Mostrar mensagens com a etiqueta Anti-Cristianismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Anti-Cristianismo. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 3 de novembro de 2015

BBC: Apagando o Cristianismo da História

Por Joseph Pearce

Há alguns dias atrás tive a viscosa experiência de ouvir uma discussão com a duração de 40 minutos (transmitida pela BBC Radio) onde alegadamente se falava da história da Grã-Bretanha através da poesia. Descrevo a experiência de viscosa porque, depois de ter ouvido a discussão, senti como se tivesse sido coberto de visco, encontrando-me espiritualmente, intelectualmente e emocionalmente dentro duma lama de falsidades.

Passo a explicar.

Um amigo meu, que é poeta, enviou um link da celebração do "National Poetry Day" da BBC Radio - que ocorreu no dia 8 de Outubro - vista pelos olhos de poetas. Temendo o pior, resolvi mergulhar o dedo do pé na água, ou o ouvido nas ondas de rádio, embora inicialmente tenha sido de forma experimental. Vendo que a primeira discussão, que era sobre as raízes Celtas e Anglo-Saxónicas da Grã-Bretanha, deveria ser relativamente segura, estando ela tão longe do modernismo, tomei atenção para aprender mais.

Foi horrível.

Apresentado por Andrew Marr, o radiodifusor veterano que se descreve como um "esquerdista branco privilegiado" e como alguém que é resolutamente secular, isto é, não-religioso, eu deveria ter esperado o pior. Eis aqui o que Marr diz sobre as suas posições religiosas:

Sou eu religioso? Não. Será que eu acredito em alguma coisa? Não.

No entanto, visto que não é possível um ser humano não acreditar em algo, vamos analisar as coisas que ele realmente acredita. Havendo voltado as costas ao Presbiterianismo dos seus pais quando era um jovem homem, Marr envolveu-se com a Internacional Comunista quando se encontrava em Cambridge, ganhando a alcunha de “Red Andy.” Em 2006 ele declarou:

A BBC não é imparcial e nem é neutra. Ela é uma organização urbana financiada pelo Estado, com um número anormal de jovens, minorias étnicas e homossexuais. Ela tem um viés liberal [esquerdista], não tanto um viés partidário-político. Isto é melhor expresso como um viés cultural liberal [esquerdista].

Dito de outra forma, Marr estava a dizer de forma clara que a BBC tem um viés contra as populações rurais, contra os mais idosos, contra a maioria étnica, e contra os heterossexuais. Mais pertubador ainda, Marr parece ser um defensor do uso da força política, acrescentada à persuasão propagandista, como forma de levar a cabo uma engenharia social que produza o tipo de mundo no qual ele acredita:

E a resposta final, francamente, é o uso do poder do estado para coagir e reprimir. Pode ser da minha educação Presbiteriana, mas acredito de modo firme que a repressão pode ser um bom instrumento civilizador em prol do bem. Pisem em algumas crenças "naturais" durante algum tempo e podem quase que matá-las.


Pouco antes de dizer estas palavras, Marr falou da necessidade de tornar as pessoas "imunes aos antigos cânticos tribais", que, embora ele estivesse a falar ostensivamente do racismo, é mais do que sugestivo da necessidade de "educar" as pessoas para longe da moralidade tradicional e da religião na qual esta moralidade está enraizada. Poucas pessoas com o meu conhecimento de Política e de História irão duvidar que, mal o mesmo é desencadeado, "o uso vigoroso do poder do estado para coagir e para reprimir" será usado contra todos os grupos com os quais o governo não concorda.

Mais recentemente, Marr tem voltado a sua atenção para a História, ou melhor, para a História tal como ela é vista pelas lentes obviamente preconceituosas e enviesadas de Marr, apresentando o programa "History of the Word" - uma série que pretende examinar "a história da civilização humana." Escusado será dizer isto, mas esta não é a verdadeira História do mundo tal como vista objectivamente através dos olhos de gerações passadas que a fizeram e a moldaram, a larga maioria das quais havendo sido obviamente Cristãs crentes e practicantes, aderentes dos tais "antigos cânticos tribais" que Marr planeia erradicar. A "história" de Marr, tal como o "esboço da História" por parte de H. G. Wells, nada mais é que a obra dum vivisectionista grosseiro que pega em sujeitos vivos e mata-os em nome do "progresso".

Tudo o que foi exposto em cima é apenas para reiterar e explicar o porquê de que eu já deveria esperar o pior mal me apercebi que o programa com 40 minutos sobre as raízes Celtas e Anglo-Saxónicas da Britanidade era apresentado por Andrew Marr. Eu já deveria saber que seria uma experiência viscosa e não deveria ter-me exposto à sua presença orgulhosa e preconceituosa. No entanto, por mais insano que possa parecer, apressei-me a entrar onde os anjos e os santos temeriam entrar, e paguei o doloroso preço.

Por mais incrível que possa parecer, a discussão conseguiu discutir a poesia Galesa e poesia Anglo-Saxónica sem mencionar o não-mencionável expletivo "Cristianismo", a palavra-C, o uso da qual é uma gaffe genuína que tem que ser excluída de toda a discussão educada, mesmo quando se fala do passado Cristão. Consequentemente, por exemplo, falou-se de Beowulf, embora com brevidade misericordiosa, sem qualquer referência ao facto desta história ser um conto de aviso, do ponto de vista do Cristão ortodoxo, sobre os perigos da heresia Pelagiana, e sem qualquer discussão sobre os significados numéricos que faziam uma ligação entre a morte auto-sacrificial de Beowulf com a Paixão de Cristo.

O grande poema Anglo-Saxónico com o nome de "The Ruin" foi modificado com o poder mágico do politicamente correto de uma discussão em torno da forma como os  caminhos de wyrd, isto é, a Providência de Deus, reduzem a nada a pompa e a circunstância do poder político secular, para algo que reflecte a angústia do homem moderno em relação à sua identidade cultural. (Não estou a brincar!) 

Como se isto não fosse suficientemente ridículo, lembro-me que o monge Anglo-Saxónico Caedmon foi falado sem qualquer referência ao facto dele ser um monge ou sem qualquer menção da palavra-C, embora a única obra sua ainda em existência seja um hino!

A nota final do absurdo, o coup de grace ou reductio ad absurdum, a cereja no topo deste bolo ridículo, foi a discussão em torno das "Canterbury Tales" de Chaucer. Em vez de olharem para a obra de Chaucer como uma defesa do realismo escolástico contra o proto-relativismo do nominalismo de Occam, os orgulhosos e preconceituosos prentenciosos informaram-nos, com triunfalismo arrogante, que Chaucer foi um "subversivo" porque ele escreveu em vernáculo e não em Francês (a língua da corte) e nem em Latim (língua da igreja).

Na sua queda para o banalismo final, toda a obra de Chaucer, que está cheia de moralidade Cristã robustamente ortodoxa, é reduzida para o nível de ideologia radical do século 21. Escusado será dizer isto, mas a discussão em torno das "Canterbury Tales" evita de forma deligente aquele outro expletivo não-mencionável, "peregrinação" (a palavra-P).

A minha experiência depois de ter sido envolvido com a lama viscosa que é esta obra de polémica anti-Histórica mascarada de conhecimento, lembra-me uma obra de literatura muito mais recente, o livro 1984 de George Orwell, onde os tiranos que estão no poder levam a cabo uma abordagem Maquiavélica da História onde aqueles que controlam o presente, também controlam o passado.

Nada disto se centra na verdade objectiva e nem em aprender as lições que os nossos ancestrais nos podem ensinar; isto centra-se em re-escrever a História à imagem do nosso politicamente correcto. Só desta forma é que o socialmente-arquitectado "Novo Homem", livre dos "antigos cânticos tribais" da religião, pode emergir das cinzas da História que os pseudo-historiadores criaram ao queimarem os livros politicamente incorrectos. Isto, e usufruindo de liberdade poética com as próprias palavras de Marr, é o uso vigoroso da História re-escrita como forma de coagir e reprimir. É a firme crença de que a repressão e a supressão da verdade sobre o passado "pode ser uma boa arma civilizadora em prol do bem."

"Pisem com força em certas crenças 'naturais' durante o tempo certo," disse Marr, "e vocês podem quase que matá-las". Depois de me inteirar da supressão politicamente correcta da verdade histórica por parte da BBC, tenho a inquietante suspeita que estou a testemunhar o Grande Irmão de Orwell a sorrir de forma benigna para mim com os seus amigáveis olhos psicopatas.

 -  http://bit.ly/1Mkp2hX



sexta-feira, 13 de março de 2015

O porquê dos bilionários financiarem o feminismo

By: Jay Dyer

Tenho recebido várias mensagens por parte de feministas questionar o porquê de me atrever a questionar os direitos das mulheres, a suposta igualdade e o empoderamento. Havendo já escrito um artigo em torno da natureza Satânica do feminismo, a crença operacional por parte destas questionadoras é, obviamente, orientada pela narrativa oficial da História como nada mais que uma opressão patriarcal, onde só nos últimos séculos a "tirania" dos homens brancos envelhecidos foi exposta dentro da enorme teoria da conspiração conhecida como género.

Claro que nada disto é verdade, mas achei apropriado responder a estas acusações e explicar a verdadeira natureza do feminismo como um plano (dos tecnocratas) de engenharia social levado a cabo como forma de reorganizar a humanidade. Para entender isto, temos que analisar os verdadeiros agentes por trás da "emancipação das mulheres", começando essencialmente no período do Iluminismo e da Revolução Francesa, passando pela Comuna de Paris, e acabando na aliança com o Marxismo e com o socialismo como forma de gerar uma frente organizada contra o longo domínio dos homens malignos, estúpidos e tirânicos.

Como é normalmente o caso, a verdadeira história e o poder por trás destas causas revolucionárias eram oligárquicas e subversivas, sem qualquer tipo de interesse nas mulheres no geral, mas sim com um interesse da desconstrução da sociedade ocidental por parte das elites endinheiradas.

Embora isto possa soar contra-intuitivo, o facto é que quase todos os assim-chamados movimentos "liberais" foram financiados, cooptados, usados e aproveitadas pelo poder financeiro como forma de guerra psicológica tendo em vista a destruição da ordem existente. O feminismo não é excepção disto, e, tal como o Marxismo, teve o apoio de interesses financeiros poderosos que poderiam utilizar a "emancipação", apelando à ignorância iludida e ingénua dos jovens, tal como o mundo testemunha com a revolução cultural de Mao.

Logo, da mesma como que elite banqueira financiou os revolucionários da Rússia e da China como forma de desestabilizar os regimes existentes, com o feminismo e com a "emancipação das mulheres", a destabilização das massas poderia ser mais facilmente atingida, e não só através da alteração das estruturas sociais, mas também com um ataque ao género.

O ataque ao género é um processo longo e científico que teve início com a emancipação das mulheres e estando, agora, consumado com uma reescrição sintética de toda a natureza. No decorrer deste caminho longo, cientificista e tecnocrata, os oligarcas argumentaram que a inversão de todas as ordens naturais através da subversão resultaria no Admirável Mundo Novo de androginia forçada - a feminização dos homens e a masculinização das mulheres.

Por volta do Iluminismo, Mary Wollstonecraft havia falado como uma defensora primitiva dos "direitos das mulheres" com o seu Vindication of the Rights of Women, publicado em 1792. Daí, e juntamente com os radicais da Comuna de Paris, a assim-chamada libertação foi uma onde a remoção das monarquias existentes deu origem ao socialismo e ao republicanismo. É importante lembrar que o iluminismo de Weishaupt era comunismo, e que a liberté, egalité, fraternité, tão reverenciadas pelos Jacobinos iluministas e pelos revolucionários, encontrou o seu complemento natural junto da emancipação das mulheres.

Podemos, portanto, ver paralelos entre a Maçónica Declaração dos Direitos do Homem com tratados tais como o da Wollstonecraft. O mesmo igualitarismo radical do comunismo de Paris manifestar-se-ia mais tarde na propaganda Bolchevique e Soviética quando era dito às mulheres que lançassem para longe a escravatura de domesticidade em favor das ocupações masculinas.

Avançando rapidamente para o último século encontramos a mesma estratégia: a filha de Rockefeller, Abby, foi instrumental no estabelecimento da Cell 16, um grupo feminista radical que promovia o celibato e o fim dos papéis de género tradicionais. Abby e a Cell 16 organizaram algumas das primeiras conferências feministas que se tornariam influentes junto da estratégia da "Terceira Vaga do Feminismo" de ataque ao Ocidente.

A biografia autorizada dos Rockefellers feita por Collier e Horowitz apresenta Abby como uma rebelde contra a aparência capitalista da família, mas tal como iremos ver, isto não está propriamente correcto. Collier e Horowitz escrevem:

Mais para o final de 1968, ela [Abby] foi visitada por um outro tipo de suplicante. Era Roxanne Dunbar, e ela estava a pedir financiamento como forma de enviar uma delegação para uma conferência feminista vindoura (em Chicago), a primeira grande reunião deste tipo. Juntamente com Dana Densmore, Betsy Warrior, e algumas outras precursoras do novo movimento das mulheres, Roxanne já havia fundado e publicado a edição inaugural do "The Journal of Female Liberation". ..

‘Durante toda a minha, sempre me considerei uma feminista, embora nunca usasse essa frase porque odiava tudo o que envolvesse a palavra "feminina". Não era um caso de auto-ódio, mas sim a realização de que, como mulher, não havia nada que me tivessem dado que eu pudesse gostar. 

Todas as associações eram repelentes para mim. Todos os maneirismos "femininos" - colocar maquilhagem, usar roupas que os homens criaram, agir da forma que os homens haviam estipulado - pareciam ser  armadilhas criadas com o propósito de levar as mulheres a agir duma forma desprezível para os homens, levando a que eles as odiassem..’…

Com Roxanne e com as outras, Abby deu início à Cell 16, que rapidamente se tornou da principal organização feminista.  (The Rockefellers: An American Dynasty, 599-600.)

Claro que nos é dito que Abby era a ovelha negra da família, e que o seu Marxismo e o seu feminismo eram uma oposição directa à família, no entanto quando levamos em conta o apoio que a Fundação Rockefeller deu aos vários projectos, vêmos que eles não são desconhecedores das causas feministas. De facto, no seu editorial de 1973 feito para o New York Times, David Rockefeller elogiou de modo sonante a China Maoista (...).

Mesmo hoje, os projectos da Fundação Rockefeller envolvem o financiamento de inúmeros projectos de emancipação das mulheres, todos eles sob a máscara do populismo (como exemplo, vejam aqui, e aqui). Ironicamente, o populismo é algo que David Rockefeller escarnece nas suas Memórias:

PARANÓIA POPULISTA

Durante mais de um século os ideólogos extremistas em ambos os lados do espectro político agarraram-se aos incidentes amplamente publicitados, tais como o meu encontro com [Fidel] Castro, como forma de atacar a família Rockefeller pela desmesurada influência que eles alegam que nós temos junto das instituições políticas e económicas Americanas. Alguns chegam a acreditar que fazemos parte duma cabala secreta que opera contra os interesses dos Estados Unidos, caracterizando a minha família de "internacionalistas" e acusando-nos de conspirar com outros espalhados pelo mundo como forma de construir uma estrutura política e económica mais integrada - um mundo único, se posso falar assim. Se essa é a acusação, então sou culpado e orgulhoso disso. (“Proud Internationalist,” Memoirs, pg. 405)

Outro exemplo colossal deste estratégia de subversão é o uso de feministas radicais tais como as Pussy Riot ou as Femen por parte de ONGs financiadas por George Soros. No caso de Soros e das ONGs do Departamento de Estado Americano, estes movimentos feministas radicais têm o propósito de serem factores de desestabilização social e psicológica. De facto, estes grupos circenses existem como forma de levarem a cabo terrorismo estético, todos eles com o apoio de bilionários e como forma de gerarem dissidência contra Putin e contra a Eurásia.

Certamente que existem outros métodos, tal como se vangloriou Soros ao afirmar que financiou a crise da Crimeia através da revolução colorida. Kurt Nimmo explica:

George Soros disse ao Fareed Zakaria da CNN durante o fim de semana que ele foi responsável pelo estabelecimento duma fundação na Ucrânia que, em última análisa, contribuiu para o derrube do líder nacional eleito, e para a instalação duma junta esclhida a dedo pelo Departamento de Estado.

“Começando pela Ucrânia, uma das coisas que muitas pessoas reconheceram em relação a si é que você, durante as revoluções de 1989, financiou muitas actividades dissidentes e grupos da sociedade civil na Europa do Leste, na Polónia, na República Checa. Você está a fazer a mesma coisa na Ucrânia?"  Zakaria perguntou a Soros.

“Bem, estabeleci uma fundação na Ucrânia antes dela se tornar independente da Rússia. E essa fundação tem operado desde então, e desempenhou um papel importante nos eventos de hoje", respondeu Soros.

De igual modo, o produtor de Hollywood Aaron Russo encontrou-se com Nicholas Rockefeller e relatou numa entrevista que Nicholas o havia informado da verdadeira natureza do feminismo e do porquê desse movimento ter sido financiado pelas elites.

O cerne da questão é que o feminismo, e a assim chamada "emancipação" das mulheres, é útil para os tecnocratas bilionários como forma de reorganizar a sociedade; esse movimento de maneira alguma está relacionado com a emancipação ou a liberdade, mas sim com a escravização das paixões e, por fim, com a morte através da disgênica e através da queda das taxas de reprodução.

A explicação é melhor dada através das próprias palavras de Russo, especialmente se levarmos em conta a admissão de Gloria Steinem de que o feminismo, através da Ms. Magazine, foi financiado pela CIA:



* * * * * * *

O feminismo, tal como o movimento homossexual, tal como os movimentos raciais, tal como o comunismo, e virtualmente tal como quase todos os movimentos sociais impostos pela elite nos países de maioria branca e Cristã, são manobras de subversão cultural, e não medidas que visam proteger os direitos supostamente perdidos pelas "minorias" étnicas e/ou "minorias" sexuais. Dado isto, resistir ao feminismo é resistir às imposições da elite sobre a sociedade, e não uma luta contra os "direitos das mulheres".

Como já dito no passado, o feminismo Americano foi financiado, apoiado e promovido (em oculto) pelos homens da elite como forma de desorganizar a sociedade. Logo, quem quer que resista ao feminismo, está a revelar um apoio forte à ordem social que (ainda) existe no seu país. Por outro lado, as mulheres que dão o seu apoio ao feminismo, estão a preparar o caminho para a futura instalação duma ditadura.



domingo, 15 de junho de 2014

O verdadeiro propósito do movimento homossexual

Porque é que nas últimas décadas os esquerdistas que controlam os meios de informação governamentais (isto é, os maiores) estão constantemente a avançar com o homossexualismo e até com o transsexualismo para a arena pública? O que é que eles ganham com isso? Uma pergunta mais fácil de responder é: O que é que os esquerdistas ganham com a supressão do Cristianismo, que durante os momentos mais sombrios do século 20 se distinguiu por ser um baluarte contra a tirania colectivista por toda a Europa?

O que existe de mais censurável por parte dos esquerdistas é a noção Cristã que considera todas as almas como um ser único e individual (e não como um dispositivo intercambiável definido por algum atributo superficial), bem como o facto dos Cristãos responderem a Uma Autoridade Moral acima dos burocratas e acima dos média esquerdistas de maiores dimensões.

Respondendo à segunda pergunta obtemos a resposta para a primeira. A perversão sexual foitransformada num "direito civil" não só para avançar com a estratégia marxista "divide-e-conquista", mas também para atacar a religião Cristã. A campanha contra a Trinity Western University (TWU) Canadiana é bem ilustrativa:
No dia 24 de Abril, a sociedade legal da maior província do Canadá votou contra a admissão de graduados da Trinity Western University, pelo motivo único da aliança comunitária da escola, que os alunos (e os professores) voluntariamente assinam quando são admitidos ou contratados, reservar a intimidade sexual para o casamento heterossexual [ed: o único casamento que existe]. Nova Scotia seguiu o mesmo caminho, vocalizando a sua rejeição sob a condição da TWU alterar a sua aliança comunitária ou permitir que os alunos tenham escolha de não assiná-la. Em British Columbia, que é onde a escola se encontra sediada, a sociedade legal votou no dia 11 de Abril de modo a permitir a admissão de graduados da TWU, mas está-se a gerar um ímpeto de modo a forçar a sociedade a reverter a sua decisão no encontro especial que ocorrerá no dia 10 de Junho.
Forçar a TWU a renunciar o seu pacto sob pressão seria o mesmo que ela renunciar a fé sobre a qual a escola se baseia, o que seria um suicídio moral. É precisamente por isso que os esquerdistas estão a forçar para que isso aconteça. É bem provável que a TWU seja destruída - quer como instituição Cristã ou como universidade.
Com a legalização do casamento [sic] homossexual, o debate público está fortemente voltado contra os Cristãos que acreditam no casamento tradicional [isto é, todos os Cristãos genuínos], e eles enfrentam agora um escalar de intolerância irracional. Durante o debate do dia 11 de Abril por parte da sociedade legal (leiam a  transcrição online), alguns advogados qualificaram o pacto da TWU de discriminatório porque ele exige que os estudantes homossexuais se abstenham de intimidade "mesmo dentro dum casamento [sic] legal," e porque impede os estudantes homossexuais "de se casarem [sic] pelo Estado, um direito pelo qual se batalhou muito e se obteve uma vitória suada".
Nada poderia ser mais quintessencialmente esquerdista que o uso hipócrita das palavras "discriminatório" e "tolerância" como forma de justificar a discriminação intolerante feita aos Cristãos.
À medida que os direitos iguais [isto é, privilégios homoeróticos] têm avançado, a liberdade religiosa [dos Cristãos] tem estado em retirada. Muitos advogados alegam que até as escolas privadas tais como a TWU não deveriam receber permissão para "discriminar" através das suas políticas de contratação ao escolherem professores que vivam segundo os seus princípios morais, ou ao esperarem que os alunos conformem o seu comportamento com as crenças que a escola defende.
De modo ameaçador, o caso segue para o Tribunal Supremo do Canadá, onde os esquerdistas esperam obter uma vitória significativa contra o Cristianismo.
Se o Tribunal Supremo decidir contra a TWU, então certamente que outros ramos profissionais seguirão o exemplo de Ontário e Nova Scotia ao rejeitarem os graduados da TWU. Em 2001 os professores tentaram fazer isso, e encorajados pela nova decisão, certamente que tentarão de novo. Enfermeiras, dentistas, contabilistas, e outros profissionais se seguirão. 
As outras escolas Cristãs têm que se preparar para o efeito dominó. Existem várias escolas religiosas independentes no Canadá, e muitas delas têm pactos.
O que isto significa é que a vitória da agenda homoerótica levará a que um diploma obtido numa instituição Cristã perca todo o se  valor alguma - um passo gigantesco para a marginalização oficial do Cristianismo. Estaline e Hitler tentaram marginalizar directamente o Cristianismo, mas sem sucesso; os novos tiranos estão a tentar fazer isso de outra forma.

O propósito final de Estaline, Hitler e dos Novos Esquerdistas é o mesmo; por mais que os esquerdistas tenham um gosto imenso em reverenciar o homoerotismo, de maneira nenhuma a motivação dos esquerdistas está relacionado com os homossexuais, mas sim com o Cristianismo. O que os move não é compaixão para com os homossexuais, algo notório pelo silêncio universal dos esquerdistas perante o tratamento que os homossexuais islâmicos recebem, mas ódio ao Cristianismo e a tudo o que essa fé religiosa representa (liberdade, singularidade e dignidade humana, Deus acima do Estado, etc).

Quem quer escravizar a humanidade tem primeiro que destruir a fé no Deus da Bíblia, porque enquanto houver pessoas que tenham essa fé, o grito pela liberdade sempre se fará soar.

Modificado a partir do original.

O símbolo que melhor descreve o esquerdismo




terça-feira, 30 de julho de 2013

Manifestantes anti-Católicos destroem imagens religiosas

Manifestantes anti-Igreja envolvidos na "Marcha das Vadias" destruíram hoje imagens religiosas na praia de Copacabana, onde milhares de peregrinos aguardam o início da vigília da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), segundo a imprensa brasileira.

De acordo com o jornal O Globo, as primeiras imagens, de Nossa Senhora de Fátima e Aparecida, foram destruídas por um casal nú, que tinha apenas os órgãos sexuais cobertos, com símbolos religiosos, como um quadro de Jesus Cristo.

Num outro ponto do protesto, os manifestantes juntaram cruzes, atiraram-lhes preservativos em cima e pisaram os artigos religiosos. Um dos manifestantes chegou a colocar um preservativo na cabeça de Nossa Senhora.

Ao deparar-se com o protesto, os peregrinos confrontaram-no cantando "Esta é a juventude do Papa" e alguns católicos que passavam pelo local criticaram o movimento, enquanto outros dizem não estar incomodados.

Assinalado com bandeiras do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) e de partidos políticos, o protesto reúne cerca de 450 pessoas e mistura-se com a vigília dos peregrinos que estão na praia de Copacabana.

Algumas manifestantes levam cartazes com frases como "Meu corpo não pertence à Igreja" e "Sou cristão e apoio a Marcha das Vadias", enquanto outras exibem os seios nus.

Apesar da destruição das imagens religiosas, o clima entre manifestantes e católicos é tranquilo.
Marco Rocha, que integra o grupo da "Marcha das Vadias", disse que foi "muito bem tratado" pelos peregrinos.

"A marcha acontece todos os anos em Copacabana nesta mesma data. Este ano foi cancelada por conta da JMJ, mas resolvemos vir mesmo assim", disse Rocha.

O grupo "Católicas pelo Direito de Decidir", favorável à "Marcha das Vadias", distribuía uma carta aberta ao Papa Francisco chamada "Queremos uma nova Igreja".

Outras pequenas manifestações acontecem na cidade do Rio de Janeiro, sobretudo pedindo a saída do governador do Estado, Sérgio Cabral, mas em ambinte tranquilo, até ao momento. Na sexta-feira, depois do final da Via Sacra em Copacabana, na qual participou o papa Francisco, houve um princípio de tumulto entre a polícia e alguns manifestantes, mas tudo foi prontamente pacificado.

Já em São Paulo, após a manifestação da noite de sexta-feira na avenida Paulista, que terminou com depedências de bancos vandalizadas, 'grafitti' em prédios e semáforos destruídos, oito pessoas foram detidas e encaminhadas à esquadra do bairro dos Jardins.

De acordo com a Polícia Militar, seis dos manifestantes foram identificados e libertados.
Os outros dois manifestantes, que continuam presos, foram encaminhados para a Polícia Federal, por estarem na posse de cartões bancários falsificados.




domingo, 28 de julho de 2013

Ódio anti-Católico na Marcha das Vadias de Copacabana

Na Marcha das Vadias de Copacabana aconteceu aquilo que acontece sempre que um grupo da extrema-esquerda tem a possibilidade de agir segundo os seus verdadeiros desejos e planos: desrespeito e ataque ao Cristianismo (em especial à Igreja Católica). A novidade do ódio anti-Cristão por parte das feministas gira em torno do facto de até outras feministas se sentirem enojadas com o que aconteceu.

Uma das acções mais nojentas e de teor altamente polémico foi o facto das feministas terem usado a imagem da Virgem Maria como objecto sexual. (Irónico que um movimento que se diz "representar" e "defender" as mulheres desrespeite de tal forma uma das mulheres mais amadas da História da Humanidade, mas de certo que a ironia lhes passará ao lado).

Depois disto, e porque ainda era cedo para ir para casa, as feministas partiram imagens e cruzes. Não há notícia delas terem partido símbolos islâmicos embora o islão trate as mulheres como todos nós sabemos.


Por fim, uma das feministas agarrou no que sobrava duma cruz, colocou um preservativo sobre ele e enfiou-o no ânus do parceiro de encenação. Isto foi demais para alguns manifestantes (porque partir estátuas ainda era aceitável) e como tal, eles ficaram genuinamente chocados com tal nojeira feminista.

Uma das feministas presentes neste evento anti-Cristão afirmou que colocaria uma máscara para não ser reconhecida visto que receava represálias no emprego. Mas se o que ela estava a fazer era assim tão nobre, para quê recear represálias?

Seguem-se imagens recolhidas neste blogue.








Previsivelmente, as feministas entraram em modo "damage control". Uma página feminista escreve:


Comentando:
Creio que de todas nós moderadoras da página eu, [EDITADO], seja a única que não é ateia e venho como religiosa lançar um questionamento a todos que acham que o que aconteceu foi um desrespeito.
Para além de ficarmos a saber que esta página feminista específica é totalmente controlada por ateias (a vossa atenção, feministas "cristãs"), a editora inicia o seu "argumento" dando logo a ideia de que o que aconteceu no Rio de Janeiro não foi assim tão injustificável. Se calhar existe alguma nobreza em enfiar símbolos Católicos no ânus de outra feminista e nós, os intolerantes tradicionalistas, é que ainda não estamos suficientemente "iluminados".
Quantas entregas de umbanda e candomblé católicos não chutaram até hoje simplesmente por ser, segundo a visão deles, uma idolatração ao demônio?
Quantas manifestações Católicas foram feitas onde foram enfiados símbolos do umbanda e símbolos do candomblé no ânus de outro manifestante? 
Quantas religiões indígenas não foram devastadas com as catequizações que persistem até hoje?
Só mesmo uma feminista para colocar lado a lado o uso de símbolos Cristãos como objectos sexuais como algo análogo ao ensino do Cristianismo aos povos indígenas.
Se nós, pessoas que não seguem religiões cristãs, devolvêssemos pau-a-pau cada ato de intolerância praticado contra nós pelos católicos não haveria nesse Brasil santo o suficiente pra ser alvejado.
Os supostos erros do passado dos Cristãos não justificam o uso de símbolos Cristãos como objectos sexuais e isso é algo que as comentadoras da notícia nessa página deixaram bem claro. Aliás, os comentários ao post foram mais de crítica à acção das feministas do que apoio (e isto parece ter surpreendido a autora do post):

















Conclusão:

A surpresa deste evento não é o evento em si mas sim a "surpresa" de algumas feministas "católicas" perante óbvia demonstração de ódio contra o Catolicismo. O que estas feministas fizeram no Rio de Janeiro não é algo periférico e marginal dentro das atitudes feministas: o ódio ao Cristianismo é algo que é parte integral do movimento feminista.



As feministas pseudo-católicas têm agora duas opções:

* Acreditar que este incidente em nada está relacionado com o feminismo.

* Aceitar os factos e concluir que o feminismo, tal como todos os movimentos da esquerda política, tem um ódio extremo a tudo o que Cristianismo representa.



quinta-feira, 13 de junho de 2013

A estratégia da Escola de Frankfurt


O que de mais importante se pode assimilar da forma de operação da Escola de Frankfurt é que eles desenvolveram tácticas que visavam a implementação da revolução comunista. Frustrados com o facto do marxismo - economicamente - não ter o que era preciso, eles - os teóricos da Escola de Frankfurt - adicionaram aspectos culturais.

Embora existam várias sub-técnicas, aquelas que têm um peso maior são:

1. Teoria Crítica.

Esta técnica consiste em rodear e atacar a civilização ocidental e todos os seus alicerces (igrejas, família, economia) de todos os ângulos. Este ataque não é baseado na lógica e na racionalidade e nem tem como alvo aqueles que são politicamente mais informados. (É por isso que é tão fácil encontrar contradição na "lógica" esquerdista) Este ataque tem como finalidade desmoralizar as massas de modo a que elas percam - também - a vontade e a força para resistir à imposição da vontade da elite esquerdista.

Este ataque consiste na ridicularização, no envergonhar, na vitimização, na personalização da vítimas, na colectivização da culpa, nos gatilhos emocionais, na contagem de "estórias", na infiltração de instituições de comunicação (órgãos de informação, universidades, cultura popular, "peritos" científicos), no pensamento de grupo aceitável e "não-aceitável", na mobilização de grupos de interesse, no suborno , na rejeição de responsabilidades (aborto), e na repetição ad nauseum.

Os ataques levados a cabo pela Teoria Crítica não se baseiam em queixas individuais válidas, mas sim na própria existência da Civilização Ocidental em si. Tudo aquilo que promove a superioridade da cultura Ocidental é, por defeito, algo que tem que ser destruído. Os marxistas culturais atacam (apenas e só) com o propósito de desacreditar todo o edifício cultural ocidental e acelerar assim a "revolução" (isto é, a instalação da ditadura esquerdista).

2. Politicamente Correcto.

O Politicamente Correcto foi criado como forma de expandir a guerra de classes económica para a guerra de classes cultural. Foi esta forma de pensar que gerou o conceito da Raça / Sexo / Classe, que expande o conceito marxista da estruturação das classes. Fazer o papel de vítima satisfaz a natureza humana de desejar o que não lhe pertence. Isto é feito suprimindo o discurso político que não se alinha com a esquerda militante chamando-o de "discurso de ódio", e classificando preferências políticas e gostos sexuais de "direitos".

Qualquer voz que não aceite esta nova reestruturação social é classificada de "racista", "sexista", "homofóbica", "machista", "nazi" e assim por diante.

A Teoria Crítica é a espada que ataca a civilização ocidental e o Politicamente Correcto é o escudo que protege os "grupos-vítima", dando-lhes assim livre acção. É por isto que uma activista feminista pode chamar os nomes mais terríveis aos homens, ao mesmo tempo que estes mesmos homens estão ideologicamente impedidos de dizer em público que existem diferenças psicológicas e biológicas entre os homens e as mulheres.

A Teoria Crítica e o Politicamente Correcto podem facilmente ser combinados. Por exemplo, os "direitos dos homossexuais" em nada estão relacionados com os verdadeiros propósitos e desejos dos homossexuais. O que se passa é que a Teoria Crítica classificou os valores morais Cristãos como fundamentos da Civilização Ocidental, e como tal, esses valores tinham que ser destruídos. O mesmo se passa com a família.

O activismo homossexual leva a cabo o propósito da Escola de Frankfurt de destruir a Civilização Ocidental, destruindo a família e o Cristianismo (alicerces da Civilização Ocidental). A ideia de atacar a família e o Cristianismo veio primeiro. Depois disso, os teóricos buscaram formas de o fazer, identificando o activismo homossexual (e a promoção do comportamento em si) como uma táctica.

Conseguem ver a manobra? Por exemplo, eis aqui a forma de atacar a família:
a) "O casamento é só um pedaço de papel!" - Não funcionou.
b) "O casamento é a violação institucionalizada!" - Não funcionou
c) "O casamento é  um direito humano que se centra no amor, e como tal, todas as pessoas deveriam ter o direito de casar!"

Espera lá! Mas o casamento não era só um "pedaço de papel" ou a "violação institucionalizada"?!

Esta é a forma como funciona o Marxismo Cultural/Politicamente Correcto. O movimento homossexual e o movimento feminista em nada estão relacionados com os propósitos dos homossexuais ou das mulheres; estes movimentos são formas (armas) através das quais o esquerdismo avança na sociedade sem que as vozes conservadoras possam resistir sem serem classificadas de "homofóbicas" e "machistas".

O mesmo se passa com as igrejas; encontrem "valores" que sejam opostos aos valores do Cristianismo, e transformem-nos em "direitos". Depois digam que os Cristãos são contra os "direitos humanos". Por isso é que actualmente temos activistas homossexuais que se assumem como "defensores dos direitos humanos" (como se ter uma preferência sexual pela pessoa do mesmo sexo fosse um "direito humano").

3 - Multiculturalismo

Depois da 1ª Guerra Mundial, os teóricos comunistas que erradamente esperavam uma "revolução do proletariado" e a união da classe operária por toda a Europa, ficaram horrorizados ao observarem que os operários de cada um dos países envolvidos no confronto bélico se uniram aos burgueses do mesmo país na luta contra os operários e burgueses de outros países. Isto fez com que os marxistas se apercebessem do poder do nacionalismo - e do patriotismo - numa cultura etnicamente e culturalmente homogénea (a situação da Europa do início do século 20).

Como forma de impedir que o nacionalismo volte a bloquear o avanço da revolução, os marxistas culturais promovem o multiculturalismo. Isto consiste literalmente em diluir a cultura Ocidental ao permitir que membros de uma ou mais culturas opostas existam e aumentem o seu número no Ocidente. (Já se tornou óbvio que o Multiculturalismo só é promovido da forma que é no Ocidente. Nos países islâmicos, asiáticos ou africanos, não existem manobras da ONU ou de outra grande organização internacional a promover a "diversidade" e a "coesão".)

A imigração, o relativismo moral e o revisionismo histórico têm como propósito enfraquecer a posição única da Civilização Ocidental e não ajudar essas outras culturas. Os esquerdistas não se importam com as prácticas islâmicas levadas a cabo pelos mesmos no Ocidente; eles apenas usam os muçulmanos como arma de ataque ao Ocidente (exactamente o mesmo que é feito com o activismo homossexual e o movimento feminista).

As civilizações precisam duma identidade coerente ou então elas perdem a força e deixam de existir. O enfraquecimento da identidade cultural do Ocidente Cristão é precisamente o propósito do Marxismo Cultural.

Conclusão:

O Marxismo Cultural é a táctica primária da esquerda militante. Todos os adversários políticos são catalogados de "racistas" quando são contra a imigração em massa, de  "homofóbicos" quando defendem que o casamento é entre um homem e uma mulher, ou de "misóginos" quando defendem que existem distinções fundamentais entre o homem e a mulher. Olhando para as acções dos esquerdistas segundo este prisma, fica mais fácil entender as suas motivações, e construir rotinas de refutação mais eficazes.

.



domingo, 31 de março de 2013

O espírito de Nero


Professor da "Florida Atlantic University" (FAU), com o nome Deandre Poole, ensina uma aula com o nome de “Intercultural Communication” a partir dum livro escolar com o mesmo nome. Este livro fomenta uma práctica onde os estudantes escrevem o Nome do Senhor Jesus em letras enormes e pisam-No.

Ryan Rotela, estudante e aluno que segue esta aula (e que é um Mórmon devoto), recusou-se a pisar o Nome e queixou-se ao professor Poole, pedindo que "Nunca mais desse este exercicio uma vez que ele era ofensivo." Rotela disse também ao professor que faria queixas suas à universidade.

Foi então que, segundo Rotela, que a FAU respondeu suspendendo o professor suspendendo-o a ele (Rotela) da aula do professor Poole.

Mas as coisas ficam piores: segundo se sabe, a universidade está a desenvolver esforços para punir o aluno (e não o professor). Isto é obviamente questionável.

Uma pergunta importante é: Porque é que só um aluno achou questionável pisar o Nome de Jesus?

Não é fascinante que aqueles que negam o Senhor Jesus - desde os imperadores romanos, passando pelos muçulmanos, pela elite judaica dos primeiros 3 séculos, e acabando nos professores marxistas - tenham uma obsessão em forçar os outros a rejeitar simbolicamente o Nome do Senhor? Até parece que todos eles cantam do mesmo hinário.

Este é o tipo de "tolerância" que os pagãos e os militantes esquerdistas (ateus, feministas, activistas homossexuais, ambientalistas, etc) conferem aos Cristãos depois de terem sido bem sucedidos nas suas exigências de "respeito" e "tolerância".

Está a ficar cada vez mais óbvio que a genuína tolerância que a Civilização Ocidental Cristã conferiu aos pagãos e aos militantes esquerdistas pode ter sido um erro sério de proporções gigantescas, incluindo para os próprios pagãos e esquerdistas a quem foi conferida liberdade e que usam essa liberdade para destruir uma Civilização cuja construção durou mais de mil anos.

PS: Quais são as probabilidades deste mesmo professor pedir aos alunos que pisem no nome "Muhammad" ?

Fonte



sábado, 3 de novembro de 2012

Estes bárbaros



Estes bárbaros desfrutam hoje da hegemonia cultural, que se traduz em votos. Tudo o que atacam parece fazer cada vez menos sentido na cultura que persistem em tentar remodelar. A sacralidade da vida? Não! Nas velhas eras pagãs, valia a lei do mais forte, ou o desejo dos líderes. Sexualidade saudável, dentro da família? Não! No mundo antigo, tudo se resumia a penetrador e penetrado. E gritam: “somos a vanguarda, num novo ‘momento histórico’”. Mas o que promovem mesmo é o retorno aos velhos tempos pagãos pré-cristãos.

Estes bárbaros desprezam a individualidade da pessoa, bem como seu valor intrínseco. Nivelando todos os valores, dizendo que são todos subjectivos, querem mesmo é que César diga o que é certo ou errado. O resto não passa de “constructo social”. Da suprema blasfêmia a essa paganismo segue um trecho: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens sejam criados de modo igual e providos pelo Criador de certos direitos inalienáveis; entre eles, a vida, a liberdade e busca da felicidade”.

Estes bárbaros enaltecem o poderio de César. Pela saúde, pela paz, pela educação, alegam. Sempre se frustram, mas não se permitem atentar para o real. E, para tanto, não são nada discretos em sua sanha de controlar escolas, mídia e a produção cultural, visando uma modelagem comportamental em larga escala. Subjetividade e autonomia da consciência individual é escândalo ao mundo antigo: 

“Estes homens, ó Nabuconosor, não te respeitaram; a teus deuses não serviram, nem adoraram a estátua de ouro que levantaste”. 

Os bárbaros não toleram o homem livre, senhor de suas próprias ideias e princípios. Estes bárbaros sacralizam a natureza. Que não toquem nas árvores e nos micos-leões! E que em nome deste panteísmo não se plante, não se construa, não se aumentem as famílias e a população. “Não é ‘sustentável’”, clamam. Agora com legitimidade jurídica, o humano volta a ser uma besta servil de forças misteriosas das florestas, como nas velhas eras pagãs.

Estes bárbaros abortam. Para eles vale mais o bem estar da tribo do que a vida por si mesma. E os fetos se reduzem a assunto de saúde pública, a consequências indesejáveis da promiscuidade das militantes que, sem dó, esquartejam e expelem suas crias. Nas velhas tribos bárbaras, deidades crúeis sacralizavam o prazer. No velho mundo bárbaro, as chamas de Moloque recebiam os pequeninos, e as trombetas do deus pagão cobriam seus últimos e agonizantes choros.

Estes bárbaros, ontem, como hoje, desprezam o Deus de Israel e seus princípios. Não é à toa que abominam o Ocidente, fruto civilizacional da cosmovisão judaico-cristã, que em tudo afronta esses nostálgicos das eras pagãs. Que em tudo denuncia a barbárie decorrente da ausência daquele Espírito que, onde habita, ali há liberdade (II Co. 3:17).

Estes bárbaros mal disfarçam em ideologias suas velhas crenças pagãs. O pastor Wurmbrand bradou: “Marx era, na verdade, um satanista”. A bruxa Margot Adler fez questão de mostrar o quanto o paganismo inspirou o feminismo desde seus primeiros momentos. Eric Voegelin e outros autores perceberam o quanto as ideologias utópicas que mataram milhões no século XX se assemelham, em tantos aspectos, a antigas crenças gnósticas. 

Peter Gay afirmou que o Iluminismo foi o berço do paganismo moderno e outros historiadores já afirmaram que este período, para além da imagem pública, foi mesmo um festival de bruxaria e ocultismo. Dentre os inspiradores da United Religions Initiative, hoje tentáculo da ONU, não se pode excluir nomes como Madame Blavatsky e Aleister Crowley. 

Como Lee Penn bem denuncia em seu livro False Dawn, esta instituição está claramente determinada a obstruir a evangelização cristã, sempre em nome da promoção ecumênica da paz mundial, incriminando os cristãos conservadores como intolerantes. Buscando reduzir o cristianismo a mero ativismo social, promove uma nova espiritualidade global, uma religião de plástico que irá dar novo valor a velhas práticas ocultistas e teosóficas.

Estes bárbaros também sabem se disfarçar de cristãos. Estes bárbaros sabem se infiltrar em instituições e veículos de mídia que se afirmam como defensores e divulgadores do cristianismo. Estes bárbaros sabem que a fé cristã diz respeito a todas as áreas do conhecimento: política, arte, economia, psicologia, ciência, filosofia, etc. 

E por isso que em tudo atrapalham os cristãos, impedindo-os a perceber as inúmeras riquezas deste legado com o qual Deus os presenteou, tendo anteriormente concedido a eles a salvação, por meio do sacrifício do Senhor Jesus Cristo.

Estes bárbaros sabem que, no momento em que os cristãos se posicionam e contra eles se opõem, começam a ter sérios problemas.

Estes bárbaros, seguindo o deus deste século, sabem que vivem na mentira. E que “não prevalecerão no dia do juízo” (Sl 1:5).

(Imagem: ‘Salomé com a cabeça de João Batista’, Caravaggio, 1609/10. 
Os links presentes no artigo não se encontram no texto original do autor.)



terça-feira, 25 de setembro de 2012

Quem financia as "Femen" ?

A jovem entrou nas fileiras da organização, supostamente inspirada por suas ideias, participou pessoalmente nas acções topless, filmando o que ocorria com câmara oculta. Verificou-se que a essência da actividade das participantes resume-se à propaganda e dinheiro, que chega da Europa Ocidental e dos EUA.

Para revelar publicamente a essência do Femen, a jovem jornalista teve de realizar uma acção de auto-sacrifício, tornar-se participante das acções topless. Durante algumas semanas ensinaram-lhe a propaganda profissional – modo de conduta agressivo, habilidade em atrair a atenção dos jornalistas, representando uma vítima inocente. E o mais importante, expor os seios nus diante das câmaras.

A jovem estreou em topless em Paris, onde as participantes do Femen abriram recentemente seu novo escritório. Lá algumas jovens organizaram uma manifestação em seu estilo tradicional, isto é - despiram o peito diante de centro cultural islâmico. A jornalista afirma que sentiu literalmente na pele o ódio das pessoas, cujos sentimentos religiosos elas ofenderam intencionalmente: “A acção ocorre perto do centro cultural islâmico. E nós sentimos que a multidão estava disposta a nos despedaçar. Somente as objectivas dos colegas salvam-nos da represália."

A viagem da jornalista a Paris foi paga pelo movimento Femen. As passagens de avião, a hospedagem no hotel, táxi e alimentação – um total de mil euros de gastos por dia para cada moça durante tais acções, sem contar as compras de roupas, serviços de maquiadores e estilistas.

Além disso verificou-se que as activistas do Femen recebem salário, não menos de mil dólares por mês, o que ultrapassa em quase 3 vezes o salário médio na Ucrânia. Além disso a manutenção de escritórios em Kiev – dois mil e quinhentos dólares por mês e do recentemente aberto em Paris – mais alguns milhares de euros por mês.

Quem financia tão generosamente este movimento e quem é o patrocinador que indica às jovens a quem devem atacar de peito aberto, é um segredo guardado a sete chaves, como se diz, sancta sanctorum. Só se pode imaginar quem são. A jornalista supõe que são pessoas que com maior frequência são vistas junto com o Femen. O multimilionário Helmut Geier, a mulher de negócios alemã Beat Schober e o homem de negócios americano Jed Sanden. Também a Wikipedia considera que o último é patrocinador do Femen.

Fonte
* * * * * * *
Uma das formas de saber quem financia uma determinada organização é saber contra quem ela luta. No caso das Femen, não parece haver muitas duvidas.


ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT