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sábado, 22 de outubro de 2016

Imigração é invasão: A Historia dos Romano-Britânicos e dos Anglo-Saxões

Por Hengest

No ocidente "Cristão" dos dias de hoje, somos forçados a falar da imigração em termos pouco menos que elogiosos, e quando falamos dela. No fundo, no fundo, até mesmo dentro do coração do conservador mais "cuck", há uma crescente realização de desapropriação, e de que os eventos não estão a avançar rumo à tão prometida aldeia global feliz, composta por muitas religiões, raças e línguas.

A imigração está a transformar as nações um pouco por toda a Europa Ocidental e por todas as suas colónias Anglo-descendentes. Os Estados Unidos estão um pouco mais avançados nesta transformação, para além do lamentável caso da África do Sul que, dependendo do escritor, já não é considerado um estado-nação Ocidental, embora tenha uma batalhadora nação Europeia dentro dela.

Embora a elite liberal e os vários promotores do globalismo tenham há já imenso tempo cantado de modo alternativo louvores à diversidade e à vitória culminante da desapropriação Branca, mais recentemente o Vice Presidente Joe Biden disse o seguinte:

Isto não vai parar. E nós nem queremos que pare. De facto, é uma das coisas que mais nos dá orgulho. Portanto, há uma outra coisa dentro dessa caixa negra: uma corrente implacável de imigração. Sem fim, sem fim. Pessoas como eu, que são Caucasianas, de descendência Europeia, pela primeira vez em 2017, seremos uma minoria absoluta nos Estados Unidos da América. Minoria absoluta. Menos de 50% das pessoas da América, daí em diante, serão do estoque Europeu. Isso não é mau. Isso é uma fonte da nossa força.

Biden está a adiantar-se no tempo visto que, se as actuais tendências se mantiverem, os Brancos nos Estados Unidos só serão uma minoria dentro de algumas décadas. No entanto, Biden deseja que os Brancos de todas as religiões e de todas as persuasões políticas sintam a inevitabilidade e o carácter definitivo da sua desapropriação, aumentado as suas taxas de suicídio, de consumo de álcool, e de ingestão de drogas, ao mesmo tempo que leva a que as suas taxas de natalidade e a sua resistência diminuam.

Olhando para as coisas desta forma, não há precedente histórico, à escala, do desdém das elites e da sua traição contra nós. No entanto, a história não começou aqui; ela começou muito mais cedo nos Estados Unidos, quando níveis maciços de imigração de áreas da Europa que, até então, estavam banidas de entrar, foram forçadas aos Americanos Nativos e aos predominantemente estoque do Noroeste Europeu de ascendência Protestante.

Entre os anos 1840-1920, milhões de estrangeiros não-assimiláveis receberam permissão para entrar, sob os auspícios de liberais que subscreviam ao poder transformador da "terra mágica" Americana, e também segundo os interesses do Grande Negócio que, na sua devoção a mamon, queriam mão-de-obra barata.

Geneticamente falando, os Europeus são um grupo coeso, com a maior distinção a existir, de forma gradual, do Norte ao Sul da Europa. Portanto, mesmo apesar das diferenças religiosas, culturais e até linguísticas que existiam entre os recém-chegados e o estoque colonial, à medida que a próxima geração de recém-chegados era educada nas escolas Americanas, falava Inglês, e se casava uma com a outra, e até se casava com os Americanos Nativos, no espaço duma geração ou duas ela eram mais facilmente assimilada, embora, como muitos Americanos do Sul e do Centro Oeste podem confirmar, ainda existam diferenças culturais enormes quando se visitam locais tais como New Jersey, onde ainda existem fortes populações Italo-descendentes não diluídas.

Claro que estas diferenças nada são em termos de significado, e até parecem bem vindas, quando comparadas com as actuais populações invasoras que estão a entrar um pouco por toda a Europa.

Grã-Bretanha Romana, Século 5 Anno Domini

Levemos em consideração a analogia com a Bretanha de há cerca de um milénio e meio atrás. Os Britânicos nativos haviam sido conquistados pelo Império Romano durante um período de alguns séculos, e, com o passar do tempo, haviam sido assimilados à vida e à cultura Romana. À periferia da Britânia Romana, um estilo de vida Celta auto-suficiente era mantido em níveis crescentes à medida que os Britânicos se afastavam dos centros do poder Romano. O Norte e a Irlanda nunca haviam sido conquistados devido à indomável natureza dos nativos, e (segundo a opinião Romana) ao valor económico insignificante e severidade da terra.

