quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Marxismo e o capitalismo: juntos a promover a imigração em massa

Por Todd Frobisher

Por acaso já se questionarem do porquê as grandes empresas e os governos esquerdistas frequentemente se encontrarem unidos? Uma pergunta mais profunda será: "Porque é que a direita política e os partidos esquerdistas aparentemente são incapazes ou relutantes de fazer alguma coisa contra a imigração em massa para os países do Ocidente?"

Estas perguntas são respondidas no excelente livro de Kerry Bolton com o nome de ‘Babel, Inc: Multiculturalism, Globalisation, and the New World Order’. O que eu acho de mais valioso no livro de Bolton é a forma como ele demonstra o falhanço dos partidos esquerdistas de proteger os seus principais constituintes da competição económica e da desarticulação causadas pela imigração em massa.

Longe de serem os defensores naturais da classe operária, os actuais partidos esquerdistas estão unidos com as forças da globalização e do Grande Capital, que nada se  preocupam com o impacto negativo da imigração em massa na sociedade anfitriã, já para não falar do nada que eles protegem a classe operária (a facção social mais afectada pela imigração em massa e pela desarticulação).

Ironicamente, os trabalhadores naturalmente correm para os braços dos partidos esquerdistas esperando que estes protejam os seus interesses económicos, só para descobrirem que estes partidos, e sem buscarem o consentimento da classe operária, apoiam políticas que diminuem os ordenados e transformam as comunidades.

Mas este livro é extremamente relevante para todas as classes, especialmente para aqueles que visam levar a cabo reformas na imigração, para os que são contra o multiculturalismo, e para os trabalhadores. Colocar no mesmo conjunto todos estes grupos díspares pode parecer algo estranho, mas essa "estranheza" acaba quando nos apercebemos qie TODOS estes grupos foram marcados para substituição e para desarticulação por parte da esquerda Marxista e por parte do Grande Capital.

Esta coligação esquerda-direita revela desprezo pelo seu próprio povo ao abandoná-lo para imoralidade da imigração descontrolada e para a não-democrática transformação social. O valor da obra de Bolton encontra-se na forma como ele mostra que este derrube da tradicional sociedade Ocidental, neste caso dos trabalhadores de colares azuis e brancos, foi planeado há muito tempo atrás, e não é algo que surgiu do nada.

Bolton demonstra que nos finais do século 19 e início do século 20, as forças laborais organizadas eram a vanguarda entusiasta que se opunha à imigração em massa. Na Austrália, eminentes líderes laborais tais como W. G. Spence, Joseph Chifley, e Arthur Caldwell formaram a linha da frente da oposição laboral à mão-de-obra barata do terceiro mundo (Bolton, pp. 20-25).

Longe de serem racistas, estes homens eram os defensores do trabalhador Australiano numa altura em que as organizações laborais desse pais estavam a dar início às suas actividades como força a ser levada em conta. De facto, naquela altura da história da "British Commonwealth", sem dúvida que a oposição mais eficaz à imigração em massa foi feita pelas forças laborais organizadas.

De maneira nenhuma esta liderança era composta por xenófobos e intolerantes, tal como eles seriam retratados pelos politicamente correctos média actuais. Para os líderes laborais, oposição à imigração era como proteger o sustento económico e social da classe operária da competição detrimental e injusta.

De forma bem convincente, Bolton mostra como os líderes do Grande Capital - tanto dentro como fora do governo - intencionalmente buscaram mão-de-obra barata estrangeira como estratégia de baixar os salários dos operários Brancos. Bolton demonstra que o antigo ministro da Columbia Britânica, Dunsmuir, uma pessoa que não era amiga das forças laborais, era um importante defensor da imigração de não-Brancos.

Este magnata do Grande Capital, que fazia parte do governo, buscou formas de importar mão-de-obra barata "coolie" [trabalhadores Hindus ou Chineses]  para a B.C. [British Columbia] especificamente para reduzir os salários dos operários Brancos. Com isto, ele planeava ajudar os seus amigos e aliados do Grande Capital a não pagar aos seus operários salarios decentes e que permitissem ter uma vida normal (Bolton, p. 35).

De facto, Bolton cita um artigo publicado pelo Immigration Watch Canada, ‘The 1907 Arrival of Many Low-Wage Labourers Precipitated the September 1907 Vancouver Asiatic Riot’, para mostrar a forma como Dunsmuir inflamou de forma intencional os operários Brancos ao substituí-los pela mais barata mão-de-obra Asiática.

Com frequência, a chegada da mão-de-obra coolie prognosticava outras repercussões negativas para os operários Brancos: violência física e intimidação. Isto normalmente tornou-se realidade para muitos trabalhadores nascidos no Canadá [Brancos]. Onde quer que a mão-de-obra coolie era instalada como forma de reduzir os salários e a subsistência dos Brancos, tal violência era comum na Austrália e no Canadá.

De modo consistente, Bolton reuniu evidências de que a liderança da Direita do Grande Capital era a promotora de tal competição económica e violência cujo propósito final era o de levar as empresas a poupar dinheiro, mesmo que isso fosse feito à custa da ausência de condições de segurança e ausência de salários com os quais se pudesse subsistir. Estas evidências são convincentes visto que mostram a direita política unida às forças da imigração em massa, ao multiculturalismo, e à globalização - num início  que remonta pelo menos 150 anos. Um operário pode perguntar hoje:

Porque é que o NDP e os Liberais [no contexto, significa "esquerdistas"] apoiam a imigração e o multiculturalismo?

A resposta: Porque (1) eles não querem perder o voto imigrante, e (2) a imigração não é, de qualquer forma, um legítimo tópico de crítica no sistema democrático actual. Ora, se um direitista fizesse aos Conservadores a mesma pergunta, será que ele obteria a mesma resposta? Parece que os Canadianos não estão no controle dos seus destinos.

De facto, se uma audiência moderna perguntasse qual era a diferença entre Dunsmuir e Stephen Harper, ou entre Justin Trudeau e Thomas Mulcair, sería possível ver que eles são todos espantosamente semelhantes no tópico da imigração. Parece que muito pouco mudou durante os últimos 100 anos.

Para os políticos da sociedade democrática, o dinheiro e os votos são os propósitos finais. Mas será que eles se preocupam com o destino cultural da sociedade anfitriã que eles alegam representar? Bolton responde com um "Não" firme.

Bolton vai mais longe.

Ele mostra como as acções de pessoas tais como Dunsmuir e os proponentes normais do multiculturalismo e da imigração em massa enquadram-se num esquema mais generalizado: o de transformar a humanidade em consumidores intercambiáveis, vazios de qualquer ligação cultural, racial ou religiosa, capazes de se ajustar a qualquer roda dentada financeira - em qualquer lugar do planeta. A verdadeira diversidade não tem lugar neste mundo visto que todas as diferenças humanas serão varridas.

Quão semelhante isto soa da utopia comunista, até que nos apercebemos que as forças de nivelamento do capitalismo democrático são quase idênticas. Sob esta luz, o comunismo e o capitalismo parecem ser lados diferentes da mesma moeda. Isto, obviamente, expõe o carácter verdadeiramente sinistro da agenda globalista.

Bolton mostra que a imigração em massa, o multiculturalismo, e o capitalismo nada mais são que ferramentas arquitectadas para gerar esta humanidade desenraizada - por enquanto camuflada sob o conforto material e as aparentes "escolhas" colocadas à disposição dos eleitores durante o tempo de eleições.

Recomendo vivamente que obtenham uma cópia do livro "Babel, Inc." Se por acaso és membro da classe operária, tens que ficar tremendamente preocupado com os perigos que a imigração em massa causam à segurança do teu emprego, ao teu rendimento, à competição económica, e preocupado com transformação da tua comunidade numa entidade irreconhecível.

Os operários não têm a mesma prosperidade económica que os seus pares das classes média e alta, e como tal, a opção da "fuga Branca" nem chega a ser possível para muitos operários. Para além disso, a falta de recursos económicos dificultam, ou impossibilitam, os trabalhadores de se organizarem com sucesso ao nível político como forma de avançarem com os seus interesses. Devido a isto, eles frequentemente têm que se agachar e aceitar a realidade tal como ela é, e não como eles gostariam que ela fosse. Resumidamente, os nossos líderes traíram-nos através da imigração em massa.

Mas a traição não acaba aqui. Os Canadianos das classes média e alta também sofrem visto que a riqueza e a mobilidade só os podem isolar das realidades da imigração em massa e da substituição económica por um tempo limitado. De modo geral, também eles têm que se agachar e aceitar a realidade não como ela é mas tal como ela foi arquitectada sem o seu consentimento.

Será, portanto, racional, os operários apoiarem a NDP que trabalha em favor desta substituição social e económica? Ou as pessoas da classe média apoiarem os Liberais e os Conservadores que têm a mesma agenda de substituição e competição voltada contra eles? Espero que depois de ler este ensaio vocês sejam capazes de responder com um claro e retumbante "NÃO".

Ofereço como solução para estes males que TODOS os Canadianos de origem Europeia, independentemente da classe, religião ou região, juntem esforços numa causa comum e avancem com os seus interesses. A realidade dos factos é que os políticos que eles elegeram não farão isso por eles visto que a sua preocupação são os ciclos eleitoras de 4 anos, financiamentos eleitorais, e votos - não a preservação da civilização Ocidental perante as forças da globalização.

O mínimo que podemos fazer é trabalhar por um mundo melhor e um sistema melhor do que o temos actualmente. Tal como Bolton mostra, nós no Ocidente estamos em rota de ruína cultural. Espero que este ensaio te tenha motivado a fazer a tua parte para reverter este tendência antes que seja tarde demais.




sábado, 29 de agosto de 2015

A Reserva Federal e a lista de presidentes assassinados

Por "Humans are Free"

No dia 4 de Junho de 1963, foi assinado um decreto Presidencial virtualmente desconhecido, a Ordem Executiva 11,110, com o poder de retirar ao Banco Rothschild o seu poder de emprestar,  com juros, dinheiro ao Governo Federal dos Estados Unidos. Com uma simples assinatura, o Presidente Kennedy declarou que o banco privado com o nome de Reserva Federal, pertencente aos Rothschild, estaria brevemente fora de serviço.

A instituição com o nome de "Christian Law Fellowship" pesquisou de modo exaustivo este assunto dentro do Registo Federal e também dentro da Livraria do Congresso. Hoje podemos dizer com toda a segurança que esta Ordem Executiva nunca foi repelida, alterada, ou suplantada por uma Ordem Executiva posterior. Dito de forma simples, a Ordem Executiva 11110 ainda está válida.

Quando o Presidente John Fitzgerald Kennedy assinou este Ordem, devolveu ao governo federal dos Estados Unidos - especificamente ao Departamento do Tesouro - o poder Constitucional de criar e emitir a moeda - dinheiro - sem passar pelo privado Banco da Reserva Federal dos Rothschild.

A Reserva Federal

Um mito com o qual vivem os Americanos é a charada com o nome de "Reserva Federal". Para muitos é um choque descobrir que esta instituição não é uma agência do Governo dos Estados Unidos. O nome "Reserva Federal" foi criado para enganar, e ainda o faz; este banco não é federal e nem é propriedade do governo, mas é sim [um banco] privado.

Ele paga o seu próprio porte postal tal como qualquer outra companhia. Os seus empregados não se encontram dentro do serviço civil. A sua propriedade privada é mantida sob acções privadas, e encontra-se sujeito à tributação local. Como se sabe, o património governamental não está sujeito à tributação.

Este banco é um engenho que criou uma inimaginável fortuna privada, até mesmo para os financeiramente sofisticados. Ele permitiu que a elite imperial manipulasse a nossa economia em favor da sua agenda, e usasse o governo como executor dessa agenda. Essa elite controla os tempos, dita as regras dos negócios, afecta as nossas casas e virtualmente tudo aquilo que nos interessa.

É preciso muita força para manter um império, e este caso não é diferente. Os motivos de preocupação da liderança da "Reserva Federal" e dos seus benfeitores secretos parecem estar mais além da moeda e das taxas de juro.

Ordem Executiva 11,110

A Ordem Executiva 11,110 do Presidente Kennedy deu ao Departamento de Tesouro a autoridade explícita: "para emitir certificados de prata em troca de qualquer lingote de prata, ou dólares de prata padrões do Tesouro." Isto significa que para cada onça de prata dentro dos cofres do Departamento de Tesouro dos EUA, o governo poderia introduzir dinheiro novo em circulação tendo como base o lingote de prata fisicamente mantido lá.

Como resultado, mais de 4 mil milhões de Notas dos Estados Unidos foram colocadas em circulação com as denominações de $2 e $5. As denominações $10 e $20 das Notas dos Estados Unidos nunca chegaram a estar em circulação mas estavam a ser impressas quando Kennedy foi assassinado.

Parece óbvio que o Presidente Kennedy sabia que as Notas da Reserva Federal que estavam a ser usadas como a alegada moeda legal, eram contrários à Constituição dos Estados Unidos. Foram emitidas "Notas dos Estados Unidos" como a moeda livre de juros e de dívida suportadas pelas reservas de prata no Tesouro dos Estados Unidos.

Fizemos uma comparação entre as "Notas da Reserva Federal" emitidas pelo banco central privado dos Estados Unidos (o Banco da Reserva Federal, isto é, o Sistema da Reserva Federal) com uma "Nota dos Estados Unidos" do Tesouro. Americanos, emitidas pela Ordem Executiva do Presidente Kennedy.

Elas são muito parecidas, excepto que uma diz "Federal Reserve Note" na parte superior enquanto que a outra diz "Unites States Note". Para além disso, a Nota da Reserva Federal tem um selo verde e um número de série enquanto que a Nota dos Estados Unidos tem um selo vermelho e um número de série.

O Presidente Kennedy foi assassinado no dia 22 de Novembro de 1963, e as Notas dos Estados Unidos foram imediatamente retiradas de circulação, e as Notas da Reserva Federal continuara a ser a moeda oficial da nação. Segundo os Serviços Secretos dos Estados Unidos, 99% de todo o papel "moeda" em circulação em 1999 eram Notas da Reserva Federal.

Kennedy sabia também que se as Notas dos Estados Unidos fossem amplamente circuladas, elas iriam eliminar a demanda pelas Notas da Reserva Federal. Isto é um assunto económico simples. As USN [United State Notes] estavam suportadas pela prata enquanto que as FRN [Federal Reserve Notes] não se encontravam suportadas por nada de valor intrínseco.

A Ordem Executiva 11,110 deveria ter impedido que a dívida nacional atingisse o seu nível actual (virtualmente toda a dívida de $9 triliões de dívida federal foi criado desde 1963) se LBJ ou qualquer Presidente subsequente tivesse a tivesse executado.

Essa mesma Ordem teria permitido que o Governo dos Estados Unidos tivesse a habilidade para pagar a sua dívida sem recorrer aos Bancos da Reserva Federal e sem ser cobrado com  juros por criar novo "dinheiro". A Ordem Executiva 11,110 deu aos Estados Unidos, mais uma vez, a habilidade de criar o seu dinheiro suportado pela prata e por bens com algum valor.

Mais uma vez, e segundo a nossa pesquisa, apenas cinco meses depois de Kennedy ter sido assassinado, nunca mais foram emitidos "Silver Certificates" da Série 1958 e eles foram subsequentemente retirados de circulação. É provável que o assassinato de Kennedy tenha sido um aviso para os presidentes futuros para que estes não interferissem com o controle que o Banco da Reserva Federal dos Rothschild tem sobre a emissão de dinheiro.

É bem evidente que o Presidente Kennedy desafiou os "poderes que existem por trás dos Estados Unidos e do mundo da finança".

No dia 22 de Novembro de 1963 foi morto em Dallas, Texas, em circunstâncias extremamente estranhas. Phyllis Hall, enfermeira que fez parte das tentativas desesperadas que foram tomadas para salvar a vida do Presidente John F. Kennedy depois dele ter sido assassinado, alegou que ele foi atingido por "uma bala misteriosa". Existem também evidências fortes do envolvimento de Lyndon B. Johnson (o Presidente Americano que se seguiu) na conspiração de assassinato.

Lista de Presidentes assassinados

Abraham Lincoln trabalhou de forma valente para impedir que os Rothschilds se envolvessem no financiamento da Guerra Civil. Curiosamente, foi o Czar da Rússia que disponibilizou a assistência necessária contra os Britânicos e os Franceses, que se encontravam entre as forças motoras por trás da secessão do Sul e o seu posterior financiamento. A Rússia interveio ao disponibilizar forças navais para o bloqueio da União sobre o Sul em águas Europeias, e ao deixar bem notório para os dois países que se eles tentassem juntar-se `confederação com forças militares, teriam que ir para a guerra com a Rússia também.

Os interesses dos Rothschild foram mais tarde bem sucedidos através do seu agente Salmon P. Chase, Secretário do Tesouro, ao forçar um projecto de lei (o National Banking Act) pelo Congresso, criando o banco central fretado federalmente que tinha o poder de emitir Notas Americanas. Mais tarde, Lincoln avisou o povo Americano:

Os poderes financeiros predam sobre a nação em tempos de paz e conspiram contra a mesma em tempos de adversidade. Eles são mais despóticos que a monarquia, mais insolentes que a autocracia, mais egoístas que a burocracia. Vejo num futuro próximo o aproximar duma crise que me enerva, e causa a que trema pela segurança do meu país. As corporações foram entronizadas, uma era de corrupção se seguirá, e os poderes financeiros do país esforçar-se-ão para prolongar o seu reinado, trabalhando nos preconceitos das pessoas até que a riqueza seja acumulada em poucas mãos e a república seja destruída.

Lincoln continuou a luta contra o banco central, e algumas pessoas acreditam agora que foi o seu sucesso antecipado em influenciar o Congresso para limitar o Banco dos Estados Unidos só para os anos de guerra, que foi o factor motivador por trás do seu assassinato.

Nasce o mito do assassino solitário

Pesquisadores modernos descobriram evidências duma gigantesca conspiração que une as partes que se seguem com o Banco dos Rothschild: O Secretário de Guerra Edwin Stanton, John Wilkes Booth, os seus 8 co-conspiradores, e mais de 70 oficiais governamentais e homens de negócios envolvidos na conspiração.

