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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Homem não consegue pagar pensão alimentícia a filho que não é seu. Adivinhem onde é que ele se encontra agora?

Há mais de um ano que Frank Hatley agoniza numa prisão de South Georgia. O motivo? Ele foi incapaz de reembolsar o Estado pela assistência pública que o "seu" filho recebeu durante as duas últimas décadas. O problema é que ele não é o pai biológico do jovem, facto que a assistente especial do procurador-geral (bem como a Juíza) sabiam disso. Mas isso não impediu que ele fosse lançado na prisão.

Johnny Daughtrey (Cook County Sheriff) disse: 

Sinto-me mal por ele. Coloquem-se no seu lugar: se não fosse vosso filho, vocês haveriam de querer pagar pensão alimenticia?

Daughtrey afirmou que espera que a audiência da próxima Quarta Feira resolva a situação.

Hatley tem sido mantido na prisão do estado (em Adel) desde Junho de 2008, custando ao município entre $35 a $40 por dia. Mesmo depois de saber que ele não era o pai, Hatley pagou milhares de dólares que o estado disse que ele devia. Depois de perder o emprego e passar a ser um sem-abrigo, continuou a fazer os  pagamentos ordenados através do dinheiro que recebia do subsídio de desemprego.

A advogada de Hatley, Sarah Geraghty (Southern Center for Human Rights de Atlanta) afirmou que dois testes de paternidade independentes - um feito há 9 anos e outro feito há alguns dias - confirmaram que ele não era o pai biológico. Geragthy afirmou:

Este é um caso onde o zelo excessivo pela recuperação de dinheiro supera o senso comum. Que razão legítima poderá existir para o Estado perseguir o sr Hatley em busca de pensão alimentícia quando ele não tem filhos?

Segundo o advogado familiar Randall Kessler, que não está associado ao caso, para Hatley pode ser difícil livrar-se da ordem judicial. “Certamente que é injusto,” disse Kessler. “Mas ao mesmo tempo, ele está a lidar com uma ordem judicial válida.”

Russ Willard, porta-voz do Procurador Geral do Estado, disse que se Hatley conseguir mostrar durante a sua audiência que ele é um indigente, o Estado não se oporá à sua libertação. Willard disse ainda que Hatley poderia ter feito uma aplicação para o "Child Support Services" do Estado, requisitando que ele fosse aliviado das suas obrigações, mas ele não fez tal pedido.

Segundo os documentos judiciais, nunca foi dito a Hatley que ele poderia ter um advogado designado pelo Estado se ele não tivesse dinheiro para pagar um. Geraghty disse que só recentemente tomou conta do caso de Hatley depois do Xerife lhe ter pedido que falasse com Hatley acerca da sua situação. Geraghty afirmou que Hatley já havia pago um total de $9,524.05 em pensão desde Abril de 1995, mas os registos anteriores a esta altura não se encontram disponíveis.

A Mentirosa

Segundo os registos legais, durante os anos 80 Hatley teve um relacionamento com Essie Lee Morrison, que engravidou e afirmou a Hatley que ele era o pai. O casal nunca chegou a contrair matrimónio, e mais tarde ambos se separaram pouco depois de Travon ter nascido no ano de 1987.

No ano de 1989, Morrison requisitou assistência pública através do "Department of Human Resources" estadual. Depois disto, o Estado moveu-se para exigir a Hatley que reembolsa-se o custo dos subsídios conferidos a Travon, coisa que Hatley concordou, assumindo que o filho era realmente seu.

Mas no ano 2000, e segundo os registos legais, amostras de ADN de Hatley e Travon demonstraram que eles não tinham qualquer laço de parentesco. Com a ajuda do advogado da "Georgia Legal Services", Hatley foi a tribunal e foi aliviado da responsabildiade de pagar pensão alimentícia futura. No entanto, ele tinha ainda que lidar com o facto de ter sido um "pai caloteiro" [inglês: " deadbeat dad"] quando se pensava que ele era realmente o pai. 

O advogado de Homerville Charles Reddick, trabalhando como assistente especial do Procurador-Geral, preparou uma ordem exigindo a Hatley que pagasse os   $16,398 que ele ainda deve em em pensão.

A ordem de 21 de Agosto de 2001, assinada pela "Cook County Superior Court Judge" Dane Perkins, reconheceu que Hatley não era o pai de Travon, mas isso não impediu que ele pagassse quase $6,000. Mas durante o ano passado, Hatley perdeu o emprego, e passou a ser um sem abrigo (vivendo no seu carro). Mesmo assim, ele fez alguns pagamentos usando o dinheiro proveniente do subsídio de desemprego.

Mas por volta de Maio de 2008, aparentemente ele não havia pago o suficiente. Numa outra ordem judicial assinada por Reddick e aprovada pela Juíza Dana Perkins, foi apurado que Hatley se encontrava em falta, e, como consequência, foi colocado na prisão. Quando ele for liberto da prisão, elevai ter que continuar a pagar cerca de $250 por mês até a dívida estar saldada. 

Fonte

* * * * * * *
Fraude na paternidade é um dos actos mais nojentos e cobardes que pode ser feito contra um homem e contra a criança. Passar 20 anos a subsidiar o estilo de vida duma criança inocente, gerada com outro homem, é algo horrível, desmoralizador e verdadeiramente perturbador. O pior é que hoje em dia muitos homens encontram-se precisamente nessa posição - isto é, a suportar crianças que eles pensam serem suas quando não são.
Igualmente trágico é a crença de que a fraude na paternidade nunca ocorre:



O único motivo que leva a que esta questão (fraude na paternidade) não seja um tópico com mais visibilidade devido à óbvia gravidade da situação (imaginem uma criança saber que o homem que sempre viveu com ela não é o pai biológico) é o actual domínio cultural que o feminismo possui. Nesta nova atmosfera cultural onde nos encontramos imersos, o comportamento feminino menos louvável - qualquer que ele seja - nunca pode ser de responsabilidade sua. O Estado e o homem é que se vêem na obrigação de assumir as consequências do comportamento feminino.

Se uma mulher é suficientemente adulta para se entregar sexualmente a um homem que não é o seu esposo, ela tem que ser suficientemente adulta para arcar com as consequências dos seus actos. Atribuir a paternidade a um homem inocente  é cobardia e traição - e uma traição que não só afecta o homem, mas principalmente a criança.



segunda-feira, 16 de julho de 2012

Mulher e sociedade

As grandes mentiras
da nossa sociedade:

Discriminação sexual das mulheres
Violência conjugal contra as mulheres
Direito exclusivo das mulheres sobre a vida dos filhos
...

No dia 13 de Outubro de 2001, num programa noticioso de uma estação de televisão portuguesa sobre um marido que assassinou a sua esposa, a jornalista falava em "um assassinato que começou por uma discussão por um prato de arroz!" A nossa sociedade ocidental está tão embebida neste espírito feminista, ou feminazista, que das pessoas que comigo falaram, ninguém notou a tendenciosidade desta notícia, ficando todos muito indignados por um assassinato "por um prato de arroz".

É claro que um assassinato é sempre um crime condenável (e punível!), mas não importará ao julgar este marido, saber até que ponto teria chegado a provocação ou agressividade da mulher na discussão que, segundo a jornalista, "começou com um prato de arroz"? E se tivesse sido a mulher que assassinasse o marido devido a uma discussão iniciada por um prato de arroz? Certamente a maioria dos espectadores teria pensado que esta teria agido em legítima defesa ou devido à pressão de provocações.

Também num programa noticioso da televisão portuguesa, foi referido que um homem agrediu mortalmente à facada a sua ex-esposa de quem tinha um filho. Nunca os jornalistas se preocuparam em esclarecer que razões teriam levado o homem, tido pelos seus conhecidos por pessoa calma e de bem, a cometer tal acto tresloucado.

