizar todo o mundo. O verdadeiro propósito de "mudar o mundo" é o estabelecimento da Nova Ordem Mundial.

O "Dia Internacional das Mulheres" é ódio dirigido às mulheres e à sociedade levado a cabo pelos mesmos traidores banqueiros do establishment, o que inclui a maior parte dos políticos "feministas", educadores, e os órgãos de informação em massa. As mulheres são participantes enganadas e "idiotas úteis". Isto nada mais é que os vestígios dos movimentos "frente popular" Comunistas inicialmente organizados nos anos 30 como forma de enganar os idealistas ingénuos usando termos que fazem as pessoas sentirem-se bem tais como "igualdade", "paz" e "direitos humanos". Esses aldeões não sabiam que esses movimentos eram financiados e controlados por Moscovo.

O propósito era alienar a intelligentsia da sua sociedade e torná-la mais susceptível de se aliar à agenda Comunista, e, por fim, ao "governo mundial".  Parece que, em larga escala, isto foi bem sucedido. (Ver o livro de 1993 "Double Lives", por Stephen Koch)

O Comunismo centra-se no dividir e no reinar. O Dia Internacional das Mulheres teve inicio em Copenhaga (Dinamarca) sob acção da "Internacional Socialista" (isto é, Comunistas) como forma de promover os "direitos das mulheres." Tal como o poster que se segue demonstra, este evento era celebrado na Rússia Soviética.

Eis aqui o manifesto para o Dia Internacional das Mulheres publicado em Alemão e com o título "Die Kommunistin" (2 de Março de 1921):

A todas as operárias! Tu que fazes exigências e lutas tens a companhia de milhões.... Em todos os países onde deserdados avançam sob o signo do Comunismo contra a exploração e o subjugador poder do capitalismo. No Dia Internacional das Mulheres, mães cheias de dor, dons de casa dobradas devido às preocupações, mulheres trabalhadoras exaustas, funcionários de escritório, professores, e donos de pequenas propriedades juntam-se." (Wiemar Republic Sourcebook, 1995)

O Dia Internacional das Mulheres tem como propósito fazer com que as mulheres se sintam oprimidas. Por exemplo, uma página de "factos de género" diz-lhes que "as mulheres fazem 2/3 de todo o trabalho do mundo mas só recebem 10% da renda mundial." Logo, a mulher ocidental, a geração mais favorecida da História, fica de forma indirecta com um ressentimento. As mulheres levaram uma lavagem cerebral para pensarem que era do seu interesse separarem-se dos seus pais, maridos, irmãos e filhos.

Por todo o mundo, milhares de eventos são planeados. Por exemplo, na Igreja Unitária de Londres Ont, uma organização que milita em favor das mulheres e das meninas afegãs "irá honrar e celebrar as mulheres locais com música, canção, danças e refrescos. Todas as mulheres e meninas são bem vindas. Entrada gratuita!" Cheira-me a lesbianismo.

Em São Francisco ocorrerá uma festa cocktail, bem como um filme, para ressalvar o sofrimento da mulher em Gaza. Então e os homens e os rapazes do Afeganistão e de Gaza? Será que eles não contam? Em nome da igualdade, estes Comunistas ingénuos estão a practicar a desigualdade. Ao destruírem as famílias, eles irão deixar as mulheres e as raparigas muçulmanas ainda mais vulneráveis.

CONCLUSÃO:

O facto deste agitprop de inspiração Comunista fazer parte da cultura mainstream é um exemplo da forma como a sociedade foi subvertida. A maior parte das pessoas não é socialista e muito menos Comunista. Enquanto uma elite secreta .... tiver permissão para controlar o crédito governamental e planear um governo mundial, a sociedade será cúmplice com a sua destruição, e nós não teremos ninguém a quem culpar se não nós mesmos..



terça-feira, 3 de março de 2015

Mulheres em posições de autoridade sofrem mais depressão que os homens

Por Pippa Stephens

Segundo cientistas americanos, mulheres em posições de autoridade são mais susceptíveis de exibir mais sintomas de depressão que os homens. No homens, a autoridade - tal como a habilidade de poder contratar e despedir pessoas - diminui os sintomas de depressão, revelou o estudo.

