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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Franceses resistem ao Marxismo Cultural

Por Mark Richardson

O estado Francês está a atacar a família tradicional, mas existe uma resistência contínua por parte de milhares de homens e mulheres Franceses. O ataque não tem sido particularmente subtil, tal como reportei aqui, citando um debate no Senado Francês onde o Ministro pela Família admitiu que ele estava a tentar levar a cabo uma "revolução silenciosa." Um senador declarou então que o fim em vista era "levar a que a família fosse removida da fantasia uma esposa, um marido e um filho", e lidar com o problema da "família hetero-patriarcal-branca idealizada". Outro senador deu a sua opinião desta forma:
A criança precisa dum pai e duma mãe? Pura ideologia. Tal como o conceito da família tradicional, o padrão "pai-mãe-filho" é um modelo danificado.
A foto de baixo foi retirada duma demonstração que decorreu em Paris no Domingo contra a política familiar do Governo Francês. Os organizadores estimam que cerca 500,000 pessoas participaram, embora a polícia dê um numero bem menor mas mesmo assim significante de 80,000 pessoas.


Esta é uma foto emblemática e fantástica: a bandeira da família tradicional está a ser levantada de forma bem visível, ao lado das cores da França. Ela representa a determinação de manter a cultura da vida familiar onde os papéis tanto do pai e da mãe são considerados vitais - e não dispensáveis.

A manifestação foi também contra a imposição da teoria de género nas escolas Francesas. O estandarte que se segue diz "Não à Teoria de Género".


O que é a Teoria de Género? Marguerite Peeters explica:
Segundo os engenheiros sociais que têm vindo a fabricar a Teoria de Género desde os anos 50, a identidade feminina e a identidade masculina, a estrutura ontológica da mulher como esposa, mãe e educadora, a complementaridade antropológica entre o homem e a mulher, a paternidade, a heterossexualidade  ("Heteronormatividade", dominante em todas as culturas), o casamento e a família tradicional não existiriam por si mesmos, não seriam bons neles mesmos, mas  seriam sim construções sociais: fenómenos sociológicos, funções sociológicas construídas através do tempo, estereótipos a serem desconstruídos através da educação e através da cultura visto que são discriminatórios e contrários à igualdade.
O Governo Francês já começou a implementar a política ("O ABCD da Igualdade") como forma de avançar com o processo de desconstruir o género. Isto deu origem a um protesto efectivo onde os pais retiraram os seus filhos das escolas um dia por mês. Em algumas escolas, cerca de 1/3 dos estudantes foi retirado.
Milhares de pais Franceses mantiveram os seus filhos em casa na Segunda-Feira depois de avisos de que as escolas estavam a dar inicio a aulas de "teoria de género" que iriam ensinar os alunos de que eles poderiam escolher a sua identidade sexual. O governo foi forçado a negar o que ele havia chamado de rumores "totalmente falsos" de que as crianças seriam ensinadas de que a sexualidade nada mais era do que "construção social", depois dum boicote nacional às aulas.
É difícil aceitar que as alegações são falsas quando o ABDC da Igualdade é explicado desta forma:
O programa disponibiliza conselhos detalhados online aos professores em torno da forma como eles podem colocar em causa a visão que as pequenas crianças têm do que é tipicamente visto como algo "para meninas" ou "para rapazes". Ao encenarem contos de fadas, por exemplo, os rapazes devem ser encorajados a desempenhar o papel do Capuchinho Vermelho e as raparigas o papel do lobo.

O programa também apela os professores que encorajem uma reflexão em torno dos assuntos de género em outras áreas tais como a educação física, as artes e a história. O governo sugere que eles podem examinar o quadro de Renoir com o nome "Madame Charpentier et ses enfants", e ressalvar que a pobre Mrs. Charpentier é forçada pelas convenções sociais a usar o espartilho sufocante, e que era comum os pequenos rapazes, tal como as pequenas raparigas, usar vestidos. Nas aulas de História, o ABCD da Igualdade sugere aos professores que ressalvem que Louis XIV usava saltos altos e fitas.
E temos ainda coisas como estas:
Em Junho passado gerou-se um clima de raiva quando o sindicato dos professores primários sugeriu que os alunos lessem um livro chamado "O papá usa um vestido", onde se conta a história dum pugilista que se torna num dançarino de ballet.
E uma reportagem por parte da IGAS (General Inspectorate of Social Affairs) recomenda
"..que se substitua os termos "rapazes" e "raparigas" pelos termos neutros "amigos" ou "crianças", que conte histórias onde as crianças têm dois pais ou duas mãe, etc." Segundo o relatório, o propósito é o de "prevenir a diferenciação sexual e a interiorização por parte das crianças da sua identidade sexual.".
Esta é uma agenda que tem que ser resistida e milhares de Franceses estão a fazer exactamente isso.

* * * * * * *
Este tipo de notícia confirma mais uma vez o que já havia sido dito no passado: a estratégia primária da esquerda ocidental é o Marxismo Cultural.

A França encontra-se mergulhada numa profunda crise económica, e o governo Socialista actualmente no poder parece ter piorado as coisas. Levando isto em conta, seria mais sensato por parte Hollande e do Partido Socialista Francês desenvolver medidas que promovem o desenvolvimento económico; em vez disso o governo esquerdista Francês opta promover e financiar doutrinas e ideologias que visam colocar em causa a identidade sexual  das crianças.

Se alguém ainda tem dúvidas de que a promoção do homossexualismo e do feminismo é feita por motivos meramente políticos, as acções dos Socialistas Franceses são bem reveladoras. E essa "promoção" é feita com um propósito bem claro:

"Abolição da família! Até os mais radicais ficam indignados com está proposta dos comunistas. Quais são as bases da família actual, a família burguesa? O capital, o ganho individual. Em sua plenitude a família só existe para a burguesia, mas encontra seu complemento na supressão forçada da família entre os proletários e a prostituição publica. A família burguesa desvanece-se totalmente com o desvanecer de seus complementos, e uma e outra com o desvanecer do capital"
(Karl Marx escreveu na sua obra Manifesto Comunista em 1848)
.



quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O fim da socialmente construída "Teoria do Género"?

Evento devastador para a "Teoria do Género": o Nordic Council of Ministers (uma co-operação inter-governamental regional composta pela Noruega, a Suécia, a Finandia, a Dinamarca e a Islãndia) tomou a decisão de fechar o "NIKK Nordic Gender Institute".

O NIKK tem sido o navio-almirante (inglês: "flagship") da "Teoria do Género", fornecendo bases "científicas" para as políticas sociais e educacionais que, começando nos anos 70, têm transformado os países Nórdicos nos países mais "sensíveis ao género" do mundo. A decisão foi tomada depois da "Norwegian State Television" ter emitido um documentário televisivo onde o carácter irremediavelmente anti-científico do NIKK e da sua pesquisa foram expostas.

O produtor da série é Harald Eia, um comediante Norueguês que ganhou popularidade no seu país com os seus programas de sátira. Harald, que para além de ser um comediante tem também qualificações em ciências sociais, ficou intrigado pelo facto de, apesar de todos os esforços levados a cabo pelos políticos e pelos engenheiros sociais para remover os "estereótipos de género", as raparigas continuavam a preferir profissões tipicamente "femininas" (tais como enfermeira, cabeleireira, etc) ao mesmo tempo que os rapazes continuavam atraídos por profissões "masculinas" (tais como técnicos, trabalhadores da construção civil, etc.).

De facto, em vez da tendência ter sido revertida, ele tornou-se mais vincada.

No documentário, Harald Eia, fazendo-se acompanhar com uma câmara, fez perguntas inocentes a vários pesquisadores e cientistas da NIKK. Depois disso, ele pegou nas suas respostas e mostro-as a cientistas de renome de outras partes do mundo - nomeadamente da Grã-Bretanha e dos EUA - requisitando a sua opinião sobre as declarações dos seus pares cientistas Noruegueses.

Como seria de esperar, os resultados da falsa ciência Norueguesa provocou momentos de diversão e incredulidade junto da comunidade científica internacional - especialmente porque as conjecturas dos cientistas e pesquisadores Noruegueses baseavam-se em teorias sem qualquer tipo de pesquisa comprovatória.

Harald filmou as reacções dos cientistas internacionais, pegou nelas e voltou para a Noruega, mostrando-as posteriormente aos pesquisadores da NIKK. Quando foram confrontados com ciência empírica, os "pesquisadores de género" não só ficaram sem saber o que dizer, como foram completamente incapazes de defender as suas teorias quando confrontadas com a realidade.

Para piorar as coisas, a falsidade da "Teoria do Género" foi exposta ao ridículo em frente a uma audiência de TV, o que levou as pessoas a questionar a necessidade de se disponibilizarem 56 milhões de Euros (do dinheiro dos contribuintes) para financiar "pesquisas" baseadas em ideologias sem qualquer tipo de suporte científico. Aparentemente, algumas perguntas inocentes, feitas por um comediante, foi o suficiente para destruir por completo o edifício da "Teoria do Género".

Espera-se agora que a lição seja ouvida nos outros países, ou na União Europeia e nas Nações Unidas, onde esta ideologia ainda reina nos corredores de poder.

Para ver o documentário de Harald por inteiro, visitem o site, e quando for pedido uma password, escrever a palavra “hjernevask” (palavra Norueguesa para "lavagem cerebral", que foi  apropriadamente escolhido como título do documentário). Os não-Noruegueses não têm que se preocupar visto que há legendas em inglês.

Parte 1 – ”The Gender Equality Paradox
Parte 2 – ”The Parental Effect
Parte 3 – ”Gay/straight
Parte 4 – ”Violence
Parte 5 – ”Sex
Parte 6 – ”Race[REMOVIDO]
Parte 7 – ”Nature or Nurture..

Fonte




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