A senhora Rosenkranz, que tem 10 filhos, prosseguiu descrevendo os comentários de Orbán de "plausíveis e razoáveis":
sábado, 28 de junho de 2014
O ataque aos Húngaros
A senhora Rosenkranz, que tem 10 filhos, prosseguiu descrevendo os comentários de Orbán de "plausíveis e razoáveis":
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Novus Ordo Seclorum: Pensamentos da Juventude Europeia
À medida que escrevo este texto, um excerto do discurso "Rivers of Blood" ("Rios de Sangue") emitido pelo grande Enoch Powell ecoam na minha mente:
A situação actual da Europa é grave: o que nós estamos a observar é a queda dum gigante adoecido. Este gigante, crivado de doenças, é uma figura grotesca, irreconhecível quando comparada com o que ela era no passado. Havendo sido uma luz num mundo de trevas, a Europa é hoje o epítome de tudo o que está errado, imoral e imundo. A juventude que cresce nesta outrora grande terra pode considerar o que vê como normal.
Nós lemos a história das grandes que em tempos passados preencheram este continente, e caminharam nas nossas cidades e nas nossas povoações, e isso é quase como ler sobre um lugar remoto e esquecido, análogo a Atlantis e as suas maravilhosas e míticas histórias. Estes jovens, que investigarem para além da superficialidade, ouvirão histórias da forma como as coisas eram no passado - nos dias em que os assassínios, as violações e as contendas eram ocorrências raras. Todas estas coisas são hoje lugar comum; abrimos os jornais e desejamos fechá-lo rapidamente de modo a agarrarmo-nos aos resquícios duma normalidade apreendida e podermos avançar com as nossas vidas de forma normal.
Para onde foi esse passado que nós, a juventude europeia, ouve e investiga? Sem dúvida que esta é uma questão que os nossos irmãos e as nossas irmãs do continente levantam repetidamente. Podemos ser idealistas, mas podemos também sentir que algo correu terrivelmente mal. Nós só temos que caminhar perto dos enormes e numerosos guettos imigrantes para observar o ódio exibido contra nós dentro das nossas terras, terras essas que os nossos antepassados lutaram de forma valente para construir e, eventualmente, chamar isso de casa.
Por motivos de brevidade temporal e espacial, investigar as origens e a implementação das políticas actuais, começando pela Escola de Frankfurt, é algo que eu aconselho vivamente que as pessoas façam no seu tempo livre uma vez que isso esclarecerá muito da situação actual e para onde nós caminhamos.
Infelizmente, a Europa é a última fortaleza do Mundo Ocidental. Fico triste ao pensar que a América, o Canadá, a Austrália e os pequenos bastiões da Civilização Ocidental estão condenadas. A situação actual é demasiado grave para ser revertida a menos que uma secessão seja feita (no caso da América) e uma reversão dramática ocorra nos outros locais mencionados em cima. Só o futuro dirá.
A Europa ainda tem muitas comunidades vocais que resistem a estas mudanças. Devido a isto, ainda há um vislumbre de esperança. Algumas partes do Sul e do Este da Europa têm sido mais difíceis de controlar - mais do que se pensaria - enquanto que a maior parte da Europa Central e Ocidental encontram-se mais infectadas.
As minhas origens e um curto comentário em torno do sistema de ensino.
Cresci dentro duma orgulhosa e laboriosa família, descendente de dois pais Europeus provenientes da Alemanha e da Espanha. Sempre um leitor atento, aprendi e li o mais que pude sobre as minhas culturas e sobre as culturas do meu continente. A cada grande figura, Era, monumento ou batalha que eu lia, o meu coração explodia de alegria e orgulho por este lugar fascinante que chamamos de "Europa".
A nossa história, estendendo-se da Escócia, País de Gales, Irlanda, Polónia, Rússia, França, Grécia e Itália e por aí fora, era maravilhosa. Cada canto e recanto deste lugar está cheio duma História longa e profunda; é possível passar uma vida inteira a estudar uma povoação de cada vez. A nossa mitologia e as nossas lendas colectivas inspiraram os maiores trabalhos de arte, literatura e música. A combinação dos nossos avanços tecnológicos não têm paralelo.
Esta fascínio transformou-se em horror à medida que os anos foram passando e eu atravessei o sistema de ensino. Como é possível que os Europeus tenham vergonha do seu passado? Os nossos Heróis, desconstruídos e manchados até que os inocentes alunos sejam ensinados a desprezar os seus, foram esmagados e reduzidos a nada à medida que fomos imersos no sistema de ensino. Ele, o aluno Europeu, olha para o seu passado como algo repulsivo do qual se deve separar imediatamente. Nós ouvimos falar das tradições e dos valores como se fossem códigos que deixaram de existir há algum tempo e por motivos válidos.
Onde esta mudança é sentida de modo mais forte é no sistema de ensino uma vez que é aqui que a doença que controla as nossas terras se encontra em operação de modo mais eficaz - empregando os fracos e robóticos traidores que se identificam com as nossas bandeiras, costumes e cultura como forma de levar a cabo esta agenda. A geração mais antiga, que é contra estas políticas, é mais difícil de quebrar; as suas ideias e identidade encontram-se solidificadas e como tal, a mudança é difícil de ser levada a cabo junto deles. No entanto, eles são silenciados e controlados através dos média e através da criação duma atmosfera que os desarma (politicamente correcto).
Portanto, os mais vulneráveis e os alvos mais maleáveis deste sistema são os jovens. Aqueles que de entre nós nasceu nos anos 80 foram imersos num sistema de ensino aperfeiçoado pelo Marxismo Cultural. Seja na escola ou na universidade, a "tolerância" e a "igualdade" eram os códigos de honra existentes. Deus nos proíba de vocalizarmos os nossos reais sentimentos dentro duma sala de aula onde nós, na nossa terra, somos uma minoria (rodeados que estamos de estudantes estrangeiros).
Ah, mas somos ensinados de que isto é bom para nós. Afinal, de que outra forma é que nós superaríamos a nossa inerente e "maligna" natureza, consequência de sermos BRANCOS e EUROPEUS? Os males do colonialismo, escravatura, a 2ª Grande Guerra, e todo o resto que vocês provavelmente já estão acostumados a ouvir e ler.
Aparentemente, os perpetradores das guerras só poderiam ser brancos e Europeus. O mesmo se passa com a escravatura: só o maligno Europeu é que poderia escravizar os outros. Nunca nos é dito das centenas de milhares de nós que foram escravizados pelos Mouros durante a Idade Média, nem como graças aos Europeus, a escravatura foi abolida na maior parte do mundo, ou da forma como nós levamos a nossa tecnologia para áreas bem remotas, e como isso nos conecta e ilumina o mundo.
Não, nós nunca aprendemos estas coisas dentro do seu contexto adequado uma vez que o paradoxo actual é o facto de nós sermos os nossos próprios inimigos; fomos traídos pelos nossos e marchamos para o inferno que a nossa geração observará. Em tempos futuros veremos o nosso povo passar a ser uma minoria. Financiamos e importamos milhões de estrangeiros mas nada fazemos em torno das nossas catastróficas taxas de natalidade.
Cheios dum doentio sentido de integridade, os Europeus, que estão a morrer, tocam a lira enquanto as nossas pátrias ardem e entram num ciclo de degeneração, cimentando ainda mais as políticas que trouxeram estes males sobre nós.
Quando dei por terminados os meus anos estudantis, tomei parte em dois cursos em duas universidades distintas; um dos cursos era de história antiga e o outro de filosofia - com qualificações menores em religião, politica, música, Latim, Grego Clássico, literatura e clássicos. A minha sede por conhecimento permitiu que obtivesse uma visão mais alargada da situação actual e das politicas que estão em operação. Esta doença encontra-se mais enraizada nas disciplinas de Humanidades, o alvo dos Marxistas e deste meme bastardizado.
É através das Humanidades que a maior parte do trabalho de nos destruir tem sido feito. Lembro-me de tomar parte num curso de música clássica onde o traidor que se identificava como "professor" proclamou que Mozart, Beethoven, Wagner e Bach mais não eram que “Homens brancos mortos”. Desorientado, olhei em meu redor para ver a reacção de alguém a este ataque à cultura Europeia. Não houve uma única voz de protesto. Pior ainda, houve, sim, uma feliz concordância. Este incidente aconteceu no meu primeiro ano; desde então muitos outros ocorreram.
Todos os pilares que fazem parte do nosso grande passado são analisados, desconstruídos e, por fim, criticados através das lentes fanáticas de feministas, Marxistas, e outros depravados que circulam em abundância nas nossas universidades. Aprendemos do sofrimento do bom selvagem e da natureza perversa do homem [macho] Europeu em específico - que é o epítome do Mal. Se o estudante que tem uma opinião distinta vocaliza o seu pensamento, ele é prontamente ostracizado e atacado através das suas notas ou através dos seus pares.
Um lobo rodeado de cães tem que aprender a agir como um cão e misturar-se. Eu sei que há muitos outros que pensam como eu - muitos lobos que, actualmente, encontram-se disfarçados de cães como forma de reter a sua vida actual e, esperançosamente, sobreviver no sistema.
Associado a este sistema imoral e destrutivo que promove o assim conhecido "pensamento crítico", a juventude Europeia é atacada por todos os lados pela influência pervertida que foi glamourizada e equiparada com o estatuto de "fixe": a promiscuidade rampante, consumo de drogas, preguiça, ganância e consumismo.
Os pais responsáveis já não têm qualquer tipo de controle no produto final que são os seus filhos. À medida que se percorre este sistema, os pais estão-se a tornar cada vez mais obsoletos quando comparados com as políticas agressivas e as estratégias que moldam a criança - quer seja a televisão, a sala de aula ou, mais importante ainda, o convívio com as outras crianças. O núcleo da outrora saudável e próspera família tem sido lentamente atacado e dissecado. A família moderna é um mutante radioactivo que perpetua o cíclo actual, aprofundando a podridão pelas gerações seguintes. Os tijolos de construção das nossas nações estão a ser destruídos.
Nós somos a última geração que tem algum tipo de oportunidade de salvar o continente e reverter o processo. A Esquerda e os seus filhos doentios têm que ser vencidos nas nossas terras. Nós só temos que ler sobre os brilhantes homens que, durante épocas de trevas, se levantaram na 11ª hora - quer seja Carlos Martel, Carlos Magno, Justiniano II e Basílio ou Alexandre o Grande.
Não te sintas como se estivesses sozinho nesta nauseante piscina de imundície; nós estamos em ascenção; a pressão da panela está pronta a explodir e o nosso tempo está a chegar. Se for possível, toma parte em manifestações com amigos nacionalistas; tenta estar junto deles o mais que puderes.
A batalha final aproxima-se e o herói Europeu se levantará.
Anno Domini 2012,
Abelardus
* * * * * * *
Infelizmente, talvez seja tarde demais para a Europa uma vez que nem mesmo os supostos "nacionalistas" como Abelardus se apercebem da forma como o Marxismo Cultural ganhou domínio na Europa Ocidental. O caminho para a reversão do processo de destruição levado a cabo pelo Marxismo Cultural não é fazendo "manifestações nacionalistas", mas sim propagando pela Europa o mesmo código moral que existia na cultura antes da ética relativista actual: o Cristianismo.
Enquanto os supostos "nacionalistas" europeus não se aperceberem que só, única e exclusivamente, o Cristianismo Bíblico pode destruir o Marxismo Cultural, as suas manifestações, os seus partidos políticos, e as suas vozes serão relativamente ineficazes. E isto é algo que Yuri Bezmenov declarou há mais de 30 anos.
Finalmente, e em relação ao tal "herói Europeu" que se "levantará":
A batalha final aproxima-se sim, mas não é com a liderança deste "herói Europeu" que ela será vencida.
....
domingo, 25 de novembro de 2012
O privilégio masculino
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| 15 anos? 16? 14? |
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| Parece saído dum recreio infantil |
Grande parte deles teve o mesmo destino.
Entretanto, as oprimidas . . . .
domingo, 14 de outubro de 2012
Adultério e divórcio
Todas as mães solteiras que já conheci, que cresceram com só com uma mãe solteira, fizeram o que fizeram porque o pai traiu a mãe. Todas as mães solteiras mais maduras que estão divorciadas que eu conheço, e que já conheci, está divorciada porque o marido a traiu. Eu sei porque tive o cuidado de perguntar...Esta alegação tem vários erros significativos, mas eu vou-me centrar especificamente num: adultério.
Embora o que cada um qualifica de adultério varia, i.e., infidelidade emocional versus infidelidade física/sexual, as pesquisas sociais tendem a concordar que, quando se fala em infidelidade física, os homens traem ligeiramente mais que as esposas - 23% e 19% respectivamente. Adicionalmente, a distância entre as taxas de infidelidade está a encurtar, muito devido ao aumento da participação laboral da mulher e a sua exposição a maiores oportunidades para ser infiel.
Portanto, três possibilidades surgem devido a frase anterior:
- Primeiro, os maridos e os pais no mundo da Wanderling são muito tolerantes da infidelidade das esposas e não se divorciam delas devido à sua indiscrição marital, indiscrição essa que nós sabemos que ocorre porque as próprias mulheres admitem que ocorre.
- Segundo, os casais do círculo social da Wanderling não se divorciam por qualquer outro motivo, trivial ou o que quer que seja, tais como a infelicidade, questões financeiras ou violência doméstica.
- Terceiro, o comportamento dos maridos, dos pais, das esposas e das mulheres do círculo social da Wanderling não se aproxima nem de perto nem de longe do comportamento da sociedade no geral; portanto, extrapolar qualquer tipo de heurística correcta usando esta população como base é muito complicado.
Se, quando comparados com as mulheres casadas, mais homens casados estão a trair, segue logicamente que mais mulheres solteiras estão a dormir com homens casados do que homens solteiros com mulheres casadas. Se é verdade que os homens casados traem mais frequentemente, então as mulheres solteiras são mais susceptíveis de serem destruidoras de lares que os homens solteiros.
Adicionalmente, se os homens casados traem mais que as mulheres casadas, e traem mais frequentemente, então em média os homens casados têm mais parceiras sexuais que as mulheres casadas. Dada a paridade numérica durante os anos primários de actividade sexual, isto significa que as mulheres solteiras têm mais parceiros sexuais que os homens solteiros.
Dado que os homens casados são mais susceptíveis de trair com mulheres mais jovens, isto significa que as mulheres solteiras e jovens têm significativamente mais parceiros sexuais que os jovens homens solteiros, incluindo entre eles homens casados.
Portanto, se nós aceitamos que os homens casados traem mais, e pode muito bem ser esse o caso . . . . então também temos que aceitar o seguinte:
- As mulheres solteiras têm mais parceiros sexuais que os homens solteiros.
- As mulheres solteiras são mais susceptíveis de serem as destruidoras de lares do que os homens solteiros.
- Entre todos os heterossexuais, as mulheres jovens e solteiras não só são o grupo mais promíscuo de todos, como são as que têm mais parceiros sexuais (e mais sexo) entre qualquer outro grupo heterossexual.* * * * * * *
..Se és um jovem homem, não te esqueças disto: há grandes probabilidades da jovem mulher que tu conheces no bar ter muito mais escapadelas sexuais que tu.
E como já foi falado noutro post, quanto mais parceiros sexuais uma mulher têm, menor é a sua capacidade de manter um relacionamento duradouro, estável e fiel.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Família tem mais poder que os amigos no bem-estar e auto-estima dos jovens
Afinal qual é a importância da família e dos amigos na auto-estima dos adolescentes? Para conseguir responder a esta questão, a equipa do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) inquiriu 900 alunos do 7º, 9º e 11ª ano. No final, percebeu que a família tem mais impacto.
“Há uma convicção, mais ou menos generalizada, de que durante a adolescência o grupo de pares acaba por substituir um pouco a família. Mas o que estes dados acabam por mostrar é que isso não é exatamente assim. No que toca ao sentimento de bem-estar, a família continua a ter um papel mais importante do que o grupo”, contou à agência Lusa o coordenador do estudo, Francisco Peixoto.
O facto de sentirem que a “família os aceita tal como são, que os apoia quando precisam, nomeadamente em termos efectivos, e que simultaneamente lhes dá autonomia para poderem crescer e desenvolver-se, faz com que sintam que são pessoas que têm valor”, sublinhou o professor do ISPA.
Francisco Peixote sublinha que o facto de a família dar "um contributo maior para a auto-estima que a relação com os colegas” não significa que o grupo de amigos não é importante.
Os amigos são importantes mas, em muitos casos, não conseguem substituir a família: “contrariamente aquilo que se faz passar, de que o grupo acaba por preencher o espaço da família, isso não é completamente verdade. Depende das circunstâncias”, disse o investigador.
“Os pares acabam por ocupar o espaço, quando a família deixa esse espaço vazio. Se a família cuidar dos filhos que tem continuará a ter esse papel importante, de o jovem se sentir bem com ele próprio”, alertou.
Sobre as características “ideais” da família, Francisco Peixoto sublinha que “não há um manual de boas práticas”, lembrando apenas que na base deve estar a “aceitação” dos filhos tal como eles são.
“A questão fundamental é a da aceitação. A ideia de que os pais forçam os filhos a ser aquilo que eles quereriam ter sido, isso não contribui obviamente para uma boa prática familiar, porque o que vai acontecer é que o adolescente é rejeitado pela família, porque a família quereria ter outro que não aquele que está ali à frente”, lembrou.
O estudo será apresentado quinta-feira no ISPA durante a conferência “A construção do auto-conceito e da auto-estima na adolescência”.
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Mais uma evidência muito forte contra todos aqueles que consideram a família natural algo "opressivo".
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Violência em Londres beneficia o marxismo cultural

David Cameron descreveu os episódios das últimas noites de «doentios», mas para já evitou medidas de força – como chamar os militares para apoiarem a polícia.
Mas esta noite deverá haver 16 mil agentes nas ruas da capital, o triplo dos de ontem.
«As pessoas não devem ter dúvidas de que faremos o necessário para restabelecer a ordem das ruas da Grã-Bretanha e para protegermos os que obedeçam à lei», disse o governante aos jornalistas em Downing Street após uma reunião do gabinete de crise.
Desde que os motins começaram em Londres – tendo-se já alastrado a Birmingham, Bristol e Liverpool – já foram detidas cerca de 450 pessoas.
Com a escalada de violência nas ruas, o parlamento volta aos trabalhos na quinta-feira.
Entretanto, o jogo de futebol entre Inglaterra e Holanda previsto para amanhã em Wembley foi desmarcado para que mais polícias estejam disponíveis para controlarem os motins.
-Fonte-
Pode-se dizer que David Cameron não é um esquerdista, mas isso só é sustentável se pensarmos em "direita" e "esquerda" do tipo que há nos EUA. NA Europa, a maior parte da "direita" é apenas uma variação da esquerda (especialmente na Inglaterra).
Esperem vêr mais líderes europeus num futuro próximo a usar a violência que certamente vai acontecer nos seus países como forma de concentrarem poderes num grupo político restrito. Esse era o objectivo desde que o marxismo cultural começou a assolar a civilização ocidental.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Vitalidade multicultural em Londres

Os distúrbios em Londres continuam hoje pelo terceiro dia consecutivo em vários bairros, nomeadamente em Hackney, Lewisham e Peckney, havendo relatos de veículos incendiados, lojas pilhadas e até de fogos em edifícios.
Os distúrbios escalaram esta tarde de tal forma que há registo de incêndios incontrolados em prédios de Peckney. Também um autocarro terá sido incendiado por um grupo de jovens que ali se concentrou.
Na origem estão grupos de jovens, muitos de cara tapada e vestidos de negro, que se foram juntando durante a tarde.
Em Hackney, alguns elementos usaram objectos pesados para partir montras e saquear lojas, nomeadamente de roupa.
○Fonte○
Pois bem. Eis aí o resultado da perda da identidade Cristã. Inglaterra, um dos países europeus mais avançados no seu esquerdismo, está a ser minado por dentro. As pessoas que foram escolhidas pelo povo para governarem o barco e levarem-no a bom porto são as mesmas que traíram esse mesmo povo, e forçaram-nos a viver lado a lado com pessoas que os odeiam e que querem destruir a sua sociedade.
Obviamente que nenhum homem é inferior ou superior a outro por via da sua etnia, cor do cabelo, cor dos olhos ou outra característica física. No entanto, o facto das pessoas, como seres humanos criados à Imagem e Semelhança de Deus, serem iguais, não significa que as culturas distintas que os variados grupos étnicos resolveram criar possuem a mesma dignidade.
A cultura Judaico-Cristã é claramente superior à cultura muçulmana, cultura indiana, cultura ameríndia, africana, chinesa, nipónica ou outra qualquer. É por isso que as pessoas dessas culturas fazem os possíveis para virem viver no ocidente.
Mas, como disse em cima, isto não implica superioridade racial ou étnica, mas sim superioridade cultural. A nossa cultura é superior e não há que ter vergonha que afirmar isso de forma aberta.
Infelizmente para nós (os defensores da superioridade da civilização ocidental), os líderes que dominam sobre nós não gostam do sucesso do mundo ocidental. Para eles, o sucesso do mundo ocidental e um impedimento para a instalação duma ditadura de esquerda, e, devido a isso, esses "líderes" fazem os possíveis para destruir as instituições que tornaram o ocidente bem sucedido: o Judaico-Cristianismo, a família, a Lei Romana, a filosofia helénica na sua busca pela verdade e o patriotismo.
Se olharmos para as medidas dos esquerdistas como forma de destruir as 5 instituições listadas em cima, as peças começam a encaixar-se perfeitamente. Mas agora que sabemos disso, o que é que vamos fazer?
domingo, 17 de julho de 2011
Suicídio Juvenil Diminui Durante as Férias
Se qualquer outra actividade estivesse directamente conectada ao aumento das taxas de suicídio juvenil, quase de certeza que seria ilegal:Por cada duas horas que passa, um adolescente suicida-se nos EUA. O suicídio é a terceira causa de morte entre os jovens, e a taxa de suicídio triplicou desde 1960.Curiosamente (ou talvez não) foi mais ou menos por essa altura que a militante ateísta Madalyn Murray O’Hair batalhou para remover a oração das escolas públicas.
Os cientistas identificaram muitas factores contribuintes: descriminação, parceiros sexuais, consumo de substâncias, término dum romance amoroso, divórcio paterno, abuso sexual, bullying e mesmo o excesso de jogos de computador.No entanto os pesquisadores da "National Opinion Research Center" da Universidade de Chicago oferecem um factor mais significativo para o suicídio juvenil: as escolas secundárias públicas.
Num artigo cuidadoso e persuasivo publicado no Outono do ano passado com o nome de "Back to School Blues: Seasonality of Youth Suicide and the Academic Calendar," Benjamin Hansen e Matthew Lang ressalvam que os suicídios dos jovens com idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos baixam abruptamente durante os meses de Junho, Julho e Agosto , os meses de férias das escolas públicas.O decréscimo do suicídio dos jovens entre os 14 e os 18 anos de idade durante o verão é forte, enquanto que entre as pessoas com idades entre os 19 e 25 o suicídio aumenta.Os pesquisadores concluem:
O facto do suicídio dos jovens 15-18 anos diminuir durante o verão, embora o suicídio entre os jovens na faixa etária 19-25 não diminuir, sugere que o calendário das escolas secundárias desempenha um papel proeminente na suicídio juvenil.Dado que as férias de verão reduzem a taxa de suicídio juvenil de 6.22 por cada 100,000 para 4.71, isto significa que banir as escolas públicas haveria de prevenir a morte de 1,092 por ano. Isto são muito mais vidas do que as que podem ser salvas através da maioria dos empreendimentos propostos pelo grupo "salvem-as-crianças".
Uma vez que nos é dito que uma vasta colecção de leis fazem sentido mesmo que apenas uma criança seja salva, e dado que crianças que aprendem em casa são academicamente superiores às que aprendem nas escolas públicas, como é que alguém pode argumentar de consciência tranquila que acabar com as escolas públicas não é um eminente imperativo moral?
Banir as escolas públicas haveria de salvar mais crianças anualmente do que todos os métodos de vacinação em conjunto. De facto, haveria de salvar mais vidas do que as leis em torno do cinto de segurança ou cadeiras de protecção para crianças.
Acabar com as escolas públicas, ou pelo menos terminando o acesso às escolas públicas a partir de uma certa idade, haveria de reduzir a terceira causa de morte entre os jovens em 25%. Afinal de contas, não se dá o caso das crianças aprenderem coisas de jeito nas escolas públicas.
○Modificado a partir do original○
10. Educação gratuita para todas as crianças nas escolas públicas.O principal propósito das escolas públicas é o de controlar as crianças de modo a que elas cresçam a pensar da forma que o governo [socialista] quer. Se a maior parte das crianças recebesse educação em casa, projectos como os propostos pelas feministas radicais ou pelos activistas homossexuais teriam mais dificuldade em conseguir adeptos.
Marx e Engels sabiam que a família nuclear exerce uma influência decisiva sobre a forma de pensar das crianças, e como tal eles deram grande apoio à criação de escolas públicas onde as crianças pudessem receber indoutrinação estatal 5 dias por semana, mais de 5 horas por dia.
O humanista Charles F. Potter escreveu
A educação é portanto o aliado mais poderoso do humanismo . Todos as escolas americanas são escolas do humanismo.O que é que uma reunião Dominical Teísta aos Domingos durante uma hora, uma vez por semana, a ensinar uma fracção das crianças, pode contra um programa de 5 dias por semana de ensino humanista?
(Charles F. Potter, "Humanism: A New Religion," 1930)




















