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quinta-feira, 22 de maio de 2014

As mentiras de Wendy Davis


Wendy Davis, uma relativamente jovem e atraente mulher da política americana, causou alguma impressão ao trazer um tipo de política-yankee Democrata [do Partido Democrata Americano] para o senado estadual do Texas. Agora, a ambiciosa loira está a apontar para o lugar de governadora num estado tradicionalmente Republicano.

Uma larga parte da imagem pública por trás da qual ela se promove foi construída através da sua história de mãe solteira adolescente, algo que ressoa de forma profunda junto do eleitorado Democrata mais velho do Nordeste; devido a isso, ela tem recebido cobertura mediática positiva por parte de canais de comunicação tais como o NY Times. Embora o facto dela ter estudado em Harvard também ajude, a história em torno da forma como ela chegou onde chegou permaneceu incontestada.

Mas agora, o "Dallas Morning News" ajuda a esclarecer as coisas.

Primeiro, ela nunca foi uma "mãe solteira adolescente"; ela encontrava-se casada quando teve a sua primeira criança e divorciou-se quando tinha 21 anos:
A constrangedora história da candidata começa com Wendy Russell, de 14 anos, a ter que trabalhar para sustentar a sua mãe solteira em Tarrant County. Enquanto era ainda uma adolescente, Wendy Davis, segundo o que ela reportou, casou-se, teve uma criança e divorciou-se. 
“Tive um bebé e divorciei-me quando tinha 19 anos de idade,” testemunhou ela durante um processo legal recente em torno do redistritamento. “Depois do meu divórcio, vive numa casa móvel num parque de caravanas em Fort Worth.” 
Como mãe-trabalhadora a educar uma filha, Davis inscreveu-se no "Tarrant County Community College"
O seu site diz ainda que, “Com a ajuda de bolsas académicas e empréstimos estudantis, não só Wendy se tornou na primeira pessoa da sua família a tornar-se bacharel, mas também acabou o bacharelato como a melhor aluna e inscreveu-se na Harvard Law School.”
Mas eis a verdade:
Não há qualquer dúvida que Davis passou por apertos financeiros. Quando os seus pais se separaram, o seu pai, Jerry Russell, abriu uma loja sanduíches e um incipiente "dinner theater"
“Enquanto ele vivia essa paixão, ele nunca mais foi capaz de gerar dinheiro e nunca foi capaz de cumprir os termos do divórcio dos meus pais,” disse ela. “O que isso significava para nós financeiramente foi que as coisas voltaram-se de cabeça para baixo, e foi uma verdadeira luta. Os meus irmãos e eu começamos a trabalhar bem cedo na vida - e isto foi por motivos de necessidade e não para termos um pouco para gastar.” 
Ela ainda tinha 17 anos e ainda se encontrava na escola secundária quando se mudou para casa do seu namorado Frank Underwood, trabalhador da construção civil. Ela engravidou, casou-se e "entre os meus 19 e 20 anos eu e o Frank separámo-nos," disse ela. 
Wendy Davis permaneceu na casa móvel durante mais alguns meses, e depois passou a viver com a sua mãe até ter o seu próprio apartamento. Ela obteve a custódia da sua filha Amber, e foi ordenado a Underwood que pagasse pensão alimentícia. Segundo os termos do divórcio, Frank ficou com o barco, a casa móvel e a responsabilidade de pagar a hipoteca. Ela ficou com um Pontiac Grand Prix de 3 anos, um Firebird de 1972, e uma carrinha Chevy de 1967. Wendy Davis tinha 21 anos.
Pouco depois do divórcio, o seu pai apresentou-lhe um homem mais velho chamado Jeff Davis. Davis, um advogado de 34 anos, começou a ter um relacionamento com ela e casou-se com ela quando ela tinha 24 anos.

Por esta altura ela tinha-se inscrito na "Texas Christian University", e o seu marido pagava as mensalidades escolares da universidade. Depois de se licenciar, ela foi aceite na "Harvard Law School", que também foi paga pelo Jeff Davis depois dele avançar com $401,000 e ter feito um empréstimo bancário. Enquanto isso, ele trabalhava arduamente enquanto tomava conta das filhas em Texas enquanto ela estudava para obter as suas qualificações em Harvard.

Nos anos que se seguiram depois de Wendy se formar, o seu marido não só continuou a pagar o empréstimo que possibilitou que ela finalizasse o curso em Harvard, como continuou a ser um pai para as duas crianças dela. Eis o que aconteceu depois:
Com o passar do tempo, o casamento dos Davis tornou-se cada vez mais tenso. Em Novembro de 2003, Wendy saiu de casa. Jeff Davis disse que Wendy saiu de casa aproximadamente na mesma altura em que ele fez o último pagamento do empréstimo feito para que ela estudasse em Harvard. "Foi irónico", disse ele. "Fiz o último pagamento e no dia seguinte ela saiu de casa." 
Wendy Davis disse que, como advogada, ela também contribuiu. "Eu uma parte vibrante das contribuições feitas para as finanças da família desde o momento em que me formei até que nos separamos em 2003," disse ela. "A ideia de que subitamente houve uma partida instantânea depois de eu e Jeff termos feito uma parceria tão bonita enquanto eu estava na universidade é um absurdo." 
Na apresentação inicial dos processos legais do divórcio, Jeff Davis disse que o casamento falhou, citando adultério por parte dela e conflitos que o casal não conseguia superar. O decreto de divórcio final emitido pelo tribunal não faz qualquer menção à infidelidade de Wendy Davis, concedendo o divórcio apenas "com base na insurportabilidade". 
Ah, triste vida do marido atencioso.

Apesar da sua política não me interessar muito, não tenho dúvidas que Wendy Davis é uma mulher inteligente, ambiciosa e talentosa. Ela pode até ser uma política eficiente, e uma boa defensora dos seus constituintes. No entanto, a parte em falta da sua narrativa é que ela chegou onde chegou usando um homem como escada para a sua ascenção - um homem que ela usou para os seus interesses egoístas, e depois traiu-o.

Isto é o que as feministas chamam de "heroísmo".

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Sem surpresa alguma, Wendy Davis é uma ávida defensora do esquartejamento, decapitação, queima química e desmembramento de bebés inocentes.



Tal é o caminho da mulher adúltera: ela come, e limpa a sua boca, e diz: "Não cometi maldade".
Proverbios 30:20.



sexta-feira, 8 de novembro de 2013

As terríveis consequências da falsa acusação de violação

Modificado a partir do original

Uma vigília à luz de velas foi levada a cabo hoje em Surrey para lembrar a morte de dois melhores amigos que foram assassinados a sangue frio há 20 anos atrás. Amigos desde a escola primária, Christian Lussier e Paul McDaniel eram inseparáveis. "Eles eram uma equipa - estavam sempre juntos," afirmou a irmã mais velha de Lussie (Wendy Champam). "Eu não conseguia imaginar um sem o outro."

Tragicamente, os dois rapazes também morreram juntos.

No dia 11 de Setembro de 2013, John Joseph Arniel confrontou Lussier, de 16 anos, McDaniel, 15, e Richard Moisan, 17, num local por baixo da Ponte Bridge, onde ele disparou sobre todos eles. Lussier e McDaniel morreram no local, mas Moisan, que havia sido atingido na cara, sobreviveu. Ele foi também capaz de chamar o 911 e identificar Arniel como o atirador.

Arniel, então com 18 anos, foi atrás dos adolescentes porque a sua namorada lhe disse que Lussier a havia violado - uma alegação que a polícia analisou e apurou ser falsa antes da mulher retractar-se e confessar a mentira. Em Dezembro de 1993 Arniel declarou-se como culpado de duas instâncias de assassinato de segundo grau e uma tentativa de assassinato. Ele foi condenado a prisão perpétua sem qualquer hipótese de liberdade condicional por 20 anos. 

Embora 20 anos se tenham passado, Chapman afirmou que sente como se o seu irmão tivesse morrido ontem. O vazio nas respectivas famílias dos jovens assassinados nunca mais será preenchido.  Chapman disse que, "Isto nunca acaba. Ninguém supera uma coisa como esta. Nós nunca mais seremos os mesmos."

Recentemente, a família viu-se obrigada a reabrir as feridas durante a audiência de Armiel perante o Comité de Liberdade Condicional do Canadá. Cansada de lidar com o agressor, Chapman queria organizar algo que se foca-se nas duas vidas que foram perdidas - o seu irmão mais novo, inteligente, gentil e experiente em tecnologia, e o seu amigo engraçado e artístico. Chapman afirma:

Isto em nada está relacionado com o assassino, mas sim com as crianças que ele matou. Não queremos que os rapazes se tornem em mais um nome por baixo dum cabeçalho jornalístico em torno do assassino, ou num ficheiro num lugar remoto.
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Há já algum tempo que blogues como este têm se dedicado a listar exemplos das coisas horríveis que podem acontecer aos homens que são falsamente acusados de violação. É perturbante ver pessoas (homens mas principalmente mulheres) a trivializar as falsas acusações de violação alegando que elas são "raras". Infelizmente, as pessoas que fazem esse tipo de alegações têm algum tipo de interesses financeiro em jogo.

Essas mesmas pessoas falham ao não levar em consideração de que, embora uma pequena percentagem de alegações de violação podem ser decisivamente classificadas como "falsas", o mesmo pode ser dito das alegações de violação que podem ser conclusivamente classificadas como violações. De modo geral, ninguém pode confirmar uma ou a outra - até o estudo do Dr. David Lisak em torno da violação chega a esta conclusão.

Das acusações de violação que podem ser classificadas de modo conclusivo de uma forma ou outra, as falsas alegações de violação são uma percentagem substancial - uma percentagem inaceitável. Mas mesmo que as falsas alegações de violação fossem de facto raras, as consequências das falsas acusações de violação podem ser tão horríveis, que trivializá-las é uma afronta à decência.

Seguem-se alguns exemplos recentes onde podemos ver o quão horríveis as consequências da falsa acusação podem ser, mas antes disso um pequeno aviso. As histórias que se seguem são horríveis e nem todas as pessoas as podem ler. Se és uma pessoa que se deixa afectar de modo mais pessoal por histórias deste tipo, então fica o aviso.

As falsas acusações de violação podem ganhar vida própria e com relativa frequência, elas podem resultar em danos inimagináveis (até a morte) para homens e rapazes falsamente acusados de violação. Ao contrário da mentalidade esquerdista que permeia a nossa elite cultural, a tolerância em relação a violação não está "normalizada" na nossa cultura; a raiva e reacção violenta - até devido a alegações ainda por serem confirmadas - são comuns.

De certa forma, nós não somos muito melhores que a turba violenta de Duluth ou de milhares de outros locais, posando ao lado de uma foto macabra com um corpo morto a ser agitado ao vento, pendurado pelo pescoço, apenas e só porque uma mulher gritou "Violação!" Para a vítima, o julgamento acabou mesmo antes de ter começado; a acusação tornou-se a sua condenação e a sua sentença de morte. Tal como um advogado centrado nas liberdades civis afirmou, "Algumas pessoas consideram a violação como uma ofensa tão hedionda que eles nem consideram a inocência como uma defesa."

Eis aqui então alguns exemplos, e lembrem-se: foram avisados.

Renada Williams de Filadélfia convidou um homem para a sua casa para terem sexo, mas depois chamou um conhecido seu, bem como o seu irmão adolescente, e mentiu ao afirmar que o amante lhe havia violado. Os dois irmãos pontapearam a porta da casa da Williams e encontraram o amante nu no meio do quarto. Renada observou à medida que os irmãos aterrorizam e quase matavam o amante dela. Eles espancaram-no com as suas mãos, com um pedaço de madeira e com cordas. Seguidamente,   sodomizaram-no com uma vassoura depois de o alertarem de que ele "ficaria a saber qual era a sensação de ser violado". A vítima sofreu um colapso nos pulmões, costelas partidas - bem como outras lesões - e foi hospitalizado durante uma semana. A mulher declarou-se culpada e foi condenada a 23 meses de prisão. O adolescente está sob os cuidados do sistema prisional juvenil, ao mesmo tempo que se sabe que o irmão mais velho foi condenado entre 6 a 12 anos de prisão.

► Uma rapariga de 15 nos falsamente disse ao namorado que um homem de 18 anos a havia violado. A rapariga, o namorado e outro homem foram até ao apartamento do inocente jovem. Quando ele olho pelo buraco da sua porta para ver quem é que tinha tocado à campainha, um dos homens disparou através da porta, matando-o. O atirador fugiu mas o namorado da rapariga que fez a falsa acusação (que não fez o disparo) foi condenado a sete anos de prisão. A rapariga foi condenada com uma pena suspensa.

► Duas raparigas adolescentes mentiram para um homem de 19 anos que outro homem de 19 anos, Cory Headen, as havia violado. Devido a isso, o homem invadiu a casa de Headen e espancou-o até à morte com um taco de basebol enquanto ele dormia. Durante o julgamento, o juiz descreveu as adolescentes que acusaram Headen de violação de "estúpidas, bêbadas e raparigas imaturas" que passaram uma mensagem vil. O juiz condenou o assassino a sete anos de prisão, mas as raparigas que deram início ao fogo que levou à morte dum inocente aparentemente não sofreram qualquer tipo de condenação legal.

► John Chalmers, um proeminente homem de negócios de 47 anos, sofreu lesões cerebrais devastadoras devido às lesões causadas pelo ataque levado a cabo pelo irmão duma mulher. Chalmers foi falsamente acusado de ter violado a mulher, e como tal, o irmão dela espancou-lhe de tal forma que ele teve que "aprender tudo outra vez".

► Depois de ter estado em viagem durante algum tempo, Darrell Roberson chegou a casa de modo inesperado e encontrou a sua mulher, Tracy Roberson, e o amante dela, Devin LaSalle, juntos no camião deste último. Para encobrir a traição, Tracy Roberson falsamente disse que Devin a havia violado. Darrell Roberson disparou e matou  LaSalle. Nom volte-face inesperado, o júri recusou-se a acusar Darell Roberson, acusando no seu lugar a esposa. Tracy Roberson foi acusada, condenada e presa por cinco anos por homicídio involuntário. "A pessoa errada foi para a prisão," afirmou Jill Davis, advogada de Tracy Roberson.

► Felisha Hardison, de 25 anos e de Latrobe (Pennsylvania), juntamente com a sua mãe, pegaram num pequeno grupo de rapazes com idades compreendidas dos 19 aos 22, e levaram-nos até a casa de Cody Wightman (25 anos). Hardison e a sua mãe ficaram minivan enquanto os jovens pontapeavam a porta de casa de Wightman e davam início ao espancamento de Cody. A dada altura, eles atingiram-no com um martelo e causaram lesões nele, mas felizmente, Cody sobreviveu ao ataque relativamente incólume.  O ataque ocorreu porque Felisha disse aos jovens que Cody a havia violado. A policia disse que a acusação era falsa. Felisha Hardison,a sua mãe e quatro dos rapazes, declararam-se culpados em relação àquilo de que foram acusados. Veio-se a saber mais tarde que há algumas semanas atrás Felisha havia acusado outro homem de a ter violado. Ela declarou-se culpada dessa acusação também.

► Uma mulher de 23 anos de San Antonio instigou um assassinato ao mentir para o namorado dizendo que que havia sido violada numa tentativa de cobrir o facto dela o estar a trair. A vítima foi baleada perto restaurante Quiznos onde ele trabalhava. A falsa acusadora aceitou o acordo legal e agora encontra-se perante a possibilidade de ir para a prisão por 8 anos.

► A namorada de Regan Scott Derrick chegou a casa vomitando e a chorar, alegando que havia sido violada e roubada durante uma saída com as amigas. Regan reuniu um grupo de amigos e dirigiram-se a casa do alegado ladrão para reaverem os itens roubados. Eles invadiram a casa dos alegados ladrões, seguindo-se uma altercação violenta. Ninguém morreu mas Regan foi condenado por ferir com intenção. Para além disso, Regan disse que ficou "chocado e horrorizado" por ficar a saber que a sua namorada havia mentido.

► Uma turba vigilante queimou um acampamento cigano em Turim (Itália) depois de uma rapariga de 16 anos ter falsamente  alegado ter sido violada por dois homens. Ela escondeu o facto dela ter perdido a virgindade com o seu namorado Italiano..



quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Mãe adoptiva acusada de matar bebé de 2 anos

Uma mãe adoptiva do Texas está a ser acusada de assassinar Alexandria Hill de 2 anos.

Alexandria Hill
Sherill Small chamou o 911 [número de emergência] no dia 29 de Julho e disse que a pequena Alexandria tinha parado de respirar. A menina foi então levada para  um hospital da área de Rockdale area hospital, e daí voada para o "White Children’s Emergency Hospital" em Temple, onde ela permaneceu em coma até que foi retirada do suporte de vida na Quarta-Feira.

Segundo o Chefe-Policial de Rockdale, Thomas Harris, Sherill Small tentou esconder o que causou as lesões de Alexandria. Os médicos afirmaram que Small deu explicações à policia que não estavam de acordo com as lesões da bebé.

Inicialmente, a sua história foi a de que a criança estava a correr para trás quando caiu. Este tipo de lesões não são obtidas por crianças de 2 anos a correr para trás e a cair.

Os médicos afirmaram que a Alexandra tinha hemorragia da retina em ambos os olhos, bem como hemorragia no cérebro. A princípio, Small disse que se encontrava baloiçar a Alexandria em círculos quando acidentalmente largou as suas mãos. Mas tarde ela admitiu que estava frustrada com a menina e que ela a balançou sobre a sua cabeça e para baixo, perto do chão, três vezes. À terceira vez a cabeça de Alexandria bateu no chão. Sherill Small foi presa no dia 1 de Agosto e acusada de homicídio criminal.

O pai de Alexandria, Joshua Hill, disse que a sua filha foi colocada num orfanato porque ele e a mãe da bebé "fumavam maconha por essa altura”. Os registos do tribunal revelaram que a mãe da menina tinha uma condição médica que não lhe permitia ficar sozinha com a criança.

Hill disse que Alexandria foi mudada para a casa de Sherill Small depois dele e da sua esposa se queixarem de que a casa anterior onde ela estava não era suficientemente segura. Ele disse que o bebé chegava para os momentos de visitação com contusões e com mofo e bolor no saco. A dada altura, Hill disse à policia o teria de prender porque ele não queria que ela voltasse para o orfanato.

Mas as coisas não ficaram muito diferentes na companhia de Sherill Small, afirmou Hill. No entanto, Alexandria parecia feliz com ela, e Small era uma mãe adoptiva documentada e com licença obtida na Texas Mentor. Small obteve a custódia de Alexandria em Janeiro último, e teve que passar por treinamento como parte do seu licenciamento.

Joshua Hill e Mary Sweeney, a mãe da Alexandria, trabalham agora para processar o estado e a agência adopção. Sherill Small encontra-se retida com uma fiança de  $100,000.

Fonte

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Portanto, as mulheres

1) Arracam olhos de crianças,
2) São as mais prováveis iniciadoras do ciclo de violência,
3) Entornam molho picante nos olhos duma criança,
4) Esquartejam os ex-maridos e os amantes,
5) Dão 100 (cem) facadas numa criança,
6) São os adultos mais prováveis de matar uma criança,
7) Decapitam os próprios filhos,
8) Tentam afogar os filhos em vasos sanitários,
9) Matam os filhos por estes não as deixarem jogar Farmville,
10) Esfaqueiam crianças,
       ......... etc, etc, etc
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No entanto, embora o homem e a mulher sejam igualmente capazes de actos de violência, a sociedade actual dedica a maior parte do seu tempo e dos seus esforços em medidas que visam "resolver" a violência que aflige exclusivamente as mulheres. (Coloco "resolver" e não resolver (sem aspas) porque, na realidade, os poderes estabelecidos não estão interessados em acabar com a violência doméstica mas sim usá-la como arma de subversão cultural.).





sábado, 6 de julho de 2013

A vantagem de ser mulher


Mulher de STROOD, que causou a que a polícia perdesse mais de 250 horas após ela ter falsamente acusado um homem de a ter violado, foi "condenada" a pagar £500  à Polícia de Rent dólares como compensação.

Stacey Wallace, de 26 anos e proveniente de Humber Crescent, foi sentenciada a uma pena SUSPENSA de 2 anos depois de ter falsamente alegado ter sido violada por um homem quando fazia a caminhada para casa nas primeiras horas dum Sábado de Outubro do ano passado (depois de ter saído duma casa nocturna de Chatham).

A detective-policial Catherine Holmes, disse:

A violação é uma ofensa incrivelmente séria e a polícia irá sempre investigar de um modo minucioso as alegações, não deixando nada por analisar como forma de fazer justiça às vítimas deste tipo de crime apavorante.

Quando alguém falsamente alega ter sido violada, essa pessoa não só desperdiça uma quantidade enorme do tempo dos polícias, mas arruína a vida de pessoas. O crime de Stacey Wallace levou à prisão de um homem inocente, que teve que se submeter a um questionamento extensivo e onde amostras forenses íntimas foram retiradas dele.

As suas alegações resultaram no desperdício de 250 horas policiais, que poderiam ter sido usadas a ajudar genuínas vítimas de crimes.

Stacey Wallace alegou que 4 homens a haviam seguido em Rochester Bridge e que um dos homens a havia violado na ponte. O homem que foi retido sob prisão afirmou que haviam tido sexo consensual, e que ele havia dado a Wallace o seu cartão comercial. O mesmo cartão foi mais tarde encontrado no bolsa de Stacey Wallace.

Imagens de CCTV mostraram também Wallace e o homem a caminhar abraçados, e mensagens de texto revelaram que as suas alegações eram falsas.

Fonte

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Tudo o que é preciso para transformar um homem respeitado na comunidade num "violador" é uma falsa acusação duma mulher. A partir daí, mesmo que ele seja ilibado das acusações, a sua vida nunca mais será a mesma. Que pena que as mulheres que usam a acusação de violação como arma contra um homem inocente não levem isso em consideração. Ou será que levam, e é esse mesmo o propósito - isto é, destruir a vida dum homem inocente?

Para além da insensibilidade em acusar um homem inocente (com quem teve sexo consensual) de a ter "violado", temos também mais um dado deste patriarcado opressor e "machista": a mulher, que causou o desperdício de 250 horas polícias, viu a sua pena suspensa, sendo forçada a pagar apenas £500.

Antigamente, antes do marxismo cultural tomar conta  da elite ocidental e de grande parte da população geral, qualquer pessoa veria que este tipo de medidas colocam as mulheres num patamar superior ao resto da sociedade. No entanto, as feministas, cuja subsistência financeira depende dum vitimismo histérico e misândrico, negam por completo o estatuto especial que a mulher detém no mundo ocidental, e alegam que elas, as mulheres, vivem sob intensa "opressão" do patriarcado.



sábado, 16 de março de 2013

A influência do passado sexual

Mais um homem que pede "conselhos" para algo que deveria ser relativamente fácil de decidir. Com comentários do blogue "Alpha Game Plan"

QUERIDA ABBY: A minha mulher é eu estamos casados há 5 anos. Descobri recentemente que, quando ela tinha 19 anos, ela fez entre 10 a 20 filmes pornográficos. Nós casamo-nos quando ela tinha 27 anos, e temos 4 filhos de dois casamentos anteriores. 


Estou devastado.

Quando a confrontei com isto, ela chorou de uma forma que eu nunca a tinha visto chorar, e disse que este foi o maior erro da sua vida. Entendo que seja difícil dizer a alguém sobre isto. Eu mesmo também não levei uma vida perfeita, e também tenho os meus esqueletos no armário (dos quais nunca faria menção). 

No entanto, não consigo superar esta situação. Nunca senti uma dor como a que sinto agora e não sei o que fazer. Amo a minha esposa e não quero o divórcio, mas isto [o facto dela ter feito 10-20 filmes pornográficos] assombra-me todas as noites. 

Temos uma excelente vida e eu tenho total confiança nela. O que é que tenho que fazer para superar esta situação? 

Assinado: DEVASTADO NOS ESTADOS UNIDOS.
A resposta da "conselheira" não foge muito ao que seria de esperar (como já visto aqui):
CARO DEVASTADO: Um passo gigante na direcção certa seria aceitar que ambos tinham um passado antes de se casarem, e que ambos fizeram coisas das quais não estão orgulhosos.
Todas as pessoas têm um passado mas nem todos os passados têm o mesmo peso matrimonial. Certamente que a esposa sabia antecipadamente que os homens não se querem casar com "actrizes" pornográficas, mas mesmo assim, ela escolheu esconder esta informação. O próprio facto dela o ter escondido demonstra que ela sabia que este passado seria muito relevante se o marido (ou futuro marido, na altura), tivesse conhecimento antes de casar.

A colunista continua:
Depois disto, faça uma lista de todas as coisas boas que vocês têm juntos, e perdoe a sua esposa por ter feito erros dolorosos no passado, dos quais ela se encontrava demasiado envergonhada para revelar.
Note-se como o foco passou do que o homem sente, para o que a mulher sente. O propósito da colunista não é ajudar o casamento, nem ajudar o homem que entrou em contacto com ela, mas remover da mulher o estigma dum passado que, a ser sabido antes do matrimónio, seria suficiente para que o casamento não se verificasse.
Certamente que isto [fazer uma lista das "coisas boas" que eles têm juntos] é melhor do que divorciar a mulher por uma coisa que ela não pode mudar.
A implicação disto é que se ela - a esposa - pudesse mudar o passado, então já seria moralmente aceitável pedir o divórcio; como ela não pode mudar o passado, então o melhor é o homem suprimir a sua natural aversão pela mulher promíscua, e manter-se casado com ela. Ou seja, o que ele sente é irrelevante: o que interessa é o que ela sente.
Se isto não funcionar, então será aconselhável procurar aconselhamento matrimonial.
Este "aconselhamento matrimonial" terá como propósito único condicionar o homem de modo a que ele altere a sua psicologia e se sinta "bem" em ter como esposa uma mulher que, a troco de dinheiro, disponibilizou o seu corpo para a degradação sexual com vários homens potencialmente contaminados com DSTs.

Mas este será um esforço condenado ao fracasso porque a rejeição que o homem tem pela mulher promíscua está embutida na sua psicologia masculina; ela não pode ser alterada através da lei nem através da pressão social ("shamming").

* * * * * * *

Até pode ser que estejamos errados, mas acho que a maior parte das mulheres entende que ter um passado como "actriz" pornográfica não pode ser considerado um acréscimo matrimonial.

A reacção da esposa pode ser indício de que ela foi realmente apanhada de surpresa (ou então não foi suficientemente rápida em voltar a situação ao contrário e acusar o marido de infidelidade por assistir filmes pornográficos). Mas levemos em conta que nós estamos provavelmente a falar dum N ([N = números de parceiros sexuais] que varia dos 10 aos 50 (e isto falando só dos parceiros sexuais que ela teve nos filmes, fora os que ela teve na vida pessoal). Vamos assumir que o N é 30.

Se as mulheres são capazes de entender o quão desagradável é para o homem casar com uma mulher que teve 30 parceiros sexuais durante a sua "carreira cinematográfica", porque é que é tão difícil para algumas entender que fornecer os mesmos serviços sexuais gratuitamente não é mais aceitável para os homens, (quer existam ou não câmaras em redor)?

Devido a isto, a ideia de que o passado pornográfico é intrinsecamente pior que um outro passado não-pornográfico, mas com o mesmo número de parceiros sexuais, é dúbio. Afinal, o que é pior: 1) uma mulher que afirma que fez o que pelo dinheiro, ou 2) outra que afirma tê-lo feito de graça? E qual das duas mulheres é mais susceptível de trair o marido: a mulher que fez o que fez pelo dinheiro, ou aquela que fez o que fez apenas e só porque teve vontade de o fazer?

É perfeitamente lógico o homem rejeitar a mulher promíscua - quando se fala em casamento - porque a vida sexual passada é uma forma válida do homem projectar que tipo de esposa ela vai ser.
Conclusão:

Hoje em dia as mulheres pedem o divórcio pelos motivos mais frívolos, mas os homens aparentemente não tem apoio social na sua decisão de se divorciar duma mulher que 1) fez filmes pornográficos e 2) escondeu que fez filmes pornográficos.








quarta-feira, 6 de março de 2013

"Ser acusado de algo como isto é sem dúvida a pior coisa que qualquer homem pode enfrentar"

Fonte

Um homem de 25 anos, falsamente acusado de violação, afirma que passou os últimos 18 meses num "verdadeiro inferno". Gerard Doherty quer agora que a lei seja alterada de modo a proteger a identidade dos homens acusados de ofensas sexuais. Ele acrescenta ainda que, embora sinta pena da acusadora, as mulheres que fazem falsas acusações de violação deveriam ser identificadas e sujeitas a processos legais.

Gerard Doherty afirma que nunca havia estado numa delegacia policial, ou dentro dum tribunal, até uma mulher com quem ele havia estado num quarto de hotel declarou que ele a havia violado.

Gerard, que é pai de uma criança, sempre negou as acusações e esta semana o júri de Londonderry concordou que ele não havia cometido qualquer crime. Gerard acrescentou:

Ser acusado de algo como isto é sem dúvida a pior coisa que qualquer homem pode enfrentar uma vez que a lama agarra-se a nós . . . . . . Isto é algo com a qual eu tenho que lidar. 

Voltei para o quarto com a mulher, mas pensei que estariam por lá outras pessoas. Quando chegamos ao quarto, ela avançou para mim; quando eu a empurrei para trás, ela agrediu-me e disse que iria chamar a polícia. Fui-me embora mas fiquei à espera que a polícia chegasse visto que, da forma como eu via as coisas, eu tinha sido vítima de agressão. Quando a polícia chegou, eu é que fui algemado e colocado na parte de trás do carro policial.

Eu nunca tinha estado numa delegacia policial em toda a minha vida mas foi ali que me encontrei, ordenado que ficasse nu enquanto eles levavam as minhas roupas. Foi o evento mais humilhante e degradante que alguma vez experimentei na minha vida. Dizer que eu estava aterrorizado é insuficiente para descrever o que eu sentia.

 Os meses que se seguiram afectaram as coisas de modo profundo, e não só com Gerard mas também com toda a sua família. Ele continua:
Esta situação, que tem sido um verdadeiro pesadelo para mim, afectou a minha parceira, os meus pais, os meus irmãos e as minhas irmãs, e eu tenho muita pena que isso tenha chegado a esse ponto. Uma das primeiras coisas que aconteceu foi eu perder o meu emprego mal fu iacusado, e isso tem sido uma coisa muito difícil de lidar.

Era suposto nós sermos inocentes até ficar provada a nossa culpa, mas a realidade dos factos é que és tratado como culpado até que a tua inocência seja provada.

* * * * * * *

Mais um homem vítima do sistema judicial misândrico, e mais uma vida marcada para sempre "graças" aos impulsos incontroláveis duma mulher mal intencionada.

Mas não se esqueçam: apesar das evidências em contrário, é a mulher que é "oprimida".




sábado, 2 de fevereiro de 2013

Homem não consegue pagar pensão alimentícia a filho que não é seu. Adivinhem onde é que ele se encontra agora?

Há mais de um ano que Frank Hatley agoniza numa prisão de South Georgia. O motivo? Ele foi incapaz de reembolsar o Estado pela assistência pública que o "seu" filho recebeu durante as duas últimas décadas. O problema é que ele não é o pai biológico do jovem, facto que a assistente especial do procurador-geral (bem como a Juíza) sabiam disso. Mas isso não impediu que ele fosse lançado na prisão.

Johnny Daughtrey (Cook County Sheriff) disse: 

Sinto-me mal por ele. Coloquem-se no seu lugar: se não fosse vosso filho, vocês haveriam de querer pagar pensão alimenticia?

Daughtrey afirmou que espera que a audiência da próxima Quarta Feira resolva a situação.

Hatley tem sido mantido na prisão do estado (em Adel) desde Junho de 2008, custando ao município entre $35 a $40 por dia. Mesmo depois de saber que ele não era o pai, Hatley pagou milhares de dólares que o estado disse que ele devia. Depois de perder o emprego e passar a ser um sem-abrigo, continuou a fazer os  pagamentos ordenados através do dinheiro que recebia do subsídio de desemprego.

A advogada de Hatley, Sarah Geraghty (Southern Center for Human Rights de Atlanta) afirmou que dois testes de paternidade independentes - um feito há 9 anos e outro feito há alguns dias - confirmaram que ele não era o pai biológico. Geragthy afirmou:

Este é um caso onde o zelo excessivo pela recuperação de dinheiro supera o senso comum. Que razão legítima poderá existir para o Estado perseguir o sr Hatley em busca de pensão alimentícia quando ele não tem filhos?

Segundo o advogado familiar Randall Kessler, que não está associado ao caso, para Hatley pode ser difícil livrar-se da ordem judicial. “Certamente que é injusto,” disse Kessler. “Mas ao mesmo tempo, ele está a lidar com uma ordem judicial válida.”

Russ Willard, porta-voz do Procurador Geral do Estado, disse que se Hatley conseguir mostrar durante a sua audiência que ele é um indigente, o Estado não se oporá à sua libertação. Willard disse ainda que Hatley poderia ter feito uma aplicação para o "Child Support Services" do Estado, requisitando que ele fosse aliviado das suas obrigações, mas ele não fez tal pedido.

Segundo os documentos judiciais, nunca foi dito a Hatley que ele poderia ter um advogado designado pelo Estado se ele não tivesse dinheiro para pagar um. Geraghty disse que só recentemente tomou conta do caso de Hatley depois do Xerife lhe ter pedido que falasse com Hatley acerca da sua situação. Geraghty afirmou que Hatley já havia pago um total de $9,524.05 em pensão desde Abril de 1995, mas os registos anteriores a esta altura não se encontram disponíveis.

A Mentirosa

Segundo os registos legais, durante os anos 80 Hatley teve um relacionamento com Essie Lee Morrison, que engravidou e afirmou a Hatley que ele era o pai. O casal nunca chegou a contrair matrimónio, e mais tarde ambos se separaram pouco depois de Travon ter nascido no ano de 1987.

No ano de 1989, Morrison requisitou assistência pública através do "Department of Human Resources" estadual. Depois disto, o Estado moveu-se para exigir a Hatley que reembolsa-se o custo dos subsídios conferidos a Travon, coisa que Hatley concordou, assumindo que o filho era realmente seu.

Mas no ano 2000, e segundo os registos legais, amostras de ADN de Hatley e Travon demonstraram que eles não tinham qualquer laço de parentesco. Com a ajuda do advogado da "Georgia Legal Services", Hatley foi a tribunal e foi aliviado da responsabildiade de pagar pensão alimentícia futura. No entanto, ele tinha ainda que lidar com o facto de ter sido um "pai caloteiro" [inglês: " deadbeat dad"] quando se pensava que ele era realmente o pai. 

O advogado de Homerville Charles Reddick, trabalhando como assistente especial do Procurador-Geral, preparou uma ordem exigindo a Hatley que pagasse os   $16,398 que ele ainda deve em em pensão.

A ordem de 21 de Agosto de 2001, assinada pela "Cook County Superior Court Judge" Dane Perkins, reconheceu que Hatley não era o pai de Travon, mas isso não impediu que ele pagassse quase $6,000. Mas durante o ano passado, Hatley perdeu o emprego, e passou a ser um sem abrigo (vivendo no seu carro). Mesmo assim, ele fez alguns pagamentos usando o dinheiro proveniente do subsídio de desemprego.

Mas por volta de Maio de 2008, aparentemente ele não havia pago o suficiente. Numa outra ordem judicial assinada por Reddick e aprovada pela Juíza Dana Perkins, foi apurado que Hatley se encontrava em falta, e, como consequência, foi colocado na prisão. Quando ele for liberto da prisão, elevai ter que continuar a pagar cerca de $250 por mês até a dívida estar saldada. 

Fonte

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Fraude na paternidade é um dos actos mais nojentos e cobardes que pode ser feito contra um homem e contra a criança. Passar 20 anos a subsidiar o estilo de vida duma criança inocente, gerada com outro homem, é algo horrível, desmoralizador e verdadeiramente perturbador. O pior é que hoje em dia muitos homens encontram-se precisamente nessa posição - isto é, a suportar crianças que eles pensam serem suas quando não são.
Igualmente trágico é a crença de que a fraude na paternidade nunca ocorre:



O único motivo que leva a que esta questão (fraude na paternidade) não seja um tópico com mais visibilidade devido à óbvia gravidade da situação (imaginem uma criança saber que o homem que sempre viveu com ela não é o pai biológico) é o actual domínio cultural que o feminismo possui. Nesta nova atmosfera cultural onde nos encontramos imersos, o comportamento feminino menos louvável - qualquer que ele seja - nunca pode ser de responsabilidade sua. O Estado e o homem é que se vêem na obrigação de assumir as consequências do comportamento feminino.

Se uma mulher é suficientemente adulta para se entregar sexualmente a um homem que não é o seu esposo, ela tem que ser suficientemente adulta para arcar com as consequências dos seus actos. Atribuir a paternidade a um homem inocente  é cobardia e traição - e uma traição que não só afecta o homem, mas principalmente a criança.



sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Facada na "cultura de estupro".

Mulher fortemente alcoolizada e sob efeito de drogas foi presa depois de esfaquear um homem na barriga por este se recusar a ter relações sexuais com ela. Joanne Buckley, de 29 anos, não queria que a vítima David Tawes buscasse assistência médica depois de ter inserido uma faca no seu abdómen, chegando a ameaçar dizer às autoridades que havia feito isto em legítima defesa como forma de evitar ser violada por ele (!).

Foi dito ao tribunal Teesside de Crown Court que a vítima teria morrido se a lâmina tivesse entrado no seu corpo uns milímetros para qualquer dos lados.

Joanne Buckley condenada a 3 anos de prisão pelo seu ataque levado a cabo no dia 23 de Março, e a sua amiga Sophie Borrell, de 17 anos, foi condenada a 17 meses.

As duas mulheres cruzaram-se com Tawes, de 20 anos, no centro de Middlesbrough, e convidaram-no para uma bebida na sua casa. Shaun Dodds, advogado de acusação, disse que ambas tentaram levar Tawes ter relações sexuais com elas. Borrel deu-lhe um soco na parte de trás da cabeça e tentou asfixiá-lo ao mesmo tempo que Joanne esvaziava os bolsos de Tawes em busca dos seus telemóveis e da sua carteira.

A vítima foi outra vez esmurrada pela Joanne e quando ele se levantou e se dirigiu em direcção à porta, pediindo os seus pertences de volta, ela esfaqueou-o.

Shaun Dodds disse ainda:

Buckley limpou a faca num pedaço de pano e dirigiu-se à casa de banho para lavá-la. Quando lhe foi mostrado o ferimento, ela exclamou "Oh meu Deus", e, para seu benefício, pegou num pedaço de pano e pressionou o ferimento. No entanto, a sua preocupação virou-se para elas mesmas uma vez que disseram ele não iria sair dali. Ele, no entanto, disse que precisava de ir para o hospital. Joanne Buckley disse: “Já sei. Vamos à delegacia policial e dizemos que ele nos tentou violar, e que em resposta, fizemos isto.

A advogada de Sophie Borrell, Joanne Kidd, disse que ela sofria dificuldades que lhe levavam a misturar-se com pessoas mais velhas e sofisticadas, o que causavam a que ela se envolvesse em problemas.
David Tawes conseguiu escapar e chamar a polícia.

Em relação a Buckley, Nigel Soppitt, disse
Foi mais um dia na sua vida caótica. O normal era ela tomar um variedade de drogas e beber vodkas. A parte mais deprimente do caso é que a sua vida basicamente era isto. Ela obtinha dinheiro sabe-se-lá-de-onde, e gastava-o em bebidas e em drogas até estar num estado de total alienação.

Fonte

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Pena de 3 anos por tentativa de homicídio parece muito pouco, mas mais não seria de esperar dum sistema legal misândrico. Certamente que se fosse um homem a esfaquear uma mulher, e negar assistência médica, ele seria condenado a muito mais do que três anos.

domingo, 24 de junho de 2012

Tribunal australiano força homem a permanecer casado com mulher que lhe ocultou a sua condição de saúde

Marido cuja mulher lhe ocultou a condição de portadora de SIDA perdeu o seu recurso tendo em vista a anulação do casamento. Numa decisão importante, o Family Court da Austrália determinou que o facto da mulher não lhe ter dito que era doente não anula o consentimento do marido em casar com ela.

O tribunal ficou a saber que a mulher estava na casa dos 30 quando ela foi diagnosticada com SIDA (em 2006). O marido, que está na casa os 50, disse que nunca se casaria com ela se soubesse da sua condição [obviamente]. Devido a isso, ele pediu que o casamento fosse declarado como nulo e vazio [sem força legal] e não dissolvido uma vez que ele acreditava que deste modo a mulher não poderia buscar qualquer tipo de compensação monetária.

No entanto, o tribunal alegou que ele estava enganado ao pensar que nenhum tipo de compensação poderia existir se o casamento fosse declarado vazio.

Não se sabe se o marido contraiu o HIV ou SIDA.

Ian Shann, perito em direito familiar, disse que a moral do caso é simples:

Verifiquem sempre o historial dos parceiros antes do casamento.
Ian disse ainda que não acredita que haja diferença substancial entre mentir sobre a saúde, circunstâncias financeiras ou intenções financeiras.

Acredita-se que esta decisão legal foi usada como cláusula no Marriage Act que diz que o casamento é nulo e vazio no evento do consentimento de uma das partes não ser genuíno consentimento devido ao facto de "ter sido obtido por fraude".

O Dr. Shann disse que os motivos que podem anular um casamento incluem a bigamia, ser demasiado jovem, estar num casamento falso, ter sido forçada a casar e em casos de fraudes envoltas em identidades falsas.

Este caso particular não está abrangido em nenhuma dessas circunstâncias, mas a mulher claramente mentiu e o marido ficou numa posição precária devido à mentira.

* * * * * * *

Esta decisão já tem cerca de seis meses mas as implicações [para os homens australianos] são bastante claras: as mulheres australianas têm o sistema legal do seu lado se por acaso resolverem esconder a sua condição médica aos futuros esposos. Ou seja, segundo o sistema legal australiano, metade da população [as mulheres] pode fornecer informação errada [mentir] à outra metade [homens] se através disso resultarem benefícios para os primeiros.

Não deixa de ser curiosa a forma como os sistemas legais ocidentais - controlados pelo feminismo - constantemente tratam a mulher como um ser sem qualquer tipo de responsabilidade pelo que faz. É como se os tribunais feministas tivessem uma opinião tão baixa da mulher que não as considerassem capazes de se responsabilizarem pelos seus actos e pelas suas escolhas.

Portanto, longe de ser uma ideologia que "eleva" a mulher, ou "dignifica" a mulher, tudo o que o feminismo e as instituições sob o seu controle fazem é reduzir a mulher para um estatuto análogo ao de uma criança mimada perpétuamente insatisfeita.

Obviamente que a decisão do tribunal é nojenta e discriminatória; o homem deu consentimento para se casar com uma mulher saudável, e não com uma mulher doente. Para se ver que isto é uma decisão injusta basta inverter os papéis; se um homem portador do HIV ou com SIDA ocultasse esse facto à esposa, ele seria justificadamente punido.

* * * * * * *

Não muito longe da Austrália, e no mesmo ano de 2006, um homem indiano foi preso por ter ocultado a sua condição de seropositivo à esposa. Harish Kantharia foi preso na sua casa - na cidade de Surat - e acusado de cometer "um acto de negligência que pode colocar vidas em risco." A mulher, Lata Kantharia, disse:

Fui fazer uma visita de rotina ao ginecologista durante a minha gravidez e os médicos revelaram que eu era seropositiva.
A mulher obrigou então o marido a fazer testes ao sangue, que revelaram a sua condição.

A polícia afirmou que, mais tarde, o marido confessou toda a verdade:

Ele admitiu que sabia que estava infectado com o vírus mortal e que o havia escondido da queixosa, e até da sua primeira mulher, que morreu com SIDA.
Lata, que se casou com Kanthariaem Maio de 2003, buscou algum tipo de compensação para si e para a criança ainda - na altura - por nascer.

Os profissionais de saúde mais dedicados à SIDA louvaram a atitude desafiadora da mulher. O Dr. Anil Dhaval (Gujarat HIV+ Society) disse:

Este é um caso raro para as mulheres indianas, que, na maioria dos casos, são infectados pelos maridos e que, apesar de terem sido enganadas pelos maridos, nunca apresentam queixas judiciais contra eles.

* * * * * *

Portanto, enquanto que na Austrália o homem vê os seus pedidos de anulação do casamento rejeitados pelo sistema legal misândrico, na Índia a mulher não só viu o casamento anulado, como ainda lutou para ser compensada pela mentira do marido. Isto num mundo supostamente "dominado pelos homens" [male dominated].


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Patriarcado opressivo força mulher a inventar violação depois de ter sido sexualmente rejeitada


Durante o ano passado, Lisa Wright, uma escocesa de 20 anos, pediu a um homem se poderia ficar na sua casa - alegando motivos que não chegaram ao conhecimento público. O homem aceitou e fez-lhe uma cama na sala.

Aparentemente durante a noite ela resolveu ficar com outras ideias visto que fez "avanços sexuais" junto do homem, sendo rejeitada por este em duas ocasiões distintas. Ofendida, e claramente com o ego danificado, saiu da casa de modo tempestuoso e mais tarde reportou a duas MULHERES-polícia que o homem a havia "violado" e "forçado" a fumar heroína.

(Coincidência incrível: de todos os polícias que há na Escócia, esta jovem teve a "sorte" de encontrar duas mulheres.)

Segundo revelou a imprensa, desde o princípio que as forças policiais ficaram com reservas em relação às suas alegações. Quatro dias mais tarde, e confirmando as reservas policiais, Lisa confessou ter inventado toda a história. O xerife Neilson afirmou que, inquestionavelmente, a ofensa havia causado uma significativa quantidade de problemas e transtornos ao homem acusado, para além de custos ao erário público.

Infelizmente este "transtorno" não se reflectiu na pena a que esta estúpida foi condenada visto que ela foi multada com . . . . . 210 horas de serviço comunitário.

É isto que vale a reputação dum homem nos dias de hoje: 200 horas de serviço comunitário. Aparentemente esta "significativa quantidade de problemas" não merece uma sentença digna desse nome. Se calhar a Escócia já aderiu a esta sugestão?

. . . . . . . . . . .
Da mesma forma que é dito aos homens que "não quer dizer não!", as mulheres sob o feitiço igualitário têm que aprender a lidar com a rejeição da atenção masculina (especialmente quando passam a terrível barreira dos 30/35 anos).

É moralmente condenável que uma mulher use uma falsa alegação de violação como forma de se vingar do homem que a rejeitou sem apelo nem agravo. Infelizmente a "pena" que foi aplicada a esta mulher não motivará outras mulheres escocesas a não recorrer a esta mentira destrutiva.




sábado, 24 de dezembro de 2011

O Enxame Feminista OU A Não Existente Distinção Entre "Moderada" e "Radical"


Uma das linhas de argumentação usadas pelas feministas é:
As feministas não são todas iguais.
Paralelamente, ouviremos coisas como
  • "o feminismo não é monolítico",
  • "nem todas as feministas são iguais",
  • "nós não somos todas radicais",
  • "não queremos a supremacia feminina",

etc, etc...

No entanto, o que nunca ouviremos é estas feministas repudiarem EXPLICITAMENTE a retórica agressiva e carregada de ódio das feministas radicais que abertamente promovem o "fim do homem" e a supremacia feminina.

Tal como Adam Kostakis diz:

As feministas sinceras nem sempre tencionaram levar a cabo os propósitos enumerados pelas feministas radicais. Mas como elas fazem parte do colectivo feminista, elas irão agir como membros do colectivo.

Mesmo que elas não participem na perseguição activa dos homens. elas serão proibidas - como regra tácita - de exibir qualquer tipo de simpatia pelos homens - independentemente do sofrimento destes.

Aquelas que violarem esta lei não-falada, serão prontamente expulsas e catalogadas como anti-feministas e sujeitas ataques malignos do grupo.

Nenhuma feminista tentará impedir o processo de eliminação do homem, nem sentirá ela qualquer tipo de arrependimento mal isso esteja completo se ela se mantiver como feminista.

Se observarmos com atenção, elas nunca dirão que o seu feminismo sincero é o verdadeiro feminismo, enquanto que o mais radical não é o "verdadeiro" feminismo. As feministas não-radicais raramente - se alguma vez - condenam o ódio que as radicais propagam. Em vez disso, elas evitam cuidadosamente o assunto, mostram algumas "diferenças" e mudam logo de assunto.

Pessoalmente falando, isso já aconteceu comigo quando falava com uma das editoras do blogue "Feministas 100 Fronteiras". Ela teve o cuidado de se distanciar das feministas radicais mas nunca as qualificou de "não serem feministas".

A fraude nas definições.

"Lê a definição no dicionário" grita a igualitária feminista, "o feminismo centra-se na igualdade. Se alguém diz algo diferente ou odeia os homens, então, por definição, esse alguém não é uma feminista."

É mesmo?

Então porque é que estas feministas não-radicais não dizem, por exemplo, "A Andrea Dworkin afirmou que todos os homens são essencialmente violadores e isto não está de acordo com o feminismo, e desde logo Dworkin não era uma feminista" ?

Claramente, a querida Dworkin está em busca da igualdade; porque é que ela ainda é qualificada de feminista pelas feministas "moderadas"?

E que dizer da doente mental Valerie Solanas?

Subsistem ainda fêmeas com mente cívica, responsáveis, em busca de emoções fortes e prontas a subverter o governo, eliminar o sistema monetário . . . . e destruir o sexo masculino.
Ou a Robin Morgan?
Sinto que o ódio aos homens é um acto político nobre e viável, e que os oprimidos possuem o direito de ódio de classes contra a classe que os oprime.
(Reparem na retórica marxista na boca da Solanas e da estúpida da Morgan.)

Voltando ainda para a Andreia Dworkin:

Quero ver um homem espancado até sangrar e com um salto alto enfiado na sua boca, tipo uma maçã enfiada na boca dum porco.
Germaine Greer?
Acho que a testosterona é um veneno raro.
Ou a Catherine MacKinnon?
Toda a actividade sexual, mesmo a consensual entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra a mulher.
Ou a Marilyn French?
Todos os homens são violadores e é isso que eles são.
Alguma vez ouvimos qualquer feminista afirmar que estas feministas notáveis, misândricas confessas, não eram feministas?

Porque é que achas que isso nunca aconteceu?

Eu digo-te porquê: é porque elas possuem uma irmandade próxima com estas outras feministas.

. . . .

Uma feminista pode não concordar com este tipo de misandria e pode mesmo discordar com sinceridade em alguns pontos, mas ela não irá qualificar as pessoas que promovem este ódio como alguém fora da irmandade uma vez que ela olha para elas como aliadas e ícones a seguir.

É muito difícil rejeitar uma heroína, alguém cujos livros ela pode ter lido quando era uma jovem feminista; alguém que ela cresceu a admirar.

Elas são iguais umas às outras, lutando pelos mesmos objectivos, vivendo na mesma tenda e lançando o mesmo ódio ao mesmo alvo seleccionado: o homem.

Devido à sua explícita irmandade, esta aceitação incondicional umas das outras independentemente do quão cheias de ódio elas podem ser, eu comparo as feministas a um enxame de vespas determinadas a ferroar um homem infortunado.

"This is what a Feminist looks like"

Elas fazem um zumbido feroz à volta do homem, envolvendo-o numa nuvem de miséria e dor.

  • Algumas picam só uma vez; outras picam múltiplas vezes.
  • Algumas picam-no em áreas sensíveis; outras picam-no em áreas menos sensíveis.
  • Algumas possuem ferrões extremamente dolorosos; outras não.
  • Algumas não o picam; apenas voam à sua volta como forma de o deixar confuso.
  • Algumas nem possuem ferrões, mas atiram-se a ele, desejando ter ferrões.
  • Algumas ficam à alguma distância das ferroadas, mas guiam e dirigem outras vespas para o alvo (o homem).
  • Algumas são demasiado jovens para possuir ferrões poderosos, e como tal, observam ao longe e aprendem.
  • Algumas ficam em guarda, prontas a atacar qualquer coisa que possa prejudicar as vespas enquanto elas estão ocupadas a picar o homem.
  • Algumas continuam a recolher comida e material para o enxame como forma de alimentar as vespas atacantes quando estas voltarem.
  • Algumas apenas observam os incidentes e apreciam o espectáculo.

Justiça aproxima-se.

Podemos portanto observar que nem todas as vespas são iguais e nem todas levam a cabo as mesmas funções.

No entanto, apesar das distinções entre as vespas individuais, e apesar das diferenças entre o que as vespas estão a fazer, todas elas são vespas, todas elas fazem parte do mesmo enxame e todas elas estão envolvidas no ataque ao homem.

Agora coloquem-se no lugar dum controlador de pragas que chega a um sítio precisamente na altura exacta para acabar com esta pestilência.

Onde é que se encontram essas feministas irritantes?

Será que perderias tempo a examinar cada uma das vespas antes de neutraliza-las com um químico especifico? Será que haverias de tentar saber quantas ferroadas cada uma das vespas levou a cabo e julga-las segundo essa contagem? Deverias tu tentar distinguir entre as vespas "moderadas" e as vespas "radicais"?

Não.

Tu claramente haverias de verificar que tipo de pestes decidiram fazer parte deste ninho sórdido e erradicá-las todas em massa.

Sem misericórdia.

Sem perdão.

Não há inocentes neste ninho e qualquer controlador de peste decente estaria determinado em destruir todas as vespas que se encontrassem no local. Ele estaria determinado em erradicar todas as vespas duma assentada.

Bem como o ninho.

E os ovos.

Para além disso, o profissional certificaria-se que mais nenhum enxame se formasse em qualquer outra parte da casa, prevenindo assim que outras pessoas da habitação tenham que lidar com tal virulência num futuro próximo.

Sim, esta é a forma de fazer as coisas.

A única forma.

Se as feministas "não-radicais" querem escapar ao químico, elas têm que sair do ninho feminista enquanto podem.

Se em vez disso elas (as feministas "moderadas") continuam no mesmo enxame, ajudando a causa feminista, suportando financeiramente a causa, e recusando-se a cortar todos os laços com esta ideologia de ódio com o nome de feminismo, o Controlador de pragas (isto, o Juiz Supremo) vai-Se certificar de tratar todas de igual modo - sem apelo e nem agravo.

O povo diz e com razão: "diz-me com quem andas, e dir-te-ei quem és."

"Pelo que, saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e Eu vos receberei"
2 Coríntios 6:17


Modificado a partir do original.


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Polícia Judiciária preocupada com falsas violações no Norte do País


A Polícia Judiciária está preocupada com as situações de falsas violações que são comunicadas às autoridades e que implicam dispendiosas investigações, e afectação de meios, que depois se vêm a verificar não serem verdade.

Um comunicado divulgado esta segunda-feira, a polícia dá conta de várias ocorrências de queixas caluniosas, todas ocorridas no Norte do País

Em Setembro de 2010, foi comunicada uma situação de violação, na zona de Famalicão, apresentando como suspeito um agente de autoridade. Os factos teriam ocorrido “no exercício das suas funções e quando prestava auxílio a uma jovem”. No entanto, após várias diligências, o inquérito concluiu que se tratava de uma mentira.

Já no dia 8 de Dezembro do ano passado, uma jovem de 14 anos disse ter sido roubada e violada numa rua do Porto por vários indivíduos. Apurou-se agora que não existiu qualquer crime. “Remetido o inquérito à autoridade judiciária competente, foi determinado que fossem tomadas as medidas necessárias no âmbito de um processo tutelar e educativo pelo respectivo Tribunal de Família e Menores”, esclarece a PJ.

CASOS REPETEM-SE ESTE ANO

Mais recentemente, no passado dia 9 de Setembro, foi comunicado pela GNR de Vale de Cambra que dois homens, depois de tocaram à campainha de uma residência, agrediram a proprietária, colocaram-lhe um saco na cabeça e, já no interior da casa, agrediram-na e violaram-na. Afinal, tudo foi simulado pela alegada vítima.

Em Outubro, no dia 6, foi também denunciada uma situação de violação, ocorrida na zona de Santa Maria da Feira, desvendando-se na investigação que, por razões pessoais, foi imputada a autoria do crime a “pessoa determinada que se veio a apurar não corresponder à verdade”. A queixosa foi constituída arguida.

Por fim, no dia 10 de Outubro, em Vila Nova de Gaia, uma jovem comunicou que foi abordada, violada e transportada numa carrinha para junto do Hospital Santos Silva, onde depois deu entrada. “Desenvolvidas prontamente as investigações e respectivos exames e perícias, incluindo médico-legais, concluiu-se pela simulação do crime de violação, tendo já sido remetido o inquérito ao Ministério Público”, conclui a PJ.

Fonte


Claro que enquanto a situação não se resolve, os homens acusados ficam com o estigma de "violadores" sem terem culpa nenhuma. Para algumas mulheres, isto é perfeitamente aceitável.

O que é assustador nesta situação é saber que crianças de 14 anos já usam este tipo de metodologia. Por aqui se pode ver o quão profunda tem sido a corrosão feminista na sociedade portuguesa.

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