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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

10 formas através das quais a elite ataca a masculinidade

Por Paul Joseph Watson

Os homens enfrentam actualmente um ataque frontal aos seus direitos, à sua saúde e à sua cultura duma forma que nunca aconteceu no passado. A guerra à masculinidade nunca foi tão brutal - mas não é uma guerra que esteja a ser levada a cabo pelas mulheres. O ataque vem directamente do topo à medida que o establishment desesperadamente tenta emascular e enfraquecer os homens de modo a forçar as mulheres a depender mais do Estado, permitindo assim que mais poder seja centralizado e que o governo aumente mais a sua influência. Eis aqui 10 formas através das quais o Estado declarou guerra à masculinidade e aos homens:

1) Contagem de Esperma.

A contagem de esperma entre os homens diminui drasticamente durante os últimos 50 ano, especialmente durante os últimos 25 anos. Em alguns países Europeus a contagem de esperma caiu quase 1/3 desde 1989. Parte da queda pode ser explicada como consequência da exposição aos pesticidas, desreguladores endócrinos tais como o   Bisphenol A, bem como a muitos horrores artificiais que invadem cada vez mais as nossas água e a nossa comida. Muitas pessoas já fizeram a ligação entre a queda da contagem de esperma com os apelos públicos feitos por muitos elitistas para uma drástica redução da população mundial em 95%. Pesquisas já demonstraram que a  sub-população, e não sobre-população, será a maior crise demográfica do século 21 como resultado do facto dos seres humanos não estarem a atingir a taxa de substituição de 2.1.

2) Guerra Química a “Feminizar” os Rapazes

Segundo alguns cientistas, a exposição ao ftalatos, que se encontram em muitos plásticos, está a "feminizar" os rapazes ao bloquear a normal testosterona e a causar anormalidades genitais. Segundo um relatório da BBC News, “Rapazes que foram expostos a um elevado nível destes enquanto se encontravam no útero eram menos susceptíveis de brincar com carros, com comboios e com armas, ou de participar em jogos mais 'viris' tais como lutas de recreio". Segundo Elizabeth Salter-Green, directora do grupo activista CHEM Trust, os ftalatos eram o genuíno "alterador de sexo" visto que ele leva à uma redução de "comportamento masculino".

3) Degradação de Exemplos Masculinos Positivos

Enquanto que há 50 anos atrás, a publicidade, Holllywood e a televisão estavam repletas de exemplos masculinos positivos que poderiam servir de exemplo aos homens, hoje em dia a indústria do entretenimento frequentemente caracteriza os homens, na melhor das hipóteses, como seres sem noção, idiotas e trapalhões (Homer Simpson, Everybody Loves Raymond, Married With Children), ou, na pior das hipóteses, como predadores sexuais agressivos.

Uma vez que a publicidade está principalmente voltada para as mulheres, os homens dos spots publicitários são normalmente retratados como emasculados e idiotas estupefactos. Os homens que crescem a consumir este tipo de conteúdo, desenvolvem-se a pensar que isto é aceitável e normal, e a aspirar possuir estes traços de personalidade. Ao fazerem isso, eles são roubados da sua natural masculinidade, e têm dificuldade em atrair mulheres fisicamente bonitas, que obviamente têm uma repulsa natural por tal comportamento. A indústria do entretenimento está largamente sob o controle dos homens, confirmando mais uma vez o facto desta guerra à masculinidade ser uma guerra top-down, e que pouco ou nada dela se centra na guerra entre os homens e as mulheres.

4) Doença Metrossexual

A segunda vaga do feminismo foi uma criação do establishment e o seu núcleo pouco ou nada está relacionado com as genuínas preocupações das mulheres. O feminismo radical propositadamente confunde os papéis sexuais e faz com que os homens se sintam apreensivos em exercer a sua masculinidade, temendo serem vistos como "arrogantes" ou "agressivos" para as mulheres. Isto contribuiu para o aparecimento duma geração de homens "metrossexuais" promíscuos, pouco dispostos a ter um relacionamento sério com as mulheres, incapazes de satisfazer as necessidades básicas femininas de saúde, companhia, e desestabilizando assim a sociedade ao dificultarem a tarefa feminina de encontrar parceiros para toda a vida com quem ela queira ter filhos.

