Por Henry Laasanen
O Concílio Nórdico recebeu recomendações provenientes dum painel de
peritos em favor da proibição de discurso anti-feminista nos países
Nórdicos (Suécia, Dinamarca, Islândia, Finlândia, Noruega). O "painel
de peritos" era composto por feministas radicais e homens
pró-feminismo.
O relatório foi escrito nas línguas Nórdicas (excepto o
Finlandês) e algumas partes em inglês.
No relatório, o discurso anti-feminista e o discurso de ódio de
extrema-direita dirigido aos imigrantes é tratado como parte do mesmo
movimento. O MRM ("Men's Rights Movement") é qualificado como parte do extremismo da direita. O relatório tem um sumário em inglês (página 35) onde se lê:
1. Ameaças e assédios anti-feministas têm que ser ilegalizadas. ("Recomendamos aos governos Nórdicos que garantam que as ameaças e o assédio com base no género sejam tornadas ilegais. O discurso de ódio online tem que ser processaso, tal como o é o discurso de ódio emitido a partir de domínios públicos.")
2. Serviços acessíveis como veículos de denúncias a ameaças e assédio têm que ser estabelecidos como "forma de reportar" os incidentes.
3. Pesquisas anuais sobre o anti-feminismo têm que ser iniciadas.
4. Pesquisas em torno do anti-feminismo têm que ter prioridade.
5. Igualdade e anti-descriminação incrementais requerem a mudança para padrões Masculinos.
6. Devem ser implementadas medidas para ajudar os homens e os rapazes marginalizados.
7. O anti-feminismo deve fazer parte da área de actividade dos oficiais da Igualdade.
8. A imprensa deve assumir as suas responsabilidades na luta contra o anti-feminismo. ("Os média devem garantir que têm a competência para lidar com os actores extremistas sem lhes dar legitimidade ou dar legitimidade às suas opiniões. Os editores de comentários online têm a especial responsabilidade de garantir que os seus usuários não se tornam alvos de ameaças e assédio, e que os sentimentos xenófobos e anti-feministas não são apoiados ou legitimados.")9. A cooperação entre os países e grupos anti-feministas tem que continuar.
10. Devem ser levadas a cabo conferências Nórdicas anti-feministas interdisciplinares.
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Basicamente o que isto significa é que se os países Nórdicos adoptarem
as "recomendações" dos grupos feministas, a liberdade de expressão
nesses países, que já não é nada por aí além, morre de vez.