O estudo, publicado no Journal of Health and Social Behaviour, inquiriu 2,800 homens e mulheres de meia-idade. Um perito afirmou que o estudo demonstrou uma maior necessidade de mais mulheres em posições de autoridade e mais exemplos femininos variados.

Cientistas da University of Texas em Austin entrevistaram, via telefone, 1,300 homens e 1,500 mulheres (que se graduaram nas escolas secundárias de Wisconsin) em 1993 e em 2004 (quando eles tinham 54 e 64 anos de idade). Os pesquisadores perguntaram aos participantes questões em torno da autoridade e em torno do número de dias durante a semana anterior em que eles haviam sentido sintomas de depressão - tais como sentir-se triste e pensar que a sua vida era um falhanço.

Quando o trabalho incluía contratar, despedir e influenciar os ordenados dos outros, era previsto as mulheres terem um aumento de 9% nas taxas de sintomas de depressão quando comparadas com as mulheres sem autoridade. Enquanto isso, os homens tinham um decréscimo de 10% na taxa de sintomas de depressão.

Os cientistas envolvidos no estudo afirmaram terem controlado outros factores que poderiam causar a depressão, tais como as horas trabalhadas por semana, se as pessoas tinham ou não horas de trabalho flexíveis, e o quão frequentemente os trabalhadores eram inspeccionados pelo supervisor.

Os cientistas disseram também que os homens eram mais susceptíveis de decidir quando começar e quando acabar uma tarefa, e eram menores monitorizados pelos seus conselheiros. A líder da equipa de pesquisa, Tetyana Pudrovska, disse:

Estas mulheres têm mais educação, salários mais elevados, profissões com maior prestígio, e maiores níveis de satisfação laboral e mais autonomia que as mulheres com empregos sem autoridade. No entanto, estas mulheres têm uma saúde mental inferior que as mulheres de estatuto inferior.

Tetyana Pudrovska disse que as mulheres que eram chefes tinham que lidar com tensão interpessoal, interacções sociais negativas, estereótipos, e isolamento social, bem como resistência por parte dos subordinados, colegas e superiores.

A Dra Ruth Sealy (City University em Londres) disse que as mulheres encontravam-se frequentemente "encurraladas" pelas noções de género associadas ao que constitui um bom líder. Quando as mulheres adoptavam comportamentos tradicionalmente masculinos enquanto líderes, disse a Dra Ruth, elas eram criticadas por serem pouco femininas. No entanto, os seus colegas não iriam acreditar que elas boas líderes se apenas vissem as suas características femininas:

Uma vez que assumimos a competência "natural" dos homens como líderes, as mulheres frequentemente têm que trabalhar mais duramente para atingir essas posições, apenas para ficarem a saber que o seu "direito" a esse estatuto continua a ser questionado permanentemente.

Ela disse ainda que a liderança feminina tem que passar a ser tão natural como a liderança masculina.

O Dr Gijsbert Stoet da University of Glasgow disse que o estudo era forte, segundo a perspectiva psicológica e  a perspectiva da ciência social:

Os cientistas usaram dados extraídos num estudo longitudinal alargado e o mesmo é muito valioso como forma de responder a este tipo de questões.

Ele diz ainda que as empresas têm que tentar saber o que é que podem fazer para ajudar os seus funcionários a lidar com o stress, tais como disponibilizar conselheiros de equipa.


* * * * * * *

As mulheres não foram criadas para posições de autoridade e como tal, não é de estranhar que elas se sintam infelizes quando se encontram em tal enquadramento. Isto não é um defeito da mulher, mas sim uma característica. Da mesma forma que os homens têm os seus pontos fortes e os seus pontos menos fortes, as mulheres têm os seus.