Da minha experiência de vida e estudos efectuados, este homem teria sido sujeito a fortes humilhações ou provocações, para cometer este crime. Não seria dever dos jornalistas esclarecer este facto? Não constituiria esta averiguação uma forma de responsabilizar o lado feminino, evitando deste modo no futuro, este tipo de crimes horrendos?

Em Lisboa, dois jovens enfermeiros casam após a conclusão dos respectivos cursos. O pai do jovem trabalhador de classe média, num arrojo de amor paternal pelo seu filho disponibilizou as poupanças do sacrifício da sua vida, e ofereceu ao seu filho um apartamento em Telheiras (zona cara da cidade de Lisboa).

Pouco depois do casal ter dois filhos, a esposa inicia uma relação adúltera e um dia, quando o marido saiu de casa para o serviço, trocou a fechadura da casa! Ao marido, sem família, sem os seus filhos e sem os seus haveres restou alojar-se num quarto de pensão. No divórcio o tribunal decretou, à revelia deste homem, que a senhora ficaria com a tutela dos filhos e, por consequência, com a casa para os criar.

A este homem, cujo pai tinha oferecido uma casa numa zona central e luxuosa de Lisboa, após a humilhação, espoliação e perda de contacto com os filhos, restou ir viver solitariamente para um bairro da periferia da cidade ficando com os encargos da casa, da mobília e pensão de alimentos que o tribunal decretou para os seus filhos!

Outro exemplo, este de um extracto mais baixo da sociedade. Um homem vivia nos arredores de Sacavém e trabalhava numa empresa metalúrgica em Alverca (ambas localidades da periferia de Lisboa). Vivia só numa casa modesta e acolhedora, que era de sua propriedade. Conhece uma senhora solteira e com um filho e inicia uma vida com ambos em união de facto.

Quando um dia, após uma confraternização de amigos, este homem chega a casa embriagado, a senhora aproveitando-se dos seu estado de embriaguez extraiu-lhe a chave de casa e lança-o na rua. Literalmente na rua!

Este homem, sem outra possibilidade, passou a abrigar-se sob um viaduto do auto-estrada do Norte. O tribunal decidiu que, tendo a senhora um filho menor, ficaria ela a desfrutar da casa. Ao homem restou o abrigo sob o viaduto, a consequente perda de condições físicas e de higiene para poder permanecer no seu emprego, o despedimento e a morte pelo frio no Inverno seguinte sob o mesmo viaduto.

Num jornal nacional de 14 de Julho de 2001 aparece numa notícia com título Pena Suspensa para Infanticida em Setúbal, em que a mulher "... soltou do útero o filho de nove meses, rompeu o cordão umbilical e, poucos minutos depois, asfixiou-o."

Pensaria-se, talvez, que esta mulher foi condenada a alguns anos de prisão, "... mas o tribunal decidiu pronunciá-la por infanticídio conforme a doutrina jurídica aplicada nestes casos, com uma moldura penal mais leve de um a cinco anos de prisão, porque o acto foi praticado sob o efeito perturbador do parto ..." e "por fim o tribunal decidiu suspender a pena".

Fica a pergunta, se tivesse sido o pai a cometer o infanticídio qual teria sido a condenação e as atenuantes possíveis? Perante esta amostra dos milhares de casos equivalentes que ocorrem na nossa sociedade, pergunta-se onde está a igualdade dos sexos?

As associações feministas (quantas viver às expensas do erário público), alegadamente para defender a igualdade entre homens e mulheres, proliferam em Portugal e fazem valer a sua propaganda junto de políticos, tribunais, instituições policiais e meios de comunicação social.

Isto numa sociedade:

  • onde 90% da violência global é exercida contra homens.
  • onde as mulheres dominam completamente as resoluções dos tribunais quando há conflitos com homens, obtendo dos tribunais resoluções favoráveis em caso de falsas acusações de violência ou de violação (que segundo mostram todos os estudos constituem a maioria).
  • que criou condições para que o divórcio passasse de uma solução pontual para resolver situações de incompatibilidade, a um banal negócio feminino com a humilhação e depauperamento de homens e destruição de vida familiar de crianças.
  • onde (indicam todos os estudos sociológicos), é mais a mulher (e não o homem como alguns grupos propagandeiam) que é autora e perpetradora de violência familiar e mesmo conjugal.
  • onde as mulheres ocupam uma percentagem reduzidíssima dos prisioneiros e onde há uma tendência crescente para descriminalizar os crimes predominantemente femininos, como o aborto e o infanticídio. É ignorada ou tolerada a violência feminina, ou desculpabilizada com argumentos hormonais ou psiquiátricos.
  • em que para os mesmos crimes, nos casos em que há punição, os homens têm punição duas a três vezes mais longa.
  • onde a violação sexual, correspondente a menos de 1% dos crimes da nossa sociedade, é o único crime de género mais cometido por homens, mas a provocação e o assédio sexual são atitudes predominantemente femininas. Mesmo assim na pedofilia as mulheres marcam posição de relevo, sendo responsáveis por cerca de 12% de todos os abusos sexuais com crianças.
  • onde todas as profissões que envolvam risco de vida ou de invalidez são deixadas para os homens, concretamente a prestação de serviço militar em teatro de guerra (não na secretaria ou na enfermaria), construção civil, actividade mineira, pesca, etc.
  • onde os homens trabalham em média mais 3,5 horas semanais que as mulheres (somando a profissão e o trabalho doméstico)
  • onde mais de 90% dos acidentes mortais vitimam homens.
  • onde só os homens são obrigados à prestação de serviço ao estado, concretamente o serviço militar obrigatório.
  • onde menos homens que mulheres frequentam a universidade.
  • mais homens que mulheres cometem suicídio.
  • os homens vivem menos tempo que as mulheres.
  • o sistema de protecção social gasta mais com as mulheres que com os homens.
  • muitos mais homens que mulheres vivem sem abrigo nas ruas das grandes cidades.

...........

As associações feministas têm tido o papel de protecção indiscriminada das mulheres quaisquer que sejam os seus actos, conferindo-lhes deste modo um atestado de inferioridade intelectual, e promovendo a violência, a guerra entre os sexos, a destruição familiar e o sofrimento de crianças.

Só em Portugal temos 20 000 divórcios por ano. 80% destes são pedidos pelas mulheres, a quem os tribunais atribuem a casa, o recheio, e uma pensão de alimentos. Uma pensão de alimentos a ser paga pelo abandonado e humilhado homem. Este é obrigado a esta carga financeira ao mesmo tempo que é espoliado de todos os seus bens e do contacto dos seus filhos. As crianças vêm assim partir o pai, o seu herói de quantos serões a fazer "cavalinho" no seu colo. 30% das nossas crianças crescem assim.

É preciso dar às mulheres igualdade de dignidade e responsabilidade no matrimónio e na sociedade.

Aborto.

O aborto é uma questão muito polémica, muito complexa, e que suscita fracturas muito sérias na sociedade. Mas esta complexidade é psicológica, não é uma complexidade real. Polémica como foi a escravatura. Na questão da escravatura muitos argumentos se alinharam de ambas as partes, aqui e ali os confrontos entre dois partidos causaram mortes e guerra, e nem por isso a questão era realmente complexa. A abolição da escravatura foi possível porque muitas pessoas sucumbiram a uma complexidade artificial que levantou uma cortina de fumo por trás da qual os esclavagistas manobravam eficazmente. No caso do aborto passa-se exactamente o mesmo.

A questão do aborto é uma questão essencialmente técnica e nesses termos terá de ser vista. O processo de diversão e confusionismo, já de tal forma ganhou terreno que aquilo que deveria ser conhecido de todos é afinal ignorado pela maior parte.

Por muito que feministas, magistrados, políticos e outros demagogos discutam convenientemente outros momentos para o inicio da vida do ser humano sem nunca chegarem a uma conclusão, biologicamente esta começa no momento da fecundação (momento em que o espermatozóide se une ao óvulo) e poucas horas depois, ainda antes de chegar ao útero, já este ser humano comunica com a mãe.

Não está correcto tirar a vida a este ser humano que desde a concepção pede para viver, e que é uma potencial criança para nos dar alegrias, e um potencial adulto para nos dar a mão na nossa velhice.

É sabido há muito que o aborto é um perfeito desastre para a saúde mental e física da mulher. As mulheres que abortam (legal ou ilegalmente), principalmente a primeira gravidez, têm o dobro das probabilidades de desenvolver cancro da mama. Complicações a longo prazo incluem infertilidade, aumento do risco de gravidez ectópica, aborto espontâneo e parto prematuro.

A nível psicológico, ao longo da vida, estas mulheres sofrem alucinações relacionadas com o aborto, sonhos em que são visitadas pelo bebé morto, tendência ao abuso de drogas, tendências suicidas, inibição sexual e depressões.

Os estudos mostram que pelo menos 70% das mulheres que abortam acreditam que o aborto é imoral. Na maioria dos casos, as mulheres que abortam violam as suas consciências devido a pressões de outras pessoas ou às suas próprias circunstâncias.

Mais de 80% das mulheres com problemas pós-abortivos referem que teriam levado a gravidez até ao fim se tivessem condições e mais apoio das pessoas com quem convivem.

É sádico que milhares de mulheres façam anualmente abortos contra a sua vontade para agradar a alguém ou devido a pressões dos seus companheiros sexuais, pais, assistentes sociais ou conselheiros, exercidas precisamente durante a gravidez, isto é, um período de maior vulnerabilidade. Será a isto que certas organizações apelidam de "direito de optar"?

Antes do aborto os pais deveriam ver figuras que representassem o feto no respectivo estado de desenvolvimento e deveriam ser informados dos efeitos colaterais dos abortos. Sem isto, ninguém está capacitado para fazer uma opção consciente.

A oposição à mentalidade dominante trás a censura dos "bem-pensantes" mas o coração dos grandes homens e mulheres acabará por reconhecer a beleza da verdade e a necessidade de justiça.

Fonte


Currículo do formador

Jacinto Rolha Castanho é professor efectivo do ensino básico e secundário, membro de algumas instituições anti-feministas e de protecção à família e estudante do fenómeno do feminismo na sociedade ocidental e das suas consequências sociais. É monitor de educação sexual no âmbito do programa americano Teen Star (Sexuality Teaching in the context of Adult Resposability) certificado pela Pontificia Universidad Catolica de Chile e pelo Movimento de defesa da Vida e formador certificado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional.

Contactos:

jacinto.castanho@clix.pt

fax: ++351. 243619616

domingo, 1 de julho de 2012

Como responder a uma feminista


O site ManWomanMyth disponibiliza uma lista útil de respostas que podem ser dadas aos "argumentos" e alegações das feministas.

Penso que um dos itens da agenda do movimento dos homens é a resposta rápida, sucinta, apropriada, fácil de decorar e de fácil uso contra o oceano de falsas informações que a agenda feminista [vagenda] propaga.

O que é importante lembrar é evitar entrar em detalhes pormenorizados ou citar demasiadas fontes por cada frase que é feita. Na minha opinião, isso deve ser evitado porque quando se fala com um ideólogo esquerdista, nós não estamos a debater no verdadeiro sentido do termo, mas sim a lidar com verdades assumidas, factóides, retórica emocional, e mentiras repetidas que, com o tempo, adquiriram o estatuto de "factos".


Quando se fala com uma feminista, fala-se com uma pessoa que sabe a história do homem e da mulher, e pensa que sabe o que o feminismo representa. As feministas sabem que:

  • 1 em cada 4 mulheres é espancada por um homem.
  • 1 em cada 4 mulheres é violada por um homem
  • 1 em cada 4 mulheres é assediada sexualmente por um homem.
  • 1 em cada 4 mulheres é decapitada por um homem.
  • 1 em cada 4 mulheres sofre tudo o que está listado em cima.
  • 1 em cada 4 mulheres sofre tudo o que está listado em cima e mais algum.
  • 1 em cada 4 mulheres é [inserir aqui algum tipo de abuso levado a cabo pelos homens]

As feministas estão tão convencidas que sabem estas coisas que há muito que pararam de questionar as coisas que acreditam - se é que alguma vez questionaram.

Portanto, ser uma feminista é como pregar para os convertidos e como tal, as regras dum debate racional não se aplicam. Nenhum feminista fornece algum tipo de evidência factual em favor da tese de que 1 em cada 4 mulheres é violada, ou em favor de qualquer outra alegação mentirosa da sua parte; elas apenas afirmam estas coisas e esperam que a crença cultural "consensual" faça o resto.

Isto significa que quando se debate com uma feminista que usa este tipo de "factos", os MRAs - tanto homens como mulheres - não precisam de fornecer citações e evidências como forma de expor a mentira.

Convém ressalvar que, embora não seja preciso saber a página e o ano do relatório a que se está a aludir como forma de refutar as muitas mentidas feministas, é absolutamente necessário que aquilo que dizes seja verdade. O que se está a discutir aqui é a resposta imediata.

Eis aqui então a minha sugestão em torno da forma de lidar com as mentiras feministas.

_______________________________________________

[FEMINISTA]: "Tu tens um problema qualquer com as mulheres / Tu odeias as mulheres / Tu és um misógino!"

  1. Não. Eu apenas tenho problemas com as feministas.
  2. Adoro mulheres, odeio o feminismo.

[FEM]: "Se tu és contra o feminismo, tu és contra os direitos das mulheres."

  1. Isso é o mesmo que dizer "se tu és contra o KKK, tu és contra as pessoas de etnia branca."

[FEM]: "Como é que tu podes comparar o Feminismo com o Nazismo? / Quão estúpido tens que ser para sugerir que o Feminismo e o Nazismo são similares?"

  1. Se a carapuça couber . . .
  2. Tens razão. De facto há uma diferença fundamental: as feministas usam saltos altos enquanto que os nazis usavam botas.

[FEM]: "As Feministas não são todas iguais / Nem todas as Feministas são assim"

  1. Elas não são todas iguais, mas todas elas fazem parte do mesmo problema.
  2. Talvez, mas elas estão todas na mesma equipa.
  3. Sim, mas as Feministas que realmente importam são todas assim.
  4. Talvez, mas eu nunca encontrei uma Feminista ou uma barata, ou qualquer outra peste que gostasse.
  5. Nem todas as baratas são iguais, mas mesmo assim não quero nenhuma dentro de casa.
  6. Todas elas vivem na mesma rua e todas elas pactuam silenciosamente com o que as radicais fazem.

[FEM]: "Lê o dicionário. O Feminismo centra-se na igualdade de direitos."

  1. Então porque é que as Feministas fazem campanha em favor dos "Serviços Selectivos" para as mulheres?
  2. Não; o Feminismo centra-se na igualdade quando lhe convém, e tratamento preferencial sempre que possível.
  3. Temos que nos rir da definição de Feminismo presente nos dicionários.
  4. Isso é o mesmo que dizer que o KKK centra-se na harmonia racial.
  5. A definição dos dicionários é pretensão pobre. O Feminismo centra-se na supremacia feminina.
  6. O Feminismo centra-se em aumentar o poder feminino indefinidamente. Sempre.
  7. O Feminismo não tem nada a ver com a igualdade, mas sim com a aquisição infindável de mais e mais poder para as mulheres.
  8. O Feminismo não pára quando a igualdade é atingida; elas querem sempre mais para as mulheres.
  9. Mas isso não está de acordo com a realidade. Por exemplo, as mulheres são cerca de 55% dos alunos universitários. Porque é que as feministas não lutam contra essa desigualdade? Ora, porque o feminismo não tem nada a ver com a igualdade mas sim com a supremacia feminina.
  10. A definição dos dicionários é uma fantasia criada como forma de facilitar o sono das Feministas.
  11. Se apenas isso [a definição dos dicionários] fosse verdade . . .
  12. Alguém tem que se queixar dessa definição uma vez que ela está muito longe da realidade.
  13. Se eu vejo uma mulher a comer uma fatia de bife ao mesmo que afirma ser uma vegetariana, devo aceitar a sua "definição"?
  14. A pessoa que come carne não se pode identificar como vegetariana, da mesma forma que a pessoa que luta pela supremacia feminina não se pode identificar como alguém que luta pela "igualdade"
  15. Isso é a mesma coisa que alguém que come carne identificar-se como "vegetariana."
  16. Isso é o mesmo que dizer a uma mulher que come carne:
    Vejo que gostas de bifes”.
    E ela responde, “Não, eu sou vegetariana. Vê no dicionário.
    Tu dizes, ”Conheço a definição de vegetariana e tu não és uma.
    Ela diz, “Sou vegetariana independentemente do que eu como.

[FEM]: "O Feminismo foi criado pelas mulheres."

  1. Isso é o mesmo que dizer que a industria do toucinho foi criada pelos porcos.

[FEM]: "O Feminismo tem sido benéfico para as mulheres."

  1. Tal como a indústria do toucinho tem sido benéfica para os porcos.

[FEM]: "Precisamos do Feminismo."

  1. Sim, tal como precisamos duma bala na cabeça.
  2. Ninguém precisa duma doença.

[FEM]: "O Feminismo não é monolítico."

  1. Talvez, mas bem poderia ser.
  2. Uma colmeia de vespas também não.

[FEM]: "Existem vários tipos de Feminismo."

  1. Também existem vários tipos de cancro.


[FEM]: "As Feministas radicais são uma pequena, extremista e não-representativa minoria."

  1. Essas mulheres venderam milhões de livros, portanto isso "representa" uma boa quantidade de ódio.

[FEM]: "Nem todas as mulheres são assim."

  1. Talvez, mas muitas são.
  2. Não, mas uma boa quantidade delas é, o que torna a interacção com elas algo análogo a uma Roleta Russa.
  3. Muito bem. Como é que os homens distinguem as boas das más?

[FEM]: "1 em cada 4 mulheres é violada."

  1. E 1 em cada 4 mulheres propaga estatísticas falsas.
  2. Wow, essa mentira ainda anda por aí? Tu não acreditas nisso, pois não?
  3. Tu estás ciente que os dados em torno da violação baseiam-se nas alegações e não nas condenações, certo?

[FEM]: "Vivemos numa cultura marcada pela violação."

  1. Não, nós vivemos numa cultura marcada pela falsa alegação de violação.
  2. A única diferença que existe entre um homem bom e respeitado e um "violador" é a falta duma acusação por parte duma mentirosa.
  3. Tens razão. Os rapazes estão pouco protegidos em relação às mulheres predadoras e violadoras.
  4. Tens razão. A nossa cultura desculpa as mulheres que cometem abuso sexual.
  5. Isso é verdade. Ainda recentemente outra mulher recebeu pena leve depois de ter abusado dum rapaz.
  6. Não, nós vivemos numa cultura onde a violação é o pior crime que pode existir - se for cometido por um homem.
  7. Não, nós vivemos numa cultura onde o crime de violação é dos mais baixos que existe.
  8. Se calhar isso acontece porque quando as mulheres abusam os rapazes, isso é identificado como um "relacionamento".

[FEM]: "1 em cada 4 mulheres é vítima de violência doméstica."

  1. E 1 em cada 4 mulheres propaga estatísticas falsas.
  2. A sério? E como é em relação aos homens?
  3. 1 em cada 6 homens vem do mesmo estudo. (Home Office study 191)
  4. 1 em cada 6 homens fazem parte do mesmo estudo mas todo o assunto da violência doméstica é inflacionado como forma de gerar o choque.
  5. Não acredites na histeria. Há pessoas que qualificam como "violência doméstica" os gritos. Se gritar é um acto de "violência doméstica" imagina a "violência doméstica" que as mulheres infligem aos filhos e às filhas.

[FEM]: "Duas mulheres morrem semanalmente como resultado da violência doméstica."

  1. E um homem é morto todas as semanas.
  2. E um homem é assassinado todas as semanas, acrescidos aos 2 que todas as semanas comentem suicídio. (fonte: Erin Pizzey)
  3. 80 homens cometem suicídio todas as semanas, e 350 mulheres morrem de pneumonia. Temos que colocar as coisas sob perspectiva. (info)
  4. No Reino Unido cerca de 3,500 bebés são mortos todas as semanas pelas mães através do aborto. Nos EUA são 15,000.

[FEM]: "Virtualmente toda a violência doméstica é levada a cabo pelos homens."

  1. Bem, isso só é verdade se ignorares a violência doméstica levada a cabo pelas mulheres.
  2. Não; a maior parte da violência doméstica é feita pela mulher mas a mesma não é reportada.
  3. A maior parte da violência doméstica é perpetuada pela mulher, mas os homens e as crianças não a reportam.
  4. Não; a maior parte da violência doméstica reportada é feita pelos homens.
  5. A maior parte da violência doméstica contra as crianças é feita pelas mulheres.
  6. O ciclo da violência doméstica geralmente tem início na acção das mães violentas sobre as crianças, e é aí que o problema tem que ser lidado.
  7. A maior parte da violência doméstica é causada e recebida por mulheres propensas à violência. Faz uma pesquisa por "Erin Pizzey".
  8. Bem, a Erin Pizzey fundou o primeiro abrigo para as mulheres vítimas de violência doméstica e ela discorda com a teoria de que a maior parte da violência é causada pelos homens.
  9. Erin Pizzey diz que, das primeiras 100 mulheres que ela aceitou no seu abrigo, 62 eram mais violentas que o homem que haviam deixado para trás.

[FEM]: "A violência doméstica mais séria é cometida pelos homens."

  1. A violência doméstica mais séria cometida pelas mulheres estranhamente não é classificada como violência doméstica.
  2. Diz isso aos homens e crianças que semanalmente são mortos por mulheres.

[FEM]: "A maior parte do abuso de crianças é feito pelos homens."

  1. Não. A maior parte do abuso de crianças é feito pelas mulheres.

[FEM]: "A maior parte do abuso sexual de crianças é cometido pelos homens."

  1. Ah, sim, mas isso é porque os homens abusam as crianças, enquanto que as mulheres tem "casos" ou "relacionamentos" com elas.
  2. A maior parte do abuso sexual que é condenado é feito pelos homens, mas a maior parte do abuso sexual levado a cabo pelas mulheres não é detectado ou é classificado de "relacionamento".

[FEM]: "Se as mulheres governassem, não existiriam guerras."

  1. Se as mulheres governassem, não existiria nada uma vez que 99,99% da tecnologia, medicina, música, artes - e practicamente tudo - foi imaginada, projectada, construída e instalada por um ou mais homens.
  2. Existiriam guerras, mas as mulheres não seriam nada boas nelas.

[FEM]: "A mulher precisa dum homem tal como um peixe precisa duma bicicleta."

  1. Acho que queres dizer "tal como um peixe precisa de água". Se for assim, concordo.
  2. Estavas a ir bem até a parte onde se lê "a mulher precisa dum homem". A partir daí, foi sempre a descer.
  3. Por favor! Se não fossem os homens, as mulheres ainda estariam a viver em grutas e a perguntar se os seus traseiros estão grandes demais por baixo da saia feita com erva.
  4. Então é verdade que mulheres como tu existem!
  5. As mulheres não saberiam o que é uma bicicleta se não fossem os homens.


[FEM]: "Os pais inúteis estão a aumentar."

  1. Talvez, mas ainda há um longo caminho a percorrer até atingir o patamar das mães irresponsáveis.
  2. Convém saber o porquê das mulheres fazerem escolhas tão más.
  3. Seria curioso saber o porquê das mulheres escolherem homens que não querem ser pais. Se tu fosses um banco, alguma vez emprestarias dinheiro a um homem que diz que não quer pagar?
  4. Incrível. O homem diz "Não quero filhos", mas a mulher engravida à mesma e depois admira-se com o resultado.
  5. Isto é muito estranho. A fraude na paternidade - isto é, quando a mulher engravida de outro homem que não o esposo - é uma das causas mais significativas por trás da desorganização familiar. Quando o marido descobre que foi enganado, e se vai embora, tudo o que a sociedade faz é culpar o homem!

[FEM]: "O homem deveria manter a braguilha fechada, se ele não quer filhos / Ele correu um risco e como tal, ele deveria pagar o preço / Bem, se ele não queria filhos, ele deveria ter manter as calças em cima."

  1. E se as mulheres não querem filhos, elas deveriam manter as suas pernas fechadas e não fazer abortos.
  2. Concordo. E se nós banirmos o aborto, teremos a igualdade na reprodução.
  3. As mulheres não deveriam ter filhos com homens que não querem ter filhos.
  4. O homem deveria ter as mesmas opções que que as mulheres possuem. Nós não dizemos às mulheres "mantém as tuas pernas fechadas" e deixamos as coisas por aí. Nós fornecemos-lhe pílulas e abortos.
  5. Bem, as mulheres possuem controle total sobre a reprodução, e com controle total vem a responsabilidade total.
  6. Tens toda a razão. eu aviso sempre os homens para nunca confiar numa mulher em questões relativas à sexualidade uma vez que ela pode unilateralmente decidir usar o esperma do homem para gerar filhos.

[FEM]: "Antigamente era legal os homens agredir e violar as esposas."

  1. Tu acreditas mesmo nessa mentira que as Feministas inventaram?
  2. Será que alguém realmente acredita que os nossos bisavós queriam abusar as suas esposas?
  3. Era legal as mulheres matarem o filho do marido. Isso era chamado de "aborto".
  4. Pior do que isso! TODOS os homens batiam e violavam TODAS as mulheres pelo menos uma vez por diz. Duas vezes aos Domingos. Era a lei!!!
  5. Antigamente era legal uma mulher trair e abandonar o marido e mesmo assim receber pensão alimentícia. Aliás, ainda é legal.
  6. Antigamente era legal a mulher engravidar de outro homem e mesmo assim forçar outro homem a pagar pela subsistência da criança. Aliás, ainda é legal.

[FEM]: "O Feminismo também ajuda os homens / O Feminismo é benéfico para os homens."

  1. Não. O Feminismo apenas se preocupa com o bem estar de ALGUMAS mulheres.
  2. Não. O Feminismo também é prejudicial para os homens.
  3. O Feminismo não é benéfico nem para as mulheres nem para os homens.
  4. Sim. Eu também ouvi dizer que o KKK é "benéfico" para os negros.

[FEM]: "Os homens estão com medo das mulheres."

  1. Claro que os homens estão com medo das mulheres. Elas fingem que gostam de ti mas depois levam tudo o que é teu.
  2. Bem, se elas quiserem o homem fora de casa, então lá vai ele. E se ela não quiser que o pai veja os filhos, basta dizer à polícia que ele as "molesta". Sempre bom recear pessoas mentalmente instáveis que podem ficar com a tua casa ou impedir que vejas os teus próprios filhos.

[FEM]: "Os homens têm medo das mulheres fortes."

  1. Não. Mulheres fortes não precisam de ajuda estatal para obter o mesmo rendimento que os homens. Mulheres fortes não precisam de acção afirmativa.
  2. Não. Mulheres fortes são sempre bem vindas. O problema são as mulheres tóxicas.

[FEM]: "O Feminismo teve início porque as mulheres não tinham o direito de votar."

  1. A maior parte dos homens também não tinha o direito ao voto; porque é que as feministas apenas se focaram no direito das mulheres e não no direito de todos os que não tinham o direito ao voto?

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Feminismo levou Thomas Ball ao suicídio

Helen Smith revela a forma como o feminismo desvaloriza o sofrimento masculino.

Imaginem, se forem capazes, que uma rapariga de 16 anos tenta obter justiça através do sistema legal depois de lhe ter sido negado um aborto. Ela é empurrada dum lado para o outro - à medida que houve frases como "temos pena, miúda" - até que um dia, levada ao desespero, ela leva a cabo uma auto-imolação em frente a um tribunal.

Imaginem o que aconteceria nos média: a história rapidamente se transformaria numa tempestade de fogo e a MSNBC e a CNN colocariam a notícia em rodapé de hora em hora. Paralelamente, o New York Times entrevistaria feministas famosas que não perderiam a oportunidade para recolher dividendos deste "acto político corajoso" e as suas implicações para as liberdades individuais das mulheres.

Agora falemos do que realmente aconteceu. Thomas James Ball, homem de New Hampshire com 58 anos, imolou-se em frente a um tribunal porque "estava farto de ser castigado" pelo sistema de tribunal de família "por ser um homem".

Apesar da sua horrível morte pública, o homem obteve pouca atenção por parte dos órgãos de comunicação; houve apenas alguns activistas na internet e algumas fontes noticiosas - tais como a International Business Times and the Keene Sentinel - que pegaram na notícia. Até a Wikipedia retirou a sua página em torno do homem.

Basicamente, o último gesto de Ball foi tratado pelos média tradicionais como um incidente envolvendo um maluco solitário sem qualquer tipo de relevância política. A diferença entre estes dois casos centra-se naquilo que os média americanos consideram realmente importante: raparigas e mulheres são importantes; homens e rapazes, nem tanto.

Christina Hoff Sommers tinha razão: a guerra contra os rapazes e contra os homens ainda está bem forte. Thomans Ball sabia disso. Ele enviou uma longa carta ao Keene Sentinel explicando as queixas que tinha contra o sistema judicial e contra a sociedade que desvaloriza os homens. Como geralmente acontece quando um homem se queixa, as suas palavras foram classificadas de queixume e não de problemas genuínos.

Como um do meus comentadores ressalvou num dos posts que escrevi em torno desta situação, quando uma mulher aproveita-se do facto do marido estar a dormir para o queimar até à morte, o gesto não só é visto como um aviso em torno da violência contra as mulheres, como é também imortalizado num filme premiado com o título de "The Burning Bed".

Mas quando um homem como Thomas Ball suicida-se por imolação, o gesto não é visto como um aviso em torno da forma como os homens são tratados de forma injusta pelo sistema legal. Em vez disso, algumas "almas compassivas" olham para o incidente como mais um aviso em torno das necessidades das mulheres.

Será que os homens tem algum valor para estas "feministas" ou será que elas sentem prazer com o sofrimento masculino? Eu acho que a última hipótese tem mais peso.

Alguns pundits e comentadores afirmam que Ball não merece qualquer tipo de compaixão e nem merece ser tratado como um ícone dos direitos dos homens uma vez que ele pode ou não ter sido enxovalhado pelo tribunal familiar. Afinal, ele chegou a esbofetear a sua filha de 4 anos - cortando o seu lábio - quando ela se recusou a obedece-lo depois de 3 avisos verbais.

Isto não é positivo mas não justifica o tempo de cadeia, a prisão ou a remoção da filha da sua presença. Se isto justifica essas medidas, então existem muitas mulheres por aí que merecem o mesmo tratamento. Tremo só de pensar nisto.

Mas independentemente de pensarmos que o Thomas Ball foi um homem bom, ou um homem mau, ou um maluco, isso é irrelevante. O que interessa é que a morte de Ball - e a reacção a ela - deveriam ser um aviso para a forma como os homens e os rapazes são tratados numa sociedade que desvaloriza a sua existência.

  • A taxa de suicídio entre os homens é muito superior do que entre as mulheres, mas ninguém se importa com isso.
  • Os homens são tratados de forma injusta pelos tribunais mas ninguém pestaneja.
  • Eles são vítimas das atitudes femininas durante a sua vida, mas as pessoas apenas dizem "é a vida".
  • Quando eles finalmente agitam um bocado o jogo e começam com a auto-imolação, mais uma vez, os média e a sociedade dizem apenas "e depois?"
Será que conseguimos ficar impávido e serenos e não fazer nada em relação ao tratamento que os homens e os rapazes da nossa sociedade recebem? Quando penso na foto do sr Ball, em chamas nos degraus do tribunal, acho que a única resposta tem que ser um resoluto "Nem pensar!"

Os planos do feminismo para os homens

domingo, 20 de maio de 2012

Feminismo confirma que as mulheres dependem dos homens

O movimento feminista é admissão suprema por parte de algumas mulheres que elas dependem quase por inteiro dos homens. É a externalização do desejo neurótico de criar um mundo onde os homens tomam conta das mulheres e eles acarretam sempre a responsabilidade das fraquezas femininas ao mesmo tempo que elas proclamam uma independência moral e intelectual em relação aos homens.

Ao mesmo tempo que afirmam que as mulheres podem ser "fortes e independentes" as feministas exigem que:

  • O governo tome conta delas através do estado social
  • Os homens supram as suas necessidades através da pensão alimentícia
  • O sistema legal as proteja de todas as ameaças imaginárias (e a maior parte dos insultos mínimos) usando a arma da falsa alegação como forma de mobilizar as autoridades
  • Os governos e as grandes empresas se comprometam não só a dar apoio a alegação do valor laborar intrínseco da mulher usando a acção afirmativa no momento da contratação, promoção ou profissionalização das mulheres, como também se comprometam a estabelecer políticas de promoção que favorecem as mulheres e sistema de regras distinto daquele que é aplicado aos homens.
Devido a isto, é factual dizer que a total dependência das mulheres em relação aos homens é assumida pelas feministas quando estas exigem que os homens, e as estruturas criadas pelos homens (tais como o governo e as grandes empresas) continuem a ser responsáveis pela provisão, protecção e até pela saúde da mulher.

Aparentemente, quanto mais feministas se tornam as mulheres, mais elas parecem incapazes de depender de si mesmas e menos elas se apercebem que o apoio ao feminismo é admissão de dependência em relação aos homens.



domingo, 29 de abril de 2012

Homem pagou pensão alimentícia durante 13 anos pensando que a filha era sua

Mulher que, durante 13 anos, causou a que o antigo parceiro acreditasse que ele era o pai da sua filha, foi presa. A mentirosa de 47 anos, que, como é comum quando o criminoso é uma criminosa, não pode ser identificada por nome, enganou o homem e ficou com cerca de 59.819 euros (79,237 dólares) seus, gastando a quantia em educação privada e prendas caras.

Quando ela compareceu perante o Caernarfon Crown Court (norte do País de Gales), admitiu 15 ofensas de engano. Apesar dos pedidos de clemência por parte da filha, o juiz disse que não tinha escolha senão condená-la a 20 meses de prisão:

Emocionalmente, os tentáculos da sua decepção espalharam-se para longe e para todo o lado. O apelo da sua filha, feito como forma de evitar que eu a mande para a prisão, é comovedor e pode-se entender o porquê dela o fazer. Mas o tribunal tem que levar a cabo o seu trabalho público de punir aqueles que se comportam de forma criminosamente errada como você se comportou durante um largo período de tempo.

Não sinto que possa concordar com aqueles apelos (...).

O juiz disse que a mãe, que é de Conwy county, e que tinha observado "todas estas tragédias a evoluir, tem que suportar uma responsabilidade pesado devido a isso".

O advogado do Ministério Público (MP) afirmou que a vítima e a acusada haviam-se conhecido durante os anos 90. Semanas depois do relacionamento ter terminado, ela ligou para ele e combinaram um encontro na casa dos pais dela. Aí, ela disse que estava grávida e mentiu afirmando que ele era o pai da criança por nascer.

O homem passou 3 dias com ela no hospital, esperando pelo nascimento. O representante do MP disse:

Ele pensava que tinha uma filha e imediatamente começou a tratá-la como tal. A sua família tratava-a como tal. O verdadeiro pai foi deixado fora da situação.
Pouco depois do nascimento da filha, o homem deu início a um relacionamento com outra mulher, que se tornou sua esposa e com quem ele teve filhos.
A fraude que ocorreu durante os anos privou-o (a si e a sua família) de largas somas de dinheiro que, de outro modo, poderiam usufruir.
Ele pagou o infantário, as despesas escolares, as despesas médicas e a dívida de 3,683 euros (4,876 dólares) da mãe. Só no ano de 2008 é que dois amigos mútuos - um deles sabendo a verdade desde a altura em que a mulher estava grávida - disseram toda a verdade à vítima.
Sem surpresa alguma, ele sentiu-se chocado e inerte.
Um dos amigos disse que, ainda na altura em que ela estava grávida, tinha testemunhado a acusada e a sua irmã discutindo - a irmã exigindo a acusada que dissesse à vítima que ele não era o verdadeiro pai. A acusada havia dito que a vítima tinha posses e como tal poderia sustentar a criança.
Ela [a acusada] tinha andado numa escola privada e como tal, queria que a criança tivesse o mesmo privilégio.
Ela queria presentes caros para a criança - agora com 13 anos - como forma dela se manter ao mesmo nível que os seus amigos escolares.

Depois da notícia bombástica, o teste de paternidade foi ordenado pelo tribunal.

Claramente ele passou por muito, inclusive ter que lidar com a muito séria falsa alegação feita pela acusada à polícia.
Elen Owen, advogada de defesa, disse que a sua cliente tinha muitas dívidas e como tal não estava em posição para pagar a dívida. A advogada disse ainda que a fraude não foi financeiramente motivada (?!!).

Quando o juiz perguntou à advogada o porquê da sua cliente ter feito o que fez, a advogada disse:

Porque ela estava numa montanha russa e não havia altura certa para revelar a verdade a alguém que pensava ser o pai da criança. Ela estava practicamente numa posição impossível no que toca a ser totalmente honesta.
Entretanto, a vitima, um homem de meia idade, esteva presente no tribunal. Depois da sentença, ele abandonou o tribunal juntamente com a sua esposa, recusando-se a tecer qualquer tipo de comentário.

Fonte

* * * * * * *

Eventos como este geralmente passam por baixo do radar feminista e como tal, têm que ser os MRAs a divulgá-la.

Esta notícia encerra em si practicamente tudo o que há de mau com o sistema da pensão alimentícia, esquerdismo e ganância feminista.

Para começar, se a mulher tem 47 anos e a menina tem 13, isto significa que a mulher engravidou dele quando tinha 33/34 anos. Mesmo tendo essa idade, ela ainda variava de parceiro sexual como como quem troca de roupa. No espaço de 2/3 meses esta mulher conseguiu ter (pelo menos) 2 parceiros sexuais distintos sem que um deles soubesse da existência do outro (como parceiro sexual).

Depois de ter engravidado sabe-se-lá-de-quem, ela escolheu o parceiro sexual com melhores posses em detrimento do genuíno pai da criança. Ou seja, contrariamente ao que a advogada de defesa diz (e em oposição ao que um dos amigos da vítima disse) a motivação primária (e provavelmente, única) foi a financeira. Ela pôs as suas necessidades financeiras acima da verdade e dos sentimentos do homem . . . . durante 13 anos!

A advogada diz ainda que "não havia altura certa para revelar a verdade". Treze anos são 156 meses, 4680 dias e 112320 horas. Durante esse tempo nunca houve "uma altura certa"? Qual é a altura certa para se dizer a um homem que a criança que ele está a sustentar não é sua?

Aparentemente a mentirosa ainda acusou o homem de "falsa alegação" quando este exigiu um teste de paternidade. Mesmo na eminência de ver a sua mentira desmascarada ela tentou culpar o homem por a ter posto em causa.

Outra coisa que convém reparar é a fragilidade do homem perante as mulheres tóxicas. Confiar numa é receita para o desastre. Contrariamente ao que se aconselha ao homem actual - rodeado que está por um elevado número de mulheres subscritoras das mentiras feministas - o homem acreditou no que esta mulher lhe disse e pagou por esse erro durante mais de uma década (literalmente).

Talvez a solução para isto seja o pai requisitar um teste de paternidade logo na altura do nascimento da criança. Se a mulher oferecer algum tipo de resistência, então pode ser que a criança que ele pensa ser sua seja de outro homem.



Governo descobre fraude de R$ 113 mil após mulher publicar fotos de viagem no Facebook

Andrea Raftis, 24, pediu benefícios ao governo inglês por ser mãe solteira de duas crianças que não tinha como sustentar – ela não teria nenhuma fonte de renda. Autoridades, no entanto, viram no Facebook fotos da mulher em uma viagem exótica ao Egipto, durante o período em que ela já recebia os benefícios. Segundo o jornal “The Sun”, ela embolsou cerca de 37 mil libras (cerca de R$ 113,6 mil) com o golpe.

Depois de encontrar as fotos no Facebook, as autoridades descobriram ainda que Andrea mora com o marido, Fawad Rahimi. Ele tem uma pizzaria e duas propriedades alugadas em uma região nobre de Londres. A mulher mora na cidade de New Malden, no condado de Surrey.

Ainda de acordo com o “The Sun”, as fraudes começaram em 2007. No tribunal de Croydon Crown, Andrea declarou-se culpada das duas acusações de fraude.

Ela foi condenada a oito meses de prisão, mas cumprirá a pena com 200 horas de serviço comunitário. Além disso, ela terá de devolver ao governo toda a quantia que embolsou.

Fonte

Cavalgando à custa do Estado.


sábado, 14 de abril de 2012

A inutilidade das prisões femininas

Mulher que guardou para si mais de £100,000 (158,768 dólares) conferidos pelo Estado foi "condenada" a pagar a sua dívida em 93 anos. Julie Kennedy terá 140 anos quando finalmente pagar a sua dívida aos contribuintes.

Durante mais ou menos 10 anos, ela ficou com cerca de £12,000 por ano afirmando perante as autoridades que era a única pessoa a criar os 4 filhos. Mas enquanto afirmava que lutava para ser mãe solteira, a desenvergonhada de 47 anos havia-se já reconciliado com o marido e o ordenado do mesmo pagava todas as dívidas da casa. Só Deus sabe o que ela fazia com o dinheiro que recebia do Estado.

No Tribunal de Northampton Crown Kennedy declarou-se como culpada por não ter notificado a mudança de circunstâncias e de modo concertado levar a cabo o acto fraudulento.

Durante o período compreendido entre Abril de 2002 e Maio de 2011, Kennedy ficou com £41,283 de apoio ao rendimento, £22,558 de subsídio de habitação, £4,130 não pagos de imposto municipal, e £36,497 de créditos do impostos relativos a crianças.

No total, isto dá £104,470 (€126,620) em pouco mais de 9 anos.

Mas apesar da dimensão da falcatrua, o juiz poupou-a da prisão "condenando-a" a pagar £22 (€26.66) por semana. Isto dá cerca de 35 dólares por semana!

Eis a retórica que o juiz usou para justificar esta "sentença":

O seu ex-marido havia regressado para casa , vivendo consigo, pagando as contas e practicamente suportando-a.

Muitos membros do público sentiriam que quem engana de modo a receber benefícios deve ir directamente para a prisão [obviamente], mas eu levei em conta que você parece ser a cuidadora principal duma criança de 6 anos, e li o relatório da pré-sentença relativo ao seu neto.

Ou seja, o juiz não a mandou para a prisão porque - supostamente - ela é a pessoa que toma conta do neto. O facto de ter burlando o Estado torna-se irrelevante.

Fonte

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Para quê manter a aparência legal quando se torna cada vez mais óbvio que as prisões não aceitam quem carregue consigo o par de cromossomas XX?

Há pouco tempo atrás ficamos a saber duma mulher que arrancou à dentada parte do queixo dum homem - causando a que ele ficasse permanentemente sem sensibilidade em certas partes dessa área - mas que mesmo assim foi poupada da prisão.

Agora ficamos a saber de outra mulher que burlou o Estado durante cerca de 10 anos mas que mesmo assim não vai ser presa. Que tipo de mensagem é que isto manda às mulheres?

Vocês são livres para fazer o que bem entenderem uma vez que, ao contrário do resto da sociedade, vocês não sofrerão as consequências dos vossos actos.

Este parece ser um dos propósitos primários do feminismo: conceder às mulheres esquerdistas o poder de fazer o que acharem melhor sem que no entanto sejam responsabilizadas pelos seus próprios actos.

Isso explica em larga medida a utilidade do aborto (sexo sem consequências e sem responsabilidade).



sábado, 31 de março de 2012

Dez grandes mentiras do feminismo

"Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos do vosso pai: ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira."
João 8:44

  • 1) 1/4 das universitárias foram violadas ou foram vítimas de tentativa de violação.
Facto: Eis uma crítica interessante ao estudo que originou o mito dos 1/4 (ainda propagado por organizações feministas) levado a cabo por Christina Sommers da Clark University. Ela ressalva que o estudo fazia perguntas do tipo:
Alguma vez tiveste relações sexuais indesejadas devido ao facto do homem te ter oferecido drogas ou álcool?
Uma resposta afirmativa contava como "violação". Por outras palavras, a mulher que estivesse arrependida dum encontro só de uma noite ("one night stand"), depois de ter passado o serão a beber, era contabilizada como "vítima de violação".

A natureza ambígua das perguntas e a sua definição inclusiva torna-se evidente após levarmos em conta as seguintes estatísticas:

  • Apenas 27% das mulheres que Koss identificou como vítimas de violação identificaram-se a elas mesmas como vítimas de violação. Elas tinham sido "violadas" e nem sabiam.
  • 42% das "vítimas" voltaram a ter encontros sexuais com o suposto violador.

Claramente, algo está errado com a metodologia levada a cabo pelas feministas.

  • 2) Só 2% (ou 8%) das alegações de violação são falsas.

Facto: Katz e Mazur analisaram os estudos a partir de 1956 e estes dados mostraram que as falsas alegações de violação variavam entre 1% até os 25%. Allison and Wrightsman escolheram o estudo que mais lhes interessava.

Michelle Anderson da "Villanova University Law School" reportou em 2004 que "nenhum estudo foi alguma vez publicado que forneça uma base evidencial para a tese de que apenas 2% das alegações de violação são falsas."

  • 3) As mulheres ganham 77 cêntimos por cada dólar que os homens ganham.

Facto: A verdade dos factos é que a "falha salarial" desaparece quando se levam em conta factores como tipos de qualificação, anos no mercado de trabalho, disponibilidade para viajar (requisitos de viagem), níveis de trabalhos físicos, e riscos para a vida e membros.

Como dito neste texto, não só as mulheres estão vastamente sob-representadas nos empregos em torno da engenharia, como estão vastamente sobre-representadas entre os empregos em volta da psicologia social e afins.

Ou seja, as licenciaturas onde os homens estão em maioria são as melhor remuneradas; as licenciaturas onde as mulheres estão em maior número, são pior remuneradas. Olhando para os dados, as feministas concluem que há "descriminação".

São as mulheres que escolhem licenciaturas e empregos que estão mais de acordo com a sua biologia e psicologia - ao mesmo tempo que escolhem evitar empregos onde elas não se sentem tão à vontade ou empregos que são mais exigentes em termos de carga horária e esforço físico/emocional/psicológico.

  • 4) Os homens nunca foram forçados a pagar pensão alimentícia para filhos que não são biologicamente seus.

Ai não?

Homem que processou a sua antiga esposa depois de pagar pensão alimentícia a duas crianças resultantes de encontros amorosos que ela teve com o amante, perdeu o seu recurso no High Court.

De modo unânime, os juízes determinaram que a fraude paternal trazida ao tribunal por Liam Neale Magill havia falhado.

Segundo os juízes, não havia ocorrido nenhuma decepção no facto da mulher ter gerado dois filhos de outro homem, mas ter forçado o ex-marido a pagar a pensão alimentícia a crianças que não eram suas.

Mas o que levou a mulher a admitir a fraude não foi a consciência pesada mas sim a ciência:

Em Abril de 2000, um teste de ADN determinou que o sr Magil não era o pai do rapaz nem da criança.
Subsequentemente [isto é, DEPOIS do teste de paternidade], a vítima do patriarcado opressivo, forçada a ficar em casa a tomar conta dos filhos enquanto o marido se ia divertir com várias amantes mulher admitiu ter iniciado um relacionamento sexual com outro homem logo após o nascimento do primeiro filho.

Incrível.

Pior que isso, é que muitos homens actuais estão a sustentar crianças que podem muito bem não ser suas. As mães que traíram os maridos estão bem cientes que há essa hipótese mas nada dizem sob pena de serem expostas como aquilo que são: adúlteras.

  • 5) As mulheres foram oprimidas pelos "homens" e pelo "patriarcado" durante quase 5,000 anos.

Facto: o melhor amigo da mulher foi, é e sempre vai ser o patriarcado Cristão (o grande inimigo das feministas). A escritora do link de cima diz:

O patriarcado foi o arranjo social dominante durante a maior parte da História da civilização Ocidental - a civilização que produziu as expressões de liberdade humana e direitos individuais que as feministas radicais querem agora rejeitar.
Para além disso, e apesar do que as feministas dizem umas às outras, não há alternativa funcional ao patriarcado. Todas as grandes civilizações da história conhecida foram patriarcais.
Afinal, foram as sociedades patriarcais que produziram os triunfos da lógica, ciência, arte e literatura ; e, na maior parte, foi o patriarcado que desenvolveu as filosofias políticas liberais que conduziram as sociedades à democracia, direitos individuais e emancipação da mulher.
Como sempre acontece, a história está contra o feminismo.
  • 6) As distinções de género são socializadas (pelo patriarcado) e não biológicas.

Facto: Antes de mais, convém saber uma coisa muito importante: a maior parte das pessoas (homens e mulheres) que propagam o mito da "igualdade de género" são professores de "Estudos Femininos" e "Literatura Inglesa" e afins - não pessoas com qualificações em Biologia. Portanto a sua palavra vale o que vale.

Mas isto por si só não é argumento contra a tese de que as diferenças entre homens e mulheres são "construções sociais".

Este texto revela que há aptidões e gostos que são inatos ao sexo de cada um - e não algo aprendido com a socialização.

Pesquisadores de "City University" colocaram uma gama de brinquedos a cerca de um metro de 90 crianças com idades entre os nove meses até aos 36 meses. Posteriormente gravaram o tipo de brinquedos com os quais eles brincavam e durante quanto tempo.

Eles puderam verificar que os rapazes passavam a maior parte do tempo a brincar com os carros e com as bolas, enquanto que as raparigas passavam a maior parte do tempo com as bonecas.

Todas as pessoas que já lidaram com crianças sabem que as meninas não escolhem o mesmo tipo de brinquedos que os rapazes. Segundo as feministas, isto é o efeito da "socialização".

  • 7) De forma segura e feliz, as mulheres podem desfrutar do sexo casual do mesmo modo que os homens.

Facto: Uma ex-feminista convertida ao Catolicismo afirma:

A geração dos anos 60 pensava que tudo deveria ser livre. No entanto, alguns anos mais tarde, os hippies vendiam garrafas de água nos festivais de rock a 5 dólares cada.

Mas para mim o preço do "amor livre" foi ainda maior. Sacrifiquei aqueles que deveriam ter sido os melhores anos da minha vida pela mentira sombria do amor livre.

Todo o sexo que alguma vez tive - e tive mais do que a minha conta - longe de trazer o relacionamento duradouro que buscava, apenas tornou o casamento uma miragem.

Não estou sozinha nesta forma de pensar. Podem-me incluir entre as insatisfeitas filhas da revolução sexual, um grupo contra-cultural composto por mulheres que se aperceberam que o sexo casual é uma mentira e estão a preferir permanecer castas.

As mulheres são criaturas de empatia e de relacionamento. Ao contrários dos homens cuja gratificação e realização pessoal vem das conquistas, a gratificação pessoal feminina chega-lhes maioritariamente através dos relacionamentos. (Isto não quer dizer que as mulheres não apreciem conquistas profissionais e nem que os homens não valorizem os relacionamentos.)

Se uma mulher se habitua a desconectar o sexo da fidelidade e do compromisso, para além de reduzir de forma séria o seu valor marital, gerar-se-á dentro de si um vazio profundo que, infelizmente, vai ser preenchido com mais comportamentos de risco.

A noção de que as mulheres olham para a intimidade sexual da mesma forma que os homens é uma medida de engenharia social que - para além de outras coisas - visa tornar a mulher o menos apelativa possível para o casamento.

Destruir o casamento é um dos objectivos do feminismo, e , infelizmente, é precisamente isso que está a acontecer à medida que mais e mais homens deixam de lado o casamento ou buscam alternativas à mulher ocidental.

Curiosamente. onde o feminismo é mais forte (no ocidente) é precisamente onde os homens gradualmente aumentam a sua repulsa pelas mulheres quando se fala em casamento.

  • 8) Dentro do contexto da violência doméstica, os homens são mais violentos.

Facto: Pesquisas recentes refutam a desactualizada retórica feminista que caracteriza os homens como perpetradores malignos e as mulheres como vítimas inocentes da violência doméstica.

O "bater na mulher" está a ser substituído pelo "bater no marido". Actualmente, ambos os géneros estão empatados nos 28% de probabilidade de serem agredidos. No entanto, entre as gerações mais novas, as mulheres excedem os homens no que toca a violência física dirigida ao outro.

  • 9) As mães solteiras não tem problemas em criar filhos saudáveis, funcionais e perfeitamente ajustados.

Facto: Os rapazes são mais inclinados para a violência e as raparigas são em média mais promiscuas se crescerem sem uma figura paterna. As crianças precisam dum pai tal como precisam duma mãe. As feministas que defendem o contrário estão a gerar gerações inteiras de pessoas amarguradas, violentas, deprimidas e promiscuas.

  • 10) O patriarcado é uma instituição maligna.

Facto: Vêr este texto.

Modificado a partir do original


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