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sábado, 3 de novembro de 2012

Estes bárbaros



Estes bárbaros desfrutam hoje da hegemonia cultural, que se traduz em votos. Tudo o que atacam parece fazer cada vez menos sentido na cultura que persistem em tentar remodelar. A sacralidade da vida? Não! Nas velhas eras pagãs, valia a lei do mais forte, ou o desejo dos líderes. Sexualidade saudável, dentro da família? Não! No mundo antigo, tudo se resumia a penetrador e penetrado. E gritam: “somos a vanguarda, num novo ‘momento histórico’”. Mas o que promovem mesmo é o retorno aos velhos tempos pagãos pré-cristãos.

Estes bárbaros desprezam a individualidade da pessoa, bem como seu valor intrínseco. Nivelando todos os valores, dizendo que são todos subjectivos, querem mesmo é que César diga o que é certo ou errado. O resto não passa de “constructo social”. Da suprema blasfêmia a essa paganismo segue um trecho: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens sejam criados de modo igual e providos pelo Criador de certos direitos inalienáveis; entre eles, a vida, a liberdade e busca da felicidade”.

Estes bárbaros enaltecem o poderio de César. Pela saúde, pela paz, pela educação, alegam. Sempre se frustram, mas não se permitem atentar para o real. E, para tanto, não são nada discretos em sua sanha de controlar escolas, mídia e a produção cultural, visando uma modelagem comportamental em larga escala. Subjetividade e autonomia da consciência individual é escândalo ao mundo antigo: 

“Estes homens, ó Nabuconosor, não te respeitaram; a teus deuses não serviram, nem adoraram a estátua de ouro que levantaste”. 

Os bárbaros não toleram o homem livre, senhor de suas próprias ideias e princípios. Estes bárbaros sacralizam a natureza. Que não toquem nas árvores e nos micos-leões! E que em nome deste panteísmo não se plante, não se construa, não se aumentem as famílias e a população. “Não é ‘sustentável’”, clamam. Agora com legitimidade jurídica, o humano volta a ser uma besta servil de forças misteriosas das florestas, como nas velhas eras pagãs.

Estes bárbaros abortam. Para eles vale mais o bem estar da tribo do que a vida por si mesma. E os fetos se reduzem a assunto de saúde pública, a consequências indesejáveis da promiscuidade das militantes que, sem dó, esquartejam e expelem suas crias. Nas velhas tribos bárbaras, deidades crúeis sacralizavam o prazer. No velho mundo bárbaro, as chamas de Moloque recebiam os pequeninos, e as trombetas do deus pagão cobriam seus últimos e agonizantes choros.

Estes bárbaros, ontem, como hoje, desprezam o Deus de Israel e seus princípios. Não é à toa que abominam o Ocidente, fruto civilizacional da cosmovisão judaico-cristã, que em tudo afronta esses nostálgicos das eras pagãs. Que em tudo denuncia a barbárie decorrente da ausência daquele Espírito que, onde habita, ali há liberdade (II Co. 3:17).

Estes bárbaros mal disfarçam em ideologias suas velhas crenças pagãs. O pastor Wurmbrand bradou: “Marx era, na verdade, um satanista”. A bruxa Margot Adler fez questão de mostrar o quanto o paganismo inspirou o feminismo desde seus primeiros momentos. Eric Voegelin e outros autores perceberam o quanto as ideologias utópicas que mataram milhões no século XX se assemelham, em tantos aspectos, a antigas crenças gnósticas. 

Peter Gay afirmou que o Iluminismo foi o berço do paganismo moderno e outros historiadores já afirmaram que este período, para além da imagem pública, foi mesmo um festival de bruxaria e ocultismo. Dentre os inspiradores da United Religions Initiative, hoje tentáculo da ONU, não se pode excluir nomes como Madame Blavatsky e Aleister Crowley. 

Como Lee Penn bem denuncia em seu livro False Dawn, esta instituição está claramente determinada a obstruir a evangelização cristã, sempre em nome da promoção ecumênica da paz mundial, incriminando os cristãos conservadores como intolerantes. Buscando reduzir o cristianismo a mero ativismo social, promove uma nova espiritualidade global, uma religião de plástico que irá dar novo valor a velhas práticas ocultistas e teosóficas.

Estes bárbaros também sabem se disfarçar de cristãos. Estes bárbaros sabem se infiltrar em instituições e veículos de mídia que se afirmam como defensores e divulgadores do cristianismo. Estes bárbaros sabem que a fé cristã diz respeito a todas as áreas do conhecimento: política, arte, economia, psicologia, ciência, filosofia, etc. 

E por isso que em tudo atrapalham os cristãos, impedindo-os a perceber as inúmeras riquezas deste legado com o qual Deus os presenteou, tendo anteriormente concedido a eles a salvação, por meio do sacrifício do Senhor Jesus Cristo.

Estes bárbaros sabem que, no momento em que os cristãos se posicionam e contra eles se opõem, começam a ter sérios problemas.

Estes bárbaros, seguindo o deus deste século, sabem que vivem na mentira. E que “não prevalecerão no dia do juízo” (Sl 1:5).

(Imagem: ‘Salomé com a cabeça de João Batista’, Caravaggio, 1609/10. 
Os links presentes no artigo não se encontram no texto original do autor.)



quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Pelo menos na culinária o multiculturalismo tem sido um sucesso total

E daí, talvez não.

Uma investigação policial secreta revelou gravações chocantes de compra e venda de "carne dos arbustos" levada a cabo num mercado de Londres - incluindo a venda de ratos mortos para o consumo humano. A pele de ovelha carbonizada, outro item apreciado na África ocidental, e conhecida como 'smokies', está também a ser vendida pelos talhantes do mercado de Ridley Road em Dalson, Londres oriental.

A investigação da BBC, que usou câmaras ocultas, revelou pelo menos seis talhantes a vender a carne ilegal, violando as leis da segurança alimentar do Reino Unido.

O programa, que foi emitido há poucos dias atrás, certamente que deixou as pessoas que têm comprado carne nestes sítios horrorizadas; os peritos avisam que a cadeia alimentar pode estar contaminada.

Segundo membros da comunidade oeste-africana, e segundo peritos de saúde ambiental, há já algum tempo que se sabia que o mercado comercializava carne ilegal. No entanto, documentos oficiais revelaram que a última vez que os agentes de autoridade visitaram os comerciantes que vendiam carne ilegal foi em 2009. Paul Povey, membro da "Chartered Institute of Environmental Health", disse:

Estou absolutamente chocado. Tudo isto é ilegal e nada passou por um controle de saúde. Para além disso, a carne não foi inspeccionada e pode muito bem estar contaminada.

Os talhantes foram filmados a preparar os "smokies", que são feitos usando um dispositivo que lance fogo sobre a pele dos carneiros ou das cabras (como forma de lhe dar o sabor característico). Confrontados com as evidências recolhidas pela BBC, a "Islam Halal Meat", a "Punjab Halal Meat" e a "Fish, and Dalston Butchers" negaram estar a vender carne ilegal.

Segundo as leis em torno da comida, estas prácticas encontram-se proibidas no Reino Unido por motivos de segurança pública e bem estar dos animais. O Dr Yunes Ramadan Teinaz, um perito em torno da saúde ambiental, disse:

Por trás do comércio ilegal dos smokies encontram-se criminosos que não seguem a lei, e só querem recolher dividendos financeiros. É revoltante que as autoridades locais não tomem medidas e retirem esta carne da cadeia alimentar humana.

Um talhante de Hackney vendeu alguma desta carne a um dos pesquisadores e disse:

Não diga a ninguém senão haverá problemas.

Duas lojas Africanas vendiam ratos cortadores-de-relva ["grasscutter rats"], descritos como tendo sido importados do Gana. O gerente da cadeia alimentar "Great Expectations", que alegadamente vendeu dois ratos do Gana, disse:

Não vendo ratos, nunca vendi ratos. Eu não vendo ratos, não tenho nenhum rato. Porque é que me estão a filmar?

A gerente da "Adom Trading" também negou vender carne dos arbustos

O que vocês estão a dizer é 100% mentira. Eu não vendo ratos.

Feryal Demirci (Hackney Council’s Cabinet Member for Safer Neighbourhoods) disse:

Os membros da "Environmental Health Officers" de Hackney Council fazem visitas e inspecções regulares a mais de 1,000 empresas locais, incluindo aquelas que se encontram em Ridley Road. Desde 2009, só recebemos uma única queixa em torno da carne ilegal que, após investigação, revelou-se inconclusiva.

No entanto, nós levamos todas as queixas a sério, e como tal, iremos sempre investigar o assunto de modo exaustivo. Agora que recebemos alguma informação por parte da BBC, analisaremos o assunto e levar a cabo as acções apropriadas..
regulares

* * * * * *

Este talvez seja um contraponto eficaz contra os mais desinformados que, apesar dos gastos governamentais, crescentes índices de criminalidade e queda do valor do imobiliário, respondem alegando o quão "bons" os restaurantes [inserir nacionalidade aqui] são, e como a sua presença alarga as suas opções culinárias.

Se a transposição para o Primeiro Mundo não é suficiente para que os bárbaros* coloquem um ponto final no seu hábito de comer ratos, como é que se pode dar alguma credibilidade à ideia de que a alteração geográfica pode, literalmente, alterar tudo em torno dos seus valores culturais e tradições sociais?

Atenção a uma coisa muito importante: os engenheiros sociais que importaram culturas bárbaras para o seio da Europa e dos Estados Unidos (e para o seio de todos os locais de tradição Judaico-Cristã) não só estavam bem cientes do choque cultural que daí resultaria, como sabiam os problemas de adaptação que os imigrantes residentes teriam em relação aos exóticos costumes dos imigrantes. Mas foi precisamente esse choque cultural eminente - guerra de classes adaptada à cultura - que levou a elite ocidental a abrir as portas do Ocidente aos não-Ocidentais.

Portanto, embora o cidadão comum europeu - ou americano - fique enojado em saber que um dos seus mercados locais vende carne de ratos mortos, a elite governamental alegra-se com o o avançar gradual da sua agenda destrutiva. Se a isto aliarmos as sufocantes manobras do politicamente correcto, é bem provável que qualquer dia seja ilegal falar mal de certos hábitos culturais trazidos pelos imigrantes - por mais nojentos e bárbaros que eles sejam.



* O termo "bárbaro" é relativo à cultura e não à etnia ou "raça".


domingo, 19 de agosto de 2012

Os bárbaros aborrecidos

Um homem de Cincinnati é alvo do tradicional enriquecimento cultural que normalmente acompanha o multiculturalismo. Pat Mahaney caminhava para casa com seis cervejas debaixo do braço, antecipando uma noite tranquila a ver programas desportivos, quando algo o atingiu na cabeça.

"A próxima coisa de que me lembro é acordar perto da casa do meu vizinho, junto duma unidade de primeiros socorros", afirmou o homem de 45 anos. Aparentemente seis adolescentes "estavam aborrecidos e buscavam algo com que se entreter", afirmou o relatório policial. Foi aí que eles atacaram o sr Mahaney quando ele passava da Simpson Avenue para Dallas Avenue.

O relatório diz ainda que "os primeiros cinco jovens apreendidos são os gémeos Tyree e Terrell Mizzell, Lamont Champion e Daquan Cain, todos com 13 anos. Com eles encontrava-se Michael E. James, de 14 anos." De modo surpreendente, bem dentro do relatório é afirmado que "os suspeitos são negros".

* * * * * * *

O problema com o multiculturalismo é que não há solução politicamente correcta para se lidar com bárbaros aborrecidos. Mesmo depois de estarem imersos numa cultura quasi-Europeia durante mais de 150 anos, o padrão histórico sugere que serão precisos entre 600 a 800 anos para a civilização da sua cultura. Da forma como as coisas estão, e levando em conta o padrão demográfico e o padrão económico, parece que eles nunca serão civilizados. É mais provável o colapso da Europa e dos EUA do que a sua sobrevivência na forma actual.

A civilização de povos bárbaros demora o seu tempo, e mesmo assim é preciso que a cultura civilizante se encontre confiante naquilo que é e nas qualidades da sua superior cultura.

Quando os Romanos encontraram os bárbaros germânicos, não houve dificuldade em identificá-los como pessoas com uma cultura inferior à sua. Os Romanos sabiam de que lado estava a barbárie e de que lado estava a civilização.

Devido ao ataque organizado que os esquerdistas têm feito à cultura ocidental - cultura essa assente na moral Judaico-Cristã, na filosofia grega e no sistema jurídico romano - o ocidente não só não está confiante na sua superior cultura, como nem está desejoso de civilizar os bárbaros que se encontram no seu meio. Devido a isso, é seguro afirmar que o ocidente caminha a passos largos para uma balcanização forçada.

Obviamente, o poder dos bárbaros actuais não depende das suas superiores capacidades bélicas mas si do politicamente correcto e das leis "anti-racismo" que censuram quem critica comportamentos (e não etnias). No entanto, os povos indígenas europeus, tal como todo o ser humano, têm o desejo inato de serem livres e poderem decidir o seu futuro livres de opressão.

Levando isto em conta, podemos prever que, mais cedo ou mais tarde, os povos europeus se libertem da elite esquerdista que os domina, e tomem medidas (físicas, se necessário) para defender a sua cultura dos ataques dos bárbaros aborrecidos - tal como a Europa continental lutou para se defender dos bárbaros vikings.

A História, como muitos dizem, já está escrita. O que o tempo faz, de geração em geração, é substituir os actores.

Delenda est Califórnia

Pelo menos os americanos podem-se alegrar com o facto dos reconquistadores não estarem a atacar fisicamente os jogadores americanos. Bem, pelo menos não por enquanto.
Se a equipa americana esperava ter uma vantagem caseira durante a final da Gold Cup, eles tiveram uma surpresa nada agradável. Apesar de serem a equipa "caseira" no jogo que decorreu no "California's Rose Bowl stadium", a maioria dos fãs - muitos deles americanos que nasceram nos EUA de pais mexicanos naturalizados - vaiaram a equipa americana. A surpreendente cena foi seguida de expressões de raiva por parte do guarda-redes americano Tim Howard, que estava visivelmente agastado depois da cerimónia após o jogo ter sido conduzida em espanhol.

Nem mesmo na cerimónia de entrega de troféus, depois da vitória do México por 4-2, a equipa americana foi poupada - vaiada mais uma vez durante o momento em que eram anunciados como os segundos classificados.
Califórnia está perdida para os bárbaros e a maioria dos americanos nem se apercebe.

Uma coisa que se pode apurar dos livros de História é o seguinte: a maior parte das pessoas não se apercebe dos padrões históricos até que eles estejam completos. É apenas uma questão de tempo até que os bárbaros mexicanos se recusem a submeter à soberania americana, do mesmo modo que os actuais mexicanos se recusam a submeter ao hino nacional americano. E lembrem-se: isto tudo está a ser feito com o apoio da elite esquerdista que controla os destinos da Califórnia.

Circula uma citação na internet que diz mais ou menos isto (dito de memória): "Os impérios são destruídos por forças internas e não por inimigos invasores". Quem está a destruir o ocidente não são os muçulmanos, os mexicanos, os negros ou outra cultura não-indígena do ocidente Judaico-Cristão, mas sim a elite esquerdista. Todas estas etnias seriam muito bem vindas no ocidente se elas se submetessem à superior civilização Cristã, e deixassem de lado os comportamentos bárbaros que fizeram com que eles abandonassem os seus próprios países. O problema não é eles serem dum tipo étnico específico - uma vez que a cor da pele ou do cabelo são características moralmente neutras - mas sim eles adoptarem comportamentos destrutivos para o resto da civilização (e para eles mesmos).

Como exemplo disto, tomemos a presença portuguesa em alguns países do centro da Europa. Segundo sei, existem zonas do Luxemburgo onde os portugueses são mais numerosos que a população local. No entanto, nós nunca ouvimos falar de incidentes violentos entre forças policiais locais e os imigrantes portugueses precisamente porque os portugueses submeteram-se aos costumes e às leis locais como forma de se integrarem. Claro que esta submissão não implica perda de identidade cultural, mas sim a reformação dessa mesma identidade de modo a que o país que tão gentilmente os acolheu não seja prejudicado com a sua presença.

Só que isto é a última coisa que a elite esquerdista quer uma vez que o seu propósito é mesmo o de destruir a civilização Ocidental. (Como é que eles dariam apoio à integração e à assimilação se eles abriram as portas da imigração ocidental precisamente com o propósito de destruir o ocidente? Seria contra-producente.)

Portanto, Califórnia está em vias de se tornar mais um estado do México. Aqui na Europa, Malmoe já tem uma população não-sueca mais numerosa que os próprios suecos. Na França existem as zonas "no-go", onde nem a polícia se atreve a entrar sem protecção devida. Em Birmigham, e em Luton - e em outras partes do Reino Unido - passa-se exactamente o mesmo. Na Bélgica os muçulmanos crescem de forma explosiva enquanto os locais vão abortando os seus próprios filhos (aqui se vê a utilidade do aborto para a guerra cultural europeia: extermínio da população branca/europeia). No Sul de Espanha os maometanos vão correndo com a população local de algumas áreas.

E assim por diante. O padrão é sempre o mesmo.

Claro que os mais incautos podem sempre dizer que isto são "coincidências" e que "não há um plano" por trás destes fenómenos sociais e culturais. Do mesmo modo, temos que manter uma "mente aberta" em relação à existência do "pai" natal e das fadas madrinhas. Afinal de contas, não queremos chegar a conclusões precipitadas..

sábado, 11 de agosto de 2012

Mulher belga assediada por imigrantes

A história duma mulher belga tornou-se notícia das manchetes depois dela ter filmado o que aconteceu quando ela andou pelas ruas de Bruxelas. Homens de origem africana (muçulmanos?) assediaram-na, quer seja com piropos rudes ou chamando-lhe nomes como "prostituta" ou "vadia".

As imagens que ela recolheu foram gravadas numa tarde, e num "quarteirão problemático" de Bruxelas chamado de Anneessenswijk.

Na versão do filme exibido no Daily Mail, ela entrevista um dos imigrantes, que começa por colocar culpas em alguns aspectos da sua própria cultura (as mulheres cobrem-se demasiadamente, o que alegadamente causa frustração) , mas depois culpa a cultura ocidental (a objectivação da mulher). Mais para o final da entrevista, um bode de expiação é encontrado: as mulheres ocidentais não estão emancipadas o suficiente, e como tal, precisamos de mais feminismo.

Mas isto evita duas conclusões óbvias.

Primeiro: no que toca o tratamento diário da mulher, os homens ocidentais (brancos, heterossexuais, Cristãos ou Judeus) não são assim tão maus, como nos é dito 24/7.

Segundo: uma percentagem de africanos a viver em Anneessenswijk nutre muito pouco respeito pela mulher ocidental, criando efectivamente uma área "no-go" (barrada aos não-locais) para as mulheres belgas que não queiram ser assediadas em plena rua.

Quem estiver interessado em ver o vídeo na totalidade, pode vê-lo aqui. O mesmo termina duma forma interessante: um certo número de mulheres reconta como foram vítimas nessas áreas, e como se sentiram pressionadas para mudar de residência.

Fonte

* * * * * * *

Como já foi dito noutro post, "Os bárbaros agirão como bárbaros. Foi assim com os bárbaros vikings, foi assim com os bárbaros germânicos, foi assim com os bárbaros mongóis, e vai ser assim com todos os bárbaros que foram importados pelos marxistas culturais como forma de obter um bloco permanente de votantes . Os bárbaros reproduzem-se, alimentam-se e destroem. Mais nada."

"eles são cruéis, e não usarão de misericórdia"
Jeremias 6:23

O que está a acontecer com a Bélgica acontecerá com todos os países Europeus que importaram para o seu seio culturas não assimiláveis . O que muitos não sabem é que foi mesmo com esse propósito que essas minorias foram importadas.



segunda-feira, 12 de março de 2012

Os bárbaros tomam conta de Londres

"eles são cruéis, e não usarão de misericórdia"
Jeremias 6:23

Lisa Brinkworth diz-nos em poucos parágrafos como vai ser futuro da Europa.


Caminhando para casa proveniente da escola, os meus dois filhos - então com 4 e 5 anos de idade - comiam bolos Rice Krispie enquanto eu empurrava o carrinho de mão onde se encontrava o seu irmão. Normalmente a esta hora (15:30), nesta parte de Londres onde vivemos, os pavimentos estão cheios de crianças e carrinhos de mão. Esta área (noroeste de Londres), com as suas estradas com 3 vias, famílias inteligentes e boas escolas, é muito popular entre as famílias jovens.

Tínhamos acabado de passar pelo quiosque onde se vendem jornais - o meu filho com uma revista firme nas suas mãos - quando subitamente nos encontramos no meio de 12 jovens encapuçados que perseguiam uma rapariga que não parecia ter mais do que 14 anos.

Um dos jovens agarrou nela e começou a agredi-la com um guarda-chuva, mas ela conseguiu fugir. Os jovens perseguiram-na, atirando garrafas e gritando obscenidades. Parecia que eles queriam matá-la.

Agarrando nos meus filhos e empurrando de modo frenético o carrinho com a outra mão, apressei-me a levá-los para casa o mais rapidamente possível. Para horror meu, um dos meus filhos (Zach) libertou-se e inocentemente correu de volta para o sítio que era agora um palco de guerra no relvado. Ele havia deixado cair a sua revista e a mesma havia sido pisada e as suas páginas espalhadas.

Ignorando por completo o que se passava em seu redor, ele tentou recolher as páginas espalhadas ao mesmo tempo que as lágrimas escorriam pela sua cara. Assustada por ele, e à medida que mais membros de gangues se aproximavam, puxei o carrinho (e o meu filho de 5 anos) para o sítio onde Zach se encontrava.

Ouvi-me a gritar quando uma garrafa passou pouco acima da cabeça do Zach, falhando-o por milímetros, partindo-se no chão. Mais tarde encontrei cacos nos seus sapatos.

Depois disto, fiz o que nunca pensei fazer: corri, agarrada aos meus aterrorizados filhos. Totalmente em pânico, perdi o controle do carrinho de mão o que por duas vezes quase causou a que o mesmo tombasse. Os nossos bolos entornaram-se por todo o pavimento.

Obviamente que correr foi uma decisão errada uma vez que atraí a atenção dos jovens para a minha família em fuga; um dos sub-grupos perseguiu-nos ao mesmo tempo que gritavam "apanhem os brancos!".

Observando o drama a desenrolar à sua frente, os transeuntes e os locais apressaram-se a entrar nas suas casas ou a buscar protecção nas entradas das suas residências.

Chegamos a casa e eu tirei o meu filho (que chorava) do carrinho de bebé e practicamente atirei os meus filhos para dentro de casa - trancando a porta atrás de nós. As minhas pernas tinham-se transformado em gelatina e um peito sem fôlego e escaldante convenceu-me que estava a ter um ataque do coração.


(Fonte)

Quer eles queiram ou quer eles não queiram, o avanço do marxismo cultural e a importação em massa de grupos ideológicos com desdém pela ordem e cultura ocidental leva a que os nativos europeus tenham duas escolhas horríveis:

  • Ou começam a deportar os bárbaros agora ou lutam uma guerra brutal mais tarde.

Não há outra opção.

Os africanos não podem ser culpados por seguirem a cultura africana, os mexicanos não podem ser culpados por seguirem a cultura mexicana, e os muçulmanos não podem ser culpados por agirem de acordo com os ensinamentos do islão. As pessoas não se deveriam surpreender pelo facto dos não-europeus e não-ocidentais não agirem como os europeus - estes últimos domesticados através de mais de 2,000 anos de civilização ocidental.

Porque é que os não-europeus haveriam de querer adoptar comportamentos europeus? Pior, porque é que eles deveriam seguir a civilização ocidental?

Devido ao medo de serem qualificados de "racistas" e buscando formas de redenção por séculos de colonialismo, os residentes europeus permitiram que os marxistas culturais que controlam a política europeia inundassem os seus países com bárbaros.

Em vez dos europeus civilizarem os imigrantes, como foi estupidamente imaginado, os imigrantes barbarizaram de modo incremental as nações que eles invadiram em massa. Isto não deveria ser surpreende uma vez que há centenas de anos as tentativas de civilização nos seus próprios países tem falhado.

O problema não é que os africanos ou os mexicanos ou os árabes não possam ser domesticados - ou que os brancos europeus tenham o monopólio do gene da civilização.

O problema é que este processo de civilização demora tempo.

Consideramos, por exemplo, quanto tempo foi necessário para que os bárbaros brancos da Grã-Bretanha e da Germânia passassem de pagãos semi-nus, como descrito por Júlio César, para o pináculo da civilização Cristã que produziu Mozart e orquestras de câmara.

As nações ocidentais não têm o tempo necessário para transformar os bárbaros de outras culturas em grupos dispostos a respeitar a superior civilização ocidental, especialmente quando as primeiras já nem podem servir de exemplo estável e forte, havendo convidado as culturas bárbaras para dentro das suas portas.

Além disso, na sua ridícula tentativa de civilizar os bárbaros dentro das suas portas (e não nos seus países de origem), a elite esquerdista ocidental fragilizou a influência preciosa e única do Cristianismo - que historicamente desempenhou um papel determinante na civilização dos bárbaros brancos europeus.

A mulher descrita no artigo mudou-se para o campo como forma de escapar dos bárbaros encapuçados negros de Londres. No entanto, e como demonstram os dados históricos, este recuo da civilização não vai continuar para sempre uma vez que os bárbaros simplesmente irão expandir as suas disfuncionais e parasíticas culturas até que sejam contidos e forçados a recuar.

Os bárbaros agirão como bárbaros. Foi assim com os bárbaros vikings, foi assim com os bárbaros germânicos, foi assim com os bárbaros mongóis, e vai ser assim com todos os bárbaros que foram importados pelos marxistas culturais como forma de obter um bloco de votantes permanente. Os bárbaros reproduzem-se, alimentam-se e destroem. Mais nada.

A civilização Cristã precisa dum novo Jan III Sobieski. Aliás, como forma de evitar a destruição, todas as civilizações precisam do seu Qin Shi Huang ou do seu Carlos Magno. O problema é: será que a civilização ocidental merece ser salva?

A destruição da civilização ocidental prossegue como planeado.


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