Mostrar mensagens com a etiqueta Filhas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Filhas. Mostrar todas as mensagens

domingo, 28 de abril de 2013

Mãe canadiana cria pornografia infantil com as suas filhas


Reparem na forma como o texto tenta de alguma forma justificar o comportamento da mulher como consequência de más experiências do seu passado. É absolutamente seguro afirmar que se fosse um pai a fazer uma coisa destas, o mesmo não se verificaria (nem tinha nada que se verificar).


Por Maria Calabrese

Os advogados responsabilizam a baixa auto-estima e o bullying de que ela foi alvo durante a sua infância como causas para o facto desta mãe procurar atenção masculina na internet partilhando fotos das suas jovens filhas. Jean-Gilles Lebel, do Tribunal de Justiça, afirmou.

Qualifico este tipo de conduta de depravada e doentia. Não consigo conceber uma mãe a fazer uma coisa destas.

De modo relutante o juiz aceitou a recomendação da Coroa e do advogado da mãe para que ela passasse dois anos menos um dia na cadeia e 3 anos em liberdade condicional.

No Canadá existem poucos casos criminais de mães a criar e partilhar fotos pornográficas das suas crianças, e o juiz questionou a mensagem que a sentença enviaria para a comunidade.O Tribunal ouviu que a combinação entre o tempo em liberdade condicional e o tempo de prisão manteriam a mãe sob supervisão durante um tempo total de 5 anos, comparados aos 3 anos de prisão numa penitenciária federal.

A mãe, chorando compulsivamente, disse o seguinte quando era levada para custódia policial:

Sei que o que fiz está errado e que não há nada que possa alterar isso. Sei que Deus me perdoou por isto e que o aconteceu faz parte do Seu plano para mim.

No ano de 2010, durante o tempo em que ela se encontrava num relacionamento online com um homem de Smiths Falls (sul de Ottawa), ela distribuiu fotos das suas filhas gémeas. Segundo Paul Larsh (advogado da Coroa), ela foi apanhada a fazer o mesmo com um homem de Toronto há um ano atrás quando a unidade de crimes sexuais de "Toronto Police Service" interceptou uma mensagem instantânea que continha uma linguagem altamente "sexualizada" qualificada como pornografia infantil. Para além dela ter aconselhado o homem em torno de formas de como atrair meninas para a sua casa, e ensiná-las de que o sexo entre adultos e crianças é perfeitamente normal, a mulher ofereceu-se para enviar ao homem de Toronto imagens de pornografia infantil que ela havia feito com as suas filhas de 5 anos,

A "North Bay Police Service" prendeu-a e as entidades de protecção infantil apreenderam as meninas. A mãe de 26 anos está proibida de ter qualquer contacto com as filhas a menos que tenha uma ordem judicial.

[ed: Começam agora as tentativas para justificar este crime horrível]

Segundo o advogado, ela sofre de depressão [ed: irrelevante], ansiedade [irrelevante] e baixa auto-estima [mais irrelevante ainda]; para além disso, ela foi vítima de abuso sexual por parte dum membro familiar e sofreu bullying quando era mais nova.

O tribunal ficou a saber que ela tinha 16 anos quando começou a entrar em salas de conversação online como forma de socializar com homens, e que por essa altura começou a fazer vídeos explícitos dela mesma, partilhando-os posteriormente com os homens. Ela gostava da atenção online que recebia dos homens, mas ficou a saber que eles estavam  interessados nas mulheres como forma de terem acesso às crianças.

[Repararam no golpe? Uma notícia que deveria ser uma crítica a UMA mulher (e não a TODAS as mulheres) foi invertida de tal modo que TODOS os homens passaram a ser suspeitos de apenas e só terem interesse online nas mulheres como forma de terem acesso às crianças. Se esses malvados homens com interesse sexual por crianças não existissem, esta mulher nunca faria o que fez. . . . supostamente. Seria interessante saber como é que esta teoria se mantém em relação aos homens com interesse por mulheres sem filhos.]

O tribunal apurou que ela não disponibilizou imagens das suas filhas para o homem de Toronto porque ela acreditava que as meninas estavam a ficar desconfiadas do porquê ela lhes tirar aquele tipo de fotografias. A mulher declarou-se culpada das acusações em Junho e já disponibilizou amostras de ADN. Uma ordem judicial adicionou o seu nome à lista nacional dos prevaricadores sexuais durante um período de 20 anos.

Para além disso, ela ficou sem o seu Blackberry e um cartão de memória usado durante as ofensas. As identidadas das meninas foram protegidas.

* * * * * * *

Ficamos a saber, portanto, que a depressão, a ansiedade e a baixa auto-estima levam um adulto a partilhar pornografia infantil.

(Este tipo de publicação não é feita com o propósito de demonstrar que as mulheres são mais violentas ou moralmente inferiores que os homens, mas sim para mostrar às femidiotas de que tanto o homem como a mulher são igualmente capazes de levar a cabo actos nojentos e maldosos para com as crianças.)



domingo, 7 de outubro de 2012

As filhas do feminismo revelam a verdade

Por Angelina Stanford

As mulheres da minha geração cresceram à sombra do feminismo radical ; o género é uma construção social, ensinaram-nos feministas eminentes. A bandeira sob a qual foi-nos dito para marchar era "A Biologia não é vinculativa!" [“Biology is not destiny!”]. Por outras palavras, as diferenças entre os homens e as mulheres eram totalmente construídas. Nós não temos que nos vergar perante as expectativas opressivas da sociedade. Nós podemos nos redefinir e criar a realidade.

As mulheres seguiram o caminho recomendado pela liderança feminista: frequentarem colégios, adquiriram qualificações avançadas, e adiaram o casamento e a formação de famílias para a altura em que estavam bem estabelecidas na carreira. Ainda havia muito tempo para as crianças, foi-lhes garantido.

Lentamente, as mulheres que se haviam emancipado devido a esta retórica começaram a sentir-se traídas. Acreditando na mentira do feminismo, elas aprenderam dolorosamente que algumas distinções entre os homens e as mulheres são factos biológicos, e não construções sociais. O facto delas terem ignorado esta realidade causou sofrimento a muitas delas.

Com 39 anos, Alexis Stewart, filha de Martha Stewart, decidiu que se encontrava pronta para ter um filho. Infelizmente, o seu corpo discordou e ela foi incapaz de conceber. Alexis ficou chocada ao descobrir a verdade biológica: quando a mulher chega ao 30 anos, a fertilidade cai em 7% ; quando chega aos 45, ela cai em 87%.

Ela fica furiosa quando discute a forma como as mulheres foram enganadas. As revistas fazem manchetes com celebridades que conseguiram dar à luz o seu primeiro filho quando já se encontravam na casa do 40, ou mais para além. Ninguém diz às mulheres o que o ginecologista de Alexis lhe disse sobre essas celebridades: os óvulos que geraram os filhos não são delas.

Ela ficou abatida por descobrir o quão raro é uma mulher conceber quando se encontra na casa dos 40. Mesmo aquelas que têm dinheiro para pagar um tratamento de fertilidade são rejeitadas devido à sua idade. Com 40 anos, és demasiado velha, dizem as clínicas.

A história de Alexis Stewart tem um final mais ou menos feliz. Depois de tratamentos dolorosos e custosos (ela pagava $27,000 por mês), ela conseguiu conceber e ter um filho. Infelizmente, não haverá mais filhos no futuro da Alexis, e ela sente a perda. Devido a isso, ela tomou para si a missão de alertar outras mulheres de que elas não podem esperar para ter os filhos. O tic-tac do relógio não pára. É incrível como algo tão óbvio tenha que ser ensinado.

Rebecca Walker, filha da feminista radical Alice Walker (Rebecca chama-lhe "rabid feminist"), conta-nos uma história ainda mais comovente. Para além de ter sido indoutrinada na sabedoria de se adiar a altura para ter os filhos, Rebecca foi também ensinada pela mãe que a maternidade era a pior coisa que poderia acontecer a uma mulher.

Ela escreve:

Os princípios feministas da minha mãe coloriram todos os aspectos da minha vida. Quando era criança, não tinha permissão para brincar com bonecas ou brinquedos de peluche não fosse isso trazer à tona algum instinto maternal. Foi-me dito de modo agressivo que ser uma mãe, educar crianças e tomar conta da casa eram uma forma de escravidão. Ter uma carreira, viajar pelo mundo e ser independente eram as coisas que realmente importavam para ela.

Mas de qualquer modo, Rebecca buscou um casamento e quando chegou aos 34 anos, deu à luz uma criança. Para sua surpresa ela descobriu que a maternidade pode gerar felicidade na vida da mulher, e que as crianças são uma benção. Infelizmente para ela, depois de tentar ter mais filhos, e com 38 anos, ela já não consegue. Ao mesmo tempo que o filho enriqueceu a sua vida, ela lamenta só ter descoberto esta alegria na idade que descobriu. Ela poderia ter tido filhos quando era mais nova.  E o que é que Rebecca ganhou ao descobrir esta mentira prejudicial? A sua mãe já não lhe fala e nem reconhece o seu neto uma vez que  Rebecca traiu o movimento [feminismo] e agora está a pagar o preço.

[Conclusão:]

Verdadeiramente, as ideias têm consequências, e por vezes as más ideias são irreversíveis. Mal a janela da fertilidade se fecha, nunca mais volta a abrir. Não há segundas oportunidades.

Saúdo as mulheres que estão a revelar a verdade.

* * * * * * *

Embora haja lugar para genuína compaixão para com *algumas* destas feministas envelhecidas, convém não esquecer que a retórica e o estilo de vida que muitas que elas adoptaram causou que centenas de milhares de outras jovens mulheres se deixassem enganar pelo mantra "Primeiro eu [investir na carreira profissional, entregar o seu jovem corpo ao carrossel dos alfas, glamour, etc] e depois a família e os filhos". 

A natural tendência humana para ter compaixão com o sofrimento feminino tem, no entanto, ser vista à luz do que estamos a falar. Neste caso, nós não estamos a falar de mulheres que foram vítimas inocentes de eventos sobre os quais não poderiam exercer algum controlo activo, mas sim pessoas que deliberadamente  resolveram jogar a roleta russa com o bem material mais precioso que elas têm, nomeadamente, o seu corpo.

Ao mesmo tempo que entregavam a alma a este movimento, e para além de beberem por inteiro o veneno feminista e por motivos puramente ideológicos (e egoístas) desafiarem a biologia e a sabedoria milenar, elas pavimentaram o caminho para que outras mulheres seguissem o seu auto-destrutivo caminho. Não só elas caíram no buraco feminista, como de dentro do buraco causaram a que outras se juntassem a elas. Algumas, como Rebecca e Alexis, ainda foram a tempo de gerar filhos e filhos, mas que dizer daquelas que não conseguiram?

Verdadeiramente, sentir compaixão com quem sofre é um sentimento nobre e elevado, mas a compaixão dirigida às feministas envelhecidas, que esbanjaram os melhores e os mais férteis anos da sua vida em busca da afirmação através da carreira profissional e da promiscuidade sexual, é o mesmo tipo de compaixão que se dá a um homem que voluntariamente resolveu consumir e vender heroína.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Mãe ofereceu as filhas na Net a pedófilo para sexo durante dois anos

Um capitão do Exército na reserva e a mãe de duas adolescentes estão a ser julgados, em Vila Nova de Gaia, por abuso sexual das menores. A mulher, desempregada, teria acordado entregar as filhas ao sexagenário para relações sexuais com as filhas, durante dois anos, a troco de apoio financeiro.

Os factos terão ocorrido entre 2006 e 2008. De acordo com a acusação, a mulher, com cerca de 40 anos, mãe de duas menores de 14 e 16 anos, estava desempregada.

Na Internet, terá conhecido o capitão do Exército na reserva, de 63 anos, morador em Espinho, quando frequentava "chats", fazendo-se passar por uma adolescente.

Mais tarde, após o ex-militar e pedófilo ter descoberto a verdadeira identidade da mulher, esta ofereceu-lhe, em contrapartida, os favores sexuais das duas filhas mediante apoio financeiro.

Segundo a imprensa diária desta quinta-feira, o capitão na reserva aceitou a proposta e, durante dois anos, passou a encontrar-se com a mulher e as duas filhas no seu automóvel. Seguiam para um local isolado e ermo onde o homem mantinha relações sexuais com as menores. Ao final de cada mês, a mulher recebia elevadas quantias em dinheiro.

Os abusos sexuais prolongaram-se até ao momento em que a adolescente mais nova contou a familiares o drama a que estavam sujeitas. Ambas as menores acabaram por ser institucionalizadas.

Fonte

* * * * * * *

Crianças que crescem em lares desfeitos são mais susceptíveis de se tornarem vítimas de predadores sexuais. A lógica dita-nos que um governo que queira aumentar a segurança das crianças deve promover a família e fortalecer os casamentos. O que é que a esquerda militante propõe? Exactamente o contrário: divórcio fácil, aborto grátis e o ensino do homossexualismo às crianças. Ficamos com a ideia de que o seu propósito é mesmo o de destruir a sociedade ocidental, mas, como diz um amigo meu, isso devem ser "teorias da conspiração" de "conservadores fanáticos".


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Feminismo tóxico


"Adeus mãezinha. Amo-te muito!"

"Também te amo muito, meu docinho!"

Uma mulher partia para o seu emprego. A troca de palavras entrou-me pela janela a dentro esta manhã. Não consegui ver quem falava mas esta interacção é um lembrete muito forte de que a ligação pais-filhos é uma das mais belas e recompensadoras que existe na vida. Infelizmente os Illuminati, uma seita satânica com frente feminista, progressista, socialista e homossexualista, trabalham de modo incessante para nos privar deste amor.

A mãe que disse as palavras de cima vai passar por dezenas de posteres como os que se vêem mais embaixo, mostrando organizações que alegadamente apoiam as famílias a caracterizar as crianças como demónios.

Desde que chamei atenção para estes cartazes - há mais dum mês - não tive qualquer tipo de reacção. As pessoas estão dessensibilizadas e dormentes. Foi do fluoreto? Foi das escolas e dos órgãos de informação? Como é que os meus vizinhos foram neutralizados?

Houve alguém que pintou um bigode de Hitler na criança. Pelo menos uma pessoa está alerta!

Hoje, e todos os dias da sua vida, a menina que afirmou amar a sua mãe vai ser bombardeada com mensagens criadas com o propósito de impedi-la de casar e ter filhos. As escolas ensinarão que as mulheres eram "oprimidas" pelo casamento e pela família. Agora, "emancipadas", as mulheres têm que ser "independentes" e ter carreiras profissionais.

Enquanto fazia zapping entre os canais televisivos, deparei-me com a série televisiva "Rookie Blue" onde uma das mulheres-polícia dizia à outra que "Tu não precisas de estar casada para ter uma família." A propaganda de ódio não pára. Mas eles não qualificam isso de "ódio" quando é engenharia social.

Tu precisas de estar casado para ter uma família bem sucedida. Tu precisas duma mãe e dum pai para gerar um filho. Tu precisas de amor e compromisso. A isso chama-se casamento.

Tenho um amigo de 30 anos que tem uma esposa dona-de-casa mãe de duas meninas. A sua filha de 7 anos brinca com bonecas e quer ser exactamente como a sua mãe. O meu amigo avisa a sua filha de que ela tem que arranjar um bom marido.

Sim, papá. Vou-me casar com alguém tal e qual ao meu papá.
O meu amigo sentiu um aperto no coração quando ouviu isto.

Claramente, as crianças precisam de modelos saudáveis de modo a ter vidas saudáveis. Quando os país são ausentes ou abusivos, as crianças podem-se tornar homossexuais. Eles precisam de exemplos do seu género de modo a tornarem-se homens e mulheres saudáveis.

Mas por cada pessoa que pisa ao lado da doença feminista, outras 5 são atingidas. A irmã e a mãe do tal meu amigo possuem vidas solitárias e amargas precisamente porque acreditaram nas mentiras feministas.

Outro meu amigo e a sua esposa também acreditaram que as mulheres deveriam ter carreiras profissionais. Eles têm duas filhas - com 18 e 22 anos - e ambas são uma confusão psicológica e fontes de grande mágoa e dor. Uma é anoréctica e a outra passou algum tempo em hospitais psiquiátricos. Ainda no outro dia a mais velha disse-lhe que a pressão incrível para ser "bem sucedida" e "independente" são as causas dos seus problemas. Ela sentia que ele (o pai) não a amava por ela não ser nenhuma das duas.

Antes da chegada do feminismo, as mulheres eram bem sucedidas se conseguissem arranjar um bom marido, ser uma boa esposa e ser uma boa mãe. Hoje em dia as mulheres têm que fazer "conquistas profissionais" e a maioria não está preparada para isso [Muitas preferem até ficar em casa]. Quando a sua biologia grita por casamento e filhos, elas são motivadas a seguir a quimera da carreira profissional. Isto deixa-as loucas.

Se o meu segundo amigo e a esposa tivessem educado as filhas segundo modelos tradicionais, eles teriam evitado todos estes problemas. Havendo levado uma lavagem cerebral em favor do feminismo, eles nem consideraram essa opção. Agora as filhas sentem-se como umas falhadas.

OBSERVAÇÕES FINAIS:

Porque é que Deus criaria macho e fêmea se ambos não são fundamentais para a procriação? Porque é que Ele criou distinções de sexo?

Esta é a marca do satanismo: suplantar o que é natural e bom com aquilo que é disfuncional. Mudar o bom com o mal e fingir que o mal é bom. O que será mais natural que a mulher a criar os seus próprios filhos enquanto os maridos sustentam a família?

Apesar da maligna propaganda Illuminati nos órgãos de informação e nas escolas, os instintos naturais superarão tudo. Ainda no outro dia estava eu sentado num banco quando um grupo de mulheres bonitas das mais variadas idades passou por perto. Embora eu tenha 62 anos, e tenha a aparência dessa idade, elas queriam ser notadas por um macho - aparentemente, qualquer macho!

As mulheres bonitas tem sido negligenciadas porque os géneros foram desestabilizados. As mulheres bonitas foram colocadas num pedestal. Elas são as jovens deusas do sexo. Os machos jovens estão espantados! Muitos destes machos têm receios de interagir com estas deusas quando no fundo elas são pessoas normais, sozinhas e disponíveis. Elas precisam de ser cortejadas. Os homens precisam de tomar a iniciativa.

O instinto natural vai-se sobrepor à engenharia social satânica.

Fonte

* * * * * * *

Eis a foto que as feministas deveriam usar sempre que se referem à maternidade.

Usar fotos de bebés com olhares malignos é uma forma subtil de condicionar as jovens mulheres a evitar a maternidade.





sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Violência doméstica: marido apanha mulher a afogar as próprias filhas

Uma mulher foi detida na noite de quinta-feira em Los Angeles (EUA) depois de ser apanhada pelo marido a afogar as duas filhas do casal. A criança mais nova, que só tinha um ano, morreu e a irmã, quatro anos mais velha, encontra-se internada em estado grave.

Natural da Guatemala, de onde emigrou em 2002, Lorna Valle foi levada pela polícia de Los Angeles e vai responder por homicídio e tentativa de homicídio, tendo uma fiança de 1,5 milhões de dólares (1,1 milhões de euros).

Chamados pelo pai, cujos gritos alertaram toda a vizinhança, os bombeiros encontraram as crianças inconscientes e fizeram manobras de reanimação antes de as levarem para o hospital mais próximo. Nenhuma delas tinha pulsação, mas foi possível reanimar a mais velha.

Os vizinhos mencionaram que Lorna Valle apresentava sinais de depressão e era vista muito raramente fora de casa.

Fonte

. . . . . . . . . .

"Depressão" ? A depressão leva a que uma mulher tente matar as próprias filhas? Ou é a natureza violenta desta mulher?

Que eu saiba a depressão faz as pessoas ficarem . . . .deprimidas e não homicidas.



ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT