domingo, 24 de janeiro de 2016

Tudo o que eles têm é o medo

Por Jack Donovan

Os progressistas só têm um bom truque, e os homens continuam a ser enganados pelo mesmo. Eles chamam-te com frequência de cobarde de modo a que tu faças o que quer que esteja ao teu alcance para provares que não és um cobarde. Se eles querem que tu aceites um grupo de estrangeiros, eles chamar-te-ão de xenófobo como forma de tu colocares de parte qualquer reserva racional que possas ter em relação às motivações dos estrangeiros. A única forma de provares que não tens um medo irracional de estrangeiros é aceitando-os de braços abertos e sem questionar nada.

Se por acaso questionares a sanidade dum homem que não pode ser "quem ele realmente é" até que o seu pénis lhe seja cirurgicamente retirado, então chamar-te-ão de transfóbico. A única forma de provares que não tens medo de transsexuais é concordando que os transsexuais não só são mentalmente sãos, mas que também são heróicos e que deveriam ter permissão para entrar nas instalações sanitárias femininas.

Se por acaso tu rejeitas uma exigência feita por uma mulher, então "tu tens medo duma mulher forte". Esta acusação já foi repetida tantas vezes que uma facção considerável  da população parece mesmo acreditar que os homens estão, dentro de si, constitucionalmente temerosos duma mulher com "atitude. É provável que haja alguma verdade nisto, mas só porque os homens preferem evitar a realidade frustrante de que, independentemente do quão forte a mulher afirme ser, nenhum homem ou mulher irá perdoar o homem que nocautear uma mulher. Para provarem que não têm medo das mulheres, os homens  cedem e dão tudo o que as mulheres querem porque eles não são capazes de enfrentar as mulheres da mesma forma que enfrentam outros homens.

Os progressistas conseguem levar os homens a fazer o que eles querem ao manipularem o medo de terem medo, Quando esta manipulação passar a ser reconhecida, vocês irão começar a vê-la em quase todos os argumentos apelativos aos homens, e em toda a narrativa progressista que tem como tema os homens. A sua estratégia é a de retratar os homens, até mesmo homens que já demonstraram a sua coragem no campo de batalha ou num empreendimento legitimamente heróico onde eles enfrentaram e superaram o medo, como sendo essencialmente motivados pelo medo e pelos sentimentos de inadequação.

É tentador dizer que esta estratégia é um reflexo dos seus próprios medos - que eles são de tal forma definidos pelos seus medos e pelas suas fraquezas que não conseguem imaginar alguém a ser motivado por algo mais que o medo.

O progressivismo é promovido e aceite principalmente pelas mulheres, pelos educadores e pelos homens urbanos que tendem não só a ser fisicamente mais fracos, mas também a não ter qualquer tipo de treino em auto-defesa (e nem revelam têm interesse por isso). Racionalmente falando, é normal que estas pessoas tenham mais medo que os homens mais capazes. Mas isso nada mais é que tu e eu a pensarmos como homens.

Eles não olham para o mundo dessa forma; estas pessoas sempre viveram uma vida protegida; eles são os mansos que herdaram a terra, e tal como todas as crianças mimadas, eles não têm qualquer experiência em torno do que foi preciso para criar o mundo e nem do que é preciso para o manter. Tal como toda a herdeira que não se importa de onde vem o dinheiro desde que ela o possa gastar, eles não têm qualquer entendimento práctico da violência e nem do seu papel na manutenção da sua segurança.

Tal como escrevi no livro "The Way of Men", durante a maior parte da história e da pré-história[sic], o papel social do homen tem sido orientado em torno do perímetro de defesa. Os homens estão adaptados para esse papel, e é razoável afirmar que os homens mais masculinos estarão mais interessados em avaliar as ameaças e tomar preparativos para lidar com elas.

Um dos meus melhores amigos instalou janelas à prova de balas na sua casa só porque para ele isso lhe parecia como a coisa mais óbvia de ser feita. Ele está naturalmente orientado para olhar para si como o guardião, para se preocupar com a protecção e com a defesa, até mesmo quando não existem ameaças imediatas e não há nada que precise de ser protegido. Ele não tem mais medo que as outras pessoas.

De facto, é provável que ele tenha menos medo que a maior parte das pessoas. Ele não está paranóico e nem tem qualquer tipo de obsessão com os preparativos de se lidar com o perigo; para ele, isto é divertido. Ele sente-se atraído por isto tal como os pintores se sentem atraídos por pinturas ou como os músicos se sentem atraídos pela música. Ele é bom no que faz e isto deixa-o feliz.

Pessoas que foram protegidas durante toda a sua vida e que não têm interesse pela defesa pessoal não se vêem no papel de guardiãs. Tal como as mulheres, as crianças e os enfermos, eles sempre viveram dentro do perímetro. Para os protegidos, o papel protector é "trabalho para outra pessoa". Eles sentem-se protegidos porque faz parte da sua natureza confiar noutras pessoas para garantirem a sua segurança.

Os homens masculinos olham para a violência como responsabilidade sua enquanto que os protegidos olham para a violência como responsabilidade de outra pessoa. As ameaças são tão abstractas para eles como a energia eléctrica o é para mim. O meu pai era electricista mas não faço ideia nenhuma de como aquilo funciona, e nem me preocupo com isso desde que a luz acenda quando eu carrego no interruptor. Não tenho medo das luzes se apagarem; nunca penso nisso; isso é trabalho para outra pessoa.

Não creio que os progressistas protegidos tenham medo da violência o tempo todo, e não creio que eles se apercebam do quão vulneráveis eles demonstram ser para resto das pessoas. Eles são os alvos mais arrosados, mais pelúcios, e mais macios de todos, mas eles não pensam na violência porque eles não crêem que é função sua lidar com ela. E eles não irão pensar nisso até que as luzes se apaguem. Quando as luzes se apagarem, eles irão reparar no quão vulneráveis e desamparados eles têm estado durante toda a sua vida. Eles irão ver o que todos nós fomos capazes de ver desde o início.


Deve ser por isso que eles parecem ficar tão traumatizados quando a violência ocorre, e tão "engatilhados" [inglês: "triggered"] quando, mais tarde, são feitas referências à violência. Quando tu estás à espera da violência, e alguém te supera, vais ficar zangado em relação a isso, mas tens uma forma de processar o evento; as coisas fazem sentido. No entanto, se tu sempre assumiste que a violência é algo que acontece com as outras pessoas e um dia ela acontece contigo, isto vai virar o teu mundo do avesso.

Devido à sua própria natureza, os homens masculinos têm medo de ter medo. Ou, melhor ainda, os homens têm um medo natural de serem vistos como pessoas que estão com medo. Aparentar medo significa perder no olhar-para-baixo circular que precede a violência. A vulnerabilidade precede a violência e dá a aparência de ser fácil. Este é um medo racional. Claro que ele pode-se desmoronar até à paranóia irracional, mas a menos que se tente misturar com a multidão, porque é que não gostarias de ter a aparência dum alvo difícil no meio dum rebanho de rapazes-de-pijama espoliados?

Os homens que andam em grupos não querem dar a aparência de vulnerabilidade pelos mesmos motivos. Dentro dum contexto de grupo, os homens não se querem associar com homens temerosos, com aparência vulnerável, porque os homens que emitem sinais de fraqueza ou vulnerabilidade causam a que todo o grupo pareça vulnerável. Aparentar medo diminui o teu valor dentro do grupo.

Por outro lado, demonstrar coragem faz de ti um membro mais valioso dentro do grupo. Os homens não querem ser vistos com alguém com medo porque o seu valor como homens - a sua identidade, a sua honra - está intimamente associada à reputação de estar disposto e ser capaz de processar e superar o medo,

A civilização moderna está vazia de oportunidades para os homens provarem a sua coragem perante os outros homens porque a civilização moderna eliminou muitos riscos, e, intencionalmente, a maioria dos homens tem que viver dentro do perímetro protegido. A eficácia do modernismo significa que não há muitas posições para guardião embora haja muitos guardiões.

Os homens perderam também oportunidades de se provarem a eles mesmos dentro de grupos de homens firmemente fechados porque os homens são forçosamente integrados com as mulheres em quase todos os aspectos da vida moderna. Eles são integrados com as mulheres nas escolas, no emprego, e em quase todos os ginásios ou escola de artes marciais. Como resultado desta integração, os laços entre os homens tendem a ser fracos, e poucos homens jovens tiveram oportunidades suficientes para construir uma genuína identidade masculina - um forte sentido de quem são dentro dos grupos masculinos.

Tal como as feministas astutamente salientaram, muitos homens modernos têm um sentido particularmente frágil do seu valor como homens. Eles têm pouca experiência em superar o medo, nenhuma reputação por demonstrar coragem, e nenhum sentido de pertencer a um grupo de outros homens. Estes homens estão cientes disso - conscientemente ou subconscientemente - e isso faz com que eles fiquem ansiosos.

Esta ansiedade em torno da sua masculinidade faz com que eles sejam fáceis de manipular com fobias inventadas e instigações sem base tais como "tu tens medo duma mulher forte".

O progressivismo é apresentado como um movimento revolucionário; a sua propaganda encoraja as pessoas a acreditar que estão a "enfrentar" algum tipo de mal poderoso, ou "dizer a verdade" aos poderes estabelecidos, o que só pode ser feito sem violência e com a impunidade relativa que os "rebeldes" desfrutam porque os seus propósitos ou são complementares ou não-ameaçadores para os objectivos daqueles que realmente têm o poder.

Quando os poderes estabelecidos te atacam com sacos de feijão, gás lacrimogéneo e balas de borracha, então tu não és uma ameaça séria para eles. Quando o poder estabelecido te vê como uma ameaça, eles enviam equipas S.W.A.T. e helicópteros Apache.

O progressivismo usa a linguagem da revolução violenta, mas tudo não passa de melodrama. Os pontos de vista progressistas são o establishment e, neste aspecto, conservadores. Por exemplo, já não é revolucionário ser contra o racismo (se é que alguma vez foi). Tem havido uma campanha sistemática na meio educacional, nos média, nos governos, e nas forças militares para dizer a todas as pessoas do mundo Ocidental que o racismo está errado.

Tu cresceste numa sociedade que foi integrada à força, e contra a vontade dos teus ancestrais, muito provavelmente antes até de teres nascido. Tu foste exposto a imagens positivas sobre as pessoas de outras raças, protegido das ideias negativas em relação às outras pessoas, e ensinado por todas as instituições que o racismo e os estereótipos de qualquer tipo estão errados.

Se por acaso tu hoje acreditas que o racismo está errado, e emprestando as palavras de Barack Obama, "Não chegaste aqui sozinho [....] Tu não construíste isso." Tu não usaste a "razão" para deixar de ser racista. Tu não és uma pessoa iluminada, nem sofisticada e nem evoluída. Tu acreditas exactamente naquilo que te foi dito para acreditares. Dá uma palmada nas tuas próprias costas.

Um pouco por todo o mundo Ocidental existem riscos financeiros e sociais para quem age de modo racista, ou age de modo que é visto como racista, ou tem ligações com pessoas racistas. Nos círculos sociais mainstream serás ostracizado. Se por acaso és uma celebridade, a tua carreira chega ao fim. Se por acaso pedires desculpa, ninguém irá acreditar em ti, e as pessoas vão falar disto para o resto da tua vida.

Os políticos mainstream qualificam-se uns aos outros de "racista" e entram em competição para se superarem uns aos outros na diversidade feel-good e no departamento que busca símbolos [raciais]. Se por acaso trabalhas para outra pessoa, se fores declarado como um "racista", isso pode fazer com que passes a ser não-empregável na era das pesquisas online.

Se tens um negócio, podes ser vítima de boicote, e as outras empresas podem cancelar as suas contas como forma de evitar qualquer tipo de associação contigo. Se és um académico, serás atacado pelos média e podes até perder o teu emprego por chegares a uma conclusão que parece ser racista, quer seja verdade ou não.

Na Europa, podes ser preso por dizer algo, ou escrever algo, abertamente racista ou "xenofóbico". Dizer algo que pode ser entendido como racista, ou algo depreciativo para com outro grupo, quer seja verdade ou não, requer coragem. Ser um "racista" ou um "xenófobo" exige tomates.

Não existem penalidades sociais, financeiras ou legais por se dizer que se é contra o racismo ou contra a xenofobia. Nenhuma. Os auto-proclamados "anti-fascistas" que querem ter uma erecção resultante do perigo de "lutar contra o racismo" têm, na verdade, que procurar as pessoas acusadas de racismo e atormentá-las na rua, esperando causar algum tipo de confronto.

E quando isto acontece, eles sabem muito bem que serão absolvidos de qualquer tipo de consequência legal por parte de advogados que ou se irão disponibilizar para "lutar contra o racismo" em seu favor nos tribunais e em regime pro bono, ou serão pagos por um certo número de organizações anti-racistas muito bem financiadas e muito bem estabelecidas.

Não é preciso coragem para se dizer que se é contra o racismo visto que não há riscos inerentes a essa posição. O anti-racismo, a integração orquestrada, o multiculturalismo, a pró-imigração, a anto-xenofobia, a anti-perfilagem, a anti-estereotipização, "a diversidade é a nossa força".......tudo isto são ideias do establishment e posições por defeito que são socialmente recompensadas e afirmadas. Os riscos só aparecem quando estas posições são desafiadas de uma forma ou outra.

Portanto, quem mesmo é que tem medo?

O mesmo pode ser dito do sexismo aberto, da homofobia, da transfobia e de qualquer iniciativa que os progressistas dizem que secretamente assusta de morte os homens. Quantos homens da política se atreveriam a dizer que as coisas estariam melhores se as mulheres não votassem ou se elas não tivessem sido encorajadas a buscar salário igual dentro da força laboral?

Na maior parte dos países é ilegal iniciar uma empresa que exclua as mulheres - como funcionárias ou como clientes - e aparentemente Deus não te irá ajudar se te recusares a fazer um bolo para um "casamento" entre duas lésbicas. Depois delas mancharem o teu nome nos média, elas darão entrada a um processo legal que te irá arruinar financeiramente.

Todos os funcionários masculinos de todas as grandes empresas sabem que podem ser despedidos por dizerem algo "insensível", ou algo que pode ser subjectivamente entendido por outra pessoa como algo "sexual" ou "ameaçador". Foi dito recentemente a um cliente meu (por parte do departamento dos recursos humanos) que ele era "demasiado masculino", e que ele deveria ser mais sexualmente fluído porque a "certeza em relação ao seu género" pode causar desconforto junto daqueles que estão incertos. Foi-lhe pedido que cortasse a barba e usasse roupas mais largas como forma de esconder a sua estrutura musculosa.(...)

Todos os estudantes e todos soldados do sexo masculino foram submetidos a horas e horas de treino em torno do assédio sexual e da sensibilidade cultural. Todos eles assinaram declarações e manuais onde se explicavam as penalidades por fazer ou mesmo implicar a coisa "errada". Eles sabem que serão punidos não só pelas instituições mas também pelas pessoas que consideram amigas, e mesmo até por membros familiares.

E é disso que eles têm medo.

Quando vejo uma mulher a dizer que é a favor dos direitos iguais, ou que ela pensa que as pessoas deveriam ajudar os refugiados, ou que ela é contra o racismo, eu olho para isso como empatia natural e como sinalização moral que tem como base o critério da sociedade onde ela vive. Em vez de levar em conta o facto de ser uma senhora, ou uma Cristã, ou virgem, ela está a salientar o único tipo de moralidade de pureza moral que toda a gente leva em conta neste império internacional do nada.

Quando um homem tem o cuidado de me dizer que é contra o racismo, o sexismo, a xenofobia, a homofobia ou a transfobia, o que quer que seja o tópico do dia, tudo o que eu vejo é medo. Ele tem medo de perder o emprego, de perder os clientes, de ser expulso da escola, de ser atacado pelos média, de ser processado, se perder a sua casa, de perder o apoio dos seus amigos e familiares, de perder a esposa ou a sua namorada.

Esse homem assinou os manuais, viu os vídeos e as apresentações em Powerpoint. Ele sabe as regras e ele viu o que aconteceu com os homens que as violaram. Muitos homens chegam a ter medo de pensar os pensamentos que os levam a dizer as palavras que os podem colocar em perigo. É assustador e eu entendo.

Só há cerca de dois anos é que passei a trabalhar por conta própria, e não há garantia que dure para sempre. Trabalhei durante 20 anos, assinando manuais e declarações de políticas internas. Assisti os vídeos obrigatórios. Não venho duma família abastada e nunca tive muito em termos de rede de segurança. Afinal de contas, temos que comer.

Mas onde é que as coisas terminam? Quantas mais fobias é que eles têm permissão de inventar como forma de explorar o nosso medo de ter medo? Quantas mais coisas impossíveis é que vamos concordar em acreditar? Quando parares de cair na mesma armadilha, quantas mais vezes é que vais acenar a tua cabeça e dizer as palavras que já não acreditas?

Quando eu vejo homens na televisão a discutir sobre quem é mais racista, sexista ou transfóbico, e a humilharem-se uns aos outros como se eles nunca tivessem dito ou pensado as mesmas coisas - hoje em dia, pundits políticos e até narradores desportivos passam os dias a fazer isto - tudo o que eu penso é "Que pessoas mais mentirosas, oportunistas e gananciosas!"

Quando eu vejo um homem a pedir desculpas por "palavras ofensivas", ou, pior, pedir desculpas às pessoas que "ficaram ofendidas pelas palavras", eu vejo um homem amedrontado e desesperado. Pode ser que ele esteja a proteger a sua família, os seus amigos ou até os seus empregados. Eu entendo e isso é legítimo. Mas com que frequência e durante mais quanto tempo é que ele vai continuar a humilhar-se dessa forma - fazendo súplicas públicas, supinando a sua mão estendida e aberta tal como um chimpanzé amedrontado?

Eu sei que fazer declarações que podem acabar com uma carreira talvez seja demais para a maior parte dos homens. E não faz sentido e nem há honra em debater com uma mulher sobre o que ela acredita a menos que estejam romanticamente envolvidos. Mas homens, vocês podem começar a se recusar a ter medo ao se recusarem a contar mentiras aos homens com quem lidam.

Parem de contar mentiras aos outros homens. Parem de assumir que os outros homens acreditam nas coisas que vocês não acreditam, e digam apenas o que vocês realmente acreditam. Se algum dos homens se sentir ofendido, e vos começar a dar um sermão - se ele começar a repetir todas as coisas que lhe foram ensinadas pelo sistema de ensino e pelos média - ignorem-no. Muito provavelmente vocês não tinham muito em comum, e ele soa como um idiota mesmo.

A vida é curta e o mundo está a ficar cada vez mais estúpido. Rodeiem-se com aliados que partilham os vossos valores.

E se por acaso derem convosco mesmos a dizer que apoiam coisas que nem se interessam só porque pensam que isso é o que as pessoas querem ouvir, tal como Patrick Bateman no filme "American Psycho" quando ele falou em acabar com o apartheid e com a corrida às armas nucleares, parem de fazer isso, seus sociopatas imbecis.

Se por acaso algum homem vos acusar de serem racistas, sexistas, homofóbicos ou xenófobos, acusem-no de ser fraco e medroso e de ser facilmente manipulado. Acusem-no de estar demasiado preocupado com ele mesmo para ter tempo para pensar pela sua cabeça ou dizer o que realmente pensa.

Não recuem. Não qualifiquem essas porcarias.
Se por acaso outro homem vos acusar de serem racistas, sexistas, homofóbicos ou xenofóbicos, admitam-no e façam com que o outro homem se sinta um idiota por urinar as calças por causa disso. Os progressistas querem-te convencer de que estás com medo e por isso é que não concordas com eles, mas a realidade dos factos é que a maior parte dos homens tem medo de discordar com eles.

Façam-nos assumir isso.

Os homens não têm medo de "mulheres fortes", ou de eunucos, ou do "casamento" homossexual, ou de "estrangeiros". Eles têm medo de falar abertamente porque têm medo das consequências sociais, financeiras, e em alguns casos, legais  Isso é medo real, e eles estão dolorosamente cientes disso. Façam-nos assumir isso. Chamem-nos de cobardes.

Mas se o fizerem, muito provavelmente é melhor ficarem preparados para receberem um soco na cara por parte dum homem que está realmente e profundamente assustado com o que significa ser chamado de racista, sexista, xenófobo, ou qualquer outra táctica para assustar que eles criaram para o manipular.

- http://bit.ly/1Uj6uV9



quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Duas mulheres espancam rapaz

Por Warner Todd Huston

Dupla lésbica de Oklahoma foi presa pela polícia por alegadamente espancar e torturar um rapaz de 5 anos de tal forma, que ele passou por dois problemas vasculares cerebrais desde que foi admitido no hospital.

A polícia de Muskogee, OK, prendeu a mãe do rapaz, Rachel Stevens, de 28 anos, e a sua "madrasta" Kayla Jones, de 25 anos, por aquilo que os médicos dizem parecer serem meses de abuso infantil perverso.

O caso acabou por chegar à polícia depois da criança ter sido transsferida duma clínica em Muskogee para o St. John Medical Center em Tulsa devido a lesões na sua cara e devido também a convulsões. Mas quando o rapaz chegou a Tulsa, os médicas suspeitaram das suas lesões e determinaram que ele havia sido abusado, e que não estava só a sofrer de algum tipo de doença, como afirmou a dupla lésbica.

Os médicos rapidamente disseram à polícia que o abuso que o rapaz havia sofrido era tão sério que ele havia tido duas complicações desde que havia sido hospitalizado em Dezembro. As autoridades afirmaram que, desde que as duas lesbicas haviam dado início à sua relação, há 18 meses atrás, que o abuso ao rapaz havia sido constante. Os médicos disseram que o rapaz tinha vários ossos quebrados em várias fases de cura, e que se encontrava mal nutrido quando a polícia o retirou da dupla.

Segundo documentos legais, o rapaz afirmou que ele havia sido repetidamente amarrado, silenciado com fita na boca, fechado num quarto pequeno durante longos períodos de tempo, e que ambas as mulheres o haviam espancado periodicamente, por vezes com um cinto. O rapaz disse que a sua própria mãe havia esmagado a sua mão com um martelo, e que a sua "madrasta" o havia pontapead nos testículos com tanta força que ele havia sangrado.

O Promotor-Público de Muskogee, Orvil Loge, disse o seguinte em relação ao caso chocante:

Sempre que temos um caso de abuso de menores, ou abuso sexual, é sempre complicado visto que estamos a lidar com uma vítima muito inocente.

No entanto, as lésbicas afirmaram que o abuso era, de algum forma, auto-infligido, que o rapaz estava constantemente "a cair" e a aleijar-se. Segundo a News On 6, a dupla havia até iniciado uma página GoFundMe dedicada a angariar fundos de modo a que a dupla lésbica pudesse pagar as despesas hospitalares devido ao facto dele estar a ter "convulsões" com causas desconhecidas.

A página foi entretanto apagada, e ambas as mulheres foram acusadas de abuso infantil criminoso com lesões, e negligência infantil, e estão retidas na Prisão de Muskogee. Stevens tem mais duas crianças que também foram mantidas pelas autoridades.

- http://bit.ly/1Om8slV

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Este é o tipo de violência doméstica que as feministas normalmente ignoram visto que não podem instrumentalizá-la e obter mais benesses sociais e financeiras. Tanto os homens como as mulheres são igualmente capazes de levar a cabo actos de violência e barbárie, mas a nossa cultura tem passado a mensagem de que a violência tem sempre o homem como agente causador, e as mulheres como vítimas eternas.



sábado, 16 de janeiro de 2016

Psiquiatras defendem que o não-conformismo é uma doença mental

Por NaturalNews

A psiquiatria moderna tem-se transformado num antro de corrupção, especialmente o tipo de corrupção que quer demonizar e declarar como doentes mentais as pessoas que se desviam do que é tido como a norma. Isto torna-se totalmente evidente na mais recente fascículo do "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders", ou DSM, que qualifica de "mentalmente insanas" as pessoas que não se conformam com o que é declarado pelas autoridades.

A assim-chamada "condição" que leva a pessoa a escolher resistir ao conformismo recebeu o nome de "transtorno desafiador opositivo" [inglês: "oppositional defiant disorder"] ou ODD. O mais recente DSM define esta doença inventada como "um padrão recorrente de comportamento desobediente, hostil e desafiador," colocando-a ao lado do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade [inglês: "attention deficit hyperactivity disorder"], ou ADHD, outra condição falsa cujo criador, o Dr. Leon Eisenberg, admitiu no seu leito de morte ser uma mentira.

Tal como se pode suspeitar a partir deste tipo de descrição vaga, practicamente qualquer comportamento pessoal, visto por alguém como indesejável ou estranho, pode ser categorizado como sintomático de ODD.

Por exemplo, as crianças que fazem birras ou que lutam entre os irmãos podem ser declaradas como tendo esta suposta doença mental, tal como o podem ser as crianças que expressam alguma diferença de opinião com os pais ou com os professores.

A desobediência e a atitude desafiadora são comportamentos normais entre as crianças mais jovens, e os pais há muito que lidam com tais comportamentos exercendo a disciplina apropriada.

Paralelamente, nem todas as formas de desobediência ou de desafio estão erradas, tudo dependendo da autoridade envolvida e a acção requerida. Por exemplo, a criança a quem é dita para manter os seus pontos de vista pouco populares para si e que resiste a esta ordem, pode simplesmente estar a exercer a sua liberdade para expressar o seu desagrado.

Mas esse é o problema de se categorizar de forma tão vaga condições tais como a ODD, visto que virtualmente todo o comportamento pouco comum pode ser declarado como oposicional ou desafiador simplesmente porque coloca em causa o status quo. Por exemplo, mentes famosas tais como Thomas Edison e Alexander Graham Bell, cujas ideias pouco convencionais podem ter parecido malucas nos seus dias, são o tipo de pessoas que, hoje em dia, seriam declaradas como tendo a ODD ou algum outro tipo de doença mental.

Um perigo maior no uso desta abordagem subjectiva no diagnóstico duma doença mental é que isso ameaça limitar a liberdade de expressão e a dissidência política [ed: É esse o objectivo]. O governo federal já tentou declarar todos aqueles que são contra as suas políticas tirânicas, ou que simplesmente as colocam em causa, de terem "paranóia política", um tipo de doença mental.

Definir o não-conformismo como um tipo de "doença mental"  é a marca dos governos totalitários. Tal abuso óbvio do sistema médico como forma de controle popular não é nada de novo. Muitos governos totalitários, incluindo a ex-URSS, implementaram programas de saúde mental semelhantes que categorizavam todos os dissidentes como pessoas com algum tipo de desequilíbrio químico que precisava de algum tipo de remédio. Hoje em dia, esses remédios normalmente são algum tipo de drogas psicotrópicas que alteram a mente e têm consequências devastadoras.

Uma análise e comentário de 2002 relativo ao abuso da psiquiatria tanto na União Soviética bem como na China, publicado no "Journal of the American Academy of Psychiatry and the Law", declara:

O aprisionamento psiquiátrico de pessoas mentalmente sãs é uniformemente entendido como uma forma particularmente perniciosa de repressão porque usa as poderosas modalidades da medicina como ferrament de punição, e agrava a profunda afronta aos direitos humanos com a decepção e com a fraude. (...) Os médicos que se deixam usar desta forma...estão a trair a confiança da sociedade e, como profisionais, a violar as suas obrigações éticas mais básicas.

Podem ler este estudo, que tem implicações poderosas para o que a profissão da psiquiatria se está a tornar hoje em dia, aqui: http://jaapl.org. Fontes para este estudo incluem: http://breakingdeception.com, http://www.naturalnews.com, http://rense.com, http://jaapl.org, http://science.naturalnews.com.


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Este é mais um exemplo da psiquiatria Marxista a tentar acabar com o debate antes mesmo dele ter começado, mostrando que um dos lados do debate nem tem a capacidade para debater.

A qualificação de "patologia mental" a todas as vozes que não se alinham com a agenda cultural e política dos internacionalistas e dos esquerdistas não é nada de novo:

1. És a favor do casamento natural? Então és um homofóbico.
2. Acreditas que existem papéis sexuais naturais tanto para o homem como para a mulher? Então és um machista e um sexista.
3. Acreditas que, apesar de todo o ser humano ter a mesma dignidade e todo o ser humano merecer exactamente do mesmo respeito, existem diferenças físicas e intelectuais entre os grupos étnicos? Então és um racista.
4. Defendes que o islão é uma ideologia política perigosa, que tem que ser combatida de forma frontal e sem reservas? Então és um islamofóbico.
5. Acreditas em Deus e tens orgulho nas tuas tradições Cristãs ? Então sofres de "personalidade autoritária", e é bem provável que mais tarde te tornes num racista, num fascista e até num anti-semita.



terça-feira, 12 de janeiro de 2016

A história de Moira Greyland e a pedofilia dentro da comunidade homossexual


Por Moira Greyland

Eu nasci dentro duma família de famosos homossexuais pagãos no final dos anos 60. A minha mãe era a Marion Zimmer Bradley, e o meu pai era o Walter Breen. Entre os dois, eles devem ter escrito mais de 100 livros: a minha mãe escreveu livros sobre a ficção científica e sobre a fantasia (Mists of Avalon), e o meu pai escreveu livros sobre a  numismática: ele era um perito em moedas.

