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domingo, 19 de outubro de 2014

Escócia: Lésbicas e mães solteiras decidem acabar com o "Dia do Pai"

Milhares de alunos de escolas primárias foram impedidos de fazer cartões do Dia do Pai com medo de embaraçar os colegas que vivem com mães solteiras ou com lésbicas. A política politicamente correcta foi sorrateiramente adoptada pelas escolas "no interesse da sensibilidade" devido ao aumento de lares monoparentais e "lares" homoeróticos, e ela só foi gerada depois dum largo número de pais não ter recebido os tradicionais cartões e os presentes manufacturados.

Os activistas pelos direitos das famílias condenaram a política, qualificando-a de "absurda", e alegaram que isto está a marginalizar os pais. No entanto, as autoridades locais afirmaram que os professores precisavam de reagir à "mudança no padrão da vida familiar". Um relatório do Office for National Statistics de Abril do ano passado apurou que uma e cada 4 crianças Britânicas vive em lares monoparentais - o dobro do que acontecia há 20 anos atrás.

A proibição do cartão do Dia do Pai foi colocada em práctica nas escolas de Glasgow, Edinburgo, Renfrewshire Oriental, Dumfries, Galloway e Clackmannshire. Tina Woolnough, de 45 anos e que cujo filho Felix frequenta a escola primária "Edinburgh Blackhall", disse que este ano vários professores não permitiram que as crianças fizessem um cartão para o Dia do Pai. A senhora Woolnough, que faz parte do conselho escolar pai-professor afirmou:

Isto é algo que eu sei que, na escola do meu filho Felix, eles lidam isto conforme as turmas. Algumas turmas enviam cartões do Dia do Pai e outras não enviam. Os professores estão cientes das circunstâncias familiares de cada criança, e se ela não tem um pai a viver em casa, os professores evitam fazer com que as crianças façam um cartão.

A confecção do cartão para o Dia das Mães, bem como as artes relativas, continuam a ser de modo geral permitidas. Mas a decisão em torno do Dia do Pai segue-se a uma série de decisões politicamente correctas introduzidas nas escolas primárias, tais como a remoção de referências Cristãs dos cartões festivos.

Matt O'Connor, fundador do grupo Fathers For Justice, afirmou:

Estou perplexo com isto. Esta medida destrói por completo o papel e a importância dos pais, quer eles estejam ou não com as mães. Para além disso, isto envia a mensagem de que os pais não são importantes. 

Alastair Noble, oficial de educação junto da entidade de caridade Christian Action, Research and Education, disse:

Isto parece ser uma reacção extrema e de certa forma absurda. Eu seria de opinião de que a família tradicional ainda é a maioria do estilo de vida das pessoas na Escócia. Negar a experiência da maioria não perece muito sensível.

As autoridades locais defendem esta alteração, afirmando que os professores têm que agir duma forma "sensível" numa altura em que tantas crianças estão a passar por um colapso familiar e por divórcios.  Um porta-voz do East Renfrewshire Council disse:

De modo crescente, dá-se o caso de existirem crianças que não têm pais ou não têm pais a viver com elas e os professores a terem que ser sensíveis  isto. Os professores sempre tiveram que lidar com alguns alunos sem pais ou sem mães, mas o colapso familiar está em crescimento.

Jim Goodall, líder educacional do Clackmannanshire Council, disse que se espera que os professores se comportem usando o senso comum mas que fiquem sensíveis "ao padrão de vida familiar em mudança."

O South Ayrshire Council afirmou que as crianças não se podem sentir deixadas de fora ou indesejadas, ao mesmo tempo que o City of Edinburgh Council disse que esta práctica (relativa ao Dia do Pai) era um assunto para cada escola lidar de forma melhor quisesse.


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Mais uma consequência da "política de identidade", onde os sentimentos pessoais (neste caso, das lésbicas e das mães solteiras) tomam o lugar principal na esfera política, e onde o politicamente correcto (que, como se sabe, é uma ideologia destrutiva e perigosa) recebe um poder que nunca deveria ser seu. As crianças, como sempre, são vítimas dum jogo de poder que tem como propósito principal destruir os protectores laços familiares.

A Escócia, ao lidar com a destruição da família desta forma, está a revelar que não tem planos para proteger a família natural, mas sim fazer acomodamentos ridículos que em nada ajudam as crianças (embora possam dar algum "conforto" artificial a uma minoria de lésbicas e mães solteiras).

Quem quer o bem das crianças, por outro lado, fortalece o laço pai-filho ou pai-filha. Quem não quer o bem das crianças, faz exactamente o contrário.


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quinta-feira, 22 de maio de 2014

As mentiras de Wendy Davis


Wendy Davis, uma relativamente jovem e atraente mulher da política americana, causou alguma impressão ao trazer um tipo de política-yankee Democrata [do Partido Democrata Americano] para o senado estadual do Texas. Agora, a ambiciosa loira está a apontar para o lugar de governadora num estado tradicionalmente Republicano.

Uma larga parte da imagem pública por trás da qual ela se promove foi construída através da sua história de mãe solteira adolescente, algo que ressoa de forma profunda junto do eleitorado Democrata mais velho do Nordeste; devido a isso, ela tem recebido cobertura mediática positiva por parte de canais de comunicação tais como o NY Times. Embora o facto dela ter estudado em Harvard também ajude, a história em torno da forma como ela chegou onde chegou permaneceu incontestada.

Mas agora, o "Dallas Morning News" ajuda a esclarecer as coisas.

Primeiro, ela nunca foi uma "mãe solteira adolescente"; ela encontrava-se casada quando teve a sua primeira criança e divorciou-se quando tinha 21 anos:
A constrangedora história da candidata começa com Wendy Russell, de 14 anos, a ter que trabalhar para sustentar a sua mãe solteira em Tarrant County. Enquanto era ainda uma adolescente, Wendy Davis, segundo o que ela reportou, casou-se, teve uma criança e divorciou-se. 
“Tive um bebé e divorciei-me quando tinha 19 anos de idade,” testemunhou ela durante um processo legal recente em torno do redistritamento. “Depois do meu divórcio, vive numa casa móvel num parque de caravanas em Fort Worth.” 
Como mãe-trabalhadora a educar uma filha, Davis inscreveu-se no "Tarrant County Community College"
O seu site diz ainda que, “Com a ajuda de bolsas académicas e empréstimos estudantis, não só Wendy se tornou na primeira pessoa da sua família a tornar-se bacharel, mas também acabou o bacharelato como a melhor aluna e inscreveu-se na Harvard Law School.”
Mas eis a verdade:
Não há qualquer dúvida que Davis passou por apertos financeiros. Quando os seus pais se separaram, o seu pai, Jerry Russell, abriu uma loja sanduíches e um incipiente "dinner theater"
“Enquanto ele vivia essa paixão, ele nunca mais foi capaz de gerar dinheiro e nunca foi capaz de cumprir os termos do divórcio dos meus pais,” disse ela. “O que isso significava para nós financeiramente foi que as coisas voltaram-se de cabeça para baixo, e foi uma verdadeira luta. Os meus irmãos e eu começamos a trabalhar bem cedo na vida - e isto foi por motivos de necessidade e não para termos um pouco para gastar.” 
Ela ainda tinha 17 anos e ainda se encontrava na escola secundária quando se mudou para casa do seu namorado Frank Underwood, trabalhador da construção civil. Ela engravidou, casou-se e "entre os meus 19 e 20 anos eu e o Frank separámo-nos," disse ela. 
Wendy Davis permaneceu na casa móvel durante mais alguns meses, e depois passou a viver com a sua mãe até ter o seu próprio apartamento. Ela obteve a custódia da sua filha Amber, e foi ordenado a Underwood que pagasse pensão alimentícia. Segundo os termos do divórcio, Frank ficou com o barco, a casa móvel e a responsabilidade de pagar a hipoteca. Ela ficou com um Pontiac Grand Prix de 3 anos, um Firebird de 1972, e uma carrinha Chevy de 1967. Wendy Davis tinha 21 anos.
Pouco depois do divórcio, o seu pai apresentou-lhe um homem mais velho chamado Jeff Davis. Davis, um advogado de 34 anos, começou a ter um relacionamento com ela e casou-se com ela quando ela tinha 24 anos.

Por esta altura ela tinha-se inscrito na "Texas Christian University", e o seu marido pagava as mensalidades escolares da universidade. Depois de se licenciar, ela foi aceite na "Harvard Law School", que também foi paga pelo Jeff Davis depois dele avançar com $401,000 e ter feito um empréstimo bancário. Enquanto isso, ele trabalhava arduamente enquanto tomava conta das filhas em Texas enquanto ela estudava para obter as suas qualificações em Harvard.

Nos anos que se seguiram depois de Wendy se formar, o seu marido não só continuou a pagar o empréstimo que possibilitou que ela finalizasse o curso em Harvard, como continuou a ser um pai para as duas crianças dela. Eis o que aconteceu depois:
Com o passar do tempo, o casamento dos Davis tornou-se cada vez mais tenso. Em Novembro de 2003, Wendy saiu de casa. Jeff Davis disse que Wendy saiu de casa aproximadamente na mesma altura em que ele fez o último pagamento do empréstimo feito para que ela estudasse em Harvard. "Foi irónico", disse ele. "Fiz o último pagamento e no dia seguinte ela saiu de casa." 
Wendy Davis disse que, como advogada, ela também contribuiu. "Eu uma parte vibrante das contribuições feitas para as finanças da família desde o momento em que me formei até que nos separamos em 2003," disse ela. "A ideia de que subitamente houve uma partida instantânea depois de eu e Jeff termos feito uma parceria tão bonita enquanto eu estava na universidade é um absurdo." 
Na apresentação inicial dos processos legais do divórcio, Jeff Davis disse que o casamento falhou, citando adultério por parte dela e conflitos que o casal não conseguia superar. O decreto de divórcio final emitido pelo tribunal não faz qualquer menção à infidelidade de Wendy Davis, concedendo o divórcio apenas "com base na insurportabilidade". 
Ah, triste vida do marido atencioso.

Apesar da sua política não me interessar muito, não tenho dúvidas que Wendy Davis é uma mulher inteligente, ambiciosa e talentosa. Ela pode até ser uma política eficiente, e uma boa defensora dos seus constituintes. No entanto, a parte em falta da sua narrativa é que ela chegou onde chegou usando um homem como escada para a sua ascenção - um homem que ela usou para os seus interesses egoístas, e depois traiu-o.

Isto é o que as feministas chamam de "heroísmo".

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Sem surpresa alguma, Wendy Davis é uma ávida defensora do esquartejamento, decapitação, queima química e desmembramento de bebés inocentes.



Tal é o caminho da mulher adúltera: ela come, e limpa a sua boca, e diz: "Não cometi maldade".
Proverbios 30:20.



sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Mulher-polícia: "Não irei trabalhar durante os próximos 4 meses. Partiram-me o coração."

Uma mulher pertencente aos quadros da da Met (Metropolitan Police) pediu baixa remunerada alegando estar de "coração partido" depois de ter sido abandonada por um homem depois deste reatar a relação com a sua ex-mulher. Segundo se sabe, a detective ficou devastada depois do amante ter voltado para a sua esposa.

O par havia iniciado a coabitação depois de se terem conhecido no local de trabalho - e depois do casamento dele se ter desmoronado. Mas depois de terem começado a viver juntos numa casa com o valor de £500,000 (+/- €406,883), ele regressou para a sua esposa. O relacionamento entre os dois oficiais durou relativamente 3 meses.

A mãe solteira (uma criança) aparentemente pediu baixa remunerada devido ao stress, e não voltou para o seu emprego - que tem um salário anual de £45,000 (€57.446/ano).

O "The Sun" reportou que a Scotland Yard está a oferecer apoio total à detective e uma fonte disse o seguinte ao jornal:

A organização não a deixará sozinha de modo a que ela deambule pela casa, afogando na mágoa. Ela está a ser regularmente acompanhada e visitada.
Pete Smythe, presidente da "Met Police Federation", afirmou ao MailOnline:
Se ela pediu dispensa, então ela já foi observada por um profissional que concordou que ela não se encontra em condições de trabalhar. No que concerne as regras, ela estará a receber o ordenado por inteiro durante seis meses, seguindo-se metade do ordenado até aos 12 meses, e depois pára de receber. Existem procedimentos que podem levar à sua dispensa permanente [despedida] mas depois dos 4 meses, é relativamente difícil.

Assumo que a MET lhe está a oferecer aconselhamento. Nunca tinha visto um caso parecido a este.

John O'Connor , antigo Comandante da MET, qualificou a situação de "absurda." Ele disse ainda:
Quatro meses é muito tempo para se estar dispensada por motivos de coração partido. Até parece que ela se encontra a sofrer pela perda dum ente familiar.
Um porta-voz da MET disse que a força policial não comenta assuntos pessoais.

Fonte

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Qualificar esta situação de ridícula é uma "under-statement". Não é concebível confiar na sobrevivência duma sociedade que permite que pessoas - homens ou mulheres - deixem que as emoções pessoais afectem de forma tão profunda o seu desempenho profissional.

Por motivos tão subjectivos como "coração partido", esta mulher vai ficar - no mínimo - um terço do ano sem trabalhar, mas a receber como se estivesse a trabalhar.



quinta-feira, 10 de maio de 2012

Mãe ofereceu as filhas na Net a pedófilo para sexo durante dois anos

Um capitão do Exército na reserva e a mãe de duas adolescentes estão a ser julgados, em Vila Nova de Gaia, por abuso sexual das menores. A mulher, desempregada, teria acordado entregar as filhas ao sexagenário para relações sexuais com as filhas, durante dois anos, a troco de apoio financeiro.

Os factos terão ocorrido entre 2006 e 2008. De acordo com a acusação, a mulher, com cerca de 40 anos, mãe de duas menores de 14 e 16 anos, estava desempregada.

Na Internet, terá conhecido o capitão do Exército na reserva, de 63 anos, morador em Espinho, quando frequentava "chats", fazendo-se passar por uma adolescente.

Mais tarde, após o ex-militar e pedófilo ter descoberto a verdadeira identidade da mulher, esta ofereceu-lhe, em contrapartida, os favores sexuais das duas filhas mediante apoio financeiro.

Segundo a imprensa diária desta quinta-feira, o capitão na reserva aceitou a proposta e, durante dois anos, passou a encontrar-se com a mulher e as duas filhas no seu automóvel. Seguiam para um local isolado e ermo onde o homem mantinha relações sexuais com as menores. Ao final de cada mês, a mulher recebia elevadas quantias em dinheiro.

Os abusos sexuais prolongaram-se até ao momento em que a adolescente mais nova contou a familiares o drama a que estavam sujeitas. Ambas as menores acabaram por ser institucionalizadas.

Fonte

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Crianças que crescem em lares desfeitos são mais susceptíveis de se tornarem vítimas de predadores sexuais. A lógica dita-nos que um governo que queira aumentar a segurança das crianças deve promover a família e fortalecer os casamentos. O que é que a esquerda militante propõe? Exactamente o contrário: divórcio fácil, aborto grátis e o ensino do homossexualismo às crianças. Ficamos com a ideia de que o seu propósito é mesmo o de destruir a sociedade ocidental, mas, como diz um amigo meu, isso devem ser "teorias da conspiração" de "conservadores fanáticos".


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Mãe ajuda filha de 13 anos a enviar fotos nuas para namorado

Uma norte-americana de 35 anos, residente em Duchesne, no estado do Utah, vai responder por três acusações de exploração sexual de menor depois de ter ajudado a filha de 13 anos a tirar fotografias despida e a enviá-las para o namorado, 17 anos mais velho.

O homem de 30 anos tinha oferecido um telemóvel à adolescente, colocando como condição que esta deveria fornecer-lhe imagens eróticas.

A mãe da jovem admitiu às autoridades que sabia que as fotografias seriam enviadas para o namorado, que vive a centenas de quilómetros, no estado do Oregon.

Fonte

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A falta que um pai faz.


domingo, 29 de abril de 2012

Governo descobre fraude de R$ 113 mil após mulher publicar fotos de viagem no Facebook

Andrea Raftis, 24, pediu benefícios ao governo inglês por ser mãe solteira de duas crianças que não tinha como sustentar – ela não teria nenhuma fonte de renda. Autoridades, no entanto, viram no Facebook fotos da mulher em uma viagem exótica ao Egipto, durante o período em que ela já recebia os benefícios. Segundo o jornal “The Sun”, ela embolsou cerca de 37 mil libras (cerca de R$ 113,6 mil) com o golpe.

Depois de encontrar as fotos no Facebook, as autoridades descobriram ainda que Andrea mora com o marido, Fawad Rahimi. Ele tem uma pizzaria e duas propriedades alugadas em uma região nobre de Londres. A mulher mora na cidade de New Malden, no condado de Surrey.

Ainda de acordo com o “The Sun”, as fraudes começaram em 2007. No tribunal de Croydon Crown, Andrea declarou-se culpada das duas acusações de fraude.

Ela foi condenada a oito meses de prisão, mas cumprirá a pena com 200 horas de serviço comunitário. Além disso, ela terá de devolver ao governo toda a quantia que embolsou.

Fonte

Cavalgando à custa do Estado.


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Violência doméstica: mãe solteira mata filho recém nascido atirando-o para o caixote de lixo

Um bebé recém-nascido foi encontrado morto num terreno, dentro de um caixote do lixo, em Cernache do Bonjardim, no concelho da Sertã.

A mãe, uma jovem e solteira, é suspeita de o ter abandonado após o parto, realizado em casa, em circunstância que a PJ do Centro ainda está a tentar apurar. A mulher já foi identificada e o corpo do bebé será hoje submetido a autópsia no Instituo de Medicina Legal de Coimbra, que irá esclarecer se se trata de um caso de homicídio ou de abandono de um nado--morto.

O caso foi denunciado às autoridades por familiares da jovem que se terão apercebido de movimentações estranhas. Após a realização de buscas, em que participaram a GNR, os bombeiros e elementos da Segurança Social, foi encontrado durante a tarde o feto, aparentemente de tempo completo.

A mãe, que ocultou a gravidez, terá feito o parto em casa sozinha durante a noite, tendo depois abandonado o recém-nascido. Às autoridades a jovem disse que desconhecia se o bebé estava vivo ou morto após o parto.

Fonte

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Sem dúvida que este acto horrível vai ter os normais atenuantes que são usados sempre que um crime é feito por uma mulher recentemente grávida: "stress de gravidez", "trauma", etc, etc...


sábado, 31 de março de 2012

Dez grandes mentiras do feminismo

"Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos do vosso pai: ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira."
João 8:44

  • 1) 1/4 das universitárias foram violadas ou foram vítimas de tentativa de violação.
Facto: Eis uma crítica interessante ao estudo que originou o mito dos 1/4 (ainda propagado por organizações feministas) levado a cabo por Christina Sommers da Clark University. Ela ressalva que o estudo fazia perguntas do tipo:
Alguma vez tiveste relações sexuais indesejadas devido ao facto do homem te ter oferecido drogas ou álcool?
Uma resposta afirmativa contava como "violação". Por outras palavras, a mulher que estivesse arrependida dum encontro só de uma noite ("one night stand"), depois de ter passado o serão a beber, era contabilizada como "vítima de violação".

A natureza ambígua das perguntas e a sua definição inclusiva torna-se evidente após levarmos em conta as seguintes estatísticas:

  • Apenas 27% das mulheres que Koss identificou como vítimas de violação identificaram-se a elas mesmas como vítimas de violação. Elas tinham sido "violadas" e nem sabiam.
  • 42% das "vítimas" voltaram a ter encontros sexuais com o suposto violador.

Claramente, algo está errado com a metodologia levada a cabo pelas feministas.

  • 2) Só 2% (ou 8%) das alegações de violação são falsas.

Facto: Katz e Mazur analisaram os estudos a partir de 1956 e estes dados mostraram que as falsas alegações de violação variavam entre 1% até os 25%. Allison and Wrightsman escolheram o estudo que mais lhes interessava.

Michelle Anderson da "Villanova University Law School" reportou em 2004 que "nenhum estudo foi alguma vez publicado que forneça uma base evidencial para a tese de que apenas 2% das alegações de violação são falsas."

  • 3) As mulheres ganham 77 cêntimos por cada dólar que os homens ganham.

Facto: A verdade dos factos é que a "falha salarial" desaparece quando se levam em conta factores como tipos de qualificação, anos no mercado de trabalho, disponibilidade para viajar (requisitos de viagem), níveis de trabalhos físicos, e riscos para a vida e membros.

Como dito neste texto, não só as mulheres estão vastamente sob-representadas nos empregos em torno da engenharia, como estão vastamente sobre-representadas entre os empregos em volta da psicologia social e afins.

Ou seja, as licenciaturas onde os homens estão em maioria são as melhor remuneradas; as licenciaturas onde as mulheres estão em maior número, são pior remuneradas. Olhando para os dados, as feministas concluem que há "descriminação".

São as mulheres que escolhem licenciaturas e empregos que estão mais de acordo com a sua biologia e psicologia - ao mesmo tempo que escolhem evitar empregos onde elas não se sentem tão à vontade ou empregos que são mais exigentes em termos de carga horária e esforço físico/emocional/psicológico.

  • 4) Os homens nunca foram forçados a pagar pensão alimentícia para filhos que não são biologicamente seus.

Ai não?

Homem que processou a sua antiga esposa depois de pagar pensão alimentícia a duas crianças resultantes de encontros amorosos que ela teve com o amante, perdeu o seu recurso no High Court.

De modo unânime, os juízes determinaram que a fraude paternal trazida ao tribunal por Liam Neale Magill havia falhado.

Segundo os juízes, não havia ocorrido nenhuma decepção no facto da mulher ter gerado dois filhos de outro homem, mas ter forçado o ex-marido a pagar a pensão alimentícia a crianças que não eram suas.

Mas o que levou a mulher a admitir a fraude não foi a consciência pesada mas sim a ciência:

Em Abril de 2000, um teste de ADN determinou que o sr Magil não era o pai do rapaz nem da criança.
Subsequentemente [isto é, DEPOIS do teste de paternidade], a vítima do patriarcado opressivo, forçada a ficar em casa a tomar conta dos filhos enquanto o marido se ia divertir com várias amantes mulher admitiu ter iniciado um relacionamento sexual com outro homem logo após o nascimento do primeiro filho.

Incrível.

Pior que isso, é que muitos homens actuais estão a sustentar crianças que podem muito bem não ser suas. As mães que traíram os maridos estão bem cientes que há essa hipótese mas nada dizem sob pena de serem expostas como aquilo que são: adúlteras.

  • 5) As mulheres foram oprimidas pelos "homens" e pelo "patriarcado" durante quase 5,000 anos.

Facto: o melhor amigo da mulher foi, é e sempre vai ser o patriarcado Cristão (o grande inimigo das feministas). A escritora do link de cima diz:

O patriarcado foi o arranjo social dominante durante a maior parte da História da civilização Ocidental - a civilização que produziu as expressões de liberdade humana e direitos individuais que as feministas radicais querem agora rejeitar.
Para além disso, e apesar do que as feministas dizem umas às outras, não há alternativa funcional ao patriarcado. Todas as grandes civilizações da história conhecida foram patriarcais.
Afinal, foram as sociedades patriarcais que produziram os triunfos da lógica, ciência, arte e literatura ; e, na maior parte, foi o patriarcado que desenvolveu as filosofias políticas liberais que conduziram as sociedades à democracia, direitos individuais e emancipação da mulher.
Como sempre acontece, a história está contra o feminismo.
  • 6) As distinções de género são socializadas (pelo patriarcado) e não biológicas.

Facto: Antes de mais, convém saber uma coisa muito importante: a maior parte das pessoas (homens e mulheres) que propagam o mito da "igualdade de género" são professores de "Estudos Femininos" e "Literatura Inglesa" e afins - não pessoas com qualificações em Biologia. Portanto a sua palavra vale o que vale.

Mas isto por si só não é argumento contra a tese de que as diferenças entre homens e mulheres são "construções sociais".

Este texto revela que há aptidões e gostos que são inatos ao sexo de cada um - e não algo aprendido com a socialização.

Pesquisadores de "City University" colocaram uma gama de brinquedos a cerca de um metro de 90 crianças com idades entre os nove meses até aos 36 meses. Posteriormente gravaram o tipo de brinquedos com os quais eles brincavam e durante quanto tempo.

Eles puderam verificar que os rapazes passavam a maior parte do tempo a brincar com os carros e com as bolas, enquanto que as raparigas passavam a maior parte do tempo com as bonecas.

Todas as pessoas que já lidaram com crianças sabem que as meninas não escolhem o mesmo tipo de brinquedos que os rapazes. Segundo as feministas, isto é o efeito da "socialização".

  • 7) De forma segura e feliz, as mulheres podem desfrutar do sexo casual do mesmo modo que os homens.

Facto: Uma ex-feminista convertida ao Catolicismo afirma:

A geração dos anos 60 pensava que tudo deveria ser livre. No entanto, alguns anos mais tarde, os hippies vendiam garrafas de água nos festivais de rock a 5 dólares cada.

Mas para mim o preço do "amor livre" foi ainda maior. Sacrifiquei aqueles que deveriam ter sido os melhores anos da minha vida pela mentira sombria do amor livre.

Todo o sexo que alguma vez tive - e tive mais do que a minha conta - longe de trazer o relacionamento duradouro que buscava, apenas tornou o casamento uma miragem.

Não estou sozinha nesta forma de pensar. Podem-me incluir entre as insatisfeitas filhas da revolução sexual, um grupo contra-cultural composto por mulheres que se aperceberam que o sexo casual é uma mentira e estão a preferir permanecer castas.

As mulheres são criaturas de empatia e de relacionamento. Ao contrários dos homens cuja gratificação e realização pessoal vem das conquistas, a gratificação pessoal feminina chega-lhes maioritariamente através dos relacionamentos. (Isto não quer dizer que as mulheres não apreciem conquistas profissionais e nem que os homens não valorizem os relacionamentos.)

Se uma mulher se habitua a desconectar o sexo da fidelidade e do compromisso, para além de reduzir de forma séria o seu valor marital, gerar-se-á dentro de si um vazio profundo que, infelizmente, vai ser preenchido com mais comportamentos de risco.

A noção de que as mulheres olham para a intimidade sexual da mesma forma que os homens é uma medida de engenharia social que - para além de outras coisas - visa tornar a mulher o menos apelativa possível para o casamento.

Destruir o casamento é um dos objectivos do feminismo, e , infelizmente, é precisamente isso que está a acontecer à medida que mais e mais homens deixam de lado o casamento ou buscam alternativas à mulher ocidental.

Curiosamente. onde o feminismo é mais forte (no ocidente) é precisamente onde os homens gradualmente aumentam a sua repulsa pelas mulheres quando se fala em casamento.

  • 8) Dentro do contexto da violência doméstica, os homens são mais violentos.

Facto: Pesquisas recentes refutam a desactualizada retórica feminista que caracteriza os homens como perpetradores malignos e as mulheres como vítimas inocentes da violência doméstica.

O "bater na mulher" está a ser substituído pelo "bater no marido". Actualmente, ambos os géneros estão empatados nos 28% de probabilidade de serem agredidos. No entanto, entre as gerações mais novas, as mulheres excedem os homens no que toca a violência física dirigida ao outro.

  • 9) As mães solteiras não tem problemas em criar filhos saudáveis, funcionais e perfeitamente ajustados.

Facto: Os rapazes são mais inclinados para a violência e as raparigas são em média mais promiscuas se crescerem sem uma figura paterna. As crianças precisam dum pai tal como precisam duma mãe. As feministas que defendem o contrário estão a gerar gerações inteiras de pessoas amarguradas, violentas, deprimidas e promiscuas.

  • 10) O patriarcado é uma instituição maligna.

Facto: Vêr este texto.

Modificado a partir do original


sexta-feira, 2 de março de 2012

É importante desmotivar a monopaternidade

"Eu consigo criar o meu filho sozinha. Quem é que precisa dum pai?"

Os filhos precisam dum pai porque, por melhor que a mãe seja, ela nunca vai ser um pai.

Um estudo levado a cabo na Austrália - em torno do comportamento dos rapazes que cresceram sem um pai - é elucidativo.

Os rapazes são mais inclinados para a violência se cresceram sem uma figura paterna. O estudo, levado a cabo pelo "Melbourne Institute of Applied Economic and Social Research" na "Faculty of Business and Economics", verificou que a presença duma figura paterna durante a adolescência dos rapazes servia de força de controle em relação ao comportamento desviante e actividades de risco.

Embora se tenha determinado que a presença envolvente e interacção entre os pais (homens) e os rapazes é benéfica, não ficaram explicados os benefícios positivos que as crianças que cresceram com os pais obtêm.

A Professora Deborah Cobb-Clark, Directora de Melbourne Institute disse:

A sensação de segurança gerada pela presença dum modelo masculino na vida do jovem tem efeitos protectores na criança, independentemente do nível de interacção entre a criança e o pai.

Os pais não só fornecem exemplos masculinos às crianças, como podem influenciar as suas preferências, valores e atitudes - ao mesmo tempo que lhes fornecem uma sensação de segurança e aumentam a sua auto-estima.

A sua presença aumenta também o nível de supervisão paterna em casa, o que pode levar à redução do comportamento delinquente. [...]

O nosso estudo incluiu pais residentes e não-residentes, pais biológicos e pais adoptivos e a sua influência no comportamento adolescente. Descobrimos que os jovens envolvem-se em mais delinquência na ausência duma figura paterna nas suas vidas.

O comportamento das raparigas adolescentes tem uma relação menor com isto, o que pode ser atribuído aos menores níveis de assumpção de riscos presente entre as fêmeas.

Adicionalmente, verificou-se que pertencer a famílias com rendimentos mais elevados não resolve o problema associado à delinquência juvenil.

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Rapazes que crescem sem um pai são mais susceptíveis de levar a cabo actividades mais violentas. Mais uma evidência contra a noção de que basta uma mãe para a criança ter um desenvolvimento emocionalmente estável.

Curiosamente, o estudo alega que as raparigas não são afectadas pela ausência duma figura paterna. Mas isso deve-se à métrica usada para se determinar esse dado: comportamento delinquente.

Quando os estudos alargam as variáveis mensuráveis de modo a incluir outro tipo de comportamento desviante, existe uma ligação muito forte entre o nível de promiscuidade da rapariga e a presença (ou ausência) dum pai.


As raparigas que crescem sem um pai são mais susceptíveis de levar a cabo comportamento sexual de risco do que as raparigas que cresceram com um pai ou com uma figura paterna.

Mulheres adolescentes com idades entre os 15 e os 19 educadas num lar onde não havia figura paterna são significativamente mais susceptíveis de se envolverem em sexo pré-matrimonial do que mulheres adolescentes que cresceram em famílias compostas por um pai e uma mãe.

(Billy, John O. G., Karin L. Brewster and William R. Grady. "Contextual Effects on the Sexual Behavior of Adolescent Women." Journal of Marriage and Family 56 (1994): 381-404.)

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Portanto, rapazes que crescem sem um pai tendem a ser mais violentos e raparigas que crescem sem um pai tendem a ser sexualmente mais promiscuas. Olhando para estes dados, não é lógico defender a monopaternidade como modalidade familiar saudável e aconselhável.


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Viúva de 18 anos protege vida do filho matando criminoso invasor

Esta história demonstra de um modo empírico que quem quer desarmar a população não está a levar em conta a sua segurança, mas sim a tentar deixá-los totalmente à mercê dos criminosos (exactamente o que a esquerdalha quer).

Uma jovem de 18 anos de Oklahoma City, mãe duma pequena criança, matou um intruso como forma de se proteger e de proteger o bebé. Isto ocorreu menos de uma semana depois do pai da criança morrer de cancro.

Sarah McKinley disse que no dia de Natal, no próprio dia em que o marido foi enterrado, um homem identificado como Justin Martin apareceu na sua casa alegando ser um "vizinho", e que apenas queria deixar saudações. A srª McKinley não acreditou na história e como tal, não o deixou entrar.

Na véspera de Ano Novo o tal homem regressou mas desta vez veio com outro homem (Dustin Stewart) e armado com uma faca de 30cm. Obviamente, eles haviam feito algum tipo de investigação e descoberto que a srª Mckinley estava sozinha com o bebé. Devido a isto, os criminosos tentaram arrombar a casa, assumindo que ela seria uma vítima fácil.

Infelizmente para eles, ela não foi uma vítima fácil. Ela nem sequer foi uma vitima.

Mal ela se apercebeu do que estava a acontecer, pegou no bebé, na garrafa do mesmo e nas armas, e correu para o quarto. De lá, entrou em contacto com o 911.

Eis parte da conversa telefónica:

Tenho duas armas na minha mão - posso disparar contra ele, se ele vier à minha porta? Estou aqui sozinha com o meu bebé. Podem enviar algum tipo de ajuda para aqui imediatamente?
A pessoa com quem a sra McKinley falou confirmou se as portas da casa estavam fechadas e trancadas e depois disse:
Eu não posso de maneira nenhuma dizer o que você tem que fazer, mas você tem que fazer tudo para proteger o bebé.
Quando Martin deu um pontapé na porta do quarto e veio atrás da jovem, armado com uma faca, foi recebido com balas pelo corpo adentro, matando-o imediatamente. Dustin, o criminoso que vinha com ele, apercebendo-se do que havia acontecido, fugiu e mais tarde entregou-se à polícia.

Como - graças a Deus - Oklahoma não é como qualquer país europeu, onde andar armado pode ser crime, os polícias estão a tratar isto como homicídio justificado e, como tal, nenhum processo legal será levantado contra a mulher.

Dan Huff, da polícia de Blanchard disse:

É permitido atirar contra uma pessoa não autorizada que entre na nossa casa. A lei providencia o recurso e sanciona o uso de força letal.
A jovem srª McKinley disse o seguinte à afiliada da ABC News em Oklahoma City, a KOCO:
Normalmente eu não faria isto, mas estava em jogo o meu filho. Não foi uma decisão fácil, mas ou era ele ou era o meu filho. E de maneira nenhuma seria o meu filho.

Não há nada mais perigoso que uma mãe a proteger o seu filho.

. . . . . . .

Lembrem-se deste tipo de notícias da próxima vez que um imbecil esquerdista, a viver numa mansão murada e guardada 24 horas por dia por seguranças armados até aos dentes, tentar construir um argumento estúpido em favor do desarmamento civil.

Mostrem-lhe esta história e perguntem-lhe quanto tempo demoraria até que a policia chegasse ao local, e o que é que o James faria à mulher e à criança entretanto.

Como disse o Olavo de Carvalho num dos seus excelentes vídeos, "pobre armado é mais poderoso que rico desarmado".

Pessoas livres andam armadas. Escravos andam desarmados.

Quem te quer tirar as armas, quer-te tornar vulnerável perante os criminosos e dependente da "protecção governamental". Infelizmente (e daí talvez não) o governo não pode estar em todo lugar. A dada altura a nossa protecção tem que ser feita por nós mesmos.


sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Violência Doméstica: mulher atira os próprios filhos do 4º andar num "acesso de raiva"


Uma mulher foi presa na noite desta Quarta-Feira sob suspeita de ter atirado os dois filhos gémeos, de um ano e cinco meses de idade, pela janela de um apartamento no quarto andar de um prédio em Sete Lagoas (79 km de Belo Horizonte).

A avó das crianças relatou à polícia que os dois caíram sobre o jardim do prédio e foram imediatamente socorridos.

A operadora de caixa Gisele Pereira da Fonseca, 25, confessou ter atirado os filhos pela janela durante um acesso de "raiva" após se desentender com sua mãe, segundo a delegada de homicídios, Mariza Andrade.

Um dos bebés foi internado no hospital municipal de Sete Lagoas e não corre risco de morte. O outro teve um hematoma no cérebro e foi levado para Belo Horizonte, onde está internado no CTI (Centro de Terapia Intensiva), mas está estável e também não corre risco de morrer.

"Ela disse que perdeu o controle porque precisava viajar a Nova Lima [MG] para ver o ex-namorado [que também é pai das crianças], mas não tinha com quem deixar os bebés", afirma a delegada.

Em depoimento, Gisele disse que estava segurando as crianças no colo e as atirou pela janela após a mãe ter se negado a cuidar dos meninos.

"A mãe [de Gisele] disse que explicou à filha que não poderia ajudá-la porque tinha de trabalhar. Quando saía de casa, se deu conta de que as crianças haviam sido jogadas", disse a delegada.

A polícia não soube precisar de que altura as crianças caíram nem o cómodo de onde a mãe supostamente as teria jogado. Na noite desta quarta, os peritos ainda trabalhavam no local.

Ainda segundo a polícia, a mãe dos bebés disse que sofria de depressão há um tempo e que precisava buscar dinheiro com o ex-namorado.

Gisele seria encaminhada ao Presídio de Sete Lagos ainda nesta noite. A delegada responsável diz que ela será indiciada sob suspeita de tentativa de homicídio.

Até o momento, ela não tem advogado.

Fonte

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domingo, 20 de novembro de 2011

Violência doméstica: mulher mata o filho porque este não parava de chorar

A mãe dum bebé de 13 meses, cujo corpo foi encontrado envolvido com uma manta e lançado na floresta, foi acusada de o ter morto.

Shelby Dasher, de 20 anos, foi acusada de homicídio em segundo grau depois de ter admitido ter batido várias vezes no bebé, num acesso de raiva por este não se calar, "não adormecer e nem querer ficar deitado".

Ela admitiu também ter-se visto livre do corpo do bebé - que foi encontrado perto dum cemitério a cerca de 1,6 quilómetros da sua casa, horas depois dela ter reportado o seu desaparecimento.

Seguiram-se 4 horas de buscas intensas à criança.

Dasher alegou inicialmente que, nessa manhã, ela havia dormido para além da hora normal e quando acordou, descobriu que o bebé tinha desaparecido. Ela disse também que tinha colocado o filho a dormir às 22:30 de Segunda-Feira.

Robert P. McCulloch, advogado de acusação, disse aos repórteres que:

Neste momento, não temos evidências de que tenha havido mais pessoas envolvidas para além da menina Dasher.
Ele acrescentou ainda que Dasher chegou a casa bêbada por volta das 2:30 da manhã de Terça-Feira.

Quando a sua mãe saiu para trabalhar às 7:30 da manhã, Tyler não parava de chorar. Como tal, ela espancou-o até à morte.

A polícia e o FBI montaram buscas maciças ao mesmo tempo que questionavam a mãe. Eles repararam no entanto que não havia sinais de entrada forçada.

Joe Ellington, o pai da criança, vive em outra área de St. Louis.

Fonte

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Mãe solteira aos 20 anos, bêbada numa Segunda-Feira e o pai da criança ausente = receita para desastre.

Outra coisa que convém ressalvar é que algumas fontes alegam que a maior parte da violência doméstica contra as crianças é levada a cabo por mulheres. Se isto é verdade, porque é as feministas e os seus aliados governamentais, sempre interessados em combater a violência doméstica, não reportam estes factos? Ou será que só é violência doméstica se a vítima for uma mulher?


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