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domingo, 18 de agosto de 2013

Mulheres contra o voto: Anti-Sufragismo Feminino na Grã-Bretanha

O estudo das mulheres que se opuseram ao sufrágio feminino dos finais do século 19 e início do século 20 na Grã-Bretanha tem sido negligenciada pelos historiados. 

Anti-democráticas e hostis aos movimentos trabalhistas dos seus dias, elas foram ridicularizadas e qualificadas de "absurdas" pelos apoiantes do voto parlamentar para as mulheres. 

Fundamentando-se nas mais variadas fontes, o livro de Julia Bush - erudito mas bastante acessível - determina-se não a fazer pouco ou ridicularizar mas explorar o porquê das mulheres terem participado no anti-sufragismo organizado. 

Foi sugerido que as líderes do movimento anti-sufragista se dividiam em três grupos não-mutuamente exclusivos:

1) As reformadoras maternais
2) As escritoras
3) E as senhoras imperialistas

Embora existissem diferenças de opinião, a maior parte do entusiasmo das mulheres tinha a sua origem nas firmes convicções que elas tinham sobre a feminidade, a nação e o Império. Era assumido quase de forma universal que as diferenças entre os sexos eram naturais, e que qualquer desvio em larga escala do papel da mulher, como esposa e mãe, traria caos social à Grã-Bretanha e ao Império. 

Mesmo assim, o envolvimento crescente da mulher no trabalho filantrópico governamental era bem vindo uma vez que era visto como uma extensão da preocupação maternal. Inevitavelmente, acreditava-se que as funções das Casas do Parlamento Britânico pertenciam à esfera masculina da política, tal como a esfera da defesa dependia da força física masculina.

Foi a partir das reformadores maternais em particular que as mais importantes líderes anti-sufragistas tiveram a sua origem - Mary Ward, Louise Creighton, Ethel Harrison, Elizabeth Wordsworth e Lucy Soulsby, todas com fortes ligações a Oxford. Embora Ethel Harrison, uma positivista, fosse a mais adversa ao sufragismo, as outras eram mais moderadas, algumas progressistas e algums dispostas a mudar de lado.

Louise Creighton, pertence à classe média-alta e atraída que estava ao trabalho social devido ao seu Anglicanismo e ao seu estatuto de esposa dum clérigo (o marido tornou-se mais tarde Bispo de Londres), é um caso particular. À medida que a sua família foi crescendo, ela alargou o leque das suas actividades dentro da "União das Mães" para organizações dedicadas ao trabalho de resgate, acomodação, trabalho missionário e educação. O seu leque de amizades sofreu também um alargamento e passou a incluir sufragistas moderadas, tais como Kathleen Lyttelton. 

Durante muitos anos, ambas partilharam interesses comuns ao mesmo tempo que adoptavam visões contraditórias em relação ao sufrágio feminino, até que em 1906 Creighton se tornou numa sufragista. Tais amizades demonstram como as distinções ideológicas entre os dois campos menos rígidas que aquelas que nos são ditas pelos historiadores. 

A "Women's National Anti-Suffrage League", formada em 1908, tinha cerca de 42,000 membros antes de se juntar (dois anos mais tarde) ao "National League for Opposing Woman Suffrage", predominantemente masculino. A união gerou tensões, especialmente junto das figuras femininas mais importantes que se acotovelavam por uma posição com homens tais como Lord Cromer e o  Lord Curzon.

Quando a Primeira Grande Guerra teve início e uma substancial número de mulheres se dedicou às funções inerentes a um estado de guerra, a causa anti-sufragista sofreu um enfraquecimento fatal.  Depois de certas categorias de mulheres com idades acima dos 30 terem tido o direito ao voto parlamentar em 1918, a "National League" aprovou  aprovou a sua própria extinção.

O livro "Women against the Vote" é um estudo esclarecedor muito bem feito que restaura de volta para a História as dimensões conservadoras do activismo político feminino na parte final da Grã-Bretanha Victoriana e Edwardiana. O livro revela também os tópicos fascinantes entre os apoiantes e os oponentes do sufrágio feminino em toda a sua complexidade.


