quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Porque é que as feministas odeiam Costanza Miriano?

Um livro de auto-ajuda fundamentado em princípios da Bíblia Hebraica - escrito por uma jornalista de 43 anos, casada e mãe de 4 filhos - que aconselha as mulheres a serem submissas aos seus maridos dentro do casamento está a causar uma comoção internacional por parte de  feministas de todo o mundo.

O livro, com o nome de "Cásate y sé sumisa", traduzido para "Casa-te e Sê Submissa", causou também a ira duma figura política espanhola com nome de Ana Mato, que segundo o The Telegraph, disse:

Acho isto desapropriado e desrespeitoso para as mulheres.

Não parece que a Ana Mato tenha explicado o que há de "desrespeitoso" em ser submissa ao marido.

Segundo uma reportagem, logo desde o princípio do livro a autora Costanza Miriano declara às mulheres que, "nós não somos iguais e não reconhecer isto é garantir uma fonte de sofrimento." Ela aconselha também às mulheres a forma de lidar com os maridos dentro do casamento:

Tens que te submeter a ele. Se tiveres que escolher entre o que tu gostas e o que ele gosta, escolhe em favor dele...quando o teu marido te disser algo, ouve com atenção como se fosse Deus a falar contigo.

Miriano, que está há 15 anos casada com o mesmo homem, explicou às suas leitoras que:

O marido não resiste a esposa que o respeita, que reconhece a sua autoridade, e que se dedica de forma leal a ouvi-lo, permanecendo do seu lado.

Partes do livro que aconselham as mulheres a lidar com problemas domésticos não foram traduzidos para o inglês:

Se não és uma cozinheira experiente ou a dona de casa perfeita, qual é o problema se ele assim o disser? Diz que ele tem razão, e que é verdade, e que vais aprender. Quando ele observar a tua doçura e a tua humildade, bem como o teu esforço para te tornares mais na pessoa que ele quer, ele também mudará. (...) As mulheres esquecem-se que não podem ter tudo: trabalhar como um homem e ficar em casa como uma mulher. O poder não foi feito para as mulheres.

Francisco Javier Martinez, o Arcebispo ode Granada, chamou o livro de "muito interessante, do ponto de vista Cristão", mas o mesmo deixou os grupos feministas espanhóis enraivecidos, levando a que algumas viessem às ruas e rasgassem cópias do livro.Activistas do grupo Anonymous deram também a sua opinião sobre o livro através duma mensagem de vídeo, qualificando-o de "misógino" e "opressor". Uma activista disse o seguinte:

Estamos fartas de ver a Igreja a olhar para nós como meros objectos feitos para satisfazer os homens, reproduzir e limpar.

Numa entrevista dada à BBC, Miriano defendeu a sua posição explicando que quando fala da mulher ser submissa no seu livro, ela não está a caracterizar a submissão como algo de negativo.

Não gosto da forma como a palavra é entendida em inglês, mas eu não a uso com conotação negativa; ela é uma palavra extraída do Livro de Efésios e de maneira nenhuma significa ser um tapete do marido. Eu uso-a no sentido etimológico de ser alguém abaixo, ou debaixo, fornecendo apoio tal como uma coluna apoia o telhado visto que nós, como mulheres, somos mais fortes. Nós somos capazes de colocar a personalidade na relação. João Paulo II escreveu que a mulher tem o génio e o talento do relacionamento, e como tal, nós somos capazes de ser o coração da família. A submissão é uma coisa muito, mas muito boa para a a mulher.

Quando lhe foi perguntado do porquê a ministra da Saúde Espanhola querer que o livro seja retirado, ela explicou que se calhar ela tem problemas com a palavra "casar".

Sinceramente, não sei. Eu pensava que era por causa da palavra "sumisa" [submissa] mas fiquei a saber que há muitos livros com a palavra "sumisa" que são vendidos nas lojas espanholas, tais como 'Diario de una sumisa'. Portanto acho que o problema talvez seja com a palavra 'cásate' [casa-te] visto que ser submissa ao marido é visto como algo terrível. Não sei bem porquê.

A mesma autora escreveu um livro com o título de "Marry Her and Die for Her" [Casa-te Com Ela e Morre Por Ela], mas não há notícia de manifestações masculinas acusarem-na de promover a morte dos homens.

