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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

O porquê dos governos darem o seu apoio ao feminismo (4ª Parte)

Por Angry Harry  - 4ª e Última Parte do artigo iniciado aqui.

Mas quem é que pode ficar surpreso com isto, dado que milhões de funcionários governamentais com enormes recursos, e milhões de recipientes de benefícios [estatais] tendem a promover os seus interesses em não os interesses das "empresas" ou das "pessoas"?

Há cem anos atrás as coisas eram bem diferentes; a quantidade de impostos era minúscula, as regras e as regulamentações eram poucas, e o número de funcionários governamentais e de recipientes governamentais era pequeno.

Devido a isso, por exemplo, quando o governo distribuía dinheiro aos seus funcionários como forma de avançar com um plano específico, os esforços destes funcionários, a sua habilidade de influenciar as pessoas, e o número de votos com os quais os funcionários do governo - eles mesmos - poderiam contribuir para as eleições eram relativamente pequenos quando comparados com o que "as pessoas" poderiam fazer em tais áreas.

Mas hoje em dia, estes funcionários governamentais têm cerca de 20% dos votos, e têm também recursos que são absolutamente inexpugnáveis. De facto, e como forma de salientar este ponto, imaginem que vocês têm, à vossa disposição, mil milhões de dólares anuais para distribuir a quem quer que vocês queiram.

E, mais ainda, imaginem que, todos os anos, vocês distribuem este milhar de milhões junto de pessoas cujo trabalho serve de apoio a um grupo activista. Vocês podem imaginar o quão grande seria o impacto que este grupo activista causaria por todo o país. Tudo isto com mil milhões de dólares.

Mas, actualmente, e como forma de obterem algum tipo de vantagem com isso, os Joe Bidens do mundo distribuem anualmente milhares de milhões de dólares junto de funcionários governamentais como forma de beneficiar recipientes que são mais susceptíveis de apoiar "o governo". E a consequência disto tem sido o facto dos governos ocidentais terem sido bem sucedidos em enganar o público e levá-lo a acreditar em - e a "votar" em - ideias e noções que são, de facto, para o benefício exclusivo do governo, e não para o benefício das pessoas (sendo a destruição dos relacionamentos apenas um exemplo disto).

De facto, quando falamos de assuntos relacionados com os homens, já vimos os governos de Ocidente de todas as persuasões a mentir, a falsificar, a enganar, a ignorar, a bloquear, e a cometer fraudes em tantas áreas - sempre em direcção ao aumento de problemas para os homens, para as mulheres, e para as crianças quando o assunto são os relacionamentos - que é simplesmente impossível evitar a conclusão de que a destruição dos relacionamentos entre as pessoas é um dos grandes objectivos dos governos ocidentais.

E o motivo por trás disto é bem óbvio.

Tal como falei previamente em relação à nossa idílica sociedade fictícia, destruir os relacionamentos entre as pessoas gera uma mina de ouro absoluta para os governos; é como ganhar na lotaria para sempre. E, obviamente, há muitas outras formas através das quais os governos podem promover a destruição dos relacionamentos - formas que vão para além daquelas que envolvem relacionamentos próximos.

Por exemplo, o encorajamento da imigração em excesso causa a que os relacionamentos dentro das comunidades se tornem mais ténues e incertos. E, claro, o governo irá beneficiar com isto como consequência da crescente desarmonia e da crescente incerteza que isto gerará. Para além disso, o governo lucrará com isto quer se dê o caso dos imigrantes serem produtivos ou não serem produtivos:

- Se eles forem produtivos, o governo pode obter mais dinheiro través dos impostos.
- Se eles não forem produtivos mas improdutivos e disruptivos, então o governo pode desta forma justificar a cobrança de mais impostos e justificar o aumento de poder como forma de lidar com os consequentes problemas.

Portanto, a imigração em excesso também é uma forma do governo obter vantagens em qualquer dos cenários. O propósito central por trás disto tudo claramente é o de destruir (o quanto for possível) qualquer sentido forte de coesão e/ou segurança que as pessoas possam obter umas com as outras.

De facto, as formas através das quais esta lotaria perpétua pode ser ganha estão a ficar cada vez mais reconhecidas e apreciadas pelos governos de todo mundo - e é por causa disso que o feminismo e as políticas feministas estão a ser adoptadas de forma tão ávida por eles - e de forma bem rápida. Vez após vez podemos ouvir falar dum político nos EUA a promover alguma noção inspirada pelo feminismo numa Segunda-Feira, e na Quarta-Feira a mesma noção a ser proposta por outro político na Europa ou na Ásia.

Isto acontece desta forma porque os políticos maduros e os activistas sabem de onde lhes vem o poder, e milhões deles hoje sabem que qualquer noção - qualquer regra, regulamento, política ou lei - que encoraja a que os relacionamentos sejam destruídos traz-lhes sempre mais benefícios, ao mesmo tempo que qualquer coisa que encoraje as pessoas a ficarem próximas umas das outras [tais como o casamento] é mais susceptível de empurrar o governo - e com isso os empregos governamentais - para longe.

Um bom exemplo disso é o meu artigo com o título de "Feminists Destroy the Planet" onde é salientado que o [então] Primeiro-Ministro Britânico Gordon Brown deu entrada a uma vasta gama de políticas que tinham em vista a redução de emissões de carbono como forma de combater o aquecimento global - alegadamente "o assunto mais importante dos nossos dias" - mas nem por uma vez ele lidou com o facto da tendência crescente das pessoas viverem sozinhas ter um impacto negativo maior junto do ambiente - e de muitas formas, não só devido às resultantes e maiores emissões de carbono.

E o motivo pelo qual Gordon Brown nunca fará algo - quer seja retoricamente ou através das suas políticas - que encoraje as pessoas a viveram juntas é porque ele sabe muito bem que quanto mais as pessoas viverem em segurança umas com as outras, menos irão precisar do governo. E, claramente, esta necessidade do governo é muito mais importante para ele do que o que ele, pessoalmente, disse ser  "o assunto mais importante do nosso tempo".

De maneira nenhuma isto poderia ser mais óbvio. Para Gordon Brown, manter a crescente tendência das pessoas viveram longe umas das outras é mais importante que reduzir as emissões de carbono, apesar de toda a retórica em torno desta última ser uma questão com importância planetar. E certamente que isto nos dá uma ideia do quão importante é para os governos ocidentais a destruição dos relacionamentos inter-pessoais.

De facto, os políticos do ocidente, bem como milhões de funcionários governamentais, ficariam horrorizados se de repente as pessoas se começassem a dar bem umas com as outras. E é por isso que os governos ocidentais gostam tanto do feminismo visto que esta ideologia é o martelo perfeito com o qual esmagar os relacionamentos.

Resumindo:

1. A destruição dos relacionamentos é uma mina de ouro para o governo e para os funcionários governamentais. O feminismo é, portanto, uma ideologia que serve de forma perfeita os interesses dos governos ocidentais, bem como os interesses seus funcionários.

2. Actualmente, os governos encontram-se imensamente enormes, com os políticos a serem capazes de dar milhares de milhões de dólares (anualmente) a funcionários do governo, estando estes muito dispostos a promover os seus próprios serviços - que eles farão com sucesso - particularmente se adoptarem o propósito principal feminista de destruir os relacionamentos inter-pessoais.

3. É inconcebível pensar que estes funcionários do governo não irão usar a sua enorme influência para se servirem a eles mesmos.

4. É absolutamente inegável que os governos ocidentais têm, através dos anos, investido uma parte considerável da sua energia, e gasto milhares de milhões de dólares dos nossos recursos, a criar e a promover leis, políticas, e propaganda que foi especificamente feita não só para dificultar a criação de relacionamentos pessoais próximos, como também para dificultar a sua manutenção.

De facto, a [então] líder do Partido Trabalhista Harriet Harman declarou publicamente que o casamento é "irrelevante" para a política pública, e chegou a qualificar a elevada taxa de relacionamentos destruídos como uma "desenvolvimento positivo". (Tal como todas as feministas, ela acredita que os relacionamentos estáveis entre os dois sexos oprimem as mulheres).

A única conclusão realista a que se pode chegar disto tudo é que, no que toca aos relacionamentos inter-pessoais, os governos ocidentais, bem como os funcionários do governo, buscam de forma intencional destruir tais uniões o quanto for possível.

NOTAS FINAIS:

1. As pessoas sentem dificuldade em acreditar que os funcionários do governo tendem a ser maliciosos para com o seu próprio povo ao darem o seu apoio a políticas e a  noções que irão prejudicar esse mesmo povo. Há duas coisas que podem ser ditas em relação a isto:

Primeiro: Não tenho dúvida nenhuma na minha mente que muitas pessoas que se encontram no ponto mais alto do governo e no ponto mais elevado dos departamentos governamentais são maliciosas - frias, insensíveis e maliciosas. E estas pessoas normalmente sabem que estão a prejudicar o seu próprio povo, mas para elas isto é insignificante. Dito de outra forma, elas não se importam com isto visto que a sua única preocupação é, de alguma forma, servirem-se a elas mesmas.

Um bom exemplo disto é a forma como muitos políticos e os funcionários do governo - que deveriam saber destas coisas - há muito tempo que têm evitado discutir a questão das crianças que crescem sem um pai, apesar disto estar claramente a ter um efeito sério junto de muitas pessoas, bem como junto da sociedade como um todo.

Obviamente que discutir isto não interessa a estas pessoas, e porque é que interessaria? Afinal, isto [ausência duma figura paterna na vida da criança em idade de crescimento] dá-lhes emprego, dinheiro, reformas, etc, etc.

Outro exemplo é a forma como, através dos anos, os educacionalistas escolheram ensinar as crianças a ler usando um dos métodos menos eficazes de sempre - um método que se veio a saber colocar em desvantagem os nossos rapazes e a nossas raparigas no que toca a leitura, mas que se sabe colocar mais em desvantagem os rapazes.

Para mim é inconcebível que os educacionalistas dos escalões mais elevados não estivessem cientes da degradação das habilidades de leitura que estavam a ocorrer com o passar dos anos, como consequência do uso de métodos de aprendizagem ineficazes (isto é, a degradação contínua estava a ser escondida), e também é inconcebível para mim que eles não soubessem que os seus métodos de aprendizagem eram ineficazes (particularmente para os rapazes).

Na minha opinião, no que toca à leitura, o método de aprendizagem - bem como uma vasta gama de iniciativas educacionais que foram colocadas em práctica com o passar dos anos, para perda grande dos rapazes - foi, na verdade, criado com o propósito de fragilizar o progresso educacional dos rapazes em relação ao progresso educacional das raparigas.

E se isto é difícil de acreditar, levem em conta que estes mesmos educacionalistas, que durante décadas se encontravam imensamente preocupados com a ausência de exemplos femininos nos locais de trabalho, estão, agora, a dizer que os exemplos masculinos dentro dos centros de ensino (isto é, a presença de mais homens como professores) não é importante.

Para além disso, recentemente, aqui no Reino Unido, tivemos políticos e professores esquerdistas a dizer que nada deveria ser feito para ajudar os rapazes a chegar ao nível das raparigas. Até a assim chamada "Equal Opportunities Commission" está a dizer isso mesmo (por exemplo, vejam o que se encontra no Times, Stop Helping Boys, says Equality Watchdog.

E a pergunta que eu faço com frequência é quantas mais evidências vão ser necessárias até que as pessoas se apercebam que os governos - especialmente os governos esquerdistas - estão a fazer de tudo para destruir as nossas sociedades - tendo como alvo principal os homens dessas sociedades - e que esses governos estão a fazer isso para benefício próprio.

Eu poderia, obviamente, disponibilizar muitos mais exemplos que - para mim - são evidências irrefutáveis de que muitas das pessoas que trabalham para o governo são maliciosas e egoístas, mas vou parar por aqui, e salientar apenas que, quando se avaliam as suas genuínas atitudes em relação ao "povo", a falta de preocupação que os governos ocidentais têm em relação à ausência duma figura paterna na vida da criança em crescimento, bem como a falta de preocupação desses mesmos governos em relação à educação pobre que os rapazes estão a receber, não pode ser descrita de outra forma a não ser de "maliciosa".

Para além disso, as consequências de não fazermos nada para resolver estes dois problemas em especial custa-nos centenas de milhares de milhões de dólares todos os anos no Ocidente, e significa a infelicidade para milhões de famílias. No entanto, os governos lucram imenso com isso, e as pessoas que se encontram no topo sabem disso muito bem. (Para mais evidências de que os funcionários governamentais são frequentemente enganadores e maliciosos, leiam o meu artigo com o título de Do Not Respect Them.)

Segundo: Certamente que é verdade que a vasta maioria dos "funcionários do governo" não têm ideia nenhuma dos danos que eles podem causar às pessoas ao darem o seu apoio e ao promoverem o "governo" - especialmente os governos corruptos, que é o que a larga maioria deles são hoje em dia. O que estes funcionários sabem tende a ser bem pouco e restrito, e eles tendem a só saber o que eles precisam de saber como forma de executarem as suas funções específicas.

No entanto, existem centenas de milhares de funcionários nos pontos mais elevados que farão um pouco de tudo para obterem algum tipo de vantagem para si. Por exemplo, os oficiais policiais de escalão mais elevado irão desejar impressionar os seus suseranos políticos obtendo o maior número possível de condenações por violação. Eles irão tentar obter a maior pontuação possível proclamando que "muito mais tem que ser feito" para se apanharem mais violadores. E eles irão exigir cada vez mais recursos.

Estes oficias policiais não irão admitir publicamente que, de facto, a vasta maioria de acusações de violação que lhes são apresentadas são falsas visto que tal admissão iria fragilizar a sua posição. 

Devido a isto, por todo o mundo ocidental, com a presença de milhares de oficias policiais de escalão mais elevado a tentar impressionar os seus chefes, e com muitos outros milhares a querer mais recursos para os seus departamentos, o efeito deles fazerem força aqui e ali (isto é, a exagerarem, a mentirem em relação aos factos, etc, etc) em direcção ao objectivo de quererem um pouco mais para si mesmos, tudo isto gera uma força enorme.

Esta força gigantesca pode ser tão prejudicial para a sociedade como um todo, ou para um grupo particular dentro dele, que a sua natureza pode ser maliciosa, embora os indivíduos que a estejam a criar (neste caso, os oficiais policiais) não tenham como propósito específico serem maliciosos. Eles podem apenas e só servirem-se a eles mesmos ao distorcerem, por exemplo, alguns assuntos e alguns tópicos.

Mas é exactamente isso que acontece em todos os departamentos governamentais. As pessoas que os gerem querem mais dinheiro, mais poder, mais influência, mais segurança, mais status, mais respeito e melhores perspectivas. E, consequentemente, eles tendem a fazer de tudo para atingirem estes objectivos.

E, claramente, as forças maliciosas que podem surgir do governo podem ser incrivelmente enormes no seu impacto, embora a maior parte das pessoas que criaram estas forças não tenham tido o propósito de serem maliciosas. Digamos que elas apenas estavam a tentar avançar com as suas ambições pessoais - que é algo que todos nós fazemos.

Em resumo: sempre haverá aqueles que se encontram no topo que estarão bem cientes dos danos que estão a causar às pessoas ao fomentarem de modo consciente, por exemplo, a remoção da figura paterna (isto é, eles são maliciosos), mas também haverá centenas de milhares de pessoas mais abaixo na cadeia hierárquica que irão fazer mudanças aqui e ali na mesma direcção (encorajar a remoção da figura paterna) como forma de manter os seus impérios - impérios esses que as pessoas um pouco mais acima deles estão a promover e a financiar. A consequência disto é, de facto, uma força enorme que é genuinamente maliciosa.

2.  Na minha opinião, se formos olhar para o poder actual mantido pelo governo, pelo "grande negócio", e pelo "povo", veremos que "o povo" de facto tem um poder muito pequeno - e os homens practicamente não têm poder algum. E o gráfico que se segue provavelmente representa melhor a forma como as forças destes três grupos se encontram.


Hoje em dia, o governo tem a voz mais poderosa, e as pessoas são a parte mais fraca da sociedade. (Por motivos de brevidade, não coloquei aqui os média mainstream, mas de forma geral, o que sai deles é fortemente influenciado e restrito pelo governo e pelo grande negócio.)

Dado que, de forma geral, o governo serve-se a ele mesmo, e dado que o governo tem recursos virtualmente inatacáveis com os quais fazer isso, dado também que o governo pode lucrar imenso (e manter o lucro) ao continuar a destruir os relacionamentos, e dado que hoje em dia temos evidências irrefutáveis que demonstram claramente que os governos ocidentais estão, de facto, a fazer os possíveis em várias frentes para destruir os relacionamentos inter-pessoais (um desenvolvimento "positivo", segundo a esquerdista Harriet Harman), sou de opinião que as pessoas têm que fazer os possíveis para fragilizar o poder do governo.

E a forma mais simples de fazer isto é só apoiar os políticos que, sem reservas, prometem reduzir reduzir os impostos, e não apoiar os políticos que são mais susceptíveis de os aumentar. Tipicamente, isto significa apoiar a direita e não a esquerda, mas, infelizmente, as coisas já não são assim tão simples visto que os tempos mudaram. E hoje em dia há poucos políticos que têm um genuíno interesse pelo "povo".

Aqueles que se encontram à esquerda são, na minha opinião, totalmente corruptos - sempre em busca de tomar mais poder para si próprios, bem como para os seus camaradas, através duma maior expansão e empoderamento do governo, independentemente do custo que isso possa ter sobre as pessoas - e aqueles que se encontram à direita frequentemente vergam-se perante os desejos das grandes empresas e dos poderosos homens de negócios. Consequentemente, já não existe uma voz forte dentro dos círculos governamentais que representa as pessoas comuns.

E a coisa mais preocupante de todas em relação a isto é que qualquer político - da esquerda ou da direita - que se atreva a defender o "povo" de alguma forma eficaz, será  rapidamente empurrado para o relativo esquecimento pelos outros políticos que irão receber apoio enorme por parte de correctores poderosos cujo interesse único é promover os interesses das grandes empresas ou do governo inchado.

E, de forma geral, sou de opinião que já não há qualquer representação das "pessoas comuns" dentro do governo (e certamente que não há quem represente os "homens" dentro do mesmo), e mais ainda, qualquer entidade ou pessoa que represente o "povo" fora do governo, é, na maior parte das vezes, inundada pela propaganda egoísta (principalmente aquela levada a cabo pelos funcionários do governo) que é feita em favor do "governo inchado".

E, infelizmente para nós, esta inundação de propaganda egoísta chega-nos de pessoas que lucram ricamente com a fragilização e a destruição dos relacionamentos inter-pessoais - e, de facto, lucram com a instalação duma guerra entre as pessoas. A sua estratégia é, claramente, a de "dividir e reinar"......

. . . . . . . . . que é um dos truques mais antigos e eficazes que se encontram nos livros para aqueles que tencionam ganhar poder à custa dos outros.


Parte 1 - http://bit.ly/1SCSnsT

Parte 2 - http://bit.ly/1XCBm3l

Parte 3 - http://bit.ly/1NdrRoB

 .



quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O porquê dos governos darem o seu apoio ao feminismo (3ª Parte)

Por Angry Harry.

3ª Parte dum artigo iniciado aqui.

Para além disso, se olharmos para a imagem geral que tem emergido durante últimas décadas, duas coisas tornam-se claras:

* Primeiro: as motivações dos funcionários governamentais nesta área pouco têm a ver com o aumento do bem estar das pessoas. Pelo contrário, as suas motivações têm sido frequentemente maliciosas, e elas têm muito a ver com o facto deles buscarem, de alguma forma, servirem-se a eles mesmos causando "desarmonia", com a frase "divide e impera" a encapsular muito do que tem acontecido. 

(De facto, tudo o que temos que fazer é olhar para as últimas 4 décadas e olhar para a forma como os governos ocidentais têm estado na linha da frente no encorajamento das famílias sem pai - e, desde logo, na linha da frente do encorajamento dos consequentes problemas sociais mencionados em cima - para vermos o quão maliciosos eles têm sido.)

* Segundo: os governos ocidentais hoje em dia são tão gigantescos (empregando directamente ou indirectamente cerca de 20% da população total) que os funcionários governamentais representam hoje em dia a maior força política em favor do "governo inchado", que, essencialmente, significa governo esquerdista. Consequentemente, nós já não vivemos em "democracias".

Por exemplo: quando os políticos esquerdistas Americanos tais como Joe Biden entregam milhares de milhões de dólares para grupos como a VAWA, ele não está só a entregar enormes quantidades de dinheiro público a serviços que [alegadamente] prestam ajuda às vítimas de violência doméstica; ele está, de facto, a dar este dinheiro a grupos enormes de funcionários do governo espalhados por toda a América cujos empregos e pensões dependem do seu dinheiro, e que irão, sem surpresa algum, dar o seu apoio político Joe Biden.

E, obviamente, há milhões de outros funcionários do governo (professores, assistentes sociais, académicos, etc) que irão também dar o seu apoio ao governo esquerda exactamente pelos mesmos motivos egoístas.

(Como exemplo disto, muitos académicos que dependem do financiamento governamental irão propagandear evidencias em favor do ponto de vista do governo, ou então o seu financiamento será cortado.)

E, igualmente importante, estes milhões de funcionários irão disponibilizar e promover propaganda política que está criada para lhes servir, e actualmente esses funcionários estão tão impregnados em quase todas as áreas da vida que a sua propaganda propaga-se para a mente da população a partir de quase todas as fontes de informação - até mesma das escolas. 

(Mais ainda, obviamente, muitos milhares de milhões destes dólares vai directamente para algum tipo de assistência social, garantindo assim que milhões de pessoas que beneficiam com isto votem em governos esquerdistas.)

A consequência disto é que hoje em dia a população está fortemente infectada com a visão de que as políticas que promovem governos maiores e mais poderosos são as melhores políticas para as pessoas; devido a isto, e sem surpresa, as pessoas tendem a votar nelas. Mas as pessoas estão a ser enganadas porque não lhes estão a dizer a verdade.

Eles estão a ser inundadas com propaganda proveniente de muitas entidades que só olham para o bem próprio, e as evidências de que estas entidades lhes estão a enganar em numerosas frentes são imensas e irrefutáveis.

Mas quem é que pode fazer frente a esta besta enorme que é o governo - este organismo egoísta? Afinal de contas, o governo tem centenas de milhares de milhões de dólares à sua disposição - todos os anos -, vastos impérios burocráticos que todos os anos invadem todas as áreas da nossa vida, e milhões de pessoas organizadas a trabalhar em prol disto. Para além disso, é governo quem faz as leis.

Portanto, quem é que pode competir com ele? E quem é que pode competir com os enormes recursos que o governo tem para "discutir os tópicos" aos mesmo tempo que avança com um ponto de vista particular? Não há outra organismo que se chega perto para competir com esta besta governamental. 

[ed: A Igreja Católica tem um alcance mundial poderoso, atingindo a alma de milhões de fiéis prontos a dar a vida por ela, e é por isso que os globalistas estão tão interessados e desacreditá-la com "escândalos" e factóides pseudo-históricos sobre a Idade Média e a Inquisição].

Há 100 anos atrás os governos eram de factos mais limitados quando comparados com os de hoje. E, falando de forma geral, a direita representava os ricos e os poderosos  industrialistas e homens de negócio sempre em crescimento, enquanto que a esquerda representava as pessoas comuns e os empobrecidos.

Aquelas pessoas que se encontravam à direita consideravam que as pessoas seriam melhor servidas permitindo que tivessem a liberdade para gerar empregos, riqueza e poder, enquanto que aqueles que se encontram à esquerda defendiam que o governo deveria intervir de forma mais directa, e mais frequentemente, como forma de ajudar os mais necessitados.

Traduzido para os mundo de hoje, isto pode ser descrito de forma bem lata como as grandes e poderosas empresas a serem representadas por aqueles que se encontram à direita, e as pessoas comuns representadas por aqueles que estão à esquerda.


Mas os tempos mudaram dramaticamente desde esses dias idos, e hoje em dia há um novo jogador no campo: o governo em si.


E este novo interveniente é muito mais poderoso que o "grande negócio" e que as "pessoas comuns" - e de longe.

De facto, não só este novo jogador tem o poder muscular, o poder organizacional, o poder financeiro, e o poder legar de ter o que quer, como tem o poder da propaganda para convencer as pessoas em favor do seu ponto de vista. E é totalmente claro que este novo interveniente está a usar este poder enorme para se servir a ele mesmo.

Para se ver isso, basta ver como os governos do ocidente cresceram nos últimos 100 anos - ou mesmo nos últimos 10 anos. Observem o crescente aumento dos impostos. Observem o crescente número de pessoas empregues pelo governo. Observem as milhares e milhares de leis, regulações, restrições e directrizes que são anualmente impostas pelos governos ocidentais ao seu próprio povo.

Estes governos crescem e crescem - e não só em termos de dimensão, mas também em termos de poder e de riqueza. E eles estão-se a infiltrar em todos os aspectos da vida das pessoas: controlando, monitorizando, regulamentando, dirigindo, estipulando, coagindo - sempre a um ritmo crescente.

Mas quem é que os pode parar? Por exemplo, quem é que pode competir com os milhares de milhões de dólares que os Joe Bindens esquerdistas do mundo entregam a causas esquerdistas, empregos esquerdistas, benefícios esquerdistas, e, desde lodo, em favor da propaganda esquerdista e os votos esquerdistas em prol dum governo ainda maior?

Quem é que tem o dinheiro para competir com isto? Ninguém, e nenhuma organização tem a esperança de competir com isto. De facto, e como exemplo, apesar dos Americanos serem conhecidos no mundo pela sua crença maníaca num governo limitado e na liberdade individual, isto não tem impedido o governo federal de ter crescido e crescido, e de ter, de facto, marchado sobre eles.

E o motivo por trás disto é que os governos do ocidente ficaram demasiado poderosos.

Mas quem é que pode ficar surpreendido com este facto, dado que milhões de funcionários do governo, tendo enormes recursos e milhares de recipientes, tende a promover os seus próprios interesses e não os interesses do "grande negócio" e nem "das pessoas comuns"?

[Continua na 4ª Parte]



domingo, 29 de novembro de 2015

O porquê dos governos darem o seu apoio ao feminismo (2ª Parte)

Por Angry Harry 

(2ª Parte do artigo iniciado aqui)

Muitos outros benefícios são acumulados pelo governo quando relacionamentos próximos entre os homens e as mulheres são destruídos. Por exemplo, as consequências sociais negativas de não ter pais [figuras paterna] fortes perto dos seus filhos são imensas. Estas consequências tendem a impactar mais os rapazes, mas as repercussões fazem-se sentir em toda a sociedade - e durante décadas.

Por exemplo, os jovens - tanto raparigas como os rapazes - sem um pai em casa, são mais susceptíveis de: viver na pobreza, de ter comportamento arruaceiro na escola, de ter mais dificuldade nos relacionamentos com os outros, de sofrer mais de abuso emocional, físico ou sexual, de fugir de casa, de contrair doenças sexuais, de se tornarem pais/mães enquanto ainda são adolescentes, de violar as leis, de fumar beber álcool e ingerir drogas, de faltar as aulas, de ser excluído da escola , de ter comportamento violento, de abandonar os estudos numa idade jovem, de ter dificuldade na transição para a idade adulta, de obter poucas qualificações, de ter taxas mais elevadas de desemprego, de ter rendimento baixo, de viver de ajudas estatais, de não ter onde viver, de ir parar à prisão, de sofrer mais de problemas emocionais e psicológicos de crónicos, de só ter relacionamentos casuais, de ter filhos fora do casamento e, de facto, de ter filhos fora de qualquer relacionamento.

Uma longa lista de problemas sociais - isto é, um número enorme de "desarmonia" - é gerada devido ao facto das crianças não terem por perto os seus pais. Mas, claramente o governo beneficia de forma fantástica com isto visto que eles podem usar estes problemas enormes para justificar ainda mais aumentos tanto na tributação como no poder. Afinal de contas, as pessoas querem ser protegidas de todas as consequências sociais negativas de não ter  - e, obviamente, as próprias vítimas irão precisar de sua ajuda extra.

Deste forma, os governos podem justificar (e, desde logo, usurpar e extrair) muito mais dinheiro das pessoas como forma de adquirir mais oficiais da polícia, mais oficiais prisionais, mais oficiais de liberdade condicional, mais assistentes sociais, mais advogados, mais juízes e outros funcionários legais, mais psicólogos, mais psiquiatras, mais médicos, mais enfermeiras, mas trabalhadores sociais, educadores correctivos, e, de facto, até mais pessoas para limpar as ruas! - e, obviamente, muito mais burocratas para monitorizar e exercer controle sobre todas estas áreas.

O aumento de impostos e de poder que os governos adquirem para si mesmos como resultado destas consequências sociais negativas é realmente enorme. E, se puderem acreditar, eu nem comecei a falar de todos aqueles advogados, juízes e burocratas que fazem parte do próprio sistema de divórcio; eles, juntamente com todos aqueles profissionais que têm que se envolver nos assuntos relativos à pensão alimentícia, custódia das crianças, e pagamentos de financeiros para a sustentação de crianças.

De facto, mesmo que coloquemos de lado todos os numerosos problemas sociais e pessoais mencionados nos parágrafos anteriores, a indústria do divórcio é em si, e nos dias de hoje, uma indústria que envolve milhares de milhões de dólares.

Mais ainda, obviamente, no que toca à vida na fase etária mais adiantada, destruir os relacionamentos entre o homem e a mulher garante que os mais velhos e os doentes sejam cada vez menos susceptíveis de receber algum tipo de ajuda por parte daqueles que estão mais perto, porque, dito de forma simples, menos pessoas acabam por ser próximas a elas.

E isto frequentemente significa que estas pessoas vulneráveis ou são abandonadas para olharem por si mesmas, ou são colocadas em casas de apoio e hospitais - geridas pelo governo - onde os funcionários lhes tratam, na melhor das hipóteses, com um desinteresse clínico. (De facto, uma recente reportagem proveniente do Reino Unido revelou que os problemas mais comuns junto dos mais velhos resultam da solidão e do facto de viverem sozinhos.)

Portanto, podemos resumir as coisas da seguinte forma: destruir os relacionamentos entre os homens e as mulheres gera uma mina de ouro para o governo. Dese a infância até à idade mais avançada, a destruição dos relacionamentos causa numerosos problemas a toda a sociedade, mas eles aumentam os benefícios para o governo.

Isto não significa que tudo o que o governo faz é mau - particularmente ao micro-nível. Por exemplo, claramente ocorrem casos onde alguns homens e algumas mulheres têm que ser mantidos longe um do outro. Nós precisamos dos nossos governos para ajudar as mulheres e as crianças que estão desprotegidas. Precisamos de casas de abrigo e de hospitais para os mais idosos e para os doentes. Precisamos de oficias da polícia e de oficiais das prisões. E assim por adiante.

Mas isto não altera o facto de que quanto mais fragilizada a relação entre o homem e a mulher estiver, mais o governo beneficia. E beneficia de forma gigantesca, tal como visto em cima. E é preciso ser crédulo até níveis ridículos para acreditar que os milhões de funcionários que se encontram empregados pelo governo estão a trabalhar para destruir as "indústrias sociais/pessoais/legais/financeiras" das quais eles mesmos têm tanto a ganhar.

Mais ainda, temos visto governos ocidentais - especialmente governos esquerdistas - a usar o seu poder enorme durante os anos para encorajar a destruição dos relacionamentos entre homens e mulheres. De facto, estes governos não deixaram pedra sobre pedra no seu propósito de destruição dos relacionamentos inter-pessoais.

Eles gastaram milhares de milhões de dólares enchendo a população com falsas estatísticas relativas a vários tipos de "abuso dentro dos relacionamentos", pervertendo propositadamente a linguagem legal de modo a causar a que a mulher fosse, de alguma forma, vítima permanente dos homens.

Por exemplo, eles perverteram a definição dos vários tipos de abuso de tal forma ridícula que, por exemplo, criticar a mãe duma mulher pode, hoje em dia, ser visto como um acto de violência - "violência doméstica" -, chamar uma mulher de "querida" pode ser visto como um acto de assédio sexual, e ter relações sexuais consensuais com uma mulher que mais tarde se arrepende, pode ser visto como um acto de violação.

(A ideia por trás de todas estas coisas e gerar ódio contra os homens e medo dos homens, mas também está feito para encorajar o maior número possível de mulheres a fazer falsas alegações de de "abuso").

Eles gastaram milhares de milhões de dólares a financiar imensos grupos de vítimas que parecem gastar o seu tempo a difundir propaganda contra os homens e não a ajudar a alegadas vítimas. Eles envolveram-se e/ou financiaram imensas campanhas mediáticas criadas com o propósito de caracterizar todos os homens como autores prováveis de violência contra as mulheres e contra as crianças. E os governos continuam a dar às mulheres imensos incentivos - financeiros e não só - para que elas façam falsas alegações.

Eles gastaram milhões em "assistência social" de modo a tornar os homens o mais redundantes possíveis, quando se trata das mulheres e da s famílias.

Eles rebaixaram e feminizaram de propósito o nosso sistema de educação de modo a que os nossos jovens homens tenham cada vez menos qualificações que as nossas mulheres jovens - algo que fragiliza ainda mais os relacionamentos em larga escala visto que a mulheres tendem a preferir homens que têm mais educação que elas [hipergamia].

Eles [os governos] têm discriminado contra os homens nos locais de trabalho a todos os níveis (como forma de reduzir o valor masculino) sob a falsa alegação de que a mulheres estavam a ser vítimas de discriminação quando comparadas com os homens.

Eles reduziram o ordenado dos homens em imensos empregos controlados pelo governo só porque os homens tendem a preferir mais esses empregos que as mulheres, e eles fizerem o contrário nos empregos que tendem a ser preferidos pelas mulheres. (O argumento ridículo que está a ser agora testado junto da população é que a "produtividade", o trabalho árduo e o lucro são formas "antiquadas" de aferir como é que a pessoa deveria ser remunerada).

Eles perverteram a lei de tal forma que todos os homens estão hoje à mercê das suas parceiras no que toca às falsas acusações de "abuso", assuntos relativos à custódia das crianças, e os ridículos e elevados pagamentos de pensão - sendo a ideia por trás disto levar as mulheres a acabar com os relacionamentos porque pouco ou nada têm a perder com isso, e muito a ganhar - e, claro, fazer com que os homens tenham medo de se envolver em relacionamentos de longa duração.

Eles corromperam o sistema de justiça de tal forma no que toca os relacionamentos entre os homens e aa crianças que hoje em dia é muito aconselhável os homens ficarem longe das crianças. E, nas nossas escolas, as crianças com idades que podem chegar aos 8 estão a ser indoutrinadas com o disparate inspirado pelas feministas de que, durante milhares de anos, os homens oprimiram as mulheres.

De facto, está a ser alegado agora - com muito sucesso - que as pessoas que são íntimas uma com a outra devem-se tratar como se fossem estranhas. Por exemplo, a "Violação por parte dum Estranho" é tida como tão má com a "Violação dentro dum Relacionamento". Tirar fotos do próprio filho enquanto se amamenta é tido como "produzir pornografia infantil". E a lista continua.

E parece bastante óbvio que o propósito é forçar as pessoas a tratarem-se como se fossem estranhas completas ao colocá-las sob algum tipo de risco legal se por acaso não agirem assim. E até um professor de música que coloca a mão da criança correctamente sobre o instrumento arrisca-se a ser suspenso e a sofrer alegações de abuso. A ideia é cortar, ou manchar, qualquer tipo de proximidade - independentemente do quão próxima - que pode existir entre as pessoas.

Eu não me lembro de lei alguma, colocada em práctica durante as últimas 3 décadas e que tenha um impacto nos relacionamentos próximos das pessoas - quer seja directamente, quer seja indirectamente - que não tenha sido feita com o propósito de facilitar a dissolução desses relacionamentos. E, essencialmente, os governos têm estado a destruir os relacionamentos entre as pessoas de modo a que eles se possam intrometer de modo mais profundo dentro das uniões - sociais, pessoais e financeiras - que em outras eras unia as pessoas. 

[Continua na 3ª Parte]



segunda-feira, 16 de novembro de 2015

O porquê dos governos darem o seu apoio ao feminismo

Por Angry Harry

Este texto é um bocado longo, mas depois de lê-lo, vai ser possível ter uma visão mais acertada do porquê o feminismo se ter tornado dominante no Ocidente, e o porquê de toda a tua vida vir a ser negativamente afectada por essa ideologia, especialmente se fores um homem.

O feminismo não está de maneira nenhuma relacionado com a igualdade entre os géneros, e nem está relacionado com os direitos das mulheres. Acima de tudo, o feminismo centra-se nos diversos grupos que buscam formas de obter poder e dinheiro, para além de buscar formar de construir impérios auto-satisfatórios em torno dos quais milhões de pessoas - literalmente milhões de pessoas - têm um interesse muito forte - um interesse que é, na verdade, muito destrutivo para as sociedades onde estas pessoas operam.

Para se ver como opera o seu jogo, apenas quero que vocês imaginem uma sociedade - uma sociedade idealizada - onde as mulheres se encontram felizes em passar os seus dias intimamente associadas às suas casas e aos seus filhos, e os jovens homens e os pais se encontram razoavelmente felizes em caminhar para os seus locais de trabalho - quaisquer que eles sejam.

Para além disso, quero que imaginem que a maior parte das pessoas desta sociedade encontram-se razoavelmente felizes com esta situação. Dito de outra forma, este é um lugar razoavelmente feliz.

Agora, a pergunta que eu quero que vocês contemplem profundamente é: O que é que o governo ganha com isto? Como é que o governo e os funcionários governamentais podem obter algum dividendo existindo dentro duma sociedade composta por pessoas que parecem estar felizes e em paz umas com as outras? Como é que o governo pode dizer às pessoas "Vocês precisam de mais intervenção governamental. Deêm-nos mais dinheiro através dos impostos"?

Claramente, nesta sociedade idílica seria de facto muito difícil persuadir as pessoas a disponibilizar mais dos seus recursos - adquiridos através do seu trabalho - como forma de financiar "mais governo".

No entanto, se esta sociedade razoavelmente feliz fosse perturbada por alguma força - uma força que induz a desarmonia junto da população (por exemplo, que aumentasse a criminalidade) - então seria muito mais fácil para o governo extrair uma parte maior do bolo da sociedade. Por exemplo, se há um aumento da criminalidade, é mais provável que as pessoas aceitem o financiamento duma força policial mais robusta.

Se por acaso os homens e as mulheres começarem a guerrear uns contra os outros, e se começarem a se separar uns dos outros através do divórcio, então o governo pode justificar a extracção de mais recursos das pessoas como forma de criar uma força laboral de serviços sociais maior como forma de olhar pelas mulheres e pelas crianças que estão, agora, entregues a si mesmas.

O ponto que quero frisar é o seguinte: o governo não ganha nada quando as pessoas estão em paz umas com as outras mas sim quando elas estão, de alguma forma, em guerra umas com as outras. Claro que o governo pode muito bem pode beneficiar com muitas outras coisas, mas o ponto aqui é o seguinte: é mais do que claro que os governos beneficiam com o que daqui para a frente vou dar o nome de "desarmonia" - desarmonia social; tal como o crime.

E uma vez que os governos têm um poder imenso quando comparado com o poder do cidadão comum, eles tendem a usar esse poder para gerar mais e mais desarmonia social - e com muito sucesso. E porque é que eles fazem isto? Porque, obviamente, o governo e milhões de funcionários do Estado lucram com isso, e eles não irão usar o seu enorme poder colectivo para se fragilizarem a eles mesmos - que aconteceria se a "desarmonia" diminuísse.

Na melhor das hipóteses, os funcionários governamentais não querem perder o seu financiamento, os seus empregos, as suas pensões, etc, etc, etc. Devido a isso, eles têm que ser vistos como entidades necessárias. Melhor ainda para eles, são impérios maiores com salários maiores, e maior status e mais poder. Vistas as coisas desta forma, eles não são diferentes do resto das pessoas.

Colectivamente, e a bem ou a mal, estes funcionários governamentais podem, e irão, criar uma força poderosa como forma de canalizar estes vários benefícios para si mesmos; e esta é uma força que a pessoa comum pura e simplesmente não consegue resistir. De facto, seria quase um absurdo acreditar que um tal corpo de operários governamentais não exerceria uma força em direcção a uma posição que lhes trouxesse benefícios. Afinal de contas, estas pessoas não são deuses, mas sim seres humanos.

Resumidamente: estes funcionários governamentais querem impérios maiores, com salários maiores, e pensões mais elevadas. Eles querem mais status e mais poder. E, colectivamente, eles irão exercer uma força tão grande que de facto ninguém os pode impedir de obter estas coisas, tal como o crescimento governamental durante os últimos 120 anos no Ocidente o demonstra de forma clara. (Os governos centrais cresceram mais de 100 vezes durante os últimos 120 anos).

Como o propósito central das feministas é gerar a maior desarmonia possível entre os homens e as mulheres como forma de financiar os seus impérios, os governos gostam delas; porque, lembrem-se, para os governos, quanto mais desarmonia houver, melhor.

Regressemos por agora para a nossa sociedade idílica, e vejamos o que acontece quando os casais com filhos dentro deste local razoavelmente feliz se começam a divorciar e a se separar.

Bem, tipicamente, os homens irão partir e irão viver noutro lugar, mas irão continuar a trabalhar. No entanto, as mulheres irão ter que escolher entre uma combinação de ir trabalhar ou ficar em casa a tomar conta dos filhos. Se as mulheres tomarem a decisão de ficar em casa, elas têm que receber algum tipo de rendimento por parte do governo. Isto significa que o governo tem que usar o dinheiro dos outros para as financiar.

E, imediatamente, isto significa criar todo um sistema de leis envolvendo advogados, administradores, assessores sociais, escritórios financeiros, e vários sistemas burocráticos aliados. Dito de outra forma, o divórcio e a separação disponibilizam uma vasta gama de benefícios para os governos e para os seus funcionários.

Mais ainda, obviamente, ninguém dentro da população quer ver as mulheres e as crianças deixadas desamparadas; como tal, o governo obtém agora o benefício de um maior apoio popular para as suas iniciativas. Logo, o governo também vence neste jogo. E, claro, as mulheres e as crianças que se encontram nesta posição estão à mercê do governo. Isto significa que elas passam a depender do governo, o que também é excelente para o governo.

"Se vocês mulheres não votarem em nós, vocês irão receber um rendimento inferior por parte do governo"

Claro que as mulheres que se divorciam - quer tenham ou não filhos - podem sempre decidir começar a trabalhar, o que causará a que o governo volte a beneficiar visto que passará a ter mais trabalhadores a quem extorquir mais dinheiro através dos impostos.

Dito de outra forma, encorajar o divórcio e a separação é uma estratégia vencedora para o governo. De facto, é uma estratégia de vitória e toda a linha, e isto é verdade quer as mulheres tenham ou não filhos, e quer elas comecem a trabalhar ou não. É a crescente divisão  entre os homens e as mulheres que é a estratégia de sucesso do governo.

Sumariando, portanto, o governo tem muito a ganhar ao aumentar a divisão entre os homens e as mulheres visto que isto permite que os funcionários governamentais justifiquem a criação e o controle de muitos impérios enormes; eles podem mais facilmente cobrar mais impostos, eles podem tributar mais pessoas, eles podem causar a que mais pessoas fiquem dependentes deles, e eles podem obter para si mesmos mais apoio popular.

Mas isto é só o princípio. [Continua na 2ª Parte]



terça-feira, 10 de novembro de 2015

Como a lei do divórcio gerou uma nação de bastardos

Por Henry Dampier

A lei do divórcio actual colocou a autoridade legal nas mãos das esposas, retirando-a das mãos dos esposos. Em termos legais, todos os casais são casais liderados pelas esposas, especialmente se levarmos em conta a forma como os tribunais familiares normalmente operam.

As muitas mudanças nos Estados Unidos iniciadas durante a década 70 causaram inúmeros debates entre a esquerda e a direita mainstream; as causas da diminuição do regresso ao trabalho, o aumento do custo de vida, o aumento do caos social, e a incapacidade do Estado de cumprir com as suas obrigações de longo prazo, e muitos outros tópicos.

Dentro da política popular, ambos os lados políticos concordam que a liberdade para se levar a cabo um divórcio é um direito básico, e que dar poder às mulheres através do sistema legal é, ao mesmo tempo, algo moralmente correcto e algo necessário.

Isto contradiz o que era defendido de forma geral antes dessa altura, em todos os lugares excepto nos países Comunistas, e mesmo assim, só por alturas da Revolução Russa.

A classe média, e todas as classes com propriedades, não podem sobreviver muitos anos dentro deste regime legal familiar. O motivo por isto é que cada novo divórcio divide os bens que de outra forma iriam para as crianças; isto impede a apreciação desses bens, priva as crianças da sua herança legítima, e permite que uma classe inteira de intermediários vampíricos redistribua o capital dos homens para as mulheres.

As crianças que resultam destas uniões encontram-se frequentemente arruinadas, e a vida familiar torna-se num conjunto legalmente ordenado de dar-e-receber de crianças, duma debilitada metade da família para a outra metade da família, igualmente debilitada, desperdiçando recursos que de outra forma poderiam ser usados na construção da prosperidade comum.

A emancipação sexual é incompatível com a continuação do que é tradicionalmente entendido como a classe média. No princípio, os revolucionários assassinaram os aristocratas, que eram poucos em número, e era bastante fácil privá-los das suas propriedades e das suas vidas. O extermínio da burguesia tem-se provado como um projecto mais complicado visto que a Civilização Ocidental não parava de os gerar em número considerável, e a causar a que eles estivessem satisfeitos com eles mesmos.

Para destruir a classe média, era preciso destruir a sua cultura, a sua moralidade, a sua religião, e o seu relacionamento com as suas crianças. Para se atingir este objectivo, os revolucionários aliciaram os homens para longe das suas tarefas com promessas de sexo fácil com inúmeras parceiras. Às mulheres foi prometido poder, autonomia, dinheiro para os seus filhos ilegítimos, e liberdade. Este arranjo causou a que estejamos viver numa nação de bastardos.

Muitos milhões de homens competentes, saudáveis, e moralmente correctos foram destituídos pelas suas mulheres através dos tribunais familiares. Eles foram privados da sua propriedade; os seus filhos foram privados de pais e duma herança. A sociedade Americana foi privada das famílias fortes que eram a sua marca, graças à subversão consciente de revolucionários, psicólogos, advogados, escritores, e muitos políticos que tornaram isso possível.

A vida familiar Americana tornou-se perigosa; financeiramente, moralmente, e emocionalmente. Sem a orientação dos pais, o domínio de polícias brutais e das suas sombrias reflexões, e de criminosos organizados, avançam para dominar as ruas.

Existem muitas coisas que podem ser ditas sobre os sistemas políticos, mas esses argumentos centram-se no narcisismo de diferenças mínimas quando comparados ao sistema legal patriarcal e as alternativas bárbaras. Se a lei não atribui a autoridade permanente ao pai, então a lei tem que depender de "executores" tirânicos como forma e implementar a vontade do Estado em seu lugar.

O que é preciso para restaurar o estado de direito é o que sempre foi preciso para manter a lei: é reinstalar os pais como o meio principal através do qual a lei se faz sentir neste mundo de coisas reais, e não só no mundo das ideias. A alternativa é a tirania caprichosa tanto de cima como e baixo.

http://bit.ly/1GPQpon



terça-feira, 2 de junho de 2015

O passado sexual tem consequências (embora muitas mulheres pensem que não)

Modificado a partir do original de Vox Day e Rollo Tomassi

Rollo Tomassi justapõe de modo astuto o conselho de Sheryl Sandberg dirigido às mulheres - delas passarem os melhores anos da sua vida com os machos Alpha e depois contentarem-se em casar com machos Beta ou Gammas - com a experiência real duma mulher que viu o seu passado a ser revelado de forma inesperada para o seu marido.

A história é a mesma de sempre: durante os seus anos universitários (e provavelmente durante o período anterior a esse) a esposa esteve envolvida em várias cenários sexuais com vários colegas universitários - várias vezes.

Estes cenários sexuais incluíam menages-a-trois e coisas que nem vale a pena mencionar.

Num belo dia, o marido deu por si a saber todo o passado sórdido da sua esposa através dum amigo comum (que provavelmente também se "serviu" dela).

Quando a sua esposa ficou a saber que o seu marido havia tomado conhecimento do seu passado, ela publicou um texto (entretanto apagado), falando tudo aquilo que é normal em situações deste tipo. Ela estava "com medo" e "assustada" com a reacção dele, e temia que ele pudesse pedir o divórcio. O texto que se segue é o segundo texto que ela fez sobre esse assunto:
Até esta manhã, nós ainda não dormimos na mesma cama e nem dissemos mais do que 10 palavras um para o outro. Quando acordei, ele andava dum lado para o outro com dois cafés na mão. Fez-me sentar na nossa mesa da cozinha e finalmente abriu-se para mim.

Basicamente, ele sente que foi "enganado" (palavras dele) neste casamento, dizendo que ele nunca me iria namorar, e muito menos casar, se ele soubesse o que sabe hoje. A ideia que ele tinha de mim havia sido irremediavelmente danificada e ele já não me via "como alguém digna de ser sua esposa". (estou a citá-lo, o idiota!)

Para além do aspecto sexual, ele dise que já não confia em mim porque "escondi algo tão importante" dele durante toda a nossa relação. Nada do que eu pudesse dizer ou fazer o poderia convencer que esses erros passados não são reflexo da pessoa que eu sou hoje. Ele não estava zangado comigo, não me chamou de vadia e nem nada desse tipo. 
Nem por uma vez ele levantou a sua voz, e parte de mim gostaria que ele tivesse levantado a voz, embora eu não consiga dizer o porquê. Senti como se estivesse a ser despedida dum emprego.

E portanto, é assim. Vamo-nos separar. O meu suposto parceiro-para-toda-a-vida está a voltar as suas costas para mim sem pensar duas vezes. Ele nem teve a decência de discutir comigo previamente; aparentemente, ele visitou o seu advogado durante a semana e o "processo está em andamento" (palavras suas). Conhecendo-o como eu o conheço, nada o fará mudar de posição.

O meu marido é dono de vários negócios e nunca se casaria sem um acordo pré-nupcial. Eu assinei, pensando do fundo do meu coração que ele nunca, NUNCA, o iria usar. Bem, ele tinha a porcaria do documento esta manhã. Ele disse que pagaria o que restava dos meus empréstimos estudantis, coisa que ele não estava "legalmente obrigado a fazer".

Embora eu esteja grata por isso, vou-me encontrar com o meu advogado durante esta semana para ver se o acordo pode ser alterado no tribunal. Nós construímos uma vida juntos, dei-lhe 5 dos melhores anos da minha vida, e fui 100% fiel a ele; não mereço ser lançada fora como se fosse um pedaço de lixo.

E é isto. A minha vida voltada do avesso no espaço duma semana devido a algo que eu fiz há mais de 10 ANOS, ANTES DE EU O TER CONHECIDO.  É tremendamente asinino. O interessante é que, enquanto eu escrevia o post original, dentro da minha cabeça eu já sabia que ele tinha terminado tudo comigo. Ele já acabou com amizades e com parcerias profissionais por menos.
Tal como Rollo salienta:

Uma das desconexões primárias que as mulheres foram condicionadas a acreditar durante a sua Fase de Epifania é que o "homem bom" estará disposto a perdoar e esquecer as suas indescrições passadas. Na sua viagem de auto-exploração e auto-descoberta, as mulheres são encorajadas e adoptar uma dissonância cognitiva bastante apurada entre as pessoas em quem elas convenientemente se tornam e quais deveriam ser as consequências do seu passado.

Embora se espere que os homens assumam as suas responsabilidades como homens, e se espere que assumam as consequências dos seus falhanços, as mulheres da Fase da Epifania são encorajadas a convencerem-se a elas mesmas de que elas tornaram-se em pessoas diferentes - alguém que era "muito diferente" da pessoa que ela era durante os Anos Festivos.

O seu marido sente-se enganado porque ele foi enganado; enganado depois de descobrir a dupla personalidade da sua esposa pré e pós Fase da Epifania.

Parece que este cavalheiro está totalmente certo, e tardio, em relação à total falta de carácter da sua esposa, e ele está a fazer o que está certo em ver-se livre dela o mais rapidamente possível. Não só ela escondeu o seu passado a ele, mas agora que ela foi apanhada, ela está a tentar encontrar uma forma de escapar do acordo que ela concordou fazer, embora ele esteja a ir mais além das suas obrigações legais ao pagar os empréstimos estudantis dela (alguém está surpreendido que uma mulher como ela ainda tenha dívidas?)

O seu Imperativo Feminino do direito ao revisionismo histórico e ao estilo de vida a que ela estava habituada foi violado, e em vez de admitir os seus erros, ela está furiosa com as consequências dos mesmos.

As mulheres gostam sempre de pensar que o seu passado é irrelevante, o que é claramente estúpido se levarmos em conta que o passado informa-nos quem e o que é que somos hoje. E esse passado só pode ser totalmente entendido e aceite se for admitido; mentir em relação a ele é um absurdo porque,  mais cedo ou mais tarde, a maior parte das mentiras são eventualmente expostas.

Nem todas as pessoas são de visão curta o suficiente para viverem para o dia de hoje;  a maior parte das mulheres não se quer casar com homens desse tipo visto que esses homens tendem a não ser de confiança e tendem a ser incapazes de sustentar as esposas e as crianças.

Esperar que um homem com uma visão tão clarividente, capaz de fundar com sucesso múltiplos negócios e insistir que a mulher assine um acordo pré-nupcial, reaja como um músico cheio de drogas que não se lembra do dia de ontem, ou é incapaz de pensar para além do dia de amanhã, é um tipo de dissonância cognitiva que faz com que as mulheres da Fase de Epifania se coloquem numa posição problemática.

- http://goo.gl/5FKAtz

* * * * * * *

Graças à internet, os homens podem ter um vislumbre mais correcto da natureza feminina agora que ela se encontra livre dos constrangimentos religiosos e das normais sociais - e a imagem que se está a consolidar na mente dos homens não é das melhores. Isso talvez explique o porquê dos homens estarem gradualmente a evitar o casamento, preferindo em seu lugar a vida reclusa (ou, pior ainda, a vida de "PUA").

O que interessa reter é que os homens não têm obrigação nenhum de aceitar relacionamentos sérios com mulheres que viveram a vida sexual que o feminismo lhes diz que lhes pertence. Apesar das tentativas constantes de alterar a psicologia masculina de modo a que esta abandone a sua preferência natural por mulheres castas, a realidade dos factos é que a esmagadora maioria dos homens não quer ter um relacionamento sério com uma mulher com um passado sexual "frutífero".

O feminismo está a deixar as mulheres ocidentais num estado permanente de alienação onde elas realmente pensam que o seu comportamento está livre que qualquer crítica ou censura precisamente porque são mulheres.

Note-se que a mulher citada no texto realmente acredita que os eventos que se desenrolaram "há mais de 10 anos" nunca deveriam ser levados em conta nos dias de hoje. O que ela aparentemente não entende é que 1) esse passado altera (reduz) de forma drástica e seu valor marital e 2) o facto dela ter escondido essa informação ao marido revela que ela estava ciente que isso afectaria a forma como ele olha para ela.

Note-se também na forma como ela diz que "O meu suposto parceiro-para-toda-a-vida está a voltar-me as suas costas sem pensar duas vezes" sem no entanto se aperceber que a aliança do casamento se baseia na verdade e na honestidade - coisas que ela não exibiu ao ocultar o seu sórdido passado sexual ao seu "suposto parceiro-para-toda-a-vida".

Resumidamente: as mulheres são (obviamente) livres para escolher como viver a sua vida, mas os homens são mais livres ainda para rejeitar mulheres que não estão de acordo com o seu critério marital. Isto não é "machismo", nem "opressão" e nem "dualidade de critérios"; isto nada mais é que a biologia a superar a ideologia.



sábado, 2 de maio de 2015

Mulher queixa-se que cada vez menos homens se querem casar

Uma apoiante do casamento está a criticar os homens Americanos por continuarem solteiros, como se isso fosse algum tipo de maquinação contra as mulheres. Ela diz ainda que os homens se estão a recusar a "crescer" (seja lá o que isso for na sua mente). Ela escreve no Washington Post:

As minhas pesquisas indicam que, começando só com 19% em 1966, a proporção de homens com idade entre os 20 e os 54 que continuam solteiros é hoje mais de metade. Entre os homens mais jovens - com idades entre os 20 e os 34 anos - mais de 70% dos mesmos continua solteiro, comparados com os 30% da mesma faixa etária em meados dos anos 60 (no início da revolução sexual).

Para as feministas hard-core, isto pode um desenvolvimento positivo - e não bug mas uma característica, como dizemos na era dos computadores - mas para milhões de crianças a crescer em casas sem um pai, sofrendo em busca duma ligação com o pai biológico, a história é completamente diferente. E é uma história triste e solitária. Até os eruditos esquerdistas já deixaram de contabilizar os custos exorbitantes e as consequências de se educar uma criança sem um pai. (...)

Logo, ano após ano, mais e mais homens jovens cuja idade biológica os deveria predispor a assumir as responsabilidades dum emprego, esposa e família - actividades que solidificam a sociedade - encontram-se ocupados com jogos de computador, pornografia e encontros românticos fugazes e, desta forma, a esbanjar o seu potencial para contribuir e ajudar na construção dum futuro.

A percentagem de homens solteiros com idade entre os 20 e os 54 que não se encontram dentro da força laboral tem também duplicado nos últimos 15 anos.

O crescimento desta tendência junto de homens jovens a rejeitar a oportunidade/responsabilidade de contribuir para a sociedade, preferindo viver uma existência parasítica (bem como o aumento da gravidez de mulheres solteiras e casas lideradas só pela mãe) não pode ser sustentado para sempre, e a dada altura, chegará a um ponto onde o peso dos improdutivos se torne demasiado pesado para a sociedade.

Embora possamos estar de acordo com Janice que o facto dos homens não se casarem é um problema sério, é verdadeiramente incrível que ela culpe os homens por esta situação. Pior ainda, o facto dela insultar os homens ("rejeitar a responsabilidade", "existência parasítica", "improdutivos") é algo que está para além do aceitável.

Apontado o dedo às pessoas certas

O que a Janice tem que ouvir é o seguinte: foi o feminismo que destruiu o casamento no Ocidente; não há outra causa. Todos os outros factores que existem actualmente são consequência do feminismo. Nos dias de hoje, não casar é uma decisão perfeitamente adulta, dado o mais do que provável resultado do casamento ser terminado pela esposa e ela ficar com as crianças e com o dinheiro dela, e dele.

Prontas para casar
Pensemos assim: se fossemos convidados a investir em acções onde houvesse 50% de possibilidade de perder dinheiro, alguém arriscaria? Pois bem, o casamento actual (criação do feminismo) é um risco maior. Quem é o homem que no seu perfeito juízo arriscaria casar, sabendo que há 50% de probabilidades do mesmo acabar em divórcio, e o homem ver a sua qualidade de vida drasticamente reduzida? A ideia de que os homens permanecem adolescentes é verdade, mas isso é consequência de escolherem não casar - e não o contrário.

Para que o casamento volte a fazer algum sentido, o feminismo tem que ser abolido por completo da sociedade. Isto significa a remoção das mulheres dos locais de trabalho, o fim dos divórcios "sem culpa", e o fim dos assim-chamados "direitos das mulheres" e da idiotice de que, até os anos 60, as mulheres de todo o mundo haviam sido oprimidas durante toda a História (todos os dias) por uma misteriosa "conspiração patriarcal". Levando em conta o quão fácil é manipular as mulheres, talvez não seja má ideia rever a questão do sufrágio feminino.

Claro que os homens não são 100% inocentes neste processo da destruição do casamento. Ao criarem e financiarem o feminismo, os homens são também responsáveis pela situação actual. Embora a criação e o financiamento do feminismo seja feito pelos homens da elite, o homem comum deveria ter visto logo que não era boa ideia permitir que a elite usasse a psicologia feminina para destruir o casamento.

Para além disso, estes homens comuns deveriam ter visto logo que o feminismo era uma fraude porque se a tal conspiração patriarcal existisse, ela nunca teria permitido a ascenção do feminismo, e pessoas como Gloria Steinem e Simone de Beauvoir haveriam de ter sido imediatamente presas pelo "patriarcado" mal elas começassem a vomitar as suas mentiras. 

Conclusão:

O facto dos homens evitarem o casamento nos moldes actuais é consequência directa do comportamento feminino. Esta ideologia tem vindo a atacar os homens, o casamento e as mulheres que querem ter uma vida doméstica. Consequentemente, Janice Shaw Crouse tem que apontar a sua crítica não aos homens mas às mulheres.

Até lá, os homens continuarão a fazer o que estão a fazer actualmente - evitar o casamento.

Evitando os males do feminismo.




quarta-feira, 22 de abril de 2015

Feminismo revelou a verdadeira natureza da sexualidade feminina

Por Laura Wood

Se alguma coisa boa aconteceu com a chegada do feminismo, foi a apreciação elucidante do desejo sexual feminino e do seu potencial destruidor. O instinto monogâmico das mulheres foi largamente exagerado na imaginação popular, até por parte de realistas Darwinianos que se gabam de ter uma visão clara da natureza humana. A emancipação sexual revelou toda a extensão da deslealdade e do capricho das mulheres.

Pelo menos dois terços dos divórcios neste país são iniciados pelas mulheres. As mulheres estão mais desejosas que os homens de casar; mal se encontram casadas, elas estão mais desejosas que os homens de sair do casamento. Em muitos destes divórcios, as mulheres agem como se os maridos as tivessem desiludido ou ofendido quando na realidade estas mulheres desejam outro homem ou a possibilidade de ter um novo romance.

O poder económico para as mulheres e as leis de divórcio que garantem a custódia maternal ou a guarda junta desmascararam a verdade sobre os impulsos sexuais das mulheres. As mulheres não são fiéis inatas e nem a maioria das mulheres coloca os interesses das crianças acima dos seus próprios interesses. Elas expressam a sua inquietação sexual de formas totalmente diferentes dos homens, e muitas vezes de formas frequentemente confusas.

Durante séculos, as mulheres consolaram-se quando os seus maridos eram infiéis com o pensamento de que os homens eram naturalmente promíscuos. Esta ideia comummente reforçada permitiu que as mulheres sentissem que os adultérios dos maridos não eram necessariamente um reflexo sobre elas. O mesmo não acontece com a traição feminina. As mulheres são vistas como naturalmente monogâmicas, e como tal, as suas infidelidades causam um desespero maior e levam muitas mulheres a colocar mais peso sobre as paixões passageiras.

Quando eu tinha 14 anos, a minha família vivia do outro lado da rua dum casal bonito com cinco crianças. Era frequente eu tomar conta delas, sentada até tarde na sua sala de estar a ouvir o tic-tac do relógio. Numa noite de Primavera, lembro-se de ver o sr Minder a cortar a sua relva. Fiquei impressionada com a sua expressão; era como  expressão de alguém totalmente desligado, como se o cortador o estivesse a arrastar com uma trela.

Dois dias mais tarde, o meu pai acordou-me bem cedo pela manhã. "Acorda, acorda", disse ele. "Aconteceu algo terrível." O sr Minder estava morto. Na noite anterior, ele tinha ido para a sua garagem, selado as portas e ligado o carro. Foi um evento devastador. Ele era um homem gentil e amável. Não posso evitar pensar que ele foi vítima da sua própria inocência visto que quando ficou a saber que a sua esposa estava a ter uma relação extra-conjugal com o vizinho, foi tomado pelo desespero; ele não estava preparado para uma coisa deste tipo.

Conheci várias mulheres que abandonaram homens decentes e amáveis. Para mim, esta é a tendência mais triste dos nossos tempos, numa altura de tendências culturais tristes e perturbadoras. Algumas destas mulheres trocaram os seus maridos por outros homens, enquanto outras deixaram os seus maridos pura e simplesmente pela alegria de viver uma vida de possibilidades românticas.  De facto, os seus divórcios parecem ser os actos mais românticos das suas vidas.

Ao causarem o divórcio, elas olham para elas mesmas como pessoas a caminharem rumo ao bem, e não simplesmente a afastarem-se dum casamento que as desiludiu (e tendo expectativas tão elevadas em torno do casamento, as mulheres facilmente ficam desapontadas). De muitas formas, estas mulheres lembram-me a senhora Minder. Ela era uma mulher agradável e amável, e não o tipo de pessoa de quem se pudesse suspeitar uma traição.

Nunca irei esquecer a memória dela a caminhar pelo corredor da igreja durante o funeral do marido, com todos os filhos agarrados aos seus tornozelos. Foi uma cena terrível. Também ela parecia ser uma vítima da sua própria inocência, alguém que estava totalmente despreparada para lidar com os seus impulsos ilícitos. Num ponto, ela era totalmente diferente das mulheres de hoje em dia; se o sr Minder tivesse ficado vivo, estou segura que ela nunca o deixaria e o caso teria terminado.

Michelle Langley, no seu livro "Women’s Infidelity", lança um olhar profundo ao fenómeno numa altura em que as mulheres, ao contrário da senhora Minder, estão prontas para pedir o divórcio. Ela acredita que muitos estes divórcios são causados por uma combinação de culpa, insensibilidade, e ignorância por parte das mulheres. Ela escreve:

…. as mulheres jovens são condicionadas para acreditar na sua monogamia natural e elas levam essa crença por toda a sua vida. Logo, quando a mulher experimenta sentimentos que se desviam desta crença, particularmente depois do casamento, esses sentimentos podem causar conflitos internos enormes. Muitas mulheres resolvem o dilema dissolvendo o casamento.

Algumas mulheres acham mais fácil acreditar que se casaram com a pessoa errada do que olhar para elas mesmas como algum tipo de aberração da natureza. A sua errónea crença na pré-disposição monogâmica, impede que elas se tornem cientes da sua tendência sexual. Esta falta de conhecimento pode causar uma reacção em cadeia que em ultima análise coloca um ponto final nos seus casamentos.

Langley faz observações astutas sobre este assunto. Ela é uma feminista com simpatias para com o inimigo. Não acredito em muitos dos seus pontos e fiquei ofendida com a sua linguagem rude. Ela parece também não conhecer o efeito que o adultério tem sobre as crianças, para além de ter uma atitude casual em relação ao divórcio. Mas, ela faz umas observações surpreendentemente correctas em relação à forma como as mulheres se tornaram livres para expressar os seus instintos mais básicos:

Tal como o comportamento masculino, o comportamento feminino pode ser bom, mau, e tudo pelo meio. As mulheres são tão capazes como os homens de abusar o seu poder. Os homens podem crescer sentido-se poderosos e superiores às mulheres, usando-as para obter o que querem, descartando-as de seguida, mas quando as mulheres conseguem o que querem dos homens, elas estão igualmente inclinadas a descartá-los visto que no mundo actual, elas podem. Hoje em dia, as mulheres são livres para expressar esta característica humana.

Langley entrevistou dezenas de homens e mulheres em torno da sua vida privada. Ela concluiu que as mulheres frequentemente manipulam os esposos como forma de evitarem assumir as responsabilidades pelos seus erros e pelos seus desejos.

As suas observações fazem-me lembrar dum casal que eu sei estar a atravessar actualmente um processo de divórcio. A esposa acabou tudo justificando a sua a acção com queixas mesquinhas em relação ao seu marido (muito provavelmente em busca de alguma excitação vaga). Recentemente eles estavam a discutir os seus tópicos financeiros quando ela fez a referência improvisada de que a separação deles era algo que "ambos tínhamos decidido". O marido teve que parar tudo e dizer-lhe o seguinte:

Olha, nós não tomamos a decisão de fazer isto; tu tomaste essa decisão.

Na mente da mulher, distorcida pela auto-pena, pelo pensamento esperançoso, e pela vaga excitação duma nova vida, o divórcio era uma decisão mútua. Langley diz que muitas vezes as mulheres enganam-se a elas mesmas desta forma, mas ela (Langley) está optimista de que, mal a imagem da mulher como pessoa naturalmente fiel seja perfurada para sempre, as mulheres passem a ser mais capazes de prosseguir com a sua vida com menos auto-decepção. Ela escreve:

Mal as mulheres passem a perceber que elas buscam o compromisso da mesma forma que os homens buscam o sexo - busca e descarte - as mulheres pararão de olhar para si mesmas como vítimas, e irão passar a assumir a responsabilidade pelas suas escolhas.

Ela tem alguns bons conselhos para os homens, tal como o conselho para o homem que subitamente se depara com uma mulher que se queixa duma infelicidade vaga e por um desejo de mudança: que ele se recuse a aceitar qualquer responsabilidade pela sua inquietação. A pior coisa que ele pode fazer é culpar-se a ele mesmo se por acaso ela não tem uma queixa específica.

Conheço uma mulher que já vai no 4º marido. Bem, na verdade, ela não está casada com este último, mas ele é, essencialmente, como outro marido. "Gosto de estar casada", diz ela. "Infelizmente não sou boa nisso." Ela olha para a destruição que ela causou a 4 crianças e a 3 homens omo algo infeliz que aconteceu a ela.



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