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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Hormonas e o voto feminino

Ao mesmo tempo que as campanhas avidamente buscam o voto feminino, há algo mais que pode aumentar as possibilidades dos candidatos presidenciais mas que está totalmente fora do seu controle: o ciclo de ovulação das mulheres. Sim, leram correctamente. Pesquisas recentes sugerem que os hormonas podem influenciar as escolhas de voto das mulheres de maneiras distintas, variando consoante o seu estatuto civil - isto é, se ela se encontra solteira ou se encontra numa relação séria.

Continuem a ler com cuidado. Embora o estudo vá ser publicado na publicação científica revista por pares Psychological Science, vários cientistas políticos que levaram o estudo expressam cepticismo em torno das suas conclusões.

Um pequeno pano de fundo: outros estudos apuraram que as mulheres são mais susceptíveis de votar do que os homens. Os dados actuais, e segundo o estudo, sugerem que as mulheres casadas favorecem o Governador Mitt Romney - numa diferença de 19% - do que o Presidente Barack Obama, ao mesmo tempo que Obama lidera as intenções de voto entre as mulheres solteiras - com um margem de 33%. Estudos prévios demonstraram que as atitudes religiosas e políticas podem ser influenciadas pelos objectivos reprodutivos.

Na primeira experiência deste mais recente estudo, Kristina Durante da Universidade do Texas (San Antonio) e os colegas levaram a cabo uma pesquisa através da internet  a 275 mulheres que não se encontravam a tomar contraceptivos hormonais e tinha ciclos menstruais regulares. Cerca de 55% encontravam-se num relacionamento sério, incluindo casamento.

Eles apuraram que as mulheres que se encontravam no período mais fértil do seu mês eram menos susceptíveis de ser religiosas se estivessem solteiras. e mais religiosas se estivessem num relacionamento. E um dado ainda mais controverso: 502 mulheres, também com períodos regulares e que não se encontravam a tomar contraceptivos hormonais, foram pesquisadas em relação às suas preferências de voto e em relação à uma variedade de tópicos políticos.

Os pesquisadores apuraram que durante o período fértil do mês, quando os níveis do hormona estrogénio se encontram no seu ponto mais alto, as mulheres solteiras parecem mais susceptíveis de votar em Obama e as mulheres em relacionamentos sérios parecem mais dispostas a votar  em Romney por uma margem de pelo menos 20%. Isto parece ser o factor condutor por trás das observações gerais dos pesquisadores: as mulheres solteiras são mais susceptíveis de votar em Obama enquanto que as mulheres em relacionamentos sérios inclinam-se mais por Romney.

Esta é a forma como Kristina Durante explica as observações:

Quando as mulheres estão a ovular, elas sentem-se mais "sexy" e desde logo, inclinam-se mais para atitudes mais liberais em torno do aborto e da igualdade no casamento. As mulheres casadas sentem a mesma explosão de hormonas, mas tendem a adoptar a posição contrária em relação a estes assuntos. Acho que elas estão a compensar  pelo aumento dos hormonas que as motivam a ter relações sexuais com outros homens. É uma forma delas se convencerem de que elas não são o tipo de mulheres que cede a tais impulsos sexuais.

 A pesquisa prévia de Durante apurou que as os ciclos de ovulação das mulheres também influencia os seus hábitos de compras, fazendo com que elas comprem roupas mais sexy durante a sua fase mais fértil.

Nós ainda temos os hormonas ovulatórios que têm o mesmo impacto no cérebro feminino das outras espécies. Queremos sexo e queremos fazê-lo com o melhor macho que conseguirmos encontrar. Mas isto tem custos elevados, especialmente para as mulheres que já se encontram num relacionamento sério.

Esta não é a primeira vez que os harmónios foram analisados à luz das intenções de voto. Durante o ano passado [2011] pesquisadores Israelitas que publicaram um estudo no  European Neuropsychopharmacology examinaram o hormona de stress com o nome de cortisol nos eleitores de Israel. Os níveis deste hormónio eram mais elevados nas pessoas pouco antes delas votarem do que nas mesmas pessoas depois de votarem.

Os estudo de Durante focado nas mulheres revelou que as atitudes liberais [esquerdistas] favorecem a igualdade social e tendem a ser menos associadas à religião organizada. O conservadorismo centra-se mais nos valores morais tradicionais e está ligado à maior participação na religião organizada.

Segundo Paul Kellstedt (professor-assistente de ciência política na Universidade Texas A&M), a parte mais controversa do estudo não é só que os ciclos hormonais estão ligados às preferências femininas pelos candidatos e ao comportamento eleitoral, mas também que as mulheres solteiras em ovulação são mais susceptíveis de terem uma atitude socialmente mais liberal, enquanto que as mulheres que estão num compromisso sério são mais inclinadas a adoptar uma atitude socialmente mais conservadora.

Kellstedt diz ainda que uma das maiores ressalvas que este artigo falha ao não mencionar é que os homens também têm alterações bioquímicas:

O leitor pode ficar com a impressão de que as mulheres são inconstantes e instáveis em formas que estão para além das suas preferências políticas, mas os homens não são propriamente Rochas de Gibraltar.

Kellstedt não estuda biologia mas ele já esteve envolvido em pesquisas que sugerem que as preferências políticas dos homens são ainda mais voláteis que as das mulheres.

