terça-feira, 25 de Novembro de 2014

Um grande passo para a ciência, um grande retrocesso para as mulheres

Por Mariah Hedges

Durante a semana passada os seres humanos conseguiram aquilo que parecia impossível. Cientistas da Agência Espacial Europeia [European Space Agency (ESA)], lideradas pelo Dr Matt Taylor, conseguiram aterrar um veículo espacial num cometa.

No entanto, e numa reviravolta absurda, este acto de talento humano, algo que nos deveria ter unido, e servido de inspiração para todos nós, foi usado pelas feministas como uma oportunidade para mostrar o quão regressivos os seres humanos são.

Poucos dias depois desse momento importante na carreira de Matt Taylor, quando ele supervisionou com sucesso a maior conquista da humanidade da última década, ele ficou reduzido a lágrimas quando pediu desculpas por ter usado uma camisa (dada por uma mulher) onde se viam mulheres com poucas roupas munidas de armas.

Superficialmente, este é um caso chocante dum politicamente correcto descontrolado, mas isto não nos pode distrair da deprimente visão que o mesmo nos dá do feminismo moderno. Durante a semana em que o comediante Dapper Laughs foi banido da televisão Britânica, e uma petição foi iniciada com o propósito de impedir que o pick-up artist Julien Blanc entre no Reino Unido, a humilhação de Taylor confirmou que o feminismo moderno está a abandonar a emancipação das mulheres em favor do policiamento mesquinho do comportamento das pessoas.

Chris Plante, cujo artigo online deu início à campanha contra Taylor, alegou que a camisa de Taylor pode potencialmente "impedir as mulheres de entrar em certas áreas científicas". Esta lógica sugere que as mulheres são tão vulneráveis e tão facilmente prejudicadas que elas serão impedidas de entrar numa profissão devido a algo tão  pequeno como uma camisa. Esta forma de pensar ignora por completo as desigualdades estruturais que existem dentro da sociedade que impedem as mulheres de prosseguir com algumas carreiras profissionais.

[ed: não existem "desigualdades estruturais" que impedem a mulher de avançar com algumas carreiras. Elas não avançam porque não querem, ou porque não tão boas como os homens.]

O feminismo moderno, em contraste com a primeira e a segunda vaga, parece focado na forma como as palavras, as imagens e as atitudes afectam as mulheres, e não em tentar lidar com os problemas sociais mais vastos. Isto é uma tendência prejudicial, não só para o feminismo, mas para as próprias mulheres.

O foco actual das feministas no comportamento alheio, a sua propensão para a censura e a sua crescente retórica anti-homem, está a criar um feminismo dogmático e divisivo que transforma as mulheres em vítimas que precisam de ser protegidos do mundo grande e mau, em vez de equipar as mulheres com ferramentas com as quais elas podem lidar com as questões em torno da desigualdade sexual.

A manchete do artigo de Chris Plante dizia:

O facto de teres aterrado um veiculo espacial num cometa não me interessa. A tua camisa é sexista e ostracizante.

Isto é uma ilustração perfeita da forma como o movimento outrora-progressista se tornou mais preocupado com actos supostamente sexistas e não com o reconhecimento da humanidade plena dos homens e das mulheres.

Fonte: http://ow.ly/EIGDX





domingo, 23 de Novembro de 2014

Jessica Wakeman e o mundo ficcional das feministas

Por Dalrock

A obsessão feminista pela Barbie parece superficialmente estranha. Quer seja a sua compulsão para criar uma Barbie feminista feia, ou uma Barbie Engenheira de Computação, o que nós observamos é um foco enorme no mundo faz-de-conta por parte de mulheres adultas. Mas o feminismo é, essencialmente, uma ideologia que gira em torno do mundo da ficção, e as feministas já demonstraram uma capacidade incrível de tratar a ficção como se fosse realidade.

Historicamente, podemos ver isto a acontecer com a criação feminista/mediática de Amelia Earhart.

Depois de Charles Lindbergh ter cativado a atenção do mundo voando sozinho através do Atlântico num engenho voador que ele mesmo havia construído para o voo, as feministas quiseram mostrar que as mulheres eram igualmente capazes de fazer o mesmo. Earhart foi escolhida porque parecia perfeita para o papel e também porque ela tinha licença de voo. Mas embora ela aparentasse ser perfeita para a função, ela não era uma piloto dotada:

Não se pode negar que Earhart teve dificuldade em aprender a voar. Ela levou mais de 15 horas de voo e quase um ano para voar sozinha o Kinner - e teve alguns percalços posteriores, a maior parte deles durante aterragem. Como ressalvou um biógrafo, "Infelizmente, embora ela fosse muito inteligente, com a capacidade para aprender rapidamente, e tivesse muito entusiasmo, parece que Amelia não tinha a habilidade natural para ser um piloto".

Mas habilidade para ser um piloto não era necessário para o que os manipuladores mediáticos de Earhart tinham em mente. Eles comissionaram dois homens para lhe voar através duma pequena parte do Atlântico num Fokker Tri Motor. Depois de Earhart ter feito a sua parte, mantendo uma boa aparência no lugar de passageira enquanto os homens pilotavam, os manipuladores mediáticos triunfalmente apelidaram-ne de “Lady Lindy”, atiraram-na para dentro duma desfile, e arranjaram-lhe um convite para a Casa Branca como forma dela se encontrar com o Presidente Calvin Coolidge.

Como o mais recente ícone feminista, Earhart escreveu posteriormente um livro e deu palestras em torno da sua experiência de voar através do Atlântico. Não poderia ser de outra forma, tal como o World History Project explica a forma como Amelia Earhart se tornou na primeira mulher a voar através do Atlântico:

Uma vez que a maioria do vôo baseou-se em "instrumentos", e como Amelia não tinha qualquer tipo de treino para este tipo de voo, ela não pilotou o avião. Depois da aterragem, e depois de ter sido entrevistada, ela disse, "O Stultz levou a cabo a maior parte do vôo - ele teve que o fazer. Eu nada mais fui que bagagem, semelhante a um saco de batatas". Ela depois acrescentou "....talvez um dia eu tente sozinha."

Mas o mundo faz-de-conta é suficientemente bom para as feministas, o que nos traz de volta para as Barbies.

Por volta de Julho de 2013 Jessica Wakeman escreveu um artigo para o The Frisky onde ela fala das suas tentativas falhadas de brincar com uma Barbie feminista com as suas sobrinhas. Wakeman queria que fingir que a Barbie era uma oncologista pediátrica:

Peguei numa Barbie nua que se encontrava dentro da caixa, e vesti-a com um vestido amarelo. (Parece que o armário da Barbie só tem vestidos e mini-saias). Depois anunciei: "A minha Barbie é uma médica". Limpei a garganta. "Ela é uma oncologista pediátrica. Isto significa que ela ajuda as crianças que têm cancro. Ela licenciou-se como a melhor aluna na Universidade de Yale. Não, Harvard. Ela está a tentar encontrar a cura para a linfoma".

Mas as sobrinhas não queriam brincar com uma Barbie que era oncologista pediátrica; elas queriam que a Barbie se focasse em coisas de menina, tais como a moda, estilos de cabelo, e conhecer o homem certo. Por mais que Wakeman tentasse impor a narrativa feminista, as suas sobrinhas voltavam sempre para as áreas de foco tradicionalmente femininas:

A Barbie da [sobrinha] Elly começou então a "fazer" o cabelo da minha Barbie. Eu voltei a tentar: "Pode ser que um dia desses ela concorra para um cargo político", meditei eu. "Ela pode ser uma senadora. Ela pode ter o seu lugar no Comité Judiciário do Senado."

"Eu gosto do vestido dela", respondeu [a sobrinha] Mackenzie.

O que é involuntariamente cómico em relação ao artigo de Wakemane é que dois tipos de jogo do faz-de-contas estavam a acontecer. Um jogo tinha as suas sobrinhas a imaginar irem a bailes, vestir a moda mais recente, e atrair o príncipe encantado. O outro jogo do faz-de-conta tinha Jessica Wakeman a imaginar-se como alguém na posse duma seriedade profissional enorme, e um exemplo feminista que as suas sobrinhas deveriam emular.

Ironicamente, Jessica Wakeman vive precisamente no mundo dentro do qual as suas sobrinhas queriam brincar, mas ela estava demasiado ocupada a brincar ao faz-de-conta para se aperceber. No mundo real, Wakeman é uma escritora dum site de mexericos - e não uma senadora ou uma médica. As cinco principais categorias do banner do site The Frisky são:

1. Sexo
2. Relacionamentos
3. Celebridades.
4. Moda
5. Horóscopos

Se Wakeman tivesse brincado com a Barbie da mesma forma que ela vive a sua vida real - e não a vida do faz-de-conta - as suas sobrinhas teriam ficado contentes.


* * * * * * *

Resumindo, manipuladas pela falsa narrativa estatal de que as mulheres têm que concorrer com os homens para os cargos públicos, e que a privilegiada posição de doméstica é "opressão" e "degradante" para elas, as mulheres ocidentais são levadas a fomentar comportamentos que elas mesmas não são capazes de executar. As poucas que são, mais cedo ou mais tarde descobrem que foram enganadas

Jessica Wakeman não se encontra sozinha nesta psicose ideológica com o nome de feminismo: Jessica Valenti é outra feminista que promove comportamentos junto das mulheres que nem ela mesma se encontra disposta a seguir.





sábado, 22 de Novembro de 2014

Palavra "feminista" votada para ser banida em 2015

....mas as Guerreiras da Justiça Social não ficaram muito satisfeitas, e como tal, a revista Time viu-se forçada a pedir desculpas por envergonhar as feministas "fortes e independentes" (mas perpétuamente ofendidas).

Por Dion Rabouin

A revista Time pediu desculpas por incluir a palavra "feminista"  na sua lista anual de palavras a serem banidas no ano seguinte. Nancy Gibbs, editora-chefe da revista, escreveu um pedido de desculpas que foi incluído como nota do editor ao artigo citado em cima:
A Time pede desculpas por ter levado a cabo esta sondagem; a palavra "feminista" nunca deveria ter sido incluída na lista de palavras a serem banidas. Embora nós tenhamos como objectivo convidar as pessoas a debater a forma como a palavra foi usada durante este ano, a nuance foi perdida, e arrepende-mo-nos com o facto da sua inclusão nos ter distraído do importante debate em torno da igualdade e da justiça.
A palavra “feminista” foi colocada na lista, juntamente com palavras tais como “bae,” “basic,” “disrupt,” “kale,” “bossy” e “turnt,” entre outras, com explicações cheias de humor.  Listagens antigas incluiram palavras tais como OMG, YOLO e twerk. A palavra "feminista" foi entretanto removida da lista.

Em relação ao porquê da palavra ter sido incluída de modo a que os seus leitores pudessem votar, a sua inclusão foi explicada:

Tu não tens nada contra o feminismo em si, mas quando é que isso se tornou numa coisa em torna da qual as celebridades tinham que declarar se ela se aplicava ou não a elas, parecido ao acto dum político declarar o seu partido? Fiquemos focados nos tópicos e paremos de atirar esta qualificação para cima das pessoas (...).

Acrescentar "feminista" à lista claramente foi uma tentiva de humor, mas esta tentativa deixou um mau gosto na boca dum certo número de leitores. A blogueira e professora Roxane Gay escreveu um artigo de opinião para o Washington Post, onde se lia:

Supostamente isto era para ser engraçado, mas isto nada mais é que o policiamento do vernáculo de alguém que não é um homem branco heterossexual.

No Los Angeles Times, a blogueira Susan Rohwer opinou que era...

... profundamente perturbador o facto duma organização noticiosa como a Time sugerir a proibição duma palavra que significa algo tão básico e aparentemente consensual  como "todas as pessoas merecem os mesmos direitos independentemente do seu género [sic]." Aparentemente precisamos de mais um lembrete do porquê a retórica anti-feminista como esta ter que acabar.

O New York Review of Books, a Planned Parenthood e outros deram a sua opinião nas redes sociais, atacando a decisão da revista de incluir a palavra "feminista" na lista de termos a serem banidos.

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Como ocorre com perturbadora frequência, sempre que os assim-chamados "movimentos sociais" são sujeitos ao escrutínio público, invariavelmente eles revelam-se como iniciativas que de modo algum reflectem os pensamentos da sociedade em nome de quem os líderes de tais "movimentos" erradamente afirmam estar a falar.

O feminismo, que supostamente "fala" e "defende" as mulheres, é tão popular junto da sociedade como uma sarna (e igualmente "útil"). O mesmo pode ser dito do activismo lgbt, dos movimentos em prol das minorias étnicas, etc; todos estes movimentos são movimentos da elite que se fazem passar por "movimentos sociais".

O facto dos leitores da Time terem votado na proibição da palavra "feminista" (acima das outras palavras presentes na lista) muito provavelmente revela uma maior coragem das pessoas em demonstrar publicamente que já não se deixam enganar com a retórica da "igualdade" deste movimento supremacista e elitista.

São boas notícias (naturalmente) e é importante que as pessoas ganhem ainda mais repugnância ao feminismo, mas embora isso não baste para acabar com a sua influencia, e nem para reverter os gigantescos estragos feitos por esse movimento durante os últimos 50/60 anos, é um passo tímido nessa direcção.



A Teoria da Personalidade Autoritária

A Escola de Frankfurt criou o perfil da "personalidade autoritária" como arma a ser usada contra os seus inimigos. A fraude desta maquinação encontra-se no pressuposto de que as acções da pessoa não são importantes; em vez disso, o que realmente conta é a atitude psicológica da pessoa, tal como os cientistas sociais da Escola de Frankfurt definiram.

Este conceito encontra-se diametricamente oposto à ideia da lei natural e dos princípios legais republicanos sobre os quais os Estados Unidos foram fundados. Na verdade, a ideia da "personalidade autoritária" é fascista e idêntica à ideia do "crime de pensamento" (tal como descrita por George Orwell no seu livro 1984), e também idêntica à teoria do "crime volitivo" desenvolvida pelo Nacional Socialista Roland Freisler no princípio dos anos 30 do século passado.

Quando a Escola de Frankfurt se encontrava na sua fase abertamente pró-Bolchevique, o seu trabalho em torno do personalidade autoritária foi criado como forma de identificar as pessoas que não eram suficientemente revolucionárias (de modo a que elas pudessem ser "re-educadas").

Quando a Escola de Frankfurt expandiu a sua pesquisa depois da 2ª Guerra Mundial a mando do Comité Judaico Americano e da Fundação Rockefeller, o seu propósito não era o de identificar o anti-Semitismo (isso era só fachada) mas sim medir o nível de aderência aos valores da civilização Judaico-Cristã de modo a que estas crenças pudessem ser caracterizadas de "autoritárias", e posteriormente desacreditadas.

Para os conspiradores da Escola de Frankfurt, o pior crime era a crença de que cada indivíduo era dotado com o dom da razão soberano, que lhe permitia determinar o que estava bem ou mal para toda a sociedade; logo, dizer às pessoas que tu estavas na posse duma ideia razoável sob a qual todos se deveriam submeter era um extremismo autoritário e paternalista.

Segundo este padrão, os juízes de Sócrates e do Senhor Jesus estavam correctos na sua condenação (tal como, por exemplo, alega I.F. Stone num caso presente seu livro "Trial of Socrates").

É um sinal do nosso colapso cultural que esta definição de autoritarismo seja aceitável para os nossos cidadãos e ela seja livremente usada em operações políticas por parte da Anti-Defamation League a da Cult Awareness Network como forma de "demonizar" os seus inimigos políticos.

Quando, em 1988, Lyndon LaRouche e seis dos seus colegas se depararam com um julgamento fundamentado acusações sem nexo, LaRouche afirmou que a acusação dependeu da fraude da personalidade autoritária da Escola de Frankfurt ao alegar que as intenções dos acusados eram inerentemente criminosas.

Durante o julgamento, o advogado de defesa de LaRouche tentou demonstrar as raízes na Escola de Frankfurt da teoria de conspiração da acusação, mas o Juiz Albert Bryan, Jr. rejeitou esta linha de pensamento, afirmando, "Não vou voltar para os anos 30 durante as as declarações de abertura ou durante o depoimento das testemunhas."

Fonte: http://bit.ly/1pitqmf  (Parte inferior do artigo)



terça-feira, 18 de Novembro de 2014

Será que Wall Street financiou a Revolução Russa?

Sim, os banqueiros internacionais não só financiaram a Revolução Russa, mas financiaram os primeiros anos da União Soviética até bem para dentro do regime de Stalin.

Em 1917, em Nova York, Trotsky recebeu $20 milhões por parte de Jacob Schiff, e mais dinheiro por parte de Sir George Buchanan, da família Warburg, da família Rockefeller, dos parceiros da  J.P. Morgan (pelo menos $1 milhão), de Olaf Aschberg (do Nye Bank de Estocolmo, Suécia), de Rhine Westphalian Syndicate, dum financiador chamado Jovotovsky (cuja filha se casou com Trotsky), de William Boyce Thompson (director do Chase National Bank e que contribuiu com  $1 milhão), e de Albert H. Wiggin (Presidente do Chase National Bank).

Um relatório que se encontra com o Departamento de Estado dos Estados Unidos, revelou que  a “Kuhn Loeb & Co” financiou o primeiro Plano Quinquenal de Stalin, e  Schiff continuou a enviar dinheiro para a Rússia muito depois da verdadeira natureza dos Bolcheviques e de Stalin já ser amplamente conhecida no mundo. 

Schiff arranjou outros $10 milhões para a Rússia supostamente para ajuda humanitária de guerra para os Judeus, mas eventos posteriores revelaram que isso era uma fachada para um investimento financeiro.

Arsene de Goulevitch, um importante General Russo Branco , escreveu:

No entanto, os principais fornecedores de fundos para a revolução não foram os idióticos milionários Russos e nem os bandidos armados de Lenin. O "verdadeiro" dinheiro veio principalmente de certos círculos Britânicos e Americanos que há já muito tempo haviam dado o seu apoio à causa revolucionária Russa. O importante papel levado a cabo pelo abastado banqueiro Americano Jacob Schiff nos eventos que se desenrolaram na Rússia, embora parcialmente revelados, já não são segredo.

O financiamento da Revolução Russa por parte dos banqueiros Americanos não estava directamente relacionado com o seu desejo de propagar o comunismo, ou algum tipo de simpatia com a causa comunista. Eles financiaram os Bolcheviques por três motivos:

1. Os campos de petróleo Russos
2. O estabelecimento dum Banco Central
3. Eles queriam-se ver livres do Czar.

Tanto a Standard Oil, que pertencia à família Rockefeller, e a Royal Dutch Shell, cujos sócios maioritários eram os membros da família Rothschild, tinham interesse nos ricos campos de petróleo da Rússia, mas estes campos pertenciam ao Czar Nicolau II.

Os três últimos Czares da Rússia (Alexandre II, Alexandre III e Nicolau II) haviam-se oposto sempre à criação duma Banco Central na Rússia (sob a posse de banqueiros internacionais).

O Czar Nicolau II não só se encontrava no caminho das ambições dos banqueiros internacionais em relação aos campos de petróleo da Rússia e a criação dum Banco Central, mas estava bem ciente do plano dos banqueiros de se apoderarem de todo o mundo.

Os Bolcheviques não só mataram o Czar Nicolau II, mas mataram também toda a família Real Russa, incluindo as mulheres e as crianças.


Fonte: http://bit.ly/1DwW65qhttp://bit.ly/1wKvqJV



sexta-feira, 14 de Novembro de 2014

O plano Coudenhove-Kalergi e o genocídio dos Europeus

Por identità.com

A imigração em massa é um fenómeno cujas causas a elite ainda está inteligentemente a esconder ao público ao mesmo tempo que a propaganda multicultural tenta retratá-la como inevitável. Com este artigo tencionamos provar duma vez por todas que a imigração em massa não é um fenómeno espontâneo -  aquilo que a elite tenta apresentar como uma consequência inevitável da vida moderna - mas sim um plano concebido em torno duma mesa, preparado há décadas atrás, colocado em práctica com o propósito de destruir a face do continente Europeu.

A Pan-Europa

Poucas pessoas sabem que um dos principais iniciadores do processo de "integração Europeia" foi também o homem que planeou o genocídio do Povos Europeus. Ele foi uma pessoa sombria cuja existência é desconhecida pelas massas mas que a elite considera como fundador da União Europeia. O seu nome é Richard Coudenhove Kalergi. O seu pai foi um diplomata Austríaco chamado Heinrich von Coudenhove-Kalergi (com ligações à família Bizantina dos Kallergis) e a sua mãe foi uma Japonesa com o nome de Mitsu Aoyama.

Graças ao contacto próximo com todos os aristocratas e políticos Europeus, e devido aos relacionamentos do seu pai nobre-diplomata, e também por se movimentar longe dos holofotes - longe do olhar público -, Kalergi conseguiu atrair as figuras de Estado mais importantes para o seu plano, tornando-os em apoiantes e colaboradores do "projecto para a integração Europeia".

Em 1922 ele fundou o movimento “Pan-Europeu” em Viena, que tinha como propósito a criação da Nova Ordem Mundial tendo como base uma federação de Nações liderada pelos Estados Unidos. A integração Europeia seria, na verdade, o primeiro passo para a criação do governo mundial. Entre os seus apoiantes iniciais contavam-se os políticos Checos Tomáš Masaryk e Edvard Beneš e o banqueiro Max Warburg, que investiu os primeiros 60,000 Marcos. O Chanceler Austríaco Ignaz Seipel e o próximo presidente da Áustria, Karl Renner, assumiram a responsabilidade de liderar o movimento “Pan-Europeu”. Mais tarde, políticos Franceses, tais como Léon Bloum, Aristide Briand, Alcide De Gasperi, etc, iriam disponibilizar a sua ajuda.

Com a ascenção do Fascismo na Europa, o projecto foi colocado de lado e o movimento "Pan-Europeu" foi forçado a dissolver-se; depois da Segunda Guerra Mundial, no entanto, e graças à frenética e incansável actividade e apoio de Winston Churchill, da Loja Maçónica Judaica B’nai B’rith e de jornais importante tais como o  New York Times, o plano consegue ser aceite pelo Governo dos Estados Unidos. Mais tarde, a CIA compromete-se a concluir o projecto.

A essência do plano Kalergi

No seu livro «Praktischer Idealismus», Kalergi indica que os residentes dos futuros "Estados Unidos da Europa"  não serão as pessoas do Antigo Continente, mas um tipo de sub-humanos, produtos da miscigenação. Ele claramente declara que as pessoas da Europa devem-se cruzar com os Asiáticos e com as raças coloridas, criando assim um rebanho multicultural sem qualidade e mais facilmente controlável por parte da elite governante.

