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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A auto-valorização das mães a tempo inteiro

Dados oficiais recolhidos recentemente sugerem que as mães que colocam de lado as suas carreiras profissionais em prol dos filhos e da vida doméstica têm uma sentimento  de "vida mais digna" mais forte que o resto da sociedade. Dados extraídos do índex nacional de "bem estar" no Reino Unido revelam que aquelas que foram classificadas como "economicamente inactivas" (porque se encontravam a cuidar da família ou da casa) eram também as pessoas mais felizes da Grã-Bretanha.

Estes dados, publicados pelo Office for National Statistics, apurou também que por todo o Reino Unido, as pessoas têm ficado progressivamente mais felizes, menos ansiosas e mais satisfeitas com a sua vida durante o último ano. Pensa-se que esta melhoria esteja ligada à recuperação económica e à queda das taxas de desemprego - mesmo que as pessoas no geral não estejam melhores do que estavam há um ano atrás.

O ONS disse que a melhoria parecia estar ligada ao optimismo e às melhoras nas situações pessoais de cada um, embora em termos reais os rendimentos típicos dos lares sejam inferiores. Os dados mais recentes sugerem também que o período que vai dos 60 aos 70 anos seja a década dourada para a vida, com a maior proporção das pessoas a qualificar a sua felicidade pessoal no topo da escala.

Entretanto, estes dados confirmam também que a Irlanda do Norte é o local mais feliz do Reino Unido, ficando no topo da liga das tabelas nacionais tanto a nível regional como local. Quatro das cinco áreas mais felizes do Reino Unido encontram-se na província - Antrim, Fermanagh, Omagh e Dungannon - com Babergh em Suffolk a ser o único local do continente Britânico a conseguir fixar-se entre os cinco primeiros.

Como parte do programa com o apoio de David Cameron para medir o bem-estar da nação, foi perguntado às pessoas para classificar as suas vidas numa escala de 1 a 10. Foi-lhes perguntado para fazer isto em relação a quatro questões:

1) Quão satisfeitas elas estavam com a sua vida no geral.
2) Se elas sentem se o que fazem tem valor.
3) O quão felizes elas se encontravam no dia anterior.
4) O quão ansiosas elas se encontravam no dia anterior.

A avaliação média para a satisfação de vida por todo o Reino Unido foi de 7.5  (1 a 10) - mais de 0.06 pontos do que no ano passado - ao mesmo tempo que a avaliação típica pelos sentimentos de valor subiu para 7.7. As pontuações médias para o quão felizes as pessoas se sentiam no dia anterior também subiram para 7.4 ao mesmo tempo que a ansiedade do dia anterior caiu para a média de 2.9.

A ONS analisou também os dados apurados com base nas características pessoais tais como o estatuto marital, a saúde, ou a situação laboral. Quando os resultados foram analisados segundo o estatuto laboral, os pensionistas emergiram como os mais felizes no geral, com uma pontuação de 7.73 de 10, mas os estudantes e as mães caseiras [sem emprego fora de casa] ou cuidadoras, também obtiveram resultados visivelmente mais elevados que a média.

Mas quando as respostas à questão do quão "valorosa" as pessoas consideravam o que faziam na vida foram analisadas [a 2ª pergunta], as mulheres que olhavam pela casa ou pela família emergiram à frente de todos os outros grupos, obtendo em média o resultado de 8.03 de 10. Mais de 83 porcento das mães-a-tempo-inteiro classificou o seu sentido de valor como elevado ou muito elevado.

Laura Perrin, advogada que passou a ser mãe a tempo inteiro e que faz campanha a partir do grupo Mothers At Home Matter, disse que os números revelam que as políticas governamentais criadas para encorajar mais pais a trabalhar a tempo inteiro podem fazer mais mal que bem:

Isto só revela que a ideia de que todas nós estamos deprimidas e infelizes em casa, a olhar pelos nossos filhos - que é o que muitos políticos querem que se pense - está pura e simplesmente errada. Claramente, a nossa vocação tem valor, caso seja essa a escolha de cada uma. 

O grupo faz campanha por um maior reconhecimento do casamento e da família tradicional no sistema fiscal, ao mesmo tempo que alega também que os cortes fiscais para os casais levados a cabo pela Coligação que está no poder no Reino Unido, penaliza as famílias onde um dos pais deixou de trabalhar para cuidar das crianças.

David Cameron voltou-se contra o arranjo mais tradicional onde a mãe está em casa a cuidar dos seus filhos, mas os seus próprios dados revelam que não só elas estão felizes, como reconhecem o quão valorosas as suas vidas são. Não só [estas mulheres] estão fazer a sua família feliz, como estão a fazer uma contribuição para a sociedade como um todo. Eles [pessoas que são contra as mães a tempo inteiro] deveriam parar com as campanhas que são feitas contra o arranjo familiar mais tradicional.

Dawn Snape, co-autora do relatório, disse que a consistentemente elevada felicidade e satisfação de vida extraídos da classificação das pessoas da Irlanda do Norte não podem ser explicadas só em termos económicos:

Não são eles fantásticos? São um enigma para nós. O desemprego é elevado no entanto eles perturbam a tendência. Actualmente, não temos resposta para isto. Pode ser que a razão se encontre na conectividade social, a um maior sentido de comunidade, ou talvez seja devido à forma como a vida está a decorrer por lá, se a comparamos com a vida de há 15 anos. As coisas ainda não estão totalmente claras para nós, e temos que fazer mais [pesquisas], mas parece bem consistente o facto das pessoas da Irlanda do Norte classificarem o seu bem-estar duma forma bem elevada. Eles realmente têm uma perspectiva positiva.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/1xCnkn0

* * * * * * *

O que se pode extrair deste estudo é que, contrariamente ao que nos é dito pelos actuais "mandadores sem lei", as mulheres que escolhem ficar na sua casa, a cuidar dos seus filhos e do seu marido, sabem que estão a levar a cabo uma função de importância social extrema.

Quem erradamente declara que as mulheres do passado eram "oprimidas" por "serem obrigadas" a ficar na sua casa, cuidando dos seus filhos enquanto o marido lhe pagava todas as contas, desconhece por completo a natureza da mulher, e não sabe o quanto que as mulheres valorizam estar junto dos seus filhos (em vez de estarem num escritório frio, à mercê de patrões e patroas que olham para ela como nada mais que uma peça descartável do sistema laboral).

O feminismo, ao promover o carreirismo junto das mulheres, está a plantar as sementes que germinarão numa maior infelicidade para as mulheres. Talvez seja por isso que a mulher actual tenha níveis de felicidade e de auto-valorização inferiores aos níveis das mulheres do passado - aquelas que supostamente eram "oprimidas pelo patriarcado".





domingo, 14 de outubro de 2012

Adultério e divórcio


A comentadora com o nome Wanderling alega que a infidelidade masculina é a causa única para a existência e mães solteiras:
Todas as mães solteiras que já conheci, que cresceram com só com uma mãe solteira, fizeram o que fizeram porque o pai traiu a mãe. Todas as mães solteiras mais maduras que estão divorciadas que eu conheço, e que já conheci, está divorciada porque o marido a traiu. Eu sei porque tive o cuidado de perguntar...
Esta alegação tem vários erros significativos, mas eu vou-me centrar especificamente num: adultério.

Embora o que cada um qualifica de adultério varia, i.e., infidelidade emocional versus infidelidade física/sexual, as pesquisas sociais tendem a concordar que, quando se fala em infidelidade física, os homens traem ligeiramente mais que as esposas - 23% e 19% respectivamente.  Adicionalmente, a distância entre as taxas de infidelidade está a encurtar, muito devido ao aumento da participação laboral da mulher e a sua exposição a maiores oportunidades para ser infiel.

Portanto, três possibilidades surgem devido a frase anterior:
  • Primeiro, os maridos e os pais no mundo da Wanderling são muito tolerantes da infidelidade das esposas e não se divorciam delas devido à sua indiscrição marital, indiscrição essa que nós sabemos que ocorre porque as próprias mulheres admitem que ocorre.
  • Segundo, os casais do círculo social da Wanderling não se divorciam por qualquer outro motivo, trivial ou o que quer que seja, tais como a infelicidade, questões financeiras ou violência doméstica.
  • Terceiro, o comportamento dos maridos, dos pais, das esposas e das mulheres do círculo social da Wanderling não se aproxima nem de perto nem de longe do comportamento da sociedade no geral; portanto, extrapolar qualquer tipo de heurística correcta usando esta população como base é muito complicado.
Para nos divertimos um bocado, vamos assumir que a alegação da Wanderling está inteiramente correcta - isto é, que a infidelidade matrimonial masculina é a única causa de divórcio. Com quem é que estes destruidores de lares masculinos cometem adultério? Ora, com mulheres solteiras destruidoras de lares, obviamente:*
Se, quando comparados com as mulheres casadas, mais homens casados estão a trair, segue logicamente que mais mulheres solteiras estão a dormir com homens casados do que homens solteiros com mulheres casadas. Se é verdade que os homens casados traem mais frequentemente, então as mulheres solteiras são mais susceptíveis de serem destruidoras de lares que os homens solteiros.
Adicionalmente, se os homens casados traem mais que as mulheres casadas, e traem mais frequentemente, então em média os homens casados têm mais parceiras sexuais que as mulheres casadas. Dada a paridade numérica durante os anos primários de actividade sexual, isto significa que as mulheres solteiras têm mais parceiros sexuais que os homens solteiros.

Dado que os homens casados são mais susceptíveis de trair com mulheres mais jovens, isto significa que as mulheres solteiras e jovens têm significativamente mais parceiros sexuais que os jovens homens solteiros, incluindo entre eles homens casados.
Portanto, se nós aceitamos que os homens casados traem mais, e pode muito bem ser esse o caso . . . . então também temos que aceitar o seguinte:
- As mulheres solteiras têm mais parceiros sexuais que os homens solteiros.
- As mulheres solteiras são mais susceptíveis de serem as destruidoras de lares do que os homens solteiros.
- Entre todos os heterossexuais, as mulheres jovens e solteiras não só são o grupo mais promíscuo de todos, como são as que têm mais parceiros sexuais (e mais sexo) entre qualquer outro grupo heterossexual.

..Se és um jovem homem, não te esqueças disto: há grandes probabilidades da jovem mulher que tu conheces no bar ter muito mais escapadelas sexuais que tu.
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E como já foi  falado noutro post, quanto mais parceiros sexuais uma mulher têm, menor é a sua capacidade de manter um relacionamento duradouro, estável e fiel.


sábado, 29 de setembro de 2012

Nova Zelândia: Maioria das crianças mortas por adultos são mortas pelas próprias mães

Fonte
Relatório policial da Nova Zelândia apurou que a maior parte das crianças que são mortas por adultos, são mortas pelas próprias mães (normalmente com fracturas na cabeça ou por estrangulamento):
Quase 50 por cento das crianças que morrem como resultado de violência familiar são mortos pelas mães, revelou o relatório policial
A polícia emitiu hoje o relatório sumariando os dados apurados em torno da análise de 95 mortes resultantes de incidentes de violência familiar envolvendo 101 vítimas entre 2004 a  2011.
O relatório, que não inclui todas as mortes que se verificam nesse período, verificou que 15 das 33 vítimas infantis foram mortas pela mãe.
Cinco recém nascidos foram mortos por mulheres que ocultaram a gravidez, ao mesmo tempo que seis crianças foram mortas pelas mães antes delas mesmas se  suicidarem.
A causa mais comum de morte foi o traumatismo craniano. A sufocação ou o afogamento por parte da mãe também se encontravam na lista.
Embora nós que temos estado a prestar atenção já soubessemos disto há já algum tempo, não deixa de ser surpreendente ver este assunto discutido abertamente num órgão de informação, especialmente num país  tão "progressista" como a Nova Zelândia. 

O que deve ser retirado desta notícia não é que as mães são más e nada mais que assassinas de bebés - obviamente, porque a maioria delas não são - mas sim que a violência doméstica não é algo que se que se limita a "homens maus" a gerarem problemas nos lares. 

As feministas gostam que caracterizar a  violência e o assassínio como resultado do "patriarcado", mas é bem provável que algumas destas crianças ainda estivessem vivas se o pai estivesse presente. Infelizmente, a premissa é a de que os homens têm que ser removidos da presença das crianças após a mínima alegação da mãe, mesmo que os homens possam a ser capazes de proteger as crianças de algum dano físico.

Existem homens violentos por aí, mas os dados que temos na nossa posse não parece suportar a tese de que os homens são mais susceptíveis que as mulheres de de matar os seus filhos biológicos. Na verdade, o que nós sabemos é que o que se passa é exactamente o reverso.

Isto põe em causa a ideia de que remover os pais da vida das crianças "é no interesse da criança." Torna-se cada vez mais aparente que nem as feministas nem os governos têm qualquer tipo de preocupação com os interesses das crianças, mas apenas  usam essa frase ("no interessa da criança") como forma de encobrir uma grande mentira, nomeadamente,  que eles se preocupam com as famílias e com as crianças.

As feministas não se preocupam nem com as famílias nem com as crianças. Primeiro, elas preocupam-se com o "direito" de prevenir ou exterminar crianças [aborto]. Segundo, elas estão interessadas em extrair dos homens o máximo de dinheiro possível.

Esperemos que as autoridades da Nova Zelândia estejam genuinamente preocupadas em reduzir os danos feitos às crianças, e coloquem em práctica medidas que realmente protejam as crianças em vez de servir os interesses das feministas - que não se preocupam minimamente com o bem estar das crianças.

Já é tempo de se reconhecer que os direitos dos homens e os direitos das crianças são inseparáveis, e não confrontantes.
* * * * * * *

Como diz o autor do texto, uma vez que as feministas lutam de forma hercúlea para garantir o "direito" de decapitar, esquartejar, queimar, envenenar e deitar no caixote de lixo bebés inocentes, é seguro afirmar que esse movimento não têm em vista o bem estar das crianças. Daqui se pode concluir que sempre que uma organização feminista se envolve em acções feitas "no interesse da crianças", podemos ter a certeza que elas não estão a revelar toda a verdade.

domingo, 25 de março de 2012

Feminista ataca mulheres que escolhem ficar em casa

Num artigo publicado no Washington Post, Linda Hirshman, uma auto-proclamada "filósofa feminista" (seja lá o que isso for), trata as mães que ficam em casa junto dos filhos com a curiosidade dum antropólogo que se depara com uma anteriormente desconhecida tribo indígena.

Hirshman parece estar "assustada e confusa" pela bizarra criatura conhecida como "mãe caseira". O que é que justifica este comportamento bizarro?

Eis o que Hirshman diz:

As tarefas envolvidas no cuidado da casa e na criação dos filhos não são dignas dos talentos a tempo inteiro dum ser humano educado e inteligente. Esse tipo de actividades não requerem um intelecto notável, não são honradas e não envolvem riscos e as recompensas que são produzidas por esses mesmos riscos.
É incrível como a escravidão de se trabalhar a tempo inteiro num escritório de advocacia é visto como digno para os "talentos a tempo inteiro" da mulher, mas uma mãe que se queira dedicar a educar os filhos já não leva a cabo actividades que requerem um "intelecto notável".

De forma bizarra, Hirshman lança a pergunta:

Oh, e onde estavam os pais durante o tempo em que todas estas funções caseiras estavam a ser distribuídas?
Bem, se eles têm uma esposa a cuidar da casa, então provavelmente eles encontravam-se nos empregos a trabalhar para a família. Para além disso, para a maior parte das mulheres o termo certo é "mãe" e "esposa" e não "trabalhadora doméstica".

Mais tarde Hirshman dá apoio ao ponto de vista que defende que as mulheres deveriam recusar fazer 70% das tarefas domésticas, ignorando por completo o facto de que, se as mulheres fazem apenas 70% das limpezas, isso é muito revolucionário considerando a quantidade de limpeza que os homens têm que fazer antes de passarem a coabitar com uma mulher.

Hirshman apareceu no programa "60 minutes" onde chocou algumas pessoas quando relatou que as mulheres que se licenciam de boas universidades estavam a tomar a "decisão errada" quando abandonam as carreiras e dedicam-se aos filhos e à família.

Portanto, segundo algumas feministas, as mulheres são "livres" de tomar as suas decisões, desde que essas decisões estejam de acordo com o que a elite feminista quer. Isto demonstra de forma cabal que o feminismo não gira em torno das escolhas individuais das mulheres mas sim em torno das "escolhas certas" conforme determinadas por pessoas como a Linda Hirshman. Como uma feminista, seria de esperar que Hirshman resistisse à tentação de infantilizar mulheres adultas, mas ela afirma que "apenas está a fazer perguntas difíceis às mulheres."

Na verdade, ela está a expressar uma visão do mundo intolerante onde as mulheres que não trabalham são umas derrotadas. Hirshman não está apenas a expressar uma opinião em torno do que ela pensa ser o melhor; ela está a afirmar que qualquer mulher que toma uma decisão diferente daquela que ela defende, está "errada".

Pelos vistos, as mulheres não são livres para tomar decisões que contradigam o que as feministas determinam.

Como seria de esperar, Hirshman ficou "perplexa" com a resistência que as suas palavras geraram. No entanto, ela rapidamente concluiu que toda a oposição que recebeu é criada por "fanáticos religiosos" dispostos a impor a visão Bíblica da maternidade em toda a sociedade.

Obviamente que isto é falso. Esta desculpa é apenas uma forma de harmonizar a sua propaganda feminista com a óbvia discrepância entre o que o feminismo diz e o que as mulheres genuinamente desejam para as suas vidas.

Fonte


domingo, 11 de dezembro de 2011

Ter filhos reduz chance de doenças cardíacas, afirma estudo

O justo anda na sua sinceridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele.
Provérbios 20:7

Homens que não tem filhos têm maior chance de morrer devido a doenças cardíacas, de acordo com estudo realizado pela Universidade Stanford, na Califórnia. A pesquisa foi realizada com 135 mil homens e apontou que os que não possuíam filhos tinham risco 17% maior de morrer de doenças cardiovasculares.

O estudo foi feito durante 10 anos apenas com homens casados e durante esse período, 10% dos homens morreram, um em cada cinco de doenças cardíacas.

O pesquisador Dr. Michael Eisenberg acredita que algum fator relativo à paternidade, como eventuais mudanças de comportamentos e de hábitos relativos à saúde, protege contra essas doenças e faz os homens com filhos viver por mais tempo.

A descoberta pode ser relacionada com outras pesquisas já existentes que mostram a relação entre baixos níveis de testosterona e o desenvolvimento de certas doenças cardiovasculares. Não há confirmação, entretanto de que todos os homens participantes do estudo organizado pela universidade que não tinham crianças eram inférteis.

Os pesquisadores acreditam que encontrar a relação entre infertilidade e doenças cardíacas contribuirá para prevenir doenças antes que elas apareçam.

O estudo foi publicado na revista Human Reproduction.

Fonte


Levanta em redor os teus olhos, e vê; todos estes já se ajuntaram, e vêm a ti: teus filhos virão de longe, e tuas filhas se criarão a teu lado.

Isaías 60:4


sábado, 12 de novembro de 2011

Mulheres preferem ficar em casa a cuidar dos filhos

O movimento feminista convenceu uma substancial facção das mulheres modernas que a genuína realização pessoal vem das qualificações académicas e das conquistas profissionais adquiridas e não - como era costume num passado cada vez mais longínquo - das actividades que envolvem escolher ficar em casa a cuidar do lar e dos filhos.

Alegadamente, as mulheres que voluntariamente escolhiam ficar em casa eram "oprimidas". Não se entende bem como alguém que livremente escolhe ficar em casa a cuidar dos seus filhos (ao mesmo tempo que um homem lhe paga todas as despesas) é de alguma forma "oprimida".

Mas sendo um movimento político esquerdista sem conhecimento da natureza da mulher, o feminismo está condenado a trazer infelicidade às mulheres, às famílias, às crianças e principalmente aos homens.

Uma das formas através da qual nós podemos vêr que o feminismo desconhece a natureza da mulher é precisamente na questão que envolve a escolha feminina de querer ser dona de casa em detrimento duma carreira profissional.

Se a mulher era oprimida por escolher ficar em casa, porque é que um significativo número de mulheres actuais anseia poder ter liberdade económica para ficar em casa a cuidar dos filhos?

Segue-se o testemunho duma mulher grávida:

Eu simplesmente não quero voltar a trabalhar e deixar a educação da minha linda bebé nas mãos de outra pessoa. Quando os meus outros filhos eram pequenos, eu fiquei em casa e fui fazendo trabalhos que não perturbavam o meu tempo com eles.

Adorei todos os momentos que passei com eles.

Depois da minha filha mais nova ter iniciado a escola, voltei a estudar e no ano de 2007 graduei-me. Depois de ter encontrado um emprego a tempo inteiro engravidei outra vez.

Pensei sobre isso e determinei-me a regressar a trabalhar. Se as outras mães conseguem, certamente que eu também conseguiria.

Mas à medida que a minha gravidez se aproxima do fim, cheguei à conclusão que não quero abandonar o bebé. Quero ser aquela que vê o seu primeiro passo, ouve a primeira palavra e a ensina a ter bons modos.

Eles crescem tão depressa que o tempo vai-se num abrir e fechar de olhos.

Não poderia suportar o pensamento dela estar a chorar no infantário e ninguém lhe prestar atenção por haver outras crianças a necessitar de apoio.

Quem me dera poder ignorar todas estes pensamentos mas não consigo. Adoro ser uma mãe que fica em casa [a cuidar dos filhos].

Porque é que me sinto culpada por querer ficar em casa a cuidar dos meus filhos? Há por aí outras mães que também se sentem assim?

É um triste sinal dos tempos quando uma mãe se sente culpada por querer ficar junto dos filhos. Por aqui se vê o quão devastadora tem sido a influência do feminismo sobre a forma de pensar feminina.

Outra mulher expressa sentimentos semelhantes:

A minha licença de parto está quase terminada mas, sinceramente, eu não quero colocar a minha filha num infantário. Não creio que seja viável o pagamento das mensalidades.

Além disso sinto-me desconfortável com a ideia de outra pessoa a criá-la.


Como é que as feministas explicam esta tendência natural da mulher de querer ficar em casa a cuidar dos seus filhos? Esta inclinação natural e saudável das mulheres está a ser suprimida pelo movimento feminista ao identificar a posição de cuidadora do lar como algo "humilhante" e "degradante".

As feministas, na sua ânsia de colocar as mulheres no mercado de trabalho sob a bandeira da liberdade, conseguiram gerar uma legião de mulheres stressadas que tenta equilibrar a atenção dada aos filhos com o avanço da sua carreira profissional.

Pior que isso, as feministas conseguiram uma das mais fantásticas obras de ilusionismo da História do Homem ao identificarem a redução da liberdade de escolha como algo "libertador".

Antigamente, as mulheres tinham a opção de poder ficar em casa, arranjar um emprego a part-time, ou trabalhar a tempo inteiro.

Hoje, graças aos movimentos políticos que visam colocar as mulheres debaixo da escravatura do ordenado, as mulheres são practicamente obrigadas a optar pela terceira opção como forma de suportar as despesas. Aquilo que é visivelmente uma perda de liberdade é apresentado à mulher como uma "vitória".

Na sua essência, o feminismo é uma ideologia anti-mulher. Infelizmente, a esmagadora maioria das mulheres não se apercebe disso.

A essência do feminismo.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Ataques coordenados ao patriarcado

Reparem nestes dois títulos do Wall Street Journal e vejam lá se o mesmo não está a tentar passar a mensagem de que os homens deveriam abandonar os seus empregos e passar a ser o "senhor Mãe".
Em cima: "Serão os machos alfa saudáveis?"

Escusado será dizer que ambas as histórias são pura propaganda feminista.

A sua tese de que os homens estão biologicamente programados para cuidar de crianças (papel que sempre esteve entregue às mulheres) está em contradição com a História da humanidade. As sociedades mais saudáveis são aquelas onde os machos alfa dominam; as menos saudáveis são aquelas onde os homens ficam em casa a cuidar das crianças ou são tornados irrelevantes como figuras de autoridade.

Os homens estão programados para lutar (fora de casa) por uma melhor vida, para conquistar o mundo e não para ficar em casa a tomar conta das crianças. As sociedades ocidentais actuais, que promovem fêmeas alfa e machos beta, estão a preparar o caminho para a sua própria destruição.

Vocês acham mesmo que a Al-Qaeda e os jornais muçulmanos dizem coisas como "Hey! Ser Um Macho Alfa É Haram e Não é Saudável" ou "Os Homens Estão Programados Para Serem Mulheres e Cuidar de Crianças"? Claro que não.

Mas é precisamente isso que os europeus e os americanos ensinam. O pior é que muitos homens estão a acreditar nessa mentira e a assumir o papel de "cuidador do lar".

O patriarcado dura. O matriarcado não.

Violência em Londres: Consequência do feminismo e do matriarcado

sábado, 3 de setembro de 2011

Gloria Steinem revela o que é o feminismo

Há alguns dias atrás a HBO emitiu um documentário especial em torno da vida da feminista Gloria Steinem. O documentário, com o título Gloria: In Her Own Words, põe em destaque a revolução feminista que ela ajudou a lançar.

Para além das normais mentiras que as feministas gostam de propagandear ("o mundo é injusto para as mulheres", "ter filhos não deveria ser parte integrante da identidade das mulheres", "casar torna uma mulher numa semi-pessoa", "o aborto é um direito fundamental tal como a liberdade de expressão", "as crianças sofrem de demasiada Mãezinha"), o documentário mostrou um pouco do tipo de pensamento que invade as hostes feministas.

Quando lhe perguntaram o que é o feminismo, ela disse:

O feminismo começa duma forma bem simples. Começa por ser o instinto básico duma criança pequena que diz "isto não é justo" e "tu não mandas em mim" e acaba por ser uma cosmovisão que questiona toda a hierarquia.
De facto, o feminismo é a ideologia de quem nunca chegou a crescer. A maior parte das feministas mais conhecidas tiveram lutas em torno desta questão uma vez que muito faltou à sua idade infantil para que a mesma possa ser classificada de "normal".

A Gloria Steinem foi criada por uma mãe mentalmente instável que era incapaz de tomar conta dela.

Fui uma criança negligenciada. Eu nem pensei que eu existisse. Eu tinha receio de me tornar como a minha mãe.
Isto é muito informativo. Mas eis a parte mais importante:
E ser uma activista social pode ser uma droga que te impede que voltar atrás no tempo e olhar para ti mesma. Tentas sempre preencher este vazio.
Dito de outra forma: em vez de "preencher o vazio" de uma forma construtiva, ela determinou-se em mudar o mundo. É sempre mais fácil apontar as culpas aos outros e dizer, como ela disse nos anos 70, "Não estou maluca. O sistema é que está".

A Betty Friedan forneceu uma explicação semelhante numa edição posterior do livro The Feminine Mystique. Depois de explicar o seu ódio pela mãe, Friedan escreveu:

Foi mais fácil iniciar o movimento das mulheres do que mudar a minha vida pessoal.
De facto, adquirir uma perspectiva do movimento social mais significativo dos nossos dias nunca foi mais fácil.

Conclusão:

O movimento feminista nunca foi algo minimamente relacionado com a "igualdade". O seu propósito foi, é e sempre há-de ser, o de transformar a sociedade de modo que esta fique mais do agrado das feministas, mesmo que, devido a isso, a infelicidade feminina aumente.

O feminismo é assim, uma ideologia infantil (fundamentada numa abstracção) que contradiz a realidade empírica e toda a História do Homem.

-Fonte-

domingo, 14 de agosto de 2011

Mentiras feministas em torno das diferenças salariais entre homens e mulheres

Na primavera passada o "White House Council on Women and Girls" emitiu uma reportagem muito antecipada com o nome de Women in America. Uma das conclusões atingiu uma veia comum: nos dias que correm, diz-nos o esquerdista que ocupa a Casa Branca [Hussein Obama], "as mulheres ainda recebem em média 75 cêntimos por cada dólar que os homens ganham. Isto é uma discrepância enorme."

Isto de facto é uma enorme discrepância. Para além disso, isto é também um bom exemplo do que o jornalista Charles Seife identifica como "provismo" (eng: “proofiness.”) Por provismo entenda-se como o uso incorrecto de estatísticas como modo de confirmar o que já se acredita.

De facto, a mitologia em volta dos 75 cêntimos depende de comparações irrealistas que favorecem iniciativas feministas, ao mesmo tempo que nada nos dizem sobre o bem estar da mulher.

O que nós sabemos é que identificar a "descriminação" como a explicação por defeito para a diferença salarial, como os provistas querem que façamos, conduz-nos a alguns dilemas. Segundo o departamento de estatísticas dos EUA, os homens asiáticos ganham mais dinheiro do que o homem branco ou a mulher branca. Será que isto significa que os brancos são descriminados em relação aos asiáticos?

Mulheres que trabalham nos cafés possuem vencimentos superiores do que os homens que trabalham nos mesmos sítios. Será que isto significa que os homens são descriminados? As mulheres que trabalham nas construções ganham essencialmente o mesmo que os homens, enquanto que as mulheres que trabalham na área do ensino ganham consideravelmente menos.

Usando a lógica esquerdista, isto significa que as construções civis descriminam as mulheres menos do que as áreas de ensino. Quão provável isso se afigura?

Graph by Robert Pizzo

O motivo da discrepância salarial.

Então porquê a diferença? Porque é que as mulheres trabalham menos horas, escolhem empregos menos exigentes, e ganham menos do que os homens que escolhem trabalhar mais e escolhem trabalhos mais exigentes?

A resposta é mais do que óbvia:

Exactamente. FILHOS.

Isto é o que os autores descobriram: pouco depois do licenciamento universitário os homens e as mulheres não só tinham essencialmente o mesmo salário como também a mesma carga horária. No entanto, durante os 10 anos que se seguiram à graduação, as horas de trabalho e a remuneração das mulheres decaiu. Perguntas do questionário revelaram as razões para isto:

  • Primeiro, os homens haviam investido em cursos financeiros e recebido melhores notas nesses cursos, ao mesmo tempo que as mulheres haviam investido em aulas de marketing.
  • Segundo, as mulheres haviam tido mais interrupções nas suas carreiras.
  • Terceiro, e a mais importante, as mulheres trabalhavam menos horas.
"As carreiras das mulheres MBA (mestradas em administração de empresas) atrasaram-se substancialmente pouco depois do nascimento do primeiro filho."
Embora 90% das mulheres estivesse empregue a tempo inteiro imediatamente após a graduação, apenas 80% das mesmas continuava com a mesma carga horária 5 anos após a licenciatura, 70% 9 depois, e 62% 10 ou mais anos depois da graduação. Apenas metade das mulheres trabalhava a tempo inteiro 10 anos após a sua licenciatura.

Por contraste, practicamente todos os homens graduados continuavam a trabalhar a tempo inteiro o ano todo após os 10 anos. Para além disso, as mulheres MBA - especialmente aquelas com maridos com salários mais elevados - "escolheram activamente" locais de trabalho familiares que lhes permitissem evitar longas horas de trabalho, mesmo que isso reduzisse as suas hipóteses ascender na hierarquia salarial e laboral.

Ou seja, estas mulheres MBA compraram o que normalmente se qualifica de "caminho da maternidade". Quando as mães trabalhadoras podem, eles tendem a passar menos tempo no emprego.

As mulheres escolhem os filhos no lugar dos empregos.

A típica (e mentirosa) desculpa feminista é a de que os homens "se recusam" a assumir responsabilidades no que toca à educação dos filhos e como tal - dizem as feministas - as mulheres, esses seres vazios de vontade própria e capacidade de decisão independente (segundo as feministas), não "tem escolha" senão tomar conta dos filhos que elas deram à luz (oh, o horror!).

Mas será isso verdade? Será que as mulheres desejariam trabalhar mais horas se não fossem as suas responsabilidades maternais? E mais; será que mais "apoio governamental" (seja lá o que isso fôr na boca dos esquerdistas) permitiria que elas fechassem a discrepância salarial? Sem surpresa alguma, não há a mínima evidência para esta fábula feminista.

Se as mulheres trabalham menos horas que os homens, é porque elas assim querem. Cerca de 2/3 das pessoas a trabalhar em part-time nos EUA são mulheres. De acordo com uma pesquisa da "Pew Research" (2007), só 21% das mães com filhos menores querem estar nos empregos a tempo inteiro. 60% preferia trabalhar em part-time, e 19% desejaria desistir do seu emprego para poder passar mais tempo com o(s) filho(s).

Menos tempo nos empregos, quer seja a part-time ou a tempo inteiro, é o que muitas mulheres querem e aquelas que podem fazê-lo, fazem-no.

Conclusão:

As feministas ignorantes podem-se queixar de que esta situação (a tendência natural da mulher em querer passar mais tempo com os filhos em detrimento da sua carreira profissional) se deve à socialização de que as mulheres são objecto em favor do seu lugar como parente primário, mas não há a mínima evidência.

Mesmo depois de décadas de feminismo radical e engenharia social nórdica, a contínua escolha feminina por menos horas de trabalho sugere que o argumento da "socialização" não se aplica. Nem mesmo os ultra-marxistas suecos conseguem manter as mulheres nos escritórios.

A biologia, aliada à escolha voluntária, invariavelmente vence as mentiras feministas.

-Fonte-

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