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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Destruição da instituição do casamento fragiliza as mulheres

Um novo estudo feito junto das mulheres canadianas apurou que as mulheres grávidas casadas sofrem menos violência doméstica, consomem menos substâncias, e têm níveis inferiores de depressão pós-parto que as mulheres em coabitação ou solteiras.

O Dr. Marcelo Urquia, um epidemiologista no "St. Michael’s Hospital" (Toronto), apurou que uma em cada 10 mulheres casadas (10,6 porcento) sofria algum tipo de abuso, consumo de substâncias ou depressão pós-parto.  No entanto, 20 porcento das mulheres em regime de coabitação (juntos mas sem casamento) sofria de pelo menos uma das condições listadas.  

O número subia para 35 porcento para as mulheres solteiras que nunca haviam casado - e 67 porcento para aquelas que se haviam separado ou divorciado no ano anterior ao nascimento do filho.

O Dr. Urquia afirmou:

Não observamos qualquer tipo de padrão entre as mulheres casadas, que sofriam menos de problemas psicológicos, apesar do tempo já passado desde o início da vida de casada.

O Dr. Urquia afirmou que entender as diferenças nos abusos e na depressão entre as mulheres casadas e as mulheres solteiras (ou coabitantes) é importante à medida que o número de filhos nascidos fora do casamento aumenta.

O estudo baseou-se nos dados recolhidos nos anos 2006-2007 no Canadian Maternity Experiences Survey, uma pesquisa nacional levada a cabo junto de 6,421 mulheres grávidas, e compiladas pela "Public Health Agency" do Canadá.

O Dr. Urquia verificou que quanto mais tempo a mulher coabitante - mas sem estar casada - vivia com o mesmo parceiro, menores eram os riscos de abuso, consumo de substâncias ou depressão.

O que é novo neste estudo é que pela primeira vez analisamos a duração da coabitação entre as solteiras e apuramos que quanto mais curta era a coabitação, maiores eram as probabilidades dela sofrer violência do parceiro, consumir substâncias, ou sofrer de depressão pós-parto por altura da concepção, gravidez e nascimento do bebé.

Ele citou dados actuais que mostram como 30 porcento das crianças nascidas no Canadá são de um casal não-casado - comparados com os 9 porcento de 1971. Ele notou também que em muitos países da Europa o número de nascimentos fora do casamento é superior a número de nascimentos dentro do casamento.

Segundo o "UK’s Office for National Statistics", 47.2 porcento de bebés nascidos em Inglaterra e no País de Gales em 2011 vieram de pais que não estavam casados ou numa parceria civil.

 O Dr. Urquia concluiu que as pesquisas em torno da saúde das mães e dos filhos tornar-se-iam mais produtivas se fosse feita uma distinção entre as casadas e as coabitantes, e a duração da sua coabitação.

O seu estudo, com o título “Marital Status, Duration of Cohabitation, and Psychosocial Well-Being Among Childbearing Women: A Canadian Nationwide Survey,” foi publicado na edição de Dezembro do American Journal of Public Health.


* * * * * * *

Qualquer pessoa, instituição ou grupo ideológico que honestamente se preocupa com o bem estar físico e emocional das mulheres - lutando pela redução da violência doméstica, redução do consumo de substâncias e apoio dado às mulheres após oscilações psicológicas resultantes do parto - tem que necessariamente desenvolver medidas que visam o fortalecimento da instituição do casamento.

O movimento feminista, auto-conferido "defensor dos direitos das mulheres", falha neste ponto ao desencadear uma guerra cultural precisamente contra a isntituição que, segundo os dados, serve de escudo protector para a mulher:
  • "De modo a que se possam educar as crianças com igualdade, temos que tirá-las para longe das famílias e educá-las comunalmente." (Dr. Mary Jo Bane, professora assistente de Educação na Wellesley College e directora do Centro para as Pesquisas Femininas)
  • "O fim da instituição do casamento é condição necessária para a emancipação da mulher. Como tal, é importante para nós encorajarmos as mulheres a deixar os maridos e deixar de viver individualmente com homens." - ("The Declaration of Feminism," November 1971)
  • "Uma vez que o casamento é escravatura para as mulheres, é óbvio que o movimento das mulheres tem que se concentrar em atacar esta instituição [família]. Para a mulher, a liberdade não pode ser ganha sem a abolição do casamento." - (Feminista radical Sheila Cronan)
  • "A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena." - (Sheila Cronan, National NOW Times, Jan.1988)
  • "Não vamos conseguir destruir as iniquidades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." - (Sisterhood Is Powerful, Robin Morgan (ed), 1970, p.537)
  • "Todo a intimidade sexual, mesmo a consensual, entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra as mulheres." - (Catherine MacKinnon - Feminista das Universidades de Michigan e Yale)
A conclusão óbvia é: uma vez que 1) as mulheres casadas sofrem menos problemas emocionais e violência doméstica que as coabitantes ou solteiras, e 2) o feminismo afirma que o casamento é "escravatura" e a sua destruição é "condição necessária para a emancipação da mulher", é seguro concluir que 3) o feminismo não tem em vista o bem estar da mulher. Mas isso já se sabia

Como é normalmente dito por várias pessoas, o trágico não é só o facto de existirem mulheres que dão apoio ao feminismo, mas também o facto de muitas delas continuarem a dar apoio a essa ideologia anti-mulher, mesmo depois delas terem acesso a dados e factos que revelam a genuína natureza desse movimento.
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domingo, 29 de julho de 2012

Califórnia em vias de estabelecer "famílias" multiparentais

A linha da frente da guerra à família natural normalmente encontra-se nas zonas dominadas pelos militantes esquerdistas. Tome-se o exemplo da Califórnia.

As crianças californianas podem vir a ter mais do que dois pais se um projecto a avançar pelos canais legislativos de tornar lei. O projecto de lei, de autoria do senador activista homossexual Mark Leno, permitirá aos juízes reconhecer pais múltiplos em casos onde as crianças "fiquem melhor servidas" com vários relacionamentos paternos.

O homossexual Leno caracterizou a lei como uma "resposta à evolução [= desintegração] das famílias americanas".

De que forma é que seria apropriado uma criança ter, legalmente, mais do que dois pais?

Os apoiantes da lei citaram vários exemplos onde a lei poderia ser aplicada, incluindo o caso duma dupla lésbica que concebeu [sic] a criança com a ajuda dum doador de esperma envolvido na situação como parente, ou o homem que se casou com uma mulher quando ela já se encontrava grávida de outro homem; este último manteve o papel de pai.
Convém corrigir uma coisa muito importante: as lésbicas não conceberam absolutamente nada: uma das lésbicas concebeu com a indispensável ajuda do homem. Duas mulheres não podem conceber crianças, tal como dois homens também não. No caso dos homens, a única coisa que conseguem conceber juntos são doenças sexualmente transmissíveis.

Claro que só os ignorantes é que acreditam que este projecto de lei tem alguma coisa a ver com o bem estar das crianças. Camille Gigglio [California Right to Life Committee] revelou:

Ele [isto é, o homossexual Mark Leno] está a tentar alterar todas as nossas atitudes e todo o nosso entendimento do que constitui uma família.

Família é um pai, uma mãe e as crianças.

Ou seja, a esquerda militante quer destruir os conceitos de casamento e de família pervertendo ambos de modo a que estes [os conceitos] se tornem tão grotescos que percam todo o seu significado. Mal um dos pilares esteja destruído, os arquitectos desta engenharia social irão mais facilmente transformar a sociedade de modo a que esta seja mais facilmente controlável.

Mark Leno: activista homossexual e engenheiro social.

Fonte

quarta-feira, 27 de junho de 2012

A história de Rebecca Walker e da sua mãe feminista

Reverenciada como uma feminista e escritora que desbravou o caminho para outras, Alice Walker tocou as vidas duma geração de mulheres.

Defensora dos direitos das mulheres, ela alegou sempre que a maternidade é uma forma de servidão. No entanto, há uma mulher não se deixou convencer pelas crenças da Alice: a sua filha Rebecca, hoje com 38 anos.

Nas linhas que se seguem, e num texto de 2008, Rebecca descreve como foi crescer sendo filha dum ícone cultural e o porquê dela se sentir abençoada por ser o tipo de mulher que Alice, na altura com 64 anos, despreza: uma mãe.


Há alguns dias atrás, enquanto eu aspirava a casa, o meu filho entrou pelo quarto a dentro. "Mãe, mãe, deixa-me ajudar-te," disse ele. As suas pequenas mãos agarravam-se aos meus joelhos e os seus enormes olhos castanhos olhavam para mim. Fui sobrepujada por uma enorme onda de felicidade.

Adoro a forma como a sua cabeça descansa na curvatura do meu pescoço. Adora a forma como a sua cara entra num estado de concentração propositada quando o ajudo a aprender o alfabeto. Mas, acima de tudo, eu simplesmente adoro ouvir a sua voz dizer "Mãe, mãe." Isto traz-me a lembrança o quão abençoada sou.

A verdade dos factos é que eu quase perdia a oportunidade de ser mãe graças à educação que recebi por parte da minha mãe - uma feminista fanática. Ela era da opinião que a maternidade é a pior coisa que pode acontecer a uma mulher.

A minha mãe ensinou-me que os filhos escravizam a mulher. Eu cresci a acreditar que as crianças eram mós amarradas à volta do teu pescoço, e para mim a ideia da maternidade poder tornar uma mulher mais feliz era um conto de fadas.

O que eu descobri é que ser mãe tem sido a experiência mas recompensadora da minha vida. Longe de me "escravizar", o meu filho Tenzin - com 3 anos e meio de idade - abriu o meu mundo. O meu único arrependimento é o de ter descoberto a alegria da maternidade tão tarde. Há dois anos que tento ter um segundo filho mas até agora, não tive sorte.

Fui criada para acreditar que as mulheres precisavam dos homens tal como um peixe precisava duma bicicleta. No entanto, como eu firmemente acreditava que as crianças precisam de dois pais, a hipótese de criar o meu filho Tenzin sem o meu parceiro, Glen, de 52 anos, era aterradora. Como filha de pais divorciados, eu estava plenamente ciente das consequências dolorosas de ser criada nestas circunstâncias.

O feminismo tem muito que responder ao denegrir os homens e ao encorajar as mulheres a buscar a independência, independentemente dos custos para a sua família.

Os princípios feministas da minha mãe coloriam todos os aspectos da minha vida. Enquanto criança, eu nem tinha permissão para brincar com bonecas ou brinquedos de peluche - não fosse isso despertar em mim os instintos maternais. Martelaram-me a cabeça com noção de que, ser mãe, educar crianças e gerir uma casa era uma forma de escravatura. Ter uma carreira profissional, viajar pelo mundo e ser independente eram as coisas que realmente importavam para a minha mãe.

Amo muito a minha mãe mas não a vejo e nem falo com ela desde que engravidei. Ele nunca viu o meu filho - o seu único neto. O meu crime? Atrever-me a questionar a sua ideologia.

Que seja.

A minha mãe é venerada por mulheres um pouco por todo o mundo - e é bem provável que até haja santuários em sua honra - mas acho que chegou a hora de perfurar o mito e revelar como foi crescer como uma filha da revolução feminista.

Origens.

Os meus pais apaixonaram-se no Mississippi durante a era dos movimentos civis. O meu pai [Mel Leventhal], era um brilhante advogado filho duma família judia que havia fugido do Holocausto. A minha mãe era a empobrecida oitava filha de meeiros da Geórgia. Quando eles se casaram, uniões interraciais eram ainda proibidas em alguns estados.

A minha infância foi feliz, embora os meus pais estivessem terrivelmente ocupados e eu tivesse sido encorajada a crescer rapidamente. Eu tinha apenas um ano quando me mandaram para o infantário. Disseram-me que eles até me obrigaram a andar pela rua até chegar a escola.

Quando eu tinha 8 anos, os meus pais divorciaram-se. A partir desse momento, a minha vida ficou dividida entre dois mundos - a comunidade conservadora, tradicional, abastada e suburbana de Nova Iorque, donde provinha o meu pai, e a comunidade multirracial e avant garde californiana, donde a minha mãe se encontrava inserida. Eu passava dois anos com cada um deles - uma forma bizarra de fazer as coisas.

Ironicamente, a minha mãe vê-se como alguém muito maternal. Acreditando que as mulheres são oprimidas, a minha mãe lutou pelos seus direitos um pouco por todo o mundo, chegando a criar organizações que visavam ajudar as mulheres africanas abandonadas - oferecendo-se a ela mesmo como figura materna.

