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quinta-feira, 23 de abril de 2020

As origens socialistas do fascismo

Uma das falácias mais persistentes é a alegação de que o Fascismo é uma doutrina capitalista, ignorando seus actos e influências. 

O fascismo além de aliado do nazismo, possui os mesmos princípios e origens, embora com certas diferenças. Em semelhança com o nazismo, o fascismo nada mais representa que outro filho bastardo do socialismo e do sindicalismo. Tais factos são narrados ao longo da história política de Benito Mussolini. 

Desde o início da sua carreira que Mussolini rapidamente se inclinou para as ideologias de massas, filiando-se ao Partido Socialista com apenas 17 anos. Em 1902, tentando fugir do serviço militar, emigrou para a Suíça, onde conheceu alguns políticos russos vivendo no exílio (incluindo os marxistas Angelica Balabonoff e Vladimir Lênin).

Mussolini tornou-se um activo membro do movimento socialista italiano na Suíça, trabalhando para o jornal L’Avvenire del Lavoratore, organizando encontros, discursando para os trabalhadores, além de actuar como secretário da união dos trabalhadores italianos em Lausanne. Mas em 1903, foi preso pela polícia bernense e deportado para a Itália.

Ao retornar a Itália já estava renomado e destacava-se como um dos mais activos socialistas italianos. Em 1910 retorna a sua cidade natal e passa a editar o jornal semanal Lotta di classe (A Luta de Classe). Neste período, publicou Il Trentino veduto da un Socialista (O Trentino visto por um Socialista). 

Em 1911 Mussolini participou num motim (liderado por activistas socialistas) contra a guerra italiana na Líbia. Ele denunciou-a como uma guerra imperialista com o propósito de capturar a capital Líbia Tripoli, mas isso custu-lhe 5 meses da vida ne prisão. 

Um ano depois Mussolini ajudou a expulsar do partido dois revisionistas socialistas que haviam apoiado a guerra: Ivanoe Bonomi e Leonida Bissolati. Como resultado ganhou o cargo de editor do jornal do Partido Socialista Italiano o "Avanti!", que sob a sua liderança viu a sua circulação aumentar de 20,000 para 100,000 cópias. Como redactor do jornal ficou famoso por seu discurso anticapitalista. Em seus textos Mussolini atacava severamente as economias liberais.

Com o passor dos anos, o Partido Socialista Italiano decidiu não se opor ao governo liderado por cinco vezes pelo Primeiro Ministro Giovanni Giolitti. Coligados com o governo, o PSI elevara sua influencia eleitoral. 

Entretanto, o partido permanecia dividido entre dois grupos: os Reformistas liderados por Felippo Turati e que exerciam forte influencia junto dos sindicatos, e os Maximalistas, liderados por Constantino Lazzari, que eram afiliados ao “London Bureau”, uma associação internacional de partidos socialistas. 

Para resolver o impasse interno, Mussolini liderou o grupo dos Maximalistas em uma convecção do PSI, o que levou a uma cisão interna e que forçou os reformistas a fundar o Partido Socialista Reformador Italiano. 

Em 1919 Mussolini fundou os Fasci Italiani di Combatimento, organização que daria origem ao Partido Fascista. Com base em suas perspectivas políticas de carácter socialista, consegiu milhares de afiliados. Não obstante, Mussolini criou o própria ideologia a partir de suas antigas influencias, e tal como elas, o fascismo exigia um imposto progressivo, a formação de cooperativas e um ambiente onde partidos, associações, sindicatos, classes seriam um só corpo.

Na Enciclopédia Italiana de 1931, escrita por Giovanni Gentile e Benito Mussolini, o fascismo é descrito como uma doutrina cujo “fundamento é a concepção do Estado, da sua essência, das suas competências, da sua finalidade. Para o fascismo o Estado é um absoluto, perante o qual indivíduos e grupos são o relativo. Indivíduos e grupos são “pensáveis” enquanto estejam no Estado”. 

A doutrinas fascista era de cunho colectivista e previa controle da economia e a estatização; portanto não eram diferentes de qualquer outra forma de socialismo. 

Embora o ditador se tivesse distanciado do socialismo de reformas gradativas para um socialismo violento e revolucionário (aos moldes do comunismo a qual se opunha), não ignorava suas origens. 

Em 1932, identifica “no grande rio do fascismo”, as correntes que nele vão desaguar, e que terão as suas fontes em Georges Sorel, Charles Peguy, Hubert Lagardelle do Movimento Socialista, e nos sindicalistas italianos Angelo Oliviero Olivetti da Pagine Libere, Orano de a Lupa, o Enrico Leone do Divenire Sociale e que segundo ele, haviam trazido entre 1904 e 1914, o novo tom ao ambiente do socialismo italiano.

