Mostrar mensagens com a etiqueta Paganismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Paganismo. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

O regresso da sexualidade pagã

By Eric Metaxas

Os progressistas sexuais alegam que estão a dar início a um "admirável mundo novo" repleto de liberdade, mas a sua "nova" moralidade é tão antiga como as montanhas.

Quantas vezes já ouviram os progressistas sexuais alegarem que aqueles de nós que defendem a moralidade sexual e o casamento tradicionais estão "do lado errado da história"? Mas como ressalva um livro recente, são os proponentes da revolução sexual que estão a abraçar uma moralidade sexual que a história deixou para trás há milénios - nas ruínas do Fórum Romano.

Sim, a civilização Ocidental está a atravessar por uma mudança cultural dramática; no espaço de alguns anos, a nossa sociedade mudou de forma fundamental o entendimento do casamento, abraçou a noção de que os homens podem-se transformar em mulheres, e está agora a promover a ideia de que homens adultos podem-se sentir à vontade para partilhar instalações sanitárias com jovens mulheres. Sem surpresa alguma, estamos também a observar esforços rumo à normalização da poligamia, pedofilia e incesto.

É precisamente em tempos como estes que temos que ter algum tipo de perspectiva histórica. E é precisamente por isso que o livro do pastor Luterano Matthew Rueger com o título de “Sexual Morality in a Christless World,” é cronologicamente apropriado. Nele, Rueger mostra como a moralidade sexual Cristã agitou o mundo pagão da Roma antiga. As noções do amor compassivo, da castidade sexual, e da fidelidade marital eram estranhos, e até chocantes para o povo dessa altura.

Citando estudiosos actuais, Rueger detalha a visão sexual do mundo Romano que durou centenas de anos. As mulheres e as crianças eram vistas como objectos sexuais; os escravos - homens e mulheres - poderiam esperar serem abusados sexualmente; a prostituição estava amplamente difundida; e o homossexualismo predatório era comum. A moralidade sexual Cristã [que limita a actividade sexual para o casamento entre um homem e uma mulher com idade para gerar filhos e filhas, cuidar do lar e ensinar os mandamentos Bíblicos à descendência] pode ter sido vista como repressiva para os licenciosos mas ela era um dom de Deus para as vítimas.

Rueger escreve que:

As alegações actuais de progressismo e avanços por via da aceitação de "visões sexuais dominantes em torno da sexualidade e do casamento [sic] homossexual" estão totalmente desinformadas.... A visão contemporânea em torno da sexualidade nada mais é que um renascimento duma visão do mundo antiga e muito menos compassiva.   

Mas ela é também o renascimento duma visão antiga e mais pobre do homem. Imaginem a reacção duma escrava pagã Romana que aprendia pela primeira vez que ela tinha valor - e não valor monetário como um bem para ser usado e descartado pelo dono - mas valor eterno visto que ela havia sido criada à Imagem de Deus.

Ou imaginem a dor de consciência sentida por um marido Romano infiel mal ele viesse a saber que Deus havia incarnado, tomado a forma dUm Homem, e que a maneira como ele cuidava do seu próprio corpo e do corpo dos outros era importante para Deus. Sem dúvida, que isto havia de ser importante.

Não podemos desviar o olhar e ignorar este renascimento profano da sexualidade pagã e da sua visão humilhante do ser humano. Mas também não podemos agitar as mãos temerosamente, ou desistir derrotados. Tal como Rueger salienta, Cristo e a Sua Igreja transformaram de maneira radical uma sexualidade mais cruel e mais caótica que a nossa.

Olhem para os crentes antigos que vieram antes de nós: Em vez de sucumbirem ou se acomodarem ao espírito da época, os novos convertidos da Igreja primitiva vieram a entender, tal como escreve Rueger, que "a moralidade Cristã fundamentava-se na pureza abrangente de Cristo e no amor auto-esvaziante... Os Cristãos já não poderiam viver como os Gregos ou como os Romanos. A sua visão do mundo e a visão que eles tinham deles mesmos eram totalmente distintas. Eles agora eram um com Cristo, de coração e alma."

Agora, escrever Rueger, a sua natureza distinta "não os irá poupar do sofrimento, mas sim convidar o sofrimento". É totalmente claro que o mesmo se aplica a nós nos dias de hoje. Será que iremos dobrar os nossos joelhos a esta renascida sexualidade pagã, ou será que iremos disponibilizar a liberdade e o plano de Deus para a sexualidade humana para um mundo que desesperadamente necessita dele?

Fonte: http://bit.ly/2seiaBU

* * * * * * *

Claro que o renascimento desta moralidade sexual pagã não é algo "orgânico" ou consequência natural dos eventos, mas sim acto consciente e planeado levado a cabo pela elite como forma de desorganizar e fragilizar as nações ocidentais. Depois de fragilizadas, e totalmente submissas (devido à sua aderência a escolhas sexuais inferiores e auto-destrutivas), a elite poderá "reinar" sobre elas como bem entender, sem se preocupar numa revolta popular por parte de quem se encontra focado no número de parceiros e parceiras sexuais é que já teve e pode vir a ter.

Por incrível que pareça, os limites que a civilização Cristã colocou no comportamento sexual (colocando de lado a sexualidade pagã), resultaram em liberdade, enquanto que os comportamentos sexuais que a civilização pós-Cristã está a promover sob a bandeira da "liberdade sexual", irão ter como consequência a perda da liberdade.
Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. - João 8:34-36





sábado, 24 de setembro de 2016

O paganismo da elite mundial

Ai dos Estados Unidos cuja elite está cheia de adoradores de Satanás e de servos conscientes do mal. Eles admitem ser controlados por Satanás, o deus deste mundo (2 Cor 4:4), e ele controla-os através do oculto (isto, organizações "ocultas").

O Senhor Jesus disse "nada fiz em segredo" (João 18:20) porque Ele nada tinha a esconder. Porque é que existe um tal secretismo em relação aos líderes da nação? O que é que eles escondem? Porque é que eles não querem que saiba a quem eles servem?

O grupo "Skull and Bones" é demoníaco, tal como o é a maçonaria. Quase 2,000 de oficiais governamentais, magnatas empresariais, e outros ilustres - homens com poder para moldar o futuro - reúnem-se todos os meses de Julho numa floresta de sequóias 65 milhas a norte de São Francisco. O encontro inclui um ritual sombrio que exibe a queima druida duma efígie, cânticos feitos por parte dum coral vestido com robes, bebida desenfreada e promiscuidade.

O bizarro ritual pagão do "Bohemian Grove" - a cerimónia "Cremation of Care" - é practicado por todos os seus membros (todos homens), incluindo ambos os presidentes Bush, Bill Clinton, Ronald Reagan, Alan Greenspan, Richard M. Nixon, Jimmy Carter, Walter Cronkite, Colin Powell, e Henry Kissinger, só para nomear alguns. O encontro decorre todos os meses de Julho e crê-se que Obama e John McCain tenham visitado o "Bohemian Grove" em Julho de 2008.

A divindade Cananéia Moloque era adorada na Grécia, na Babilónia e mais tarde na Europa [ed: isto demonstra o ridículo de alguns neo-pagãos anti-Cristãos que acusam o Cristianismo de ser uma religião "não-europeia", ao mesmo tempo que adoram deuses oriundos do Médio Oriente].

Moloque é normalmente simbolizado como um touro, ou como uma coruja, ou como algum outro tipo de criatura com chifres, e normalmente crianças são sacrificadas em sua honra.

Esta religião é a precursora de todos os cultos da morte.

Qual é o propósito disto tudo - isto é, de realizar uma congregação e levar a cabo rituais Cananeus imitando sacrifícios humanos? Nada mais é que uma forma de unir a elite em torno dum propósito comum.

A elite mundial tem uma religião comum, mas em público eles promovem a "pluralidade religiosa" e a "tolerância".

Nesta cerimónia, uma coruja com 40 pés é adorada, e uma figura com aparência humana é sacrificada na efígie. O oculto [isto é, o paganismo] sempre esteve associado à idolatria e ao Satanismo. David Rockefeller também faz parte deste grupo Satânico, e o próprio Arnold Schwarzenegger já tomou parte nele.

Acredita-se que o "Bohemian Grove" seja uma ramificação do "Skull and Bones" da Nacional Socialista.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2d1FVqc



* * * * * * *

Como geralmente acontece neste tipo de notícias, os intelectualmente preguiçosos irão rejeitar tudo o que foi dito usando a tradicional falácia genética (baseando-se em Alex Jones para isso). Mas quem realmente busca a verdade das coisas, irá ver que há algo de estranho em relação a isto, posição que é solidificada se levarmos em conta a forma como membros da elite Americana reagem quando são questionados em relação ao Bohemian Grove.

O que isto parece significar é que a promoção do "secularismo" e dos movimentos anti-Cristãos no ocidente não são feitos como etapa para o estabelecimento duma cultura sem religião, mas sim com  o propósito de estabelecer uma religião [pagã] subserviente aos interesses da elite.

Como sempre, o Cristianismo é a única força ideológica que se encontra em oposição aos interesses da elite globalista-maçonica-pagã.



sexta-feira, 18 de julho de 2014

A perturbadora ligação entre o ocultismo e o feminismo

Antes de começar, quero partilhar convosco uma experiência de vida de um amigo meu que estava numa "relação" com uma mulher do Leste da Europa que brincava com o ocultismo. Para condensar a saga, esta rapariga era a típica rapariga "tradicional", "feminina" que cozinhava para ele, e que lhe dava intimidade sexual sempre que ele assim quisesse (...). Tudo pareceu perfeito entre os dois durante mais ou menos seis meses, mas durante esse período ele não sabia que ela era secretamente uma "bruxa" que estava a enviar-lhe feitiços de "amor" como forma de o "amarrar" a ela. Succubus, bruxa, e “namorada” - tudo numa pessoa só. Mais tarde, ele descobriu que ele tinha mais do que ele pensava que tinha.

Gradualmente, à medida que a relação progredia e a paixão ia acabando, as coisas passaram a ser previsíveis e aborrecidas. As suas exigências subtis e caprichosas rapidamente se tornaram dominantes, o que o levou a querer acabar imediatamente com a relação. Isto trouxe ao de cima o pior dela e ele passou a atravessar por momentos de stress. Ele partilhou comigo como ele, antes de a expulsar de casa, descobriu que ela estava a juntar preservativos usados (contendo esperma seco), cabelo e fotografias dele para as suas experiências ocultistas para o "amarrar". Isto para não falar da forma como ela tentou enfeitiçar a comida dele como forma de completar o "amarro" sobre ele.

As coisas pioraram, e ela começou a persegui-lo por onde ele andava (depois dele a expulsar de casa), e depois começou a intimidá-lo psicologicamente; quando tudo isto falhou, ela tentou destruir a sua reputação social e profissional. Ele era suficientemente forte para resistir aos ataques dela, mas a sua relação foi uma inspiração suficientemente constrangedora para se aprender mais sobre o ocultismo, e descobrir a ideologia comum que ele partilha com o feminismo.

Uma vez que os leitores podem não acreditar no paranormal, o ponto que se pode deduzir da história, que será principalmente focada mais em baixo, é a surpreendente ligação entre o feminismo e o ocultismo.

A primeira revolta conta o patriarcado

Ao contrário do Judaísmo, do Cristianismo e do islão. a glorificação da forma feminina, começando com Lilith, a suposta primeira esposa de Adão (que o desobedeceu e é  considerada a primeira "feminista"), é parte integral do ocultismo. Segundo a crença ocultista, Lilith foi a primeira esposa de Adão, o arquétipo duma feminista com quem os homens se casam, mas divorciam-se depois. Ela frequentemente discutia com Adão e recusava-se a deitar sob ele durante a copulação afirmando que eles eram "iguais". (Um texto com a "História de Lilith" pode ser lido aqui.) A sua recusa em se submeter a Adão é vista como a primeira revolta contra o patriarcado.

O ocultismo e o feminismo no mundo actual

O feminismo tem as suas raízes no ocultismo e na bruxaria, um ponto muito bem confirmado por Mitch Horowitz, autor de “Occult America” .


A sociedade moderna, progressista e feminista, tornou-se, em muitas formas, numa sociedade energizada pelo ocultismo. Referências à "Deusa" ou ao "Feminino Divino" (conceito comum à bruxaria, ao feminismo, e ao esquerdismo), começando com a ascenção do "Movimento da Deusa" nos países Anglófonos e coincidindo com a segunda vaga do feminismo dos anos 70, tornou-se prevalecente nos dias actuais - produto consequente de cinco décadas de feminismo e da espiritualidade a ela associada (ocultismo). Actualmente, somos bombardeados em todos os lugares com simbologia ocultista através dos média. Façam uma busca por "simbolismo ocultista" e vejam os resultados por vocês mesmos.

A cultura beta (pílula azul), que tipicamente romantiza o conceito do amor sentimentalizado e ideal, tem as suas raízes no ocultismo, tal como visto no aumento recente do consumo de filmes românticos nas sociedades modernas (especialmente nas gerações mais jovens). A maior parte das mulheres envolvidas no ocultismo - tanto do presente como do passado - têm (e tiveram) uma crença na superioridade psicológica das mulheres quando comparadas com os homens. Semelhantemente, mascarando-se de um movimento em torno dos direitos das mulheres, o feminismo- como ardil cruel - diz às mulheres que os seus intintos naturais e biológicos foram "socialmente construídos" para as oprimir.

A engenharia social do feminismo, feita com o propósito de destruir a identidade sexual, invertendo os papéis sexuais, é na verdade um movimento feito para que as mulheres secretamente promovam ódio aos homens, bem como sirvam indirectamente de força motora para o ocultismo (ou pelos para os seus conceitos) visto que ambos partilham uma ideologia comum.

A missão do feminismo de dar às mulheres, por mais inútil e indigna que ela seja, o poder de liderar o homem como um cavalo ou um boi amordaçado, para onde quer que ela queira, quando ela quiser, e da forma que ela assim quiser, é semelhante à bruxa que supostamente "controla" o homem de modo a que ele faça o que ela quer, através da manipulação "mágica".

Será coincidência que a revogação do "Witchcraft Act" no ano de 1951, no Reino Unido, associado ao renascimento do ocultismo/bruxaria, coincidiu com a ascensão do feminismo? Para ilustrar ainda mais este ponto, eis aqui um excerto dum artigo que foi publicado há alguns anos atrás (o artigo completo pode ser lido aqui):
Porque é que a feitiçaria se apoderou de tal forma da nossa sociedade baseada no Cristianismo? Certamente, que há vários factores. Muitas bruxas são feministas fervorosas. Este é provavelmente o factor que mais contribuiu para o rápido crescimento do movimento. Seguido de modo fiel os antigos rituais, a religião Wiccana é dominada por mulheres - a sacerdotisa lidera as cerimónias ritualistas. A deusa da fertilidade recebe sempre a adoração inicial. A religião Wicca está feita à medida para as mulheres que queiram exercer poder e autoridade sobre os homens. O Cristianismo genuíno é solidamente patriarcal e este facto afasta a filosofia feminista. As feministas que não foram bem sucedidas em alterar os ensinamentos Cristãos de modo a que estes estejam ao seu gosto, abraçaram a religião Wicca.
Outro artigo publicado no ano passado mostra como a bruxaria e o ocultismo estão, na verdade, a crescer mais rapidamente que qualquer outra religião na Anglosfera. Levando em conta estas tendências (do renascimento da bruxaria no Ocidente) a Anglosfera parece que estará mais ou menos paganizada de um modo significativo mais para o final do século, especialmente se levarmos em conta que as mulheres criadas pelo feminismo estão cada vez mais a escolher o caminho "espiritual".

A bruxaria pelo mundo

Em 2011, e depois de legalmente "registar" a sua primeira bruxa, a Roménia - terra de Drácula - tornou-se no primeiro país a legalizar (e taxar) a bruxaria como uma profissão; levando em conta as tendências, mais cedo ou mais tarde o mesmo irá acontecer no Ocidente.

Na Rússia e em outras partes da Europa Eslava (com uma longa e embutida história de bruxaria), as crenças ocultistas ainda estão bem prevalecentes. Muitas mulheres modernas e com formação académica ainda practicam secretamente a feitiçaria (normalmente "magia do amor") - se não practicam, pelo menos acreditam nela.

Num artigo publicado pela WHO ficou-se a saber que há mais bruxas e feiticeiros na Rússia do que médicos; podem ler mais sobre a viagem dum visitante ao coração do ocultismo na Rússia moderna; eis aqui outro artigo centrado no renascimento ocultismo na Rússia moderna; e eis aqui outro artigo interessante sobre as raízes ocultistas da Revolução Russa. No entanto, a Rússia parece estar actualmente a tomar medidas proactivas para acabar com a feitiçaria, ao mesmo tempo que promove um regresso ao Cristianismo Ortodoxo e aos valores patriarcais.

Outras partes da Europa foram alvo dum aumento recente das prácticas ocultistas, possivelmente consequência da glorificação ocultista que é feita nos média, e essas tendências também são observadas na Ásia e no Médio Oriente. Nas sociedade matriarcais Africanas, a feitiçaria vem sendo practicada desde tempos antigos. A África enfrenta o mesmo problema que a Rússia visto que tem mais curandeiros do que médicos de verdade. Muitas mulheres ainda usam "feitiços de amor" e "poções" para "amarrar" e controlar os seus homens, e muitas mais dependem de curandeiros para se curarem fisicamente.

O que é que o futuro nos reserva?

A clara ligação é aquela que existe entre o feminismo e o ocultismo em sítios onde ambos estão em crescimento. É dito com frequência que a ignorância é uma bênção, mas o conhecimento é poder. É o poder deste conhecimento e a realização da ligação entre o feminismo e o mundo do ocultismo que deve armar os homens de modo a que eles fiquem longe de mulheres que simpatizam com crenças ocultistas. Tal como descobriu o meu amigo, os riscos não compensam.




sábado, 31 de agosto de 2013

"Mas, a Liderança não é feminina. Líderes Efeminados não governam bem"

Recentemente fui questionado se seria correto dizer que, na história do mundo, dinastias e civilizações inteiras de fato naufragaram na rocha da homossexualidade. Minha resposta foi que não deveríamos pôr as coisas desse modo. Claro, eu creio que a prática homossexual é imoral e proibida pela Lei de Deus. 

Todavia, em Romanos 1.21 – 32, Paulo põe dessa forma: deixaram de servir a Deus para servirem à criatura. Como uma consequência, Deus entregou-lhes às paixões impuras. Homossexualidade é julgamento de Deus sobre uma sociedade que abandonou a Deus e adora a criatura em vez do Criador. A apostasia espiritual é a rocha na qual as culturas, incluindo a nossa, foi fundada, e a homossexualidade é o julgamento de Deus sobre tal apostasia. 

Esta é a razão porque a homossexualidade era uma prática comum entre as antigas culturas pagãs; na verdade, é uma prática comum entre a maioria das culturas pagãs, incluindo a nossa crescente cultura neo-pagã. Em resumo, a ideia de que a tolerância da homossexualidade é um mal que conduzirá ao julgamento de Deus não é bíblica, pois coloca o carro na frente dos bois. É exatamente o contrário! A prevalência da homossexualidade em uma cultura é um sinal seguro de que Deus já tem executado ou está executando sua ira sobre a sociedade por sua apostasia. 

