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domingo, 24 de junho de 2012

Tribunal australiano força homem a permanecer casado com mulher que lhe ocultou a sua condição de saúde

Marido cuja mulher lhe ocultou a condição de portadora de SIDA perdeu o seu recurso tendo em vista a anulação do casamento. Numa decisão importante, o Family Court da Austrália determinou que o facto da mulher não lhe ter dito que era doente não anula o consentimento do marido em casar com ela.

O tribunal ficou a saber que a mulher estava na casa dos 30 quando ela foi diagnosticada com SIDA (em 2006). O marido, que está na casa os 50, disse que nunca se casaria com ela se soubesse da sua condição [obviamente]. Devido a isso, ele pediu que o casamento fosse declarado como nulo e vazio [sem força legal] e não dissolvido uma vez que ele acreditava que deste modo a mulher não poderia buscar qualquer tipo de compensação monetária.

No entanto, o tribunal alegou que ele estava enganado ao pensar que nenhum tipo de compensação poderia existir se o casamento fosse declarado vazio.

Não se sabe se o marido contraiu o HIV ou SIDA.

Ian Shann, perito em direito familiar, disse que a moral do caso é simples:

Verifiquem sempre o historial dos parceiros antes do casamento.
Ian disse ainda que não acredita que haja diferença substancial entre mentir sobre a saúde, circunstâncias financeiras ou intenções financeiras.

Acredita-se que esta decisão legal foi usada como cláusula no Marriage Act que diz que o casamento é nulo e vazio no evento do consentimento de uma das partes não ser genuíno consentimento devido ao facto de "ter sido obtido por fraude".

O Dr. Shann disse que os motivos que podem anular um casamento incluem a bigamia, ser demasiado jovem, estar num casamento falso, ter sido forçada a casar e em casos de fraudes envoltas em identidades falsas.

Este caso particular não está abrangido em nenhuma dessas circunstâncias, mas a mulher claramente mentiu e o marido ficou numa posição precária devido à mentira.

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Esta decisão já tem cerca de seis meses mas as implicações [para os homens australianos] são bastante claras: as mulheres australianas têm o sistema legal do seu lado se por acaso resolverem esconder a sua condição médica aos futuros esposos. Ou seja, segundo o sistema legal australiano, metade da população [as mulheres] pode fornecer informação errada [mentir] à outra metade [homens] se através disso resultarem benefícios para os primeiros.

Não deixa de ser curiosa a forma como os sistemas legais ocidentais - controlados pelo feminismo - constantemente tratam a mulher como um ser sem qualquer tipo de responsabilidade pelo que faz. É como se os tribunais feministas tivessem uma opinião tão baixa da mulher que não as considerassem capazes de se responsabilizarem pelos seus actos e pelas suas escolhas.

Portanto, longe de ser uma ideologia que "eleva" a mulher, ou "dignifica" a mulher, tudo o que o feminismo e as instituições sob o seu controle fazem é reduzir a mulher para um estatuto análogo ao de uma criança mimada perpétuamente insatisfeita.

Obviamente que a decisão do tribunal é nojenta e discriminatória; o homem deu consentimento para se casar com uma mulher saudável, e não com uma mulher doente. Para se ver que isto é uma decisão injusta basta inverter os papéis; se um homem portador do HIV ou com SIDA ocultasse esse facto à esposa, ele seria justificadamente punido.

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Não muito longe da Austrália, e no mesmo ano de 2006, um homem indiano foi preso por ter ocultado a sua condição de seropositivo à esposa. Harish Kantharia foi preso na sua casa - na cidade de Surat - e acusado de cometer "um acto de negligência que pode colocar vidas em risco." A mulher, Lata Kantharia, disse:

Fui fazer uma visita de rotina ao ginecologista durante a minha gravidez e os médicos revelaram que eu era seropositiva.
A mulher obrigou então o marido a fazer testes ao sangue, que revelaram a sua condição.

A polícia afirmou que, mais tarde, o marido confessou toda a verdade:

Ele admitiu que sabia que estava infectado com o vírus mortal e que o havia escondido da queixosa, e até da sua primeira mulher, que morreu com SIDA.
Lata, que se casou com Kanthariaem Maio de 2003, buscou algum tipo de compensação para si e para a criança ainda - na altura - por nascer.

Os profissionais de saúde mais dedicados à SIDA louvaram a atitude desafiadora da mulher. O Dr. Anil Dhaval (Gujarat HIV+ Society) disse:

Este é um caso raro para as mulheres indianas, que, na maioria dos casos, são infectados pelos maridos e que, apesar de terem sido enganadas pelos maridos, nunca apresentam queixas judiciais contra eles.

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Portanto, enquanto que na Austrália o homem vê os seus pedidos de anulação do casamento rejeitados pelo sistema legal misândrico, na Índia a mulher não só viu o casamento anulado, como ainda lutou para ser compensada pela mentira do marido. Isto num mundo supostamente "dominado pelos homens" [male dominated].


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Fingiu ter um cancro terminal para lhe pagarem o casamento, mais anel, vestido, lua de mel

Não é a primeira história do género, mas cada vez que acontece uma, ficamos espantados com o desprezo que algumas pessoas parecem sentir pela generosidade alheia -- um desprezo que as leva a explorar essa mesma generosidade, e sem dúvida a rir-se quando ela as beneficia.

Uma jovem americana, Jessica Vega, de 24 anos, fez saber que estava a morrer de leucemia. Deu entrevistas, contou a muita gente. Explicou que queria deixar à sua filha, então com um ano, imagens boas de si mesma que ela pudesse ver quando fosse maior.

Vizinhos e demais comunidade comoveram-se. O movimento de solidariedade que logo apareceu havia de pagar o vestido de noiva, o casamento, o copo de água, despesas várias (incluindo o cabeleireiro para a noiva e as sete damas de honor) e até a lua de mel em Aruba.

Acontece que era tudo mentira. O primeiro a suspeitar -- pasme-se -- foi o já marido de Vega, que deu conta das suas dúvidas a um jornal. O casal depressa se divorciou. As autoridades investigaram, e agora vão julgar Jessica por fraude e roubo. Mas entretanto ela e o marido voltaram a juntar-se.

É uma boa mãe, diz ele. E poderá ser. Mas que deu uma contribuição para tornar o coração humano um pouco mais duro, não há dúvida. Resta saber se isso vale cadeia.

Fonte

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Duvido muito que ela vá para a cadeia.


quinta-feira, 7 de julho de 2011

Despedido por dizer que as mulheres pedem licença por motivos de saúde uma vez por mês

Um director executivo neozelandês causou a fúria geral ao declarar que as mulheres recebem menos que os homens porque pedem licenças por motivos de doença uma vez por mês. Devido a isto, ele foi despedido.

Na sua declaração de Junho de 23 o sr Thompson afirmou que havia "questões" que não eram levadas em conta pelas estatísticas salariais dos locais de trabalho.

Porque é que elas pedem mais licenças por motivos de saúde? É isso que as mulheres fazem em geral. Porquê? Porque uma vez por mês elas têm problemas de saúde - não todas, mas algumas. . . . Elas não têm culpa. Até pode ser que elas não tenham as coisas bem definidas com os parceiros de forma a que estes assumam mais responsabilidade por aquilo que ocorre fora do local de trabalho.
Depois de ter sido severamente criticado, o sr Thompson pediu desculpas pelo seu comentário.

Num mundo não dominado por pessoas com mentalidade de crianças mimadas, o ponto fulcral das declarações do sr Thompson seria: "É isto verdade ou não?" Mas aparentemente o próprio levantar da assunto está fora de questão.

Algumas possibilidades - que as mulheres pedem mais licenças por motivos de saúde que os homens - nem podem sequer ser mencionadas (quer seja verdade ou não).

Eu pessoalmente não sei se isto é verdade ou não, mas, olhando para a reacção emotiva que as declarações causaram, posso dar um tiro no escuro e prever que, se se fizerem estudos em torno de quem pede mais licenças por motivos de saúde, as mulheres estarão desproporcionalmente representadas.

Mas partilho parcialmente da frase do sr Thompson quando este diz que não é culpa delas. Isto tem mais a ver com a sua biologia do que com a sua vontade. A única "culpa" que as mulheres podem ter é assumir que podem atingir os níveis de produtividade dos homens embora tendo uma composição biológica, bioquímica, anatómica e emocional distinta dos mesmos.

Se alguém não se sente em condições de trabalhar, obviamente não deve trabalhar. Esse não é o ponto fundamental. O busílis aqui é: será que já nem se pode falar sobre os níveis de produtividade das mulheres sem se ser alvo de críticas infantis?

É mais do que óbvio que o sr Thompson, como director duma empresa, deve ter alguns dados concretos para afirmar o que afirmou mas para as igualitaristas isso não importa. O que interessa às feministas é continuar a forçar as mulheres para áreas onde elas, por via da sua biologia, podem ser prejudicadas e/ou prejudicar o resto do local de trabalho.

Mas como já todos sabemos, o feminismo não se preocupa com o bem estar das mulheres. O que interessa é tirar as mulheres de casa (como forma de fragilizar a família nuclear) e entregar a "educação" dos filhos ao estado.

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