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domingo, 2 de outubro de 2016

Condicionamento psicológico: a arma secreta do marxismo cultural

Por William S. Lind

Quando a Escola de Frankfurt criou o Marxismo cultural, isto é, o "politicamente correcto", ela fê-lo associando Marx com Freud. Da psicologia ela tomou a ferramenta que precisava para promover a sua ideologia: condicionamento psicológico.

Ao repetir as mesmas coisas vez após vez, o condicionamento opera junto das mentes públicas ao evitar o escrutínio da razão. Até mesmo quando as pessoas discordam intelectualmente com a Esquerda, elas sentem-se na obrigação de repetir as suas palavras, ou sentir um desconforto relativo. Isto significa que elas foram condicionadas.

O Establishment politico,  tanto a sua ala Democrata como a Republicana, está agora a usar o condicionamento psicológico para tentar derrotar Donald Trump. De certa forma, eles fazem isto jogando o jogo favorito do Marxistas culturais, o de gritar "O horror! O horror!" sempre que Trump diz algo politicamente incorrecto.

Muitas pessoas já foram condicionadas para olharem para si mesmas como "mais um Hitler" se por acaso se atreverem a desafiar as regras que o Marxismo cultural estabeleceu. Hoje, os mecanismos de condicionamento dizem-lhes que se eles votarem em Trump, no dia seguinte acordarão, olharão pela janela e verão o Fuhrer a olhar para eles.

Durante algumas semanas depois das convenções, os média Republicanos tentaram jogar o jogo do condicionamento psicológico com Trump, com o propósito de o levar a desistir da nomeação, e abandonar a corrida. Embora ele tenha ficado visivelmente impactado na sua moral, Trump não desistiu.

Agora, o jogo mudou outra vez e o condicionamento tem como objectivo convencer os votantes de que Trump caminha para uma derrota esmagadora. Este condicionamento é feito através de inúmeras notícias, resultados de sondagens, artigos de opinião por parte de "peritos" eleitorais, etc, todos eles a repetirem o mesmo tema: um voto para Trump é perda de tempo porque não há forma dele vencer. Os votantes que favorecem Trump estão a ser condicionadas a desistir, a não fazer donativos à sua campanha, a não fazer voluntariado por ele, e a ficar em casa no dia das eleições.

Seria pouco inteligente a equipa de Trump subestimar o poder dos mecanismos de condicionamento da da Esquerda (e do Establishment), que incluem todos os média mainstream. A melhor forma de combater o condicionamento é fomentando a raiva dos votantes, raiva essa que foi criada pelas políticas falhadas do Establishment. A raiva é uma emoção poderosa, poderosa o suficiente para superar o condicionamento psicológico.

De forma concreta, isto significa que Trump precisa de ter um plano composto por cinco tópicos, todos eles capazes de lembrar aos votantes o porquê de estarem zangados:

Fim ao "free trade" que permitiu que os países mercantilistas pilhassem a nossa industria, destruindo os empregos da classe-média.

Fim à imigração ilegal, redução significativa da migração legal, e exigir que os imigrantes adoptem a nossa cultura.

Colocar um ponto final no "Politicamente Correcto" revelando aquilo que ele é, uma variante do Marxismo.

Prometer não mais lutar em guerras evitáveis

Dar aos interesses dos Brancos o mesmo tipo de apoio por parte do governo federal que os interesses dos negros, dos Mestiços, e de outros imigrantes do Terceiro Mundo recebem.

Em relação a este último ponto, eu aconselharia que ele dissesse "Vou representar todos os Americanos, incluindo os Americanos Brancos". Ele não precisa de acrescentar que Hillary é a candidata dos negros porque toda a gente sabe disso. Se não fosse o gigantesco apoio que Hillary recebeu por parte dos negros durante as primárias, Bernie Sanders teria sido o nomeado Democrata.

O Establishment irá protestar se por acaso Trump usar estes cinco pontos (como forma de fomentar raiva junto dos votantes), mas eles irão agir assim porque sabem que a raiva pode superar a sua arma secreta, o condicionamento psicológico. Acho que a maior parte dos Americanos têm mais respeito por um soco no nariz do que por uma facada nas costas.

~ http://bit.ly/2dcRmuW



sábado, 16 de janeiro de 2016

Psiquiatras defendem que o não-conformismo é uma doença mental

Por NaturalNews

A psiquiatria moderna tem-se transformado num antro de corrupção, especialmente o tipo de corrupção que quer demonizar e declarar como doentes mentais as pessoas que se desviam do que é tido como a norma. Isto torna-se totalmente evidente na mais recente fascículo do "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders", ou DSM, que qualifica de "mentalmente insanas" as pessoas que não se conformam com o que é declarado pelas autoridades.

A assim-chamada "condição" que leva a pessoa a escolher resistir ao conformismo recebeu o nome de "transtorno desafiador opositivo" [inglês: "oppositional defiant disorder"] ou ODD. O mais recente DSM define esta doença inventada como "um padrão recorrente de comportamento desobediente, hostil e desafiador," colocando-a ao lado do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade [inglês: "attention deficit hyperactivity disorder"], ou ADHD, outra condição falsa cujo criador, o Dr. Leon Eisenberg, admitiu no seu leito de morte ser uma mentira.

Tal como se pode suspeitar a partir deste tipo de descrição vaga, practicamente qualquer comportamento pessoal, visto por alguém como indesejável ou estranho, pode ser categorizado como sintomático de ODD.

Por exemplo, as crianças que fazem birras ou que lutam entre os irmãos podem ser declaradas como tendo esta suposta doença mental, tal como o podem ser as crianças que expressam alguma diferença de opinião com os pais ou com os professores.

A desobediência e a atitude desafiadora são comportamentos normais entre as crianças mais jovens, e os pais há muito que lidam com tais comportamentos exercendo a disciplina apropriada.

Paralelamente, nem todas as formas de desobediência ou de desafio estão erradas, tudo dependendo da autoridade envolvida e a acção requerida. Por exemplo, a criança a quem é dita para manter os seus pontos de vista pouco populares para si e que resiste a esta ordem, pode simplesmente estar a exercer a sua liberdade para expressar o seu desagrado.

Mas esse é o problema de se categorizar de forma tão vaga condições tais como a ODD, visto que virtualmente todo o comportamento pouco comum pode ser declarado como oposicional ou desafiador simplesmente porque coloca em causa o status quo. Por exemplo, mentes famosas tais como Thomas Edison e Alexander Graham Bell, cujas ideias pouco convencionais podem ter parecido malucas nos seus dias, são o tipo de pessoas que, hoje em dia, seriam declaradas como tendo a ODD ou algum outro tipo de doença mental.

Um perigo maior no uso desta abordagem subjectiva no diagnóstico duma doença mental é que isso ameaça limitar a liberdade de expressão e a dissidência política [ed: É esse o objectivo]. O governo federal já tentou declarar todos aqueles que são contra as suas políticas tirânicas, ou que simplesmente as colocam em causa, de terem "paranóia política", um tipo de doença mental.

Definir o não-conformismo como um tipo de "doença mental"  é a marca dos governos totalitários. Tal abuso óbvio do sistema médico como forma de controle popular não é nada de novo. Muitos governos totalitários, incluindo a ex-URSS, implementaram programas de saúde mental semelhantes que categorizavam todos os dissidentes como pessoas com algum tipo de desequilíbrio químico que precisava de algum tipo de remédio. Hoje em dia, esses remédios normalmente são algum tipo de drogas psicotrópicas que alteram a mente e têm consequências devastadoras.

Uma análise e comentário de 2002 relativo ao abuso da psiquiatria tanto na União Soviética bem como na China, publicado no "Journal of the American Academy of Psychiatry and the Law", declara:

O aprisionamento psiquiátrico de pessoas mentalmente sãs é uniformemente entendido como uma forma particularmente perniciosa de repressão porque usa as poderosas modalidades da medicina como ferrament de punição, e agrava a profunda afronta aos direitos humanos com a decepção e com a fraude. (...) Os médicos que se deixam usar desta forma...estão a trair a confiança da sociedade e, como profisionais, a violar as suas obrigações éticas mais básicas.

Podem ler este estudo, que tem implicações poderosas para o que a profissão da psiquiatria se está a tornar hoje em dia, aqui: http://jaapl.org. Fontes para este estudo incluem: http://breakingdeception.com, http://www.naturalnews.com, http://rense.com, http://jaapl.org, http://science.naturalnews.com.


* * * * * * *

Este é mais um exemplo da psiquiatria Marxista a tentar acabar com o debate antes mesmo dele ter começado, mostrando que um dos lados do debate nem tem a capacidade para debater.

