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domingo, 1 de outubro de 2017

Socialista Italiana apoia a diversidade até que a sua filha se enamora por um "migrante"

A filha da socialista enviou uma carta a um jornal nacional e falou do seu relacionamento com um imigrante, algo que a sua mãe socialista não apoiou:
Enquanto trabalhava entre os imigrantes, apaixonei-me pelo Jeff [o imigrante]. Quando falei nisto à minha mãe, uma pessoa da Esquerda, fiquei desiludida com a sua reacção. 
Ela disse-me que eu era uma pessoa doente, e que os negros apenas merecem a nossa piedade, que eu deveria ser presa, e que ele está comigo pelo dinheiro.
Estas palavras provocaram reacções por parte de alguns políticos, tal como a reacção de Cristiano Romani, do "Movimento Sovranista":
Estas palavras destroem o véu de hipocrisia por parte dos esquerdistas e por parte do Partido Socialista, que aplicam à letra a filosofia de receber bem os imigrantes mas bem longe das suas casas e, acima de tudo, sem qualquer contacto ou sem qualquer tipo de relacionamento com as pessoas com quem eles se preocupam.

* * * * * * *
Pouco mais há a acrescentar às palavras de Cristiano Romani: os globalistas, os esquerdistas e os multiculturalistas são a favor dos "refugiados" desde que esses "refugiados" vivam bem longe de si, e que seja o povo nativo a sustentá-los.

O mesmo acontece com a religião do "aquecimento global", onde os mentores e os fiéis dessa seita querem que OS OUTROS paguem por aquilo que eles dizem que vai acontecer "a qualquer momento".
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- Medium.com

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Porque é que as feministas não se focam onde a violência sexual realmente acontece?

O silêncio das feministas em relação ao explosivo tópico da imigração e da violação é mais um indicador da sua total incoerência e mais um motivo para se rejeitar por completo as suas opiniões. Por todo o lado, desde a Austrália até a Noruega, os imigrantes maometanos estão a violar sexualmente em grupo raparigas brancas em números elevado....e devido a isto, as feministas dedicam o seu tempo ao horrível problema das raparigas universitárias embebedarem-se e terem relações sexuais consensuais com jovens homens brancos.
É difícil exagerar ao afirmar o quão horríveis estes crimes foram, tal como é difícil exagerar quando se afirma que as autoridades falharam por completo ao não protegerem as vítimas. Uma das raparigas foi regada com gasolina e ouviu que ela seria incendiada se não concordasse. Outras raparigas foram forçadas a observar raparigas a serem violadas, ao mesmo tempo que lhes era dito que elas seriam as seguintes se dissessem isso a alguém. A polícia olhava para estas raparigas com o mesmo desprezo com que olhava para os violadores.

E naquele que provavelmente é o parágrafo mais horrível do relatório publicado ontem, ficamos a saber que em dois casos, os pais localizaram as sus filhas, e tentaram salvar as filhas das casas onde elas eram mantidas, apenas para se verem presos pela polícia ao mesmo tempo que os violadores permaneciam livres.

Quantos membros do Conselho vocês imaginam que se encontram sob investigação ou foram despedidos? Sim, estão correctos: Nenhum. O presidente-executivo do Conselho de Rotherham, Martin Kimber, não só permaneceu no seu lugar, como afirmou não existirem evidências suficientes para processar ou disciplinar um únino membro do concílio...

A Esquerda política grita horrorizada quando existe a indicação mais ínfima de comportamento arrogante por parte dum homem branco. O projecto surdo com o nome "Everyday Sexism" é uma arma exclusivamente usada contra o homem branco da classe média por parte da mulher branca da classe média. Mas este mesmo projecto inventa desculpas para violadores, e até pedófilos, quando os criminosos são negros ou, especialmente, quando são membros da comunidade muçulmana. 
Por agora, é bastante aparente que, se tu vives nos EUA ou no Reino Unido, a lei não te irá defender; tu terás que te defender sozinho, e, possivelmente, contra os melhores esforços da lei. E isto não é problema visto que os membros do sistema legal são uma minoria, e eles sabem que são (...).

Fonte: http://bit.ly/Y1kBHZ

* * * * * * *
Porque é que as feministas centram os seus esforços no grupo étnico estatisticamente e proporcionalmente menos susceptível de levar a cabo um acto de violência sexual contra as mulheres? Porque o feminismo não tem como propósito defender as mulheres, nem "acabar com o abuso sexual das mulheres", mas sim (entre outras coisas)  atacar o poder dos homens brancos heterossexuais:

Naturalmente que, devido ao "poder estrutural" dos homens nos pontos mais elevados da sociedade, nenhuma destas alterações culturais e legais poderiam ter ocorrido sem a sua colaboração. Então, porque é que eles colaboram?

A razão principal prende-se com o facto dos "homens-no-poder" de qualquer sociedade terem sempre olhado para a larga maioria dos homens com uma mistura de desprezo e receio. Normalmente, os homens competem nas hierarquias, e aqueles que se encontram no topo das hierarquias geralmente sabem que eles estão sob algum tipo de ameaça dos restantes homens da hierarquia. Historicamente, isto tem sido controlado por aqueles que se encontram no topo através duma combinação de lealdades e prácticas feudais criadas para abater as classes mais baixas de homens - tais como guerras prolongadas e a classe de eunucos.

O Marxismo cultural dos finais do século 20 deu aos homens-no-poder uma ferramenta poderosa com a qual manter os homens dos escalões inferiores controlados (de forma mais ou menos permanente), organizando todo o resto da sociedade contra eles. Desta forma, os homens-no-poder reduziram a ameaça feita pelos outros homens.

Ou seja, a elite que financia o feminismo (homens brancos heterossexuais) usa esta ideologia para manter os outros homens brancos heterossexuais controlados e manietados de modo a que estes últimos nunca cheguem a remover os homens brancos heterossexuais que se encontram no topo do seu lugar de destaque. Por isso, ou também por isso, é que as feministas centram-se nos crimes dos homens brancos heterossexuais, mas ignoram por completo os erros dos homens não-brancos e não-heterossexuais.

Mas uma imagem vale mil palavras.....


No vídeo que se segue, vemos um homossexual a agredir violentamente uma rapariga, sem que isso tenha gerado algum tipo de comoção junto das hostes feministas. Se isto fosse feito por um homem branco heterossexual, as feministas não deixariam de usar este acto brutal para atacar todos os homens brancos heterossexuais.





quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Feminismo Sueco ensombrado pela ascensão nacionalista


No seguimento das eleições Suecas de Domingo passado, as expectativas do grupo Feminist Initiative, o partido político explicitamente feminista mais forte do mundo, eram elevadas, mas quando os resultados desalentadores ficaram a ser conhecidos, muitas faces ficaram marcadas com lágrimas e os apoiantes tiveram que arranjar um lugar para sentar (provavelmente para evitarem uma lesão se por acaso viessem a desmaiar).
As eleições Suecas de Domingo passado ofereceram extremos emocionais suficientes capazes até de causar o detective distante e sem resposta do The Bridge, Saga Norén, a buscar uma cama para se deitar. Houve lágrimas quando as celebrações do partido Feminist Initiative (FI) causadas pela sondagem feita à saída dos locais de votação - que indicavam que o partido iria atravessar a marca dos 4%, necessário para dar ao partido, e pela primeira vez, um lugar no parlamento - se revelaram demasiado optimistas. A contagem final viu a fatia do partido FI fixar-se nos 3,1%, apesar do apoio de Pharrell Williams e de Benny Andersson (Abba), e isso não foi suficiente para assegurar um dos 349 lugares possíveis.
Do outro lado do espectro político, os Democraras Suecos - partido nacionalista que defende a causa dos Suecos indígenas - obtiveram ganhos consideráveis, aumentando a sua fatia dos eleitores para além dos 100% para 13% do total, tornando-se consequentemente no terceiro maior partido, muito graças ao apoio da juventude Sueca.
A Suécia socialmente liberal juntou-se a outros países Europeus ao passar a ter um partido de extrema-direita [sic] considerável, um que se opõe às generosas políticas de refugiados. “Hoje, a Suécia está chocada,” disse Haakan Bengtsson, director do grupo de reflexão Sueco Arena, depois do importante avanço dos Democratas Suecos (SD), que fizeram campanha em favor da redução radical da imigração. 
Num país que se orgulha da sua longa tradição [?] de receber os refugiados, nas eleições gerais de Domingo passado o partido perturbou o consenso e duplicou o seu apoio para quase 13%, passando a ser o terceiro maior partido do país após um só mandato no parlamento.
Isto confirma a minha tese de que, num futuro próximo, as políticas étnicas irão superar as políticas sexuais; isto dá-nos uma ideia clara do destino do feminismo Americano na nossa emergente sociedade pluralista. Inevitavelmente, o feminismo irá murchar na vinha à medida que os mais fortes laços nacionais e laços de clã começam a dominar a política.

Não há forma do feminismo alguma vez vir a formar uma bem sucedida coligação multicultural visto que o feminismo sempre foi um movimento da mulheres brancas a usar a sua influência como forma de extrair concessões dos seus próprios homens [homens brancos].

Não acreditam? Reparem na foto que se segue tirada durante uma festa do partido Feminist Initiative.


Viram algum Somali? Sírios? Paquistaneses? Não se vê um único chador

Como termo de comparação, eis aqui uma foto do Partido Social Democrata Sueco (partido esquerdista multicultural) durante uma demonstração.


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O feminismo tem os dias contados, mas a julgar pelo que se vê entre as mulheres brancas ocidentais da classe média-alta (ou seja, 99,99% da elite feminista), nós ainda estamos nos anos 60, e o feminismo é a coisa mais fabulosa alguma vez inventada (logo a seguir à roda).

Como diz Price, o feminismo não irá sobreviver na própria cama e na própria cultura que ajudou a criar porque o feminismo, sendo uma ideologia criada para o benefício da mulher esquerdista, branca, e da classe média-alta, nunca iria sobreviver numa sociedade multicultural.

Invariavelmente, o feminismo será colocado de lado, e o antigos papéis sexuais serão restaurados à medida que os nativos Europeus começam a combater duma forma frontal a elite globalista e os "enriquecedores culturais".



domingo, 6 de julho de 2014

Suiça prepara-se para o fim da União Europeia?

O Exército Suíço está a preparar planos de contingência para a ocorrência de agitação violenta por toda a Europa. Uma nação mais conhecida pelos seus bancos, relógios e chocolates, teme um influxo maciço de refugiados Europeus num futuro próximo.  Em Setembro último as forças militares Suíças levaram a cabo exercícios com o nome de 'Stabilo Due',  que incluía cenários envolvendo instabilidade violenta por toda a Europa.

A Suiça tem mantido uma posição abertamente neutra há décadas, havendo também recusado fazer parte da zona euro quando lhe foi apresentada essa oportunidade.

O maior receio de Berna é provavelmente a desorganização dos exércitos das nações vizinhas que se seguiria à instabilidade geral; a crise da zona euro e a severas medidas de austeridade dentro da União Europeia estão a forçar os estados-membros a cortar de modo significativo nos orçamentos dos seus militares. Se os protestos se continuarem a alastrar por toda a Europa, as forças polícias e as forças armadas locais podem-se revelar mal preparadas para conter os tumultos.

O ministro de Defesa Suíço Ueli Maurer afirmou:

Não coloco de parte que venhamos a precisar do exército nos próximos anos.


O Ministério de Defesa Suíço avançou com as medidas que visam modernizar o exército do seu país, apesar da oposição política. Com o seu orçamento multi-bilionário e com um exército composto por 200,000 soldados, o país tem também planos de comprar caças ‘Saab Gripen’. John R. Schindler, professor de assuntos em torno da segurança nacional na "US Naval College" escreveu um artigo para o site da "XX Committee" onde se lê:

O Ministro Maurer, fazendo-se acompanhar sussurradores provenientes da liderença mal informada na Suiça, está a tentar sensibilizar a nação para o facto da crise fiscal Europeia . . . poder vir a ser muito pouco agradável.

O Chefe das Forças Armadas Suiças, o Tenente-General André Blattmann, revelou também planos para colocar quatro batalhões adicionais de forças militares (1,600 soldados) para proteger os pontos estratégicos por todo o país. Espera-se queBlattmann apresente o plano em Dezembro.

O professor Schindler prevê que, "se o próximo Anders Brievik viesse a atacar muçulmanos, e não Europeus, as coisas poderiam ficar feias duma forma inimaginável," o que poderia dar início a levantamentos muçulmanos por toda a Europa.

No entanto, a Suiça encontra-se em oposição total às políticas multiculturais, um pensamento agora comum em outros países Europeus. Em 2009 a Suiça aprovou um referendo nacional banindo a construção de minaretes islâmicos. E embora a crise económica global tenha forçado as nações Europeias a fazer cortes nas suas forças militares, a Suiça tem mantido níveis relativamente consistentes de gastos com a defesa militar.

Fonte

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Uma vez que a guerra civil se aproxima da Europa, os Suíços estão mais do que correctos em manter o seu exército pronto. Nenhuma nação sobrevive por muito tempo quando ela fragiliza um dos meios de proteger a sua soberania.



quinta-feira, 6 de junho de 2013

O sucesso do multiculturalismo sueco


Durante os últimos 20 anos da Suécia, tem havido uma Utopia para os imigrantes; este é o país europeu que melhor colocou em práctica o famoso apelo inscrito na base da Estátua da Liberdade, "Dêem-me os vossos cansados, os vossos pobres, as vossas massas que clamam por serem livres". 

Mas durante a semana passada a Suécia foi um país em chamas à medida que as tensões foram incendiadas como resultado da morte de um imigrante de 69 anos, morto pela polícia depois deste estar munido com um machado. 

O incidente ocorreu num subúrbio de Estocolmo (Husby), e é seguro afirmar que a grande experiência multicultural sueca encontra-se em perigo à medida que os nativos se questionam se estão a pagar o preço por terem um dos mais generosos sistemas de assistência social da Europa. 

Imigrantes que requisitam asilo recebem casas novas e mobiladas numa área da sua escolha, e a família comum pode receber até £1,700 por mês, alega o Partido Nacional Democrata da Suécia (NDP =National Democrat Party).

Na Suécia, cerca de 15 porcento dos residentes têm origens estrangeiras, a percentagem mais elevada de qualquer país nórdico. Nos subúrbios como Husby, 80% dos 11,000 habitantes são imigrantes da primeira ou segunda geração. 

Muitos Suecos alegam que permitir o aumento dos guetos gerou o efeito da "Balkanização", com muitas zonas "no-go" [obs: "No-go zones" são zonas onde os imigrantes implantam a sua vontade, mesmo que esta esteja em oposição às leis do país em questão].

O membro do NDP Marc Abramsson afirma:

Estamos perante uma situação onde os canalizadores, os homens de entrega e mesmo os bombeiros são recebidos com suspeição e ressentimento quando entram numa destas vizinhanças. . . . A Suécia tentou mais do que qualquer outro país fazer com que a integração funcionasse. Investimos virtualmente milhares de milhões do dinheiro dos contribuintes e tentamos tudo o que os cientistas nos apresentaram. Se isso não funciona aqui, o que é que isso demonstra?

(....)

Na Suécia, por exemplo, a percentagem de desemprego entre aqueles nascidos fora do país é de 16 porcento, quando comparados com os 6 porcento entre os nativos suecos. O Dr van de Beek afirma:

Países com um extenso sistema pensionista, tais como a Holanda, a Suécia e a Grã-Bretanha, atraem mão-de-obra menos especializada e isso aumento o risco deles se tornarem desempregados e passarem a depender de subsídios do Estado. [obs: o propósito é mesmo esse, nomeadamente, atrair grupos de pessoas que fiquem dependentes do Estado]. 


O sentimento existente actualmente é que a liberdade de movimento deveria ser aceitável se a mesma só fosse aplicada a países da Europa Ocidental; abrir as portas da membrasia na União Europeia a países com uma situação económica totalmente diferente causa problemas imensos.

A Holanda, dividida que está entre preocupar-se com a imigração ou aceitar o sonho da UE, não é o único país a vacilar. A Chacenler alemã Angela Merkel já não consegue ignorar a pressão resultante do crescente desconforto. O novo partido político, "Alternative For Germany" ["Alternativa Para a Alemanha"], que advoga o abandono do euro e a re-aquisição dos poderes conferidos a Bruxelas, ganhou 10,476 apoiantes em pouco mais de 3 meses - 1,000 desses apoiantes provenientes do Democratas Cristãos (partido de Angela Merkel).

Durante o ano passado a França expulsou 10,000 ciganos romenos - uma clara violação das leis da UE - ao mesmo tempo que a Itália os mantém em campos parecidos com campos de refugiados. A Espanha, que chegou a ser o maior absorvente de imigrantes da Europa, encontra-se agora tão violentada pela recessão que anualmente centenas de milhares estão agora a abandonar o empobrecido país. 

Na Dinamarca, a nova coligação governamental esquerdista rejeitou de todo um controle mais rigoroso das linhas fronteiriças no ano passado. Actualmente esta coligação está tão enfraquecida nas sondagens que é bem provável que sejam removidos do poder em 2015. Morten Messerschmidt, MEP [Membro do Parlamento Europeu] em nome do "Danish People's Party" diz:

Ninguém se opõe aos operários estrangeiros, mas eles têm que receber ordenados dinamarqueses. Os imigrantes da Europa do Leste ficam satisfeitos em receber £7.30/hora, mas os dinamarqueses que pagam elevados impostos não conseguem sobreviver desta forma.

Na Grã-Bretanha, a "Migration Watch" discorda com a segurança proveniente do "Foreign Office" e avisa que 250,000 Búlgaros e Romenos podem chegar à Grã-Bretanha durante os próximos 5 anos. Paul Nuttall (Ukip) diz:

Com acesso facilitado a benefícios estatais, quem é que os pode culpar?


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É sempre muito informativo ver pessoas inteligentes a lidar com os sintomas dum problema e não com as causas do mesmo. Obviamente, que a presença de zonas onde os imigrantes impedem o acesso de forças governamentais é problemático, mas isso é só um sintoma. A própria imigração em si, tópico cada vez mais na boca nativos europeus, é um sintoma de escolhas que aconteceram antes.

O problema não é só a presença de imigrantes intolerantes da cultura nativa, mas sim a ideologia que abriu as portas à sua chegada e que impede que eles sejam absorvidos na cultura local. Essa ideologia, com o nome de multiculturalismo, é um dos braços do Marxismo Cultural e o seu objectivo é o mesmo que os outros braços dessa ideologia politica (feminismo, gayzismo, ambientalismo radical): aquisição de poder para a esquerda militante através da destruição de toda a ordem social que se possa opor.

Neste caso, a imigração em massa ataca de forma agressiva o nacionalismo europeu, impedindo assim que aconteça outra vez o que aconteceu durante a 1ª Guerra Mundial, quando os europeus de então rejeitaram por completo o discurso da "guerra de classes", anunciada por Marx e Cª, preferindo no seu lugar lutar lado a lado com os membros de outras classes sociais e económicas contra os outros países.

Portanto, lutar contra a imigração em massa é benéfico, mas para que esse empreendimento seja melhor sucedido, é importante saber que essa imigração não foi feita para o benefício dos imigrantes mas sim para a destruição da unidade racial, social, cultural e religiosa da Europa.



quarta-feira, 10 de abril de 2013

Multiculturalismo e a destruição da confiança


Os Dinamarqueses são as pessoas fiáveis e que mais confiam do mundo. Os historiadores e os pesquisadores acreditam que a natureza dinamarquesa de confiar nos outros vem do tempo dos Vikings uma vez que a sua economia doméstica baseava-se simplesmente na confiança: se tu vives numa altura em que não existem polícias nem tribunais, e confias as tuas peles de animais a um comerciante, tens que ter a certeza de que ele te pagará quando voltar - regresso esse que pode ocorrer meses depois ou mesmo anos mais tarde.

A confiança é muito importante para o funcionamento duma economia. Segundo alguns pesquisadores, "uma mudança negativa na ordem dos 10 percento no nível de confiança junto da população causará uma mudança negativa de meio porcento no crescimento económico." Tanto os Vikings como qualquer outra pessoa que já emprestou ou pediu dinheiro emprestado sabe que a confiança é fundamental quando se fala em finanças. Sem a confiança, ou não haverá acordos ou muitos recursos serão investidos em seguradoras, advogados e burocratas.

Acredita-se também que a confiança é um pré-requisito para a felicidade (Trust Hormone Associated With Happiness, Happiness flows from trust - etc.). A confiança aumenta o sentimento de segurança, e a menos que estejas em busca de algum tipo de excitação, sentir-se seguro é fundamental para se sentir feliz. Não é de admirar que as pessoas que mais confiam são também as pessoas mais felizes.

A Confiança e os Valores Comuns

É mais fácil confiar nas pessoas se tu as conheces. É por isto que os homens de negócios fazem os possíveis para se deslocarem e se encontrarem com os clientes pessoalmente. Se sabes que a outra pessoa partilha dos mesmos valores básicos, tu já sabes muito sobre essa pessoa - porque tu sabes muito sobre ti próprio. A partilha de valores significa que as pessoas se conhecem umas as outras, e conhecer umas as outras aumenta a confiança. É por isto que os gangues criminosos - que se baseiam num elevado nível de confiança - são quase sempre monoculturais (e não multiculturais).

O que é que acontece, portanto, quando pessoas com raízes culturais distintas e valores religiosos díspares vivem lado a lado? Naturalmente que o nível de confiança desce. Como forma de preservar a confiança, e os muitos benefícios que chegam através deste sentimento e experiência, os grupos distintos vivem juntos em enclaves, separados dos demais. É importante as pessoas sentirem-se "em casa" - mas o que é que constitui "sentir-se em casa"? É o sentimento de viver rodeado por um ambiente e cultura reconhecíveis e onde não é preciso comunicar excessivamente para se chegar a um entendimento mútio e, desde logo, atingir um nível de confiança aceitável.

Um decréscimo na confiança leva a um decréscimo nos sentimentos de segurança e felicidade. Tal como o psicólogo Abraham Maslow mostrou na sua   hierarquia das necessidades, e tal como todos nós aprendemos com os altos e baixos da nossa própria vida, o facto de não termos as nossas necessidades básicas satisfeitas leva a que nos foquemos mais nas nossas necessidades primordiais e deixemos de lado o bem estar das pessoas em nosso redor. Portanto, um decréscimo na confiança significa um aumento do egoísmo. 

Os proponentes do multiculturalismo podem pensar que estão a trabalhar em favor de sociedades mais confluentes - com cidadãos mais tolerantes - ao desenvolverem esforços legais contra as fronteiras nacionais e, desde logo, forçando-nos a viver lado a lado com pessoas e culturas que desconhecemos. Mas os seus esforços são claramente contraproducentes uma vez que o resultado é a segregação cultural e pessoas mais focadas em si mesmas. O segmento multiculti claramente é deficiente no conhecimento da natureza humana, e as suas bonitas teorias deixam de lado as experiências diárias, as teorias psicológicas amplamente estabelecidas e os factos em si.

A Multicultura destrói a confiança

É perfeitamente compreensível que pessoas que chegam de culturas onde é necessário ser mais egoísta para sobreviver tenham menos motivos para confiar nos outros, e resolvam, em seu lugar, explorar a boa vontade e a confiança dos outros. O mesmo se aplica a pessoas que fazem parte de confissões religiosas que defendem que as pessoas com outras religiões não merecem o mesmo respeito.Uma amostra recente levada a cabo pelas autoridades fiscais dinamarquesas junto dos imigrantes somalis revelou que 92 porcento deles foge ao pagamento dos impostos. Em média, anualmente eles enganam a Dinamarca em cerca de 8,300 USD. Isto é possível devido ao sistema dinamarquês Tast-Selv ("digite você mesmo") que permite aos contribuintes inserir no sistema o seu rendimento. É um sistema construído com base na confiança e feito com o propósito de poupar tempo e dinheiro.

Para além disto, estamos também a observar um aumento alarmante dos assim-chamados roubos de engano, cometidos pelos estrangeiros e pelos imigrantes. Aqui os ladrões, normalmente disfarçados de policias ou auxiliares de enfermagem, enganam os donos duma casa e entram dentro das suas respectivas casas. Este tipo de crime explora a natureza de confiança dos Dinamarqueses/Ocidentais.

As elevadas e alarmantes taxas de evasão fiscal e fraudes sociais entre os imigrantes não-ocidentais, especialmente entre os muçulmanos, é bem conhecida mas o politicamente correcto impede as pessoas de falar.  Uma gigantesca investigação levada a cabo em Høje-Taastrup, Dinamarca, revelou que 75 percento de todas as fraudes sociais são feitas por imigrantes - os outros países têm problemas semelhantes.

Conclusão:

A confiança torna as pessoas mais felizes e os países mais ricos; deixar entrar no país pessoas provenientes de culturas sem a mesma base na confiança tornam esta força (a confiança) numa das nossas maiores fraquezas. O multiculturalismo corrói a confiança, a pedra angular da felicidade, do bem estar económico e da coesão social - e portanto, destrói todo o nosso estilo de vida.
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terça-feira, 27 de novembro de 2012

As consequências desastrosas do feminismo holandês


Fonte

Sete meninas riem-se juntas à mesa de jantar. Uma fala para a irmã, uma modelo vinculada contratualmente com uma famosa agência de modelos londrina. Outra fala do seu irmão casado, artista do norte de Inglaterra. A terceira - uma loira de 17 anos - diz que tenciona ser uma esteticista num barco de cruzeiro.

Estando presentes numa pequena casa, as persianas encontram-se fechadas para que ninguém possa espreitar. Três cães ladrarão furiosamente ao mínimo passo que se oiça à porta. Estas meninas da classe média, preparadas (inglês: "groomed") para a escravatura sexual por parte de gangues de rua, foram salvas dessa condição e vivem agora numa casa segura há poucas milhas de De Wallen - a famosa área Luz-Vermelha de Amesterdão (capital da Holanda).


Elas são sortudas; milhares de outras raparigas, algumas com 11 ou 12 anos de idade, ainda se encontram debaixo do poder predador dos gangues depois duma controversa experiência social ter legalizado os bordéis.

Num paralelo arrepiante aos escândalos que actualmente percorrem os municípios e as cidades inglesas, onde uma multidão de raparigas foi atraída para grupos dedicados a comercializar a sua sexualidade, os proxenetas holandeses buscam raparigas à porta das escolas e nos cafés, passando por "namorados", cheios de promessas, carros de topo e acesso a restaurantes exclusivos.

Os homens enchem as vítimas de vodka e drogas. Eles dizem mentiras de que as amam e que as suas famílias não se preocupam com elas. Então, eles marcam encontros armadilhados, onde grupos de homens violam-nas, frequentemente tirando fotos do ataque como forma de as usarem a as chantagem para mantê-las submissas.

Confusas e amedrontadas, e demasiado envergonhadas para revelar aos pais ou aos professores o que ocorreu, as raparigas são cinicamente isoladas das suas vidas anteriores e arrastadas para a prostituição.

Estes gangues são tão perigosos que as raparigas nunca saem de casa sozinhas, e quando se reunem para tomar um café no quintal nas traseiras, elas não têm permissão para falar das duas vidas passadas, não suceda que um vizinho as oiça.

Nunca se sabe quem tem ouvidos grandes,’ diz Anita de Wit, 48 anos, mãe de três filhos e mulher que levantou o abrigo de segurança no mês passado. Acredita-se que é o primeiro deste tipo em todo o mundo.

Estes gangues podem matar, e visto que com elas ganham muito dinheiro, farão todos os possíveis para as obter de volta. Não queremos que eles venham aqui e causem algum tipo de dano.

A Amesterdão vale-tudo há muito que foi saudada como uma meca sexual. Os distritos luz-vermelha atraem milhares de clientes, muitos deles turistas, que passam pelas ruelas onde prostitutas semi-nuas pavoneiam-se nas janelas de cerca de 300 bordéis iluminados com lâmpadas escarlates.

Há um século atrás, os bordéis foram banidos como forma de pôr término à exploração das mulheres por parte dos gangues de homens holandeses. No entanto, gradualmente, estes estabelecimentos sexuais rastejaram de volta e fizeram o seu regresso ao mesmo tempo que as autoridades fingiam não ver.

Em 2000, depois de pressão por parte das prostitutas (que exigiram reconhecimento como empregadas sexuais com direito a direitos laborais), e da intelligentsia esquerdista holandesa (defendendo a escolha da mulher de fazer o que ela bem quiser com o seu corpo) os bordéis foram legalizados. As "operárias" obtiveram permissões, acompanhamento médico, e actualmente 5,000 encontram-se nos distritos luz-vermelha.

Consequências

Mas as coisas correram terrivelmente mal. A industria sexual holandesa, agora legal, foi rapidamente infiltrada por gangues de rua que tinham em vista uma coisa: a rapariga menor virgem que poderia ser vendida para sexo. Os homens dos gangues são - de modo incongruentemente - apelidados de "lover boys" devido ao seu distinto modus operandi que consiste em causar a que as meninas se apaixonem por eles antes de as forçarem a levar a cabos actos de prostituição em apartamentos ou casas privadas por toda a Holanda.

O fenómeno lover boy deixou a sociedade holandesa horrorizada muito devido ao número de raparigas envolvidas. Tal como Lodewijk Asscher, 38 anos e um dos políticos mais importantes do país, diz:

Comportamento criminoso da linha dura está a acontecer por trás daquelas janelas. As meninas estão a ser fisicamente abusadas quando não trabalham o suficiente. Isto é escravatura, que foi abolida há muito tempo da Holanda.

Desde Janeiro que Lodewijk defende a aplicação de novas regras para os distritos "luz-vermelha". As prostitutas assinarão um registo e a idade mínima das operárias do sexo será aumentada para 21, como forma de impedir que as raparigas sejam forçadas pelos gangues de rua.

