As mulheres da minha geração cresceram à sombra do feminismo radical ;
o género é uma construção social, ensinaram-nos feministas eminentes. A
bandeira sob a qual foi-nos dito para marchar era "A Biologia não é
vinculativa!" [“Biology is not destiny!”].
Por outras palavras, as diferenças entre os homens e as mulheres eram
totalmente construídas. Nós não temos que nos vergar perante as
expectativas opressivas da sociedade. Nós podemos nos redefinir e criar
a realidade.
As mulheres seguiram o caminho recomendado pela liderança feminista:
frequentarem colégios, adquiriram qualificações avançadas, e adiaram o
casamento e a formação de famílias para a altura em que estavam bem
estabelecidas na carreira. Ainda havia muito tempo para as crianças,
foi-lhes garantido.
Lentamente, as mulheres que se haviam emancipado devido a esta retórica
começaram a sentir-se traídas. Acreditando na mentira do feminismo,
elas aprenderam dolorosamente que algumas distinções entre os homens e
as mulheres são factos biológicos, e não construções sociais. O facto delas terem ignorado esta realidade
causou sofrimento a muitas delas.
Com 39 anos, Alexis Stewart, filha de Martha Stewart, decidiu que se encontrava pronta para ter um filho. Infelizmente, o seu corpo discordou e ela foi incapaz de conceber.
Alexis ficou chocada ao descobrir a verdade biológica: quando a mulher
chega ao 30 anos, a fertilidade cai em 7% ; quando chega aos 45, ela
cai em 87%.
Ela fica furiosa quando discute a forma como as mulheres foram
enganadas. As revistas fazem manchetes com celebridades que conseguiram
dar à luz o seu primeiro filho quando já se encontravam na casa do 40,
ou mais para além. Ninguém diz às mulheres o que o ginecologista de Alexis lhe disse sobre essas celebridades: os óvulos que geraram os filhos não são delas.
Ela ficou abatida por descobrir o quão raro é uma mulher conceber
quando se encontra na casa dos 40. Mesmo aquelas que têm dinheiro para
pagar um tratamento de fertilidade são rejeitadas devido à sua idade.
Com 40 anos, és demasiado velha, dizem as clínicas.
A história de Alexis Stewart tem um final mais ou menos feliz. Depois
de tratamentos dolorosos e custosos (ela pagava $27,000 por mês), ela
conseguiu conceber e ter um filho. Infelizmente, não haverá mais filhos
no futuro da Alexis, e ela sente a perda. Devido a isso, ela tomou para
si a missão de alertar outras mulheres de que elas não podem esperar para ter os filhos. O tic-tac do relógio não pára. É incrível como algo tão óbvio tenha que ser ensinado.
Rebecca Walker, filha da
feminista radical Alice Walker (Rebecca chama-lhe "rabid feminist"),
conta-nos uma história ainda mais comovente. Para além de ter sido
indoutrinada na sabedoria de se adiar a altura para ter os filhos, Rebecca foi também ensinada pela mãe que a maternidade era a pior coisa que poderia acontecer a uma mulher.
Ela escreve:
Os
princípios feministas da minha mãe coloriram todos os aspectos da minha
vida. Quando era criança, não tinha permissão para brincar com bonecas
ou brinquedos de peluche não fosse isso trazer à tona algum instinto
maternal. Foi-me dito de modo agressivo que ser uma mãe, educar
crianças e tomar conta da casa eram uma forma de escravidão. Ter uma carreira, viajar pelo mundo e ser independente eram as coisas que realmente importavam para ela.
Mas de qualquer modo, Rebecca buscou um casamento e quando chegou aos
34 anos, deu à luz uma criança. Para sua surpresa ela descobriu que a
maternidade pode gerar felicidade na vida da mulher, e que as crianças
são uma benção. Infelizmente para ela, depois de tentar ter mais
filhos, e com 38 anos, ela já não consegue. Ao mesmo tempo que o filho
enriqueceu a sua vida, ela lamenta só ter descoberto esta alegria na
idade que descobriu. Ela poderia ter tido filhos quando era mais
nova. E o que é que Rebecca ganhou ao descobrir esta mentira
prejudicial? A sua mãe já não lhe fala e nem reconhece o seu neto uma
vez que Rebecca traiu o movimento [feminismo] e agora está a
pagar o preço.
[Conclusão:]
Verdadeiramente, as ideias têm consequências, e por vezes as más ideias
são irreversíveis. Mal a janela da fertilidade se fecha, nunca mais
volta a abrir. Não há segundas oportunidades.
Saúdo as mulheres que estão a revelar a verdade.
* * * * * * *
Embora haja lugar para genuína compaixão para com *algumas* destas
feministas envelhecidas, convém não esquecer que a retórica e o estilo
de vida que muitas que elas adoptaram causou que centenas de milhares de
outras jovens mulheres se deixassem enganar pelo mantra "Primeiro eu [investir na carreira profissional, entregar o seu jovem corpo ao carrossel dos alfas, glamour, etc] e depois a família e os filhos".
A natural tendência humana para ter compaixão com o sofrimento feminino
tem, no entanto, ser vista à luz do que estamos a falar. Neste caso,
nós não estamos a falar de mulheres que foram vítimas inocentes de
eventos sobre os quais não poderiam exercer algum controlo activo, mas
sim pessoas quedeliberadamente resolveram jogar a roleta russa com o bem material mais precioso que elas têm, nomeadamente, o seu corpo.
Ao mesmo tempo que entregavam a alma a este movimento, e para além de
beberem por inteiro o veneno feminista e por motivos puramente
ideológicos (e egoístas) desafiarem a biologia e a sabedoria milenar,
elas pavimentaram o caminho para que outras mulheres
seguissem o seu auto-destrutivo caminho. Não só elas caíram no buraco
feminista, como de dentro do buraco causaram a que outras se juntassem
a elas. Algumas, como Rebecca e Alexis, ainda foram a tempo de gerar
filhos e filhos, mas que dizer daquelas que não conseguiram?
Verdadeiramente, sentir compaixão com quem sofre é um sentimento nobre
e elevado, mas a compaixão dirigida às feministas envelhecidas, que
esbanjaram os melhores e os mais férteis anos da sua vida em busca da
afirmação através da carreira profissional e da promiscuidade sexual, é o mesmo tipo de compaixão que se dá a um homem que voluntariamente resolveu consumir e vender heroína.
Há alguns anos atrás, quando ela tinha 44 e ainda era solteira, Bibi disse:
Estou a olhar para dentro do longo barril dum futuro solitário sem marido, abandonada, sozinha e sem filhos. Como é que eu me meti nesta posição tão delicada? Um dos motivos é o facto dos homens gostarem das mulheres mais novas. Sim, eu também já fui jovem e tudo o mais. Quando estava na casa dos 20 e dos 30, eu não era propriamente uma super-modelo, mas estava constantemente rodeada de homens. O problema é que na altura eu não queria "assentar".
Ela agora teve que aceitar que é demasiado velha para ter filhos, e isto deixou-a desolada:
Não consigo verbalizar o quão doloroso é não ter filhos. Sinto dores físicas precisamente onde o bebé haveria de crescer [útero].
É sobrepujante saber que o meu legado começa e acaba comigo. Portanto, não haverá fotografias de reuniões familiares minhas e dos meus irmãos; não haverá momentos onde observarei, orgulhosa, os filhos a crescer; não há lugar natural no ciclo da vida.
Vocês, mães, criaram a próxima geração. Uma nova linhagem - filhos e provavelmente netos. que são vossos e vocês são deles. Se vocês pensam que estas são palavras duma mulher amargurada que destruiu a sua própria vida e que agora está com inveja . . . então estão 100% correctas. Fico morta por dentro saber que vocês [as mães] têm o bebé e eu não. Porque é que não aconteceu comigo? Sempre quis crianças, sempre assumi que teria crianças e que só não as tinha tido ainda porque só estive num relacionamento suficientemente sério para as ter.
Com 40 anos, e ainda sozinha, descobri que era demasiado velha para a NHS IVF [National Health Service, In Vitro Fertilization]; não tinha dinheiro e como tal enterrei a minha cabeça na areia. Leio com frequência histórias de mulheres que engravidam na casa dos 40.
Foi então que o meu pai morreu. A dor reavaliou a minha a voltei a centrar-me em mim. (As pessoas querem sempre criar algo quando alguém morre. Um livro, uma pintura, uma criança) Enchi-me de coragem e fiz os meus testes de fertilidade. Os mesmos revelaram que, com 46 anos, as minhas probabilidades de ter um filho eram virtualmente nulas.
Foi então que me apercebi o quanto eu queria um bebé, e que nada do que eu tinha na altura significava alguma coisa porque esse amor é o amor, e eu não o tenho e nem vou tê-lo, e como tal, não tenho nada.
Esse amor é a chave de tudo, não é? Esse é o motivo que me leva a estar tão frustrada e o motivo pelo qual as mães devem estar agradecidas. Foi-nos dito que o amor entre uma mãe e o seu filho é a emoção mas linda e mais realizadora que existe no mundo - o sentimento que finalmente da sentido à nossa existência. Eu pessoalmente não sei porque nunca o experimentei. No entanto, se a agonia de saber que nunca vou sentir esse amor serve de forma de medição, então eu alteraria todas as decisões que alguma vez tomei que me levaram a este lugar horrível.
Já tive pessoas que amava morrerem à minha frente, mas mesmo esse horror não se compara. A dor que eu sinto rasga-te por dentro (e ao teu futuro) porque, como me disse uma amiga que passou por esta situação e a quem, chorosa, contei toda a minha historia "Nunca vais sarar porque isto está bem dentro de ti. Isto é o que era suposto tu fazeres. Foi para isto que tu nasceste mas tu não o fizeste."
Nunca vou ficar grávida, nunca vou ser protegida pelo pai do meu filho, nunca serei amada por ele como a mãe do seu filho, nunca amarei como vocês [as mães com filhos] amam, nunca serei amada como vocês são amadas. Eu nunca significarei para alguém aquilo que vocês significam.
Esta história ressalva um dos problemas da maternidade adiada. As mulheres da classe média têm apenas uma pequena janela de oportunidade (30 a 35 anos) onde é suposto elas tornarem-se sérias na sua busca dum parceiro, e ter filhos no momento em que a sua fertilidade começa a decair. É inevitável que muitas mulheres, e sem necessidade alguma, deixem passar esse breve período - especialmente aquelas que vagueiam durante essa pequena janela de oportunidade.
Actualmente, nos EUA, 25% das mulheres com educação universitária com idades compreendidas entre os 40 e 44 estão sem filhos. Isto é uma variação enorme, se considerarmos que no período pós-guerra, essa percentagem centrava-se nos 10%.
Crê-se que os 30 anos sejam o momento crítico para as mulheres da classe média, mas será mais sensato recuar ligeiramente esse numero como forma de dar tempo de encontrar alguém. conhecerem-se, passar pelo noivado, casar e começar a ter filhos.
Isto faz muito mais sentido que entrar em correrias nos momentos finais, quando as mulheres e os homens provavelmente já se habituaram ao estilo de vida de solteiros, quando as mulheres têm que competir com mulheres mais jovens, e quando não foi dado aos homens qualquer sinal para se prepararem para o papel de marido e pai.
* * * * * * *
Nunca é demais relatar histórias em torno da forma como as mulheres foram, e estão, a ser enganadas pela forma de pensar feminista: carreira primeiro, filhos depois. Embora isto possa parecer cruel, a verdade é que estes relatos têm que ser amplamente publicitados e mostrados às mulheres actuais que ainda pensam que "podem ter tudo".
A lógica e a razão não entram da mente feminista e como tal, pode ser que os relatos de outras mulheres façam aquilo que a lógica e a razão não conseguem.
Bibi tem razão quando diz que não é actualmente uma super-modelo, mas olhando para a sua foto, e extrapolando alguns anos para trás, não é difícil construir um cenário onde ela está rodeada por homens. A tragédia da história é que muito provavelmente qualquer um desses homens estaria disposto em ser seu marido.
Mas ela decidiu que "não estava pronta" ; primeiro era preciso investir na carreira e em si própria ao mesmo tempo que esbanjava os seus melhores anos com homens não-voltados para o casamento.
Pois bem; ela agora está pronta, mas o corpo dela já não está.
Como disse o autor do texto, as mulheres têm uma janela de oportunidade relativamente reduzida para encontrar o futuro pai dos filhos, travar conhecimento, casar e gerar as crianças.
Se, pelo contrário, a mulher moderna resolve "esperar" durante os anos de beleza máxima (18-27), quando ela decidir que "está pronta", o tempo pode não jogar a seu favor. Por essa altura, não só ela tem contra si a idade [os homens estão programados para dar preferências às mulheres mais jovens], como tem a biologia.
O feminismo enganou e continua a enganar as mulheres.
No que parece ser uma chapada na
cara de quem defende a "igualdade de género", um relatório recente apurou que a
taxa de divórcio entre casais que partilham as lides domésticas é cerca
de 50% mais elevada de que entre os casais onde a mulher leva a cabo a maior
parte das tarefas caseiras.
Thomas Hansen, co-editor do estudo intitulado “Equality in the Home” ["Igualdade no Lar"] afirmou:
O que nós apuramos é que a divisão de responsabilidades em casa não implica necessariamente um aumento do contentamento.
A ausência de correlação entre a igualdade em casa e a qualidade de vida foi surpreendente, afirmou o pesquisador.
[ed: Tradução: "Aquilo que as feministas nos têm dito há décadas não corresponde à realidade dos factos.."]
Seria
de esperar que as separações ocorressem com mais frequência entre as
famílias com menos igualdade no lar, mas as nossas estatísticas revelam
exactamente o contrário.
Os dados revelam que "quanto mais o homem faz em casa, maior é a taxa de divórcio". Os motivos por trás disto, continuou Hansen, encontram-se parcialmente nas tarefas em si.
Provavelmente
é algo visto como bom ter papéis claros e bem definidos . . . . onde
uma pessoa não perturba o outro .... Podem existir menos discussões,
uma vez que ambos podem mais facilmente entrar em rota de colisão se
ambos têm os mesmos papéis e uma das partes sente que o outro não está a fazer o que lhe compete.
Mas a razão principal para uma mais elevada taxa de divórcio, sugeriu
Hansen, prende-se com os valores dos casais "modernos" em si e não nas
tarefas que eles levam a cabo.
Os
casais modernos são isso mesmo [modernos], tanto na forma como dividem
as tarefas, como na percepção do casamento como uma
instituição menos sagrada ... Nestes casais modernos, a mulher tem também
um elevado nível de educação e um emprego bem remunerado, o que lhe
torna menos dependente financeiramente do esposo. Eles podem sobreviver
mais facilmente se se divorciarem.
A Noruega tem uma longa tradição de igualdade de género e em 70% dos
casos, ambos os sexos partilham de igual modo a tarefa de cuidar das
crianças. Mas quando se fala nas tarefas domésticas, as mulheres
norueguesas ainda fazem a maior parte do trabalho em 7 de cada 10
casais.
Segundo o estudo, as mulheres que faziam a maior parte das tarefas
domésticas, faziam-no por vontade própria e os seus níveis de
felicidade eram tão elevados como a dos casais "modernos".
( . . . )
Os pesquisadores esperavam apurar que, onde os homens faziam mais
tarefas, os níveis de felicidade da mulher eram mais elevados. Na
verdade, o que eles apuraram é que eram os homens que viam os seus
níveis de felicidade a aumentar embora o das mulheres não sofresse
variações.
* * * * * *
Será que sempre que as feministas apelam para uma "divisão de tarefas em
casa", na verdade o que elas pretendem é um aumento de tensões entre os
casais (guerra de classes aplicada aos sexos) de modo que isto aumente
as probabilidades do divórcio ocorrer? Pode ser, como pode não ser. É complicado saber o que se passa na cabeça duma feminista.
Mas
uma coisa é certa: se
levarmos em conta que a destruição da instituição do casamento é um dos
grandes propósitos do movimento feminista - e do esquerdismo em si -
fica assim claro
que todos os conselhos matrimoniais dados por uma feminista não valem
absolutamente nada. Mais ainda, os casais normais devem ficar ofendidos sempre que uma feminista se disponibiliza para ser sua "conselheira matrimonial".
Ainda em relação ao estudo em si ;
o problema dos divórcios serem mais
frequentes entre os casais igualitários do que entre os casais
tradicionais
provavelmente - e quase de certeza - não se restringe só à questão da
divisão das tarefas domésticas mas sim na atitude "moderna" de
ambos - que
aceita a noção de que "não há papéis de género" para cada um dos
sexos. Ou seja, se um casamento parte do pressuposto que o mesmo não é
uma união de dois seresfundamentalmente distintos
- mas complementares - tendo em vista a criação dum ambiente onde cada
pessoa tem um papel único a cumprir, invariavelmente outras áreas da
vida comum sofrerão com esta mentalidade.
Se a isto adicionarmos a natural repulsa que as mulheres têm por homens
emasculados/efeminizados, é seguro afirmar que mais cedo ou mais tarde
as mulheres perdem interesse (sexual incluído) no "homem a dias" que
vive com ela.
Por fim: ao afirmar que "Nestes casais modernos, a mulher tem também
um elevado nível de educação e um emprego bem remunerado", Hansen revelou que quanto mais educação formal a mulher têm,
maiores são as probabilidades do casamento acabar em divórcio. Ou seja, toda a receita feminista para um "casamento bem sucedido" falha em toda a linha.
O site ManWomanMyth disponibiliza uma lista útil de respostas que podem ser dadas aos "argumentos" e alegações das feministas.
Penso que um dos itens da agenda do movimento dos homens é a resposta rápida, sucinta, apropriada, fácil de decorar e de fácil uso contra o oceano de falsas informações que a agenda feminista [vagenda] propaga.
O que é importante lembrar é evitar entrar em detalhes pormenorizados ou citar demasiadas fontes por cada frase que é feita. Na minha opinião, isso deve ser evitado porque quando se fala com um ideólogo esquerdista, nós não estamos a debater no verdadeiro sentido do termo, mas sim a lidar com verdades assumidas, factóides, retórica emocional, e mentiras repetidas que, com o tempo, adquiriram o estatuto de "factos".
Quando se fala com uma feminista, fala-se com uma pessoa que sabe a história do homem e da mulher, e pensa que sabe o que o feminismo representa. As feministas sabem que:
1 em cada 4 mulheres sofre tudo o que está listado em cima.
1 em cada 4 mulheres sofre tudo o que está listado em cima e mais algum.
1 em cada 4 mulheres é [inserir aqui algum tipo de abuso levado a cabo pelos homens]
As feministas estão tão convencidas que sabem estas coisas que há muito que pararam de questionar as coisas que acreditam - se é que alguma vez questionaram.
Portanto, ser uma feminista é como pregar para os convertidos e como tal, as regras dum debate racional não se aplicam. Nenhum feminista fornece algum tipo de evidência factual em favor da tese de que 1 em cada 4 mulheres é violada, ou em favor de qualquer outra alegação mentirosa da sua parte; elas apenas afirmam estas coisas e esperam que a crença cultural "consensual" faça o resto.
Isto significa que quando se debate com uma feminista que usa este tipo de "factos", os MRAs - tanto homens como mulheres - não precisam de fornecer citações e evidências como forma de expor a mentira.
Convém ressalvar que, embora não seja preciso saber a página e o ano do relatório a que se está a aludir como forma de refutar as muitas mentidas feministas, é absolutamente necessário que aquilo que dizes seja verdade. O que se está a discutir aqui é a resposta imediata.
Eis aqui então a minha sugestão em torno da forma de lidar com as mentiras feministas.
_______________________________________________
[FEMINISTA]: "Tu tens um problema qualquer com as mulheres / Tu odeias as mulheres / Tu és um misógino!"
Não. Eu apenas tenho problemas com as feministas.
Adoro mulheres, odeio o feminismo.
[FEM]: "Se tu és contra o feminismo, tu és contra os direitos das mulheres."
Isso é o mesmo que dizer "se tu és contra o KKK, tu és contra as pessoas de etnia branca."
[FEM]: "Como é que tu podes comparar o Feminismo com o Nazismo? / Quão estúpido tens que ser para sugerir que o Feminismo e o Nazismo são similares?"
Se a carapuça couber . . .
Tens razão. De facto há uma diferença fundamental: as feministas usam saltos altos enquanto que os nazis usavam botas.
[FEM]: "As Feministas não são todas iguais / Nem todas as Feministas são assim"
Elas não são todas iguais, mas todas elas fazem parte do mesmo problema.
Talvez, mas elas estão todas na mesma equipa.
Sim, mas as Feministas que realmente importam são todas assim.
Talvez, mas eu nunca encontrei uma Feminista ou uma barata, ou qualquer outra peste que gostasse.
Nem todas as baratas são iguais, mas mesmo assim não quero nenhuma dentro de casa.
Todas elas vivem na mesma rua e todas elas pactuam silenciosamente com o que as radicais fazem.
[FEM]: "Lê o dicionário. O Feminismo centra-se na igualdade de direitos."
Então porque é que as Feministas fazem campanha em favor dos "Serviços Selectivos" para as mulheres?
Não; o Feminismo centra-se na igualdade quando lhe convém, e tratamento preferencial sempre que possível.
Temos que nos rir da definição de Feminismo presente nos dicionários.
Isso é o mesmo que dizer que o KKK centra-se na harmonia racial.
A definição dos dicionários é pretensão pobre. O Feminismo centra-se na supremacia feminina.
O Feminismo centra-se em aumentar o poder feminino indefinidamente. Sempre.
O Feminismo não tem nada a ver com a igualdade, mas sim com a aquisição infindável de mais e mais poder para as mulheres.
O Feminismo não pára quando a igualdade é atingida; elas querem sempre mais para as mulheres.
Mas isso não está de acordo com a realidade. Por exemplo, as mulheres são cerca de 55% dos alunos universitários. Porque é que as feministas não lutam contra essa desigualdade? Ora, porque o feminismo não tem nada a ver com a igualdade mas sim com a supremacia feminina.
A definição dos dicionários é uma fantasia criada como forma de facilitar o sono das Feministas.
Se apenas isso [a definição dos dicionários] fosse verdade . . .
Alguém tem que se queixar dessa definição uma vez que ela está muito longe da realidade.
Se eu vejo uma mulher a comer uma fatia de bife ao mesmo que afirma ser uma vegetariana, devo aceitar a sua "definição"?
A pessoa que come carne não se pode identificar como vegetariana, da mesma forma que a pessoa que luta pela supremacia feminina não se pode identificar como alguém que luta pela "igualdade"
Isso é a mesma coisa que alguém que come carne identificar-se como "vegetariana."
Isso é o mesmo que dizer a uma mulher que come carne: “Vejo que gostas de bifes”. E ela responde, “Não, eu sou vegetariana. Vê no dicionário.” Tu dizes, ”Conheço a definição de vegetariana e tu não és uma.” Ela diz, “Sou vegetariana independentemente do que eu como.”
[FEM]: "O Feminismo foi criado pelas mulheres."
Isso é o mesmo que dizer que a industria do toucinho foi criada pelos porcos.
[FEM]: "O Feminismo tem sido benéfico para as mulheres."
Tal como a indústria do toucinho tem sido benéfica para os porcos.
[FEM]: "Precisamos do Feminismo."
Sim, tal como precisamos duma bala na cabeça.
Ninguém precisa duma doença.
[FEM]: "O Feminismo não é monolítico."
Talvez, mas bem poderia ser.
Uma colmeia de vespas também não.
[FEM]: "Existem vários tipos de Feminismo."
Também existem vários tipos de cancro.
[FEM]: "As Feministas radicais são uma pequena, extremista e não-representativa minoria."
Essas mulheres venderam milhões de livros, portanto isso "representa" uma boa quantidade de ódio.
[FEM]: "Nem todas as mulheres são assim."
Talvez, mas muitas são.
Não, mas uma boa quantidade delas é, o que torna a interacção com elas algo análogo a uma Roleta Russa.
Muito bem. Como é que os homens distinguem as boas das más?
[FEM]: "1 em cada 4 mulheres é violada."
E 1 em cada 4 mulheres propaga estatísticas falsas.
Wow, essa mentira ainda anda por aí? Tu não acreditas nisso, pois não?
Tu estás ciente que os dados em torno da violação baseiam-se nas alegações e não nas condenações, certo?
[FEM]: "Vivemos numa cultura marcada pela violação."
1 em cada 6 homens fazem parte do mesmo estudo mas todo o assunto da violência doméstica é inflacionado como forma de gerar o choque.
Não acredites na histeria. Há pessoas que qualificam como "violência doméstica" os gritos. Se gritar é um acto de "violência doméstica" imagina a "violência doméstica" que as mulheres infligem aos filhos e às filhas.
[FEM]: "Duas mulheres morrem semanalmente como resultado da violência doméstica."
E um homem é morto todas as semanas.
E um homem é assassinado todas as semanas, acrescidos aos 2 que todas as semanas comentem suicídio. (fonte: Erin Pizzey)
80 homens cometem suicídio todas as semanas, e 350 mulheres morrem de pneumonia. Temos que colocar as coisas sob perspectiva. (info)
No Reino Unido cerca de 3,500 bebés são mortos todas as semanas pelas mães através do aborto. Nos EUA são 15,000.
[FEM]: "Virtualmente toda a violência doméstica é levada a cabo pelos homens."
Bem, isso só é verdade se ignorares a violência doméstica levada a cabo pelas mulheres.
Não; a maior parte da violência doméstica é feita pela mulher mas a mesma não é reportada.
A maior parte da violência doméstica é perpetuada pela mulher, mas os homens e as crianças não a reportam.
Não; a maior parte da violência doméstica reportada é feita pelos homens.
A maior parte da violência doméstica contra as crianças é feita pelas mulheres.
O ciclo da violência doméstica geralmente tem início na acção das mães violentas sobre as crianças, e é aí que o problema tem que ser lidado.
A maior parte da violência doméstica é causada e recebida por mulheres propensasà violência. Faz uma pesquisa por "Erin Pizzey".
Bem, a Erin Pizzey fundou o primeiro abrigo para as mulheres vítimas de violência doméstica e ela discorda com a teoria de que a maior parte da violência é causada pelos homens.
Erin Pizzey diz que, das primeiras 100 mulheres que ela aceitou no seu abrigo, 62 eram mais violentas que o homem que haviam deixado para trás.
[FEM]: "A violência doméstica mais séria é cometida pelos homens."
A violência doméstica mais séria cometida pelas mulheres estranhamente não é classificada como violência doméstica.
Diz isso aos homens e crianças que semanalmente são mortos por mulheres.
[FEM]: "A maior parte do abuso de crianças é feito pelos homens."
Não. A maior parte do abuso de crianças é feito pelas mulheres.
[FEM]: "A maior parte do abuso sexual de crianças é cometido pelos homens."
Ah, sim, mas isso é porque os homens abusam as crianças, enquanto que as mulheres tem "casos" ou "relacionamentos" com elas.
A maior parte do abuso sexual que é condenado é feito pelos homens, mas a maior parte do abuso sexual levado a cabo pelas mulheres não é detectado ou é classificado de "relacionamento".
[FEM]: "Se as mulheres governassem, não existiriam guerras."
Se as mulheres governassem, não existiria nada uma vez que 99,99% da tecnologia, medicina, música, artes - e practicamente tudo - foi imaginada, projectada, construída e instalada por um ou mais homens.
Existiriam guerras, mas as mulheres não seriam nada boas nelas.
[FEM]: "A mulher precisa dum homem tal como um peixe precisa duma bicicleta."
Acho que queres dizer "tal como um peixe precisa de água". Se for assim, concordo.
Estavas a ir bem até a parte onde se lê "a mulher precisa dum homem". A partir daí, foi sempre a descer.
Por favor! Se não fossem os homens, as mulheres ainda estariam a viver em grutas e a perguntar se os seus traseiros estão grandes demais por baixo da saia feita com erva.
Então é verdade que mulheres como tu existem!
As mulheres não saberiam o que é uma bicicleta se não fossem os homens.
[FEM]: "Os pais inúteis estão a aumentar."
Talvez, mas ainda há um longo caminho a percorrer até atingir o patamar das mães irresponsáveis.
Convém saber o porquê das mulheres fazerem escolhas tão más.
Seria curioso saber o porquê das mulheres escolherem homens que não querem ser pais. Se tu fosses um banco, alguma vez emprestarias dinheiro a um homem que diz que não quer pagar?
Incrível. O homem diz "Não quero filhos", mas a mulher engravida à mesma e depois admira-se com o resultado.
Isto é muito estranho. A fraude na paternidade - isto é, quando a mulher engravida de outro homem que não o esposo - é uma das causas mais significativas por trás da desorganização familiar. Quando o marido descobre que foi enganado, e se vai embora, tudo o que a sociedade faz é culpar o homem!
[FEM]: "O homem deveria manter a braguilha fechada, se ele não quer filhos / Ele correu um risco e como tal, ele deveria pagar o preço / Bem, se ele não queria filhos, ele deveria ter manter as calças em cima."
E se as mulheres não querem filhos, elas deveriam manter as suas pernas fechadas e não fazer abortos.
Concordo. E se nós banirmos o aborto, teremos a igualdade na reprodução.
As mulheres não deveriam ter filhos com homens que não querem ter filhos.
O homem deveria ter as mesmas opções que que as mulheres possuem. Nós não dizemos às mulheres "mantém as tuas pernas fechadas" e deixamos as coisas por aí. Nós fornecemos-lhe pílulas e abortos.
Bem, as mulheres possuem controle total sobre a reprodução, e com controle total vem a responsabilidade total.
[FEM]: "O Feminismo também ajuda os homens / O Feminismo é benéfico para os homens."
Não. O Feminismo apenas se preocupa com o bem estar de ALGUMAS mulheres.
Não. O Feminismo também é prejudicial para os homens.
O Feminismo não é benéfico nem para as mulheres nem para os homens.
Sim. Eu também ouvi dizer que o KKK é "benéfico" para os negros.
[FEM]: "Os homens estão com medo das mulheres."
Claro que os homens estão com medo das mulheres. Elas fingem que gostam de ti mas depois levam tudo o que é teu.
Bem, se elas quiserem o homem fora de casa, então lá vai ele. E se ela não quiser que o pai veja os filhos, basta dizer à polícia que ele as "molesta". Sempre bom recear pessoas mentalmente instáveis que podem ficar com a tua casa ou impedir que vejas os teus próprios filhos.
[FEM]: "Os homens têm medo das mulheres fortes."
Não. Mulheres fortes não precisam de ajuda estatal para obter o mesmo rendimento que os homens. Mulheres fortes não precisam de acção afirmativa.
Não. Mulheres fortes são sempre bem vindas. O problema são as mulheres tóxicas.
[FEM]: "O Feminismo teve início porque as mulheres não tinham o direito de votar."
A maior parte dos homens também não tinha o direito ao voto; porque é que as feministas apenas se focaram no direito das mulheres e não no direito de todos os que não tinham o direito ao voto?
A Mariana não gostou da forma como as mulheres listadas neste post se insurgiram contra o comportamento vergonhoso das feministas presentes nas ridículas marchas das vadias. Como a Mariana parece ter um discurso pré-formatado para falar com os "machistas" - que ela não define - ela não deu qualquer tipo de resposta às mulheres que foram listadas no post, mas despejou o normal rol de mentiras que normalmente acompanham o "discurso" da esquerda militante - especialmente das idiotas úteis que se alinham com o feminismo.
A Mariana começa:
O que vi nesta postagem me pareceu por demais vazio, sem concretude e muito preconceituoso. Você diz: "Desde o início que as marchas das vadias se revelaram um circo sem qualquer tipo de sentido tendo em conta a forma como as mesmas surgiram." Então é totalmente sem sentido se revoltar com a violência que nós mulheres sofremos todos os dias?
Explica-me lá de que forma é que as feministas acabam com a "violência que as mulheres sofrem todos os dias" com slogans do tipo:
"Come meu c-"
"o meu orgasmo é uma delícia"
"tô p-ta"
"trepo com todo o mundo"
"quando ajoelho, não é para rezar"
"masturbe-se. melhor gozar sozinha do que mal acompanhada"
"minha bu--ta é o meu poder"
"homenagem a todas as prostitutas"
"meu corpo á uma festa!
Qual é a "violência" que é combatida com frases que promovem a promiscuidade sexual?
Talvez faça sentido pra um machista que um policial aconselhe mulheres a não se vestirem como "vadias" pra não serem estupradas.
Mariana, fica aqui uma imagem para tu veres como o que tu dizes é ridículo..
Usando a tua lógica, e a lógica das feministas que te indoutrinaram, nós não devemos ensinar as pessoas a tomar medidas de precaução contra o furto, mas sim educar TODOS os homens a não roubar. Para além disto ser uma estupidez de todo o tamanho, isto é bastante ofensivo para os homens uma vez que assume que todos são ladrões. Se tu queres ensinar todos os homens a não serem ladrões, então é porque todos eles o são. Isto é o mesmo que dizer que todas as mulheres são prostitutas e assassinas apenas e só porque uma minoria delas troca sexo por dinheiro ou mata os seus próprios filhos.
O que o polícia canadiano disse foi a coisa mais sensata do mundo, mas, como se viu pela reacção histérica das feministas, sensatez não abunda nas suas fileiras. O polícia, sabendo que há uma MINORIA de homens que gosta de impor a sua vontade sobre os corpos das mulheres (tal como as feministas gostam de impor a sua vontade sobre os bebés que se encontram nos úteros), avisou as mulheres que tomassem cuidados de modo a não atraírem a atenção de homens potencialmente perigosos. Em vez de agradecerem o conselho do policia, vocês feministas viram nisso uma "ataque" à vossa "liberdade".
Se a sociedade funcionasse da forma histérica que vocês feministas querem, ninguém tomaria precauções para nada. Se o dono duma loja fosse avisado por um polícia para não deixar elevadas somas de dinheiro na gaveta dum dia para o outro, ele poderia processar o homem que o avisou e dizer que os seus "direitos" foram violados" apenas e só porque alguém lhe disse "toma cuidado!".
Tu vês agora como o que vocês alegam é uma estupidez de todo o tamanho?
Como se a culpa da violência fosse da mulher, como se a mulher desejasse aquela violação.
O culpado da violação é do violador, tal como o culpado dum furto é o ladrão. No entanto, isto de maneira nenhuma significa que o dono de casa e a mulher não possam tomar medidas que visem reduzir o risco de se tornarem em vítimas.
Como já foi dito no passado. vocês feministas têm que entender a diferença entre o que é e o que deveria ser:
O que deveria ser: nenhuma mulher deveria ser violada.
O que é: muitas mulheres são violadas.
Vocês focam-se no que deveria ser mas esquecem-se do que é. Todos os homens (excepto os violadores) concordam que nenhuma mulher deve ser abusada. Mas elas continuam a ser abusadas. A forma de reduzir isto não é focar-se no que deveria ser(porque não vivemos num mundo perfeito - ainda) mas sim no que é. Como as mulheres, infelizmente, vão continuar a ser abusadas por uma minoria de homens (e não te esqueças que é mesmo uma minoria de homens), o melhor é a mulher precaver-se e proteger-se.
Se o propósito das marchas das vadias fosse apenas levar a cabo um manifesto CONTRA OS VIOLADORES, a maioria dos homens juntar-se-ia a vocês e manifestar-se-ia do vosso lado.
Mas em vez de levar a cabo uma manifestação legítima, honrada e digna, vocês aproveitam a publicidade que receberam para desencadear um ataque A TODOS OS HOMENS, como se todos os homens fossem culpados pelo que uma minoria faz. Se tu pensas assim, então eu vou-te culpar pessoalmente por todas as mulheres que mataram os seus filhos, visto que tu és mulher como elas. Aceitas?
Acontece que a culpa da violência do homem e da sociedade.
Não, ó menina ignorante. A culpa é dos violadores e não dos homens. Não é a condição de homem que o torna violador, da mesma forma que não é a condição de mulher que tornam uma mulher em assassina de bebés inocentes ou prostituta.
Culpa da sociedade que aliena, que oprime, que submete a mulher uma inferiorização nojenta, nos pagando salários mais baixos, querendo ter controle sobre nosso corpo, nos segregando.
Eis aqui algumas imagens onde se podem ver momentos de "inferiorizarão nojenta":
É a tua elite feminista que usa os corpos das mulheres para manifestar o seu sentimento misândrico. Tu estás a ser usada por elas e nem te apercebes.
O motivo que leva a que uma mulher, ao contrário dos homens. escolha investir menos na carreira é óbvio: maternidade. As mulheres escolhem ter filhos, o que significa menos tempo nos empregos e menos investimento no crescimento profissional.
A maternidade é uma escolha e não uma obrigação. Se a mulher escolhe ser mãe, ela já sabe que nunca vai avançar tanto na carreira profissional como a mulher que (infelizmente) escolhe não ser mãe.
Você diz que é "ataque ao cristianismo" a frase: "Não vim da sua costela, você que veio do meu útero". Vamos aprender biologia básica: todos viemos de um útero!
Eu não vim do útero da mulher com o cartaz que diz "Você veio do meu útero", portanto, se vamos seguir essa linha de pensamento "biológico", vamos ser 100% factuais.
Segundo, a frase é sim um ataque ao Cristianismo uma vez que a Bíblia diz que a PRIMEIRA mulher veio do homem (e não dum útero). Agora, tu podes acreditar ou rejeitar isto - ninguém te obriga a ser cristã - mas não podes negar que isso é um ataque ao Cristianismo.
É lindo o livro do Genesis, mas me desculpe, eu não saí de nenhuma costela.
Eu também não saí do útero de nenhuma as estúpidas que tomaram parte das marchas das vadias. E ninguém disse que tu pessoalmente vieste duma costela.
Nem qualquer outra mulher.
Tu sabes disso porque estavas lá quando a vida surgiu, certo? Ou seja, como a tua fé feminista te obriga a rejeitar a Bíblia, tu pensas que tens autoridade para dizer como surgiu a mulher. Em cima dizes que isto não é um ataque ao Cristianismo, mas agora já confirmas que é um ataque ao Cristianismo. Em que é que ficamos?
Acredito profundamente em Deus, só não acredito nessa besteira de vir da costela de Adão.
Como tu te conferes o direito de ofenderes o Livro Sagrado dos Cristãos, deixa-me retribuir a amabilidade e dizer que tu és uma falsa "crente em Deus", mentirosa de todo o tamanho e ainda por cima burra.
Você diz: "O uso de crianças numa marcha onde estão presentes mulheres em trajes menores é algo condenável." Primeiro que as crianças não estavam sendo usadas;
Ai não? Então estás a dizer que as crianças decidiram por si só ir para as marchas das vadias e fazer figuras como as que se vêem nas imagens seguintes?
Continuas a pensar o mesmo?
De facto, e segundo, pra que nudez maior do que a do carnaval?
Ó ignorante, mas viste alguém aqui a defender a decadência dos carnavais mundiais? Foca-te naquilo que este blogue defende sem levantares espantalhos.
Você diz: "Levando em conta que o feminismo promove o aborto, e como todos os abortos matam um ser humano, é seguro dizer que o feminismo tem as mãos cobertas de sangue inocente." O feminismo não promove o aborto.
O feminismo promove o aborto. Não sejas mentirosa.
O feminismo quer garantir o direito ao aborto para aquelas mulheres que desejarem interromper a gravidez.
Eis aqui algumas imagens dos "direitos" que as feministas querem para si:
Como é que tu, que te qualificas de alguém que "acredita profundamente em Deus", harmonizas a tua crença feminista na despenalização da matança de bebés inocentes com o que Deus diz? Ou tu achas legítimo um ser humano decidir sobre a vida de bebés inocentes?
Ainda dizes acreditas que o feminismo não tem as mãos cheias de sangue de inocentes?
Já que, uma vez descriminalizado o aborto, NENHUMA MULHER SERÁ OBRIGADA A ABORTAR, apenas dará àquelas que desejarem abortar total suporte para tal.
Portanto, tu queres que as mulheres tenham o "direito" de esquartejar, decapitar, queimar e deitar no caixote do lixo os seus próprios bebés? Ou preferes que eles sejam dados aos cães como alimento, como acontece em algumas zonas da Índia?
Você diz: "Só que ser feminista não é um "favor a si mesma" mas sim um favor à elite globalista que usa a psicologia feminina para destruir a família." O feminismo não tem intenção de destruir a estrutura familiar
Ai não?
* * * Ódio à família * * *
"De modo a que se possam educar as crianças com igualdade, temos que tirá-las para longe das famílias e educá-las comunalmente." (Dr. Mary Jo Bane, professora assistente de Educação na Wellesley College e directora do Centro para as Pesquisas Femininas)
"O fim da instituição do casamento é condição necessária para a libertação da mulher. Como tal, é importante para nós encorajarmos as mulheres a deixar os maridos e deixar de viver individualmente com homens." - ("The Declaration of Feminism," November 1971)
"Uma vez que o casamento é escravatura para as mulheres, é óbvio que o movimento das mulheres tem que se concentrar em atacar esta instituição [família]. Para a mulher, a liberdade não pode ser ganha sem a abolição do casamento." - (Radical feminist leader Sheila Cronan)
"A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena." - (Sheila Cronan, National NOW Times, Jan.1988)
"Não vamos conseguir destruir as iniquidades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." - (Sisterhood Is Powerful, Robin Morgan (ed), 1970, p.537)
"Todo a intimidade sexual, mesmo a consensual, entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra as mulheres." - (Catherine MacKinnon - Feminista das Universidades de Michigan e Yale)
No último ataque, e provavelmente o mais grave tendo em conta como foi reivindicado, foi a tentativa de incendiar uma igreja em Barcelona nos finais de Março. Os responsáveis deste último ataque vangloriaram-se. Num site na internet publicou-se um texto do grupo feminista que reivindica o ataque.
Encoberto pelo anonimato, neste site de grupos esquerdista afirma-se que
"na noite de terça-feira, 22 de Março, para quarta-feira 24, um grupo de mulheres incendiou a porta principal de seis metros, da igreja situada na praça de Sarriá."
Acrescentam que
"embora também constasse dos nossos objectivos criar dano material, e assim aconteceu, esta acção é principalmente simbólica. A Igreja simboliza e representa a opressão histórica e actual sobretudo contra nós enquanto mulheres, decidindo sobre os nossos corpos e os nossos papéis sociais nesta sociedade patriarcal."
As feministas que reivindicam este crime prosseguem com o seu ódio aos católicos e afirmam no texto onde se auto-incriminam,
"com esta acção, oferecemos a nossa oferta particular à Igreja e seus valores: 3 litros de gasolina, que arderam iluminando a escuridão da noite".
Orgulhando-se do delito continuam
"queremos dedicar este gesto a todas aquelas mulheres mortas pela moral do perdão e da submissão, a todas as meninas abusadas e a todas as mulheres que não se conformam com o papel que lhes é imposto".
Por isto, "incentivam todas as rebeldes de dia e de noite" a atacar igrejas. "A única igreja que ilumina é aquela que arde", termina o texto.
Marciana, ainda continuas a acreditar que as feministas não nutrem ódio ao Cristianismo?
Mais mudanças com a chegada do patriarcado Cristão.
A fidelidade matrimonial, exigência antiga feita às mulheres, passou a ser um requerimento junto dos homens. Cavalheirismo e códigos de honra são ramificações de sociedades patriarcais que forçam os homens a proteger o rei, o país, as mulheres e as crianças.
Os cavaleiros não se limitavam a lutar; eles faziam comprometiam-se a elaborar códigos de conduta que incluíam o respeito pelas mulheres e um certo decoro comportamental.
Sexo e Casamento.
Algumas das alegadas restrições mais opressivas -- particularmente aquelas envolvendo questões relativas ao sexo e ao casamento -- aparentam ser mais apelativas do que onerosas, especialmente quando comparadas com as alternativas modernas.
Quem é que não escolheria o amor cortês, polido e lisonjeiro, que emergiu na declaradamente Europa patriarcal medieval, em lugar da grosseira cultura "sexo fácil" dos tempos modernos?
Naquela altura, os trovadores louvavam as virtudes das mulheres e, como diz o historiador Jacques Barzun, ajudaram a estabelecer "em teoria, os direitos e privilégios que a mulher merece e que tem, em realidade, desfrutado, começando pelo respeito pela sua pessoa e admiração pelas suas qualidades."
Hoje em dia as qualidades mulheres são "admiradas" em fontes como Temptation Island e Maxim. Folhear a revista Playboy, e não através da poesia, é a forma contemporânea e aceitável dum homem se maravilhar com os "encantos femininos".
. . . .
Vocês são tão burras que nem se apercebem que o ataque ao Cristianismo é a pior coisa que podem fazer. Se vocês forem bem sucedidas na tarefa de destruir o Cristianismo no mundo ocidental, quem é que achas que vai ocupar o seu lugar? Deixa-me dar-te algumas pistas:
Miúda sueca violada pelos novos donos da Europa.
Marcha das vadias no Afeganistão
Como os muçulmanos lidam com as "feministas"
Marcha das vadias no Egipto
Marcha das vadias no Afeganistão
Atacar o Cristianismo é péssimo para a mulher, mas vocês bem se apercebem. Tudo o que vocês fazem, quando lutam contra o Cristianismo, é obedecer as ordens que os globalistas impuseram às feministas como condição para o financiamento da sua vagenda. No dia em que as feministas deixarem de atacar o Cristianismo e as famílias, o vosso financiamento termina e o vosso movimento volta a ser o que era nos finais da década 60: marginal, odiado por todos e sem dinheiro.
As intenções do feminismo são: promover a igualdade entre os gêneros
Se o propósito do feminismo é o de promover a "igualdade",
Porque é que nunca vos ouvimos falar no facto dos homens se aposentarem mais tarde que as mulheres?
O dinheiro envolvido nas pesquisas médicas em torno das doenças que afectam as mulheres é bastante superior ao dinheiro investido nas doenças que afectam os homens. Quando é que as feministas se debruçam contra essa falta de igualdade?
No torneio de Ténis em Wimbledon os homens e as mulheres recebem o mesmo prémio, mas os homens jogam 5 sets enquanto que as mulheres jogam três. As mulheres batalharam para serem pagas o MESMO que os homens, mas não batalharam para jogar o mesmo tempo que os homens. Onde está a porcaria da "igualdade" nisso?
Alguma vez viste uma feminista a reclamar em torno da falta de mulheres nas minas? Não achas que é machista que só os homens trabalhem nas minas e nas docas? Onde estão as feministas a exigir um maior número de mulheres nesses locais de trabalho?
Para além de constituírem a esmagadora maioria dos mortos nos locais de trabalho, os homens - e não as mulheres - fazem os empregos que ninguém (isto é, mulheres) não querem fazer. Para quando é que as feministas lutam contra essa desigualdade?
Ainda acreditas que as feministas querem "igualdade" ou queres mais evidências? Abre os olhos e vê que estás a ser enganada. O feminismo não tem nada a ver com a igualdade mas sim com a destruição da ordem social através da psicologia e supremacia feminina.
E mais uma coisa: na tragédia do Titanic não houve muita igualdade:
114 mulheres morreram, 324 mulheres sobreviveram:72% das mulheres sobreviveu.
1339 homens morreram, 325 sobreviveram: 19% dos homens sobreviveu.
Ou seja, quando a masculinidade era defendida e respeitada, todos beneficiaram com ela, especialmente as mulheres. Hoje que a masculinidade está a ser alvo de ataques organizados por parte do Estado e das feministas, as mulheres começam a sentir os efeitos deste gesto, tal como se viu aqui. Se o feminismo continuar a avançar da forma que tem avançado, pode ser que durante a próxima calamidade morram mais mulheres e menos homens.
O feminismo defende a liberdade sexual. Quem quer ser lésbica, ou gay, ou bissexual, ou transexual, ou assexuado é pq quer e pq escolheu isso. As pessoas escolhem aquilo que lhes parece ser o melhor.
Mas de acordo com a elite feminista, uma boa feminista tem que ser lésbica.
"A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena." (Sheila Cronan - "National NOW Times" - Janeiro de 1988)
Portanto, se tu queres ser uma "boa feminista", tens que violar a tua natureza feminina, e submeter o teu corpo à degradação do homossexualismo.
Mais uma imagem que tu provavelmente não conhecias:
Feminismo e lesbianismo andam de mãos dadas. O que não deixa de ser surpresa alguma, uma vez que algumas feministas pensam que o sexo CONSENSUAL entre um homem e uma mulher é forma de "opressão" e "violência" contra as mulheres.
Você diz: "Uma mulher que anda com o sutiã e os seios à mostra no meio da rua revela problemas de carácter." Problema de carácter é ser corrupto, é mentir, é trapacear, é ser desonesto. Roupa não define carácter.
Andar com as mamas à mostra em plena rua define muito o seu carácter.
Sobre mulheres que bebem você diz: "Não só é feio como é clinicamente auto-destrutivo e perigoso para a mulher." É lógico que é feio mulher bebendo né, só homem que pode.
Quem foi que disse que "só homem que pode"?
Meu caro, a ingestão de álcool é destrutiva tanto pra mulheres quanto pra homens, e terrivelmente perigoso pra ambos. Mas homem pode; mulher não. Isso pra mim é apenas MACHISMO.
Ó mulher, onde é que tu viste este blogue a alegar que só os homens é que podem ficar bêbados? Eu estou a falar especificamente de cartazes feministas a glorificar uma práctica auto-destrutiva e perigosa para as mulheres. De maneira nenhuma estou a dizer que só com as mulheres é que a bebida é perigosa.
Sobre o cartaz "Mulheres bem comportadas raramente fazem história!" você diz: "Depende sempre da "história" que se quer fazer. Além disso, será que este cartaz está a apelar às mulheres que sejam "mal comportadas" como forma de "fazerem história"? Que tipo de mensagem isto passa às meninas?" Por mulher "bem comportada" se quer dizer mulher submissa, que aceita ser inferiorizada, que aceita ser oprimida.
Estás a fazer uma redefinição do termo "bem comportada" de modo a que ela se torne uma qualificação humilhante. Bom comportada não tem nada a ver com "aceitar ser oprimida" ou "aceitar ser inferiorizada". Ser bem comportada significa isso mesmo, ser bem comportada (algo que as vadias não são).
Você acha que Margareth Tatcher foi bem comportada? Não, ela não foi. Ela lutou contra o machismo e foi a primeira mulher a entrar no Parlamento Britânico e foi a primeira (e única) Primeira Minista da Grã-Bretanha.
Curiosamente, as feministas odiavam a Margaret Tatcher.
Durante a sua campanha para liderar a Grã-Bretanha, em 1979, um slogan popular emitido pelas feministas dizia:
Nós queremos o direito das mulheres e não mulheres da direita.
Isto demonstra que o feminismo é uma ideologia que trabalha para a esquerda política e não um movimento que tem em vista o bem da mulher em si.
Em 1983 as coisas ficaram piores quando os esquerdistas passaram a dizer “Ditch the bitch” em referência à Primeira-Ministra. Uma colunista afirmou a visão feminista em torno da Dama de Ferro:
Ela pode ser uma mulher mas ela não é uma irmã.
Ou seja, como ela não sacrifica no altar do feminismo, ela não faz parte da irmandade feminista.
No parlamento inglês os oponentes qualificavam-na de “Attila the Hen” (hen = galinha em inglês).
Mas Margaret Thatcher respondeu às feministas bem ao seu estilo:
Não devo nadaao movimento de libertação das mulheres.
As feministas odeiam-me, não é? Não as posso culpar uma vez que odeio o feminismo. É puro veneno.
Ou seja, a mulher que tu queres usar como evidência de feminismo é a mesma que, não só era odiada pelas feministas, como odiava o feminismo. Isto é mais uma evidência em favor da tese de que tu não fazes ideia nenhuma do que é o feminismo.
Não é preciso ir tão longe: você acha que nossa presidentA foi bem comportada?
"Presidenta" não existe. Escreve-se "presidente". Mas deixando de lado esse óbvio erro feminista, a noção de Dilma - ou outro esquerdista - servir de exemplo para alguma coisa é no mínimo hilariante. Tu estás a falar de alguém que fez parte de grupos terroristas e, como resultado, foi presa pelas autoridades brasileiras.
Ela lutou contra a Ditadura, foi presa, perseguida, torturada
Eis aqui uma foto da Dilma depois de ter sido "torturada":
Repara nas cicatrizes, nas mazelas e no esforço que ela tem de fazer para estar sentada. Claramente, os dias de "tortura" deixaram sinais mais do que óbvios (!).
* * * *
Em resumo, a tua resposta revela que foste muito bem indoutrinada pela elite feminista. Tu falas muito mas o que tu dizes revela que és muito infantil na tua análise. A noção de que o aborto é um "direito" revela que tu tens tendências infanticidas. Espero bem que as crianças sejam mantidas bem longe de ti visto que tu não tens problemas em cortá-las aos pedaços e deitá-las fora.
Não sabias dos propósitos do feminismo para o casamento e para a família, e pensavas mesmo que o feminismo quer a mitológica "igualdade". Paralelamente, acreditas que as mulheres recebem menos que os homens por preconceito ou machismo. quando são as mulheres que escolhem ficar perto dos filhos e investir menos nos empregos.
Por fim, querias usar a grande mulher conservadora Margaret Thatcher como evidência em favor do feminismo, mas eis o que ela diz desse movimento:
Esperemos que daqui a alguns anos tu estejas a dizer o mesmo.