segunda-feira, 25 de abril de 2016

Os Rothschilds e a CIA por trás de "Revolução dos cravos"


Na véspera de um dia de mistificação, vou-vos contar uma história, esta autêntica...Os cravos vermelhos são, desde o Séc. XIX, um dos principais símbolos dos Rothschilds e dos banqueiros da City de Londres. Simbolizam o poder da banca internacional, como muito bem é caracterizado no final do filme «Mary Poppins» do Walt Disney (que detestava os banqueiros e os Rothschilds)...

No dia 22 de Abril de 1974, entra no Tejo uma esquadra da NATO/OTAN, incluindo um porta-aviões e dois navios de guerra electrónica, o USS Warrior e o Iate Apollo. Na noite desse dia, descarregam cerca de trinta contentores no porto de Lisboa, cheios de cravos vermelhos da América do Sul. Para quem não saiba, em Portugal os cravos só florescem nos finais de Maio e início de Junho... Agora há estufas para cultura intensiva, mas na época não...

Na madrugada do dia 25/4, uma frota de camiões da NATO distribuiu esses cravos por várias unidades militares revoltosas, para que os soldados os colocassem nos canos das armas. Finalidade: indicar às forças «amigas» (da banca internacional) que estava tudo bem, e que o golpe era controlado por «eles»... Isto foi-me confirmado por várias fontes militares ligadas à NATO...

Depois, para encobrir a vergonhosa verdade. inventou-se a historieta (para tótós) de que teria sido uma certa D. Celeste Martins Caeiro, empregada da limpeza de um restaurante no edifício «Franjinhas» da rua Brancaamp que, tendo o dono (não era um dono, mas uma dona, e a «história» para tótós está toda aldrabada), que estava a aprontar a sala para a inauguração, dito para os empregados levarem as flores (cravos que ainda não havia à venda nessa altura em Portugal) para casa... 

A D. Celeste leva-as para o Largo do Carmo - pessoalmente, a comandar uma frota de camiões da NATO - e começa a distribuir os ditos cravos, sabendo de antemão o que nem a PIDE/DGS suspeitava!

Outras «fontes revolucionáris» dão a D. Celeste como florista com lojinha no edifício do Cinema Império, que, com colegas, andou a recolher cravos inexistentes nos stocks para distribuir aos revoltosos... Estava mais bem informada que a PIDE, a CIA e a KGB, não contando o MI6 de Sua Majestade...

Enfim, e assim se alicerçam «a martelo» as mentirolas de Abril... Não a 1, mas a 25... E continuam...

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A «Revolução dos Cravos» não passou de um golpe da CIA


A censura do Facebook apagou-me há tempos um post onde eu explicava detalhadamente a orquestração do 25 de Abril de 1974 pela CIA americana, e descrevia a distribuição dos cravos vermelhos - símbolo da banca da City de Londres - pelas forças da OTAN que haviam entrado no Tejo a 22 de Abril...

Também descrevi, num dos comentários, o episódio em que as forças revoltosas da Escola Prática de Cavalaria foram paradas pelos blindados de lagartas (tanques M47) do Regimento de Cavalaria 7, fiéis ao governo de Marcello Caetano, quando estavam no Terreiro do Paço e avançavam para a Ribeira das Naus (primeira foto).

Nesse momento, a fragata Gago Coutinho (segunda foto) posicionou-se frente à praça, para fazer fogo sobre os revoltosos assim bloqueados, caso estes não se rendessem.

Nesse momento, o contratorpedeiro canadiano Huron das forças da OTAN meteu-se entre a Gago Coutinho e a Praça, anulando intencionalmente a manobra da nossa fragata, e abrindo caminho aos revoltosos (terceira foto).

Por fim, na página de Lisboa de Antigamente, encontrei as fotos da sequência funesta, demonstrando que afinal, a «Revolução dos Cravos» não passou de um golpe americano da CIA...

Se calhar, também me vão censurar este post...

Blindados de lagartas do Regimento de Cavalaria 7, fiéis ao governo de Marcello Caetano
Fragata Gago Coutinho posicionou-se frente à praça
Contratorpedeiro Huron das forças da OTAN meteu-se entre a Gago Coutinho e a Praça.
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Claro que os Americanófilos terão dificuldade em aceitar que, contrariamente ao que lhes foi dito, a NATO, os Americanos e a elite que controla o Ocidente não são os "bons", e nem são "maus"  aqueles que são contra os seus sonhos de manutenção e aumento da hegemonia militar, económica e cultura sobre o mundo. Essencialmente, a NATO só serve para submeter os países ao FMI e ao domínio  Anglo-Americano.

Nesta guerra de blocos imperialistas é complicado identificar um deles como estando do lado do bem, e outro estando do lado do mal, mas é muito fácil dizer que a NATO não luta pela "democracia", e que os interesses económicos da elite financeira mundial (liderada pela família do escudo vermelho) estão na base de quase todas "revoluções" e conflictos armados no mundo.

Os Portugueses têm sido enganados há 40 anos sobre a "revolução", e as vozes que sabem da verdade (como o Carlos) estão a ser censuradas. A única forma de garantirmos que as gerações vindouras saibam da verdade que se abateu sobre a nação, e como o país está a ser controlado por interesses financeiros sediados em Londres, é falando aos outros.



domingo, 24 de abril de 2016

A elite globalista usa o feminismo para reduzir a população do ocidente

Por Daryush Valizadeh

Há algum tempo atrás propus a teoria de que a queda da natalidade no mundo ocidental estava a acontecer devido a alguma força cósmica que buscava equilibrar o universo. Eu estava errado. A força não é algo cósmico ou metafísico, mas humano. Depois de estudar as evidências, torna-se claro que está em operação um plano consciente que visa controlar a população humana através de métodos culturais e biológicos, o que irá permitir a que a elite sustenha ou aumente o seu poder e a sua riqueza.

A primeira evidência que demonstra como vocês foram indoutrinados em favor da ideia da redução populacional é que muito provavelmente vocês irão concordar com pelo menos duas das seguintes três frases, mesmo que vocês se considerem como pessoas que tomaram a "pílula vermelha":
1) "Agendas ou as iniciativas levadas a cabo pela elite global têm que ser inicialmente consideradas como 'teoria da conspiração'"
2) "Há demasiadas pessoas na Terra."
3) "As necessidades do meio ambiente estão acima dos planos que visam aumentar a fertilidade humana."
Não é coincidência o facto de vocês já estarem totalmente convencidos da agenda da redução populacional, e se por acaso vivem numa nação ocidentalizada, vocês chegaram a essa conclusão "naturalmente" visto que desde que entraram na escola primária que vocês são bombardeados com mensagens em torno dos "perigos" da sobre-população e da fragilidade do meio ambiente. Parece que todas as ideias progressistas [isto é, esquerdistas] que estão a ser propagadas no Ocidente têm uma coisa em comum: limitar a reprodução humana.

Eis aqui uma pequena lista de causas progressistas que têm percolado dos intelectuais e que foram mais tarde patrocinadas ou raptadas por activistas bilionários e por importantes organizações governamentais Ocidentais.
1. O aborto é uma "escolha" corporal, e não a matança dum ser humano. Resultado: reduz a população. 
2. A pílula é uma "escolha" que permite que as mulheres vivam melhor o estilo de vida consumidor. Resultado: reduz a população. 
3. O empoderamento feminino na forma do feminismo e do igualitarismo empurra as mulheres para o mundo laboral com o expresso propósito de atrasar a maternidade (ou eliminá-la por completo). Resultado: isso reduz a reprodução e a formação de famílias. 
4. Promoção de estilos de vida estéreis na forma o homossexualismo e transsexualismo que nunca podem resultar na criação de novas vidas. Resultado: reduz a população, a reprodução, e a formação de famílias tradicionais. 
5. Promoção do ateismo, niilismo, individualismo e consumismo como alternativas sustentáveis à vida tradicional através da formação de unidades familiares. Resultado: reduz a reprodução e a formação de famílias tradicionais. 
6. As necessidades do "meio ambiente" têm que ser colocados acima das necessidades dos seres humanos. Resultado: faz com que os seres humanos se sintam culpados por gerar famílias. 
7. Ondas gigantescas de imigrantes estrangeiros são encorajadas a entrar nas nações Ocidentais como forma de quebrar os laços entre as tribos e os vizinhos, o que irá diminuir as noções do nacionalismo e do patriotismo ao mesmo tempo que transfere a fertilidade e os recursos económicos dos povos nativos para os estrangeiros. Resultado: diminui o número da população nativa.
Todos os pontos listados em cima reduzem as taxas de reprodução, quer seja directamente ao matar uma vida, ou indirectamente ao promover a culpa ou um estilo de vida que não é compatível com a formação de nova vida. Ao mesmo tempo, as populações imigrantes têm a permissão para crescer a uma taxa mais acelerada que a capacidade dos nativos para se reproduzir.

Aqueles que dominam sobre nós não querem que mais Americanos ou Euro-descendentes cimentem o seu poder e a sua riqueza dentro dos países que eles [os membros da elite] controlam através das instituições governamentais, das empresas e das organizações transnacionais. De que forma é que a elite seria beneficiada se ocorresse um "baby boom" entre aqueles que moram nos estados Americanos mais conservadores, e que acreditam na 1ª e na 2ª Emenda?

Se por acaso tu fosses um rei, e tivesses encontros periódicos com aqueles que te ajudam a governar, será que gostarias que aqueles que são mais capazes de te derrubar atingissem a sua capacidade biológica máxima, ou preferirias prejudicar o seu potencial reprodutivo ao mesmo tempo que avançavas com todo o tipo de causa degenerada como forma de limitar o seu progresso demográfico?

Há cerca de 1 ano atrás escrevi o artigo "Teoria do Colapso Cultural" onde detalhei o mecanismo específico através do qual o progressivismo destrói a cultura nativa, mas eu poderia muito bem ter-lhe dado o nome de "Teoria do Colapso Populacional" sem ter que fazer qualquer tipo de modificação no texto.

Tenho que admitir que me sinto um bocado idiota por demorar tanto tempo para me aperceber que o propósito final da agenda é a redução populacional, especialmente se levarmos em conta que a elite tem discutido e partilhado abertamente os seus planos. Tudo o que precisamos de fazer sempre que escutamos uma entrevista sua é substituir  as palavras "controle populacional" e "desenvolvimento sustentável" por "despovoamento dos Nativos Ocidentais" [isto é, de Europeus e de Euro-descendentes]. Isto é normalmente feito sob a máscara de se combater a pobreza do Terceiro-Mundo ou de se tornar a Terra mais "habitável" para as crianças ocidentais que nunca irão nascer.

Eis aqui algums declarações públicas que revelam como a agenda de despovoamento é importante para aqueles que ditam as políticas governamentais e empresariais:

Eu poderia ter escolhido o Mumbai, o Cairo ou a Cidade do México; para onde quer que olhemos, a população mundial está a aumentar rapidamente. Ela aumenta o equivalente a toda a população do Reino Unido todos os anos. Isto significa que este nosso pobre planeta, que já batalha para sustentar 6,8 mil milhões de pessoas, irá, de alguma forma, ter que suportar mais de 9 mil milhões de pessoas no espaço de 50 anos.
Um programa que vise esterilizar as mulheres depois dos seus segundos ou terceiros filhos, apesar da maior dificuldade relativa quando comparada com uma vasectomia, pode ser mais fácil de implementar do que tentar esterilizar os homens. O desenvolvimento de cápsulas de esterilização de longo duração que possam ser implantadas sob a pele, e removidas quando a gravidez for desejada, abre possibilidades adicionais para o controle coercivo de fertilidade.
David Rockefeller, globalista que se recusa a morrer:


TedTurner, fundador da CNN e um dos maiores proprietários de terras dos Estados Unidos:

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Margaret Sanger, fundadora da "Planned Parenthood", que usou com sucesso o aborto como forma de dizimar a população Negra dos Estados Unidos:
A coisa mais misericordiosa que a família pode fazer para com os seus membros mais jovens é matá-los.
Há um tema comum por trás de todo o nosso trabalho: temos que reduzir os níveis populacionais. Ou os governos fazem as coisas à nossa maneira, através de métodos eficazes, ou eles terão que lidar com o que temos em El Salvador, ou o Irão ou em Beirute. A população é um problema político. Mal fica fora do controle, ela exige um governo autoritário, até mesmo o fascismo, para a reduzir.
Bill Gates falou em usar uma das suas fundações para desempenhar o papel de Deus no continente Africano, e limitar a população usando métodos biológicos. É bastante curioso alguém com uma aparência tão "geek" ter este tipo de interesse no controlo populacional, mas temos que ver também que o seu pai trabalhou para a Planned Parenthood.

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Warren Buffet, amigo de Gates, também está envolvido na agenda da redução populacional. Ele deu 3 mil milhões à fundação da sua esposa, que tem o nome de "Susan Thompson Buffett Foundation". Adivinhem para que organização esta fundação doa a maior parte do seu dinheiro? Planned Parenthood.
Os registos fiscais revelam também que a maior dos gastos da fundação são canalizados para a promoção e para as pesquisas em torno do aborto e dos contraceptivos. Segundo a "Access Philanthropy", que é um instituto de pesquisa focado nas preferências de doação das fundações e dos doadores empresariais, o planeamento familiar é um dos propósitos centrais da "Susan Thompson Buffet Foundation". 
O formulário fiscal 990 (de organização sem fins lucrativos) revela que, em 2008, a Planned Parenthood e as organizações afiliadas dentro dos Estados Unidos receberam cerca de 45 milhões de dólares; o braço internacional da organização recebeu 8 milhões. Não há dados relativos ao programa Ryan [organização pró-aborto] ou em relação à "Family Planning Fellowship" [organização pró-aborto], mas a fundação pagou cerca de 50 milhões de dólares às universidades que têm um ou ambos os programas.
Por esta altura é curioso notar que, quanto mais sinistro for o indivíduo, mais ele é retratado como inofensivo, desajeitadamente "geek", e folclórico (por exemplo Mark Zuckerberg, os fundadores da Google, e os CEOs da Starbucks).

Temos também um documento de 1974 com o título de National Security Study Memorandum 200 (PDF), comissionado por Henry Kissinger, alguém cuja obsessão pela ordem internacional o levou à conclusão que o aumento populacional de alguns países coloca em perigo os interesses dos Estados Unidos, e que os contraceptivos têm que ser promovidos nesses países como forma de limitar a sua população. Kissinger, outro globalista-zombie que nunca mais morre, ainda é instrumental no estabelecimento de políticas um pouco por todo o mundo através da sua organização Kissinger Associates.

Feminismo e redução populacional

As Nações Unidas tem um plano de acção com o nome de "Agenda 21" que propõe um "desenvolvimento sustentável". Uma das formas através das quais isto é levado a cabo é através da promoção mundial do feminismo visto que ele tem como um dos efeitos a remoção das mulheres do ambiente familiar para dentro do mundo empresarial que está sob o domínio dos mesmos globalistas das Nações Unidas.

Tal como qualquer gráfico ocidental relativo à população nacional pode mostrar, o feminismo está de mãos dadas com a agenda de despovoamento. A ONU confirma que o feminismo é uma excelente forma de controle de natalidade visto que essa organização olha para essa ideologia como essencial para o "desenvolvimento sustentável" (que é a expressão que os globalistas usam quando falam em redução nas taxas de natalidade).
[As melhorias no assentamento humano] deveriam-se fundamentar na cooperação técnica de actividades, parcerias entre os políticos, sectores comunitários privados e públicos, e participação no processo de decisão por parte dos grupos comunitários e grupos de interesse especial tais como as mulheres, os povos indígenas, os idosos e os deficientes motores. 
Estas abordagens têm que formar os princípios centrais das estratégias nacionais de assentamento. Ao serem desenvolvidas estas estratégias, os países terão que estabelecer prioridades entre as oito áreas de programação presentes neste capítulo em concordância com os seus planos e os seus objectivos nacionais, levando em conta as suas capacidades sociais e culturais. 
Para além disso, os países devem tomar as medidas necessárias para monitorizar o impacto que as suas estratégias têm sobre os grupos marginalizados e desprivilegiados, com referência especial às necessidades das mulheres.
A "United Nations Framework Convention on Climate Change" (UNFCC) é liderada por Christiana Figueres, a filha do antigo presidente da Costa, o que lhe garante acesso ao clube globalista. No vídeo que se segue, ela declara que a ONU tem que "todos os possíveis" para reduzir a população mundial (começa em 4:30).

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O antigo "Chief Of Bioethics" do "National Institute Of Health" (NIH) é Israeli Ezekiel Emanual, que é irmão de Rahm Emmanuel, antigo conselheiro e actual mayor de Chicago.

No seu artigo escrito para a Atlantic, ele alegou que todos nós deveríamos morrer aos 75 anos porque isso iria poupar milhares de milhões de dólares ao governo. Os argumentos mais caóticos e mais anti-éticos serão avançados sob a máscara da ética e da ordem mundial.
Estou a falar de quanto tempo eu quero viver e o tipo de cuidados de saúde eu irei consentir depois dos 75 anos. 
Os Americanos parecem estar obcecados em fazer exercícios, executar puzzles mentais, consumir vários tipos de sumos e de misturas proteicas, limitando-se a dietas rigorosas, e ingerindo vitaminas e suplementos - tudo isto como um esforço nobre para se enganar a morte e prolongar a vida o mais que puderem. Isto tornou-se tão generalizado que hoje define um tipo cultural: o que eu chamo de o Americano imortal. 
Eu rejeito esta aspiração. Acho que este desespero maníaco de prolongar a vida de forma infindável é um equivoco e potencialmente destrutivo. Por muitos motivos, 75 anos é uma boa idade para parar.
As citações, os vídeos e os vários artigos listados em cima nem chegam a revelar de forma profunda o que pode ser pesquisado por vocês mesmos o YouTube e no Google. Embora haja um ligeiro desequilíbrio em muitos dos sites que falam do despovoamento, acredito que é possível vocês separarem os factos das emoções.

Por algum motivo estranho, muitas companhias cuja motivação única é gerar lucro para os seus accionistas têm um ponto fraco patológico pelas mulheres e pelo meio ambiente. Não é coincidência que o empoderamento das mulheres (de forma que elas se transformem em trabalhadoras corporativas e consumidoras descuidadas) destrói a sua reprodução, ao mesmo tempo que a promoção das preocupações ambientais faz com que não só as pessoas se sintam mal em ter famílias próprias, mas faz também com que as pessoas se sintam inclinadas a dar apoio incondicional e autoridade aos planos globalistas que limitam a população no Ocidente "privilegiado" ao mesmo tempo que se promove a reprodução dos imigrantes do Terceiro Mundo que estão os estão a substituir.

Os homens que chegaram à conclusão em relação ao despovoamento, chegam a esse ponto através de vias distintas. Eu cheguei a essa conclusão não através da política mas através do sexo. Eu vi em primeira mão a forma como o governo, os média, e as universidades estão de modo deliberado a tentar promover desconfiança entre os homens e as mulheres através do feminismo, através do mito da "cultura de violação", e através de ideias de justiça social que dão espaço para a estratégia de "dividir para conquistar" que coloca os sexos a lutar um contra o outro, o que faz com que todas as mulheres olhem para os homens como violadores em potência, e todos os homens olhem para as mulheres como alguém que lhes pode arruinar a vida.

O facto dos homens estarem cheios de medo das falsas acusações de violação ou receosos de serem empobrecidos através do divórcio, é uma característica do progressivismo energizado pela agenda do despovoamento. Foi criada uma divisão entre os homens e as mulheres de modo a que hoje eles olham um para o outro como obstáculo para a felicidade e para a sobrevivência.

Não é por acaso que tu não estás disposto a nada mais que a masturbação mútua com uma mulher quando te encontras sob influência do álcool, algo que não irá resultar na formação duma família. Se por acaso tu queres fazer bebés, foi feito um plano de segurança para garantir que nenhuma reprodução ocorra: essencialmente, todas as mulheres que se encontram na fase fértil do seu desenvolvimento sexual passaram a tomar a pílula mal entraram na puberdade.

Mesmo que ela engravide, os métodos disponíveis para se levar a cabo um aborto estão próximos, especialmente se tu a convenceres a fazer isso visto que, coincidentemente, existem leis federais e estaduais que escravizam os homens da classe média que pensam que ter filhos pode, de alguma forma, ser bom para os seus interesses.

É importante entender que controle de natalidade não tem que ser necessariamente através de métodos biológicos ou através do aborto, mas na forma de ideias e crenças que incutem o medo e o pavor sempre que se fala na reprodução (ao associar ter um filho com a perda da liberdade individual ou perda da liberdade consumista). Eu não me admiraria nada se por acaso os grupos "men going their own way" [MGTOW] estivessem a ser indirectamente apoiados pelo governo como forma de aumentar o medo que os homens têm de se reproduzirem com as mulheres.

Se por acaso ainda têm dúvidas de que o despovoamento ainda é o plano oculto maior das elites do Ocidente, peço que olhem para os gráficos em torno das taxas de natalidade que se encontram nos dados do "World Bank", e que questionem-se do porquê não haver um esforço conjunto para se reverter o declínio.

Porque é que os governos não estão a dar o seu apoio a políticas natalistas (tal como na Rússia) que têm como propósito gerar futuras gerações de nativos e criar uma nação mais forte que irá perdurar pelos anos, mas em vez disso, estão a importar criminosos Mexicanos e islamistas radicais com noções frágeis de democracia?


O que é surpreendente é que a taxa de natalidade dos Estados Unidos encontra-se abaixo da taxa de substituição mesmo se levarmos em conta os fecundos imigrantes, o que revela que as pessoas férteis tornam-se efectivamente estéreis mal se encontrem num ambiente que está marcado para o despovoamento.

Actualmente, a leste da Rússia, e incluindo a Europa do Leste, não há um único país Europeu que tenha taxas de natalidade acima do taxa de substituição. Em comparação, a taxa de natalidade no Níger é de 7.56, quatro vezes mais do que a taxa dos Estados Unidos. Mas não se preocupem porque as "vacinas" humanitárias de Bill Gates irão resolver esse problema através do seu projecto de estimação, um microchip de controle de natalidade que pode ser activado e desactivado remotamente.

Os três principais mecanismos culturais de redução da população nativa é levar as pessoas preocuparem-se 1) com os direitos das mulheres, 2) com a imigração proveniente do Terceiro Mundo, e 3) com o meio ambiente. É precisamente por isso que quase todas as pessoas da esquerda, especialmente os SJWs [Guerreiros da Justiça Social] apoiam de modo fanático os três.

Os esquerdistas foram totalmente condicionados a se posicionarem  em favor de tópicos que levam à destruição da unidade familiar, à deterioração da identidade social das suas sociedades, e em favor da sua própria esterilização.

Quando combinamos os esforços biológicos que incluem controle de natalidade e o aborto, pode-se ver que os Ocidentais não têm practicamente chance alguma de algum dia virem a recuperar a sua população em comparação com os Africanos, os Médio-Orientais, e os Asiáticos, grupos que actualmente não enfrentam bombas culturais e biológicas que tentam reduzir a sua população, mas que rapidamente passarão a ser um alvo mal os Ocidentais tenham sido suficientemente enfraquecidos e os objectivos do despovoamento tenham sido atingidos.

É possível que entendam agora o porquê de, quando Bruxelas aceita um novo país na União Europeia, ser ordenado que seja feita é uma marcha de "orgulho gay" nas principais ruas da capital do país, e o porquê de começarem logo a militar em favor de mais direitos para as mulheres.

Isto é um ataque cultural que tem como propósito reduzir a reprodução desse país de modo a que a sua soberania seja facilmente destruída no espaço de duas gerações - um ataque que começa mesmo antes desse país entrar na União Europeia como forma de "provar" que está pronto a se destruir a ele mesmo como maneira de obter ganhos de curta duração na forma de grandes empréstimos e comércio livre para a elite desse país.

Até mesmo a forma de "game" que ensinei no princípio da minha carreira, de encontros sexuais com a duração duma noite, estava de acordo com a agenda de despovoamento visto que muito dificilmente este tipo de encontros teriam como consequência a reprodução. Isto significa que eu fui um idiota útil por muitos anos. Não posso deixar de notar que os ataques contra mim têm aumentado em intensidade à medida que eu me afasto do ensino do sexo estéril e de ideias anti-família, e começo a promover valores mais tradicionais que são muito mais susceptíveis de gerar filhos e filhas.

Embora eu possa concordar que há demasiadas pessoas a habitar o planeta Terra,  discordo que seja um pequeno grupo de globalistas do topo que deva assumir o papel de Dr Eugenicista e determine que pode e não se pode reproduzir, ao mesmo tempo que eles não limitam a SUA reprodução, especialmente se levarmos em conta a hipocrisia em torno da sua "preocupação" com o meio ambiente ao voarem dum lado para o outro nos seus aviões privados rumo às suas inúmeras mansões.

Eles não querem que tu geres filhos com uma mulher fértil de 19 anos, e os eduques em casa e nem lhes administres Ritalina. Em vez disso, tu és bombardeado com mensagens de que deves casar com uma solteirona em processo de envelhecimento cujo útero muito provavelmente já está estéril e não te pode dar mais do que duas crianças, o que nem de perto nem de longe é o necessário para sustentar a população.

Talvez durante a década 50 te tivessem dito que ter uma família grande era um acto masculino, mas hoje em dia é quase impossível ver imagens de famílias grandes representadas duma maneira positiva na televisão ou nos spots publicitários, especialmente com mulheres com menos de 25 anos que não sejam já escravas das grandes empresas e da propaganda governamental.

Estou a chegar à conclusão de que a única forma de derrotar os males do liberalismo, do feminismo, da justiça social e do progressivismo é tendo famílias grandes, e criando tribos que são livres-pensadoras, auto-dependentes, e, mais importantes, estão armadas. Os homens do futuro que podem resistir ao totalitarismo e aos governos injustos irão nascer dos úteros das mulheres que hoje existem, e a dada altura, essas mulheres têm que ser convencidas de que ser uma mãe que fica em casa, e que educa filhos fortes, é melhor do que ser um consumidora zombie que envenena e esteriliza o seu próprio corpo.

A última coisa que aqueles que estão no poder querem é que as mulheres estabeleçam uniões com homens masculinos e independentes que não precisam do governo para nada, e que colocam mais valor na lealdade para com os seus parentes de sangue e para com a sua nação do que com as ideias esquerdistas, com os iPhones, ou com os clubes desportivos.

No passado, eu tinha como fantasia dormir com o maior número possível de mulheres de modo a poder ser como os playboys que eu via nos filmes de Hollywood, mas hoje o que eu quero é gerar filhos que irão no futuro liderar o seu povo e a nação. Cabe-nos a nós criar os homens que podem eliminar os parasitas que estão a ser bem sucedidos no controle da humanidade.

- http://bit.ly/1QvqHTE



sábado, 19 de março de 2016

A Escola de Frankfurt: Revolução Cultural - Parte 2

Por Arnaud de Lassus - (Esta é a segunda parte dum artigo que começou aqui)

A ideias-chave da Revolução Cultural.

Na secção prévia, delineamos o conceito geral da revolução cultural tal como ela foi concebida pela Escola de Frankfurt. O que se segue é uma explicação mais sistemática extraída das obras de Herbert Marcuse. E porquê Herbert Marcuse? Porque ele explicou de maneira clara as ideias principais concebidas e colocadas em práctica por ele e pelos seus colegas da Escola de Frankfurt. Marcuse disse o seguinte em relação ao conceito da revolução cultural:

Pode-se legitimamente falar duma revolução cultural, visto que o protesto está voltado contra todo o establishment cultural, incluindo a moral que hoje existe. A ideia tradicional de revolução e a estratégia tradicional do que é uma revolução chegaram ao fim. Estas ideias são antiquadas...... o que nós temos que entender é o tipo de desintegração difusa e dispersa do sistema. [26]

Em relação ao processo da revolução cultural, especialmente o facto dela ser "silenciosa", ele escreve que a subversão cultural será amplamente difundida mas não através de processos terroristas mas lentamente, subtilmente e pacificamente. É daí que vem a ideia da revolução cultural vir a ser uma "revolução silenciosa". [27]

Se a clássica guerra de classes será abandonada porque a classe operária já não será revolucionária, isto jogará em favor duma nova sensibilidade revolucionária. A revolta terá que ser desenvolvida em duas novas áreas, aquelas centradas nas necessidades imateriais (de auto-determinação, relações humanas) e nas dimensões fisiológicas da existência (raça, sexo, etc).

Em conformidade com esta recente sensibilidade revolucionária, as ideias de Freud serão exploradas segundo uma óptica Marxista e não segundo um ponto de vista burguês. Este sistema recebe o nome de "Marxismo Cultural", sendo que a parte ideológica da mesma é conhecida como "Teoria Crítica".

Temos que nos lembrar que o livro já citado com o título de "A Personalidade Autoritária", de Theodor Adorno (1950) pode ser considerado como um tipo de manifesto da "Teoria Crítica". Queremos salientar este ponto, que nada mais é que uma das ideias básicas da Escola de Frankfurt. Marcuse resumiu as teorias de Freud da seguinte forma:

a) A essência do ser é o "eros"; a busca pelo prazer, isto é, o "pansexualismo";

b) O indivíduo tem que aceitar o controle cultural das suas necessidades instintivas porque se isto não acontecer, não há possibilidade de se viver numa sociedade civilizada.

c) Disto surge o conflicto entre o princípio do prazer (livre satisfação das necessidades instintivas) e o princípio da realidade (onde as necessidades são controladas).

O Marxista está interessado no conflicto, na dialética, e em tudo que possa incitar estas coisas. A sua ideia de civilização é diferente da de Freud. Dentro do esquema de coisas Freudiano resumidas em cima, ele irá aceitar a) mas não b).

As ideias Freudianas serão usadas como um elemento dialéctico para destruir a civilização existente e servir de apoio "à civilização que se desenvolve a partir dos relacionamentos libidinosos e que são sustidos por eles." O pansexualismo tem que ser, então, desenvolvido de forma metódica com todos os seus efeitos destrutivos.

Freud sistematizou o pansexualismo mas as origens do mesmo remontam até à Cabala e às religiões pagãs. É uma teoria relativamente complexa, mas os elementos principais podem ser resumidos da seguinte forma: Segundo a Cabala, Deus pode ser levado em conta Nele mesmo ou nas Suas manifestações. Nele Mesmo, Deus é um Ser Indefinido, vagamente chamado de "En Sof" (que não tem limites) ou Ayin (o não-ser).

Nas Suas manifestações, Deus revela-Se através das "emanações" através das quais Ele Se aperfeciona, de onde surge a ideia dum Deus evolutivo bem como a ideia do panteísmo (a noção da criação a ser substituída por aquela da emanação). Estas emanações são 10 em número, e têm o nome de "Sefiroth". Três delas são masculinas, e três são femininas. A "Sefiroth Victory" (masculina) e a "Sefiroth Glory" (feminina") estão concentradas na "Sefirah Foundation" [29] cujo símbolo é o órgão da geração.

Nestas condições, entende-se que o princípio sexual, apresentado como parte integral da divindade, tem a tendência de permear tudo. Uma vez que se encontra fundamentado na Cabala, o pansexualismo da Escola de Frankfurt e o da revolução cultural para a qual a Escola de Frankfurt contribuiu de forma tão poderosa, tem, portanto, conotações religiosas. [Ver "Angelus Press English Edition" of SiSiNoNo, The Angelus, May 2006, No.69–Ed.]

Explorando a Dialética Macho-Fêmea

O "pansexualismo" - isto é, o desencadeamento das paixões básicas do homem - é a primeira exploração das diferenças entre os sexos. Outro aspecto da diferença entre os sexos será explorada de forma sistemática como forma de causar a destruição do relacionamento tradicional entre o homem e a mulher. Isto será levado a cabo atacando a autoridade do pai, negando os papéis específicos do pai e da mãe, suprimindo as distinções na educação dos rapazes e na das raparigas, abolindo todas as formas de superioridade masculina (daí a presença das mulheres nas forças armadas), e qualificando as mulheres e as crianças como "classes oprimidas" e os homens como "classe opressora". Como forma de apoiar este derrube, existe uma ideologia: o feminismo radical.

Usando o pansexualismo como forma de derrubar o relacionamento entre homens e mulheres, os fundadores da revolução cultural têm dois meios poderosos através dos quais destruir a família. A Escola de Frankfurt soube como lucrar duma forma espantosa com o progresso científico dos seus dias - progresso em termos de meios de comunicação (a sua acção em termos da música e dos filmes), e o progresso das ciências psicológicas.

Na disciplina da psicologia, Abraham Maslow, um protégé da revolução cultural, desempenhou um papel importante no aperfeiçoamento dos métodos de condicionamento psicológico conhecidos como "dinâmica de grupo" e "treinamento de sensibilidade." [30]

Resultados no Ocidente

Os princípios da Escola de Frankfurt ficaram encapsulados na que veio a ficar conhecida como a "contracultura", o "movimento cultural" que dominou de forma específica a altamente influente esquerda Americana até ao final dos anos 60, e que foi descrita da forma que se segue:

A contracultura é a base cultural da nova esquerda. Ela inclui o esforço para se descobrirem novos tipos de comunidades, novos modelos familiares, novos costumes sexuais, novos tipos de vida, novas formas estéticas, novas identidades pessoais opostas aos poderes políticos, opostas ao estilo de vida burguês, e opostas à ética laboral Protestante. [31]

Esta descrição é de 1968, mas hoje em dia, a contracultura caracterizada pelo pansexualismo, pela destruição da autoridade paterna [do pai], e pelo feminismo radical, não só são a base cultural da esquerda Americana, como também de toda a sociedade por todo o Ocidente.

Voltemos ao pansexualismo.

Dada a sua origem religiosa, certamente que o pansexualismo é o elemento mais perigoso. Ele invadiu a sociedade como um todo, o que explica as modas indecentes, os cartazes, as publicidades, as revistas, os filmes, os programas de televisão, e as emissões de rádio excitantes, o comportamento degradante dos novos e dos mais velhos, a educação sexual; o pansexualismo tem o apoio do Estado, e chegou até a afectar os círculos Católicos mais tradicionais.

Como exemplo, eis aqui o testemunho recente dum padre a exercitar o seu ministério no Líbano:

É importante olhar para as evidências: que a pessoa seja Católica, Ortodoxa ou muçulmana, não ficamos com a impressão de que as autoridades religiosas deste país (Líbano) se apercebam da galopante degradação da moral que têm ocorrido, particularmente através da linguagem e dos exemplos Americanos e Anglo-Saxónicos.

As autoridades eclesiásticas deveriam, pelo menos, reagir. Mas como é que se pode buscar a censura de publicações sórdidas (na sua maioria, em inglês), ou a censura de programas televisivos repugnantes, quando os pastores têm o costume de permanecerem calados nas suas próprias igrejas quando se deparam com a reluzente carne nua disponibilizada pelos seus paroquianos blasé, que não são aversos a aceitar o que está à sua disposição?

Mas o que é impressionante no Médio Oriente é que esta onda de pornografia, estes desvios dúbios e esta exposição de imoralidade, só aparecem nas regiões "Cristãs". Não é nos países vizinhos, com uma maioria muçulmana, que se encontrariam visas e vistos de residência oferecidos a mais de 7,000 prostitutas que chegam da Europa do Leste e que cujo cabelo loiro pode desencaminhar alguns jovens (e não só) Libaneses.


Ao mesmo tempo, é alarmante ouvir dizer, por parte dum piedoso monge de Damasco: "Aqui, o islão protege o Cristianismo porque não permite a importação de corrupção moral."

Seria bom ler mais uma vez, no Livro do Apocalipse, o que o Nosso Senhor disse ao anjo da Igreja de Laodiceia (Apoc 3:14-22), e concordar.[32]

Cibernética

O que é a "cibernética"? Ela é definida como "o estudo da comunicação e dos processos de controle nos sistemas biológicos, mecânicos e electrónicos." Esta "ciência," desenvolvida nos Estados Unidos, assenta na falsa hipótese da semelhança essencial da comunicação e do controle (entendido no sentido de comando) entre as máquinas e os seres humanos.[33]

A cibernética é apresentada como uma mistura de teorias científicas bem fundamentadas (essencialmente, a teoria da informação) com a ideologia materialista (que defende que o homem nada mais é que uma máquina sofisticada, e que as máquinas irão permitir duplicar a operacionalidade da mente humana, e até ultrapassá-la).

Foi em Nova York (1942), numa conferência organizada pela Josiah Macy Foundation, que o brain-trust teve o seu início. Mais tarde, ficou conhecido como o Cybernetics Group. A actividade inicial, conhecida como "Man-Machine Project," teve como um dos seus objectivos...

....reunir um grupo de engenheiros electrónicos, biólogos, antropólogos, e psicólogos como forma de conceber experiências de controle social, fundamentadas na crença de que o cérebro humana nada mais era que uma máquina de input-output, e que o comportamento humano poderia, para todos os efeitos, ser programado - tanto à escala individual como à escala social.[34]

O trabalho do grupo ganhou forma depois da Segunda Grande Guerra com o apoio do Massachusetts Institute of Technology (MIT).[35] Entre 1953 a 1964 foram organizadas 10 conferências por parte da Macy Foundation, para além de terem sido assinaladas as suas fases.

É aqui que vêmos o aparecimento dos membros da Escola de Frankfurt, que, desde o princípio, haviam entendido a importância do projecto cibernético para o seu empreendimento mais generalizado de revolução cultural. Enquanto comandava os grupos focados no estudo do preconceito, Max Horkheimer, director da Escola de Frankfurt, colaborou com o Cybernetics Group. Em 1948, ele participou da fundação da "World Federation of Mental Health" (WFMH), em Paris, um dos projectos mais prejudicias que emanou do Cybernetics Group.

Kurt Lewin, colega de viagem da Escola de Frankfurt, desempenhou um papel importante dentro deste mesmo grupo. No MIT, ele havia fundado o "Research Center for Group Dynamics" e posteriormente criado os "National Training Laboratories", que também estavam activos em MIT. Juntamente com Karl Korsch, outro membro da Escola de Frankfurt, ele havia estabelecido uma fundação que tinha como propósito desenvolver a inteligência artificial. Eis aqui como Jeffrey Steinberg apresenta o papel da Escola de Frankfurt e do grupo associado, o Tavistock Institute,[36] no projecto cibernético:

O que Lukacs e os seus protegidos da Escola de Frankfurt odiavam em relação ao Cristianismo Ocidental era a sua crença na santidade da alma individual, a ideia de que todo o ser humano havia sido criado por Deus à Sua Imagem e Semelhança, e que todo o indivíduo tinha a chama Divina da criatividade que poderia ser usada para a melhoria de toda a humanidade. Lukacs e companhia entendiam muito bem que nenhuma revolução poderia ser bem sucedida no Ocidente por muito tempo até que o  princípio da "imago viva Dei" (o homem à imagem viva de Deus) tivesse sido destruído, e no seu lugar tivesse sido colocada uma noção mais bestializada e pessimista da humanidade.

Foi aqui que a "Kulturkampf" de Lukacs, Adorno, Horkheimer, e Marcuse impactou de forma directa a revolução tecnológica da comunicação em massa do pós-guerra. O ponto de convergência foi um projecto pouco conhecido iniciado nos anos 40 por uma fundação desconhecida e isenta de impostos com o nome de "Josiah P. Macy Foundation". Macy financiou o projecto "Man-Machine Project," com a duração de uma década, que veio a ficar conhecido entre os seus iniciantes como o "Cybernetics Group".

Embora as duas pessoas mais famosas associadas à invenção do termo "cibernética" tenham sido John Von Neumann e Norbert Wiener, muitas outras individualidades eram, na verdade, dominantes dentro do grupo. Os verdadeiros "pioneiros" da assim-chamada "revolução da informação" foram Margaret Mead, Gregory Bateson, Kurt Lewin, Max Horkheimer, e o Dr. John Rawlings Rees - todos eles figuras importantes da Escola de Frankfurt, do Instituto Tavistock, ou de ambos.

O "Cybernetics Group" copiou uma página do plano de jogo para revolução social de Georg Lukacs. Eles alegaram que não havia nada divino no ser humano. De facto, máquinas feitas pelo homem poderiam num breve espaço de tempo ser "máquinas pensantes" superiores à mente humana.[37]

A Revolução Cultural nos dias de hoje

Passados que estão 40 anos desde a morte de Adorno em 1969, quase 30 anos depois da morte de Marcuse em 1979, a revolução cultural prossegue, impregnada que está com as ideias de Escola de Frankfurt, cuja ideia-chave foi expressa por Willi Munzenberg, "Iremos corromper o Ocidente de tal forma que ele irá cheirar mal."[38]

Já falamos do tópico do pansexualismo, que é mais popular que nunca nos dias de hoje. Iremos dedicar a nossa atenção ao projecto cibernético e aos videogames como outros elementos da actual situação onde o legado da Escola de Frankfurt está demonstrado. Tal como dito em cima, a Escola de Frankfurt havia inspirado de forma colossal o Cybernetics Group durante as décadas 1940 e 1950. Em entidades presentes neste grupo encontramos a mesma inspiração. Eis aqui o exemplo proveniente da Media Lab:

Por volta da década 80, a MIT gerou a Media Lab, outro projecto que emergiu directamente do Cybernetics Group dos anos 40 e 50. Aqui, os engenheiros sociais trabalharam lado a lado com os engenheiros e os criadores de máquinas que estavam a desenvolver computadores de alta velocidade, gráficos para computadores, holográficos, e a primeira geração se simuladores informáticos. Segundo a proposta inicial, era suposto o laboratório disponibilizar "uma mistura intelectual de duas áreas em crescimento acelerado: tecnologias de informação e ciêncais humanas." (Steve Joshua Heims, The Cybernetics Group).[39]

Qual era o estado de espírito destes pesquisadores? No seu livro "The Cybernetics Group", Steve Joshua Heims afirma que, por volta dos anos 80, o meio social cibernético havia criado a sua própria religião, um sistema pagão em acordo total com o que Timothy Leary chamou de "paganismo científico". O paganismo científico dos pesquisadores era uma coisa, mas mais sério foi o facto de que os resultados obtidos por estes pesquisadores permitiu que eles desenvolvessem o paganismo científico em grande escala, e, de forma mais geral, permitiu que eles desenvolvessem a revolução cultural da qual o paganismo científico é um elemento.

O Media Lab do MIT e o Stanford Artificial Intelligence Lab foram dois dos ímãs deste dinheiro e do trabalho de pesquisa que fomentou tanto os programas de simulação-treino do Pentágano, bem como a indústria dos videogames em evolução.[40]

A Escola de Frankfurt, o Cybernetics Group, o Media Lab bem como outras entidades, a indústria dos videogames; eis aqui um dos relacionamentos que permitiu a perfeição técnica de um dos instrumentos mais eficazes da actual revolução cultural: os videogames. Obviamente que isto não quer dizer que o Media Lab é responsável pela orientação essencialmente imoral da maior parte dos videogames.

A segunda geração de videogames está em rápida expansão nos Estados Unidos. Segundo Jeffrey Steinberg ("Draft Report," p. 93), jogos de "aponta-e-dispara" geram, anualmente, entre 9 a 11 mil milhões de dólares. Estes jogos representam o aperfeiçoamento dos "role-playing games" [RPG] que têm sido desenvolvidos desde o final da década 70.

Estes jogos permitem que as pessoas passem tempo num mundo virtual, hora após hora, onde podem ser quem eles quiserem e agir de forma com que não se tenha que lidar com as consequências dos próprios actos. Qualquer pessoa - jovem ou não jovem - pode ser gradualmente condicionada a divorciar-se da realidade e ser facilmente manipulada rumo à direcção sugerida pelo jogo. Mesmo que a orientação do jogo seja boa, ele pode mesmo assim ter consequências negativas resultante do tempo (frequentemente longo) gasto dentro do mundo virtual.

Mas é frequente a orientação do jogo ser má. Dentro deles há vários tipos de violência. Há simulações de tiro bem realistas (úteis para treino de soldados, mas claramente perigosas para jovens deixados a si mesmos), aspectos pornográficos (o pansexualismo está em todo o lado), incitamento ao uso de magia (o espectador-actor lança feitiços que, no jogo, são bem eficazes), Satanismo, e, de forma geral, a excitação do desejo de poder associado à concepção materialista da vida.

Eis aqui um exemplo da forma como uma companhia produtora apresenta o videogame "Gangsters" (que, segundo alguns, parece inofensivo):

Ele dá-te a oportunidade de seres um gangster numa cidade ao estilo da Chicago dos anos 20, controlando uma organização clandestina, lidando com a extorsão, bebidas alcoólicas ilegais, prostituição, violência, intimidação, chantagem, jogos de azar, suborno de oficiais, eliminação permanente de pessoas, e uma vasta gama de actividades gerados de dinheiro. [41]

Isto dá-nos uma ideia do jogo, mas eis aqui o que o jogador tem que fazer:

O propósito do jogo é construir o teu gangue e o teu império de negócios de forma a dominar a cidade. Para levar isto a cabo, vais ter que superar os outros gangues que operam na cidade, evitar ser preso pelas autoridades. [42]

Um jovem que jogue de forma activa em tal cenário durante horas sem fim, sentir-se-á tentado a transladar alguma da sua experiência virtual para o mundo real.[43] Foi isto que aconteceu recentemente nos Estados Unidos com os assassinatos brutais de jovens, levados a cabo pelos seus colegas escolares. Investigações oficiais revelaram que os jovens assassinos dispararam tal como atiradores profissionais e que eles haviam adquirido a sua perícia na arte do tiro, e o seu desejo de colocar em práctica o que haviam aprendido, através do uso dos videogames que continham esse tipo de simulação.[44]

Temos que reconhecer que um vasto número de videogames corresponde de forma perfeita com os objectivos da Escola de Frankfurt de propagar uma "cultura" baseada no pessimismo, na depravação, na imoralidade sexual, na violência e nas drogas.

Conclusão:

Em 1923 a Escola de Frankfurt deu início ao seu trabalho, e embora ela não tenha sido exclusivamente responsável, a revolução cultural que ela inspirou, começando nos anos 50, começou nos Estados Unidos e mais tarde avançou para a Europa. Cerca de 20 anos mais tarde, a revolução cultural de 1968, sob influência de Marcuse, foi uma etapa importante. Cerca de outros 30 anos depois de 1968 foram necessários para testemunharmos o triunfo da contracultura que teve início 80 anos antes.

Estamos a lidar com uma operação a longo prazo brilhantemente concebida. Os homens de acção e de pensamento que a maquinaram tiveram a visão de entender o que teria que ser feito, e como é que ela deveria ser levada a cabo, escolhendo de forma selectiva os sectores mais importantes - as universidades, a música, os média, a acção psicológica e educacional - como forma de colocar ao seu serviço as redes que lhes foram oferecidas.

Eles não só foram bem sucedidos, como o foram duma forma que está para além do que alguma vez poderiam ter imaginado.

Como é que podemos explicar o facto deste plano ter tido sucesso nos países Católicos tal como o teve nos países Protestantes? Sem dúvida isto deve-se ao facto dos Católicos terem tido outra revolução cultural para enfrentar, tal como aquela que foi inspirada pela Escola de Frankfurt: aquela que desde os anos 60 tem ocorrido dentro da Igreja.

Foi uma perturbação geral: uma nova e revolucionária Missa, um novo calendário, o abandono do Latim e do hábito religioso, o órgão e as canções tradicionais a serem substituídas por música profana, a transformação da arte religiosa [45], as igrejas a passarem a ser salas de conferência e não templos do Senhor, e uma catequese inconsistente a propor uma religião sem forma e sem exigências.

O ambiente Católico dissolveu-se precisamente no momento em que o fiel mais precisava, o que resultou no desenraizamento dos Católicos da sua cultura, o abandono em massa da práctica religiosa e, devido a isso, uma maior vulnerabilização perante a revolução cultural que veio da Escola de Frankfurt através dos Estados Unidos. O paralelo entre as duas revoluções culturais é espantoso; elas ocorreram basicamente no espaço de 10 anos entre uma e a outra. Os líderes políticos favoreceram a primeira enquanto que os líderes religiosos favoreceram a segunda (ou permitiram que ela ocorresse). Isto levanta a pergunta se não há um certo número de afinidades entre uma e outra.

O que é que podemos fazer se o mistério da injustiça [2 Tess 2:7] já se encontra instalado de forma tão poderosa? Obviamente, dentro das nossas áreas de acção é necessário proteger a cultura Católica, manter vivo o resto da Cristandade que ainda se encontra entre nós, e não seguir a onda dos eventos sob a desculpa de que "é assim que as coisas são". Tudo isto supõe um certo tipo de ascetismo. Consiste em suprimir o que tem que ser suprimido como forma de evitar ser contaminado pela contracultura, tal como os Cristãos dos primeiros séculos evitaram ir aos banhos públicos e aos circos como forma de evitarem a corrupção dos seus dias.

Em resumo, salientemos a utilidade de saber (como forma de o combater) o processo de destruição que foi implentado de forma tão inteligente por parte da Escola de Frankfurt e pelos seus seguidores. Não podemos ignorar esses factos porque, tal como disse Abbot Joseph Lemann:

Na História, aquele que não leva em consideração não só a Providência mas também o Inferno, ficará limitado com uma visão incorrecta e só disponibilizará explicações incompletas. Deus e Satanás batalham pelo coração do homem: todos nós sabemos disso, mas Deus e Satanás também batalham pela orientação da sociedade, o seu desenvolvimento e as suas fases.

As primeiras páginas da Bíblia revelam isso mesmo; Cristo lembra-nos em relação à Igreja que as portas do inferno não a irão prevalecer; e desde então, a História destes 18 séculos deixa-nos ver claramente, acima das nossas batalhas em torno de cidades, países, nações e raças, o espectáculo da Força de Deus e a força de Satanás em combate: a malícia infernal a devastar a sociedade, e a Graça Divina a repará-la, a apoiá-la e a fazê-la avançar. [46]

- http://bit.ly/1XHzQip


    1    A socialist formula from 1968. See further details of this subject, in Pascal Bernardin's L'Empire Écologique, Chapter V, "Techniques of Non-aversive Control," and the commentary on same in "Ecology and Globalism" in the March 2003 issue of Apropos.
    2    See Maciej Giertych's article "The Political and Economic Situation in Poland."
    3    Quoted by Philippe Ploncard d'Assac in Le nationalisme français, p.26.
    4    The Alta Vendita was a high-level Masonry which, during the first half of the 19th century, dominated European Masonry.
    5    The pseudonym of an Alta Vendita agent.
    6    Letter of January 18, 1822; quoted by Cretineau-Joly, L'eglise romaine en face de la Revolution, XI, 104.
    7    The pseudonym of an Alta Vendita agent.
    8    Letter of August 9, 1838; quoted by Cretineau-Joly, op.cit., XI, 128. Cf. the AFS brochure, Connaissance Élémentaire de la franc-maçonnerie, p.110.
    9    Ralph de Toledano, The Frankfurt School, (manuscript, 2000), p.11. This study shows how the idea of cultural revolution was born and piloted by the Frankfurt School.
    10    The creator of the Soviet Secret Police, the Cheka.
    11    Third Communist International, founded in 1919 by Lenin and dissolved by Stalin in 1943. It was reconstituted at Sofia in 1995.
    12    The Marxist Encyclopedia states that he was murdered in 1944.–Ed., Apropos.
    13    De Toledano, The Frankfurt School, p. 23.
    14    Ibid., pp. 4-15.
    15    Willi Munzenberg, quoted by Ralph de Toledano, ibid., p. 5.
    16    Ibid., p. 24. This point will be developed below.
    17    Official date of its creation in February 3, 1923, by a decree of the Ministry of Education (cf. Martin Jay, The Dialectical Imagination: A History of the Frankfurt School and the Institute of Social Research, [University of California Press, 1996], p. 10).
    18    Ralf Wiggershaus, The Frankfurt School: Its History, Theories, and Political Significance (Cambridge, MA: MIT Press), p.17 (Wiggerhaus cites this among the reasons for the extremely favorable circumstances at the outset of the Institute for Social Research).
    19    Jay, The Dialectical Imagination, p. 175.
    20    Ibid., p. 29.
    21    A study on video games and their destructive effect.
    22    Called in future the Frankfurt School Institute for Social Research.
    23    Published in 1950 by Harper & Brothers, New York. It was written by Adorno, along with Else Frenkel-Brunswik, Daniel J. Levinson, R. Nevitt Sanford, in collaboration with Betty Aron, Maria Hertz Levinson, and William Morrow.
    24    The Fabian Society: an English, Socialist movement founded in 1883. It was the origin of the Labor Party.
    25    Jeffrey Steinberg, Michael Steinberg, and Anton Chaitkin, "Draft Report on Manchurian Children," (unpublished study, 2001), pp. 5-8.
    26    Text of H. Marcuse, quoted in The Resister, Summer-Autumn, 1998.
    27    At the same time as the work was being carried out by the Frankfurt School, these ideas were being developed in parallel by the Italian Marxist theoretician Antonio Gramsci (1891-1937), who remained in prison from 1926 until his death.
    28    In Jewish thought, one generally associates esoteric and mystical education with the Cabala. In the widest meaning of a word, this describes the successive esoteric currents which developed from the end of the period of the Second Temple and which became the dynamic elements in the history of Judaism (Encyclopaedic Dictionary of Judaism, s.v. "The Mystical Jew").
    29    The sefiroth Victory, Glory, and Foundation are in Hebrew called Netzach, Hod, and Yesod respectively.–Ed., Apropos.
    30    Cf. The Resister, Summer–Autumn, 1998, p. 54. On group dynamics, see the Apropos pamphlet "Elementary Knowledge of the New Age," pp. 33-37. See also the book by Ed. Dieckermann, Jr., Sensitivity Training and the Cult of Mind Control.
    31    Theodore Roszah, "Youth and the Great refusal," The Nation, on 1968. Quote by News Weekly, February 10, 2000.
    32    "Repens-toi, Laodicée," Bulletin de l'Association de St Pierre d'Antioche et de tout l' Orient (Les Sablons, 61560 Bazoches-sur-Hoeur), No. 23, March, 2001. See the article having the same title in Action Familiale et Scolaire, No. 155 (June, 2001).
    33    P. de Latil., La pensée artificielle, quoted by Le Robert.
    34    J. Steinberg, Draft Report on Manchurian Children, p. 86.
    35    Usually indicated by the abbreviation MIT (Massachussetts Institute of Technology).
    36    British Center of the Psychological Group, of which John Rawling-Rees was Director.
    37    J. Steinberg, Draft Report, pp.12-13. This author is not a Catholic. The above phrase, "Every individual possesses a divine spark of creativity" is a little ambiguous and should be understood as meaning, "Every individual can possess divine grace."
    38    Quote by Ralph de Toledano, The Frankfurt School, p. 26.
    39    J. Steinberg, Draft Report, pp. 90-91.
    40    Ibid., p. 93.
    41    Quote by J. Steinberg, ibid., p.55.
    42    Ibid.
    43    One will find in the oft-quoted study of J. Steinberg other examples of scenarios of video games.
    44    See the study by J. Steinberg, second part "The Killer Children: A Chronology," which analyzes ten cases of child murderers of children, including that at Columbine High School, Littleton, Colorado (April 20, 1999).
    45    Cf. the A.F.S. brochure A Sign of the Times: Evry Cathedral.
    46    L'Entrée des Israélites dans la société française (The Entrance of the Israelites into French Society) (p. 205). Abbot Joseph Lemann (1836-1915), a Jew who was converted at the same time as his brother Augustine. He is the author of remarkable works on the French Revolution.

SOURCES

The first two books are written by authors sympathetic to the Frankfurt School. The remaining authors, other than Marcuse, have a critical view of cultural revolution.

a) Jay, Martin. The Dialectical Imagination: A History of the Frankfurt School and the Institute of Social Research 1923-1950. University of California Press, 1996.
b) Wiggershaus, Rolf. The Frankfurt School: Its History, Theories, and Political Significance. Cambridge, MA: The MIT Press, 1998.
c) De Toledano, Ralph. The Frankfurt School (Unpublished study, 2000).
d) Steinberg, Jeffrey. Draft Report on Manchurian Children (Unpublished study, 2001).
e) Atkinson, Gerard L. "Who Placed American Men in a Psychic Iron Cage?"; Part II "The Thread of Cultural Marxism," The Resister, Summer–Autumn, 1998.
f) Marcuse, Herbert. Eros and Civilisation. 1955; French edition: Les Editions de Minuit, 1997.



domingo, 14 de fevereiro de 2016

A Escola de Frankfurt: Revolução Cultural

Por Arnaud de Lassus

Do forma geral, podem-se identificar dois tipos de Revolução: Primeiro, temos a revolução política, a conquista do poder através da violência e do uso do terror. A revolução de 1789-93 na França e a revolução de 1917 na Rússia disponibilizam-nos boas ilustrações deste tipo de revolução. Segundo, temos a revolução cultural onde se destroem a partir do interior as bases civilizacionais do país que se quer conquistar - a sua cultura, o seu modo de vida, as suas crenças, a sua moralidade, a sua escala de valores, etc. É uma acção a longo prazo que é levada a cabo sem violência visível aplicando a fórmula, "As formas modernas de subjugação são caracterizadas pela sua mansidão." [1]

Qual é a importância de se estudar o processo da revolução cultural, que é, de modo geral, menos conhecido que o processo da revolução política? A importância disto é que ela se revela particularmente eficaz nos países Católicos. A Polónia dá-nos um exemplo típico disto: Eis aqui um país que durante 50 anos resistiu ao poder político Marxista e, que, apesar desse poder político, conseguiu preservar a sua religião e a sua moralidade. No entanto, no espaço de alguns anos, depois da chegada da revolução cultural proveniente do Ocidente, a moralidade e os costumes foram invadidos por influências anti-Cristãs, havendo sido modificados segundo padrões ocidentais o que nos fez temer por uma rápida de-Cristianização do país.[2]

A revolução cultural não é um fenómeno novo. No inicio do século 19, Joseph de Maistre, caracterizou-a da seguinte forma:

Até hoje, as nações eram mortas através da conquista, isto é, pela invasão. Mas uma importante questão emerge: será possível que uma nação possa morrer no seu próprio solo, sem qualquer tipo de relocação ou invasão, permitindo que as moscas da decomposição corrompam até ao seu âmago aqueles princípios cardinais, e constituintes, que a tornam como ela é?

A revolução cultural tem sido sistematizada de modo particular desde os anos 20 do século passado, seguindo uma iniciativa de Lenine e a criação da que ficou conhecida como a Escola de Frankfurt. Propomos produzir alguma informação básica em torno desta iniciativa e em torno da Escola de Frankfurt, para além de propormos também demonstrar como isto contribuiu de forma poderosa em favor da contracultura que triunfou nos dias de hoje.

Marx e a Maçonaria

No ano de 1843, cerca de 5 anos antes do Manifesto Comunista, Marx escreveu o seguinte a um amigo:

Eis o que temos que conseguir levar a cabo: crítica impiedosa a tudo o que existe. Impiedosa de duas formas: a crítica não deve nem ter medo das suas conclusões, nem medo do conflicto com os poderes estabelecidos.

A "crítica impiedosa de tudo o que existe" da qual ele falava não era só a crítica à política, à religião, à lei e à família, mas a todos elementos da cultura Ocidental. Estas ideias de Marx correspondiam com aquelas colocadas em acção pela Maçonaria na mesma altura. É suficiente citar dois textos escritos por membros da Alta Vendita Italiana.[4]

Para propagar a luz, é, ao mesmo tempo, adequado e útil ajustar tudo o que aspire mover-se na mesma direcção. A parte essencial é isolar os homens das suas famílias, causar a que ele perca a sua moral. Piccolo Tigre [5] (1822) [6]]

O Catolicismo não tem mais medo da faca afiada que as monarquias, mas estas duas bases da ordem social podem ruir através da corrupção: não nos cansemos então de corromper. Corações pervertidos e vocês não terão mais que lidar com Católicos. [Vindice [7] (1838) [8]]


Depois da Manifesto Comunista de 1848, o Marxismo concentrou-se na acção política e económica. O seu ataque à cultura Ocidental passou para a segunda fase, e só durante os anos 20 é que começamos a ver os Marxistas a tomarem de forma metódica as ideias de Marx avançadas por este em 1843.

Os Falhanços Comunistas e o Projecto de Revolução Cultural

Depois da Revolução Russa de Outubro, uma das ideias de Lenine era a de exportar a revolução para a Europa Central e para a Europa Ocidental como forma de a salvar na Rússia mas estas tentativas foram um fracasso total. A revolução quase falhou na Rússia, mas foi salva devido ao apoio financeiro Americano. A revolução falhou na Hungria, onde em 1919 Bela Kun não foi capaz de manter o regime Comunista por mais de 133 dias. Falhou na Alemanha, onde a Liga Espartaquista, fundada em 1916, organizou uma insurreição em Berlim (em 1919), que foi ferozmente suprimida. Falhou na Itália, onde os partidos e os sindicatos Comunistas foram sujeitos a uma derrota esmagadora por parte do ex-socialista Mussolini.

Uma reflexão em torno destes fracassos gerou algumas conclusões em torno da metodologia.

Primeiro, Marx previu que a industrialização iria causar condições intoleráveis para a classe trabalhadora e iria eliminar a classe média-baixa. Estas previsões revelaram-se erróneas. O aumento da produtividade melhorou a qualidade de vida de todas as classes.

Segundo, tornou-se claro que o proletariado nunca poderia ser a ferramenta com a qual derrubar o Ocidente industrializado e permitir com isso a importação da revolução para lá.

Terceiro, era necessário abandonar a ideia dum ataque frontal a burguesia e ao capitalismo nos países desenvolvidos do Ocidente.

Quarto, o Ocidente só poderia ser derrubado depois da destruição das suas forças vitalizadoras através da traição dos seus intelectuais.

Devido a isto, os Comunistas foram levados a redescobrir as intuições que Marx havia tido antes do Manifesto de 1848, e deram início a uma revolução cultural do tipo Marxista ao explorarem todas as formas de dialéctica. Para dar um efeito concreto às reflexões prévias, no final de 1922 foi organizado um encontro no Instituto Marx-Engels de Moscovo segundo iniciativa de Lenine. Esse mesmo encontro esclareceu o conceito da revolução cultural e as bases da sua organização.

"Este encontro foi muito provavelmente mais prejudicial para a civilização Ocidental que a própria Revolução Bolchevique", escreve Ralph de Toledano.[9] Entre os participantes do encontro incluiam-se nomes tais como Karl Radek, o representante de Lenine; Felix Dzherzhinsky,[10] para garantir que qualquer que fosse a estratégia emergente, ela fosse integrada na rede mundial Soviética de assassinato e de subversão; Willi Munzenberg; e Georg Lukacs.

Consideremos os dois membros mais influentes do encontro: Willi Munzenberg e Georg Lukacs. Willi Munzenberg desempenhou um papel importante na criação do  Comintern.[11] Ele era um Comunista Alemão, líder do período entre as guerras, e alguém que deu um sentido organizacional à revolução cultural proposta. Ele foi mais tarde assassinado por homens enviados por Estaline.[12]

Georg Lukacs (1885-1971) era duma família Judaica Húngara e ele foi o Comissário Popular para a Cultura e para a Educação durante o governo Comunista de Bela Kun na Hungria. Como um bom teórico Marxista, ele desenvolveu o conceito da "Revolução e do Eros", isto é, o uso do sexo como arma de destruição. Dentro do projecto da revolução cultural, o seu papel foi decisivo. Ele trouxe as suas ideias para dentro da revolução cultural, e foi beneficiado com o facto de conhecer o campo cultural e de ter boas relações com os artistas e com os intelectuais de língua Alemã.

O Poder do Número Reduzido

Tanto Munzenberg como Lukacs sabiam que as sociedades e as civilizações não eram avançadas através de movimentos em massa. A Revolução Bolchevique não havia ocorrido devido a manifestações em massa, mas sim devido 1) à desintegração o Czarismo. 2) à corrupção da classe governante, e 3) à erosão da fé dessa classe nela mesma e na sua capacidade de manter o poder. A revista teórica de Lenine, Iskra, que havia sido instrumental na destruição do regime imperial, tinha uma circulação de 3,000 exemplares - e todos eles entre os intelectuais.[13]

Sendo a via que iria causar a desintegração, corrupção, e erosão do Ocidente, a revolução cultural só poderia produzir as condições pré-emptivas para a revolução Comunista. O obstáculo era a própria civilização Ocidental e a cultura que ela havia criado.

A civilização Ocidental era composta por muitas mansões: a moralidade que deriva da religião [Cristianismo], a família, o respeito pelo passado como linha orientadora do futuro, a restrição dos instintos primários do homem, e uma organização social e política que garantia a liberdade sem convidar a licenciosidade. E de todos estes obstáculos, os maiores eram o Deus Imanente e a família.

Esta havia sido a mensagem de Marx em 1843, antes de se ter dedicado a história económica pseudo-científica. O seu apelo então foi um em favor da crítica impiedosa de tudo o que existia, mas particularmente da religião [Cristianismo], da ciência, e da família. Depois disso, e com o homem Ocidental "emancipado" da sua humanidade e enraizado na lama, a sociedade politicamente correcta haveria de surgir.[14] Como é que isto seria levado a cabo? A primeira ideia-chave era a acção junto dos intelectuais:

Temos que organizar os intelectuais e usá-los para fazer com que a civilização Ocidental cheire mal. Só então, depois de termos corrompido todos os seus valores e ter tornado a vida impossível, é que podemos impor a ditadura do proletariado. [15]

A segunda ideia era a de explorar a ideias de Freud duma forma Marxista:

O início da depreciação conceptual dos instintos sexuais do homem havia iniciado com Sigmund Freud..... O sexo, o aspecto mais explosivo da psicologia humana, deveria ser libertado. Uma amálgama de neo-Freudianismo e neo-Marxismo deveria destruir as frágeis defesas do sistema imunitário da civilização Ocidental. [16]

A Fase Alemã da Escola de Frankfurt (1923-32)

Para incarnar esta visão do mundo, em 1923 foi fundado um Instituto para o Marxismo em Frankfurt, que rapidamente adoptou o nome mais neutral "Institudo para Pesquisa Social". [17] A cidade de Frankfurt não foi escolhida acidentalmente visto que desde a Idade Média que ela era um dos centros de influência mais importantes da Alemanha. Frankfurt era também o berço de muitas dinastias financeiras.

Durante o século 18, Frankfurt foi o centro dos Illuminati Bavarianos, aquela Alta Maçonaria que desempenhou um papel-chave na preparação da Revolução Francesa. Foi perto de Frankfurt que, em 1781, uma reunião Maçónica tomou a decisão de matar o rei Luis XVI e o Rei da Suécia. Durante o século 20:

... Frankfurt era a cidade Alemã com a mais elevada percentagem de Judeus dentro da população de qualquer povoação Alemã; a comunidade Judaica a residir por lá era a mais conhecida e, depois de Berlim, a segunda maior comunidade Judaica da Alemanha..... Era uma cidade onde as pessoas da classe média que simpatizavam com o socialismo e com o comunismo eram em número anormalmente elevado. [18]

Portanto, faz sentido que tenha sido em Frankfurt que o instituto de pesquisa para o estudo da fase de planeamento da revolução cultural - o Instituto para a Pesquisa Social, e que depois de 1960 passou a ser conhecida como a "Escola de Frankfurt" - tenha sido estabelecido.

O Instituto Para a Pesquisa Social

Entre 1923 a 1930, o Instituto foi dirigido por Carl Grünberg, conhecido e respeitado junto dos círculos académicos, e um homem de origem Austríaca e de convicções Marxistas. Entre 1930 a 1958, a escola foi dirigida por Max Horkheimer, doutor em filosofia e homem de orientação Marxista. Depois de ter disponibilizado um certo número de ideias básicas ao Instituto, foi dito o seguinte em relação a Georg Lukacs, que depois o abandonou:

Quaisquer que fossem as diferenças de opinião que levou à sua separação nos anos subsequentes - e elas eram sérias - o Instituto e Lukacs falaram de assuntos semelhantes dentro da tradição comum. [19]

As outras personalides importantes dentro de Instituto eram:  Erich Fromm (1900-80); Theodor Adorno (1903-69), autor do livro "A Personalidade Autoritária", que vai ser falado mais embaixo; Karl Korsch (1886-1961); Wilhem Reich (1897-1957); Friedrich Pollock (1894-1970); Walter Benjamin (1892-1940); e Herbert Marcuse (1898-1979), que foi aceite no Instituto em 1932.

É importante levar em conta que a chegada de Herbert Marcuse fortaleceu o grupo daqueles que, dentro do Instituto, haviam adoptado "um entendimento dialéctico em vez de mecânico do Marxismo." [20] Isto significa que os Marxistas que se encontravam dentro do Instituto eram mais adeptos das ideias de Trotsky (propagação da revolução por todo o lado como um vírus) em vez do monolitismo de Estaline.

A Escola de Frankfurt nos Estados Unidos

Quando em 1933 Hitler se tornou Chanceler da Alemanha, o Instituto fechou as suas portas em Frankfurt e reorganizou-se nos Estados Unidos. O que se segue é a descrição feita por Jeffrey Steinberg no seu (ainda por publicar) estudo "Draft Report on Manchurian Children"[21] em torno da instalação do Instituto nos Estados Unidos e em torno do seu campo de acção entre 1932 a 1950.

No início dos anos 30, a Escola de Frankfurt [22] abandonou a Alemanha pós-Hitler, onde já haviam desempenhado um papel poderoso na decadência cultural que fomentou a Nacional Socialista, e, depois de um breve tempo na Suiça, fixou-se nos Estados Unidos, cortesia das Universidades da Columbia e de Princeton, da  "London School of Economics", da Sociedade Fabiana Britânica, do subversivo cultural John Dewey, e das fundações da família Rockefeller; figuras importantes da Escola de Frankfurt receberam posições privilegiadas nas universidades Americans de elite, e a Universidade da Columbia tornou-se na "casa Americana" da Escola de Frankfurt.

Na Universidade de Princeton, Paul Lazarsfeld, membro da Escola de Frankfurt, dirigou o "Radio Research Project", um esforço primitivo de engenharia social e de perfilagem social, financiado pelas fundações Rockefeller e pelo Exército Americano

Theodor Adorno, um dos líderes da Escola de Frankfurt, tornou-se director da unidade dos estudos musicais, operando sob Lazarsfeld, e nos anos 30 e 40 escreveu sobre a possibilidade de emitir música atonal e outras formas de música como armas de destruição social. Na sua influente obra com o nome de "The Theory of Modern Music", Adorno propôs o uso de formas de música tão degeneradas que ela seria um meio de promover a doença mental - incluindo a necrofilia - em larga escala.

Ele  escreveu também que os Estados Unidos poderiam ser colocados de joelhos através do uso da radio e da televisão como forma de promover o pessimismo cultural, o desespero, e o auto-ódio.


No princípio dos anos 40, o Comité Judaico Americano contratou Horkheimer e Adorno, bem como a maioria dos refugiados da Escola de Frankfurt, para dirigir um Estudo em Torno do Preconceito - estudo esse com a duração de uma década e que gerou cinco trabalhos importantes.

O mais famoso destes Estudos, "A Personalidade Autoritária" [23] atacou a moralidade Americana do pós-guerra, alegando que, visto que a vasta maioria dos Americanos ainda acreditava nas virtudes de Deus [isto é, no Cristianismo], da nação e da família, a América estava pronta para ser tomada pelo fascismo autoritário.

Para os revolucionários sociais da Escola de Frankfurt, qualquer crença [Cristã] num Deus Transcendente era fascista. Foi através desta luta contra o "preconceito" que o "politicamente correcto", que hoje reina supremo, nasceu.

Pelos finais dos anos 30, algumas figuras importantes da Escola de Frankfurt, tais como Adorno and Max Horkheimer, haviam migrado para Hollywood, onde se haviam aliado com Aldous Huxley, Christopher Isherwood, Igor Stravinsky, e Alexander Korda, ao darem início ao uso da emergente "indústria da cultura em massa" como veículo de subversão cultural em massa, e para avançarem com o seu projecto de "Pessimismo Cultural".

Não por acaso, Korda foi um dos graduados do Ministério de Cultura e Educação do governo Bolchevique de Bela Kun, na Hungria, onde ele serviu sob as ordens directas do fundador da Escola de Frankfurt e espião de topo do Comintern, Georg Lukacs. Os Ingleses Huxley e Isherwood eram veteranos dos projectos de guerra psicológica dos Fabianos Britânicos.[24]

Anti-Comunistas ingénuos, ignorantes da agenda de "guerra cultural" do Comintern da Escola de Frankfurt, passaram imenso tempo em busca de mensagens revolucionárias subliminares nos filmes de  Hollywood, errando ao não repararem no facto da indústria estar de modo gradual a publicar filmes de pouca qualidade que glorificavam o sexo, o assassínio, e o uso de drogas.

Se eles tivessem estudado os escritos depravados de Horkheimer e de Adorno, ou de Huxley and Isherwood, seus colegas de viagem, há muito tempo que se teriam apercebido que o jogo agora era o de subversão psico-cultural.

Já na década de 50, Adorno escrevia em várias publicações centradas na "teoria crítica" que, mal a maioria dos Americanos estivesse aprisionada em passar o seu tempo de diversão em frente à televisão, ou nos cinemas, o processo de destruição da "sociedade burguesa capitalista" estaria completo. Aldous Huxley descreveu este processo de lavagem cerebral, realçado através do uso de drogas psicadélicas, como um "tipo campo de concentração sem lágrimas", e como "a revolução final."

Ao mesmo tempo que Hollywood estava a ser invadida por membros da Escola de Frankfurt e pelos seus companheiros de viagem, o sistema educacional Americano -  desde os jardins de infância até à pós-graduação - estava também a ser atacado com o mesmo aparato.

Os autores deste relatório disponibilizaram uma análise aprofundada da forma como a Escola de Frankfurt, aliada a John Dewey e os seus colegas dentro da "National Educational Association", e também aliada a "Training Labs" de Kurt Lewin, subverteram o sistema educacional Americano. (a ler: "The Crisis in American Education", 1995, por Jeffrey Steinberg e Paul Goldstein).

A realidade dos factos é que, quando a 2ª Grande Guerra acabou, a transformação das nossas escolas públicas de instituições educacionais dedicadas a preparar os jovens a operar como cidadãos duma república democrática, para laboratórios experimentais onde eram testadas teorias assassinas de controle mental das massas e de revolução social Marxista-Freudiana, já se encontrava a caminho.

A Universidade de Chicago, viveiro da subversão levada a cabo pela Escola de Frankfurt e pelos seguidores de Dewey, contribuiu com um dos estudos mais importantes em torno do como transformar a educação Americana, editado pelo Professor Prof. Benjamin Bloom, e com o nome de "Taxonomy of Educational Objectives".

Muitos anos depois, Lorde Bertrand Russell escreveu o seguinte no "The Future of Science",

Sou de opinião de que o tópico que, politicamente, será de maior importância é a psicologia em massa..... Os psicólogos sociais do futuro terão um certo número de turmas de crianças em idade escolar sobre as quais serão testados métodos diferentes de causar a que elas tenham uma firme convicção de que a neve é preta. Vários resultados serão atingidos inicialmente:

1) Que as influências domésticas são obstrutivas [isto é, a família é um impedimento]
2) Que muito pouco pode ser feito a menos que a indoutrinação comece antes da criança ter 10 anos.

Cabe ao cientista do futuro fazer com que estas máximas se tornem exactas, e descubra quanto é que custa, por cabeça, causar a que a criança acredite que a neve é preta. Quanto a técnica tiver sido aperfeiçoada, os governos que tenham sido responsáveis pela educação por mais de 10 anos serão capazes de controlar os subditos com segurança sem qualquer necessidade de exércitos de policias."[25]

Temos que entender de modo claro o que Jeffrey Steinberg está a declarar no texto que precede. Não se trata aqui de atribuir a totalidade da subversão nos domínios da música, dos filmes, da televisão, e do sistema de ensino à Escola de Frankfurt, mas sim mostrar que, em vários destes domínios, a Escola de Frankfurt já havia explicado antecipadamente o que tinha que ser feito, e havia liderado o processo.

Por volta de 1950, 3 dos membros principais da Escola de Frankfurt, Horkheimer, Adorno, e Pollock, deixaram os Estados Unidos e regressaram para Frankfurt como forma de instalarem um novo "Instituto para Pesquisa Social", que continuou com as suas actividades até à morte de Theodor Adorno em 1969. Parte da equipa, que incluia Herbert Marcuse, ficou nos Estados Unidos.

O trabalho principal da Escola de Frankfurt foi, portanto, estendido durante um período de 46 anos - desde 1923 a 1969, e por volta deste ano o movimento estava bem estabelecido e homens jovens estavam a continuar com o trabalho.

Continua na 2ª Parte.



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