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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Como o feminismo prejudica a saúde das mulheres

Por Christian Jay

As feministas deliberadamente condenaram as mulheres à morte ao desencorajarem o casamento. Isto já ocorre há tanto tempo que hoje em dia esse é um  comportamento padrão que se revelará fatal para as mulheres de todas as idades.

Os factos sempre estiveram à sua disposição - nomeadamente, que o casamento acarreta consigo uma vasta gama de vantagens para ambos os sexos, e que isso funcionou tão bem no passado que a maior parte das doenças que a mulher actual sofre eram virtualmente ausentes ou minoritárias no passado. Hoje em dia, essas doenças encontram-se dominantes.

Entre estas doenças incluem-se a depressão, o consumo de drogas e o cancro da mama - tudo isto consequência do facto das feministas terem exigido que as mulheres não se casem, ou que sejam mães solteiras.

Escusado será dizer isto, mas estar numa relação impedia muitos dos problemas psicológicos e médicos dos quais as mulheres hoje em dia padecem devido ao facto delas terem ido enganadas e ludibriadas pelas feministas como forma de destruir a família.

O motivo principal por trás desta ataque à família prende-se com o facto dos casais serem mais conservadores nas suas intenções de voto, e não serem fanáticos esquerdistas tal como acontece hoje em dia com tantos solteiros ou com aqueles que esperam casar até ser "conveniente".

As mulheres por si só são mais susceptíveis de votar em partidos socialistas visto que estes prometem mais benefícios e vantagens para as mulheres (e estas sentem-se como princesas vítimas de vitimização imaginária).

Aparentemente, o casamento desempenhou um papel importante no seu bem estar e na sua saúde mental. A injecção de esperma é (e era) uma das principais razões para isto visto que ele tem uma vasta gama de substâncias que equilibram a hiperactiva montanha russa das emoções femininas. Existem muitos estudos disponíveis neste site e em muitos outros blogues que irão demonstrar que é isso que acontece.

Ficamos a saber agora de outra vantagem (desconhecida até recentemente) de estar numa relação: o simples acto de acariciar os seios aparentemente não era só para o prazer da pessoa, como ficamos entretanto a saber, mas sim para diminuir as probabilidades desta vir a ter cancro na mama. Só mulheres numa relação poderiam ter a certeza de levar a cabo esta actividade de forma consistente,

É ou não é estranho que as feministas, no seu entusiasmo, tenham condenado as mulheres para a sua destruição ao usarem a sua ignorante forma de pensar para interferir na vida delas? Isto leva-nos a ver que o gigantesco aumento do cancro da mama pode ser colocado totalmente aos pés das feministas consequência da sua indiferença, ignorância e flagrante estupidez.

Foram elas que desencorajaram e exigiram que as mulheres ignorassem o casamento, e o deixassem de lado, sem se aperceberem dos benefícios que tais uniões haviam conferido às mulheres.

~ ~ ~ http://bit.ly/1FTQRvk

* * * * * * *

Como já houve oportunidade de dizer, tudo aquilo que as feministas exigem que a mulher faça, é detrimental para ela (embora seja benéfico para a elite feminista e para o governo). A esmagadora maioria das civilizações da história da humanidade viram algo de socialmente benéfico no casamento, mas as feministas realmente acham que o que elas "descobriram" no século 20 é superior a toda a história da humanidade.



terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Feminismo e a saúde das mulheres

Números oficiais sugerem que as mulheres estão a perder a sua normal habilidade de viver mais que os homens devido ao impacto que a pressão de acomodar o trabalho a tempo inteiro e a família está a ter na sua saúde.

Uma nova análise das taxas de mortalidade entre os homens e as mulheres durante os últimos 50 anos publicada pelo Office for National Statistics revela que os homens estão a encurtar rapidamente a falha que existe entre a sua longevidade e a longevidade das mulheres.

Esta mais recente mudança está a ser largamente atribuída às alterações consideráveis que ocorreram dentro do ambiente de trabalho masculino, especialmente o declínio da indústria pesada e da exploração mineira, e aos estilos de vida, incluindo a queda nas taxas de consumo de tabaco.

Mas este mais recente estudo, que compara as taxas de mortalidade dentro do periodo que vai de 1963 a 2013, ressalva os efeitos da transformação da vida das mulheres durante o último meio-século. Ele conclui que, embora os homens estejam a ficar cada vez mais saudáveis que nunca no passado, as mulheres estão a ser prejudicadas pelos padrões de stress laboral, e traços associados tais como o consumo de tabaco e de bebidas, coisas normalmente associadas aos homens.

De modo geral, o estudo revela que as taxas de mortalidade - que são as mortes que ocorrem por cada 1000 pessoas dum dado grupo - têm melhorado tanto para os homens como para as mulheres por todas as faixas etárias.

O mesmo estudo ressalva melhorias consideráveis no combate às doenças circulatórias, tais como doenças do coração, ataques cardíacos, parcialmente devido às inferiores taxas de consumo de tabaco e avanços médicos tais como a introdução de estatinas.

Mas embora ambos os sexos estejam a viver mais tempo, e embora as mulheres ainda vivam mais tempo que os homens, a diferença está a encurtar. A faixa etária dentro da qual os homens são estatisticamente mais susceptíveis de morrer avançou 15 anos durante o último meio-século, embora o ponto mais alto para as mortes feminina encontra-se essencialmente igual.

As análises compararam o número de mortes de ambos os sexos nas faixas etárias em 1963, e outra vez no ano passado. No princípio dos anos 60, a idade onde era mais comum os homens morrerem era o início dos seus anos 70, que continha 15% de todas as mortes masculinas. Ao mesmo tempo, as faixas etárias onde morriam mais mulheres era entre anos 80 anos e após 85 anos - ambos os grupos com 18% das mortes femininas nessa altura.

Por contraste, o ponto mais alto de ambos os sexos é actualmente depois dos 85 anos.

Semelhantemente, em 1963 a taxa de mortalidade para os homens com idades entre os 55 e os 69 era o dobro da taxa de mortalidade das mulheres. Hoje em dia, essa taxa ainda é 50% mais elevada mas o fosso é metade do que era no passado.

No seu comentário, a ONS ressalvou o impacto dos padrões de vida distintos dos homens e as chances de sobrevivência das mulheres durante os últimos 50 anos:

O encurtamento geral da diferença entre a mortalidade dos homens e das mulheres pode ser explicado através dum variado número de motivos incluindo a melhoria da saúde masculina, levando a uma aumento da expectativa de vida, que aumentou mais que a mesma taxa junto das mulheres.

O aumento do número de mulheres dentro da força laboral durante os  últimos 50 anos é identificado como factor que aumentou os níveis de stress, de consumo de tabaco e bebida, levando a mudanças na saúde das mulheres.

Os números mostram que, embora ambos os sexos tenham feito grandes avanços em áreas tais como o consumo de tabaco, o impacto junto dos homens foi maior. Durante os anos 70 e 80, 44% dos homens e 26% das mulheres com mais de 60 anos fumava , mas hoje em dia só 13% dos homens dentro desse grupo de idade fuma, números quase idênticos aos das mulheres.

A maior queda nas taxas de mortalidade veio junto dos homens na faixa etária que se encontrava nos finais dos seus anos 60, com uma queda de 60% desde o princípio da década 60. Para as mulheres, a maior queda ocorreu junto das mulheres no início dos seus anos 70, com uma queda de 60% na mortalidade.

De modo geral, a diferença entre a mortalidade masculina e feminina encurtou em todas as faixas etárias, exceptuando os homens nos seus 30 anos.





sábado, 5 de abril de 2014

Obama, União Europeia e a ONU desejam a morte dos Africanos


Segundo as Nações Unidas, a malária mata mais de 3,000 crianças Africanas por dia. Isto acontece muito por causa da pressão que o Ocidente colocou sobre os Africanos de modo a que estes não usem o DDT, uma maravilhosa droga inofensiva que, de modo geral, livrou os EUA e a Europa da malária, mas que graças à sua radical agenda ambientalista, os esquerdistas impedem que os Africanos a usem.

Para além de preferirem que as crianças Africanas morram em vez de permitirem que se use o DDT, os esquerdistas ocidentais estão também dispostos a deixar os Africanos percam a sua guerra contra o HIV como forma denão perturbar a sua agenda sexual radical:
A administração de Obama, bem como a União Europeia e os países Nórdicos, uniram-se contra os pobres países Africanos durante as duas últimas semanas, insistindo que a fidelidade sexual e o atraso na iniciação sexual não podem ser estratégias defensivas contra a propagação do HIV.
Leram bem? A elite ocidental opõe-se a medidas com provas dadas da sua eficácia no combate às doenças sexuais, mesmo que isso resulte na morte de mais Africanos.
Os países Africanos enviaram delegados para New York na esperança de que pelo menos os documentos não-vinculativos mas influentes, produzidos pela Comissão do Estatuto da Mulher da ONU, um dos maiores encontros anuais das Nações Unidas, pudesse ser um veículo que lhes ajudasse a abrandar o crescimento do HIV no seu continente.
Pobres e enganados Africanos. Em vez obterem algum tipo de ajuda clinicamente eficaz no combate ao HIV, os países Africanos viram Obama e a União Europeia a bloquear toda a linguagem que encorajava a redução de parceiros sexuais, apesar dessa ser uma forma válida de combater a propagação de DSTs.
Segundo algumas testemunhas que falaram para a Breitbart News, a meio da última noite de negociações alguns delegados Africanos chegaram mesmo a chorar de frustração. 
No início das negociações, os Estados Unidos, a Europa, a Noruega, o México e outros países da América Latina ameaçaram que não haveria qualquer tipo de resolução se ela contivesse algum tipo de referência à abstinência, à fidelidade, à redução do número de parceiros sexuais, ou até à que-nem-deveria-ser-controversa menção a "atrasar o início da actividade sexual". Por duas semanas as negociações foram estagnadas e atrasadas. Os EUA e a UE com as suas dúzias de delegados, facilmente superaram os pobres países Africanos que tinham um ou dois diplomatas para cobrir toda a negociação. 
Os EUA e a UE insistiram que linguagem tal como "fidelidade" e "atraso sexual" poderiam estigmatizar e, desde logo, desencorajar aqueles possuidores do HIV de se testarem e obterem tratamento. Os Africanos insistiram que estas eram únicas estratégias realmente defensivas contra a doença, que ainda tem proporções epidémicas em África.
Temos pena, Africanos. Embora a riqueza do ocidente tenha sido gerada pela liberdade económica, os esquerdistas ainda têm na mão a carteira. Do ponto de vista de Obama e da União Europeia, uns poucos milhões de Africanos mortos é sempre preferível a aceitar-se os efeitos benéficos da moralidade sexual.

Mas mesmo assim, nem tudo foram vitórias para os esquerdistas:
Esforços levados a cabo pelas nações ocidentais, lideradas pelos EUA, falharam ao não conseguirem que se mencionasse a "orientação sexual e identidade de género" no documento. Espera-se que a "orientação sexual e a identidade de género" se torne numa categoria protegida, tal como o direito de voto. A coligação lgbt emitiu uma declaração na Segunda-Feira, dizendo, "Estamos profundamente desapontados com esta tentativa de [blá blá blá blá blá blá blá blá blá].”

Tal como os radicais dos anos 60 costumavam afirmar, a questão não é a questão. Os esquerdistas não têm um interesse sincero de aliviar o sofrimento causado pela SIDA porque se tivessem, eles não iriam promover o homossexualismo sempre que tivessem oportunidade. O seu interesse primário parece ser a promoção da devassidão sexual e da degeneração por motivos demasiado torpes para serem contemplados.

Um pequeno preço a pagar
para o avanço da agenda





sábado, 15 de março de 2014

Porque é que as feministas odeiam as mulheres?

[PT-BR]

As mulheres solteiras têm 28% mais chances de morrer por problemas cardíacos do que as casadas, revela um estudo realizado por cientistas da Universidade Oxford. A pesquisa, publicada nesta quarta-feira pela revista BMC Medicine, foi realizada com base no acompanhamento de 735 mil mulheres britânicas, as quais apresentavam uma média de idade de 60 anos e não tinham um histórico prévio de problemas cardiovasculares e cujos casos foram seguidos durante oito anos.

 Após oito anos de analises, os cientistas concluíram que as mulheres casadas — 81% do total — contraíam as mesmas cardiopatias isquêmicas que as mulheres solteiras, viúvas ou divorciadas, mas sua taxa de mortalidade era consideravelmente mais baixa. Ao término do estudo, três em cada 100 mulheres casadas morreram por problemas cardíacos, enquanto, em relação ao outro grupo, essa média era de quatro em cada 100.

Os especialistas da Universidade de Oxford consideram que as diferenças entre ambos os grupos pode estar relacionada, principalmente, por fatores socioeconômicos e de estilo de vida. Embora os cientistas tenham mencionado que essas conclusões não são definitivas, eles acreditam que as mulheres casadas poderiam ter mais segurança financeira e mais apoio por parte de seu parceiro na hora de seguir um estilo de vida mais saudável.

O estudo explica, entre outros fatores, que as mulheres solteiras são mais propensas a viver em zonas desfavorecidas, fazer menos exercício físico, consumir mais tabaco e ter mais níveis de depressão, frente a um maior nível de ingestão de álcool entre as casadas. Esta pesquisa faz parte de uma série de estudos da Universidade de Oxford sobre fatores que relacionam o estilo de vida com doenças, como o câncer de mama, sob o título de The Million Study Women.


* * * * * * *
Portanto, quem se preocupa com o bem estar das mulheres, promove o casamento visto que as mulheres casadas têm níveis de saúde superiores. Sem surpresa alguma, o movimento feminista (e os esquerdistas no geral) promovem a "independência" das mulheres (que em termos prácticos significa independência do marido mas dependência do governo).

Qualquer pessoa, instituição ou grupo ideológico que honestamente se preocupa com o bem estar físico e emocional das mulheres tem que necessariamente desenvolver medidas que visam o fortalecimento da instituição do casamento.

O movimento feminista, auto-conferido "defensor dos direitos das mulheres", falha neste ponto ao desencadear uma guerra cultural precisamente contra a instituição que, segundo os dados, serve de escudo protector para a mulher:
"De modo a que se possam educar as crianças com igualdade, temos que tirá-las para longe das famílias e educá-las comunalmente." (Dr. Mary Jo Bane, professora assistente de Educação na Wellesley College e directora do Centro para as Pesquisas Femininas)

"O fim da instituição do casamento é condição necessária para a emancipação da mulher. Como tal, é importante para nós encorajarmos as mulheres a deixar os maridos e deixar de viver individualmente com homens." - ("The Declaration of Feminism," November 1971)

"Uma vez que o casamento é escravatura para as mulheres, é óbvio que o movimento das mulheres tem que se concentrar em atacar esta instituição [família]. Para a mulher, a liberdade não pode ser ganha sem a abolição do casamento." - (Feminista radical Sheila Cronan)

"A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena." - (Sheila Cronan, National NOW Times, Jan.1988)

"Não vamos conseguir destruir as iniquidades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." - (Sisterhood Is Powerful, Robin Morgan (ed), 1970, p.537)

"Todo a intimidade sexual, mesmo a consensual, entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra as mulheres." - (Catherine MacKinnon - Feminista das Universidades de Michigan e Yale)
Portanto, a medicina diz que o casamento é bom para as mulheres, mas as feministas dizem que o casamento é "opressão" para elas. Em quem é que as mulheres vão acreditar: na ciência ou nas sempre voláteis opiniões feministas?

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Mulheres perdem 90% dos óvulos até os 30 anos


Via

Cientistas descobriram por que é tão difícil para mulheres terem filhos depois dos 30 anos – elas, provavelmente, já usaram 90% da sua reserva de óvulos até então. Ainda é possível que elas produzam óvulos enquanto têm 30 ou 40 anos, mas, na verdade, seu “reservatório” de óvulos em potencial já diminuiu para praticamente nada.

O estudo sugere também que o organismo feminino escolhe os melhores óvulos para “ir primeiro” e a qualidade dos restantes seria menor, aumentando a dificuldade de concepção e os riscos de saúde que o bebê sofre.

Uma mulher saudável nasce com, aproximadamente 300 mil óvulos em potencial, mas o declínio desse número é muito maior do que se pensava. Quando chega aos 30 anos, só lhe restam 12% da quantidade inicial de óvulos.

Os pesquisadores dizem que as mulheres erram ao pensar que, porque elas ainda estão com o ciclo menstrual inalterado, a sua fertilidade ainda é a mesma. Mas o estudo que analisou mais de 300 mulheres britânicas mostrou que a realidade é bem diferente.

