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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Rumo à ditadura


O Concílio Nórdico recebeu recomendações provenientes dum painel de peritos em favor da proibição de discurso anti-feminista nos países Nórdicos (Suécia, Dinamarca, Islândia, Finlândia, Noruega). O "painel de peritos" era composto por feministas radicais e homens pró-feminismo. 

O relatório foi escrito nas línguas Nórdicas (excepto o Finlandês) e algumas partes em inglês.

No relatório, o discurso anti-feminista e o discurso de ódio de extrema-direita dirigido aos imigrantes é tratado como parte do mesmo movimento. O MRM ("Men's Rights Movement") é qualificado como parte do extremismo da direita. O relatório tem um sumário em inglês (página 35) onde se lê:
1. Ameaças e assédios anti-feministas têm que ser ilegalizadas. ("Recomendamos aos governos Nórdicos que garantam que as ameaças e o assédio com base no género sejam tornadas ilegais. O discurso de ódio online tem que ser processaso, tal como o é o discurso de ódio emitido a partir de domínios públicos.") 
2. Serviços acessíveis como veículos de denúncias a ameaças e assédio têm que ser estabelecidos como "forma de reportar" os incidentes. 
3. Pesquisas anuais sobre o anti-feminismo têm que ser iniciadas. 
4. Pesquisas em torno do anti-feminismo têm que ter prioridade. 
5. Igualdade e anti-descriminação incrementais requerem a mudança para padrões Masculinos.
6. Devem ser implementadas medidas para ajudar os homens e os rapazes marginalizados.
7. O anti-feminismo deve fazer parte da área de actividade dos oficiais da Igualdade.
8. A imprensa deve assumir as suas responsabilidades na luta contra o anti-feminismo. ("Os média devem garantir que têm a competência para lidar com os actores extremistas sem lhes dar legitimidade ou dar legitimidade às suas opiniões. Os editores de comentários online têm a especial responsabilidade de garantir que os seus usuários não se tornam alvos de ameaças e assédio, e que os sentimentos xenófobos e anti-feministas não são apoiados ou legitimados.")
9. A cooperação entre os países e grupos anti-feministas tem que continuar. 
10. Devem ser levadas a cabo conferências Nórdicas anti-feministas interdisciplinares.

* * * * * * *
Basicamente o que isto significa é que se os países Nórdicos adoptarem as "recomendações" dos grupos feministas, a liberdade de expressão nesses países, que já não é nada por aí além, morre de vez.




quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Mulher fica surpreendida por ir para a prisão depois de violar a lei

Uma desculpa chorosa por parte duma professora não convenceram um juiz de Fresno County a deixá-la em liberdade depois dela ter admitido ter tido relações sexuais com um estudante. Megan Denman, de 30 anos, declarou-se culpada de seis acusações criminais depois de se terem passado apenas alguns meses desde o momento da sua prisão. Mas ela não contava ir para a prisão.

Denman veio para o tribunal sabendo que outras professoras na sua situação haviam evitado a prisão ou mesmo penas de prisão. Ela encontrava-se num estado emocional muito elevado durante a audiência, e a pior  parte veio quando soube que não teria a mesma sorte que as suas pares.

Os olhos de Megan Denman encontravam-se já cheios de lágrimas quando o deputado colocou as algemas nos seus pulsos, antes de a levar para uma longa viagem até a prisão de Fresno County - uma viagem que, segundo o advogado, veio como um choque para ela. Um repórter da Action News perguntou ao advogado Roger Nuttall:

Megan estava pronta para ir para a cadeia hoje?

Nuttall respondeu:

Acho que não, principalmente porque ela nem pensava em ir para a cadeia hoje.

Esta crença baseava-se numa sentença dada a antiga professora Nadia Diaz (Washington Union) há menos de dois meses atrás, depois dela ter tido uma relação sexual com um menor de 15 anos.  Diaz foi "condenada" a ficar em liberdade condicional e não recebeu tempo de prisão algum.

No caso de Denman, ela enfrentava 26 anos de prisão por ter tido uma longa relação sexual com um estudante. A antiga professora de ciências sociais tinha 28 anos quando tudo começou, e a vitima 16.

A Promotora Lara Clinton alegou que uma sentença de liberdade condicional provaria a existência dum padrão duplo para as professoras:

Acho que se estivéssemos a falar dum homem de 28 anos a ter relações sexuais com uma estudante de 16 anos que é uma criança e sua estudante, isso seria bastante repulsivo.

Mas a vítima não queria que Denman processada, e os psiquiatras afirmaram que é muito pouco provável que ela volte a repetir o crime. Para além disso, e como dito em cima, ela emitiu um pedido de desculpas muito emotivo ao juiz:

Encontro-me profundamente arrependida pelo desapontamento que causei aos meus colegas, aos estudantes, a mim própria, e ao meu marido. Todos os dias vivo com a culpa e com o ódio que tenho pelo que fiz.


A decisão final do juiz significa que ela levará essa culpa para a prisão.

Ficou agendado que Denman aparecerá de novo no tribunal no diz 30 de ABril. Ela nunca mais poderá trabalhar como professora, mas o juiz ordenou que ela não terá que se registar como agressora sexual

Fonte: http://ow.ly/p9Lr1

* * * * * * *

O motivo que levou esta mulher a não contar cumprir tempo de cadeia prende-se com o facto das mulheres normalmente serem extremamente beneficiadas pelo sistema legal ocidental. (Isso talvez explique o porquê do comportamento de algumas mulheres.)

Claro que igualdade nas sentenças de prisão não é algo que interesse o movimento feminista, e como tal, elas fazem-se notar em casos como este pela sua ausência. Pior ainda, para além das mulheres já serem beneficiadas pela lei, as feministas querem que elas sejam ainda mais beneficiadas pelo facto de serem mulheres. Ou seja, as feministas "lutam pela igualdade", excepto quando não lutam pela igualdade.

O mais curioso do facto das mulheres receberem penas menores pelos mesmos crimes cometidos pelos homens é o facto do sistema legal "opressor e machista" - o mesmo que favorece as mulheres - estar totalmente (ou em grande parte) dominado por . . . . homens. Ou seja, são os homens que dão penas mais pesadas aos homens, e são os homens que dão penas mais leves às mulheres.

Estranha sociedade "opressora" a nossa onde os "opressores" se oprimem mutuamente, e as "oprimidas" são favorecidas pelos "opressores". Entendedores entenderão.





domingo, 6 de outubro de 2013

Feminismo destruindo as forças policiais

Muitos polícias que responderam ao inquérito levado a cabo pelo Herald Sun nomearam a feminização das forças policiais como um dos três maiores problemas que a polícia de Victoria (Austrália) enfrenta. Um dos oficiais disse, "Tragam mais homens para a academia, não mais mulheres".

No ano de 2007, mais mulheres que homens formaram-se nas academias policiais australianas - a primeira vez que os rapazes de azul foram superados pelas recrutas femininas.

A percentagem de mulheres na força policial saltou de 15% para quase 23% nos sete anos que Christine Nixon se tornou na primeira chefe-policial de Victoria. Mas isto ainda se encontra baixo da média anual - 31% - e como tal, a Polícia de Victoria afirmou que tem planos para continuar a encorajar as mulheres recrutas de modo a que se possa atingir esse número.

Mas os polícias da linha da frente não estão felizes com a estratégia. Um deles afirmou:

Há demasiadas mulheres que colocam os homens em risco nas estradas. Eu lesionei-me três vezes nos últimos 12 meses por me envolver em lutas entre bêbados idiotas e por não ter tido qualquer tipo de apoio da minha parceira feminina que era demasiado pequena e estava demasiado assustada para me ajudar.

Outro poli´cia afirmou que estavam a ser feitas demasiadas promoções às mulheres com base no sexo e não com base na habilidade. Um oficial disse:

Temos este ênfase de promover mulheres através de posições não-operacionais e colocá-las em posições de supervisão operacional com o mínimo de experiência operacional.

Muitos polícias lamentam não só o facto de já não haver um requerimento mínimo para a altura física dos potenciais recrutas como também o facto fas forças policiais ter apagado alguns aspectos do treino físico como forma de o tornar mais fácil para as mulheres. "Eles colocaram de parte aspectos importantes como forma de aceitarem pessoas abaixo dos padrões," afirmou um oficial.

Estou cansada de carregar o fardo de pessoas incompetentes. Para além disso, eu peço que tragam de volta a componente física. Como mulher, eu sinto-me envergonhada.

(...)

Fonte

* * * * * * *

A frase-chave da notícia é:

Eu lesionei-me três vezes nos últimos 12 meses por me envolver em lutas entre bêbados idiotas e por não ter tido qualquer tipo de apoio da minha parceira feminina que era demasiado pequena e estava demasiado assustada para me ajudar.

Ou seja, a admissão de mulheres nas forças policiais é feita à custa da segurança dos homens: quanto mais mulheres houver nas forças policiais, mais fragilizada vai ficar a posição dos homens. Será que vale a pena admitir mulheres-recrutas que são fisicamente, emocionalmente e, em termos de coragem, inferiores aos homens em nome duma mitológica e não-existente "igualdade"? Será que o feminismo está acima da segurança dos homens? (Pergunta retórica)

Levando em conta o status quo moral da sociedade ocidental, o mais provável é que esta situação (do excesso de mulheres nas forças policiais) só se torne tema de debate sério quando as mulheres começarem a sofrer danos físicos sérios nas estradas. Enquanto forem maioritariamente/exclusivamente os homens os prejudicados, as elites governamentais não terão necessidade de alterar nada.







quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Os véus académicos em torno da violência doméstica

Existem milhões de pessoas compassivas e amorosas por toda a América a quem lhes foi dada informação errada em torno da violência doméstica. Através dos anos, os média e os círculos académicos forneceram ao público um fluxo constante de informação que indica que as mulheres são as únicas vítimas de violência doméstica, e os homens os únicos perpetradores. Fomos todos enganados; o que a maior parte de nós não sabe é que a decepção foi intencional e veio da comunidade científica.

Por mais difícil que seja de aceitar, isto é algo indisputável. Mais e mais tem sido revelado sobre a simetria de vitimização na violência doméstica entre homens e mulheres.  Um dos avanços importantes na identificação da decepção foi um artigo escrito por de Murray Straus Ph.D. Há já algum tempo que Straus tem sido um aclamado pesquisador da violência familiar e interpessoal. No seu artigo, ele revela as formas como esta informação errada tem sido intencionalmente propagada através das "pesquisas". Ele revela 7 formas através das quais a verdade tem sido distorcida.

O artigo, fascinante e sóbrio, revela a forma como os pesquisadores, sem mentir, foram capazes de distorcer as coisas e dar a impressão de que o que eles revelam é algo que nós não sabíamos. Todos nós sabemos que mal a pesquisa é publicada, os média agarram-se a ela e imprimem os resultados como se fossem um evangelho. Devido a isto, pode-se dizer que os média foram os megafones usados para propagar a informação falsa mal esta foi apresentada nas publicações científicas.

Recomendo a leitura da reportagem de Straus por inteiro, e ela pode ser encontrada aqui.

Analizemos as 7 formas uma a uma.
  • 1. Supressão das evidências
A primeira forma de decepção que Straus descreve é a supressão de evidências. Os pesquisadores fazem perguntas aos homens e às mulheres, mas só reportam as respostas das mulheres. Esta metade-da-história deixa os leitores com a impressão de que só as mulheres são vitimas de violência doméstica embora os pesquisadores tivessem na sua posse as respostas dos homens (mas tivessem escolhido não as reportar). Os dados em torno das vitimas masculinas foram pura e simplesmente enterradas e os dados das vítimas femininas reportadas. Straus discute o relatório com o nome de "O Estatuto da Mulher" (feito em Kentucky no final dos anos 70), que foi o primeiro a usar esta estratégia. Eles recolheram os dados de homens e mulheres mas só as vítimas femininas foram discutidas nas publicações.

O método científico depende de se gerar um hipótese e testá-la. Se por alguém obtém dados que se encontram em oposição à hipótese, isto é tão importante como obter dados que estão de acordo com a hipótese, sendo até úteis para a rever e a modificar. Ignorar os dados que nós próprios recolhemos só porque eles estão em contradição com a hipótese é o pináculo da rejeição dos fundamentos da investigação cientifica.
  • 2. Evitar Obter Dados Inconsistentes Com a Teoria da Dominação Patriarcal
O segundo método descrito por Straus foi o de simplesmente não fazer perguntas que pudessem gerar respostas que não eram as desejadas. As pesquisas perguntavam às mulheres àcerca da sua vitimização, e perguntavam aos homens àcerca do seu papel como perpetradores, mas falhavam ao não perguntarem às mulheres sobre os seus actos violentos, e ao não perguntarem aos homens sobre o seu papel como vítimas. Se por acaso nós fizermos perguntas que só lidam com metade do problema, então de certeza que a nossa conclusão só terá metade das respostas.

Straus ressalva uma palestra que ele deu no Canadá onde ele avaliou 12 estudos em torno da violência doméstica.  Dez dos doze estudos só fizeram perguntas em torno da mulher como vítima e o homem como perpetrador. Se nós não fizermos as perguntas, de certeza que não teremos as respostas. Publicar meias-verdades é enganar de modo deliberado.
  • 3. Citar Apenas Estudos que Demonstram o Homem como Perpetrador
Straus revela um número de situações onde os estudos ou os documentos oficiais só citavam outros estudos que revelavam a mulher como vítima e os homens como perpetradores. Ele usa o Comunicado de Imprensa do Departamento de Justiça como um exemplo dum documento oficial que cita dados da "predominância durante a vida" porque estes revelavam maioritariamente os homens como perpetradores. Eles omitiram a referência aos "dados do ano passado" embora estes fossem muito mais exactos uma vez que revelavam que as mulheres levavam a cabo 40% da violência nas relações.

O artigo de Straus mostra artigos de revistas cientificas e nomeia organizações tais como as Nações Unidas, a "World Health Organization", o "US Department of Justice" e outros que usam esta táctica de modo a passar a imagem de que as mulheres são as vítimas primárias da violência doméstica e os homens os perpetradores primários.

4. Concluir Que os Resultados Estão De Acordo Com As Crenças Feministas Quando Eles Não Estão

Straus mostrou um exemplo dum estudo de Kernsmith (2005) onde o autor alegou que a violência feita pelas mulheres era muito provavelmente em legítima defesa embora os dados que poderiam servir de apoio a esta crença não existissem. Aparentemente ele fez esta alegação sem qualquer tipo de evidência que a pudesse confirmar.

Straus mostrou que a categoria da legítima defesa era primariamente mais sobre a raiva e a coerção e não sobre a legítima defesa, mas isto não impediu o pesquisador de alegar os resultados errôneos que, naturalmente, pudessem ser mais tarde citados como "evidênckia" de que tais dados existiam.
  • 5. Gerar "Evidências" Através da Citação
O efeito “woozle” é descrito por Straus como um que ocorre quando "citações frequentes de publicações prévias ausentes de evidências de apoio levam-nos a pensar que tal evidência existe." Ele lista o estudo de Kernsmaith e o relatório da "World Health Organization" como exemplos. Ambos alegam (sem qualquer tipo de evidência) de que a violência feita pelas mulheres é maioritariamente em legítima defesa. As alegações foram citadas repetidamente e as pessoas eventualmente começaram a acreditar que estas alegações eram verdadeiras.
  • 6. Obstruir a Publicação de Artigos e Obstruir o Financiamento de Pesquisas que Podem Contradizer a Ideia de que a Dominação Masculina é a Causa da Violência Pessoal
Straus menciona dois incidentes que ilustram a sua alegação. Um foi um apelo feito em Dezembro de 2005 pela "National Institute of Justice" para que fossem enviados artigos em torno do tópico da violência entre parceiros onde se dizia que "propostas que se determinem a investigar a vitimização masculina não serão consideradas." Outro foi uma objecção levantada por um crítico das suas [de Straus] propostas devido ao facto dele ter dito que "a violência dentro dos relacionamentos é um problema humano."

Ele declarou também que "o padrão mais frequente é a auto-censura por parte de autores que temem o que a publicação de tais estudos pode fazer à sua reputação, e, no caso de estudantes, o que esse estudo pode fazer à sua habilidade de obter um emprego.
  • 7. Importunar, Ameaçar e Penalizar os Pesquisadores que Produzem Evidências que Contradizem Crenças Feministas.
Straus revela detalhadamente incidentes onde pesquisadores (que descobriram evidências de simetria sexual na violência doméstica) foram importunados ou ameaçados. Ele descreve um certo número de instâncias tais como ameaças de bombas em eventos pessoais, a negação de posição catedrática nas universidades (inglês: "tenure"), negação de promoções e "gritos e bater de pé" durante apresentações orais (como forma de as perturbar). Ele lembra-se de ser chamado de "espancador de mulheres" como forma de o denegrir, e denegrir o resultado do seu trabalho científico.

Straus conclui afirmando que "um clima de medo tem habitado dentro das pesquisas e das publicações dedicadas  ao estudo da simetria sexual na violência pessoal." As suas palavras ajudam-nos a entender os motivos que levam a que o nosso público esteja tão convencido de que as mulheres são as únicas vítimas da violência doméstica e os homens os únicos perpetradores. Isto acontece como o resultado de anos e anos de pesquisas a contar só metade da história, e quando nós só recebemos metade da história e consideramos toda a verdade, é bem provável que nós formemos um muro protector em redor da versão limitada da verdade, e condenemos ao ostracismo aqueles que podem nos disponibilizar explicações diferentes.

O assunto é tornado ainda mais complexo devido ao facto dos média terem agido como megafones de metade da história, que entretanto emergiu como "conhecimento comum", e não nos terem revelado os dois lados da história. Basicamente, isto é má informação. O que isto nos demonstra é que temos que ficar bem alertas em torno das pesquisas sociais. O artigo de Straus ajudou-nos de uma forma imensa aos nos revelar como uma pesquisa pode ser montada de modo a criar a ilusão de estar a dizer a verdade (quando não está).
Embora, tecnicamente, os pesquisadores não estejam a mentir, o resultado final é semelhante uma vez que produz apenas uma imagem parcial da realidade da violência doméstica, deixando as pessoas sem os detalhes com os quais eles podem completar a realidade da situação. É uma boa ideia analisar a forma como cada estudo obtém os dados, a natureza exacta das pessoas usadas como sujeitos, e a conclusão que é feita no final do estudo. Importa também ver se a dita conclusão está de acordo com os dados recolhidos.

Por Tom Golden



quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Feminismo só favorece as mulheres (brancas) da elite


Um maremoto destrutivo que ataca os laços comunais entre os homens, as mulheres e as crianças, tem atingido a zona costeira da nação. Esse maremoto, ou tsunami, tem o nome de feminismo radical, e ele é a variante principal desse movimento no século 21.

Este tipo de feminismo radical é de um tipo enganador. Segundo esta nova teoria pós-moderna do feminismo, os homens e as mulheres não foram feitos para cooperarem e se comprometem uns com os outros. Em vez disso, o feminismo radical alega que os homens suprimem as mulheres quando estes levam a cabo tarefas para as quais eles estão melhor habilitados - tais como os trabalhos que envolvem força física - e que as dificuldades que as mulheres enfrentam são consequência dos actos dos homens. 

Para além disso, o feminismo ataca os homens que desempenham as suas responsabilidades, ao mesmo tempo que encorajam as mulheres a não desempenhar as suas - responsabilidades essas que as mulheres estão mais habilitadas a desempenhar, tais como aquelas que envolvem tomar conta da família.

O feminismo radical pós-moderno fundamenta-se na ideia da liberdade absoluta, vista como aquela onde a pessoa pode fazer virtualmente qualquer coisa, mesmo que isso prejudique os outros, porque é a sua escolha. Esta forma de pensar gerou a ideia do "direito ao aborto" - se é que isso é um "direito. Corina Backhouse do grupo feminista radical "Women’s Electoral Lobby", equiparou os activistas pró-vida como apoiantes da violação sexual de mulheres. Acreditar que um ser vivo deveria ter o direito à vida de maneira nenhuma está relacionado com o que alguém acredita sobre a violação. A violação é um tópico que em nada está relacionado com o direito à vida (...).

Ao atacar o reconhecimento das diferenças entre os homens e as mulheres, o feminismo radical acusa os homens, bem como as mulheres, de serem misóginos. Reconhecer as fraquezas e forças de cada um, as tendências e as inclinações dos homens e das mulheres, e ao suportar a responsabilidade dos homens, não é "ódio às mulheres". Ódio às mulheres envolveria a mulher ser sujeita a trabalhos forças ou a elas serem castigas pelo facto de serem violadas (coisa que acontece em algumas partes do mundo [mas as feministas pouco ou nada fazem para ajudar as mulheres muçulmanas]).

Ao colocar a mulher numa plataforma mais elevada que os homens, o feminismo radical pós-moderno dá também legitimidade à misandria em nome da "eliminação" da misoginia. Devido isso, pode-se dizer que o feminismo não é uma teoria que visa colocar os homens ao mesmo nível das mulheres, mas sim uma agenda maligna que tenta remover da mulher todo o estigma que possa ser gerado quando ela age de forma odiosa contra os homens. Isto produzirá uma geração de jovens mulheres malignas. Eu mesma [ed: a autora do texto] sou uma mulher e sou contra o feminismo radical.

O infame discurso misógino de Gillard tem sido louvado pelas feministas radicais do ocidente que não têm qualquer tipo de respeito pelos homens ao mesmo tempo que esperam que os homens respeitam os pontos de vista das feministas radicais.  Da mesma forma que as feministas radicais têm o direito de ter o seu ponto de vista, os homens e as mulheres anti-feministas também têm o mesmo direito. 

Tony Abbott, vítima do ódio aos homens gerado pelo feminismo, apenas disse que se por acaso o homem é mais capaz do que a mulher na política, então ele deve vencer. Semelhantemente, se uma mulher é mais capaz do que um homem na política, então ela deve vencer.
(...)
Os média Australianos dão o seu apoio ao feminismo radical porque isso lhes dá mais poder. De qualquer modo, os média falham ao não reportarem a forma como os homens tem sido atacados pelas mulheres. Um órgão mediático que falha não não reportar toda a verdade ao público, falhou naquilo que deve ao público. Qual é o dever que os média comerciais têm que levar a cabo? Nenhum. É precisamente por isso que os média têm sido usados pelo feminismo pós-moderno de uma forma bem sucedida como forma de propagar a sua agenda maligna.

Por exemplo, quando Jill Meagher foi assassinada, os média reportavam a sua história. Entretanto, e segundo o programa 7:30, uma mulher pertencente a uma minoria étnica foi abusada pelo marido. Apesar das duras e justificadas críticas ao assassinato de Jill Meagher por parte dos média, a morte da mulher pertencente à minoria étnica foi totalmente ignorada pelos mesmos média.

Os assassinatos de homens, de pessoas de outras etnias e de pessoas da classe baixa - tais como aqueles que são estereotipados de "sem cultura" - não receberiam o mesmo tipo de derramamento emocional e raiva tal como os média encorajaram o público a fazer depois da morte de Jill Meagher. Não nego que a morte de Jill Meagher tenha sido trágica, mas o ponto de vista singular dos média demonstra a sua hipocrisia, especialmente se levarmos em conta que eles alegam ser igualitários e a favor de dar as mesmas oportunidades a todos ao mesmo tempo que silencia as vozes das minorias.

O movimento "Reclaim the Night" usou o assassinato duma mulher para exigir o direito de se fazer o que bem quiser nos Sábados à noite, vestir como quiser, mesmo que seja de uma forma totalmente imprópria. Que autoridade moral este movimento tem para advogar a igualdade das mulheres? Nenhuma. (...)

Os grupos feministas Australianos são compostos quase na sua totalidade por mulheres brancas que representam apenas os seus interesses. Elas forçam a sua moralidade - se é que elas têm alguma moralidade - sobre todos, ao mesmo tempo que tentam reduzir a autoridade moral das pessoas com um ponto de vista oposto ao seu. Para além disso, elas não têm qualquer tipo de respeito pelas crenças culturais e religiosas dos outros.

O feminismo radical é uma doença que aparente proteger as mulheres as mulheres (brancas, da classe média-alta, educadas e formadas) como "vítimas", mas o seu propósito é efeminar e vitimar os homens ao silenciá-los sempre que estes tentam discutir a misandria. O seu sucesso não tem sido questionado devido ao facto do mesmo ter gravado na mente Australianos que os homens e as mulheres não precisam de cooperar uns com os outros como forma de gerar uma comunidade forte. Como resultado, a comunidade Australiana foi destruída.

Como é que se pode construir uma comunidade forte quando existem tensões entre as pessoas que deveriam cooperar e agir de uma forma unida?

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Sempre bom quando mais e mais mulheres se mentalizam de que o feminismo não existe para ajudar as mulheres, mas sim para usar as mulheres para outros fins (para além de destruir a vital e saudável união e cooperação que deve existir entre os homens e as mulheres). O problema com as palavras da Jannie é que ela parece fazer algum tipo de distinção entre o feminismo radical e o feminismo não-radical. Na verdade, não há distinção.

Para além disso, a Jannie correctamente observa que o feminismo é um movimento elitista, racista e feito para proteger os interesses duma minoria de mulheres brancas, algo que deve ser levando em conta sempre que virmos uma fonte mediática feminista a "defender" os interessas das mulheres de outras etnias (quase sempre, das mulheres negras).



domingo, 18 de agosto de 2013

Mulheres contra o voto: Anti-Sufragismo Feminino na Grã-Bretanha

O estudo das mulheres que se opuseram ao sufrágio feminino dos finais do século 19 e início do século 20 na Grã-Bretanha tem sido negligenciada pelos historiados. 

Anti-democráticas e hostis aos movimentos trabalhistas dos seus dias, elas foram ridicularizadas e qualificadas de "absurdas" pelos apoiantes do voto parlamentar para as mulheres. 

Fundamentando-se nas mais variadas fontes, o livro de Julia Bush - erudito mas bastante acessível - determina-se não a fazer pouco ou ridicularizar mas explorar o porquê das mulheres terem participado no anti-sufragismo organizado. 

Foi sugerido que as líderes do movimento anti-sufragista se dividiam em três grupos não-mutuamente exclusivos:

1) As reformadoras maternais
2) As escritoras
3) E as senhoras imperialistas

Embora existissem diferenças de opinião, a maior parte do entusiasmo das mulheres tinha a sua origem nas firmes convicções que elas tinham sobre a feminidade, a nação e o Império. Era assumido quase de forma universal que as diferenças entre os sexos eram naturais, e que qualquer desvio em larga escala do papel da mulher, como esposa e mãe, traria caos social à Grã-Bretanha e ao Império. 

Mesmo assim, o envolvimento crescente da mulher no trabalho filantrópico governamental era bem vindo uma vez que era visto como uma extensão da preocupação maternal. Inevitavelmente, acreditava-se que as funções das Casas do Parlamento Britânico pertenciam à esfera masculina da política, tal como a esfera da defesa dependia da força física masculina.

Foi a partir das reformadores maternais em particular que as mais importantes líderes anti-sufragistas tiveram a sua origem - Mary Ward, Louise Creighton, Ethel Harrison, Elizabeth Wordsworth e Lucy Soulsby, todas com fortes ligações a Oxford. Embora Ethel Harrison, uma positivista, fosse a mais adversa ao sufragismo, as outras eram mais moderadas, algumas progressistas e algums dispostas a mudar de lado.

Louise Creighton, pertence à classe média-alta e atraída que estava ao trabalho social devido ao seu Anglicanismo e ao seu estatuto de esposa dum clérigo (o marido tornou-se mais tarde Bispo de Londres), é um caso particular. À medida que a sua família foi crescendo, ela alargou o leque das suas actividades dentro da "União das Mães" para organizações dedicadas ao trabalho de resgate, acomodação, trabalho missionário e educação. O seu leque de amizades sofreu também um alargamento e passou a incluir sufragistas moderadas, tais como Kathleen Lyttelton. 

Durante muitos anos, ambas partilharam interesses comuns ao mesmo tempo que adoptavam visões contraditórias em relação ao sufrágio feminino, até que em 1906 Creighton se tornou numa sufragista. Tais amizades demonstram como as distinções ideológicas entre os dois campos menos rígidas que aquelas que nos são ditas pelos historiadores. 

A "Women's National Anti-Suffrage League", formada em 1908, tinha cerca de 42,000 membros antes de se juntar (dois anos mais tarde) ao "National League for Opposing Woman Suffrage", predominantemente masculino. A união gerou tensões, especialmente junto das figuras femininas mais importantes que se acotovelavam por uma posição com homens tais como Lord Cromer e o  Lord Curzon.

Quando a Primeira Grande Guerra teve início e uma substancial número de mulheres se dedicou às funções inerentes a um estado de guerra, a causa anti-sufragista sofreu um enfraquecimento fatal.  Depois de certas categorias de mulheres com idades acima dos 30 terem tido o direito ao voto parlamentar em 1918, a "National League" aprovou  aprovou a sua própria extinção.

O livro "Women against the Vote" é um estudo esclarecedor muito bem feito que restaura de volta para a História as dimensões conservadoras do activismo político feminino na parte final da Grã-Bretanha Victoriana e Edwardiana. O livro revela também os tópicos fascinantes entre os apoiantes e os oponentes do sufrágio feminino em toda a sua complexidade.


* * * * * * *

Um comentador do Fórum Bufalo afirma o seguinte (links adicionados):
O problema é que o poder tem um traço claramente masculino. As mulheres que se saíram melhor na política eram nitidamente masculinizadas, como a Margaret Thatcher. Não que o homem seja superior, mas ele nasceu para comandar. Uma mulher inteligente não comanda, ela manipula seu homem para extrair tudo o que quer e seja possível. Antigamente as mulheres sabiam disso. Sabiam que seu lado negro seria corrompido se tentassem se igualar aos homens. 
Nem todos sabem disso, mas um grupo de mulheres tomou a iniciativa e conseguiu retardar por décadas o voto feminino na Inglaterra (e no mundo). Essa história é contada por Julia Bush, "Women Against the Vote: Female Anti-Suffragism in Britain", não traduzido em português. (http://www.amazon.com/dp/019924877X)  
Realmente eu não entendo por que tantas mulheres querem ser como os homens, sendo que o poder e o comando nunca trouxe felicidade para elas. Seria o feminismo, na realidade, totalmente feito por lésbicas que queriam ser homens? Não sei, mas que o feminismo não trouxe nada de bom é um facto.
Como sempre acontece na História actual, muito poucas pessoas sabem que entre as pessoas que se alinhavam contra o sufrágio feminino encontravam-se muitas mulheres. E note-se que alguns dos motivos que estas mulheres levantaram contra o sufrágio feminino confirmaram-se mais tarde:
Era assumido quase de forma universal que as diferenças entre os sexos eram naturais, e que qualquer desvio em larga escala do papel da mulher, como esposa e mãe, traria caos social à Grã-Bretanha e ao Império. 
Não só a Grã-Bretanha e a seu Império, mas a todo o lugar onde o papel natural da mulher foi subvertido em nome duma mitológica e anti-natural noção de igualdade, o caos, a desordem e o descalabro da sociedade se seguiram.

O mais trágico disto não é o facto da "profecia" das mulheres anti-sufragistas se ter materializado, mas sim o facto dessas consequências terem sido planeadas antecipadamente, e a ideia da "emancipação" da mulher (para papéis e actividades claramente em contradição com a sua natureza e com os seus reais desejos) ter sido o catalisador da subversão do seu papel natural.



sábado, 3 de agosto de 2013

O desporto feminino como parasita do génio masculino

Por Vox Day

O apelo em favor duma versão feminina da Volta à França é uma demonstração da forma como as mulheres no geral tendem a parasitar sobre a criatividade masculina:

"O que veio primeiro, a galinha ou o ovo?" Sigam a minha linha de pensamento porque esta frase batida pode ser aplicada ao ciclismo feminino. Há anos que os críticos alegam que uma versão feminina da Volta à França não teria qualquer tipo de audiência ou patrocínio. Sem um (a galinha) certamente que não teremos o outro (o ovo). E vice-versa.

Mas reparando no que tem acontecido nas últimas semanas, a primeira "razão" que os críticas dão para não se dar início a uma corrida feminina - uma suposta falta de audiência - é quase de certeza falsa. Teve início no princípio deste mês uma petição apelando para o início duma Volta à França feminina e ela conta já com 70,000 assinaturas (e em crescimento). Certamente que se os activistas conseguirem provar que existe audiência, o ovo - patrocínio - se seguirá, correcto?

Chega de comparações entre o ovo e a galinha por agora. O meu ponto de vista é simples. A petição em questão foi iniciada por várias mulheres-chave do mundo do ciclismo - incluindo a antiga campeã do mundo e vencedora Olímpica Emma Pooley bem como a vencedora Olímpica de corrida de rua Marianne Vos – e já obteve um enorme impulso num curto espaço de tempo.

Com Chris Froome nas notícias durante as últimas semanas a pedalar para a glória na Volta à França, este parece ser o momento certo para uma corrida feminina.

Pensemos um pouco nisto: o que é que impede estes 70,000 assinantes da petição de criar uma Volta a França feminina no momento que eles assim o desejarem? Eles podem fazer exactamente o que Henri Desgrange fez em 1903: obter o patrocínio dum jornal, atrair 60 participantes, e levar a cabo a corrida. Não existe nada a impedir as pessoas de fazer exactamente isso.

De facto, existem já várias corridas femininas que contam com mais participantes que a Volta à França original. De modo geral, essas corridas tendem a ser mais curtas, mas, se assim o desejarem, os directores dessa hipotética Volta à França feminina podem sempre aumentar a duração da corrida.

Em vez disso, o que as mulheres [igualitárias] querem é que o Tour de France leve a cabo uma versão feminina da mesma, pague o mesmo prémio que é pago aos homens, e que gere a ilusão de que a corrida feminina é do interesse dos entusiastas e digno do mesmo respeito. 

Os directores do Tour estão a fazer o mais certo ao ignorarem pura e simplesmente estas parasitas, mas o mais certo seria declarar que o Tour não é um evento masculino nem feminino, mas sim uma corrida igualmente aberta a todos os homens e mulheres que se consigam qualificar. Se eles quiserem ser particularmente cruéis, eles podem aceitar uma dada equipa feminina e demonstrar o quão longe ela avançaria.

A NBA teria poupado muito dinheiro se, em vez de esbanjar milhões com a WNBA [ed: a versão feminina da NBA] , tivessem criado uma equipa all-star 100% feminina e a colocassem na NBA. Isso provavelmente seria hilariante, mas provavelmente venderia mais bilhetes do que a WNBA alguma vez vendeu.

A maneira mais defensiva de se lidar com igualitárias é forçá-las a lidar com a genuína igualdade, e desde logo esfregar o facto das diferenças biológicas na sua cara. Isto não as impedirá de falar no "impacto díspar", ou no não-existente privilégio e outros contos de fadas esotéricos "aprendidos" nos cursos de "Estudos Femininos". Mas tudo isto são fugas para os factos. 

Claro que a melhor forma de lidar com estas parasitas igualitárias é mandar-lhes dar uma volta e esperar que elas criem a sua própria organização.

O verdade dos factos é que já houve uma Tour de France feminina entre 1984 e 2009, e tal como todos as ligas desportivas que envolvem mulheres a practicar desportos masculinos, foi um fracasso total. 

* * * * * * *
"Concordar e amplificar" é uma forma válida de exigir que as igualitárias revelem o seu bluff. 

* Se querem tomar parte nas forças militares, certamente que não verão com maus olhos a criação dum batalhão militar 100% feminino, e enviado para o Afeganistão ou para o Iraque.

* Se as capacidades policiais femininas são virtualmente idênticas às dos homens (alegação confirmada pela sua luta em favor do "salário igual", o que supõe capacidades iguais), então não há problemas em enviar só mulheres para as manifestações mais perigosas das cidades. Se se faz isso com os homens, porque não com as mulheres?

Onde estão as igualitárias?
* Se as capacidades físicas das mulheres são iguais às dos homens, então não há problemas em competirem uns contra as outras. Formar ligas desportivas mistas seria o pináculo da igualdade feminista. Quantas feministas estão dispostas a lutar por essa "igualdade"? Nenhuma, porque as feministas não querem igualdade mas tratamento especial sempre que possível (por via do facto de ser mulher), e "igualdade" quando lhes é rentável.

A realidade dos factos é que existem desportos que, pela sua própria natureza, não foram feitos para as mulheres. Isto não significa que as mulheres não os podem practicar, mas sim que elas nunca os practicarão tão bem como os homens. Uma vez que elas nunca os practicarão tão bem como os homens, as igualitárias não podem de maneira nenhuma esperar que exista entusiasmo igual para esse desporto tal como existe quando o mesmo desporto é practicado por homens.

No caso da Tour de France, incapazes de gerar publicidade com o seu próprio esforço, elas querem que o esforço masculino (na criação e atracção de público) seja a cama financeira onde os seus anti-naturais sonhos (ou desilusões) igualitários se deitem confortavelmente e a sua ideologia misândrica se veja "validada".





quarta-feira, 24 de julho de 2013

O porquê da liderança feminina gerar infelicidade

O Imperativo Feminino é demasiado exclusivo para permitir suficiente coesão social. O texto que se segue foi visto aqui.

Eis aqui uma experiência interessante: decidi testar a ideia do Vox [Day] de que ter mulheres no local de trabalho era mau para a sociedade e para a relação entre os sexos.  Eu tenho permissão para ocasionalmente fazer pequenas experiências sociológicas uma vez que sou professor de [EDITADO] na China. Eu ensino rapazes e raparigas do ensino secundário. O grupo-amostra era composto por 12 raparigas e 9 rapazes.

Há poucos dias atrás tivemos aqui na PRC o "dia da mulher" e nesse dia, por volta das 10 da manhã, eu trouxe um conjunto de guloseimas e bebidas para a turma. Os adolescentes estão sempre com fome como tal, quando eu mostrei a comida à turma, ganhei a sua atenção.

Uma vez que era o dia das mulheres, eu reuni a comida e a bebida numa mesa e deixei que as mulheres fossem as primeiras a escolher. A comida em si era composta por carne temperada, pés de galinha (algo muito apreciado por aqui) e muitas outras coisas.  As raparigas foram as primeiras a escolher - uma sacolinha para cada uma e uma bebida para cada uma. Naturalmente, elas escolheram as melhores coisas logo à primeira e deixaram o que restava para os rapazes.

Por esta altura aconteceu uma coisa interessante.

As raparigas recusaram-se a partilhar o que quer que fosse, *excepto* com os dois rapazes mais populares da turma. Estes dois era claramente livres para viajar por entre as mesas e comer o que  quisessem das mesas das raparigas. Os rapazes menos populares ou não tentaram nada ou os seus pedidos foram recusados pelas raparigas de forma seca (por vezes esta recusa não foi nada simpática). A melhor comida foi para estes dois rapazes (um em particular) que dominavam a cena social ao mesmo tempo que os outros sete rapazes se contentaram com os seus sacos cheios de itens menos desejáveis.

Dois dias mais tarde, a mesma turma celebrou o "dia dos rapazes" e houve mais uma vez oferta de comida semelhante à comida do "dia das mulheres". Desta vez, no entanto, eu permiti que os rapazes (e não as raparigas) fossem os primeiros a escolher a mesma quantidade que eu havia permitido no "dia das mulheres". Os rapazes levaram os melhores itens existentes na mesa e deixaram o resto para as raparigas. No entanto, depois de tudo estar distribuído, as raparigas - todas elas - visitaram e sentaram-se perto dos rapazes com a melhor comida.

Como a vinda dos rapazes para a mesa era aleatória, os dois rapazes mais populares não foram os primeiros a escolher. De modo geral, houve uma maior mistura e a cena social estava distribuída de forma mais equitativa entre os rapazes e as raparigas. Para além disso, todos tiveram a possibilidade de saborear da melhor comida. 

Os rapazes que estavam num escalão social mais baixo tiveram atenção das meninas e começaram a agir de um modo mais confiante. Eles tinham algo que as raparigas *queriam*, e isso inverteu a estrutura de poder e tornou as raparigas mais simpáticas quando comparadas com a atitude mais agressiva observada dois dias antes.

Por parte das raparigas houve muito menos respostas agressivas (que elas usaram e abusaram no dia das mulheres sempre que os rapazes menos populares queriam algo), e as respostas menos simpáticas que ocorreram eram de teor mais brincalhão e não maldoso. Até as raparigas mais feias tiveram acesso a uma parte da comida boa, exactamente o contrário do que os rapazes haviam experimentado.

Posso declarar facilmente que a felicidade geral era maior do que no dia em que as raparigas foram as primeiras a escolher. Dito de outro modo, quando as raparigas tiveram o poder, elas não o usarem da melhor forma, e toda a turma sofreu com isso.

O status quo estava muito longe de ser justo, e uma super-maioria dos rapazes foi deixada sem nada de produtivo para fazer (a menos que se considere sentar sozinho e sentir um profundo ressentimento algo de produtivo).

Embora isto dificilmente seja uma experiência controlada, foi muito interessante ver o desenrolar das coisas ao nível mais pequeno. Não creio que seja uma extrapolação injustificada afirmar que algo análogo a isto está a ocorrer no mundo.

Deixem os rapazes escolher primeiro, e eles alegremente partilham o que têm com as raparigas. Isto não requer qualquer tipo de treino ou incentivo; os rapazes fazem isto naturalmente. Deixem as raparigas ter o poder, e elas naturalmente deixam de fora a maioria dos rapazes com a excepção dos chamados "machos alfas". A felicidade geral era também bem inferior.

* * * * * *
Esta experiência bastante reveladora da dinâmica social é uma imagem do que está a acontecer no mundo Ocidental: o poder está a ser transferido dos homens para as mulheres (embora na verdade, esta "transferência" de poder seja ilusória, como se vai ver mais a seguir), e consequentemente, a felicidade geral (incluindo a das mulheres) está em queda livre.

Note-se uma coisa muito importante, já ressalvada pelo autor da experiência: quando o poder está nas mãos das mulheres, a esmagadora maioria dos homens sofre, com a excepção dos chamados "machos alfa". Curiosamente (ou talvez não) são os machos alfa os grandes financiadores e promotores do feminismo na sociedade ocidental. São eles que controlam os estabelecimentos de ensino, os média, os maiores partidos políticos, as leis e tudo o mais. O feminismo é-lhes bastante útil visto que, simulando uma transferência de poder dos homens para as mulheres (quando na verdade a transferência é dos homens não-alfas para as mulheres), eles (os alfas) destacam-se ainda mais, obtendo das mulher o poder que elas pensam ser delas.

Tomando como referência apenas e só a área sexual, a partir do momento em que a mulher obteve maior poder sobre a sua sexualidade, ela passou a estar mais à disposição para uso dos machos alfa. Antigamente, na era do "patriarcado opressor", se um macho alfa quisesse obter intimidade sexual com uma mulher, ele tinha que casar. Hoje, graças ao feminismo e à "emancipação" da mulher, os alfas têm várias mulheres à sua disposição para uso e desuso.

Algumas pessoas afirmam que 20% dos homens usufruem da sexualidade de 80% das mulheres modernas. Não sei se há dados concretos que confirmem isto, mas não é difícil aceitar esta declaração como verídica. Como se viu em cima, a maior parte das mulheres não está disposta a partilhar o que é seu com a esmagadora maioria dos homens, deixando isso só para os destacados.

Outra coisa interessante é saber que, quando os homens têm o poder nas mãos, até as mulheres com beleza inferior são beneficiadas. Isto é muito melhor que o poder nas mãos das mulheres visto que quando elas o têm nas mãos, elas concorrem entre si pela atenção dos alfas, e estes só escolhem as mais bonitas, deixando as menos atraentes de lado.

Resumindo, a felicidade da mulher é superior quando o poder está na mãos dos homens. Por outro lado, o poder dos machos alfa é maior quando eles simulam uma ilusória transferência de poder dos homens [medianos] para as mulheres.

É por estas e por outras que é seguro afirmar que quanto mais feminizada (e emasculada) uma sociedade está, piores serão ser os níveis de felicidade geral (dos homens e das mulheres). E como pessoas infelizes não são produtivas, é também seguro afirmar que as sociedades sob o domínio do feminismo (e do "poder feminino") caminham a passos largos para a auto-destruição. Mas, como já se sabe, é mesmo esse o objectivo - destruir a civilização ocidental.

Conclusão:

O patriarcado funciona porque ele é o sistema que melhor se adapta ao ser humano. O matriarcado não funciona porque é anti-natural, genuinamente opressor e causador de infelicidade geral. Quem luta contra o patriarcado Cristão, luta contra a ordem social do mundo ocidental, e contra a coesão social. Desde logo, quem luta contra a ordem social é inimigo da sociedade e deve ser encarado com o tal.

Disto se conclui que o feminismo e o esquerdismo no geral são inimigos da civilização e devem ser tratados como tal.



domingo, 21 de julho de 2013

Segundo o feminismo a vida das mulheres vale mais que a vida dos homens


O Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/1940) poderá contar com mais uma forma qualificada de homicídio: o feminicídio. A pena sugerida para o crime – conceituado como “forma extrema de violência de género que resulta na morte da mulher” – é de reclusão de 12 a 30 anos.

A tipificação especial para o delito foi recomendada pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher e está prevista no projeto de lei do Senado (PLS 292/2013), proposto no relatório final da CPI.

O projecto também deixa claro que a aplicação da pena do feminicídio não elimina punições por demais crimes a ele associados, como estupro.

Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2013/07/18/crime-de-feminicidio-podera-ser-incluido-no-codigo-penal

P.S: Ai está o feminismo militante em acção. Matar uma mulher vai ser considerado um crime pior do que matar um homem, afinal, quem se importa com o que acontece com os homens?

Em todas as guerras sempre foram os homens que foram enviados para a morte, para proteger as mulheres, que SEMPRE FICAVAM PROTEGIDAS EM CASA.

Ou seja, a vida dos homens, em toda a história da humanidade, sempre valeu menos do que a vida das mulheres. O Feminismo está agora legalizando oficialmente isso.

Só idiota ainda acredita que o Feminismo busca a igualdade. O Feminismo busca privilégios, superioridade e a ditadura feminista.


Vítimas de violência doméstica podem ter atendimento especializado no SUS  -  http://ow.ly/n9mk6

CPMI propõe leis e ações do poder público para reduzir violência contra mulheres  - http://ow.ly/n9mlf
* * * * * * *
O problema aqui não é o facto dos homens considerarem a vida das mulheres mais valiosa que a vida dos homens; inconscientemente ou conscientemente, TODOS os homens (especialmente os mais masculinos) vivem e agem com essa crença dentro de si. Por isso é que os homens historicamente sempre protegeram as mulheres e sempre preferiram colocar a sua própria vida em situações que colocassem em causa a sua integridade física (deixando as mulheres a salvo).

Semelhantemente, por isso é que a maioria dos homens não se sente extraordinariamente prejudicada ao saber que a medicina dá prioridade às doenças que afectam ** exclusivamente ** as mulheres em detrimento das doenças que afectam exclusivamente os homens.

O problema aqui é a existência de mulheres brancas da classe média-alta (http://ow.ly/n9mDx) que se consideram "oprimidas" (quando o padrão histórico revela exactamente o contrário) , e afirmam lutar pela "igualdade" quando na verdade o que elas buscam é AINDA MAIS direitos especiais e AINDA MAIS privilégios únicos.. Elas fazem isso, não porque são ignorantes da psicologia masculina (protectora em relação às mulheres) ou da História, mas sim porque conferir direitos especiais e privilégios únicos às mulheres acentua a subversão da cultura ocidental aumentando o ressentimento dos homens contra as mulheres. E quanto maior for o ressentimento masculino contra as mulheres, mais frágil será a instituição do casamento, e maior será o poder do governo da vida social.

O feminismo é, assim, uma poderosa arma de do Marxismo Cultural (a mais destrutiva) e não uma teoria que se encontra pronta para ajudar as mulheres.

É seguro afirmar que a maior parte das mulheres brancas se apercebe do estatuto especial que elas sempre tiveram na cultura ocidental. Acho até que muitas das mulheres brancas gostariam de falar abertamente dos ataques à masculinidade que são feitos pelas feministas, mas estas mulheres sentem-se de alguma forma intimidadas pelo discurso das feministas.

O que estas mulheres que são realmente contra o feminismo e a favor do Tradicionalismo têm que se mentalizar é quanto mais caladas elas estão, mas os homens assumem que as feministas falam por elas.



quinta-feira, 18 de julho de 2013

O feminismo lucra com a não-existente "cultura de estupro"


Fonte

(...)

É o feminismo o principal promotor dos estupros contra as mulheres, pois o estupro aumenta o poder do movimento feminista de duas formas: 

1) Primeiro, dando às feministas privilégios legais que elas usam para acusar algum desafeto de tê-las estuprado e assim tirando homens não submissos do caminho delas.

2) Segundo, divulgando ao máximo essa propaganda da mulher coitadinha vítima de estupro é um meio importante de conseguir milhões de mulheres medrosas para apoiar o feminismo.

São mulheres que não estudam o feminismo em profundidade e acabam caindo na teia da militância feminista, apoiando as causas feministas só porque na imaginação dela, o feminismo vai protegê-la de algum homem-lobo-mau estuprador.

Contudo, as líderes feministas pulam de felicidade quando vêem a noticia de que uma mulher foi estuprada, porque elas poderão usar essa notícia como propaganda para a sua ideologia.

As feministas até inventam que são estupradas para atrair a atenção e prender homens desafetos, conforme uma pesquisa feita no fórum de Justiça de São Paulo, mais de 80% das denúncias de estupro são comprovadamente falsas.

Milhares de homens hoje em dia mofam em prisões, sofrendo abusos físicos de outros presos e guardas, porque foram acusados por alguma mulher de tê-la estuprado, APESAR DE NA VERDADE ELES NUNCA TEREM ESTUPRADO ELAS.

Quando nós vemos as estatísticas do enorme número de homens falsamente acusados de estupro, nós começamos a montar o quebra-cabeça para entender o verdadeiro objetivo do movimento feminista e particularmente da Marcha das Vadias: Elas querem chamar a atenção das mulheres para esse poderoso método de eliminação de homens indesejáveis: Basta uma mulher ir numa delegacia, fazer um B.O dizendo que foi estuprada por algum homem, e pronto!! Voilá!!

Você conseguiu destruir a vida de um homem desafeto usando menos de 15 minutos do seu dia, ou seja, ainda dá tempo até de ir no cabeleireiro!! (...)


* * * * * * *

Repetindo o que já foi dito por outras pessoas, o propósito das Marchas da Vadias é intimidar os homens de bem (aqueles que nunca violariam uma mulher) e não "acabar com os estupros".

Uma forma mais ou menos directa de se ver isso é perguntar as feministas se as taxas de violação sofreram algum tipo de decréscimo desde que as marchas da vadias tiveram início. A feminista de rua (a idiota útil do esquerdismo que mostra os peitos na rua como forma de "diminuir com os estupros") ficará confusa com a pergunta porque ela já se mentalizou de que o propósito das marchas não é combater a violência contra as mulheres nem reduzir os estupros. Mas isso já é problema dela.

Se não houve qualquer variação nas violações, então que dizer da eficácia das Marchas das Vadias?...


_____________


segunda-feira, 10 de junho de 2013

O livro de Katie Roiphe


A dada altura da sua vida Katie Roiphe foi de opinião de que o feminismo centrava-se na igualdade, mas enquanto estudava Harvard e em Princeton, ela descobriu que o movimento estava a ser usado para avançar com uma ideologia que caracteriza as mulheres como vítimas indefesas. 

No seu primeiro livro - "The Morning After" - Roiphe alegou que em muitas instâncias onde supostamente havia ocorrido uma violação nas instalações universitárias, as mulheres eram parcialmente responsáveis pelas suas acções.

Uma das questões usadas para definir o que tinha sido uma violação foi:
Alguma vez tiveste relações sexuais quando não querias, visto que tinhas recebido bebidas ou drogas por parte dum homem?
A pergunta levanta a questão do agente. Porque é que as mulheres não são responsabilizadas por tomar álcool ou drogas? O homem pode-lhe dar drogas, mas ela decide se aceita ou não. Se o feminismo assume que as mulheres não são vítimas indefesas e ingénuas, então elas têm que ser responsabilidades pela sua escolha de beber álcool ou tomar drogas. 

Se a capacidade de avaliação moral das mulheres está limitada e ela têm relações sexuais, nem sempre é culpa do homem, e nem sempre é violação. 

O livro de Katie Roiphe foi o resultado da sua frustração com o feminismo actual e com a hipocrisia da cultural moderna que idealiza a liberdade de expressão mas se recusa a tolerar qualquer tipo de crítica ao feminismo. 

No livro "The Morning After" Roiphe lança um olhar próximo pouco confortável à forma como essa intolerância se manifesta, fornecendo críticas penetrantes 1) à nossa vontade de legislar o amor e o desejo, 2) à nossa fixação com o consentimento, 3) e ao nosso medo irracional da imaginação humana (que é suposta se submeter às regras em torno do sexo e do género).

Fonte



terça-feira, 28 de maio de 2013

Maioria das mulheres britânicas escolheria vida doméstica no lugar de carreira profissional.


Depois de décadas a lutar pela igualdade nos locais de trabalho, muitas mulheres Britânicas admitem agora que colocariam a carreira profissional de lado em favor da vida doméstica, e que não têm problemas alguns em ser uma "mulher guardada" (inglês: "kept woman"). Mas de acordo a pesquisa, as mulheres guardam o seu desejo (de serem domésticas e não carreiristas) dentro de si uma vez que se sentem pressionadas a viver uma vida independente.

Numa sondagem recente levada a cabo junto de 1,582 mulheres com idades para cima dos 25, todas empregadas e num relacionamento, 63 porcento delas admitiu secretamente que prefeririam ser donas de casa e não mulheres com uma carreira profissional. Foi perguntado às inquiridas se se identificavam como "mulheres independentes", e 65 porcento delas disse que sim.

Para além disso, foi perguntado às mulheres que haviam respondido com um "Sim" se sentiam algum tipo de pressão (por parte de outras mulheres) para serem independentes, e 74 porcento disse que sim.

Mais de metade das mulheres (57 porcento) inquiridas pela site de moda mycelebrityfashion.co.uk admitiu que aspiravam por um estilo de vida mais relaxante, confessando que prefeririam ser domésticas e não carreiristas. Quando lhes foi perguntado sobre a independência financeira, 78 porcento das mulheres afirmou que não se importaria de depender financeiramente do parceiro.

Bobbie Malpass, editora do site mycelebrityfashion.co.uk, disse que os resultados da sondagem foram chocantes para si:

Estou profundamente chocada por saber que a maioria das mulheres colocaria a carreira profissional de lado e optaria por uma vida doméstica, especialmente se levarmos em conta a frequência com que ouvimos que devemos abraçar a vida de mulher forte e independente; até o grupo "Destiny's Child" cantou algo em favor disto!

Acho que a estatistica mais chocante é aquela que revela o número de mulheres que não se importaria de ser financeiramente dependente do marido uma vez que ser uma mulher "mantida" não é algo que apelaria a muitas.

Fonte

* * * * * * *
Claro que a carreirista Bobbie Malpass está "chocada" com a revelação dos verdadeiros desejos da mulher porque ela, tal como a maior parte das mulheres ocidentais, foi indoutrinada pelo movimento feminista a acreditar em algo que não reflecte o que as mulheres querem.

É seguro afirmar que o feminismo é actualmente o maior inimigo da mulher. Aliás, o feminismo sempre foi inimigo da mulher. O que se passa actualmente é que mais e mais mulheres estão a admitir (embora secretamente) aquilo que as feministas não querem que elas admitam: dada a escolha e em igualdade de circunstâncias, a mulher escolherá maioritariamente viver uma vida mais familiar e tradicional.

É precisamente devido à existência deste instinto natural e saudável na mulher que a liderança feminista faz todos os possíveis para envergonhar as mulheres que colocam de lado o carreirismo:

Ser uma dona de casa é uma profissão ilegítima . . . Escolher servir e ser protegida, e planear ser uma geradora de família, é uma escolha que não deveria existir. O cerne do feminismo radical é alterar isso.” ~ Vivian Gornick, University of Illinois, “The Daily Illini,” April 25, 1981.

Segundo a feminista Vivian gornick, o cerno do feminismo radical (que não é fundamentalmente diferente do feminismo não-radical) é suprimir os desejos da mulher, removendo dela a liberdade para ficar am casa. Para além disso, esta feminista  qualifica de "ilegítima" a escolha que a maior parte das mulheres faria. Isto demonstra o quão anti-mulher o feminismo é.

Enquanto a família, o mito da família, o mito da maternidade e o instinto maternal não forem destruídos, as mulheres continuarão a viver sob opressão …. Nenhuma mulher deveria ter autorização para ficar em casa e cuidar de crianças. A sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa opção precisamente porque se tal escolha existir, demasiadas mulheres a seguirão. Isso é uma forma de forçar as mulheres numa certa direcção.~ Simone de Beauvoir, “Sex, Society, and the Female Dilemma,” Saturday Review, June 14, 1975.

Simone de Beauvoir confirma o que foi dito em cima: dada a escolha, a maior parte das mulheres prefere uma vida doméstica. Conhecedoras desta natural tendência das mulheres, as feministas moldaram a sociedade actual de modo a que a mulher não tivesse possibilidade para exercer a sua natural preferência, mas visse em seu lugar a sua liberdade de escolha limitada ao lhe ser dito que verdadeira "independência" é adquirida através da vida profissional.

Note-se também a natureza fascista do feminismo quando Simone de Beauvoir afirma que "Nenhuma mulher deveria ter autorização para ficar em casa" e que "As mulheres não deveriam ter essa opção".

Conclusão:

Longe de ser um movimento que "emancipa" a mulher, ou "liberta" a mulher, o feminismo faz precisamente o reverso ao afirmar que ela só tem a escolha de ir trabalhar (embora a mulher universalmente prefira a vida doméstica). Isto leva-nos a afirmar que o feminismo é a mais bem sucedida obra de engenharia social uma vez que as suas adeptas subscrevem aos seus princípios em busca de "liberdade" quando o feminismo foi criado para fazer exactamente o contrário.

"Oprimida"


...



segunda-feira, 20 de maio de 2013

Suécia e o imposto misândrico




Existe uma cidade universitária no norte da Suécia chamada Umeå cuja Câmara Municipal tem um comité de igualdade. Este comité colocou sobre a mesa um debate em torno da imposição de taxas por sexo, especificamente uma taxa sobre os homens.  O que é interessante é a justificação que é dada para a imposição desta taxa especial sobre os homens:
Umeå será município sueco que mais trabalhará em prol da igualdade - município esse onde os homens e as mulheres terão o poder de moldar as suas vidas e moldar a sociedade em termos iguais, com a mesma influência e as mesmas oportunidades de viver vidas financeiramente independentes.
Se por acaso vocês se questionam do porquê eu escrever tanto sobre a Suécia, isso prende-se com o facto deste país expressar de modo claro e aberto os princípios liberais.

Um dos propósitos do liberalismo é autonomia individual.  Por autonomia entenda-se a capacidade individual de auto-determinar a sua própria vida e ser independente. A igualdade significa que os indivíduos possuem o mesmo nível de autonomia: o mesmo "o poder de moldar as suas vidas" e "as mesmas oportunidades de viver vidas financeiramente independentes."

Os Suecos estão convencidos de que a autonomia e a independência são obtidas através das carreiras profissionais e através do dinheiro. Devido a isto, a igualdade para as mulheres significa que as mulheres devem-se comprometer de igual modo com as suas carreiras e devem receber pelo menos as mesmas somas de dinheiro que os homens.

Partindo deste ponto, o comité da igualdade de Umeå está absolutamente convencido de que é uma enorme injustiça as mulheres passarem mais tempo que os homens com os seus filhos. Os homens têm que ter a sua quota parte na licença de parto, se é para que a igualdade exista.

Semelhantemente, o comité da igualdade de Umeå acredita que a justiça requer que as mulheres sejam feitas, de modo perfeito, financeiramente independentes dos homens através da garantia de ganhos iguais (mesmo que isto signifique taxar mais os homens como forma de reduzir o dinheiro que os homens trazem para casa).

Como consequência desta forma de pensar, deparamo-nos com ideias como esta:
Os objectivos gerais da igualdade de género do município Umeå são: criar oportunidades de modo a que as mulheres e os homens tenham o poder de moldar a sociedade e as suas próprias vidas.
Um factor importante da igualdade de género é a independência económica. Consequentemente, será que não é hora de introduzirmos uma taxa de género? A taxa genética seria feita de modo a que os homens pagassem impostos mais elevados uma vez que persistem ainda diferenças salariais sem explicação na ordem dos 7% em favor dos homens.

Mas existem mais motivos que levam a que haja uma diferença mensal entre os ordenados dos homens e das mulheres de cerca de 4,500 kronor. Estes motivos centram-se nas escolhas que temos que fazer e como estas escolhas são valorizadas. As mulheres ainda ficam com a maior parte da licença de parto, para além de terem mais trabalhos em regime de part-time e desempenharem mais trabalho não remunerado em casa. (...) É importante falar desta injustiça e assumir as responsabilidades.

Será que devemos ser economicamente e financeiramente independentes? Como é que chegaremos lá? Será a taxa da igualdade a única opção? Ou será que existem outras vias?

Fechar a diferença salarial, desafiar as estruturas e trabalhar activamente para uma distribuição igual do trabalho não remunerado, quebrar com a segregação sexual que existe no mercado de trabalho, garantir que os pais levam a cabo uma proporção maior da licença de paternidade, desafiar as nossas próprias crenças e ter coragem para ver as coisas tal como elas são e não como nós pensamos que são.

... Um município onde todas as mulheres e todos os homens têm o poder de moldar as suas vidas e moldar a sociedade da mesma forma, com o mesmo poder e com a mesma voz, de modo a que tanto as mulheres como os homens sejam capazes de viver financeiramente independentes durante toda a sua vida.
A maior parte dos países ocidentais segue esta linha de pensamente, mesmo quando não são tão frontais na sua exposição. 

Eu considero esta posição uma visão estéril da sociedade, uma onde se assume que as mulheres perdem algo quando os homens se dedicam ao papel de provedor, e uma onde o propósito não é uma união mais próxima e complementar entre os homens e as mulheres mas sim o máximo de independência.

É também uma visão que assume que a maternidade é um factor negativo na vida da mulher - um potencial impedimento para a aquisição de dinheiro e independência - e que como tal, esse papel tem também que ser delegado igualmente aos homens.

Este tipo de liberalismo, quando analisado até aos seus propósitos essenciais, centra-se na carreira profissional e no dinheiro e nada mais. É uma expressão reles e desanimada da cultura Ocidental.

* * * * * * *
A Suécia está um bom bocado mais avançada no seu feminismo, e como tal, medidas que colocam impostos mais altos sobre os homens são consequência lógica desse avanço. Obviamente que nós podemos ver que esta medida é misândrica substituindo "homens" por "negros" ou "chineses" ou outra etnia qualquer. Colocar fardos financeiros superiores sobre um grupo social apenas e só devido à sua composição genética está errado; mas dentro da forma de pensar feminista faz todo o sentido.
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