quarta-feira, 26 de Outubro de 2011

Mulher de 45 anos apercebe-se como o feminismo lhe destruiu a vida



Quando estava à beira de fazer 45 anos, cometi o erro de olhar para o espelho. Não era o espelho da casa de banho; era uma foto minha do tempo em que estava a acabar a universidade. Olhei para aquilo que eu era há 20 anos atrás e comecei a ter uma clara e surpreendente epifania.

Vêr como eu era há 20 anos não foi um momento feliz; foi um momento terrivelmente triste. Foi um momento tão triste que involuntariamente comecei a chorar, algo que já não fazia desde os dias negros do meu divórcio.

Olhei para a foto e cheguei à conclusão que havia desordenado a minha vida por completo. Senti a miséria que é a minha vida em ondas de tristeza, arrependimento, raiva e solidão. Durante quase uma hora, e à medida que olhava para mim mais jovem, chorei.

Tinha 24 anos e tinha um MBA duma excelente instituição. Estava ansiosa por conquistar o mundo. Era bem mais magra. As minhas roupas eram elegantes, quase sexy. Claro que o estilo do cabelo era horrível, mas estávamos nos anos 80, e como tal, tais escolhas têm que ser desculpadas.

Eu vi luminosidade no meu olhar; o brilho da vida, das grandes oportunidades que se abriam à minha frente. O mundo estava à minha disposição e eu estava pronta.

Mas, sem saber bem como, as coisas nunca chegaram a bom termo. A minha vida evoluiu para algo doloroso e complicado. Mas, até ao momento em que olhei para a minha foto de há duas décadas atrás, eu sempre culpei os outros. Eu nunca era responsável pelas más decisões que eu tomava. Normalmente os culpados eram sempre os homens - o meu pai, os meus namorados, o meu marido, o meu patrão ou os meus filhos. Nunca era o resultado de algo que eu tivesse feito.

Quando eu me lamentava junta às minhas amigas, todas elas me suportavam. Elas chegaram até a dar o seu apoio quando eu tive um amante afirmando que o meu marido não me dava a atenção que eu precisava.

Eu lia as revistas femininas e todos os artigos falavam do quão fortes, inteligentes, moralmente justas as mulheres eram - incapazes de tomar más decisões. Pior, eu acreditava que as minhas necessidades - independentemente da sua frivolidade, do número de vezes que eu mudava de opinião, do quão tristes os homens da minha vida ficavam - eram mais importantes que qualquer coisa (maternidade, avanço profissional, casamento feliz, etc).

Odeio o mundo por me ter ensinado estas lições. Lembro-me de me queixar que o meu marido nunca havia crescido, mas à medida que as lágrimas jorravam dos meus olhos, cheguei à conclusão que era eu que nunca havia crescido. Eu nunca tinha aprendido sobre compromisso, confiança, tolerância, amabilidade. Eu simplesmente era complicada.

Agora sei que ser complicada não tem nada a ver com o ser forte e independente. Ser complicada centra-se em ser repelente, desagradável, infeliz e sozinha. Ser uma mulher complicada nada mais é que ser uma princesa mimada que é demasiado egoísta e estúpida para aceitar as alegrias da vida.

Eu havia-me tornado numa princesa gorda, desagradável e de meia-idade apenas e só porque tinha-me recusado a crescer. É verdade que eu havia tomado sobre mim responsabilidades adultas (casamento, carreira profissional, casa, ser mãe) mas dentro de mim vivia uma rapariga de 13 anos que batia o pé e queixava-se sempre que as coisas não eram feitas tal como ela queria.

Obviamente que eu havia deixado de me queixar de forma infantil há anos atrás. Mas no lugar das queixinhas eu apenas havia colocado a manipulação emocional e personalidade complicada. Sem surpresa alguma, os meus dois filhos adolescentes passavam a maior parte do seu tempo livre com o pai do que comigo.

Enganada até à matança do filho.

Durante o tempo em que eu crescia como uma feminista diletante, engoli as declarações oficiais de que as mulheres podem ter tudo. Eu não só queria ter tudo e sentir validação completa em relação às minhas escolhas de vida, como não queria ter compromissos nem fazer sacrifícios.

O maior erro dos anos finais da minha adolescência foi deixar outras mulheres - pessoas que eu pensava serem fortes, independentes e inteligentes - determinar qual o estilo de vida que eu deveria seguir. Eu simplesmente era demasiado mimada e preguiçosa para olhar para dentro de mim, abraçando a introspecção necessária para se encontrar o caminho na vida, e escolher o caminho que haveria de me conduzir à realização e à felicidade.

Lembro-me muito bem do tempo da universidade. Foi uma época muito divertida e, pensei eu na altura, uma época muito iluminante. As festas eram boas, os debates políticos intensos, a lista de namorados e de encontros sexuais agradável.

Eu estudava muito e jogava duro. Frequentei os encontros feministas da universidade e ouvi as declarações presunçosas das oradoras em torno dos males da masculinidade. Aprendi a gozar com os homens quando não precisava deles por motivos egoístas - parceiros de estudo, ombros nos quais chorar, parceiros sexuais.

No entanto, nunca hesitei em piscar os meus olhos ou levantar a minha saia sobre as - então - magras coxas quando precisava algo dos homens. Era útil ter os homens por perto, mas, como as minhas amigas me diziam, não era vital.

Aprendi que o único lugar digno para as mulheres era a sala de reuniões e que a maternidade era algo abaixo da minha inteligência. "Apoderei-me" da noite em encontros depois da meia-noite com centenas de mulheres jovens como forma de provar ao mundo que todos os homens são violadores e criminosos em potência.

Quando engravidei, foi fácil fazer um aborto. O centro de saúde da universidade estava quase que desejoso em certificar-se que o procedimento [matar o bebé] era feito rapidamente e discretamente.

Nada disse aos meus pais nem ao homem que me havia engravidado. Nem sequer me lembro do seu nome. Só me lembro vagamente duma noite "selvagem" durante uma festa fora da universidade.

Só hoje considero a ironia de me sentir atraída pelos atletas da universidade - o tipo de homem que gosta de estar no comando.

Pós-graduação e adultério com o professor.

Seguir em frente com a minha carreira de MBA mal terminei os estudos foi uma consequência lógica. A pós-graduação foi dura. Competia com pessoas muito inteligentes - na maioria homens. Estes homens estavam destinados ao sucesso e eles sabiam-no. Mas eu tinha algo que eu na altura explorei. Eu tinha a minha feminidade e sempre que foi preciso, usei-a de um modo impiedoso.

Tentei convencer-me a mim própria que o meu romance com o professor de Finanças (casado) nada tinha a ver com as notas. Obviamente, a disciplina de Finanças era a mais difícil do curso. Quando eu consegui ter um B no final do semestre, foi difícil racionalizar que o caso amoroso secreto entre mim e o professor nada tinha a ver com isso.

Mas o fim justifica os meios e como tal, não havia forma alguma de eu não ser bem sucedida. As outras mulheres da minha turma fariam o mesmo se pudessem evitar as consequências. Nós nunca falávamos sobre isso, mas todas nós sabíamos (e ríamos dessa situação) que nós tínhamos algo que os homens nunca poderiam ter.

Casamento e filhos.

Conheci o meu marido no último ano da pós-graduação quando ele buscava qualificações em Sociologia. Ele tinha cabelo longo e uma mota. No princípio a química entre mim e ele foi muito intensa.

Ele era o boémio clássico e como tal, de modo a torná-lo num homem melhor (ou pelo menos a minha definição de "homem melhor"), senti a necessidade de lhe pôr umas rédeas. Ele era por vezes irresponsável mas eu amava-o de alma e coração.

Depois da graduação encontrei um emprego numa grande empresa. Todos os dias ia para o trabalho com a minha mala do poder e almofadas no meu casaco. O meu casamento foi algo tirado de revistas do tipo "Modern Bride". O meu marido finalmente aceitou cortar o cabelo depois de muita insistência minha. Mais tarde, ele chamou a minha insistência de importunação. Mas nada disso importava uma vez que eu tinha conseguido o que queria.

Ele começou a trabalhar numa organização de pesquisa de consumo. Ele não ganhava tanto como eu, mas nada disso importava. O meu salário era enorme e continuava em crescimento.

Compramos uma que encontrei nos subúrbios. Ele tinha recomendado uma casa mais modesta e mais perto do centro da cidade onde ambos trabalhávamos , mas eu nem queria ouvir falar nisso.

O meu sucesso tinha que ser visível através duma casa enorme e tradicional - bem como um quintal enorme. Apesar da sua resistência, certifiquei-me que ele tratava da relva do quintal.

Passados que estavam 5 anos, senti a necessidade te ter filhos. Não foi uma decisão mútua. Eu queria filhos. Não; eu desesperadamente precisava de filhos. Sentia-me vazia no meu interior por não ter filhos. Era um sentimento totalmente irracional para uma mulher com uma carreira proeminente determinada em ser a próxima directora executiva.

O meu marido, que não levantou oposição à minha ideia, perguntou-me como é que encontraríamos um equilíbrio entre as exigências paternas e a manutenção dum estilo de vida dispendioso. Eu não me importei. O meu útero estava vazio. Eu tinha necessidades. Nem a razão nem a lógica afectaram as minhas necessidades e os meus sentimentos.

Foi então que o primeiro bebé chegou. Instantaneamente a vida mudou. Não conseguia trabalhar as horas necessárias para manter a trajectória da minha carreira. O meu marido também mudou uma vez que perdeu a atitude boémia; vendeu a mota e tornou-se num pai devoto.

Ele amava o nosso primeiro filho de tal ponto que chegou a oferecer-se para trabalhar em part-time para permitir que eu mantivesse a minha carreira.

Mas isto para mim não era suficiente. Eu era a mãe, a rainha, a criadora omnisciente do meu filho. Claramente o meu marido era um tolo incompetente que não sabia distinguir uma fralda duma cadeira dum carro.

O meu patrão reparou que eu andava distraída com as minhas novas funções de super-mãe. Ele analisou a minha produtividade e soube que eu não poderia produzir como as minhas colegas solteiras ou as minhas colegas sem filhos. Quando um colega foi promovido em vez de mim, soube logo o que se estava a passar. Fiquei lívida. Como era possível eu não obter tudo o que queria?

Devido a isto, usei mais uma táctica feminista. Desta vez usei um pau em vez duma cenoura. Fui ao Recursos Humanos munida duma ameaça subentendida de processo legal por motivos de descriminação.

Uma vez que era claro que eu trabalhava menos horas, e, como consequência, produzia menos, esta táctica obviamente que não funcionou. Estava tudo documentado era perfeitamente defensível.

