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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

O arrependimento de Karen Cross

Por Karen Cross

Rindo e dançando com o meu noivo na nossa festa de noivado, pensei que eu explodiria de tanta felicidade. Rodeada de amigos e familiares, olhei para o Matthew e tive a certeza de que havia encontrado o homem com quem passaria o resto da minha vida. 

Pura e simplesmente, ele era a minha alma gémea. Nós estávamos desesperadamente apaixonados e tínhamos o nosso futuro juntos mapeado. 

Primeiro, haveríamos de poupar para comprar a nossa casa, e depois teríamos uma cerimónia de casamento bem romântica e depois viriam os filhos.

Na altura, tudo parecia tão simples para mim, ingénua e com 19 anos. Eu era, pensei comigo mesmo, a rapariga que tinha tudo. 

Então, porque é que passados que estão 20 anos, eu me encontro solteira, sem filhos e atormentada pelo facto de poder ter perdido a única hipótese de felicidade que eu alguma vez tive?

Oito anos depois dessa maravilhosa festa de noivado de 1989, abandonei o leal e devoto Matthew, convencida de que algures por aí havia alguém melhor, mais excitante e mais completo para mim. Só que não havia. Hoje tenho 42 anos e tenho todas as armadilhas do sucesso - uma carreira bem sucedida, segurança financeira, e uma casa bem no coração da glamorosa Notting Hill (Londres). No entanto, não tenho a única coisa que eu desejo mais do que tudo: um marido amoroso e uma família.

O que se passa é que nunca mais encontrei um homem que me ofereceu tudo o que o Matthew me ofereceu, que me entendia e que me amava como ele me amava. Alguém que era o meu melhor amigo mas também o meu amante. Hoje, olhar para as minhas amigas com crianças à sua volta é uma tortura visto que é muito pouco provável que eu venha a ter a minha própria família.

Penso nas vezes que falei com o Matthew sobre termos filhos, chegando até a discutir o nome que haveríamos de escolher. Nem acredito que voltei as costas a tanta felicidade. Em vez disso, eis-me de volta ao mercado das solteiras, buscando exactamente a mesma coisa que descartei com pouco mais que um olhar de relance durante todos aqueles anos. Sei que não posso ter o Matthew de volta, e magoa-me quando oiço bocados de informação em torno da sua vida e do quão feliz ele está. Quinze anos depois do fim da nossa relação, ele encontra-se feliz e casado.

Por esta altura do ano, muitas pessoas irão analisar as suas vidas e os seus relacionamentos, questionado-se que a relva é mais verde do outro lado da cerca. Muitos irão confundir o contentamento pelo aborrecimento, esquecendo-se de valorizar as boas coisas que eles têm. Eu apelaria às pessoas que pensam abandonar tais riquezas que reconsiderem.

Quão diferentes as coisas teriam sido para mim se eu tivesse ouvido o Matthew quando ele implorou que eu não o deixasse, em 1997, com lágrimas a caírem dos seus olhos. Eu também me encontrava a chorar, torturada por observar o coração do homem que amava a ser partido à minha frente. Mas eu estava decidida.

"Um dia, pode ser que eu olhe para trás e me aperceba que fiz o maior erro da minha vida", disse eu enquanto nos agarrávamos um ao outro de modo desesperado. Quão proféticas estas palavras se provaram para mim. "Eu estarei sempre aqui para ti," prometeu o Matthew. E eu, arrogantemente, pensei que eu poderia colocá-lo no gelo e voltar mais tarde para ele.

O Matthew e eu conhecemo-nos quando andávamos na mesma escola em Essex. Começamos a namorar pouco antes do Natal de 1987, quando eu tinha 17 anos e a estudar para os meus exames "A-Levels". Por essa altura, ele já tinha saído da escola e trabalhava como motoboy. Demo-nos bem como uma casa em fogo, e as nossas famílias deram o seu apoio ao relacionamento. Não tardou muito para que nós nos apaixonássemos. O Matthew era romântico mas incrivelmente práctico, algo que mais tarde na nossa relação enervou-me um bocado. Os seus presentes de Natal para mim, nesse ano, foram uma jaqueta de couro - e um par de leggings térmicas.

Duas semanas mais tarde, quando nós namorávamos há menos de um mês, ele pediu-me em casamento. Estávamos no meu pequeno Mini Clubman quando ele gritou-me para parar o carro. Amedrontada, e receando que algo estivesse errado, travei o carro no meio do trânsito e ambos saímos do carro. Então, enquanto os outros condutores nem desconfiavam do que se estava a passar, ele colocou-se de joelhos no meio da estrada. "Amo-te, Karen Cross," disse ele. "Promete-me que te casas comigo um dia desses." Ri-me e disse que sim, contente pelo facto dele sentir o mesmo que eu.

No Verão de 1989, enquanto nos encontrávamos num jantar romântico, ele pediu-me em casamento com um anel de diamante. Dois meses mais tarde, realizamos a nossa festa de noivado para cerca e 40 amgos e membros da família na pequena casa que tínhamos alugado entretanto. No ano seguinte, e para início de vida conjugal, compramos uma pequena casa em Grays, Essex, que enchemos com mobília pela qual tínhamos implorado, pedido emprestado e roubado. Sorrimos de modo infantil perante a perspectiva desta nossa nova vida como adultos.

Eu estava no início da minha carreira numa revista feminina ao mesmo tempo que Matthew trabalhava com pneus e escapamentos, e como tal a soma anual dos nossos salários era de cerca de  £15,000. Isto implicava que nós tínhamos que nos esforçar para pagar a hipoteca. Mas nós não nos importávamos, ao mesmo tempo que nos convencíamos que não passaria muito tempo até que começássemos a ganhar dinheiro suficiente para gastar em guloseimas semanais e uma casa maior onde poderíamos criar os filhos que tínhamos planeado.

Mas foi então que aconteceu um crash no mercado imobiliário e nós passamos a ter um património líquido negativo. O esforço deveria causar mais união entre nós, e a princípio foi isso que aconteceu, mas à medida que o tempo foi passando e a minha carreira, e o meu salário, foram avançando, comecei a ter um ressentimento pelo Matthew pelo facto dele divagar dum emprego sem saída para outro.

Eu ainda o amava, mas comecei a ficar envergonha pelos seus empregos "blue-collar" [ed: isto é, da classe operária] perturbada pelo facto de, apesar da sua inteligência, ele não ter uma carreira profissional.

Foi então que ele comprou um lúgubre VW Beetle azul e rose. Porque é que ele não poderia ter um carro normal? Coisas que hoje parecem ser incrivelmente insignificantes começaram a "mesquinhar".

Comecei a desejar que ele fosse mais sofisticado e tivesse um rendimento superior. Sentia inveja das minhas amigas que tinham parceiros melhor na vida, e que eram capazes de as suportar quando elas começaram a formar as suas famílias. Parei de olhar para o Matthew como o meu igual e parei de ver todas as qualidades que causaram a que eu me apaixonasse por ele - a sua inteligência feroz, o nosso sentido de humor comum, e a sua determinação de não seguir a manada. Em vez disso, comecei a olhar para ele como alguém que estava a impedir o avanço.

Encorajei-o a encontrar uma carreira profissional e fiquei muito feliz quando, no ano de 1995, ele aceitou alistar-se às forças policiais. Esse deveria ter sido um novo capítulo nas nossas vidas mas isso só acelerou o fim. Inicialmente nós estávamos juntos todas as noites e todos os fins de semana, mas depois mal nos víamos. Matthew fazia turnos e mais turnos ao mesmo tempo que eu trabalhava longas horas para dar início a mais uma revista.

A nossa vida sexual diminuiu e as nossas noites juntos eram raras. Parei de apreciar as pequenas coisas que ele fazia, como deixar bilhetes românticos na almofada ou procurar livros em segunda mão que ele sabia que eu gostaria. Ele era o meu melhor amigo, mas eu não lhe dei valor.

Depois de perturbá-lo durante semanas devido às suas falhas, eu disse ao Matthew que eu ia-me ambora. Passamos horas a falar e a chorar à medida que ele me tentava convencer a ficar, mas eu estava decidida. Os meus pais ficaram horrorizados com facto de eu abandonar o homem que eles sentiam ser o homem certo para mim. Ainda sou assombrada pelas palavras do meu pai:

Karen, pensa bem no que estás a fazer. Há muita coisa que pode ser dita de alguém que te ama de verdade.

Mas eu recusei-me a ouvir, convencida de que existiria outro alguém, um Sr Certo melhor, à espera logo ao virar da esquina.

Mudei-me para um apartamento alugado a poucas milhares de Hornchurch, Essex, e mergulhei na vida de solteira de forma decidida. Por esta altura, eu era editora duma revista nacional. A vida era uma longa série de estreias, e jantares ou festas. O Matthew e eu permanecemos perto um do outro, chegando até a dizer um ao outro dos nossos novos relacionamentos. Mas embora eu tivesse acabado com tudo, eu nunca senti que as mulheres que ele conhecia eram suficientemente boas para ele. Hoje posso ver que eu estava agir com base na minha inveja. Claramente, eu queria manter o Matthew para mim.

A nossa proximidade foi, no entanto, finalizada no ano de 2000 quando ele conheceu a sua primeira namorada séria depois de mim, a Sara. Numa noite, depois de fazer 34 anos, liguei para lhe pedir conselhos em torno dum assunto. O Matthew agiu de uma forma anormalmente abrupta e pediu que eu nunca mais lhe ligasse.

Por favor, nunca mais me mandes cartões de aniversário ou cartões de Natal. A Sara abriu o teu cartão que chegou na semana passada e ficou genuinamente zangada. Eu tenho que colocar os sentimentos dela em primeiro lugar.

Odiava o facto do Matthew subitamente colocar outra mulher antes de mim. Como é que ela se atreveu a meter-se entre mim e ele?!!

Tenho vergonha em confessar isto, mas durante as semanas que se seguiram, descontei a minha raiva aos dois numa série de telefonemas mais acalorados. Eu estava a agir de uma forma totalmente irracional uma vez que não queria o Matthew de volta mas sentia que a Sara me tinha tirado do palco. Sem surpresa alguma, depois duma discussão mais desagradável, o Matthew desligou o telefone e recusou-se a receber qualquer telefonema meu. Eu não sabia na altura, mas eu nunca mais falaria com o Matthew outra vez.

Pouco depois disto tudo, conheci o Richard naquele que foi um romance-furação. Passado que estava um ano, nós estávamos noivos e a comprar uma fazenda idílica na zona rural de Norfolk ao mesmo tempo que eu dava continuidade à minha carreira como jornalista, viajando com frequência para Londres. Ele era um cantor bem sucedido, e à medida que viajávamos pelos país, eu pensei que finalmente havia encontrado a excitação e o amor que tanto desejava.

Mas o Matthew nunca estava longe dos meus pensamentos, e o Richard queixava-se de que eu trazia com frequência o nome dele para as conversas, chegando até a compará-los. Eles eram tão diferentes. Embora fosse romântico de forma extrovertida, o Richard era repetidamente infiel e eu nunca me senti segura para começar uma família com ele. Eventualmente, e depois de termos estado 3 anos e meio juntos, Richard abandonou-me depois de ter admitido ter engravidado a sua mais recente amante.

A minha vida ruiu.

Durante o ano que se seguiu, lutei para me recompor e fiz uma intensa busca dentro da minha alma. Finalmente entendi o que o meu pai queria dizer a apercebi-me que o Matthew era a única pessoa que me tinha amado e que me entendia. Quando ouvi através duma amiga mutua que ele se tinha separado da Sara, escrevi-lhe uma carta, pedindo perdão e pedindo uma segunda chance.

Tinham-se passado seis anos desde a última vez que tínhamos falado, e eu inocentemente acreditei que ele gostaria de ter notícias minhas. O que eu não sabia é que a Sara ainda vivia na casa e foi ela quem abriu a minha carta pessoal. Essa carta tinha consigo o meu número de telefone, e ela deixou-me várias mensagens de voz zangadas e ofensivas.

Mais uma vez, eu tinha inadvertidamente causado problemas na vida do Matthew, e como tal, não me surpreendeu o facto de nunca mais ter ouvido algo da sua parte, apesar de lhe ter escrito várias vezes nos meses que se seguiram. No final, deixei cartões de aniversário de de Natal, pensado que ele arranjaria uma forma de entrar em contacto comigo, se mudasse de opinião.

Por fim, há alguns anos atrás ouvi que ele se havia casado com a sua nova parceira, a Nicola. Por alguns momentos, não consegui respirar, e logo a seguir as lágrimas começaram a cobrir a minha cara. O Matthew e a Nicola ainda vivem em Essex, e segundo sei, ainda não têm filhos. Esse é outro marco que temo. Já se passaram 11 anos desde que eu e o Matthew falamos, e tenho que aceitar que essa porta fechou. Talvez ele tenha encontrado o que buscava, e eu seja uma memória distante.

Depois do Richard, eu tive mais um relacionamento sério - com o Rob - mas ele terminou depois de 4 anos. O Rob fazia-me lembrar muito o Matthew. Ele era decente e honrado, o centro das atenções das festas mas com um lado sensível e gentil, mas tanto eu como ele estávamos demasiado gastos com as desilusões anteriores para que o relacionamento funcionasse.

E mais uma vez, estou por minha conta, com a mente cheia de "Se eu tivesse...". Se eu tivesse ficado com o Matthew, quase de certeza que estaríamos casados e com filhos. Ou então o Matthew não era o homem certo. Nunca saberei a resposta, mas, de modo definitivo, a minha decisão de o deixar custou-me a hipótese de alguma vez vir a ser mãe. Hoje, só posso olhar para trás e advertir-me a mim própria, quando era jovem e egoísta.

Quando visito amigos e membros da família na nossa cidade natal, não posso deixar de desejar que eu me cruze com o Matthew. Eu gosto de pensar que eu diria "Desculpa", e que eu sempre estaria disponível para ele. Mas não me surpreenderia se ele me voltasse as costas e continuasse a andar.

Para aqueles que estão à beira de abandonar relacionamentos monótonos, a esses eu digo: não confundam o contentamento com a infelicidade com eu fiz. Essa pode ser a opção que gere em vós um arrependimento que pode durar o resto das vossas vidas.

Fonte: http://ow.ly/qdJ5A.



terça-feira, 23 de outubro de 2012

Nem os homens nem as mulheres querem a igualdade




* * * * * * *

Estudo sugere que as mulheres querem "casar para cima" e naturalmente escolhem maridos que ganham mais do que elas. [ed: Era preciso um estudo para apurar isto?]

A ideia de que a maioria das mulheres quer ser financeiramente independente é um mito, segundo alega Catherine Hakim da "London School of Economics". Apesar de vários anos de campanha em prol da "igualdade", mais mulheres escolhem homens ricos com quem casar hoje, do que nos anos 1940.

No seu relatório, Hakim sugere que os homens dominam as posições de topo porque as mulheres simplesmente não querem carreiras profissionais em actividades empresariais. Ela criticou David Cameron por dar apoio à ideia de quotas como forma de garantir que as companhias de topo contratam mais mulheres para as suas gerências.

A aspiração da mulher de casar para cima, se ela puder, com um homem que tem mais educação formal que ela e que ganha mais dinheiro que ela, persiste por toda a Europa. As continuam assim a usar o casamento como alternativa ou suplemento às suas carreiras.

A pesquisa, que se baseiou em dados recolhidos na Grã-Bretanha e na Espanha, mostrou que em 1949, 20% das mulheres Britânicas casou-se com homens com uma educação significativamente superior à delas. Durante os anos 1990, a percentagem de mulheres que decidiu "casar para cima" subiu para 38%, padrão que se repete no resto da Europa, nos EUA e na Austrália. O estudo concluiu que a igualdade de papéis na família, onde o marido e a mulher trabalham, e onde partilham o tempo dedicado às crianças e às lides caseiras, "não é um ideal ambicionado pela maioria dos casais".

A Drª Hakim acrescentou:

Não é, portanto, surpreendente que as mulheres geralmente ganhem menos que os maridos, e que a maior parte dos casais racionalmente decidam que faz muito mais sentido ela dedicar mais rempo no cuidado das crianças, e usar a maior parte das facilidades laborais para estar junto das crianças.

O seu relatório sugere também que muitas mulheres não querem admitir que querem ser donas de casa - nem mesmo aos seus pais.

Tornou-se impossível dizer 'Não me importaria de ser dona de casa.' Isso é politicamente tão incorrecto que muitas mulheres não querem admiti-lo.

O estuda chega ao público depois duma série de medidas terem sido anunciadas pela Coligação, e feitas com o propósito de reduzir o fosso salarial entre os homens e as mulheres.

A Drª Hakim acusa também as feministas de propagar uma série de mitos e de manufacturar "munição política para uma guerra que já terminou." Ela diz:

Actualmente, as mulheres têm mais escolhas que os homens, incluindo genuínas escolhas entre um foco na família ou foco num empregro remunerado. Apesar disso, muitas pessoas envolvidas na política, bem como feministas, parecem desapontados com o ritmo baixo com que as mulheres têm chegado aos empregos de topo.

As diferenças sexuais são tratadas como dados auto-evidentes para a discriminação generalizada e estereotipização dos papéis sexuais, e não como o resultado das escolhas e preferências pessoais.

Exigências feitas em favor de mais mudanças fundamentam-se em pressuposições falsas e evidências antigas. As pesquisas mais recentes mostram que a maior parte das teorias e ideias das últimas décadas, construídas em torno da igualdade de género, estão erradas. Apesar das alegações das feministas, a verdade dos factos é que muitos homens e muitas mulheres têm aspirações profissionais, prioridades e objectivos de vida diferentes. Devido a isto, os legisladores não podem de maneira nenhuma esperar que haja igualdade nas consequências laborais.

O relatório fala também nos planos da União Europeia de oferecer 20 semanas de licença de parto às mulheres grávidas com ordenado integral. É dito que tais políticas "amigas da família" tudo o que fazem é "reduzir a igualdade de género nos locais de trabalho, em vez de aumentá-lo". Os críticos alegam que tais provisões em torno da maternidade podem fazer com que os patrões pensem duas vezes antes de contratar uma mulher em idade de conceber. 

* * * * * * *

Resumindo:
  • 1. Mulheres preferem casar com homens com rendimentos superiores ao seu (hipergamia?).
  • 2. A maior parte das mulheres não está interessada na "independência financeira" - contrariamente ao que as feministas defendem. Aparentemente o que as mulheres querem é um homem que lhes dê segurança enquanto elas levam a cabo o papel mais importante da vida duma mulher: ser mãe. 
  • 3. Como é normal, os políticos ocidentais andam a reboque das feministas, mas nenhum destes grupos faz o que a maioria das mulheres realmente deseja. Aparentemente os políticos e as feministas instalam medidas sociais que beneficiam . . . . . . os políticos e a elite feminista (mas não as mulheres no geral).
  • 4. Como já foi falado num post recente, nem o marido nem a mulher querem a "partilha de actividades caseiras", mas sim pessoas que desempenham os papéis que sempre estiveram associados ao seu sexo: homem => provedor/protector; esposa => cuidadora do lar e das crianças.
  • 5. Muitas mulheres têm medo de admitir que querem ser caseiras (e não carreiristas), o que significa que a engenharia social, e a alteração do senso comum da mulher, foi tão bem feito, que elas agora têm vergonha de declarar publicamente aquilo que, na mulher, é a coisa mais natural do mundo. Daqui se conclui que o normal passou a ser vergonhoso, e o anormal passou a ser glorificado.
  • 6. As mulheres têm mais escolhas (trabalhar ou ficar em casa com os filhos) do que os homens (trabalhar ou  . . . trabalhar).
  • 7. As diferenças salariais não são o resultado de discriminação sexual, mas sim resultado das escolhas pessoas dos homens e das mulheres. Nunca vai haver uma altura da história da humanidade onde os homens ganham o mesmo que as mulheres uma vez que os homens fazem os trabalhos mais perigosos, mas sujos e muitas vezes, melhor remunerados.
  • 8. Por fim, os planos da União Europeia em torno da remuneração da licença de maternidade pode levar muitos patrões a evitar contratar mulheres em idade de conceber. Ou seja, a medida que a UE pensa ser uma "ajuda" à mulher, vai, sim, torná-la menos susceptível de ser contratada.
Todos estes 8 pontos [1) mulheres preferem homens mais ricos, 2) mulheres não querem independência financeira, 3) medidas que ajudam o governo e a elite feministas, mas não as mulheres, 4) a partilha das tarefas domésticas, 5) o medo de admitir que quer ser caseira, 6) maior número de escolhas para a mulher, 7) diferenças salariais serem o resultado de escolhas pessoas e não discriminação, 8) subsidiamento da licença de parto, que pode tornar a vida da mulher mais difícil] revelam mais uma vez que a mulher que defende o feminismo está, literalmente, a defender um movimento que só lhe tem prejudicado.
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terça-feira, 16 de outubro de 2012

A triste vida de Monica Lewinsky

A história que se segue, que me foi alertada pelos leitores, demonstra a máxima do Heartiste de que nos cálculos libidinosos das mulheres jovens, cinco minutos com um macho alfa suplantam uma vida inteira na companhia de um macho beta:
Não há marido, tal como ela sonhou, não há namorado, e não há crianças, embora ela tenha dito que no seu coração, ela era romântica e que casar e ter filhos "eram as coisas mais importantes para mim". Depois de inúmeras tentativas de se reinventar profissionalmente, também não há qualquer indício duma carreira bem sucedida.

A MailOnline apurou que ela continua a batalhar com o seu peso, e que agora vive com a sua mãe. Ela mudou-se do apartamento dispendioso que havia alugado durante quase uma década em Greenwich Village - onde as propriedades podem custar até $7,450/mês para um apartamento com um quarto - e divide o seu tempo entre New York e Los Angeles.
Quando ela fica em New York, ela vive com a sua mãe, Marcia Straus, que é dona duma penthouse na cidade.
Parece que ela voltou a ganhar os 14 quilos que perdeu no programa de dieta "Jenny Craig". A sua ligação com a companhia foi famosamente terminada apenas 3 meses depois de ter assinado um contrato de $1 milhão, para ser porta-voz da companhia, depois de terem surgido críticas de que ela não era um bom exemplo.
Foi revelado à MailOnline: 
Acho que se as coisas tivessem corrido como ela queria, ela teria perdido 14 quilos, encontrado um rapaz, mudado para Westchester County, e estabelecido uma família.
[...]
Para além do desgosto que ela sofreu depois do seu relacionamento com o Presidente Clinton, Monica tem planos para detalhar a dor que sentiu quando terminou uma gravidez no momento mais alto do seu relacionamento com o presidente, afirmou uma fonte. Ela estava grávida de um bebé cujo pai era um empregado do Pentágono chamado "Thomas", revelou ela numa biografia mais antiga escrita por Andrew Morton. ‘ O vazio nunca mais foi preenchido,’ disse a amiga
Durante o seu testemunho contra o Presidente Clinton, em 1998, um acordo de imunidade impediu que ela revelasse os detalhes íntimos em torno do seu romance que vieram ao público no livro de Morton desse mesmo ano. Mas esse acordo expirou em 2001, e quando o Presidente Clinton publicou a sua autobiografia "My Life", 3 anos mais tarde, Monica sentiu-se traída por ele outra vez, afirmou a fonte.
Se pensarmos um bocado nesta situação, durante os seus anos 20, Monica vivia o sonho feminista; ela estava a ter relações sexuais com múltiplos e poderosos homens, abortando o resultado, e a trabalhar junto do homem mais poderoso da Terra. Que mais poderia uma jovem mulher "poderosa" desejar? Anos mais tarde, e as coisas não estão assim tão bem. Ela tem quase 40 anos, encontra-se seriamente com peso a mais, sem homem e sem filhos à vista.

Algumas feministas podem dizer que estas mulheres estão a viver a vida que sempre desejaram, mas claramente isto é falso no caso da Monica uma vez que ela queria casar, e ter filhos.
Mas que homem gostaria de se casar com ela depois dela ter dormido com o homem mais poderoso e carismático do planeta? Instintivamente, os homens rejeitam as mulheres que eles sabem os irão colocar num patamar inferior aos parceiros sexuais passados. Esta é uma das razões pela qual as mulheres virgens sempre terem sido preferidas como esposas através da história da civilização.

O impacto psicológico de ter tido relações sexuais com o Presidente dos EUA deve ser muito profundo, e como tal, não imagino homem algum a querer alistar-se para competir com isso. E, claro, que homem pode substituir Bill Clinton no coração da Monica? Havendo sido íntima com o homem que comandou os destinos mais elevados do poder global, tinha o seu jacto próprio e o melhor sistema de segurança da Terra, e era o comandante das forças armadas americanas, como é que outro homem poderia comparar?
O facto de Monica estar solteira não pode constituir surpresa alguma, bem como o facto dela não estar feliz e não conseguir manter controlar o seu peso. No entanto, esta é precisamente a escolha de vida que as feministas prescrevem às mulheres jovens: alguns anos gloriosos de abandono sexual com homens poderosos, e depois uma vida de insatisfação. Que objectivo tão vazio e desilusório. 

Será que as mulheres acordarão e farão uma análise correcta dos dados, ou continuarão a ler livros do tipo “Fifty Shades” na esperança de que podem algum dia voltar a viver tais dias gloriosos? Infelizmente, eu estou mais inclinado a apostar na última opção.

* * * * * * *

Virtualmente todos os anos sai uma notícia do quão triste Monica se encontra, mas muito poucos se alongam nos genuínos motivos por trás das suas escolhas de vida. O artigo de W.F. Price provavelmente é o primeiro a fazer exactamente isso.

A Monica Lewinsky é mais uma das muitas mulheres modernas tomadas cativas pelos seus instintos hipergâmicos - situação que as leva a escolher enveredar por um estilo de vida onde elas esbanjam os pontos mais altos da sua beleza e fertilidade com homens que claramente não querem ter qualquer tipo de relacionamento sério com elas.

Pois bem: Monica junta-se agora à cada-vez-mais-longa lista de mulheres "fortes, poderosas e independentes" que descobrem, amargamente, que foram enganadas pela zeitgest sexual prevalecente. Os alfas, esses, também seguem os seus instintos sexuais biológicos e escolhem, agora, mulheres mais jovens e mais bonitas (os homens estão construídos para dar preferência às mulheres mais jovens e mais próximas do ponto mais alto da sua fertilidade).

O mais trágico desta notícia não é o facto de haver mulheres na casa dos 30 ou 40 que se encontram desesperadas por terem deixado para trás uma longa lista de homens honrados dispostos a tomarem-nas como esposas, mas sim o facto das mesmas mentiras feministas que destruíram as vidas das mulheres da geração passada estarem a ser espalhadas entre as moças actuais.

Dito de outro modo: nós temos evidências empíricas que este estilo de vida (sexo casual, adiamento da maternidade, etc) não funciona, mas as mulheres actuais insistem em adoptá-lo.

Em relação à Monica, não há muito a acrescentar em relação ao que Price escreveu em cima. Talvez só uma coisa: da forma como as coisas estão, não será surpreendente se um dia tivermos a trágica notícia de que ela terminou com a sua vida.



Fertilidade e discriminação

Fonte

Mulheres bonitas que pedem aumentos a patroas têm que ter cuidado com a altura em que o fazem visto que se tal for feito na altura errada do mês, isso pode fazer toda a diferença.
Cientistas afirmam que as mulheres ficam mais competitivas no momento mais alto da sua fertilidade, e podem podem oferecer até 25% menos às suas subordinadas. [...] A professora de psicologia  Dr Margery Lucas afirmou que as mulheres têm que levar em consideração o seu momento, e o quão atraentes as patroas são, antes de negociarem qualquer tipo de acordo.

Durante o estudo, levado a cabo por psicólogos na Wellesley College (EUA), as mulheres tinham que oferecer um certo salário à uma parceira virtual que aparecia no ecrân e guardar o resto para si. No final do teste, eles qualificaram o nível de atracção das parceiras numa escala 1-10.

Os cientistas apuraram que, em média, e quando comparadas com as menos atraentes, as mulheres no seu período fértil do mês ofereciam 25% menos às mulheres mais atraentes.   No entanto, segundo apurou o "The Independent", as mulheres no ponto mais baixo da sua fertilidade eram mais generosas - oferecendo 20% mais às mulheres mais bonitas do que aquilo que ofereciam às mulheres menos bonitas.

Os pesquisadores afirmam que estes dados sugerem que as mulheres no ponto mais baixo da sua fertilidade sentem-se menos ameaçadas pela beleza das outras funcionárias. A professora de psicologia disse o seguinte ao "The Independent":
O que nós apuramos suporta a ideia de que, entre as mulheres, a competitividade durante o período de fertilidade elevada encontra-se associada à privação de recursos às potenciais rivais. 

A competição pelos recursos é importante porque as mulheres precisam de adquirir produtos - roupas, maquilhagem, acessórios e assim por diante - para aumentar a sua beleza.

Ao oferecem menos às mulheres mais atraentes, e mantendo mais para si, as mulheres mais férteis podem aumentar a sua beleza ao mesmo tempo que fragilizam a habilidade da competidora de fazer o mesmo.

As mulheres de hoje têm que estar cientes que, por exemplo, negociações salariais, ciclos menstruais, bem como a beleza e o sexo do parceiro de negociação, podem interagir de formas potencialmente onerosas e complexas.


* * * * * *

Obviamente que a psicóloga está errada quando diz que a competição entre as mulheres prende-se com aquilo que as mulheres podem comprar para melhorar a sua aparência. Se o motivo se prende-se com a disponibilidade de recursos para as patroas, então a discriminação seria a mesma entre as funcionárias feias e as funcionárias bonitas uma vez que tanto umas como as outras podem adquirir tais produtos.

Ou seja, as mulheres não discriminam as mulheres bonitas tendo em vista possíveis recursos; elas discriminam as mulheres bonitas porque elas são bonitas.

Quando uma patroa se sente ameaçada pela beleza duma colega, ela não está a pensar em roupas, maquilhagem ou acessórios, mas sim a pensar no macho de maior status. Instintivamente as mulheres sabem que a forma mais eficaz de cativar a atenção dos homens é a através da sua beleza física.

Disto logicamente se infere que quando elas estão perante uma mulher com uma beleza que pode eclipsar a sua, elas instintivamente olham para ela como adversária a ser neutralizada.

Esta neutralização das potenciais adversárias pela atenção masculina pode também explicar o porquê de ser relativamente comum mulheres colocarem fotos embaraçosas das suas "amigas" nas redes sociais.


Entretanto, os comentários à notícia, como seria de esperar, foram muito abrangentes e reveladores:

Já trabalhei com duas mulheres e ambas foram injustas para a equipa quando comparadas com os patróes. E embora eu seja fêmea, sinto que tem que ser dito que, levando em conta a minha experiência, as mulheres nem sempre são as melhores patroas, mas tenho a certeza que a excepções.
- Reporting1- , Bristol, United Kingdom, 15/10/2012 13:37

Trabalhei com uma mulher que estava a atravessar a mudança. Má,  impiedosa, emotiva, mantinha bebidas alcoólicas no escritório. Destruiu por completo a moral da equipa, excepto a dos familiares. . . . Os patróes não têm estas características.
- overtaxedpolicestate, Leeds, 15/10/2012 11:31

Que artigo tão ofensivo.
- PalmaViolet, Guildford, United Kingdom, 15/10/2012 10:48

Talvez, mas há uma grande diferença entre "ofensivo" e "falso".
Não aceitem o emprego se forem ter uma patroa.
- Keith 22, Banstead, United Kingdom, 15/10/2012 9:53


Mesmo quando elas não estão no período, conseguem ser estranhas.
- Jamal, London, 15/10/2012 8:57


De volta para a cozinha com elas.
- Bob, London, 15/10/2012 6:31


Este artigo é um lixo!
- catharine, Brighton, 15/10/2012 1:17


Dia lento em notícias? Quem é que requisitou este tipo de pesquisas? Quem é que as paga? Realmente acho que isto é uma piada.
- kate, austria, 14/10/2012 23:22


Mais uma razão que confirma que as mulheres são más administradoras.
- Matt Munro, Bristol, 14/10/2012 23:07


Artigo e fotografias estúpidas e condescendentes.
- Reubenene, Victoria, Australia, 14/10/2012 21:46


A minha mulher ainda pode ser chamada de "bonita", mesmo depois de 50 anos de casados, e ela sempre disse que, dada a escolha, ela nunca iria trabalhar com uma patroa visto que em 5 dias do mês elas podem ser totalmente irracionais. Não é culpa sua, é apenas um facto. Os homens as mulheres são diferentes (Graças a Deus) e sempre serão diferentes, apesar da legislação feita com o expresso propósito de comprar votos e acalmar as feministas, elas que, diga-se de passagem, têm que substituir a conflituosidade pela graciosidade se é que querem ser notadas.
- bavarianpete, Altenau, 14/10/2012 19:04


E ainda ficamos admirados quando ficamos a saber o quanto as mulheres têm que lutar para serem levadas a sério quando são regularmente confrontadas com  "notícias" como esta m---- de boi.  Discriminação óbvia, senhores do Daily Mail. Vocês deveriam ter vergonha em reportar coisas como esta em pleno ano 2012.
- Kitty, Merseyside, 14/10/2012 19:00

Trabalhei com algumas mulheres no escritório. Deus de céu, a quantidade de lutas entre elas ("cat fights") e a constante variação no humor deixou-me maluco! Sempre a falar de vestidos, bebés e ex-namorados. Eu só queria sair dali o mais depressa possível. Hoje trabalho só com homens, e tem sido fantástico. Falamos de futebol, mulheres e carros. :-) Agora consigo aguentar as horas de trabalho mais facilmente.
- Simon, England, 14/10/2012 18:34


Mais uma razão para não colocar as mulheres em lugares de autoridades. Não é justo para elas, e certamente não é justo para os pobres coitados que têm que andar em bicos de pés à volta dos hormonas da patroa.
- Rixxi, Johannesburg, 14/10/2012 18:14


"Quando as patroas se encontram mais férteis, elas são menos susceptíveis de dar aumentos às mulheres mais bonitas.".......... Provavelmente é por causa disto que as sondagens demonstram que 60% das mulheres preferem patrões a patroas.
- Resident, somewhere in America, 14/10/2012 17:23


Já trabalhei com ambos os sexos, e prefiro trabalhar com os homens. É muito mais fácil.
- Donah, London, 14/10/2012 17:11


As mulheres são as suas próprias inimigas. Nunca vou entender o porquê das mulheres atacarem e causarem tantos problemas a outras mulheres. A irmandade não é tão comum como seria de esperar.
- Zee Chen, San Francisco, 14/10/2012 16:33


Já notaram como todos os estudos "científicos" publicados no DM [Daily Mail] em torno deste assunto consistentemente apuram resultados que demonstram que as mulheres devem permanecer descalças, grávidas e acorrentadas à pia da cozinha?
- hannah, manchester, 14/10/2012 15:52


Que quantide de lixo é este artigo DM!
- Shaffa, Midlands, 14/10/2012 15:37


Chega de estereótipos! Não sei da vida dos outros, mas em todos os empregos que já tive, as patroas sempre foram as melhores. Não é de estranhar o facto de ainda não termos atingido a genuína igualdade. A sociedade causa a que lutemos umas com as outras.
- Ashley, London, United Kingdom, 14/10/2012 13:23

Exacto. É a "sociedade" que causa a que uma mulher coloque fotos embaraçosas das suas amigas nas redes sociais. É a "sociedade" que causa a que uma mulher discrimine as mulheres bonitas. É a "sociedade" que causa a que as mulheres consistentemente tentem neutralizar  a beleza das mais bonitas. E o que é que ela quer dizer com "genuína igualdade"?
Que artigo tão ridículo. Quem me dera que ocasionalmente este jornal demonstrasse algum respeito pelas mulheres. As fotos são totalmente irrelevantes  e condescendentes.
- Katie, Bristol, 14/10/2012 13:17


Foram precisos cientistas para descobrir isto?
- miranda, london, United Kingdom, 14/10/2012 12:04



..



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Livro alega que as mulheres nazis eram tão violentas como os homens.

Mulheres que trabalharam sob as ordens de Hitler eram tão violentas como os homens, alega livro escrito em 2009. "Female Perpetrators; Women Under National Socialism" expõe o mito de que as mulheres que trabalharam para Hitler eram o sexo mais gentil e que elas apenas foram arrastadas pelas acções violentas dos homens.

Na arte, nos filmes e nas revistas nazis, as mulheres foram sempre retratadas como o sexo mais justo, lutando na frente doméstica ao mesmo tempo que os homens lutavam nos campos de batalha. Mas o livro mostra que tudo isto foi apenas propaganda e que as mulheres que trabalharam para Hitler foram tão brutais como os homens.

Naquela que é a primeira análise alemã pós-guerra do papel da mulher nos crimes dos nazis, a historiadora Kathrin Kompisch revelou o quefoi varrido para baixo do tapete desde 1945. Ela diz:

A história do Nacional Socialismo há muito que foi reduzida a uma que culpa os homens por tudo. Esta era, e ainda é, a imagem popular.
Mas o sexo gentil venerado pela máquina de propaganda de Josef Goebbels era, segundo a senhora Kompisch, igualmente capaz de girar os cadeados nos porões onde se encontravam as vítimas da Gestapo por toda a Europa.


O seu livro mostra que as mulheres eram também tão fanáticas como os homens quando se falava em esmagar a resistência que se opunha a Hitler. Isto foi particularmente retratado pela Kate Winslet, que desempenhou o papel duma guarda nazi no filme "The Reader".

A senhora Kompisch escreve:

Com a excepção de alguns exemplos cruéis, a participação da mulher nos crimes dos nazis foi removido da consciência colectiva dos alemães durante muito tempo. Tentei analisar os motivos e as circunstâncias pessoais das mulheres envolvidas, e colocar a questão em torno da sua responsabilidade pessoal nos eventos decorridos.
Ela descobriu que Hitler e os seus sátrapas virtualmente hipnotizaram as mulheres de modo a que estas levassem a cabo os propósitos dum regime fundado na violência e no ódio racial.

Como tal, elas tornaram-se mulheres-a-dia os S.S.; encheram as "quintas dos bebés" onde as crianças "super-homem" nasciam, e prestaram assistência aos médicos que iniciaram com as esterilizações.

Mais tarde as mulheres tornaram-se assassinas dos deficientes tal como guardas dos gulags de campos de concentração.

Nunca nos devemos esquecer das legiões de mulheres que deram o seu apoio aos homens enquanto estes matavam dezenas de milhares de pessoas pela Rússia, Polónia,e em lugares como Auschwitz and Treblinka.... As mulheres dactilografaram as estatísticas das vítimas assassinadas pela S.S. Action Squads no Este, operaram as rádios requisitando mais balas, eram invariavelmente as secretárias - e algumas vezes muito mais - em todos os pontos de controle da Gestapo. . . .

No final da guerra, elas tentaram diminuir a sua responsabilidade alegando que elas eram apenas peças mínimas ma maquinaria maioritariamente masculina que emitia as ordens.

Analisando as estatísticas pré e pós-guerra, a senhora Kompisch apurou que havia mais empregos governamentais, privados e militares entregues a mulheres durante o tempo em que Hitler esteve no poder do que em períodos de paz.

Mas mesmo aquelas que não trabalhavam, arranjaram outras formas de sujar as mãos com sangue inocente.

Em larga maioria, eram as donas de casa que se alinhavam nos armazéns governamentais para comprar a mobília, as jóias, outros utensílios caseiros e as roupas dos seus vizinhos Judeus que haviam desaparecido sem deixar notícia.

Kompisch verificou que desde o princípio que a hierarquia masculina e carregada de testosterona do estado Nazi impedia as mulheres de terem acesso a lugares de liderança, mas o regime activamente encorajava a participação feminina na execução do terror Nazi ao nível mais baixo [inglês: "grassroot level"]. A maior parte das 'Blockwaerts' – espiões que detectavam actividades anti-nazis e as reportavam ao partido - eram mulheres.

Na ordem de 3 para 1, quando comparadas com os homens, as mulheres faziam denuncias não-oficiais à Gestapo em torno de vizinhos suspeitos, Judeus ou outros inimigos do Estado nazi. Os ficheiros da Gestapo da cidade de Duesseldorf notaram que as mulheres "tentaram mudar o equilíbrio de poder na família denunciando os maridos como espiões, comunistas ou anti-nazis".

O cliché das mulheres de ouro, munidas com um crucifixo ao pescoço, e a criar 10 filhos ao mesmo tempo que faziam pão é tão mitológico como a noção de que todas as mulheres dos anos 1920 bebiam absinto ao mesmo tempo que faziam o Charleston. . . As mulheres podiam e chegaram a avançar de modo maciço durante o 3º Reich.
Cerca de 3,200 mulheres serviram nos campos de concentração.

. . .

A senhora Kompisch reporta vários episódios de outras mulheres aparentemente normais e inteligentes como forma de apurar a corrupção do seu sexo durante a Alemanha Nazi. Uma delas, Karin Magnussen, nascida em 1908 (Bremen), foi uma bióloga brilhante e física.

Ela era uma mulher venerada pela sua profissão, pouco afectada pelos levantamentos políticos e financeiros que levaram a Hitler ao poder. O livro revela como ela chegou a usar globos oculares de prisioneiros ainda vivos, retirados pelo demente Dr. Josef Mengele, para as suas experiências em torno da pigmentação da íris humana.

A senhora Kompisch conclui:

A realidade dos factos é que as mulheres permitiram que as suas características femininas fossem suprimidas de modo a que elas se aliassem ao Estado Nazi e às suas agências. Afirmar que elas não sabiam do terror e das torturas, como afirmaram muitos no final da guerra, é simplesmente inacreditável. Elas deram o seu apoio a tal terror e tortura.

* * * * * * *


domingo, 17 de junho de 2012

Ameaçadores e atraentes

Mulheres solteiras submeteram a scans cerebrais ao mesmo tempo que olhavam para fotos de homens cujas faces sido subtilmente alteradas de modo a torna-las mais ou menos masculinas.

As caras mais masculinas ficaram à frente em termos de atracção, mas as áreas do cérebro que foram activadas indicaram que essas caras eram também aquelas que as mulheres consideravam ser as mais ameaçadoras.:shock:

Os pesquisadores envolvidos no estudo depararam-se com resultados interessantes.

Primeiro, quando comparadas com as caras mais efeminizadas, as caras mais masculinas provocaram mais actividade em 5 áreas específicas do cérebro:

  • a zona superior-esquerda do giro temporal
  • o giro bilateral precentral
  • o córtex cingulado posterior direito
  • o lóbulo parietal inferior bilateral
  • o bilateral córtex cingulado anterior
Estas áreas não só foram associadas ao processamento facial como também com a avaliação de risco. Isto sugere que, conscientemente ou não, as faces mais masculinas eram tidas não só como as mais atraentes como também as mais perigosas.

Os efeitos foram bastante robustos, considerando a forma subtil como as caras foram alteradas.

Fonte - Via

* * * * * * *

Colocando as coisas de forma visual:





terça-feira, 1 de maio de 2012

Recém casada: "Amo o meu marido mas estou com vontade de dormir com um roqueiro"

"Tal é o caminho da mulher adúltera: ela come, e limpa a sua boca, e diz:
Não cometi maldade." - Provérbios 30:20

Aparentemente existem acréscimos tácitos nos votos de casamento das mulheres modernas:

Casei-me recentemente e como tal deveria estar inundada de felicidade de recém-casada. No entanto, uma estrela de rock duma famosa banda de som alternativo quer ter um caso comigo.

Estou chocada e excitada, para dizer o mínimo. A minha consciência diz "Estás maluca?! Tu amas o teu marido e escolheste-o por algum motivo. Não estragues o que tens!"

No entanto oiço ao mesmo tempo uma voz que diz "Tu só tens uma vida, e existem milhares de mulheres que gostariam de ter a atenção deste homem."

Para todas as pessoas que teimam em negar a existência da hipergamia feminina, eis aí um exemplo clássico. Ela é recém-casada mas apenas e só por pensar que milhares de mulheres estão interessadas no homem que está interessada nela, ela está genuinamente a considerar ir avante com o adultério.

O dado que é realmente estranho com a hipergamia é que provavelmente ela nem tem um interesse genuíno na estrela de rock mas sim um forte interesse em partilhar com as amigas que uma estrela duma banda de música alternativa quer ter relações sexuais com ela.

Sem dúvida que o marido tem que se ver livre desta mulher mal fique a saber da história - e invariavelmente ele ficará a saber da mesma visto que isto não é algo que ela consiga manter para si, especialmente se ela contar a mulheres ("amigas") sempre desejosas de ver os relacionamentos das companheiras falhar - uma vez que, se ela está inclinada a "pular a cerca" tão cedo no casamento, é só uma questão de tempo até que ela o faça (se é que já não o fez).

Por alguma razão os últimos 1500/2000 anos da civilização ocidental - a mais bem sucedida civilização da história da humanidade - têm sido marcados por regras e limites à sexualidade humana, especialmente à sexualidade feminina.

Teste de paternidade, sempre.

Fonte


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A igualdade sexual é socialmente insustentável

A lógica começa a conduzir outros a concluir o que outros escritores haviam já declarado tempos atrás: a igualdade sexual não é socialmente viável.

A pergunta então torna-se no seguinte: o que é que vamos abdicar? A formação de famílias? Igualdade sexual?

(Por "igualdade sexual" eu quero dizer a crença de que as mulheres deveriam, legalmente, economicamente e educacionalmente ser iguais aos homens. Por "liberdade sexual" eu quero dizer a ausência de sanções e sentimentos de culpa e repressões psicológicas.)

Parece-me que não podemos de forma alguma ter as três de uma forma sustentável, e (e esta é a parte que me preocupa) podemos até não ter mais do que uma delas.

Se abdicamos da formação de famílias, acaba-se o jogo; seremos conquistados demograficamente por culturas que não abdicam da reprodução. Portanto, este ponto está fora de questão.

Seguindo a lógica, o futuro demográfico vai pertencer às culturas que (1) ou abandonam a liberdade sexual (2) ou abandonam a igualdade sexual (ou abandonam ambas).

Mas estas opções não são simétricas. Lembrem-se que o problema com a economia sexual actual não é simétrica. Não são as mulheres que estão a evitar o casamento mas sim os homens.

Consequentemente . . . as hipóteses de se reverter a liberdade sexual são próximas de zero. Os homens não precisam de jogar segundo esses termos por motivos bioenegéticos simples (ter relações sexuais com uma mulher tornou-se bastante fácil).

Por sua vez, as mulheres pós-pílula não têm demonstrado vontade em fazer os homens jogar esse jogo (mais sexo para elas também).

Devido a isto, chego à conclusão que não gosto: a igualdade sexual é insustentável. Se as mulheres não conseguem comprar um casamento com o sexo, elas terão que oferecer a submissão no seu lugar.

Esta táctica combina muito bem com o desejo hipergâmico das mulheres - se o poder social dos homens é automaticamente superior ao das mulheres, mais homens-potenciais-maridos ficam disponíveis para elas se "casarem para cima".

Não tenho uma mulher submissa e nunca quis uma; gosto de mulheres fortes e independentes. Fico, portanto, horrorizado ao chegar à conclusão de que um patriarcado sexualmente repressivo pode, afinal, ser melhor para o sucesso reprodutivo da maioria das mulheres do que a igualdade relativa que elas possuem agora.

Mas é para aí que a lógica nos leva.


O autor do post (Eric S. Raymond) tem alguns comentários dignos de serem lidos.

A tragédia do feminismo é que esse movimento, ao destruir o casamento (por alegadamente, "oprimir" as mulheres) e ao promover a promiscuidade sexual entre as mulheres, está a preparar o caminho para a chegada de culturas verdadeiramente opressivas para a mulher.

Como diz o autor do post, não são as mulheres que não se estão a casar mas os homens. Vendo bem as coisas, porque é que eles se casariam se eles podem ter tudo o que querem da mulher sem ter qualquer tipo de vinculo?

Os homens são, essencialmente, tão promíscuos agora como o eram no passado. A diferença é que no passado as mulheres valorizavam-se de forma eficiente ao só enveredarem pela vida sexual depois de casadas. Hoje, graças às ideologias que visam destruir o casamento, as mulheres "entregam o ouro ao bandido" com ou sem o vínculo do casamento. Isto desvaloriza-as aos olhos dos homens, e leva a que eles as rejeitem como dignas de cuidarem da sua descendência.

A isto acresce-se o facto do sistema legal ocidental prejudicar os homens em caso de divórcio. Para um homem ocidental, o casamento pode ser a ruína financeira.

Resumindo: ou a igualdade sexual continua, o que vai invariavelmente significar a destruição da civilização ocidental, ou acaba-se com a dita igualdade sexual.

Mais uma vez, as mulheres têm que decidir qual o caminho que elas querem seguir.


sábado, 19 de novembro de 2011

Rihanna revela preferência por "homens agressivos"


Em entrevista ao programa de Ellen DeGeneres, Rihanna assume que está solteira porque o trabalho não lhe permite ter uma relação e revela a sua queda por homens agressivos.

Em entrevista ao programa televisivo de Ellen DeGeneres, a cantora Rihanna garantiu que actualmente está solteira. No entanto, Rihanna não está solteira porque quer, mas porque o tempo de que dispõe é dedicado apenas ao trabalho, algo que considera uma prioridade na sua vida.

"Eu dedico-me totalmente ao meu trabalho e isso, obviamente, afecta minha vida pessoal", disse, confessando que a sua vida social "é praticamente inexistente".

Durante o programa, a cantora, de 23 anos, revelou ainda qual o tipo de homem que prefere. "Eu gosto dos homens agressivos, mas ao mesmo tempo misteriosos e muito seguros de si", afirmou.

Declarações que estão a gerar alguma polémica uma vez que, em 2009, Rihanna foi agredida violentamente pelo cantor rap Chris Brown, na altura seu namorado.

Fonte

Mais um óbvio exemplo da hipergamia feminina.

Vêr também:


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Quando a verdade danifica o ego igualitário

A auto-decepção é um fenómeno real; ela existe, é notório e é facilmente demonstrável. Há pessoas que sabem a verdade duma proposição mas que se auto-convencem de que a proposição é falsa.

O falecido filósofo Cristão Dr Greg Bahsen escreveu na sua tese de doutoramento "A Conditional Resolution of the Apparent Paradox of Self-Deception":

Embora o auto-decepcionado esteja ciente da verdade da [proposição] p, ou a veja evidenciada . . . e embora a sua crença de que p [é verdade] seja indicada pelo seu comportamento . . . ele [o auto-decepcionado] não aceitará p como verdadeira mas iniciará um processo de auto-indução - ao controlar a sua atenção em relação às evidências relevantes - que resultará numa fé incompatível (e falsa) de que S [ = o sujeito auto-decepcionado] não acredita em p.
Ou seja, a pessoa auto-decepcionada sabe a verdade mas como a verdade de uma forma ou outra choca com as suas convicções pré-estabelecidas, S controla a forma como interpreta as evidências relevantes de modo a que a conclusão esteja sempre de acordo com a crença pré-estabelecida.

Um caso flagrante de auto-decepção é este artigo exposto num blogue feminista . Essencialmente o que o artigo revela é que os homens na casa dos 35-50 anos preferem mulheres na casa dos 20/30 e não mulheres na casa dos 35-50.

Aparentemente as feministas e os manginas (homens que, entre muitas outras coisas, se alinham com o feminismo contra outros homens) não só não sabem como funciona a mente feminina, como não sabem (ou não aceitam) a forma como funciona a mente masculina.

Eis aqui algum das coisas que o Hugo Schwyzer diz:

Isto não é só uma opinião minha; esta opinião foi gerada a partir dos agora-infames resultados da pesquisa de 2010 da Ok Cupid. Esta verificou que, no mundo dos encontros românticos online, os homens de um modo quase universal interessavam-se em perseguir mulheres substancialmente mais novas.
O Hugo revela alguns testemunhos pessoais de mulheres na casa dos 30/40 que descobrem que já não são atraentes aos olhos dos homens:
Quando eu [Hugo] pesquisei histórias em torno deste fenómeno, ouvi muitas como a seguinte, proveniente da Veronica (37 anos):

"Quando comecei com os encontros românticos online no final dos meus anos 20, recebia centenas de emails por semana. Oito anos depois, e embora as minhas fotos estejam melhores e as minhas proezas sejam mais substanciais, apenas recebo 1/4 das mensagens que recebia. A maioria dos homens que me escrevem têm idades superiores a 50 anos."

Ou seja, quando ela era jovem e bonita, recebia centenas de cartas por semana. Quando foi envelhecendo e perdendo a beleza da juventude, 3/4 dos homens mudaram-se para outras pastagens.

Esta mulher diz que as suas fotos estão "melhores" e que as suas proezas (provavelmente profissionais) são "substanciais". Aparentemente esta mulher realmente pensou que as suas conquistas profissionais de alguma forma a tornariam mais atraente aos olhos dos homens.

Amelia de 28 anos, escreveu:

Vejo muitos homens online com mais de 35 anos em busca de mulheres com idades entre os 18 e os 30. Se eles ao menos soubessem o quão desmotivante isto é. Se não consegues lidar com as tuas pares (isto é, mulheres na casa dos 35 anos), então não consegues lidar comigo.
Segundo esta mulher na curva descendente da sua beleza, os homens têm algum tipo de "obrigação moral" de apenas buscar mulheres na sua faixa etária. Homens com mais de 35-40 anos que busquem mulheres jovens violam algum tipo de lei apenas conhecida pelas feministas e pelos manginas.

O Hugo então coloca a questão de um modo claro: porque é que os homens buscam a companhia de mulheres mais novas e não a companhia de mulheres que se encontrem na casa dos 30 ou 40 anos de idade? O Hugo diz:

A crítica da comunicação social Jennifer Pozner diz que parte do problema é o envelhecimento prematuro das mulheres mais velhas em Hollywood.
Huh?! O que é que uma coisa tem a ver com a outra?
Tal como Pozner escreveu no seu livro Reality Bites Back,

"As gatinhas [mulheres na casa dos 20 anos] passavam o seu tempo de bikini e a dançar com o hula-hoop ao mesmo tempo que as "pumas" [mulheres na casa dos 30/40 anos de idade] passavam o tempo a coser, ler e lavar a roupa.

Combinem isso com a dessexualização das mulheres com mais de 40 anos e a celebração infindável das uniões entre gente famosa, e o sinal enviado aos homens é que a validação que eles ambicionam só pode vir da parte das mulheres mais novas."

Ou seja, o motivo que leva a que os homens prefiram as gatinhas em detrimento das pumas não é o óbvio nível de atracção mais elevado por parte das gatinhas, mas sim culpa dos média em mostrar as mais jovens como mulheres desejáveis e as mais velhas como mulheres não tão desejáveis.

Consequentemente, se os média passassem a mostrar mulheres de 40 e 50 anos de bikini e a dançar com o hula-hoop, os homens miraculosamente mudariam por completo as suas preferências sexuais e centrariam as suas atenções nas pumas.

Que tal um dia ligares a tua televisão e veres uma mulher na casa dos 40-50 anos anos a dançar de bikini? Segundo Jennifer Pozner, quando os homens se acostumarem a essa imagem, passarão então a preferir mulheres mais velhas em detrimento das mais novas.

Não passa pela cabeça da Jennifer Pozner que o motivo pelo qual os média evitam mostrar as mulheres mais velhas como desejáveis é porque sabem antecipadamente que os homens não estão interessados.

Não. A culpa é dos média!

O Hugo continua:

O motivo que leva a que homens mais velhos persigam mulheres mais jovens tem menos a ver com o sexo e mais com um profundo desejo de se auto-convencerem que "nós ainda estamos lá". O "" não é só a atracção física, mas todo o pacote masculino de juventude, vitalidade e, acima de tudo, possibilidade.
Portanto, o motivo que leva os homens a preferir mulheres bonitas tem menos a ver com a beleza física das mulheres, mas sim com a alegada necessidade masculina de auto-validação. O facto de, em média, as mulheres mais jovens serem mais bonitas que as mais velhas não tem nada a ver com as preferências do homem, segundo o Hugo.
Não é que as mulheres da nossa idade sejam menos atraentes; é, sim, que estas não tem o poder cultural de reafirmar os nossos egos frágeis - e em envelhecimento - em favor da tese de que ainda somos bonzões e cheios de potencial.
Não, ignorante; é precisamente pelo facto das mais novas serem mais bonitas que leva a que elas sejam preferidas em detrimento das mais velhas. Não tem nada a ver com "auto-reafirmação" e nem tem nada a ver com os nossos egos.

Os homens são atraídos por uma das mais óbvias qualidades visuais da mulher: a beleza física. As mais belas são aquelas que irão atrair o maior número de homens - independentemente das suas "proezas profissionais".

Graças ao feminismo e à destruição do casamento, os homens (principalmente os machos alfa) podem ir buscando mulheres mais jovens sempre que as actuais companheiras forem perdendo a beleza. Um exemplo cabal disso é o músico Ronnie Wood. Este alfa de 64 anos trocou a sua mulher - com quem esteve casado durante 23 anos - por uma empregada de 18 anos. Actualmente, Ronnie namora com uma mulher de 25 anos chamada Nicola Sargent.

O Hugo continua:

Inspirar o desejo duma mulher com idade para ser nossa filha transforma-se no mais potente remédio anti-envelhecimento, particularmente quando a mostramos aos nossos pares.
Segundo o Hugo, portanto, os homens perseguem as mulheres bonitas porque isso é um "potente remédio" anti-envelhecimento, e não porque estas são bonitas.

Mas o Hugo tem um conselho útil para as pumas cuja beleza é algo do passado:

Aconselha-se às mulheres mais velhas que lutem contra o que alguém classificou de "a lenta queda na invisibilidade sexual" não só com cosméticos mas também com uma aceitação realista do seu envelhecimento.
Dito de outra forma: tentem parecer mais novas, e aceitem que estão a ficar velhas.

Seguramente que o Hugo nem se apercebe da contradição em que caiu. Em cima ele diz que a preferência masculina nada tem a ver com a beleza ["sexo"], mas agora defende que a forma das mulheres combaterem a sua "lenta queda na invisibilidade sexual" é . . . tornarem-se mais bonitas através dos cosméticos. O problema não é a beleza, mas pelo sim pelo não, tornem-se mais bonitas!

Como seria de esperar, Hugo citou uma puma mulher "feliz" com o facto de ser ignorada pelos homens mais novos (como se isso fosse algo de relevante). Amy, de 43 anos, diz

Não me importo que os homens na casa dos 20 ou dos 30 não me mandem piropos uma vez que não são estes os homens que eu busco.
O que, como se sabe, é bem capaz de ser verdade devido a natureza hipergâmica das mulheres. Regra geral, as mulheres interessam-se por homens cujo estatuto elas entendam ser superior ao seu. Mulheres a perseguir homens mais novos existem mas em número bem menor ao número de homens atrás de mulheres mais novas.

Conclusão:

O tema central do artigo do Hugo é "validação" masculina aos olhos das mulheres, mas isso é uma distracção. A preferência masculina por mulheres bonitas nada tem a ver com a validação, do mesmo modo que a preferência feminina por homens que elas vejam como poderosos e/ou dominadores nada tem a ver com "problemas com o pai".

Esta preferência masculina por mulheres jovens/bonitas é universal e imutável, apesar dos protestos da manginada e das feminazis. Uma das poucas alturas em que os homens buscam mulheres da sua idade é quando eles são também jovens.

Isto não significa que não haja homens que se sintam atraídos por mulheres mais velhas e mulheres que não gostem de homens mais jovens; isto significa, sim, que, ao contrário do que o escritor do artigo quer fazer passar, a preferência masculina é perfeitamente normal e nada relacionada com "problemas do ego" ou busca de "validação".

As feministas e os manginas tem que aprender que estes jogos psicológicos só funcionam nos homens que não conhecem os seus propósitos.

Para além disso, ele não deveria fazer artigos em jeito de admiração pelo facto dos homens preferirem mulheres mais bonitas da mesma forma que ele não escreve artigos "admirado" pelo facto da água estar molhada ou o fogo estar quente. Isso é o NORMAL.

Mas claro, o Hugo, escrevendo para um blog feminista, nunca poderia dizer abertamente que o homem e a mulher são distintos nas suas preferências sexuais uma vez que isso seria visto como uma traição à causa feminista.

Mas, como ouvi dum jovem que trabalhava numa cafetaria na estação de metro de Alcântara, com os problemas dos outros podemos nós bem.

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