A causa deste julgamento não é a prática imoral da homossexualidade (apesar dos atos imorais homossexuais); mas sim, sua apostasia espiritual. A prevalência da homossexualidade é o efeito, não a causa da ira de Deus visitando aquela sociedade. E em uma sociedade cristã (ou talvez devesse dizer “pós-cristã”), isso significa, inevitavelmente, que a prevalência da homossexualidade na sociedade é julgamento de Deus sobre a igreja por sua apostasia, sua infidelidade para com Deus, porque o julgamento de Deus começa com a Casa de Deus (1Pe 4.17).

Esta, decerto, não é uma mensagem popular aos cristãos. É fácil levantar o dedo para os pecados e imoralidades grosseiros, mas a igreja está muito menos disposta a considerar seu papel nos males sociais que maculam nossa era. A apostasia espiritual que nos levou à presente condição começou na igreja, e grande parte do fracasso da sociedade moderna, que os cristãos corretamente lamentam pode, em alguma medida, ser atribuída a esta apostasia da igreja como a causa fundamental. E mesmo agora a igreja recusa-se a assumir sua responsabilidade para preservar a sociedade deste mal tão sério, tendo abdicado de seu papel profético como porta-voz de Deus para a Nação.

Claro, isto não quer dizer que não deveríamos desafiar o lobby gay e não trabalharmos para estabelecer uma moralidade bíblica em nossa sociedade. Nós devemos. Mas, também devemos escolher as prioridades corretas; e eu temo que a igreja tenha um diagnóstico equivocado destes problemas e tenha escolhido errado as suas prioridades. A Igreja sofre com o flagelo homossexual, tanto quando, e talvez mais, do que qualquer outro setor da sociedade (com exceção da mídia e do mundo do entretenimento). 

Para maior parte deste século, a igreja tem procurado um deus feminino para substituir o Deus da Bíblia. Nós tivemos ministros que ensinaram, agiram e pregaram como mulheres há muitos anos. O Ministério Pastoral de nossa geração é, no geral, caracterizado pela feminilização. O crescente número de homossexuais no ministério é, penso, simultaneamente uma causa e efeito relacionados a isto e, ao mesmo tempo, uma manifestação do julgamento de Deus sobre a igreja. 

Muitas vezes, é claro, o julgamento funciona numa relação de causa e efeito, porque toda criação é obra de Deus; portanto, ela funcionada de acordo com Seu plano e vontade. A igreja tem se tornado completamente efeminada por causa de um clero efeminado. O Ministério hoje é dirigido primariamente por mulheres, e ministros têm começado a pensar e agir como mulheres, porque o Cristianismo tem se tornado naquilo que é chamado de “religião salva-vidas” – mulheres e crianças primeiros. E o mundo vê isso bem adequadamente.

Por exemplo, foi-me dito em mais de uma ocasião por pastores e presbíteros que, quando eles visitam os membros de suas igrejas, se porventura o homem da casa vem recebê-los à porta, frequentemente a primeira coisa que este homem diz é: vou buscar a esposa. Pastores e Presbíteros estão ali para mimar as mulheres e as crianças; ou então, como pensa o mundo, isto é simplesmente porque o ministério na igreja é frequentemente dirigido principalmente às mulheres e crianças, e não aos homens. Tenho observado o mesmo tipo de coisa em reuniões das igrejas. Se alguém levanta uma questão doutrinária ou mesmo assuntos sérios sobre a missão da igreja, o interesse é quase nulo. 

No entanto, frequentemente tem havido, e continua havendo, enormes problemas doutrinários e problemas relacionados ao entendimento da igreja de sua missão no mundo, incomodando essas igrejas; apesar disso, estas igrejas nem mesmo consideraram que isso merece discussões nas reuniões de liderança da igreja. Os líderes da Igreja falarão de maneira interminável sobre “relacionamentos” e afins, mas evitarão questões doutrinárias [como evitam] a praga porque estes assuntos são considerados causas de divisão e que dificultam os “relacionamentos”.
 
Agora, no fundo eu creio que isto é um sério problema criado pela feminização da liderança da igreja. A agenda da liderança, que é uma agenda masculina, foi substituída por uma agenda feminina, que é um desastre para liderança. A igreja tem abandonado o Deus das Escrituras pelo conforto de uma divindade do tipo feminino que não requer líderes eclesiásticos que exponham doutrinas bíblicas ou ajam com convicção de acordo coma Palavra de Deus (ambos são percebidos, muitas vezes com razão, como causador de divisão – Mt 10. 34ss); mas, em vez disso, exige líderes simplesmente para mãe de suas congregações de uma forma feminina. Isso, naturalmente, produz ministros efeminados e uma igreja efeminada. 

Mas, isto não é simplesmente uma causa e efeito impessoal relacionadas. Deus age através de causas secundárias em sua Criação para executar sua vontade. Um ministério efeminado e uma igreja efeminada são a resposta de Deus para a determinação de a igreja substituir o Deus da Escritura por um deus do sexo feminino; e esta cruzada contra o Deus da Bíblia tem sido em sua própria maneira, uma característica do evangelicalismo, como abertamente tem sido a característica do liberalismo que os evangélicos dizem abominar, mas ainda assim, estão dispostos a imitar.

Este não é um problema apenas agora na igreja, mas porque está na igreja, a sociedade em geral é agora feminizada e efeminada. Somos governados por mulheres e homens que pensam e agem como mulheres. Mas, as mulheres não fazem bons governos em geral. Em Margaret Thatcher tivemos uma situação inversa: uma mulher que pensava mais como um homem deve pensar, mas a exceção não anula a regra. Eu não estou discutindo um ponto político aqui, nem endossando qualquer posição [política]; até porque eu acredito que isto tudo é parte da situação em julgamento. 

O mundo está de cabeça para baixo, porque os homens viraram de cabeça para baixo por sua rebelião contra Deus. Jean-Marc Berthoud frisou bem este ponto em seu artigo “Humanism: Trust in Man – Ruin of the Nations”, o qual eu recomendo em relação a este tópico. Agora somos governados por mulheres e crianças (Is 3.4, 12)

Mas, a Liderança não é feminina. Líderes Efeminados não governam bem, seja o Estado, seja a Igreja. É vital que a Justiça seja temperada com Misericórdia. Mas alguém não pode temperar a Misericórdia com a Justiça. Quando a misericórdia é colocada antes da justiça, as sociedades sofrem colapsos nas situações idiotas que temos hoje, onde os criminosos são libertos e as pessoas inocentes são condenadas. 

Por exemplo, as punições infligidas aos motoristas por inadvertidamente dirigirem um pouco acima do limite da velocidade hoje, mesmo onde não há perigo envolvido, são muitas vezes mais graves do que os castigos infligidos aos ladrões. E hoje um pai pode ser punido por bater em um filho travesso – mesmo que tal castigo seja realizado num ambiente de amor e disciplina e não haja perigo para criança – mas ainda assim, alguém pode, com impunidade, assassinar os filhos ainda não nascidos. O Estado ainda paga por esses abortos, fornecendo-lhes o Sistema Único de Saúde.

Creio que isto é o resultado final da feminização de nossa cultura. Pensa-se, frequentemente, que a liderança feminina é mais compassiva, mais carinhosa. Isto é um mito que a ideologia feminista tem trabalhado nas percepções populares da realidade em nossa cultura. Pelo contrário, a cultura feminista é uma cultura violenta, uma cultura que produz o aborto e ao mesmo tempo exige que se extinga as coisas tipicamente masculinas. 

Uma situação mais perversa é difícil de se imaginar. Em última análise, o feminismo é, na prática, inerentemente violento, intrinsecamente instável, intrinsecamente perverso, inerentemente injusto, porque ele é todas essas coisas em princípio, a saber, a rejeição da ordem criada por Deus; e as consequências de um compromisso religioso sempre se desenvolverão na prática. O Feminismo está, agora, desenvolvendo as consequências práticas de sua visão religiosa da sociedade (e isto é sua religião).

As igrejas têm falhado em ver isso. Elas têm abraçado o feminismo vigorosamente, e como consequência, se tornaram uma importante avenida pela qual o Feminismo tem sido capaz de influenciar nossa cultura. O clero estava envolvido na feminização da fé e da igreja bem antes do Movimento Feminista tivesse se tornado consciente na percepção popular. E a feminização de nossa cultura é um dos principais motivos para sua anarquia e violência. 

Por exemplo, o resultado da feminização da sociedade tem sido a de que os homens perderam o seu papel em muitos aspectos. O feminismo tem definido homens em nada mais do que briguentos ou efeminados. Na perspectiva feminista, estas são as duas alternativas para os Homens, embora isso não possa ser entendido por muitas feministas; talvez normalmente não seja, porque o Feminismo é ingênuo e não opera com base na razão, mas na emoção; e estas coisas trazem-nos novamente ao problema da liderança e governos femininos. Emoções não lideram ou governam bem. Para as Feministas, os homens são governantes incapazes; as mulheres devem governar.

Agora nós temos o governo de mulheres e homens efeminados. O efeito de colocar as virtudes femininas no lugar das virtudes masculinas, e as virtudes masculinas no lugar das virtudes femininas tem sido a de subverter a ordem criada. Como resultado, a justiça é desprezada e a misericórdia é transformada e colocada em seu lugar. 

A Liderança é masculina, mas é preciso temperá-la com as virtudes feministas. Quando as virtudes feministas estão na liderança, as virtudes masculinas não podem funcionar; a masculinidade é feita desnecessária. Isto é um dos problemas mais sérios da nossa sociedade. O Feminismo tornou a liderança masculina na igreja e da nação obseleta e, agora, estamos colhendo as consequências espirituais e sociais disto. A Justiça é uma vítima! A misericórdia cessa de ser misericórdia e torna-se indulgência dos piores vícios. 

Violência, anarquia, desordem e uma sociedade disfuncional são o legado da Feminização de nossa Sociedade, porque neste sentido, nem as virtudes masculinas, nem as femininas podem desempenhar apropriadamente seu papel. O mundo é posto de ponta cabeça. Até mesmo as igrejas “crentes na Bíblia” são anestesiadas na sua apostasia em relação a este e muitos outros assuntos em nossa sociedade. Temos uma igreja efeminada, e uma sociedade efeminada e, portanto, a resposta de Deus tem sido um ministério cada vez mais homossexual e uma crescente sociedade homossexual. Este é o justo julgamento de Deus sobre nossa apostasia espiritual.

A resposta é o arrependimento, voltar-se para Deus e abandonar nosso caminho de rebelião contra a ordem divina da Criação. A igreja deve começar isto. O julgamento começa com a igreja (1Pe 4.17) e o arrependimento também. Eu não creio que resolveremos o problema homossexual até reconhecermos sua causa. É o julgamento de Deus sobre a apostasia da Nação. Liderando o caminho para esta apostasia estava a igreja.

O que tenho dito acima não significa minimizar a seriedade do problema homossexual, nem sua imoralidade. Mas devemos reconhecer isto como uma manifestação do julgamento de Deus, como Paulo tão claramente ensina em Romanos, capítulo um. A resposta está em combater as causas, enquanto não deixamos de fazer as outras coisas. 

O que eu disse aqui não significa promover uma diminuição da oposição cristã aos direitos homossexuais por qualquer meio; mas significa encorajar a uma maior leitura do problema, porque é nesta vasta leitura do problema que detectamos a causa e esperamos a solução para o problema.

Além disso, este assunto não um assunto isolado. É parte inseparável da re-paganização de nossa sociedade, uma tendência de que a igreja, em grande medida, não apenas tem tolerado, mas por vezes, estimulado, por sua percepção míope de fé e sua negação prática de sua relevância para toda a vida do homem, incluindo seus relacionamentos e responsabilidades. 

Enquanto a crítica é necessária e vital na tarefa profética da igreja de levar a Palavra de Deus para influenciar nossa sociedade, ela não é o bastante. Em vez disso, a igreja também deve jogar fora o seu próprio consentimento na prática do humanismo secular e praticar o pacto da vida da comunidade redimida no momento que ela tenha qualquer efeito sobre nossa cultura. 

Portanto, o julgamento continuará ininterruptamente até a igreja mais uma vez começar a viver para fora, bem como falando a palavra de vida para sociedade em sua volta. Somente então quando ela começar a manifestar o reino de Deus; e apenas quando a igreja começar a manifestar o reino de Deus novamente, nossa sociedade começará a ser liberta do julgamento de Deus.

...



quinta-feira, 11 de julho de 2013

Sai o Cristianismo, volta o paganismo


"Nem te deitarás com um animal, para te contaminares com ele; nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; confusão é."
Levítico 18:23

Os bordéis de bestialismo estão-se a propagar por toda a Alemanha de uma forma mais rápida do que o "normal" muito graças à lei que tornou a pornografia animal ilegal mas o sexo com animais legal. Quem o diz é uma responsável pela protecção de gado. Madeleine Martin disse ao Frankfurter Rundschau que as leis actuais não protegem os animais dos zoófilos predadores que, de modo incremental, estão a tornar o bestialismo numa "escolha de vida" ou num "estilo de vida".

Ela ressalvou um caso onde um agricultor da região Gross-Geraudo - sudoeste da Alemanha - reparou que um rebanho de ovelhas outrora amigável estava a começar a evitar o contacto com os seres humanos. Como forma de apurar as causas, o agricultor instalou um sistema de CCTV (vídeo vigilância) nas vigas do seu celeiro só para observar múltiplos homens a entrar pela calada da noite, e a abusar sexualmente do seu rebanho.

Madeleine Martin disse ao jornal que "existem bordéis de animais na Alemanha", acrescentando que as pessoas estão a relativizar o assunto qualificando isso de "escolha de vida". Munida com uma gama de vários casos semelhantes. a senhora Martin apela agora ao governo para banir de forma categórica o bestialismo do país.

Devido a um aumento acentuado de incidentes envolvendo sexo com animais, e ao aumento de sites a promover essa aberração sexual, em Novembro do ano passado as autoridades alemãs afirmaram que estavam a planear reinstalar uma lei antiga que proibia o contacto sexual com animais. O parlamento começou a debater as alterações ao Animal Protection Code, e o comité agrícola da Bundestag comprometendo-se a instalar multas até aos £20,000 para a primeira ofensa.

O bestialismo deixou de ser um crime nos livros legais em 1969 mas nos anos recentes o número de pessoas que se crê estarem envolvidas em tais actos aumentou de um modo significativo. Existem até os "zoológicos eróticos" onde as pessoas podem visitar e abusar animais que vão desde lamas a cabras.

Hans-Michael Goldmann, presidente do comité agrícola, disse que o governo tinha como propósito proibir o uso de animais "para actos sexuais individuais e ilegalizar as pessoas que agiam como "proxenetas" [= "cafetão", "chulo"] destas criaturas como forma de outras abusarem delas.'

O grupo zoófilo alemão com o nome de ZETA anunciou que montará uma ofensiva legal se por acaso o bestialiismo se tornar ilegal. Michael Kiok, presidente da ZETA, afirmou:

Meros conceitos morais não têm lugar no nosso sistema legal.

Quando a lei banindo o sexo com os animais foi ela mesma banida, a "Animal Protection Law" foi introduzida mas ela falhou ao não incluir uma proibição específica à zoófilia. Os termos "bestialismo" e "zoofilia" são os nomes formais usados pelo acto sexual entre humanos e animais.

Fonte

* * * * * * *
Com a "imprevisibilidade" dum relógio parado, todos os comportamentos sexuais que Deus condenou há mais de 3,500 anos atrás fazem agora o seu regresso à medida que o Cristianismo vai perdendo o lugar no Europa. 

O surpreendente destes incidentes não é o facto do paganismo ocupar o vazio deixado pelo Cristianismo, mas sim a existência de pessoas que realmente acreditam que é possível manter a estrutura moral e a ética sexual provenientes do Cristianismo sem apelo ao mesmo Cristianismo. 

Porque é que o sexo se deve restringir aos seres humanos? Se Deus não existe, qual é o mal em ter relações sexuais com um animal? Se somos todos o resultado dum processo evolutivo sem o ser humano em mente, então o sexo entre humanos e animais é perfeitamente aceitável.

O zoófilo Michael Kiok afirma que conceitos morais não têm lugar na legislação dum país; será que isso inclui o conceito moral que normaliza o bestialismo ou só os conceitos morais que são contra o bestialismo? Note-se pelas suas próprias palavras que Kiok está perfeitamente ciente que o seu "estilo de vida" alternativo nunca poderá avançar enquanto existir um código moral (Cristianismo) que condena o bestialismo. Devido a isso, é de extrema urgência para ele (e para todas as pessoas com estilos de vida "alternativos") reduzir a influência do Cristianismo.

Os idiotas úteis que alegremente lutaram para a "laicização do Estado" (que na boca dum esquerdista significa a remoção total de qualquer influência Cristã da cultura)  descobrirão mais tarde que a sua luta foi contra o seu próprio estilo de vida - e não contra algo estrangeiro à sua vivência diária.

"Com nenhuma destas coisas vos contamineis; porque em todas estas coisas se contaminaram as gentes que eu lanço fora de diante da vossa face. Pelo que, a terra está contaminada; e eu visitarei sobre ela a sua iniquidade, e a terra vomitará os seus moradores."
Levítico 18: 24-25.



segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Peru encontra esqueletos de 12 crianças sacrificadas há 800 anos

Arqueólogos peruanos encontraram os restos mortais de 12 crianças e 20 camelídeos que foram sacrificados há 800 anos na costa norte do Peru. As crianças eram da civilização Chimú, que como os incas, praticava sacrifícios humanos. A escavação é no povoado de Huanchaquito, cerca de 500 km ao norte da capital Lima.

De acordo com declarações do chefe da escavação à agência Andina, os Chimús sacrificavam crianças quando um imperador estava prestes a morrer ou a nascer. Outra teoria do arqueólogo Gabriel Prieto é que o sacrifício tenha sido uma oferenda à natureza para aplacar as fortes chuvas que o povo deve ter enfrentado à época, conforme indicam marcas no solo do sítio arqueológico.

A posição dos corpos encontrados foge dos padrões funerários da civilização antiga, que costumava enterrar seus mortos sentados e com objetos de cerâmica ou metal. As crianças estavam deitadas e sem objetos de valor.

O império Chimú foi uma civilização andina pré-colombina que viveu na zona norte do Peru entre os séculos 10 e 15 d.C. Acredita-se que eles foram dominados pelos incas e perderam sua cultura e idioma próprios. Os arqueólogos peruanos convidaram um especialista francês para estudar os restos dos camelídeos.

-Fonte-


Segundo o credo do multiculturalismo, não há nada de mal com sacrifícios humanos uma vez que usar uma cultura (a nossa) como base moral para criticar culturas alheias é "racismo" e "intolerância".

O multiculturalismo e o politicamente correcto fazem com que nós tenhamos que passar por burros pelo simples facto dos juízos de valor serem considerados reprováveis. Como a esquerda política normalmente promove culturas que estão em oposição com a superior cultura ocidental, em termos prácticos isto significa que os grupos protegidos dos esquerdistas nunca podem ser alvo de crítica - mesmo que a crítica seja verdadeira e factual.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Peru: Curandeiro com 180 caveiras em casa

A polícia peruana descobriu na segunda-feira 180 crânios humanos que estavam na posse de um curandeiro, que foi detido no centro de Lima.

As autoridades do Peru informaram que os crânios eram utilizados em sessões de espiritismo e magia negra e eram comercializados pelo curandeiro, identificado como Augusto Cisneros Quispecondori, de 31 anos.

A polícia está a investigar a origem dos crânios, que terão sido roubados do cemitério local, e confiscou também produtos que se encontravam na posse do curandeiro "sem licença" para comercialização, como polvos alegadamente mágicos.

O curandeiro incorre numa pena de prisão até seis anos, por tráfico de restos humanos e ofensa à memória dos mortos.


Segundo o multiculturalismo, não há nada de errado com esta práctica uma vez a crítica a culturas alheias assume que a nossa é melhor ou "a certa". No mundo pós-moderno, os conceitos de certo e errado são construções abstractas e voláteis (excepto quando nós somos vitimizados).

Pior do que isto é saber que governos que supostamente deveriam trabalhar para manter a sanidade mental da sociedade que os elegeu, dão apoio a religiões pagãs como forma de atacar a influência Cristã no mundo ocidental.

Multiculturalismo

sábado, 23 de julho de 2011

Descobertos 33 corpos de sacrifícios humanos da civilização Inca no Peru

Deuteronómio 18:9-14

"Quando entrares na terra que o Senhor, teu Deus, te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti se não achará quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro"

"Nem encantador de encantamentos, nem quem consulte um espírito adivinhante, nem mágico, nem quem consulte os mortos: Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor, Teu Deus, as lança fora de diante Dele."

"Perfeito serás, como o Senhor, Teu Deus. Porque estas nações, que hás-de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores: porém, a ti, o Senhor, Teu Deus, não permitiu tal coisa."


Pesquisadores em um sítio arqueológico no norte do Peru fizeram uma descoberta de dezenas de pessoas sacrificadas aproximadamente 600 anos atrás pela civilização Inca.

Os corpos, que mostram sinais de cortes e degolamento, foram encontrados em bom estado de conservação, de acordo com Carlos Webster, líder das escavações no acampamento Chotuna-Chornancap. Os sacrifícios foram realizados poucas décadas antes da chegada dos exploradores espanhóis no Peru.

Embora seja comum encontrar evidências de sacrifício humano nas ruínas das civilizações Incas e pré-Incas, os pesquisadores ficaram surpresos de encontrar 33 pessoas no mesmo local. “A maior parte dos corpos pertence a jovens mulheres, de aproximadamente 15 anos. Uma delas parecia estar grávida, pois encontramos evidências de um feto em seu abdómen, provavelmente de quatro meses”, disse Webster sobre as descobertas feitas nas escavações, que já duram um ano e meio.

Grande parte dos cadáveres está em bom estado de conservação – os tecidos e cabelos foram preservados. Eles foram encontrados em uma área seca, a mais de dois metros de profundidade”, diz Webster.

Os cientistas afirmam que o sacrifício humano era comum na cultura Inca, que se desenvolveu imediatamente antes da chegada dos exploradores espanhóis na América, entre os anos 1400 e 1500 nas áreas que hoje pertencem ao Peru, Chile e Equador.

A civilização Inca é bastante conhecida pelas ruínas de sua capital, Machu Picchu, um dos maiores destinos turísticos do Peru e considerada uma das novas sete maravilhas do mundo.

O sítio arqueológico de Chotuna-Chornancap, que tem 95 hectares, fica a 20 quilômetros da cidade litorânea de Chiclayo, próximo à tumba de Sipan, uma das maiores descobertas arqueológicas do último século. [Fonte]

Agradecimentos ao "esotérico" Nuno Dias pela notícia.

Perguntas para multiculturalistas: há alguma coisa de errado com sacrifícios humanos? Se achas que sim, não achas que estás a ser "preconceituoso" contra outras culturas? Afinal, os sacrifícios humanos faziam parte de muitas culturas do mundo. Quais são as tuas bases para seres contra esta práctica se, segundo o credo do multiculturalismo, todas as culturas possuem exactamente o mesmo valor?

Não deixa de ser surpreendente que o multiculturalismo só é promovido no Ocidente. Porque é que os multiculturalistas ocidentais não se aventuram para a Arábia Saudita e espalham por lá a sua ideologia?

Será porque o multiculturalismo foi construído apenas e só para destruir a superior Civilização Judaico-Cristã?

terça-feira, 19 de julho de 2011

Rússia aprende com os erros da Europa Ocidental

Saquem os lenços cá para fora. Os multiculturalistas da BBC derramam lágrimas pelo facto da Rússia se recusar em estender o tapete vermelho aos colonialistas.





Façamos o seguinte, ó ruandeses: se vocês não gostam das casas gratuitas fornecidas pela Rússia, porque é que não voltam para o Ruanda? Não se cospe no prato onde se comeu.

O blogue Political Cesspool está chocado com a liberdade de expressão existente na Rússia:

Foi incrível ouvir Konstantin Poltoranin, dos "Russian Federal Migration Service" afirmar na sua entrevista com a BBC:

"O que está em jogo é a sobrevivência da raça branca. Sentimos que aqui é a Rússia. Queremos nos certificar que a mistura de sangue ocorre da forma certa, por aqui, e não da forma que aconteceu na Europa Ocidental, onde os resultados não foram bons".

Nenhum burocrata veria a sua carreira política sobreviver depois de afirmar o que o russo afirmou, independentemente do número de pessoas que possam concordar com ele.

A intolerante devoção dos russos para a auto-preservação pode-lhes custar a riqueza multicultural que pode ser encontrada nas terras da BBC, onde historias coloridas como esta animam as notícias diárias:

Um zelador municipal traficava meninas com idades que podiam chegar aos 14 anos para dentro da Grã-Bretanha [GB] e obrigava-as que trabalhassem como prostitutas depois de ter colocado um feitiço vudu nelas.

É alegado que Anthony Harrison, de 32 anos, violou duas raparigas na GB depois delas terem sido sujeitas a um extraordinário ritual de magia negra africana por parte de um grupo que se dedica ao rapto.


Harrison tem muitos nomes falsos; ninguém sabe o seu verdadeiro nome. Ele chegou à GB proveniente da Nigéria no ano de 2003. Foi-lhe recusado asilo mas permitido licença indefinida como forma de poder ficar. O seu esquema contrabandeia para dentro da GB raparigas novas como forma de as vender como escravas sexuais.

Elas foram ensinadas a dizer às autoridades que o motivo pelo qual elas precisam de asilo é pelo facto de serem lésbicas, assegurando assim que os esquerdistas que controlam os serviços alfandegários anuam às suas exigências.

Foi dito que a cerimónia assustadora [feitiçaria sobre as miúdas] foi levada a cabo na Nigéria por um sacerdote Juju como forma de aprisionar as raparigas a uma vida de escravatura sexual.

Segundo o tribunal de Woolwich Crown, durante o ritual, uma rapariga de 16 anos foi levada a um santuário onde ela foi deixada nua por dois homens, e cortada em várias partes do corpo com uma navalha como forma do sacerdote recolher o seu sangue (que mais tarde foi colocado num caixão.

Num procedimento pouco diferente duma tortura, o cabelo da rapariga foi cortado, os seus braços foram presos às suas costas e ela foi forçada a deitar-se noutro caixão, nua, coberta de sangue.
A vítima alegadamente tinha que comer coração de galinha cru como procedimento que fazia parte do feitiço do sacerdote.

Ele alegadamente disse que ele tinha acesso à sua alma, e que se ela não obedecesse as suas ordens, ele poderia visitá-la nos seus sonhos e "matar a partir de dentro".

Se há coisa que os multiculturalistas aliados aos colonistas sabem fazer é matar a partir de dentro.

Os russos são uns racistas por não quererem que a Rússia se transforme nisto.


Fonte

domingo, 10 de julho de 2011

Felizmente os Espanhóis Eram Intolerantes

No dia 13 de Agosto de 1521, Hernando Cortez subverteu o império Asteca levando à rápida queda do culto a Huitzilopochtli - o mais importante deus do panteão asteca. Huitzilopochtli não só era o deus nacional dos astecas, como era também o deus da guerra. Ele exigia sangue humano como forma de adoração.

Em dias festivos, as vítimas teriam o seu coração arrancado, oferecido ao Sol (Huitzilopochtli era também o deus do Sol) e atirado ao fogo. O corpo seria atirado pelo templo abaixo, mais tarde esfolado, entalhado e comido. A pele seria posteriormente usada como camisa durante as festividades religiosas.

Os astecas acreditavam que sem sacrifícios humanos aos seus deuses, não só o mundo chegaria ao fim como também as suas plantações não produziriam o desejado. Esta crença criou uma enorme procura por sacrifícios humanos e manteve os astecas em guerras perpétuas com os seus vizinhos. Prisioneiros de guerra e criminosos eram constantemente necessários para os sacrifícios.

Portanto, a sua religião era uma religião bélica porque as suas crenças religiosas impeliam-nos para a guerra.

Felizmente para o mundo, Cortez e os espanhóis não eram tolerantes, multiculturalistas e relativistas morais. Se fossem, no nome da tolerância religiosa, os deuses astecas seriam venerados até hoje. Em vez disso, Cortez ordenou que os seus templos fossem convertidos em igrejas. Aqueles que resistiam aos novos senhores eram sentenciados com a pena comum do século 16: execução.

Se os deuses astecas ainda fossem venerados hoje como o eram no século 16, o que é que os multiculturalistas diriam? Provavelmente qualquer coisa como isto:

Tu até podes não concordar com o costume asteca de sacrifícios humanos e do uso de pele humana como casaco, mas nós não os podemos julgar. Lembra-te: o que parece mau para ti é bom para os outros.

Em vez disso, desfrutemos a rica tapeçaria humana de religiões e culturas distintas.

A propósito, se por acaso visitares Tenochtitlan (Cidade do México) nos dias das suas festividades, leva uma armadura. Não vais querer perder a tua pele carteira por lá.


segunda-feira, 16 de maio de 2011

"Ambientalistas"


Reparem no pormenor da mulher com a mão sobre o seu útero.

sábado, 12 de março de 2011

Dilma defende religiões africanas mas esquece-se dos Católicos

Brasil condena intolerância religiosa na ONU

Apenas as religiões africanas e a fé Bahai foram citadas

Júlio Severo
A missão brasileira na Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra fez nesta quinta-feira uma declaração enfática, condenando a intolerância religiosa no mundo. O posicionamento foi manifestado durante a sessão sobre “liberdade de religião e crenças” do Conselho de Direitos Humanos, cuja 16ª reunião ocorre desde o final de Fevereiro.
A declaração oficial, lida na sessão principal do dia no Conselho de Direitos Humanos, diz: “O Brasil deplora veementemente todas as ações de discriminação e incitação ao ódio religioso que vêm ocorrendo em várias partes do mundo. Muitas vidas inocentes foram perdidas por causa da intolerância e da ignorância”.
Embora o Brasil seja o maior país católico do mundo, os representantes do governo da Dilma na ONU não se lembraram de deplorar o assassinato na semana passada do católico Shahbaz Bhatti, único ministro cristão no governo do Paquistão. Os diplomatas brasileiros também não se lembraram de mencionar os quase 200 mil assassinatos por ano de cristãos no mundo inteiro. A maioria desses assassinatos é cometida em países muçulmanos. Em segundo lugar, vem o marxismo.

Mesmo sendo o Cristianismo hoje de longe a religião mais perseguida no mundo, o documento do governo da Dilma só mostrou uma preocupação selectiva do Brasil com a situação dos seguidores de certas religiões que são alvos de discriminação em diversas partes do mundo, como as crenças de origem africana e a fé Bahai. “O Brasil reitera seu compromisso de assegurar uma sociedade plural, tolerante e livre. A liberdade de religião e de crenças é um direito fundamental garantido pela Constituição do país”.
De acordo com a revista Veja, o texto é uma das acções mais representativas do Brasil em um importante fórum internacional nos últimos ano, mostrando que o Brasil está “dando mais importância aos direitos humanos”.
Contudo, embora a estratégia tenha mudado, o que o governo da Dilma fez foi prosseguir a política do governo Lula, que já vinha defendendo abertamente na ONU o candomblé e outras religiões afros.
Com informações da revista Veja.

Do ponto de vista do marxismo cultural, faz todo o sentido ignorar o sofrimento dos cristãos de todo o mundo, uma vez que o Cristianismo é inimigo do marxismo. Não interessa à Dilma nem ao Sócrates colocar os cristãos na posição de vítimas sob pena destes poderem daí retirar dividendos políticos. É isso que os homossexuais tem feito com estrondoso sucesso: colocarem-se na posição de "vítimas" como forma de avançar com legislação que proteja o seu estilo de "vida".

Há alguns dias atrás ficamos a saber que a União Europeia também tem dificuldades em condenar ataques terroristas quando as vítimas são cristãos. A ONU, uma das maiores organizações marxistas culturais do mundo, não lhes fica atrás.

O Cristianismo é um obstáculo a remover, segundo os marxistas culturais, portanto, o que Dilma fez faz todo o sentido.

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT