Fonte
Relatório policial da Nova Zelândia apurou que
a maior parte das crianças que são mortas por adultos, são mortas pelas próprias mães (normalmente com fracturas na cabeça ou por estrangulamento):
Quase 50 por cento das
crianças que morrem como resultado de violência familiar são mortos
pelas mães, revelou o relatório policial
A polícia emitiu hoje o relatório sumariando os dados apurados em
torno da análise de 95 mortes resultantes de incidentes de violência
familiar envolvendo 101 vítimas entre 2004 a 2011.
O relatório, que não inclui todas as mortes que se verificam nesse período, verificou que 15 das 33 vítimas infantis foram mortas pela mãe.
Cinco recém nascidos foram mortos por mulheres que ocultaram a
gravidez, ao mesmo tempo que seis crianças foram mortas pelas mães
antes delas mesmas se suicidarem.
A causa mais comum de morte foi o traumatismo craniano. A sufocação
ou o afogamento por parte da mãe também se encontravam na lista.
Embora nós que temos estado a prestar
atenção já soubessemos disto há já algum tempo, não deixa de ser
surpreendente ver este assunto discutido abertamente num órgão de
informação, especialmente num país tão "progressista" como a Nova
Zelândia.
O que deve ser retirado desta notícia
não é que as mães são más e nada mais que assassinas de bebés -
obviamente, porque a maioria delas não são - mas sim que a violência
doméstica não é algo que se que se limita a "homens maus" a gerarem
problemas nos lares.
As feministas gostam que caracterizar a violência e o assassínio como resultado do "patriarcado", mas é bem provável que algumas destas crianças ainda estivessem vivas se o pai estivesse presente.
Infelizmente, a premissa é a de que os homens têm que ser removidos da
presença das crianças após a mínima alegação da mãe, mesmo que os
homens possam a ser capazes de proteger as crianças de algum dano
físico.
Existem homens violentos por aí, mas os
dados que temos na nossa posse não parece suportar a tese de que os
homens são mais susceptíveis que as mulheres de de matar os seus filhos
biológicos. Na verdade, o que nós sabemos é que o que se passa é
exactamente o reverso.
Isto põe em causa a ideia de que
remover os pais da vida das crianças "é no interesse da criança."
Torna-se cada vez mais aparente que nem as feministas nem os governos
têm qualquer tipo de preocupação com os interesses das crianças, mas
apenas usam essa frase ("no interessa da criança") como forma de
encobrir uma grande mentira, nomeadamente, que eles se preocupam
com as famílias e com as crianças.
As feministas não se preocupam nem com
as famílias nem com as crianças.
Primeiro, elas preocupam-se com o "direito" de prevenir ou exterminar
crianças [aborto]. Segundo, elas estão interessadas em extrair dos
homens o máximo de dinheiro possível.
Esperemos que as autoridades da Nova
Zelândia estejam genuinamente preocupadas em reduzir os danos feitos às
crianças, e coloquem em práctica medidas que realmente protejam as
crianças em vez de servir os interesses das feministas - que não se
preocupam minimamente com o bem estar das crianças.
Já é tempo de se reconhecer que os direitos dos homens e os direitos das crianças são inseparáveis, e não confrontantes.
* * * * * * *
Como diz o autor do texto, uma vez que as feministas lutam de forma
hercúlea para garantir o "direito" de decapitar, esquartejar, queimar,
envenenar e deitar no caixote de lixo bebés inocentes, é seguro afirmar
que esse movimento não têm em vista o bem estar das crianças. Daqui se
pode concluir que sempre que uma organização feminista se envolve em
acções feitas "no interesse da crianças", podemos ter a certeza que
elas não estão a revelar toda a verdade.