Kalergi proclama a abolição do direito de auto-determinação, e posteriormente a eliminação das nações, através do uso de movimentos separatistas étnicos e através da imigração em massa. De maneira que a Europa seja controlada por uma elite, ele quer transformar as pessoas numa mistura homogénea de Negros, Brancos e Asiáticos.

Quem será a elite, portanto? Kalergi é particularmente revelador neste ponto.

O homem do futuro será de raça mista. As raças e as pessoas de hoje irão gradualmente desaparecer devido à eliminação do espaço, do tempo e do preconceito. O Negróide-Euroasiano do futuro, semelhante em aparência com os Antigos Egípcios, irá substituir as pessoas e a diversidade de indivíduos. Em vez de destruir o Judaísmo Europeu, a Europa, e contra a sua vontade. refinou e educou estas pessoas, levando-as para o seu futuro estatuto de nação-líder através deste processo evolutivo artificial.

Não é algo surpreendente o facto das pessoas que escaparam da Prisão-Guetto se tenham tornado na nobreza espiritual da Europa. Os cuidados compassivos dados pela Europa, portanto, causaram o aparecimento duma nova aristocracia. Isto ocorreu quando a aristocracia feudal Europeia entrou em colapso devido à emancipação dos Judeus [devido à acções levadas a cabo pela Revolução Francesa].

Embora nenhum livro escolar mencione Kalergi, as suas ideias são os princípios orientadores da União Europeia. A crença de que os povos da Europa se devem cruzar com os Africanos e com os Asiáticos, destruindo a nossa identidade e gerando uma raça mestiça, é a base de todas as políticas comunitárias que têm como propósito proteger as minorias. Isto não é feito por motivos humanitários mas sim devido às directrizes emitidas pelo Regime brutal que planeia o maior genocídio da História.

O Prémio Europeu Coudenhove-Kalergi é conferido de dois em dois anos a Europeus que se excederam na promoção deste plano criminoso. Entre aqueles que o receberam encontram-se os nomes tais como Angela Merkel e Herman Van Rompuy.

O incitamento ao genocídio é também a base do apelo constante das Nações Unidas para que aceitemos milhões de imigrantes como forma de nos ajudar em relação à baixa natalidade da União Europeia. Segundo um relatório publicado em Janeiro de 2000 no «Population division» Review das Nações Unidas, em New York, sob o título de  “Immigration replacement: A solution to declining and aging population,” até 2025, a Europa irá precisar de 159,000,000 novos imigrantes.

Não deixa de ser estranho haver tal precisão nas estimativas em torno da imigração, e ele não ser um plano premeditado. É claro que a baixa taxa de natalidade poderia ser facilmente revertida com medidas de apoio familiar apropriadas. Também é claro que a contribuição de genes estrangeiros não irá proteger a nossa herança genética, mas sim contribuir para a sua extinção. O propósito único destas medidas é o de distorcer por completo o nosso povo, transformá-lo num grupo de pessoas sem coesão nacional, histórica e cultural.

Resumidamente, as políticas do plano Kalergi foram, e ainda são, a base para as políticas governamentais oficiais feitas com o propósito do genocídio dos Povos da Europa através da imigração em massa. G. Brock Chisholm, antigo director da Organização Mundial de Saúde, prova que ele aprendeu bem a lição de Kalergi quando diz:

O que os povos por todo o lado têm que fazer é limitar as suas taxas de natalidade e promover casamentos mistos (entre as raças); isto tem como propósito a criação duma raça única no mundo controlada por uma única autoridade central.

Conclusões:

Se nós olharmos em nosso redor, o plano Kalergi parece estar totalmente realizado: enfrentamos uma fusão da Europa com o Terceiro Mundo e o casamento inter-racial produz anualmente jovens de raça mista - "As crianças de Kalergi". Sob a pressão dupla da má-informação e da estupefacção humanitária, promovida pelos média, os Europeus estão a ser ensinados a renunciar as suas origens e a sua identidade nacional.

Os servos da globalização estão a tentar-nos convencer de que negar a nossa identidade é um acto progressivo e humanitário, e que o "racismo" está errado, porque querem que sejamos consumidores cegos. Hoje mais do que nunca, é necessário contrariar as mentiras do Sistema e acordar o espírito revolucionário dos Europeus. Todos nós temos que olhar para a verdade, e ela é que a Integração Europeia significa genocídio. Não temos outra opção e a alternativa é o genocídio nacional.



quarta-feira, 12 de Novembro de 2014

Jornalista Alemão afirma que a CIA quer causar uma guerra entre a Europa e a Rússia

Por Eric Zuesse

Udo Ulfkotte, antigo editor do jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung (que é um dos mais importantes jornais na Alemanha) decidiu vir a público falar da forma como ele e resto dos "média" Ocidentais foram corrompidos, porque ele é de opinião de esta corrupção está a levar a Europa para perto duma guerra nuclear com a Rússia; Ulfkotte é de opinião que é precisamente isto que a aristocracia Americana que controla a CIA quer, ou quer levar as coisas para bem perto desse estado de coisas.

Falando para a Televisão Russa, ele disse:

Sou jornalista há cerca de 25 anos, e fui ensinado a mentir, a trair e a não dizer a verdade ao público. ... Os média Alemães e Americanos tentam trazer a guerra aos povos da Europa, trazer uma guerra com a Rússia. Este é o ponto sem retrocesso e vou afirmar corajosamente que não está certo o que eu fiz no passado - manipular as pessoas, fazer propaganda contra a Rússia - e não está certo o que os meus colegas fazem, que eu fiz no passado, porque eles foram subornados para trair não só a Alemanha, mas toda a Europa.

Temo muito que uma nova guerra comece na Europa, e não gosto desta situação visto que a guerra não chega sozinha; há sempre pessoas que forçam as coisas nessa direcção, e não são só os políticos mas os jornalistas também. ... Nós traímos os nossos leitores como forma de forçar as coisas rumo a uma guerra. Já não quero fazer parte disto. Estou farto desta propaganda. Nós vivemos numa república da banana, e não num país onde existe a liberdade de imprensa.

Os média Alemães, especialmente os meus colegas, escrevem diariamente coisas contra os Russos; [estes jornalistas] fazem parte de organizações transatlânticas, e são apoiados pelos Estados Unidos para fazerem exactamente isso.

Eu tornei-me "cidadão honorário do estado do Oklahoma’ e porquê? Porque eu escrevo coisas pró-Americanas. Eu tinha o apoio da Central Intelligence Agency, a CIA. E porquê? Porque eu sou pró-Americano. Estou farto disto tudo; e já não quero mais fazer isto.

Devido a isso, acabo de escrever um livro, não para ganhar dinheiro - claro que não, porque o livro só me irá causar imensos problemas. [Escrevi o livro] para dar às pessoas deste país, à Alemanha, à Europa, e a todo o mundo, um vislumbre do que ocorre por trás das portas fechadas.

[4:40 do vídeo] A maior parte dos jornalistas que se encontram presentes nos países estrangeiros ... jornalistas Europeus ou Americanos, tal como eu o era no passado, são os assim chamados cobertura não-oficial. O que é que significa "cobertura não-oficial"? Tu fazes o trabalho para uma agência de serviços secretos, mas quando eles [o público] descobre que não só és um jornalista mas também um espião, eles [a CIA] nunca irão dizer "Este era um dos nossos homens".

Eu ajudei-os várias vezes no passado, e sinto-me envergonhado com isso. Fui subornado pelos bilionários, pelos Americanos, para não reportar a verdade exacta.

Enquanto conduzia para esta entrevista, tentei imaginar o que teria acontecido se eu tivesse escrito um artigo pró-Russo para o Frankfurter Algemeine. Pois bem, fomos educados a escrever artigos pró-Europeus, pró-Americanos, mas por favor, nunca pró-Russos. Mas é precisamente isto que eu não entendo para uma democracia, para a liberdade de imprensa, e sinto pena que isso aconteça assim. 

[6:30] A Alemanha ainda é um tipo de colónia dos Estados Unidos e isso pode-se ver em muitas situações. Por exemplo, a maior parte dos Alemães não quer armas nucleares no seu solo, mas ainda temos armas nucleares Americanas. Devido a isto, nós ainda somos uma espécie de colónia Americana, e sendo uma colónia, é muito fácil abordar jovens jornalistas através de (e isso é muito importante aqui) organizações transatlânticas.

Todos os jornalistas que trabalham em organizações respeitáveis e em jornais, revistas, estações de rádio e estações de televisão Alemães importantes, são todos membros ou convidados destas grandes organizações transatlânticas, e é nestas organizações somos contactados de modo a que sejamos pró-Americanos; para além disso, eles convidam-te para ires ver os Estados Unidos, tudo pago por eles.

Tu és subornado, e vais ficando gradualmente mais corrupto porque eles arranjam-te bons contactos. Vais fazendo amigos, tu pensas que são teus amigos, e tu cooperas com eles. Eles perguntam-te "podes-me fazer este favor?", "podes-me fazer aquele favor?", e pouco a pouco o teu cérebro vai recebendo uma lavagem cerebral por parte destas pessoas.

Será que isto só acontece com os jornalistas Alemães? Eu acho que não, e acho que isto ocorre de modo especial com os jornalistas Britânicos devido ao facto deles terem um relacionamento mais próximo. Certamente que isto ocorre com os jornalistas Israelitas, e claro que ocorre com os jornalistas Franceses. É o que acontece com os jornalistas Australianos, Neozelandeses, jornalistas do Taiwan - bem, existem muitos países, tais como a Jordânia, por exemplo.

[9:17] Por vezes acontece os serviços secretos irem ao teu escritório e quererem que tu escrevas um artigo. Lembro-me [dum exemplo] onde os serviços secretos Alemães no estrangeiro, a Bundesnachrichtendienst - que nada mais é que uma organização-irmã da Central Intelligence Agency, visto que foi fundada pela agência de serviços secretos Americana -  veio ao meu escritório, e queria que eu escrevesse um artigo sobre a Líbia e sobre o Coronel Muammar Gaddafi. … Eles deram-me toda esta informação secreta e apenas queriam que eu assinasse o artigo com o meu nome. 

Eu fiz isso, e o artigo foi publicado no Frankfurter Algemeine; o mesmo falava da forma como ele havia tentado construir secretamente uma fábrica de gás venenoso…O artigo tinha uma história que dias depois foi publicada em todo o mundo mas eu não tinha qualquer tipo de informação em relação a isso [a CIA escreveu o artigo].

[11:25] Um bom exemplo do que acontece quando se diz não [à CIA]. ... Portanto [em relação a um empregado particular que tinha dito "não"], o que aconteceu foi que ele perdeu o seu emprego.

[12:40] Por seis vezes a minha casa foi revistada, e a minha casa foi atacada por três vezes, [mas] eu não tenho filhos e como tal, é mau para a verdade [para os jornalistas cujas famílias podem ser ameaçadas, e não só para eles próprios].

(....)

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Como se torna cada vez mais óbvio, as atitudes irracionais da elite globalista que controla a CIA, e a banca internacional, revelam que a mesma olha para Putin com um misto de terror e de desprezo.

A ascensão do bloco geo-político-financeiro com o nome de BRICS [em inglês, Brazil, Russia, India, China, South Africa] está a ameaçar o poder que o dólar ainda tem na economia mundial, e como tal, a elite globalista aparentemente está disposta a dar início a uma guerra com a Rússia como forma de reter o seu poderio financeiro.

Mas estes gestos da elite Americana são o que os anglófonos chamam de "dead man walking"; estas são as últimas braçadas do império Anglo-Americano (controlado pelo cartel liderado pela família do escudo vermelho).

Por mais que eles não se tenham ainda apercebido disso, o seu fim está próximo e a sua raiva contra Putin, ou contra o Brasil, ou contra a Índia - ou contra qualquer outro país dos BRICS - é tempo perdido.  Além disso, os Americanos têm outros problemas internos a resolver.




domingo, 9 de Novembro de 2014

Os 30 segundos que mudaram para sempre a vida de Kevin Ibbs

Por Anna Marshal

Devido a pressões exercidas por grupos feministas, em 1985 o parlamento Australiano Ocidental emendou de forma dramática a sua lei relativa à violação, começando por alterar o termo "violação" para "agressão sexual", e depois alargando de forma colossal a definição do que poderia ser considerado como "agressão sexual". Muitos actos que previamente não constituíam violação foram incluídos no novo Act.

O critério para agressão sexual foi alargado de forma a incluir qualquer tipo de penetração feita com qualquer objecto ou outra parte do corpo da pessoa, onde o consentimento não existia e não estava a decorrer. Não interessava se a força ou a ameaça não tivessem sido usadas. A pena para qualquer tipo de agressão sexual foi aumentada para quinze anos de prisão. Se por acaso algum tipo de força tivesse sido usada, acusação passaria a ser de agressão sexual agravada, podendo resultar numa pena de 20 anos de prisão.

O draconiano Act rapidamente enlaçou a sua primeira vítima. 

Na noite do dia 29 de Novembro de 1986, Kevin Ibbs, residente em Perth, estava a ter relações sexuais consentidas com Christine Watson. Watson, amiga íntima da esposa de Ibbs, Katrina Carter, vivia na mesma casa com Ibbs e Carter.

O acto sexual estava a decorrer com conhecimento total de Katrina Carter, que por essa altura também se encontrava dentro da casa.

Perto da altura em que Ibbs se aproximava da ejaculação, Watson subitamente mudou de ideia em relação ao seu consentimento (pelo menos foi isso que ela alegou mais tarde), e tentou empurrar Ibbs para longe de si. Ele continuou durante mais algum tempo.

Quando parou, era tarde demais; ele havia sido encurralado. Segundo a nova lei, Ibbs foi acusado de agressão sexual e declarado culpado.

O juiz ficou a saber que Ibbs havia continuado com o acto sexual durante mais 30 segundos sem o consentimento Christine Watson (facto que levou a que ele fosse mais tarde qualificado de "O Violador dos 30 Segundos"). O Juiz Geoffrey Kennedy sentenciou Ibbs a quatro anos de cadeia. [Detalhes do julgamento e do recurso]

Alguns anos mais tarde, Watson admitiu à polícia que todo o incidente havia sido orquestrado por Katrina Carter como forma de causar a que Ibbs fosse acusado de agressão sexual e levasse a que ele saísse da casa que eles partilhavam. Christine Elizabeth Watson a.k.a. Christine Elizabeth Wardle e Katrina Ann Carter foram mais tarde acusadas de conspirar para perverter o curso da justiça, e condenadas a sete meses de cadeia.

Em 2001, Ibbs foi finalmente absolvido, quatro depois de se ter apurado que ele havia sido alvo duma armadilha. Ibbs disse ao repórter David Weber (ABC) que não encontrou qualquer tipo de conforto nisso:

Sou o morto-vivo original - o tecido está no exterior mas não há nada no interior. E é isso. Isto já ocorre há tanto tempo que o veneno pura e simplesmente acabou com tudo.

Foi-lhe perguntado de que forma é que o tempo passado dentro da prisão o havia mudado:

Sempre que ocorre uma violação em alguma parte, esperamos que alguém bata à nossa porta. "Explique-me onde você esteve!" Já aconteceu as forças de intervenção forçarem a sua entrada; felizmente que eu estava a viver com o meu Tio e ele disse onde é que eu tinha estado. Eu não estava minimamente relacionado com o que tinha acontecido. O meu Tio disse, "Não, ele tem estado aqui o tempo todo". 

Ele falou do custo  da sua provação:

Custou-me um milhão e um quarto.... A minha vida - 14 anos - ninguém me pode devolver. Não vejo a minha filha há 14 anos. Fui arruinado como comerciante, e não sei como está a minha saúde.

Kevin Ibbs não recebeu qualquer tipo de compensação do Estado devido à sua prisão indevida.

Em Setembro e 2009. Kevin Ibbs cometeu suicídio; o seu corpo foi encontrado por baixo da  ponte Mandurah (WA).  Ele tinha 56 anos.

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O movimento feminista e a maldição de Eva

Por Dalrock

O comentador com o nome de InnocentBystanderBoston questiona-se sobre o porquê das feministas estarem tão decididas a marcar os jogos de vídeo como femininos:
Não entendo o porquê das mulheres feministas querem fazer parte do mundo dos jogos. Para mim, isto não faz sentido. Os jogos de vídeo são totalmente competitivos e inteiramente baseados na meritocracia. 
Por lá, não há espaço para as feministas e a sua exigência da supervisão governamental, como autoridade, de equalizar a arena. Qualquer tentativa que seja feita neste sentido significa que todos os outros jogos simplesmente abandonam a arena e escolhem outra.


Mais ainda, estas pessoas são nerds. Eu sei porque era isso que eu era quando jogava. As feministas não querem estar perto de nerds. Tudo o que elas querem são os recursos disponibilizados pelos nerds (através de aumento dos impostos) que os nerds têm que pagar ao governo de modo a que as feministas possam ter a sua "vida de Júlia".
O feminismo é, fundamentalmente, a inveja do homem e o desejo de usurpar a sua posição. É complicado exagerar quando se fala do quão profundo é este sentimento. Isto não é apenas sobre a falácia do ápice; é um desejo profundo de ser "um dos rapazes". 

Qualquer grupo masculino que cria ou desfruta de algo, resultará no facto das mulheres querem tomar parte do mesmo. O importante a saber é em qual das categorias a mulher se insere. Algumas querem experimentar a diversão/orgulho masculina/o directamente, e consequente tomarão passos de modo a que possam ser (como) um dos rapazes. Estas mulheres tendem a defender os espaços masculinos. Elas não querem estragar esses espaços porque querem desfrutar dos mesmos.

Mas existem outras mulheres (um grupo maior) que se aperceberão que não podem saborear isto, e como tal, tomarão a decisão de pisar o que elas não podem ter. A primeira categoria de mulheres inadvertidamente prepara o caminho para as mulheres da segunda categoria, assumindo que elas próprias não mudam as suas propriedades a meio caminho.

Isto é maldição de Eva a acontecer vez após vez. Se nós não entendermos isto, nunca iremos entender o que motiva as feministas, e nem o porquê delas irem ficar  eternamente miseráveis.

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Certamente que esta "invasão dos espaços masculinos" é um fenómeno claramente observável - desde escolas 100% masculinas, para ginásios, clubes e tudo o mais. Qualquer espaço masculino minimamente bem sucedido cairá sob o olhar invejoso de mulheres com uma feminidade deficiente porque ela erradamente assume que os seus  problemas de identidade sexual podem ser resolvidos atacando os espaços construídos para a diversão dos homens.

A maldição de Eva - a inveja do homem - é algo endémico do movimento feminista, e qualquer profissional de saúde mental confirmará que uma vida alicerçada na inveja é uma vida de qualidade inferior.

O feminismo, ao tentar "resolver" problemas que não existem, promovendo um auto-destrutiva guerra entre os sexos, promove um comportamento patológico junto das mulheres.

E à mulher [DEUS] disse: Multiplicarei grandemente a tua dor e a tua concepção;
com dor terás filhos;

e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará
Génesis 3:16




sábado, 8 de Novembro de 2014

Mulheres são mais susceptíveis de preferir um homem como chefe

Por Vanessa Wong e Natalie Kitroeff

As mulheres que batalham para que haja uma presença alargada de mulheres nos níveis mais elevados da administração empresarial enfrentam pelo menos um obstáculo: a maior parte dos funcionários não as quer lá. Apenas 1/5 das pessoas inquiridas pela Gallup durante esta semana preferiu uma mulher como patrão, e não um homem. Um terço preferiu um homem como patrão, e os restantes não tinham opinião.

A pesquisa, que recolheu respostas junto de mais de 1,032 adultos a viver nos EUA, apurou que as mulheres eram mais susceptíveis que os homens de preferir um homem como chefe: 39% das mulheres queriam ser lideradas por um homem, comparados com os 26% de homens que preferiram ter um homem como patrão. Nos 60 anos que a Gallup já leva a cabo esta pesquisa, as mulheres nunca preferiram ter uma mulher como chefe.


A ausência de fé na liderança feminina junto de algumas mulheres pode estar parcialmente relacionada à amplamente propagada percepção negativa das mulheres em cargos de liderança, algo documentado em estudos científicos e pormenorizadamente no livro de Lean In, de Sheryl Sandberg (Directora de operações da Facebook).

Uma crescente pilha de evidências sugere que as mulheres não confiam, e podem minar, o trabalho de ouitras mulheres. Numa pesquisa levada a cabo em 2010 junto de 142 secretárias legais, nenhuma preferiu trabalhar para uma mulher (cerca de 47% não tinha preferência). Um post do blogue HBR ressalva que os homens ainda dominam a industria legal, e se "tens como plano engatar o teu vagão a uma estrela em ascenção, os homens são a melhor aposta."

Uma pesquisa de 2011 apurou que 95% das mulheres sentia que havia sido minada por parte de outra mulher pelo menos uma vez durante a sua vida profissional. Num estudo de 2008, as mulheres que trabalhavam para supervisoras sofriam mais stress do que aquelas que trabalhavam para homens supervisores, reportou o Wall Street Journal.

Um dos motivos que pode levar a que as mulheres desconfiem uma das outras é o facto de poderem sofrer sanções por se ajudarem mutuamente. Um estudo de Julho levado a cabo junto de centenas de mulheres executivas apurou que as mulheres seniores que trabalham de modo a avançar as carreiras de outras mulheres recebem avaliações mais negativas por parte dos seus superiores.

Seria tentador assumir que a tendência irá mudar à medida que a geração mais jovem ascende nos rankings, mas os dados da Gallup sugerem, no entanto, que muitos que fazem parte da geração milenar [aqueles que atingiram a idade adulta por volta do ano 2000] continuarão a preferir não ter uma mulher em cargos de liderança. 



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As mulheres são mais susceptíveis que os homens de preferir ter um homem como chefe (e não uma mulher). De que forma é que as feministas tencionam resolver este "problema"?

Como sempre, o feminismo encontra-se repleto de inconsistências internas (algo comum nas ideologias que não acreditam numa verdade absoluta): se as próprias mulheres não querem ter mulheres como chefes, então de que forma é que uma verdadeira feminista pode apoiar a ideia de que deveriam existir mais mulheres chefes? Certamente que o feminismo não pode ser uma ideologia que força as mulheres a aceitar coisas que elas não querem.

Para as pessoas que estão mais alertas em relação à psicologia feminina, não existe qualquer tipo de dicotomia: as mulheres estão sempre em competição intra-sexual e como tal, dentro do ambiente de trabalho as mulheres olham para as outras mulheres como rivais pela atenção masculina. Para além disso, é mais difícil para uma mulher assegurar a sua posição tendo uma mulher como chefe do que tendo um homem.


Portanto, sempre que o movimento feminista exigir a presença mais mulheres em cargos de liderança, temos que levar em consideração que essa posição não é mantida pela maioria das mulheres.






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