O que têm acontecido no mundo Ocidental durante os últimos 50/60 anos é que o feminismo tem enganado as mulheres, e tem-nas levado a colocar de parte as áreas onde elas são fortes, e tem-nas forçado a adoptar comportamentos onde os homens encontram-se em vantagem natural.

Claramente a liderança é uma actividade masculina - e as próprias mulheres preferem assim - mas a elite feminista rejeita a biologia e a psicologia, colocando em seu lugar o esquerdismo, o carreirismo e a "independência da mulher".

Para a elite feminista (e para os governos ocidentais) o que interessa é retirar as mulheres de casa, destruindo a harmonia familiar, e causando um aumento da interferência do estado na vida social.

Não deixa de ser tragicamente curioso que - mais uma vez - as feministas desenvolvam esforços para colocar as mulheres em actividades que reduzem a felicidade e o bem estar das mulheres. Talvez seja por isso que quanto mais feminista é uma sociedade, maior é a infelicidade da mulher.



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A auto-valorização das mães a tempo inteiro

Dados oficiais recolhidos recentemente sugerem que as mães que colocam de lado as suas carreiras profissionais em prol dos filhos e da vida doméstica têm uma sentimento  de "vida mais digna" mais forte que o resto da sociedade. Dados extraídos do índex nacional de "bem estar" no Reino Unido revelam que aquelas que foram classificadas como "economicamente inactivas" (porque se encontravam a cuidar da família ou da casa) eram também as pessoas mais felizes da Grã-Bretanha.

Estes dados, publicados pelo Office for National Statistics, apurou também que por todo o Reino Unido, as pessoas têm ficado progressivamente mais felizes, menos ansiosas e mais satisfeitas com a sua vida durante o último ano. Pensa-se que esta melhoria esteja ligada à recuperação económica e à queda das taxas de desemprego - mesmo que as pessoas no geral não estejam melhores do que estavam há um ano atrás.

O ONS disse que a melhoria parecia estar ligada ao optimismo e às melhoras nas situações pessoais de cada um, embora em termos reais os rendimentos típicos dos lares sejam inferiores. Os dados mais recentes sugerem também que o período que vai dos 60 aos 70 anos seja a década dourada para a vida, com a maior proporção das pessoas a qualificar a sua felicidade pessoal no topo da escala.

Entretanto, estes dados confirmam também que a Irlanda do Norte é o local mais feliz do Reino Unido, ficando no topo da liga das tabelas nacionais tanto a nível regional como local. Quatro das cinco áreas mais felizes do Reino Unido encontram-se na província - Antrim, Fermanagh, Omagh e Dungannon - com Babergh em Suffolk a ser o único local do continente Britânico a conseguir fixar-se entre os cinco primeiros.

Como parte do programa com o apoio de David Cameron para medir o bem-estar da nação, foi perguntado às pessoas para classificar as suas vidas numa escala de 1 a 10. Foi-lhes perguntado para fazer isto em relação a quatro questões:

1) Quão satisfeitas elas estavam com a sua vida no geral.
2) Se elas sentem se o que fazem tem valor.
3) O quão felizes elas se encontravam no dia anterior.
4) O quão ansiosas elas se encontravam no dia anterior.

A avaliação média para a satisfação de vida por todo o Reino Unido foi de 7.5  (1 a 10) - mais de 0.06 pontos do que no ano passado - ao mesmo tempo que a avaliação típica pelos sentimentos de valor subiu para 7.7. As pontuações médias para o quão felizes as pessoas se sentiam no dia anterior também subiram para 7.4 ao mesmo tempo que a ansiedade do dia anterior caiu para a média de 2.9.

A ONS analisou também os dados apurados com base nas características pessoais tais como o estatuto marital, a saúde, ou a situação laboral. Quando os resultados foram analisados segundo o estatuto laboral, os pensionistas emergiram como os mais felizes no geral, com uma pontuação de 7.73 de 10, mas os estudantes e as mães caseiras [sem emprego fora de casa] ou cuidadoras, também obtiveram resultados visivelmente mais elevados que a média.

