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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Eles querem acesso às crianças...

...e sem sombra de dúvidas que é com boas intenções.

Sempre nos garantiram que "tudo o que queriam era tolerância". e nada mais, mas pelos vistos não era só isso.

Eles nunca quiseram "tolerância"; ao contrário da maioria de nós, eles planeiam isto há décadas e sabem exactamente como atingir o objectivo. Eles "apenas" queriam a "tolerância" como forma de ganhar espaço no campo de batalha de onde continuar a ofensiva contra Deus.

Por vezes  temos a sensação de que a força que controla o globalismo e a Nova Ordem Mundial não é humana mas puramente satânica.

E depois temos a confirmação:





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- Minds.com
- Medium.com

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Como a lei do divórcio gerou uma nação de bastardos

Por Henry Dampier

A lei do divórcio actual colocou a autoridade legal nas mãos das esposas, retirando-a das mãos dos esposos. Em termos legais, todos os casais são casais liderados pelas esposas, especialmente se levarmos em conta a forma como os tribunais familiares normalmente operam.

As muitas mudanças nos Estados Unidos iniciadas durante a década 70 causaram inúmeros debates entre a esquerda e a direita mainstream; as causas da diminuição do regresso ao trabalho, o aumento do custo de vida, o aumento do caos social, e a incapacidade do Estado de cumprir com as suas obrigações de longo prazo, e muitos outros tópicos.

Dentro da política popular, ambos os lados políticos concordam que a liberdade para se levar a cabo um divórcio é um direito básico, e que dar poder às mulheres através do sistema legal é, ao mesmo tempo, algo moralmente correcto e algo necessário.

Isto contradiz o que era defendido de forma geral antes dessa altura, em todos os lugares excepto nos países Comunistas, e mesmo assim, só por alturas da Revolução Russa.

A classe média, e todas as classes com propriedades, não podem sobreviver muitos anos dentro deste regime legal familiar. O motivo por isto é que cada novo divórcio divide os bens que de outra forma iriam para as crianças; isto impede a apreciação desses bens, priva as crianças da sua herança legítima, e permite que uma classe inteira de intermediários vampíricos redistribua o capital dos homens para as mulheres.

As crianças que resultam destas uniões encontram-se frequentemente arruinadas, e a vida familiar torna-se num conjunto legalmente ordenado de dar-e-receber de crianças, duma debilitada metade da família para a outra metade da família, igualmente debilitada, desperdiçando recursos que de outra forma poderiam ser usados na construção da prosperidade comum.

A emancipação sexual é incompatível com a continuação do que é tradicionalmente entendido como a classe média. No princípio, os revolucionários assassinaram os aristocratas, que eram poucos em número, e era bastante fácil privá-los das suas propriedades e das suas vidas. O extermínio da burguesia tem-se provado como um projecto mais complicado visto que a Civilização Ocidental não parava de os gerar em número considerável, e a causar a que eles estivessem satisfeitos com eles mesmos.

Para destruir a classe média, era preciso destruir a sua cultura, a sua moralidade, a sua religião, e o seu relacionamento com as suas crianças. Para se atingir este objectivo, os revolucionários aliciaram os homens para longe das suas tarefas com promessas de sexo fácil com inúmeras parceiras. Às mulheres foi prometido poder, autonomia, dinheiro para os seus filhos ilegítimos, e liberdade. Este arranjo causou a que estejamos viver numa nação de bastardos.

Muitos milhões de homens competentes, saudáveis, e moralmente correctos foram destituídos pelas suas mulheres através dos tribunais familiares. Eles foram privados da sua propriedade; os seus filhos foram privados de pais e duma herança. A sociedade Americana foi privada das famílias fortes que eram a sua marca, graças à subversão consciente de revolucionários, psicólogos, advogados, escritores, e muitos políticos que tornaram isso possível.

A vida familiar Americana tornou-se perigosa; financeiramente, moralmente, e emocionalmente. Sem a orientação dos pais, o domínio de polícias brutais e das suas sombrias reflexões, e de criminosos organizados, avançam para dominar as ruas.

Existem muitas coisas que podem ser ditas sobre os sistemas políticos, mas esses argumentos centram-se no narcisismo de diferenças mínimas quando comparados ao sistema legal patriarcal e as alternativas bárbaras. Se a lei não atribui a autoridade permanente ao pai, então a lei tem que depender de "executores" tirânicos como forma e implementar a vontade do Estado em seu lugar.

O que é preciso para restaurar o estado de direito é o que sempre foi preciso para manter a lei: é reinstalar os pais como o meio principal através do qual a lei se faz sentir neste mundo de coisas reais, e não só no mundo das ideias. A alternativa é a tirania caprichosa tanto de cima como e baixo.

http://bit.ly/1GPQpon



quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Escola Primária Inglesa acusada de ser "demasiado Branca"

Por Graeme Paton

A Ofsted foi acusada de ser "politicamente correcta" depois de ter feito um downgrade a uma escola rural de topo efectivamente por ser demasiado Inglesa. O watchdog educacional sofreu repercussões por parte dos MPs [Membros do Parlamento] e dos pais depois da sua decisão de penalizar a escola primária de Middle Rasen(Lincolnshire) por não ter suficientes alunos negros ou asiáticos.

No seu relatório, os inspectores disseram que a escola ainda "não era proeminente" porque o desenvolvimento cultural dos alunos encontrava-se limitado "devido à falta duma experiência em primeira mão da composição diversa da sociedade Britânica". Este gesto seguiu-se uma agitação de inspecções por parte da Ofsted introduzidas depois do plano "Cavalo de Tróia" de Birmingham, que tinha como propósito impor valores islâmicos da linha-dura nas escolas estatais.

Actualmente é dito às escolas que coloquem os valores Britânicos fundamentais no centro do horário, incluindo o respeito mútuo e a tolerância para com as diferentes confissões religiosas e crenças. Mas as reformas já foram criticadas por terem um efeito de arrastamento nas escolas religiosas e nas escolas dominadas por alunos dum particular grupo étnico.Durante o mês passado, foi alegado que uma pequena escola Cristã dos Home Counties havia sido penalizada por não ter convidado líderes de outras religiões - tais como imãs - para liderar as assembléias.

Comentado este caso, Sir Edward Leigh, o MP Conservador para Gainsborough, disse que ele havia escrito para Nicky Morgan, Secretária para a Educação, "levantando uma objecção tenaz aos novos assim-chamados regulamentos para a "igualdade" que ela está a implementar nas escolas. Isto é um caso dum politicamente descontrolado. A escola primária de Middle Rasen é proeminente segundo qualquer tipo de padrão. O multiculturalismo é algo irrelevante em Lincolnshire, consequência do seu baixo número de minorias étnicas que já são bem vindas e já estão bem integradas nas nossas comunidades locais, tal como tem que ser."
 
A escola primária comunitária, que tem como base a pitoresca zona rural de Market Rasen, só tem 104 alunos com idades que vão dos 4 aos 11 anos. Ela recebeu uma avaliação "satisfatória" durante a sua última inspecção em 2012. O último relatório fez um upgrade à escola para "Bom" - a segunda marca mais elevada - por ter levado a cabo melhorias importantes, com uma equipa que criou "um ambiente onde a aprendizagem floresce".

Mas a escola perdeu a chance de ser classificada de "Proeminente" por ocasionalmente falhar ao não dar trabalho difícil e conferir aos funcionários chances de melhorarem as suas capacidades. Num gesto importante, a escola foi também alvo dum downgrade por limitar os alunos duma "experiência em primeira mão" da sociedade moderna. O relatório dizia:

A maioria dos alunos são Britânicos Brancos. Muito poucos pertencem a outros grupos étnicos, e actualmente nenhum aluno fala Inglês como língua adicional. A escola tem que ampliar o entendimento dos alunos em relação à diversidade cultural da sociedade Britânicamoderna , gerando oportunidades para que eles possam ter interacção em primeira mão com os seus pares que chegam até eles vindos de ambientes distintos da vizinhança imediata.

A escola tenta agora estabelecer parcerias com escolas do interior das cidades como forma de lidar com estas preocupações. Melonie Brunton, a professora-chefe, disse que as viagens escolares normalmente envolvem visitas ao campo, a quintas e jardins zoológicos, mas que agora ela encontrava-se focada em visitas a mesquitas e fábricas.

Os comentários da Ofsted foram criticados pelos pais. Jodie Miller, de 35 anos e com uma filha de 6 anos que frequenta a escola, disse:

Nós somos uma pequena comunidade rural em Lincolnshire e por aqui não há crianças de ambientes culturais distintos. A escola não pode andar pelas ruas, forçando as pessoas a entrarem nela.

Benjamin Bannan, de 33 anos e pai de duas crianças, disse:

É chocante que uma escola seja punida por ser demasiado Britânica. Isto não faz qualquer sentido. Nós haveríamos de receber bem as pessoas de outras culturas, mas por aqui não existem minorias étnicas.

O Reverendo Charles Patrick, que era o líder dos governadores por altura do relatório, disse:

Esta é uma zona rural, tal como 80% do país, e não temos muitos residentes não-Brancos. É provável que as coisas fossem diferentes se por acaso estivéssemos no centro de Londres, em Manchester ou algo assim.

A Ofsted negou que a escola tenha recebido um downgraded exclusivamente por um motivo só:

O relatório ressalva um pequeno número de áreas onde a escola deve tentar melhorar; não lhe foi negada a qualificação de "Proeminente" apenas e só devido ao desenvolvimento cultural dos alunos. Todas as escolas têm que ensinar aos seus alunos os valores Britânicos fundamentais, incluindo o respeito mútuo e a tolerância para com aqueles de outras confissões religiosas e crenças. Deste forma, os alunos estarão preparados para o futuro, para onde quer que eles vão.

* * * * * * *

O motivo que leva a que os líderes Ocidentais tentem "diversificar" as áreas de maioria Branca prende-se com o seu propósito de tornar essas mesmas zonas numa amálgama de etnias, confusa e desordenada, facilmente controlada pela elite. Esse plano de "diversificação" forçada, e genocídio étnico, pode ser lido neste texto.





domingo, 19 de outubro de 2014

Escócia: Lésbicas e mães solteiras decidem acabar com o "Dia do Pai"

Milhares de alunos de escolas primárias foram impedidos de fazer cartões do Dia do Pai com medo de embaraçar os colegas que vivem com mães solteiras ou com lésbicas. A política politicamente correcta foi sorrateiramente adoptada pelas escolas "no interesse da sensibilidade" devido ao aumento de lares monoparentais e "lares" homoeróticos, e ela só foi gerada depois dum largo número de pais não ter recebido os tradicionais cartões e os presentes manufacturados.

Os activistas pelos direitos das famílias condenaram a política, qualificando-a de "absurda", e alegaram que isto está a marginalizar os pais. No entanto, as autoridades locais afirmaram que os professores precisavam de reagir à "mudança no padrão da vida familiar". Um relatório do Office for National Statistics de Abril do ano passado apurou que uma e cada 4 crianças Britânicas vive em lares monoparentais - o dobro do que acontecia há 20 anos atrás.

A proibição do cartão do Dia do Pai foi colocada em práctica nas escolas de Glasgow, Edinburgo, Renfrewshire Oriental, Dumfries, Galloway e Clackmannshire. Tina Woolnough, de 45 anos e que cujo filho Felix frequenta a escola primária "Edinburgh Blackhall", disse que este ano vários professores não permitiram que as crianças fizessem um cartão para o Dia do Pai. A senhora Woolnough, que faz parte do conselho escolar pai-professor afirmou:

Isto é algo que eu sei que, na escola do meu filho Felix, eles lidam isto conforme as turmas. Algumas turmas enviam cartões do Dia do Pai e outras não enviam. Os professores estão cientes das circunstâncias familiares de cada criança, e se ela não tem um pai a viver em casa, os professores evitam fazer com que as crianças façam um cartão.

A confecção do cartão para o Dia das Mães, bem como as artes relativas, continuam a ser de modo geral permitidas. Mas a decisão em torno do Dia do Pai segue-se a uma série de decisões politicamente correctas introduzidas nas escolas primárias, tais como a remoção de referências Cristãs dos cartões festivos.

Matt O'Connor, fundador do grupo Fathers For Justice, afirmou:

Estou perplexo com isto. Esta medida destrói por completo o papel e a importância dos pais, quer eles estejam ou não com as mães. Para além disso, isto envia a mensagem de que os pais não são importantes. 

Alastair Noble, oficial de educação junto da entidade de caridade Christian Action, Research and Education, disse:

Isto parece ser uma reacção extrema e de certa forma absurda. Eu seria de opinião de que a família tradicional ainda é a maioria do estilo de vida das pessoas na Escócia. Negar a experiência da maioria não perece muito sensível.

As autoridades locais defendem esta alteração, afirmando que os professores têm que agir duma forma "sensível" numa altura em que tantas crianças estão a passar por um colapso familiar e por divórcios.  Um porta-voz do East Renfrewshire Council disse:

De modo crescente, dá-se o caso de existirem crianças que não têm pais ou não têm pais a viver com elas e os professores a terem que ser sensíveis  isto. Os professores sempre tiveram que lidar com alguns alunos sem pais ou sem mães, mas o colapso familiar está em crescimento.

Jim Goodall, líder educacional do Clackmannanshire Council, disse que se espera que os professores se comportem usando o senso comum mas que fiquem sensíveis "ao padrão de vida familiar em mudança."

O South Ayrshire Council afirmou que as crianças não se podem sentir deixadas de fora ou indesejadas, ao mesmo tempo que o City of Edinburgh Council disse que esta práctica (relativa ao Dia do Pai) era um assunto para cada escola lidar de forma melhor quisesse.


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Mais uma consequência da "política de identidade", onde os sentimentos pessoais (neste caso, das lésbicas e das mães solteiras) tomam o lugar principal na esfera política, e onde o politicamente correcto (que, como se sabe, é uma ideologia destrutiva e perigosa) recebe um poder que nunca deveria ser seu. As crianças, como sempre, são vítimas dum jogo de poder que tem como propósito principal destruir os protectores laços familiares.

A Escócia, ao lidar com a destruição da família desta forma, está a revelar que não tem planos para proteger a família natural, mas sim fazer acomodamentos ridículos que em nada ajudam as crianças (embora possam dar algum "conforto" artificial a uma minoria de lésbicas e mães solteiras).

Quem quer o bem das crianças, por outro lado, fortalece o laço pai-filho ou pai-filha. Quem não quer o bem das crianças, faz exactamente o contrário.


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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Feministas censuram filme que visa proteger as crianças

Por Lauren Pringle

A censura não é comum na Argentina, no entanto um filme tornou-se alvo de censura prévia. O documentário Borrando a Papá (Apagando o Pai) iria estrear no dia 28 de Agosto, mas foi subitamente cancelado devido às críticas duma organização não governamental que criticou o lançamento do mesmo.

Dirigido por Ginger Gentile e Sandra Fernández Ferreira, e produzido pela San Telmo Productions (donos do blogue Filming in Argentina), Apagando o Pai fala do apuro dos pais que são "apagados" das vidas dos filhos depois dos divórcios, ou separados dos mesmos pelo tribunal familiar, que tem  tendência de julgar contra os pais e em favor das mães.

A que é que se deve a controvérsia em torno do divórcio? Segundo Ginger Gentile, o filme denuncia "os milhares de advogados e psicólogos que subsistem prologando os casos apresentados aos tribunais familiares",  bem como as organizações que recebem subsídios ao exagerarem as estatísticas em torno da violência doméstica. Os produtores do filme alegam que os recursos não estão a ser usados para protegr as verdadeiras vítimas da violência doméstica, mas sim para separar os pais cujos crimes têm sido falar Russo com o filho ou facto da mãe temer que "ele faça alguma coisa", como demonstram dois casos citados no documentário.

"Problemas técnicos" foram citados como a causa do cancelamento da estréia do documentário mas algumas semanas antes desta data, uma ONG havia dado início  a uma petição no site Change.org pedindo que o filme fosse censurado. Esta mesma ONG, bem como outras, fizeram pressão junto do conselho cinematográfico Argentino   (INCAA) - que financiou o filme -  para que este não desse permissão à exibição do filme.

Muitas das pessoas que exigiram a censura do filme foram entrevistas para o mesmo, e elas admitem que irão fazer todos os possíveis para impedir que os pais vejam os seus filhos. Essas pessoas querem também que a presunção de inocência seja revertida nestes casos. Nas palavras duma psicóloga:

Se eu digo que o pai é culpado, ele é culpado até ele provar o contrário.... Temos que alterar a constituição para que em casos como este o ónus da prova esteja do lado do pai.

Depois da estreia do filme ter sido cancelada, os produtores do filme organizaram as coisas de modo a que houvesse uma exibição pública do mesmo no dia 2 de Setembro, no Colegio Público de Abogados mas o mesmo foi cancelado poucos dias antes da exibição. Foram citadas "dificuldades técnicas" mas foram obtidos emails que mostravam que duas funcionárias governamentais, incluindo uma congressista, tinha pedido pessoalmente que o filme fosse proibido, citando como justificação o "foco errado". A congressista, Gladys Gonzalez, já debateu com Gentile na rádio, defendendo a sua posição e já recebeu uma avalanche de críticas no Twitter e no Facebook devido ao seu ponto de vista.

O caso chegou à imprensa, e várias agências noticiosas emitiram o seu comentário em relação ao tópico. Falando da oposição ao filme, o jornal Perfil afirma:

Elas dizem que não querem censurar o filme, mas só impedir a sua exibição. Isto é o mesmo que dizer que não querem que uma pessoa morra, mas só que deixe de respirar.

Ámbito Financiero comparou esta situação com "um acto de censura prévia". Ainda falando do assunto, a CineFreaks disse:

Nenhuma projecção cinematográfica deve ser censurada a pedido daqueles que ainda não o viram. Isto ajudou a que o debate fosse aberto em torno dum assunto há muito esquecido: os pais. 

Esta censura apenas causou a que o filme ganhasse mais popularidade e mais apoio um pouco por todas as redes sociais - tanto localmente como internacionalmente -ganhando mais de 17,000 Likes no Facebook, mais de 60,000 visualizações do trailer, 30 a 40 pais em sofrimento a entrar em contacto connosco diariamente, tal como mencionou o co-director Fernández Ferreira  numa entrevista para o jornal La Nación, que também falou na "enorme controvérsia". Na Argentina, este nível de cobertura mediática e seguimento através das redes sociais é algo novo em torno dum pequeno documentário.

Os produtores e os protagonistas do filme (pais e peritos) têm estado nas notícias televisivas e falar não só da censura mas também do negócio por trás dos casos de divórcio. Advogados, juízes e políticos têm também estado em contacto com os produtores do filme e com os peritos de modo a que se possa ver como é que o actual sistema pode ser mudado, visto que a reacção ao filme mostrou que existe uma massa crítica de famílias afectadas.

O apoio ao filme Apagando o Pai é muito maior que o número de pessoas que são contra ele, visto que a censura é altamente impopular na Argentina (durante a ditadura de 1973 a 1983, filmes e livros foram banidos do país). Para além disso, muitos pais começaram a falar mais sobre um problema que até há pouco tempo era tabu: que eles não conseguem ver os filhos depois dos divórcios porque os tribunais não obrigam que as mães permitam as visitas, ou porque eles foram vítimas de falsas acusações. Nos tribunais familiares as acusações não são investigadas porque não chegam a julgamento; em vez disso, a lei declara que uma acusação por parte da mãe tem que resultar na remoção do pai da casa por um período de 90 dias, que pode ser renovado de um modo indefinido.

Embora o filme se foque na Argentina, o mesmo demonstra que este tópico é mundial. Recentemente, a estrela de cinema de Hollywood Jason Patric levantou o tópico da alienação paternal, educando o público e fundando um ONG como forma de ajudar as famílias que se encontram em situações deste tipo: “Stand Up for Gus”.

O Artigo 14 da Constituição Argentina declara que todos os habitantes nacionais têm "o direito de publicar as suas ideias sem qualquer tipo de censura". Gentile disse:

É estranho, para mim, como produtora de filmes, ver comentários ao meu filme feito por pessoas que ainda não o viram.

Embora Borrando a papá, Apagando o Pai, ainda esteja inédito, os seus directores continuam a negociar com outras entidades tendo em vista a sua eventual exibição em cinemas, e afirmam que muitas organizações apresentaram-se dispostas a disponibilizar outras formas de visualização do mesmo. Quando o filme for exibido publicamente pela primeira vez, certamente que causará uma repercussão nos tribunais familiares ao alegar que as crianças têm o direito de amar ambos os pais.

(...)

* * * * * * *

A "revolução social" levada a cabo contra a familia natural tem raizes ideológicas, mas é mantida pelos interesses financeiros. As consequências desta revolução social são cada vez mais claras. No seu excelente ensaio ‘Divorce as Revolution’, Steven Baskerville descreve as implicações políticas e económicas mais abrangentes desta situação:

Mais do que qualquer outro factor individual, virtualmente todas as patologias pessoais e sociais podem ser rastreadas até a ausência dum pai ["fatherlessness"]: crime violento, consumo de substâncias, filhos fora do casamento, evasão escolar, suicídio e muito mais. A orfandade paterna supera em muito a pobreza e a etnia como o predictor de desvio social.

A consequência de 3 décadas de divórcio incontrolável é a existência dum grande número de pessoas - muitas delas oficiais do governo - com interesse profissional e financeiro em encorajá-lo. Hoje em dia o divórcio não é um fenómeno, mas um regime - um enorme império burocrático que permeia os governos nacionais e locais, com parasitas no sector privado.

Qualquer que seja a devoção que eles possam vocalizar em torno do sofrimento dos órfãos de pai, dos pobres e das crianças violentas, o facto é que estes practicantes têm um forte interesse em criar o maior número possível destas crianças. A forma de fazer isto é retirar o pai de casa. . . Enquanto o pai estiver com a família, os profissionais do divórcio não ganham nada. Mal o pai é eliminado, o Estado ocupa o seu lugar como o protector e o provedor.

Ao remover o pai, o Estado cria outros problemas que ele mesmo tem que resolver: pobreza infantil, abuso sexual de crianças, crime juvenil, e outros problemas associados a crianças que crescem sem um pai. Desta forma, a maquinaria do divórcio é auto-perpetuadora e auto-expansora. 

O divórcio involuntário é uma ferramenta maravilhosa que permite uma expansão infinita do poder governamental.


A crescente histeria em torno da "violência doméstica" parece ser largamente fomentada para atingir os mesmos propósitos. ‘Toda esta indústria da violência doméstica centra-se em retirar as crianças dos pais,’ escreve o colunista do Irish Times John Waters. ‘Depois de terem tirado os pais, eles vão tirar as mães.

Donna Laframboise do "National Post" do Canadá investiou os abrigos das mulheres vítimas de algum tipo de violência e concluiu que eles mais não são que ‘lojas de divórcio de uma só paragem’, cujo propósito não era proteger as mulheres mas promover o divórcio.

Estes abrigos, muitas vezes financiados pelo governo federal, emitem depoimentos contra os pais (sem chegar a vê-los) que são aceites pelos juízes como justificação para retirar os filhos; muitas vezes isto é feito sem evidências que confirmem as alegações.

Os pais são adicionalmente criminalizados através do fardo da pensão alimentícia, que são o combustível financeiro da maquinaria do divórcio, subscrevendo o divórcio unilateral e oferecendo a todos os envolvidos maiores incentivos para retirar as crianças da presença dos pais.

No Verão passado a revista Liberty publicou evidências documentais de que os "pais caloteiros" [inglês: ‘deadbeat dads’são, em larga medida, uma criação dos funcionários públicos e agentes da lei tendo em vista o aumento de criminosos para processar.

Conclusão:

Unindo todos estes elementos num só, o que começou como uma ramificação do radicalismo da era Comunista, cresceu, e passada que está uma geração, ela é hoje uma indústria internacional multi-bilionária e misândrica, um monstro que existe apenas e só para destruir a família. É contra isto que lutamos.

(Para ver no Youtube com legendas)




sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Franceses resistem ao Marxismo Cultural

Por Mark Richardson

O estado Francês está a atacar a família tradicional, mas existe uma resistência contínua por parte de milhares de homens e mulheres Franceses. O ataque não tem sido particularmente subtil, tal como reportei aqui, citando um debate no Senado Francês onde o Ministro pela Família admitiu que ele estava a tentar levar a cabo uma "revolução silenciosa." Um senador declarou então que o fim em vista era "levar a que a família fosse removida da fantasia uma esposa, um marido e um filho", e lidar com o problema da "família hetero-patriarcal-branca idealizada". Outro senador deu a sua opinião desta forma:
A criança precisa dum pai e duma mãe? Pura ideologia. Tal como o conceito da família tradicional, o padrão "pai-mãe-filho" é um modelo danificado.
A foto de baixo foi retirada duma demonstração que decorreu em Paris no Domingo contra a política familiar do Governo Francês. Os organizadores estimam que cerca 500,000 pessoas participaram, embora a polícia dê um numero bem menor mas mesmo assim significante de 80,000 pessoas.


Esta é uma foto emblemática e fantástica: a bandeira da família tradicional está a ser levantada de forma bem visível, ao lado das cores da França. Ela representa a determinação de manter a cultura da vida familiar onde os papéis tanto do pai e da mãe são considerados vitais - e não dispensáveis.

A manifestação foi também contra a imposição da teoria de género nas escolas Francesas. O estandarte que se segue diz "Não à Teoria de Género".


O que é a Teoria de Género? Marguerite Peeters explica:
Segundo os engenheiros sociais que têm vindo a fabricar a Teoria de Género desde os anos 50, a identidade feminina e a identidade masculina, a estrutura ontológica da mulher como esposa, mãe e educadora, a complementaridade antropológica entre o homem e a mulher, a paternidade, a heterossexualidade  ("Heteronormatividade", dominante em todas as culturas), o casamento e a família tradicional não existiriam por si mesmos, não seriam bons neles mesmos, mas  seriam sim construções sociais: fenómenos sociológicos, funções sociológicas construídas através do tempo, estereótipos a serem desconstruídos através da educação e através da cultura visto que são discriminatórios e contrários à igualdade.
O Governo Francês já começou a implementar a política ("O ABCD da Igualdade") como forma de avançar com o processo de desconstruir o género. Isto deu origem a um protesto efectivo onde os pais retiraram os seus filhos das escolas um dia por mês. Em algumas escolas, cerca de 1/3 dos estudantes foi retirado.
Milhares de pais Franceses mantiveram os seus filhos em casa na Segunda-Feira depois de avisos de que as escolas estavam a dar inicio a aulas de "teoria de género" que iriam ensinar os alunos de que eles poderiam escolher a sua identidade sexual. O governo foi forçado a negar o que ele havia chamado de rumores "totalmente falsos" de que as crianças seriam ensinadas de que a sexualidade nada mais era do que "construção social", depois dum boicote nacional às aulas.
É difícil aceitar que as alegações são falsas quando o ABDC da Igualdade é explicado desta forma:
O programa disponibiliza conselhos detalhados online aos professores em torno da forma como eles podem colocar em causa a visão que as pequenas crianças têm do que é tipicamente visto como algo "para meninas" ou "para rapazes". Ao encenarem contos de fadas, por exemplo, os rapazes devem ser encorajados a desempenhar o papel do Capuchinho Vermelho e as raparigas o papel do lobo.

O programa também apela os professores que encorajem uma reflexão em torno dos assuntos de género em outras áreas tais como a educação física, as artes e a história. O governo sugere que eles podem examinar o quadro de Renoir com o nome "Madame Charpentier et ses enfants", e ressalvar que a pobre Mrs. Charpentier é forçada pelas convenções sociais a usar o espartilho sufocante, e que era comum os pequenos rapazes, tal como as pequenas raparigas, usar vestidos. Nas aulas de História, o ABCD da Igualdade sugere aos professores que ressalvem que Louis XIV usava saltos altos e fitas.
E temos ainda coisas como estas:
Em Junho passado gerou-se um clima de raiva quando o sindicato dos professores primários sugeriu que os alunos lessem um livro chamado "O papá usa um vestido", onde se conta a história dum pugilista que se torna num dançarino de ballet.
E uma reportagem por parte da IGAS (General Inspectorate of Social Affairs) recomenda
"..que se substitua os termos "rapazes" e "raparigas" pelos termos neutros "amigos" ou "crianças", que conte histórias onde as crianças têm dois pais ou duas mãe, etc." Segundo o relatório, o propósito é o de "prevenir a diferenciação sexual e a interiorização por parte das crianças da sua identidade sexual.".
Esta é uma agenda que tem que ser resistida e milhares de Franceses estão a fazer exactamente isso.

* * * * * * *
Este tipo de notícia confirma mais uma vez o que já havia sido dito no passado: a estratégia primária da esquerda ocidental é o Marxismo Cultural.

A França encontra-se mergulhada numa profunda crise económica, e o governo Socialista actualmente no poder parece ter piorado as coisas. Levando isto em conta, seria mais sensato por parte Hollande e do Partido Socialista Francês desenvolver medidas que promovem o desenvolvimento económico; em vez disso o governo esquerdista Francês opta promover e financiar doutrinas e ideologias que visam colocar em causa a identidade sexual  das crianças.

Se alguém ainda tem dúvidas de que a promoção do homossexualismo e do feminismo é feita por motivos meramente políticos, as acções dos Socialistas Franceses são bem reveladoras. E essa "promoção" é feita com um propósito bem claro:

"Abolição da família! Até os mais radicais ficam indignados com está proposta dos comunistas. Quais são as bases da família actual, a família burguesa? O capital, o ganho individual. Em sua plenitude a família só existe para a burguesia, mas encontra seu complemento na supressão forçada da família entre os proletários e a prostituição publica. A família burguesa desvanece-se totalmente com o desvanecer de seus complementos, e uma e outra com o desvanecer do capital"
(Karl Marx escreveu na sua obra Manifesto Comunista em 1848)
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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Como o feminismo prejudica as crianças.


Dentro da nossa casa, existem duas palavras começadas com letra "f" que nunca são ditas durante um discurso educado. Das duas, eu tenho maior desdém pela palavra "feminismo". Actualmente, as feministas são como o saltador de obstáculos Olímpico que acaba a corrida em primeiro mas mesmo assim queixa-se da configuração do percurso, dos juízes e dos outros participantes. 

Se ainda não está claro, deixem-me dizer isto às feministas: Vocês venceram. Hoje em dia as mulheres são mais do que os homens nas universidades um pouco por todo o Canadá. Junto daqueles com idades compreendidas entre 25 e 34, e com um curso superior, 59% consegue usar salto alto sem problemas alguns. E 11 instituições por todo o pais podem-se gabar agora de que dois terços dos seus estudantes são mulheres.

O proverbial "tecto de vidro" caiu por completo uma vez que a população feminina tem hoje acesso a qualquer rota profissional, qualquer posição, ou qualquer intervalo salarial. De facto, as mulheres forçaram as coisas de tal modo que hoje em dia as mulheres podem jogar golfe na PGA (embora os homens não possam fazer o mesmo na   LPGA) e mulheres como Lyla Miklos de Hamilton, Ontário, podem até cortar o cabelo no barbearia tradicional.

Depois de conquistarem o mundo académico e o mundo profissional, a população feminina voltou a sua atenção para o hino nacional. Aparentemente, a canção que eu cresci a ouvir orgulhosamente - a música que inevitavelmente agita dentro de nós poderosos sentimentos de nacionalismo, honra e orgulho - está, na verdade, a oprimir-me e a impedir que eu avance na vida.Quem diria?

Mas graças a pessoas como a Margaret Atwood e Kim Campbell (a antiga Primeira Ministra), um grupo de feministas tem esperanças de alterar a ferozmente opressiva letra que se encontra presente no hino "O Canada." Oy vey!

A verdade nua e crua sobre o feminismo é que, embora possa ter sido vendido como algo de bom, esse movimento fracassou junto das mulheres. E fracassou de um modo espectacular. E fracassou junto das crianças também.

As mulheres foram levadas a acreditar de que poderiam perseguir os seus objectivos e os seus sonhos sem levar em consideração aqueles à sua volta. Como resultado. nós  mulheres geramos filhos e filhas mas eles são imediatamente colocados nas creches ou sob os cuidados duma ama-seca ["babá"] de modo a que nós possamos regressar para os nossos empregos e sentirmos algum tipo de realização com isso.

Aparentemente, ser uma mãe e cuidar do próprio filho já não é algo de nobre ou digno de nota. Chefiar um departamento de Recursos Humanos ou vender sistemas de bebidas quentes de copo-único é mais importante do que criar um bom filho. Devido a isso, os recém-nascidos e os mais pequenos são empurrados para instituições onde são amontoadas em salas com crianças que mordem e arranham e batem e gritam. Em vez de passarem os seus anos formativos com uma mãe amorosa e presente, eles são relegados para creches onde a rotatividade das funcionárias é maior do que a mudança das fraldas.

Consequentemente, o teu filho é apresentado à "Susana" - uma desconhecida - mas eventualmente a criança começa a conhecer bem a Susana, porque lhe vê todos os dias, o dia todo. Rapidamente, o teu filho começa a chamar de "mãe" à Susana (algo que nunca é mencionado porque não queremos que as mães que trabalham se sintam culpadas).

A tua criança estabelece uma conexão com a Susana, mas eventualmente a Susana despede-se e vai para outra creche, ou resolve voltar a estudar de modo a aumentar o sempre-crescente rácio homem-mulheres nos centros de ensino. Como consequência, a tua criança tem que passar a conhecer outra desconhecida (com quem eventualmente também irá estabelecer uma ligação e uma conexão).

Uma vez que tu só passas uma ou duas horas da noite com a tua criança, não há muito tempo para ser "tida". De facto, uma vez que deixaste instruções específicas para que não deixassem o teu filho dormir na creche, tu chegas a casa por volta das 18 ou 19, e encontras uma criança totalmente exausta que tu rapidamente podes colocar a dormir. Isto permite que tu tenhas a noite para ti

própria. Mais um momento adulto, depois de um dia inteiro recheado de momentos adultos.

Não importa que estudo atrás de estudo demonstrem que as crianças educadas nas creches têm níveis superiores de cortisol -- hormona que é libertado no corpo em resposta ao stress. Não interessa que este aumento dos níveis de cortisol possam causar uma miríade de problemas de saúde, incluindo a ansiedade, a depressão, problemas digestivos, problemas do coração , problemas de sono, aumento do peso, e uma diminuição da memória e da concentração. Afinal, as necessidades da mãe estão em primeiro lugar.

O facto do instinto da pequena criança ser o de querer permanecer junto da mãe e completamente colocado de lado como forma da mãe se sentir realizada ao obter um ordenado regular. 

Não parece ser importante o facto da pessoa comum poder trabalhar durante 40 anos e como tal, abdicar de 5 anos no grande esquema das coisas não parece ser assim tão importante (embora seja muito importante para a criança).

A conhecida autora de livros infantis Mem Fox tem sido uma oponente vocal ao sistema de creches. Ela acredita que um dia olharemos para os creches como nada mais que  armazéns para crianças." É pura e simplesmente horrível," insiste Fox. 

A dada altura tens te perguntar a ti mesma: "Se eu tenho que trabalhar assim tanto, e se nunca vou ver o meu filho, e se eles terão um stress enorme nas creches, será que vale a pena?"

Ela compara o fenómeno das 40-60 horas de creche como uma forma de abuso de menores. Se calhar aquelas notáveis feministas deveriam mudar o seu foco dos hinos e concentrarem-se no verdadeiro problema das crianças institucionalizadas. Afinal, algumas dessas crianças são raparigas.

* * * * * * *

Uma das formas através da qual nós podemos vêr que o feminismo desconhece a natureza da mulher é precisamente na questão que envolve a escolha feminina de querer ser dona de casa em detrimento duma carreira profissional.

Se a mulher era oprimida por escolher ficar em casa, porque é que um significativo número de mulheres actuais anseia poder ter liberdade económica para ficar em casa a cuidar dos filhos?


Eu simplesmente não quero voltar a trabalhar e deixar a educação da minha linda bebé nas mãos de outra pessoa. Quando os meus outros filhos eram pequenos, eu fiquei em casa e fui fazendo trabalhos que não perturbavam o meu tempo com eles. 

Adorei todos os momentos que passei com eles. Depois da minha filha mais nova ter iniciado a escola, voltei a estudar e no ano de 2007 graduei-me. 
Depois de ter encontrado um emprego a tempo inteiro engravidei outra vez. Pensei sobre isso e determinei-me a regressar a trabalhar. Se as outras mães conseguem, certamente que eu também conseguiria. 
Mas à medida que a minha gravidez se aproxima do fim, cheguei à conclusão que não quero abandonar o bebé
Quero ser aquela que vê o seu primeiro passo, ouve a primeira palavra e a ensina a ter bons modos. Eles crescem tão depressa que o tempo vai-se num abrir e fechar de olhos. Não poderia suportar o pensamento dela estar a chorar no infantário e ninguém lhe prestar atenção por haver outras crianças a necessitar de apoio.
Quem me dera poder ignorar todas estes pensamentos mas não consigo. Adoro ser uma mãe que fica em casa [a cuidar dos filhos].  Porque é que me sinto culpada por querer ficar em casa a cuidar dos meus filhos? Há por aí outras mães que também se sentem assim?.
Resumindo, as mulheres foram enganadas pelo feminismo.

Para além delas mesmas estarem cada vez mais infelizes, os seus filhos estão cada vez mais institucionalizados e controlados pelo Estado (tal como era o plano), e eles vão crescendo como uma massa humana - sem aderência à moral, a Deus ou à pátria - pronta a ser usada para aumentar o poder do mesmo governo que faz os possíveis para o manter longe da mãe e do pai.

É um plano perfeito, mas só funciona enquanto a sociedade permitir.



sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Os brinquedos sexistas e o ataque às qualidades femininas


Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem da escuridade luz, e da luz escuridade; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!
Isaías 5:20

Por  Mark Richardson

No ano de 2009 a Toys R Us envolveu-se em alguma polémica na Suécia depois de ter sido acusada de "sexismo" por produzir brochuras mostrando raparigas a brincar com brinquedos para meninas, e rapazes a brincar com brinquedos tradicionalmente para rapazes. Eis agora, passados que estão alguns anos, e a Toys R Us declarou não voltará a comercializar os brinquedos segundo o género no Reino Unido.
Toys R Us concordou hoje com as exigências dos grupos que lutam contra o sexismo ao se comprometer a deixar de identificar o público-alvo dos seus produtos. A empresa declarou que desta forma, eles seriam mais "inclusivos" na comercialização dos brinquedos para raparigas e para rapazes, e disse ainda que desenvolveria planos para remover das suas lojas "referências explícitas" ao género. 
Este gesto acontece depois da empresa ter sofrido pressão por parte do grupo "Let Toys be Toys". Uma porta-voz do grupo disponibilizou a justificação clássica liberal para as exigências do seu grupo:
Megan Perryman, activista do grupo Let Toys Be Toys, afirmou: "Mesmo no ano de 2013, os rapazes e as raparigas ainda crescem a ouvir que certos brinquedos são para eles e outros não são para eles. Não só isto é confuso, como extremamente limitador uma vez que molda de forma bem vincada as suas ideias em torno do que eles se podem tornar."
Esta é a teoria da autonomia liberal (TAL), a ideia de que nós temos que ser indivíduos auto-determinantes e, como consequência, qualidades pré-determinadas tais como o "sexo" são limitadoras e como tal, não deveriam ser levadas em consideração.

Esta é a diferença chave da forma de observar liberal e a forma de observar dos tradicionalistas. O tradicionalista nunca descreveria as distinções sexuais como "limitadoras"; para nós, ser homem ou ser mulher é parte central da nossa identidade - uma que nos liga a um bem maior ou ao princípio de vida da masculinidade ou da feminilidade que nós buscamos formas de realizar com as nossas vidas.

Para além disso, a posição liberal não é assim tão dialogante como Megan Perryman sugere. O seu grupo, "Let Toys be Toys", faz parte dum movimento internacional, "The Brave Girls Movement", que encoraja as raparigas a cultivar as seguintes qualidades:
independência, ambição, vontade de enveredar por aventuras, coragem, vontade de correr riscos de forma saudável, força, intelecto, resolução de conflitos, auto-conhecimento, criatividade, atleticismo, liderança, capacidade de pensamento crítico, generosidade, camaradagem e amabilidade.
É uma lista que, com um ou outra excepção, foca-se em levar as raparigas adoptar qualidades tradicionalmente masculinas. É como se o grupo estivesse a sugerir que existe algo de errado ou inferior com as raparigas que adoptam comportamento tradicionalmente feminino.

Porque é que este grupo tem ese foco mas qualidades masculinas? Uma forma de ver a resposta e levar em conta que as feministas assumiram que os homens instalaram o patriarcado de modo a que eles pudessem obter privilégio não-merecido sobre as mulheres. Devido isto, diz a teoria. o padrão de ouro da vida tem sido desfrutado pelos homens; como tal, as mulheres têm que buscar o que os homens têm e o que os homens fazem.

A outra forma de olhar para esta questão é vendo que os liberais não são tão neutrais em torno dos objectivos de vida como eles alegam. O liberalismo evoluiu para tratar as carreiras profissionais como o grande objectivo de vida, e como tal, acredita-se que as mulheres têm que ser orientadas de modo a que elas entrem em competição com os homens nos locais de trabalho. É por isso que há um foco na ambição, na capacidade de correr riscos, na liderança e aí por adiante.

De qualquer das formas, nós tradicionalistas vamos continuar a celebrar as diferenças entre o homem e a mulher, pode ser que um dia desses essa promoção das distinções sexuais seja um argumento forte para levar a promover as comunidades tradicionalistas.


* * * * * * *
Sem surpresa alguma, a nova ética moral e sexual da esquerda militante produz o tipo de mulher esperado:


O acto de separar a mulher da sua natural e desejável natureza feminina causa a que ela se torne numa paródia de si mesma.



domingo, 28 de abril de 2013

Mãe canadiana cria pornografia infantil com as suas filhas


Reparem na forma como o texto tenta de alguma forma justificar o comportamento da mulher como consequência de más experiências do seu passado. É absolutamente seguro afirmar que se fosse um pai a fazer uma coisa destas, o mesmo não se verificaria (nem tinha nada que se verificar).


Por Maria Calabrese

Os advogados responsabilizam a baixa auto-estima e o bullying de que ela foi alvo durante a sua infância como causas para o facto desta mãe procurar atenção masculina na internet partilhando fotos das suas jovens filhas. Jean-Gilles Lebel, do Tribunal de Justiça, afirmou.

Qualifico este tipo de conduta de depravada e doentia. Não consigo conceber uma mãe a fazer uma coisa destas.

De modo relutante o juiz aceitou a recomendação da Coroa e do advogado da mãe para que ela passasse dois anos menos um dia na cadeia e 3 anos em liberdade condicional.

No Canadá existem poucos casos criminais de mães a criar e partilhar fotos pornográficas das suas crianças, e o juiz questionou a mensagem que a sentença enviaria para a comunidade.O Tribunal ouviu que a combinação entre o tempo em liberdade condicional e o tempo de prisão manteriam a mãe sob supervisão durante um tempo total de 5 anos, comparados aos 3 anos de prisão numa penitenciária federal.

A mãe, chorando compulsivamente, disse o seguinte quando era levada para custódia policial:

Sei que o que fiz está errado e que não há nada que possa alterar isso. Sei que Deus me perdoou por isto e que o aconteceu faz parte do Seu plano para mim.

No ano de 2010, durante o tempo em que ela se encontrava num relacionamento online com um homem de Smiths Falls (sul de Ottawa), ela distribuiu fotos das suas filhas gémeas. Segundo Paul Larsh (advogado da Coroa), ela foi apanhada a fazer o mesmo com um homem de Toronto há um ano atrás quando a unidade de crimes sexuais de "Toronto Police Service" interceptou uma mensagem instantânea que continha uma linguagem altamente "sexualizada" qualificada como pornografia infantil. Para além dela ter aconselhado o homem em torno de formas de como atrair meninas para a sua casa, e ensiná-las de que o sexo entre adultos e crianças é perfeitamente normal, a mulher ofereceu-se para enviar ao homem de Toronto imagens de pornografia infantil que ela havia feito com as suas filhas de 5 anos,

A "North Bay Police Service" prendeu-a e as entidades de protecção infantil apreenderam as meninas. A mãe de 26 anos está proibida de ter qualquer contacto com as filhas a menos que tenha uma ordem judicial.

[ed: Começam agora as tentativas para justificar este crime horrível]

Segundo o advogado, ela sofre de depressão [ed: irrelevante], ansiedade [irrelevante] e baixa auto-estima [mais irrelevante ainda]; para além disso, ela foi vítima de abuso sexual por parte dum membro familiar e sofreu bullying quando era mais nova.

O tribunal ficou a saber que ela tinha 16 anos quando começou a entrar em salas de conversação online como forma de socializar com homens, e que por essa altura começou a fazer vídeos explícitos dela mesma, partilhando-os posteriormente com os homens. Ela gostava da atenção online que recebia dos homens, mas ficou a saber que eles estavam  interessados nas mulheres como forma de terem acesso às crianças.

[Repararam no golpe? Uma notícia que deveria ser uma crítica a UMA mulher (e não a TODAS as mulheres) foi invertida de tal modo que TODOS os homens passaram a ser suspeitos de apenas e só terem interesse online nas mulheres como forma de terem acesso às crianças. Se esses malvados homens com interesse sexual por crianças não existissem, esta mulher nunca faria o que fez. . . . supostamente. Seria interessante saber como é que esta teoria se mantém em relação aos homens com interesse por mulheres sem filhos.]

O tribunal apurou que ela não disponibilizou imagens das suas filhas para o homem de Toronto porque ela acreditava que as meninas estavam a ficar desconfiadas do porquê ela lhes tirar aquele tipo de fotografias. A mulher declarou-se culpada das acusações em Junho e já disponibilizou amostras de ADN. Uma ordem judicial adicionou o seu nome à lista nacional dos prevaricadores sexuais durante um período de 20 anos.

Para além disso, ela ficou sem o seu Blackberry e um cartão de memória usado durante as ofensas. As identidadas das meninas foram protegidas.

* * * * * * *

Ficamos a saber, portanto, que a depressão, a ansiedade e a baixa auto-estima levam um adulto a partilhar pornografia infantil.

(Este tipo de publicação não é feita com o propósito de demonstrar que as mulheres são mais violentas ou moralmente inferiores que os homens, mas sim para mostrar às femidiotas de que tanto o homem como a mulher são igualmente capazes de levar a cabo actos nojentos e maldosos para com as crianças.)



domingo, 17 de fevereiro de 2013

A influência do feminismo no sistema escolar ocidental



Será que a Revolução Sexual, e a ideologia feminista que a fomenta, empurraram os homens para fora das universidades ao debilitar o sucesso escolar dos rapazes, começando logo no jardim infantil (inglês: "kindergarten")? Alguns escritores começam agora a unir os pontos entre 1) as mudanças que ocorreram nas últimas décadas dentro das prácticas educacionais - das avaliações fundamentadas em factos para as avaliações baseadas nas "capacidades emotivas e não cognitivas" - e 2) a queda da performance escolar dos rapazes.

Durante os anos 70, as feministas queixavam-se com frequência de que o sistema escolar favorecia "a forma de pensar masculina." Factos, datas, memorização e habilidades matemáticas eram vistas como "demasiado masculinas" para as raparigas. Nas décadas que se seguiram, as feministas fizeram grandes avanços no mundo ocidental, e como consequência, a educação - particularmente o treino de professores - foi transformada. 

O facto da maioria das pessoas envolvidas na génese das políticas governamentais, e envolvidas no mundo académico, aceitarem isto como um sucesso inqualificável, é surpreendente se levarmos em conta que este mesmo sistema de ensino, novo e mais "justo", resultou no decréscimo do sucesso escolar dos rapazes e, ultimamente, dos homens que eles se irão tornar.

Um projecto levado a cabo durante 5 anos, financiado pelo "Departments of Education and Justice in Northern Ireland", foi publicado recentemente e nele são reveladas "falhas sistemáticas" na forma como os estudantes são avaliados, e como esta avaliação prejudica os rapazes. Os rapazes das zonas pobres de Belfast e de outras cidades encontram-se especialmente vulneráveis à má performance escolar e aos problemas de saúde.

O Dr. Ken Harland e Sam McCready (Universidade de Ulster) afirmaram que o problema tem sido óbvio há "várias décadas", mas que "era extremamente difícil para a equipa de pesquisas encontrar estratégias específicas para lidar com o insucesso dos rapazes." Foi acrescentado ainda que "Embora os professores entrevistados - como parte deste estudo - reconhecessem a predominância de rapazes com sucesso académico inferior, de forma geral eles não interpretaram isto à luz dos estilos de aprendizagem ou das técnicas de ensino."

O "Belfast Telegraph" citou um aluno que disse aos pesquisadores que "Os professores deveriam entender melhor a forma como os rapazes pensam e a forma como eles fazem as coisas. Os professores estão totalmente desconectados

Os problemas do insucesso primário e secundário dos rapazes acompanha-os para o resto da vida. Pesquisas de 2006 rastrearam o declínio da performance académica masculina durante o período em que as ideologias feministas ganharam forças no mundo académico e nos centros de decisão política.

O rácio macho-fêmea das licenciaturas universitárias com a duração de 4 anos era de 1.60 em 1960: esse mesmo rácio passou a estar em igualdade por volta de 1980, e continuou a cair até 2003, onde havia 135 mulheres para cada 100 homens a acabar uma licenciatura com a duração de 4 anos. Outro estudo apurou que metade da actual discrepância sexual no que toca à frequência universitária pode ser conectada às inferiores taxas de graduação dos estudos secudários, particularmente entre os jovens negros.

O trabalho de um pesquisador americano pode disponibilizar algumas pistas do porquê e do como. Christopher Cornwell (Professor na Universidade de Georgia) apurou que um paradigma educacional fortemente influenciado pelo feminismo favorece de forma sistematica as raparigas e prejudica os rapazes desde os primeiros dias de escola.

Examinando os resultados das provas e as notas escolares das crianças, começando no jardim de infância até ao quinto ano, Cornwell verificou que os rapazes de todas as categorias raciais não estavam a ser "proporcionalmente avaliados pelos professores" em tópico algum, "tal como seria de prever pelos resultados dos testes." A resposta encontra-se na forma como os professores, que estatisticamente são na maioria mulheres, avaliam os estudantes sem referência aos resultados objectivos dos testes. Os rapazes são regularmente classificados muito abaixo do seu actual desempenho académico.

Os rapazes estão a ficar para trás de forma significativa nas notas, "embora estejam a ter um desempenho académico essencialmente idêntico ao das mulheres na matemática, e superior a elas nos testes de ciência."

Depois do quinto ano, apurou Cornwell, a avaliação dos alunos torna-se numa questão "que gira em torno da avaliação subjectiva que o professor faz da performance do estudante," e encontra-se ainda mais afastada da orientação dos resultados objectivos dos testes. Os professores, diz Cornwell, têm tendência a avaliar os estudantes segundo as suas não-cognitivas "capacidades socio-emocionais." Isto teve um impacto significativo no sucesso escolar posterior dos rapazes uma vez que, embora os resultados objectivos dos testes sejam importantes, são as notas atribuídas pelos professores que determinam o futuro da criança no que toca a colocação escolar, finalização dos estudos secundários e admissibilidade da faculdade.

Ao se eliminar o factor "capacidades não-cognitivas . . . . elimina-se quase por completo a estimada discrepância nas notas em torno da leitura," afirmou Cornwell. Para além disso, o mesmo pesquisador acrescentou que achava "surpreendente" o facto de, embora os rapazes obterem melhores notas que as raparigas nas provas de ciência e matemática, elas recebam melhores notas de entre aquelas que são atribuídas pelos professores.

Na ciência e no conhecimento geral, tal como nas capacidades matemáticas, os dados mostraram que os rapazes brancos dos jardins infantis e do primeiro ano obtêm notas que são "0.11 e 0.06 mais baixas segundo desvios-padrão, embora os resultados dos seus testes sejam mais elevados.” Esta disparidade continua e cresce até ao quinto ano, com os rapazes brancos e as meninas brancas a serem avaliados de modo semelhante, "mas a disparidade entre a performance dos testes e as avaliações dos professores cresce."

A disparidade entre os sexos no sucesso escolar ultrapassa em muito a disparidade entre os grupos étnicos. Cornwell nota que "a lacuna rapaz-rapariga nas notas de leitura é 300% maior do que a lacuna entre os rapazes brancos e os rapazes negros". Para além disso, no que toca às notas, a lacuna rapaz-rapariga é 40% maior do que a lacuna brancos-negros.

Desde o jardim infantil até ao quinto ano,” apurou Cornwell, "a metade superior da distribuição dos resultados dos testes" dos brancos é populada de forma crescente por rapazes, "ao mesmo tempo que a distribuição das notas não oferece qualquer evidência correspondente de que os rapazes se encontram a ter melhores resultados que as raparigas.

Estas disparidades são "ainda maiores entre as crianças negras e hispânicas" com o "desalinhamento das notas com os resultados dos testes a aumentar gradualmente à medida que os estudantes negros e hispânicos avançam nos estudos." O estudo revela que "as avaliações dos professores não estão alinhados com os dados provenientes dos resultados dos testes, com a maior disparidade sexual a aparecer no momento da avaliação e não nos resultados dos testes". E a "disparidade sexual" favorece sempre as raparigas.

A intelectual americana Christina Hoff Sommers, autora do livro "The War Against Boys: How Misguided Feminism Is Harming Our Young Men", escreveu que "a ideia de que as escolas e a sociedade pisam as raparigas gerou um vasto leque de leis e políticas com o propósito de reduzir a vantagem que os rapazes têm, e  compensar o mal feito às raparigas."

Sommers escreveu no The Atlantic,“Isto são coisas que todas as pessoas assumiram saber. Mas nada disto é verdade.” Ela aponta um incidente numa escola secundária de Nova York, com o nome de Scarsdale High, e durante uma conferência em torno do sucesso estudantil, onde um estudante apresentou evidências das registos da própria escola mostrando que, longe de serem pisadas, as raparigas avançavam mais do que os rapazes. Quando os professores verificaram os dados do aluno, encontraram poucas ou nenhumas diferenças entre sexos em tópicos relativos aos estudos sociais de colocação avançada. Mas nas classes-padrão, as raparigas estavam a obter melhores resultados.

As revelações, afirmou ela, não foram bem recebidas. Scarsdale é uma escola que aceitou por completo a sabedoria recebida de que as raparigas são sistematicamente privadas de sucesso académico, e esta crença levou a que o seu comité que se foca na igualdade desenvolvesse esforços para continuar a pregar esta mensagem.

Porque é que esta crença permaneceu no tempo, encapsulada na lei, codificada nas políticas governamentais e escolares, apesar das sobrepujantes evidências contra ela?” Sommers rastreia os motivos até ao trabalho duma académica feminista com o nome de, Carol Gilligan, uma pioneira dos "estudos de género" na Universidade de Harvard. As especulações de Gilligan deram origem a uma autêntica indústria de escritoras feministas que, com base em poucas ou nenhumas evidências, lamentaram o sofrimento das raparigas "afogando-se ou desaparecendo" no "mar da cultura Ocidental".

Sommers ressalva, no entanto, que “a maior parte dos trabalhos publicados de Gilligan consistem de anedotas baseadas num pequeno número de entrevistas." Para além disso, Sommers classificou o trabalho de Gilligan e das suas seguidoras de "política mascarada de ciência" e chama a atenção para o facto de Gilligan nunca ter oferecido qualquer tipo de dados em suporte das suas teses primárias. Mesmo assim, a ideia de que as raparigas se encontram atrasadas em relação aos homens continua a liderar as discussões em quase todos os níveis das discussões que giram à volta das políticas públicas em torno da educação - e isto não só nos EUA.

O alcance global do feminismo esquerdista americano causou mudanças semelhantes, e resultados semelhantes, em quase todos os países ocidentais.

* * * * * *
Resumindo: quando a avaliação é feita com base em dados objectivos (testes, exames, etc) os rapazes têm notas iguais ou superiores às raparigas (especialmente nas áreas da matemática e da ciência - vulgo STEM = Science , Technology, Engeneering e Mathemarics). No entanto, quando a avaliação depende da subjectividade da professora, e na maior parte dos casos são professoras, as raparigas vêem as suas notas aumentar, e os rapazes vêem as suas a descer de forma sistemática.

Esta atitude misândrica levada a cabo contra os rapazes em idade escolar revela de forma gráfica como o feminismo é uma ideologia que tem em vista a supremacia feminina, e não a mitológica "igualdade".

Portanto, sempre que alguém apontar para a desproporcional presença de mulheres nas universidades como evidência de alguma suposta superioridade intelectual, convém ressalvar que essa presença não se deve a essa mitológica superioridade (até porque a inteligência média entre homens e mulheres é essencialmente a mesma) mas sim ao facto delas estarem a ser propositadamente beneficiadas durante o seu tempo escolar.
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