Por volta de 410 AD, o Império Romano estava imerso nas suas guerras civis, imigração, e problemas financeiros, e, depois de séculos de ocupação, abandonou por completo a Grã-Bretanha, deixando muitos habitantes da ilha literalmente sem defesa perante os ataques de povos que nunca haviam estado sob o jugo pacificador do multiculturalismo imperial.

Os Scoti da Irlanda invadiram as terras baixas da actual Escócia e as costas ocidentais da Grã-Bretanha, ao mesmo tempo que os Pictos das terras altas, e visto que o Muro de Adriano já não era guardado por tropas Romanas, atacaram do norte, por terra e por mar. Várias tribos Germânicas sob o termo geral de "Saxões" invadiram as costas orientais da Gra-Bretanha e o litoral ocidental a partir da Gália por mar, antecipando as invasões vikings.


O traço comum que une estes invasores e atacantes é que eles nunca foram atraídos para a falsa narrativa da unidade multicultural Romana. Sem excepção, todos os invasores mantiveram a sua língua, as suas religiões, e a sua autonomia. Por outro lado, os Britânicos estavam fadados a ter que unir os pedaços que restavam da sua nação, no meio de caos políticos, de desunião étnica e dos ataques militares levados a cabo por potências estrangeiras.

Surgiram reis Romano-Britânicos com o propósito de unir e defender o seu povo, mas na sua pressa de trazer de volta a segurança antiga, bem como o conforto material do passado, eles buscaram ajuda estrangeira junto dos pagãos e, embora isto possa parecer difícil de acreditar para os nossos ancestrais do século 20 e de eras anteriores, ainda mantinham a ideia mágica absurda da adesão à Roma imperial.

Os Romanos haviam criado o sistema de foedus onde os não-Romanos, tradicionalmente tribos Germânicas, recebiam terras e abastecimento anual em troca de serviço militar. Isto funcionou bem enquanto a força militar Romana foi na sua maioria Romana, mas na parte "doente" do Império, a fraqueza deste acordo tornou-se aparente à medida que os foederati (como eles eram conhecidos) não foram assimilados devido ao seu número crescente, e também devido ao enfraquecimento do poder e da influência de Roma.

No continente, eles voltaram-se contra os seus patrões [os Romanos] e tomaram para si terras e abastecimento, estabelecendo reinados que se tornaram na fase inicial dos estados que hoje se vêem nas nações Europeias modernas.

A elite Romano-Britânica estabeleceu tratados de foedus com algumas tribos Germânicas invasoras, e colocaram estas tribos na zona Este da Grã-Bretanha, onde era suposto elas combaterem os Pictos e impedirem mais invasões dos seus próprios primos. (Imaginem a fronteira México-América e a polícia do Sudoeste) Este acordo funcionou às mil maravilhas. Os Saxões, sob a liderança de Hengist e Horsa, e a troco de terras e de abastecimento anual por parte dos Britânicos Nativos, expulsaram os Pictos para norte.

Os Saxões rapidamente vieram a entender o quão fracos e ricos os Britânicos eram, e exigiram mais terras e mais tributo em forma de mantimentos, convidando mais membros da sua tribo para se juntarem a eles nas ricas terras da Grã-Bretanha. A cronologia exacta é pouco clara devido ao caos e ao consequente declínio da escrita na Grã-Bretanha, mas os cronistas que viviam na Gália, que nominalmente ainda vivia com algum tipo de governo e estabilidade Romanos, registou por volta de 441 o seguinte::

As províncias Britânicas, que sofreram derrotas e infortúnios, encontram-se actualmente sob o domínio Saxão.

Os Britânicos persistiram, e até conseguiram uma vitória militar importante na Batalha de Mons Badonicus, mas o mal já estava feito. Os trabalhadores imigrantes, depois de terem estabelecido uma base na Grã-Bretanha, trouxeram as suas mulheres e os seus filhos em massa, estabelecendo uma nova cultura na ilha Britânica.

Eles foram gradualmente forçando os Britânicos a se retirarem para, inicialmente, o campo e para as florestas, expulsando-os das suas mais valiosas terras baixas, e forçando-os abandonar as suas cidades insuportáveis. À medida que os variados clãs de Jutos, Anglos, e Saxões expandiram a sua população através da procriação e de ainda mais imigração, eles empurraram os Britânicos nativos para ainda mais longe.

Com o passar dos séculos, os nativos permaneceram em apenas algumas parte da Grã-Bretanha, tais como Cornwall e nas suas fortalezas no País de Gales. Outros houve que fugiram por completo para a Gália Romana - para uma península hoje conhecida como "Bretanha", que recebeu o nome precisamente devido aos refugiados, e que ainda hoje fala a língua Bretã. A única assimilação que ocorreu foi a dos nativos Britânicos que se assimilaram à nascente e auto-confiante cultura Anglo-Saxónica.

E hoje?

Os paralelos com a nossa situação actual são imensos. A arrogância das nossas elites em relação à sustentabilidade da trajectória actual, e a sua imunidade à desapropriação, parece que não têm fim. A fuga dos Brancos nativos é epidémica por todo o Ocidente, à medida que eles saiem das boas terras que os seus antepassados conquistaram, cuidaram, e construíram, em alguns casos, há milhares de anos.

As igrejas e as catedrais Europeias, com centenas de anos ou mais, estão a ser demolidas ou convertidas em mesquitas não só para o invasor pagão, mas para uma raça distinta. Para o autor, esta é a diferença crítica, para além dos avanços tecnológicos, entre a situação dos Britânicos nativos e aquela que os Europeus e Americanos actuais enfrentam.

As nações presentes nas lições da Idade Média eram racialmente Europeias do Noroeste, tendo poucas mas reais diferenças genéticas. A maior parte das suas distinções substantivas encontravam-se na língua e na religião, e note-se o quão importante isso foi! A invasão actual que está o ocorrer no Ocidente não está a ser levada a cabo pelos nossos primos do norte, que poderiam ser convertidos e assimilados dentro do nosso povo no espaço duma ou duas gerações - talvez uma lição futura à Wessex do Rei Alfredo e os Vikings.

Os cuckservative líderes "Cristãos" que alegam que os Mexicanos e os refugiados Sírios deveriam ser bem vindos nas nossas terras de modo a que nós os possamos evangelizar estão literalmente a tirar o pão da boca dos seus filhos e a entregá-lo aos cães. Isto não é Bíblico, e é exactamente o contrário do que o nosso Senhor afirmou (Mateus 15:26).

Em vez de ser um acto de generoso, apoiar estas invasões é totalmente egoísta e traiçoeiro. Estes traidores estão a receber a totalidade da sua recompensa com financiamento governamental adicional e sinalização de virtude aos olhos do mundo, ao mesmo tempo que empurram o seu povo actual e a posterioridade para uma situação desesperante.

Depois dos Anglo-Saxónicos terem sido enxertados na relação de aliança com o Senhor Jesus Cristo, eles ansiaram pela salvação dos seus irmãos mais próximos, os ainda-pagãos Saxões que se encontravam na Alemanha. Mas em vez de os convidarem para a Inglaterra, eles enviaram São Bonifácio para os seus parentes pagãos que se encontravam nas suas terras [Alemanha]. Esta foi e tem sido, pelo menos até tempos recentes devido aos esforços dos anti-Cristãos e dos Alienistas, a forma tradicional Bíblica e Cristã de propagar a Fé.

A situação de hoje só pode resultar em gerações, e até séculos, de conflito entre povos racialmente, linguisticamente e até religiosamente distintos lutando pelo domínio da mesma terra. 

A sabedoria olha para o passado como forma de obter discernimento em relação ao presente, e inspiração para o futuro. O discernimento em relação ao presente é sombrio e ameaçador, mas a inspiração para o futuro é encontrada na fidelidade de Deus para com o Seu Povo.

Existem exemplos numerosos da história Bíblica e Europeia, desde a retoma da Inglaterra Cristã por parte de Alfredo e dos seus descendentes, à Reconquista por parte da Espanha, reclamando a terra das mãos dos mouros. Historicamente, estes conflitos duraram de gerações a séculos, mas tal como Deus providenciou para Neemias, Ele irá providenciar para o Seu Povo.

~  http://bit.ly/2dV4nxl

* * * * * * *

A diferença óbvia entre a situação de Neemias e a situação actual, é que Neemias, ao contrário dos Israelitas e dos Europeus actuais, pertencia a uma geração de pessoas que sabia que tinha violado a sua aliança com Deus, e sabia que para voltar a ter uma relação de proximidade com o Autor do Universo (e ter a Sua protecção), essa geração teria que abandonar os erros dos seus pais (e os seus), e obedecer aos Mandamentos Divinos.

Será que Deus tem pressa para salvar uma Europa onde o aborto, o homossexualismo, a pornografia, o paganismo, o evolucionismo, e outras abominações estão em franco e acelerado crescimento, e onde Nome do Senhor Jesus Cristo está a ser claramente ignorado, rejeitado, e até activamente combatido? Ou será que, seguindo padrão Bíblico, Deus vai entregar a Europa apóstata à tormenta dos pagãos, tal como Ele entregou os Israelitas ao tormento dos Assírios, dos Caldeus e de outros povos pagãos?

Entretanto, eis o que Deus operou na Inglaterra depois da conversão dos Anglo-Saxões:
A Grã-Bretanha, sua terra, evangelizada havia apenas cem anos pelos Beneditinos guiados por Santo Agostinho, mostrava uma fé tão sólida e uma caridade tão ardente a ponto de enviar missionários à Europa central para aí anunciar o Evangelho.
Deus está no controle da História, embora muitas vezes pareça que não. A Europa está a passar por convulsões graves, e é bem provável que a sua cultura pré-2ª Grande Guerra nunca mais volte a existir (porque o declínio cultural é irreversível), mas seja o que for que nasça das cinzas da guerra civil que certamente vai eclodir na Europa, Deus nunca irá abandonar aqueles que O seguem.

"eis que Eu estou convosco, todos os dias, até à consumação dos séculos" - Mateus 28:20




domingo, 18 de agosto de 2013

Mulheres contra o voto: Anti-Sufragismo Feminino na Grã-Bretanha

O estudo das mulheres que se opuseram ao sufrágio feminino dos finais do século 19 e início do século 20 na Grã-Bretanha tem sido negligenciada pelos historiados. 

Anti-democráticas e hostis aos movimentos trabalhistas dos seus dias, elas foram ridicularizadas e qualificadas de "absurdas" pelos apoiantes do voto parlamentar para as mulheres. 

Fundamentando-se nas mais variadas fontes, o livro de Julia Bush - erudito mas bastante acessível - determina-se não a fazer pouco ou ridicularizar mas explorar o porquê das mulheres terem participado no anti-sufragismo organizado. 

Foi sugerido que as líderes do movimento anti-sufragista se dividiam em três grupos não-mutuamente exclusivos:

1) As reformadoras maternais
2) As escritoras
3) E as senhoras imperialistas

Embora existissem diferenças de opinião, a maior parte do entusiasmo das mulheres tinha a sua origem nas firmes convicções que elas tinham sobre a feminidade, a nação e o Império. Era assumido quase de forma universal que as diferenças entre os sexos eram naturais, e que qualquer desvio em larga escala do papel da mulher, como esposa e mãe, traria caos social à Grã-Bretanha e ao Império. 

Mesmo assim, o envolvimento crescente da mulher no trabalho filantrópico governamental era bem vindo uma vez que era visto como uma extensão da preocupação maternal. Inevitavelmente, acreditava-se que as funções das Casas do Parlamento Britânico pertenciam à esfera masculina da política, tal como a esfera da defesa dependia da força física masculina.

Foi a partir das reformadores maternais em particular que as mais importantes líderes anti-sufragistas tiveram a sua origem - Mary Ward, Louise Creighton, Ethel Harrison, Elizabeth Wordsworth e Lucy Soulsby, todas com fortes ligações a Oxford. Embora Ethel Harrison, uma positivista, fosse a mais adversa ao sufragismo, as outras eram mais moderadas, algumas progressistas e algums dispostas a mudar de lado.

Louise Creighton, pertence à classe média-alta e atraída que estava ao trabalho social devido ao seu Anglicanismo e ao seu estatuto de esposa dum clérigo (o marido tornou-se mais tarde Bispo de Londres), é um caso particular. À medida que a sua família foi crescendo, ela alargou o leque das suas actividades dentro da "União das Mães" para organizações dedicadas ao trabalho de resgate, acomodação, trabalho missionário e educação. O seu leque de amizades sofreu também um alargamento e passou a incluir sufragistas moderadas, tais como Kathleen Lyttelton. 

Durante muitos anos, ambas partilharam interesses comuns ao mesmo tempo que adoptavam visões contraditórias em relação ao sufrágio feminino, até que em 1906 Creighton se tornou numa sufragista. Tais amizades demonstram como as distinções ideológicas entre os dois campos menos rígidas que aquelas que nos são ditas pelos historiadores. 

A "Women's National Anti-Suffrage League", formada em 1908, tinha cerca de 42,000 membros antes de se juntar (dois anos mais tarde) ao "National League for Opposing Woman Suffrage", predominantemente masculino. A união gerou tensões, especialmente junto das figuras femininas mais importantes que se acotovelavam por uma posição com homens tais como Lord Cromer e o  Lord Curzon.

Quando a Primeira Grande Guerra teve início e uma substancial número de mulheres se dedicou às funções inerentes a um estado de guerra, a causa anti-sufragista sofreu um enfraquecimento fatal.  Depois de certas categorias de mulheres com idades acima dos 30 terem tido o direito ao voto parlamentar em 1918, a "National League" aprovou  aprovou a sua própria extinção.

O livro "Women against the Vote" é um estudo esclarecedor muito bem feito que restaura de volta para a História as dimensões conservadoras do activismo político feminino na parte final da Grã-Bretanha Victoriana e Edwardiana. O livro revela também os tópicos fascinantes entre os apoiantes e os oponentes do sufrágio feminino em toda a sua complexidade.


* * * * * * *

Um comentador do Fórum Bufalo afirma o seguinte (links adicionados):
O problema é que o poder tem um traço claramente masculino. As mulheres que se saíram melhor na política eram nitidamente masculinizadas, como a Margaret Thatcher. Não que o homem seja superior, mas ele nasceu para comandar. Uma mulher inteligente não comanda, ela manipula seu homem para extrair tudo o que quer e seja possível. Antigamente as mulheres sabiam disso. Sabiam que seu lado negro seria corrompido se tentassem se igualar aos homens. 
Nem todos sabem disso, mas um grupo de mulheres tomou a iniciativa e conseguiu retardar por décadas o voto feminino na Inglaterra (e no mundo). Essa história é contada por Julia Bush, "Women Against the Vote: Female Anti-Suffragism in Britain", não traduzido em português. (http://www.amazon.com/dp/019924877X)  
Realmente eu não entendo por que tantas mulheres querem ser como os homens, sendo que o poder e o comando nunca trouxe felicidade para elas. Seria o feminismo, na realidade, totalmente feito por lésbicas que queriam ser homens? Não sei, mas que o feminismo não trouxe nada de bom é um facto.
Como sempre acontece na História actual, muito poucas pessoas sabem que entre as pessoas que se alinhavam contra o sufrágio feminino encontravam-se muitas mulheres. E note-se que alguns dos motivos que estas mulheres levantaram contra o sufrágio feminino confirmaram-se mais tarde:
Era assumido quase de forma universal que as diferenças entre os sexos eram naturais, e que qualquer desvio em larga escala do papel da mulher, como esposa e mãe, traria caos social à Grã-Bretanha e ao Império. 
Não só a Grã-Bretanha e a seu Império, mas a todo o lugar onde o papel natural da mulher foi subvertido em nome duma mitológica e anti-natural noção de igualdade, o caos, a desordem e o descalabro da sociedade se seguiram.

O mais trágico disto não é o facto da "profecia" das mulheres anti-sufragistas se ter materializado, mas sim o facto dessas consequências terem sido planeadas antecipadamente, e a ideia da "emancipação" da mulher (para papéis e actividades claramente em contradição com a sua natureza e com os seus reais desejos) ter sido o catalisador da subversão do seu papel natural.



domingo, 23 de setembro de 2012

Efeitos do Marxismo Cultural na Grã-Bretanha

Fonte

Da sua prisão na Itália dos anos 1920, o Marxista Antonio Gramsci escreveu a sua visão para a Europa e como uma "longa marcha através das instituições" seria necessária para alterar a cultura.  Através das instituições, particularmente através dos média e do sistema de ensino, as massas seriam indoutrinadas com valores Marxistas Culturais.

Avançando para 2012, observamos que as ideias de hegemonia cultural de Gramsci confirmam-se na Grã-Bretanha uma vez que só agora os Marxistas culturais controlam a sociedade. A BBC e o nosso sistema de ensino promove valores que são anti-nacionais, anti-tradicionais, anti-religiosos [ed: anti-Cristãos mas nunca anti-islâmicos] mas, naturalmente, pró-esquerdismo e pró-multiculturais.

Com o dinheiro dos contribuintes, a BBC disponibiliza telenovelas vácuas tais como "The Eastenders", onde personagens de todas as nacionalidades bebem na  'Queen Vic' em perfeita harmonia multicultural. Onde estão os comentários politicamente incorrectos que seriam de esperar nos pubs?  Onde estão as piadas exageradas a roçar o racismo mas mesmo assim cheias de humor?

Na verdade, os pubs são um dos poucos bastiões da tradicional cultura britânica e a 'Queen Vic' não os representa ; no seu lugar, promove uma utópica agenda multicultural.

Na série Eastenders, onde estão os crimes levados a cabo pelos gangues ? [ . . . ] Onde estão os protestos muçulmanos a apelar por zonas controladas exclusivamente pela Sharia? Onde estão as minorias étnicas que não falam inglês e nem se integram na sociedade Britânica? Onde estão os estados [= zonas] onde os Brancos não são bem vindos?

Em lugar algum se vêem estas coisas porque os enredos centram-se no mito duma sociedade multicultural cujos valores comuns centram-se na cerveja, nos relacionamentos extra-conjugais, e nas idas à lavandaria.

Syed, o 'Muçulmano Homossexual' com origens imprecisas que a BBC colocou numa história gay lado a lado com um  inglês 'Gay' que, por coincidência, se chama Christian,  é o sonho da BBC dum país das maravilhas numa tentativa de normalizar o anormal,  promover estilos de vida minoritários e apresentar isso como os componentes centrais da Cultura Nacional.

A ideologia do multiculturalismo está a ser promovida pela BBC News de modo ainda mais óbvio. Jornalistas seleccionados a partir quotas feitas aos grupos minoritários, e "peritos" cuidadosamente escolhidos, dizem-nos que a imigração em massa é  "boa para a economia" e nós agora estamos numa crise económica.  Eles dizem que o facto de muitas cidades Britânicas não mais terem uma aparência Britânica  mais não são que "forças do mercado", e que isso está  a  "enriquecer" e a "diversificar".

As escolas do governo, que seguem as linhas orientadoras fornecidas pela BBC, são igualmente culpadas da hegemonia esquerdista e da podridão institucional.  Hoje em dia as crianças deixam as escolas com um melhor entendimento das alterações climáticas do que com um melhor entendimento da nossa religião.  A religião, quando ela é ensinada nas escolas, é apresentada como algo tão inconsequente como escolher um doce em vez de outro na "Haribo Pick n' Mix."

As instituições de qualquer sociedade saudável promovem sempre preferências como forma de instigar um sentimento de unidade nacional, e o Cristianismo encontra-se intimamente conectado com as nossas tradições e com a nossa constituição não-escrita.

Até nas aulas de História, as crianças aprendem mais acerca da fraude Comunista Martin Luther King do que o Rei Edward I, e mais sobre Nelson Mandela do que o Almirante Nelson. A Educação Estatal encontra-se sob um domínio esquerdista que milita contra a tradição e sistematicamente tenta multiculturalizar a nossa história nacional.

Quando eles chegam a ensinar às crianças os eventos e as  biografias das figuras Históricas Britânicas, normalmente há um desproporcional foco no monarca que matou as mulheres ou na forma como a Europa supostamente é responsável pela escravatura, opressão e a pobreza que existe no Terceiro Mundo. Isto não é História mas sim propaganda criada para fragilizar o nosso sentido de orgulho nacional e fragilizar a nossa identidade.
Crianças acorrentadas como escravos (!)
Um movimento popular de direita pode desafiar as certezas da arrogante elite esquerdista, expondo a sua preguiça intelectual quando eles criticam tudo o que não gostam de "extremista."  A direita tem que ser firme e aberta nas exigências e falar a verdade.
  • Nós queremos a repatriação dos poderes da União Europeia.
  • Nós queremos fechar as nossas fronteiras aos imigrantes uma vez que já temos imigrantes de sobra. De facto, nós queremos dar início a repatriação.
  • Nós queremos dar prioridade aos trabalhadores Britânicos no acesso aos empregos Britânicos.
  • Nós realmente achamos que o currículo escolar deveria colocar ênfase nas virtudes e nos feitos Britânicos.
  • Nós achamos que a BBC, que é subsidiada com o dinheiro dos contribuintes, deveria celebrar a nossa herança Cristã, Cultural e Étnica como algo que há centenas de anos tem guiado os Britânicos à grandiosidade, em vez de expulsar estes valores da arena pública e promover a agenda Comunista.
  • Nós achamos que , se tu vives no Reino Unido,  falar Inglês é obrigatório,

  • E nós realmente achamos que deveríamos ter o direito da liberdade de expressão sem que os Ditadores do Politicamente Correcto nos digam o que nós podemos dizer ou pensar.
 
Resumindo, queremos o nosso país de volta.
  • Queremos que os traidores sejam removidos do governo,
  • Queremos que os traidores dentro das nossas instituições sejam removidos,
  • Queremos que as nossas forças policiais sejam imunes às manobras políticas dos Marxistas Culturais e do lixo Britânico, 
  • Não queremos que os nossos excepcionais homens e mulheres das nossas forças militares  sejam usados para lutar em nome de interesses estrangeiros,
  • Não queremos que os nossos filhos recebam uma lavagem cerebral, aceitando a sua própria destruição Cultural e étnica levada a cabo por professores Marxistas Culturais que servem uma agenda e uma indústria de entretenimento que promove o homossexualismo e os relacionamentos mistos como algo a aspirar,
  • Não queremos que as nossas cidades se assemelhem ao Terceiro Mundo, como muitas já se assemelham,
  • Não queremos a crescente islamização do nosso país,

  • Não queremos que as nossas filhas sejam racialmente e culturalmente usadas para a prostituição, 
  • Não queremos que os nossos jovens sejam violentamente atacados e assassinados pelas alegadas minorias étnicas, e esquecidos pelos órgãos de informação com viés Marxista Cultural,
  • Não queremos que as pessoas da nossa Nação tenham que limitar a sua opinião e a sua liberdade de expressão devido ao medo que elas têm pelas leis raciais que os oprimem e dão poder às "minorias",
  • Não queremos que as nossas universidades sejam centros de indoutrinação Marxista, produzindo traidores anti-Brancos e anti-Britânicos,
  • Não queremos que grupos como  UAF, SWP e "Hope not Soap" tenham permissão para avançar violentamente com a sua propaganda Comunista nas nossas ruas, financiados pelos traidores do Parlamento.
A lista é literalmente infindável.

A classe operária Branca está farta. A classe operária Branca não subscreve ao mantra esquerdista da guerra de classes. Só os Comunistas subscrevem a esta ideologia anti-Brancos, anti-Nação e anti-Cristã. A classe operária Branca foi traída e está, gradualmente, a despertar.

Esta é a Nação que a classe operária Branca transformou na mais grandiosa Nação da Terra ; eles lutaram e morreram por esta nação, mas foram traídos como nunca haviam sido.

Grã-Bretanha, desperta.



sábado, 12 de maio de 2012

Professor de artes marciais americano proibido de entrar na Grã-Bretanha

Michael Savage não é o único a obter a elevada honra de ver a sua entrada banida pelos esquerdistas que controlam a outrora Grã-Bretanha (GB). Um professor de auto-defesa foi também impedido de entrar no jardim zoológico com o nome de "Inglaterra".

A MP Rosie Cooper diz o porquê da sua entrada ter sido rejeitada:

Ele ensina auto-defesa violenta e extrema e isso não é bem vindo [na Grã-Bretanha].
Uma das filosofias de Larkin é, segundo o Telegraph, "a violência raramente é a resposta, mas quando o é, é a única resposta."

Larkin tencionava dar algumas palestras em Londres e particularmente em Tottenham, onde se verificaram os piores desacatos no ano passado.

* * * * * * *

Para os totalitários esquerdistas ingleses, quando se fala em auto-defesa do cidadão comum, a sua reacção é proibi-la. Os ingleses viram as suas armas serem retiradas, o que aumentou os índices de criminalidade, mas agora estão proibidos de aprender formas de usar os pés e os punhos para legítima defesa.

A Inglaterra já foi um país seguro de si, mas o esquerdismo estragou tudo.



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