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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Quanto mais tempo um homem dedica às tarefas domésticas, menos relações sexuais tem

Um estudo publicado na edição de Fevereiro da Revista de Sociologia norte-americana afirma que quanto mais tempo um homem dedicar às tarefas domésticas, como cozinhar ou ir às compras, menos relações sexuais mantém.

E o inverso é verdade, caso dê mais atenção ao automóvel ou à jardinagem, garante o estudo "Igualidade, trabalho doméstico e frequência das relações sexuais no casamento".

As conclusões do trabalho "sugerem a importância dos papéis tradicionalmente atribuídos a cada um dos sexos na frequência das relações sexuais num casamento heterossexual".

De acordo com Sabino Kornrich, investigador do instituto Juan March de Madrid que dirigiu o estudo, "os casais nos quais há uma maior participação do homem nas tarefas tradicionalmente atribuídas às mulheres afirmam ter um menor número de relações sexuais".

"Da mesma maneira, os casais em que o homem se ocupa de tarefas tradicionalmente consideradas masculinas - jardinagem, pagar faturas ou ocupar-se do automóvel - afirmam manter relações sexuais com maior frequência do que no caso anterior.

"Existe uma espécie de encenação sexual bem definida pelo género, na qual comportar-se de acordo com o género a que se pertence é importante para a criação do desejo sexual e a realização do acto", acrescentou Kornrich, coautor do estudo com os sociólogos da Universidade de Washington Julie Brines e Katrina Leupp.

Mas as conclusões do estudo, baseado num questionário feito a 7.002 pessoas, não devem incitar os homens a deixar o aspirador, referiu.

"Recusar participar nas tarefas domésticas provoca conflitos entre o casal e a insatisfação das mulheres", o que também está ligado à actividade sexual, advertiu o investigador.






sábado, 29 de setembro de 2012

Estudo revela que casais que partilham as tarefas domésticas são mais susceptíveis de se separar


 Mais um mito feminista refutado pela realidade.

No que parece ser uma chapada na cara de quem defende a "igualdade de género", um relatório recente apurou que a taxa de divórcio entre casais que partilham as lides domésticas é cerca de 50% mais elevada de que entre os casais onde a mulher leva a cabo a maior parte das tarefas caseiras.

Thomas Hansen, co-editor do estudo intitulado “Equality in the Home” ["Igualdade no Lar"] afirmou:

O que nós apuramos é que a divisão de responsabilidades em casa não implica necessariamente um aumento do contentamento.

A ausência de correlação entre a igualdade em casa e a qualidade de vida  foi surpreendente, afirmou o pesquisador. 
[ed: Tradução: "Aquilo que as feministas nos têm dito há décadas não corresponde à realidade dos factos.."]

Seria de esperar que as separações ocorressem com mais frequência entre as famílias com menos igualdade no lar, mas as nossas estatísticas revelam exactamente o contrário.

Os dados revelam que "quanto mais o homem faz em casa, maior é a taxa de divórcio". Os motivos por trás disto, continuou Hansen, encontram-se parcialmente nas tarefas em si.

Provavelmente é algo visto como bom ter papéis claros e bem definidos . . . . onde uma pessoa não perturba o outro .... Podem existir menos discussões, uma vez que ambos podem mais facilmente entrar em rota de colisão se ambos têm os mesmos papéis e uma das partes sente que o outro não está a fazer o que lhe compete.

Mas a razão principal para uma mais elevada taxa de divórcio, sugeriu Hansen, prende-se com os valores dos casais "modernos" em si e não nas tarefas que eles levam a cabo.

Os casais modernos são isso mesmo [modernos], tanto na forma como dividem as tarefas, como na percepção do casamento como uma instituição menos sagrada ... Nestes casais modernos, a mulher tem também um elevado nível de educação e um emprego bem remunerado, o que lhe torna menos dependente financeiramente do esposo. Eles podem sobreviver mais facilmente se se divorciarem.

A Noruega tem uma longa tradição de igualdade de género e em 70% dos casos, ambos os sexos partilham de igual modo a tarefa de cuidar das crianças. Mas quando se fala nas tarefas domésticas, as mulheres norueguesas ainda fazem a maior parte do trabalho em 7 de cada 10 casais.

Segundo o estudo, as mulheres que faziam a maior parte das tarefas domésticas, faziam-no por vontade própria e os seus níveis de felicidade eram tão elevados como a dos casais "modernos".

( . . . )

Os pesquisadores esperavam apurar que, onde os homens faziam mais tarefas, os níveis de felicidade da mulher eram mais elevados. Na verdade, o que eles apuraram é que eram os homens que viam os seus níveis de felicidade a aumentar embora o das mulheres não sofresse variações. 

* * * * * *

Será que sempre que as feministas apelam para uma "divisão de tarefas em casa", na verdade o que elas pretendem é um aumento de  tensões entre os casais (guerra de classes aplicada aos sexos) de modo que isto aumente as probabilidades do divórcio ocorrer? Pode ser, como pode não ser. É complicado saber o que se passa na cabeça duma feminista.

Mas uma coisa é certa: se levarmos em conta que a destruição da instituição do casamento é um dos grandes propósitos do movimento feminista - e do esquerdismo em si - fica assim claro que todos os conselhos matrimoniais dados por uma feminista não valem absolutamente nada. Mais ainda, os casais normais devem ficar ofendidos sempre que uma feminista se disponibiliza para ser sua "conselheira matrimonial".

Ainda em relação ao estudo em si ; o problema dos divórcios serem mais frequentes entre os casais  igualitários do que entre os casais tradicionais provavelmente - e quase de certeza - não se restringe só à questão da divisão das tarefas domésticas mas sim na atitude "moderna"  de ambos - que aceita a noção de que  "não há papéis de género" para cada um dos sexos. Ou seja, se um casamento parte do pressuposto que o mesmo não é uma união de dois seres fundamentalmente distintos  - mas complementares - tendo em vista a criação dum ambiente onde cada pessoa tem um papel único a cumprir, invariavelmente outras áreas da vida comum sofrerão com esta mentalidade.

Se a isto adicionarmos a natural repulsa que as mulheres têm por homens emasculados/efeminizados, é seguro afirmar que mais cedo ou mais tarde as mulheres perdem interesse (sexual incluído) no "homem a dias" que vive com ela.

Por fim: ao afirmar que "Nestes casais modernos, a mulher tem também um elevado nível de educação e um emprego bem remunerado", Hansen revelou que quanto mais educação formal a mulher têm, maiores são as probabilidades do casamento acabar em divórcio. Ou seja, toda a receita feminista para um "casamento bem sucedido"  falha em toda a linha.

Mas, como  já sabemos, é esse o propósito.
...

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Feministas censuram a ciência

Em 2008 a Science Daily reportou um estudo levado a cabo pela Northwestern University que demonstrou que as raparigas possuem capacidades linguísticas mais elevadas que os rapazes, e que as diferentes habilidades nesta área parecem ser biológicas. Através de MRI (ressonâncias magnéticas) os pesquisadores descobriram que, quando comparados com os cérebros dos rapazes, os cérebros das raparigas trabalham mais e utilizam mais áreas durante as funções linguísticas . Isto levou os pesquisadores a concluir que o cérebro masculino é diferente do cérebro feminino.

Isto são más notícias para as feministas [e os activistas homossexuais] uma vez que elas insistem que o homem e a mulher são essencialmente iguais (colocando de lado as óbvias diferenças físicas) e que as distinções que existem entre um e outro são consequência da socialização, dos papéis de género e da discriminação. O cientista que afirmar o contrário, será punido pela polícia do pensamento. Provavelmente nós nunca saberemos o quanto a biologia influencia as distinções de género precisamente porque as feministas impedem quem quer que queira fazer pesquisas a esse nível.

Foi precisamente isso que aconteceu na Universidade de Harvard em 2005. Durante uma conferência académica, o então presidente de Harvard Larry Summers discutiu várias teorias que tentavam explicar o porquê de haver menos mulheres como professoras de matemática e ciência. Para além da discriminação de género, Summers fez flutuar a sugestão de existir uma diferente disponibilidade de aptidões no ponto mais alto - isto é, há mais homens que mulheres com as habilidades matemáticas e científicas de topo necessárias exigidas para se ser um professor de elite. Ele notou também que mais pesquisas seriam necessárias para explicar as discrepâncias de género.

Mas aparentemente, mais pesquisas é exactamente o que as feministas não querem. A mera sugestão de diferenças genéticas inatas causou que algumas feministas presentes entre a audiência saísse da sala a chorar. Uma professora com o nome de Nancy Hopkins disse que ela teve que sair da sala "senão eu teria desmaiado ou vomitado." (Embora Nancy Hopkins nunca tenha chegado a responder a Summers com um argumento científico, ela conseguiu reforçar o estereótipo de que as mulheres são demasiado emotivas para lidar com debates científicos e lidarão com situações complicadas chorando. Obrigado Nancy!)

Poucos meses depois, Summers foi forçado a abandonar a presidência da Universidade como forma de apaziguar as feministas histéricas, anti-ciência.

Previsivelmente, estudiosos que não são intimidados pelas feministas são ridicularizados e ostracizados. Em 2007, a cientista Louann Brizendine, neuropsiquiatra da "University of Califórnia San Francisco", publicou o seu livro The Female Brain, que tem como base mais de mil estudos em áreas como a genética, neuro-ciência e endocronologia. Depois de décadas de pesquisa, Brizendine concluiu que o cérebro masculino e o cérebro feminino são estruturalmente e hormonalmente distintos. Como tal, ela disse, "não há um cérebro unissexo; as raparigas chegam já estruturadas como raparigas, e os rapazes chegam já estruturados como rapazes."

Feministas que comentaram o livro da Drª Brizendine, e que não têm qualquer qualificação em neuro-ciência mas só uma fé de que a socialização é responsável por todas as diferenças de género, atacaram de modo selvagem o livro, qualificando-o de "lixo" e "assustador". Demonstrando a tradicional disponibilidade intelectual feminista para aceitar factos científicos, uma das feministas que comentou o livro alegou que "dei por mim a atirar o livro ao chão e a abandonar a sala, zangada e agressiva."

Com este nível de censura, não é surpresa o facto dos cientistas ocultarem as suas pesquisas que sugerem que os homens e as mulheres são distintos de forma inata. Podemos ter a certeza de que o livro The Female Brain nunca fará parte dum projecto de estudo nas universidades. Enquanto isso, os livros de sociologia e "estudos femininos" estão cheios de falsas alegações em torno dos sexos. A ciência legítima está a ser sacrificada no altar do politicamente correcto. A ideologia esquerdista com o nome de feminismo está a causar uma estagnação do conhecimento em torno das distinções genéticas.

Claro que nem todas as feministas rejeitam o que ciência demonstra em torno das distinções de género; o problema é que as suas vozes são abafadas pelas histéricas que abandonam salas, ou atiram livros ao chão, apenas e só porque não concordam com o que está lá escrito. No seu livro Professing Feminism, as professoras de estudos femininos Daphne Patai e Noretta Koertge descrevem a sua confrontação com uma colega feminista. A feminista estava zangada devido a mera sugestão de que os mães deveriam amamentar os seus próprios filhos visto que, citando a feminista zangada, "os homens também tem a capacidade de produzir leite."

Dada a atitude anti-ciência da comum feminista, podemos esperar pelo dia em que as feministas comecem a denunciar a ideia das mulheres terem ovários e os homens não.

Fonte


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Biologia supera ideologia: mulheres preferem desportos mais femininos

Apesar de décadas de dispendiosas e agressivas tentativas de reconstruir as mulheres à imagem dos homens, elas ainda preferem desportos mais femininos tais como ginástica e patinagem artística.

Estudo recente levado a cabo por Erin Whiteside (Universidade do Tennessee) e Marie Hardin (Universidade Pennsylvania State) explora estas questões. Os resultados, publicados na "Communication, Culture & Critique", mostram que as mulheres preferem eventos desportivos condensados - tais como os Jogos Olímpicos - em vez de desportos com épocas mais longas.

Para além disso, quando chega o momento de assistir um evento olímpico em particular, as mulheres normalmente escolhem eventos que são vistos como tradicionalmente mais "femininos" tais como a ginástica e a patinagem artística.

Marie Hardin afirma:

A nossa pesquisa fornece algum discernimento sobre o porquê dos Jogos Olímpicos continuarem a ser tão populares entre as mulheres. A questão não se centra só no tipo de evento que está a ser exibido - embora isso possa ter o seu peso - mas também na forma como os Jogos são disponibilizados: em parcelas pequenas - que podem requerer apenas 10 minutos de compromisso para assistir a um empolgante evento desportivo - e durante uma altura do dia em que as mulheres sentem que podem fazer esse compromisso.
Virtualmente todas as mulheres inquiridas expressaram preferência pelos Jogos Olímpicos por motivos patrióticos mas também por motivos de ritmo. Whiteside explica:
As mulheres prefeririam o estilo condensado da cobertura, algo que elas descreveram como "fácil de acompanhar."
A frequência dos eventos durante os Olímpicos, bem como a omnipresente discussão em torno dos mesmos - desde a televisão à rádio - tornam-nos mais apelativos para as mulheres que, de outro modo, não se identificam como ávidas consumidoras de desporto e nem sempre tem tempo para se dedicar a assistir os desportos.

As mulheres que responderam ao inquérito preferiram desportos considerados mais femininos e não masculinos. De modo geral, elas não viram qualquer tipo de ganho em acompanhar o desporto feminino que exibe desempenho atlético que desafia os papéis de género - tal como o basquetebol. Em vez disso, elas expressaram um forte interesse em desportos tais como ginástica, ténis e patinagem artística.

Apesar dos programas que transformam as mulheres em amazonas - homens com seios - terem sido um falhanço total (e em vez de se tornarem fisicamente mais aptas e atraentes, as mulheres apenas se tornaram mais pesadas) não há qualquer tipo de sinal entre os políticos e entre os académicos de querem colocar um ponto final no financiamento da masculinização da mulher.

No entanto, a natureza não se importa muito com as atmosferas ideológicas dominantes e opressivas, e como tal, por mais que as feministas se tentem convencer do contrário, as mulheres querem ser mulheres e irão sempre ser mulheres.


Modificado a partir do original


sábado, 14 de julho de 2012

O sexo como "construção social"

E criou Deus o homem à Sua Imagem
à Imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.
Génesis 1:27

Por Pär StrömMuitas feministas alegam que as distinções que podem ser observadas entre os homens e as mulheres são ensinadas. Segundo elas, são as expectativas ambientais que pressionam os rapazes a agir como rapazes e as raparigas a agir como raparigas. Estas diferenças, dizem-nos elas, permanecem por toda a vida.
Não se nasce mulher; torna-se numa.
Simone de Beauvoir (1908-1986).
A teoria em torno do género como uma construção social chegou até a ser aceite politicamente [na Suécia]. O governo social democrata da altura colocou isso mesmo na sua declaração governamental de 2002. Isto encontra-se na declaração governamental Skr 2002/2003:140.
Apesar da longa história em torno do trabalho activo em prol da igualdade, a nossa sociedade continua caracterizada por uma estrutura de poder de género. No futuro, o nosso trabalho deve possuir uma direcção mais feminista. Isto significa que temos que estar cientes da estrutura de poder de género - que as mulheres são subordinadas e os homens superiores - e temos que estar preparados para mudar esta situação. Isto significa também que o governo tem que considerar o masculino e o feminino como "construção social", isto é, padrões de género criados externamente após o nascimento através da nossa educação, cultura, enquadramentos económicos, estruturas de poder e a nossa ideologia politica.
Quem estuda as pesquisas e os dados científicos, em vez de documentos políticos, encontrará diferenças significativas entre os sexos já na altura no nascimento. Estas diferenças genéticas controlam muitos dos traços que estão por trás do nosso comportamento diário.

Quais são as diferenças entre os sexos?

Um dos grandes nomes desta área é Simon Baron-Cohen, professor na Universidade de Cambridge na Grã-Bretanha. Cohen desenvolveu a assim chamada 'E-S Theory' [daqui para a frente, referida apenas como EST] onde 'E' significa empatia e S significa sistematização. Ser empático implica que uma pessoa conecta-se a outros seres humanos, entende-os e comunica com eles. Sistematização significa que uma pessoa analisa, entende e constrói sistemas - sistemas abstractos ou sistemas técnicos.

Segundo a EST, e analisando a forma como o cérebro funciona, as pessoas podem ser divididas em 3 grandes grupos. Os tipos de cérebro são:
  1. O cérebro E onde a aptidão empática supera em muito a sua habilidade para sistematizar.
  2. O cérebro S onde a aptidão para sistematizar é maior que a sua aptidão para a empatia.
  3. O cérebro B onde as duas capacidades se encontram igualmente desenvolvidas.
Segundo o professor Baron-Cohen, o cérebro E é típico das mulheres e o cérebro S é típico dos homens. 1 Existem variações individuais e excepções mas o padrão geral é forte.

Outro pesquisadora que também possui um interesse pelo tópico é Annica Dahlström, professora emérita no departamento de química médica e biologia celular na Universidade de Gotemburgo. Ela dedicou 15 anos da sua vida a este assunto. No seu livro 'Gender is in the Brain' ["O Género Encontra-se no Cérebro"] ela reporta a complexa relação química entre os hormonas, o cérebro, e outros órgãos que, tanto antes como depois do nascimento, transformam os seres humanos em homens e mulheres.

Mesmo que existam discrepâncias individuais, Annica Dahlström afirma que existem coisas como características "femininas típicas", e características "masculinas típicas". Segundo Dahlström, em média as mulheres são:
  • Mais empáticas e preocupadas
  • Melhores na comunicação verbal e linguagem
  • Detectam mais nuances e detalhes com os seus olhos e ouvidos.
  • São mais sensíveis ao estado de espírito dos outro bem como aos sinais subtis
  • Podem fazer associações mais rápidas com informação guardada anteriormente
  • São melhores no multitasking [várias tarefas ao mesmo tempo]
Com os homens, no entanto, segundo Dahlström, eles:
  • Estão mais dispostos a correr riscos e a competir
  • São melhores a concentrar a sua atenção a um tópico de cada vez
  • São vastamente superiores no pensamento abstracto.
  • Possuem melhor visão tri-dimensional
  • São mais extremos (em ambas as direcções) no que toca a inteligência (embora a inteligência média entre os sexos seja a mesma)
Um terceiro pesquisador a levar em conta é Germund Hesslow, professor de neuro-ciência na Universidade de Lund. Ele afirma que as diferenças entre homens e mulheres encontram-se bem documentadas. Por exemplo, diz Hesslow, os homens, no geral, possuem uma habilidade superior para pensamento espacial e resolução de problemas matemáticos. Para além disso, os homens são mais agressivos e determinados no que toca a correr riscos.

As mulheres, diz Hesslow, são mais compassivas (especialmente com as crianças) e mais cuidadosas na escolha dos parceiros. Quando comparadas com os homens. as mulheres têm mais dificuldade em considerar relações sexuais breves. Tal como Dahlström, Hesslow também afirma que os homens exibem uma maior distribuição de inteligência que as mulheres.2

Eu poderia continuar a citar outros pesquisadores que documentaram as diferenças entre os sexos, mas em vez disso, vamos analisar o que as pesquisas dizem em tornos das causas dessas distinções.

Comportamento aprendido ou diferenças genéticas?

Pode-se dizer, portanto, que há distinções entre os sexos. Mas serão essas distinções aprendidas ou genéticas? Apesar do ambiente social ter influência, existe uma lista enorme de estudos científicos que ressalvam a enorme e significativa importância das diferenças biológicas entre os sexos. A Scientific American sumarizou a questão muito bem num artigo em torno do cérebro masculino e do cérebro feminino. Isto é que eles escreveram:
Durante a década passada, os investigadores documentaram uma surpreendente quantidade de variações [=diferenças] estruturais, químicas e funcionais entre o cérebro masculino e o feminino. 3
Analisemos um certo número projectos de pesquisa que demonstram que a genética encontra-se por trás de muitas das diferenças entre os sexos que podemos observar. Podemos começar na Suécia com Arne Müntzing, geneticista e professor de hereditariedade.

Ainda em 1976 ele estudou bebés com 12 semanas, que dificilmente poderiam ter sido influenciados pelos papéis de género [inglês: "gender roles"], e observou diferenças essenciais no comportamento dos rapazes e das raparigas. Müntzing escreveu:
Os rapazes ganham muito cedo um melhor entendimento da espacialidade, a posição dos corpos em relação aos outros. Esta é provavelmente a razão que leva a que, mais tarde, os rapazes se interessem mais que as raparigas em construções técnicas e problemas matemáticos.
As raparigas, por outro lado, buscam os problemas segundo um ângulo humano. Não é só o meio ambiente que leva a que as meninas coloquem os soldados de chumbo numa cama de algodão de modo a que eles estejam confortáveis e bem aquecidos. 4

No ano de 1999 a estudante de doutoramento Anna Servin - Instituto de Psicologia da Universidade de Uppsala - levou a cabo um estudo em 300 crianças. Este projecto foi feito em cooperação com pesquisadores e médicos do Hospital Huddinge Hospital. Servin detectou claras diferenças comportamentais presentes já aos 9 meses, diferenças essas que, posteriormente, aumentaram com o passar do tempo.

Ela escreveu na sua tese que é a quantidade de andrógenos (hormonas masculinos) que determina o comportamento da criança, incluindo coisas como o tipo de brinquedos com os quais a criança quer brincar.5

Esta é a forma como Anna Servin sumarizou as diferenças comportamentais entre os rapazes e as raparigas e a forma como estas características influenciam a escolha de brinquedos:
De modo geral, os rapazes possuem uma aptidão espacial; eles vêem e entendem como os vários tipos de construção funcionam e ficam mais satisfeitos com brinquedos de construção.
As meninas são melhor equipadas verbalmente e possuem um interesse maior nos relacionamentos. Como tal, escolhem brinquedos que estão de acordo com estas habilidades.

Fala a testosterona.

O professor Richard Udry - Universidade da Carolina do Norte - comparou os níveis de testosterona nos fetos femininos com a atitude e comportamento das mesmas pessoas 30 anos mais tarde. Ele verificou que há uma conexão entre o nível de testosterona durante a altura fetal e o nível de comportamento masculino/feminino nos seus 30 anos. O comportamento monitorizado nos adultos foi a sua atitude perante as crianças, casamento, trabalho, carreira e a sua aparência.

Níveis elevados de testosterona durante a fase fetal correspondiam a comportamentos menos femininos e atitudes menos femininas.6
 
Os ftalatos são um grupo de compostos químicos que inibem os hormonas sexuais. Oito pesquisadores da Universidade de Rochester descobriram que os rapazes que são expostos aos ftalatos durante a fase fetal irão brincar de uma forma menos masculina com outros rapazes.7 Análogo a isto. Sete pesquisadores da Universidade de Cambridge concluíram que elevados níveis de hormona sexual masculino - testosterona - durante a fase fetal resultará num comportamento mais masculino durante as brincadeiras. 8
 
Um grupo de pesquisadores americanos e britânicos concluiu que o nível de testosterona durante a fase fetal determinará o quão interessada em sistematização a criança mais tarde ficará. Quanto maior for o nível de testosterona, maior será o interesse em sistematização. 9
 
Uma quarta pesquisa determinou que meninas que sofrem de "Congenital Adrenal Hyperplasia Disorder" - isto é, níveis anormais da hormona masculina testosterona - irão preferir brinquedos de construção e brinquedos de transporte mais do que as outras meninas. Para além disso, elas irão brincar de forma mais dura e agressiva..10
 
Desde a mais tenra idade que os rapazes se encontram mais interessados em objectos mecânicos enquanto que as raparigas nutrem um interesse maior por caras. Um projecto de pesquisa mostrou que as raparigas com um ano de idade demoravam mais tempo que os rapazes a olhar para a cara da mãe. Quando se mostravam filmes às crianças com 1 ano, as meninas demoravam mais tempo que os rapazes a olhar para os filmes que exibiam uma cara, enquanto que os rapazes demoravam mais tempo a observar filmes que exibiam carros.11
 
Será possível que estas crianças de 1 ano tenham sido influenciadas pelas expectativas do mundo à sua volta em torno dos papeis de género? De modo a investigar esta crença, estes pesquisadores continuaram com o trabalho e levaram a cabo um estudo similar em crianças com 1 dia de vida.

As crianças poderiam escolher entre olhar para a cara duma mulher ou olhar para dispositivo móvel mecânico que, na sua cor, tamanho e forma, lembrava a cara. Os resultados demonstraram que os bebés masculinos dedicavam mais tempo a olhar para o dispositivo móvel enquanto que as bebés femininas devotavam a maior parte do tempo a olhar para a cara.

O professor Simon Baron-Cohen da Universidade de Cambridge apurou também que as meninas com 12 meses de idade possuem uma resposta mais empática aos problemas alheios que os rapazes com a mesma idade.12

Há algum tempo atrás o hormona feminino dietilestilbestrol foi usado para tratar as mulheres que haviam tido abortos espontâneos consecutivos. Isto viabilizou alguns interessantes projectos de pesquisa. Entre outras coisas, ficou demonstrado que os rapazes que nasciam de mulheres que haviam recebido o em cima mencionado tratamento - isto é, que haviam recebido hormonas femininos - demonstravam comportamento mais "feminino" e mais empático. Por exemplo, quando comparados com outros rapazes, eles demonstravam um maior interesse em brincar com bonecas.13
 
Outra pesquisa foi levada a cabo nos rapazes nascidos com a deformação IHH, significando que os seus testículos eram pequenos e, desde logo, produtores de quantidades menores de testosterona. Os estudos mostraram que estes rapazes eram piores que outros rapazes na sistematização de formas espaciais. 

Adicionalmente, existem rapazes que nascem com o AI Syndrome, condição que deixa os rapazes não-receptivos aos andrógenos (hormona sexual masculino) Eles são piores na sistematização espacial. Ao mesmo tempo, as raparigas nascidas com Congenital Adrenal Hyperplasia Disorder, que, como dito em cima, resulta em níveis anormais de andrógenos (masculinos), são mais inteligentes na sistematização espacial que as outras raparigas.14
 
Existe também um projecto de pesquisa que demonstra como o nível de testosterona determina o nível de riscos económicos na idade adulta. Entre outras coisas, os pesquisadores estabeleceram que as mulheres que escolhem uma carreira na área das finanças possuem níveis de testosterona superiores, quando comparadas com outras mulheres.15

O periódico sueco Illustrerad Vetenskap (Ciência Ilustrada) escreveu recentemente
Pesquisas recentes mostram que os homens possuem 6,5 vezes mais massa encefálica cinzenta que as mulheres, enquanto que elas possuem 10 vezes mais massa encefálica branca que os homens. Isto pode explicar o porque dos homens serem melhores, por exemplo, em matemática, enquanto que as mulheres são melhores nas línguas.

Homo Sapiens é um animal.


Estudos em torno do mundo animal são interessantes uma vez que os animais dificilmente podem ser influenciados pelas normas sociais e papéis de género humanos. Se a natureza criou [sic] os animais de modo a que os sexos sejam distintos por motivos biológicos, porque é que os homo sapiens seria uma excepção? Seguem-se alguns projectos de pesquisa com os animais interessantes.

Um estudo usou um certo número de macacos a quem foram dados um certo número de brinquedos. Eles encontravam-se entre bonecas, camiões e brinquedos genericamente neutros como livros com pinturas. 

Os pesquisadores observaram como os machos passavam mais tempo a brincar com os brinquedos "masculinos" enquanto que as fêmeas passavam mais tempo que os machos a brincar com os brinquedos "femininos"

Ambos os sexos passaram o mesmo tempo em redor dos livros com imagens e em redor de outro brinquedos genericamente neutros.17
Outro projecto expôs os fetos fêmea dos macacos aos andrógenos (hormonas sexuais masculinos). Mais tarde, e nas suas brincadeiras, estas fêmeas exibiram um comportamento mais masculino que as demais fêmeas.18

Uma terceira pesquisa levada a cabo por um terceiro grupo de cientistas ofereceu paus como brinquedos aos macacos e observou como as fêmeas, de forma bem clara, brincavam com os paus como se os mesmos fossem bonecas, algo que os machos fizeram em escala muito menor.19

Num quarto projecto os pesquisadores deram dois tipos de brinquedos aos macacos - veículos com rodas e brinquedos de peluche. Os machos demonstraram um forte e persistente interesse nos veículos enquanto que as fêmeas não demonstraram qualquer tipo de interesse por nenhum dos brinquedos.20
Um quinto estudo em torno dos macacos demonstrou como, em larga escala, os machos focaram-se nos carros enquanto que as fêmeas preferiram as bonecas.21

Experiências foram também levadas a cabo com ratos. As fêmeas injectadas com testosterona à nascença aprenderam mais rapidamente a navegar pelo labirinto que as fêmeas sem o hormona. Elas atingiram também uma proficiência final superior que as fêmeas que não receberam o hormona masculino. O labirinto testava a aptitude espacial.22

Em jeito de conclusão podemos determinar que a alegação "o género é uma construção social" é um mito. Peço desculpa se perturbamos a tua paz celestial , cara Simone de Beauvoir, mas tu estavas errada. Tu nasceste para ser uma mulher!

Qual dos géneros possui os génios?

Antes de terminar este capítulo, gostaria de falar nas diferenças genéticas entre os sexos que possuem um peso enorme no debate em torno da igualdade. Como mencionei anteriormente, os homens e as mulheres possuem a mesma inteligência média mas a inteligência é mais dispersa entre os homens. Isto significa que há mais tolos e génios entre os homens enquanto que as mulheres se encontram a meio da escala.

Esta amplitude pode ser considerada como desinteressante do ponto de vista da igualdade. Afinal, o facto da inteligência média entre ambos os sexos ser basicamente a mesma não é o mais importante?

Mas consideremos o facto de existirem muitas situações onde o foco se encontra completamente nos extremos e particularmente no extremo mais elevado: os génios. A maior amplitude masculina implica com lógica matemática que há mais génios entre os homens do que entre as mulheres. O que é que isto significa para a composição genética dos, por exemplo, prémio Nobel?

Do ponto de vista puramente estatístico é, portanto, normal que haja mais laureados entre os homens em áreas que exijam mais inteligência. Isto foi também ressalvado por Annica Dahlström23 e Germund Hesslow,24 que, por sua vez, provocou respostas violentas. Mas a realidade é o que é independentemente do que cada um pensa dela.

O facto das mulheres serem compensadas por terem entre si menos tolas do que o número de menos inteligentes entre os homens não recebe muita atenção mediática porque os menos inteligentes raramente se encontram no foco dos holofotes. Mas isto provavelmente contribui também para o facto de haver menos mulheres nas camadas mais baixas da sociedade tais como as prisões ou entre os sem abrigo.

Referências:

  1. 'The Essential Difference: The Truth about the Male and Female Brain', Simon Baron-Cohen, 2003
  2. Article 'Omöjlig kamp för att uppnå likhet mellan könen', DN.se op-ed page (available online, date n/a)
  3. Article 'His Brain, Her Brain', Scientific American, May 2005
  4. 'Varför är vi olika? kvinna and man, svart and vit, kropp and själ', Arne Müntzing, 1976
  5. Article 'Hormoner styr hur barn leker', Aftonbladet. Available online, date n/a
  6. Article 'Biological limits of gender construction', American Sociological Review, Vol 65, No 3, pp 443-457
  7. Article 'Prenatal phthalate exposure and reduced masculine play in boys', International Journal of andrology
  8. Article 'Fetal Testosterone Predicts Sexually Differentiated Childhood Behavior in Girls and in Boys', Psychological Science
  9. Article 'Foetal testosterone and the child systemizing quotient', European Journal of Endocrinology, vol 155
  10. Handbook of social psychology, Volume 1, page 639, Susan T Fiske, Daniel T Gilbert, Gardner Lindzey
  11. Article 'HisBrain, HerBrain', ScientificAmerican, May 2005, 'Human sex differences in social and non-social looking preferences at 12 months of age', Svetlana Lutchmaya, Simon Baron-Cohen
  12. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  13. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  14. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  15. Article 'Risky Business - Women Have Higher Testosterone In Financial Careers', Science 2.0, 24 August 2009
  16. Article 'Lär sig flickor and pojkar olika?' Illustrerad Vetenskap, 16 March 2011
  17. Article 'His Brain, Her Brain', Scientific American, May 2005
  18. Handbook of social psychology, Volume 1, page 639, Susan T Fiske, Daniel T Gilbert, Gardner Lindzey
  19. Article 'Young female chimpanzees appear to treat sticks as dolls', 20 December 2010, PhysOrg.com
  20. Williams CL and Pleil KE. 2008. 'Toy story: Why do monkey and human males prefer trucks? Comment on 'Sex differences in rhesus monkey toy preferences parallel those of children', Hassett, Siebert an Wallen
  21. Alexander G and Hines M. 2002. 'Sex differences in response to children's toys in nonhuman primates, Evolution and Human Behavior'
  22. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  23. Article in DN Debatt, 'Långt färre kvinnliga än manliga genier'. Available online, date n/a
  24. Article 'Omöjlig kamp för att uppnå likhet mellan könen', DN Debatt. Removed from the web but copies still available - search for the title, date n/a


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Um hospício chamado Suécia

No jardim infantil sueco com o nome de "Egalia" os funcionários evitam palavras como "ele" ou "ela" mas tratam as crianças como "amigos" em vez de "rapazes" e "raparigas". Desde a cor e a localização dos brinquedos até à escolha dos livros, todos os detalhes foram cuidadosamente planeados de modo a garantir que as crianças não "caiam" nos estereótipos de género.

Jenny Johnsson, professora de 31 anos, diz:

A sociedade espera que as raparigas sejam femininas, simpáticas e bonitas ao mesmo tempo que espera que os rapazes sejam másculos, duros e frontais. Egalia dá-lhes a fantástica oportunidade de ser o que eles bem entender.
O jardim infantil público que abriu no ano passado no distrito liberal de Sodermalm (Estocolmo) e que está dirigido a crianças com idades entre 1 a 6 anos, está entre os exemplos mais radicais dos esforços suecos de arquitectar a igualdade entre os sexos desde a mais tenra idade.

Quebrar os papéis de género é um dos propósitos mais importantes no currículo nacional dirigido aos jardins infantis, algo que tem como justificação a noção de que mesmo um país igualitário como a Suécia dá "avanços" aos rapazes em detrimento das raparigas.

Para equilibrar as coisas, muitos jardins infantis contratam "pedagogos de género" [?!!] como forma ajudar os educadores a identificar linguagens e comportamentos que "arriscam" reforçar estereótipos.

Alguns pais alegam que as coisas já foram longe demais. Uma obsessão com a remoção dos papéis de género, dizem eles, pode deixar as crianças confusas e despreparadas para enfrentar o mundo fora do jardim infantil. Tanja Bergkvist, blogueira de 37 anos e uma das vozes suecas mais importantes na luta contra o que ela identifica de "loucura de género" afirma:

Os papéis distintos não são problemáticos desde que eles sejam igualmente valorizados.
Aqueles que estão determinados a destruir os papéis de género "afirmam que existe uma hierarquia onde tudo que os rapazes fazem recebe um valor superior, mas eu [Tanja] pergunto-me: quem é que decide o que é que tem um valor superior?"
Porque é que brincar com carros tem um valor superior?
Na escola Egalia - cujo nome tem conotações com a "igualdade" - os rapazes e as raparigas brincam juntos na cozinha infantil, agitando utensílios de plástico e fingido cozinhar.

Os tijolos da Lego e os outros blocos de construção são intencionalmente colocados perto da cozinha de brincar como forma de garantir que as crianças não constroem qualquer tipo de barreira mental entre cozinhar e construir.

A directora Lotta Rajalin ressalva que a Egalia coloca um ênfase especial na construção dum ambiente tolerante das pessoas gays, lésbicas, bissexuais e transgéneras. Duma das prateleiras ela tira um livro que conta a história de duas gifafas macho que estavam tristes por não terem filhos - até que eles se deparam com um ovo de crocodilo abandonado.

Quase todos os livros lidam com "casais" homossexuais, mães solteiras e crianças adoptadas. Não há "Branca de Neve" ou "Cinderela" ou outro conto infantil clássico visto como promotor de estereótipos.

Jay Belsky, psicólogo infantil na University of California, disse que não só não está ciente de qualquer outra escola como a Egalia, como questiona se isto é algo certo para ser levado a cabo.

O tipo de coisas que os rapazes gostam de fazer - correr e transformar pedaços de pau em espadas - vão ser reprovadas. Portanto a neutralidade de género é, no pior dos cenários, a castração da masculinidade.

* * * * * * *

Como disse um blogueiro americano, sempre que ouvirmos alguém falar em "neutralidade de género", podemos ter a certeza que a masculinidade está a ser extirpada duma criança. O propósito da neutralidade de género não é a "igualdade", uma vez que eles mesmos admitem que existem distinções biológicas entre machos e fêmeas, mas sim o condicionamento psicológico dos rapazes.

Sem surpresa alguma, este tipo de medidas geram os "homens" previsíveis:





sábado, 21 de abril de 2012

LEGOs para meninas irrita feministas

A companhia dinamarquesa por trás dos blocos de construção em plástico, amados pelas crianças desde 1949, teve uma reunião com um grupo feminista de Brooklyn devido ao facto deste último estar "perturbado" com uma linha de produção destinada a apelar as raparigas.

A nova "LEGO Friends” foi posta no mercado em Dezembro último contendo a LadyFigs - mais curvilíneas que os tradicionais blocos em forma de caixa da LEGO para rapazes. Os conjuntos incluem uma banheira de hidromassagem, uma piscina infantil, um salão de beleza, uma padaria ao ar livre e um "conversível fixe" - bem como uma oficina de inventor.

Mas o Movimento SPARK [feministas] opôs-se ao "LadyFigs," por este ser anatomicamente correcta o que, segundo o mesmo grupo, hipersexualiza as raparigas.

Ou seja, segundo este grupo feminista, construir uma boneca feminina anatomicamente correcta, de alguma forma faz com que as crianças se ponham a pensar em . . . . sexo.

Por aqui se vê a mente suja e porca deste grupo feminista. Isto é análogo a dizer que construir um boneco com barbas de alguma forma pode levar as crianças a pensar em sexo. Nenhuma pessoa normal olha para uma boneca anatomicamente correcta e pensa em sexo. As feministas, pelos visto, sim.

Dana Edell, directora-executiva do grupo feminista diz:

Elas [as bonecas] possuem pequenos seios e possuem cabelo elegante. E isto perturba-me quando penso que é esta a imagem que eles querem que as meninas vejam.
Edell diz também que se opõem ao que ela qualifica de estereótipos dos tempos livres das meninas:
O que isto faz é dizer às meninas que isto é o importante para elas. As meninas não estão a construir naves espaciais mas sim a tratar das unhas.
Mas nem todos pensam que a LEGOs para meninas deveria deixar os pais preocupados.

O Dr. Leonard Sax, autor do livro "Why Gender Matters: What Parents and Teachers Need to Know About the Emerging Science of Sex Differences," disse que as diferenças de género são naturais e que embora algumas meninas possam preferir os LEGOs tradicionais, não há nada de errado em oferecer as raparigas uma versão mais girl-friendly.

Segundo Sax, até os animais selvagens exibem linhas de género desde a mais tenra idade.

Estes grupos femininos em particular estão desconectados da realidade no seu desejo de promover a ideia de que as diferenças de género são ensinadas pelo patriarcado ou pela socialização.
Sax, que também escreveu "Boys Adrift"e "Girls on the Edge," afirmou o seguinte à FoxNews.com:
A sexualização de crianças sem dúvida que é um assunto importante mas isto não faz parte dele.
Para grande desespero das feminazistas, a companhia pode dar mais atenção aos clientes do que aos críticos. Michael McNally (LEGO) disse à Foxnews.com que a linha direccionada às raparigas está a vender bem e a gerar feedback positivo por parte dos pais.

Ou seja, a empresa está contente com o produto, as meninas estão felizes com o produto, e os pais das meninas também. As únicas pessoas que não estão contentes com o facto das meninas fazerem o que lhes dá alegria, são as feministas.

Mas até aqui, tudo bem: há muitas coisas com as quais eu não concordo mas que tolero porque fazem parte da liberdade alheia.

As feministas, no entanto, não só não estão contentes com a felicidade alheia, como querem reajustar o universo de modo a que este fique da forma que *elas* querem. A felicidade de pais, crianças e produtores é totalmente irrelevante e/ou secundário.

Outras pessoas juntaram-se ao grupo dos admirados pelas acções das feministas, e demonstraram surpresa por alguém se opor à decisão dos criadores do brinquedo de providenciar uma linha de produtos mais diversificada.

Nicole Ciandella, do blogue, Free-MarketFeminism.com, afirma:

Entendo que elas se sintam ofendidas pela forma limitada e antiquada como a LEGO feminizou a nova linha - com características e cores femininas - mas elas [as feminazis] deveriam aceitar o facto da LEGO estar a oferecer novas escolhas às famílias e às crianças.

O grupo SPARK parece opor-se a qualquer expressão da feminidade tradicional e antiquada, mas porquê? Não deveriam os pais ter a opção de comprar brinquedos que melhor expressem a masculinidade tradicional, a feminidade tradicional e tudo pelo meio?

Ciandella disse ainda que a companhia não está a sugerir que as meninas se limitem aos brinquedos femininos, mas sim a disponibilizar mais opções aos pais das meninas.
A beleza do mercado livre é que permite aos consumidores fazer as suas próprias escolhas em torno do ambiente que eles desejam criar para as suas casas.
A feminista Edell, no entanto, afirma que espera dizer aos executivos da LEGO que se foquem em produzir brinquedos que alarguem de igual modo a "mente e a criatividade" das meninas e dos rapazes (?!!).
O nosso mundo tornou-se mais sexualizado e a indústria dos brinquedos seguiu o mesmo caminho.

* * * * * * *

Três vivas ao mercado livre na destruição de patologias sociais mascaradas de "direitos humanos". Dentro de cada feminista encontra-se uma ditadora. Em caso de dúvidas, perguntem aos executivos americanos da LEGO.

De certa forma, a feminista Edell tem razão quando afirma que o mundo tornou-se mais sexualizado. Muito (ou toda) dessa sexualização de crianças é feita por líderes e figuras publicas com os quais as feministas se identificam politicamente e ideologicamente.

O problema é que, como afirmou o Dr Sax, a objecção das feministas não é em torno da sexualização das crianças mas sim com o facto do brinquedo estar a ressalvar o que qualquer pessoa que já cuidou de crianças sabe: há distinções óbvias e claras entre as preferências de cada sexo. Essas preferências, como disse Sax, não são consequência da socialização nem do "patriarcado" mas sim da genética com a qual todos nós nascemos.

As feministas, no seu esforço de apagar as linhas divisórias entre os sexos ("O objectivo da revolução feminista é a eliminação das distinções sexuais." Shulamith Firestone (The Dialectic of Sex, 1972, p.11)) sentem-se incomodadas quando essas distinções naturais são socialmente vincadas através de palavras, actos e gestos.

Conclusão:

Para finalizar, façam um pequeno exercício. Em baixo vê-se uma das figuras que a LEGO disponibilizou para as meninas. À medida que olham para ela, lembrem-se que quando as doentes mentais e feministas da SPARK olham para ela, elas pensam em meninas semi-nuas.

As feministas da SPARK pensam em sexo quando que olham para esta imagem.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Noruega: O Paradoxo da Igualdade dos Sexos

A Noruega é considerada o país modelo da igualdade. Mas, tal como em qualquer outro país do mundo, também lá as distribuições profissionais entre homens e mulheres são desiguais.

A brigada académica dos estudos de género e feminismos apressa-se a explicar que a culpa é da educação e dos valores “conservadores” da sociedade e que são estes que precisam de ser combatidos.

Para elucidar a questão, neste documentário, um jornalista norueguês foi falar com cientistas sociais e naturais que lidam com as diferenças biológicas entre sexos e recolheu provas dessas diferenças.

Confrontados com as mesmas, os académicos feministas negaram-nas, mantendo que os seres humanos são tábuas rasas. Com que base? Quando o jornalista pergunta uma académica feminista qual é a sua base científica para negar que existam diferenças comportamentais biológicas entre homens e mulheres, ela responde: ”digamos que tenho uma base teórica”.

Ou seja, por outras palavras, ela leu Marcuse, Adorno e todos os derivados da Escola de Frankfurt e ficou convencida.

Assim se conclui novamente que, independentemente dos factos, o igualitarismo radical ideológico predominante na academia ocidental não precisa da ciência nem da realidade, nem, em última instância, do bom senso.



domingo, 1 de abril de 2012

França: chamar uma mulher de 'Mademoiselle' é "condescendente e sexista"

Concílio francês aboliu a palavra 'Mademoiselle' de todos os documentos oficiais por este ser supostamente "condescendente e sexista".

O subúrbio parisiense Fontenay-sous-Bois afirmou que o termo 'Mademoiselle'- o equivalente francês para o inglês 'miss' - descrimina as mulheres ao lhes perguntar para revelar se são casadas ou não. De agora em diante, os homens e as mulheres apenas terão que colocar um visto nas zonas onde se é perguntado se são macho ou fêmea.

Oficiais da vila aproveitaram o embalo e baniram de todos os documentos também o termo 'nom de jeune fille' (nome de solteira) por alegarem que o mesmo é "arcaico" e possui "conotações com a virgindade" (???!). Em vez disso, às mulheres que alteraram os seus apelidos apenas lhes será perguntado o "nome de nascimento".

Um porta-voz do concílio afirmou:

Não há qualquer tipo de motivo válido que obrigue as mulheres a revelar o seu estado civil enquanto os homens não tenham que fazer o mesmo. Isto é antiquado e injusto.
Outra localização (Cesson-Sevigne) baniu também o termo 'mademoiselle' devido a pressões provenientes de grupos femininos locais (feministas).

Fonte

* * * * * * *

Aparentemente não há muito que fazer nas terras do Asterix.


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Linda Chavez: Quem limita as escolhas femininas são as feministas

Linda Chavez desmascara as mentiras feministas.

Horror dos horrores! A Lego apresentou uma nova linha de brinquedos propositadamente dirigida às meninas. Eu nunca estaria ciente desta controvérsia se a mesma não fosse o tópico de conversa no talk-show da PBS "To The Contrary" (compostos exclusivamente por mulheres), onde eu apareço frequentemente.

O facto de ainda estarmos a debater os prós e contras de permitir que os rapazes e as raparigas prefiram tipos distintos de brinquedos revela muito sobre o falhanço do movimento feminista.

A Lego, que comercializa edifícios em plástico de tudo - desde veículos da "Guerra das Estrelas" a pirâmides egípcias - nunca havia lançado uma linha de produtos dirigida às raparigas. Os novos brinquedos incluem o "Salão de Beleza Borboleta", a "Pastelaria ao ar livre da Stephenie", e a "Casa da Oliva" - todas elas contendo reconhecidas características femininas (cabelo longo e traços faciais femininos, etc) ao contrário das figuras acocoradas e assexuadas que normalmente caracterizam muitos dos outros conjuntos que a companhia comercializa.

Mais importante ainda, estes brinquedos retratam as meninas a levar a cabo actividades e funções tradicionalmente femininas: arranjar o cabelo, fazer bolos e cuidar das crianças.

A companhia afirma que introduziu esta nova linha de brinquedos devido à procura dos clientes. Aparentemente as meninas (ou as suas mães) não fazem fila para comprar "Fangpyre Wrecking Balls" ou "Os Piratas das Caraíbas". No entanto, as feministas afirmam que o verdadeiro motivo por trás desta linha de brinquedos é reforçar os estereótipos de género e limitar as aspirações das meninas.

Na verdade, são as feministas que querem limitar as escolhas das meninas. A sua mensagem para as meninas e para as jovens mulheres é: se tu não fores exactamente igual aos homens, então não tens os mesmos direitos.

Apesar do sucesso quase total do movimento feminista em redefinir os termos do debate cultural, as feministas não foram capazes de convencer a maioria das meninas a brincar com cowboys do espaço ou lançadores de mísseis. [Porque será?]

Tendo sido mãe de 3 rapazes e avó de mais 6 rapazes e 3 raparigas, eu [Linda Chavez] estou ciente que as diferenças de personalidade e de gostos normalmente estão presentes desde o nascimento. Embora os gostos de ambos os sexos variem dentro dum largo espectro, raro é o rapaz que não goste de construir algo e destruí-lo logo a seguir, e rara é a rapariga que tenha interesse nestas coisas.

Dado isto, porque é que uma companhia que espera incrementar os seus lucros não se aproveita destas distinções? Qual é o mal em criar brinquedos que apelam ao cliente que quer cozinhar bolos?

Desde que nós não forcemos as raparigas a nunca brincar com os brinquedos de acção [soldados, etc] no lugar das princesas, ou nunca digamos aos rapazes que eles devem brincar com armas e nunca com bonecas , não estamos a limitar as opções de qualquer um dos géneros.

A verdadeira escolha significa deixar as pessoas gravitar rumo ao que elas querem, e não ao que algumas ideologias querem que elas queiram.

. . . . . . . . . .

Em poucas palavras a Linda Chavez desmascarou a natureza ditatorial do feminismo. Segundo esta ideologia nojenta, as companhias não podem construir brinquedos que apelem ao que as meninas já gostam de fazer (brincar com bonecas, etc) nem ao que os rapazes já gostam de fazer (brincar com soldados, naves, carros, etc) porque isso seria reforçar "estereótipos de género".

Ou seja, fornecer um serviço que vai de acordo aos gostos inatos e biológicos do ser humano seria, segundo o feminismo, promover uma forma de pensar que supostamente é-nos imposta pela socialização. O facto das crianças nascerem já com estes gostos não parece ser relevante.

Segundo o feminismo, portanto, nós temos que nos tornar propositadamente burros, fingindo que ambos os sexos obtêm igual gratificação pessoal desenvolvendo actividades em torno de bonecas e soldados, e impedir, assim, o normal desenvolvimento das crianças rumo ao que elas gostam.

A ideologia feminista toma preeminência sobre a a felicidade das crianças. Alguém se admira que se identifique uma ideologia assim como uma ideologia cheia de ódio à humanidade?

Obviamente que o verdadeiro medo das feministas em relação a estes brinquedos centra-se no seu alcance futuro. Se as meninas crescem sabendo que o que genuinamente produz gratificação na vida da mulher não é passar horas e horas fechada num escritório frio e distante, mas sim rodeada dos seus filhos na sua própria casa, é muito provável que ela coloque de lado a mitologia feminista e busque um homem com quem ela possa levar a cabo o nobre e louvável sonho de ser mãe.

Mas as feministas não querem isto; elas querem as mulheres fora de casa e longe do papel de mãe.

Quem agradece são as grandes companhias visto que assim ficam com mais mão-de-obra disponível e, desde logo, pagam menos aos seus funcionários. O Estado também agradece uma vez que, com mais pessoas no mercado de trabalho, mais pessoas há a quem cobrar impostos.

Para uma ideologia que supostamente seria aliada do socialismo, o feminismo está a dar uma grande ajuda ao capitalismo. Será que a comum feminista sabe disto?



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Rapazes preferem carros desde a mais tenra idade

"E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou."
Génesis 1:27

Estudo revela que os rapazes gravitam em direcção aos carros enquanto que as raparigas rumam em direcção às bonecas a partir do momento que conseguem gatinhar.

Pesquisadores de "City University" colocaram uma gama de brinquedos a cerca de um metro de 90 crianças com idades entre os nove meses até aos 36 meses. Posteriormente gravaram o tipo de brinquedos com os quais eles brincavam e durante quanto tempo.

Eles puderam verificar que os rapazes passavam a maior parte do tempo a brincar com os carros e com as bolas, enquanto que as raparigas passavam a maior parte do tempo com as bonecas.

Os pesquisadores disseram que o estudo sugere que existe um "viés intrínseco" nas crianças rumo aos brinquedos típicos de cada género.

Eles apresentaram os seus achados na conferência anual da British Psychological Society.

Uma das pesquisadoras, Sara Amalie O'Toole Thommessen, disse:

Ficou bastante óbvio que mesmo as crianças mais jovens se dirigiam aos brinquedos e às cores relacionados ao género.

Os rapazes dirigiram-se à bola e ao carro preto enquanto que as raparigas se dirigiram ao urso de peluche e à boneca.

A equipa disse que este estudo foi o primeiro a verificar diferenças tão consistentes e estáveis na escolha dos brinquedos em crianças com idades inferiores a 18 meses.

Outra pesquisadora, Dr Brenda Todd, disse:

Ficámos surpresos por encontrar tais diferenças tão cedo.

As crianças com esta idade já estão sujeitas a um grande nível de socialização, mas estes achados são consistentes com a ideia um viés intrínseco nas crianças em favor de escolhas relativas a um certo tipo de brinquedos.

Fonte


Mais dados:

Boys like cars, girls like dolls


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