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terça-feira, 20 de novembro de 2012

A mulher como vítima de engenharia social

Algo está seriamente errado com as mulheres actuais. Se não notaste é porque não tens prestado atenção. As mulheres americanas e as mulheres ocidentais encontram-se atoladas em preocupações, tristeza, depressão, ansiedade emocional e física, problemas e saúde e doenças nunca vistas no passado.

De forma geral, os média não reportam esta triste verdade na sua profundidade, mas se mantiveres os teus olhos abertos, observarás que algo está errado, e podes até encontrar parcelas de evidências desta doença em massa nos jornais, revistas e na televisão:
Estudo recente apurou que uma em cada quatro mulheres com idades compreendidas entre 45 e os 59 está a tomar anti-depressivos.” — USA TODAY
"De modo acelerado, os Estados Unidos está a atrasar-se em relação aos outros países industrializados no que toca a expectativa de vida, e nenhum outro grupo demográfico se depara com um declínio mais acelerado que as mulheres. Segundo um estudo levado a cabo pelo "Institute for Health Metrics and Evaluation" (IHME) na Universidade de Washington, a expectativa de vida da mulher americana não está a crescer lentamente . . . na verdade, ela está em queda." Travis Waldron, Thinkprogress.org
Estima-se que 8 milhões de americanos sofram duma desordem alimentar - 7 milhões de mulheres e 1 milhão de homens.” —Press TV
Entre duas a três mulheres americanas em cada 100, sofre de bulimia.” — South Carolina Department of Mental Health
Uma em cada 200 americanas sofre de anorexia.South Carolina Department of Mental Health
Actualmente, uma em cada 4 mulheres com idades compreendidas no intervalo 45-64 sofre algum tipo de desordem mental - um aumento de 20% durante os últimos 15 anos.”  The Telegraph
Estas estatísticas, tal como sintomas duma doença oculta, são um forte indicador duma crescente epidemia. Mas o que é que está a acontecer?

A resposta, segundo aqueles que analisam este tipo de dados, prende-se com o facto das mulheres estarem a trabalharem mais do que nunca. Isto é o resultado directo do movimento feminista que varreu os EUA desde os anos 60 até aos anos 1990.
“O Movimento Feminista, ou o Movimento de Libertação da Mulher, é um período de actividade feminista nos Estados Unidos que teve início no princípio dos anos 60 e durou até ao final dos anos 90.” —Wikipédia
Claro que, mulheres a ter carreiras profissionais e a obter a mesma educação que os homens é algo de bom. O problema encontra-se no facto das mulheres actuais não só trabalharem a tempo inteiro, mas também levarem a cabo o seu papel tradicional de mães, esposas, filhas e matriarcas. À medida que as horas aumentam, e juntamente com o stress resultante da crise económica,  muitas mulheres estão a ter dificuldade em enfrentar esta nova dinâmica:
As mulheres de meia idade que tentam coordenar as carreiras, os filhos e os parentes mais velhos, estão a sofrer mais de depressão e ansiedade que qualquer outro grupo social, revelam dados da NHS.The Telegraph
O grupo de caridade 'Mind', que trata de problemas mentais, afirmou que as mulheres nos seus 40 e 50 anos estão a ficar cada vez mais afectadas por tentarem gerir as responsabilidades da família, da cada e do emprego.…Este grupo etário em particular foi provavelmente educado por mães caseiras mas agora elas são mulheres com carreiras profissionais que enfrentam a pressão financeira de fazer parte duma família com rendimento duplo.”  The Telegraph
Os órgãos de informação defendem que, graças ao movimento feminista dos pós-anos 60, as mulheres actuais possuem mais liberdades e mais oportunidades que as tornam quase iguais aos homens.

Ouvimos esta adulação do feminismo repetida por muitos jornalistas, líderes industriais e professores universitários. À primeira vista, esta ideia parece correcta e plausível, mas será mesmo verdade? Será que as mulheres já avançaram assim tanto? Estão as mulheres de hoje numa posição superior a qualquer outra era da história? 

As estatísticas não confirmam isso, quando se fala em termos de saúde. Mas para além disso, há outros factos em redor desta história.

Engenharia social secreta por trás da "mulher moderna"

(...) As mulheres ajudaram a moldar a cultura americana, não só nas últimas décadas, mas desde o tempo em que os peregrinos chegaram à América do Norte. Desde o princípio, as mulheres assumiram papéis de liderança na política, ciência, educação, literatura, medicina e como cidadãs informadas. Mas nas últimas décadas as mulheres americanas e as mulheres ocidentais sofreram uma transformação repentina; ocorreu uma mudança tão profunda e tão evidente que é surpreendente que tão poucos sociólogos tenham reconhecido e escrito em torno da gravidade das suas implicações.

De alguma forma, a sociedade - fomentada pelos órgãos de comunicação em massa e as grandes companhias que as subsidiam - pegou nas antigas histórias em torno das mulheres de sonho, que é algo mais ou menos igual a ISTO:



E transformaram esse sonho em algo como ISTO:





No entanto, o que se passa é que esta realidade só se aplica a uma pequeníssima quantidade de mulheres. Apesar de todo o idealismo dos média e da publicidade universitária que incita as mulheres a obter educação superior, o facto é que a vida das mulheres transformou NISTO:


Para além disso, uma larga percentagem de mulheres americanas trabalha nas vendas. Portanto, o "sonho" que está a ser vendido às mulheres americanas, se te queres aproximar da realidade, parece-se mais com ISTO:



O resultado é o lugar onde nos encontramos hoje, com  as crianças a sofrerem mais do que os outros, vítimas de elevados níveis de divórcios, destruição da família nuclear, ambos os pais a trabalhar (reduzindo o tempo familiar), preocupações financeiras, stress, etc. A mulher "trabalhadora" chegou até nós após o sacrifício das valores familiares tradicionais.

Pior ainda, a tal "emancipação" da mulher  transformou de um modo fundamental o comportamento da mulher. Agora, não mais dependente da família para o seu bem estar - tanto a família onde nasceu como a família que ajudou a criar - as mulheres são mais agressivas, mais promiscuas, mais frias e distantes, menos empáticas, e menos simpáticas. Essencialmente, elas estão a ser masculinizadas.

Mulher Moderna vs Mulher Tradicional

Comparemos agora a Mulher Moderna com a Mulher Tradicional.

Mulher Moderna:
  • Não quer filhos "para já", ou não os quer de todo
  • Gosta de ter relações sexuais com múltiplos parceiros e sente que está a ganhar poder
  • Consome mais álcool e drogas hoje de que em qualquer outra época da história
  • Gosta de exibir o seu corpo nos mais váriados níveis de nudez.
  • Age de modo mais agressivo que no passado, indirectamente ensinando as crianças que a agressividade é perfeitamente aceitável.
Mulher Tradicional:
  • Procura um bom marido
  • Anseia ter filhos
  • Acredita que o seu objectivo principal na vida é educar crianças, e está disposta a sacrificar-se por elas
  • Não busca sexo com outro homem que não seja o seu marido
  • Exibe comportamento afável e gentil de modo a que possa gerar uma comunidade / sociedade própria para educar crianças
Dos dois tipos de "mulher" descritas em cima, qual delas parece a mais acertada? Se és uma mulher, com qual das duas te identificas mais? Se és um homem, qual das duas se ajusta ao teu ideial de máe, irmã e esposa?

A Mulher Tradicional tem esta aparência:

Nancy Davis/Reagan posando para um foto


Comparativamente, a Mulher Moderna tem a aparência que se segue:


Sem dúvida que concordarás que a Mulher Tradicional exemplificada em cima, quando comparada com a Mulher Moderna, é mais esperta, mais forte, tem mais classe e tem mais inteligência. O que nós não nos apercebemos é que a Mulher Moderna não está apenas a evoluir naturalmente, mas é o resultado de criação propositada e engenharia social
Engenharia social é uma disciplina . . . que se centra nos esforços levados a cabo pelos governos ou por grupos privados tendo em vista a modificação de atitudes populares e comportamentos sociais em larga escala.Wikipedia
O que isto significa é que os órgãos de comunicação e os seus patrocionadores estão a "vender" a ideia da Mulher Moderna às jovens de hoje em dia. Aparentemente, eles (os média e os tais grupos privados) querem criar a Mulher Moderna junto das novas gerações de raparigas, uma Mulher Moderna que é o oposto da Mulher Tradicional

Como e porque é que a Elite está a fazer isto?

Comecemos pelo "como." O seu modo de agir é simples: eles estão a usar a ferramente hipnotizadora mais usado hoje em dia: a televisão e os órgãos de informação no geral. Olhem para a horrível lista de programas de TC que as grandes companhias estão a vender as jovens mulheres:
  • MOB WIVES
  • REAL HOUSEWIVES
  • JERSEY SHORE
  • SEX IN THE CITY
  • JERRY SPRINGER
  • STEVE WILKOS
  • MAURY POVICH
Estes programas não só têm uma influência negativa sobre as jovens mulheres e sobre os jovens homens, como têm um impacto social negativo duradouro. A isto acresce-se o facto das mulheres se sentirem inadequadas pelos órgãos de comunicação devido à exposição repetida a anúncios impressos, revistas, programas de televisão e filmes que mostram modelos excessivamente magras, bonitas, jovens e sem qualquer defeito.

Todos nós sabemos que isto é marketing bem óbvio de padrões impossíveis de atingir  que prejudicam de igual modo as mulheres jovens e as menos jovens.



Então, porque é que os órgãos de comunicação em massa continuam a fazer isto? Só há uma palavra para definir este ataque às mulheres: sinistro. Os média criam um padrão de valor, e as mulheres julgam-se segundo este padrão - conscientemente ou não. Tudo isto leva a que a maior parte das mulheres se sintam inadequadas. 
Em 1983, 3 em cada 10 mulheres americanas (30%) afirmou que se encontrava insatisfeita com a sua aparência geral. Este número subiu para quase 1 em cada 2 (48%) em 1993.Maggie Wykes, Barrie Gunter, If  Looks Could Kill
Claro que nos é dito que as mulheres sexualmente atraentes vendem produtos, mas será possível que os mass media não estejam assim tão interessados na venda de produtos quanto estão interessados em fazer com que a mulher se sinta inadequada, causando assim que ela busque realização pessoal noutro sítio (isto é, nas carreiras)?

Se pensas que é ridículo acreditar que as mulheres podem ser manipuladas e influenciadas pelos órgãos de comunicação, ou pelas grandes companhias, enttão vê o vídeo de 4 minutos que se segue, que faz parte do documentário premiado com o nome de The Century of the Self

No mesmo é-nos mostrado como nos anos 1940 uma grande companhia foi bem sucedida em congeminar um plano que encorajasse as mulheres a fumar - algo que, até essa altura, a maior parte das mulheres nem sonhava em fazer:



No vídeo é-nos mostrado como uma grande companhia criou a ideia de que se as mulheres fumassem, isso tornar-lhes-ia mais fortes e independentes - uma ideia que até hoje persiste. O propósito da companhia era o de vender mais cigarros, e eles usaram os média para atingir este objectivo implantando "uma ideia" na mente das mulheres. Será possível, portanto, que os meios de comunicação e os seus financiadores tenham também encorajado as mulheres  a entrar no mercado de trabalho? Será que o movimento feminista, o catalisador que empurrou as mulheres para o mercado de trabalho, socialmente arquitectado pelas grandes companhias como forma de obter mais lucro?

Para encontrar-mos a resposta, observemos o vídeo de 3 minutos que se segue. 

Aaron Russo (1943 – 2007), amigo de Nick Rockefeller (da dinastia Rockefeller) revela como Rockefeller admitiu que o movimento feminista foi uma obra de engenharia social criada para empurrar as mulheres para o mercado de trabalho como forma de aumentar o número de pessoas a cobrar impostos e aumentar os lucros das empresas (reduzindo os salários dos funcionários):


Este tipo de informação é surpreendente. Muitos acreditam que Russo foi assassinado precisamente devido ao tipo de coisas que ele revelou em torno de Nick Rockefeller e os planos secretos dos Rockefeller.

A influência total - económica, política e até espiritual - do movimento de emancipação das mulheres (feminismo) faz-se sentir até hoje em todas as áreas da sociedade. Devido ao facto das mulheres terem entrado em massa no mercado de trabalho, o preço das casas e dos carros aumentou exponencialmente, visto que as grandes empresas podiam agora exigir mais pelas casas e pelos carros devido a existência de duas pessoas com rendimentos.

Nós podemos ver como o paradigma mudou assistindo programas de TV a preto e branco como Leave it To Beaver que revelam uma família só com uma pessoa a trabalhar: o pai chega a casa por volta das 4 da tarde e mais tarde janta com as família. Eles desfrutam duma casa agradável, um bom carro e um enorme jardim. Esta era a forma como os americanos viviam.

Por contraste, hoje os pais e as mães empurram os filhos para as creches logo de manhã, e conduzem furiosamente para os seus empregos como forma de obter os dois rendimentos que lhes permitem manter as cabeças acima do nível da água e impedir que os bancos fiquem com as suas casas, os seus carros e as suas vidas. O tempo familiar e os valores familiares foram trocados por uma colecção inorgânica de madeira, pregos, aço, elástico e um espantoso engenho de GPS.

Hoje em dia, quer as mulheres queiram ou não, elas são forçadas a trabalhar, vítimas da economia criada pelo movimento feminista (que, indirectamente, prejudicou a sociedade americana e os valores familiares). A vasta maioria das mulheres encontra-se aprisionada nos seus empregos de baixo rendimento, sem futuro, o que só contribui para o seu sentimento de depressão, tristeza, raiva, confusão e aí por diante.
Hoje, as famílias têm cada vez menos filhos, um sinal claro de que as mulheres estão stressadas:
Dando prosseguimento a um declínio de 12 anos, a taxa de natalidade dos EUA atingiu o seu ponto mais baixo desde que dados nacionais têm estado disponíveis.About.com (2012 stats)
Para além disso, mais mulheres estão a gerar filhos fora do casamento - mais uma evidência da engenharia social da Mulher Moderna:
Mais de um terço de todos os nascimentos ocorre em mulheres solteiras.”  —About.com (2012 stats)
Como é que podemos lutar contra esta engenharia social da mulher? Como é que podemos ajudar as mulheres a lutar contra a doença que lhes aflige? Talvez começando por demonstrar que as mulheres nunca foram oprimidas, mas sim respeitadas, amadas e valorizadas primeiro e acima de tudo, dentro de casa.
O homem pode ser a cabeça do lar, mas a mulher é o pescoço. O pescoço pode girar a cabeça na direcção que ele bem entender.—My Big Fat Greek Wedding
Uma esposa feliz, é uma vida feliz.Provérbio
As mulheres sempre contribuíram para as artes, para a ciência e para a civilização como um todo, mas este facto é minimizado pelos mass media uma vez que não se ajusta à percepção de realidade que os média querem que as jovens mulheres acreditem. (...) Em vez disso, os média incentivam as mulheres a sentirem-se inferiores aos homens ao reportarem coisas como "telhados de vidro" e coisas assim, motivando as mulheres a alistarem-se numa guerra entre os sexos e plantando uma semente na sua cabeça que mais tarde gera sentimentos e desejos de querer competir com os homens.space

Mulheres Famosas na História

Estas mulheres parecem-te viver sob opressão?
Se as mulheres eram tão oprimidas antes do movimento feminista dos anos 1960-1990, como foi que ela atingiu tudo isto no princípio dos anos 1950?

Não encontrarás nomes de mulheres na Constituição. Salvo algumas excepções, elas foram largamente ignoradas pelos historiadores e pelos livros escolares dedicados aos inícios da história americana. Mesmo assim, houve mulheres que foram médicas, advogadas, pregadoras, escritoras e cantoras. Em todos estes casos, elas fizeram contribuições importantes para os primeiros anos da histórias americana.

Acreditar que as mulheres eram oprimidas pelos homens antes de terem sido "emancipadas" pelo movimento feminista dos anos 1960-1990 fundamenta-se num sonho sinistro implantado nas nossas mentes pelas meios de comunicação e pelos seus financiadores corporativos. Este sonho transformou-se agora num pesadelo não só para as mulheres, mas para todos nós e principalmente para as nossas crianças, que pagam o preço.

As boas notícias é que as mulheres parecem estar a acordar deste pesadelo. Usando a sua natural intuição - as mulheres sempre estiveram mais próximas da sua intuição que os homens - as mulheres começam a observar que, de alguma forma, alguém ou algo as está a empurrar para fora do papel central. Algo correu tragicamente mal, e embora a maior parte das mulheres não consiga dizer com precisão o que é que está destroçado, existe um claro sentimento de que as coisas não estão como deveriam estar.

Nós vemos isto num novo estudo da More Magazine, que mostra quem apesar do idealismo da mulher no local de trabalho, as mulheres estão menos ambiciosas do que estavam há 10 anos atrás. O terceiro relatório anual da More levou a cabo um inquérito junto das mulheres americanas sobre as suas atitudes em torno dos seus empregos.
  • Uns surpreendentes 43% das mulheres afirmou estar menos ambiciosa do que estava há 10 anos atrás.
  • 73% disseram que não se candidatariam para o lugar do patrão.
  • 38% disseram que não queriam as políticas, a pressão e a responsabilidade envolvida nos empregos de topo.
Este declinio na ambição, afirma a More, não é novo; o relatório cita dados de vários estudos nacionais levados a cabo pela Families and Work Institute que mostram como a percentagem de mulheres com idades entre os 35 e 44 que desejavam um emprego com mais responsabilidade caiu dos 40% para os 35% entre os anos de 1992 e 2008.

Claramente, as mulheres começam a questionar a mensagem que lhes foi alimentada pelos média e pelos seus financiadores. As mulheres estão a levantar questões, buscando respostas e, basicamente, a chegar às mesmas conclusões presentes neste artigo. Esperemos que a tendência continue.

Conclusão:

O movimento feminista do final do século 20 foi uma fraude socialmente arquitectada em oculto pelos 1% da Elite com o propósito de empurrar as mulheres para o mercado de trabalho. Com as mulheres a trabalhar, as grandes empresas ganharam mais dinheiro do que em qualquer outra altura da sua existência. A Elite conseguiu levar isto a cabo implantando na mente feminina a ideia de que estão a ser suprimidas pelos homens e que a forma de demonstrar genuína igualdade é competindo com os homens no mercado de trabalho. Infelizmente, as mulheres estão a ser esgotadas uma vez que têm também que levar a cabo os papéis tradicionais. 

Como resultado, as mulheres sofrem mais do que em qualquer outro momento da história, e muitas estão a ter menos filhos (algumas nem chegam a ter filhos). O sonho da mulher - de encontrar o príncipe encantado e viver uma vida feliz para sempre - transformou-se numa busca de formas de ganhar mais dinheiro e competir com os homens no local de trabalho. Como consequência, temos uma sociedade onde um peso enorme cai sobre os ombros das mulheres, e onde o Estado está a criar os filhos, em vez de serem mães dedicadas a fazer isso, e onde a saúde geral da mulher está em nítido decréscimo como nunca dantes.

domingo, 7 de outubro de 2012

As filhas do feminismo revelam a verdade

Por Angelina Stanford

As mulheres da minha geração cresceram à sombra do feminismo radical ; o género é uma construção social, ensinaram-nos feministas eminentes. A bandeira sob a qual foi-nos dito para marchar era "A Biologia não é vinculativa!" [“Biology is not destiny!”]. Por outras palavras, as diferenças entre os homens e as mulheres eram totalmente construídas. Nós não temos que nos vergar perante as expectativas opressivas da sociedade. Nós podemos nos redefinir e criar a realidade.

As mulheres seguiram o caminho recomendado pela liderança feminista: frequentarem colégios, adquiriram qualificações avançadas, e adiaram o casamento e a formação de famílias para a altura em que estavam bem estabelecidas na carreira. Ainda havia muito tempo para as crianças, foi-lhes garantido.

Lentamente, as mulheres que se haviam emancipado devido a esta retórica começaram a sentir-se traídas. Acreditando na mentira do feminismo, elas aprenderam dolorosamente que algumas distinções entre os homens e as mulheres são factos biológicos, e não construções sociais. O facto delas terem ignorado esta realidade causou sofrimento a muitas delas.

Com 39 anos, Alexis Stewart, filha de Martha Stewart, decidiu que se encontrava pronta para ter um filho. Infelizmente, o seu corpo discordou e ela foi incapaz de conceber. Alexis ficou chocada ao descobrir a verdade biológica: quando a mulher chega ao 30 anos, a fertilidade cai em 7% ; quando chega aos 45, ela cai em 87%.

Ela fica furiosa quando discute a forma como as mulheres foram enganadas. As revistas fazem manchetes com celebridades que conseguiram dar à luz o seu primeiro filho quando já se encontravam na casa do 40, ou mais para além. Ninguém diz às mulheres o que o ginecologista de Alexis lhe disse sobre essas celebridades: os óvulos que geraram os filhos não são delas.

Ela ficou abatida por descobrir o quão raro é uma mulher conceber quando se encontra na casa dos 40. Mesmo aquelas que têm dinheiro para pagar um tratamento de fertilidade são rejeitadas devido à sua idade. Com 40 anos, és demasiado velha, dizem as clínicas.

A história de Alexis Stewart tem um final mais ou menos feliz. Depois de tratamentos dolorosos e custosos (ela pagava $27,000 por mês), ela conseguiu conceber e ter um filho. Infelizmente, não haverá mais filhos no futuro da Alexis, e ela sente a perda. Devido a isso, ela tomou para si a missão de alertar outras mulheres de que elas não podem esperar para ter os filhos. O tic-tac do relógio não pára. É incrível como algo tão óbvio tenha que ser ensinado.

Rebecca Walker, filha da feminista radical Alice Walker (Rebecca chama-lhe "rabid feminist"), conta-nos uma história ainda mais comovente. Para além de ter sido indoutrinada na sabedoria de se adiar a altura para ter os filhos, Rebecca foi também ensinada pela mãe que a maternidade era a pior coisa que poderia acontecer a uma mulher.

Ela escreve:

Os princípios feministas da minha mãe coloriram todos os aspectos da minha vida. Quando era criança, não tinha permissão para brincar com bonecas ou brinquedos de peluche não fosse isso trazer à tona algum instinto maternal. Foi-me dito de modo agressivo que ser uma mãe, educar crianças e tomar conta da casa eram uma forma de escravidão. Ter uma carreira, viajar pelo mundo e ser independente eram as coisas que realmente importavam para ela.

Mas de qualquer modo, Rebecca buscou um casamento e quando chegou aos 34 anos, deu à luz uma criança. Para sua surpresa ela descobriu que a maternidade pode gerar felicidade na vida da mulher, e que as crianças são uma benção. Infelizmente para ela, depois de tentar ter mais filhos, e com 38 anos, ela já não consegue. Ao mesmo tempo que o filho enriqueceu a sua vida, ela lamenta só ter descoberto esta alegria na idade que descobriu. Ela poderia ter tido filhos quando era mais nova.  E o que é que Rebecca ganhou ao descobrir esta mentira prejudicial? A sua mãe já não lhe fala e nem reconhece o seu neto uma vez que  Rebecca traiu o movimento [feminismo] e agora está a pagar o preço.

[Conclusão:]

Verdadeiramente, as ideias têm consequências, e por vezes as más ideias são irreversíveis. Mal a janela da fertilidade se fecha, nunca mais volta a abrir. Não há segundas oportunidades.

Saúdo as mulheres que estão a revelar a verdade.

* * * * * * *

Embora haja lugar para genuína compaixão para com *algumas* destas feministas envelhecidas, convém não esquecer que a retórica e o estilo de vida que muitas que elas adoptaram causou que centenas de milhares de outras jovens mulheres se deixassem enganar pelo mantra "Primeiro eu [investir na carreira profissional, entregar o seu jovem corpo ao carrossel dos alfas, glamour, etc] e depois a família e os filhos". 

A natural tendência humana para ter compaixão com o sofrimento feminino tem, no entanto, ser vista à luz do que estamos a falar. Neste caso, nós não estamos a falar de mulheres que foram vítimas inocentes de eventos sobre os quais não poderiam exercer algum controlo activo, mas sim pessoas que deliberadamente  resolveram jogar a roleta russa com o bem material mais precioso que elas têm, nomeadamente, o seu corpo.

Ao mesmo tempo que entregavam a alma a este movimento, e para além de beberem por inteiro o veneno feminista e por motivos puramente ideológicos (e egoístas) desafiarem a biologia e a sabedoria milenar, elas pavimentaram o caminho para que outras mulheres seguissem o seu auto-destrutivo caminho. Não só elas caíram no buraco feminista, como de dentro do buraco causaram a que outras se juntassem a elas. Algumas, como Rebecca e Alexis, ainda foram a tempo de gerar filhos e filhos, mas que dizer daquelas que não conseguiram?

Verdadeiramente, sentir compaixão com quem sofre é um sentimento nobre e elevado, mas a compaixão dirigida às feministas envelhecidas, que esbanjaram os melhores e os mais férteis anos da sua vida em busca da afirmação através da carreira profissional e da promiscuidade sexual, é o mesmo tipo de compaixão que se dá a um homem que voluntariamente resolveu consumir e vender heroína.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Patriarcado opressivo força mulher a inventar violação depois de ter sido sexualmente rejeitada


Durante o ano passado, Lisa Wright, uma escocesa de 20 anos, pediu a um homem se poderia ficar na sua casa - alegando motivos que não chegaram ao conhecimento público. O homem aceitou e fez-lhe uma cama na sala.

Aparentemente durante a noite ela resolveu ficar com outras ideias visto que fez "avanços sexuais" junto do homem, sendo rejeitada por este em duas ocasiões distintas. Ofendida, e claramente com o ego danificado, saiu da casa de modo tempestuoso e mais tarde reportou a duas MULHERES-polícia que o homem a havia "violado" e "forçado" a fumar heroína.

(Coincidência incrível: de todos os polícias que há na Escócia, esta jovem teve a "sorte" de encontrar duas mulheres.)

Segundo revelou a imprensa, desde o princípio que as forças policiais ficaram com reservas em relação às suas alegações. Quatro dias mais tarde, e confirmando as reservas policiais, Lisa confessou ter inventado toda a história. O xerife Neilson afirmou que, inquestionavelmente, a ofensa havia causado uma significativa quantidade de problemas e transtornos ao homem acusado, para além de custos ao erário público.

Infelizmente este "transtorno" não se reflectiu na pena a que esta estúpida foi condenada visto que ela foi multada com . . . . . 210 horas de serviço comunitário.

É isto que vale a reputação dum homem nos dias de hoje: 200 horas de serviço comunitário. Aparentemente esta "significativa quantidade de problemas" não merece uma sentença digna desse nome. Se calhar a Escócia já aderiu a esta sugestão?

. . . . . . . . . . .
Da mesma forma que é dito aos homens que "não quer dizer não!", as mulheres sob o feitiço igualitário têm que aprender a lidar com a rejeição da atenção masculina (especialmente quando passam a terrível barreira dos 30/35 anos).

É moralmente condenável que uma mulher use uma falsa alegação de violação como forma de se vingar do homem que a rejeitou sem apelo nem agravo. Infelizmente a "pena" que foi aplicada a esta mulher não motivará outras mulheres escocesas a não recorrer a esta mentira destrutiva.




domingo, 18 de dezembro de 2011

Mentiras feministas em torno da fertilidade da mulher

Susan Walsh fala duma mentira muito comum entre as feministas.

Apesar da educação sexual progressista (esquerdista) em muitas áreas do país, as mulheres adultas continuam seriamente mal-informadas quando se trata do estado dos seus ovários.

Durante uma história recentemente transmitida na NPR, uma mulher infértil na casa dos 40-e-poucos não entendia o porquê dela não engravidar. Segundo ela, ela fazia exercício com regularidade, fazia yoga e tinha até um "personal trainer". Para além disso, ela comia bem e era saudável. Ele nunca soube que os seus ovários gradualmente se tornavam menos produtivos apesar destas medidas.

Uma pesquisa recente trouxe a lume a forma como as mulheres subestimam o quanto a sua fertilidade cai com a idade. Elas pensavam que aos 30 anos de idade elas tinham 80% de hipóteses de engravidar. A realidade é que as probabilidades estão mais perto dos 30%. Elas também pensavam que uma mulher de 40 anos tinha cerca de 40% de hipótese de engravidar, quando as probabilidades estão abaixo dos 10%.

As mulheres ficam surpresas por saber isto e muitas ficam zangadas [com quem?]. Uma mulher disse o seguinte àcerca da sua luta de uma década para engravidar:

Sinto que isto é mais uma coisa que a mulher não controla. Dizem-nos coisas como "Oh, a tua fertilidade cai rapidamente quando te encontras na segunda metade dos anos 20".

Bem, se eu não tenho nenhum relacionamento e quero ter uma família, de que forma é que essa informação me vai ajudar?

Barbara Collura lidera o "National Infertility Association". Ela diz que a primeira coisa que as mulheres afirmam é "Porque é que ninguém me disse isto?"

Vamos ser honestos; as mulheres não querem saber que elas não podem ter tudo. Podemos ter um bom emprego, boas qualificações, não temos que nos preocupar com a educação de crianças porque isso é algo que virá mais tarde.

Só que quando isso não acontece, as mulheres ficam extremamente zangadas.

Então porque é que as mulheres não entendem a mensagem? Como é que mulheres com cursos superiores possuem um entendimento tão fraco dos seus próprios corpos?

Tens três tentativas para adivinhar. As primeiras duas não contam.

Há uma década atrás uma campanha da "American Society for Reproductive Medicine" gerou repercussões terríveis.

Anúncios publicitários em vários autocarros do país mostravam um biberão com a forma duma ampulheta em jeito de aviso às mulheres de que o seu tempo se estava a esgotar.

Mas os grupos de defesa dos direitos das mulheres qualificaram isso de "táctica de medo" que deixava as mulheres pressionadas e com sentimentos de culpa.

Bem, elas agora já não têm que se sentir pressionadas e com sentimentos de culpa. Em vez disso estão estéreis e deprimidas.

O prognóstico para o casamento é austero. Temos que tirar a cabeça da areia e falar a verdade em torno deste assunto. Já é demasiado tarde para as mulheres no final dos anos 30 ou na casa dos 40. Aquelas entre vocês que estão na casa dos 20 podem ter um marido e filhos, mas não podem ter tudo [como ensinaram as feministas].

A geração de feministas hoje na casa dos 40/50 mentiu-vos àcerca disso.

Vocês na casa dos 20 têm decisões difíceis para tomar. O que é mais importante: a carreira profissional ou uma família? Quando pensas numa pós-graduação, levas em consideração os custos e os benefícios, incluindo atrasar o casamento para quando estiveres na casa dos 30?

Estás disposta a encontrar o teu parceiro para toda a vida enquanto estás na casa dos 20, filtrando e rejeitando os homens que não são "material para marido"?

Não há respostas fáceis. O clima para o casamento está hostil. Se sabes que queres casar e ter uma família, tens que planear isso com cuidado. Maridos e bebés não caem das árvores.


A Susan Walsh não diz mas há aqui uma informação importante para os homens: se te queres casar e ter mais do que um filho saudável, é melhor não te casares com uma mulher com idade superior a 25 anos.

. . . . . . . .

O texto da Susan revela mais um aspecto terrível do feminismo: as mulheres são indoutrinadas em favor da crença que podem ter e ser tudo o que quiserem, só para descobrirem que isso é falso. Ninguém pode ter e ser tudo; todos nós temos que fazer escolhas de vida e viver com as consequências das mesmas.

Se uma mulher indoutrinada pelo feminismo se convence que tem 80% de hipóteses de ter filhos aos 35 anos, só para mais tarde descobrir que isso é uma mentira, ela tem que viver com as consequências da sua escolha. Não pode apontar o dedo a mais ninguém senão a si própria.

O mais trágico do feminismo é verificar raparigas na casa dos 20 anos a promover uma ideologia que as mulheres da casa dos 30/40 já sabem ser uma farsa.

Se não fosse a utilidade política do feminismo (maior poder e controlo para o governo), esta ideologia há muito que teria sido desmascara por aquilo que realmente é: um movimento politico que usa a psicologia feminina para avançar com o esquerdismo.


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Ex-feminista confessa: "Se eu pudesse voltar o tempo atrás, deixaria o bebé viver"


Quando digo às pessoas que sou uma ex-feminista, recebo uma vasta gama de respostas. Algumas pessoas ficam chocadas e ofendidas - como se eu tivesse afirmado "duvido que o mundo seja redondo." Outras há que ficam com um olhar de alegria nas suas faces como se estivessem a pensar "Que bom que outra pessoa sente o mesmo que eu sinto!".

Certamente que não me oponho a que as mulheres frequentem as faculdades nem penso que elas devam ser proibidas de perseguir os seus sonhos - quer seja a maternidade, a medicina ou a meteorologia.

No entanto, e como alguém que viveu a agenda feminista durante muitos anos, posso revelar que dar as mulheres acesso à educação e a carreiras é apenas a ponta do iceberg feminista. Se nós cavarmos suficientemente fundo, encontraremos uma vasta gama de mentiras.

Mentiras feministas.

Demorei muitos anos até ver a realidade da primeira mentira que me contaram. Embora tenha sido criada numa lar Católico, durante os meus primeiros anos na faculdade não só abandonei a minha fé Católica como também os meus princípios morais.

Quando cheguei à etapa da pós-graduação - durante os anos 70 - o movimento de libertação estava a caminho e uma das principais alegações era o do "amor livre". Isto era um eufemismo uma vez que o mesmo nada tinha a ver com a realidade do comportamento - isto é, relacionamentos íntimos com estranhos como se isso fosse mais uma actividade casual.

Como uma feminista em crescimento, eu caí no erro de pensar que, uma vez que sexo casual não afecta os homens, também não afectaria as mulheres. Afinal de contas, uma vez que as feministas estavam determinadas que nivelar o campo de jogo entre os homens e as mulheres, isso envolveria destruir tradições como o casamento e o compromisso e, no processo, encorajar as mulheres a imitar o comportamento masculino.

Foi difícil tornar-me íntima com homens que mal conhecia ao mesmo tempo que fingia que não esperava qualquer tipo de compromisso da sua parte. Mas eu convenci-me de que, através do tempo, as minhas emoções mudariam.

Apesar do facto de eu e as minhas amigas feministas regularmente ficarmos de coração partido, nós não chegamos à conclusão óbvia: o feminismo estava errado; uma vez elas sabem no seu íntimo que o bebé é o propósito óbvio da intimidade sexual, as mulheres foram criadas por Deus para juntar o sexo ao compromisso e ao amor.

Uma vez que eu era demasiado ingénua para vêr através da mentira, conclui que eu tinha que dar mais tempo à nova experiência até, eventualmente, atingir a "libertação".

Fui também apanhada na teia da segunda mentira feminista, que é consequência lógica da primeira. As feministas estão bem cientes que o sexo casual pode levar a uma gravidez - mesmo que a mulher esteja a usar contraceptivos. Não há nenhum engenho ou químico que possa garantir a 100% que o acto sexual não terá como resultado uma gravidez.

As feministas, no entanto, não vêem este facto como uma razão válida para evitar o sexo fora do vínculo do casamento. Em vez disso, e na sua tentativa de cortar a ligação Divina entre sexo e bebés, elas propõem outra "solução" - uma que levou à morte de milhões de bebés através do aborto.

Tragicamente, eu sou uma das mulheres que caiu nesta decepção. Eu realmente acreditei que a liberdade da mulher em prosseguir com os estudos e avançar com a sua carreira profissional estavam acima do direito do bebé de nascer. Devido a isto, quando me vi grávida e solteira, escolhi o que pensava que seria uma solução simples.

Em todos os artigos feministas que li - e foram alguns - nenhuma menção foi feita às repercussões que normalmente ocorrem quando uma mulher faz um aborto.

Fiz a a marcação numa clínica feminista, entrei, e assinei os papéis. Na minha mente, o que eu estava em vias de fazer era, em termos factuais, idêntico a tirar um dente.

O que eu não me apercebi na altura é que eu estava em vias de abrir a primeira brecha na minha armadura feminista uma vez que, o "procedimento", como lhe chamei na altura, era horrivelmente doloroso, tanto fisicamente como emocionalmente.

Na verdade, quando deixei a clínica nesse dia, senti um vaga de alívio uma vez que o "problema" imediato, a gravidez inesperada, estava "resolvido". O que eu não sabia era que eu haveria de encarar muitos anos de problemas, muito mais sérios, à medida que as minhas emoções femininas reagiam com horror e remorso em relação ao que tinha ocorrido nesse dia.

Comecei a experimentar flashbacks e pesadelos; via bebés no centro comercial e começava a chorar. Pior de tudo, sentia-me terrivelmente sozinha uma vez que as minhas amigas feministas, que certamente tinha usado o mesmo "procedimento", cirurgicamente evitavam falar dos seus abortos.

Crescimento.

Enquanto os anos iam passando, eu ia ficando cheia de amargura e de remorsos sem fim. Não interessava o que as líderes feministas afirmavam em artigos eruditos; a verdade dos factos é que eu havia tirado uma vida e nunca iria ultrapassar esse facto.

Só quando regressei à Igreja Católica é que comecei a ver através das mentiras feministas. Vi que era impossível ser pró-mulher ao mesmo tempo que se era anti-bebé. Finalmente me apercebi que, dentro do plano feminista, os bebés são os grandes derrotados.

Foi só através do meu regresso ao Catolicismo que descobri, duma forma sã e bela, o que significa ser pró-mulher. A figura de Maria olhando com amor para a Criança Jesus nos seus braços revela a verdade que pode triunfar, duma vez por todas, sobre as mentiras do feminismo.

Arrancar os bebés das suas mães leva a resultados devastadores na mãe e na criança.

Encontrei o perdão do meu pecado através do sacramento da confissão e fui finalmente capaz de encontrar a cura emocional através do grupo "PATH", um ministério de tratamento e cura pós-aborto. No entanto as cicatrizes deixadas pelas mentiras feministas nunca estarão permanentemente curadas. Se pudesse voltar atrás a mão do tempo, eu deixaria o pequeno bebé viver.

Tal como milhões de outras mulheres que se arrependem do seu aborto, eu daria tudo se pudesse olhar para a pequena face do meu precioso filho que nunca chegou a ver a luz do dia.



Testemunho pessoal da Lorraine V. Murray.


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