Mas quando as respostas à questão do quão "valorosa" as pessoas consideravam o que faziam na vida foram analisadas [a 2ª pergunta], as mulheres que olhavam pela casa ou pela família emergiram à frente de todos os outros grupos, obtendo em média o resultado de 8.03 de 10. Mais de 83 porcento das mães-a-tempo-inteiro classificou o seu sentido de valor como elevado ou muito elevado.

Laura Perrin, advogada que passou a ser mãe a tempo inteiro e que faz campanha a partir do grupo Mothers At Home Matter, disse que os números revelam que as políticas governamentais criadas para encorajar mais pais a trabalhar a tempo inteiro podem fazer mais mal que bem:

Isto só revela que a ideia de que todas nós estamos deprimidas e infelizes em casa, a olhar pelos nossos filhos - que é o que muitos políticos querem que se pense - está pura e simplesmente errada. Claramente, a nossa vocação tem valor, caso seja essa a escolha de cada uma. 

O grupo faz campanha por um maior reconhecimento do casamento e da família tradicional no sistema fiscal, ao mesmo tempo que alega também que os cortes fiscais para os casais levados a cabo pela Coligação que está no poder no Reino Unido, penaliza as famílias onde um dos pais deixou de trabalhar para cuidar das crianças.

David Cameron voltou-se contra o arranjo mais tradicional onde a mãe está em casa a cuidar dos seus filhos, mas os seus próprios dados revelam que não só elas estão felizes, como reconhecem o quão valorosas as suas vidas são. Não só [estas mulheres] estão fazer a sua família feliz, como estão a fazer uma contribuição para a sociedade como um todo. Eles [pessoas que são contra as mães a tempo inteiro] deveriam parar com as campanhas que são feitas contra o arranjo familiar mais tradicional.

Dawn Snape, co-autora do relatório, disse que a consistentemente elevada felicidade e satisfação de vida extraídos da classificação das pessoas da Irlanda do Norte não podem ser explicadas só em termos económicos:

Não são eles fantásticos? São um enigma para nós. O desemprego é elevado no entanto eles perturbam a tendência. Actualmente, não temos resposta para isto. Pode ser que a razão se encontre na conectividade social, a um maior sentido de comunidade, ou talvez seja devido à forma como a vida está a decorrer por lá, se a comparamos com a vida de há 15 anos. As coisas ainda não estão totalmente claras para nós, e temos que fazer mais [pesquisas], mas parece bem consistente o facto das pessoas da Irlanda do Norte classificarem o seu bem-estar duma forma bem elevada. Eles realmente têm uma perspectiva positiva.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/1xCnkn0

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O que se pode extrair deste estudo é que, contrariamente ao que nos é dito pelos actuais "mandadores sem lei", as mulheres que escolhem ficar na sua casa, a cuidar dos seus filhos e do seu marido, sabem que estão a levar a cabo uma função de importância social extrema.

Quem erradamente declara que as mulheres do passado eram "oprimidas" por "serem obrigadas" a ficar na sua casa, cuidando dos seus filhos enquanto o marido lhe pagava todas as contas, desconhece por completo a natureza da mulher, e não sabe o quanto que as mulheres valorizam estar junto dos seus filhos (em vez de estarem num escritório frio, à mercê de patrões e patroas que olham para ela como nada mais que uma peça descartável do sistema laboral).

O feminismo, ao promover o carreirismo junto das mulheres, está a plantar as sementes que germinarão numa maior infelicidade para as mulheres. Talvez seja por isso que a mulher actual tenha níveis de felicidade e de auto-valorização inferiores aos níveis das mulheres do passado - aquelas que supostamente eram "oprimidas pelo patriarcado".





domingo, 22 de fevereiro de 2015

As mulheres são mais felizes?