O que eles fizeram comigo é um assunto infelizmente público: é suficiente dizer que ambos os meus pais queriam que eu fosse homossexual, e estavam horrorizados com o facto de eu ser fêmea. A minha abusou de mim desde os meus 3 aos 12 anos. A primeira vez que eu me lembro do meu pai me fazer algo de violento, eu tinha cinco anos. Sim, ele violou-me. Eu não gosto de pensar nestas coisas. Se querem saber mais sobre as suas maldades com as meninas pequenas, e se por acaso têm um estômago forte, googlem por  "Breendoggle", que foi o escândalo que QUASE o afastou para fora do mundo da ficção científica.

Mais profunda era a sua aversão pelo meu género, apesar dos seus muitos relacionamentos com mulheres e com as vítimas femininas. Ele disse-me sem rodeios que nenhum homem me haveria de querer porque todos os homens eram secretamente homossexuais, mas que ainda não tinham aceite a sua homossexualidade natural. Devido a isso, aprendi a agir duma forma bem masculina e com a cintura bem fixa.

Vocês ainda podem observar traços da minha indoutrinação em favor da rejeição da minha feminilidade na minha recusa absoluta em ceder, e na minha franqueza, e na minha escolha de ser directora teatral durante a maior parte da minha vida. Mas uma parte boa da minha franqueza é a minha recusa em aceitar a noção de que "no fundo, no fundo, eu devo ser um rapaz que nasceu no corpo duma rapariga".

Não sou. Sou uma rapariga que foi atacada por ser uma rapariga, e alguém que tentou muito ser o "rapaz" que eles queriam que eu fosse.

Basta dizer que eu não fui a única vítima de qualquer dos géneros. Cresci a ver o meu pai a ter "romances" (na sua imaginação) com rapazes, algo que era uma fonte de frustração para ele porque eles queriam sempre dinheiro e comida como resultado do sexo a que eram sujeitos, mas não o queriam a ele (OBVIAMENTE!).

Comecei a tentar fugir de casa quando tinha 10 anos, depois da minha primeira tentativa de suicídio, e comecei  intervir quando tinha 13 anos, quando disse à minha mãe e à sua companheira que o meu pai estava a dormir com rapazes. Em vez de chamarem a polícia, algo que qualquer ser humano decente faria, elas pura e simplesmente mudaram-no para o apartamento delas, que eu dei o nome de "O Ninho de Amor", e elas voltaram a viver na nossa casa familiar.

Claro que isso apenas piorou as coisas. Há já algum tempo que eu surfava nos sofás dos meus directores da Renaissance Faire, mas ninguém poderia ficar comigo o tempo todo. Tal como pode ser imaginado, onde quer que o meu pai estivesse, lá estavam rapazes adolescentes, drogas, e não havia muita comida (embora eu não passasse fome durante a minha adolescência visto que os livros da minha mãe haviam começado a vender bem). Durante a minha adolescência vivi em todo o tipo de lugar, embora tenha voltado a viver com o meu pai quando comecei a universidade.

Houve um dia em que ele trouxe um rapaz de 11 anos para ficar connosco durante uma semana e com a permissão da sua mãe, algo que me deixou horrorizada. Garanti que ele tivesse um quarto e uma cama onde dormir. Quando vi o meu pai a pegá-lo de pernas para o ar, e a beijá-lo por todo o lado, e quando vi os livros de pornografia de fora, chamei o meu conselheiro, que já havia concordado em chamar a polícia se por acaso visse alguma coisa a acontecer, e o meu pai foi preso.

Por aquela ofensa, ele recebeu pena suspensa de três anos. No entanto, a notícia espalhou-se e um homem que lhe havia dado um lugar para ficar em Los Angeles apercebeu-se que o seu filho tinha idade para ser um alvo, e começou a fazer perguntas. Isto resultou na prisão do meu pai devido a 13 acusações PC 288 A, B, C, e D. (Basta dizer que isto são vários tipos de ofensas sexuais forçadas que nunca deveriam ser cometidas a alguém, muito menos a uma criança!)

Ele morreu na prisão em 1993, depois das minhas informações iniciais de 1989. Deve ser notado que, longe de ser um transgressor iniciante, a sua primeira prisão havia ocorrido em 1948, quando ele tinha 18 anos.

Tal como pode ser imaginado, embora a minha mãe estivesse perfeitamente ciente dos crimes do meu pai, e também o estivesse a minha "madrasta", ninguém acreditou em mim até ao momento em que ele foi condenado; fui ignorada e qualificada de "histérica". Mais uma vez, tudo isto é público: a fria indiferença da minha mãe e a pretensão de total ausência de responsabilidade por parte da minha madrasta são doentias nelas mesmas. As palavras dela deveriam ser suficientes; ela sabia o que ele queria fazer.

Em altura algum tentei fazer justiça com as minhas mãos; devido à minha estrutura moral, eu era a protectora dos outros, e eu amava muito o meu pai. Portanto, embora eu tivesse pensado que poderia perdoar o meu pai pelo que ele me fez, de maneira nenhuma cheguei a pensar que era responsabilidade minha perdoar o que ele havia feito a outras pessoas - e a sua última vítima não havia sido uma prostituta, mas uma criança que havia ficado gravemente ferida.

De qualquer das formas, da mesma forma que a minha família se havia fechado em redor do meu pai para o proteger, mais recentemente eles voltaram-se a fechar em redor dum meu parente masculino, que está a ser acusado de abusar os filhos do seu ex-namorado, que ele vê como seus "netos" visto que ele "adoptou" o seu pai como seu "filho". Sim, eu sei que tudo isto é doentio de se ler, e eu peço perdão.

Mais uma vez, eu fui marginalizada e chamada de "maluca", e "histérica" porque, afinal de contas, porque é que uma pessoa com um longa historial de abuso de menores continuaria a fazer isso? Tal como eu fiz quando acusei o meu pai, mudei de casa. Fiz um relatório policial, tal como o fizeram os meus estudantes, que estavam horrorizados com o que ele havia dito dos seus "netos".

Deve ser levado em conta que os amantes de rapazes não olham para o que fazem como um "abuso". Para eles, é sexo, e eles olham para esse sexo como "consensual", e qualquer objecção será certamente varrida pelos orgasmos que certamente serão produzidos; é uma pena que estes orgasmos calem a boca destes rapazes-vítimas e os convençam de que eles "devem" ser homossexuais (independentemente dos casamentos heterossexuais posteriores e dos filhos resultantes).

Aparentemente, 33 acusações de pedofilia feitas contra o meu parente sem nome não é suficiente e ele irá apostar tudo nisso. Nada disto é da minha conta; fiz o que pude, e é fácil entrar em contacto comigo se por acaso quiserem que eu testemunhe.

Perdoem-me o meu fatalismo, mas os agressores sexuais não param e é bem provável que haja mais vítimas. Ou alguém se chega à frente, ou ele irá violar outra vez, ou talvez, visto que ele é bem velho, ele irá morrer antes de sofrer as consequências.

Entre o tempo das denúncias relativas às prevaricações do meu pai e o tempo das prevaricações do meu parente masculino sem nome, tirei um curso Bacharelato em Performance Musical, e tinha uma carreira como harpista de casamento e como cantora; depois casei-me e tive filhos; depois tirei um Mestrado em Performance Musical; e desde 2007 que só tenho ensinado canto e harpa, e dirigido óperas em duas companhias de ópera que fundei: uma no sul da Califórnia, e outra no norte. Também fiz um álbum de música Celta. No entanto, sempre me senti insatisfeita com a minha carreira; os artistas precisam de contar a sua história, e a minha era razoavelmente feia para ser contada.

Mas estupidamente regressei para o Norte da Califórnia. A minha amada esposa do meu primo estava a morrer de cancro e eu queria fazer parte duma família, pensado que depois da morte do meu pai, o seu mal tinha morrido com ele.

Enganei-me.

Em Junho último, uma blogueira com o nome de Deirdre Saoirse Moen perguntou-se se havia alguma verdade nos rumores em torno dos meus pais, e eu disse que sim, que ambos me haviam abusado, tal como haviam abusado o meu irmão, tal como haviam abusado uma VASTA gama de outras crianças. E eu enviei-lhe dois poemas que eu havia escrito relativos a este assunto, numa altura em que eu não havia ventilado em público o que eles me haviam feito.

Ela colocou os meus emails e os meus poemas no seu blogue, o que rapidamente alcançou 92 países do mundo, para minha grande surpresa. Fui inundada com cartas de sobreviventes de abuso sexual, e tentei responder a todas elas com simpatia e com calor humano (o que, de certa forma, me abalou emocionalmente duma forma que não consigo descrever).

Todas as pessoas queriam enviar dinheiro, mas eu pedi-lhes que o enviasse para a RAINN (Rape Abuse Incest National Network), e houve até autores antológicos associados à minha mãe que pegaram todo o dinheiro dos seus direitos autorais e deram para à obras de caridade. Houve pessoas que queimaram cópias do seu livro porque não eram capazes de os vender e lucrar com o mal gerado por ela. Houve outras pessoas ainda que apagaram as suas obras dos seus Kindles e dos seus iPads.

O motivo que dei, e que ainda defendo, para não ter falado disto é: sei que muitas pessoas valorizam os livros da minha mãe, e eu não os queria prejudicar ou perturbar as suas vidas. Daí o meu choque e embaraço pela forma como a história se propagou. Ironicamente, os sobreviventes que beneficiaram dos seus livros encontraram mais força em lutar contra o abuso do que ficar do seu lado, e como tal, a minha admiração por eles perdura!

Naturalmente, há um debate enorme em relação a ela e em relação ao meu pai. Todas as vezes que surgia alguém a duvidar da minha história, outras 100 surgiam para silenciar os que me colocavam em dúvida. Os arrepiantes activistas da "idade de maioridade" também apareceram, e foram igualmente silenciados. Para minha grande surpresa, as pessoas acreditaram em mim.

Depois de ver o que havia acontecido com a filha de Woody Allen, eu não tinha qualquer outro tipo de expectativa que não uma execução virtual pública se por acaso eu me atrevesse a falar. Mas de certa forma, a minha mãe "protegeu-me" com as SUAS PALAVRAS. Ela havia testemunhado, maliciosamente, no momento que foi acusada de me ter abusado, que "as crianças não têm zonas erógenas", e nem se preocupou em negar que me havia amarrado a uma cadeira, e de me ter atacado com um alicate, alegando que me iria tirar os dentes. Com a sua admissão fria, ninguém poderia deixar de lado NADA.

De qualquer das formas, desde que a verdade veio ao de cima, os temas pedofílicos dos seus livros tornaram-se óbvios para as pessoas que haviam, no passado, olhado para eles como história ou como licença artística conferida a um autor de ficção. Com a ajuda editorial da minha mãe, o meu pai havia escrito um livro apologético do sexo entre adultos e menores com o título de "Amor Grego" sob o pseudónimo “J.Z. Eglinton.” De repente, ninguém poderia questionar o que sempre havia sido óbvio para mim.

O homossexualismo

Então, o que foi que mudou desde Junho último? Desde que falei (juntamente com outras pessoas) sobre o meu familiar sem nome em Novembro último, e depois da minha decisão de não entrar em contacto com a minha família devido à sua resposta, comecei-me a aperceber que se calhar o homossexualismo dos meus pais ERA o assunto em cima da mesa.

Sem surpresa alguma, eu havia sido educada para ser totalmente tolerante. Há alguns anos atrás li Satinover, que acreditava que os homossexuais eram, em larga escala, "pansexuais", isto é, que preferiam ter sexo com TODAS as pessoas de QUALQUER idade e de QUALQUER género, e a não se limitarem a uma só pessoa; ele olhava para isso como um problema moral e ético, e não como uma "orientação" sexual.

Vocês nem sabe o número de lésbicas que simplesmente odeiam os homens, ou que foram violadas por um, e não podem sequer pensar em sexo com um homem devido a isso. Para mim, a pesquisa em torno do homossexualismo era quase como um segredo culpado: eu a pensar no impensável. Afinal de contas, o homossexualismo sempre me havia sido apresentado como um estado natural: Eu estava "agarrada" e era uma "puritana" porque, apesar dos pedidos da minha mãe para "experimentar de outra formas", e "como é que eu poderia saber que eu era heterossexual?", eu pura e simplesmente não conseguia fazer de mim uma lésbica.

As minhas observações em relação às crenças do meu pai e da minha mãe são estas: visto que todas as pessoas são naturalmente homossexuais, é o establishment heterossexual que prende as pessoas e, desde logo, as limita. A actividade sexual levada a cabo em tenra idade facilitará a que essa pessoa tenha vontade de ter actividade sexual com qualquer pessoa, o que irá, ao mesmo tempo, instalar a utopia, eliminar a homofobia e ajudar as pessoas a tornarem-se na pessoa que "realmente são".

Isso irá também destruir a odiada família nuclear, com o seu paternalismo, sexismo, ageism (sim, para os pedófilos, isto é um assunto sério) e todos os outros "ismos". Se um número suficiente de crianças for sexualizada enquanto é suficientemente jovem, então imediatamente o homossexualismo tornar-se-á "normal" e aceite por todas as pessoas, e as antiquadas noções de fidelidade irão desaparecer

Visto que o sexo é integrado como parte natural de todas os relacionamentos, as barreiras entre as pessoas irão desaparecer e, à medida que a "cultura heterossexual" segue os caminho dos dinossauros, a utopia irá aparecer. Tal como a minha mãe dizia, "As crianças são levadas a acreditar que não querem sexo."

Sim, eu sei que a estupidez desta tese particular não tem limites, e as consequências reais são a existência de pessoas com 40 anos a receber terapia devido ao abuso sexual, muitos, muitos mas muitos suicídios, e vidas arruinadas para TODAS as pessoas. Mas alguém tinha que o dizer. Será que alguém vai ouvir?

Havia seis desconhecidos durante o julgamento do meu pai, que não testemunharam, e duas vítimas, que testemunharam. Eu ainda estou em contacto com uma das vítimas. Há alguns anos atrás ele foi silenciado de forma tão feroz pelos fãs da minha mãe, que até hoje ele ainda não é totalmente capaz de falar abertamente sobre isto. Não sei do destino de todos os seis desconhecidos, mas sei que um deles morreu aos 40 anos com desordem alimentar, nunca tendo sido capaz de falar sobre o que lhe aconteceu.

Sei também que pelo menos uma das pessoas que se encontrava na lista dos 22 nomes que dei à polícia, como potenciais vítimas, suicidou-se no ano passado. Sei também dum certo número de vítimas do meu pai que não testemunharam porque o amam. Como nota pessoal, eu posso entender o porquê: entre os meus dois pais, ele era, de longe, o mais gentil. Afinal de contas, ele apenas era um violador em série. A minha mãe era um gélido monstro violento cuja voz contorcia o meu estômago.

A madrasta e Katy Faust

Uma nota breve em relação à minha "madrasta": depois de passar 22 anos com a minha mãe, hoje em dia ela nega que alguma vez tinha sido homossexual. Então ela nasceu o quê? Será que ela nasceu homossexual e agora vive em "negação" da sua "verdadeira natureza", como diriam os homossexuais, ou será que ela apenas estava enfatuada pela minha mãe, que fez o que as pessoas famosas fazem, e aproveitou-se da sua inocência e da sua infantilidade emocional?

Ela tinha 26 anos quando se envolveu com a minha mãe, mas disse-me que sentia como se tivesse sido "abusada" por ela. Eu não posso usar essa palavra para ela porque ela tinha 26 anos. Mas ela REALMENTE chamava a minha mãe de "mãezinha" e a maior parte do conteúdo do seu relacionamento era uma tentativa dela provar que ela era "uma filha melhor" que eu.

Esta era uma competição que, para mim, estava morta desde o início: eu sou filha biológica da minha mãe. Isto é uma realidade biológica. Dar orgasmos a minha mãe não faz da minha madrasta uma filha melhor, mas sim faz dela uma pessoa néscia. E tal como pode ser visto agora, ela DEVE ser a "melhor filha" porque eu pus a boca no trombone. Hoje em dia, eu não falo com ela.

No mês de Março deste ano conheci a Katy Faust, uma das "filhas de homossexuais" que deu entrada a um relatório amicus ao Supremo Tribunal em oposição ao "casamento" homossexual. Nós trocamos correspondência, e eu deixei a Califórnia. Ainda estou zonza com a morte das últimas partes da minha negação. O homossexualismo É o problema. A crença de que ter sexo com todas pessoas irá, de alguma forma, curar os problemas e não criá-los, É o problema.

Devido a isto, comecei a falar contra o "casamento" homossexual, e ao fazê-lo, alienei até os meus mais fortes apoiantes. Afinal de contas, eles precisam de olhar para os meus pais como criminosos sexuais malucos, e não homossexuais que estão a seguir as suas fortes convicções éticas e a tentar criar a utopia segundo a sua fantasia totalmente ridícula. Eles não têm a vontade de aceitar que, se calhar, o homossexualismo pode resultar na destruição das crianças e até dos adultos que insistem em ficar no seu encalço.

Para todas as pessoas bem-intencionadas que acreditam que estou a extrapolar a partir da minha experiência para toda a comunidade homossexual, gostaria de explicar o porquê disto ser assim: Tendo como base o tempo que passei dentro da comunidade homossexual, os valores que eles têm são totalmente distintos; a sua pressuposição é de que TODAS as pessoas são homossexuais e que elas apenas estão "dentro do armário", e que experiências sexuais em tenra idade irão impedir a criança homossexual de ficar no armário, e isso causará a que toda a gente fique feliz.

Se por acaso duvidam de mim, pesquisam "idade de consentimento", twinks", "ageism", e os escritos de NUMEROSOS autores da Esquerda que acreditam que a sexualidade precoce é, de alguma forma, "benéfico" para as crianças.

Devido à minha longa experiência com a comunidade BDSM ("bondage/discipline", Sado-Masoquismo) a minha crença é de que o homossexualismo é uma questão de GRAVAÇÃO (inglês: "impriting"), da mesma forma que as fantasias BDSM o são. Para o practicante do BDSM, a práctica contínua é sexualmente excitante, e naturalmente que o mesmo acontece com o homossexual.

No entanto, daquilo que tenho visto, nem uma nem a outra produzem algum tipo de cura. A minha mãe tornou-se lésbica porque foi abusada pelo pai dela. O meu pai foi violado por um padre, e olhava para isso como o único amor que ele alguma vez experimentou. Existem muito poucas pessoas que são exclusivamente homossexuais, mas muito mais pessoas que têm relacionamentos com pessoas de AMBOS os sexos, tal como aconteceu com os meus pais e outras pessoas da minha família.

O que distingue a cultura homossexual da cultura heterossexual é a crença de que o sexo em tenra idade é bom, e a firme certeza (e não pensem por um segundo que eles NÃO sabem disto) de que a única forma de criar outro homossexual é levar a que o rapaz tenha experiências homossexuais ANTES dele ser "arruinado" pela atracção por uma rapariga.

Se por acaso vocês não vêem problemas com isto, e pode ser que isso aconteça, isto é algo que têm que levar em consideração. Se por acaso acham que estou errada, então isso é privilégio vosso, mas tomem atenção para o VASTO número de histórias de abuso sexual E de transgenerismo que aparecerão destes "casamentos" homossexuais. As estatísticas em torno do abuso sexual que ocorre junto das crianças criadas por homossexuais já são astronomicamente elevadas quando comparadas com o que acontece com as crianças criadas por heterossexuais.

Obviamente que a minha perspectiva é desconfortável para as pessoas esquerdistas junto das quais fui criada: eu "tenho permissão" para ser vítima de abuso por parte de ambos os pais, "tenho permissão" para ser vítima de violência hedionda. Mas eu NÃO TENHO PERMISSÃO para culpar o seu homossexualismo pela sua disposição  em aceitar o sexo com todas as pessoas de qualquer idade.