Respondendo a uma questão do porquê algumas mulheres ficarem tão zangadas com o livro, ela disse:

Talvez nós não sejamos livres da necessidade de sermos reconhecidas. Quando uma mulher está em paz com ela mesma, e está totalmente realizada, ela não tem necessidade de ter reconhecida e como tal, ela pode escolher tomar uma posição de menor autoridade, não no sentido de ser o tapete mas sim no sentido de ser uma coluna.

Quando lhe perguntaram se o seu livro alegava que o feminismo havia destruído o casamento, ela respondeu:

Eu trabalho. Sou jornalista durante o dia, e à noite escrevo livros. Tenho 4 filhos. Acho que as mulheres que querem os mesmos direitos que os homens têm falta de imaginação e ambição uma vez que nós somos tão diferentes dos homens.

Ao tentar explicar o porquê do livro de Miriano se ter tornado tão popular na Espanha e em Itália, Sam Owen, psicólogo e profissional ligado aos relacionamentos, disse que isso prende-se com o desmoronar da sociedade:

Actualmente há muitas casas só com um parente e muitas famílias desfeitas, e os casais que ainda estão juntos tendem a ser pais ou avós. Se as pessoas têm um desejo ardente pelo casamento à moda antiga é porque muitos deles funcionaram tão bem. Quando se fala dos papéis dentro dum casamento, nós somos uma sociedade perdida.

Devido ao mundo em rápida mudança, ao desejo de colocar as mulheres iguais aos homens, e ao desejo de ter tudo - crianças, uma carreira bem sucedida e um marido satisfeito - os maridos e as esposas sentem-se confusos em torno do seu papel dentro do casamento e dentro da unidade família, e isto cria discórdia.


* * * * * * *
As feministas acabam sempre por revelar a sua natureza comunista sempre que uma mulher se atreve a dar uma opinião que não está de acordo com "O Partido".

Se algumas mulheres se sentem felizes competindo com os homens dentro e fora do casamento, que o façam - ninguém as impede. Por outro lado, se as mulheres se sentem satisfeitas e felizes em serem as "colunas" que apoiam o "tecto" do casamento (isto é, submissas ao seu marido), então a escolha destas mulheres tem que ser respeitada. Se estas mesmas mulheres escolhem escrever sobre a sua experiência de serem submissas ao homem que amam, então elas não podem sofrer ataques por parte das feministas.

Mas não é isso que acontece. Segundo o feminismo, as mulheres são livres para dar a sua opinião, desde que a sua opinião esteja de acordo com a ideologia

Imaginem a comoção internacional que aconteceria se um homem (padre, de preferência) tentasse censurar um livro só porque não concorda com a tese do mesmo. Mas é precisamente isso que as feministas estão a fazer ao tentarem censurar um livro só porque não concordam com a sua mensagem.

Isto revela de modo bem óbvio que o feminismo é um movimento inimigo da liberdade de expressão, e, como tal, todas as pessoas que valorizam a liberdade devem-se colocar contra o feminismo.







35 comentários:

  1. É fato que a força sempre se dobra à fragilidade e à doçura (feminilidade), mas que se opõe rigidamente à insolência e à agressão (feminismo). A autora do livro descobriu isso.

    É isso que as mulheres gostariam de receber dos homens - uma doação do melhor de si mesmos, mas que as feministas acham que conseguirão com reclamações, manipulações, chantagens emocionais, etc. Só obterão esmolas para que se calem por algum tempo antes da próxima sessão de cobranças.

    A força que esmaga o frágil, que foge da agressão ou se rende a ela é chamada de estupidez e covardia. Uma atitude condenável pelos próprios homens.

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  2. Imagino o quanto as feministas devem odiar uma mulher que consegue se realizar profissionalmente e ir contra o estatuto sendo mãe, esposa e submissa.

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  3. Boa noite.
    Não sei como entrar em contato com o administrador do blog, mas estou propondo uma parceria entre os blogs com características semelhantes e com mesmo pensamento antimarxista e gostaria de estabelecer parceria com seu blog, pois penso que pode ser proveitoso para ambos.
    Aqui deixo o endereço do meu post mais recente para que você confira. Para quaisquer detalhes de esclarecimento há caixa de texto para contato no meu espaço.
    Antecipadamente, obrigado.
    link para a postagem: http://blogdojheitor.blogspot.com.br/2014/01/a-loucura-do-extremismo-feminista.html

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  4. Bem só quero deixa uma crítica construtiva, ela poderia ter pensado nas outras mulheres (negras , indígenas , asiáticas , árabes e do leste europeu) que sofrem por serem submissas aos seus companheiros violentos e sei que é cultura em certo países e por isso que elas acabam se unindo as feministas brancas ocidentais. Eu acho que está autora só escreveu este livro pensando nas mulheres brancas como ela que sempre foram privilegiadas na inteligência e na beleza delas.

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    1. "Bem só quero deixa uma crítica construtiva, ela poderia ter pensado nas outras mulheres (negras , indígenas , asiáticas , árabes e do leste europeu) que sofrem por serem submissas aos seus companheiros violentos"

      O teu comentário responde ao ponto que tu mesma levantas. O problema não é elas serem submissas mas sim esses (poucos) homens serem violentos. Portanto as mulheres dessas áreas não sofrem por causa da sua submisssão.

      "Eu acho que está autora só escreveu este livro pensando nas mulheres brancas como ela que sempre foram privilegiadas na inteligência e na beleza delas.

      Ela apelou à Bíblia como Fundamento do seu argumento. Deus é só o Deus dos brancos ou de todo o ser humano?

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    2. Para mim é obvio que em chega a uma conclusão do tipo:
      "Bem só quero deixa uma crítica construtiva, ela poderia ter pensado nas outras mulheres (negras , indígenas , asiáticas , árabes e do leste europeu) que sofrem por serem submissas aos seus companheiros violentos"

      Desconhece por completo conceito de cultora, e seus fundamentos que tem raízes no modo de vida individual de cada povo, por isso acaba colocando indígenas, muçulmanos, negros etc. como se fossem a mesma coisa;
      primeiro: Só verdadeiramente compreendendo o contexto total em que se orienta um determinado povo você é capaz de perceber como determinadas características, similares para todos os povos, iram se apresentar dentro deste contesto. Portanto no caso dos indígenas, julga quem não tem o necessário conhecimento cultural para compreender, que oque lhe parece estranho, é absolutamente normal para quem assimila desde o nascimento estes aspectos culturais.

      segundo: É preciso observar que em alguns países do oriente médio sofreram invasões da união soviética para implantação do regime comunista clássico e qualquer um que tenha estudado pelo-menos um pouco de comunismo sabe que uma das suas táticas mais eficazes para acensão do regime é a completa subversão dos valores tradicionais do povo alvo... O Afeganistão é um bom exemplo disso.
      Pode-se se perguntar como isso ocorre... Simples: a junção de aspectos religiosos tradicionais a ideologia sócio politica, que aliada a destruição dos senso de proporção individual torna uma coisa hedionda do ponto de vista moral a mais normal do mundo... Um bom exemplo pelo lado judaico cristão pelo-menos; é a teologia da libertação.

      Terceiro Inserido num contexto cultural-ocidental como o nosso que é maciçamente cristão a menção a sima tem um efeito gradativo já que uma inversão a tão ponto demanda muito tempo; contudo outros fatores que podem levar a nascimento de violência nos âmbito familiar como o econômico que associado a uma cultura (dinheirista) como a nossa e lavagem cerebral atravez do suposto refina-meto cultural proporcionado pelos meios de comunicação faz um belo estrago nas relações familiares embora seja um fator de baixa proporção; podendo este ultimo ser qualificado assim, na minha opinião torna-se prudente uma analise abrangente da situação no ponto de vista estatístico e quando se pega um pais como o nosso por exemplo: para uma comparação com a taxa de homicide-os, percebe que o fator de violência domestica é quase nulo, que atinge a classe mais pobre de fato pelas proporções jé mencionadas, mas que não diferencia cor ou etnia.
      Não coloquei nenhuma estatística para comprovar oque digo, mas quem quiser que faça por si mesmo a pesquisa..

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    3. Você se engana Viviane Costa.

      Reflita sobre esta questão:
      Se essas mulheres não fossem submissas aos seus maridos nesses países elas não conseguiriam nada, elas seriam MORTAS!!
      Consegue entender???????
      A questão não é ela ser submissa e sim o extremismo religioso destes países, tal extremismo não se encontra em países cristãos:

      Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor
      Efésios 5:22
      Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela
      Efésios 5:25

      Do mesmo jeito da submissão da mulher, o marido tem que amar incondicionalmente a mulher, tratá-la com princesa, rainha.

      Entende???

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    4. Ela escreveu para mulheres católicas (e também protestantes, não sei), sendo elas brancas, negras, asiáticas, etc. A submissão aqui dita é a cristã, vindo do Apostolo Paulo, um real diretor de almas. Será que tanto homens e mulheres de outros credos estão abertos para essa lição? Certo historiador muçulmano da Idade Média que morava na Europa certa vez conversando com outro muçulmano afirmou que os cristãos "mimavam" suas mulheres lhes tratando bem. A Igreja enalteceu a mulher, pois o ser humano mais honrado por Ela é justamente a Mãe de Deus. Enfim, o problema nunca foi a palavra submissão, mas sim o significado que dão a ela.

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  5. E no final as próprias mulheres procuram sempre um homem superior a elas (em força, situação financeira, status) mesmo as mais feministas, como a Sara Winter.

    O livro não falou nada de mais e acredito que se a autora tivesse mais conhecimentos sobre o que é o feminismo e sobre falácias, iria calar a boca de muita gente.

    As pessoas tinham que queimar e rasgar são livros que realmente falam mal da mulher como o Alcorão que diz e incentiva a fazer coisas horríveis contra as mulheres ou livros que falam mal dos homens como "Todos os homens são idiotas - até que se prove o contrário".

    Se bem que fazer coisas assim e ir contra todo politicamente correto é muito difícil nos dias de hoje.

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  6. AHUAHUAHAUHAUHAUHAUAHUAH A cara de "FODA-SE" DA Srta. Constanza é impagável!!!
    Observem bem, mulheres mães de família e conservadoras: é essa a expressão que vcs tem de jogar na cara das feminazi!

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  7. É como diz o velho ditado: "Se você quer a paz, então se prepara para a guerra" : ).

    Com certeza esse livro não falou nada demais, se fossem fazer isso, que fizessem com esses livros absurdos que publicam com ideais perversos e obscuros, e não com um livro desses.

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  8. Uma mulher que não tem atitudes e nem pensamentos feministas parece um anjo de Deus.

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  9. http://www.youtube.com/watch?v=rcxW0tjFuFA

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  10. http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/homens-machistas-sao-maridos-melhores/

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  11. Se as mulheres fosse submissa a violência doméstica diminuiria 90%

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  12. Homem machistas são maridos melhores
    Diz pesquisadoras da Universidade de Rutgers, em Nova Jérsei (EUA)
    http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/homens-machistas-sao-maridos-melhores/#sthash.L3wRotOH.dpuf

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    1. Homens machistas são maridos piores.
      São eles que violentam e matam mulheres.

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    2. Rui, quem violenta e mata as mulheres não são os homens, são os psicopatas, os sociopatas e os narcistas.Eles não são homens machistas, pois eles não são homens.

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  13. Feminilidade e o Papel da Mulher - (Norma Braga)
    Vejam muito bom!
    http://www.youtube.com/watch?v=rcxW0tjFuFA

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  14. Uma mulher submissa ao homem somente será respeitada se este homem for submisso a Deus. Tudo que está escrito na Bíblia se aplica aos filhos, que são sobrenaturais. Ao ser humano comum não é dado entender, e muito menos, seguir o que nela está escrito. Sobrenatural é todo aquele que ouve e pratica a Palavra de Deus incondicionalmente, o que é possível somente se este tiver tido um encontro com Deus, o que se dá pela fé. Por isso está escrito: “Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus." 1 Coríntios 1:18-25

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  15. Um homem temente a Deus jamais oprimirá sua mulher, pois existem regras de relacionamento impostas pelo próprio Deus. Mas ninguém quer se submeter a regras nesse mundo. Cada um quer tudo adaptado a sua própria conveniência.

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  16. Não ficou claro como o marido dela a deixa feliz. Ela faz tudo o que ele quer e ele faz o que por ela? Como alguém pode ser feliz se auto ignorando em favor dos outros?

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    1. Parece que a felicidade dela vem do facto de garantir a felicidade do marido. Mas estou certo que tu sabes melhor sobre a vida dela do que ela mesma,

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  17. http://veja.abril.com.br/240101/p_072.html

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  18. Sub, cruzes, que mulher é essa que quer viver por baixo, imobilizada, esmagada, nós mulheres nascemos não para viver por baixo, mas ao lado de nossos maridos, será que ela sabe o que é cumplicidade, companheirismo, troca, diálogo. Ela insiste em mulheres subjugadas, subalternas. Será que ela educa a filha dela para ser tapete de algum marmanjo? Acho que ela tenta doutrinar as trouxas e as filhas das otárias.

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  19. Lindalva,

    "Sub, cruzes, que mulher é essa que quer viver por baixo, imobilizada, esmagada

    Esta mulher não se sente "imobilizada e esmagada".

    "nós mulheres nascemos não para viver por baixo, mas ao lado de nossos maridos

    Ser submissa ao marido não significa "viver por baixo".

    "será que ela sabe o que é cumplicidade, companheirismo, troca, diálogo.

    Sim, ela sabe, e a submissão dela ao marido não invalida isso.

    "Ela insiste em mulheres subjugadas, subalternas."

    Não. Ela diz que se sente mais feliz como uma mulher submissa ao marido dela.
    "Será que ela educa a filha dela para ser tapete de algum marmanjo?"

    De certeza que não, mas estou certo que ela educa a sua filha para ser submissa ao futuro marido.

    "Acho que ela tenta doutrinar as trouxas e as filhas das otárias"

    Pelo contrário, ela está a alertar as mulheres com atitudes masculinas que é muito melhor ser submissa ao marido do que tentar ocupar o seu lugar de líder da família. Afinal, que homem gosta duma mulher machona? Só se for um homem com tendências bissexuais.

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    1. Submissão e servidão são sinônimos, pessoa que fica por baixo, obedece, não tem direito de decidir, é tudo que ela não é, nem o sobrenome do marido ela usa, e que enfiar goela abaixo das trouxas essas ideias de inferioridade. Quando que uma mulher que trabalha em dois empregos e viaja o mundo inteiro a trabalho, largando os quatro filhos nas mãos dos outros é submissa, isso é bom como massa de manobra para as filhas de outras famílias, Sei, a filha dela com certeza passa longe da cozinha.

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    2. Submissão e servidão são sinônimos

      Submissão e servidão não são sinónimos.

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  20. Jamais serei SUB, não adianta florear, submissão é o que é, pessoa dominada, subjugada, imobilizada, você já viu um lutador em posição de submissão em uma luta, então, não queira isso para as mulheres. Esposa é companheira, amiga, amor, que junto com seu esposo toma as decisões, atuam em cumplicidade, não tendo um paxá mandando e dando ordens, e uma apatetada dizendo amém para tudo.

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  21. É difícil para as mulheres modernas entenderem o valor da submissão ao marido, assim como é difícil entender qual o valor da burca para uma muçulmana. As muçulmanas se sentem protegidas pela burca e se sentem especiais porque se reservam aos olhos de uma pessoa de confiança - o marido. Na religião muçulmana há uma comparação de mulheres com jóias, são especiais, não devem ser expostas. Assim como o feminismo está iludindo a mulher moderna fazendo-a crer que aparecer é melhor que se resguardar, também está iludindo ao fazê-la crer que ficar sobrecarregada de deveres (acumular dois papeis sociais) é uma questão de liberdade.

    Mas o ser humano só aprende pela dor...

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    1. Assista ao filme Cairo 678, e verá que mesmo de burca as mulheres vivem em um inferno no Egito, devido ao assédio sexual descabido, e são todas mulheres submissas como prega que devem ser as mulheres a jornalista Constaza Miriano, que por sinal é tão submissa que possui dois empregos fora de casa, viaja o mundo inteiro a trabalho e os quatro filhos são cuidados por babá ou ficam em creches. Ah e não usa o sobrenome do marido. Acho que sou mais submissa que ela.

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  22. Acredito que a mulher pode sim ser submissa ao seu marido , trabalhar , estudar , educar seus filhos . Eu concordo com a autora .
    Sou submissa ao meu marido e não tenho nenhum problema quanto a isso !!
    Sou muito feliz no meu casamento e já sou casada já 18 anos ..
    Acho que não ser feliz ou ser maltratada pelo o marido não está relacionado com submissão e sim ter escolhido a pessoa errada e depositar toda a sua fonte de felicidade em uma pessoa ..

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  23. As SUVACUDAS PELUDAS ficaram ofendidinhas pelo simples fato de uma mulher escrever um livro que vai de encontra a sua RELIGIÃO...kkkkkkkkkkkkkkk...?

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