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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Feminismo e a saúde das mulheres

Números oficiais sugerem que as mulheres estão a perder a sua normal habilidade de viver mais que os homens devido ao impacto que a pressão de acomodar o trabalho a tempo inteiro e a família está a ter na sua saúde.

Uma nova análise das taxas de mortalidade entre os homens e as mulheres durante os últimos 50 anos publicada pelo Office for National Statistics revela que os homens estão a encurtar rapidamente a falha que existe entre a sua longevidade e a longevidade das mulheres.

Esta mais recente mudança está a ser largamente atribuída às alterações consideráveis que ocorreram dentro do ambiente de trabalho masculino, especialmente o declínio da indústria pesada e da exploração mineira, e aos estilos de vida, incluindo a queda nas taxas de consumo de tabaco.

Mas este mais recente estudo, que compara as taxas de mortalidade dentro do periodo que vai de 1963 a 2013, ressalva os efeitos da transformação da vida das mulheres durante o último meio-século. Ele conclui que, embora os homens estejam a ficar cada vez mais saudáveis que nunca no passado, as mulheres estão a ser prejudicadas pelos padrões de stress laboral, e traços associados tais como o consumo de tabaco e de bebidas, coisas normalmente associadas aos homens.

De modo geral, o estudo revela que as taxas de mortalidade - que são as mortes que ocorrem por cada 1000 pessoas dum dado grupo - têm melhorado tanto para os homens como para as mulheres por todas as faixas etárias.

O mesmo estudo ressalva melhorias consideráveis no combate às doenças circulatórias, tais como doenças do coração, ataques cardíacos, parcialmente devido às inferiores taxas de consumo de tabaco e avanços médicos tais como a introdução de estatinas.

Mas embora ambos os sexos estejam a viver mais tempo, e embora as mulheres ainda vivam mais tempo que os homens, a diferença está a encurtar. A faixa etária dentro da qual os homens são estatisticamente mais susceptíveis de morrer avançou 15 anos durante o último meio-século, embora o ponto mais alto para as mortes feminina encontra-se essencialmente igual.

As análises compararam o número de mortes de ambos os sexos nas faixas etárias em 1963, e outra vez no ano passado. No princípio dos anos 60, a idade onde era mais comum os homens morrerem era o início dos seus anos 70, que continha 15% de todas as mortes masculinas. Ao mesmo tempo, as faixas etárias onde morriam mais mulheres era entre anos 80 anos e após 85 anos - ambos os grupos com 18% das mortes femininas nessa altura.

Por contraste, o ponto mais alto de ambos os sexos é actualmente depois dos 85 anos.

Semelhantemente, em 1963 a taxa de mortalidade para os homens com idades entre os 55 e os 69 era o dobro da taxa de mortalidade das mulheres. Hoje em dia, essa taxa ainda é 50% mais elevada mas o fosso é metade do que era no passado.

No seu comentário, a ONS ressalvou o impacto dos padrões de vida distintos dos homens e as chances de sobrevivência das mulheres durante os últimos 50 anos:

O encurtamento geral da diferença entre a mortalidade dos homens e das mulheres pode ser explicado através dum variado número de motivos incluindo a melhoria da saúde masculina, levando a uma aumento da expectativa de vida, que aumentou mais que a mesma taxa junto das mulheres.

O aumento do número de mulheres dentro da força laboral durante os  últimos 50 anos é identificado como factor que aumentou os níveis de stress, de consumo de tabaco e bebida, levando a mudanças na saúde das mulheres.

Os números mostram que, embora ambos os sexos tenham feito grandes avanços em áreas tais como o consumo de tabaco, o impacto junto dos homens foi maior. Durante os anos 70 e 80, 44% dos homens e 26% das mulheres com mais de 60 anos fumava , mas hoje em dia só 13% dos homens dentro desse grupo de idade fuma, números quase idênticos aos das mulheres.

A maior queda nas taxas de mortalidade veio junto dos homens na faixa etária que se encontrava nos finais dos seus anos 60, com uma queda de 60% desde o princípio da década 60. Para as mulheres, a maior queda ocorreu junto das mulheres no início dos seus anos 70, com uma queda de 60% na mortalidade.

De modo geral, a diferença entre a mortalidade masculina e feminina encurtou em todas as faixas etárias, exceptuando os homens nos seus 30 anos.





sábado, 5 de abril de 2014

Obama, União Europeia e a ONU desejam a morte dos Africanos


Segundo as Nações Unidas, a malária mata mais de 3,000 crianças Africanas por dia. Isto acontece muito por causa da pressão que o Ocidente colocou sobre os Africanos de modo a que estes não usem o DDT, uma maravilhosa droga inofensiva que, de modo geral, livrou os EUA e a Europa da malária, mas que graças à sua radical agenda ambientalista, os esquerdistas impedem que os Africanos a usem.

