terça-feira, 23 de outubro de 2012

Nem os homens nem as mulheres querem a igualdade




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Estudo sugere que as mulheres querem "casar para cima" e naturalmente escolhem maridos que ganham mais do que elas. [ed: Era preciso um estudo para apurar isto?]

A ideia de que a maioria das mulheres quer ser financeiramente independente é um mito, segundo alega Catherine Hakim da "London School of Economics". Apesar de vários anos de campanha em prol da "igualdade", mais mulheres escolhem homens ricos com quem casar hoje, do que nos anos 1940.

No seu relatório, Hakim sugere que os homens dominam as posições de topo porque as mulheres simplesmente não querem carreiras profissionais em actividades empresariais. Ela criticou David Cameron por dar apoio à ideia de quotas como forma de garantir que as companhias de topo contratam mais mulheres para as suas gerências.

A aspiração da mulher de casar para cima, se ela puder, com um homem que tem mais educação formal que ela e que ganha mais dinheiro que ela, persiste por toda a Europa. As continuam assim a usar o casamento como alternativa ou suplemento às suas carreiras.

A pesquisa, que se baseiou em dados recolhidos na Grã-Bretanha e na Espanha, mostrou que em 1949, 20% das mulheres Britânicas casou-se com homens com uma educação significativamente superior à delas. Durante os anos 1990, a percentagem de mulheres que decidiu "casar para cima" subiu para 38%, padrão que se repete no resto da Europa, nos EUA e na Austrália. O estudo concluiu que a igualdade de papéis na família, onde o marido e a mulher trabalham, e onde partilham o tempo dedicado às crianças e às lides caseiras, "não é um ideal ambicionado pela maioria dos casais".

A Drª Hakim acrescentou:

Não é, portanto, surpreendente que as mulheres geralmente ganhem menos que os maridos, e que a maior parte dos casais racionalmente decidam que faz muito mais sentido ela dedicar mais rempo no cuidado das crianças, e usar a maior parte das facilidades laborais para estar junto das crianças.

O seu relatório sugere também que muitas mulheres não querem admitir que querem ser donas de casa - nem mesmo aos seus pais.

Tornou-se impossível dizer 'Não me importaria de ser dona de casa.' Isso é politicamente tão incorrecto que muitas mulheres não querem admiti-lo.

O estuda chega ao público depois duma série de medidas terem sido anunciadas pela Coligação, e feitas com o propósito de reduzir o fosso salarial entre os homens e as mulheres.

A Drª Hakim acusa também as feministas de propagar uma série de mitos e de manufacturar "munição política para uma guerra que já terminou." Ela diz:

Actualmente, as mulheres têm mais escolhas que os homens, incluindo genuínas escolhas entre um foco na família ou foco num empregro remunerado. Apesar disso, muitas pessoas envolvidas na política, bem como feministas, parecem desapontados com o ritmo baixo com que as mulheres têm chegado aos empregos de topo.

As diferenças sexuais são tratadas como dados auto-evidentes para a discriminação generalizada e estereotipização dos papéis sexuais, e não como o resultado das escolhas e preferências pessoais.

Exigências feitas em favor de mais mudanças fundamentam-se em pressuposições falsas e evidências antigas. As pesquisas mais recentes mostram que a maior parte das teorias e ideias das últimas décadas, construídas em torno da igualdade de género, estão erradas. Apesar das alegações das feministas, a verdade dos factos é que muitos homens e muitas mulheres têm aspirações profissionais, prioridades e objectivos de vida diferentes. Devido a isto, os legisladores não podem de maneira nenhuma esperar que haja igualdade nas consequências laborais.

O relatório fala também nos planos da União Europeia de oferecer 20 semanas de licença de parto às mulheres grávidas com ordenado integral. É dito que tais políticas "amigas da família" tudo o que fazem é "reduzir a igualdade de género nos locais de trabalho, em vez de aumentá-lo". Os críticos alegam que tais provisões em torno da maternidade podem fazer com que os patrões pensem duas vezes antes de contratar uma mulher em idade de conceber. 

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Resumindo:
  • 1. Mulheres preferem casar com homens com rendimentos superiores ao seu (hipergamia?).
  • 2. A maior parte das mulheres não está interessada na "independência financeira" - contrariamente ao que as feministas defendem. Aparentemente o que as mulheres querem é um homem que lhes dê segurança enquanto elas levam a cabo o papel mais importante da vida duma mulher: ser mãe. 
  • 3. Como é normal, os políticos ocidentais andam a reboque das feministas, mas nenhum destes grupos faz o que a maioria das mulheres realmente deseja. Aparentemente os políticos e as feministas instalam medidas sociais que beneficiam . . . . . . os políticos e a elite feminista (mas não as mulheres no geral).
  • 4. Como já foi falado num post recente, nem o marido nem a mulher querem a "partilha de actividades caseiras", mas sim pessoas que desempenham os papéis que sempre estiveram associados ao seu sexo: homem => provedor/protector; esposa => cuidadora do lar e das crianças.
  • 5. Muitas mulheres têm medo de admitir que querem ser caseiras (e não carreiristas), o que significa que a engenharia social, e a alteração do senso comum da mulher, foi tão bem feito, que elas agora têm vergonha de declarar publicamente aquilo que, na mulher, é a coisa mais natural do mundo. Daqui se conclui que o normal passou a ser vergonhoso, e o anormal passou a ser glorificado.
  • 6. As mulheres têm mais escolhas (trabalhar ou ficar em casa com os filhos) do que os homens (trabalhar ou  . . . trabalhar).
  • 7. As diferenças salariais não são o resultado de discriminação sexual, mas sim resultado das escolhas pessoas dos homens e das mulheres. Nunca vai haver uma altura da história da humanidade onde os homens ganham o mesmo que as mulheres uma vez que os homens fazem os trabalhos mais perigosos, mas sujos e muitas vezes, melhor remunerados.
  • 8. Por fim, os planos da União Europeia em torno da remuneração da licença de maternidade pode levar muitos patrões a evitar contratar mulheres em idade de conceber. Ou seja, a medida que a UE pensa ser uma "ajuda" à mulher, vai, sim, torná-la menos susceptível de ser contratada.
Todos estes 8 pontos [1) mulheres preferem homens mais ricos, 2) mulheres não querem independência financeira, 3) medidas que ajudam o governo e a elite feministas, mas não as mulheres, 4) a partilha das tarefas domésticas, 5) o medo de admitir que quer ser caseira, 6) maior número de escolhas para a mulher, 7) diferenças salariais serem o resultado de escolhas pessoas e não discriminação, 8) subsidiamento da licença de parto, que pode tornar a vida da mulher mais difícil] revelam mais uma vez que a mulher que defende o feminismo está, literalmente, a defender um movimento que só lhe tem prejudicado.
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