Outra descoberta proveniente de estudos recentes foi que o número de óvulos que cada mulher produz é significativamente diferente. Algumas podem produzir até milhões enquanto algumas produzem apenas trinta mil. Para as últimas que desejam filhos, os médicos aconselham a não deixar a gravidez para mais tarde. [Telegraph]

* * * * * * *

Portanto, os médicos aconselham a não adiar a gravidez, mas o feminismo diz exactamente o contrário.  O resultado é quase sempre o mesmo.

[Actualização] Há alguns anos atrás uma agência de publicidade afirmou essencialmente o mesmo que esta notícia revela: as mulheres possuem uma janela de oportunidade reduzida para terem filhos saudáveis. Os únicos grupos que se manifestaram "horrorizados" com a notícia foram os mesmos grupos que alegam "defender os interesses da mulher."

Obviamente que a revelação de notícias como esta não é feita com o expresso propósito de forçar as mulheres a adoptar um certo tipo de comportamento, mas sim para alertar que, tal como todos os comportamentos carregam consigo uma consequência, a mulher que propositadamente adia a gravidez para uma faixa etária mais tardia, corre o risco de descobrir, amargurada, que já não pode gerar nova vida dentro de si.

O inimigo do feminismo





quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Pelo menos na culinária o multiculturalismo tem sido um sucesso total

E daí, talvez não.

Uma investigação policial secreta revelou gravações chocantes de compra e venda de "carne dos arbustos" levada a cabo num mercado de Londres - incluindo a venda de ratos mortos para o consumo humano. A pele de ovelha carbonizada, outro item apreciado na África ocidental, e conhecida como 'smokies', está também a ser vendida pelos talhantes do mercado de Ridley Road em Dalson, Londres oriental.

A investigação da BBC, que usou câmaras ocultas, revelou pelo menos seis talhantes a vender a carne ilegal, violando as leis da segurança alimentar do Reino Unido.

O programa, que foi emitido há poucos dias atrás, certamente que deixou as pessoas que têm comprado carne nestes sítios horrorizadas; os peritos avisam que a cadeia alimentar pode estar contaminada.

Segundo membros da comunidade oeste-africana, e segundo peritos de saúde ambiental, há já algum tempo que se sabia que o mercado comercializava carne ilegal. No entanto, documentos oficiais revelaram que a última vez que os agentes de autoridade visitaram os comerciantes que vendiam carne ilegal foi em 2009. Paul Povey, membro da "Chartered Institute of Environmental Health", disse:

Estou absolutamente chocado. Tudo isto é ilegal e nada passou por um controle de saúde. Para além disso, a carne não foi inspeccionada e pode muito bem estar contaminada.

Os talhantes foram filmados a preparar os "smokies", que são feitos usando um dispositivo que lance fogo sobre a pele dos carneiros ou das cabras (como forma de lhe dar o sabor característico). Confrontados com as evidências recolhidas pela BBC, a "Islam Halal Meat", a "Punjab Halal Meat" e a "Fish, and Dalston Butchers" negaram estar a vender carne ilegal.

Segundo as leis em torno da comida, estas prácticas encontram-se proibidas no Reino Unido por motivos de segurança pública e bem estar dos animais. O Dr Yunes Ramadan Teinaz, um perito em torno da saúde ambiental, disse:

Por trás do comércio ilegal dos smokies encontram-se criminosos que não seguem a lei, e só querem recolher dividendos financeiros. É revoltante que as autoridades locais não tomem medidas e retirem esta carne da cadeia alimentar humana.

Um talhante de Hackney vendeu alguma desta carne a um dos pesquisadores e disse:

Não diga a ninguém senão haverá problemas.

Duas lojas Africanas vendiam ratos cortadores-de-relva ["grasscutter rats"], descritos como tendo sido importados do Gana. O gerente da cadeia alimentar "Great Expectations", que alegadamente vendeu dois ratos do Gana, disse:

Não vendo ratos, nunca vendi ratos. Eu não vendo ratos, não tenho nenhum rato. Porque é que me estão a filmar?

A gerente da "Adom Trading" também negou vender carne dos arbustos

O que vocês estão a dizer é 100% mentira. Eu não vendo ratos.

Feryal Demirci (Hackney Council’s Cabinet Member for Safer Neighbourhoods) disse:

Os membros da "Environmental Health Officers" de Hackney Council fazem visitas e inspecções regulares a mais de 1,000 empresas locais, incluindo aquelas que se encontram em Ridley Road. Desde 2009, só recebemos uma única queixa em torno da carne ilegal que, após investigação, revelou-se inconclusiva.

No entanto, nós levamos todas as queixas a sério, e como tal, iremos sempre investigar o assunto de modo exaustivo. Agora que recebemos alguma informação por parte da BBC, analisaremos o assunto e levar a cabo as acções apropriadas..
regulares

* * * * * *

Este talvez seja um contraponto eficaz contra os mais desinformados que, apesar dos gastos governamentais, crescentes índices de criminalidade e queda do valor do imobiliário, respondem alegando o quão "bons" os restaurantes [inserir nacionalidade aqui] são, e como a sua presença alarga as suas opções culinárias.

Se a transposição para o Primeiro Mundo não é suficiente para que os bárbaros* coloquem um ponto final no seu hábito de comer ratos, como é que se pode dar alguma credibilidade à ideia de que a alteração geográfica pode, literalmente, alterar tudo em torno dos seus valores culturais e tradições sociais?

Atenção a uma coisa muito importante: os engenheiros sociais que importaram culturas bárbaras para o seio da Europa e dos Estados Unidos (e para o seio de todos os locais de tradição Judaico-Cristã) não só estavam bem cientes do choque cultural que daí resultaria, como sabiam os problemas de adaptação que os imigrantes residentes teriam em relação aos exóticos costumes dos imigrantes. Mas foi precisamente esse choque cultural eminente - guerra de classes adaptada à cultura - que levou a elite ocidental a abrir as portas do Ocidente aos não-Ocidentais.

Portanto, embora o cidadão comum europeu - ou americano - fique enojado em saber que um dos seus mercados locais vende carne de ratos mortos, a elite governamental alegra-se com o o avançar gradual da sua agenda destrutiva. Se a isto aliarmos as sufocantes manobras do politicamente correcto, é bem provável que qualquer dia seja ilegal falar mal de certos hábitos culturais trazidos pelos imigrantes - por mais nojentos e bárbaros que eles sejam.



* O termo "bárbaro" é relativo à cultura e não à etnia ou "raça".


terça-feira, 6 de março de 2012

"Diversidade cultural" atinge casas de banho inglesas

Um dos benefícios do multiculturalismo é o de permitir que os contínuos (inglês: "janitor") da Universidade de Swansea (US) se mantenham ocupados, e, desde logo, assegurando assim os seus empregos. No entanto, parece que eles têm-se mantido demasiado ocupados.

Depois das mesmas terem sido encontradas num estado lastimoso, os responsáveis pela US colocaram sinais um pouco por todo o lado mostrando aos alunos a forma correcta de usar as instalações sanitárias

As imagens mostram a forma adequada - bem como a forma incorrecta - de usar a sanita.

Os responsáveis culparam as "diferenças culturais" por trás da forma como as casas de banho são usadas pelos alunos estrangeiros. Uma porta-voz pela universidade disse:

Os posters foram produzidos para lidar com as diferenças culturais que, infelizmente, estavam a causar danos e questões em torno da higiene.

A Universidade de Swansea é uma campus multicultural e os posteres informativos foram feitos de modo a serem usados tanto nas casas de banho masculinas como nas femininas.

Um dos estudantes disse:
A maior parte de nós considerou os posters como algo engraçado até que nos apercebemos que não eram uma anedota.
Esta última frase aplica-se que nem uma luva ao conceito do multiculturalismo no geral. A maior parte das pessoas provavelmente gosta da ideia do multiculturalismo até lhes ser dito o que realmente isso é, e qual é o seu propósito final - a destruição da coesão interna da superior civilização ocidental.

Perguntas dirigidas as multiculturalistas militantes que possam ler este blogue: não será etnocêntrico desta universidade insistir que os estudantes provenientes do 3º Mundo usem as instalações sanitárias segundo o conceito Ocidental de saneamento?

Não deveria esta escola "abraçar a diversidade" mesmo que isso implicasse ter instalações sanitárias semelhantes a países como a Libéria ou Coreia do Norte? Ou será que o multiculturalismo deixa de existir quando se fala no uso que se deve dar à sanita?

Coisas que se aprendem na escola primária nas sociedades normais, aprende-se nas universidades nas sociedades controladas pelo esquerdismo. Bem, pelo menos os alunos estão a aprender alguma coisa.


domingo, 15 de maio de 2011

Gonorreia pode virar superdoença

Fonte

Cientistas alertam que a doença sexualmente transmissível (DST) gonorreia está se tornando cada vez mais resistente aos tratamentos nos EUA. Em 2009, quase um quarto das cepas de bactérias testadas em uma vigília em todo aquele país se mostraram resistente à penicilina, tetraciclina, fluoroquinolonas e até uma mistura dos três.

Outras informações, datadas de 2010, indicaram resistência a outro antibióticos como cefalosporina. Isso é alarmante, pois as cefalosporinas são a última classe de antibióticos que os médicos têm para tratar essa DST. “Isso pode ser um anúncio do que está por vir”, disse Kimberly Workowski, do Centro para o Controle e Prevenção de DSTs (CDC) do governo dos EUA. “A resistência pode ficar pior.”

Se isso acontecer, a gonorreia pode virar uma superbactéria e ter um efeito catastrófico no controle da doença. Especialistas estão trabalhando em estratégias de prevenção da resistência, incluindo tratar a doença com diversos antibióticos de uma só vez. Eles também estão fazendo campanha pelo sexo seguro para diminuir a transmissão.

A gonorreia é causada pela bactéria Neisseria gonorrhea e o seu contágio acontece por meio de sexo sem uso de preservativo. Pessoas com essa doença geralmente não têm sintomas visíveis, mas ela pode levar a complicações seríssimas, incluindo infertilidade e dor crônica na pélvis nas mulheres.

Nos homens, ela pode causar epididimite, uma síndrome clínica que consiste em dor e inchaço do epidídimo (pequeno duto que coleta e armazena os espermatozoides), que pode levar à infertilidade. Se a bactéria se espalha na corrente sanguínea ou nas articulações, pode levar à morte.

Mais de 301 mil casos foram reportados pelo CDC em 2009, mas a agência estima que o número real chegue a 700 mil pessoas contaminadas a cada ano nos EUA. Desde os anos 1970 a bactéria tem ficado resistente aos antibióticos tradicionais como penicilina e tetraciclina. Em 1991, começaram a emergir bactérias resistentes à fluoroquinolona. Já não se recomenda mais tratamentos com essas drogas para não aumentar a resistência.

Pesquisadores agora veem o surgimento resistente à cefalosporina na região sudeste da Ásia. Geralmente, esses tipos resistentes migram para o EUA e se espalham pelo ocidente. “Esperamos que a história não se repita, mas parece que o padrão está se mantendo”, disse Kimberly.

Para prevenir a resistência, o CDC recomenda que a doença seja tratada com uma forma injetável de cefalosporina unida a outro tipo de antibiótico como azitromicina ou doxiciclina. Além disso, há pesquisas para encontrar drogas que combatam a DST com baixos custos, incluindo medicamentos que matam a bactéria em diferentes estágios de vida, disse a médica. Contudo, eles já estão preparando um plano emergencial em caso de uma epidemia.

(Hypescience)

Nota: Enquanto, por um lado, alguns se preocupam com o alastramento de doenças que podem se tornam epidêmicas, como a gonorreia (sem contar o flagelo da aids, que continua ceifando muitas vidas), outros promovem a libertinagem sob a bandeira da tolerância. É o caso das paradas gays e do recente “beijaço gay”, promovido num campus universitário.

Experiências têm mostrado que o melhor combate a essas doenças deriva do verdadeiro sexo seguro, ou seja, praticado dentro do casamento (entre um homem e uma mulher), numa relação de fidelidade. Se o sexo for praticado nesse contexto, não há o que temer. Mas isso é conversa de “fundamentalistas retrógrados”.

Vivemos em” novos tempos” e o povo quer liberdade. Então, que esteja preparado para as consequências das superdoenças e para os resultados de suas escolhas.[MB]

http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2011/04/estudantes-fazem-ato-contra-homofobia-no-campus-da-ufmg.html

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