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Um comentador do Fórum Bufalo afirma o seguinte (links adicionados):
O problema é que o poder tem um traço claramente masculino. As mulheres que se saíram melhor na política eram nitidamente masculinizadas, como a Margaret Thatcher. Não que o homem seja superior, mas ele nasceu para comandar. Uma mulher inteligente não comanda, ela manipula seu homem para extrair tudo o que quer e seja possível. Antigamente as mulheres sabiam disso. Sabiam que seu lado negro seria corrompido se tentassem se igualar aos homens. 
Nem todos sabem disso, mas um grupo de mulheres tomou a iniciativa e conseguiu retardar por décadas o voto feminino na Inglaterra (e no mundo). Essa história é contada por Julia Bush, "Women Against the Vote: Female Anti-Suffragism in Britain", não traduzido em português. (http://www.amazon.com/dp/019924877X)  
Realmente eu não entendo por que tantas mulheres querem ser como os homens, sendo que o poder e o comando nunca trouxe felicidade para elas. Seria o feminismo, na realidade, totalmente feito por lésbicas que queriam ser homens? Não sei, mas que o feminismo não trouxe nada de bom é um facto.
Como sempre acontece na História actual, muito poucas pessoas sabem que entre as pessoas que se alinhavam contra o sufrágio feminino encontravam-se muitas mulheres. E note-se que alguns dos motivos que estas mulheres levantaram contra o sufrágio feminino confirmaram-se mais tarde:
Era assumido quase de forma universal que as diferenças entre os sexos eram naturais, e que qualquer desvio em larga escala do papel da mulher, como esposa e mãe, traria caos social à Grã-Bretanha e ao Império. 
Não só a Grã-Bretanha e a seu Império, mas a todo o lugar onde o papel natural da mulher foi subvertido em nome duma mitológica e anti-natural noção de igualdade, o caos, a desordem e o descalabro da sociedade se seguiram.

O mais trágico disto não é o facto da "profecia" das mulheres anti-sufragistas se ter materializado, mas sim o facto dessas consequências terem sido planeadas antecipadamente, e a ideia da "emancipação" da mulher (para papéis e actividades claramente em contradição com a sua natureza e com os seus reais desejos) ter sido o catalisador da subversão do seu papel natural.



quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Igualdade ou sobrevivência?

O facto das mulheres "ainda terem filhos" é a causa da ausência de igualdade na Grã-Bretanha segundo uma ministra "Lib Dem". Lynne Featherstone, ministra de desenvolvimento que se encontrava responsável pelas "igualdades" até Setembro último, disse que a natalidade era uma "barreira" para o sucesso profissional das mulheres.

Ela disse ainda que as mulheres que dedicam o seu tempo a educar crianças sofrem um "revés" uma vez que isso dá oportunidade a "homens medíocres" de passar por cima destas mulheres na escada profissional.

Os seus comentários francos chegam numa altura em que o lider do seu partido - Nick Clegg - anunciou planos que permitiriam os homens e as mulheres partilharem a licença de parto. No entanto, ele foi forçado a colocar de parte planos mais radicais que visavam prolongar a licença de paternidade para seis semanas depois de enfrentar oposição dos Tories e das empresas.

Maria Miller, a nova ministra pela igualdade, anunciará em breve planos que visam disponibilizar verbas para as pessoas interessadas iniciar negócios em torno de infantários - parte dos esforços da coligação tendo em vista o voto feminino.

A sra Featherstone, de 60 anos . . . . acredita que as mulheres ainda não atingiram o mesmo status que os homens. Ela diz:

Uma das grandes barreiras que existem no caminho para a igualdade plena é o facto das mulheres continuarem a ter filhos. Ter filhos é um contratempo para as mulheres porque dá oportunidade aos homens de ascender mais depressa - quer seja no comércio, na política ou em qualquer outra actividade.

As mulheres têm que lutar por cada centímetro do caminho uma vez que não existe a mesma rede de oportunidades e para além disso existem as pausas na carreira , se a mulher escolhe ter filhos. Portanto, as mulheres não têm estado presentes quando outros aproveitaram as chances.

Fui mãe solteira com duas crianças e é realmente duro de gerir tudo isto. E se estás a gerir, tudo o que sentes é culpa - nós mulheres ainda não superamos as nossas questões.


A srª Featherstone disse que infantários melhores e menos custosos poderiam resolver esta questão, e para além disso há ainda a questão da igualdade nos salários. A proporção de todos os 100 directores FTSE 100 que são fêmeas é agora cerca de 16 porcento, 2,5 porcento mais no total dos últimos três anos.

Um grupo de MPs (Membros do Parlamento) do partido Tory está a dar início a uma investigação para saber o porquê de tão poucos directores executivos das maiores companhias serem mulheres. O inquérito "Executive Women in the Workplace", co-liderado pela Therese Coffey e Mary Macleod, recolherá evidências de companhias, investidores e firmas de recrutamento.

Fonte

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Será que a "Executive Women in the Workplace" recolherá evidências junto das mulheres que escolhem dedicar mais tempo aos filhos em vez de dedicar o seu tempo a uma carreira profissional? Será que eles levarão em conta a carga horária de trabalho de ambos os sexos? Será que eles considerarão os "intervalos na  carreira" levados a cabo por cada um dos sexos?

Claro que estas perguntas são meramente retóricas uma vez que estes "inquéritos" não visam apurar a verdade,  mas reforçar aquilo que eles, à priori, tomam como factual, isto é, que existe "discriminação" contra as mulheres nos locais de trabalho. A verdade dos factos, é que se houver discriminação, são as mulheres que se discriminam a elas mesmas ao voluntariamente escolherem passar menos tempo nos empregos, e mais tempo junto dos seus próprios filhos.

Para além disso, a noção de que a igualdade está a ser atrasada devido ao nascimento de crianças é absolutamente chocante. O que esta mulher está a dizer é que a mitológica igualdade é um "bem" tão nobre, tão elevado, e tão precioso, que a sobrevivência da espécie humana (procriação) tem que ser colocada em segundo plano.

Como já foi dito pelo autor de outro post, todas as ideologias que prejudicam a cooperação heterossexual são inimigas da raça humana. 

Uma ideologia que qualifica a próxima geração de humanos de "barreiras" é uma ideologia inimiga da humanidade.

Levando isto em conta, que tipo de atitude devemos ter em relação a ideologias que trabalham para o fim da espécie humana? Devemos respeitar essa mesma  ideologia, ou expô-la por aquilo que ela é, uma ideologia satânica, claramente construída para a desestabilização da ordem social?

ACTUALIZAÇÃO:

Testemunho de Lorelei Pugh
...
Cresci a pensar que não queria filhos mas queria uma carreira profissional porque "era a coisa certa de se fazer".

Fui para a faculdade (que, incidentalmente, havia começado como colégio onde as mulheres dav
am aulas desde os anos 1920, isto é, antes do movimento feminista) mas não me consegui firmar no que "queria ser". Devido a isso, tomei parte em várias aulas que me interessavam.

Trabalhei, estudei, andei com bandas punk, e diverti-me. Graduei-me e casei. Agora era a altura para dar início à minha carreira, certo? Não me sentia motivada mas mesmo assim tentei.


A minha carreira não estava a avançar e como tal, decidi engravidar e, Meu Deus!, adorei ser mãe. Trabalhei em regime de part-time para ajudar financeiramente o meu marido, mas o meu verdadeiro chamado, o meu verdadeiro amor, era ser mãe e dona de casa.


Estou tããããããão grata por ter tomado juízo a tempo e cada vez que olho para a minha filha (de 16 anos) nem quero acreditar que quase deixei esta vida de lado em favor duma desalmada carreira profissional!


Estão a mentir às meninas. Estão a negar às meninas o seu lugar natural na ordem da vida. O que eu mais desejo era ter mais recursos financeiros de modo a ter mais filhos.


Sempre fui um "corpo caseiro". Adoro ficar em casa a tratar de assuntos, certificar-me que todos estão bem de saúde, bem ajustados, bem alimentados, limpos e amados. Não há vergonha nenhuma nisso, vadias!


Fonte: http://alturl.com/ycpvg



quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Sufrágio universal versus democracia.

O polémico Vox Day tem um post no seu blogue onde fala duma experiência muito reveladora. Embora eu não concorde com tudo o que ele diz, algumas das suas considerações são difíceis de refutar.


Este artigo, feito pelo Roissy, deve explicar o porquê dos Pais Fundadores [os homens que declararam a independência dos EUA da Grã-Bretanha] terem limitado o direito ao voto a cerca de 1/5 da população:
Se estás disposto a alinhar o teu estilo de vida com qualquer que seja a última moda, e ostracizar aqueles que não fazem o mesmo, provavelemente estás também disponível a obedecer cegamente figuras autoritárias que te dizem o que é bom para ti.

Se isto é verdade, então podemos especular que as mulheres são melhores soldados rasos para qualquer que seja a elite autoritária mais tangível nas suas vidas - o que revela que uma maior propensão feminina em aceitar ordens autoritárias sem as questionar.

Podemos acrescentar a esta especulação não só a observação pessoal e centenas de episódios confirmadores, mas, também, evidências científicas que demonstram que as mulheres são, de facto, mais obedientes à autoridade que os homens.

Cortesia do leitor uh por nos chamar a atenção para a replicação da experiência Milgram:

Charles Sheridan e Richard King lançaram a hipótese de que alguns dos participantes da experiência de Milgram suspeitavam que a vítima estava a fingir, e como tal, eles repetiram a experiência mas desta vez com uma genuína vítima: um "cachorrinho fofo e macio" que recebeu choques eléctricos genuínos embora inofensivos.

Eles apuraram resultados similares a Milgram: metade dos homens e todas as mulheres obedeceram até ao fim. Alguns participantes da experiência revelaram níveis elevados de perturbação durante a experiência, enquanto outros [e outras] choraram.

Para além disso, Sheridan e King notaram que a duração do tempo que o botão era carregado foi gradualmente diminuindo à medida que os choques eléctricos se tornavam mais fortes, significando que quanto mais forte fosse o choque, maior era a relutância dos intervenientes em carregar no botão.

Lembrem-se disto: todas as mulheres participantes na experiência na experiência Milgram - de obediência à autoridade - continuaram a dar choques eléctricos apesar das suas lágrimas.

Contemplem isto: se todas as mulheres estiveram dispostas a dar choques eléctricos a cachorrinhos bonitos apenas e só porque uma figura autoritária lhes ordena, o que é que elas não estarão dispostas a fazer? Sem dúvida que as mulheres que participaram na experiência não tinham qualquer tipo de desejo de magoar cachorrinhos, e provavelmente explicariam o seu comportamento afirmando "obrigaram-me a fazer", mas é precisamente esta maleabilidade que é o ponto.

A resistência ao mal requer a habilidade de oferecer resistência e recusar-se a submeter. O Senhor Jesus não só foi Obediente ao Pai, como Se recusou a adorar o Príncipe do Mundo.

E note-se que não são só as mulheres que não têm a habilidade de resistir ao que elas consideram ser uma figura autoritária, mas metade dos homens também. Não foi só o sufrágio feminino que transformou as democracias em ditaduras, mas o sufrágio universal também.

Isto também sublinha a importância de observar o comportamento feminino e não as suas palavras. Se alguém lhes perguntasse "eras capaz de sujeitar um cachorrinho a choques eléctricos dolorosos?", a maior parte das mulheres negaria de modo veemente essa ideia. No entanto, as evidências demonstram que, se fossem ordenadas a fazer isso mesmo, elas fariam-no - mesmo que a acção lhes cause grande comoção e desconforto.

* * * * * * *
A qualidade feminina de se sujeitar mais facilmente à figuras de autoridade não é um defeito - contrariamente ao que se possa pensar - uma vez que a mesma só se torna problemática se a figura de autoridade for alguém com propósitos malignos. Um exemplo disso foi o líder Nacional-Socialista Hitler quando este usou esta característica a seu favor. Ele diz:
As mulheres constituem o elemento mais importante das audiências. Normalmente, as mulheres lideram, seguidas das crianças. Quando eu tiver conquistado toda a família, os maridos serão os próximos a seguir.
Adolf Hitler para Hanfstaeng, 1923
Ou seja, Hitler usou a tendência natural da mulher de se sujeitar à autoridade para atrair para si os alemães. Uma vez atraída a mulher, os filhos viriam atrás e, obviamente, o marido, não querendo ficar isolado, seguiria também.

Hoje em dia os políticos fazem uso desta característica de forma mais óbvia e aberta.. Um dos tópicos quentes da esfera política americana é a mitológica "guerra às mulheres"" que alegadamente os Republicanos estão a levar a cabo. Infelizmente para os esquerdistas, esta narrativa falhou por completo porque o candidato Republicano não viu a sua opinião junto das eleitoras perturbada. Mas a questão aqui é mesmo como os políticos se desdobram para usar a psicologia feminina a seu favor.

Semelhantemente, esta capacidade feminina pode, em larga escala - e tal como já disse a Erin Pizzey - explicar o porquê da esquerda militante usar o feminismo para colocar as mulheres no mercado de trabalho: segundo a Erin, aparentemente é mais fácil controlar e manipular as mulheres do que controlar e manipular os homens. Como consequência disto, o influxo maciço de mulheres no mercado de trabalho necessariamente tornará a força laboral mais obediente e mais maleável - exactamente o que o governo e os globalistas querem.


sexta-feira, 30 de março de 2012

Autoridade politicamente correcta

A primeira vez que li este incidente não pude deixar de achá-lo cómico. Só mais tarde me apercebi que a nossa sociedade é, para todos os efeitos, governada por pessoas que usam practicamente a mesma forma de "pensar" (homens e mulheres feministas).

[Antes que alguma igualitária ignorante me acuse de ser contra o "direito de voto das mulheres", convém dizer já que isso é falso. O propósito do texto é mostrar como o uso de argumentos lógicos e racionais com pessoas (homens e mulheres) que se alinham com o politicamente correcto é uma perda de tempo.]


DC recebeu um argumento convincente contra a sabedoria de se conferir o direito de voto às mulheres:
Sou um grande fã do teu blogue e da versão única de Cristianismo libertário que tu defendes. Falei à minha mãe sobre as tuas posições em torno das mulheres e do voto.

Quando ela me perguntou qual era a minha opinião, e eu respondi que tu tinhas fornecido alguns argumentos convincentes e que eu estava indeciso em relação à minha posição, ela pôs-me de castigo e proibiu-me de sair de casa até que eu lhe peça desculpas e lhe diga que eu acredito que as mulheres deveriam ter o direito de voto.

Tentei ter uma discussão com ela, mas ela começou logo a comparar-me com Hitler.

A piada final? Ele tem 37 anos!

Na verdade, não sei que idade ele tem mas pelo menos ele recebeu uma lição informativa em relação à natureza feminina, solipsismo feminino e os instintos autoritários das mulheres.

A comparação com Hitler é particularmente irónica visto que tanto a Nacional Socialista como os Fascistas foram firmes apoiantes do sufrágio feminino. O partido nazi alemão dependeu do voto das mulheres na sua ascensão ao poder no ano de 1933.

De facto, o sufrágio feminino foi literalmente a primeira tábua do "Manifesto da Luta Fascista" ("The Manifesto of the Fascist Struggle") publicado no jornal The People of Italy no dia 6 de Junho de 1919 por Benito Mussolini:

Italianos! Eis aqui o programa dum movimento genuinamente italiano.

É revolucionário porque é anti-dogmático, fortemente inovador e contra o preconceito.

Para o problema político: Nós exigimos:

a) Sufrágio universal levado a cabo com base regional, com representação proporcional, direito ao voto e ilegibilidade para lugares eleitorais para as mulheres.

É importante notar que as exigências Fascistas em torno da representação política proporcional das mulheres é significativamente mais "progressista" que qualquer iniciativa que as feministas americanas alguma vez exigiram.

De qualquer forma, eu nunca recomendaria que alguém que tenha sido vítima da polícia-do-pensamento seja forçado a um pedido de desculpas ou se submeta à força a exercícios de re-educação.

Nós somos ordenados a honrar as nossas mães, mas não somos ordenados a submeter-mo-nos às suas exigências lunáticas em favor de expressões piedosas do politicamente correcto.

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Aparentemente existem semelhanças fundamentais entre o movimento feminista e os fascistas do século 20.

Deve ser "coincidência".


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