Para além de preferirem que as crianças Africanas morram em vez de permitirem que se use o DDT, os esquerdistas ocidentais estão também dispostos a deixar os Africanos percam a sua guerra contra o HIV como forma denão perturbar a sua agenda sexual radical:
A administração de Obama, bem como a União Europeia e os países Nórdicos, uniram-se contra os pobres países Africanos durante as duas últimas semanas, insistindo que a fidelidade sexual e o atraso na iniciação sexual não podem ser estratégias defensivas contra a propagação do HIV.
Leram bem? A elite ocidental opõe-se a medidas com provas dadas da sua eficácia no combate às doenças sexuais, mesmo que isso resulte na morte de mais Africanos.
Os países Africanos enviaram delegados para New York na esperança de que pelo menos os documentos não-vinculativos mas influentes, produzidos pela Comissão do Estatuto da Mulher da ONU, um dos maiores encontros anuais das Nações Unidas, pudesse ser um veículo que lhes ajudasse a abrandar o crescimento do HIV no seu continente.
Pobres e enganados Africanos. Em vez obterem algum tipo de ajuda clinicamente eficaz no combate ao HIV, os países Africanos viram Obama e a União Europeia a bloquear toda a linguagem que encorajava a redução de parceiros sexuais, apesar dessa ser uma forma válida de combater a propagação de DSTs.
Segundo algumas testemunhas que falaram para a Breitbart News, a meio da última noite de negociações alguns delegados Africanos chegaram mesmo a chorar de frustração. 
No início das negociações, os Estados Unidos, a Europa, a Noruega, o México e outros países da América Latina ameaçaram que não haveria qualquer tipo de resolução se ela contivesse algum tipo de referência à abstinência, à fidelidade, à redução do número de parceiros sexuais, ou até à que-nem-deveria-ser-controversa menção a "atrasar o início da actividade sexual". Por duas semanas as negociações foram estagnadas e atrasadas. Os EUA e a UE com as suas dúzias de delegados, facilmente superaram os pobres países Africanos que tinham um ou dois diplomatas para cobrir toda a negociação. 
Os EUA e a UE insistiram que linguagem tal como "fidelidade" e "atraso sexual" poderiam estigmatizar e, desde logo, desencorajar aqueles possuidores do HIV de se testarem e obterem tratamento. Os Africanos insistiram que estas eram únicas estratégias realmente defensivas contra a doença, que ainda tem proporções epidémicas em África.
Temos pena, Africanos. Embora a riqueza do ocidente tenha sido gerada pela liberdade económica, os esquerdistas ainda têm na mão a carteira. Do ponto de vista de Obama e da União Europeia, uns poucos milhões de Africanos mortos é sempre preferível a aceitar-se os efeitos benéficos da moralidade sexual.

Mas mesmo assim, nem tudo foram vitórias para os esquerdistas:
Esforços levados a cabo pelas nações ocidentais, lideradas pelos EUA, falharam ao não conseguirem que se mencionasse a "orientação sexual e identidade de género" no documento. Espera-se que a "orientação sexual e a identidade de género" se torne numa categoria protegida, tal como o direito de voto. A coligação lgbt emitiu uma declaração na Segunda-Feira, dizendo, "Estamos profundamente desapontados com esta tentativa de [blá blá blá blá blá blá blá blá blá].”

Tal como os radicais dos anos 60 costumavam afirmar, a questão não é a questão. Os esquerdistas não têm um interesse sincero de aliviar o sofrimento causado pela SIDA porque se tivessem, eles não iriam promover o homossexualismo sempre que tivessem oportunidade. O seu interesse primário parece ser a promoção da devassidão sexual e da degeneração por motivos demasiado torpes para serem contemplados.

Um pequeno preço a pagar
para o avanço da agenda





terça-feira, 14 de maio de 2013

Como as mulheres são responsáveis pela sua própria infertilidade


Enquanto ela se sentava na minha clínica de fertilidade, a mulher, na casa dos 30, chorosamente explicou a sua confusão do porquê não conseguir engravidar. Todas as amigas, disse-me ela, tinham engravidado após alguns meses de tentativas. Ela comia de forma saudável, ia ao ginásio e como tal, não conseguia entender o porquê de não conseguir engravidar. Seria a FIV (Fertilização in Vitro)a sua única opção, perguntou-me ela.

Mas após escavar um pouco, tornou-se claro o porquê dela e do seu marido terem sido capturados na mesma armadilha na qual eu vejo muitos casais a cair.

Primeiro, ela estava em pânico devido à sua idade. Ela estava do lado errado dos 35 anos e, segundo ela, tinha deixado as coisas para demasiado tarde. Obviamente, embora quanto mais velha sejas, menor seja a qualidade dos teus ovos saudáveis, mais complicado seja conceber e maiores sejam as probabilidades dumaborto espontâneo, a sua idade não era o problema mais significativo. Se à sua idade acrescentarmos a sua vida social - fins-de-semana preenchidos por uma mistura hebonista de álcool e calmantes -, as suas longas e estressantes horas de trabalho - tempo esse durante o qual ela mal tinha tempo para ver o seu marido e muito menos fazer amor com ele -  ficamos com a ideia de que a sua infertilidade não pode ser algo de surpreendente.

Agora, e tal como tudo no seu estilo vida eu-posso-ter-tudo-quando-quiser, ela desejava conceber imediatamente, mesmo que isso significasse submeter-se a uma FIV. Na verdade, ela precisava de dar um passo atrás e considerar o que poderia fazer em relação ao seu estilo de vida.

Eu vejo mulheres assim quase todos os dias. A verdade dos factos é que elas nem sofrem de problemas de concepção, mas sim de impaciência, algo que está emoldurado num panorama onde tudo o resto em torno das suas vidas tem um impacto negativo. Não acredito nem por um momento que as mulheres deveriam "obter tudo" ou "ter tudo". Eu gostaria que lhes encorajassem a ter filhos cedo, e preocuparem-se com a carreira mais tarde.

Tem sido feito um grande desserviço a esta geração de mulheres. Foi-lhes dito para irem estudar, obter qualificações e atingir um patamar nas suas carreiras onde pudessem, então, "assentar". Mas a vida nem sempre avança segundo tal padrão, e frequentemente as mulheres não têm um plano de segurança para quando chegam aos seus anos 30 e subitamente se apercebem que estão sozinhas. 

Eu digo sempre à minha filha de 23 anos para não deixar a gravidez para demasiado tarde. Sim, seria ideal se ele tivesse o bebé dentro do casamento e tivesse já atingido um ponto óptimo na sua carreira, mas, na verdade, a vida nem sempre é esse paraíso. Acredito que é mais importante dizer às mulheres que não há altura nenhuma das suas vidas onde tudo está perfeito.

Esta é a mensagem que dou à Sophie , e acredito que ela fará o mesmo às suas filhas e assim por diante.

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Como dito no passado, todas as ideologias que fomentam o carreirismo e a promiscuidade junto das mulheres, aumentam as probabilidades dela passar a parte final da sua vida em arrependimento profundo e mágoa

O curioso (e o trágico) desta situação não é a existência de pessoas que, por motivos ideológicos/políticos, promovem junto das mulheres este estilo de vida, mas sim a quantidade de mulheres que ainda acredita que após 10/15 anos de carreirismo e "sexo livre", e já na casa dos 35/40 anos, pode obter da vida as mesmas coisas que poderia obter quando tinha 23, 25 ou mesmo 27 anos.

A biologia feminina é totalmente diferente da biologia masculina (e ainda bem que assim é). A mulher, ao contrário dos homens, tem constrangimentos temporais para a maternidade. Entregar o seu periodo mais fértil (e de beleza máxima) a movimentos anti-mulher e anti-vida como feminismo (ou ao carreirismo) só pode ter consequências desastrosas para as mulheres

Obviamente, que se isto (feminismo, carreirismo, promiscuidade, etc) é mau para as mulheres, então é igualmente mau para toda a sociedade visto que é muito pouco provável que uma civilização permaneça saudável e funcional quando as mulheres não se encontram felizes.
...

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Mulheres perdem 90% dos óvulos até os 30 anos


Via

Cientistas descobriram por que é tão difícil para mulheres terem filhos depois dos 30 anos – elas, provavelmente, já usaram 90% da sua reserva de óvulos até então. Ainda é possível que elas produzam óvulos enquanto têm 30 ou 40 anos, mas, na verdade, seu “reservatório” de óvulos em potencial já diminuiu para praticamente nada.

O estudo sugere também que o organismo feminino escolhe os melhores óvulos para “ir primeiro” e a qualidade dos restantes seria menor, aumentando a dificuldade de concepção e os riscos de saúde que o bebê sofre.

Uma mulher saudável nasce com, aproximadamente 300 mil óvulos em potencial, mas o declínio desse número é muito maior do que se pensava. Quando chega aos 30 anos, só lhe restam 12% da quantidade inicial de óvulos.

Os pesquisadores dizem que as mulheres erram ao pensar que, porque elas ainda estão com o ciclo menstrual inalterado, a sua fertilidade ainda é a mesma. Mas o estudo que analisou mais de 300 mulheres britânicas mostrou que a realidade é bem diferente.

Outra descoberta proveniente de estudos recentes foi que o número de óvulos que cada mulher produz é significativamente diferente. Algumas podem produzir até milhões enquanto algumas produzem apenas trinta mil. Para as últimas que desejam filhos, os médicos aconselham a não deixar a gravidez para mais tarde. [Telegraph]

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Portanto, os médicos aconselham a não adiar a gravidez, mas o feminismo diz exactamente o contrário.  O resultado é quase sempre o mesmo.

[Actualização] Há alguns anos atrás uma agência de publicidade afirmou essencialmente o mesmo que esta notícia revela: as mulheres possuem uma janela de oportunidade reduzida para terem filhos saudáveis. Os únicos grupos que se manifestaram "horrorizados" com a notícia foram os mesmos grupos que alegam "defender os interesses da mulher."

Obviamente que a revelação de notícias como esta não é feita com o expresso propósito de forçar as mulheres a adoptar um certo tipo de comportamento, mas sim para alertar que, tal como todos os comportamentos carregam consigo uma consequência, a mulher que propositadamente adia a gravidez para uma faixa etária mais tardia, corre o risco de descobrir, amargurada, que já não pode gerar nova vida dentro de si.

O inimigo do feminismo





quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Organismo da mulher sofre mais com a bebida

Aparentemente as diferenças entre os machos e as fêmeas não são "construções sociais".

Elas nunca beberam tanto. Há 15 anos a proporção do consumo de bebida alcoólica era de duas mulheres para cada dez homens. Hoje, são oito para cada dez, segundo pesquisa do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Dados de 2009 do Ministério da Saúde também colocam as capixabas em terceiro lugar no país no consumo de bebida alcoólica.

Competitividade, stresse e desinibição são alguns motivos para que cada vez mais mulheres afoguem suas mágoas no álcool, mas independentemente do motivo, o fato é que a saúde delas sofrem muito mais com a bebida do que a dos homens.

"As mulheres e os orientais, que incluem chineses, japoneses e coreanos, não possuem uma enzima no estômago que os homens têm com a função de degradar o álcool. Elas acabam absorvendo toda a quantidade, por isso são mais sensíveis", explica o gastroenterologista Fabiano Quarto.

As mulheres também têm mais chances de desenvolver cirrose hepática. Em homens, estima-se que o consumo de 60 a 80 gramas de álcool por dia por 5 anos é o necessário para desenvolver a doença. O que equivale, por exemplo, de 6 a 8 latinhas de cerveja. Já o limite das mulheres é de apenas 4 latinhas por dia pelo menos período. "Beber mais de 40 gramas de álcool por dia já traz risco de cirrose para as mulheres. Se for cachaça, são necessárias apenas duas doses (de 60ml) por dia", alerta o médico.

A bebida ainda torna a mulher mais susceptível a doenças inflamatórias e abrevia o surgimento de doenças, como problemas na tiróideo, diabetes, glaucoma e câncer de mama. Encher a cara - ainda que esporadicamente - aumenta também os riscos de acidentes de trânsito e de episódios de violência.

Os efeitos

1 hora
O corpo demora aproximadamente uma hora para se livrar de cada unidade de álcool e não há nada que se possa fazer para adiantar o processo. Beber café ou tomar banho frio pode deixar a pessoa mais acordada, mas não diminui a quantidade de álcool no sangue.

Ressaca
Além de todas as complicações que o álcool causa enquanto o indivíduo ainda está embriagado, ele ainda deixa seu efeito para o dia seguinte: enjoo, vómitos, diarreia, tontura, pensamento embaralhado, moleza e até um sentimento de tristeza são sintomas da ressaca

Fonte: A Gazeta

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Pelo menos na culinária o multiculturalismo tem sido um sucesso total

E daí, talvez não.

Uma investigação policial secreta revelou gravações chocantes de compra e venda de "carne dos arbustos" levada a cabo num mercado de Londres - incluindo a venda de ratos mortos para o consumo humano. A pele de ovelha carbonizada, outro item apreciado na África ocidental, e conhecida como 'smokies', está também a ser vendida pelos talhantes do mercado de Ridley Road em Dalson, Londres oriental.

A investigação da BBC, que usou câmaras ocultas, revelou pelo menos seis talhantes a vender a carne ilegal, violando as leis da segurança alimentar do Reino Unido.

O programa, que foi emitido há poucos dias atrás, certamente que deixou as pessoas que têm comprado carne nestes sítios horrorizadas; os peritos avisam que a cadeia alimentar pode estar contaminada.

Segundo membros da comunidade oeste-africana, e segundo peritos de saúde ambiental, há já algum tempo que se sabia que o mercado comercializava carne ilegal. No entanto, documentos oficiais revelaram que a última vez que os agentes de autoridade visitaram os comerciantes que vendiam carne ilegal foi em 2009. Paul Povey, membro da "Chartered Institute of Environmental Health", disse:

Estou absolutamente chocado. Tudo isto é ilegal e nada passou por um controle de saúde. Para além disso, a carne não foi inspeccionada e pode muito bem estar contaminada.

Os talhantes foram filmados a preparar os "smokies", que são feitos usando um dispositivo que lance fogo sobre a pele dos carneiros ou das cabras (como forma de lhe dar o sabor característico). Confrontados com as evidências recolhidas pela BBC, a "Islam Halal Meat", a "Punjab Halal Meat" e a "Fish, and Dalston Butchers" negaram estar a vender carne ilegal.

Segundo as leis em torno da comida, estas prácticas encontram-se proibidas no Reino Unido por motivos de segurança pública e bem estar dos animais. O Dr Yunes Ramadan Teinaz, um perito em torno da saúde ambiental, disse:

Por trás do comércio ilegal dos smokies encontram-se criminosos que não seguem a lei, e só querem recolher dividendos financeiros. É revoltante que as autoridades locais não tomem medidas e retirem esta carne da cadeia alimentar humana.

Um talhante de Hackney vendeu alguma desta carne a um dos pesquisadores e disse:

Não diga a ninguém senão haverá problemas.

Duas lojas Africanas vendiam ratos cortadores-de-relva ["grasscutter rats"], descritos como tendo sido importados do Gana. O gerente da cadeia alimentar "Great Expectations", que alegadamente vendeu dois ratos do Gana, disse:

Não vendo ratos, nunca vendi ratos. Eu não vendo ratos, não tenho nenhum rato. Porque é que me estão a filmar?

A gerente da "Adom Trading" também negou vender carne dos arbustos

O que vocês estão a dizer é 100% mentira. Eu não vendo ratos.

Feryal Demirci (Hackney Council’s Cabinet Member for Safer Neighbourhoods) disse:

Os membros da "Environmental Health Officers" de Hackney Council fazem visitas e inspecções regulares a mais de 1,000 empresas locais, incluindo aquelas que se encontram em Ridley Road. Desde 2009, só recebemos uma única queixa em torno da carne ilegal que, após investigação, revelou-se inconclusiva.

No entanto, nós levamos todas as queixas a sério, e como tal, iremos sempre investigar o assunto de modo exaustivo. Agora que recebemos alguma informação por parte da BBC, analisaremos o assunto e levar a cabo as acções apropriadas..
regulares

* * * * * *

Este talvez seja um contraponto eficaz contra os mais desinformados que, apesar dos gastos governamentais, crescentes índices de criminalidade e queda do valor do imobiliário, respondem alegando o quão "bons" os restaurantes [inserir nacionalidade aqui] são, e como a sua presença alarga as suas opções culinárias.

Se a transposição para o Primeiro Mundo não é suficiente para que os bárbaros* coloquem um ponto final no seu hábito de comer ratos, como é que se pode dar alguma credibilidade à ideia de que a alteração geográfica pode, literalmente, alterar tudo em torno dos seus valores culturais e tradições sociais?

Atenção a uma coisa muito importante: os engenheiros sociais que importaram culturas bárbaras para o seio da Europa e dos Estados Unidos (e para o seio de todos os locais de tradição Judaico-Cristã) não só estavam bem cientes do choque cultural que daí resultaria, como sabiam os problemas de adaptação que os imigrantes residentes teriam em relação aos exóticos costumes dos imigrantes. Mas foi precisamente esse choque cultural eminente - guerra de classes adaptada à cultura - que levou a elite ocidental a abrir as portas do Ocidente aos não-Ocidentais.

Portanto, embora o cidadão comum europeu - ou americano - fique enojado em saber que um dos seus mercados locais vende carne de ratos mortos, a elite governamental alegra-se com o o avançar gradual da sua agenda destrutiva. Se a isto aliarmos as sufocantes manobras do politicamente correcto, é bem provável que qualquer dia seja ilegal falar mal de certos hábitos culturais trazidos pelos imigrantes - por mais nojentos e bárbaros que eles sejam.



* O termo "bárbaro" é relativo à cultura e não à etnia ou "raça".


domingo, 19 de agosto de 2012

Mulheres do parlamento britânico "pedem testosterona" para poderem "competir" com os homens

Um especialista da HRT afirma que prescreveu hormonas sexuais masculinos a mulheres da política inglesa como forma de as ajudar a "competir" com os homens. No entanto, tentativas dos jornais nacionais em encontrar uma MP (Member of Parlament) pronta a admitir ter tomado tais implantes falharam até agora.

As mulheres naturalmente produzem testosterona, mas em quantidades inferiores que os homens. Tal como os níveis dos hormonas femininos podem reduzir, o mesmo pode ocorrer aos níveis de testosterona nas mulheres. Os peritos afirmam que tal redução do hormona masculino nas mulheres pode resultar num menor impulso sexual, ao mesmo tempo que alguns estudos associaram esta queda com o decréscimo na confiança.

Escrevendo para a revista New Statesman, o Dr Malcolm Whitehead, que se especializa na terapia de substituição de hormonas, disse que foi contactado no seu escritório ("Harley Street Practice") por um certo número de mulheres MPs.
Já prescrevi implantes de testosterona a mulheres da política que querem competir melhor com os seus colegas masculinos durante as reuniões e debates parlamentares. Elas afirmam que os hormonas aumentam a sua assertividade e faz com que elas se sintam mais poderosas.
Instantaneamente, o relatório levantou especulações em torno de quem em Westminster pode ter tentado os implantes. A maior parte das MPs contactadas pelos jornais não admitiram tê-lo feito.

Margaret Beckett ("Environment, Food and Rural Affairs Secretary") disse ao Daily Mail que "As mulheres não têm que ser como os homens para serem bem sucedidas."

O uso de suplementos de testosterona nas mulheres continua controverso. Alguns médicos afirmam que não existem consequências, mas outros dizem que pode ser prejudicial. Mulheres que possuem um desequilíbrio hormonal, resultando em níveis mais elevados de testosterona, sofrem de alguns sintomas como acne, obesidade e excesso de pêlo no corpo. No entanto, [supostamente] os implantes não elevariam os níveis para algo remotamente perto disto.


* * * * * * *

Tal como nós (editor e comentadores) defendemos aqui no blogue MC , a Biologia supera a ideologia, e a natureza não se deixa domar pelo esquerdismo. Uma mulher não é nem nunca vai ser um homem; um homem não é nem nunca nem vai alguma vez ser uma mulher.

Se o sexo e o comportamento associado a ele fossem "construções sociais" - e não algo biológico e inato - não seria preciso tomar hormonas do sexo oposto para passar a ter comportamento associado a esse mesmo sexo; bastava algumas aulas de "como ser homem" ou "como ser mulher" para tal efeito. No entanto, como o comportamento associado ao sexo não é uma construção social, as mulheres que supostamente requisitaram hormonas masculinos viram-se forçadas a seguir tal medida como forma de poderem adoptar comportamentos mais análogos ao dos homens. Ou seja, a Biologia tem uma influência decisiva no nosso comportamento.

Esta notícia, para além de refutar mais mentiras esquerdistas em torno da identidade sexual, é uma tragédia de todo o tamanho uma vez que mulheres vêem-se forçadas a abandonar a sua natural feminidade como forma de poderem competir com os homens. A própria noção de mulheres a competir com os homens mostra que algo vai mal na sociedade actual uma vez que não é suposto as mulheres competirem com os homens, mas sim cooperarem com os homens.
E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma adjutora [e não "uma adversária" ou "uma competidora"] que esteja como diante dele.
Génesis 2:18
Se tu és uma mulher e te encontras numa posição - ou emprego - em que te vês forçada a abandonar a tua natural e - pelo menos para os homens - altamente valorizada feminidade como forma de fazeres um melhor trabalho, então esse trabalho provavelmente não está feito para ti. Se um grupo de mulheres inglesas se apercebe que não consegue competir com os homens no mundo da política, então se calhar elas estão no emprego errado. Mas, claro, nos dias de hoje, afirmar factos biológicos e médicos que refutam o esquerdismo é suficiente para sermos qualificados de "machistas" ou de termos "preconceito contra as mulheres".

Margaret Beckett diz que "As mulheres não têm que ser como os homens para serem bem sucedidas." A resposta mais óbvia é: "Depende da actividade na qual as mulheres querem ser bem sucedidas." Claramente existem empregos que as mulheres, por virtude das suas naturais limitações biológicas (e não por falta de empenho, dedicação ou inteligência) nunca serão tão bem sucedidas como os homens.

O feminismo, ao colocar a mulher a competir com os homens em áreas onde os homens são biologicamente superiores, está a criar as condições propícias para o surgimento de mais uma legião de mulheres frustradas, confusas em relação à sua sexualidade e claramente infelizes. Acresce-se a isto que, a julgar pela recusa das MPs em revelar que tomaram hormonas masculinos, elas também não estão muito orgulhosas do que fizeram. Ou seja, publicamente defendem que "as mulheres não têm que ser como os homens para serem bem sucedidas", mas pela calada da noite recebem implantes hormonais masculinos.

Essa é a hipocrisia do movimento feminista..

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Dr. Coutinho explica o porquê de não existir a pílula masculina

A maior parte dos MRAs já sabe disto, mas, como é normal, existem sempre pessoas que não estão cientes dos propósitos totalitários do movimento político com o nome de feminismo.

A julgar pelo que diz o Dr Coutinho, as feministas bloquearam a propagação da pílula masculina apenas e só porque não queriam perder o controle exclusivo da natalidade.

Sem surpresa alguma, o poder - e não a saúde ou a "emancipação" da mulher - foi a grande motivação.


Youtube


domingo, 1 de julho de 2012

Obesidade e maternidade tardia duplicam número de mulheres que morre durante o parto


Crescente número de mulheres está a morrer durante o parto à medida que a obesidade e a maternidade tardia tornam os nascimentos mais arriscados. Existem receios de que as unidades médicas não consigam lidar com o incremental número de partos complicados e potencialmente perigosos.

Estudo em torno das mulheres que dão à luz em Londres - publicado no jornal médico Lancet - verificou que a taxa de mortes duplicou desde 2005. Em 2010/2011 havia pouco menos de 20 mortes por cada 100,000 partos, comparados com pouco menos de 10 mortes seis anos atrás.

Os investigadores identificaram a obesidade e a maternidade tardia - que tornam os partos mais complicados - como os factores causadores do aumento das taxas de morte. Adicionalmente, o maior número de mulheres a se submeter à FIV [Fertilização In Vitro] significa que elas são mais susceptíveis de gerar gémeos ou trigémeos, que são partos mais arriscados.

Estas tendências podem ser mais pronunciadas em Londres, mas é provável que problemas similares ocorram por todo o pais.

A Dr Susan Bewley, obstetra consultora do hospital "Guy’s and St Thomas’ em Londres apelou para "atenção redobrada".

Sabemos que as mulheres estão a engravidar em idades mais avançadas, quando estão mais gordas e quando possuem mais problemas de saúde.
A professora Cathy Warwick, secretária-geral da "Royal College of Midwives", disse:
Dois factores estão aliados: os serviços maternais estão sob pressão devido ao aumento regular das taxas de nascimento ao mesmo tempo que lidam com muito mais mulheres com gravidez complexa.
Começando em 2001, a taxa de natalidade aumentou 21% - de 594,634 para 723,165 só no ano passado.

Por contraste, o número de parteiras aumentou em apenas 15% durante o mesmo período - de 18,048 para 20,790. Estima-se que sejam necessárias mais 5,000 parteiras.

Fonte

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O artigo correctamente identifica o problema por trás do aumento da mortalidade feminina (obesidade e mulheres que escolhem ter filhos mais tarde) mas falha ao não oferecer soluções que de facto combatam a obesidade das mulheres ou a sua recente tendência em adiar a maternidade.

Em vez disso, as profissionais de saúde em cima referidas centram-se nas parteiras e não nas mulheres que chegam às maternidades obesas e com idades avançadas.

Não é difícil entender o porquê de se evitar sugerir às mulheres um combate à obesidade. Afinal, existe uma subcultura feminina que glorifica a obesidade. Semelhantemente, não é difícil entender os motivos que levam a que não se diga às mulheres actuais que ter filhos mais tarde pode ser perigoso para a sua saúde.

O feminismo indoutrinou uma geração inteira de mulheres a "esperar pela idade certa" para ter filhos - como forma de mantê-las no mercado de trabalho e longe de casa. Devido a isto, dizer às mulheres que adiar a maternidade pode ser perigoso para a sua saúde joga contra os propósitos da ideologia feminista.

Isto significa também que uma informação que pode salvar a vida da mulher tem que ser suprimida se a mesma não estiver de acordo com o feminismo. A ideologia toma, assim, preeminência sobre a saúde das mulheres.


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Espanha: multiculturalismo e imigração trazem de volta a lepra


E, eis que veio um leproso e O adorou, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo.
E Jesus, estendendo a mão, tocou-o, dizendo: Quero; sê limpo. E logo ficou purificado da lepra.

Mateus 8:23

Lepra, doença há muito esquecida, volta a reaparecer na Europa. Desta vez, ela vem de forma distinta - sem colónias de leprosos ou estigmatização desumana mas com infecções esporádicas (que é o mais importante segundo o ponto de vista epidemiológico).

Apesar do facto da doença continuar a ser "bastante incomum", os médicos fornecem avisos de forma a que as pessoas fiquem alertas. A esmagadora maioria da população nunca viu a lepra durante a sua vida, no entanto, um estudo recente da "London Hospital for Tropical Diseases" avisou que há um atraso de 80% nos diagnósticos, o que aumenta o risco dos infectados poderem vir a sofrer condições físicas sérias devido à doença.

Entre 15 a 25 casos de lepra são diagnosticados todos os anos na Espanha. No ano passado 25 pessoas contraíram a doença, e há mais de 450 pacientes no centro médico de Alicante.

A maior parte dos casos espanhóis encontram-se entre os imigrantes que, asseguramente, chegaram ao país já com estas doenças nos seus corpos.

De modo global, metade das vítimas infectadas vive na Índia. Há também fontes de infecção em Angola, Brasil, Madagáscar, Moçambique, Nepal, a República Central Africana, o Congo e a Tanzânia.

A doença é causada por uma bactéria, a Mycobacterium leprae. Em 1981 a WHO recomendou uma terapia conjunta composta por três drogas (Terapia Multidroga = Multidrug therapy — TMM): Dapson, Rifampicin and Clofamizin.

A WHO explica:

Esta combinação de drogas mata o patógeno e cura o paciente. A TMM é segura e eficiente, e pode ser administrada facilmente onde quer que o paciente se encontre.

A droga encontra-se disponível para todos os pacientes em forma de drageias e pode ser tomada mensalmente.

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Nem é preciso dizer isto, mas se o governo espanhol se determina a limitar a imigração proveniente de áreas onde as pessoas possuem maiores probabilidades de contrair a lepra, ele será qualificado de "racista" e "xenófobo" uma vez que o politicamente correcto encontra-se acima da saúde pública. Dado isto, e embora o resto do mundo faça o mesmo, os europeus não são livres para proteger a sua cultura e a sua saúde sem que com isso sejam qualificados de "racistas".


terça-feira, 24 de abril de 2012

Multiculturalismo: importando a deficiência

Duvido muito que este aspecto "interessante" da imigração seja levado em conta pelos teóricos pro-imigração maometana quando os primeiros afirmam que a imigração "é sempre boa".

Uma investigação levada a cabo pela BBC - há alguns anos atrás - revelou que pelo menos 55% da comunidade paquistanesa se casa com um primo directo. O Times of India afirmou que "assume-se que isto tenha ligação com as probabilidades das famílias paquistanesas de serem 13 vezes mais susceptíveis que o resto da população de ter crianças com desordens genéticas recessivas."

A pesquisa da BBC verificou também que, embora os paquistaneses britânicos sejam responsáveis por 3,4% de todos os nascimentos na Grã-Bretanha (GB), eles constituem 30% dos nascimentos de bebés com desordens recessivas e possuem uma taxa de mortalidade infantil mais elevada que a população geral. Não é surpreendente, portanto, que, à luz destes dados, um membro do Partido Labour tenha apelado ao fim dos casamentos entre primos directos.

Ao mesmo tempo, estima-se que um terço de todos os deficientes de Copenhaga tenham origem estrangeira. Sessenta e quatro porcento das crianças dinamarquesas com pais árabes são iletradas - mesmo depois de estarem cerca de 10 anos no sistema de ensino dinamarquês.

O mesmo estudo concluiu que no que toca a habilidade de leitura, matemática e ciência, o padrão é practicamente o mesmo:

As habilidades dos imigrantes bilingues (na maioria muçulmanos) são extremamente pobres quando comparadas com os colegas dinamarqueses.
Estes problemas dentro da comunidade islâmica trazem várias complicações aos países ocidentais. As despesas em torno dos deficientes (mentais e físicos) muçulmanos, por exemplo, drenam severamente os orçamentos dos países europeus.

Tomando ainda como exemplo a Dinamarca, um terço do orçamento das escolas é usado com crianças com necessidades especiais, grupo onde as crianças muçulmanas estão desproporcionalmente representadas. Mais de metade das crianças com idade escolar e com deficiências mentais ou físicas são filhos de imigrantes - entre os quais os muçulmanos são o grupo maioritário.

Um estudo conclui que, devido ao número de crianças e adultos com deficiências, "a endogamia dos imigrantes custa milhões aos municípios ".

Fonte

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Claro que o problema maior da imigração muçulmana excessiva (ou a imigração excessiva de qualquer cultura com um código moral totalmente distinto da moral ocidental) é o seu duplo efeito transformador. A cultura anfitriã vai ser afectada pela cultura imigrante, e como tal, é tão razoável esperar que os casamentos entre primos directos sejam legalizados e adoptados por vários segmentos da população nativa, como é razoável esperar que os mesmos casamentos sejam banidos.

Embora isto possam ser boas notícias para aqueles que entre vocês tenha primos e primas atraentes, aquilo que a esquerda militante qualifica de "progresso" e "melhoria", na verdade é prejudicial para a civilização ocidental. Tal como planeado.

Isto é mais uma consequência óbvia da perda de identidade Cristã: se a cultura e a moral Cristã não podem ser consideradas como melhores e, como tal, usadas como árbitro em relação a comportamentos provenientes de outras culturas (porque supostamente isso seria "racismo") , então não é possível justificar a censura de comportamentos trazidos por membros de outras culturas.

Não é preciso ser-se um darwinista social para se duvidar dos benefícios a longo prazo da importação de massas ideológicos estatisticamente mais capazes de gerar bebés com deficiências mentais e físicas.

Mais um exemplo óbvio dos malefícios do multiculturalismo.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A "opressão" da mulher americana

Várias feministas proclamam que as mulheres americanas estão "sob cerco", e que existe um enorme viés contra elas. Para além disso as mentirosas feministas alegam que as mulheres possuem pouco ou nenhum respeito e/ou poder.

No entanto, a noção de que a mulher americana é uma vítima indefesa é uma das noções mais absurdas alguma vez congeminada por alguém.

A mulher americana vive, em média, 7 anos a mais do que os homens. Elas controlam 86% de toda riqueza pessoal [PARADE Magazine, May 27, 1990], e são cerca de 55% de todos os estudantes universitários.

As mulheres são 54% dos votantes nas eleições presidenciais, portanto é ridículo dizer que elas são postas de parte no que toca as decisões políticas. Elas vencem quase sempre a custódia dos filhos em caso de divórcio.

As mulheres sofrem 6% dos acidentes de trabalho (os outros 94% são sofridos pelos homens). As mulheres são as vítimas em cerca de 35% dos crimes violentos, e são 25% das vítimas de assassinato. No entanto, por causa da desproporcional preocupação e respeito da sociedade moderna por elas, legislação especial tem sido aprovada para punir a "violência contra as mulheres" como se isso fosse um crime mais grave do que a "violência contra os homens".

As feministas alegam por "igualdade" e isto é um exemplo do que é igualdade para elas: tratamento preferencial como forma de lidar com as suas preocupações.

Dois em cada três dólares é investido na saúde da mulher. Mesmo que não se leve em consideração o tratamento relacionado com a gravidez, as mulheres recebem mais tratamento médico que os homens. Apesar disto, as feministas ainda alegam que a saúde da mulher está a ser "negligenciada"

Segundo a Jobs Related Almanac, usando uma combinação de salário, stress, segurança e exigência física, dos 25 piores empregos americanos, 24 são feitos predominantemente (senão exclusivamente) por homens. Isto talvez explique o porquê dos homens cometerem 80% de todos os suicídios.

-Fonte-


Sem dúvida que estes dados podem ser extrapolados para muitos outros países do ocidente. Mas quem disse que as feministas se preocupam com os factos e as evidências?

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Despedido por dizer que as mulheres pedem licença por motivos de saúde uma vez por mês

Um director executivo neozelandês causou a fúria geral ao declarar que as mulheres recebem menos que os homens porque pedem licenças por motivos de doença uma vez por mês. Devido a isto, ele foi despedido.

Na sua declaração de Junho de 23 o sr Thompson afirmou que havia "questões" que não eram levadas em conta pelas estatísticas salariais dos locais de trabalho.

Porque é que elas pedem mais licenças por motivos de saúde? É isso que as mulheres fazem em geral. Porquê? Porque uma vez por mês elas têm problemas de saúde - não todas, mas algumas. . . . Elas não têm culpa. Até pode ser que elas não tenham as coisas bem definidas com os parceiros de forma a que estes assumam mais responsabilidade por aquilo que ocorre fora do local de trabalho.
Depois de ter sido severamente criticado, o sr Thompson pediu desculpas pelo seu comentário.

Num mundo não dominado por pessoas com mentalidade de crianças mimadas, o ponto fulcral das declarações do sr Thompson seria: "É isto verdade ou não?" Mas aparentemente o próprio levantar da assunto está fora de questão.

Algumas possibilidades - que as mulheres pedem mais licenças por motivos de saúde que os homens - nem podem sequer ser mencionadas (quer seja verdade ou não).

Eu pessoalmente não sei se isto é verdade ou não, mas, olhando para a reacção emotiva que as declarações causaram, posso dar um tiro no escuro e prever que, se se fizerem estudos em torno de quem pede mais licenças por motivos de saúde, as mulheres estarão desproporcionalmente representadas.

Mas partilho parcialmente da frase do sr Thompson quando este diz que não é culpa delas. Isto tem mais a ver com a sua biologia do que com a sua vontade. A única "culpa" que as mulheres podem ter é assumir que podem atingir os níveis de produtividade dos homens embora tendo uma composição biológica, bioquímica, anatómica e emocional distinta dos mesmos.

Se alguém não se sente em condições de trabalhar, obviamente não deve trabalhar. Esse não é o ponto fundamental. O busílis aqui é: será que já nem se pode falar sobre os níveis de produtividade das mulheres sem se ser alvo de críticas infantis?

É mais do que óbvio que o sr Thompson, como director duma empresa, deve ter alguns dados concretos para afirmar o que afirmou mas para as igualitaristas isso não importa. O que interessa às feministas é continuar a forçar as mulheres para áreas onde elas, por via da sua biologia, podem ser prejudicadas e/ou prejudicar o resto do local de trabalho.

Mas como já todos sabemos, o feminismo não se preocupa com o bem estar das mulheres. O que interessa é tirar as mulheres de casa (como forma de fragilizar a família nuclear) e entregar a "educação" dos filhos ao estado.

domingo, 15 de maio de 2011

Gonorreia pode virar superdoença

Fonte

Cientistas alertam que a doença sexualmente transmissível (DST) gonorreia está se tornando cada vez mais resistente aos tratamentos nos EUA. Em 2009, quase um quarto das cepas de bactérias testadas em uma vigília em todo aquele país se mostraram resistente à penicilina, tetraciclina, fluoroquinolonas e até uma mistura dos três.

Outras informações, datadas de 2010, indicaram resistência a outro antibióticos como cefalosporina. Isso é alarmante, pois as cefalosporinas são a última classe de antibióticos que os médicos têm para tratar essa DST. “Isso pode ser um anúncio do que está por vir”, disse Kimberly Workowski, do Centro para o Controle e Prevenção de DSTs (CDC) do governo dos EUA. “A resistência pode ficar pior.”

Se isso acontecer, a gonorreia pode virar uma superbactéria e ter um efeito catastrófico no controle da doença. Especialistas estão trabalhando em estratégias de prevenção da resistência, incluindo tratar a doença com diversos antibióticos de uma só vez. Eles também estão fazendo campanha pelo sexo seguro para diminuir a transmissão.

A gonorreia é causada pela bactéria Neisseria gonorrhea e o seu contágio acontece por meio de sexo sem uso de preservativo. Pessoas com essa doença geralmente não têm sintomas visíveis, mas ela pode levar a complicações seríssimas, incluindo infertilidade e dor crônica na pélvis nas mulheres.

Nos homens, ela pode causar epididimite, uma síndrome clínica que consiste em dor e inchaço do epidídimo (pequeno duto que coleta e armazena os espermatozoides), que pode levar à infertilidade. Se a bactéria se espalha na corrente sanguínea ou nas articulações, pode levar à morte.

Mais de 301 mil casos foram reportados pelo CDC em 2009, mas a agência estima que o número real chegue a 700 mil pessoas contaminadas a cada ano nos EUA. Desde os anos 1970 a bactéria tem ficado resistente aos antibióticos tradicionais como penicilina e tetraciclina. Em 1991, começaram a emergir bactérias resistentes à fluoroquinolona. Já não se recomenda mais tratamentos com essas drogas para não aumentar a resistência.

Pesquisadores agora veem o surgimento resistente à cefalosporina na região sudeste da Ásia. Geralmente, esses tipos resistentes migram para o EUA e se espalham pelo ocidente. “Esperamos que a história não se repita, mas parece que o padrão está se mantendo”, disse Kimberly.

Para prevenir a resistência, o CDC recomenda que a doença seja tratada com uma forma injetável de cefalosporina unida a outro tipo de antibiótico como azitromicina ou doxiciclina. Além disso, há pesquisas para encontrar drogas que combatam a DST com baixos custos, incluindo medicamentos que matam a bactéria em diferentes estágios de vida, disse a médica. Contudo, eles já estão preparando um plano emergencial em caso de uma epidemia.

(Hypescience)

Nota: Enquanto, por um lado, alguns se preocupam com o alastramento de doenças que podem se tornam epidêmicas, como a gonorreia (sem contar o flagelo da aids, que continua ceifando muitas vidas), outros promovem a libertinagem sob a bandeira da tolerância. É o caso das paradas gays e do recente “beijaço gay”, promovido num campus universitário.

Experiências têm mostrado que o melhor combate a essas doenças deriva do verdadeiro sexo seguro, ou seja, praticado dentro do casamento (entre um homem e uma mulher), numa relação de fidelidade. Se o sexo for praticado nesse contexto, não há o que temer. Mas isso é conversa de “fundamentalistas retrógrados”.

Vivemos em” novos tempos” e o povo quer liberdade. Então, que esteja preparado para as consequências das superdoenças e para os resultados de suas escolhas.[MB]

http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2011/04/estudantes-fazem-ato-contra-homofobia-no-campus-da-ufmg.html

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