Por José António Saraiva

Lídia Jorge dizia há quinze dias, em entrevista ao SOL, que no tempo da sua infância “havia a ideia que a mulher tinha que ser como a galinha, útil em tudo”. E revelava que, ainda em criança, a mãe, a avó e a tia lhe pediam para ler alto romances portugueses, enquanto elas “ficavam a bordar, a costurar, a fazer cestos…”

Tenho muita estima por Lídia Jorge. Uma estima que herdei do meu pai, que me falava dela com muito entusiasmo depois de ler o seu livro O Cais das Merendas. O meu pai não era uma pessoa de elogio fácil, pelo que, quando se entusiasmava com alguma coisa em matéria literária, o elogio era para ser levado a sério. 

Ao longo dos anos, o meu pai foi-me falando de escritores e de livros que estava a ler ou que o tinham marcado. Além de Lídia Jorge, referia com frequência Agustina Bessa-Luís, por cuja escrita se apaixonou após ler A Sibila. De Nuno Bragança, ofereceu-me um dia A Noite e o Riso. Gostava pessoalmente de José Cardoso Pires, que chegou a ser visita de nossa casa, mas dizia que, depois O Hóspede de Job, passara a escrever sempre o mesmo livro. 

Nunca me falou de António Lobo Antunes e não gostava de José Saramago, cuja escrita considerava rude e com falta de elegância. Dos mais antigos, deu-me (num aniversário) a História de Portugal de Alexandre Herculano, encadernada. Venerava Oliveira Martins e o seu Portugal Contemporâneo. Deliciava-se com Eça de Queirós, tendo-me emprestado A Cidade e as Serras anotado a lápis. 

Não gostava muito de A Selva, de Ferreira de Castro, mas adorava A Lã e a Neve. Dos poetas, endeusava positivamente Fernando Pessoa e não poupava elogios a Herberto Hélder. 

Dos estrangeiros, falava recorrentemente de James Joyce e do seu Ulisses (no qual eu nunca consegui passar da página 30), e lembro-me de me ter oferecido, entre muitos outros, o Grande Sertão, Veredas, de João Guimarães Rosa, e o Cem Anos de Solidão, de García Márquez. Certo dia emprestou-me O Pacto, de James A. Michener, uma grandiosa epopeia da entrada dos boers na África do Sul.

Inversamente, detestava o neo-realismo, rejeitando com vigor a escrita como veículo de propaganda política. Desconsiderava, por exemplo, Soeiro Pereira Gomes e o seu celebrado Esteiros. A sua ruptura com o PCP, consumada em meados dos anos 60, reforçou esta aversão. O que o entusiasmava na literatura era a criatividade, a capacidade para reinventar a escrita, a invenção das palavras, a originalidade.

Mas tudo isto veio a propósito de uma frase de Lídia Jorge sobre as mulheres nos anos 50. 

Já escrevi várias vezes sobre o feminismo, que a meu ver seguiu um caminho errado. Em vez de falar na ‘igualdade de oportunidades’ para todos, homens ou mulheres, apostou numa ‘igualdade’ pura e dura, sem distinção de género – convocando as mulheres para queimarem os soutiens, cortarem o cabelo curto, vestirem-se à homem e usarem pasta à executivo. 

Este tipo de feminismo conduziu a um beco sem saída, porque as mulheres não queriam – com toda a razão – parecer-se com os homens. Queriam continuar a parecer mulheres, embora com direitos iguais. Acontece que esses direitos iguais, inquestionáveis, abanaram a sociedade de alto a baixo, revolvendo-lhe as entranhas. 

A entrada das mulheres no mercado de trabalho deu-lhes independência económica, permitindo-lhes libertarem-se das garras de maridos exploradores ou tirânicos, ou da ‘escravidão do lar’, como algumas lhe chamavam. Mas teve enormes consequências na estabilidade das famílias. Na sociedade matriarcal as mulheres eram o pilar da família: efectuavam os trabalhos domésticos, transmitiam segurança aos filhos através da presença em casa, garantiam o equilíbrio familiar.

Quando as mulheres começam a sair de casa para irem trabalhar, todo este equilíbrio naturalmente desaba. 

