O Concílio Nórdico recebeu recomendações provenientes dum painel de
peritos em favor da proibição de discurso anti-feminista nos países
Nórdicos (Suécia, Dinamarca, Islândia, Finlândia, Noruega). O "painel
de peritos" era composto por feministas radicais e homens
pró-feminismo.
O relatório foi escrito nas línguas Nórdicas (excepto o
Finlandês) e algumas partes em inglês.
No relatório, o discurso anti-feminista e o discurso de ódio de
extrema-direita dirigido aos imigrantes é tratado como parte do mesmo
movimento. O MRM ("Men's Rights Movement") é qualificado como parte do extremismo da direita. O relatório tem um sumário em inglês (página 35) onde se lê:
1. Ameaças e assédios anti-feministas têm que ser ilegalizadas. ("Recomendamos aos governos Nórdicos que garantam que as ameaças e o assédio com base no género sejam tornadas ilegais. O discurso de ódio online tem que ser processaso, tal como o é o discurso de ódio emitido a partir de domínios públicos.")
2. Serviços acessíveis como veículos de denúncias a ameaças e assédio
têm que ser estabelecidos como "forma de reportar" os incidentes.
3. Pesquisas anuais sobre o anti-feminismo têm que ser iniciadas.
4. Pesquisas em torno do anti-feminismo têm que ter prioridade.
5. Igualdade e anti-descriminação incrementais requerem a mudança para padrões Masculinos.
6. Devem ser implementadas medidas para ajudar os homens e os rapazes marginalizados.
7. O anti-feminismo deve fazer parte da área de actividade dos oficiais da Igualdade.
8. A imprensa deve assumir as suas responsabilidades na luta contra o anti-feminismo. ("Os
média devem garantir que têm a competência para lidar com os actores
extremistas sem lhes dar legitimidade ou dar legitimidade às suas
opiniões. Os editores de comentários online têm a especial
responsabilidade de garantir que os seus usuários não se tornam alvos
de ameaças e assédio, e que os sentimentos xenófobos e anti-feministas
não são apoiados ou legitimados.")
9. A cooperação entre os países e grupos anti-feministas tem que continuar.
10. Devem ser levadas a cabo conferências Nórdicas anti-feministas interdisciplinares.
* * * * * * *
Basicamente o que isto significa é que se os países Nórdicos adoptarem
as "recomendações" dos grupos feministas, a liberdade de expressão
nesses países, que já não é nada por aí além, morre de vez.
Evento devastador para a "Teoria do Género": o Nordic Council of Ministers
(uma co-operação inter-governamental regional composta pela Noruega, a
Suécia, a Finandia, a Dinamarca e a Islãndia) tomou a decisão de fechar
o "NIKK
Nordic Gender Institute".
O NIKK tem sido o navio-almirante
(inglês: "flagship") da "Teoria do Género", fornecendo bases
"científicas" para as políticas sociais e educacionais que, começando
nos anos 70, têm transformado os países Nórdicos nos países mais
"sensíveis ao género" do mundo. A decisão foi tomada depois da
"Norwegian State Television" ter emitido um documentário televisivo
onde o carácterirremediavelmenteanti-científico do NIKK e da sua pesquisa foram expostas.
O produtor da série é Harald Eia, um comediante Norueguês que ganhou popularidade no seu país com os seus programas de sátira. Harald, que para além de ser um comediante tem também qualificações em ciências sociais, ficou
intrigado pelo facto de, apesar de todos os esforços levados a cabo
pelos políticos e pelos engenheiros sociais para remover os
"estereótipos de género", as raparigas continuavam a preferir
profissões tipicamente "femininas" (tais como enfermeira, cabeleireira,
etc) ao mesmo tempo que os rapazes continuavam atraídos por profissões
"masculinas" (tais como técnicos, trabalhadores da construção civil,
etc.).
De facto, em vez da tendência ter sido revertida, ele tornou-se mais vincada.
No documentário, Harald Eia, fazendo-se acompanhar com uma câmara, fez perguntas
inocentes a vários pesquisadores e cientistas da NIKK. Depois disso,
ele pegou nas suas respostas e mostro-as a cientistas de renome de
outras partes do mundo - nomeadamente da Grã-Bretanha e dos EUA -
requisitando a sua opinião sobre as declarações dos seus pares
cientistas Noruegueses.
Como seria de esperar, os resultados da
falsa ciência Norueguesa provocou momentos de diversão e incredulidade
junto da comunidade científica internacional - especialmente porque as
conjecturas dos cientistas e pesquisadores Noruegueses baseavam-se em
teorias sem qualquer tipo de pesquisa comprovatória.
Harald filmou as reacções dos
cientistas internacionais, pegou nelas e voltou para a Noruega,
mostrando-as posteriormente aos pesquisadores da NIKK. Quando foram
confrontados com ciência empírica, os "pesquisadores de género" não só
ficaram sem saber o que dizer, como foram completamente incapazes de
defender as suas teorias quando confrontadas com a realidade.
Para piorar as coisas, a falsidade da
"Teoria do Género" foi exposta ao ridículo em frente a uma audiência
de TV, o que levou as pessoas a questionar a necessidade de se
disponibilizarem 56 milhões de Euros (do dinheiro dos contribuintes)
para financiar "pesquisas" baseadas em ideologias sem qualquer tipo de
suporte científico. Aparentemente, algumas perguntas inocentes, feitas
por um comediante, foi o suficiente para destruir por completo o edifício da "Teoria do Género".
Espera-se agora que a lição seja ouvida
nos outros países, ou na União Europeia e nas Nações Unidas, onde esta
ideologia ainda reina nos corredores de poder.
Para ver o documentário de Harald por
inteiro, visitem o site, e quando for pedido uma password, escrever a
palavra “hjernevask” (palavra Norueguesa para "lavagem cerebral", que
foi apropriadamenteescolhido como título do documentário). Os não-Noruegueses não têm que se preocupar visto que há legendas em inglês.
A pedido do Comité Parlamentar Europeu para os Direitos das Mulheres, os jardins infantis e as escolas podem passar a proibir livros e contos de fadas que caracterizam a família tradicional uma vez que, segundo o comité, os contos de fada têm que falar na "diversidade sexual". Peritos noruegueses acreditam que assistir pornografia pode ser bom para as crianças.
O Comité Parlamentar Europeu para os Direitos das Mulheres e Igualdade de Género preparou um relatório que apela à proibição de todos os livros escolares e livros de infantário que caracterizam a família tradicional onde o pai é o provedor e a mãe é a responsável pelas crianças. Segundo os autores do relatório, estes livros são maus para o futuro das crianças, especialmente para as meninas, e promovem padrões comportamentais inadequados. Futuramente, diz o relatório, estes livros podem impedi-las de construir uma carreira profissional.
As feministas revelaram preocupação com o facto das crianças estarem a ser confrontadas com "estereótipos de género negativos" desde a mais tenra idade através da televisão e dos spots publicitários. (A palavra "negativos" presente no relatório é sinónima com "traditional".) Embora por enquanto se tenha decidido começar pelas escolas, segundo este mesmo relatório, a proibição poderá ser alargada para a televisão e para a publicidade.
Os autores do relatório recomendam medidas legislativas urgentes na área da literatura infantil, sugerindo em particular a introdução de uma política de "igualdade em todos os sectores." Um exemplo da literatura infantil alternativa é o livro com o nome "King and King", cuja capa tem a imagem de dois homens envolvidos num beijo. Segundo o relatório, isto ajudará as crianças a aprender mais sobre "a verdadeira diversidade sexual na sociedade."
Na verdade, tais medidas já foram levadas a cabo em alguns países, particularmente na Escandinávia, onde os países locais se consideram a vanguarda da democracia Ocidental. O "Pravda.Ru" reportou no passado a história dum produtor de brinquedos infantis que, antes do Natal, publicou um catálogo onde se poderiam ver meninas a disparar contra inimigos imaginários com armas de laser, e onde os rapazes foram caracterizados a brincar com bonecas.
Isto foi um requerimento da entidade reguladora da publicidade sueca que acusou o produtor de brinquedos de "sexismo" e "imposição de estereótipos de género negativos." Em 2010 os infantários noruegueses introduziram um programa sexual obrigatório que se focava nas minorias sexuais.
O relatório do Parlamento Europeu insistiu também que o homossexualismo deveria "ser ensinado nos jardins infantis como uma forma de experiência e conhecimento." [ed: ?!!] Segundo os mesmos, isto alargará o conceito de "identidade de género" para as crianças.
A diversidade sexual deveria ser óbvia para as crianças; elas precisam de saber que é normal que os seus pais sejam gays ou lésbicas.
Por incrível que pareça, nem todos os pais estão dispostos a acreditar que isto seja "normal." Na Noruega, por exemplo, a comunidade muçulmana opôs-se de forma assertiva a tal educação nos jardins infantis, chegando a ameaçar retirar as suas crianças de tais instituições ou desenvolver esforços para erigir instituições alternativas.
Para os pais "sombrios", que não estão cientes das últimas tendências da "educação sexual" no mundo moderno, o maior jornal Norueguês, o VG Nett, publicou recentemente uma opinião de psicólogos e terapêutas do sexo que afirmaram que seria benéfico para as crianças assistir pornografia na internet. O psicólogo e pesquisador sexual Andres Lindskog afirmou:
Os pais não deveriam ter medo da sexualidade dos seus filhos. Por outro lado, do ponto de vista da saúde, é benéfico assistir pornografia [com os filhos] numa altura em que os pais e os filhos falam abertamente destes assuntos.
Lindskog comentava uma declaração recentemente emitida por um perito da organização "Save the Children", que expressou preocupação com o facto de cada vez mais as crianças e os adolescentes se tornarem viciados em sites pornográficos. Anders Lindskog está convencido de que não há qualquer tipo de vício, habituação ou dano nisto:
É importante que os pais entendam que as suas crianças nascem com sexualidade e seguem a sua biologia. As crianças têm os mesmos sentimentos que os adultos.
Depois disto, é de admirar que o número de casos de pedofilia esteja em crescimento na Noruega? A maior parte destes casos ocorrem dentro da família.
Há poucos dias atrás os jornais escreveram dum caso assim: um casal - marido e mulher - sujeitaram os seus três filhos (todos com menos de 10 anos) a violência e perversão sexual durante anos. As crianças confirmaram a violência à polícia.
Mas isto não significa que o castigo será suficientemente severo. Na Noruega, a pedofilia é considerada uma doença e é listada no Registo Médico. Por esta razão, os pedófilos recebem penas curtas - que vão de alguns meses a alguns anos. Em alguns casos o castigo pode-se limitar apenas a uma multa. Afinal, os pais podem sempre dizer que practicaram uma "diversidade de relações sexuais."
* * * * * * *
Portanto, enquanto os Europeus ensinam isto aos seus rapazes. . .
. . . . os muçulmanos ensinam isto aos seus filhos:
O feminismo preparando o caminho para a dominação islâmica
No dia 10 de Outubro último o Comité Nobel Norueguês
nomeou a União Europeia como a vencedora do prémio Nobel da Paz para o
ano de 2012. Muitos observadores acharam estranha esta escolha,
especialmente se levarmos em conta que a União Europeia é tudo menos
pacífica, com o valor do Euro em queda livre, o nível de desemprego a
aumentar, e com a presença de manifestações regulares em Atenas, Madrid, Bruxelas e em
muitas outras importantes cidades Europeias durante a maior parte dos
dois últimos anos.
De facto, muitos analistas questionam seriamente se
todo o "Projecto" (nome que os arquitectos da UE dão ao
sempre-em-evolução super-estado Europeu) se pode desmoronar em breve.
No entanto, este é precisamente o ponto: o Comité Nobel tomou a consciente decisão
de dar à União Europeia um muito necessitado impulso âs suas
relações públicas. "De certa forma, isto é uma mensagem à Europa de que
nós devemos fazer tudo para nos mantermos unidos e avançarmos,"
disse Thorbjen Jagland, membro do Comité Nobel Norueguês. Ele acrescenta ainda:
Queremos lembrar
a todos os Europeus tudo o que já conquistamos neste continente e que
não devemos deixar que a desintegração ganhe forma outra vez, e
mergulhemos no nacionalismo e no extremismo uma vez que sabemos onde
isso acaba.
O que não foi dito pela maior parte dos órgãos de informação que cobriu a entrega do Prémio Nobel é que Thorbjen Jagland
não só é um dos directores do Comitê Nobel Norueguês, como é
secretário-geral do Concílio Europeu. Esta instituição opera como a
mais importante instituição de propaganda e máquina facilitadora do
avanço e unificação da União Europeia. O Conselho Europeu e a UE, bem
como os seus predecessores, têm estado umbilicalmente unidos desde a
década 1950.
Outra coisa que também não foi reportada pela copiosa cobertura da entrega do Nobel é a ainda-por-responder alegação
de que Jagland, um ex-Primeiro Ministro Norueguês, foi um
agente/informador ao serviço da KGB (nome de código "Jurij") durante a
década 70 do século passado.
Se levarmos em conta o pedigree político de Jagland, esta acusação não é de todo extraordinária. Ele foi membro da Workers’ Youth League, uma organização comunista Norueguesa (formada em 1927 com a união entre a Left Communist Youth League e a Socialist Youth League of Norway). Jagland ascendeu na hierarquia do partido até se tornar o presidente nacional da Workers’ Youth League entre 1977 a 1981.
(Nota: O actual primeiro ministro Norueguês, Jens Stoltenberg,
é também um antigo presidente da Worker’s Youth League, e foi também
identificado como um antigo agente da KGB com o nome de código
“Steklov.”)
Jagland é também o líder do Labor Party
Norueguês, que oficialmente é membro da Internacional Socialista, uma
coligação global de partidos socialistas e comunistas que tem como um
dos objectivos anunciados o fim da soberania nacional e a criação dum
governo mundial.
José Manuel Barroso, presidente da Comissão Europeia - o corpo executivo da UE - disse que o prémio demonstrou que o corpo Europeu é "algo muito precioso."
O Comité Nobel pelo Prémio da Paz, bem como a comunidade internacional, enviaram agora uma
mensagem importante à Europa, e esta mensagem é a de que a União
Europeia é algo muito precioso que devemos preservar para o bem de
todos os Europeus e para o bem de todo o mundo, (...) O
prémio entregue hoje pelo comité Nobel mostra que mesmo nestes tempos
difíceis, a União Europeia continua a ser uma inspiração para países e
povos de todo o mundo, e que a comunidade internacional precisa duma
União Europeia.
Um mês antes, no dia 12 de Setembro, Barroso fez o Discurso do Estado da União de 2012,
onde para além de abertamente apelar à total remoção dos vestígios restantes das soberanias nacionais, apelou também à transformação da UE numa federação unificada, objectivo que, desde o princípio, os arquitectos da UE sempre
perseguiram mas que só ultimamente o deixaram de negar publicamente.
Mesmo agora a decepção continua uma vez que Barroso e companhia alegam
que os planos para a "federação" não transformarão a UE num
"super-estado."
Mas é precisamente
nisto que a UE se está a tornar visto que regularmente suplanta as leis
e as legislaturas nacionais. No seu discurso de Estado da União Barroso
declarou:
A realidade dos factos é que, num mundo interligado, os Estados Membros da Europa, por si sós, não mais são capazes de eficazmente dirigir o curso dos acontecimentos.
Mas ao mesno tempo, eles ainda não equiparam a sua União - a nossa
União - com os instrumentos necessários para lidar com esta nova
realidade. Nós estamos agora numa transição, num momento de definição.
Este momento requer decisões e liderança.
Sim, a globalização requer mais união Europeia
Uma maior união requer mais integração
Mais integração exige mais democracia, democracia Europeia.
Tradução: "mais democracia, democracia Europeia"
significa que os estados-membros que votam contra um aumento de poder
para os burocratas da UE acampados em Bruxelas serão submetidos ao
mesmo referendo vez após vez até que eles votem da "forma certa" - isto é, até que o resultado da votação seja aquele que Bruxelas exige.
Barroso prosseguiu:
Uma
união monetária e económica profunda e genuína, uma união politica, com
uma políca externa e de defesa coerente, em termos gerais significa que
a actual União Europeia tem que evoluir.
Não tenhamos medo das palavras: temos que avançar rumo a uma federação de estados-nação. Isto é o que nós precisamos. Este é o nosso horizonte politico.
Hoje,
apelo a uma federação de estados-nação. Não a um super-estado. Uma
federação democrática de estados-nação que podem lidar com os nossos
problemas comuns através da partilha da soberania duma forma que cada país e cada cidadão se encontrem melhor equipados para controlar o seu destino. Na era de globalização, soberaniaconjunta significa mais poder e não menos.
Nigel Farrage, Membro do Parlamento Europeu [MEP] para o "UK Independence Party" (UKIP),
atacou Barroso por este ter apelado para a formação duma federação,
oferecendo ao mesmo tempo evidências que demonstram como Barroso e os
seus companheiros Eurocratas de Bruxelas planeaim impor uma tirania ao
estilo Soviético sobre os povos Europeus. Os comentários do MEP Nigel
Farrage podem ser visto no vídeo presente aqui.
Numa aparência na FOX News (ver vídeo no final), Farrage mencionou também que Barroso é um antigo comunista
Embora Farage não tenha entrado em
detalhas na sua aparência televisiva, deve ser notado que Barroso, um
antigo primeiro ministro de Portugal, foi um membro do Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado (MRPP), força política de inspiração maoísta e uma organização revolucionária violenta que emulava a China de Mao Tse Tung.
As suas actividades desde a sua suposta
conversão para o moderanismo indicam que ele não deixou o seu
radicalismo para trás. No dia 18 de Novembro de 2008 Nigel Farage
atacou Barroso quando lhe foi dada a oportunidade de contradizer a
suposta "qualidade" da equipa que este havia nomeado para a Comissão da
UE. Farrage declarou:
[...] O senhor Barroso disse 'Acho que a minha equipa é de elevada qualidade'.
Bem, vamos levar a cabo uma auditoria humana. Estou bem ciente que as
auditorias não são muito populares na Comissão Europeia, e que os
auditores - se fizerem o seu trabalho de forma correcta - serão
despedidos, mas, mesmo assim, vamos a isso:
Da França temos o sr Barrot;
que será responsável pela pasta dos transportes. Em 2000 ele recebeu
uma pena suspensa de 8 meses devido ao seu envolvimento num caso de
desfalque e foi banido de cargos públicos durante dois anos.
Da Hungria temos o sr Kovács,
responsável pela tributação. Durante muitos anos ele foi um apparatchik
Comunista, amigo do sr Kádár, o ditador da Hungria, e um grande
opositor dos valores que nos são tão queridos no Ocidente. O seu novo
império produzirá uma política fiscal e ele olhará pelas alfândegas desde Cork a Vilnius. Será que o "PPE Group" e os Conservadores Britânicos realmente votarão em favor disso?
Da Estónia temos o sr Kallas,
que durante 20 anos foi o apparatchik do Partido Soviético até que o
seu recentemente adquirido gosto pelo capitalismo o colocou em
problemas. No entanto, ele foi ilibado das acusações de abuso e fraude,
mas condenado por disponibilizar informação falsa. Ele será responsável
pela equipa anti-fraude! Não dá para inventar estas coisas!
Estas são as pessoas que o Comité Nobel decidiu honrar com o Prémio da Paz de 2012, juntando-se a recipientes distintos como: Al Gore
e aos seus desacreditados alarmistas do aquecimento global da
"Intergovernmental Panel on Climate Change" (ONU); o "antigo" ditador
comunista Mikhail Gorbachev; a "equipa da Paz" da ONU cujas mãos estão cobertas de sangue , a UNICEF; e o Presidente Barack Obama.
* * * * * * *
Em relação ao "passado" comunista de José Barroso:
A saudação que Breivik fez no tribunal de Oslo, um braço estendido com um punho fechado, foi vista como uma saudação de extrema-direita.
Breivik descrevia, aliás, o gesto no seu longo manifesto em que dava atenção à propaganda: era um “sinal de força, poder e desafio contra os tiranos marxistas da Europa”, esses que o arguido acusa de fomentar o multiculturalismo. “A nossa saudação não tem nada a ver com a saudação romana onde a palma está virada para baixo com os dedos juntos”, também usada pelos nazis, explicava ainda Breivik.
Mas a verdade é que o punho fechado evoca muitas vezes algo contrário ao que Breivik pretendia simbolizar. Porque o punho fechado é normalmente mais associado com o gesto dos atletas Tommie Smith e John Carlos, no pódio das Olimpíadas de 1968, em protesto pelo tratamento dados pelas autoridades americanas à sua população negra.
E o punho tem sido mais usado ao longo da História por grupos de esquerda e de defesa de grupos oprimidos, sublinha a emissora britânica BBC. Há punhos fechados em cartazes de sindicatos em 1917, em fotografias de anti-fascistas espanhóis nos anos 1930, e ainda no logótipo feminista do punho fechado dentro do símbolo do género feminino.
Breivik não é, no entanto, o primeiro acusado de assassínios políticos a usar este gesto em tribunal. A BBC lembra que Lee Harvey Oswald fez o mesmo depois de ter sido detido pela morte de John F. Kennedy, e Carlos “o Chacal”, também.
No fundo, o sinal é popular porque junta conotações de resistência, solidariedade, orgulho e militância num gesto simples, diz o psicólogo Oliver James. "É um modo de indicar que pretendes combater uma força poderosa, malévola e institucional, com a tua própria força - és um indivíduo que se sente ligado a outros indivíduos para lutar um 'statu quo' opressivo."
Quando um terrorista muçulmano leva a cabo ataques ao ocidente, a imprensa esquerdista dedica-se a analisar as "causas" que motivaram o crime. No caso de Breivik, no entanto, os mesmos esquerdistas não parecem muito interessados em analisar o que ele alega serem as causas do seu ataque a vítimas inocentes.
Outra coisa "curiosa" deste incidente é que muitas pessoas que normalmente se levantam contra a pena de morte levada a cabo pelos americanos, pedem agora que Anders seja executado. Contrariamente ao que é normal, eu estou de acordo com eles: Anders deveria ser executado pelo que fez.
A Noruega é considerada o país modelo da igualdade. Mas, tal como em qualquer outro país do mundo, também lá as distribuições profissionais entre homens e mulheres são desiguais.
A brigada académica dos estudos de género e feminismos apressa-se a explicar que a culpa é da educação e dos valores “conservadores” da sociedade e que são estes que precisam de ser combatidos.
Para elucidar a questão, neste documentário, um jornalista norueguês foi falar com cientistas sociais e naturais que lidam com as diferenças biológicas entre sexos e recolheu provas dessas diferenças.
Confrontados com as mesmas, os académicos feministas negaram-nas, mantendo que os seres humanos são tábuas rasas. Com que base? Quando o jornalista pergunta uma académica feminista qual é a sua base científica para negar que existam diferenças comportamentais biológicas entre homens e mulheres, ela responde: ”digamos que tenho uma base teórica”.
Ou seja, por outras palavras, ela leu Marcuse, Adorno e todos os derivados da Escola de Frankfurt e ficou convencida.
Assim se conclui novamente que, independentemente dos factos, o igualitarismo radical ideológico predominante na academia ocidental não precisa da ciência nem da realidade, nem, em última instância, do bom senso.
Uma comentadora deste blogue com o nome de Emma the Emo escreve:
O terrorista norueguês Anders Behring Breivik está a receber cartas de amor na prisão, mesmo depois de ter assassinado mais de 70 pessoas, a maior parte adolescentes.
Psicólogos teorizam que as mulheres querem salvá-lo/curá-lo de uma forma ou outra.Mas se elas quisessem salvar ou providenciar algum tipo de apoio emocional, elas deveriam enviar as cartas às vítimas que sobreviveram.
Não há motivo algum para tentar salvar um assassino como aquele; não só é tarde demais, como dá aos homens razões para se tornarem assassinos.
Emma está certa. Se o motivo do desejo feminino por idiotas e imbecis é motivado pela vontade em "salvar" ou "curar", então elas deveriam estar a tentar "salvar" e "curar" as vítimas do assassino. Isto, claro, não falando nos inúmeros homens betas que precisam mais desesperadamente da "salvação" e "cura" feminina.
Este incidente expõe mais uma vez as mentiras feministas (e manginas) em relação à atracção que as mulheres têm por vilões e safados. Embora o complexo de salvação possa, em parte, explicar o desejo feminino, este não é nem a explicação primária nem a única.
A motivação primária é precisamente a atracção que as mulheres têm por vilões e homens que violam as regras sem arrependimento. As mulheres gostam dos vilões precisamente porque são vilões. Isto é assustador se pensarmos o tipo de reacção que isto pode causar nos homens civilizados e nas mulheres civilizadas.
Homens que enviam cartas de amor a prisioneiras assassinas fazem-se notar pela sua ausência.
"Em assuntos relativos à Igreja e a ciência, é essencial que a ciência tome prioridade indisputável sobre os ensinos da Bíblia"
"Fundamentalista Cristão" Anders Breivik
Mal os actos perpetrados por Anders Behring Breivik vieram a lume, os órgãos de informação tentaram desvendar a ideologia por trás dos ataques.
Depois de inicialmente se especular (erradamente) que o atentado havia sido levado a cabo por um muçulmano (como o são a esmagadora maioria dos ataques terroristas do mundo), as agências noticiosas esquerdistas, que geralmente desdobram-se e contorcem-se de modo a não catalogarem os terroristas como "muçulmanos" quando os ataques são levados a cabo por...... muçulmanos, foram rápidos e caracterizar Breivik como um fundamentalista Cristão e de direita.
O problema para os esquerdistas é que agora ficamos a saber que Breivik não é um fundamentalista Cristão. De acordo com o seu manifesto "Declaração de Independência Europeia" (1518 páginas), ele pode até nem acreditar em Deus. Em vez do Cristianismo, ele pode ser descrito como o resultado duma mistura entre o fundamentalismo científico e o darwinismo social.
Um "ateu Cristão"?
Convém ressalvar que, no seu manifesto, Breivik não só se identifica como um "Cristão" (pág. 1403), como fala de modo incessante em defender a civilização "Cristã". Mas ele também demonstra de forma clara que o seu Cristianismo é uma posição adoptada por motivos políticos.
Justificando a necessidade de se alinhar com um grupo que alegadamente defende os "valores Cristãos", ele responde:
A minha escolha baseia-se puramente no pragmatismo. (pág. 1380)
Ele explica que o "Cristianismo" tem um maior "apelo das massas" que o nacionalismo, a supremacia branca ou o paganismo re-avivado, e como tal, é um estandarte mais eficiente sob o qual ele pode construir o seu movimento. (pág. 1381)
Em suma, pode-se dizer que Breivik olha para a religião Cristã tal como Machiavelli olhava para esta fé: como uma arma política. É digno de se ressalvar que o livro de Machiavelli "The Prince" é listado como um dos livros favoritos de Breivik. (pág. 1407)
A sua verdadeira "religião".
Em relação às suas crenças e prácticas religiosas, Breivik admite de forma honesta:
Não vou fingir que sou uma pessoa muito religiosa porque isso seria uma mentira. Sempre fui muito pragmático e muito influenciado pelo ambiente e envolvência seculares. (pág. 1344, ênfase adicionado)
De facto, Breivik confessa que ele costumava defender a tese de que "a religião nada mais é que uma muleta para as pessoas fracas. Qual é a finalidade em acreditar Numa Força Superior [maiúsculas acrescentadas] se tu tens confiança em ti próprio?".
Aparentemente Breivik estudou na mesma escola de "pensamento crítico" que os editores de blogues neo-ateus como Portal Ateu, Diário Ateísta ou Que Treta estudaram uma vez que "ter confiança em ti mesmo" não está em oposição a "acreditar Numa Força Superior". Este tipo de "argumento" é bem comum entre os militantes ateus - desejosos de construir um "mundo melhor" sob a direcção de "homens sábios".
Breivik continua:
Se calhar isto é assim em muitos casos. A religião é uma muleta para as pessoas fracas e muitas abraçam a religião por motivos pessoas como forma de obter força mental (para alimentar o seu estado emocional fraco, por exemplo, durante doenças, mortes, pobreza, etc).
Como não sou hipócrita, afirmo directamente que esta é também a minha agenda. (pág. 1344, ênfase acrescentado)
Dito de outra forma, na melhor das hipóteses, ele vê a sua acomodação à religião é como uma muleta psicológica fornecedora de força anímica para as suas actividades horríveis.
Embora ele acrescente que ele não chegou a orar a Deus como forma de ganhar forças, ele espera fazê-lo mal ele comece os seus actos assassinos:
Se orar servirá de impulso/calmante mental então o pragmatismo mostra que essa é a coisa certa de se fazer. Acho que na altura hei-de saber . . . . Se Deus existe, eu vou ter permissão para entrar no céu tal como os outros mártires da Igreja do passado. (pág. 1345)
Note-se o "Se" na sua declaração àcerca da existência de Deus. Desde quando é que um "fundamentalista Cristão" se questiona sobre a existência de Deus?
Com relativa frequência Breivik identifica-se como "Cristão cultural", uma expressão que ele define como sendo o mesmo que "ateu Cristão". (pág. 1360)
Sem surpresa alguma, a ideia de Breivik de "Cristianismo cultural" pouco tem a ver com o Cristianismo que a maior parte das pessoas conhece. Por exemplo, Breivik mostra de forma bem clara que para se juntar ao seu movimento em favor do Cristianismo cultural "não é necessário ter um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus". (pág. 1361)
De facto, Breivik gostaria de alargar o "Cristianismo" de modo a que este incluísse aqueles que adoram o deus nórdico Odin. Breivik apela à Igreja Cristã que "seja re-criada .... como uma Igreja nacionalista que tolera e permite (de forma bem abrangente) as culturas/o património/a forma de pensar tais como o odinismo." (pág. 1361)
Embora use o adjectivo "cultural", o "Cristianismo cultural" que Breivik tinha em mente não deixa espaço para que os Cristãos possam de facto exercer algum tipo de influência na sociedade, com a excepção dos rituais sociais.
Breivik afirma de forma enfática que ele quer um estado Europeu secular onde...
... a Igreja e os líderes Cristãos não terão permissão para influenciar questões políticasnão-culturais. Isto inclui a ciência, a pesquisa, o desenvolvimento e todas as áreas que beneficiarão a Europa no futuro.
Isto incluirá todas as áreas relativas à procriação, natalidade, políticas de fertilidade e assuntos relacionados com importância científica (reprogenética)." (pág. 1137, ênfase acrescentado)
Como se pode ver, Breivik tem uma preocupação "especial" com os Cristãos ao limitar as áreas onde estes podem (e não podem) exercer influência. E porquê? Porque ele vê a ciência biológica - e não Deus ou o Cristianismo - como a verdadeira "salvação" da sociedade. Segundo a sua visão, os avanços na Biologia tornarão possível uma nova forma vigorosa de darwinismo social que irá salvar a raça nórdica através de eugenismo positivo.
Conclusão:
Eis então o protótipo dos novos "fundamentalistas Cristãos", segundo a imprensa esquerdista:
1. Não precisa de acreditar na existência de Deus.
7. Considera que as suas "boas obras" o levarão ao céu, quando a Bíblia diz que as nossas "boas obras" são "trapo da imundícia" aos Olhos de Deus. (Isaías 64:6), e desde logo, insuficientes para a nossa salvação.
8. Acredita que é possível acreditar que Deus existe ao mesmo tempo que se defende que Deus não existe ("Cristão ateu").
9. Acha que o Cristianismo deveria dar legitimidade ao paganismo, pese embora o facto da Bíblia dizer que o paganismo, e os seus rituais, têm origens no inimigo de Deus (1 Coríntios 10:20: "Antes digo que, as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demónios e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demónios")
10. Defende que o Cristianismo não pode ter influencia alguma sobre a sociedade, quando o Senhor Jesus diz exactamente o contrário:
"Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há-de salgar? para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens . . . Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus." (Mateus 5:13,16)
Sempre que detectarem uma pessoa com estas características, fujam na direcção contrária porque podem estar na presença dum "fundamentalista Cristão" com tendências genocidas.
Levítico 20:15-16 Quando, também, um homem se deitar com um animal, certamente morrerá; e matareis o animal. Também a mulher que se chegar a algum animal, para ter ajuntamento com ele, aquela mulher matarás com o animal; certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles.
Na Escandinávia, onde o "casamento" homossexual é legal, o bestialismo também é legal. E porque não? Afinal, ter relações sexuais com animais não é apenas mais uma "escolha de vida"? Se calhar as pessoas que abusam tem relações sexuais com os animais já nasceram assim, e portanto não há nada a fazer senão legalizar.
Para quê proibir esta prática se as pessoas vão continuar a ter relações íntimas com os animais à mesma? O que é que vocês preferem: que as pessoas tenham sexo com estes animais em lugares sem condições ou em lugares com boas condições?
Aparentemente, na Dinamarca há um enorme mercado uma enorme procura por parte de clientes estrangeiros (especialmente da Noruega) destes bordéis para animais. Ambos os países (já tinha dito que são, segundo os bulistas, países ateus?) tem falhas nos seus sistemas legais, o que torna tais estabelecimentos perfeitamente legais. A única proibição que tanto a Dinamarca e a Noruega tem é que os animais não "sofram". Claro que isto depende da definição que cada um tem do que é "sofrer".
Através da internet nós podemos ver que os donos de animais dinamarqueses abertamente publicitam o facto de terem animais com os quais os clientes podem ter relações sexuais. Como é perfeitamente legal, segundo o jornal dinamarquês "24timer" nem a polícia nem outras instituições terminam com esta prática vergonhosa.
Durante as entrevistas feitas aos donos dos animais, foi reportado que os animais envolvidos possuem "anos de experiência" e que os animais "querem" ter sexo. Não foi dito como é que eles sabem disso, mas sendo um país com (alegadamente) maioria ateísta, eles lá sabem o que dizem.
Torunn Knævelsrud, chefe da secção dentro da "Norwegian Food Safety Authority" que analisa o bem estar dos animais, não pôde excluir a hipótese de tais bordéis serem legais na Noruega. "É difícil dizer sim ou não" afirmou a Knævelsrud ao jornal Aftenposten.
De acordo com as leis vigentes na Dinamarca e na Noruega, enquanto as necessidades básicas como comida e abrigo foram supridas, e se não houver evidência de danos físicos ou sofrimento por parte dos animais, bordéis animais são perfeitamente legais.
Knævelsrud diz ainda:
Até pode ser que os animais nem se importem, mas está presente na natureza dos casos que os animais irão frequentemente ser vítimas de lesões, stress ou sofrimento conectado aos actos sexuais com humanos. De qualquer das formas, eles ou são agarrados, ou assustados ou sofrem dores e lesões físicas.
Uma nova regulamentação por parte da "Norwegian Animal Protection Act" está em consideração, e tem havido propostas por parte da "Norwegian Animal Welfare Alliance" entre outras para que o envolvimento sexual entre humanos e animais seja proibido.
Estes actos provocam repulsa moral. A questão é se a imoralidade deveria ser ilegalizada.
Esta frase em cima encapsula tudo o que há de mau no ateísmo. Como não tem um Ponto de Referência para comportamentos morais, as sociedades secularizadas ficam sem argumento absoluto contra comportamentos claramente auto-destrutivos como a homossexualidade ou o bestialismo.
De acordo com a reportagem do jornal dinamarquês "24timer", alemães, holandeses, suecos e noruegueses visitam os bordéis, e um site dedicado ao bestialismo alega que muitos dos clientes do bordéis dinamarqueses são provenientes da Noruega.
Não sei se notaram que a lista de clientes destes bordéis contém maioritariamente pessoas provenientes de países fortemente secularizados (Holanda, Alemanha, Suécia, etc). Coincidência? Sim, deve ser. Ou talvez não.
Um agricultor que vende o sexo animal está extremamente surpreendido que as pessoas viagem para tão longe para praticar o bestialismo. Obviamente que este agricultor está surpreendido porque não sabe até onde o ser humano pode descer quando está na busca de prazeres não-naturais.
Um dono de um cavalo disse:
Os clientes dizem-nos que é muito mais simples comprar sexo animal na Dinamarca do que nos seus próprios países.
Mas isto é tudo inocente, certo?
Um relatório do Instituto de Criminologia da Universidade de Oslo mostrou que os veterinários noruegueses estão cientes de pelo menos 124 casos de abuso de animais na Noruega. O relatório diz ainda que 22% dos veterinários noruegueses suspeitam ou estão seguros que eles já trataram animais que tinham sido vítimas de abuso sexual por parte de humanos.
Conclusão:
Há muitas coisas que poderiam ser ditas aqui (as consequências de rejeitar a Bíblia, as consequências de abrir a porta a novas definições de "casamento", o que isto pode significar na luta contra a pedofilia, etc, etc) mas acho que a história é horrível o suficiente.
Eis aqui o link onde se pode ler esta notícia. Pode ser útil para se usar contra os ateus que tentem usar o argumento de que países com um forte "ateísmo orgânico" possuem uma população mais feliz e melhores níveis de vida.
Até pode ser que sim, mas nunca viagem para lá com o vosso animal de estimação.
Escola na Noruega decide que os alunos terão que sentar no vaso quando forem urinar.
O líder do partido Democrata da Noruega,, um grupo dissidente do partido Progressita, Vidar Kleppe, está revoltado com a escola Dvergsnes, localizada em Kristiansand na Noruega, porque ela obriga os alunos a sentarem no vaso na hora de urinar.
Kleppe acusa a escola de brincar com as leis divinas, e ele quer que este assunto seja debatido no comitê executivo do conselho local, informa o jornal Dagbladet .
“Quando os garotos são negados a urinar da maneira natural, da maneira que garotos fazem por gerações, isto é desafiar as leis divinas”, Kleppe disse ao jornal.
A diretora Anne Lise Gjul da escola Dvergsnes preferiu não comentar as declarações e os planos de Kleppe de fazer protestos políticos e diz que lamenta se alguém se sentiu ofendido com a proibição dos garotos urinarem em pé.
Gjul disse a NRK (Canal Norueguês de Notícias) que os jovens simplesmente não tinham “boa pontaria”, e o objetivo é ter um banheiro limpo tanto para meninos e meninas.