Mussolini não tinha meios nem a necessidade de esconder suas origens socialistas, e embora fosse anticomunista, seu sistema é bem parecido como o modelo stalinista através da reengenharia social, controle da produção, consumo, preços, salários, aluguéis, mídia, comunicação, campos de confinamento de prisioneiros, extermínio em massa, coerção militar, imperialismo e liderança absoluta.

Tal como no comunismo de Stalin, o Fascismo e o Nazismo eram estatólatras (culto ao chefe de Estado) e contrários as liberdades individuais. Eram opositores da democracia e do liberalismo. O fascismo, assim como toda doutrina socialista, visa reformar o homem, controlar seus hábitos através de uma liderança populista e demagoga. 

Com um linguajar forte e que supostamente resolveria todos os problemas, Mussolini  tornara-se um dos maiores tiranos da história. Para muitos estudiosos da época, Mussolini não era apenas um simples redcator que se tornara um soberano, mas o Lênin italiano - o líder de uma facção revolucionaria que visava destruir o capitalismo de livre mercado.

Referências:
Jonah Goldberg  – Fascismo de Esquerda
Gerald Leinwand – The Pageant of World History
Margherita G. Sarfatti – The Life of Benito Mussolini
Charles F. Delzel, Harper Rowe – Mediterranean Fascism
Brenda Haugen – Benito Mussolini
Modern Leftism as Recycled Fascism

~ Christiano Di Paulla - Modificado a partir do original: https://bit.ly/2VOqtDC
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domingo, 1 de outubro de 2017

Socialista Italiana apoia a diversidade até que a sua filha se enamora por um "migrante"

A filha da socialista enviou uma carta a um jornal nacional e falou do seu relacionamento com um imigrante, algo que a sua mãe socialista não apoiou:
Enquanto trabalhava entre os imigrantes, apaixonei-me pelo Jeff [o imigrante]. Quando falei nisto à minha mãe, uma pessoa da Esquerda, fiquei desiludida com a sua reacção. 
Ela disse-me que eu era uma pessoa doente, e que os negros apenas merecem a nossa piedade, que eu deveria ser presa, e que ele está comigo pelo dinheiro.
Estas palavras provocaram reacções por parte de alguns políticos, tal como a reacção de Cristiano Romani, do "Movimento Sovranista":
Estas palavras destroem o véu de hipocrisia por parte dos esquerdistas e por parte do Partido Socialista, que aplicam à letra a filosofia de receber bem os imigrantes mas bem longe das suas casas e, acima de tudo, sem qualquer contacto ou sem qualquer tipo de relacionamento com as pessoas com quem eles se preocupam.

* * * * * * *
Pouco mais há a acrescentar às palavras de Cristiano Romani: os globalistas, os esquerdistas e os multiculturalistas são a favor dos "refugiados" desde que esses "refugiados" vivam bem longe de si, e que seja o povo nativo a sustentá-los.

O mesmo acontece com a religião do "aquecimento global", onde os mentores e os fiéis dessa seita querem que OS OUTROS paguem por aquilo que eles dizem que vai acontecer "a qualquer momento".
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- Medium.com

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Pedófilo libertado porque vítima estava "apaixonada"


A justiça italiana anulou a condenação de um homem por pedofilia, considerando que o tribunal de recurso havia subestimado a "relação amorosa" entre o acusado, de 60 anos, e a sua vítima, uma criança de 11 anos.

Pietro Lamberti, funcionário dos serviços sociais da vila de Catanzaro (Calábria, sul de Itália), foi condenado em fevereiro de 2011 a cinco anos de prisão por atos sexuais com uma menor de 14 anos, uma pena confirmada no mesmo ano após um recurso.

Numa decisão proferida a 15 de outubro, mas revelado por um órgão de comunicação social italiano mais de dois meses depois, o Supremo Tribunal anulou o julgamento e ordenou um novo julgamento em segunda instância.

Na opinião da justiça italiana, o tribunal de recurso não teve suficientemente em conta "o consenso" entre o homem e a menina, a "existência de uma relação amorosa, a ausência de coerção física e o facto de a menina estar apaixonada".

Segundo o jornal Il Quotidiano dela Calabria, que revelou o caso, a criança vem de uma família pobre, que tinha confiado a menina a Lamberti. Após uma série de escutas telefónicas, o homem foi apanhado em flagrante com a criança na cama.

Apesar de ter passado despercebida no momento da decisão, a sentença gerou reações de indignação nas redes sociais, com muitos a considerarem-na como uma "validação da pedofilia" pela justiça italiana. 

Fonte

......

Todos os demónios que estiveram amarrados pela ideologia Cristã durante mais de 1500 anos voltam agora, furiosos, e nada os impede de voltar a implantar comportamentos há muito contidos.

Uma coisa que os secularistas não entendem (ou não querem entender) é que a civilização pós-Cristã não gerará uma utopia secularista, baseada na "ciência" e na "racionalidade" mas sim um rápido decréscimo moral para níveis que, mesmo aos olhos dos multiculturalistas actuais, serão bárbaros.

Nenhuma civilização sobrevive à perda da sua religião e à normalização dos excessos sexuais.



sábado, 22 de setembro de 2012

As raízes socialistas de Benito Mussolini

Algo que as escolas não ensinam. Visto aqui
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Quando eu me encontrava na 6ª classe, uma cópia de 1967 do livro "The Pageant of World History" (por Gerald Leinwand) chegou-me as mãos. Embora eu tenha aprendido muito com o mesmo, ele contém omissões chocantes. Eis aqui o que Leinwand diz dos anos iniciais de Mussolini:
Mussolini, que a dada altura havia sido um socialista, e um jornalista, escreveu alguns artigos apelando à subversão do capitalismo.
Tudo verdade, mas muito enganador. Da forma como Leinwand escreve, ficamos com a impressão que Mussolini havia sido um jornalista menor que, por acaso, havia sido um membro casual do partido socialista. Só décadas mais tarde, quando descobri os trabalhos de A. James Gregor, especialmente o seu Young Mussolini and the Intellectual Origins of Fascism., é que fiquei a saber toda a história.

Felizmente para os alunos que actualmente se encontram no 6º ano, a Wikipédia tem consigo os factos que Leinwand deixou de fora.

Mussolini não era só mais um socialista; ele era o Lenine italiano - o líder da facção revolucionária mais rígida. E Mussolini não era só um "jornalista"; ele era o editor da Avanti!, o jornal oficial do Partido Socialista.

Por volta de 1910, ele . . .
...era considerado um dos mais proeminentes Socialistas de Itália. A Setembro de 1911, Mussolini participou num motim, liderado por Socialistas, contra a guerra italiana contra a Líbia. Ele denunciou amargamente a "guerra imperialista" italiana feita para capturar a capital da Líbia (Tripoli), acção que lhe custou 5 meses de prisão.
Depois de liberto, ele ajudou a expulsar das fileiras do partido Socialista dois "revisionistas" que haviam apoiado a guerra, Ivanoe Bonomi, e Leonida Bissolati. Como resultado, ele foi recompensado com o lugar de editor do jornal do Partido Socialista, Avanti! Sob a sua liderança, a circulação do jornal subiu de 20,000 para 100,000.
O artigo da Wikipédia em torno do Partido Socialista Italiano contém ainda mais detalhes em torno da purga de "revisionistas" levada a cabo por Mussolini:
No princípio do século 20, no entanto, o PSI escolheu não se opor de modo vigoroso ao governo liderado pelo cinco-vezes Primeiro Ministro Giovanni Giolitti. Esta conciliação com o governo existente e o aumento da sua influência eleitoral, ajudaram a estabelecer o PSI como um partido italiano "mainstream" por volta da década com início em 1910.

No entanto, apesar da melhoria dos resultados eleitorais, o PSI permaneceu divido em dois ramos grupos distintos: os Reformistas, liderados por Filippo Turati, e bastante influentes junto dos sindicatos e dentro do grupo parlamentar e os Maximalistas, liderados por Costantino Lazzari, afiliados ao "London Bureau" de grupos socialistas, uma associação internacional de partidos socialistas esquerdistas.

Em 1912 os Maximalistas, liderados Benito Mussolini, prevaleceram durante a convenção do partido, o que levou a divisão do Partido Socialista Reformador Italiano.
Para os socialistas, obviamente, a apostasia de Mussolini nada mais prova para além do facto dele ser o mal incarnado. Para todos os outros, a história em torno das origens de Mussolini coloca toda a sua carreira sob uma nova luz. Quem vê as coisas de fora, observa o que quem se encontra do lado de dentro se nega a admitir: a fruta apóstata raramente cai longe da árvore ortodoxa.

Sim, Mussolini apercebeu-se que o socialismo mais o nacionalismo tinham um apelo de massas superior que o socialismo simples. Sim, Mussolini apercebeu-se que o socialismo ficaria mais forte se ele se alia-se com a Igreja em vez dele tentar destruí-la. Sim, Mussolini apercebeu-se que a apropriação em massa da propriedade privada devastaria a economia.
E sim, Mussolini apercebeu-se que a palavra "socialismo" alienaria milhões de italianos que estariam de outro modo receptivos à sua mensagem. Mas isto não faz de Mussolini um socialista radical que traiu tudo em que acreditava, mas sim um socialista radical que se livrou de dogmas socialistas periféricos como forma de desbravar o caminho entre ele e o poder absoluto.

Se ele tivesse mantido a etiqueta socialista e tivesse evitado a aliança com Hitler [outro socialista], Mussolini hoje poderia ser um ícone esquerdista tão grande como Che Guevara.


sexta-feira, 30 de março de 2012

Autoridade politicamente correcta

A primeira vez que li este incidente não pude deixar de achá-lo cómico. Só mais tarde me apercebi que a nossa sociedade é, para todos os efeitos, governada por pessoas que usam practicamente a mesma forma de "pensar" (homens e mulheres feministas).

[Antes que alguma igualitária ignorante me acuse de ser contra o "direito de voto das mulheres", convém dizer já que isso é falso. O propósito do texto é mostrar como o uso de argumentos lógicos e racionais com pessoas (homens e mulheres) que se alinham com o politicamente correcto é uma perda de tempo.]


DC recebeu um argumento convincente contra a sabedoria de se conferir o direito de voto às mulheres:
Sou um grande fã do teu blogue e da versão única de Cristianismo libertário que tu defendes. Falei à minha mãe sobre as tuas posições em torno das mulheres e do voto.

Quando ela me perguntou qual era a minha opinião, e eu respondi que tu tinhas fornecido alguns argumentos convincentes e que eu estava indeciso em relação à minha posição, ela pôs-me de castigo e proibiu-me de sair de casa até que eu lhe peça desculpas e lhe diga que eu acredito que as mulheres deveriam ter o direito de voto.

Tentei ter uma discussão com ela, mas ela começou logo a comparar-me com Hitler.

A piada final? Ele tem 37 anos!

Na verdade, não sei que idade ele tem mas pelo menos ele recebeu uma lição informativa em relação à natureza feminina, solipsismo feminino e os instintos autoritários das mulheres.

A comparação com Hitler é particularmente irónica visto que tanto a Nacional Socialista como os Fascistas foram firmes apoiantes do sufrágio feminino. O partido nazi alemão dependeu do voto das mulheres na sua ascensão ao poder no ano de 1933.

De facto, o sufrágio feminino foi literalmente a primeira tábua do "Manifesto da Luta Fascista" ("The Manifesto of the Fascist Struggle") publicado no jornal The People of Italy no dia 6 de Junho de 1919 por Benito Mussolini:

Italianos! Eis aqui o programa dum movimento genuinamente italiano.

É revolucionário porque é anti-dogmático, fortemente inovador e contra o preconceito.

Para o problema político: Nós exigimos:

a) Sufrágio universal levado a cabo com base regional, com representação proporcional, direito ao voto e ilegibilidade para lugares eleitorais para as mulheres.

É importante notar que as exigências Fascistas em torno da representação política proporcional das mulheres é significativamente mais "progressista" que qualquer iniciativa que as feministas americanas alguma vez exigiram.

De qualquer forma, eu nunca recomendaria que alguém que tenha sido vítima da polícia-do-pensamento seja forçado a um pedido de desculpas ou se submeta à força a exercícios de re-educação.

Nós somos ordenados a honrar as nossas mães, mas não somos ordenados a submeter-mo-nos às suas exigências lunáticas em favor de expressões piedosas do politicamente correcto.

* * * * * * * * * *

Aparentemente existem semelhanças fundamentais entre o movimento feminista e os fascistas do século 20.

Deve ser "coincidência".


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Capitão Francesco Schettino - o primeiro grande feminista do século 21

Aparentemente as igualitárias não esperavam que o homem-feminista tentasse salvar a sua vida primeiro, antes de colocar as vidas dos tripulantes a salvo.
Incrível como as noções de "igualdade" desaparecem da conversa quando estamos no meio duma calamidade.

SANTA MARINELLA, Itália, 23 de janeiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Que tipo de homem foge, sob o manto da escuridão, de seu navio que está afundando, deixando aproximadamente 4.200 passageiros e tripulação para se virarem sozinhos?
Que tipo de homens empurra violentamente mulheres idosas, menininhas e jovens mães para entrar primeiro nos botes salva-vidas? Ora, ora, os homens modernos, os homens sexualmente emancipados que foram criados conforme as doutrinas do feminismo e de nossos costumes “modernos”.
O que significa uma expressão como “mulheres e crianças primeiro” para homens modernos que foram ensinados a vida inteira que as mulheres nada mais são do que brinquedos sexuais e que as crianças nada mais são do que uma carga descartável?
Os detalhes do tombamento do Costa Concordia, um dos maiores navios cruzeiros que navegam pelo Mediterrâneo, chegaram à imprensa de língua inglesa uma semana mais tarde e todo mundo agora conhece a conversa de telefone gravada na qual o capitão da guarda costeira, Gregorio De Falco, ordena furiosamente que o capitão do navio, Francesco Schettino, volte a seu navio. Schettino respondeu mentindo repetidamente, enquanto estava tentando fugir num bote salva-vidas.
Os passageiros foram abandonados para se resgatarem sozinhos, ajudados por artistas contratados e poucos membros da tripulação. Uma mulher disse: “Havia homens grandalhões, membros da tripulação, empurrando todos nós para entrarem nos botes salva-vidas”. Outra passageira, uma avó, disse: “Eu estava ao lado dos botes salva-vidas, e homens grandalhões estavam me acertando e empurrando as meninas com brutalidade”.
Nos primeiros dias depois que o Costa Concordia tombou na água rasa a quase 300 metros da praia, toda a Itália foi pega em vergonha com as reportagens sobre a conduta de Schettino. Ele foi preso depois que chegou à praia e acusado de homicídio involuntário e abandono de seu navio. Ele foi apanhado tentando entrar num táxi, tendo, pelo que foi relatado, pedido ao taxista: “Tire-me daqui o mais rápido possível”.
Francesco Schettino (“Capitão Covarde”) é o símbolo do moderno homem sexualmente emancipado, criado por uma cultura feminista.
Apelidado de “Capitão Covarde”, Schettino se tornou o centro da fúria nacional para os italianos que já estão fartos do estereótipo — que com demasiada frequência é acurado — dos homens italianos como permanentes adolescentes vaidosos, preguiçosos, irresponsáveis, egoístas e inconfiáveis.
Mas o problema não está limitado à Itália. A propósito, na mesma semana do caso do navio o grande apologista católico americano Michael Voris estava fazendo uma série de vídeos sobre a feminilização dos homens e o efeito do feminismo na Igreja Católica e no mundo em geral, um assunto que poucos na Igreja Católica ousam puxar.
Num vídeo, Voris mencionou o tipo de homem que é aprovado pelos meios de comunicação controlados pelas feministas: fraco, burro e inútil, que precisa ser governado por mulheres fortes, modernas e inteligentes. Nos 50 anos passados, a Igreja Católica vem seguindo o mundo ao adoptar o modelo feminista.
Esse ideal, diz Voris, expulsou os homens fortes da Igreja e da vida familiar, empurrando-os para encontrar um canal para sua masculinidade em caminhos prejudiciais como a criminalidade e o tratamento das mulheres como meros objectos.
Depois de assistir ao vídeo, enviei um email a Michael perguntando se ele havia se lembrado de falar sobre o outro lado do feminismo: o ódio feminista aos homens e sua atitude de difamar e demonizar a força dos homens. De acordo com as doutrinas da ideologia feminista, os homens fortes são violentos, malignos e apavorantes. Em vez de heróis protegendo mulheres e crianças, o feminismo retrata homens fortes como monstros brutais, surradores de esposas e estupradores de crianças.
O desastre do Costa Concordia trouxe ao centro das atenções os efeitos que o feminismo, e sua filha prostituta, a Revolução Sexual, tiveram nos homens. O feminismo matou a prioridade cultural dos homens protegendo e se responsabilizando pelas mulheres.
Num vídeo, Michael Voris falou da “jornada do herói”, o modelo original da cultura ocidental do rapaz que deixa o lar, enfrenta e vence adversidades e se torna um homem com capacidade de proteger uma família. Mas nossa cultura inspirada pelo feminismo, juntando forças com o materialismo consumista que mata a alma, jogou esses conceitos na lata de lixo.
Ao dizer às mulheres que elas não precisam dos homens e ao demonizar o valor da masculinidade, o feminismo ao mesmo tempo diz aos homens que eles nunca precisam crescer. Se o feminismo disse às mulheres que elas podem sair por aí dormindo com qualquer um “como se fossem homens”, devemos nos lembrar de que isso significa que os homens podem, em retribuição, fazer a mesma coisa.
Em vez de insistirem em que os homens cresçam, se casem com uma mulher e protejam e cuidem de seus filhos, o feminismo oferece aos homens as mulheres como brinquedos e ao mesmo tempo oferece às mulheres a pílula anticoncepcional, aborto e tribunais para resolver questões de pensão alimentícia como plano B.

O feminismo define “igualdade” como homens e mulheres competindo igualmente no mercado de trabalho e usando um ao outro igualmente como objectos.
Algum tempo atrás li um site interessante, embora profundamente assustador, que afirmava dar apoio aos homens contra o mundo feminista. Num artigo, os homens claramente irados apontavam para o injusto padrão duplo nas leis relativas à família. O sistema legal, agora preso firmemente nas garras das feministas, mantém os homens financeiramente responsáveis pelos filhos que eles geram quando se separam da mãe.
Mas o artigo apontou, com suficiente lógica, que ao mesmo tempo o feminismo exige que a contracepção e o aborto sejam disponibilizados gratuitamente. Por que então, se as mulheres têm agora a liberdade de usar os homens como objectos sexuais, um homem deveria em algum momento ser responsabilizado pela paternidade?

Por que os homens deveriam ser rotineiramente arruinados por acções legais de pensão alimentícia quando o aborto é legal e muito mais barato e fácil de conseguir?
Realmente, por quê? O feminismo, pelo fato de que é essencialmente desonesto, pueril e age só em causa própria, nunca confessará francamente as conclusões lógicas de suas suposições.
Recentemente, os papas escreveram contra o tipo de feminismo que promove o aborto e a contracepção e ao mesmo tempo cria uma divisão de hostilidade entre homens e mulheres.
A promiscuidade geral, a contracepção, o aborto legal, o divórcio fácil, junto com uma cultura que adora a juventude e é loucamente materialista, disseram eles, criaram uma sociedade individualista de consumidores isolados para os quais todos os relacionamentos rotineiramente terminam em abandono.
Uma vasta catástrofe cultural que deixa os filhos sem pais, diz às mulheres que elas não precisam dos homens e que diz aos homens que eles podem permanecer a vida inteira como adolescentes felizes e despreocupados.
Essa mensagem parece ter tido resultado especialmente evidente na Itália onde é facílimo encontrar homens que são a personificação do estereótipo consumista. O homem-criança efeminado é uma praga na Itália; meninos das mamães vaidosos, convencidos, superficiais e egoístas que vivem na casa dos pais quando já estão com trinta e quarenta anos de idade.
Outrora, o centro de vida dos italianos era a família; agora eles estão cada vez mais se divorciando ou se recusando a casar em primeiro lugar.
A jornalista italiana Rosaria Sgueglia escreve no Huffington Post que o ex-capitão do Costa Concordia é um daqueles homens italianos que estão à altura desse estereótipo ponto por ponto. Os italianos estão “furiosos”, escreveu ela, com “gente como o sr. Schettino que não fazem nada a não ser comprometer a imagem já danificada que o resto do mundo tem do povo italiano”.
Diz-se que o homem italiano comum é narcisista, egomaníaco, covarde, egoísta, incapaz de seguir procedimentos básicos e incapaz de seguir as regras. Verdade ou não, é um estereótipo, um estereótipo que é fortemente comprovado pelos eventos trágicos mais recentes na Itália”.
Embora os italianos estejam descarregando sua fúria em Francesco Schettino por ser tudo o que eles odeiam em si mesmos, precisamos nos lembrar de que muitos países estavam representados na lista da tripulação do Costa Concordia. O desastre tem, por todos os lados, as impressões digitais de nossa cultura ocidental que está envenenada e morrendo.
Lendo as reportagens do Costa Concordia, não pude evitar reconhecer os resultados das novas prioridades de nossa sociedade. Muitos observadores fizeram a comparação com o desastre do Titanic. Cem anos atrás, os homens da primeira classe levantaram as mulheres e crianças da classe pobre e as colocaram nos botes salva-vidas tendo plena consciência de que estavam dando suas vidas.
O capitão do Titanic, de acordo com os relatos, foi visto pela última vez segurando uma criança em seus braços buscando um jeito de salvá-la. Cem anos mais tarde, o que vemos é um oficial da guarda-costeira gritando para o “Capitão Covarde”: “Vada a bordo, cazzo!” que significa “Volte à bordo, caralho!”
Eis nosso admirável novo mundo sexualmente emancipado.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: LifeSiteNews






quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Quando a igualdade já não interessa

Apesar de nós sentirmos genuína simpatia pelas vítimas do barco italiano que tem estado nas notícias, não podemos deixar de ver o humor nas queixas levantadas por algumas mulheres presentes no mesmo. Segundo foi reportado, esta coisa da igualdade não é vantajosa para as mulheres quando elas estão em situações de calamidade.

Sobreviventes do Costa Concordia expressaram-se de um modo zangado ao descreverem o pesadelo da evacuação; aparentemente algumas mulheres e crianças foram deixadas para trás.

Durante os momentos aterradores que se seguiram ao acidente, geraram-se lutas pelos barcos salva-vidas. À medida que eles abriam caminho (empurrando) como forma de escaparem com vida, os homens recusaram-se a dar prioridade às mulheres, às grávidas e às crianças.

A tripulação ignorou os passageiros, deixando os chefes e os empregados de mesa para levarem a cabo a ajuda.

Enquanto ela esperava pelo vôo para casa, a avó Sandra Rogers, de 62 anos, disse o seguinte ao Daily Mail:

A política "mulheres e crianças primeiro" não foi levada a cabo. Houve apenas homens fortes, membros da tripulação, a abrirem caminho através de nós como forma de chegarem aos barcos salva-vidas.

Foi repugnante.

Isto não só era previsível como foi previsto. Durante os últimos 90 anos, quer seja activamente quer seja passivamente, as mulheres têm atacado metodicamente o conceito da honra masculina e do dever masculino. No entanto, agora queixam-se que não recebem tratamento preferencial só porque um barco está a afundar.

Alguma feminista me explique o porquê dos homens terem que dar "prioridade às mulheres, grávidas e crianças". Quais são os motivos que levam a que elas esperem que os homens façam isso quando as bases desse tipo de comportamento hoje em dia são catalogados de "odiosos", "sexistas" e "preconceituosos"?

Aqueles homens, grandes e fortes, que empurraram as mulheres à medida que davam prioridade à sua escapatória, deveriam estar a usar t-shirts a dizer "Este é o aspecto duma feminista".

. . . . . .

As feministas não podem de maneira nenhuma continuar a fazer este jogo duplo. Ou a igualdade é total ou não há igualdade. Se elas querem ser tratadas como iguais aos homens, então têm que levar em conta que isso aplica-se em todas as situações, e não só nos privilégios masculinos.

Isto demonstra o que outras pessoas já disseram: as feministas não querem igualdade com os homens. Elas querem TRATAMENTO PREFERENCIAL sempre que possível, e igualdade QUANDO LHES CONVÉM.

Para as mulheres que não subscrevem à parvoíce do feminismo: a política que defende que em caso de calamidade a vida das mulheres e das crianças têm prioridade sobre a vida dos homens baseia-se (também mas não só) na desigualdade de papéis de uns e de outros.

Desde o princípio da Criação que o homem está construído para ser o protector e provedor de mulheres e crianças. Essa tendência natural do homem está embutida nele; não é uma construção social e nem é algo que se aprende; é algo que ele é.

Só que com a chegada do esquerdismo e do feminismo (e a sua ânsia em usar a psicologia feminina para destruir a família natural), o papel do homem tem sido atacado, ridicularizado e criticado; agir de forma cordial em relação às mulheres agora é "sexismo".

Pois bem!

Se isso é assim, então não há motivos lógicos para os homens darem a sua vida em prol das mulheres.

Crianças, sim, mulheres não.

Igualdade é igualdade.

Oh, mais uma coisa (especialmente para as burras feministas): na tragédia do Titanic não houve muita igualdade:

  • 114 mulheres morreram, 324 mulheres sobreviveram: 72% das mulheres sobreviveu.
  • 1339 homens morreram, 325 sobreviveram: 19% dos homens sobreviveu.

Ou seja, quando a masculinidade era defendida e respeitada, todos beneficiaram com ela, especialmente as mulheres e as crianças. Hoje que a masculinidade está a ser alvo de ataques organizados, as mulheres começam a sentir os efeitos deste gesto.

Se o feminismo continuar a avançar da forma que tem avançado, pode ser que durante a próxima calamidade morram mais mulheres e menos homens.

Em caso de dúvida, perguntar à avozinha Sandra Rogers.


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Político italiano preso por dar estalada ao filho em público

Um político italiano foi preso na Suécia por dar uma estalada no filho em público.

Giovanni Colasante, vereador da cidade italiana de Canosa, Puglia, estava de férias com a família em Estocolmo quando o filho, de 12 anos, fez uma birra.

Sem meias medidas, o político deu-lhe uma bofetada para o calar, esquecendo-se que na Suécia, paraíso do esquerdismo, disciplinar os próprios filhos é considerado um "delito grave". O Estado, e não os próprios pais, é que sabe o que é melhor para a criança.

O pobre coitado do Colasante foi imediatamente detido, algemado e levado para a esquadra (como se fosse algum tipo de criminoso perigoso), onde foi formalmente acusado de "maus-tratos" e detido preventivamente. ("Maus tratos"?!)

O julgamento está marcado para 6 de Setembro.

-Fonte-


Alguém disse, e muito bem, que as civilizações não morrem por assassinato mas por suicídio. Este incidente na Suécia encerra em si quase tudo o que está a destruir a civilização ocidental actual:
  • 1. Usurpação da autoridade do pai em favor do Estado.
  • 2. Criminalização da disciplina.
  • 4. E, como consequência, aumento da delinquência juvenil.
É precisamente devido ao marxismo cultural subscrito pela Suécia que este país está em declínio. A classe política da maioria dos países ocidentais (com algumas honrosas excepções como a Hungria ou a Polónia) está determinada em promover ideologias auto-destrutivas mesmo que para isso tenha que criminalizar pais por disciplinarem os filhos

Mas como já sabemos, é exactamente isso que os mentores do marxismo cultural pretendiam: destruir a civilização ocidental e recriá-la de modo que fique mais susceptível de "aceitar" a ditadura socialista que aí se aproxima.