Os holandeses esperam que a podridão seja contida. Só no ano passado 242 crimes feitos pelos lover boy foram investigados pela polícia - metade deles envolvendo prostituição forçada de meninas com idades abaixo dos 18. Anita de Wit afirma que isto é uma fracção - "um porcento" - no número real. Ela diz que ‘Na Holanda, existem milhares de meninas a sofrer ataques predatórios por parte de gangues masculinos.

Imigrantes

Anita visita as escolas holandesas e avisa as meninas em torno da aparência dos lover boys. Ela não tem problemas nenhuns em afirmar que a maior parte dos gangues são operados por marroquinos e turcos nascidos na Holanda.

Não sou politicamente correcta. Não tenho medo de ser chamada de racista, embora isso seja falso. Eu digo às meninas que os lover boys são jovens, com pele escura e muito atraentes. Eles virão com muito dinheiro e com um carro enorme. 
Eles oferecerão cigarros e vodka e dirão às meninas que elas são bonitas. Os gangues sabem o tipo de meninas a escolher: as com problemas de confiança, com óculos ou com aparência de obesas. 
Eles elogiarão as meninas e passarão a imagem de "cavaleiro numa armadura brilhante."  Ela será atraída ao novo namorado como um íman.

A frontalidade da Anita é totalmente distinta da forma de agir da Grã-Bretanha, onde o politicamente correcto impediu a polícia e os assistentes sociais de dizerem as mesmas coisas às meninas: que em muitas zonas do país, especialmente no norte de Inglaterra, o homem atraente a falar com elas muito provavelmente é um paquistanês. Também eles enchem as meninas com alcool e presentes, fingindo-se namorados genuínos.

Esta semana um relatório centrado nos gangues sexuais ingleses - feito por Sue Berelowitz, "Deputy Children’s Commissioner" para a Inglaterra - foi criticado por não ressalvar a óbvia ligação entre os gangues asiáticos [muçulmanos] e a exploração sexual de raparigas brancas e mestiças. Berelowitz escolheu minimizar o factor racial apesar dos números oficiais mostrarem que uma percentagem preocupante dos homens envolvidos neste tipo de crime sexual serem de origem asiática [muçulmana].

Mohammed Shafiq, director da "Ramadhan Foundation" (Lancashire), organização de caridade que promove a harmonia étnica, visitou a Holanda para se inteirar do trabalho de Anita de Wit e da sua organização de apoio com o nome de ‘Say No to Lover Boys Now’. Ele afirmou que as autoridades britânicas tratam o assunto como um tópico tabu devido a receios de serem classificados de racistas.

Isto está errado. Estes gangues deveriam ser tratados como criminosos, qualquer que seja a sua raça.

Na Holanda, tal como na Grã-Bretanha, os abusadores pertencem a uma minoria dentro das suas comunidades - comunidades essas que estão horrorizadas com os seus actos. Os lover boys olham para as raparigas brancas como pessoas sem valor, dignas de serem abusadas sem qualquer tipo de remorso.

O pesadelo da filha

Anita deu início à sua campanha quando a sua filha Angelique - então com 15 anos - foi atraída para um gangue sexual depois de ter conhecido um marroquino de 21 anos num café perto da sua escola. Anita era divorciada e geria um restaurante numa povoação fora de Amesterdão quando tudo começou.

Eram 8 da noite quando Angelique chegou ao restaurante acompanhada com 3 amigos. Ela disse que um deles era o seu novo namorado, Mohammed. ‘Ele tinha um longo cabelo encaracolado, era bastante atraente e foi muito gentil comigo,’ recorda Anita.

A Angelique perguntou se poderia levar os três rapazes para casa, para tomarem um café, e eu disse que sim. Era suposto eu chegar a casa às 11 da noite e pensei que os meus outros dois filhos - um rapaz mais novo com 11 anos e uma irmã mais velha - se encontrariam por lá.

Mas quando Anita chegou a casa, reparou que todas as garrafas de álcool estavam vazias. Angelique encontrava-se deitada na cama, bêbada. Mohammed e os seus dois amigos haviam desaparecido. Embora Anita não soubesse na altura, Angelique havia sido violada por dois deles. O outro homem tinha levado o filho para  irem jogar futebol no parque, e a filha mais velha estava em casa de amigas.

Fiquei horrorizada. Angelique mentiu afirmando que tinha bebido demasiado álcool. Fiquei muito irritada por saber que ela tinha estado a beber. Disse que nunca mais queria ver o Mohammed dentro da nossa casa. Discutimos, mas esta era uma técnica clássica usada pelos lover boys — eles deliberadamente arranjam as coisas de modo a que a rapariga e os pais entrem em rota de colisão.

A partir desse momento, o comportamento da Angelique alterou-se e ela começou a faltar as aulas; quando ela ia às aulas, Mohammed e os lover boys estariam à sua espera com um grande carro com janelas escuras e matrícula falsa. Os professores queixaram-se junto de Anita, mas Angelique estava apaixonada por  Mohammed e em guerra com os professores e a mãe.

Ela ficava fora de casa durante horas, só voltando à noite. Às vezes elas ficava fora de casa durante dias, alegando que estava em casa de amigas. A realidade é que, Angelique estava a ter relações sexuais com vários homens marroquinos e gerando dinheiro para o seu "namorado", Mohammed.

O seu telemóvel tocava continuamente - dia e noite. Ela às vezes levava-o para a casa de banho. Quando olhei para as SMS, vi por lá mensagens violentas do tipo "Se não vens cá para fora agora, tu és a favor disto, tu e a tua família também!"

Passados que estavam alguns meses, Anita ligou à policia como forma de obter ajuda. A sua filha foi então levada para um tribunal de Família onde o Juiz ordenou que ela tivesse hora para chegar a casa. Para além disso, ela tinha que notificar a sua mãe do seu paradeiro de duas em duas horas.

A Angelique chegava a casa dizia "Olá", e saía outra vez. O Juiz disse que ela tinha que deixar o telemóvel no andar inferior, durante a noite, mas o gangue deu-lhe outro e continuaram a ligar para ela. Para além disso, eles deram-lhe cannabis e ela tornou-se dependente.

O Juiz, em desespero, enviou Angelique para uma prisão de menores onde, durante 11 meses, ela usou o seu cartão de telefone para se manter em contacto com  Mohammed. Eventualmente, no entanto, o relacionamento arrefeceu.

Quando, por fim, ela se mudou para um centro para jovens problemáticos, Anita esperou que as coisas melhorassem. Infelizmente, Angelique conheceu outro lover boy por lá. Este chamava-se Rashid e era um fantoche plantado para recrutar raparigas para os gangues sexuais. Ele persuadiu-a a fugir do centro e ambos dirigiram-se para Roterdão. Quando por fim chegaram lá, Angelique descobriu que também Rashid fazia parte dum gangue sexual. Ele foi forçada a trabalhar como prostituta.

Anita diz:
Ela foi forçada a engolir 14 comprimidos ecstasy por dia e a tomar GHB, uma droga date-rape. O gangue batia-a com um taco de basebol se ela se recusasse a ter relações sexuais com os homens que eram trazidos a ela. O seu cabelo castanho foi pintado com alvejante de cozinha porque eles disseram que os homens pagavam mais pelas loiras. Ela nunca me disse com quantos homens ela foi forçada a dormir.

Depois de seis semanas, Angelique escapou. Parou numa loja e ligou para a mãe, que a trouxe para casa. No entanto, e incrivelmente, os lover boys vieram atrás dela. Ela visitava o centro da cidade quando um estranho, um jovem marroquino, convidou-a para uma saída romântica. Ele prometeu à Angelique que ele era um namorado genuíno, mas mentiu: ele, tal como os outros, apenas a queria prepará-la para a prostituição.

O marroquino encheu-a de drogas, e pediu que ela fosse viver com ele num apartamento perto do distrito "luz-vermelha". Quando a Angelique, agora com 18 anos, concordou, ele disse que ele tinha dívidas e como tal, colocou-a a prostituir-se nos bordéis-janela em De Wallen.

Fui vê-la nas janelas,’ diz Anita. ‘Tinha que me manter em contacto com a minha filha. Foi só em Janeiro do ano passado que ela se apercebeu que havia sido explorada pelo gangue, e dedidiu regressar a casa.

Existem outras.

A história de Angelique é aterradora, mas na casa-segura existem outras igualmente aterradoras.  Há a história da Eline, que era uma virgem de 18 anos quando conheceu o seu lover boyturco numa festa de Ano Novo num clube juvenil local. Eline pensou que estava apaixonada por ele, mas passadas que estavam algumas semanas, ela havia sido violada por vários homens duma só vez, fotografada e chantajada pelo mesmo grupo se ela contasse alguma coisa aos pais (em vez de dormir com outros homens para ganhar dinheiro).

Ouvimos também a história de Beatrice que conheceu o seu lover boy quando andava de bicicleta para a nova escola. Ela tinha na altura 12 anos. O lover boy estava encostado ao seu carro, e tinha um enorme colar de ouro em volta do seu pescoço. Tinha a aparência dum actor dum vídeo de rap.

Alguns dias depois, ele voltou e disse que ela era bonita. Na quarta vez que se conheceram, ela concordou em ir com ele no seu carro. Ele levou-a para uma casa onde ele a violou. Ele disse, então, que ela era agora uma prostituta, propriedade sua, e que a sua relação era perfeitamente normal. Quando ela tinha 14 anos, Beatrice havia já dormido com dúzias de homens e tinha até sido coagida a ser usada pelo gangue como forma de recrutar outras meninas.

As raparigas da casa de abrigo, que têm idades entre os 15 os 25, escaparam agora dos horrores do seu passado, e estão agora a aprender a viver. Com o novo mínimo de idade para a prostituição e o registo das prostitutas, os ventos da mudança estão a assoprar sobre a indústria "luz-vermelha" de Amesterdão.

Mas Eline mexe a sua cabeça e diz: "Os lover boys estão sempre um passo em frente e estão a fazer uma fortuna com estas meninas. É o dever de todos dizer a verdade sobre o que está a acontecer - particularmente às potenciais vítimas."

A abordagem liberal holandesa em torno dos assuntos sexuais não só é uma lição muito forte de que o politicamente correcto não deve impedir as pessoas de vocalizar os receios que têm das actividades dos gangues sexuais, mas também um aviso de que esta forma de encarar teve consequências desastrosas nas vidas de muitas vitimas.


* * * * * * *

Como diz o escritor Vox Day, nenhuma sociedade sobreviveu à perda da sua religião e das suas crianças. A consequência final do secularismo, igualitarismo  [feminismo] e multiculturalismo não é um futuro brilhante e sexy, mas sim um aglomerado de pesadelos pós-religiosos, tal como já está a ser observada em Amesterdão. Isto não é progresso, mas sim um retorno ao mundo pagão que foi derrotado depois de Julião o Apóstata e Diocleciano.

O problema não é que a revolução feminista tenha "falhado", mas sim que a revolução foi uma alteração que trouxe de volta os padrões sociais antigos.

Uma das frases que melhor define a atitude dos muçulmanos envolvidos nestes gangues em relação às mulheres europeias é:

Os lover boys olham para as raparigas brancas como pessoas sem valor, dignas de serem abusadas sem qualquer tipo de remorso.


..



terça-feira, 2 de outubro de 2012

Caça ao Piropo



Era uma vez uma menina que só saía à rua na companhia do Estado. Estamos prestes a assistir a mais uma modalidade de legislação e punição assente na retórica de vitimização feminina. Desta vez o exemplo parte da Bélgica e vem no seguimento de um pequeno documentário [1] realizado por uma estudante belga, nas ruas de Bruxelas. 

No vídeo que está a lançar debate e alarmismo, Sofia Peeters testemunha como as mulheres são abordadas com muita frequência naquilo que as queixosas denominam “ataque sexista”.


 Sendo uma realidade que incomoda muitas mulheres, parece uma iniciativa interessante e pertinente. Mas como seria de esperar, o documentário converteu-se rapidamente num apelo político. A autarquia aprovou que a partir de Setembro, quem lançar “piropos” fica sujeito a multas que podem ir até 250€ [2].

Ao que parece as mulheres emancipadas estão dispostas a abdicar de formas típicas de protecção e reacção às peripécias sociais mais constrangedoras mas só se o Estado vier com elas. Se fosse o pai, irmão, namorado, marido ou amigo do sexo masculino a lançarem-se em sua defesa, isso jamais! Seria uma afronta à igualdade de géneros. A realidade acaba por provar às mulheres que há humilhações maiores a que não sabem resistir sozinhas – quiçá uma injecção de testosterona pudesse ajudá-las a dar uma sova aos tais malandros.

Pela boa receptividade da opinião pública a este tipo de medidas e tendo em conta a orientação dos políticos em busca de popularidade, isto promete ser um antecedente muito “inspirador” para outros governos copiarem. Porque os governos – e aqui as mulheres – têm aversão ao comportamento rebelde e imprevisível dos seres humanos de carne e osso. O tempo será testemunha desta ânsia de controlar.

Não querendo subestimar o fenómeno em Bruxelas (que parece destacar-se pela especial incidência destes comportamentos), não sejamos ingénuos quanto às intenções; um exemplo extremo é o ingrediente muito pertinente que funciona como rampa de lançamento para a perseguição à liberdade de expressão. 

Multiplicam-se as punições para tudo e mais alguma coisa e as supostas vítimas ficam com margem para queixas e até para uso abusivo da lei – até vinganças pessoais. Mas afinal, como se define um “piropo”? Quais os limites para aplicar as várias sanções? Vai-se pela agradabilidade do galanteio?

Um das particularidades que também fica evidente no documentário – mas que a estudante depressa procura desmistificar para não ofender susceptibilidades – é que a grande maioria dos homens que actua de forma mais intimidatória e insinuante é de origem marroquina e outras comunidades imigrantes na zona. [3]

Estarão estas moças a atacar o inimigo errado? Se estão sempre prontas a denunciar “sexismo” e a manchar o prestígio aos homens, porque evitam tanto referir minorias étnicas se essas as incomodam com mais frequência? É mais um daqueles paradoxos do marxismo cultural que arremessa legislação em favor daqueles que define como “vítimas” e contra os que define como “opressores”, graças a muita acrobacia argumentativa.

Elas até confessam que iam tomando providências na forma de vestir, nos percursos escolhidos, etc…Mas a interacção social, cedências e cautelas que sempre fizeram parte da convivência continuam a incomodá-las porque não podem parar a realidade e deixar tudo constante.

Por fim, percebemos que o costume milenar do piropo pode estar em declínio. Prevemos que esta seja mais uma intervenção estatal a produzir as distorções de mercado do costume, pois vão ser perdidos muitos “piropos” à excelência e os que existirem tenderão a ser mais indiferenciados, falseando a percepção das qualidades.

....

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Pelo menos na culinária o multiculturalismo tem sido um sucesso total

E daí, talvez não.

Uma investigação policial secreta revelou gravações chocantes de compra e venda de "carne dos arbustos" levada a cabo num mercado de Londres - incluindo a venda de ratos mortos para o consumo humano. A pele de ovelha carbonizada, outro item apreciado na África ocidental, e conhecida como 'smokies', está também a ser vendida pelos talhantes do mercado de Ridley Road em Dalson, Londres oriental.

A investigação da BBC, que usou câmaras ocultas, revelou pelo menos seis talhantes a vender a carne ilegal, violando as leis da segurança alimentar do Reino Unido.

O programa, que foi emitido há poucos dias atrás, certamente que deixou as pessoas que têm comprado carne nestes sítios horrorizadas; os peritos avisam que a cadeia alimentar pode estar contaminada.

Segundo membros da comunidade oeste-africana, e segundo peritos de saúde ambiental, há já algum tempo que se sabia que o mercado comercializava carne ilegal. No entanto, documentos oficiais revelaram que a última vez que os agentes de autoridade visitaram os comerciantes que vendiam carne ilegal foi em 2009. Paul Povey, membro da "Chartered Institute of Environmental Health", disse:

Estou absolutamente chocado. Tudo isto é ilegal e nada passou por um controle de saúde. Para além disso, a carne não foi inspeccionada e pode muito bem estar contaminada.

Os talhantes foram filmados a preparar os "smokies", que são feitos usando um dispositivo que lance fogo sobre a pele dos carneiros ou das cabras (como forma de lhe dar o sabor característico). Confrontados com as evidências recolhidas pela BBC, a "Islam Halal Meat", a "Punjab Halal Meat" e a "Fish, and Dalston Butchers" negaram estar a vender carne ilegal.

Segundo as leis em torno da comida, estas prácticas encontram-se proibidas no Reino Unido por motivos de segurança pública e bem estar dos animais. O Dr Yunes Ramadan Teinaz, um perito em torno da saúde ambiental, disse:

Por trás do comércio ilegal dos smokies encontram-se criminosos que não seguem a lei, e só querem recolher dividendos financeiros. É revoltante que as autoridades locais não tomem medidas e retirem esta carne da cadeia alimentar humana.

Um talhante de Hackney vendeu alguma desta carne a um dos pesquisadores e disse:

Não diga a ninguém senão haverá problemas.

Duas lojas Africanas vendiam ratos cortadores-de-relva ["grasscutter rats"], descritos como tendo sido importados do Gana. O gerente da cadeia alimentar "Great Expectations", que alegadamente vendeu dois ratos do Gana, disse:

Não vendo ratos, nunca vendi ratos. Eu não vendo ratos, não tenho nenhum rato. Porque é que me estão a filmar?

A gerente da "Adom Trading" também negou vender carne dos arbustos

O que vocês estão a dizer é 100% mentira. Eu não vendo ratos.

Feryal Demirci (Hackney Council’s Cabinet Member for Safer Neighbourhoods) disse:

Os membros da "Environmental Health Officers" de Hackney Council fazem visitas e inspecções regulares a mais de 1,000 empresas locais, incluindo aquelas que se encontram em Ridley Road. Desde 2009, só recebemos uma única queixa em torno da carne ilegal que, após investigação, revelou-se inconclusiva.

No entanto, nós levamos todas as queixas a sério, e como tal, iremos sempre investigar o assunto de modo exaustivo. Agora que recebemos alguma informação por parte da BBC, analisaremos o assunto e levar a cabo as acções apropriadas..
regulares

* * * * * *

Este talvez seja um contraponto eficaz contra os mais desinformados que, apesar dos gastos governamentais, crescentes índices de criminalidade e queda do valor do imobiliário, respondem alegando o quão "bons" os restaurantes [inserir nacionalidade aqui] são, e como a sua presença alarga as suas opções culinárias.

Se a transposição para o Primeiro Mundo não é suficiente para que os bárbaros* coloquem um ponto final no seu hábito de comer ratos, como é que se pode dar alguma credibilidade à ideia de que a alteração geográfica pode, literalmente, alterar tudo em torno dos seus valores culturais e tradições sociais?

Atenção a uma coisa muito importante: os engenheiros sociais que importaram culturas bárbaras para o seio da Europa e dos Estados Unidos (e para o seio de todos os locais de tradição Judaico-Cristã) não só estavam bem cientes do choque cultural que daí resultaria, como sabiam os problemas de adaptação que os imigrantes residentes teriam em relação aos exóticos costumes dos imigrantes. Mas foi precisamente esse choque cultural eminente - guerra de classes adaptada à cultura - que levou a elite ocidental a abrir as portas do Ocidente aos não-Ocidentais.

Portanto, embora o cidadão comum europeu - ou americano - fique enojado em saber que um dos seus mercados locais vende carne de ratos mortos, a elite governamental alegra-se com o o avançar gradual da sua agenda destrutiva. Se a isto aliarmos as sufocantes manobras do politicamente correcto, é bem provável que qualquer dia seja ilegal falar mal de certos hábitos culturais trazidos pelos imigrantes - por mais nojentos e bárbaros que eles sejam.



* O termo "bárbaro" é relativo à cultura e não à etnia ou "raça".


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Bermudas mostra como lidar com os imigrantes

As Bermudas expulsam imigrantes de longa data:
Família britânica que vive na colónia das Bermudas há mais de 20 anos foi ordenada a abandonar o país uma vez que o governo está a desenvolver esforços para reduzir a presença de imigrantes provenientes da Grã-Bretanha.

Antes de serem expulsos

Stephen e Kirsty Tomlinson e os seus dois filhos ficaram a saber que tinham pouco menos de um mês para abandonar a ilha do norte do Atlântico depois do seu local de trabalho ter ardido. Agora, depois de regressarem, o casal trocou as praias cheias de Sol pelo cimento da casa do sr Tomlinson em Hull - Este de Yorkshire.

Eles foram ordenados a sair do país, embora a sua filha Holy, de 12 anos, e o seu filho Joseph, de 6, tenham ambos nascido nas Bermudas.

Não deixa de ser irónico que os britânicos estejam ser expulsos dos países da Commonwealth ao mesmo tempo que milhões de cidadãos da mesma Commonwealth recebam permissão para viver na Grã-Bretanha. Claramente, isto é racismo contra os brancos.

Tendo este gesto das Bermudas como exemplo, é simplesmente ridículo que as nações europeias sejam qualificadas de "racistas" por fazerem o que as outras nações não-europeias fazem. Não só não é imoral, como não é impossível.

Note-se que, mal o homem perdeu o emprego, ele ficou a saber que tinha cerca de 1 mês para sair do país, embora os seus dois filhos tenham nascido no país. Note-se também que local de nascimento não é o suficiente para proporcionar cidadania.

Fonte

Vítimas do racismo aprovado pelo esquerdismo

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Esvaziando os cofres portugueses (literalmente)

Três clientes aguardavam para pagar nas bombas de gasolina da BP de Casalinho de Alfaiata, Torres Vedras, e outro estava na cafetaria, quando dois encapuzados, de caçadeira em punho, irromperam na loja e semearam o terror durante 44 segundos como demonstram as imagens de vídeo vigilância a que o CM teve acesso.

Os ladrões serão os mesmos que, segundo a GNR, meia hora antes atacaram a Associação Recreativa Casais de São Lourenço, na Ericeira.

Eram cerca das 23h45 de terça-feira quando os clientes e dois funcionários foram surpreendidos pelos atacantes, que falavam com sotaque brasileiro. O homem com a arma ficou na porta a vigiar, enquanto o outro cúmplice se dirigiu ao balcão para chegar à caixa registadora.

"O que passou pelos clientes disse para estarem quietos", contou ao CM a responsável Sónia Franco. "Foi ao pé da caixa e retirou cerca de 300 euros", continuou. Nas imagens vê-se o ladrão a esvaziar completamente a gaveta.

O grupo fugiu numa viatura estacionada nas traseiras do posto, fora do alcance das câmaras de vigilância. Esta foi a segunda vez que o posto da BP de Casalinhos de Alfaiata foi alvo de um assalto à mão armada.

Antes, pelas 23h20, também a colectividade de Casais de São Lourenço tinha sido assaltada. Tendo em conta a roupa usada pelos assaltantes, tudo indica que sejam os mesmos. Surpreenderam clientes e uma funcionária e fugiram com 300 euros, bebidas alcoólicas e tabaco. A Polícia Judiciária investiga os dois roubos.

Fonte

* * * * * * *

Ainda "bem" que a elite europeia não permite que os escravos súbditos andem armados senão um destes assaltantes ainda seria ferido ou - pior - morto. E isso seria muito mau.

Vejam o vídeo no link.


segunda-feira, 12 de março de 2012

Os bárbaros tomam conta de Londres

"eles são cruéis, e não usarão de misericórdia"
Jeremias 6:23

Lisa Brinkworth diz-nos em poucos parágrafos como vai ser futuro da Europa.


Caminhando para casa proveniente da escola, os meus dois filhos - então com 4 e 5 anos de idade - comiam bolos Rice Krispie enquanto eu empurrava o carrinho de mão onde se encontrava o seu irmão. Normalmente a esta hora (15:30), nesta parte de Londres onde vivemos, os pavimentos estão cheios de crianças e carrinhos de mão. Esta área (noroeste de Londres), com as suas estradas com 3 vias, famílias inteligentes e boas escolas, é muito popular entre as famílias jovens.

Tínhamos acabado de passar pelo quiosque onde se vendem jornais - o meu filho com uma revista firme nas suas mãos - quando subitamente nos encontramos no meio de 12 jovens encapuçados que perseguiam uma rapariga que não parecia ter mais do que 14 anos.

Um dos jovens agarrou nela e começou a agredi-la com um guarda-chuva, mas ela conseguiu fugir. Os jovens perseguiram-na, atirando garrafas e gritando obscenidades. Parecia que eles queriam matá-la.

Agarrando nos meus filhos e empurrando de modo frenético o carrinho com a outra mão, apressei-me a levá-los para casa o mais rapidamente possível. Para horror meu, um dos meus filhos (Zach) libertou-se e inocentemente correu de volta para o sítio que era agora um palco de guerra no relvado. Ele havia deixado cair a sua revista e a mesma havia sido pisada e as suas páginas espalhadas.

Ignorando por completo o que se passava em seu redor, ele tentou recolher as páginas espalhadas ao mesmo tempo que as lágrimas escorriam pela sua cara. Assustada por ele, e à medida que mais membros de gangues se aproximavam, puxei o carrinho (e o meu filho de 5 anos) para o sítio onde Zach se encontrava.

Ouvi-me a gritar quando uma garrafa passou pouco acima da cabeça do Zach, falhando-o por milímetros, partindo-se no chão. Mais tarde encontrei cacos nos seus sapatos.

Depois disto, fiz o que nunca pensei fazer: corri, agarrada aos meus aterrorizados filhos. Totalmente em pânico, perdi o controle do carrinho de mão o que por duas vezes quase causou a que o mesmo tombasse. Os nossos bolos entornaram-se por todo o pavimento.

Obviamente que correr foi uma decisão errada uma vez que atraí a atenção dos jovens para a minha família em fuga; um dos sub-grupos perseguiu-nos ao mesmo tempo que gritavam "apanhem os brancos!".

Observando o drama a desenrolar à sua frente, os transeuntes e os locais apressaram-se a entrar nas suas casas ou a buscar protecção nas entradas das suas residências.

Chegamos a casa e eu tirei o meu filho (que chorava) do carrinho de bebé e practicamente atirei os meus filhos para dentro de casa - trancando a porta atrás de nós. As minhas pernas tinham-se transformado em gelatina e um peito sem fôlego e escaldante convenceu-me que estava a ter um ataque do coração.


(Fonte)

Quer eles queiram ou quer eles não queiram, o avanço do marxismo cultural e a importação em massa de grupos ideológicos com desdém pela ordem e cultura ocidental leva a que os nativos europeus tenham duas escolhas horríveis:

  • Ou começam a deportar os bárbaros agora ou lutam uma guerra brutal mais tarde.

Não há outra opção.

Os africanos não podem ser culpados por seguirem a cultura africana, os mexicanos não podem ser culpados por seguirem a cultura mexicana, e os muçulmanos não podem ser culpados por agirem de acordo com os ensinamentos do islão. As pessoas não se deveriam surpreender pelo facto dos não-europeus e não-ocidentais não agirem como os europeus - estes últimos domesticados através de mais de 2,000 anos de civilização ocidental.

Porque é que os não-europeus haveriam de querer adoptar comportamentos europeus? Pior, porque é que eles deveriam seguir a civilização ocidental?

Devido ao medo de serem qualificados de "racistas" e buscando formas de redenção por séculos de colonialismo, os residentes europeus permitiram que os marxistas culturais que controlam a política europeia inundassem os seus países com bárbaros.

Em vez dos europeus civilizarem os imigrantes, como foi estupidamente imaginado, os imigrantes barbarizaram de modo incremental as nações que eles invadiram em massa. Isto não deveria ser surpreende uma vez que há centenas de anos as tentativas de civilização nos seus próprios países tem falhado.

O problema não é que os africanos ou os mexicanos ou os árabes não possam ser domesticados - ou que os brancos europeus tenham o monopólio do gene da civilização.

O problema é que este processo de civilização demora tempo.

Consideramos, por exemplo, quanto tempo foi necessário para que os bárbaros brancos da Grã-Bretanha e da Germânia passassem de pagãos semi-nus, como descrito por Júlio César, para o pináculo da civilização Cristã que produziu Mozart e orquestras de câmara.

As nações ocidentais não têm o tempo necessário para transformar os bárbaros de outras culturas em grupos dispostos a respeitar a superior civilização ocidental, especialmente quando as primeiras já nem podem servir de exemplo estável e forte, havendo convidado as culturas bárbaras para dentro das suas portas.

Além disso, na sua ridícula tentativa de civilizar os bárbaros dentro das suas portas (e não nos seus países de origem), a elite esquerdista ocidental fragilizou a influência preciosa e única do Cristianismo - que historicamente desempenhou um papel determinante na civilização dos bárbaros brancos europeus.

A mulher descrita no artigo mudou-se para o campo como forma de escapar dos bárbaros encapuçados negros de Londres. No entanto, e como demonstram os dados históricos, este recuo da civilização não vai continuar para sempre uma vez que os bárbaros simplesmente irão expandir as suas disfuncionais e parasíticas culturas até que sejam contidos e forçados a recuar.

Os bárbaros agirão como bárbaros. Foi assim com os bárbaros vikings, foi assim com os bárbaros germânicos, foi assim com os bárbaros mongóis, e vai ser assim com todos os bárbaros que foram importados pelos marxistas culturais como forma de obter um bloco de votantes permanente. Os bárbaros reproduzem-se, alimentam-se e destroem. Mais nada.

A civilização Cristã precisa dum novo Jan III Sobieski. Aliás, como forma de evitar a destruição, todas as civilizações precisam do seu Qin Shi Huang ou do seu Carlos Magno. O problema é: será que a civilização ocidental merece ser salva?

A destruição da civilização ocidental prossegue como planeado.


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