Quando o diário de Booth foi descoberto pelas tropas de Stanton, o mesmo foi entregue a Stanton. Mais tarde, quando o mesmo foi tornado público durante as investigações, 18 páginas haviam sido arrancadas. Estas páginas, contendo os nomes citados em cima, foram mais tarde descobertos num sótão dum dos descendentes de Stanton.

Dentro da mala de Booth foi encontrado um código que o ligou directamente a Judah P. Benjamin, o gerente de campanha da Guerra Civil no Sul para a Casa dos Rothschild. Quando a guerra acabou, o chave do código foi encontrado na posse de Benjamin.

O assassino, caracterizado como um perturbado atirador solitário com uns poucos amigos radicais, escapou através de única ponte em Washington que não estava guardada pelas tropas de Stanton. "Booth" foi localizado, escondido numa celeiro perto de Por Royal, na Virgina, três dias depois de ter escapado de Washington. Ele foi baleado por um soldado chamado Boston Corbett que disparou sem receber ordens.

Ainda é um ponto de discussão se o homem morto era ou não Booth, mas o facto permanece que, quem que que ele tenha sido, ele não teve a oportunidade de se identificar. Foi o Secretário de Guerra Edwin Stanton que fez a identificação final. Algumas pessoas acreditam que foi usado um joguete e que o verdadeiro John Wilkes Booth escapou com a assistência de Stanton.

Mary Todd Lincoln, quando ficou a saber que o seu marido havia sido assassinado, começou a gritar, "Ó, aquela casa ["House"] maldita!" Os historiadores antigos eram de opinião que esta reacção espontânea era referência à Casa Branca, Actualmente, alguns acreditam que ela era dirigida a Thomas W. House, um "gun runner", financiador, e agente dos Rothschild durante a Guerra Civil, e um pessoa que se encontrava associado aos interesses anti-Lincoln e pró-banqueiros.

Andrew Jackson

Andrew Jackson foi o primeiro Presidente a oeste dos Apalaches, e ele foi único no seu tempo ao ser eleito pelos votantes sem qualquer apoio directo duma organização política. Ele vetou a renovação da Carta para o Banco dos Estados Unidos no dia 10 de Julho de 1832. Em 1835, o Presidente Jackson declarou o seu desdém pelos banqueiros internacionais:

Vocês são um antro de víboras. Quero-vos expulsar daqui, e juro pelo Deus Eterno que vos irei expulsar. Se as pessoas ao menos entendessem a total injustiça do nosso dinheiro e do nosso sistema bancário, haveria uma revolução antes do amanhecer.

Depois disto, seguiu-se uma tentativa de assassinato fracassa contra vida do Presidente Jackson, que mais tarde disseo ao seu vice-presidente Martin Van Buren:

O banco, Sr Van Buren, está a tentar matar-me.

Será que este foi o princípio dum padrão de intriga que iria assolar a própria Casa Branca durante as décadas que se seguiriam? Será que a sua morte, e a de Lincoln, estão unidas por um fio invisível aos banqueiros internacionais?

James Garfield

O Presidente James Abram Garfield, o nosso 20º Presidente, havia sido previamente Presidente da "House Commitee on Appropriations" e era perito em assuntos fiscais. (Depois da sua eleição, e entre outras coisas, ele nomeou dois colectores aduaneiros pouco populares para Nova York, o que causou a que dois senadores de Nova York - Roscoe Conkling e Thomas Platt - abdicassem dos seus assentos).

O Presidente Garfield declarou abertamente que quem quer que controlasse a oferta de moeda, iria controlar a vida empresarial e as actividades de todas as pessoas. Depois de apenas 4 meses como Presidente, o Presidente Garlfied foi baleado numa estação ferroviária no dia 2 de Julho de 1881. Mas uma coincidência.

O rasto de sangue continua

Durante os anos 70 e 80, o Congressista Larry P. McDonald liderou os esforços para se expor as fortalezas ocultas e as intenções dos interesses da banca internacional. Os seus esforços terminaram no dia 31 de Agosto de 1983 quando ele foi morto no momento em que o avião da Korean Airlines 007 dentro do qual ele se encontrava foi "acidentalmente" atingido quando se encontrava no espaço aéreo Soviético. Mias uma estranha coincidência.

O Senador John Heinz e o antigo Senador John Tower haviam feito parte de poderosos comités Senatorias bancários e financeiros, e eram críticos abertos da Reserva Federal e da "Eastern Establishment". No dia 4 de Abril de 1991, o Senador John Hein morreu num acidente de avião perto de Filadélfia. No dia seguinte, 5 de Abril de 1991, o antigo Senador John Tower foi morreu também num acidente de avião.

As coincidências não têm fim.

As tentativas de se auditar a Reserva Federal continuam a ser mal sucedidas. É virtualmente impossível gerar algum tipo de apoio para qualquer assunto que tem o benefício do blackout mediático. (A bizarra mas trágica realidade do povo Americano ter instituições mediáticas geridas e controladas é tópico para outra discussão).

Início da série

Durante vários anos, vários autores tentaram soar o alarme em relação à existência dum "governo sombra" que de facto governa a América. A maior parte das pessoas rejeitou estas "teorias da conspiração" e qualificou-as de extremistas e pouco realistas. No entanto, quando eu tive a oportunidade de almoçar com Otto von Habsburg, membro do Parlamento Europeu, ele fez duas declarações que cativaram a minha atenção. A primeiro foi:

A ignorância da América é sobrepujante

De facto, o contraste entre a consciência geral dos assuntos do mundo entre o Americano comum e o Europeu comum é espantoso.

Foi a segunda observação que realmente me provocou:

A concentração de poder na América é assustadora.

Como um executivo-sénior razoavelmente circunspecto, tendo passado três décadas dentro da finança internacional, e tendo visto a América como uma democracia representativa com base alargada, as suas observações chocaram-me, e isso motivou-me a fazer mais trabalho de casa. Os resultados dos meus inquéritos são perturbadores. 


(...)



segunda-feira, 24 de agosto de 2015

"O horror que eu vi dentro do movimento de 'emancipação' das mulheres"

Por Mallory Millett

"When women go wrong men go right after them.”
-- Mae West

“O socialismo é a filosofia do falhanço, o credo da ignorância, e o evangelho da inveja; a sua virtude inerente é a igual partilha da miséria.” Winston Churchill escreveu isto a mais de um século atrás.

Durante o meu primeiro ano na escola secundária, as freiras perguntaram-me sobre os meus planos para depois da minha graduação. Quando eu lhes disse que iria frequentar a Universidade Estadual, reparei no seu desapontamento. Perguntei à minha freira favorita, "Porquê?". Ela disse, "Isso significa que quatro anos mais tarde vais sair da universidade como comunista e ateísta!"

Eu e as outras raparigas rimos bastante. "Quão pouco sofisticadas estas freiras eram," pensamos nós. Depois fui para a faculdade, e saí de lá comunista e ateísta, tal como tinha acontecido com a minha irmã Katie seis anos antes de mim.

Algum tempo mais tarde, eu passei a ser uma jovem divorciada com uma criança pequena. A pedido da minha irmã, passei a viver em NYC depois de passar anos casada com um executivo Americano colocado no Sudoeste Asiático. Com o fim do casamento, passei a construir uma nova vida para mim e para a minha filha. A minha irmã Katie disse:

Vem para Nova York. Estamos a fazer uma revolução! Algumas de nós estamos a dar início a um grupo com o nome de "National Organization of Women" e também tu podes fazer parte dele.

Havia já já muitos anos que eu não a via. Embora ela me tivesse atormentado quando nós éramos novas, depois dos meus traumas Asiáticos e do fim do meu casamento, essas memórias estavam distantes. Eu loucamente pensei que ela seria o meu santuário no meio da tempestade. Com tanto tempo e tamanha distância entre nós, eu já me tinha esquecido da sua instabilidade emocional.

E assim comecei a testemunhar involuntariamente a História. Fiquei com a Katie e o seu amável marido Japonês, Furnio, num sótão delapidado em The Bowery enquanto ela acabava o seu primeiro livro, uma tese de doutoramento para a Columbia University, com o nome de “Sexual Politics.” Estávamos em 1969.

A Katie convidou-me para me juntar a ela na sua reunião na casa da sua amiga, uma tal de Lila Karp. Elas chamaram à assembleia de "grupo de consciencialização", uma iniciativa tipicamente comunista e algo practicado pela China Maoísta.

Tomamos o nosso lugar numa mesa larga à medida que cada uma das presentes dava início à reunião com uma recitação-e-resposta, algo parecido a uma Litanía - um tipo de oração feita na Igreja Católica. Mas desta vez era o Marxismo, a Igreja da Esquerda, a imitar uma práctica religiosa:

"Porque é que estamos aqui?" perguntou ela.
"Para fazer a revolução", responderam elas.
"Que tipo de revolução?" respondeu ela.
"Revolução Cultural", responderam elas.
"E como é que fazemos uma Revolução Cultural?" exigiu ela.
"Destruindo a família America!" responderam elas.
"E como é que destruímos a família Americana?" perguntou ela.
"Destruindo o Patriarcado Americano." gritaram elas de modo exuberante.
"E como é que destruímos o Patriarcado Americano?" respondeu ela.
"Acabando com o seu poder!"
"E como é que fazemos isso?"
"Destruindo a monogamia!" gritaram elas.
"E como é que podemos destruir a monogamia?"

A resposta delas deixou-me chocada, sem fôlego, e sem acreditar no que estava a ouvir. Sera´que estava no planeta Terra? Quem eram estas pessoas?

"Promovendo a promiscuidade, o erotismo, a prostituição e o homossexualismo!"  ressoaram elas.

Elas continuaram com uma longa discussão em torno das formas de avançar estes objectivos estabelecendo a "National Organization of Women".  Era óbvio que elas nada mais queriam que a destruição total da sociedade Ocidental. A conclusão disto tudo é que a única forma de fazer isto é "invadindo todas as instituições Americanas. Todas elas têm que ser permeadas com 'A Revolução'": Os média, os sistemas de ensino, as universidades, as escolas secundárias, as K-12, os conselhos escolares, etc.; depois disto, o sistema judiciário, as legislaturas, os ramos executivos e até sistema bibliotecário.

Tudo isto caiu nos meus ouvidos como um esquema ridículo, como se elas fossem um grupo de crianças com imaginação fértil a planear um roubo ao Brink; uma brincadeira gerada numa noite nevosa entre um grupo de crianças mimadas cheias de álcool e haxixe.

Para mim, tudo isto era ridículo. Eu estava a passar por um choque cultural por ter sido retirada da minha nação, ter vivido em países do Terceiro Mundo durante anos, sem ter feito uma única viagem de regresso aos Estados Unidos. Eu era uma daquelas pessoas que, quando regressa ao solo Americano, sai do avião a gaguejar de êxtase por estar em casa, nos Estados Unidos.

Ajoelhei-me no chão e cobri-o com beijos. Eu havia aprendido o quão deliciosa era a minha terra de nascença e não me importava com o que as outras pessoas pensavam porque elas não tinha visto o que eu tinha visto, e nem estado onde eu tinha estado. Eu havia visto operários fabris e escravas sexuais algemadas às paredes.

Como é que elas poderiam saber? A Ásia estava para além do nosso alcance visual e, tal como se diz, totalmente inescrutável, e um tipo de inferno que eu nunca havia planeado visitar. Eu, ao contrário de quem fez um piquenique por lá ou quem o visitou (como os doces e inocentes turistas), vivi lá; eu levei a cabo tarefas domésticas e tentei educar uma criança. Eu havia superado o comunismo dos tempos da minha universidade e estava a tentar de forma atabalhoada encontrar o caminho de volta para Deus.

Como foi possível que 12 mulheres Americanas, que eram dos tipos mais respeitados possíveis - licenciadas privilegiadas e polidas e de instituições estimadas: Columbia, Radcliffe, Smith, Wellesley, Vassar; o tio de uma dessas mulheres era um Secretário de Guerra sob Franklin Roosevelt - planear tais coisas? A maior parte delas tinha cursos avançados para além de terem a aparência de serem convincentes, inteligentes, razoáveis e boas. Como é que estas pessoas racionalmente acreditam que podem ser bem sucedidas com tal grandiosidade viciosa? E porquê?

Eu qualifiquei isto como a construção dum castelo de ar por parte dum aglomerado académico.

Continuei com a minha em Nova York ao mesmo tempo que a minha irmã se tornou famosa publicando os seus livros e aparecendo na capa da "Time Magazine". A revista "Time" deu-lhe o nome de a "Karl Marx do Movimento das Mulheres." Isto ocorreu porque o seu livro explanou um curso para iniciantes do Marxismo para as mulheres.

A sua tese era: A família é um antro de escravatura onde o homem opera como o Burguês e a mulher e as crianças como o Proletariado. A única esperança para a "libertação" das mulheres (e libertação é a palavra comunista favorita que serve para conduzir os servos para uma escravidão inextricável; "libertação", tal como "colectivo" - por favor, fujam delas, fujam e defendam as vossas vidas) era o novo "Movimento das Mulheres".

Os seus livros cativaram as aulas académicas e rapidamente cursos de "Estudos Femininos" foram instalados nas universidades numa onda constante que varreu a nação tendo como leitura obrigatória os livros de Kate Millett.

Imaginem isto: uma rapariga com 17 ou 18 anos encontra-se à mesa com a sua mãe, a estudar o plano de estudos do seu primeiro ano na universidade. A mãe vê uma aula com o nome de "Estudos Femininos" e pensa "Hmmm...isto pode ser interessante. Pode ser que retires alguma coisa boa destas aulas." Parece inofensivo para ela.

Como é que ela poderia suspeitar que esta é uma aula onde a sua filha inocente será ensinada que o seu pai é um vilão? A sua mãe é uma louca por ter deixado que um homem a escravizasse sob prácticas bárbaras tais como a monogamia e a vida familiar e a maternidade, que é uma desperdício do seu talento. Ela não pode de maneira nenhuma seguir os passos da sua mãe porque isso seria como submeter-se a uma vida de um drone sem inteligência para um homem dominador, o opressor, que a hipnotizou com truques tais como o amor romântico.

A sua filha será ensinada a nunca se deixar enganar por este engodo.

Embora os homens sejam totalmente maus, ela pode usá-los para gratificação orgásmica, dormir com quantos homens quiser como forma de se manter inalcançável e livre. Hoje em dia dificilmente existe uma rapariga de 17 anos sem um rancor (originário na escola secundária) contra um Jimmy ou um Jason. Os rapazes também estão a aprender, e também eles podem ser descuidados durante os anos secundários - esse tormento de danças de cortejo para ambos os sexos.

Quando as professoras de Estudos Femininos acabarem com a sua obra junto da tua filha, ela será uma sombra da inocente rapariga que foi, e rapidamente ficará convencida de que, embora ela deva dormir com todos os rapazes por quem sente atracção, ela não deve de maneira alguma engravidar. E, como uma practicante de promiscuidade, ela torna-se mestre nas artes de prevenção, especialmente no aborto.

O propósito da Emancipação das Mulheres é o de forçar as mulheres a perder toda a empatia pelos rapazes, pelos homens e pelos bebés. Os aspectos mais ternos da sua alma são endurecidos e transformados num amontoado de cinismo, e ela irá pensar que não há nada de mal em assassinar o  bebé que se encontra no protector ninho do seu útero de mulher jovem.

Ela será ensinada que, para ser livre, ela tem que se tornar numa fora-da-lei. E isto é razoável visto que o sistema legal Ocidental, desde a Magna Carta e mesmo antes disso, é um aglomerado de homens brancos malignos cujo propósito real era o de avançar com a escravatura dela.

Sejam foras-da-lei! Revoltem-se! Sejam desafiadoras! (Pensem em mulheres como Madonna, Lady Gaga, Lois Lerner, Elizabeth Warren.) “Todas as mulheres são prostitutas,” ser-lhe-á dito. Ou tu és muito inteligente e usas o sexo sendo promiscua para prazer próprio e para auto-desenvolvimento como um ser humano pleno e livre "tal como os homens", ou tu podes ser uma prostituta profissional, uma viável mulher de negócios , que é "empoderador", ou tu podes ser enganada tal como a tua mãe e prostituires-te exclusivamente para um só homem, caindo assim sob o pesado domínio do "opressor". Todas as esposas são "prostitutas de um só homem".

Ele tem que se entregar de alma e coração a isto. Nada de sentimentos emocionais em torno do cortejamento. Nenhuma empatia para rapazes ou para bebés. Ela tem uma vida a viver e ninguém se pode colocar no seu caminho. E se por acaso o rapaz ou o homem "não entender", então nada de sexo para ele; "fazer amor" passa a ser "fazer sexo". "Não vou 'fazer sexo' com um patife qualquer que não acredite que eu posso matar o seu filho ou filha que se encontra no meu útero. Ele não tem palavra neste assunto porque o corpo é meu!" (Esta é uma lógica estranha visto que, quem alguma vez ouviu falar num corpo com duas cabeças, dois corações, quatro braços e quatro pés?)

Não há limite para os absurdos que as jovens raparigas serão convencidas a engolir. "Tenho planos para saltar de homem em homem o quanto puder e não há ninguém que me possa parar porque eu sou livre!" Dito de outra forma, estas pessoas irão transformar a tua jovem filha numa vadia, tendo o livro da minha irmã como manual de instruções. ("Vadia é uma boa palavra. Orgulha-te dela!")

Ela dir-te-á, "É provável que nunca me case e se me casar, farei isso quando a minha carreira profissional estiver bem estabelecida," o que hoje em dia significa nunca. "Vou manter o meu nome e na verdade eu nem quero filhos. Eles são uma chatice e estão sempre no caminho." Mais ainda, elas dirão à tua filha "Não deixes que pessoa alguma te degrade permitindo que ele te abra as portas. Ser chamada de 'Senhora' é um insulto. O cavalheirismo tem o significa de posse."

Logo, as fêmeas, que fundamentalmente são os árbitros da sociedade, vão endurecendo os homens jovens com tal conversa de almofada da mesma forma que elas foram endurecidas porque, "Wow, rapaz. Tenho que ir para a cama mas ela não aceita enquanto eu não concordar em deixar que ela mate o bebé, se por acaso ela engravidar!"

Oprimidas? As mulheres sempre tiveram poder. Pensem no paradigma eterno: só depois de Eva ter convencido Adão a comer o fruto é que a humanidade caiu. Isto é, o homem faz de tudo para fazer a mulher feliz, mesmo que seja algo que desagrade a Deus. Isto, sim, é poder! Sem mulheres decentes, a humanidade está perdida. Tal como Mae West disse, "Quando as mulheres caem no erro, os homens seguem logo atrás delas!"

Conheço mulheres que foram enganadas por este credo durante a sua juventude e que, hoje, na casa dos 50 ou 60, choram pela noite a dentro passadas que estão décadas de noites de arrependimento pelas crianças que nunca irão ter e pelas crianças que elas mataram friamente quando elas estavam a proteger os seus futuros vazios de amor dentro do qual hoje vivem e sem forma de regressar. "Onde é que estão os meus filhos? E os meus netos?" elas choram para mim.

Por diversas vezes ouvi

Os livros da tua irmã destruíram a vida da minha irmã! Ela estava casada e com quatro filhos, e depois de ler aqueles livros, abandonou o marido estupefacto e nunca mais olhou para trás.

O homem caiu em desespero e em ruína. As crianças ficaram surpresas, fora dos seus eixos, profundamente prejudicadas; a família foi profundamente afectada e não havia forma de voltar a colocar as coisas tal como elas estavam.

Durante o tempo em que estas mulheres estavam a "invadir" as nossas instituições, o carácter da mulher Americana transformou-se drasticamente de modelos caracterizados para nós por mulheres como Rosalind Russell, Bette Davis, Deborah Kerr, Eve Arden, Donna Reed, Barbara Stanwyck, Claudette Colbert, Irene Dunn, Greer Garson. Estas mulheres foram notáveis que não precisavam de lições de "empoderamento", e que cujas personalidades, bem como as personagens que elas desempenhavam, eram fortes, resistentes e claramente moldadas. As suas vozes eram tão diferentes que era possível identificá-las pela voz. Todos nós conhecíamos a voz de Rita Hayworth. Todos nós conhecíamos a voz de Katherine Hepburn.

Desafio alguém a identificar as vozes "cortador de biscoito" das mulheres pós-emancipação das mulheres de Hollywood actual. Como foi que estas mulheres "emancipadas" se tornaram neste indistinguível monte de desordem? Todas elas têm exactamente a mesma aparência, excentuando algumas características individualizadoras, e as suas vozes são idênticas, estas Julies e Jessicas!

O meu amigo Padre George Rutler deu-lhes o nome de "as caloiras chalreadoras da Nova Idade das Trevas." O carácter da mulher Americana foi distorcido por este movimento pernicioso. De onde veio esta criatura blasfema, tatuada e fora-da-lei, que mata o seu bebé sem pestanejar, e depois vai para as festas sem qualquer tipo de consciência ou remorso? E em tempo histórico tão curto?

Nunca antes havíamos ouvido falar de tantas mulheres a matarem os seus filhos: Casey Anthony a matar o seu pequeno Caylee e a mergulhar numa festa durante semanas; Susan Smith a conduzir os seus rapazes até ao lago, deixando-os encurralados debaixo de água como forma de morrerem mortes tortuosas; aquela mulher que afogou os seus cinco filhos numa banheira? "Hey! Se eu posso matar o meu bebé aos seis meses de gestação, porque é que não posso matá-lo depois do nascimento? Vamos-lhe dar o nome de aborto pós-parto.”

Insisto que as mulheres sempre foram os árbitros da sociedade, e quando aquelas mulheres à mesa da Lila Karp em Greenwich Village se determinaram a destruir a família Americana, ao fazerem com que as mulheres passassem a ser foras-da-lei, perpetradoras de infanticídio, e odiadoras da lei Ocidental, dos homens e do casamento, elas conseguiram o que tinham planeado. O seu desejo - e eu testemunhei isso em reuniões subsequentes até ao momento em que fiquei farta do seu ódio desenfreado - era o de destruir a  sociedade Americana juntamente com a família e o "Patriarcal dono de escravos", o marido Americano.

Nós estávamos todos tão ocupados felicitando uns aos outros porque Ronald Reagan "tinha vencido a Guerra Fria em disparar um único tiro" sem nos apercebermos da verdade que Mao, com o seu Pequeno Livro Vermelho, e os Soviéticos haviam vencido a Guerra Fria sem dsparar um único tiro, tomando conta das mossas mulheres, dos nossos jovens, e das mentes de todas as pessoas tutelados por Noam Chomsky e pelos livros escolares de Howard Zinn.

O recém-graduado é um Peter Pan preso na Never Never Neverland do porão da mãe (que é divorciada). Christina Hoff Sommers diz:

Pais e mães, tenham medo dos vossos filhos. Há uma guerra a ser levada a cabo contra os homens e esta guerra que começou há muito tempo nas aulas de estudos de género e dentro de grupos de defesa dos direitos das mulheres ansiosas por acreditar que os homens são tóxicos. ... Muitas 'mulheres educadas' dos Estados Unidos beberam o Kool Aid de género feminista. As raparigas em Yale, Haverford e Swarthmore olham para elas mesmas como oprimidas. Isto é loucura.

Se por acaso olharem para isto como uma traição para com a minha irmã, eu passei a identificar-me com pessoas como Svetlana Stalin ou Juanita Castro; que vieram a público para condenaram abertamente um membro familiar particularmente prejudicial. A lealdade pode ser altamente destrutiva. O que dizer dos muçulmanos que se recusam a falar agora?

Eu fui uma das pessoas silenciosas, mas pelo menos estou agora a falar tudo. As raparigas têm sido envolvidas em algo e não é nada bom. Nós temos que ficar doentes até à alma em relação a isso. Eu sei que eu estou. E consequentemente, a indoutrinação em massa, a consequência inevitável de todas as experiências socialistas/comunistas, deixa atrás de si o seu rasto característico de destruição.

Tanta graça, femininidade e beleza perdidas.

Tantas vidas arruinadas.

- http://bit.ly/1Jx2A4f



quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Germaine Greer descobre que activismo homossexual coloca em causa o papel da mulher

Por Jemma Buckley

Germaine Greer criticou a dupla homossexual composta por Elton John e David Furnish por terem listado um homem como a "mãe" nas certidões de nascimento dos seus dois filhos. Ela disse que este gesto é mais um exemplo da forma como o conceito da maternidade tem "sido desconstruído", antes de criticar também o processo da Fertilização in Vitro (FIV).

Nos documentos dos seus dois filhos, Zachary (4 anos) e Elijah (2 anos), Sir Elton está listado como o pai e Furnish como a "mãe". Ambas as crianças nasceram da mesma mãe-substituta da Califórnia - que a dupla homossexual diz amar "como uma irmã" - e ambas partilham o mesmo doador de espema anónimo.

Germaine Greer é a mais recente celebridade a vocalizar a sua desaprovação às atitudes de Sir Elton, de 68 anos, e de Furnish, de 52. Recentemente, Elton esteve envolvido numa discussão notória com os estilistas Italianos Domenico Dolce e Stefano Gabbana, que deram o nome de "sintéticas" às crianças geradas a partir da FIV. O cantor Inglês respondeu aos comentários feitos a uma revista Italiana, e apelou a um boicote à casa de moda Dolce-Gabbana:

Como é possível que eles se atrevam a qualificar os meus dois maravilhosos filhos de "sintéticos"? Eles deveriam ter vergonha de agitar o seu dedo julgador contra a FIV, um milagre que tem permitido a legiões de pessoas amorosas - tanto heterossexuais como homossexuais - realizar o sonho de ter filhos.

Falando no Hay Festival, Greer, de 76 anos, disse:

Por vezes penso que o problema é o conceito de maternidade, que nós não conseguimos dar algum tipo de estrutura. Sir Elton e a sua "esposa" David Furnish colocaram nas certidões de nascimento dos seus dois filhos que David Furnish é a "mãe". Desculpem-me. Isso dá-nos uma ideia da forma como o conceito da maternidade foi esvaziado e desapareceu. Foi totalmente desconstruído.

Greer, que escreveu o best-seller com o nome The Female Eunuch no ano de 1970, continuou, criticando o processo de FIV através do qual os filhos da dupla homossexual nasceu:

Nós agora temos a mãe "genética", que fornece os ovos. Tudo depende donde se encontra e se ela terá permissão para saber o que irá acontecer com os seus ovos. E as mulheres normalmente tendem a ter essa preocupação. Um ovo não é um esperma. Nós não produzimos 400 milhões deles duma vez. Um ovo miserável aparece uma vez por mês.

Depois dão-te um folículo que simula hormonas, e tu tens cerca de 17 [ovos], e eles dão-te um FIV a bom preço e distribuem o resto dos ovos da forma que eles querem. Em alguns sítios tu tens permissão para saber o que aconteceu com os teus ovos, mas noutros sítios não.  O que nos resta é uma conta reduzida de FIV visto que a criança está a nascer através das pessoas envolvidas e usando os teus ovos.

Desculpem-me perguntar isto, mas alguém discutiu isto? Será que alguém se sentou e perguntou o que os ovos significam para as mulheres?

A activista de origem Autraliana continuou, fazendo a corajosa alegação de que ela suspeita que o "1967 Abortion Act" só foi introduzido devido às pressões políticas da indústria da fertilidade:

Todo este discurso foi distorcido desde o início por parte da indústria da fertilidade. Ultimamente tenho pensado nisso, e tenho uma suspeita, que ainda tenho que investigar mais, de que o aborto foi legalizado precisamente porque a indústria da fertilidade precisava disso. Não fomos nós. De certeza que não fomos nós.

Nós poderíamos ter marchado até que nos caíssem os pés, mas mesmo assim, eles não se preocupariam em dar-nos o aborto. Eles é que queriam ser capazes de colocar um ponto final da gravidez, para além de quererem manipular livremente os produtos da concepção.

Falando sobre o político Democrata Liberal David Steel, que foi responsável pela introdução do "Abortion Act" no parlamento, ela disse:

Ele é um político. Ele só pôde dar entrada à proposta de lei depois dos barões da fertilidade lhe terem dito o que eles queriam. Eles são muito poderosos dentro do establishment médico-legal.

~ http://goo.gl/vn6B4X



sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Feminismo para iniciantes

Por Ken Gallagher

"O feminismo centra-se na igualdade e ele é benéfico para todos." Esta declaração não poderia estar mais longe da verdade.

Eu sou um anti-feminista acérrimo porque o feminismo teve um efeito negativo na minha vida - nomeadamente, a óbvia descriminação sexual no local de trabalho, e mais de 3 anos num tribunal de família a tentar resolver um divórcio que ainda não está resolvido. E a pensar que há apenas 5 anos atrás eu qualificava o feminismo de um movimento inofensivo de raparigas universitárias que nada mais queriam que atenção.

Eu estava enganado - totalmente enganado - de muitas maneiras. Embora eu acredite que muitos jovens levaram uma lavagem cerebral de forma a acreditar na definição de "feminismo" que se encontra nos dicionários, foi a discriminação mencionada em cima, para além do divórcio e da injustificável devastação financeira, que me levaram a prestar mais atenção a esta coisa chamada feminismo - um movimento totalmente enraizado no ódio e na ganância ao mesmo tempo que alega ser em favor da igualdade sexual.

E agora cheguei à conclusão que o feminismo não só arruinou a minha vida, como a vida de muitas outras pessoas - homens, mulheres e crianças. Eu queria escrever este artigo como forma de explicar aos outros exactamente como o feminismo se tornou tão furtivamente entrincheirado na nossa sociedade, e a forma como esse movimento opera e debilita os homens, as suas famílias e a sociedade, de modo a que as pessoas que buscam respostas possam começar a entender mais sobre este tóxico flagelo social.

O feminismo em poucas palavras

Graças as organizações tais como a National Organization for Women (N.O.W.), o feminismo é excepcionalmente bem financiado principalmente através de donativos uqe têm sido dados durante as décadas. São os bolsos fundos do feminismo que fazem com que ele tenha poder e influência impressionante sobre o governo, os média e o sistema de educação.

Com o passar do tempo, o feminismo tem usado o seu poder e a sua influência para, gradualmente, mudar estas instituições de modo a que elas passem a propagar apenas e só a mensagem feminista, nomeadamente, a supremacia feminina baseada no ódio aos homens, e em última análise, a transferência de riqueza dos homens para as mulheres.

Como o feminismo influencia os governos.

De forma simples, os políticos vencem eleições com votos. As feministas colocam os políticos uns contra os outros fazendo exigências de leis sexuais [que favorecem as mulheres] em troca dos tão necessitados votos. Os políticos, sedentos dos votos dos indecisos, muitos dos quais são jovens mulheres solteiras com inclinações feministas, dão às feministas o que elas exigem, e aprovam leis que descaradamente discriminam contra os homens. Exemplos desta discriminação são os que se seguem:

Leis do Trabalho

A Acção Afirmativa ["Affirmative Action"] está construída especificamente para dar preferência a certos candidatos de emprego com base no seu sexo, raça e orientação sexual de tal modo que os homens brancos heterossexuais qualificados "não precisam de se candidatar". Visto que a maior parte das pessoas que conseguem o emprego são de modo real, incompetentes, essas pessoas são transferidas para posições de gestão onde aparentemente não precisam dum conhecimento profundo da profissão, mas que em vez disso, dependem do conhecimento e da orientação dos subordinados para tomar decisões.

Com o passar do tempo, as subordinadas femininas são promovidas ao mesmo tempo que os subordinados masculinos são pura e simplesmente ignorados ou intimidados de modo a que estes abandonem o emprego; isto causa a que a organização fique vazia de pessoas realmente qualificadas, o que explica as nossas sociedades disfuncionais.

Eu já conheci muitas pessoas que alegaram que este ciclo de domínio feminino é normal, especialmente no mundo académico e no governo, e eu acredito nelas porque durante anos eu vi isso a acontecer. A Drª Janice Fiamengo, Professora de Inglês na Universidade de Otawa no Canadá, também é uma acérrima anti-feminista por este mesmo motivo.

Agora imaginem um homem qualificado a ser alvo duma entrevista de emprego numa organização dominada por gestoras incompetentes que só têm o emprego que têm devido ao seu sexo. As probabilidades deste homem vir a ficar com o emprego são reduzidas, especialmente se levarmos em conta que a última coisa que uma gestora incompetente quer são subordinados competentes que podem revelar a sua incompetência. Devido a isto, os subordinados competentes são vistos como um ameaça, quer seja real ou não. E, obviamente, a última coisa que as misandristas querem é trabalhar 40 horas por semana com um homem.

O pior disto tudo é que estas pessoas incompetentes são rapidamente colocadas em posições de gestão onde a sua incompetência pode ser escondida, e o seu poder exercido, mas depois temos temos as feministas a queixarem-se continuamente em torno das assim-chamadas "diferenças salariais". Isto é, no mínimo, hilariante, e na pior das hipóteses, criminoso.

Lei Familiar

Nos Estados Unidos o divórcio passou a ser uma "indústria" que movimenta milhares de milhões de dólares, e que incentiva as mulheres a se divorciarem dos seus maridos onde elas:
  • São mais susceptíveis de serem acreditadas quando fazem uma falsa alegação de abuso contra o marido e, desde logo, são mais susceptíveis de receber simpatia dum tribunal e custódia dos filhos, e
  • São mais susceptíveis de receber pensões lucrativas durante longos períodos, o que muito frequentemente deixa os maridos divorciados financeiramente arruinados.
As leis em torno da paternidade estão totalmente disfuncionais, e dentro delas, os homens são forçados a dar apoio financeiro a crianças que eles podem provar (através de testes de ADN) que não são seus, ou então são forçados a apoiar financeiramente crianças sem que no entanto tenha qualquer tipo de direito de visita.

Embora as mães solteiras que têm dificuldade em sustentar os seus filhos recebam assistência governamental, os homens que se encontram na mesma situação são punidos  muitas vezes de forma severa - e podem ver a sua carta de condução confiscada, o que faz com que lhes seja impossível trabalhar, causando a que sejam presos e totalmente impedidos de sustentar os filhos amados.

Lei Criminal

As falsas acusações de violação e abuso sexual são ocorrências frequentes nos dias de hoje, e em muitas jurisdições, há pouca - se alguma - penalização para as pessoas que fazem falsas acusações de violação. Por outro lado, aqueles que são acusados são frequentemente arruinados financeiramente e as suas reputações são totalmente destroçadas.

Embora estudos científicos extensivos tenham provado que cerca de metade da violência doméstica é levada a cabo pelas mulheres, graças a algo com o nome de “Duluth Model” (que não só nunca foi provado, como já foi totalmente refutado), os homens são automaticamente presumidos como os perpetradores e as mulheres como as vítimas - para não falar no facto de não haver virtualmente ajuda alguma para as vítimas masculinas da violência doméstica.

Muitas alegações de violência doméstica são também falsas e ocorrem depois das mulheres darem entrada ao processo de divórcio, não só como forma de gerar simpatia junto dos tribunais familiares, mas também como forma de garantir que o pai nunca tenha custódia da criança.

Notem n diferença no diagrama entre a alegação feminista que os homens odeiam as "mulheres" e a realidade da discriminação contra os homens resultar nos homens a odiar as "feministas". No entanto, as feministas continuam a insistir que todos os homens são misóginos, o que não pode estar mais longe da verdade.

A influência do feminismo nos média

O propósito da infiltração feminista nos média é simples: propagar as mentiras e a propaganda feminista como forma de convencer a sociedade que só os homens são potenciais perpetradores do mal, e que todas as mulheres são potencias vítimas indefesas e inocentes. Tal como Joseph Goebbels, o Ministro da Propaganda do Partido Nacional Socialista liderado por Adolfo Hitler durante os anos 30 e 40, as feministas entendem de maneira perfeita o poder dos média e a eficácia da expressão "se disseram algo a alguém repetidamente, eventualmente essa pessoa irá acreditar."

Não sei como é na vossa vida, mas eu parei de ver televisão por cabo há alguns anos atrás, principalmente devido à incessante quantidade de misandria onde os homens (e os rapazes) são constantemente vilipendiados ao se passar a imagem de que eles são estúpidos, perigosos ou ambos. O propósito oculto de tal acção este difamação flagrante é:
  • As feministas querem caracterizar as mulheres não só como mais inteligentes, mas também como vítimas indefesas à mercê de homens malignos (e só de homens) como forma de obter tratamento especial e privilégios, o que é uma contradição interna visto que, se as mulheres são mais inteligentes que os homens, como é possível elas serem vítimas?
  • As feministas também querem caracterizar as mulheres como mais inteligentes e mais capazes como forma de avançar ainda mais com a exclusão sistemática dos homens das escolas secundárias, dos colégios, das universidades, e, em última análise, dos bons empregos - o que causará a que os homens sejam incapazes de sustentar as suas famílias.
As feministas esperam emascular os homens de forma sistemática como forma deles se tornarem subservientes às mulheres de modo a que:
  • As mulheres possam ter poder sobre homens que são demasiado fracos para se defenderem visto que homens que foram sujeitos a uma constante mensagem anti-homem, com o passar do tempo, desenvolveram uma baixa auto-estima e acreditaram na idiotice de que as mulheres são de alguma forma mais fortes que os homens, mas são também mais fracas que os homens. E também
  • Para destruir a família nuclear ao tentar desafiar a natureza e onde as mulheres foram treinadas e rejeitar homens que não são subservientes, mas a nível sexual, as mulheres desprezam homens fracos. A contradição entre o seu sistema de crenças e os seus naturais desejos sexuais causam uma interacção disfuncional com os homens, e, por fim, causam famílias destroçadas e crianças sem um pai.
Este poder sobre os média, e a propagação constante de misandria subtil, resultou numa sociedade onde todas as formas de masculinidade são desencorajadas, o que em última análise cria um fosse entre os homens e as mulheres, sendo que o propósito do feminismo é destruir a família nuclear de modo  "libertar" a mulher duma imaginária vida de servidão sob o homem.

Mais ainda, isto resultou no seguinte:
  • Nunca em tempos recentes houve uma altura como a nossa, onde houvesse tantos homens em idade de casamento que não tivessem interesse no casamento.
  • Ser um homem divorciado ou solteiro a viver sozinho, não só se tornou aceitável, como passou a ser comum.
  • Ser mãe solteira também passou a ser aceitável e comum.
  • As crianças sem o pai na suas vidas são comuns nos dias de hoje, e elas são mais susceptíveis de passar por dificuldades na interacção com outras crianças, dificuldades na escola, e mais frequentemente acabam por ter vidas improdutivas e insatisfatórias como homens solteiros.
A agenda mediática feminista é especialmente destrutiva para os rapazes porque eles aprendem desde a mais tenra idade que são inferiores e efectivamente inúteis. Isto, combinado com um sistema educacional que lhes enche a cabeça com a mesma mensagem, acaba por causar a que os rapazes tenham problemas de comportamento, que tenham notas fracas na escola, o que leva a que eles passem a ser propriedade do estado, e prossigam passando a fazer parte do sistema de justiça criminal.

É isto que o feminismo faz junto dos homens e dos rapazes.

Como o feminismo influencia o sistema educacional

As feministas entendem muito bem a influência que os adultos têm sobre as crianças. É por isso que o sistema educacional moderno encontra-se especificamente criado para  o sucesso das raparigas e o fracasso dos rapazes. Ao agir assim, as raparigas têm melhores chances de seguir para os colégios e para as universidades, e obter os bons empregos mencionados previamente.

Os rapazes que são prejudicados, no entanto, são menos susceptíveis de receber a educação que precisam para levar uma vida produtiva e plena. Para aqueles rapazes emasculados que terminam a escola secundária, o colégio e a universidade podem ser um campo minado social de discriminação sexual que vai desde o tormento e da  intimidação, até às falsas acusações de violação.

Para citar um autor anónimo:

Tentem adivinhar o que pró-igualdade, pró.-diversidade, ênfase nos sentimentos, avisos de gatilho, histeria em torno da violação, aulas obrigatórias de feminismo, cultura anti-lad, invasão dos espaços masculinos, presunção da culpa masculina, politicamente correcto, aversão a debates acalorados, e a transformação no espaço duma geração têm em comum? Mulheres"

Dito de forma simples, a realidade actual é que os colégios e as universidades tornaram-se em locais de indoutrinação onde os jovens aprendem o que pensar e não como pensar, avançando com os propósitos do feminismo ao repetir as mentiras, demonizando a masculinidade, e, em última análise, minimizando o número de homens que recebem uma educação decente que lhes irá dar uma vida próspera.

De facto, os colégios e as universidades deixaram de ser locais onde a liberdade de expressão e o pensamento crítico eram encorajados, e passaram a ser infernos politicamente correctos onde a liberdade de expressão e o pensamento crítico não só desencorajados, como é pouco tolerado que os alunos "sem reservas" falem abertamente porque quando o fazem, são expulsos, o que destrói as suas aspirações profissionais.

Resumidamente, a atitude das jovens feministas de hoje é simples: qualquer pessoa que coloque em causa as suas alegações sem fundamento de serem vítimas constantes da agressão masculina, ao mesmo tempo que alegam serem superiores que os homens, é considerada como uma ameaça que tem que ser neutralizada.

Não só é este tipo de comportamento devastador para os jovens homens que não conseguem terminar o colégio ou a universidade, mas mais importante ainda, muitas das pessoas que terminam os seus estudos são o produto duma lavagem cerebral esquerdista, incapazes de tolerância e de pensamento crítico, e totalmente inúteis para a sociedade visto que a sua capacidade para contribuir de forma significativa para o mundo foi totalmente neutralizada.

Devido a isto, muitos homens jovens estão a evitar os estudos pós-secundários, pavimentando o  caminho para ainda mais feminismo radical, tornado as coisas ainda piores.

Fica a pergunta: como é que ficaremos, como sociedade, quando existe uma falta de homens jovens especializados prontos para ajudar a gerir o mundo? Mais ainda, como é que isso pode ser feito quando as pessoas que empurraram esses jovens para longe do ensino pós-secundário só são boas numa coisa - no politicamente correcto?

Sumário

Espero que consigam ver como as três áreas de influência do feminismo - os governos, os média e o sistema de ensino - trabalham em conjunto de modo a que possam, sorrateiramente, avançar com os propósitos do feminismo ao mesmo tempo que destroem os homens e as famílias.

A consequência da elevação das mulheres à custa dos homens resulta em ganhos económicos para as mulheres e perdas económicas para os homens. Dito de forma simples, é a transferência de riqueza dos homens para s mulheres. À medida que as mulheres vão ganhando mais dinheiro, elas vão ganhando mais poder e, por sua vez, mais dinheiro e doado para as causas feministas, o que dá ainda mais poder para as feministas e acelera a transferência de riqueza.

Infelizmente, todo este processo de roubo aos homens aprovado pelo governo é feito, em larga parte,  sem o conhecimento do público, sob a máscara da "luta pela igualdade dos sexos". 

Tal como Robin Hood roubava aos ricos para dar aos pobres, o feminismo rouba aos homens e dá às mulheres. Um dos motivos que levava a que Robin Hood fosse tão popular era o facto dos ricos serem sempre caracterizados como como vilões e os pobres como vítimas indefesas, que é exactamente o que o feminismo faz - excepto que os homens são os vilões e as mulheres são as vítimas indefesas.

É desta forma que o feminismo, mascarado de luta em favor da igualdade sexual, se torna tão apelativo para tantas pessoas. Mas ao contrário de Robin Hood, o feminismo é uma fraude cujas autoras deveriam ser julgadas por tratamento injusto aos homens, e pela destruição sistemática das famílias e da sociedade como um todo. Dito de forma simples, o feminismo é uma mentira, uma transferência de riqueza - riqueza essa que os homens conquistaram mas que lhes é retirada e é dada às mulheres.

Portanto, a minha pergunta é simples: Será que o feminismo realmente é uma luta pela igualdade sexual ou é mais uma luta pela supremacia feminina mascarada de luta em favor da igualdade sexual?




domingo, 9 de agosto de 2015

A ascensão do autoritarismo transsexual

Por Brendan O'Neill

A foto da revista Vanity Fair de Bruce Jenner num fato-de-banho aumentador dos seios está a ser descrita como "icónica". Bruce, um Americano que já foi um atleta, quer agora ser conhecido como Caitlyn agora que passou por uma transição de género. E ele está a usar a capa da última edição da Vanity Fair para se "estrear como uma mulher". Junto ao título ‘Chamem-me Caitlyn’, ele está todo cheio de detalhes modificados com Photoshop, cabelo arranjado e seios "olhem-para-mim", naquela que muitos peritos estão já a descrever como "uma imagem icónica na história da revista".

De facto, a foto é icónica, e não só no sentido fútil e popular do termo. A foto é icónica no sentido tradicional também, isto é, ela está a ser venerada como um ícone genuíno, uma imagem devocional duma aparente pessoa santa. É uma imagem perante a qual se espera que todos nós nos debrucemos, cuja verdade essencial nós temos que assimilar; uma imagem que nós colocamos em causa ou questionamos sob nossa conta e risco, com aqueles que se recusam a ajoelhar perante ela a enfrentarem a excomunhão da sociedade educada. A Jennermania de ontem confirma o quão estranhamente autoritária, até idólatra, a política trans se tornou.

Há uma religiosidade palpável na selvagem aclamação Bruce/Caitlyn como um santo moderno, uma Virgem Maria sem testículos. No espaço de 4 horas, mais de 1 milhão de pessoas estavam a seguir a nova conta de Twitter de Bruce/Caitlyn, presos a todas as suas palavras como a multidão expectante aguardando por Moisés nas imediações do Monte Sinai.

Todas as suas palavras, toda a banalidade do seu discurso de celebridade, eram reenviadas dezenas de milhares de vezes. As celebridades e os comentadores saudaram Caitlyn como uma espécie de messias. "Estávamos de braços abertos à tua espera", disse um excessivamente excitado editor da Buzzfeed. Por toda a Twittersfera, Caitlyn era venerada [sic] como uma espécie de "deusa", uma "deusa em forma humana". Um tuitador trans disse:

Caitlyn Jenner poderia esfaquear-me agora, e deixar-me morrer, e eu morreria radiante porque NÃO SOU DIGNO DESTA DEUSA.

Nos média, a conversa centra-se em torno da forma como Caitlyn e a sua aparência icónica podem dar uma injecção de adrenalia à humanidade em si. Uma escritora para o  Guardian descreve Caitlyn como uma ‘rainha’ e diz "curvem-se, idiotas!', afirmando também que o seu ícone na capa da Vanity Fair é ‘life-affirming’.

Tratando Caitlyn como um tipo de Cristo, mas com um sutiã e não com uma bata, Ellen DeGeneres diz que esta deusa traz "esperança para o mundo", e que todos nós deveríamos tentar ser "tão corajosos como Caitlyn". Susan Sarandon celebra o misterioso "renascimento" Bruce/Caitlyn, ao mesmo tempo que Demi Moore agradece-o/a por partilhar humanamente "o dom do teu belo e autêntico eu".

Uma escritora do Huff Post diz que o nome Caitlyn significa "pura" - "que significado perfeito, não é?" Verdadeiramente, sim, porque a Santa Caitlyn, renascida para nos educar a todos, é pura.

Com os milhões de seguidores curiosos, a sua veneração como uma imagem icónica, a insistência de que nos "curvemos" perante a imagem, o Culto de Caitlyn gera para a  mariolatria Católica uma concorrência feroz na escala de devoção cega.

E, obviamente, tal como todos os ícones venerados, qualquer pessoa que se recuse a reconhecer a verdade da capa da Caitlyn presente na Vanity Fair enfrenta um castigo perante as multidões, ou correctivos baseados no agitar do indicador consequência da sua blasfémia que coloca em causa a deusa.

Devido a isto, quando Drake Bell, uma antiga estrela infantil, tuitou "Desculpa-me, mas vou continuar chamar-te Bruce", ele passou a ser o alvo de fúria global e os devotos do Culto de Caitlyn ficaram loucos. Mesmo depois dele ter apagado o seu comentário blasfemo, continuaram a aparecer tweets a atacá-lo, sugerindo que ele desactivasse a sua conta de Twitter, ou melhor ainda, que "desactivasse a sua vida".

Entretanto, foi activado um robô com o nome de @she_not_he como forma de corrigir qualquer "má identificação do género" a Caitlyn. Obtendo muitos louvores por parte de grande parte dos média, este robô está a ‘verificar o Twitter, procurando por alguém que use o pronome "ele" em junção com o nome Caitlyn Jenner’.

O inventor do robô diz que está feliz com o facto dos meliantes que dão o género errado a Caitlyn estarem a ser "apologéticos nas suas respostas ao robô", e "chegando alguns a apagar os seus tweets originais". Dito de outra forma, eles arrependeram-se.

Tal como se esperava que aqueles que colocavam em causa a Divindade de Cristo se retratassem, também aqueles que negam o género de Caitlyn são perseguidos até ao momento em que pedem desculpas pelo seu erro moral. O grupo activista homossexual Americano GLAAD está a criticar os média mainstream pelo uso da palavra "ele" em referência a Caitlyn, tal como uma incarnação moderna do Index Librorum Prohibitorum do Vaticano (...). A GLAAD emitiu linhas orientadoras de policiamento de discurso para os média:

NUNCA se refiram a ela pelo seu antigo nome..... EVITEM usar pronomes masculinos e o antigo nome de Caitlyn, mesmo que estejam a falar de eventos do seu passado.

A adoração a Caitlyn, e a intimidação das pessoas que se recusam a se vergar perante o seu ícone, tem revelado de maneira gráfica o quão intolerante é o pensamento trans. A insistência de que não só chamemos Bruce/Caitlyn de "ela", mas também que projectemos isso para o passado - reconhecendo, tal como disse o Guardian, que ela [sic] "sempre foi uma mulher" - é algo a roçar o Orwealliano. É uma re-escrição da história e o esquecimento de antigos factos inconvenientes.

Curiosamente, a escritora do Guardian diz que pessoas tais como Bruce/Caitlyn "sempre foram mulheres....mesmo quando estavam a 'gerar' filhos". Note-se que é o 'gerar' que está entre parêntesis, sugerindo que não era algo real, ao mesmo tempo que a descrição de Bruce como uma "mulher" é tratada como uma verdade incontestável.

Guerra é paz, liberdade é escravatura, homem é mulher.

Este Orwellianismo trans está a encontrar cada vez mais espaço na própria lei. No ano passado, na Irlanda, uma mulher trans obteve o direito de ver a sua mudança de sexo para mulher na sua certidão de nascimento. Isto é preocupante. A parteira que disse "É um rapaz!" quando esta mulher-trans nasceu estava a dizer a verdade, e essa verdade está registada num documento público.

Mas isso agora jã não interessa porque a a verdade a história foram colocadas nas mãos do lobby trans. Tal como o Irmão Grande pensa que pode forçar as pessoas a aceitar que 2+2=5, os activistas trans querem que cantemos que:

Bruce Jenner é uma mulher, e sempre foi uma mulher, mesmo quando estava a produzir esperma, a engravidar mulheres e a vencer medalhas de ouro em desporto masculino.

E o que dizer dos pequenos detalhes da certidão de nascimento de Bruce Jenner e da paternidade dos seus filhos? Esqueçam isso tudo, e lancem estas coisas para dentro dum buraco da memória.

O que o Culto de Caitlyn confirma sem sombra de dúvida é que não há nada de progressivo dentro da política trans. Ela é estridente, censuradora, irreal, exige obediência e  pune os dissidentes. (....) Bruce Jenner não é uma mulher, e, desculpem-me dizer isto, mas 2+2=4 e sempre vai ser assim.

~ http://goo.gl/ZVwUnR



quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Virtudes Masculinas e Virtudes Femininas

Tradução por: Legio Victrix

A ideia patriarcal torna os factos biológicos significantes. Note-se que as considerações sobre as naturezas sexuais são de essência em vez de empíricos (…)

Em sociedades que aceitam a ideia patriarcal, homem e mulher não são apenas dados biológicos, são ideais a que devemos aspirar. Dizer que alguém encarna o ideal é um grande elogio («que mulher!», «é um homem a sério!»). Tanto a masculinidade como a feminilidade têm as suas virtudes características.

A virtude masculina é chamada cavalheirismo. É a virtude de quem internalizou o ethos do protector. Coragem perante o perigo, valor na batalha, clemência para com os vencidos, cortesia com as mulheres, gentileza com as crianças, piedade com os idosos – estas são as qualidades do homem cavalheiresco.

As feministas acusam muitas vezes o cavalheirismo de legitimar a agressividade masculina. Contudo, a agressividade masculina é um facto biológico que nos acompanhará quer o legitimemos ou não, a não ser que se planeie desvirilizar os homens através de condicionamento ou drogas (um caminho que pais e professores parecem, infelizmente, apostados em seguir).

O ideal do cavalheirismo enobrece esse dado biológico permitindo aos homens entendê-lo em termos de um dever moral. De facto, não há forma de explicar o horror da violência doméstica por parte das feministas sem invocar o cavalheirismo. Se os homens não têm quaisquer deveres especiais para com as mulheres, então por que é que é de alguma forma pior um homem bater numa mulher do que num homem mais fraco?

O cavalheirismo está intimamente relacionado com a coragem, mas a coragem em si é tanto uma virtude masculina como feminina. A virtude feminina da feminilidade é um tipo especial de coragem: a coragem de se permitir ficar vulnerável. Através da empatia que é característica da mulher, ela abre-se à dor dos outros. No casamento, ela sacrifica algumas das suas próprias defesas para que o seu marido possa assumir o seu papel. Na gravidez e no parto, ela oferece o seu próprio corpo para a sua criança, uma oferta que custou a muitas mulheres a vida.

Claro que cada natureza tem as suas deformações características, mas é sempre um erro grosseiro identificar algo com a sua deformação. O machismo é uma deformação do cavalheirismo para homens que esqueceram que o seu valor deve ser posto ao serviço dos fracos. A masculinidade do rufia é imperfeita. Similarmente, nunca devemos identificar a feminilidade com a vaidade feminina e a frivolidade.

A masculinidade e a feminilidade são essencialmente virtudes relacionais. Dão forma a todas as nossas relações mais íntimas, que são sempre relações de dependência. É apenas nas relações muito superficiais que posso dizer que a relação não seria diferente se o meu parceiro fosse um homem em vez de uma mulher, ou vice-versa. É por isso que a vontade de eliminar as personalidades masculinas e femininas deve ser combatida.

Uma pessoa andrógina teria em falta tanto a capacidade do homem como da mulher para a intimidade. Um homem que sacrifica a virtude masculina não adquire por isso virtude feminina. Nem uma mulher ganha virtude masculina perdendo a sua feminilidade. Um homem efeminado não é maternal e uma mulher maria-rapaz não é paternal.

Fonte: ~ http://goo.gl/RcAjIE.



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