Mas nada disso me irá atrasar. Vou continuar a falar publicamente sobre isto. Há já muito tempo que tenho ficada calada. O "casamento" homossexual nada mais é que uma forma de gerar crianças à imagem dos seus "pais", e dentro de 10 a 30 anos, os sobreviventes irão falar.

Até lá, eu vou falando.

Moira Greyland

http://wp.me/p2ENJm-qv

* * * * * * * * *

Sem dúvida que nenhum membro da comunidade homossexual terá forças para a intimidar, especialmente se levarmos em contra tudo o que dois membros dessa mesma comunidade já lhe fizeram (a mãe lésbica e feminista Marion Zimmer Bradley e o pai homossexual condenado por pedofilia Walter Breen). O que ela nos diz neste texto revela de forma cabal o porquê dos casos de abuso de menores serem proporcionalmente e estatisticamente mais elevados junto dos practicantes do homoerotismo.

Tenho a leve suspeição de que a revolta contra os homofascistas no Ocidente fará com que até o Estado Islâmico pareça misericordioso. Lembrem-se duma coisa: o pêndulo histórico volta SEMPRE para o seu lugar inicial. Quando se tornar claro que a aceitação do homossexualismo necessariamente exige a aceitação do abuso sexual amplamente disseminado de crianças, não haverá misericórdia.

Existe um motivo bem sólido do porquê o homossexualismo ter sido historicamente categorizado dentro do "Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais"; é uma desordem mental que tipicamente emana de algum tipo abuso infantil.

Isto não significa que todos os homossexuais são pessoas malignas ou pessoas inclinadas a abusar de crianças. O que a senhorita Greyland está a dizer é que eles são, de facto, vítimas inocentes, independentemente do quão orgulhosos eles possam estar da sua vitimização passada. Mas o facto permanece de que existe uma conexão clara entre o abuso infantil e a desordem mental, e se por acaso não concordam com isto, podem sempre falar com Moira Greyland, e dizer que ela nada sabe do que fala.

Isto disponibiliza também uma resposta óbvia para todos aqueles que perguntam "Porque é que tu és contra o casamento homossexual?" Porque sou contra o abuso sexual de crianças. Se banir o "casamento" homossexual salvar UMA SÓ criança de ser vítima de abuso sexual, então isso é um imperativo moral.



quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Pesquisas sugerem que o corpo da mulher carrega dentro de si ADN do sémen dos seus parceiros anteriores

Por Daryush Valizadeh

Pesquisas científicas convincentes revelaram que os insectos e os mamíferos do sexo feminino são capazes de absorver ADN estranho através das células dos seus corpos. Nos seres humanos já foi demonstrado de forma convincente que este fenómeno ocorre durante a gravidez quando material genético do bebé em crescimento funde-se com áreas do cérebro da mulher, afectando as suas chances de desenvolver a doença de Alzheimer.

As evidências sugerem agora que os animais do sexo feminino podem incorporar dentro de si ADN do esperma dos parceiros sexuais anteriores. Este ADN estranho acaba  depois por fazer parte dos filhos futuros após a mulher ser bem sucedida em engravidar de um homem totalmente diferente. No nosso mundo isto significa que os filhos que o homem vier a ter com uma mulher promiscua podem ter genes de parceiros sexuais anteriores que ele nunca viu ou chegou a conhecer.

Existem também estudos sociológicos que revelam que quando a mulher teve mais do que dois parceiros sexuais, os casamentos são mais susceptíveis de acabar (1234), mas agora apoio adicional para o dantes suspeito campo da telegonia está a revelar que existem também motivos genéticos para não iniciar um casamento com uma mulher promiscua: as crianças que vieres a ter com ela podem ter o "pool" genético poluído pelos seus encontros aleatórios anteriores e pelos encontros casuais.

A telegonia é uma ideia avançada inicialmente por Aristóteles e ela alega que os filhos podem herdar genes dos parceiros sexuais anteriores. Esta ideia não tinha suporte científico até que as evidências se amontoaram em favor do microquimerismo - o fenómeno do ADN estranho a incorporar-se no genoma dum indivíduo. Reparou-se que isto acontece no caso das transfusões de sangue. Se por acaso tu recebes sangue enquanto te encontras num estado traumático, o ADN do doador pode-se incorporar no teu genoma. Surpreendentemente, poucas pesquisas foram feitas entretanto, mas todas as evidências indicam que este é um fenómeno genético comum por todo o reino animal.

Um estudo importante em torno das moscas mostrou como as fêmeas incorporavam o ADN dos parceiros sexuais anteriores, e como, mais tarde, os traços desse ADN masculino se manifestava na prole que elas vinham a ter com machos totalmente distintos.

Cientistas da Universidade de New South Wales [Austrália] descobriram que, pelo menos nas moscas da fruta, o tamanho da descendência era determinado pelo tamanho do primeiro macho com quem a fêmea acasalou, e não com o segundo macho com quem ela gerou descendência. (...)

"As nossas pesquisas levam as coisas para um nível superior - mostrando que o macho também pode transmitir algumas das suas características adquiridas à prole gerada por outros machos" disse ela. "Mas ainda não sabemos se isto se aplica a outras espécies. (...)

O Dr Stuart Wigby, do Departamento de Zoologia da Universidade de Oxford, acrescentou: "O princípio da telegonia é, teoricamente, possível para qualquer animal internamente fertilizado, mas historicamente não tem havido muitas evidências em favor disso.

Cientistas envolvidos no estudo estão a lançar a hipótese de que o ADN do esperma é absorvido dentro dos ovos femininos sem, no entanto, fertilizá-los:

Os pesquisadores sugeriram que o efeito deve-se às moléculas que se encontram dentro do fluído seminal do primeiro macho e destes serem absorvidos pelos ovos femininos que ainda não estão amadurecidos, e influenciando posteriormente o crescimento da descendência dos machos subsequentes.

Já foi observado que o corpo humano feminino age como uma esponja em relação ao ADN estranho que é depositado dentro dele:

É possível que o Mc [microquimerismo] no cérebro seja capaz de distinguir os vários fenótipos amadurecidos, ou atravesse por uma fusão com as células pré-existentes, e adquira um novo fenótipo, tal como sugerido por estudos feitos em murinos ou em humanos onde células derivadas da medúla óssea circulavam até ao cérebro e geravam células neuronais por diferenciação, ou por fusão com neurónios pré-existentes. (....)

Embora a relação entre o Mc do cérebro e a saúde versus a doença necessite de mais estudos, os nossos achados sugerem que o Mc com origem fetal pode impactar a saúde maternal e, potencialmente, pode ter um significado evolutivo [sic].

O estudo citado em cima tem duas implicações sísmicas: o primeiro é que a mulher pode absorver ADN suficiente durante a sua vida que venha a causar a que ela mude o seu fenótipo (isto é, a sua aparência e o seu estado de saúde geral). Pode haver alguma verdade na frase "cara de vadia", onde uma mulher altamente promíscua sofre alterações na sua aparência física devido aos variados tipos de esperma de homens distintos que foram depositados dentro dela.

A segunda implicação emana do facto de que é cientificamente conclusivo que as mães solteiras têm ADN dos seus filhos bastardos a viver permanentemente dentro dos seus corpos. Qualquer homem que se reproduza com uma mãe solteira, irá ter filhos que têm dentro de si ADN dos seus filhos bastardos, o que, obviamente, inclui ADN dos seus pais ausentes.

Isto implica que os homens podem ser geneticamente traídos [inglês: "cuckholded"] sem terem sido traídos da maneira normal, e que ter filhos com uma mãe solteira é, e termos prácticos, dar ao pai do seu primeiro filho um prémio adicional no jogo da evolução.

O microquimerismo foi também observado nos cães, onde os mais velhos passam os seus genes aos irmãos mais novos, sugerindo que os primeiros filhos têm o grau mais elevado de pureza genética - uma suspeição muito provavelmente notada pela nobreza do passado. Não só isso, mas as cadelas incorporam o material genético associado ao cromossoma Y proveniente da sua descendência masculina. Essencialmente, a cadela fica mais masculina ao ter descendência masculina.

Os pesquisadores encontraram células com cromossomas Y na mãe depois destes nascimentos, o que significa que a mãe tinha células masculinas no seu corpo. Os pesquisadores encontraram células masculinas geneticamente semelhantes na descendência feminina da mesma mãe nas ninhadas posteriores. Estas cadelinhas eram recém-nascidas e nunca tinham estado grávidas, o que sugere fortemente que elas haviam adquirido as células que haviam ficado para trás, deixadas pelos seus irmãos mais velhos enquanto estes se encontravam no útero.

Se as mulheres absorvem genes associados ao cromossoma Y através do sexo casual, então isso pode explicar o porquê das mulheres com um passado sexualmente promíscuo exibirem mais traços masculinos, algo que qualquer playboy internacional pode confirmar. A mulher promiscua torna-se mais masculina devido ao facto de vários genes masculinos estarem a ser inseridos no seu genoma, e estarem a afectar o seu fenótipo.

Algumas ideias mais antigas relativas à telegonia, datando de há mais de um século, não parecem agora estar longe da verdade:

No seu livro “Individual Evolution, Heredity and Neo-Darwinists” (1899), o biólogo e filósofo Francês Felix Le Dantec menciona vários factos que demonstram a telegonia, mas as evidências eram bastante pseudo-científicas até mesmo para essa altura.

O autor menciona dois exemplos com animais e um com seres humanos. Le Dantec escreveu que um agricultor lhe havia dito que, a dada latura, uma das suas porcas copulou com um javali, e, na sua cor, a descendência parecia-se totalmente com o pai. Mas quando a mesma porca copulou com outro javali, alguns porquinhos da segunda ninhada continuavam a ter semelhanças cromáticas com o javali com quem a porca havia copulado em primeiro lugar.

Ele escreveu também da forma como Lord Morton cruzou uma égua com uma zebra e obteve o híbrido dum cavalo com uma zebra. Quando ele voltou a cruzar a mesma égua com um cavalo, esta segunda copulação gerau um potro que tinha mesmo assim linhas semelhantes às de uma zebra.

O microquimerismo encontra-se na vanguarda das pesquisas genéticas que têm, ultimamente, incluído a epigenética que é o ligar e o desligar de certos genes devido a estímulos ambientais. A epigenética tem levantado questões contra a teoria da evolução porque ela demonstra que a adaptação pode ocorrer dentro dos indivíduos sem a acção da selecção natural. Pesquisas recentes estão a revelar o pouco que sabemos em relação à forma como o genoma humano funciona, sugerindo uma imagem mais complexa do que aquela que havíamos imaginado.

As pesquisas sociológicas foram as primeiras a revelar que casar com uma mulher com um passado sexual robusto aumentava as probabilidades do casamento falhar.

Agora, as pesquisas genéticas disponibilizam mais evidências de que tais mulheres irão dar à luz filhos que - segundo princípios que ainda não entendemos - não são totalmente do pai. Devido ao facto deste campo de pesquisa ser politicamente incorrecto (ao pintar consequências fortemente negativas para as mulheres que levam uma vida promiscua "forte e independente") é pouco provável que as universidades esquerdistas aprovem mais pesquisas neste área.

Durante milhares de anos, a pureza feminina foi estimada acima de qualquer coisa no momento em que se pensava em formar uma família. Hoje, a comunidade científica está a confirmar a validade dessa práctica. Até que a ciência fique estabelecida neste ponto, os homens que insistam em casar com uma mulher promiscua devem pelo menos exigir uma entrevista com os seus parceiros sexuais anteriores para que fiquem mais familiarizados com os homens cujos genes podem vir a ser transmitidos para os seus futuros filhos.

http://bit.ly/1UacFKR



sábado, 2 de janeiro de 2016

O que é a Dialética Hegeliana?

Por Daryush Valizadeh

Uma expressão que vez após vez foi surgindo quando eu fazia a minha pesquisa dos governos modernos é "Dialéctica Hegeliana". Passei algum tempo a estudar o termo não só para saber o que era, mas também para saber como é que o mesmo estava a ser usado pela classe governante como forma de manipular o público de moda atingir um propósito pré-estabelecido.

Inicialmente descrito pelo filósofo iluminista Alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel, a Dialéctica Hegeliana é um mecanismo para se chegar a uma verdade final ou a uma conclusão. É bem provável que vocês usem, actualmente, o método Aristotélico de se chegar à verdade, que é observar todos os factos da situação e inferir a conclusão mais lógica tendo como base essas observações.

Por outro lado, Hegel falou dum processo onde a verdade era atingida através dum processo de fricção e conflicto entre uma força (tese) e a sua oposta (antítese). O resultado final deste confronto - a síntese - é a melhor conclusão.

É bem provável que a síntese não seja a verdade final e absoluta. Esta torna-se na nova tese e é formada uma nova antítese em sua oposição. O conflicto avança então rumo a uma segunda síntese. Este processo repete-se até que a síntese final é revelada, que, teoricamente, é a verdade absoluta.

Dito de forma simples, a Dialéctica Hegeliana é a batalha entre dois extremos como forma de se obter um resultado que se encontra algures no meio. O resultado irá desenvolver uma força opositora e a batalha que se seguirá irá ter outro tipo de resultados. A realidade objectiva que temos actualmente incorporou dentro de si todas as "batalhas" prévias de teses e antíteses desde o princípio; isto significa que - de acordo com a teoria - estamos a viver dentro dum arco progressivo rumo à verdade absoluta e rumo a um mundo perfeito.

Exemplos de teses e antíteses:

Tese
Antítese
Síntese
Hegemonia Francesa e Inglesa depois da Primeira Guerra Hitler Hegemonia
Americana
Conservadorismo Tradicional Marxismo Globalismo
Perda de poder doméstico por parte do governo dos EUA 11 de Setembro "Patriot Act"
O NSA espia os Americanos
Feminismo PUA, MRA
Neomasculinidade
?

A Dialéctica Nacional

Hegel propôs esta dialéctica como uma forma natural de se atingir a verdade, mas tinha em mente que a própria nação era o veículo para se criar a nova síntese. Tal como a maior parte dos pensadores do Iluminismo, Hegel rejeitou a noção de Deus e colocou a nação-estado como Deus. A elite moderna avançou ainda mais com isto ao determinar uma síntese (um propósito específico) e posteriormente, a executar eventos que evoluem artificialmente rumo a tal síntese pré-determinada.

Se a elite tem em vista um leque de resultados - quer seja um governo mais autoritário ou uma guerra que consolida o seu poder - tudo o que eles têm que fazer é gerar uma antítese que os irá levar rumo ao resultado desejado. Isto é normalmente conhecido como ataque "bandeira falsa" ["false flag attack"] onde o governo duma nação ataca a própria nação de modo a que possa responder da forma que sempre quis, visto que é só através desse ataque que os cidadãos concordam com a síntese pré-determinada.

Diga-se de passagem, os ataques bandeira-falsa são, na verdade, uma forma comum que os governos usam para realizar os seus propósitos.

Eis aqui dois círculos Hegelianos dentro dois quais nós podemos estar a viver:

Tese
Antítese
Síntese
Rússia recusa-se entrar na  Nova Ordem Mundial Desestabilizar a Ucrânia e a Síria; Forçar a Rússia a agir de forma agressiva Criar pretexto para remover a elite Russa; Instalar políticos Ocidentais na Rússia.
Nacionalismo na Europa Permitir a entrada de milhões de Afro-Islâmicos Fortalecer as Nações Unidas e a União Europeia como forma de "proteger" as pessoas dos tumultos sociais

É comum as pessoas usarem a dialéctica na sua vida como forma de resolver problemas:

Tese
Antítese
Síntese
Não está a receber atenção. Inventa drama, catástrofes e doenças Recebe atenção por parte da família, amigos e estranhos

O que a elite governante faz, e já está a fazer há séculos, é gerar reacções que requerem as soluções que eles sempre quiseram implementar. Esta reacção (por exemplo, o 11 de Setembro) coloca os cidadãos num estado de medo e de ansiedade, o que permite a fácil implementação de soluções sem que haja qualquer tipo de resistência. Será que os Americanos teriam protestado duma forma mais agressiva ao "Patriot Act" se o 11 de Setembro nunca tivesse ocorrido? Muito provavelmente eles haveriam de se rir desta proposta, tal como se riram das tentativas de George W. Bush de privatizar a Segurança Social no princípio do seu segundo mandato.

Cuidado com as "soluções" governamentais

Uma das formas de se ficar a saber que os governos estão a usar a dialéctica Hegeliana para cumprir com os seus planos é quando eles têm soluções prontas logo após um evento, antes mesmo de haver algum tipo de debate público sobre essas "soluções". Isto é visto com frequência nos Estados Unidos com o tópico do controle de armas, onde após cada incidente de tiroteio e assassinatos, há uma apelo à limitação da venda de armas por parte dos média e por parte do governo.  O forte controle de armas, ou a confiscação das mesmas, é a solução pré-determinada da classe governante Americana que sem dúvida será tentada no futuro.

Desde Nero a queimar Roma a Hitler a queimar o Reichstag, um pouco por toda a História líderes sedentos de poder geraram crises como forma de apresentar ao público situações onde as suas soluções envolvendo um Estado-Policial "faziam sentido"

"Entreguem as vossas armas" - É para vossa segurança...." (....)

Todas as crises financeiras que os Estados Unidos já sofreram foram seguidas pelo mesmo padrão de dialéctica Hegeliana que resultou num passo incremental rumo ao domínio financeiro mundial por parte duma elite restrita. [Fonte]

Um outro uso relacionado da dialéctica Hegeliana é gerar a aparência duma saudável oposição governamental. Nós vemos isso nos Estados Unidos onde tanto os Democratas como os Republicanos são duas cabeças do mesmo corpo. Eles criam uma fachada pública onde passam a imagem de duas forças opositoras a debater e a comprometerem-se a servir os interesses da nação, quando na verdade, ambos os partidos são controlados pelos mesmos globalistas que fazem donativos a ambos os partidos.

O fenómeno "cuckservative" revelou que os conservadores mainstream são virtualmente idênticos à esquerda, com a excepção de alguns pontos quentes tais como o aborto e a religião (eles já convergiram na questão do "casamento" homossexual).

No Ocidente, a escolha basicamente é entre a informação "esquerdista" controlada, e a informação "direitista" controlada. O conflito entre os dois grupos SOB CONTROLE mantém o aparente conflito informacional aceso. Factos indesejados que se enquadram em nenhum dos grupos são convenientemente esquecidos. Livros que não se enquadram dentro de nenhum dos campos são efectivamente neutralizados porque eles irão invocar a ira tanto da "direita" como da "esquerda". (...)

A dialéctica Hegeliana está actualmente a ser aplicada como forma de assegurar e manter o poder mundial absoluto, bem como a autoridade absoluta, nas mãos duma elite. [Fonte] 

A dialéctica Hegeliana exige uma tese e uma antítese, um pró. e um anti.. Será que isto não são absolutos? Será que os próprios conceitos de esquerda e direita, Este e Oeste, preto e branco, etc, exigidos pela dialéctica, não são, em si, uma confirmação do absolutismo? [Fonte]

(Uma política governamental com um título razoável tal como "desenvolvimento sustentável" faz parte da dialéctica que tem como propósito controlar o comportamento humano e a sua reprodução.)

É fácil governar quando os cidadãos encontram-e programados para exigir as mudanças que estão de acordo com os teus planos:

O aspecto perturbador da abordagem de Alinsky para a "mudança social radical" é a sua crença no método Marxista-Leninista de manter sempre as massas desmoralizadas de modo a que elas passem a exigir mudança, ou insistam que o sistema seja abolido de todo. [Fonte]

Muitos de nós estamos cientes do que a elite está a fazer à sociedade como forma de a manter sob controle. A dialéctica Hegeliana permite-nos ver como é que eles estão a fazer, acrescentando uma importante peça no puzzle de modo a que mais facilmente se possam reconhecer os esquemas autoritários. Sempre que ocorre uma crise cuja solução é avançada pelos políticos, pelos governos, pelas organizações mundiais tais como as Nações Unidas, o FMI, o Banco Mundial, a Reserva Federal, ou incontáveis outras entidades semi-governamentais, podemos ter a certeza de três coisas:

1. A solução não irá resolver o problema original.
2. É bem possível que o problema tenha sido criado por uma das instituições citadas em cima como forma delas mesmas avançarem com a sua "solução"
3. O controlado processo Problema-Reacção-Solução está a reduzir a tua liberdade e fazer com que fiques mais dependente do estado.

Depois de catástrofes violentas e eventos globais, pensem por alguns instantes para ver exactamente quais são os seus planos reais tendo como base a reacção daqueles que se encontram no poder, e pensem em resistir a esses mesmos planos se isso estiver ao vosso alcance. Para terem a certeza, podem assumir que virtualmente todas as soluções não-locais avançadas pelo governo fazem parte dum plano de te magoar, e que isso terá o efeito contrário ao declarado se por acaso o mesmo receber permissão para ser implementado.

- http://bit.ly/1TkwEq5




sábado, 26 de dezembro de 2015

As mulheres estão a superar os homens mas não onde realmente conta

Por Martin van Creveld

Levando em conta as notas, primeiro nas escolas e depois nas universidades, as mulheres estão a superar os homens. Para alguns, este facto, que supostamente chega depois de milénios de subjugação e opressão, é uma bênção. Mas outros há que olham para este facto como um sinal de perigo que aponta para a feminização da sociedade que, sob o risco de perder a competitividade com outras nações mais viris, é algo que tem que ser evitado a todo o custo.

Mas é isto verdade?

Cinquenta e dois anos depois de Betty Friedan ter levantado o estandarte da revolta, só 5% dos chefes de estado são mulheres; segundo a lista da Forbes relativa aos 10 executivos empresariais mais bem pagos dos Estados Unidos, nenhum deles é uma mulher. Olhando mais abaixo na lista, a situação não é muito diferente. A diferença de rendimento é tão grande hoje como o era no tempo dos Romanos onde, levando tudo em conta, as escravas valiam cerca de 2/3 dos que valiam os escravos.

Factos semelhantes poderiam ser citados indefinidamente, e eles mostram que, hoje, e como sempre foi o caso, quanto mais nós subimos na hierarquia, menos mulheres encontramos. Se levarmos a cabo alguns cálculos, e assumido que a tendência actual se mantém, só no espaço de 150 anos é que a diferença de rendimento terá o seu fim. Isto, claro, se isso algum dia vier a acontecer, algo que eu duvido muito.

Como é que podemos explicar estes factos? A interpretação padronizada, avançada por inúmeros feministas um pouco por todo o mundo, é discriminação. Esta ideia tem a vantagem de conferir às mulheres a oportunidade de se sentarem num ponto moralmente mais elevado. Para além disso, esta explicação permite também que as mulheres perturbem e cheguem até a intimidar os homens - dentro e fora dos tribunais; há poucas coisas mais difíceis de refutar, e poucas coisas mais susceptíveis de destruir a carreira profissional dum homem, que a acusação de ter discriminado uma funcionária.

A dificuldade com este argumento é que em todos os países desenvolvidos as mulheres são a maioria da população. A sua percentagem dentro do número de pessoas a trabalhar está também muito próxima da percentagem masculina. A forma como, dentro duma democracia, a maioria pode discriminar uma minoria é fácil de explicar; partes da Constituição Americana foram feitas precisamente para impedir isso. Este facto faz com que a explicação seja pouco provável. A menos que - como vamos ver de seguida, vamos ver que há motivos para pensar assim - sejam as próprias mulheres a discriminarem-se a elas mesmas.

Seguem algumas possíveis explicações:

1. As notas não significam assim tanto como as pessoas pensam.

Se sim. porque é que há mais de um século as mulheres têm tido melhores notas que os homens? Pode-se alegar que as qualidades necessárias para se ter sucesso na escola - principalmente a habilidade de ficar quieta e a habilidade de repetir o que o professor diz - são muito diferentes das qualidades necessárias para se triunfar na vida. Levemos em conta as carreiras de pessoas muito bem sucedidas tais como Bill Gates e Steven Jobs, duas pessoas que abandonaram a universidade antes de mudarem o mundo.

Ou ainda o caso de George Bush, Jr., um aluno medíocre que, é dito, só conseguiu terminar o curso em Harvard devido ao dinheiro do pai; e muitos outros exemplos poderiam ser citados, tanto do passado como do presente.

2. Nas escolas, tal como nas universidades, as mulheres tendem a escolher áreas que estão associadas a rendimentos mais baixos.

Estas são as áreas das humanísticas, áreas de ensino, trabalho social, e assim por adiante - áreas que são, ou pelo menos são vistas, como fáceis e "macias". Isto causa a que, e tal como dito por um estudioso, "as evidências à nossa disposição indiquem que as mulheres são menos conhecedoras que os homens em áreas da finança pessoal, e estes achados parecem ser verdade para uma variedade de populações."

As tentativas de se mudar esta situação, motivando as mulheres a seguir carreiras dentro da ciência e da tecnologia, remontam pelo menos até aos anos 30, quando Estaline tentou, sem sucesso, usar o seu punho de ferro em favor destas iniciativas.

3. Em média, e obviamente em relação aos homens, as mulheres são menos competitivas e menos motivadas a serem "bem sucedidas".

Um motivo possível para isto é o facto delas terem menos testosterona nos seus corpos; outro, que elas podem sempre escolher sair do mercado de trabalho encontrando um homem que pague a renda. O contrário não acontece. As estatísticas claramente mostram que casamentos onde a mulher ganha mais que o homem são muito mais susceptíveis de acabar do que aqueles onde isso não acontece. Citando as palavras dum conhecido meu, "por duas vezes me casei com uma mulher que ganhava mais do que eu - e por duas vezes elas divorciaram-se de mim"

4. Continuando com este argumento, Douglas Kinnaird, director-administrativo de consultoria de recrutamento da "MacDonald Kinnaird", alega que as mulheres estão-se a discriminar a elas mesmas:

"Cinquenta e três porcento dos advogados licenciados são mulheres, e 52% dos contabilistas licenciados são mulheres. Em média, durante os últimos 25 anos, a resposta feminina que temos tido às propostas de emprego publicitadas é na ordem dos 3.7%; portanto, por cada 100 candidatos de empregos, só 3 são mulheres. Para mim, isto revela que as mulheres estão-se a discriminar a elas mesmas."

[Ed: Seria interessante saber para que tipo de emprego as outras mulheres contabilistas e advogadas se estão a candidatar]

5. Sheryl Sandberg, Directora de Operação dentro da Facebook, e uma das poucas mulheres que se tornou bilionária por mérito próprio, explica que há três motivos que explicam o baixo número de mulheres em posições empresariais de topo.

O primeiro é o bom velho chauvinismo masculino. Os homens não queriam contratar mulheres, mas, e de modo fascinante, em alguns casos, as mulheres não queriam trabalhar para outras mulheres. Elas lá devem ter os seus motivos.

O segundo motivo era o de que, quando a proposta de emprego surgia internamente, as mulheres não se candidatavam; isto de certa forma ajusta-se bem com o ponto anterior.

O terceiro motivo era o de que a maior parte das pessoas avança nas empresas porque há um mentor que lhes prepara o caminho e lhes encoraja. No entanto. os homens de escalão mais elevado já não estão disponíveis para fazer isto junto das mulheres jovens devido às possíveis fofocas, ou pior. Vejam mais sobre isto no meu post com o título de “Here They Go Again,” do dia 28.5.2015.

6. Ainda existem, na nossa sociedade, muitos empregos que exigem força física, capacidade para lidar com o lixo, e disposição para enfrentar o perigo.

O número de mulheres que entram nestes empregos é virtualmente nulo; isto permite que homens com menos educação formal façam mais dinheiro, até mesmo mais dinheiro que mulheres com melhores qualificações profissionais.

7. A vontade de engravidar, dar à luz, e educar crianças, sob pena de se tornar um dos pontos mortos da natureza., ainda é muito forte.

É verdade que a idade em que as mulheres têm o primeiro filho está a subir, mas mesmo assim, 4 em cada 5 mulheres irá ter um ou mais filhos a dada altura das suas vidas, e irá investir tempo e energia a educá-los. Isto explica o porquê das mulheres, que durante a fase inicial das suas carreiras ganham o mesmo que os homens, tenderem a ficar para trás com o passar do tempo. Isto também explica o porquê das mulheres "mais bem sucedidas" serem mais susceptíveis de terem menos filhos.

8. Cada vez mais homens estão a abandonar uma sociedade que eles consideram estar em rota de auto-destruição, preferindo em vez disso observar as coisas de longe [termo em inglês é "going GALT"].

Eles não vão para a universidade, eles não buscam uma carreira, e recusam-se a casar. Tal como era o caso na maior parte da África pré-moderna, e com relativa frequência continua a ser o caso nos dias de hoje, eles formam uniões temporárias com as mulheres - com o nome de “hooking up” - antes de as abandonarem com os filhos que elas podem vir a ter (ao mesmo tempo que eles passam de uma mulher para a próxima).

O resultado disto, nas palavras da autora Ruth Sidel, é "as mulheres e as crianças ficam para o fim". Deixadas sem protecção masculina, essas mulheres são as mais pobres e as menos bem sucedidas de toda a população.

Resumindo: as mulheres podem estar a ter melhores resultados nas escolas, mas eles não estão a ter melhores resultados onde realmente interessa, isto é, na vida. É assim que as coisas estão, e assim que as coisas vão ficar por mais algum tempo.
~ http://bit.ly/1mDhJwQ



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