Mas embora ela tenha tomado conta de filhas por todo o mundo, e seja imensamente reverenciada publicamente pelos seus serviços, a minha infância conta um história muito diferente. Em termos das suas prioridades, eu estava num ponto muito baixo; eu encontrava-me depois do emprego, integridade política, auto-realização, amizades, vida espiritual, fama e viagens.

A minha mãe fazia sempre o que queria - por exemplo, viajar para a Grécia durante dois meses, deixando-me com familiares quando eu era adolescente. Isto é independência ou puro egoísmo?

Eu tinha 16 anos quando descobri o agora-famoso poema que ela escreveu comparando-me a várias calamidades que atingiram e paralisaram a vida de muitas escritoras. A Virginia Woolf era uma doente mental e as [irmãs] Brontes morreram prematuramente. A minha mãe deu-me à luz - eu, uma "deliciosa distracção" mas mesmo assim uma calamidade. Na altura considerei isso um choque enorme e algo muito irritante.

Segundo a estridente ideologia feminista dos anos 70, as mulheres eram primeiramente irmãs, e como tal a minha mãe resolveu olhar para mim como uma irmã e não como uma filha. A partir dos meus 13 anos, comecei a passar dias seguidos sozinha enquanto a minha mãe se retirava para o seu estúdio de escrita - a cerca de 100 milhas do local onde eu estava [+/- 160 quilómetros]. Eu ficava com dinheiro para comprar as rejeições e vivia à base de "fast food".

Irmãs juntas.

Uma vizinha, não muito mais velha do que eu, foi comissionada para tomar conta de mim. Nunca me queixei. Eu pensava que a minha função era proteger a minha mãe e nunca lhe distrair da escrita. Nunca me passou pela cabeça que eu precisava do seu tempo e da sua atenção. Quando eu era espancada na escola - acusada de ser snob por ter uma pele mais clara que as minhas colegas negras - eu dizia sempre à minha mãe que estava tudo bem, que eu tinha vencido a luta. Eu não queria preocupá-la.

A verdade é que eu sentia-me sozinha, e, com o conhecimento da minha mãe, comecei a ter relações sexuais aos 13 anos. Acho que isso foi um alívio para a minha mãe uma vez que eu passaria a ser menos exigente em termos de atenção. Para além disso, ela era de opinião que ser sexualmente activa era uma forma de ganhar poder uma vez que isso significava que eu estava no controle do meu corpo.

Hoje em dia, não entendo o porquê dela ter sido tão permissiva. Eu nem sequer quero que o meu filho tenha uma encontro romântico de brincadeira, quanto mais começar a dormir por aí mal termine o preparatório.

Uma boa mãe é atenciosa, estabelece limites e torna o mundo mais seguro para a sua criança. Mas a minha mãe não fez nada disto.

Embora eu estivesse a tomar a pílula - algo que eu havia arranjado aquando da minha visita ao médico - engravidei aos 14 anos. Eu mesmo organizei o aborto.

Hoje, quando penso nisso, estremeço. Eu era apenas uma menina. Não me lembro da minha mãe ficar chocada ou zangada. Ela tentou dar-me apoio, acompanhando-me com o seu namorado.

Embora eu acredite que fazer o aborto foi a decisão correcta para a altura [ed: não foi. Matar um bebé inocente nunca é uma "decisão correcta"] , o que veio depois assombrou-me durante décadas. O que havia acontecido comeu a minha auto-confiança e, até dar à luz o Tenzin, vivia aterrorizada ante a perspectiva de nunca vir a ser capaz de ter um filho devido ao que eu tinha feito à criança que eu destruí.

Quando as feministas dizem que o aborto não acarreta consequências, elas estão erradas.

Durante a minha infância eu estava muito confusa uma vez que, embora eu estivesse a ser "alimentada" com a mensagem feminista, eu ansiava ser uma mãe tradicional. A segunda mulher do meu pai. Judy, era uma mulher caseira, amorosa e maternal com os seus 5 filhos. Havia sempre comida no frigorífico e ela fazia todas as coisas que a minha mão não fazia - tais como ir aos eventos escolares, tirar um número infindável de fotografias, e, sempre que podia, dizer aos filhos o quão maravilhosos eles eram.

A minha mãe era exactamente o contrário. Ela nunca ia aos eventos escolares, nunca me comprava roupa, e nem chegou a ajudar-me a comprar o meu primeiro sutiã - uma amiga foi paga para ir às compras comigo. Quando eu precisava de ajuda com os trabalhos de casa, eu pedia à mãe do meu namorado.

Movimentar-me entre as duas casas era terrível. Quando estava em casa do meu pai, eu sentia-me cuidada, mas se dissesse isso à minha mãe - que me tinha divertido na casa da Judy - ela sentia-se desolada, fazendo-me sentir que eu estava a escolher esta mulher branca e privilegiada no lugar dela. Fizeram-me sentir que eu tinha que colocar uma conjunto de ideias acima das outras.

Quando fiz 20 anos, e senti o desejo de ser mãe, fiquei confusa. Podia sentir o tic-tac do meu relógio biológico mas sentia também que, se eu o ouvisse, estaria a trair a minha mãe e tudo o que ela me havia ensinado. Tentei abafar o mais que podia esses sentimentos mas durante os dez anos que se seguiram, esses desejos apenas se tornaram mais fortes.

Quando, há 5 anos atrás, conheci o Glen (professor) num seminário, sabia que havia encontrado o homem com quem queria ter um filho. Gentil, terno e imensamente apoiante, ele é - tal como eu sabia que seria - um pai maravilhoso.

Embora soubesse o que a minha sentia em relação aos bebés, eu ainda ansiava que, quando lhe dissesse que estava grávida, ela ficaria contente comigo.

"Mãe, estou grávida"

Em vez disso, quando, numa manhã primaveril de 2004, e enquanto me encontrava a tomar conta duma das suas casas, lhe liguei e lhe dei a novidade - e lhe disse que não poderia estar mais feliz - ela ficou silenciosa por alguns instantes. Tudo o que ela podia dizer é que estava chocada. Depois disso, ela pediu-me para verificar o seu jardim.

Eu baixei o telefone e chorei. De modo deliberado ela havia suspendido a sua aprovação com a clara intenção e me magoar. Que mãe amorosa faz uma coisa dessas?