A casa fica vazia durante o dia inteiro e há tarefas que não se executam. As crianças não têm com quem ficar e vão para creches. As mulheres chegam a casa estafadas ao fim do dia de trabalho, não tendo paciência para os filhos nem para fazer nada. Muitos maridos protestam – e elas reclamam (justamente) com eles por não ajudarem. Só que os homens resistem, pois nunca viram os seus pais dividir as tarefas caseiras. O mal-estar no casal instala-se. Todos nós conhecemos situações destas.

A juntar a isto, o facto de as mulheres passarem mais tempo no trabalho do que em casa tem obviamente consequências. 

Passam a preocupar-se muitas vezes mais com as carreiras do que com a família, começam a ter filhos mais tarde e têm menos filhos. Os filhos beneficiam menos da presença das mães. As mulheres conversam mais tempo com alguns colegas do que com os maridos, criando relações de cumplicidade. A família relativiza-se, passa a segundo plano. Os adultérios, concretizados ou apenas idealizados, tornam-se mais frequentes.

Vendo o colapso de muitos casamentos, os jovens começam a hesitar em casar. As uniões tornam-se mais frágeis, mais efémeras, menos estáveis. Vive-se agora com uma pessoa e logo a seguir com outra. As mulheres têm hoje filhos de um companheiro e amanhã doutro – passando-se o mesmo com os homens. Os filhos sofrem com as separações dos pais, entram em instabilidade emocional – e daí ao consumo de drogas ou às tentativas de suicídio pode ir um pequeno passo. 

A crise da família traz às sociedades contemporâneas problemas infindáveis. Problemas que ninguém quer ver e de que ninguém quer falar porque não tem solução para eles. 

Sabe-se que a História não anda para trás, que a conquista de direitos por parte das mulheres é irreversível, que as fadas não regressarão ao lar. Mas ninguém sabe como resolver os problemas que o progresso levantou.

Entretanto, há uma pergunta fatal, embora muito politicamente incorrecta, que não pode deixar de ser feita: as mulheres são hoje mais felizes?

Mulheres que se levantam de madrugada para ir levar os filhos à escola, que vão a correr para o emprego, que vêm a correr do emprego para chegarem a horas de ir buscar os filhos, que vão a correr para casa para fazer o jantar (contando ou não com a ajuda dos maridos) terão uma vida melhor do que as que ficavam em casa a tratar dos filhos?

Mais independentes são, sem dúvida. Mas serão mais felizes?

Curiosamente, Lídia Jorge, que sempre lutou pelos direitos femininos, quando fala dos seus tempos de infância revela nostalgia e saudade por essa sociedade que já não existe. 

À pergunta “Em que sítio escreve?”, Lídia Jorge responde: “No Algarve, na casa da minha mãe. No sítio onde a minha avó amassava o pão”. É uma imagem caseira, de um tempo que passou. Mas é essa imagem que, ainda hoje, transmite segurança e paz à escritora. A avó a amassar o pão para a família.

O passado não volta. Não vale a pena chorar sobre o leite derramado. Mas devemos ter consciência de que o progresso não traz só coisas boas e de que há sempre um preço a pagar. A escritora Maria Lamas, uma grande lutadora pelos direitos femininos, que também foi amiga do meu pai e esteve exilada em Paris ao mesmo tempo que ele, dizia que as mulheres tinham passado a ser “duplamente exploradas” – porque trabalhavam fora de casa e tinham de continuar a fazer em casa os mesmo trabalhos que faziam antes...


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Sem dúvida que esta é uma pergunta fundamental: as mulheres são mais felizes hoje? Ao se ler os comentários no site do Jornal Sol, e na página do Facebook, muito poucas mulheres responderam à pergunta de forma directa, preferindo dizer que "agora somos livres!", o que é falso.

Pode ser que as mulheres portuguesas sintam um misto de raiva e frustração por se aperceberem que foram enganadas com a canção da "liberdade", mas não queiram admitir isso sem perderem algo que elas valorizam. A raiva pode vir também do facto delas não saberem a quem acusar pela sua infelicidade. 

Ninguém sabe, mas uma coisa é certa: a resposta à pergunta do autor do texto condena (ou valida) toda a experiência social com o nome de "feminismo".



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