Giovanni Colasante: usurpou para si o papel do Estado ao disciplinar o seu filho.

sábado, 2 de abril de 2011

Esquerdistas usam os muçulmanos como desculpa para a sua intolerância anti-Cristã

Este site informou-nos no ano passado que, não só os oficiais da escola "St. Peter Head Start" erraram ao terminar com as visitas do pai natal às salas de aulas, como erraram ao colocarem os somalis que vivem na comunidade sob intenso criticismo. Dois somalis de Mankato, que vivem na área num total de 23 anos, dizem que isto é muito injusto.

Fanah Adam, que tem tem filhos na escola , disse que o respeito pelas diferentes culturas e costumes é uma via de dois sentidos - um conceito que foi manchado aquando da proibição das visitas do pai natal alegadamente devido a queixas por parte de algumas famílias. Fanah Adam afirma que:

O pai natal e as tais famílias somalis não foram responsáveis pela decisão: os administradores da escola Head Start é que decidiram por si mesmos acabarem com as visitas.
Ahmed e Adam temeram que a reacção anti-Somali que se poderia gerar nos sites comentados e nos fóruns pudesse ser um terreno fértil para "crimes de ódio".

Dennis Jackson, o homem que desempenha o papel de pai natal nessa escola há quatro anos, foi notificado pelos directores da escola que as suas aparições poderiam ser contra os desejos de algumas pessoas. Não lhe foram dados mais detalhes.

Chris Marben, que coordena a agenda dos programas através da "Minnesota Valley Action Council", disse o seguinte:

Temos algumas famílias somalis no programa e nós estamos a respeitar os desejos das famílias.
Ela não disse quantas pessoas levantaram objecções à presença do pai natal e nem declarou se as famílias somalis se opuseram de modo específico a tais presenças.

Resumindo: os responsáveis pelo programa escolar natalício terminaram com as visitas do pai natal porque isso "poderia ofender" os pais muçulmanos que possuem filhos nas escolas. Quando consultados, esses mesmos muçulmanos declararam não ter problema nenhum com as visitas do pai natal. Daí se infere que os directores escolares provavelmente mentiram ao usarem os muçulmanos como desculpa para o término da visita natalícia.

Os esquerdistas estão sempre a inventar formas através das quais um grupo PODE ficar "ofendido" com símbolos Cristãos. Porque é que estes raivosos contra Cristo não se revelam de forma aberta em vez de usarem pessoas de outras confissões para esconderem a sua intolerância ao Cristianismo?

Nós sabemos que eles desprezam as sensibilidades religiosas (alheias) portanto, para quê esta pretensão de preocupação? Talvez porque seria difícil manter a aura de neutralidade religiosa em relação ao Cristianismo se a população se apercebesse do que, mesmo assim, é bastante óbvio: os esquerdistas na verdade não são contra a religião mas sim contra o Cristianismo. Sempre que virmos um esquerdista a falar da "guerra" entre a "religião" e a "ciência", ele está a falar do Cristianismo e não do Budismo, do Hinduísmo ou do Confucionismo.

A sua lógica é quase sempre a mesma: "tirem este símbolo Cristão daqui senão um membro de uma fé qualquer pode-se sentir ofendido por ele". Invariavelmente, são os esquerdistas que se ofendem com tais símbolos Cristãos, mas como não podem revelar a sua intolerância ao Cristianismo, eles usam um outro grupo qualquer como desculpa.

Veja-se o que a Associação dos Zangados com Deus (mais conhecida por Associação "Ateísta" Portuguesa) disse em relação à decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em permitir que as escolas da Itália (país com população maioritariamente Cristã) mantivessem crucifixos nas suas salas de aula:

A Associação Ateísta Portuguesa (AAP), regozijou-se em Novembro de 2009, com a decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, proibindo os crucifixos nas escolas, considerando-os susceptíveis de perturbarem “as crianças de outros credos” e tendo, por isso, condenado a Itália.
Se forem vêr o que originou a que este caso chegasse ao Tribunal Europeu, constatarão que foi uma militante ateísta (e não o pai ou mãe duma criança "com outro credo") quem se insurgiu com a presença de símbolos cristãos numa sala de aula dum país de maioria Cristã.

(Podem vêr uma refutação à palhaçada dos militantes ateus neste post do Jairo)

Portanto, com acções como esta, os esquerdistas atraem o ódio da população Cristã contra o grupo que eles alegadamente estão a tentar "ajudar".

Esta mentalidade da "guerra de classes" é demoníaca e geradora de ressentimento, mas como sabemos, é esse o propósito do marxismo cultural.

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