A qualificação de "patologia mental" a todas as vozes que não se alinham com a agenda cultural e política dos internacionalistas e dos esquerdistas não é nada de novo:

1. És a favor do casamento natural? Então és um homofóbico.
2. Acreditas que existem papéis sexuais naturais tanto para o homem como para a mulher? Então és um machista e um sexista.
3. Acreditas que, apesar de todo o ser humano ter a mesma dignidade e todo o ser humano merecer exactamente do mesmo respeito, existem diferenças físicas e intelectuais entre os grupos étnicos? Então és um racista.
4. Defendes que o islão é uma ideologia política perigosa, que tem que ser combatida de forma frontal e sem reservas? Então és um islamofóbico.
5. Acreditas em Deus e tens orgulho nas tuas tradições Cristãs ? Então sofres de "personalidade autoritária", e é bem provável que mais tarde te tornes num racista, num fascista e até num anti-semita.



terça-feira, 3 de março de 2015

Mulheres em posições de autoridade sofrem mais depressão que os homens

Por Pippa Stephens

Segundo cientistas americanos, mulheres em posições de autoridade são mais susceptíveis de exibir mais sintomas de depressão que os homens. No homens, a autoridade - tal como a habilidade de poder contratar e despedir pessoas - diminui os sintomas de depressão, revelou o estudo.

O estudo, publicado no Journal of Health and Social Behaviour, inquiriu 2,800 homens e mulheres de meia-idade. Um perito afirmou que o estudo demonstrou uma maior necessidade de mais mulheres em posições de autoridade e mais exemplos femininos variados.

Cientistas da University of Texas em Austin entrevistaram, via telefone, 1,300 homens e 1,500 mulheres (que se graduaram nas escolas secundárias de Wisconsin) em 1993 e em 2004 (quando eles tinham 54 e 64 anos de idade). Os pesquisadores perguntaram aos participantes questões em torno da autoridade e em torno do número de dias durante a semana anterior em que eles haviam sentido sintomas de depressão - tais como sentir-se triste e pensar que a sua vida era um falhanço.

Quando o trabalho incluía contratar, despedir e influenciar os ordenados dos outros, era previsto as mulheres terem um aumento de 9% nas taxas de sintomas de depressão quando comparadas com as mulheres sem autoridade. Enquanto isso, os homens tinham um decréscimo de 10% na taxa de sintomas de depressão.

Os cientistas envolvidos no estudo afirmaram terem controlado outros factores que poderiam causar a depressão, tais como as horas trabalhadas por semana, se as pessoas tinham ou não horas de trabalho flexíveis, e o quão frequentemente os trabalhadores eram inspeccionados pelo supervisor.

Os cientistas disseram também que os homens eram mais susceptíveis de decidir quando começar e quando acabar uma tarefa, e eram menores monitorizados pelos seus conselheiros. A líder da equipa de pesquisa, Tetyana Pudrovska, disse:

Estas mulheres têm mais educação, salários mais elevados, profissões com maior prestígio, e maiores níveis de satisfação laboral e mais autonomia que as mulheres com empregos sem autoridade. No entanto, estas mulheres têm uma saúde mental inferior que as mulheres de estatuto inferior.

Tetyana Pudrovska disse que as mulheres que eram chefes tinham que lidar com tensão interpessoal, interacções sociais negativas, estereótipos, e isolamento social, bem como resistência por parte dos subordinados, colegas e superiores.

A Dra Ruth Sealy (City University em Londres) disse que as mulheres encontravam-se frequentemente "encurraladas" pelas noções de género associadas ao que constitui um bom líder. Quando as mulheres adoptavam comportamentos tradicionalmente masculinos enquanto líderes, disse a Dra Ruth, elas eram criticadas por serem pouco femininas. No entanto, os seus colegas não iriam acreditar que elas boas líderes se apenas vissem as suas características femininas:

Uma vez que assumimos a competência "natural" dos homens como líderes, as mulheres frequentemente têm que trabalhar mais duramente para atingir essas posições, apenas para ficarem a saber que o seu "direito" a esse estatuto continua a ser questionado permanentemente.

Ela disse ainda que a liderança feminina tem que passar a ser tão natural como a liderança masculina.

O Dr Gijsbert Stoet da University of Glasgow disse que o estudo era forte, segundo a perspectiva psicológica e  a perspectiva da ciência social:

Os cientistas usaram dados extraídos num estudo longitudinal alargado e o mesmo é muito valioso como forma de responder a este tipo de questões.

Ele diz ainda que as empresas têm que tentar saber o que é que podem fazer para ajudar os seus funcionários a lidar com o stress, tais como disponibilizar conselheiros de equipa.


* * * * * * *

As mulheres não foram criadas para posições de autoridade e como tal, não é de estranhar que elas se sintam infelizes quando se encontram em tal enquadramento. Isto não é um defeito da mulher, mas sim uma característica. Da mesma forma que os homens têm os seus pontos fortes e os seus pontos menos fortes, as mulheres têm os seus.

O que têm acontecido no mundo Ocidental durante os últimos 50/60 anos é que o feminismo tem enganado as mulheres, e tem-nas levado a colocar de parte as áreas onde elas são fortes, e tem-nas forçado a adoptar comportamentos onde os homens encontram-se em vantagem natural.

Claramente a liderança é uma actividade masculina - e as próprias mulheres preferem assim - mas a elite feminista rejeita a biologia e a psicologia, colocando em seu lugar o esquerdismo, o carreirismo e a "independência da mulher".

Para a elite feminista (e para os governos ocidentais) o que interessa é retirar as mulheres de casa, destruindo a harmonia familiar, e causando um aumento da interferência do estado na vida social.

Não deixa de ser tragicamente curioso que - mais uma vez - as feministas desenvolvam esforços para colocar as mulheres em actividades que reduzem a felicidade e o bem estar das mulheres. Talvez seja por isso que quanto mais feminista é uma sociedade, maior é a infelicidade da mulher.



sábado, 22 de novembro de 2014

A Teoria da Personalidade Autoritária

A Escola de Frankfurt criou o perfil da "personalidade autoritária" como arma a ser usada contra os seus inimigos. A fraude desta maquinação encontra-se no pressuposto de que as acções da pessoa não são importantes; em vez disso, o que realmente conta é a atitude psicológica da pessoa, tal como os cientistas sociais da Escola de Frankfurt definiram.

Este conceito encontra-se diametricamente oposto à ideia da lei natural e dos princípios legais republicanos sobre os quais os Estados Unidos foram fundados. Na verdade, a ideia da "personalidade autoritária" é fascista e idêntica à ideia do "crime de pensamento" (tal como descrita por George Orwell no seu livro 1984), e também idêntica à teoria do "crime volitivo" desenvolvida pelo Nacional Socialista Roland Freisler no princípio dos anos 30 do século passado.

Quando a Escola de Frankfurt se encontrava na sua fase abertamente pró-Bolchevique, o seu trabalho em torno do personalidade autoritária foi criado como forma de identificar as pessoas que não eram suficientemente revolucionárias (de modo a que elas pudessem ser "re-educadas").

Quando a Escola de Frankfurt expandiu a sua pesquisa depois da 2ª Guerra Mundial a mando do Comité Judaico Americano e da Fundação Rockefeller, o seu propósito não era o de identificar o anti-Semitismo (isso era só fachada) mas sim medir o nível de aderência aos valores da civilização Judaico-Cristã de modo a que estas crenças pudessem ser caracterizadas de "autoritárias", e posteriormente desacreditadas.

Para os conspiradores da Escola de Frankfurt, o pior crime era a crença de que cada indivíduo era dotado com o dom da razão soberano, que lhe permitia determinar o que estava bem ou mal para toda a sociedade; logo, dizer às pessoas que tu estavas na posse duma ideia razoável sob a qual todos se deveriam submeter era um extremismo autoritário e paternalista.

Segundo este padrão, os juízes de Sócrates e do Senhor Jesus estavam correctos na sua condenação (tal como, por exemplo, alega I.F. Stone num caso presente seu livro "Trial of Socrates").

É um sinal do nosso colapso cultural que esta definição de autoritarismo seja aceitável para os nossos cidadãos e ela seja livremente usada em operações políticas por parte da Anti-Defamation League a da Cult Awareness Network como forma de "demonizar" os seus inimigos políticos.

Quando, em 1988, Lyndon LaRouche e seis dos seus colegas se depararam com um julgamento fundamentado acusações sem nexo, LaRouche afirmou que a acusação dependeu da fraude da personalidade autoritária da Escola de Frankfurt ao alegar que as intenções dos acusados eram inerentemente criminosas.

Durante o julgamento, o advogado de defesa de LaRouche tentou demonstrar as raízes na Escola de Frankfurt da teoria de conspiração da acusação, mas o Juiz Albert Bryan, Jr. rejeitou esta linha de pensamento, afirmando, "Não vou voltar para os anos 30 durante as as declarações de abertura ou durante o depoimento das testemunhas."

Fonte: http://bit.ly/1pitqmf  (Parte inferior do artigo)



sábado, 7 de junho de 2014

Feminista: "Não quero contratar mulheres"

Uma feminista convidada do blogue da Clarissa não quer contratar mais mulheres.

Nunca mais vou voltar a contratar mulheres. Sim, eu realmente disse isso. Vocês ficaram perturbados com o que leram, e eu fiquei perturbada quando o escrevei, e mais ainda quando pensei nisto pela primeira vez. Sou mulher, feminista, mãe e sou uma empresária impetuosa.

Eu já atravessei o "tecto de vidro" em todos os aspectos da minha vida, e fico extremamente zangada quando me deparo com textos que insistem que existem diferenças entre os géneros [sic] que vão para além da fisiologia. Tive sorte em ter exemplos femininos que me ensinaram através dos seus exemplos que eu posso ser virtualmente tudo o que eu quiser ser.

Através dos anos contratei mulheres fenomenais - educadas, inteligentes e altamente articuladas. No entanto, estou cansada. Comecei a ficar profundamente cansada de ser terapeuta e ama-seca, de ser atraída para jogos mentais passiva-agressiva, e de questionar constantemente o meu valor como gerente. Eu já tive várias mulheres que se despediram do emprego e ficarem em casa para  "descobrir o que fazer a seguir". Não, não foi para cuidar das crianças ou da casa, mas para sobreviver às custas do marido ou do namorado enquanto faziam uma busca espiritual (isto é, enquanto tomavam parte em aulas linguísticas ou enquanto aprendiam uma habilidade qualquer que poderia ser aprendida em horário pós-laboral). Curiosamente, nunca me aconteceu um homem abandonar o emprego sem ter em mente o que fazer a seguir.

Já me aconteceu mulheres chorarem em reuniões de equipa, mulheres virem para o meu escritório para me perguntarem se eu ainda gostava delas, e mulheres que criavam drama devido ao local do escritório onde a sua mesa havia sido colocada. Eu pura e simplesmente sou incapaz de verbalizar apreciação suficiente para as minhas funcionárias como forma de satisfazer a sua necessidade dela durante pelo menos uma semana de trabalho.

Eis aqui um incidente exemplificativo: a minha recepcionista estava em processo de demissão e, chorosa, disse-me que embora ela estivesse apaixonada pela nossa marca e amasse o emprego, ela não poderia superar o facto de eu não lhe ter agradecido pelo seu trabalho. Isto fez com que eu parasse o que estava a fazer e lhe pedisse por um exemplo. "Lembras-te quando te comprei as fotos com as borboletas para pendurares na zona frontal? E tu vieste e apenas disseste "obrigado"? Isso é um exemplo perfeito!" - "Espera", disse eu, "Então eu agradeci-te, não foi?""Sim! Mas tu não me disseste exactamente o que é que gostavas nelas! Porque é que agiste assim?" Ela tinha comprado as flores com o cartão de crédito da empresa, e eu nem gostava delas; mas não mudemos de assunto.

Como forma de poder fazer críticas construtivas aos homens e às mulheres, eu tinha desenvolvi uma abordagem distinta; quando eu tenho alguma coisa para dizer aos homens, eu digo e pronto! Não passo muito tempo a pensar nisso; eu deito para fora o que tenho a dizer, trocamos algumas palavras por algum breve momento e seguimos com a vida. Por vezes até acontece os homens agradecerem-me pelo feedback!

Com as mulheres, não pode ser assim. Primeiro planeio, preparo, penso, falo com a sócia e depois volto a pensar no assunto. Quando falo com as mulheres, primeiro começo falando sobre as coisas positivas e só depois de ter preparado o caminho para a minha crítica, faço-a. Só que raramente as coisas ficam por aí; falamos por uma eternidade, dissecamos todas as partes da nossa conversa, e no futuro, voltamos a falar do mesmo assunto por diversas vezes. Para além disso, eu tenho que confirmar à funcionária que ainda gosto dela - vez após vez após vez após vez.

Também nunca me aconteceu um empregado solteiro entrar no meu escritório e falar duma história "suja" sobre um colega, ou partilhar comigo um mexerico embaraçoso. E as minhas funcionárias? Todas elas já fizeram isso.

Quando abri a minha empresa, estava feliz por diversas razões. Uma delas era a ideia de querer fazer uma lugar espantoso para as mulheres construírem as suas carreiras. Afinal, nós éramos duas mães com crianças pequenas a abrir uma empresa numa indústria bem competitiva. Eu iria celebrar as conquistas das mulheres por mim contratadas, encorajá-las a descobrir a sua própria opinião, celebrar a sua gravidez e a licença de maternidade de um ano, e ser bem compreensiva e amável quando elas tiverem que gerir o trabalho/a escola infantil/a agenda escolar.

No entanto, eu não sabia que os problemas que as mulheres enfrentam no local de trabalho estão bem longe das desigualdades típicas que o feminismo continuar a lidar. Não são os homens que estão a sabotar as mulheres e a impedir o desenvolvimento das suas carreiras profissionais - são as próprias mulheres que fazem isso!

Qual é a raiz do problema? Falta de confiança? Má educação? O que é que eu não estou a conseguir ver? Como gerente, será que há alguma coisa que eu deveria estar a fazer? Eu aceito os vossos comentários à medida que continuo a colocar as currículos das candidatas femininas na pasta "Ligar Mais Tarde". (...)

* * * * * * *

A raiz do "problema" é que os homens são diferentes das mulheres, e o local de trabalho não está feito para a estrutura psicológica e emocional das mulheres, tal como o confirmam a Alexandra e a Mary. Só que para os defensores da auto-determinação e da autonomia isto são péssimas notícias porque está subentendido que existem divisões sexuais intransponíveis, não possíveis de alteração mediante engenharia social.

Tal como diz o Mark, seria de esperar que as feministas e os igualitários correctamente concluíssem que existem distinções sexuais óbvias entre os homens e as mulheres, mas a dona do blogue - Clarissa - não podia deixar de comentar concluindo exactamente o contrário do que o texto revela:

Pessoal, nas últimas 2 horas tive que apagar 63 comentários de Spam feitos por idiotas que me tentaram informar que "os homens e as mulheres são psicologicamente/emocionalmente, etc, diferentes." Volto a repetir, se mais alguém quiser passar vergonha repetindo o idiótico "sim, os homens e as mulheres são diferentes", será banido.

Ou seja, a Clarissa 1) aceitou no seu blogue um texto onde a autora se queixa da diferença de comportamento entre as funcionárias e os funcionários, mas 2) alega que é "idiótico" acreditar que os homens e as mulheres são psicologicamente e emocionalmente distintos. Portanto, a única forma válida à nossa disposição através da qual podemos determinar que os homens são psicologicamente/emocionalmente diferentes das mulheres (o seu comportamento) revela que os homens são distintos das mulheres, mas a Clarissa rejeita o que os seus olhos claramente observam, e critica quem logicamente conclui que há diferenças entre os homens e as mulheres. 

É absolutamente extraordinário alguém viver a sua vida sem se aperceber que os homens e as mulheres são psicologicamente e emocionalmente distintos. Como é possível alguém estar numa relação heterossexual e não se aperceber disto? Ou será que as feministas sabem disto, mas escondem o seu conhecimento por trás de palavras e slogans claramente falsos e anti-realidade?





domingo, 29 de setembro de 2013

Quais são as causas da frigidez sexual da mulher moderna?

Por Henry Makow

Marie N. Robinson MD, uma psiquiatra com qualificações obtidas na Universidade Cornell, dedicou-se maioritariamente ao tratamento da frigidez. O seu livro, The Power of Sexual Surrender (1958), é um estudo revelador em torno da psicologia feminina. Infelizmente, o livro está virtualmente fora dos catálogos de venda. E porquê? Porque é politicamente incorrecto.

A Drª Robinson afirma que milhões de mulheres americanas sofrem de frigidez sexual, e embora ela explore várias causas para isto, ela ressalva que, de modo universal, as mulheres frígidas adoptaram o ponto de vista feminista. Esta visão - de que a vida de mãe e esposa são humilhantes - gera um impasse emocional que obstruí a resposta sexual e o desenvolvimento psicológico. Robinson escreve que a identidade da mulher encontra-se dentro dum "altruísmo feminino essencial". A sua auto-expressão e o seu poder fundamentam-se em fazer do marido e dos filhos a sua primeira prioridade. Semelhantemente, a sua satisfação sexual e a sua fecundidade espiritual dependem da sua  auto-rendição (ou auto-entrega).

Diferenças Sexuais

Robinson afirma que os homens e as mulheres são naturalmente distintos; os homens foram criados para dominar o mundo externo (físico) e as mulher para dominar o mundo interno (espiritual) e a casa. Isto não são estereótipos sociais, como defendem as feministas:

As mulheres foram feitas para tarefas distintas daquelas do mercado de trabalho, e inteiramente feitas para outro tipo de stress. . . .  Elas tendem a perder a sua feminilidade essencial se permanecem [no mercado de trabalho] por escolha sua. (página 149)

Segundo Robinson, a mulher moderna sofre duma crise de identidade porque elas pensam que já não são necessárias como mulheres. Antes da revolução industrial, o lar era o centro de toda a vida e a mulher era o coração do mesmo. Ela cuidava e educava as crianças, preparava a roupa e a comida, e ajudava nas tarefas da quinta. A revolução industrial parece ter tornado a mulher obsoleta; as crianças não eram mais necessárias e eram até consideradas uma dependência. Tudo passou a ser comprado nas lojas, e a casa passou a ficar vazia. As crianças foram para a escola e o marido para o emprego.

A resposta feminina para esta nova realidade foi virar-se contra a sua própria essência de mulher. Mary Wollstonecraft escreveu um manifesto feminista - Vindication of the Rights of Women (1792) - onde proclamava que as mulheres eram idênticas aos homens, e onde promovia a masculinidade junto das mulheres. Segundo Robinson, "o credo feminista desacreditou por completo as necessidades e as características femininas, e substituiu os objectivos masculinos pelos objectivos femininos." (53)

A outra resposta feminina para a revolução industrial não foi feminista mas "Vitoriana." Robinson afirma que as mulheres Vitorianas "vingaram-se" dos homens ao afirmarem que as mulheres não tinham qualquer tipo de sentimentos sexuais. Elas "foram surpreendentemente bem sucedidas em convencer os homens no geral e até os cientistas desse tempo de que a frigidez era de facto um atributo básico das fêmeas."(54)

Portanto, as mulheres feministas e as mulheres Vitorianas lançaram as bases para a neurose feminina actual.

A depreciação dos objectivos da feminilidade, tanto biológicos como psicológicos, tornou-se parte integrante da educação de milhões de meninas americanas. As tarefas domésticas, a gravidez, a educação de crianças, as virtudes da paciência, amorosidade e a capacidade de entrega dentro do casamento, foram sistematicamente desvalorizadas. A vida das conquistas masculinas foram substituídas pela vida das conquistas femininas. (55)

A Desvalorização Feminina e o Ódio a Si Mesma

O antagonismo feminista-Vitoriano dirigido aos homens foi passado de mãe para filha de modo a que "para milhões de mulheres, a hostilidade dirigido ao sexo oposto é quase uma lei natural. Embora muitas mulheres modernas possam afirmar da boca para fora o ideal dum casamento apaixonado e produtivo, dentro de si elas têm um ressentimento contra o seu papel feminino, para além de olhar para o homem como alguém fundamentalmente hostil a elas, como alguém que as explora. Dentro do seu coração, e muitas vezes sem se aperceber disso, elas desejam superá-lo e inverter os papéis com ele." (página 56)

Robinson afirma que se o feminismo tivesse trazido felicidade para a mulher, então o jogo poderia valer a pena.

Mas não trouxe. O jogo trouxe frigidez, inquietação, uma taxa de divórcio cada vez mais alta, neurose, homossexualismo, delinquência juvenil - tudo coisas que são o resultado do facto da mulher abandonar a sua verdadeira função. (56)

A Dra Robinson escreve que mal este "impasse" emocional seja removido, os instintos naturais da mulher fluirão e a saúde será restaurada. Essencialmente, isto envolve "ela permitir confiar no seu marido duma forma bem profunda. Isto significa que ela finalmente se apercebe que ela não tem mais que temer ou opor-se à sua força, mas sim que ela pode depender e confiar nela [na força masculina do marido], de modo a dar-lhe o clima de segurança necessário para o pleno florescimento de sua feminilidade." (153)

Para um profundo orgasmo vaginal, escreve Robinson, "a excitação vem do acto de rendição. Há um aumento tremendo do êxtase físico no acto da entrega e no sentimento de ser o instrumento passivo de outra pessoa..." (158) Por outro lado, a mulher que não confia no amor do marido e, como consequência, na sua própria feminilidade, tem uma abordagem de vida "difícil, dolorosa e frenética". Ela encontra-se em guerra contra ela mesma, e na cama, ela tem que se sentir "no controle o tempo inteiro."

Robinson considera o clitóris como um vestígio masculino. Com isto, ela sugere que a mulher pode mesmo assim ser frígida mesmo que ela se encontre sexualmente activa e mecanicamente hábil. A sexualidade feminina depende da "confiança absoluta" no homem, o que permite que a mulher receba em pleno e responda em pleno.

A Drª Robinson afirma que não há nada na vida mais importante que o amor, e que o casamento é a chave para o desenvolvimento humano. Segundo ela, o poder do amor é sentido no mundo através desta relação.

O amor significa, de modo profundo, uma união entre indivíduos.... É o impulso mais básico e mais profundo que temos, e o seu poder para o Bem é ilimitado... o parceiro amoroso torna-se tão importante como a si próprio....Este facto é o porquê do amor verdadeiro não levar à dominação ou a uma luta pelo poder.... (129)

O Feminismo Como Arma da Elite Para o Despovoamento

A importância do livro "The Power of Sexual Surrender" é profundo. Ao coagir as mulheres a abandonar a sua feminilidade e a usurpar o papel masculino, o feminismo lança uma chave-inglesa sobre o mecanismo heterossexual natural da humanidade. Milhões de mulheres encontram-se hoje condenadas a uma vida de solidão e frustração. Semelhantemente, os homens são privados do seu papel de protector e de provedor que é essencial para o seu desenvolvimento e para a realização.

O sucesso de tal ideologia mal-dirigida, e a supressão da verdade, significa que o controle do mundo passou para as mãos duma força maligna. Tal como já mostrei em artigos prévios, uma elite amoral fomenta o feminismo como parte duma agenda de longa duração tendo em vista a separação da cultura ocidental das suas amarras culturais e religiosas.

Instituições com isenção de impostos, os média, a CIA e o Partido Comunista dos EUA estão todos por trás da promoção desta disfunção sexual mascarada de feminismo. O propósito é destruir a família natural, diminuir a população mundial, criar a ilusão dum desenvolvimento humano e desestabilizar a sociedade. Nós somos um luxo que os super-ricos não podem mais sustentar, e o nosso governo faz parte desta agenda que tem como plano criar uma "Nova Ordem Mundial" materialista e totalitária. As feministas que são contra a NOM são, de facto, agentes involuntários [idiotas úteis] dessa mesma organização.

Conclusão:

Encorajo as mulheres a ter uma carreira profissional, se esse for o seu desejo; mas se elas querem uma carreira e uma família, a carreira profissional deve ser algo secundário. (Obviamente que os homens e as mulheres devem ser tratados da mesma forma nos locais de trabalho.)

O livro da Drª Robinson confirma a minha tese de que as mulheres querem amor e os homens querem poder. O casamento heterossexual [ed: o único que existe] fundamenta-se na troca do poder mundano feminino pelo amor masculino. A mulher que busca poder está a neutralizar-se a ela mesma, e a neutralizar o marido. Ela não irá receber o amor dum homem cuja identidade é baseada no poder, e ele não amará alguém com quem está em competição. Ele não tem como amá-la desta forma: este é o dilema que as feministas actuais têm que resolver.

Tal como Marie N. Robinson confirma, a mulher ama confiando o seu poder ao homem certo - o marido. Por sua vez, ele usa esse poder para defender os interesses da esposa. Portanto, ela dá poder ao marido e canaliza esse poder de uma forma socialmente construtiva.

O verdadeiro poder da mulher é o poder do amor e o poder da auto-rendição.

Fonte: http://ow.ly/pjAhV.



quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Os desertores

"Quase todos os desertores chegam a Hanawon com sintomas de paranoia. Falam aos sussurros e envolvem-se em brigas. Têm medo de revelar nome, idade ou local de nascimento. Seus modos, em geral, ofendem os sul-coreanos. Tendem a não dizer 'obrigado' ou 'desculpe'.

Perguntas feitas por caixas de banco sul-coreanos, que eles encontram em excursões para abrir contas bancárias, com frequência aterrorizam desertores. Eles desconfiam das intenções de quase todas as pessoas em posições de autoridade. Sentem-se culpados em relação aos que deixaram para trás. Angustiam-se, por vezes ao ponto do pânico, em razão de sua inferioridade educacional e financeira em comparação com os sul-coreanos.

Têm vergonha do modo como se vestem, falam e cortam o cabelo.


'Na Coreia do Norte, a paranoia era uma resposta racional a condições reais e ajudava essas pessoas a sobreviver', disse Kim Hee-kyung, uma psicóloga clínica que conversou comigo em seu consultório em Hanawon. 'Mas ela os impede de compreender como as coisas se passam na Coreia do Sul. É um verdadeiro obstáculo à assimilação.'

Adolescentes que vêm do Norte passam de dois meses a dois anos na Escola Secundária Hangyoreh, um estabelecimento de ensino em regime de internato para alunos com dificuldades, filiado a Hanawon. Ela foi construída em 2006 para ajudar jovens recém-chegados do Norte, cuja maioria é inapta para a escola pública na Coreia do Sul.

Quase todos eles se esforçam para aprender rudimentos de leitura e matemática. Alguns têm déficits cognitivos, claramente em consequência de desnutrição aguda na primeira infância. Mesmo entre os jovens mais inteligentes, o conhecimento de história do mundo reduz-se essencialmente a histórias pessoais míticas do Grande Líder, Kim Il Sung, e de seu querido filho, Kim Jong Il.

'A educação que se recebe na Coreia do Norte é inútil para a vida na Coreia do Sul', disse-me Gwak Jong-moon, o diretor de Hangyoreh. 'Quando a pessoa está com muita fome, não vai aprender e os professores não vão ensinar. Muitos estudantes passaram anos escondidos na China, sem nenhum acesso a escolas. Como crianças na Coreia do Norte, eles cresceram comendo cascas de árvore e pensando que isso era normal.'

Durante excursões aos cinemas, jovens desertores muitas vezes entram em pânico quando as luzes se apagam, temendo que alguém possa sequestrá-los. Ficam aturdidos com o coreano falado na Coreia do Sul, onde a língua foi contaminada por americanismos como syop’ing (shopping) e k’akt’eil (coquetel).

Consideram inacreditável que dinheiro seja armazenado em k’uredit k’adus (credit cards; cartões de crédito) de plástico.

Pizza, cachorros-quentes e hambúrgueres — itens básicos da alimentação de um adolescente coreano — lhes dão indigestão. O mesmo efeito é provocado pelo excesso de arroz — o alimento básico de outrora, que na era pós-fome se tornou comida de rico na Coreia do Norte.

Uma adolescente na Escola Hangyoreh fez gargarejo com amaciante de roupa, confundindo-o com antisséptico bucal. Outra garota usou sabão em pó como farinha de trigo. Muitos alunos ficam aterrorizados quando ouvem pela primeira vez o ruído de uma máquina de lavar em funcionamento.

Além de paranoicos, confusos e intermitentemente tecnofóbicos, os desertores tendem a sofrer de doenças evitáveis e males quase inexistentes na Coreia do Sul. Chun Jung-hee, enfermeira-chefe de Hanawon há mais de dez anos, contou-me que uma alta porcentagem das mulheres provenientes do Norte tem infecções ginecológicas crônicas e cistos. Disse que chegam muitos desertores contaminados por tuberculose que nunca foram tratados com antibióticos. 

Eles também chegam comumente com indigestão crônica e hepatite B. Muitas vezes é difícil diagnosticar enfermidades rotineiras, contou a enfermeira, porque os desertores não estão acostumados com médicos e desconfiam daqueles que lhes fazem perguntas pessoais e prescrevem remédios. Homens, mulheres e crianças têm problemas dentários graves resultantes de desnutrição e da falta de cálcio em suas dietas. Metade do dinheiro gasto anualmente em cuidados médicos em Hanawon vai para tratamento dentário protético. "

- Do excepcional "Fuga do campo 14", do jornalista americano Blaine Harden, que narra a história de Shin Dong-hyuk, único sobrevivente até hoje nascido e criado num campo de concentração norte coreano que conseguiu escapar.

Via



quarta-feira, 10 de abril de 2013

Multiculturalismo e a destruição da confiança


Os Dinamarqueses são as pessoas fiáveis e que mais confiam do mundo. Os historiadores e os pesquisadores acreditam que a natureza dinamarquesa de confiar nos outros vem do tempo dos Vikings uma vez que a sua economia doméstica baseava-se simplesmente na confiança: se tu vives numa altura em que não existem polícias nem tribunais, e confias as tuas peles de animais a um comerciante, tens que ter a certeza de que ele te pagará quando voltar - regresso esse que pode ocorrer meses depois ou mesmo anos mais tarde.

A confiança é muito importante para o funcionamento duma economia. Segundo alguns pesquisadores, "uma mudança negativa na ordem dos 10 percento no nível de confiança junto da população causará uma mudança negativa de meio porcento no crescimento económico." Tanto os Vikings como qualquer outra pessoa que já emprestou ou pediu dinheiro emprestado sabe que a confiança é fundamental quando se fala em finanças. Sem a confiança, ou não haverá acordos ou muitos recursos serão investidos em seguradoras, advogados e burocratas.

Acredita-se também que a confiança é um pré-requisito para a felicidade (Trust Hormone Associated With Happiness, Happiness flows from trust - etc.). A confiança aumenta o sentimento de segurança, e a menos que estejas em busca de algum tipo de excitação, sentir-se seguro é fundamental para se sentir feliz. Não é de admirar que as pessoas que mais confiam são também as pessoas mais felizes.

A Confiança e os Valores Comuns

É mais fácil confiar nas pessoas se tu as conheces. É por isto que os homens de negócios fazem os possíveis para se deslocarem e se encontrarem com os clientes pessoalmente. Se sabes que a outra pessoa partilha dos mesmos valores básicos, tu já sabes muito sobre essa pessoa - porque tu sabes muito sobre ti próprio. A partilha de valores significa que as pessoas se conhecem umas as outras, e conhecer umas as outras aumenta a confiança. É por isto que os gangues criminosos - que se baseiam num elevado nível de confiança - são quase sempre monoculturais (e não multiculturais).

O que é que acontece, portanto, quando pessoas com raízes culturais distintas e valores religiosos díspares vivem lado a lado? Naturalmente que o nível de confiança desce. Como forma de preservar a confiança, e os muitos benefícios que chegam através deste sentimento e experiência, os grupos distintos vivem juntos em enclaves, separados dos demais. É importante as pessoas sentirem-se "em casa" - mas o que é que constitui "sentir-se em casa"? É o sentimento de viver rodeado por um ambiente e cultura reconhecíveis e onde não é preciso comunicar excessivamente para se chegar a um entendimento mútio e, desde logo, atingir um nível de confiança aceitável.

Um decréscimo na confiança leva a um decréscimo nos sentimentos de segurança e felicidade. Tal como o psicólogo Abraham Maslow mostrou na sua   hierarquia das necessidades, e tal como todos nós aprendemos com os altos e baixos da nossa própria vida, o facto de não termos as nossas necessidades básicas satisfeitas leva a que nos foquemos mais nas nossas necessidades primordiais e deixemos de lado o bem estar das pessoas em nosso redor. Portanto, um decréscimo na confiança significa um aumento do egoísmo. 

Os proponentes do multiculturalismo podem pensar que estão a trabalhar em favor de sociedades mais confluentes - com cidadãos mais tolerantes - ao desenvolverem esforços legais contra as fronteiras nacionais e, desde logo, forçando-nos a viver lado a lado com pessoas e culturas que desconhecemos. Mas os seus esforços são claramente contraproducentes uma vez que o resultado é a segregação cultural e pessoas mais focadas em si mesmas. O segmento multiculti claramente é deficiente no conhecimento da natureza humana, e as suas bonitas teorias deixam de lado as experiências diárias, as teorias psicológicas amplamente estabelecidas e os factos em si.

A Multicultura destrói a confiança

É perfeitamente compreensível que pessoas que chegam de culturas onde é necessário ser mais egoísta para sobreviver tenham menos motivos para confiar nos outros, e resolvam, em seu lugar, explorar a boa vontade e a confiança dos outros. O mesmo se aplica a pessoas que fazem parte de confissões religiosas que defendem que as pessoas com outras religiões não merecem o mesmo respeito.Uma amostra recente levada a cabo pelas autoridades fiscais dinamarquesas junto dos imigrantes somalis revelou que 92 porcento deles foge ao pagamento dos impostos. Em média, anualmente eles enganam a Dinamarca em cerca de 8,300 USD. Isto é possível devido ao sistema dinamarquês Tast-Selv ("digite você mesmo") que permite aos contribuintes inserir no sistema o seu rendimento. É um sistema construído com base na confiança e feito com o propósito de poupar tempo e dinheiro.

Para além disto, estamos também a observar um aumento alarmante dos assim-chamados roubos de engano, cometidos pelos estrangeiros e pelos imigrantes. Aqui os ladrões, normalmente disfarçados de policias ou auxiliares de enfermagem, enganam os donos duma casa e entram dentro das suas respectivas casas. Este tipo de crime explora a natureza de confiança dos Dinamarqueses/Ocidentais.

As elevadas e alarmantes taxas de evasão fiscal e fraudes sociais entre os imigrantes não-ocidentais, especialmente entre os muçulmanos, é bem conhecida mas o politicamente correcto impede as pessoas de falar.  Uma gigantesca investigação levada a cabo em Høje-Taastrup, Dinamarca, revelou que 75 percento de todas as fraudes sociais são feitas por imigrantes - os outros países têm problemas semelhantes.

Conclusão:

A confiança torna as pessoas mais felizes e os países mais ricos; deixar entrar no país pessoas provenientes de culturas sem a mesma base na confiança tornam esta força (a confiança) numa das nossas maiores fraquezas. O multiculturalismo corrói a confiança, a pedra angular da felicidade, do bem estar económico e da coesão social - e portanto, destrói todo o nosso estilo de vida.
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sexta-feira, 1 de março de 2013

Ética sexual moderna prejudica as mulheres.


Ter múltiplos parceiros sexuais é um previsor significativo para o futuro recurso (por parte das mulheres) ao álcool e as drogas. Estudo sugere que quanto mais parceiros sexuais as mulheres têm, mais susceptíveis elas são de se tornarem dependentes do álcool e das drogas. 

Crê-se que o estudo, baseado num programa mundialmente famoso que seguiu 1000 pessoas nascidas em Dunedin há 40 anos atrás, seja o primeiro do mundo a mostrar este padrão.

Mulheres que tiveram, em média, mais do que 2.5 parceiros sexuais por ano até ao momento da entrevista, eram 10 vezes mais susceptíveis de serem clinicamente dependentes do álcool ou das drogas aos 21 anos do que as mulheres que tinham um ou nenhum parceiro sexual por ano. Elas eram 7 vezes mais susceptíveis quando atingiam os 26 anos e 17 vezes mais susceptíveis aos 32 anos, mesmo depois depois de outros factores da sua vida terem sido analisados.

Esta relação era mais fraca junto dos homens.

Um pesquisador envolvido noutro estudo na Christchurch, o Dr Joe Boden, afirmou que os dados apurados no estudo de Dunedin eram "novidade" uma vez que era crença geral de que a ligação entre o álcool e o sexo era unidireccional - do álcool para o sexo. 

"É um argumento de casualidade recíproca que gera um certo tipo de retroalimentação" afirmou ele.

Uma das autoras da pesquisa de Dunedin, a professora de saúde pública Charlotte Paul, afirmou que o dados apurados ressalvaram os riscos para a saúde mental que as mulheres que têm muitos parceirtos sexuais correm. A isto associam-se também os riscos físicos óbvios como as DSTs.

Actualmente, encontramo-nos envolvidos numa discussão adequada em torno dos indivíduos se comprometerem uns com os outros no casamento [sic] para os gays, mas não parece que estejamos de todo a falar disto no que toca a actividade heterossexual.

O estudo apurou que os homens nascidos em Dunedin em 1972-73 eram mais susceptíveis que as mulheres ter haver tido múltiplas parceiras sexuais entre os 18 e os 31 anos. Semelhantemente, 27% dos homens, mas só 12% das mulheres, eram dependentes do álcool ou das drogas quando atingiam os 26 anos de idade. Por "dependente" entenda-se que o seu consumo de álcool e de drogas afectava seriamente o seu trabalho e os seus relacionamentos sociais.

Mas para os homens, o número de parceiras sexuais não fazia qualquer tipo de diferença no que toca à probabilidade deles se tornarem dependentes do álcool ou das drogas. As mulheres que haviam tido menos do que 15 parceiros sexuais no início dos seus anos 20 eram menos susceptíveis que os homens de se encontrarem dependentes de substâncias. Mas se elas haviam tido mais do que 15 parceiros sexuais, elas eram mais susceptíveis que os homens de se encontrarem dependentes de substâncias - e essa probabilidade aumentava à medida que o seu número de parceiros também aumentava.

Este padrão foi apurado mesmo depois de se terem ajustado outros factores, incluindo os problemas prévios com as drogas e álcool.

Os pesquisadores afirmaram que a ligação entre o número de parceiros e a posterior dependência de substâncias pode ser devida ao "contexto partilhado" do consumo e o encontro de pessoas nos bares, ou devido ao facto de ambos os comportamentos estarem relacionados a atitudes que envolvem correr riscos. Mas eles disseram que o efeito muito mais forte para as mulheres sugere que ter múltiplos parceiros sexuais aumenta de modo directo os riscos dela mais tarde se tornar dependente de substâncias.

As mulheres e os homens têm motivações distintas para o sexo. As mulheres frequentemente falam que é por amor, compromisso e por motivos emocionais, enquanto que os homens, que também partilham estas razões, sejam muito mais susceptíveis de participar em actividade sexual apenas e só por motivos físicos. A "auto-medicação" com substâncias pode ser uma forma de lidar com a ansiedade interpessoal. Mas temos que saber muito mais para saber o porquê desta associação ser tão forte junto das mulheres.

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Portanto, para além de tudo o que já se sabe sobre a importância de nunca casar com uma mulher promíscua, temos aqui mais dados científicos que demonstram que elas são mais susceptíveis de se voltarem para as drogas e para o álcool.

A tragédia da cultura actual é que existe uma glamorização da promiscuidade feminina como se isso fosse algo que produzisse efeitos benéficos nela; o que os dados médicos e psicológicos demonstram é que a promiscuidade sexual feminina tem efeitos devastadores sobre ela, sobre a sua futura capacidade de manter um relacionamento firme e duradouro, e sobre a sociedade no geral.

Como dito no passado, por alguma razão as sociedades e civilizações mais bem sucedidas da História da humanidade colocavam fortes regras à sexualidade humana, especialmentesobre a sexualidade feminina.

(Antevendo argumentos mais ou menos irrelevantes por parte de algumas feministas, é importante dizer o seguinte:  o que o texto diz não é que só os homens podem ser promíscuos mas sim que quanto mais promíscua a mulher é, maiores são as hipóteses dela se tornar dependente de substâncias. A promiscuidade sexual é má para ambos os sexos, mas é bem pior para as mulheres.)





quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Criminalidade e feminismo

Médico especializado em Psiquiatria do Adolescente pela Universidade de Paris XI

Ninguém nasce gostando de trabalhar. O gosto pelo trabalho só nasce depois que o adolescente é “obrigado” a trabalhar.  Mas, hoje, por causa da legislação de inspiração feminista (“contra os homens truculentos”), não se pode mais colocar os adolescentes para trabalhar.  Também não se pode mais corrigi-los, tudo em nome do feminismo “anti-macho-truculento” (“acho um absurdo aqueles pais, homens,  que batem nos filhos”). Então, por causa deste feminismo, não podemos mais corrigir os adolescentes truculentos ou preguiçosos (como  quase todo adolescente é durante determinada fase de sua vida ).

Só o trabalho, a obrigação, a ocupação, é capaz de corrigir os desvios de uma mente adolescente -  ou seja, uma mente que só quer “curtir”, festas, sexo, agitação, aventura, experimentar novas sensações,  gangues, “disputa por quem faz mais coisa errada”,  comportamento sem compromisso, sem respeito à hierarquia, etc.

Esta historiazinha feminista de que “esporte” corrige isto, capoeira, “discussão sobre sexo e drogas”, “diálogo com os pais”, etc, é pura balela. O que modifica , de facto, uma mente adolescente, é a obrigação de trabalhar ou ocupar-se com algo útil, obrigação de aceitar ordens, obedecer hierarquias, disciplinar seus impulsos agressivos, aventureiros, sexuais. 

Esta “obrigação” é contrabalanceada,  nas famílias saudáveis (que quase não existem mais ), pelo amor ao pai (outro cuja autoridade e presença é descartada na família feminista de hoje). É pelo “amor ao pai” que o adolescente aprende o “amor à autoridade”. Já as mulheres modernas de hoje, as feministas, trabalham o tempo todo para tirar esta “autoridade” do homem, julgando-a machista e truculenta.

As mães, de modo geral, não conseguem instalar este mecanismo “disciplinar-laboral” na mente do adolescente. No máximo, uma mãe diz : “meu filho, vá trabalhar, vá estudar”. Aí o adolescente retruca : “não vou não, mãe; não quero, não gosto”. E aí a mãe responde : “então tá; mas fica aqui em casa, não saia não, vá ver TV, vá jogar videogame”. A mãe não tem autoridade ou energia máscula para corrigir este adolescente; para ela, se ele ficar em casa, vendo TV e videogame já está bom demais.

O problema é que, diferentemente de sua mãe, o adolescente ou a adolescente gostam  mesmo é de rua, e aí a coisa degringola.  Já aquele que tem um pai amoroso e rígido, depois que é “forçado” a trabalhar, ocupar-se, começa a gostar, pois a maioria dos seres humanos têm um “instinto obsessivo” que os faz gostar de realizar coisas, construir, fazer coisas certinhas, ver o resultado do próprio trabalho, etc.

É um “instinto laboral” que nos faz, enquanto seres humanos, termos gosto pela realização própria. Mas só descobre isto quem é obrigado a trabalhar. Se a pessoa não é jogada no trabalho, nunca vai descobrir este “prazer de realizar”, prazer de ser útil, prazer de construir, prazer de fazer a diferença para algo ou para alguém.

Nossos adolescentes de hoje, premidos pelo feminismo, pela ideologia e pelas leis feministas, já não têm mais contacto com este tipo de prazer, pois são deixados a seu bel-prazer. Deixados por conta própria, só buscam o próprio prazer, e a busca do próprio prazer, além de ser destrutiva a médio prazo, é algo que não alimenta a alma e não gera a verdadeira felicidade.

Infelizes, lá no fundo, entram numa busca cada vez mais frenética e arriscada pelo prazer, pela aventura, mas nunca alcançarão a verdadeira paz e a verdadeira felicidade com isto.

Sem ter o que fazer, os adolescentes enveredam-se pelo crime e a sociedade, sem vislumbrar solução para isto, parte para a correção na base da bala (sabe que “consultórios de psicologia” não resolvem isto; sabe que “centros  e programas governamentais para o adolescente” não resolvem isto; sabe que “aulas de capoeira”, de sexo, de drogas,  não resolvem isto; sabe que “juízes de menores e assistentes sociais passando a mão na cabeça deles e dizendo : “não faça isto , é errado, é feio”, não resolve isto; sabem que este tal de Estatuto do Adolescente não resolve isto ).

Daí surgem os grupos de extermínio, aumento de homicídios, para “corrigir” a invasão de zumbis (drogados) e adolescentes criminosos para todo  lado.   

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Uma comentadora feminista, provavelmente perturbada pelo facto da ciência psicológica mostrar que as crianças geradas segundo o modelo feminista são mais  susceptíveis de ter problemas sociais (tal como era suposto acontecer), deixou na caixa de comentários o tradicional rol de mentiras feministas que eu gostaria de comentar a seguir.

Para maior comodidade, aconselho que se leia o comentário dela por inteiro antes de avançar com as minhas respostas.


A resposta da Rosalmos23 é a típica resposta feminista a um problema sério e grave: a propositada destruição da família por parte das feminazis. Vejamos os seus "argumentos":

Um médico 'especializado' em psiquiatria do adolescente, que não tendo nada de útil, nenhuma proposta para a juventude se apoia na misoginia e no sexismo para denegrir o feminismo.

O texto diz: "Só o trabalho, a obrigação, a ocupação, é capaz de corrigir os desvios de uma mente adolescente". Se isto não é uma proposta útil, então o que é? E também não deixa de ser curioso que a Rosalmos23 coloque "especializado" entre parentes quando ele é mesmo isso que ela coloca entre parentes. Ou será que ele perde a sua autoridade profissional mal aponta o seu dedo profissional aos males sociais que o feminismo causa?

Segundo: pelo que se sabe, não é crime "denegrir o feminismo" portanto não se entende de que forma é que esta linha de pensamento invalida o que o profissional alega.

Terceiro: enumerar as consequências lógicas da agenda feminista não é "misoginia" (ódio às mulheres) e nem "sexismo" (seja lá o que isso for na cabeça da Rosalmos23). Associar o feminismo com as mulheres é análogo a confundir nazis com os alemães, ou os brancos com o KKK. Atacar o nazismo não é um ataque aos alemães, da mesma forma que atacar o KKK não é um ataque aos brancos, e atacar o feminismo não é atacar as mulheres.

Naturalmente o 'especialista' baliza seu modelo de psiquiatria do adolescente nos ultrapassados moldes hierárquico-patriarcal, onde a autoridade do homem deverá ser seguida por bem ou por mal.

Ele baseia-se na realidade empírica que uma família sem a figura paterna é mais susceptível de gerar filhos disfuncionais. Isto ou é verdade ou é mentira.




O Dr. Marcelo afirma que a figura paterna é importante para os filhos na medida em que uma má relação com ele (ou uma não-existente relação) torna a criança mais susceptível de olhar com desconfiança para outras figuras de autoridade. Como diz o Dr Marcelo, "É pelo “amor ao pai” que o adolescente aprende o “amor à autoridade”." Em lugar algum o Dr. Marcelo afirma que "a autoridade do homem deverá ser seguida por bem ou por mal".

E é claro, que justificar o seu modelo, a figura da mãe (da mulher) é apresentada como frágil e sem autoridade e o feminismo a causa de todos os males.

Não é que a mãe não tenha autoridade, mas sim que os adolescentes são mais susceptíveis de desobedecer às mães do que aos pais. A partir duma certa idade qualquer criança sabe que basta apelar às emoções e à chantagem emocional para obter da mãe aquilo que não conseque obter do pai. Isto não é "fraqueza" ou "fragilidade" da mãe, mas sim 1) a percepção que o adolescente tem da mãe e do pai, e 2) a natural empatia das mães pelos filhos que lhes tornam menos dispostas a discipliná-los.

mas Mães vem criando filhos sózinhas por esse mundo afora e tem formado cidadãos de bem.

Até 1996, 70 por cento dos presos nos centros de detenção juvenis estatais cumprindo sentenças de longo prazo haviam sido criados por mães solteiras. Setenta por cento dos nascimentos entre adolescentes, evasão escolar, suicídios, fuga de casa, delinqüência juvenil e assassinatos de crianças envolvem filhos criados por mães solteiras. Meninas criadas sem pais são mais sexualmente promíscuas e têm mais probabilidade de acabar se divorciando.
Um estudo de 1990 do Instituto de Políticas Progressistas, de linha esquerdista, mostrou que, depois de avaliar o factor das mães solteiras, desaparecia a diferença criminal entre brancos e negros.
Vários estudos apresentam números levemente diferentes, mas todos os cálculos são alarmantes. Um estudo citado na revista ultra-esquerdista Village Voice revelou que crianças criadas em lares de mães solteiras “têm probabilidade cinco vezes maior de cometer suicídio, nove vezes maior de abandonar o colégio, 10 vezes maior de usar drogas, 14 vezes maior de cometer estupro (para os meninos), 20 vezes maior de acabar na prisão e 32 vezes maior de fugir de casa”.
Com mais crianças nascendo, fugindo de casa, abandonando o colégio e cometendo assassinatos anualmente, estamos analisando um problema que não pára de aumentar. Mas, por mais que calculemos os números, a situação das mães solteiras é uma bomba nuclear na sociedade.
Muitos desses estudos, por exemplo, são da década de 1990, quando a percentagem de adolescentes criados por mães solteiras era mais baixa do que é hoje. Em 1990, 28 por cento das crianças abaixo de 18 anos estavam sendo criadas em lares onde havia só a mãe ou só o pai, quer divorciados ou nunca casados. Já em 2005, mais de um terço de todos os bebês nascidos nos EUA eram ilegítimos.
Isso representa imensos problemas sociais que ainda vão explodir com o tempo.

A tradicional resposta feminista à estes factos é pegar num exemplo da sua vida pessoal, onde uma mãe solteira conseguiu educar uma ou mais crianças de modo que estas se tenham tornado cidadãos produtivos dentro da sociedade (graças a Deus), e extrapolar isso para o resto do  mundo. O que as Rosalmos23 deste mundo não entendem é que os exemplos das suas vidas pessoais, embora válidos para elas, são irrelevantes para o grande esquema social.

Para se ver o ridículo do argumento "ah, mas eu conheço uma pessoa que..", veja-se a seguinte alegação: se eu disser que a classe média de Lisboa está a passar por dificuldades económicas devido às medidas de austeridade, será que este argumento é falsificado se alguém responder "eu conheço alguém da classe média de Lisboa que não está a passar dificuldade"?

Do mesmo modo, mesmo que a Rosalmos23 conheça 100 pessoas que tenham sido educadas por uma mãe solteira, e que posteriormente se tenham tornado indivíduos sem problemas emocionais ou problemas com a lei, isso não invalida o argumento base: crianças que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de ter problemas legais, sociais e psicológicos.

Famílias patriarcais tem criado filhos e muitos deles se desviam do caminho do bem.

Ninguém alegou que todas as famílias onde existe uma figura paterna geram filhos com uma forma de pensar normal e aconselhável (a evidência disso é o facto de muitas feministas terem sido educadas dentro duma família natural, mas pensarem as asneiras que pensam). A alegação do Dr Marcelo é que a falta duma figura paterna aumenta as probabilidades dos adolescentes de envolverem em actividades criminosas.

Nem as mães, nem as mulheres e nem o feminismo são culpados pela violência

Sem dúvida que o feminismo é responsável pelo aumento da violência visto que o feminismo promove a dissolução das famílias (remoção da figura paterna), o que aumenta a probabilidade dos adolescentes se envolverem em actividades marginais:

"A família nuclear tem que ser destruída . . . Qualquer que seja o significado final, a destruição da família é agora um processo revolucionário objectivo." Linda Gordon

"Não vamos conseguir destruir as desigualdades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." Robin Morgan

"De modo a que as crianças possam ser educadas com igualdade, temos que retirá-las das suas famílias e educá-las comunitariamente" (Dr. Mary Jo Bane, feminista e professora-assistente de educação na Wellesley College, e directora-adjunta do Center for Research on Woman da escola)

"O casamento tem existido para o benefício do homem; e tem sido também um método legalmente sancionado de controle das mulheres . . . . Temos que trabalhar para destruir-lo [o casamento]  . . . O fim da instituição do casamento é condição necessária para a emancipação das mulheres. Devido a isso, é importante encorajarmos as mulheres a abandonar os maridos e a evitar viver com homens . . . . Toda a história tem que ser re-escrita em termos de opressão das mulheres. Temos que regressar às antigas religiões femininas como a feitiçaria." ("The Declaration of Feminism," Novembro, 1971).


Mais do que qualquer outro factor individual, virtualmente todas as patologias pessoais e sociais podem ser rastreadas até a ausência dum pai ["fatherlessness"]: crime violento, consumo de substâncias, filhos fora do casamento, evasão escolar, suicídio e muito mais.

A orfandade paterna supera em muito a pobreza e a etnia como o predictor de desvio social
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A consequência de 3 décadas de divórcio incontrolável é a existência dum grande número de pessoas - muitas delas oficiais do governo - com interesse profissional e financeiro em encorajá-lo. Hoje em dia o divórcio não é um fenómeno, mas um regime - um enorme império burocrático que permeia os governos nacionais e locais, com parasitas no sector privado.

Qualquer que seja a devoção que eles possam vocalizar em torno do sofrimento dos órfãos de pai, dos pobres e das crianças violentas, o facto é que estes practicantes têm um forte interesse em criar o maior número possível destas crianças. A forma de fazer isto é retirar o pai de casa. . . Enquanto o pai estiver com a família, os profissionais do divórcio não ganham nada. Mal o pai é eliminado, o Estado ocupa o seu lugar como o protector e o provedor.

Ou seja, o movimento feminista é usado pelo aparelho de Estado para destruir a família, de modo a que a mesma entidade que financia o feminismo possa ocupar o papel paterno dentro da família, e "resolver" os problemas que ele mesmo criou. O feminismo é portanto co-responsável pelo aumento da criminalidade e delinquência.

isso é uma análise frívola das verdadeiras causas: o capitalismo selvagem,

Não sei o que é o "capitalismo selvagem", mas provavelmente deve ser a nova versão de "capitalismo", consequência directa das actividades esquerdistas levadas a cabo nos últimos 30/40 anos. Essencialmente, o que aconteceu é que os esquerdistas aperceberam-se que nunca conseguiriam destruir o capitalismo - por diversas razões, uma delas sendo o facto deste estar fortemente impregnado e estabelecido no mundo ocidental. Incapazes de destruí-lo, os esquerdistas infiltraram-se dentro do sistema e perverteram-no a partir do seu interior. Este novo "capitalismo" tornou-se, de facto, selvagem, desumano, violento e brutal. O que os esquerdistas não aceitam é que este novo capitalismo seja invenção sua.

a corrupção das classes dominantes

Rockefeller? George Soros? Ford Foundation? A família Rothschild? Bilderberg? Certamente que esta feminista nunca citará nenhuma destas organizações como "classe dominante corrupta" porque muitos deles são firmes apoiantes da agenda feminista.

Representantes da Igreja Católica afirmaram recentemente perante o governo que organizações estrangeiras com uma agenda aborcionista estão a pressionar os países sul-americanos de modo a que estes possam legalizar a práctica mortífera. Numa iniciativa inspirada na agenda de controle populacional da Fundação Rockefeller, e em outras organizações abastadas, o Senado está a considerar uma proposta de lei que visa eliminar as penais criminais impostas sobre o aborto. Uma representante da "Family and Life Ministry" da "Uruguayan Episcopal Conference", Gabriela Lopez, afirmou o seguinte perante o comité senatorial em torno da Saúde Pública:
Hoje em dia, muito poucas pessoas continuam na ignorância em torno da existência de interesses internacionais que visam impor o aborto nos países. Existem fundações internacionais por trás destas pressões - tais como a Fundação Rockefeller, a Fundação Ford, a Fundação MacArthur e muitas outras . . . que olham para o crescimento populacional como um problema de segurança.
A raiva feminista contra a "corrupção das classes dominates" é uma raiva selectiva; só é válida para os grandes grupos ou as grandes correntes sociais que não se alinham com a agenda marxista cultural.

a cultura de violencia

Como esta?

e do individualismo nas mídias, o sucesso a qualquer preço, a impunidade na justiça, o culto à 'lei de gerson' e etc, são os males que afligem esse mundo fundado nos valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder, discriminação, violencia que ainda hoje são os valores que a sociedade segue.

Resumindo, os responsáveis pela destruição da família não são as pessoas que têm dinheiro e autoridade estatal para fazer isso mesmo (feministas), mas sim o  "mundo fundado nos valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder", etc.  O problema, obviamente, é que se as famílias fossem de facto patriarcais, hierárquicas e onde houvesse autoridade paterna, este texto nem deveria existir visto não ocorreriam os problemas que originaram as palavras do Dr Marcelo.

Portanto, seguindo a Rosalmos23, os responsáveis pela remoção da figura paterna das famílias, e consequente aumento da criminalidade, são as instituições que lutam pela presença da figura paterna dentro das família. O feminismo, que abertamente milita para a destruição da família ("A família nuclear tem que ser destruída" Linda Gordon - Feminista) não pode ser de maneira nenhuma responsabilizado por aquilo que fez e diz que quer fazer.

Isto é clássico pensamento feminista: não assumir a responsabilidade pelas suas acções.

O feminismo questiona isso e luta pelos direitos das mulheres e por uma sociedade mais justa para todos.

Este argumento é também um argumento clássico entre as feministas. Logicamente falando, ninguém são e honesto quer lutar contra a "justiça" (dentro daquilo que as pessoas normais qualificam de "justiça"). Todos nós queremos que as pessoas sejam tratadas de forma justa e honesta. Conhecedoras desta forma de pensar presente na maioria das pessoas, as feministas usam este argumento ad nauseum sempre que alguém mais informado começa a listar os vários incidentes históricos onde as feministas agiram de forma que contradiz a sua alegada busca pela igualdade.

Essencialmente, o que elas querem é definir à priori que "feminismo" = "igualdade" ou "feminismo" = "justiça, e desde logo, invalidar as feministas que abertamente lutam pela supremacia feminina. Isto, obviamente, é análogo ao argumento do genuíno escocês, aludido por Antony Flew:
Imaginem Hamish McDonald, um escocês, sentado a ler o seu Glasgow Morning Herald onde ele vê um artigo que diz "Maníaco Sexual de Brighton Volta a Atacar." Hamish fica chocado e declara que "Nenhum escocês faria uma coisa destas." No dia seguinte ele encontra-se mais uma vez a ler o Glasgow Morning Herald e desta vez depara-se com um artigo em torno dum homem de Aberdeen [Escócia] cujas acções brutais fazem com que os actos do maníaco sexual Brighton pareçam cavalheirescas. Isto demonstra que Hamish estava errado na sua opinião, mas será que ele o admitirá? Nem por isso. Desta vez ele diz "Nenhum genuíno escocês faria tal coisa." [Fonte]
O problema para a Rosalmos23 é que o mundo já tem informação suficiente para saber que o feminismo não luta pela "igualdade" ou pela "justiça" mas - entre outras coisas - para separar a mulher das consequências dos seus actos. As feministas não querem igualdade; as feministas querem tratamento preferencial sempre que possível (por virtude de serem mulheres), e igualdade quando lhes interessa. 

Nenhuma feminista luta pela igualdade no dinheiro investido nas doenças que afectam cada um dos sexos porque isso não lhe interessa. (Nota: a Medicina investa muito mais dinheiro na pesquisa das doenças que afectam exclusivamente as mulheres do que naquelas que afectam exclusivamente os homens. Isto, note-se, numa sociedade "feita para os homens").

Semelhantemente, nenhuma feminista luta para que sejam criadas quotas universitárias de modo a que o número de homens e mulheres seja proporcional à sua presença na sociedade uma vez que elas estão perfeitamente satisfeitas com o facto das universidades terem mais mulheres que homens (e todos sabemos o porquê disso ocorrer).

Por fim, e em mais um exemplo claro de que as feministas não querem igualdade mas sim supremacia e tratamento preferencial, nós temos informação de que existem grupos feministas que lutam para um tratamento prisional distinto para as mulheres.

Culpar o feminismo ( e em última análise, as mães, as mulheres)

Feminismo = movimento politico criado como arma de dessestabilização social.

Mulher = condição biológica inata moralmente neutra.

Mãe = aquela que tem filhos

Das três, em lado algum vimos o Dr Marcelo a culpar as últimas duas; todos os seus argumentos dirigiram-se exclusivamente ao movimento politico com o nome de feminismo.

Culpar o feminismo ( e em última análise, as mães, as mulheres) pela sociedade violenta, individualista em que vivemos só demonstra que o machismo está vivo e tem seus defensores entre aqueles que deveriam trabalhar pela saúde mental dos jovens

Ou seja, segundo esta feminista, quando o Dr Marcelo revela que a falta duma figura paterna - algo que o feminismo quer - aumenta a probabilidade dos adolescentes se envolverem em problemas com a lei, isso não é "trabalhar pela saúde mental dos jovens". Para a Rosalmos23, é perfeitametne aceitável identificar as causas das criminalidade juvenil, desde que essas causas não estejam minimamente relacionadas com o feminismo.

Aparentemente, só é "trabalhar pela saúde mental dos jovens" quando as causas da delinquência juvenil podem ser - de alguma forma ou outra - associadas aos "valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder, discriminação, violencia que ainda hoje são os valores que a sociedade segue."

mas só conseguem enxergar as mulheres e mulheres feministas como culpadas por esse estado de coisas e não conseguem analisar a situação da sociedade de maneira isenta

Mas foi exactamente isso que o Dr Marcelo fez: ele identificou o problema (criminalidade) e listou uma causa provável (ausência da figura paterna). Depois disso, ele fez ligação entre a ausência do pai e as ideologias que abertamente militam para a remoção do pai da família. A análise do Dr Marcelo não só está correcta, como está de acordo com o que outros pesquisadores de outros países já apuraram: crianças que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de se envolverem em problemas com a lei.

Outra coisa a levar em conta é o entendimento do termo "isenta"; dentro do feminismo, por "isenta" entenda-se "de forma que não culpe as feministas". Segundo se sabe, quem culpa as feministas de algo (mesmo que se cite uma feminisita para demonstrar a veracidade dessa alegação) não está a ser "isento".

apenas procura um culpado e esse 'culpado' é claro, para os machistas, são as mães e as feministas.

Não são só os machistas que identificam o feminismo (e não as mães) como uma das causas do aumento da criminalidade; são vários estudos sociais levados a cabo por todo o mundo.

O feminismo nunca matou ninguem, o machismo mata todo dia.

Será?


Conclusão:

A resposta histérica da Rosalmos23 é a resposta clássica das feministas. Ela não oferece qualquer tipo de refutação aos argumentos do Dr Marcelo mas em lugar disso usa a tradicional histeria do "machismo" e do "patriarcado" para silenciar as vozes que criticam o feminismo.

O Dr Marcelo tem toda a razão no que diz: verdadeiramente, a ausência duma figura paterna pode ser o factor com mais peso no desenvolvimento emocional das crianças. Jovens rapazes que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de se envolver em actividades criminosas.

Sabendo-se disto, e como o feminismo tem sido bem sucedido na destruição da familia natural, é perfeitamente lógico associar o feminismo com o aumento dos homicídios.

As feministas podem não gostar das conclusões, mas elas não tem como disputar os factos.



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