Mas o pior veio depois. Ela ficou ressentida quando eu disse numa entrevista que os meus pais não me protegiam ou olhavam por mim. Ela enviou-me um e-mail, ameaçando destruir a minha reputação como escritora. Nem poderia acreditar que ela poderia ser tão perniciosa, especialmente durante a altura em que eu me encontrava grávida.

Devastada, pedi-lhe que pedisse desculpa e reconhecesse o quanto ela me havia magoado - através dos anos - com a sua negligência, e por não me ter dado carinho e afeição devido a coisas que eu não conseguia controlar - o facto de ser de raça mista, o facto de ter um pai rico, branco e profissional, e pelo facto de ter nascido.

Mas ela não recuou. Em disso, escreveu-me uma carta dizendo que há anos que a nossa relação estava a ser inconsequente e que ela já não tinha interesse em ser minha mãe. Ela chegou até a assinar a carta com o seu nome em vez de "Mãe".

Isto aconteceu um mês antes do aniversario de Tenzin, em Dezembro de 2004; desde então, nunca mais tive qualquer contacto com a minha mãe. Ela nem se quer entrou em contacto comigo quando ele foi levado de urgência para a unidade de cuidados especiais para os bebés depois dele ter nascido com dificuldades de respiração.

Desde então, fiquei a saber que a minha mãe retirou-me do seu testamento em favor dum dos meus primos. Sinto-me terrivelmente triste; a minha mãe está a perder uma oportunidade única de estar perto da sua família. Mas mesmo assim, estou aliviada.

Ao contrário de outras mães, a minha nunca demonstrou qualquer tipo de orgulho pelas minhas conquistas. Ela teve sempre uma espírito de competição que causou a que ela me minasse sempre que podia.

Quando entrei na Universidade de Yale - um grande feito - ela perguntou o porquê de eu querer obter uma educação num bastião masculino. Sempre que eu publicava algo, ela queria escrever a sua versão, eclipsando a minha. Quando escrevi as minhas memórias, "Black, White and Jewish", a minha mãe insistiu em publicar a sua versão. Ela tem grande dificuldade em sair da ribalta, o que não deixa de ser irónico se consideramos isso à luz da sua posição de que todas as mulheres são irmãs e como tal deveriam apoiar-se mutuamente.

Presente.

Já se passaram quase 4 anos desde que tive o meu último contacto com a minha mãe. Talvez seja melhor assim - tanto para a minha auto-protecção mas também para o bem estar do meu filho. Fiz tudo o que era possível para ser uma filha leal e amorosa mas já não posso ter esta relação venenosa a destruir-me a minha vida.

Sei que muitas mulheres encontram-se chocadas com a minha visão. Elas esperam que a filha de Alice Walker transmita uma mensagem diferente. Sim, o feminismo sem dúvida que forneceu às mulheres mais oportunidades [ed: não, não forneceu. O feminismo apenas disse à mulher que a única opção que conta é sair de casa]. Ajudou a abrir mais portas para nós nas escolas, nas universidades e nos locais de emprego. Mas o que dizer dos problemas que causou à minha geração?

E as crianças?

A facilidade com que as pessoas se divorciam hoje em dia não leva em conta o efeito que isso tem nas crianças [Em Portugal, a maior parte dos divórcios - 80% - é iniciado pelas mulheres]. Isso faz parte do trabalho incompleto do feminismo.

Há também a questão de não se ter filhos. Mesmo nos dias que correm, eu encontro mulheres na casa dos 30 que são ambivalentes na questão da família. Elas dizem coisas do tipo:

Eu gostaria de ter uma criança. Se acontecer, aconteceu.
Eu digo-lhes logo:
Vai para casa e começa a tratar disso porque a tua janela de oportunidade é reduzida.
[Vêr este texto]

E eu sei o quão reduzida essa janela é.

Para além disso, eu deparo-me com mulheres na casa dos 40, devastadas por terem passado duas décadas a trabalhar para o doutoramento, ou para um lugar numa firma de advocacia, apenas para descobrirem que já não têm oportunidade de fazer uma família. Graças ao movimento feminista, elas ignoraram os seus relógios biológicas, perderam a oportunidade e encontram-se agora desoladas.

O feminismo traiu uma geração inteira de mulheres e condenou-as a uma vida sem filhos. Isto é devastador. Mas em vez de assumirem a sua responsabilidade em torno deste facto, as líderes do movimento das mulheres cerram fileiras contra qualquer pessoa que se atreva a questioná-las - como eu vim a descobrir.

Não quero magoar a minha mãe, mas não posso ficar calada. Acho que o feminismo é uma experiência e como experiência que é, ela tem que ser avaliada pelos resultados. Depois dos resultados avaliados, toma-se nota dos erros e fazem-se alterações.

Espero que um dia eu e a minha mãe nos reconciliemos. O meu filho Tenzin merece ter uma avó. Mas eu estou bastante aliviada pelo facto do meu ponto de vista não estar distorcido pelo ponto de vista da minha mãe.

Sou dona de mim mesmo e vim a descobrir o que realmente importa: uma família feliz.


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Adoração do feminino nas igrejas

Nem as mulheres cristãs estão imunes ao lixo feminista. Vejam os vídeos seguintes [Fonte] e vejam como a ideologia que os MRAs cristãos combatem no mundo secular já se infiltrou nas igrejas.

Citação chave:

Tu és uma Princesa; tu foste chamada para dominar; tu foste chamada para reinar e como tal foste ordenada para agir sobre estas promessas!



Satanás prometeu a Eva: "Tu vais ser como Deus"; a Cristandade (! = Cristianismo) está a cumprir essa promessa. Estas "princesas" estão a receber a adoração que tanto almejam. Pelo menos Satanás não foi suficientemente longe alegando que as mulheres sejam adoradas como deusas. (Bem, pelo que se vê, ele já levou algumas "moças de família" a pensar que sim.)

Portanto, jovens cristãos, façam-se homens e casem-se com estas princesas de modo a que elas possam reinar sobre o universo tal como elas foram ordenadas.





quinta-feira, 3 de maio de 2012

Feminismo tóxico


"Adeus mãezinha. Amo-te muito!"

"Também te amo muito, meu docinho!"

Uma mulher partia para o seu emprego. A troca de palavras entrou-me pela janela a dentro esta manhã. Não consegui ver quem falava mas esta interacção é um lembrete muito forte de que a ligação pais-filhos é uma das mais belas e recompensadoras que existe na vida. Infelizmente os Illuminati, uma seita satânica com frente feminista, progressista, socialista e homossexualista, trabalham de modo incessante para nos privar deste amor.

A mãe que disse as palavras de cima vai passar por dezenas de posteres como os que se vêem mais embaixo, mostrando organizações que alegadamente apoiam as famílias a caracterizar as crianças como demónios.

Desde que chamei atenção para estes cartazes - há mais dum mês - não tive qualquer tipo de reacção. As pessoas estão dessensibilizadas e dormentes. Foi do fluoreto? Foi das escolas e dos órgãos de informação? Como é que os meus vizinhos foram neutralizados?

Houve alguém que pintou um bigode de Hitler na criança. Pelo menos uma pessoa está alerta!

Hoje, e todos os dias da sua vida, a menina que afirmou amar a sua mãe vai ser bombardeada com mensagens criadas com o propósito de impedi-la de casar e ter filhos. As escolas ensinarão que as mulheres eram "oprimidas" pelo casamento e pela família. Agora, "emancipadas", as mulheres têm que ser "independentes" e ter carreiras profissionais.

Enquanto fazia zapping entre os canais televisivos, deparei-me com a série televisiva "Rookie Blue" onde uma das mulheres-polícia dizia à outra que "Tu não precisas de estar casada para ter uma família." A propaganda de ódio não pára. Mas eles não qualificam isso de "ódio" quando é engenharia social.

Tu precisas de estar casado para ter uma família bem sucedida. Tu precisas duma mãe e dum pai para gerar um filho. Tu precisas de amor e compromisso. A isso chama-se casamento.

Tenho um amigo de 30 anos que tem uma esposa dona-de-casa mãe de duas meninas. A sua filha de 7 anos brinca com bonecas e quer ser exactamente como a sua mãe. O meu amigo avisa a sua filha de que ela tem que arranjar um bom marido.

Sim, papá. Vou-me casar com alguém tal e qual ao meu papá.
O meu amigo sentiu um aperto no coração quando ouviu isto.

Claramente, as crianças precisam de modelos saudáveis de modo a ter vidas saudáveis. Quando os país são ausentes ou abusivos, as crianças podem-se tornar homossexuais. Eles precisam de exemplos do seu género de modo a tornarem-se homens e mulheres saudáveis.

Mas por cada pessoa que pisa ao lado da doença feminista, outras 5 são atingidas. A irmã e a mãe do tal meu amigo possuem vidas solitárias e amargas precisamente porque acreditaram nas mentiras feministas.

Outro meu amigo e a sua esposa também acreditaram que as mulheres deveriam ter carreiras profissionais. Eles têm duas filhas - com 18 e 22 anos - e ambas são uma confusão psicológica e fontes de grande mágoa e dor. Uma é anoréctica e a outra passou algum tempo em hospitais psiquiátricos. Ainda no outro dia a mais velha disse-lhe que a pressão incrível para ser "bem sucedida" e "independente" são as causas dos seus problemas. Ela sentia que ele (o pai) não a amava por ela não ser nenhuma das duas.

Antes da chegada do feminismo, as mulheres eram bem sucedidas se conseguissem arranjar um bom marido, ser uma boa esposa e ser uma boa mãe. Hoje em dia as mulheres têm que fazer "conquistas profissionais" e a maioria não está preparada para isso [Muitas preferem até ficar em casa]. Quando a sua biologia grita por casamento e filhos, elas são motivadas a seguir a quimera da carreira profissional. Isto deixa-as loucas.

Se o meu segundo amigo e a esposa tivessem educado as filhas segundo modelos tradicionais, eles teriam evitado todos estes problemas. Havendo levado uma lavagem cerebral em favor do feminismo, eles nem consideraram essa opção. Agora as filhas sentem-se como umas falhadas.

OBSERVAÇÕES FINAIS:

Porque é que Deus criaria macho e fêmea se ambos não são fundamentais para a procriação? Porque é que Ele criou distinções de sexo?

Esta é a marca do satanismo: suplantar o que é natural e bom com aquilo que é disfuncional. Mudar o bom com o mal e fingir que o mal é bom. O que será mais natural que a mulher a criar os seus próprios filhos enquanto os maridos sustentam a família?

Apesar da maligna propaganda Illuminati nos órgãos de informação e nas escolas, os instintos naturais superarão tudo. Ainda no outro dia estava eu sentado num banco quando um grupo de mulheres bonitas das mais variadas idades passou por perto. Embora eu tenha 62 anos, e tenha a aparência dessa idade, elas queriam ser notadas por um macho - aparentemente, qualquer macho!

As mulheres bonitas tem sido negligenciadas porque os géneros foram desestabilizados. As mulheres bonitas foram colocadas num pedestal. Elas são as jovens deusas do sexo. Os machos jovens estão espantados! Muitos destes machos têm receios de interagir com estas deusas quando no fundo elas são pessoas normais, sozinhas e disponíveis. Elas precisam de ser cortejadas. Os homens precisam de tomar a iniciativa.

O instinto natural vai-se sobrepor à engenharia social satânica.

Fonte

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Eis a foto que as feministas deveriam usar sempre que se referem à maternidade.

Usar fotos de bebés com olhares malignos é uma forma subtil de condicionar as jovens mulheres a evitar a maternidade.





quinta-feira, 12 de abril de 2012

A planeada destruição da família

Recentemente, uma "mulher abusada"- esta era a forma como ela se identificava - requisitou a minha ajuda. O seu amante, que não vivia com ela e com os seus filhos, a havia espancado de forma violenta forçando-a a ir ao hospital. Depois disto, ele trouxe-a de volta à sua casa e ficou com ela durante o tempo em que as suas mazelas recuperavam.

Com um grande suspiro eu disse "você não é uma mulher abusada". Eu defino uma mulher abusada como aquela que é uma vítima genuína da violência do seu parceiro. "Você é uma mulher inclinada à violência, vítima da sua necessidade da violência."

Eu dei um longo suspiro porque essas duas frases, proferidas há 25 anos atrás, durante o meu trabalho inicial em Chiswick, causaram a que eu fosse odiada e desprezada. Tornei-me na consciência da nação.

Atrevi-me a afirmar publicamente que as mulheres podem ser tão violentas como os homens e que as mulheres eram psicologicamente mais violentas que os homens. No caso desta mulher há muito trabalho por fazer, e ele precisa de arranjar um bom terapeuta.

. . . .

Em 1971, inspirada pela promessa de mulheres jornalistas e outras manipuladores dos média, decidi juntar-me ao recentemente formado Movimento das Mulheres. "A irmandade [feminina] é poderosa" cantavam elas. "Irmãs, uni-vos, fim à competição, mulheres a ajudar outras mulheres."

Soava demasiado bom para ser verdade. O meu primeiro encontro deixou-me cheia de dúvidas. O mesmo foi mantido num casa muito classe-média em Chiswick e eu olhei para os cartazes de Mao [militante ateu, esquerdista e o maior genocida da história da humanidade] nas paredes da sala de estar.

Quando me perguntaram o porquê de eu estar ali, eu disse que o meu marido era um repórter televisivo e devido a isso raramente estava em casa; como tal eu sentia-me sozinha e isolada com os meus dois filhos.

O seu problema não é o seu isolamento mas o seu marido. Ele oprime-a e é um capitalista.
Eu ressalvei o facto dela também ter uma mensalidade da casa para pagar, e que longe de ser um "opressor", o meu marido tinha ficado em casa a tomar conta das crianças enquanto eu ia à reunião. O marido dela encontrava-se numa reunião sindical a organizar a fábrica "Brentford Biscuit" , com a ajuda das suas qualificações em Ciência Política, como forma de preparar a revolução vindoura.

O que a mulher não sabia é que eu era filha dum diplomata. Nasci na China e viajei o mundo inteiro com o meu pai. Também trabalhei para o Ministério das Relações Exteriores e estava bem ciente das atrocidades da Rússia e da China.

Depois, durante o chá, foi-nos assegurado que as mulheres eram um grupo minoritário. Eu ressalvei que as mulheres são 52% da população mundial [algo que o aborto está a mudar de forma rápida visto que o mesmo mata mais mulheres que homens]. Foi-me dado o pequeno livro vermelho de Mao e uma cópia da revista SHREW magazine. Levei-a para casa e fiquei horrorizada com o ódio que a mesma vomitava contra os homens.

Decidi que esta organização precisava de ser analisada de modo mais atento.

Com ambas as crianças na escola, e com tempo livre nas minhas mãos, fui trabalhar para a "Women's Liberation Workshop" em Shaftsbury Avenue. Fui testemunha de mulheres a abrirem cartas e a colocarem nos seus bolsos as 3 libras e os 10 shillings que mulheres desesperadas enviavam como forma de se alistarem ao movimento. Tentei responder ao maior número possível de cartas .

Parte do dinheiro era canalizado para a aquisição de explosivos. Terroristas pertencentes ao Movimento das Mulheres arrebentaram a carrinha da BBC que se encontrava no Concurso da Miss Universo e arrebentaram com o topo da "Post office tower".

Chamei a polícia. Toda esta bagatela e toda esta retórica tinham como propósito levar a cabo o levantamento da "classe operária", a morte do Capitalismo e a destruição de todos os homens. Escusado será dizer, mas practicamente não havia mulheres da classe operária no movimento. A maior parte da revolução era combatida à volta de mesas de jantar da classe média na sinistra Islington.

Por esta altura eu já era a "inimiga". Durante esta fase a maior parte dos homens via o movimento como uma anedota mas, como os homens afastados das suas próprias casas e longe dos filhos confirmarão, isto não era uma anedota. Atacados por advogadas feministas e terapeutas, os homens tem sido rotineiramente privados das suas casas, dos seus filhos e dos seus rendimentos.

Eu sabia que queria realizar o meu sonho original: mulheres a trabalhar com mulheres em cooperação com os homens. A sugestão de que deveríamos trabalhar em parceria com os homens era anátema para estas mulheres. O Movimento das Mulheres era dominado pelo Movimento Separatista Radical. Não só elas odiavam os homens, como odiavam as mulheres heterossexuais. Eu pude através da sua agenda muito bem oculta.

Pus-me de pé em plataformas e disse que, se tinha que pagar 3 libras e 10 shillings, reunir-me em células e identificar as minhas amigas como "camaradas", então elas estavam a pedir que eu me alistasse no Partido Comunista. Não colectem dinheiro sob falsas pretensões.

Eu tinha muitos bons amigos comunistas. Eu queria um partido que realmente representasse as mulheres e não política masculina gasta.

. . .

Os encontros colectivos e as conferências iniciais envolviam centenas de mulheres, na sua maioria mulheres da classe média aborrecidas com o seu estilo de vida, e elas eram assustadoras. Qualquer pessoa que tenha sido educada num internato como eu fui sabe o quão violentas e manipulativas as mulheres podem ser. O bullying nas cooperativas não tinha paralelo. Não havia batons, saltos altos ou desodorizante e eu violei todas as regras.

Eu perguntei:

Se tu odeias os homens, porque é que usas fatos e gravatas masculinas?
A resposta vazia de humor foi "Estamos a usar os símbolos da nossa opressão."

Através da leitura da literatura do Movimento das Mulheres, apercebi-me que estas milhares de mulheres a trabalhar em todos as áreas de cuidados sociais, os jornalistas e os produtores de televisão estavam determinados em destruir a família. [Ver o "Manifesto Comunista"]

"Tornem assuntos pessoais em assuntos políticos" era um dos seus estandartes. Devido a isto, milhares de mulheres violentas e perturbadas atacaram as mulheres que se encontravam satisfeitas nos seus casamento e nos seus estilos de vida tradicionais.

Realizavam-se encontros secretos (tudo era feito em segredo) e eu recebi uma carta que dizia:

"... e a cooperativa decidiu que, até todo o assunto estar resolvido, e você ter declarado a sua posição a uma advogada, ou qualquer outra pessoa na N.C.C.L., você não deveria trabalhar na agência ou participar nos encontros em qualquer cooperativa.'
Profundamente deprimida com a minha experiência no movimento, abandonei-o e comecei a fazer o que sempre acreditei que genuinamente libertaria as mulheres; um lugar para unir e trabalhar em cooperação com os homens.

Passado pouco tempo, mulheres vítimas de violência física e os seus filhos começaram a buscar a minha ajuda. Não havia qualquer tipo de literatura em torno das mulheres vítimas de violência e como tal eu escrevi "Scream Quietly Or The Neighbors Will Hear."

Comecei a ter problemas imediatos porque não só o livro não era "politicamente correcto", como discutia a violência doméstica e eu não permiti que os editores da Managing Director politicizassem o meu livro. Por esta altura comecei a defender que, das primeiras 100 que vieram ao abrigo, 62 eram tão violentas - ou mais violentas - que os homens que haviam deixado para trás.

Muitas prostitutas buscavam refúgio dos seus proxenetas violentos. Isto enfureceu o Movimento das Mulheres. Eu sabia que, mal eu conseguisse atrair publicidade e financiamento, o Movimento das Mulheres, que por esta altura não atraía nenhuma das duas, me iria bater à porta.

Quando realizei uma pequena conferência, sob o propósito de ajudar outros grupos, muitas centenas de mulheres unidas a feministas, e separatistas feministas radicais, invadiram a conferência.

Elas deram início ao tradicional lixo por elas proferido tentado apelar às mães que estavam no meu refúgio e usando com frequência a frase "classe operária".

As minhas mães [as mulheres que estavam no abrigo] não se deixaram impressionar.

Uma das minhas amigas mais próximas em Chiswick disse [às feministas] "não há uma única mulher da classe operária entre vocês." Outra, ligeiramente mais corajosa, disse:

Voltem para casa e levem convosco os vossos dildoes.
Saímos dali e deixamos que elas resolvessem o assunto entre elas. Mais tarde elas formaram o "The National Women's Aid Federation" (NWAF). Isto alegrou os meus muitos inimigos no Home Office e no Department Of Social Security. O meu maior inimigo na minha primeira reunião era uma afiliada da irmandade. "Como é que vais cobrir as dívidas do abrigo?" perguntou ela. "Vou orar", disse eu. Eu fazia-o o tempo todo porque foram as nossas orações que sustiveram Chiswick durante todos aqueles anos.

A NWAF usou todos os seus contactos nos média (muitos deles eram jornalistas) para denegrir o meu trabalho.

Por esta altura eu escrevia durante a noite em casa. Eles vieram entrevistar-me acerca dos meus livros mas os livros nunca foram tema de conversa, mas sim o quão gorda eu era ou o quão beligerante eu era.

Há pouco tempo perguntei ao Home Office pelos seus relatórios mais recentes e não fiquei surpresa em descobrir que o meu nome e o meu livro 'Scream Quietly', o primeiro livro no mundo em torno do espancamento de mulheres, estavam desaparecidos.

A partir de outros colegas escritores fiquei a saber que os editores da publicadoras londrinas eram eles mesmos feministas radicais e era hábito seu ditar os temas a escritores desesperados, que eram então coagidos a escrever o livro dos editores, sabendo que, se recusassem, nunca seriam publicados.

O meu irmão Danny escreveu sempre o que lhe foi dito para escrever. Certa altura, e pouco antes de morrer, ele queixou-se amargamente através do telefone que "Não tenho contractos ou acordos cinematográficos em vista." Ele reescreveu 4 vezes a sinopse de 400 páginas do seu livro de modo a que este estivesse de acordo com o que o seu agente e o seu publicador queriam.

. . .

Durante todas as minhas batalhas eu sempre defendi que a vida familiar é - e vai ser sempre - o fundamento de qualquer civilização. Destruam a família e irão destruir o país.

Eu avisei que, entre todas as mulheres que vinham com os seus filhos ter comigo, nenhuma usava contraceptivos. As minhas mães tinham em média 5.1 filhos, enquanto as famílias não violentas tinham a média de 2.5. Escrevi relatórios, elaborei memorandos mas para nada. Ninguém queria ouvir o que eu tinha a dizer.

Na parte traseira do livro 'Scream Quietly' listei todas as agências que haviam falhado junto das minhas famílias. Escrevi que eu não me mantinha em contacto com qualquer tipo de assistente social, mas que via activistas políticos com qualificações em ciências sociais. O mesmo para professores, oficiais de liberdade condicional, editores de livros e revistas. Tal como um cancro gigante, este movimento enterrou as suas patas em todo o sítio onde era possível extrair poder.

Muitas mulheres, com a ajuda de homens fracos, procuraram destruir-me e destruir o meu trabalho. Eu sabia que, depois de finalmente ter defendido casos judiciais que envolviam a desobediência a juízes como forma de salvar a vida de crianças, eu seria expulsa do meu próprio refúgio.

Alguns poucos homens corajosos tentaram fazer as suas vozes ouvidas, apercebendo-se do perigo. Também eles foram atacados e perseguidos - tanto por homens como por mulheres. Os homens de negócio dos média, gerindo directores de casas de publicação, nunca se aperceberam que os seus editores lhes estavam a mentir.

Apelando ao argumento do número. "Quem é que tu pensas que és?" gritou uma editora feminista. "Devo ser alguém." respondi eu. "Afinal, estou na lista Quem é Quem de Debret. Você não é ninguém entre as publicadoras." Outra disse . . . "Porque é que não escreves o tipo de livros que tu sabes que eu gosto, Erin . . . . livros sobre mulheres a amarem outras mulheres?" Eu respondi "Não posso. Sou heterossexual e todos os meus livros celebram a vida familiar."

Como os homens olhavam para o abrigo como "uma assunto de mulheres", enviavam mulheres-repórteres com o expresso propósito de me atacar. Dirigi-me a uma conferência de feministas radicais e perguntei-lhes o porquê de eu ter que respeitar as suas escolhas políticas e a sua liberdade em definir a sua própria sexualidade, mas elas negavam-me os meus direitos em torno da minha heterossexualidade, o meu direito de viver e preservar a vida familiar e o apreço de estar em casa com a minha família.

Acho que ser mãe e avó deu-me mais alegria que qualquer outra conquista. Gritaram comigo e deparei-me com hostilidade incrível.

Quando publiquei o livro 'Prone to Violence', livro em torno do meu trabalho com mulheres violentas e crianças no refúgio, vi-me cercada por centenas de mulheres com cartazes que diziam coisas como "Todos os homens são bastardos!". Outra dizia "Todos os homens são violadores!" Dirigi-me a um polícia - que me disse na altura que eu iria precisar de protecção policial por toda a Inglaterra onde quer que eu publicitasse o livro - e disse:

Se em vez de "homens" aqueles cartazes dissessem "judeus" ou "negros", você prenderia aquelas mulheres.
A seu tempo, perdi o abrigo e uma campanha muito bem orquestrada pela imprensa nunca permitiu que os ingleses soubessem que eu havia sido forçada a ir para o exílio. Os jornais fizeram caso da minha deserção e eu estava indefesa. O meu crime foi o de lutar pela vida familiar e pelos valores familiares.

Há alguns meses atrás o Sunday Times enviou um repórter para verificar o porquê de eu estar a trabalhar como garçonete em troca de comida. 'Aparentemente ocorreu uma conspiração" escreveu o repórter.

Felizmente que os meus livros estão a ser vendidos em todo o mundo, incluindo na Rússia.

Não possuo nada para além dos meus quatro cães e do meu gato, e trabalho internacionalmente para a paz familiar.

* * * * * * *

Sempre que uma feminista afirmar que o feminismo "apenas" luta pela igualdade e pelos "direitos das mulheres", usem as palavras e a história da Erin Pizzey contra elas.

Onde estava a "igualdade" quando uma mulher viu os seus direitos negados ao mesmo tempo que era forçada a sair do seu país apenas e só por afirmar que as mulheres podem ser tão violentas como os homens? Se, como nos dizem as feminazis, os homens são iguais às mulheres, porque é que quem afirma que essa igualdade se estende para a área da violência é criticado?

Onde estava a "igualdade" quando uma mãe de dois é forçada a lutar contra outras mulheres apenas e só por rejeitar que o seu trabalho social seja usado por uma elite esquerdista?

O feminismo é uma farsa. Sempre foi, e sempre vai ser.


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Família tem mais poder que os amigos no bem-estar e auto-estima dos jovens


A sensação de bem-estar e auto-estima dos jovens depende mais das relações familiares do que das ligações entre colegas, que só ocupam o lugar da família quando esta se ausenta, segundo um estudo de investigadores portugueses.

Afinal qual é a importância da família e dos amigos na auto-estima dos adolescentes? Para conseguir responder a esta questão, a equipa do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) inquiriu 900 alunos do 7º, 9º e 11ª ano. No final, percebeu que a família tem mais impacto.

Há uma convicção, mais ou menos generalizada, de que durante a adolescência o grupo de pares acaba por substituir um pouco a família. Mas o que estes dados acabam por mostrar é que isso não é exatamente assim. No que toca ao sentimento de bem-estar, a família continua a ter um papel mais importante do que o grupo”, contou à agência Lusa o coordenador do estudo, Francisco Peixoto.

O facto de sentirem que a “família os aceita tal como são, que os apoia quando precisam, nomeadamente em termos efectivos, e que simultaneamente lhes dá autonomia para poderem crescer e desenvolver-se, faz com que sintam que são pessoas que têm valor”, sublinhou o professor do ISPA.

Francisco Peixote sublinha que o facto de a família dar "um contributo maior para a auto-estima que a relação com os colegas” não significa que o grupo de amigos não é importante.

Os amigos são importantes mas, em muitos casos, não conseguem substituir a família: “contrariamente aquilo que se faz passar, de que o grupo acaba por preencher o espaço da família, isso não é completamente verdade. Depende das circunstâncias”, disse o investigador.

Os pares acabam por ocupar o espaço, quando a família deixa esse espaço vazio. Se a família cuidar dos filhos que tem continuará a ter esse papel importante, de o jovem se sentir bem com ele próprio”, alertou.

Sobre as características “ideais” da família, Francisco Peixoto sublinha que “não há um manual de boas práticas”, lembrando apenas que na base deve estar a “aceitação” dos filhos tal como eles são.

A questão fundamental é a da aceitação. A ideia de que os pais forçam os filhos a ser aquilo que eles quereriam ter sido, isso não contribui obviamente para uma boa prática familiar, porque o que vai acontecer é que o adolescente é rejeitado pela família, porque a família quereria ter outro que não aquele que está ali à frente”, lembrou.

O estudo será apresentado quinta-feira no ISPA durante a conferência “A construção do auto-conceito e da auto-estima na adolescência”.

Fonte

. . . . . . . . . . . .

Mais uma evidência muito forte contra todos aqueles que consideram a família natural algo "opressivo".


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Feminismo e o ódio à família natural

Eis aqui algumas citações feministas em relação à estrutura mais importante da sociedade funcional: a família.

À medida que forem lendo as suas palavras, lembrem-se que há miúdos que são educados por mulheres que acreditam neste lixo.


"De modo a que se possam educar as crianças com igualdade, temos que tirá-las para longe das famílias e educá-las comunalmente."
(Dr. Mary Jo Bane, professora assistente de Educação na Wellesley College e directora do Centro para as Pesquisas Femininas)

"O fim da instituição do casamento é condição necessária para a libertação da mulher. Como tal, é importante para nós encorajarmos as mulheres a deixar os maridos e deixar de viver individualmente com homens. . . . Toda a História tem que ser re-escrita em termos de opressão da mulher. Temos que voltar ao tempo das antigas religiões femininas como a bruxaria."
("The Declaration of Feminism," November 1971)

"Uma vez que o casamento é escravatura para as mulheres, é óbvio que o movimento das mulheres tem que se concentrar em atacar esta instituição. Para a mulher, a liberdade não pode ser ganha sem a abolição do casamento." (Radical feminist leader Sheila Cronan)

"Como sexo, nós somos infinitamente superiores aos homens"
(Elizabeth Cady Stanton, "One Woman, One Vote", Wheeler, p.58)

"A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena." (Sheila Cronan, National NOW Times, Jan.1988)

"Não vamos conseguir destruir as iniquidades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." (Sisterhood Is Powerful, Robin Morgan (ed), 1970, p.537)

"Todo a intimidade sexual, mesmo o consensual, entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra as mulheres."
(Catherine MacKinnon - Feminista das Universidades de Michigan e Yale)

"A mulher que tem relações sexuais com um homem, fá-lo contra a sua vontade, mesmo que ela não se sinta forçada." (Judith Levine)

"O macho é um animal doméstico que, se lidado com firmeza . . . pode ser treinado a fazer a maioria das actividades." (Jilly Cooper, SCUM - Society For Cutting Up Men)

"Numa sociedade patriarcal, todas as relações sexuais heterossexuais são uma violação uma vez que as mulheres, como grupo, não são suficientemente fortes para dar um consentimento significativo."
(Catharine MacKinnon, citada em Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women's Studies.)

"Quando uma mulher atinge gratificação sexual durante o acto sexual com um homem, ela apenas está a colaborar com o sistema patriarcal, erotizando a sua opressão."
(Sheila Jeffrys)

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