Susan Carrol, professora de ciência política, de estudos de género e de estudos femininos na Universidade Rutgers, disse o seguinte num email:

Não há qualquer motivo para se esperar que os hormonas femininos afectem a forma como as mulheres votam da mesma forma que não há motivo para se pensar que variações nos níveis de testosterona são responsáveis pelas variações na performance de Obama e Romney durante os debates.

Carroll olha para a pesquisa uma que segue a tradição "longa e perturbadora de usar os hormonas femininos como desculpa para as excluir da política e de outras oportunidades sociais":

Antigamente pensava-se que as mulheres nunca deveriam ocupar a posição de Presidente dos Estados Unidos porque, Deus nos poupe, uma crise internacional poderia ocorrer durante o seu período!

Carrol afirma que uma mulher explicação para a divisão nas preferências de voto entre as mulheres solteiras e as mulheres casadas é a diferença no estatuto económico. Um perito deu mais poder a esta alegação: Israel Waismel-Manor, cientista político da Universidade de Haifa, e a pessoa que levou a cabo o estudo dos níveis do cortisol durante o ano passado.

Ele não tem a certeza de que este efeito hormonal que Durante apurou junto das mulheres não é real, mas ele disponibilizou também uma explicação alternativa: Algumas pesquisas já revelaram que as mulheres preferem "homens mais  masculinos" quando se encontram no seu período mais fértil do ciclo. Tanto Obama como Romney são atraentes, em boa forma física e ajustam-se ao tipo "provedor". Portanto, tanto um como o outro são ideias, dependendo da preferência das mulheres.

Assumindo que existe uma explicação hormonal, os efeitos podem-se cancelar uns aos outros visto que mulheres distintas podem-se encontrar em fases distintas no momento em que votam, e ambos os candidatos têm níveis de atractividade semelhantes, afirmou Waismel-Manor. O que faz falta é um tipo de pesquisa mais elaborado de modo a examinar esta questão duma forma mais profunda:

Mesmo que os dados apurados estejam correctos, existe a possibilidade deles não virem a ter um feito cumulativo junto do eleitorado.


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Se as mulheres solteiras estão mais inclinadas a votar em partidos esquerdistas, enquanto que as mulheres casadas em partidos e políticos mais conservadores, isto pode explicar o porquê do esquerdismo militante fazer todos os possíveis para separar o homem da mulher. 

Para além disso, o facto da mulher solteira (com filhos ou não) ter tendência para votar em partidos e políticos mais dedicados ao aumento da influência do Estado não é surpresa alguma visto que se a mulher não depender do marido, ela irá depender do Estado.


"Poder" é dependência do governo, e "liderar" é seguir o que o governo manda,

Quando a mulher coloca de lado o marido, ela não fica "independente" mas sim dependente do Estado. A diferença é que enquanto o marido quer o seu bem, o Estado olha para ela como um número no meio de outros milhões. Para o esquerdismo, no entanto, isto é irrelevante visto que o mais importante é trazer mais e mais pessoas para o controle estatal (e isso é mais complicado quando a mulher tem um marido).

Nota final: apesar das palavras da feminista Susan Carrol, a CNN viu-se forçada a retirar o artigo do seu site.



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sexta-feira, 18 de julho de 2014

A perturbadora ligação entre o ocultismo e o feminismo

Antes de começar, quero partilhar convosco uma experiência de vida de um amigo meu que estava numa "relação" com uma mulher do Leste da Europa que brincava com o ocultismo. Para condensar a saga, esta rapariga era a típica rapariga "tradicional", "feminina" que cozinhava para ele, e que lhe dava intimidade sexual sempre que ele assim quisesse (...). Tudo pareceu perfeito entre os dois durante mais ou menos seis meses, mas durante esse período ele não sabia que ela era secretamente uma "bruxa" que estava a enviar-lhe feitiços de "amor" como forma de o "amarrar" a ela. Succubus, bruxa, e “namorada” - tudo numa pessoa só. Mais tarde, ele descobriu que ele tinha mais do que ele pensava que tinha.

Gradualmente, à medida que a relação progredia e a paixão ia acabando, as coisas passaram a ser previsíveis e aborrecidas. As suas exigências subtis e caprichosas rapidamente se tornaram dominantes, o que o levou a querer acabar imediatamente com a relação. Isto trouxe ao de cima o pior dela e ele passou a atravessar por momentos de stress. Ele partilhou comigo como ele, antes de a expulsar de casa, descobriu que ela estava a juntar preservativos usados (contendo esperma seco), cabelo e fotografias dele para as suas experiências ocultistas para o "amarrar". Isto para não falar da forma como ela tentou enfeitiçar a comida dele como forma de completar o "amarro" sobre ele.

As coisas pioraram, e ela começou a persegui-lo por onde ele andava (depois dele a expulsar de casa), e depois começou a intimidá-lo psicologicamente; quando tudo isto falhou, ela tentou destruir a sua reputação social e profissional. Ele era suficientemente forte para resistir aos ataques dela, mas a sua relação foi uma inspiração suficientemente constrangedora para se aprender mais sobre o ocultismo, e descobrir a ideologia comum que ele partilha com o feminismo.

Uma vez que os leitores podem não acreditar no paranormal, o ponto que se pode deduzir da história, que será principalmente focada mais em baixo, é a surpreendente ligação entre o feminismo e o ocultismo.

A primeira revolta conta o patriarcado

Ao contrário do Judaísmo, do Cristianismo e do islão. a glorificação da forma feminina, começando com Lilith, a suposta primeira esposa de Adão (que o desobedeceu e é  considerada a primeira "feminista"), é parte integral do ocultismo. Segundo a crença ocultista, Lilith foi a primeira esposa de Adão, o arquétipo duma feminista com quem os homens se casam, mas divorciam-se depois. Ela frequentemente discutia com Adão e recusava-se a deitar sob ele durante a copulação afirmando que eles eram "iguais". (Um texto com a "História de Lilith" pode ser lido aqui.) A sua recusa em se submeter a Adão é vista como a primeira revolta contra o patriarcado.

O ocultismo e o feminismo no mundo actual

O feminismo tem as suas raízes no ocultismo e na bruxaria, um ponto muito bem confirmado por Mitch Horowitz, autor de “Occult America” .


A sociedade moderna, progressista e feminista, tornou-se, em muitas formas, numa sociedade energizada pelo ocultismo. Referências à "Deusa" ou ao "Feminino Divino" (conceito comum à bruxaria, ao feminismo, e ao esquerdismo), começando com a ascenção do "Movimento da Deusa" nos países Anglófonos e coincidindo com a segunda vaga do feminismo dos anos 70, tornou-se prevalecente nos dias actuais - produto consequente de cinco décadas de feminismo e da espiritualidade a ela associada (ocultismo). Actualmente, somos bombardeados em todos os lugares com simbologia ocultista através dos média. Façam uma busca por "simbolismo ocultista" e vejam os resultados por vocês mesmos.

A cultura beta (pílula azul), que tipicamente romantiza o conceito do amor sentimentalizado e ideal, tem as suas raízes no ocultismo, tal como visto no aumento recente do consumo de filmes românticos nas sociedades modernas (especialmente nas gerações mais jovens). A maior parte das mulheres envolvidas no ocultismo - tanto do presente como do passado - têm (e tiveram) uma crença na superioridade psicológica das mulheres quando comparadas com os homens. Semelhantemente, mascarando-se de um movimento em torno dos direitos das mulheres, o feminismo- como ardil cruel - diz às mulheres que os seus intintos naturais e biológicos foram "socialmente construídos" para as oprimir.

A engenharia social do feminismo, feita com o propósito de destruir a identidade sexual, invertendo os papéis sexuais, é na verdade um movimento feito para que as mulheres secretamente promovam ódio aos homens, bem como sirvam indirectamente de força motora para o ocultismo (ou pelos para os seus conceitos) visto que ambos partilham uma ideologia comum.

A missão do feminismo de dar às mulheres, por mais inútil e indigna que ela seja, o poder de liderar o homem como um cavalo ou um boi amordaçado, para onde quer que ela queira, quando ela quiser, e da forma que ela assim quiser, é semelhante à bruxa que supostamente "controla" o homem de modo a que ele faça o que ela quer, através da manipulação "mágica".

Será coincidência que a revogação do "Witchcraft Act" no ano de 1951, no Reino Unido, associado ao renascimento do ocultismo/bruxaria, coincidiu com a ascensão do feminismo? Para ilustrar ainda mais este ponto, eis aqui um excerto dum artigo que foi publicado há alguns anos atrás (o artigo completo pode ser lido aqui):
Porque é que a feitiçaria se apoderou de tal forma da nossa sociedade baseada no Cristianismo? Certamente, que há vários factores. Muitas bruxas são feministas fervorosas. Este é provavelmente o factor que mais contribuiu para o rápido crescimento do movimento. Seguido de modo fiel os antigos rituais, a religião Wiccana é dominada por mulheres - a sacerdotisa lidera as cerimónias ritualistas. A deusa da fertilidade recebe sempre a adoração inicial. A religião Wicca está feita à medida para as mulheres que queiram exercer poder e autoridade sobre os homens. O Cristianismo genuíno é solidamente patriarcal e este facto afasta a filosofia feminista. As feministas que não foram bem sucedidas em alterar os ensinamentos Cristãos de modo a que estes estejam ao seu gosto, abraçaram a religião Wicca.
Outro artigo publicado no ano passado mostra como a bruxaria e o ocultismo estão, na verdade, a crescer mais rapidamente que qualquer outra religião na Anglosfera. Levando em conta estas tendências (do renascimento da bruxaria no Ocidente) a Anglosfera parece que estará mais ou menos paganizada de um modo significativo mais para o final do século, especialmente se levarmos em conta que as mulheres criadas pelo feminismo estão cada vez mais a escolher o caminho "espiritual".

A bruxaria pelo mundo

Em 2011, e depois de legalmente "registar" a sua primeira bruxa, a Roménia - terra de Drácula - tornou-se no primeiro país a legalizar (e taxar) a bruxaria como uma profissão; levando em conta as tendências, mais cedo ou mais tarde o mesmo irá acontecer no Ocidente.

Na Rússia e em outras partes da Europa Eslava (com uma longa e embutida história de bruxaria), as crenças ocultistas ainda estão bem prevalecentes. Muitas mulheres modernas e com formação académica ainda practicam secretamente a feitiçaria (normalmente "magia do amor") - se não practicam, pelo menos acreditam nela.

Num artigo publicado pela WHO ficou-se a saber que há mais bruxas e feiticeiros na Rússia do que médicos; podem ler mais sobre a viagem dum visitante ao coração do ocultismo na Rússia moderna; eis aqui outro artigo centrado no renascimento ocultismo na Rússia moderna; e eis aqui outro artigo interessante sobre as raízes ocultistas da Revolução Russa. No entanto, a Rússia parece estar actualmente a tomar medidas proactivas para acabar com a feitiçaria, ao mesmo tempo que promove um regresso ao Cristianismo Ortodoxo e aos valores patriarcais.

Outras partes da Europa foram alvo dum aumento recente das prácticas ocultistas, possivelmente consequência da glorificação ocultista que é feita nos média, e essas tendências também são observadas na Ásia e no Médio Oriente. Nas sociedade matriarcais Africanas, a feitiçaria vem sendo practicada desde tempos antigos. A África enfrenta o mesmo problema que a Rússia visto que tem mais curandeiros do que médicos de verdade. Muitas mulheres ainda usam "feitiços de amor" e "poções" para "amarrar" e controlar os seus homens, e muitas mais dependem de curandeiros para se curarem fisicamente.

O que é que o futuro nos reserva?

A clara ligação é aquela que existe entre o feminismo e o ocultismo em sítios onde ambos estão em crescimento. É dito com frequência que a ignorância é uma bênção, mas o conhecimento é poder. É o poder deste conhecimento e a realização da ligação entre o feminismo e o mundo do ocultismo que deve armar os homens de modo a que eles fiquem longe de mulheres que simpatizam com crenças ocultistas. Tal como descobriu o meu amigo, os riscos não compensam.




segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Mindy, a primeira guerreira Maasai do mundo.

Mindy Budgor, uma privilegiada rapariga da Califórnia, encontrava-se aborrecida com o seu emprego na área da saúde e como tal, decidiu tomar parte num safari Africano.  Quando chegou a África, Mindy ficou fascinada com os "fortes homens Africanos" e decidiu ser como eles. Quando ela perguntou quantas mulheres eram guerreiras, os homens disseram "Nenhuma" porque as mulheres eram demasiado fracas e não eram suficientemente corajosas.

Sendo uma moderna mulher americana ("forte e independente") Mindy não gostou de ouvir isto e declarou que também ela se tornaria numa guerreira Maasai. Segundo a própria Mindy, este acto fez com que ela automaticamente se tornasse numa heroína para as pobres mulheres Maasai, que sofriam sob a opressão de não terem permisssão para se tornarem guerreiras.

De alguma forma estranha, ela conseguiu convencer os homens Maasai a tornar-se numa guerreira, e eles condescenderam. Como é normal, a sua entrada estava dependente dum ritual de iniciação.
Segundo se sabe, os seus "testes" incluiam fazer a cama para os homens, matar uma cabra bebé (e beber o seu sangue) e andar com uma lança na mão. E o que foi que ela levou para ao seu ritual? Basicamente, o mesmo que os guerreiros Maasai levam em cada caçada:

Não levamos nada mais do que o essencial (eu, no entanto, levei uma garrafa de verniz vermelho da marca "Chanel Dragon" - isso faziam-me sentir mais feroz - e um par de brincos de pérola como forma de me lembrar da minha casa).

Mindy conta-nos a história:

Durante essa tarde, dirigimo-nos para os arbustos. . . . . Lanet explicou-me que, tipicamente, um grupo de 20 homens jovens passa por rituais de iniciação que duram entre 3 a 7 anos. "A tua situação é diferente e como tal temos que fazer algum tipo de ajuste," afirmou ele. "Vamos testar-te à medida que vamos andando. Se a qualquer altura sentirmos que não estás à altura do desafio, levo-te de volta para Nairobi. Mas se te saíres bem, vamos-te apresentar à comunidade."

Os seis outros guerreiros que se juntaram a nós foram cuidadosamente escolhidos por ele - ele sabia que precisaria de homens persuasivos quando regressássemos à aldeia.

Por "homens persuasivos" entenda-se "contadores de histórias" ou "bons mentirosos".

Olhei para estes homens com corpos magros e faces rudes e fiquei com medo. Lanet sentiu a minha trepidação. "Sei que estás com medo," disse ele. "Mas estas pessoas escolheram ficar contigo. Tens que os aceitar como membros da família ou então isto não vai funcionar." Pensei na Faith e na promessa que lhe havia feito, e disse ao Lanet que haveria de confiar neles, custasse o que custasse.  

A nossa primeira tarefa foi recolher folhas e ramos sobre os quais nós pudéssemos domir. Isto foi muito duro para as nossas costas, mas a tarefa mais dura veio a seguir:  matar uma cabra. Os Maasai sufocam as suas cabras, coisa que eles acreditam ser uma forma mais humana de matar. Eu estava petrificada mas não fugi das minhas responsabilidades logo no primeiro dia. Como tal, mantive a sua boca fechada até que ela parou de se agitar. Outro guerreiro aproximou-se e degolou-a. Os outros guerreiros aproximaram-se e beberam o sangue fresco que jorrava do seu pescoço. Fechei os olhos e fiz o mesmo. Minutos depois vomitei.

Mais uma vitória para o movimento das mulheres, e mais uma facada profunda no opressor patriarcado mundial, certo?

Dai, talvez não.

Parece que tudo não passou duma manobra publicitária tendo em vista a venda de roupa interior. O seu livro Warrior Princess, na página 54, relata algo interessante:
A companhia chama-se "Under Armour" - dedicada à venda de roupa desportiva -  e eu vou tomar parte duma iniciativa que visa aumentar a venda de roupa interior feminina. O meu pai perguntou "Explica lá o envolvimento dos Maasai".
Mindy respondeu:
O envolvimento dos Maasai deve-se ao facto de estarmos a trabalhar numa iniciativa de empoderamento feminino com a tribo, e acreditamos que ela terá um apelo abrangente para as mulheres.
Ou seja, foi tudo uma fraude. Que "desilusão terrível" (como se não estivéssemos cientes de que todas as iniciativas de "empoderamento feminino" envolvem algum tipo de dualidade de critério, exigências inferiores, acção afirmativa e outras coisas que jogam contra a crença no próprio "empoderamento feminino"). Parece que os Maasai ainda não abraçaram a tese da igualdade entre o homem e a mulher, e ainda continuam a enviar só homens para enfrentar os leões das savanas africanas. Maltido patriarcado opressor machista, fascista e homofóbico.

Tudo isto seria 100% hilariante, se não fosse o facto da elite cultural (esquerdistas) se elevar mutuamente, mesmo quando qualquer pessoa pode ver que tudo não passa duma mentira. Um exemplo disso é o facto da BBC se ter dado ao trabalho de promover esta farsa.

Em notícia não relacionada, Omar Hammami, AKA Abu o Americano, um meio-Americano que cresceu no Alabama e viajou para a Somália para tomar parte na jihad (guerra santa), foi alegadamente morto numa batalha com os Al-Shabaab.

Pergunta interessante: uma vez que Mindy Budgor se identifica como uma "guerreira", porque é que ela não busca o seu momento de glória nos campos de batalha tal como o fez Hammami?  Afinal, não se dá o caso de haver escassez de palcos de guerra no continente Africano. Se calhar a relutância das Mindys deste mundo em validar o seu "poder" em locais perigosos é porque é mais fácil lutar pelo "empoderamento feminino" rodeada de homens que fazem todo o trabalho árduo ao mesmo tempo que protegem a "empoderada" das consequências de se colocar em situações que claramente não foram feitas para as mulheres. (OBS: é por isso que as mulheres polícias estão quase sempre acompanhadas por um homem).


Notícia vista no blogue "The Spearhead".



domingo, 18 de agosto de 2013

Mulheres contra o voto: Anti-Sufragismo Feminino na Grã-Bretanha

O estudo das mulheres que se opuseram ao sufrágio feminino dos finais do século 19 e início do século 20 na Grã-Bretanha tem sido negligenciada pelos historiados. 

Anti-democráticas e hostis aos movimentos trabalhistas dos seus dias, elas foram ridicularizadas e qualificadas de "absurdas" pelos apoiantes do voto parlamentar para as mulheres. 

Fundamentando-se nas mais variadas fontes, o livro de Julia Bush - erudito mas bastante acessível - determina-se não a fazer pouco ou ridicularizar mas explorar o porquê das mulheres terem participado no anti-sufragismo organizado. 

Foi sugerido que as líderes do movimento anti-sufragista se dividiam em três grupos não-mutuamente exclusivos:

1) As reformadoras maternais
2) As escritoras
3) E as senhoras imperialistas

Embora existissem diferenças de opinião, a maior parte do entusiasmo das mulheres tinha a sua origem nas firmes convicções que elas tinham sobre a feminidade, a nação e o Império. Era assumido quase de forma universal que as diferenças entre os sexos eram naturais, e que qualquer desvio em larga escala do papel da mulher, como esposa e mãe, traria caos social à Grã-Bretanha e ao Império. 

Mesmo assim, o envolvimento crescente da mulher no trabalho filantrópico governamental era bem vindo uma vez que era visto como uma extensão da preocupação maternal. Inevitavelmente, acreditava-se que as funções das Casas do Parlamento Britânico pertenciam à esfera masculina da política, tal como a esfera da defesa dependia da força física masculina.

Foi a partir das reformadores maternais em particular que as mais importantes líderes anti-sufragistas tiveram a sua origem - Mary Ward, Louise Creighton, Ethel Harrison, Elizabeth Wordsworth e Lucy Soulsby, todas com fortes ligações a Oxford. Embora Ethel Harrison, uma positivista, fosse a mais adversa ao sufragismo, as outras eram mais moderadas, algumas progressistas e algums dispostas a mudar de lado.

Louise Creighton, pertence à classe média-alta e atraída que estava ao trabalho social devido ao seu Anglicanismo e ao seu estatuto de esposa dum clérigo (o marido tornou-se mais tarde Bispo de Londres), é um caso particular. À medida que a sua família foi crescendo, ela alargou o leque das suas actividades dentro da "União das Mães" para organizações dedicadas ao trabalho de resgate, acomodação, trabalho missionário e educação. O seu leque de amizades sofreu também um alargamento e passou a incluir sufragistas moderadas, tais como Kathleen Lyttelton. 

Durante muitos anos, ambas partilharam interesses comuns ao mesmo tempo que adoptavam visões contraditórias em relação ao sufrágio feminino, até que em 1906 Creighton se tornou numa sufragista. Tais amizades demonstram como as distinções ideológicas entre os dois campos menos rígidas que aquelas que nos são ditas pelos historiadores. 

A "Women's National Anti-Suffrage League", formada em 1908, tinha cerca de 42,000 membros antes de se juntar (dois anos mais tarde) ao "National League for Opposing Woman Suffrage", predominantemente masculino. A união gerou tensões, especialmente junto das figuras femininas mais importantes que se acotovelavam por uma posição com homens tais como Lord Cromer e o  Lord Curzon.

Quando a Primeira Grande Guerra teve início e uma substancial número de mulheres se dedicou às funções inerentes a um estado de guerra, a causa anti-sufragista sofreu um enfraquecimento fatal.  Depois de certas categorias de mulheres com idades acima dos 30 terem tido o direito ao voto parlamentar em 1918, a "National League" aprovou  aprovou a sua própria extinção.

O livro "Women against the Vote" é um estudo esclarecedor muito bem feito que restaura de volta para a História as dimensões conservadoras do activismo político feminino na parte final da Grã-Bretanha Victoriana e Edwardiana. O livro revela também os tópicos fascinantes entre os apoiantes e os oponentes do sufrágio feminino em toda a sua complexidade.


* * * * * * *

Um comentador do Fórum Bufalo afirma o seguinte (links adicionados):
O problema é que o poder tem um traço claramente masculino. As mulheres que se saíram melhor na política eram nitidamente masculinizadas, como a Margaret Thatcher. Não que o homem seja superior, mas ele nasceu para comandar. Uma mulher inteligente não comanda, ela manipula seu homem para extrair tudo o que quer e seja possível. Antigamente as mulheres sabiam disso. Sabiam que seu lado negro seria corrompido se tentassem se igualar aos homens. 
Nem todos sabem disso, mas um grupo de mulheres tomou a iniciativa e conseguiu retardar por décadas o voto feminino na Inglaterra (e no mundo). Essa história é contada por Julia Bush, "Women Against the Vote: Female Anti-Suffragism in Britain", não traduzido em português. (http://www.amazon.com/dp/019924877X)  
Realmente eu não entendo por que tantas mulheres querem ser como os homens, sendo que o poder e o comando nunca trouxe felicidade para elas. Seria o feminismo, na realidade, totalmente feito por lésbicas que queriam ser homens? Não sei, mas que o feminismo não trouxe nada de bom é um facto.
Como sempre acontece na História actual, muito poucas pessoas sabem que entre as pessoas que se alinhavam contra o sufrágio feminino encontravam-se muitas mulheres. E note-se que alguns dos motivos que estas mulheres levantaram contra o sufrágio feminino confirmaram-se mais tarde:
Era assumido quase de forma universal que as diferenças entre os sexos eram naturais, e que qualquer desvio em larga escala do papel da mulher, como esposa e mãe, traria caos social à Grã-Bretanha e ao Império. 
Não só a Grã-Bretanha e a seu Império, mas a todo o lugar onde o papel natural da mulher foi subvertido em nome duma mitológica e anti-natural noção de igualdade, o caos, a desordem e o descalabro da sociedade se seguiram.

O mais trágico disto não é o facto da "profecia" das mulheres anti-sufragistas se ter materializado, mas sim o facto dessas consequências terem sido planeadas antecipadamente, e a ideia da "emancipação" da mulher (para papéis e actividades claramente em contradição com a sua natureza e com os seus reais desejos) ter sido o catalisador da subversão do seu papel natural.



sábado, 3 de agosto de 2013

O desporto feminino como parasita do génio masculino

Por Vox Day

O apelo em favor duma versão feminina da Volta à França é uma demonstração da forma como as mulheres no geral tendem a parasitar sobre a criatividade masculina:

"O que veio primeiro, a galinha ou o ovo?" Sigam a minha linha de pensamento porque esta frase batida pode ser aplicada ao ciclismo feminino. Há anos que os críticos alegam que uma versão feminina da Volta à França não teria qualquer tipo de audiência ou patrocínio. Sem um (a galinha) certamente que não teremos o outro (o ovo). E vice-versa.

Mas reparando no que tem acontecido nas últimas semanas, a primeira "razão" que os críticas dão para não se dar início a uma corrida feminina - uma suposta falta de audiência - é quase de certeza falsa. Teve início no princípio deste mês uma petição apelando para o início duma Volta à França feminina e ela conta já com 70,000 assinaturas (e em crescimento). Certamente que se os activistas conseguirem provar que existe audiência, o ovo - patrocínio - se seguirá, correcto?

Chega de comparações entre o ovo e a galinha por agora. O meu ponto de vista é simples. A petição em questão foi iniciada por várias mulheres-chave do mundo do ciclismo - incluindo a antiga campeã do mundo e vencedora Olímpica Emma Pooley bem como a vencedora Olímpica de corrida de rua Marianne Vos – e já obteve um enorme impulso num curto espaço de tempo.

Com Chris Froome nas notícias durante as últimas semanas a pedalar para a glória na Volta à França, este parece ser o momento certo para uma corrida feminina.

Pensemos um pouco nisto: o que é que impede estes 70,000 assinantes da petição de criar uma Volta a França feminina no momento que eles assim o desejarem? Eles podem fazer exactamente o que Henri Desgrange fez em 1903: obter o patrocínio dum jornal, atrair 60 participantes, e levar a cabo a corrida. Não existe nada a impedir as pessoas de fazer exactamente isso.

De facto, existem já várias corridas femininas que contam com mais participantes que a Volta à França original. De modo geral, essas corridas tendem a ser mais curtas, mas, se assim o desejarem, os directores dessa hipotética Volta à França feminina podem sempre aumentar a duração da corrida.

Em vez disso, o que as mulheres [igualitárias] querem é que o Tour de France leve a cabo uma versão feminina da mesma, pague o mesmo prémio que é pago aos homens, e que gere a ilusão de que a corrida feminina é do interesse dos entusiastas e digno do mesmo respeito. 

Os directores do Tour estão a fazer o mais certo ao ignorarem pura e simplesmente estas parasitas, mas o mais certo seria declarar que o Tour não é um evento masculino nem feminino, mas sim uma corrida igualmente aberta a todos os homens e mulheres que se consigam qualificar. Se eles quiserem ser particularmente cruéis, eles podem aceitar uma dada equipa feminina e demonstrar o quão longe ela avançaria.

A NBA teria poupado muito dinheiro se, em vez de esbanjar milhões com a WNBA [ed: a versão feminina da NBA] , tivessem criado uma equipa all-star 100% feminina e a colocassem na NBA. Isso provavelmente seria hilariante, mas provavelmente venderia mais bilhetes do que a WNBA alguma vez vendeu.

A maneira mais defensiva de se lidar com igualitárias é forçá-las a lidar com a genuína igualdade, e desde logo esfregar o facto das diferenças biológicas na sua cara. Isto não as impedirá de falar no "impacto díspar", ou no não-existente privilégio e outros contos de fadas esotéricos "aprendidos" nos cursos de "Estudos Femininos". Mas tudo isto são fugas para os factos. 

Claro que a melhor forma de lidar com estas parasitas igualitárias é mandar-lhes dar uma volta e esperar que elas criem a sua própria organização.

O verdade dos factos é que já houve uma Tour de France feminina entre 1984 e 2009, e tal como todos as ligas desportivas que envolvem mulheres a practicar desportos masculinos, foi um fracasso total. 

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"Concordar e amplificar" é uma forma válida de exigir que as igualitárias revelem o seu bluff. 

* Se querem tomar parte nas forças militares, certamente que não verão com maus olhos a criação dum batalhão militar 100% feminino, e enviado para o Afeganistão ou para o Iraque.

* Se as capacidades policiais femininas são virtualmente idênticas às dos homens (alegação confirmada pela sua luta em favor do "salário igual", o que supõe capacidades iguais), então não há problemas em enviar só mulheres para as manifestações mais perigosas das cidades. Se se faz isso com os homens, porque não com as mulheres?

Onde estão as igualitárias?
* Se as capacidades físicas das mulheres são iguais às dos homens, então não há problemas em competirem uns contra as outras. Formar ligas desportivas mistas seria o pináculo da igualdade feminista. Quantas feministas estão dispostas a lutar por essa "igualdade"? Nenhuma, porque as feministas não querem igualdade mas tratamento especial sempre que possível (por via do facto de ser mulher), e "igualdade" quando lhes é rentável.

A realidade dos factos é que existem desportos que, pela sua própria natureza, não foram feitos para as mulheres. Isto não significa que as mulheres não os podem practicar, mas sim que elas nunca os practicarão tão bem como os homens. Uma vez que elas nunca os practicarão tão bem como os homens, as igualitárias não podem de maneira nenhuma esperar que exista entusiasmo igual para esse desporto tal como existe quando o mesmo desporto é practicado por homens.

No caso da Tour de France, incapazes de gerar publicidade com o seu próprio esforço, elas querem que o esforço masculino (na criação e atracção de público) seja a cama financeira onde os seus anti-naturais sonhos (ou desilusões) igualitários se deitem confortavelmente e a sua ideologia misândrica se veja "validada".





quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Igualdade ou sobrevivência?

O facto das mulheres "ainda terem filhos" é a causa da ausência de igualdade na Grã-Bretanha segundo uma ministra "Lib Dem". Lynne Featherstone, ministra de desenvolvimento que se encontrava responsável pelas "igualdades" até Setembro último, disse que a natalidade era uma "barreira" para o sucesso profissional das mulheres.

Ela disse ainda que as mulheres que dedicam o seu tempo a educar crianças sofrem um "revés" uma vez que isso dá oportunidade a "homens medíocres" de passar por cima destas mulheres na escada profissional.

Os seus comentários francos chegam numa altura em que o lider do seu partido - Nick Clegg - anunciou planos que permitiriam os homens e as mulheres partilharem a licença de parto. No entanto, ele foi forçado a colocar de parte planos mais radicais que visavam prolongar a licença de paternidade para seis semanas depois de enfrentar oposição dos Tories e das empresas.

Maria Miller, a nova ministra pela igualdade, anunciará em breve planos que visam disponibilizar verbas para as pessoas interessadas iniciar negócios em torno de infantários - parte dos esforços da coligação tendo em vista o voto feminino.

A sra Featherstone, de 60 anos . . . . acredita que as mulheres ainda não atingiram o mesmo status que os homens. Ela diz:

Uma das grandes barreiras que existem no caminho para a igualdade plena é o facto das mulheres continuarem a ter filhos. Ter filhos é um contratempo para as mulheres porque dá oportunidade aos homens de ascender mais depressa - quer seja no comércio, na política ou em qualquer outra actividade.

As mulheres têm que lutar por cada centímetro do caminho uma vez que não existe a mesma rede de oportunidades e para além disso existem as pausas na carreira , se a mulher escolhe ter filhos. Portanto, as mulheres não têm estado presentes quando outros aproveitaram as chances.

Fui mãe solteira com duas crianças e é realmente duro de gerir tudo isto. E se estás a gerir, tudo o que sentes é culpa - nós mulheres ainda não superamos as nossas questões.


A srª Featherstone disse que infantários melhores e menos custosos poderiam resolver esta questão, e para além disso há ainda a questão da igualdade nos salários. A proporção de todos os 100 directores FTSE 100 que são fêmeas é agora cerca de 16 porcento, 2,5 porcento mais no total dos últimos três anos.

Um grupo de MPs (Membros do Parlamento) do partido Tory está a dar início a uma investigação para saber o porquê de tão poucos directores executivos das maiores companhias serem mulheres. O inquérito "Executive Women in the Workplace", co-liderado pela Therese Coffey e Mary Macleod, recolherá evidências de companhias, investidores e firmas de recrutamento.

Fonte

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Será que a "Executive Women in the Workplace" recolherá evidências junto das mulheres que escolhem dedicar mais tempo aos filhos em vez de dedicar o seu tempo a uma carreira profissional? Será que eles levarão em conta a carga horária de trabalho de ambos os sexos? Será que eles considerarão os "intervalos na  carreira" levados a cabo por cada um dos sexos?

Claro que estas perguntas são meramente retóricas uma vez que estes "inquéritos" não visam apurar a verdade,  mas reforçar aquilo que eles, à priori, tomam como factual, isto é, que existe "discriminação" contra as mulheres nos locais de trabalho. A verdade dos factos, é que se houver discriminação, são as mulheres que se discriminam a elas mesmas ao voluntariamente escolherem passar menos tempo nos empregos, e mais tempo junto dos seus próprios filhos.

Para além disso, a noção de que a igualdade está a ser atrasada devido ao nascimento de crianças é absolutamente chocante. O que esta mulher está a dizer é que a mitológica igualdade é um "bem" tão nobre, tão elevado, e tão precioso, que a sobrevivência da espécie humana (procriação) tem que ser colocada em segundo plano.

Como já foi dito pelo autor de outro post, todas as ideologias que prejudicam a cooperação heterossexual são inimigas da raça humana. 

Uma ideologia que qualifica a próxima geração de humanos de "barreiras" é uma ideologia inimiga da humanidade.

Levando isto em conta, que tipo de atitude devemos ter em relação a ideologias que trabalham para o fim da espécie humana? Devemos respeitar essa mesma  ideologia, ou expô-la por aquilo que ela é, uma ideologia satânica, claramente construída para a desestabilização da ordem social?

ACTUALIZAÇÃO:

Testemunho de Lorelei Pugh
...
Cresci a pensar que não queria filhos mas queria uma carreira profissional porque "era a coisa certa de se fazer".

Fui para a faculdade (que, incidentalmente, havia começado como colégio onde as mulheres dav
am aulas desde os anos 1920, isto é, antes do movimento feminista) mas não me consegui firmar no que "queria ser". Devido a isso, tomei parte em várias aulas que me interessavam.

Trabalhei, estudei, andei com bandas punk, e diverti-me. Graduei-me e casei. Agora era a altura para dar início à minha carreira, certo? Não me sentia motivada mas mesmo assim tentei.


A minha carreira não estava a avançar e como tal, decidi engravidar e, Meu Deus!, adorei ser mãe. Trabalhei em regime de part-time para ajudar financeiramente o meu marido, mas o meu verdadeiro chamado, o meu verdadeiro amor, era ser mãe e dona de casa.


Estou tããããããão grata por ter tomado juízo a tempo e cada vez que olho para a minha filha (de 16 anos) nem quero acreditar que quase deixei esta vida de lado em favor duma desalmada carreira profissional!


Estão a mentir às meninas. Estão a negar às meninas o seu lugar natural na ordem da vida. O que eu mais desejo era ter mais recursos financeiros de modo a ter mais filhos.


Sempre fui um "corpo caseiro". Adoro ficar em casa a tratar de assuntos, certificar-me que todos estão bem de saúde, bem ajustados, bem alimentados, limpos e amados. Não há vergonha nenhuma nisso, vadias!


Fonte: http://alturl.com/ycpvg



terça-feira, 1 de maio de 2012

Recém casada: "Amo o meu marido mas estou com vontade de dormir com um roqueiro"

"Tal é o caminho da mulher adúltera: ela come, e limpa a sua boca, e diz:
Não cometi maldade." - Provérbios 30:20

Aparentemente existem acréscimos tácitos nos votos de casamento das mulheres modernas:

Casei-me recentemente e como tal deveria estar inundada de felicidade de recém-casada. No entanto, uma estrela de rock duma famosa banda de som alternativo quer ter um caso comigo.

Estou chocada e excitada, para dizer o mínimo. A minha consciência diz "Estás maluca?! Tu amas o teu marido e escolheste-o por algum motivo. Não estragues o que tens!"

No entanto oiço ao mesmo tempo uma voz que diz "Tu só tens uma vida, e existem milhares de mulheres que gostariam de ter a atenção deste homem."

Para todas as pessoas que teimam em negar a existência da hipergamia feminina, eis aí um exemplo clássico. Ela é recém-casada mas apenas e só por pensar que milhares de mulheres estão interessadas no homem que está interessada nela, ela está genuinamente a considerar ir avante com o adultério.

O dado que é realmente estranho com a hipergamia é que provavelmente ela nem tem um interesse genuíno na estrela de rock mas sim um forte interesse em partilhar com as amigas que uma estrela duma banda de música alternativa quer ter relações sexuais com ela.

Sem dúvida que o marido tem que se ver livre desta mulher mal fique a saber da história - e invariavelmente ele ficará a saber da mesma visto que isto não é algo que ela consiga manter para si, especialmente se ela contar a mulheres ("amigas") sempre desejosas de ver os relacionamentos das companheiras falhar - uma vez que, se ela está inclinada a "pular a cerca" tão cedo no casamento, é só uma questão de tempo até que ela o faça (se é que já não o fez).

Por alguma razão os últimos 1500/2000 anos da civilização ocidental - a mais bem sucedida civilização da história da humanidade - têm sido marcados por regras e limites à sexualidade humana, especialmente à sexualidade feminina.

Teste de paternidade, sempre.

Fonte


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