5) Marxismo Cultural

A segunda vaga do feminismo, controlada pelo establishment [masculino], avança também com a doutrina do marxismo cultural; esta doutrina alega que a opressão emerge das sociedades e das culturas patriarcais, e não do governo. Os governos apreciam o marxismo cultural porque lhes absolve de toda a culpa, no entanto, a verdadeira fonte de opressão sempre foi o Estado. Ao culpar os homens ou a cultura ocidental (que foi principalmente moldada pelos homens), o Estado esconde a sua própria responsabilidade.

6) O Mito de que "Os Homens Recebem Mais"

O establishment promulga o mito de que os homens recebem mais que as mulheres, e que isso é causado pela discriminação (o que alimenta as doutrinas feministas em torno da forma como o sistema patriarcal oprime as mulheres nos postos de trabalho). Na verdade, a "diferença salarial" de 19% entre os dois sexos nos Estados Unidos podem ser explicadas por um certo número de razões que de maneira nenhuma está relacionada com a discriminação, incluindo o facto dos homens trabalharem mais horas semanais e eles normalmente procurarem os trabalhos menos desejáveis (que pagam mais).

Consequentemente, os homens são 93% das mortes em local de trabalho apesar de serem apenas 54% da força laboral. 94% dos suicídios anuais em locais de trabalho têm como vítimas os homens. O establishment esconde estes números incrivelmente altos em torno das mortes em locais de trabalho porque eles contradizem por completo o mito de que o mercado de trabalho discrimina ss mulheres.

7) A Armadilha do “Privilégio”

Os estatistas, os colectivistas e os seus porta-vozes nos média e no establishment, alegam que o homem ocidental (em particular o homem branco) não pode expressar uma opinião válida em qualquer assunto relacionado a uma "minoria" (tal como o feminismo e a imigração) porque ele tem um "privilégio". Este ponto de argumentação em torno do "privilégio" é uma armadilha que os esquerdistas e as feministas usam como forma de tentar limitar a liberdade de expressão. Essencialmente, o que eles estão a defender é ridícula noção de que o ponto de vista dum homem não tem valor devido à cor da sua pele, o seu sexo, ou o seu país de origem. Esta posição é claramente racista mas a mesma é usada pelos esquerdistas como forma de silenciar os seus adversários ideológicos e as vozes masculinas.

8) O Sistema Legal Discrimina contra os Homens

Tanto nos divórcios como nos procedimentos de custódia das crianças, é amplamente reconhecido que os tribunais favorecem as mulheres e discriminam os homens. Os homens são frequentemente atacados com pensões alimentícias onerosas, mesmo que a mulher seja capaz de trabalhar e obter um bom salário (ed: mesmo que o filho não seja dele, ele pode ir para a prisão]. Nos EUA, os homens só recebem a custódia dos seus filhos em cerca de 10 per cento dos casos de divórcio. A ironia em torno deste sistema é que ele foi instituído por outros homens, ressalvando mais uma vez como a guerra aos homens está a ser feita não pelas mulheres, mas sim pelo establishment controlado por homens.

9) A Masculinidade é Uma Palavra Suja

A feminista dissidente Camille Paglia escreveu um artigo para o Wall Street Journal onde ela avisou, "O que estamos a observar actualmente é a forma como uma civilização comete suicídio”. Paglia referia-se à forma como o ataque às virtudes masculinas, levado a cabo pelo establishment, ameaça causar uma desestabilização na sociedade devido ao facto de cada vez menos homens serem capazes de desempenhar os papéis tradicionalmente "masculinos" no mercado de trabalho. Paglia dá como exemplos de ataques à masculinidade escolas que fazem cortes nos intervalos, os esforços feitos para se negar as distinções biológicas entre o homem e a mulher, e a caracterização esquerdista das opiniões controversas de "discurso de ódio". "A masculinidade está a tornar-se em algo que só é imitada através de filmes. Não resta mais nada. Hoje em dia, não há espaço para algo que seja realmente masculino," avisa Paglia, acrescentando que os homens mais jovens não têm "exemplos de masculinidade."

10) Violência Doméstica Contra os Homens

Embora as mulheres tenham â sua disposição inúmeras redes de segurança prontas para lhes dar assistência se por acaso elas forem vítimas de violência doméstica, os homens practicamente não têm nenhuma - apesar do facto da violência doméstica contra os homens ser um problema enorme e em crescimento. No Reino Unido, por exemplo, 44% da violência doméstica é contra os homens, e mais homens casados sofrem violência doméstica por parte das suas esposas do que as mulheres casadas. Ao mesmo tempo que a violência contra as mulheres é ressalvada constantemente pelos média, a violência contra os homens é um tópico inexistente.

Conclusão:

Uma sociedade totalitária só consegue sobreviver se a população masculina foi castrada, emasculada e desprivilegiados. Com esta barreira natural contra a tirania removida, a elite pode centralizar o poder e avançar com a sua tirania colectivista sem sofrer qualquer tipo de oposição. É por isso que os homens e a masculinidade estão a ser alvo de ataques a todos os níveis - e é também por isso que os homens e as mulheres se devem unir para lutar contra este inimigo comum. 

Fonte: http://bit.ly/1qNFhsJ

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Embora as mulheres não sejam o motor nem as financiadoras primárias da guerra à masculinidade, elas pactuam com ela (para a sua própria destruição) ao repetirem constantemente os slogans sem nexo que a elite feminista lhes alimenta (sem se aperceberem que a elite feminista nada mais é que um agente ao serviço dos homens do  Estado).



segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Hormonas e o voto feminino

Ao mesmo tempo que as campanhas avidamente buscam o voto feminino, há algo mais que pode aumentar as possibilidades dos candidatos presidenciais mas que está totalmente fora do seu controle: o ciclo de ovulação das mulheres. Sim, leram correctamente. Pesquisas recentes sugerem que os hormonas podem influenciar as escolhas de voto das mulheres de maneiras distintas, variando consoante o seu estatuto civil - isto é, se ela se encontra solteira ou se encontra numa relação séria.

Continuem a ler com cuidado. Embora o estudo vá ser publicado na publicação científica revista por pares Psychological Science, vários cientistas políticos que levaram o estudo expressam cepticismo em torno das suas conclusões.

Um pequeno pano de fundo: outros estudos apuraram que as mulheres são mais susceptíveis de votar do que os homens. Os dados actuais, e segundo o estudo, sugerem que as mulheres casadas favorecem o Governador Mitt Romney - numa diferença de 19% - do que o Presidente Barack Obama, ao mesmo tempo que Obama lidera as intenções de voto entre as mulheres solteiras - com um margem de 33%. Estudos prévios demonstraram que as atitudes religiosas e políticas podem ser influenciadas pelos objectivos reprodutivos.

Na primeira experiência deste mais recente estudo, Kristina Durante da Universidade do Texas (San Antonio) e os colegas levaram a cabo uma pesquisa através da internet  a 275 mulheres que não se encontravam a tomar contraceptivos hormonais e tinha ciclos menstruais regulares. Cerca de 55% encontravam-se num relacionamento sério, incluindo casamento.

Eles apuraram que as mulheres que se encontravam no período mais fértil do seu mês eram menos susceptíveis de ser religiosas se estivessem solteiras. e mais religiosas se estivessem num relacionamento. E um dado ainda mais controverso: 502 mulheres, também com períodos regulares e que não se encontravam a tomar contraceptivos hormonais, foram pesquisadas em relação às suas preferências de voto e em relação à uma variedade de tópicos políticos.

Os pesquisadores apuraram que durante o período fértil do mês, quando os níveis do hormona estrogénio se encontram no seu ponto mais alto, as mulheres solteiras parecem mais susceptíveis de votar em Obama e as mulheres em relacionamentos sérios parecem mais dispostas a votar  em Romney por uma margem de pelo menos 20%. Isto parece ser o factor condutor por trás das observações gerais dos pesquisadores: as mulheres solteiras são mais susceptíveis de votar em Obama enquanto que as mulheres em relacionamentos sérios inclinam-se mais por Romney.

Esta é a forma como Kristina Durante explica as observações:

Quando as mulheres estão a ovular, elas sentem-se mais "sexy" e desde logo, inclinam-se mais para atitudes mais liberais em torno do aborto e da igualdade no casamento. As mulheres casadas sentem a mesma explosão de hormonas, mas tendem a adoptar a posição contrária em relação a estes assuntos. Acho que elas estão a compensar  pelo aumento dos hormonas que as motivam a ter relações sexuais com outros homens. É uma forma delas se convencerem de que elas não são o tipo de mulheres que cede a tais impulsos sexuais.

 A pesquisa prévia de Durante apurou que as os ciclos de ovulação das mulheres também influencia os seus hábitos de compras, fazendo com que elas comprem roupas mais sexy durante a sua fase mais fértil.

Nós ainda temos os hormonas ovulatórios que têm o mesmo impacto no cérebro feminino das outras espécies. Queremos sexo e queremos fazê-lo com o melhor macho que conseguirmos encontrar. Mas isto tem custos elevados, especialmente para as mulheres que já se encontram num relacionamento sério.

Esta não é a primeira vez que os harmónios foram analisados à luz das intenções de voto. Durante o ano passado [2011] pesquisadores Israelitas que publicaram um estudo no  European Neuropsychopharmacology examinaram o hormona de stress com o nome de cortisol nos eleitores de Israel. Os níveis deste hormónio eram mais elevados nas pessoas pouco antes delas votarem do que nas mesmas pessoas depois de votarem.

Os estudo de Durante focado nas mulheres revelou que as atitudes liberais [esquerdistas] favorecem a igualdade social e tendem a ser menos associadas à religião organizada. O conservadorismo centra-se mais nos valores morais tradicionais e está ligado à maior participação na religião organizada.

Segundo Paul Kellstedt (professor-assistente de ciência política na Universidade Texas A&M), a parte mais controversa do estudo não é só que os ciclos hormonais estão ligados às preferências femininas pelos candidatos e ao comportamento eleitoral, mas também que as mulheres solteiras em ovulação são mais susceptíveis de terem uma atitude socialmente mais liberal, enquanto que as mulheres que estão num compromisso sério são mais inclinadas a adoptar uma atitude socialmente mais conservadora.

Kellstedt diz ainda que uma das maiores ressalvas que este artigo falha ao não mencionar é que os homens também têm alterações bioquímicas:

O leitor pode ficar com a impressão de que as mulheres são inconstantes e instáveis em formas que estão para além das suas preferências políticas, mas os homens não são propriamente Rochas de Gibraltar.

Kellstedt não estuda biologia mas ele já esteve envolvido em pesquisas que sugerem que as preferências políticas dos homens são ainda mais voláteis que as das mulheres.

Susan Carrol, professora de ciência política, de estudos de género e de estudos femininos na Universidade Rutgers, disse o seguinte num email:

Não há qualquer motivo para se esperar que os hormonas femininos afectem a forma como as mulheres votam da mesma forma que não há motivo para se pensar que variações nos níveis de testosterona são responsáveis pelas variações na performance de Obama e Romney durante os debates.

Carroll olha para a pesquisa uma que segue a tradição "longa e perturbadora de usar os hormonas femininos como desculpa para as excluir da política e de outras oportunidades sociais":

Antigamente pensava-se que as mulheres nunca deveriam ocupar a posição de Presidente dos Estados Unidos porque, Deus nos poupe, uma crise internacional poderia ocorrer durante o seu período!

Carrol afirma que uma mulher explicação para a divisão nas preferências de voto entre as mulheres solteiras e as mulheres casadas é a diferença no estatuto económico. Um perito deu mais poder a esta alegação: Israel Waismel-Manor, cientista político da Universidade de Haifa, e a pessoa que levou a cabo o estudo dos níveis do cortisol durante o ano passado.

Ele não tem a certeza de que este efeito hormonal que Durante apurou junto das mulheres não é real, mas ele disponibilizou também uma explicação alternativa: Algumas pesquisas já revelaram que as mulheres preferem "homens mais  masculinos" quando se encontram no seu período mais fértil do ciclo. Tanto Obama como Romney são atraentes, em boa forma física e ajustam-se ao tipo "provedor". Portanto, tanto um como o outro são ideias, dependendo da preferência das mulheres.

Assumindo que existe uma explicação hormonal, os efeitos podem-se cancelar uns aos outros visto que mulheres distintas podem-se encontrar em fases distintas no momento em que votam, e ambos os candidatos têm níveis de atractividade semelhantes, afirmou Waismel-Manor. O que faz falta é um tipo de pesquisa mais elaborado de modo a examinar esta questão duma forma mais profunda:

Mesmo que os dados apurados estejam correctos, existe a possibilidade deles não virem a ter um feito cumulativo junto do eleitorado.


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Se as mulheres solteiras estão mais inclinadas a votar em partidos esquerdistas, enquanto que as mulheres casadas em partidos e políticos mais conservadores, isto pode explicar o porquê do esquerdismo militante fazer todos os possíveis para separar o homem da mulher. 

Para além disso, o facto da mulher solteira (com filhos ou não) ter tendência para votar em partidos e políticos mais dedicados ao aumento da influência do Estado não é surpresa alguma visto que se a mulher não depender do marido, ela irá depender do Estado.


"Poder" é dependência do governo, e "liderar" é seguir o que o governo manda,

Quando a mulher coloca de lado o marido, ela não fica "independente" mas sim dependente do Estado. A diferença é que enquanto o marido quer o seu bem, o Estado olha para ela como um número no meio de outros milhões. Para o esquerdismo, no entanto, isto é irrelevante visto que o mais importante é trazer mais e mais pessoas para o controle estatal (e isso é mais complicado quando a mulher tem um marido).

Nota final: apesar das palavras da feminista Susan Carrol, a CNN viu-se forçada a retirar o artigo do seu site.



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sexta-feira, 1 de março de 2013

Ética sexual moderna prejudica as mulheres.


Ter múltiplos parceiros sexuais é um previsor significativo para o futuro recurso (por parte das mulheres) ao álcool e as drogas. Estudo sugere que quanto mais parceiros sexuais as mulheres têm, mais susceptíveis elas são de se tornarem dependentes do álcool e das drogas. 

Crê-se que o estudo, baseado num programa mundialmente famoso que seguiu 1000 pessoas nascidas em Dunedin há 40 anos atrás, seja o primeiro do mundo a mostrar este padrão.

Mulheres que tiveram, em média, mais do que 2.5 parceiros sexuais por ano até ao momento da entrevista, eram 10 vezes mais susceptíveis de serem clinicamente dependentes do álcool ou das drogas aos 21 anos do que as mulheres que tinham um ou nenhum parceiro sexual por ano. Elas eram 7 vezes mais susceptíveis quando atingiam os 26 anos e 17 vezes mais susceptíveis aos 32 anos, mesmo depois depois de outros factores da sua vida terem sido analisados.

Esta relação era mais fraca junto dos homens.

Um pesquisador envolvido noutro estudo na Christchurch, o Dr Joe Boden, afirmou que os dados apurados no estudo de Dunedin eram "novidade" uma vez que era crença geral de que a ligação entre o álcool e o sexo era unidireccional - do álcool para o sexo. 

"É um argumento de casualidade recíproca que gera um certo tipo de retroalimentação" afirmou ele.

Uma das autoras da pesquisa de Dunedin, a professora de saúde pública Charlotte Paul, afirmou que o dados apurados ressalvaram os riscos para a saúde mental que as mulheres que têm muitos parceirtos sexuais correm. A isto associam-se também os riscos físicos óbvios como as DSTs.

Actualmente, encontramo-nos envolvidos numa discussão adequada em torno dos indivíduos se comprometerem uns com os outros no casamento [sic] para os gays, mas não parece que estejamos de todo a falar disto no que toca a actividade heterossexual.

O estudo apurou que os homens nascidos em Dunedin em 1972-73 eram mais susceptíveis que as mulheres ter haver tido múltiplas parceiras sexuais entre os 18 e os 31 anos. Semelhantemente, 27% dos homens, mas só 12% das mulheres, eram dependentes do álcool ou das drogas quando atingiam os 26 anos de idade. Por "dependente" entenda-se que o seu consumo de álcool e de drogas afectava seriamente o seu trabalho e os seus relacionamentos sociais.

Mas para os homens, o número de parceiras sexuais não fazia qualquer tipo de diferença no que toca à probabilidade deles se tornarem dependentes do álcool ou das drogas. As mulheres que haviam tido menos do que 15 parceiros sexuais no início dos seus anos 20 eram menos susceptíveis que os homens de se encontrarem dependentes de substâncias. Mas se elas haviam tido mais do que 15 parceiros sexuais, elas eram mais susceptíveis que os homens de se encontrarem dependentes de substâncias - e essa probabilidade aumentava à medida que o seu número de parceiros também aumentava.

Este padrão foi apurado mesmo depois de se terem ajustado outros factores, incluindo os problemas prévios com as drogas e álcool.

Os pesquisadores afirmaram que a ligação entre o número de parceiros e a posterior dependência de substâncias pode ser devida ao "contexto partilhado" do consumo e o encontro de pessoas nos bares, ou devido ao facto de ambos os comportamentos estarem relacionados a atitudes que envolvem correr riscos. Mas eles disseram que o efeito muito mais forte para as mulheres sugere que ter múltiplos parceiros sexuais aumenta de modo directo os riscos dela mais tarde se tornar dependente de substâncias.

As mulheres e os homens têm motivações distintas para o sexo. As mulheres frequentemente falam que é por amor, compromisso e por motivos emocionais, enquanto que os homens, que também partilham estas razões, sejam muito mais susceptíveis de participar em actividade sexual apenas e só por motivos físicos. A "auto-medicação" com substâncias pode ser uma forma de lidar com a ansiedade interpessoal. Mas temos que saber muito mais para saber o porquê desta associação ser tão forte junto das mulheres.

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Portanto, para além de tudo o que já se sabe sobre a importância de nunca casar com uma mulher promíscua, temos aqui mais dados científicos que demonstram que elas são mais susceptíveis de se voltarem para as drogas e para o álcool.

A tragédia da cultura actual é que existe uma glamorização da promiscuidade feminina como se isso fosse algo que produzisse efeitos benéficos nela; o que os dados médicos e psicológicos demonstram é que a promiscuidade sexual feminina tem efeitos devastadores sobre ela, sobre a sua futura capacidade de manter um relacionamento firme e duradouro, e sobre a sociedade no geral.

Como dito no passado, por alguma razão as sociedades e civilizações mais bem sucedidas da História da humanidade colocavam fortes regras à sexualidade humana, especialmentesobre a sexualidade feminina.

(Antevendo argumentos mais ou menos irrelevantes por parte de algumas feministas, é importante dizer o seguinte:  o que o texto diz não é que só os homens podem ser promíscuos mas sim que quanto mais promíscua a mulher é, maiores são as hipóteses dela se tornar dependente de substâncias. A promiscuidade sexual é má para ambos os sexos, mas é bem pior para as mulheres.)





segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Indústria farmacêutica está cada vez mais forte e independente


Um estudo da Medco Health Solutions, uma distribuidora farmacêutica norte-americana, concluiu que quando se trata de sentir-se deprimido, ansioso ou desatento, as mulheres são mais propensas a tomar medicação do que os homens. O relatório afirma que uma em cada quatro mulheres nos EUA toma medicamentos prescritos por médicos para combater doenças do foro psicológico.

Um estudo, levado a cabo por uma das principais distribuidoras farmacêuticas do Estados Unidos da América, concluiu que uma em quatro mulheres daquele país estão a tomar antidepressivos receitados pelo médico. A Medco Health Solutions, explica que há mais mulheres a tratar sintomas de depressão, ansiedade e deficiências de atenção do que homens.


O relatório analisou informação médica relativa a 2,5 milhões de americanos segurados entre 2001 e 2010, mostrando um forte aumento do número de receitas de medicamentos para doenças mentais, como pode ser observado no gráfico, que apresenta a percentagem da população dos EUA que toma medicação para a Saúde Mental, comparando dados de 2011 e 2010.

A Medco explica, no seu relatório, que apesar de 29 por cento das mulheres tomarem antidepressivos, apenas 15 por cento dos homens o fazem. E quanto à prescrição de ansiolíticos, é duas vezes mais comum no sexo feminino.

Em 2010, nos EUA, 11 por cento das mulheres de meia idade tomavam um ansiolítico, enquanto apenas 5,7 por cento dos homens dessa idade o faziam. Também no tratamento da hiperatividade e dos défices de atenção se nota uma alteração a nível do género ao longo do tempo de vida: apesar da doença afectar principalmente os rapazes jovens, em idade adulta, são as mulheres que mais consomem medicamentos para estes distúrbios.

O uso de antipsicóticos atípicos - medicamentos que até há pouco tempo eram prescritos principalmente para a esquizofrenia - subiu dramaticamente. O número de adultos com idades entre os 20 e os 64 anos que tomam estes medicamentos é 3,5 vezes maior do que em 2001. E, embora o número de homens que toma estes medicamentos tenha subido drasticamente, continua a haver mais mulheres do que homens a fazê-lo.

As mulheres pedem ajuda mais facilmente.


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Portanto, desde o advento da versão moderna do movimento misândrico com o nome de "feminismo" que as mulheres se tornaram mais violentas, mais egoístas, piores mães, mais promiscuas, mais infelizes e menos femininas. As feministas, no entanto, não parecem muito interessadas em resolver estas questões.

Mas nem todos ficaram a perder com o avanço do feminismo....





domingo, 20 de maio de 2012

Feminismo confirma que as mulheres dependem dos homens

O movimento feminista é admissão suprema por parte de algumas mulheres que elas dependem quase por inteiro dos homens. É a externalização do desejo neurótico de criar um mundo onde os homens tomam conta das mulheres e eles acarretam sempre a responsabilidade das fraquezas femininas ao mesmo tempo que elas proclamam uma independência moral e intelectual em relação aos homens.

Ao mesmo tempo que afirmam que as mulheres podem ser "fortes e independentes" as feministas exigem que:

  • O governo tome conta delas através do estado social
  • Os homens supram as suas necessidades através da pensão alimentícia
  • O sistema legal as proteja de todas as ameaças imaginárias (e a maior parte dos insultos mínimos) usando a arma da falsa alegação como forma de mobilizar as autoridades
  • Os governos e as grandes empresas se comprometam não só a dar apoio a alegação do valor laborar intrínseco da mulher usando a acção afirmativa no momento da contratação, promoção ou profissionalização das mulheres, como também se comprometam a estabelecer políticas de promoção que favorecem as mulheres e sistema de regras distinto daquele que é aplicado aos homens.
Devido a isto, é factual dizer que a total dependência das mulheres em relação aos homens é assumida pelas feministas quando estas exigem que os homens, e as estruturas criadas pelos homens (tais como o governo e as grandes empresas) continuem a ser responsáveis pela provisão, protecção e até pela saúde da mulher.

Aparentemente, quanto mais feministas se tornam as mulheres, mais elas parecem incapazes de depender de si mesmas e menos elas se apercebem que o apoio ao feminismo é admissão de dependência em relação aos homens.



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