domingo, 7 de outubro de 2012

As filhas do feminismo revelam a verdade

Por Angelina Stanford

As mulheres da minha geração cresceram à sombra do feminismo radical ; o género é uma construção social, ensinaram-nos feministas eminentes. A bandeira sob a qual foi-nos dito para marchar era "A Biologia não é vinculativa!" [“Biology is not destiny!”]. Por outras palavras, as diferenças entre os homens e as mulheres eram totalmente construídas. Nós não temos que nos vergar perante as expectativas opressivas da sociedade. Nós podemos nos redefinir e criar a realidade.

As mulheres seguiram o caminho recomendado pela liderança feminista: frequentarem colégios, adquiriram qualificações avançadas, e adiaram o casamento e a formação de famílias para a altura em que estavam bem estabelecidas na carreira. Ainda havia muito tempo para as crianças, foi-lhes garantido.

Lentamente, as mulheres que se haviam emancipado devido a esta retórica começaram a sentir-se traídas. Acreditando na mentira do feminismo, elas aprenderam dolorosamente que algumas distinções entre os homens e as mulheres são factos biológicos, e não construções sociais. O facto delas terem ignorado esta realidade causou sofrimento a muitas delas.

Com 39 anos, Alexis Stewart, filha de Martha Stewart, decidiu que se encontrava pronta para ter um filho. Infelizmente, o seu corpo discordou e ela foi incapaz de conceber. Alexis ficou chocada ao descobrir a verdade biológica: quando a mulher chega ao 30 anos, a fertilidade cai em 7% ; quando chega aos 45, ela cai em 87%.

Ela fica furiosa quando discute a forma como as mulheres foram enganadas. As revistas fazem manchetes com celebridades que conseguiram dar à luz o seu primeiro filho quando já se encontravam na casa do 40, ou mais para além. Ninguém diz às mulheres o que o ginecologista de Alexis lhe disse sobre essas celebridades: os óvulos que geraram os filhos não são delas.

Ela ficou abatida por descobrir o quão raro é uma mulher conceber quando se encontra na casa dos 40. Mesmo aquelas que têm dinheiro para pagar um tratamento de fertilidade são rejeitadas devido à sua idade. Com 40 anos, és demasiado velha, dizem as clínicas.

A história de Alexis Stewart tem um final mais ou menos feliz. Depois de tratamentos dolorosos e custosos (ela pagava $27,000 por mês), ela conseguiu conceber e ter um filho. Infelizmente, não haverá mais filhos no futuro da Alexis, e ela sente a perda. Devido a isso, ela tomou para si a missão de alertar outras mulheres de que elas não podem esperar para ter os filhos. O tic-tac do relógio não pára. É incrível como algo tão óbvio tenha que ser ensinado.

Rebecca Walker, filha da feminista radical Alice Walker (Rebecca chama-lhe "rabid feminist"), conta-nos uma história ainda mais comovente. Para além de ter sido indoutrinada na sabedoria de se adiar a altura para ter os filhos, Rebecca foi também ensinada pela mãe que a maternidade era a pior coisa que poderia acontecer a uma mulher.

Ela escreve:

Os princípios feministas da minha mãe coloriram todos os aspectos da minha vida. Quando era criança, não tinha permissão para brincar com bonecas ou brinquedos de peluche não fosse isso trazer à tona algum instinto maternal. Foi-me dito de modo agressivo que ser uma mãe, educar crianças e tomar conta da casa eram uma forma de escravidão. Ter uma carreira, viajar pelo mundo e ser independente eram as coisas que realmente importavam para ela.

Mas de qualquer modo, Rebecca buscou um casamento e quando chegou aos 34 anos, deu à luz uma criança. Para sua surpresa ela descobriu que a maternidade pode gerar felicidade na vida da mulher, e que as crianças são uma benção. Infelizmente para ela, depois de tentar ter mais filhos, e com 38 anos, ela já não consegue. Ao mesmo tempo que o filho enriqueceu a sua vida, ela lamenta só ter descoberto esta alegria na idade que descobriu. Ela poderia ter tido filhos quando era mais nova.  E o que é que Rebecca ganhou ao descobrir esta mentira prejudicial? A sua mãe já não lhe fala e nem reconhece o seu neto uma vez que  Rebecca traiu o movimento [feminismo] e agora está a pagar o preço.

[Conclusão:]

Verdadeiramente, as ideias têm consequências, e por vezes as más ideias são irreversíveis. Mal a janela da fertilidade se fecha, nunca mais volta a abrir. Não há segundas oportunidades.

Saúdo as mulheres que estão a revelar a verdade.

* * * * * * *

Embora haja lugar para genuína compaixão para com *algumas* destas feministas envelhecidas, convém não esquecer que a retórica e o estilo de vida que muitas que elas adoptaram causou que centenas de milhares de outras jovens mulheres se deixassem enganar pelo mantra "Primeiro eu [investir na carreira profissional, entregar o seu jovem corpo ao carrossel dos alfas, glamour, etc] e depois a família e os filhos". 

A natural tendência humana para ter compaixão com o sofrimento feminino tem, no entanto, ser vista à luz do que estamos a falar. Neste caso, nós não estamos a falar de mulheres que foram vítimas inocentes de eventos sobre os quais não poderiam exercer algum controlo activo, mas sim pessoas que deliberadamente  resolveram jogar a roleta russa com o bem material mais precioso que elas têm, nomeadamente, o seu corpo.

Ao mesmo tempo que entregavam a alma a este movimento, e para além de beberem por inteiro o veneno feminista e por motivos puramente ideológicos (e egoístas) desafiarem a biologia e a sabedoria milenar, elas pavimentaram o caminho para que outras mulheres seguissem o seu auto-destrutivo caminho. Não só elas caíram no buraco feminista, como de dentro do buraco causaram a que outras se juntassem a elas. Algumas, como Rebecca e Alexis, ainda foram a tempo de gerar filhos e filhos, mas que dizer daquelas que não conseguiram?

Verdadeiramente, sentir compaixão com quem sofre é um sentimento nobre e elevado, mas a compaixão dirigida às feministas envelhecidas, que esbanjaram os melhores e os mais férteis anos da sua vida em busca da afirmação através da carreira profissional e da promiscuidade sexual, é o mesmo tipo de compaixão que se dá a um homem que voluntariamente resolveu consumir e vender heroína.

9 comentários:

  1. É aquela velha estória. Quem tá na merda e no fundo do poco quer mais é te puxar pra dentro junto do que ver seu sucesso.

    Com o feminismo parece ser indëntico. As feministas velhas e sem filhos enchem a mente das mulheres mais jovens pra defender o ideal feminista falando asneiras.
    Qualquer mulher sabe que umas morrem de inveja das outras, amizade só existe de forma verdadeira e descompromissada entre homens. Uma mulher frustrada, velha e sem filhos quer mais é que as mais jovens náo tenham filhos e se frustrem também. E se tiverem querem que elas náo constituam família, separem-se e tenham dificuldades pra criar os filhos sem a presenca paterna dentro de casa.

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    1. Thoth, cuidado com os palavrões ("Quem tá na . . . "). Como acho que esta foi a primeira vez que usaste esse termo aqui, o comentário foi aprovado.

      Se for possível, não a uses outra vez.

      Obrigado.

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    2. Tudo bem...

      Só deixando claro que o palavrão utilizado refere-se à enfâse no fato das feministas estarem na ... pela sua vida e planos frustrados por toda essa dedicação de uma vida inteira ao feminismo.
      Com isso e a inveja natural que as mulheres mais velhas sentem pelas mais jovens as feministas tentam a todo o jeito deturpar mentes de mais e mais mulheres. Como se fosse o caso de... "Eu feminista não pude ter filhos, vocês mais jovens também não devem ter filhos até a idade tal... entendido!"
      Com isso mais mulheres se tornarão frustradas futuramente. É preciso não só que o homem enxergue os malefícios do feminismo, mas que tembém as mulheres repensem seu modo de agir e vejam seus papéis sociais naturais, foram feitas pra se tornarem mães, formar família e não se dedicar a trabalho, baladas e quando chegarem nos 40 e não forem mais férteis dedicarem a vida a cuidar de gatos de rua e tomar Prozac.

      Será que é isso que as mulheres mais jovens querem para o futuro.
      Parece-me que sim.

      É preciso repensar os papéis dentro da sociedade como um todo e rever os conceitos e expectativas futuras, fazendo todos enxergarem o quão complicada pode ficar a vida no futuro se continuar essa guerra insana que leva famílias inteiras à destruição.

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  2. Se pelo menos estão tomando conta dos gatos de rua, estão dando sentido à suas vidas insignificantes.

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    1. Quero deixar aqui o meu agradecimento a todas as pessoas caridosas que tratam dos animais de rua, pois para além gastarem muitos dos seus recursos próprios ainda têm que aturar pessoas ignorantes que gostam de tirar conclusões sobre a vida alheia que normalmente são pessoas cobardes que despejam as suas frustrações em quem aos seus olhos lhes parece frágil. O seu raciocínio é raso e básico. Meta-se na sua vida. As outras pessoas não têm culpa do seu vazio mental e espiritual.

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  3. Se tiver cuidando dos gatos da rua, pelo menos estará fazendo algo de bom.

    Feminista fala que não existe "instinto materno",mas repare que muitas que recusam isso, não tendo filhos, acabam se tornando mulheres solitárias cheias de animais que recolhe na rua,como forma de compensar a falta de um filho. Não acho que o amor e a compaixão pelos animais dependa disso, mas no caso das feministas, é uma carência nunca compensada. A companhia de um animal é única, mas NADA pode substituir a maternidade.

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  4. Novidade... Feminazis simples mentirosas sem +

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  5. Eu sou a unica mulher aqui? rs Olha, concordo com tudo que foi dito aí, o tempo é cruel, não perdoa, eu larguei de correr atrás de uma carreira para ter uma familia e não me arrependo em nenhum segundo, tenho um filho maravilhoso de 4 meses, depois que eu me aposentar do trabalho ninguém vai lembrar de mim, ninguém vai lembrar que eu sou a gerente de não sei o que ou a engenheira de não sei o que lá, somos apenas uma peça num grande quebra cabeças, totalmente descartáveis no mercado de trabalho , agora meu filho é o meu legado, minha herança, aquele que vai passar adiante as minhas ideias e me fazer companhia mais tarde, para minha familia eu nao sou apenas um funcionario!

    Voltarei a fazer faculdade, é uma realização pessoal, mas me preocupo muito mais em criar o meu filho e prepara-lo mentalmente pro mundo!

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    1. Não és a única mulher. São poucas, mas não és única. Bem-vinda!

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