Fiquei furiosa. Como é que eles se atreviam a fazer uma coisa desta? Invoquei toda a indignação justificada que poderia invocar. Consultei ajuda legal externa à empresa - uma feroz advogada que estava perfeitamente preparada para iniciar um processo legal contra a empresa, até que ela se atirou a mim.

Sem dúvida que eu era uma mulher de mente aberta mas não era uma lésbica.

Pus de parte a movimentação legal e com tristeza aceitei o meu reduzido papel no emprego. Afinal de contas, tínhamos dívidas para pagar e o meu salário era necessário.

Observei o meu marido evoluir de um boémio para um pai responsável. Ele era surpreendentemente bom com o nosso primeiro filho. Claro que, com o tempo, eu não reconheci isso. Pensei sempre que tudo o que ele fazia estava errado. Apenas eu, a mãe suprema, poderia criar o nosso primeiro filho.

Batalhamos durante alguns anos e não foi fácil. Quando eu voltei a engravidar - planeado por mim sem consultar o meu marido - o stress continuou a crescer. Não havia dificuldades financeiras mas a tensão de manter o nosso estilo de vida, e a casa enorme, caiu sobre os meus ombros.

Eu nutria um ressentimento contra o meu marido por causa disso. Ele havia escolhido uma carreira profissional que gostava mas o seu rendimento não era nem de perto nem de longe tão elevado como o meu. Eu tinha mesmo que trabalhar. Havendo entrado no percurso materno, não havia forma alguma de eu conseguir atingir o que esperava da minha carreira.

Nós usávamos os serviços duma creche e tínhamos uma empregada a dias em part-time. Na verdade, tivemos 8 empregadas domésticas. Elas nunca eram suficientemente boas para mim.

Nada era suficientemente bom para mim. Os meus sapatos não me serviam, as minhas roupas ficavam-me mal, o carro não estava suficientemente bem lavado, e o meu marido não atingia os meus padrões.

Olhando para trás com uma honestidade brutal, eu era uma mulher pura e simplesmente problemática. Acho que passaram-se anos sem eu dizer uma frase simpática. Fico surpreendida pelo facto do meu marido me ter aturado. Eu nunca o levava a sério. Afinal, ele era apenas um homem.

Durante a minha limitada vida social, eu passava o meu tempo com mulheres como eu. Nós éramos um grupo infeliz de mulheres na casa dos 30 com carreiras poderosas. Mas todas nós sorríamos e fingíamos que a nossa vida era perfeita. Tínhamos as casas perfeitas, os carros perfeitos e as escolas perfeitas para os nossos filhos.

Convence-mo-nos de que, de facto, nós tínhamos tudo. Ocasionalmente uma de nós exibia algum tipo de frustração pela situação. Quando isso acontecia, nós tínhamos sempre bodes expiatórios: os nossos maridos, os nossos patrões, as nossas donas de casa, as escolas, o que quer que seja. Nunca era culpa nossa porque nós éramos mulheres.

Divórcio.

Quando um dos nossos filhos tinha 5 anos e o outro 7, o mundo ruiu. Melhor, explodiu. O meu marido desistiu. Ele não só me havia apoiado bastante como era bom com as crianças. Devido a isto, o facto dele desistir apanhou-me de surpresa. Mas acho que deveria ter previsto.

Eu usava a intimidade sexual como arma contra ele. Se ele não fizesse exactamente o que eu queria - se ele não se desdobrasse para satisfazer todas as minhas exigências - ele não experimentava qualquer tipo de gratificação sexual. Lembro-me que uma noite apanhei-o a "brincar consigo mesmo". Fiquei furiosa. Porque é que ele se atreveu a experimentar satisfação sexual sem que o meu controlo estivesse de alguma forma envolvido?

Adultério.

Como uma mulher saudável, eu tinha as minhas necessidades sexuais. Em vez de desfrutar o sexo dentro do contexto do casamento, tive um caso. Foi fácil. Eu ainda era mais ou menos atraente. Havia homens por perto. "Porque não?" racionalizei para mim mesma. O meu marido não me dá atenção suficiente, e como tal ele é o culpado.

O caso foi inconsequente; relações sexuais ao fim de semana e durante viagens de trabalho. Eu precisava disso portanto não havia problemas alguns. Eu estava a ser uma mulher poderosa e independente ao mesmo tempo que visitava motéis reles com um homem que me poderia dar orgasmos.

O romance durou 3 meses. O meu marido nunca soube de nada. Ele não precisava de saber: ele apenas desistiu. Curiosamente, ele direccionou os seus esforços para um negócio paralelo como consultor de marketing. Isto revelou-se muito lucrativo para ele. No espaço de 6 meses, o seu rendimento excedeu o meu. A nossa conta de poupanças cresceu consideravelmente. "É para as mensalidades universitárias dos rapazes" disse-me ele, vez após vez.

Eu estava infeliz. A minha carreira era stressante e insatisfatória. Devido às minhas horas de trabalho, os meus dois filhos eram mais próximos ao meu marido do que a mim. Por essa altura, ele havia terminado o seu emprego a tempo inteiro e prosperava como consultor de marketing, um emprego que ele poderia fazer a partir de casa com um computador e um telefone.

Sentia-me frustrada e vazia. As minhas amigas recomendaram aconselhamento e como tal, lá fomos nós dar uma tentativa. Subtilmente, eu escolhi uma conselheira que eu sabia ser mais simpatética à minha causa. As sessões eram, na verdade, divertidas mas de um modo desagradável.

A conselheira e eu passávamos 50 minutos a provocar o meu marido. Ele calmamente mantinha-se sentado, recebendo as críticas, pedindo desculpas e prometendo mudar. Eu nada tinha que prometer. A conselheira - uma mulher como eu [feminista] - deixou bem claro que as minhas necessidades eram prioritárias e as suas irrelevantes.

Obviamente que o aconselhamento não funcionou para nós. O meu marido retirou-se para a paternidade e para o seu crescente negócio. Contemplei mais um caso extra-conjugal, mas infelizmente eu estava a ganhar muito peso. Era difícil arranjar homens atraentes que notassem em mim. As minhas amigas recomendaram que eu considerasse um divórcio.

Eu hoje em dia olho para trás e penso nas minhas "amigas" desse período da minha vida. Elas eram um grupo de mulheres infelizes tentando desesperadamente validar as suas más escolhas de vida. Deixei que elas me influenciassem quando eu deveria ter sido forte. Isso foi um erro enorme.

Divórcio.

Eu não odiava o meu marido; eu apenas já não o amava mais. Eu queria uma vida nova e melhor. Eu era capaz de criar os meus filhos sem ele. Eu havia lido que, na verdade, as crianças não precisam de pais.

Sentia-me tão insatisfeita. Quando dei os papéis do divórcio ao meu marido, ele não parecia surpreso. Eu havia consultado uma boa advogada matrimonial e ela recomendou fortemente que eu tentasse ficar com tudo - casa, carros, custódia, pensão alimentícia, tudo. As suas palavras foram:

Isto é uma guerra, e como uma mulher, você tem que vencer.
O divórcio foi horrível e apesar do facto de eu ter ficado com a casa, o carro, as crianças, a pensão e as poupanças que ele havia feito, eu perdi. Ele foi viver para um apartamento modesto e concordamos que ele poderia ver os filhos todos os fins de semana.

Na verdade, o tribunal ordenou que isso acontecesse. Eu ficaria feliz em forçá-lo a sair completamente das suas vidas, mas ele insistiu rigidamente nesse ponto, e o maldito juiz concordou.

Vida depois do divórcio.

Eu estava solteira outra vez. Mas com 38 anos, ter encontros românticos não era como nos tempos "selvagens" da faculdade quando eu era jovem, bonita e desejável aos olhos dos homens. Não, agora eu era uma mãe solteira. Tinha cortado o meu cabelo e a minha figura estava quase a passar o ponto de não retorno. O tipo de homem que eu queria não tinha interesse algum em mim. Esses homens poderosos e bem sucedidos tinham namoradas mais jovens e mais bonitas.

Os divorciados eram os piores. Eles estavam tão desiludidos que ou não conseguiam manter uma relação, ou saltavam de cama em cama - não querendo ser exclusivos.

O que eu realmente queria era que um homem atraente me arrebatasse nos seus braços, cuidasse de mim e fizesse os meus problemas desaparecer. Eu ainda olhava para mim como uma princesa. Ainda era tola, estúpida e imatura.

No entanto os homens que me atraíam não olhavam para mim duas vezes. Os homens que me queriam eram totalmente inadequados.

Foi um choque para mim descobrir que já não era atraente. Durante os anos da faculdade havia muitos homens atrás de mim. Lembro-me de gozar com todos os rapazes que se aproximavam de mim durante as festas. Se ele tivessem a mínima falha, eu rejeitava-os - usualmente com um insulto ou dois.

Nunca pensei duas vezes sobre os homens que rejeitei, alguns decentes e doces, agora que olho para trás. Eu e as minhas amigas chamava-mos a esses rapazes de "meninos da mamã", ao mesmo tempo que nos deixávamos levar pelos arrogantes e espertalhões que despertavam em nós atracção e luxuria.

Para piorar as coisas, eu não conseguia consertar nada em casa. O meu marido havia lidado com esses assuntos durante anos. Os meus filhos era pré-adolescentes e difíceis de controlar.

Eles odiavam o facto de só poderem vêr o pai aos fins de semana. As suas notas caíram e começaram a ter problemas disciplinares na escola. Naturalmente, eu culpei o pai deles. Era culpa sua que nós estávamos divorciados e ele vivia afastado deles. Tentei não dizer coisas más sobre ele à frente dos meus filhos, mas os sentimentos eram muitos fortes. Disse coisas terríveis sobre o seu pai especialmente quando estava bêbada - o que na altura acontecia muitas vezes.

Se eu era infeliz quando estava casada, agora eu era totalmente miserável como mãe solteira em busca de amor. Tentei persistentemente convencer-me que era forte, independente e inteligente. Às vezes funcionou - especialmente quando intimidava os meus subordinados na empresa.

Na verdade, eu odiava o meu emprego, Sim, ele dava-me uma boa vida, mas eu havia atingido o zénite da minha carreira e a sala de director executivo não se encontrava mais próxima. Eu ainda me sentia em conflito devido aos esforços para ser uma boa mãe ao mesmo tempo que era uma mulher executiva.

Eu tinha muitas culpas para depositar em ombros alheios. Não havia hipótese alguma da condição da minha vida ser o resultado das minhas decisões. As minhas amigas solteiras disseram-me precisamente isto muitas e muitas vezes durante bebidas que ingeríamos em bares para mulheres solteiras.

Eu havia lido muitas revistas femininas e o conselho que apreendi era essencialmente o mesmo: a culpa nunca era das mulheres.

Tentei perder peso, mas era muito difícil. Quando ficava com fome, eu simplesmente tinha que comer. Tive que comprar roupa nova outra vez uma vez que o peso continuava a aumentar. Durante um encontro às cegas o homem com quem me encontrei teve a audácia de me dizer:

Vais-me desculpar mas eu não me sinto atraído a ti por causa do teu peso.

Nunca tinha levado em conta a minha hipocrisia por querer um homem que me atraísse fisicamente. Os homens tinham que estar atraídos a mim. Afinal, eu sou uma mulher.

A foto do arrependimento.

Os últimos anos têm sido meio confusos. O meu marido encontrou um novo amor e como tal, nutri ódio contra ele devido a isso. Tentei aumentar o dinheiro da pensão dos nossos filhos. Como isso não funcionou, tentei impedir os meus filhos de o visitar. Eles ofereceram resistência.

[Que tipo de mulher tenta impedir crianças de ter contacto com o próprio pai? Só uma feminista.]

Como consequência, libertei as minhas frustrações no emprego. O meu patrão ameaçou despedir-me. Só as minhas amigas ainda me apoiavam. Para ser sincera, nós éramos um grupo de mães solteiras - gordas e infelizes - que culpava o mundo inteiro pelo estado das nossas vidas.

Por isso é que quando vi a fotografia, a epifania atingiu-me de um modo bastante profundo. Através das lágrimas da angustia, raiva, mágoa e negação, veio a realização dolorosa de que eu era responsável pela minha própria infelicidade. Finalmente me apercebi que eu não havia crescido e nem havia abraçado a vida adulta. Isto foi há seis meses atrás.

Mudanças.

Fiz algumas alterações profundas na minha vida. Primeiro e antes de mais nada, parei de culpar os outros pelos meus problemas. Isto foi o mais difícil. Durante toda a minha vida foi-me dito - e eu acreditei - que, como mulher, 1) eu nunca poderia fazer algo de errado, 2) eu não era a culpada, 3) que eu era de uma ou outra forma uma vítima.

Mal aprendi a deixar de culpar o mundo, aprendi a ser mais agradável e simpática. Isto também foi difícil. Sempre confundi a amabilidade com fraqueza, mas não era o caso. Uma nova colega - mulher do sul do país - mostrou-me que era bastante simples ser simpática e forte ao mesmo tempo.

Durante este processo, vi-me livre das minhas amigas. Esta parte foi fácil. Este grupo de mulheres infelizes e negativas encorajou-me a fazer coisas estúpidas como divorciar-me dum bom homem devido ao meu egoísmo e devido aos meus sentimentos arbitrários da altura. Finalmente aprendi que agir segundo os sentimentos pertence à esfera infantil e não a esfera adulta. Pode ser que aquelas mulheres um dia aprendam isso, mas duvido.

O presente.

Agora todos os dias vou ao ginásio. Depois de ter sido rejeitada por tantos homens atraentes e decentes, resolvi aplicar padrões realistas a toda a minha busca por um novo amor. Afinal, se eu acreditava na atracção física, porque é que os homens não acreditariam?

Ser gorda significa não ser fisicamente atraente aos olhos de muitos, muitos homens, e, como tal, cabe-me a mim fazer algo em relação a isso - e não ficar zangada com todos os homens por causa disso. O peso está a desaparecer; é uma batalha, sem dúvida, mas ele está a desaparecer. Estou também a deixar crescer o meu cabelo e ver-me livre de todo aquele estilo de cabelo à "mãe".

Já não leio aquelas repugnantes revistas feministas nem vejo TV. Quando livrei o meu pensamento do que me tinham dito sobre os homens, aprendi que, na verdade, eles são pessoas maravilhosas.

Os meus filhos aperceberam-se da minha transformação. À medida que eles crescem e se vão tornando homens, parei de chateá-los em torno de "sentimentos" e "sensibilidade" e agora encorajo-os a serem homens.

Duvido que alguma vez consiga resolver as coisas com o meu ex-marido, mas tudo o que posso desejar é que ele encontre a felicidade e alegria na sua vida. Tenho um respeito renovado por ele - um respeito que nasceu no momento em que entendi que os homens são diferentes, não piores, mas apenas diferentes. O meu ex é também um excelente pai, e como tal, sou abençoada nisso.

Aprendi a aceitar que as minhas necessidades não são o centro do universo. Na verdade, isto foi muito libertador. Não mais eu sou uma escrava dos caprichos das minhas emoções superficiais que não podem ser razoavelmente satisfeitas. Isto significa que eu queixo-me menos. Se não consigo mudar uma situação, para quê queixar-me? O inverno é frio; as minhas queixas em relação à temperatura não vão aumentar o calor da atmosfera.

O maior arrependimento que eu tenho na minha vida é o de ter sido fraca o suficiente para só agora fazer uma introspecção séria. Se eu tivesse sido verdadeiramente forte, e verdadeiramente inteligente, eu teria levado em conta o que realmente é importante para mim em vez de ter sido levada pela manada [feminista].

Em retrospecção, ter-me agarrado à escada corporativa foi uma má decisão. Explorar a minha feminidade para manipular os homens foi ainda pior. Adoro ser uma mulher, mas usar o sexo para obter o que quero não é melhor do que um homem usar a força física para obter o que deseja.

Ainda estou solteira; esta coisa de encontros amorosos ainda me engana. Há, no entanto, uma chama de esperança; um homem simpático elogiou o meu sorriso.

Aos 45 anos, esta foi a primeira vez que alguém notou no meu sorriso. O meu filho também fez menção ao sorriso:

Mãe, eu nunca te vi a sorrir até agora.

A vida tem que se tornar melhor para mim.

Isso é a minha responsabilidade e a de mais ninguém.


Testemunho duma ex-feminista visto neste blogue.

65 comentários:

  1. Isso é uma obra de arte para um homem como eu que aprecia o realismo ao pé da letra, ver o relato de uma mulher que descobriu todas as farsas do feminismo e como ela havia sido manipulada pelo mesmo, com certeza foi o melhor texto que já li na vida.

    Parabéns por esse blog.

    Tiago Jato
    Brasil

    ResponderEliminar
  2. exelente texto, muitas mulheres deveriam ler isto

    ResponderEliminar
  3. Nunca é tarde para elas descobrirem o grande erro que é este lixo feminista... mas sinceramente, essa, perdeu muito da sua vida, uma pena.

    Realmente, Lucas, um texto excelente para que todas as mulheres leiam. Vou repostar no meu blog.

    Abraços.

    ResponderEliminar
  4. Ela foi uma mulher prepotente, arrogante e muito egoísta. Só pensou nela mesma a vida inteira!

    Teve uma vida vazia, medíocre, sem significado... viveu para tentar agradar os outros.

    Ela queria que os problemas desaparecessem instantaneamente, mas não queria ir atrás de uma solução para eles.

    No final ela só "mudou" pq o feminismo passou a não ser mais vantajoso pra ela... essa é a verdade.

    ResponderEliminar
  5. Pegar um suposto depoimento de uma desequilibrada como tese contra o Feminismo é de uma imbecilidade ímpar... chega ser desespero

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. coitada,ela ficou com tudo do marido e ainda e infeliz. vejo isto todos dias na minha profisaao. Aprenda as unicas mulheres que podem ser feministas. sao as lesbicas. pois nao esperam e nem querem nada dos homens.e nem precisam ne.

      Eliminar
    2. Nao acho que é desequilibrada. Cada um sabe a dor que sente das consequencia de suas escolhas, acho que devemos respeitar a individualidade de cada pessoa, e aprender com o erro dos outros, para nao sofrermos amanha.

      Eliminar
    3. Ela nao é desequilibrada, simplesmente foi um retrato claro de uma mulher feminista. As atitudes que ela tomou nao foram diferentes das que as feministas de hoje tomam, e no final das contas é ai que termina, porque ela nao tem mais o "poder de fogo" de uma mulher jovem, e se tivesse levado uma vida diferente, com ideologias diferentes, talvez hoje ela seria uma pessoa feliz ao lado do marido e filhos, familia tal que ela tanto sente falta hoje. Pode se dizer que ela foi desequilibrada sim, assim como todas as feministas sao.

      Eliminar
    4. Rita, não julgue os outros pelo que você é! Se ela foi desequilibrada, deixou de ser no momento que passou a encarar a realidade como ela é e passou a perceber que era responsável pelos próprios atos.

      Eliminar
  6. Rita,
    todas as péssimas escolhas que esta ex-feminista e ex-desequilibrada (pleonasmo) fez são consequência directa da sua ridícula fé na estupidez feminista.

    ResponderEliminar
  7. Nunca li uma coisa tão estúpida na vida. Foram cinco minutos perdidos. Essa mulher é tão doente que não consegue assumir responsabilidade por qualquer dos seus erros (considerando que esse depoimento é verdadeiro). De "homens" como bode expiatório, esse passou a ser o "feminismo". É de dar pena.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. rafaella. se a mulher nao conhece seu corpo e nao conseque ter prazer.=culpa do homem que nao tem pegada. se a mulher e infeliz no casamento.=culpa do homem por nao ter dado atençao. por ficar 16 horas trabalhando pra me dar uma casa.assim nao pode. se sua amiga e mais feliz.=culpa do homem por nao ser iqual ao namorado dela. se as mulheres tao trabalhando ganhando menos por ter tomado os empregos dos homens.=culpa dos homens por querer dividir a conta do hotel. etc.... FEMINISMO = CULPA DOS HOMENS ja viu isto no dia dia ou tava assistindo novela.

      Eliminar
  8. Rafaella,
    Nunca li uma coisa tão estúpida na vida.

    Se tiveres dificuldade em entender alguma coisa, os homens que lêem este blogue terão todo o prazer em dar-te uma ajuda masculina.

    Foram cinco minutos perdidos.

    Demoraste 5 minutos para ler o texto todo?

    Essa mulher é tão doente que não consegue assumir responsabilidade por qualquer dos seus erros (considerando que esse depoimento é verdadeiro).

    Ela assume os erros do que fez. Leste bem o texto?

    De "homens" como bode expiatório, esse passou a ser o "feminismo". É de dar pena.

    De facto, é pena que o feminismo lhe destruiu a vida.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ela nao seu o texto todo, estava totalmente na defensiva, esta menina demonstrou ser daquelas que nao escuta conselhos de quem a ama. Deixa, ela aprenderá novas formas de pensamento e de visao de vidda e perceberá que estava equivocada com seus pensamentos radicalistas anteriores.

      Eliminar
  9. Tá... onde foi que a cartilha feminista não foi seguida para dizer que o exemplo desta mulher não vale como uma crítica ao feminismo?

    Ah sim! Ela não abortou! Aí, talvez, ela morresse mais sozinha ainda, com o instinto maternal a gritar pela ausência de filhos.

    ResponderEliminar
  10. Bom,se este texto é verdadeiro, segundo o próprio depoimento, ela deixou de ser interessante para os homens aos 38 anos, não por que seguiu o feminismo e sim por que não tinha mais um corpo bonito e um rostinho jovem, o que quer dizer que qualquer mulher feminista ou não, vai deixar de ser atraente depois de uma certa idade, afinal "todos" os homens tem QI de ameba e só querem mulheres jovens e com corpo bonito.Portanto, se ela fosse casada, também seria infeliz, pois para seu marido ela não seria mais atraente.
    Sinceramente, vocês acreditam mesmo no que vocês escrevem?
    Então, comecem prestando atenção na parte que diz que as escolhas erradas que ela fez, que a levaram onde chegou.Esta na hora de assumir seus erros "masculinistas" e escolher mulheres legais para se relacionar, daí não vão precisar escrever um monte de besteiras em relação a mulher(Digo generalizando e dizendo que todas desejam o mesmo na vida)
    Sr. Elmar, a mulher é biologicamente feita para gerar, mas não para ser mãe, algumas se sentem realizadas ao terem filhos, outras não. O que mais escuto é mulher casada com mais de 40 anos, dizer: que legal que tu não tem filhos, se pudesse voltaria atrás. Me explique onde esta o tal instinto materno latejante, nas mães que matam seus filhos,maltratam seus filhos, abortam seus filhos, abandonam seus filhos para viverem com algum macho, seguram suas filhas para ser abusadas por seus machos? como isso acontece se esta no nosso "DNA" ser mãe, proteger a cria? Chega dessa hipocrisia de dizer toda mulher nasce para ser mãe, os fatos estão ai e mostram que a realidade é bem diferente.
    E vocês botam o texto que convém aos seus "idealismos" , por que não por depoimentos de mulheres infelizes por que casaram?
    Não sou feminista, mulher não é melhor que homen e vice-versa,cho que homens e mulheres tem que se respeitar,mas tem que fazer por merecer o respeito.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ci menoni,

      Bom,se este texto é verdadeiro, segundo o próprio depoimento, ela deixou de ser interessante para os homens aos 38 anos, não por que seguiu o feminismo e sim por que não tinha mais um corpo bonito e um rostinho jovem

      Nenhuma parte do texto diz que ela deixou de ser sexualmente interessante por causa da estupidez do feminismo.

      o que quer dizer que qualquer mulher feminista ou não, vai deixar de ser atraente depois de uma certa idade, afinal "todos" os homens tem QI de ameba e só querem mulheres jovens e com corpo bonito.
      Portanto, se ela fosse casada, também seria infeliz, pois para seu marido ela não seria mais atraente.



      Tu fazes a normal confusão que muitas mulheres fazem em relação aos homens. Aquilo que um homem procura para casar não o mesmo que procura para uma noite. Por isso é que um homem pode "ficar" com uma prostituta mas dificilmente se casa com uma (por mais bonita que ela seja).

      A mulher citada no texto perdeu o seu valor sexual mas isso não significa que ela perdeu o seu valor como mãe, companheira, e esposa.. Um homem casado pode-se aperceber que a sua esposa perdeu a sua beleza mas saber que isso é irrelevante se ela é uma boa mãe, boa esposa, e boa companheira. Aquilo que a mulher é no todo felizmente não se restringe à sua beleza física.
      Portanto. a tua alegação é falsa.

      Sinceramente, vocês acreditam mesmo no que vocês escrevem?

      Não. Passamos horas a escrever só para te fazer feliz.

      Então, comecem prestando atenção na parte que diz que as escolhas erradas que ela fez, que a levaram onde chegou.

      Por favor, mostra lá como a tua análise a essas escolhas refutam o que o título do texto diz.

      Esta na hora de assumir seus erros "masculinistas" e escolher mulheres legais para se relacionar,

      Os homens já fazem isso há muito tempo, e como tal, a tua "sugestão" é desnecessária.

      daí não vão precisar escrever um monte de besteiras em relação a mulher

      Não é dito nada em relação à mulher mas em relação às feministas.
      (Digo generalizando e dizendo que todas desejam o mesmo na vida)

      O texto não diz que todas querem o mesmo da vida. Tu leste bem o que está escrito?

      Eliminar
    2. a mulher é biologicamente feita para gerar, mas não para ser mãe, algumas se sentem realizadas ao terem filhos, outras não

      O facto de haver muitas mulheres que não se sentem "realizadas" em fazer a sua parte na continuidade da espécie humana não invalida que a mulher esteja construída para a maternidade. Não é só a biologia feminina que é feita para a maternidade, mas principalmente a sua psicologia.

      O que mais escuto é mulher casada com mais de 40 anos, dizer: que legal que tu não tem filhos, se pudesse voltaria atrás

      E tu acreditas nelas?

      Me explique onde esta o tal instinto materno latejante, nas mães que matam seus filhos,maltratam seus filhos, abortam seus filhos, abandonam seus filhos para viverem com algum macho, seguram suas filhas para ser abusadas por seus machos? como isso acontece se esta no nosso "DNA" ser mãe, proteger a cria?

      Portanto, o instinto materno não existe apenas e só porque uma minoria de mulheres mata os seus filhos, certo? Muito bom tu tomares o caso de doentes mentais e afirmar que estes demonstram que o instinto maternal não existe. É mesma coisa que dizer que, uma vez que há homens que assaltam bancos, fica provado que homem nenhum tem respeito pelo que é dos outros.

      Na tua forma de "pensar", a excepção passa a ser a norma, e o marginal passa a ser o padrão.

      Chega dessa hipocrisia de dizer toda mulher nasce para ser mãe, os fatos estão ai e mostram que a realidade é bem diferente.

      Toda a mulher está construída para ser mãe e gerar nova vida. Se ela escolhe não gerar nova vida, ela não refuta a sua biologia.

      E vocês botam o texto que convém aos seus "idealismos" , por que não por depoimentos de mulheres infelizes por que casaram?

      De que forma é que um depoimento duma mulher que se recusou a ser mãe refutaria as alegações do texto?

      Eliminar
    3. Curioso é que com alguma frequência, tu vais ver mulheres que "não querem ser mães" a preencher o vazio da sua alma com animais de estimação (cães, gatos, etc).

      Ou seja, de qualquer forma, ela já está a exercitar a sua natureza materna, mas não com os seus descendentes.

      Conheço alguns casos de amigas que estão assim: não querem ter filhos mas tem a casa cheia de animais de estimação e trata-os como filhos.

      Eliminar
    4. Caro lucas,
      A mulher citada no texto perdeu o seu valor sexual mas isso não significa que ela perdeu o seu valor como mãe, companheira, e esposa.. Um homem casado pode-se aperceber que a sua esposa perdeu a sua beleza mas saber que isso é irrelevante se ela é uma boa mãe, boa esposa, e boa companheira. Aquilo que a mulher é no todo felizmente não se restringe à sua beleza física.
      Portanto. a tua alegação é falsa.

      Quer dizer que temos que nós contentar e ficar felizes pelo sentimento que o marido nutre pela mulher em relação a ser, boa mãe,boa esposa e boa companheira, mesmo que essa marido não tenha mais atração sexual por sua esposa, pois esta perdeu a beleza.
      Então pra mim o casamento acaba por ai,pois o marido nutre um carinho especial pela mulher e não tem mais tesão nela. Quem transa com alguém, sem ter atração sexual por ela?
      O que acontece com esse marido ?
      1- não faz mais sexo, pois toda mulher( segundo o texto e sua explicação)passa a não ser sexualmente desejável após certa idade.
      2- trai sua esposa com outra sexualmente desejável, mas fica com a esposa pois essa é boa mãe, boa esposa e boa dona de casa. (muito honrado isso)


      Não. Passamos horas a escrever só para te fazer feliz.

      Obrigada, às vezes fazem mesmo, dou boas risadas de algumas coisas.

      Por favor, mostra lá como a tua análise a essas escolhas refutam o que o título do texto diz.

      O que quis dizer é que ela diz que todo o mal do mundo, caiu sobre ela, por que acreditou nas tais filosofias do feminismo.
      E vocês? Acreditam que a verdade absoluta é o que vocês postam aqui. Ta na hora de pensar nos seus erros também.

      Os homens já fazem isso há muito tempo, e como tal, a tua "sugestão" é desnecessária.
      Poxa, se fizessem não estavam tão reunidos em blogs masculinistas, reclamando da canalhice das mulheres e nem toda mulher canalha é feminista.

      Eliminar
    5. Ci menoni,
      Então pra mim o casamento acaba por ai,pois o marido nutre um carinho especial pela mulher e não tem mais tesão nela.

      O facto da mulher perder a beleza física com o passar dos anos não implica que aos olhos do marido ela não o satisfaça sexualmente. Além disso, o casamento não se resume ao sexo, como tu erradamente pensas.

      O que quis dizer é que ela diz que todo o mal do mundo, caiu sobre ela, por que acreditou nas tais filosofias do feminismo.
      E vocês? Acreditam que a verdade absoluta é o que vocês postam aqui. Ta na hora de pensar nos seus erros também.


      Mostra lá onde é que este blogue defende que "é o que vocês postam postam aqui".


      "Os homens já fazem isso há muito tempo, e como tal, a tua "sugestão" é desnecessária."

      Poxa, se fizessem não estavam tão reunidos em blogs masculinistas, reclamando da canalhice das mulheres


      Ou seja, como nós homens partilhamos informação acerca do comportamento das mulheres que se identificam com o feminismo, isso de alguma forma demonstra que nós "não assumimos os nossos erros masculinistas" e "não escolhemos mulheres legais para se relacionar", certo?

      Eliminar
  11. Portanto, o instinto materno não existe apenas e só porque uma minoria de mulheres mata os seus filhos, certo? Muito bom tu tomares o caso de doentes mentais e afirmar que estes demonstram que o instinto maternal não existe. É mesma coisa que dizer que, uma vez que há homens que assaltam bancos, fica provado que homem nenhum tem respeito pelo que é dos outros.

    Procure se informar, a maioria das mulheres que matam seus filhos são imputáveis e não doentes mentais como diz. Inclusive o nome dado é filicídio do filho indesejado, e acontece muito.
    As índias yanomamis matam seus filhos quando eles têm doenças ou simplesmente, se já tem um filho pequeno e não quer o trabalho em dobro.
    Clínicas Britânicas fazem abortos para mulheres que rejeitam o sexo do bebê. Então que de o instinto materno dessas mamães, pois esta no “DNA” da mulher?
    Por isso digo há mulheres que nasceram para ser mães e outras não, há as que não matam, mas abandonam ( abandonam para adoção ou abandonam mesmo estando presente). Sinto muito se não encaixa no que é culturalmente aceitável para você, mas essa é a realidade dos fatos,pesquise.
    http://psicoperinatal.blogspot.com.br/2011/06/instinto-materno-existe.html
    E tu acreditas nelas?
    Eu vejo do modo como é “penoso” para algumas delas cuidar dos filhos.
    Mas você nunca vai acreditar né! Vai contra ao que você acredita, mas garanto que no texto acima, você acredita piamente. Qualquer mulher que diga ao contrário de suas crenças em relação a ela , esta mentindo.

    Toda a mulher está construída para ser mãe e gerar nova vida. Se ela escolhe não gerar nova vida, ela não refuta a sua biologia.
    Sim, toda mulher é feita biologicamente para gerar, mas para ser mãe não(pelos vários fatos já mencionados).
    Eu por exemplo nunca tive vontade de gerar filhos, não sou doente mental, não tenho problema de fertilidade, não sou lésbica, tenho um homem maravilhoso do meu lado, que seria um ótimo pai, mas tenho vontade de adotar. A gravidez não me atrai em nada. E sei que seria uma ótima mãe.
    De que forma é que um depoimento duma mulher que se recusou a ser mãe refutaria as alegações do texto?
    Não estou dizendo que uma mulher que não quis ter filho refutaria o texto e sim que isso não é a realidade de todas as feministas.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Procure se informar, a maioria das mulheres que matam seus filhos são imputáveis e não doentes mentais como diz.


      Tu falaste em mulheres que "matam seus filhos,maltratam seus filhos, abortam seus filhos, abandonam seus filhos para viverem com algum macho, seguram suas filhas para ser abusadas por seus machos". Quem faz isto é doente mental (o que não invalida que seja imputável).

      Clínicas Britânicas fazem abortos para mulheres que rejeitam o sexo do bebê. Então que de o instinto materno dessas mamães, pois esta no “DNA” da mulher?

      JOvem, vê lá se pões uma coisa na tua cabecinha: o facto de haver mulheres que matam os seus próprios filhos não anula o facto das mulheres terem instinto maternal. Entendes isso ou não?

      Se a mulher recusa-se a viver de acordo com esse isntinto, isso é decisão dela. Agora o mesmo não é refutado só porque fazes uma lista de mulheres que matou, afogou, esfaqueou ou deu para estupro a outro homem.
      Entende isso de uma vez por todas. Eu não quero repetir uma coisa tão absurdamente óbvia.

      Por isso digo há mulheres que nasceram para ser mães e outras não

      Irrelevante. Ninguém disse que todas as mulheres querem ser mães.


      Eu vejo do modo como é “penoso” para algumas delas cuidar dos filhos.

      Portanto, quando uma mulher te diz que não está feliz por ter filhos, tu acreditas. No entanto, quando outra mulher diz que está desolada por nunca vir a ser mão, tu já não acreditas. Certo?
      Ou seja, tu acreditas nas mulheres que confirmam o estilo de vida de tu escolheste para ti, e extrapolas para todas as mulheres, afirmando que o instinto materno não existe. Isso é péssima "logica".

      Qualquer mulher que diga ao contrário de suas crenças em relação a ela , esta mentindo.

      Eu digo o mesmo em relação a ti: qualquer mulher que te diga que as mulheres tem instinto maternal, tu duvidas.

      Eu por exemplo nunca tive vontade de gerar filhos

      Irrelevante. Eu disse ser mãe e não "gerar filhos".

      "De que forma é que um depoimento duma mulher que se recusou a ser mãe refutaria as alegações do texto?"

      Não estou dizendo que uma mulher que não quis ter filho refutaria o texto e sim que isso não é a realidade de todas as feministas.


      Tu sabes da realidade de todas as feministas?

      Eliminar
  12. Quanto a ter animais, pode ser pelo simples fato de amar os animais, ou qualquer que seja o tipo de carência, meu namorido chama seu cachorro e seu cavalo de meu filho, ele tem dois filhos. Ter animais não é exclusivo do sexo feminino sem filhos,nem ter carências.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ninguém disse que ter animais é exclusivo das mulheres. Bolas, tu lês as coisas que comentas?

      Eliminar
  13. Parece que a Ci Menoni não compreende algumas coisas:

    1. detestar filhos, maridos, casamento, etc é produto da doutrinação marxista feminista;

    2. atração sexual (=eros) ou simpatia (=philia) não são as formas de amor exigidas em casamentos ou em qualquer relacionamento humano saudável; só o amor verdadeiro (=agape, o amor de Cristo=mais uma contribuição cristã para a agregação da sociedade e da harmonia da civilização), que independe de beleza ou simpatia, é o amor que sustenta e mantém um casamento (tropa de ocupação, que mantém a conquista); esse amor é o que muitas feministas não têm, já que o que as liga aos seus "homens" é atração ou dinheiro, algo badalado por romances de TV, instrumentos da lavagem cerebral gramscista;

    3. uma mulher velha, feia, feminista (=grosseira, insolente, desagradável)não atrai a atenção dos homens, portanto a possibilidade de conseguir um casamento ou mesmo um namoro fica bem reduzida (mesmo feministas jovens e bonitas acabam sozinhas); a beleza é só uma tropa de assalto: conquista mas não consegue manter a conquista sem a tropa de ocupação.

    Simples, não?

    Algumas perguntas, Ci Menoni: você é bonita, agradável, razoavelmente jovem (até 35 anos), disposta a amar, respeitar e ser fiel a um homem nos momentos alegres e tristes, na saúde ou na doença, na pobreza ou na prosperidade até que a morte os separe? Se responder SINCERAMENTE a todas as perguntas, você tem chances de casar-se e manter-se casada. Caso contrário, não passa duma feminista (condenada à companhia de bichos, gays e outras "companheiras" de ativismo feminista e marxista).

    ResponderEliminar
  14. Lucas

    Curioso é que com alguma frequência, tu vais ver mulheres que "não querem ser mães" a preencher o vazio da sua alma com animais de estimação (cães, gatos, etc).

    Ou seja, de qualquer forma, ela já está a exercitar a sua natureza materna, mas não com os seus descendentes.

    Não lê o que tu mesmo escreveu?
    tu vincula o fato de mulheres terem animais e chamarem de filhos, com a falta de ter sido mãe.

    O casamento não é só sexo, mas é sexo também.
    Sou uma mulher sexualmente ativa e não ficaria sem sexo no casamento, para mim não imagino amor entre um homem e uma mulher que se relacionem sem sexo.( como disse, para mim).

    Ah agora sim, uma mulher chata e todos os adjetivos mencionados, seja ela jovem ou velha, terá mais dificuldade de encontrar alguém, concordo em parte.
    Por que a feminista sendo jovem e bela consegue sim, sempre vai ter um.

    Doentes mentais , não são e nunca serão imputáveis.
    O que tentei te dizer, é que para muitas mulheres é ótimo ser mãe e outras não.
    Lucas, gerar todas podemos, mas ser mãe não é toda mulher que tem vocação.
    quantas mulheres péssimas mães tem por ai?
    Algumas tem instinto e outras não. ´
    É que a maioria dos homens parte do seguinte princípio: toda mulher nasce para ser mãe, toda mulher tem relógio biológico, toda mulher é uma leoa, para defender seu filho, se a mulher não for mãe morrerá frustrada. isso é pura mentira! é paradigma. se fosse desse jeito, nenhuma mulher faria mal à seu filho. É um modo simplista de ver o que não é aceitavél socialmente, como uma mulher matar um filho, a desculpa é doente mental.

    Lucas homens também embaragam, mulheres também gostão de homem bonito.

    Lucas, respondendo suas perguntas:

    Me considero uma mulher bonita, tenho 38 anos, velha na sua concepção. Mas como tenho uma genética maravilhosa, represento ter 28 anos, não tenho rugas,plásticas,silicones, botox ou qualquer artimanha da beleza.
    sou super companheira, sou fiel sim( mas exijo o mesmo)amo e muito, respeito, paguei e se precisar pago de novo, muitos jantares, cinema e outros(confesso que acho cavalheiro o homem pagar no primeiro encontro), só para constatar, até serenata já fiz para um namorado. Adoro animais,gosto de crianças e idosos, tenho meus defeitos como todo mundo tem.
    Segundo as pessoas que me conhecem sou muito agradavél.
    tirando a idade, por que estou"velha", me encaixo nos outros requisitos, e se eu não quiser me casar? Você diz: chances de casar
    Nem todos querem casar, mesmo tendo todos os ditos atributos por você.
    Ah! concordo com algumas coisas ditas feministas:
    Direitos iguais, mas deveres também.
    Casa não é só dever da mulher cuidar, salvo se só o marido trabalha.
    Machismo é nojento.
    A participação do pai na criação dos filhos ( embora hoje muitos homens já fazem isso)
    Acho um absurdo:
    Se você é um galinha, não pode falar de uma mulher que faz o mesmo que você.
    Mulheres que usam os filhos na vingança contra ex.
    mulheres dizerem que são iguais aos homens.( diferenças de força, homens tem facilidade em determinadas áreas e mulheres em outras)
    Sou contra aborto.( slvo, estupro e anéncefalo)
    E você?
    Me responda com sinceridade:
    O que seria uma boa esposa para você?
    O que seria um bom esposo?
    Você quer se casar?
    Não seja radical, não são todas feministas que acabam do jeito citado acima.
    Você conhesse todas as feministas "velhas"?

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ce menoni,

      tu vincula o fato de mulheres terem animais e chamarem de filhos, com a falta de ter sido mãe.

      Não. eu digo que muitas mulheres que "não querem ser mães" preenchem o vazio das suas vidas com animais de estimação.

      O casamento não é só sexo, mas é sexo também. Sou uma mulher sexualmente ativa e não ficaria sem sexo no casamento, para mim não imagino amor entre um homem e uma mulher que se relacionem sem sexo.( como disse, para mim).

      Portanto, aquelas pessoas que estão casadas há 50 anos não se devem amar uma vez que não fazem sexo, certo?


      É que a maioria dos homens parte do seguinte princípio: toda mulher nasce para ser mãe, toda mulher tem relógio biológico, toda mulher é uma leoa, para defender seu filho, se a mulher não for mãe morrerá frustrada. isso é pura mentira!

      É isso que tu acreditas?

      se fosse desse jeito, nenhuma mulher faria mal à seu filho.

      Bolas, que mulher tão complicada que tu és. Quantas vezes tenho que dizer isto? O facto de haver mulheres que vivem CONTRARIAMENTE à sua natureza não anula essa mesma natureza.
      O facto de haver mulheres que matam os filhos não anula que as mulheres tenham sido criados preparadas (fisicamente e psicologicamente) para a maternidade.

      Lucas homens também embaragam, mulheres também gostão de homem bonito.

      Para as mulheres, a beleza não é o mais importante.

      Eliminar
  15. Retificando: mulheres gostam de homens bonitos.

    ResponderEliminar
  16. Parabéns ao Lucas, que respondeu aos questionamentos da feminista Ci Menoni com a maestria habitual. Excelente esgrima intelectual, meu caro!

    Casar-se é para quem quer e quem pode. Manter um casamento feliz, também.

    Ci Menoni, minha curiosidade aumenta... Alguns outros homens podem confirmar sua versão de ser esse "mulherão" que você diz ser, Ci? Já perguntou ao seu marido ou namorado(em nenhum momento me respondeu se conseguiu conquistar e manter um...) se ele é tão feliz assim lidando com uma feminista? Por que os outros se foram? Eles gostavam de ser tiranizados ou tinham alguma consciência de sua própria dignidade (e não ficaram). Ah, truques com botox não valem: sem isso, você seria o quê?

    Como feminista, gosta do cavalheirismo, "machismo", porque isso beneficia você. Mas não quer as outras cláusulas que impedem o feminismo...como cuidar de casa, por exemplo.

    Tudo certo: mulheres feministas não são boas mães, nem esposas, e avançam como animais ferozes sobre quem mexe com seus pimpolhos. Concordo com você.

    Trabalhar fora não isenta a mulher de trabalhar dentro de casa. O marido não pode esquivar-se de fazer algum reparo na casa ou algum serviço mais pesado e mais adequado à sua constituição física. Que direitos e deveres iguais são esses?

    Conheço um monte de feministas, jovens ou velhas, bonitas ou feias. Todas insuportavelmente caprichosas, egocêntricas e egoístas. Não precisam contar com minha companhia e nem simpatia...

    O bom esposo é um cavalheiro. Uma boa esposa é uma dama. Sei reconhecer uma dama porque sou um cavalheiro. Por que me pergunta o que é ser um bom esposo? Não sabe reconhecer um cavalheiro?

    Ci, casamento pode durar sem sexo. São José e Nossa Senhora são modelos disso. O que não pode faltar é amor misericordioso, fiel (significa ser leal e companheiro em todos os momentos, mesmo os desconfortáveis, não é só fidelidade sexual como os Códigos Civis ditam), respeitador. Não vejo como uma feminista possa cumprir isso: sem misericórdia, sem respeito, sem lealdade e sem fidelidade. O feminismo é só uma tirania: usurpar uma função ordenada para um fim suprapessoal (casar-se para formar e manter uma família) para usá-la para conveniências pessoais (arrumar um imbecil que idolatre e sirva à "deusa do Olimpo" e seus caprichos pessoais).

    ResponderEliminar
  17. Não. eu digo que muitas mulheres que "não querem ser mães" preenchem o vazio das suas vidas com animais de estimação.

    Esta é ótima, contráditório você.
    Quanto ao sexo, é obvio que falo de pessoas sexualmente ativas, o que não impede pessoas de 50 anos fazer sexo, é óbvio que com o passar do tempo. as prioridades de nossa vida vão mudando, assim como o sexo passa a não ter tanto valor ou nenhum.
    Quanto ao que falei do pensamento dos homens em relação a mulher( ser mãe) é o que escuto dos próprios.
    Não anula essa natureza? não anula a natureza das que nasceram com essa natureza, mas ela não nasceu. Eu penso assim, como muitos pensam, seja homem ou mulher, você pensa de outra forma ,direito seu, estou apenas postando o meu modo de pensar.
    Tu quer dizer que para os homens a beleza é mais importante?
    Se for é uma contradição, pois fala que casamento se mantém sem sexo, mas a mulher para conseguir um marido tem que ser jovem e bela.
    Para o Penitente
    Você não sabe nada de mim para me julgar assim.
    Não tenho porque mentir, não quero me casar com você e nem preciso de sua aprovação quanto ao meu comportamento.
    Eu comecei a namorar aos 15 anos, namorico de colégio, aos 16 conheci o namorado que se tornou noivo, que fiz a serenata, quando eu tinha 26 , ele faleceu , acidente de carro.
    Passei por um período difícil, aos 28 encontrei meu namorido( namorido porque será meu eterno namorado)moro junto, ele quer casar( gosta do ritual)estou com ele só a 10 anos.
    Troca de gentilezas não é machismo, falei que acho legal o cara pagar no primeiro encontro, não sempre, inclusive disse que pago e não me importo de pagar.
    Falei do blog para meu namorido,ele poderia até postar, falando o que acha de mim como companheira, mas como não vai encaixar no que você acha,achei melhor não, afinal como penso diferente de você não posso ser uma mulher legal ou "mulherão" no sentido companheira.Então vai dizer que eu mesmo postei, dizendo ser ele.
    Por seu comentário agressivo, da realmente para reconhecer o cavalheiro que há em você.
    Se tiver uma cadeira por perto sente, ou tome um tranquilizante, pois as palavras a seguir são fortes demais para um machista:
    Meu amor cozinha e muito bem.
    Se tiver que fazer afazeres domésticos, não cai sua mão.
    Gentilezas são trocadas entre ambos.
    Aprenda que porque uma mulher não pensa do mesmo modo que você, não quer dizer que ela não vai ser uma boa companheira.
    Quanto ao Lucas, parabéns mesmo, pois mesmo que as pessoas não concordem com seu modo de pensar, ele responde educadamente seus comentários, e não me rotulou.
    Quanto ao casamento falo da idade ativa sexual.
    O restante não vou comentar, pois não tem nada a ver comigo.

    ResponderEliminar
  18. Ci:

    Não confunda ser um cavalheiro com ser alguém cheio de rapapés e eufemismos para escrever. Objetividade e dar nomes aos bois não é falta de cavalheirismo. Mostre um argumento meu que demonstre falta de cavalheirismo. Ataque o argumento. Atacar o argumentador é uma falácia "contra o homem"(ad hominem), uma tática para desviar a atenção da argumentação para calar o argumentador, mui preocupado com a defesa de sua honra pessoal. Nesse quesito, você já perdeu.

    Beleza não põe a mesa, só abre o apetite. De novo (bem simples para você entender): beleza atrai e impressiona, mas não conserva a conquista. Muitas mulheres belas e antipáticas já foram trocadas por alguém menos atraente e mais simpática.

    Eu afirmei que beleza é essencial? Vejamos:

    "Uma boa esposa é uma dama." (Uma dama não precisa ser linda, basta comportar-se com a honra e a dignidade de uma dama.)

    "Ci, casamento pode durar sem sexo. São José e Nossa Senhora são modelos disso. O que não pode faltar é amor misericordioso, fiel (significa ser leal e companheiro em todos os momentos, mesmo os desconfortáveis, não é só fidelidade sexual como os Códigos Civis ditam), respeitador." (Falei em beleza ou atração sexual, ou disse que isso nem era o essencial? Veja o segundo parágrafo supra. Uma vida sexual devidamente ordenada faz parte se desejado por ambos. Mas o que mantém o casamento é o amor verdadeiro. Se reduzirmos o matrimônio a sexo e romance - sensações, uma prostituta poderia fazer as vezes de esposa, e isso não é verdade. Há mais coisas envolvidas.)

    No primeiro argumento (comentários acima:"você é bonita, agradável, razoavelmente jovem (até 35 anos), disposta a amar, respeitar e ser fiel a um homem nos momentos alegres e tristes, na saúde ou na doença, na pobreza ou na prosperidade até que a morte os separe? Se responder SINCERAMENTE a todas as perguntas, você tem chances de casar-se e manter-se casada." ), esclareço que ser bela e jovem dá-lhe boas chances de casar-se e permanecer casada, mas se e apenas se a beleza estiver conjugada com as virtudes de ser agradável, leal, fiel, respeitadora, etc. Nada impede que a noiva / esposa tenha uma beleza abaixo da média (com os truques de beleza, bem alta atualmente), mas precisa ter esses traços de personalidade em nível acima da média (bem baixa, infelizmente). Beleza abre o apetite mas não põe a mesa... Não me contradisse, portanto. Se não tiver as características de personalidade e nem se comprometer como descrito acima, não estarei "rotulando-a" de feminista; isso é uma conclusão lógica porque o contrário disso é ser feminista (basta assumir o lugar que lhe compete pois nunca uma dama seria assim); lembre-se: "caso contrário..." (é uma hipótese - em qual delas você se encaixa? Pergunta retórica, não precisa responder...).

    Claro, pense e aja como lhe for conveniente. Não queria um "curriculum vitae" seu: isso é apenas uma pergunta retórica (para fazê-la pensar). Ah, ainda bem que não quer se casar comigo: isso temos em comum - nem eu o quero(somos sortudos). Case-se com seu amor.

    ResponderEliminar
  19. (Continuando)

    Ci:

    Que bom que ele cumpre a parte dele nos afazeres domésticos e na cortesia. Isso não impressiona quem está acostumado a fazê-lo também (eu). Não ser um feminista não faz de mim um machista (há uma terceira opção: sou um cavalheiro). Não penso como a dialética hegeliana (marxista) entre apenas dois lados antagônicos e conflitantes. Sempre há mais opções...e a solução não é ser algo meio machista, meio feminista. Ser dividido traz neuroses: é melhor ser estável e convicto sobre valores sólidos.

    Geralmente, só um estóico e paciente cavalheiro tolera o desafio de aguentar uma feminista (ou a alegria de casar-se com sua dama). A felicidade será completa se você for uma dama. Dê-lhe os parabéns e seja legal com ele (=uma dama): ele merece ser bem tratado! Se já é uma dama, por que defender o feminismo? (Pergunta retórica: só para pensar.) Damas só têm a perder com o feminismo pois tal ideologia é incompatível com atitudes civilizadas (=amor conjugal cristão entre dama e cavalheiro).

    Parabéns pela conquista! Por que não se casam, então? Falta confiança na instituição do patriarcado (=matrimônio)? Ou fica melhor assim? (Outra pergunta retórica - pense, não me responda.)

    Ah, graças a Deus as mulheres não pensam como eu (e vice-versa). Não creio no dogma da igualdade: respeito, admiro, aprecio e desejo essa diferença.

    Finis est!

    ResponderEliminar
  20. Ci Menoni, minha curiosidade aumenta... Alguns outros homens podem confirmar sua versão de ser esse "mulherão" que você diz ser, Ci? Já perguntou ao seu marido ou namorado(em nenhum momento me respondeu se conseguiu conquistar e manter um...) se ele é tão feliz assim lidando com uma feminista? Por que os outros se foram? Eles gostavam de ser tiranizados ou tinham alguma consciência de sua própria dignidade (e não ficaram).

    Eu não te mandei um "curriculum", apenas te respondi porque alguns outros homens não poderiam confirmar minha versão.
    Não disse que tu é contraditório, estava me referindo a uma resposta dada pelo Lucas.
    Obrigada por me explicar o que é falácia, juro que não sabia, como tantas outras explicações.
    Concordo que beleza não sustenta um relacionamento, eu nunca disse ao contrário.
    Não entendi a parte do botox, até porque não uso, mas quando precisar uso sem problema.

    Parabéns ao Lucas, que respondeu aos questionamentos da feminista Ci Menoni com a maestria habitual. Excelente esgrima intelectual, meu caro!
    Ainda bem que não esta me rotulando de feminista né!

    ...se ele é tão feliz assim lidando com uma feminista? Por que os outros se foram? Eles gostavam de ser tiranizados ou tinham alguma consciência de sua própria dignidade (e não ficaram). Ah, truques com botox não valem: sem isso, você seria o quê?
    Ainda me chama de tirana.
    Precisa saber exatamente a definição de um cavalheiro, pois o simples ato de rotular alguém que não conhece, não é educado, muito menos gentil.

    seja feliz, meu caro!
    Arrivederci



    E rotular alguém de

    Trabalhar fora não isenta a mulher de trabalhar dentro de casa. O marido não pode esquivar-se de fazer algum reparo na casa ou algum serviço mais pesado e mais adequado à sua constituição física. Que direitos e deveres iguais são esses?
    Aqui tu deixa bem claro qual o tipo de "afazeres" domésticos um homem pode fazer, isso não inclui cozinhar e lavar a louça.

    Que bom que ele cumpre a parte dele nos afazeres domésticos e na cortesia. Isso não impressiona quem está acostumado a fazê-lo também (eu).

    Agora diz que como meu meu namorido, também faz sua parte nos afazeres domésticos.
    Te decide, pois se para você lavar a louça não é trabalho de homem, é machista.
    Agora se lavar uma louça, não vai cair sua mão, não é.

    ResponderEliminar
  21. Ci:

    Li o botox muito rápido e não vi o "não". Mea culpa!

    Faço todos os serviços domésticos, portanto, não sou machista (segundo seu entender). Homens que não vivem com seus pais precisam sabê-lo. O rótulo de machista não me cabe: isso é argumentação marxista de atacar o argumentador e deixar o argumento inatacado (evidência de feminismo - toda feminista gosta de atacar homens que discordam dela com o nome de "machista"). Dei exemplos de serviços domésticos (sem excluir lavar, passar, cozinhar, limpar, etc). Lembre-se que quem pode fazer o mais pesado (se souber fazer)pode fazer o mais leve. O oposto nem sempre é verdadeiro.

    Não rotulo você de feminista: isso é auto-evidente e não precisa de rótulo (fatos notórios e evidentes independem de prova - tudo que você escreveu está permeado de feminismo em maior ou menor grau, eis a evidência notória). Não espere eufemismos (linguagem politicamente correta marxista) e volteios de um homem. Dizer a verdade diretamente, ainda que doa, faz parte do código de honra dum cavalheiro. Não usei xingamentos. Não chamo feministas de "mulheres de personalidade forte", "ousadas", etc. Feministas são feministas (e tiranas).

    Quanto às perguntas (uma sequência de perguntas - errei na pontuação de uma delas - mea culpa!), são perguntas retóricas e irônicas: apenas pense...e responda a si mesma. Questione suas crenças e corrija-as se forem irrealistas. Caso contrário, continue na mesma. Não estou aqui para investigar sua vida. Não precisa expor-se. Lembre-se que o feminismo é tirânico (faz parte do pacote em maior ou menor grau como filho da tirania marxista que o feminismo é). Pense...pense...a conclusão é sua!

    ResponderEliminar
  22. Namorido...mais uma invenção marxista-feminista para algo híbrido entre namorado e marido: a descontrução do casamento.

    ResponderEliminar
  23. Gostei do blog, interessante e bom para reflexao.
    Assustei-me com a profundidade da discussão uma vez que nao considerei os radicalismos citados acima no depoimento de algumas mulheres.
    Algumas coisas, sendo verdade ou nao, tenho certeza que serviu para algumas mulheres que leram. Eu por exemplo sou uma delas. Nao que minha vida tenha cido ou esteja caminhando para este fim, mas a parte do "eu" do egoismo de nao perceber que nós mesmo "homens" ou "mulheres" somos responsaveis pelo que somos, pensamos, dizemos ou fazemos, ou seja, somos os Autores do nosso destino, colhemos o que plantamos.
    Ninguem é obrigado a suportar nossas enjoos, assim como tbm nao somos obrigados a suportar o dos outros.
    Esta mulher nao conheceu o que é AMAR de verdade, ate perceber que sempre buscou a satisfação fisica e material, deixando de lado o espiritual.
    Nao gosto de defender, nem de julgar ninguem, pois nao gosto das pessoas julgando meus atos. Mas este testo ajuda a perceber que os nossos Atos refletem nas pessoas e consequentemente sofremos as criticas ou afastamentos daqueles que poderiamos ter amado e nos doado, sem esquecer e principalmente lembrar, que a felicidade nao esta fora e nem no que os outros podem proporcionar para nos. A FELICIDADE ENCONTRA-SE DENTRO DE NOS MESMO.
    O Ser Humano por si é imperfeito, em busca de sua evoluçao espiritual entao acredito que nao devemos cobrar tanto das pessoas, ao ponto de nos tornamor insuportaveis.
    Nunca mais esqueci de uma historia que ouvi: "Uma vez perguntaram a esposa, perto de seu marido, se ele a fazia feliz; Ela respondeu: Nao. Ele assustado ficou a olhar para ela, que sua vez respondeu: Ele nao me faz feliz, eu ME SINTO FELIZ QUANDO ESTOU COM ELE".
    Nao estou defendendo os homens, so estou defendendo que precisamos aprender a amar, o que somos, o que temos, as pessoas, e como vivemos. Se nao somos, ha algo errado e com certeza esta na forma que dirigimos nossa propria vida.
    (por favor, desconsidere os erros de portugues...rs)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Theresa,
      Sê muito bem vinda ao blogue e fica à vontade para comentar o que achares pertinente (sempre de olho colocado nos 10 Mandamentos do Comentador Responsável).

      Fica bem.

      Eliminar
  24. Sabe, acho importante a mulher saber se virar, conheço uma senhora cuja marido ficou inválido após um acidente de trânsito e mesmo assim ela conseguir criar dois filhos pequenos além do marido inválido como comerciante e costureira.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Paulo, isso é que é mulher de verdade. Uma feminista simplesmente teria atirado o inválido na rua, deixado os filhos com uma "mãe terceirizada" (escolinhas marxistas, babás ignorantes e bárbaras, etc.) e teria "cuidado da própria vida" (trabalho e gastanças compulsivas).

      Ou você achou que uma mulher tradicional é uma dondoca sem iniciativa que engana o tédio lendo romancinhos açucarados deitada num sofá?

      Eliminar
  25. O texto é bem interessante, mas acredito que o que ocorreu na vida desta mulher vai muito mais além do que o próprio feminismo, até pq, a narradora nem se auto intitulou como tal. Qualquer pessoa egoísta, sem amor e mau humorada está propensa a passar por estas coisas na vida, sendo machistas, feministas ou até mesmo as que não o são. Agora, em relação ao comentário, tenho que discordar:

    "Namorido...mais uma invenção marxista-feminista para algo híbrido entre namorado e marido: a descontrução do casamento"

    Se o homem e a mulher não querem casar no papel, isto não os tornam feministas e nem os tornam pessoas más. O casamento é algo criado pela humanidade para burocratizar algo que deveria existir para unir o amor entre duas pessoas. Para mim, é totalmente válido pessoas que querem se casar na mesma proporção que é também válido pessoas que só querem morar juntos. Em algum lugar do passado, casamento não existia (papel ou igreja), as pessoas se uniam pelo simples fato de amarem umas às outras.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Você é um(a)relativista, um(a) liberal que abre as portas para o...marxismo!

      Gente feminista dá corda para o egocentrismo: mau humor, egoismo, etc. Isso sempre foi reprimido por civilizações verdadeiras porque é destrutivo para os relacionamentos.

      Ela não precisa dizer que é feminista: ela o prova com seus atos. Contra os fatos, não há argumentos.

      Casamento é um ato sagrado a não ser confundido com burocracias civis, isto é, é um ato religioso a ser ministrado religiosamente. Uniões informais, frágeis, partem fácil para a poligamia de fato do "junta-separa".

      O feminismo prega o amor livre e a informalidade marital e sexual. Isso é feminismo, sim.

      Quem não quiser se casar, que viva celibatário! Ser solteiro é bom também.

      Deus instituiu o casamento na criação do mundo e Cristo confirmou sua sacralidade.

      Mas o relativismo é assim mesmo: gosta de se recusar a aceitar os valores religiosos e civilizacionais para nos nivelar a animais...

      Eliminar
  26. cara,essa foi a história mais podre,nojenta e medíocre sobre uma mulher moderna que eu ja ouvi falar na minha vida,que nojo desta mulher!!!

    mas tá ai,bem feito pra ela, tá pagando pelos crimes que cometeu,nada mais justo,e o mais lamentavel, esse é o destino de muitas moças jovens por ai...

    ResponderEliminar
  27. Acho épicas as respostas que vocês dão as feministas.
    Só fico lendo as respostas.
    http://lh6.ggpht.com/-YTqxhIahOgg/TfzsmezA7BI/AAAAAAAABJk/Q3iOaedlPxw/s740/tumblr2.gif
    (lol tive que por o gif, mas é que as respostas são realmente boas)


    Quanto a mulher do post, Tem um monte como ela mas pelo menos ela está entre as poucas que admite (ou reflete sobre a verdade).

    ResponderEliminar
  28. Ela culpava os outros,e depois o feminismo?...nada haver!...uma visão totalmente equivocada do feminismo verdadeiro,q é uma luta por direitos e deveres iguais!...
    Abnara.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Na sua cabecinha, Abnara, o feminismo é assim. Só espero que você não tenha que que descer até o inferno por orgulho para só então perceber a verdade...

      Eliminar
  29. Um Belo depoimento, acho que todas as mulheres deveriam ler isso, essa é a verdadeira face do feminismo que hoje é tão pregado nas faculdades e na mídia, é bom que as mulheres entendam o que há por trás dessa ideologia enganosa chamada feminismo.

    ResponderEliminar
  30. Belo testemunho, acho que todas as mulheres deveriam ler isso, essa é a verdadeira face do feminismo, esse mesmo feminismo que é pregado nas Universidades e pela mídia, é bom as mulheres e também os homens, saberem o que há por trás dessa ideologia enganosa chamada feminismo.

    ResponderEliminar
  31. Aproveito para perguntar ao dono ou moderador se posso pegar essa matéria pra colocar no meu blog?
    desde já agradeço

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Concerteza. Só peço que mantenha o link para o original e para a tradução presente neste blogue.

      Eliminar
    2. Oi, Lucas, tudo bem?Queria perguntar por que trata bem feministas atrevidas como a Ci menoni.Elas nao merecem.Diferencas aparte, saudo voce respeitosamente.

      Eliminar
  32. Ta aqui o link da postagem com a respectiva fonte.

    http://verdadesimplesenatural.blogspot.com.br/2012/12/mulher-conta-como-o-feminismo-destruiu.html

    Mais uma vez agradeço, Deus abençoe.

    ResponderEliminar
  33. Sou homem tenho 28 anos e hoje tenho a visão do lixo feminista na mente das mulheres, tanto é que não tenho pretensão de casar por na minha visão não existe mais mulher para isso, mas esse relato chega a ser chocante, pois demonstra a visão deturpada que a maioria 99% das mulheres de hoje tem sobre a vida, família, sexo, traição e tudo mais...sério esse relato me chocou e me fez ver que realmente não existe mulher exceção, que se eu chegar a me casar meu casamento já esta fardado ao fracasso, que minha mulher vai ser sempre ser uma frustrada e nunca vai estar contente com nada... isso é a realidade de hoje por causa do feminismo lixo que mídia, as revistas, as musicas pregam... pena que nasci na época errada pois dou muito valor a família e a os filhos, mas as mulheres de hoje não dão...é lamentável ver um relato desses...

    ResponderEliminar
  34. MGTOW = men going their own way = homens seguindo seu próprio caminho. Procurem na internet. Esse é o caminho para reagir contra as pilantragens feministas: retirada do campo de batalha ou morte! Nada de relacionamentos com elas! Vamos cuidar de nós mesmos, que ficamos contentes com pouco, e deixemo-las com suas exigências infantis.

    ResponderEliminar
  35. Claramente essa era uma mulher que não estava preparada e o feminismo é totalmente inválido neste caso. Já vi muito por aí essa confusão entre o movimento feminista e o feminismo. Da mesma forma que vejo equívocos em relação ao machismo e ser machista.

    Em essência, tanto o feminismo como o machismo se remetem a características de machos e fêmeas. Somente em segundo lugar vem a ideia de 'preconceito' ou algo do tipo. É aqui onde os movimentos feministas fazem sentido, já que o 'movimento' não era um movimento antes de ser aceitado como 'movimento feminista', de fato, o feminismo assim como o machismo, sempre existiram, mas devido a como a sociedade aceitava o homem como patriarca ou líder, a mulher não tinha voz, o que gerou um grande problema, principalmente em relação aos direitos. Neste movimento feminista continha todo o tipo de mulheres e não possuía diversas categorias como tem hoje, como 'mulheres contra o feminismo', 'feminismo radical' mais conhecido por causa da mídia e sua forma de chamar a atenção. O texto acima não se refere por exemplo ao feminismo conservador ou tradicional, já que esses 'movimentos' não simpatizam com o movimento feminista radical.

    Da mesma forma o machismo tem suas característica, uma das formas de machismo radical é o apoio ao feminismo radical e sua luta, são conhecidos como 'homens feministas'. Em resumo dizer 'mulher moderna' ou 'feminismo' deve ser especifico e não abranger como um todo.

    ResponderEliminar
  36. Sam Walser:
    Oi, Lucas, tudo bem?Queria perguntar por que trata bem feministas atrevidas como a Ci menoni.Elas nao merecem.Diferencas aparte, saudo voce respeitosamente

    O que é que entendes por "tratar bem"?

    ResponderEliminar
  37. Oi, Lucas.Queria dizer pra voce que concordo com o que escreveu Paulo Nunes, ai em cima.Todas as mulheres de hoje, sem excecao, sao iguais a esa ai., infantis e frustradas.Por isso que nao casei ate hoje nem vou casar.O feminismo tomou conta das mulheres de hoje, ate as que dizem que "nao sao feministas".E so conversar com uma delas que voce percebe , sao o retrato dessa ai.Lucas, eu nao sou crente por isso quería perguntar uma coisa a voce:se Deus e tao sabio, por que nos deu essa droga de companheiras?Nao podía criar coisa melhor?.Por favor Lucas me responda.Ja fiz essa pregunta a varios crentes, inclusive padres ou pastores, mas ninguem conseguiu responder.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Sam,

      Oi, Lucas.Queria dizer pra voce que concordo com o que escreveu Paulo Nunes, ai em cima.Todas as mulheres de hoje, sem excecao, sao iguais a esa ai., infantis e frustradas.

      Não concordo. Há muitas mulheres honradas ainda em existência. São poucas, mas há.

      eu nao sou crente por isso quería perguntar uma coisa a voce:se Deus e tao sabio, por que nos deu essa droga de companheiras?

      Eu acho que tu estás totalmente enganado em relação à natureza humana (e a Natureza de Deus). Se por acaso tu só encontraste mulheres sem honra, isso não te dá o direito de extrapolares para todas as mulheres que existem no mundo.
      Segundo: Deus não nos deu "droga de companheiras"; biologicamente falando, Deus criou a união homem + mulher como forma de propagar a espécie. Se não encontraste a mulher certa, mas queres casar, continua a tua busca e ora a Deus.

      Tu dizes que não és Cristão, o que me leva a inferir que não andas nos círculos Cristãos. Talvez seja por isso que nunca encontraste mulher honrada.

      Nota: eu não estou a dizer que TODAS as mulheres Cristãos são honradas, mas sim que há mais probabilidades de encontrar uma nesse meio do que fora dele.

      Eliminar
  38. Me diga entao, Lucas , por que as "mulheres honradas", nao fazem nada contra o feminismo, hein, Lucas, sua bichona! Lucas, bichona!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Sam, o teu comentário não faz sentido.

      por que as "mulheres honradas", nao fazem nada contra o feminismo


      Há muitas mulheres no mundo que batalham contra o feminismo da melhor maneira que elas sabem. Ou tu não conheces nenhuma?

      Eliminar
  39. Nao, nenhuma, Lucas, e me de uma razao para nao desprezar alguem que quer trocar voce pelo Estado.

    ResponderEliminar
  40. De uns tempos pra cá, blogs bons como este têm sido atacados por homens, não sei se fakes ou sérios, atacando as mulheres com ideias masculinistas como as desse Sam Walker. Antes, achava o masculinismo válido, mas achei textos que mostram que não é nada mais que um novo feminismo voltado para o outro lado, mas com objetivos mais explícitos: separar de uma vez a mulher e o homem, e vi isso escrito com estas palavras nos textos deste site: http://gynotheory.blogspot.com.br/

    Não se enganem, o ideal masculinista não é melhor que o feminista. Devemos conter estes homens desiludidos para que não tenham ódio por todas as mulheres por causa das feministas, da mesma forma que devemos lutar contra a generalização dos homens.

    Acho que viram, pelos comentários grosseiros e odientos do Sam e do Paulo Nunes, que é uma ideologia política perigosa.

    Com a proliferação dos blogs anti-feministas e da informação, os homens têm estado de tal modo aturdidos com a realidade de coisas que agora estão pensando em responder com a mesma moeda e em desistir do sexo oposto, como verdadeiros feministos.

    Se deixarmos que esse tal "masculinismo" se propague, logo logo teremos uma guerra travada entre todos os homens e todas as mulheres, tudo isso iniciado pelas feministas e completado pelos masculinistas.

    Homens e mulheres se cuidam, se protegem e se amam numa sociedade organizada e funcional como a nossa era de modo geral em tempos antigos, quando ainda regida pelos princípios católicos. Devemos impedir a segregação de gênero no sentido ESTRITO em que essas pessoas usam. A segregação total e literal de duas partes do mesmo ser, de duas faces da mesma moeda, de homens e mulheres.

    Apenas imagino as crianças, o que não sofrerão com essa guerra.

    Portanto, peço ao dono do blogue que faça algum texto explicando também o masculinismo que me parece também uma novíssima parte do marxismo cultural. Blogues bons como estes, blogues sérios de informação, precisam sempre mostrar o outro lado. E a forma de contermos este movimento, ainda tão fraco, é começar a combatê-lo desde já através das informações e dos fatos.

    Essa é a especialidade deste blog.

    Então peço, por favor, que esclareçam às pessoas sobre essa questão, para que elas possam debater e responder, não apenas ignorar, comentários masculinistas como os acima.

    ResponderEliminar

Os 10 mandamentos do comentador responsável:
1. Não serás excessivamente longo.
2. Não dirás falso testemunho.
3. Não comentarás sem deixar o teu nome.
4. Não blasfemarás porque certamente o editor do blogue não terá por inocente quem blasfemar contra o seu Deus.
5. Não te desviarás do assunto.
6. Não responderás só com links.
7. Não usarás de linguagem PROFANA e GROSSEIRA.
8. Não serás demasiado curioso.
9. Não alegarás o que não podes evidenciar.
10. Não escreverás só em maiúsculas.
-------------
OBS: A moderação dos comentários está activada, portanto se o teu comentário não aparecer logo, é porque ainda não foi aprovado.

ATENÇÃO: Não será aceite comentário algum que não se faça acompanhar com o nome do comentador. ("Unknown" não é nome pessoal).

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT