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terça-feira, 3 de março de 2015

Mulheres em posições de autoridade sofrem mais depressão que os homens

Por Pippa Stephens

Segundo cientistas americanos, mulheres em posições de autoridade são mais susceptíveis de exibir mais sintomas de depressão que os homens. No homens, a autoridade - tal como a habilidade de poder contratar e despedir pessoas - diminui os sintomas de depressão, revelou o estudo.

O estudo, publicado no Journal of Health and Social Behaviour, inquiriu 2,800 homens e mulheres de meia-idade. Um perito afirmou que o estudo demonstrou uma maior necessidade de mais mulheres em posições de autoridade e mais exemplos femininos variados.

Cientistas da University of Texas em Austin entrevistaram, via telefone, 1,300 homens e 1,500 mulheres (que se graduaram nas escolas secundárias de Wisconsin) em 1993 e em 2004 (quando eles tinham 54 e 64 anos de idade). Os pesquisadores perguntaram aos participantes questões em torno da autoridade e em torno do número de dias durante a semana anterior em que eles haviam sentido sintomas de depressão - tais como sentir-se triste e pensar que a sua vida era um falhanço.

Quando o trabalho incluía contratar, despedir e influenciar os ordenados dos outros, era previsto as mulheres terem um aumento de 9% nas taxas de sintomas de depressão quando comparadas com as mulheres sem autoridade. Enquanto isso, os homens tinham um decréscimo de 10% na taxa de sintomas de depressão.

Os cientistas envolvidos no estudo afirmaram terem controlado outros factores que poderiam causar a depressão, tais como as horas trabalhadas por semana, se as pessoas tinham ou não horas de trabalho flexíveis, e o quão frequentemente os trabalhadores eram inspeccionados pelo supervisor.

Os cientistas disseram também que os homens eram mais susceptíveis de decidir quando começar e quando acabar uma tarefa, e eram menores monitorizados pelos seus conselheiros. A líder da equipa de pesquisa, Tetyana Pudrovska, disse:

Estas mulheres têm mais educação, salários mais elevados, profissões com maior prestígio, e maiores níveis de satisfação laboral e mais autonomia que as mulheres com empregos sem autoridade. No entanto, estas mulheres têm uma saúde mental inferior que as mulheres de estatuto inferior.

Tetyana Pudrovska disse que as mulheres que eram chefes tinham que lidar com tensão interpessoal, interacções sociais negativas, estereótipos, e isolamento social, bem como resistência por parte dos subordinados, colegas e superiores.

A Dra Ruth Sealy (City University em Londres) disse que as mulheres encontravam-se frequentemente "encurraladas" pelas noções de género associadas ao que constitui um bom líder. Quando as mulheres adoptavam comportamentos tradicionalmente masculinos enquanto líderes, disse a Dra Ruth, elas eram criticadas por serem pouco femininas. No entanto, os seus colegas não iriam acreditar que elas boas líderes se apenas vissem as suas características femininas:

Uma vez que assumimos a competência "natural" dos homens como líderes, as mulheres frequentemente têm que trabalhar mais duramente para atingir essas posições, apenas para ficarem a saber que o seu "direito" a esse estatuto continua a ser questionado permanentemente.

Ela disse ainda que a liderança feminina tem que passar a ser tão natural como a liderança masculina.

O Dr Gijsbert Stoet da University of Glasgow disse que o estudo era forte, segundo a perspectiva psicológica e  a perspectiva da ciência social:

Os cientistas usaram dados extraídos num estudo longitudinal alargado e o mesmo é muito valioso como forma de responder a este tipo de questões.

Ele diz ainda que as empresas têm que tentar saber o que é que podem fazer para ajudar os seus funcionários a lidar com o stress, tais como disponibilizar conselheiros de equipa.


* * * * * * *

As mulheres não foram criadas para posições de autoridade e como tal, não é de estranhar que elas se sintam infelizes quando se encontram em tal enquadramento. Isto não é um defeito da mulher, mas sim uma característica. Da mesma forma que os homens têm os seus pontos fortes e os seus pontos menos fortes, as mulheres têm os seus.

O que têm acontecido no mundo Ocidental durante os últimos 50/60 anos é que o feminismo tem enganado as mulheres, e tem-nas levado a colocar de parte as áreas onde elas são fortes, e tem-nas forçado a adoptar comportamentos onde os homens encontram-se em vantagem natural.

Claramente a liderança é uma actividade masculina - e as próprias mulheres preferem assim - mas a elite feminista rejeita a biologia e a psicologia, colocando em seu lugar o esquerdismo, o carreirismo e a "independência da mulher".

Para a elite feminista (e para os governos ocidentais) o que interessa é retirar as mulheres de casa, destruindo a harmonia familiar, e causando um aumento da interferência do estado na vida social.

Não deixa de ser tragicamente curioso que - mais uma vez - as feministas desenvolvam esforços para colocar as mulheres em actividades que reduzem a felicidade e o bem estar das mulheres. Talvez seja por isso que quanto mais feminista é uma sociedade, maior é a infelicidade da mulher.



quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

O feminismo preparou o caminho para o islão - Parte 2

Esta é a segunda parte dum artigo que começou aqui.

No seu livro A Room of One’s Own, Virginia Woolf louva o génio de William Shakespeare:

Se por acaso um ser humano conseguiu expressar o seu trabalho por completo, esse alguém foi Shakespeare. Se por acaso chegou a existir uma mente incandescente, desimpedida, pensei eu, voltando-me para a minha estante de livros, essa mente foi a de Shakespeare....

Imaginemos por alguns instantes, visto que é difícil chegar à verdade dos factos, o que aconteceria se Shakespeare tivesse tido uma irmã igualmente dotada chamada Judith, chamemos assim... Suponhamos que a sua irmã extraordinariamente dotada tenha ficado em casa.

Ela era igualmente aventureira, imaginativa, e igualmente curiosa para ver o mundo como o seu irmão, mas ela não foi enviada para a escola. Ela não teve a possibilidade de aprender a gramática e a lógica, e nem teve a chance de ler Horácio e Virgílio..... Numa noite de inverno, ela matou-se e encontra-se enterrada num cruzamento qualquer, onde actualmente alguns autocarros param, perto de Elephant and Castle.

As feministas alegam que o motivo pelo qual as mulheres não tenham sido igualmente numerosas na política e na ciência como os homens prende-se com a opressão das mulheres por parte dos homens. Algumas partes deste argumento são verídicas, mas isto não é a história completa. Ser homem significa ter que provar alguma coisa, alcançar algo, muito mais do que ocorre com as mulheres. 

Para além disso, a responsabilidade para a educação das crianças irá sempre recair mais sobre as mulheres do que sobre os homens. Uma sociedade moderna pode suavizar estas limitações, mas nunca as irá remover por completo. Devido a estes motivos prácticos, é muito pouco provável que as mulheres algum dia cheguem a ser tão numerosas como os homens nos pontos mais elevados das empresas.

Christina Hoff Sommers, a autora do livro The War Against Boys, ressalva que:

.....depois de mais de 40 anos de agitação feminista e pronomes genericamente neutros, os homens ainda são mais susceptíveis de enveredar por uma carreira política, mais susceptíveis de fundar uma empresa, de patentear invenções, e de explodir coisas. Os homens continuam a fazer a maior parte das anedotas e a escrever a maioria dos editoriais e cartas aos editores dos jornais. Para além disto - e isto é fatal para as feministas que anseiam por uma androginia social - os homens mal se mexeram da sua pouca-vontade de desempenhar uma parte igual das tarefas domésticas ou das tarefas relativas às crianças. Mais ainda, as mulheres parecem ter preferência por homens masculinos.

Ela ressalva também:

Um dos monumentos menos visitados em Washington é uma estátua à beira-mar que comemora os homens que morreram no Titanic. Setenta e quatro porcento das mulheres sobreviveram no dia 15 de Abril de 1912, ao mesmo tempo que 80 porcento dos homens morreram. E porquê? Porque os homens seguiram o princípio "mulheres e crianças primeiro". ... O monumento, uma figura masculina com 5 metros e com os seus braços estendidos para os lados, foi erigido em 1931 "pelas mulheres da América", como forma de gratidão. A inscrição diz:

Para os bravos homens que morreram no naufrágio do Titanic. [...] Eles deram as suas vidas de modo a que as mulheres e as crianças pudessem ser salvas.


Simone de Beauvoir famosamente afirmou, "Ninguém nasce mulher, mas torna-se numa mulher." O que ela queria dizer é que era importante rejeitar todos os induzimentos da natureza, da sociedade e da moralidade convencional. Beauvoir classificou o casamento e a família de "tragédia" para as mulheres, e comparou os actos de dar à luz e de cuidar de crianças de escravatura. Curiosamente, e após décadas de feminismo, muitas mulheres Ocidentais estão a lamentar o  facto dos homens Ocidentais hesitarem em casar. Eis aqui a colunista Molly Watson:

Nós temos informação suficiente para saber o porquê da nossa geração se atrasar para ter filhos - e isso de maneira nenhuma está relacionado com o facto de se ter sido desqualificada pelo patrão ou pelos planeadores de saúde. E apesar dos inúmeros editoriais de jornal em relação a este assunto, o facto das mulheres terem filhos mais tarde não está relacionado com o facto das mulheres de negócios colocarem a carreira acima dos filhos. Segundo a minha experiência, a causa principal para esta epidemia é a falta de vontade colectiva por parte dos homens da nossa era. [...]

Não conheço uma única mulher da minha idade cuja versão de "e viveu feliz para sempre" dependa de modo fundamental do facto de ser uma editora, uma parceira-sénior, uma cirurgiã, ou uma conselheira de renome. Mas deparadas com uma geração de homens emocionalmente imaturos, que parecem olhar para o casamento como a última coisa que farão antes de morrer, nós [mulheres] não temos outra opção a não ser esperar.

O que foi que aconteceu com o slogan "A mulher precisa dum homem tal como um peixe precisa duma bicicleta"?

Gostaria de lembrar à senhora Watson que foram as mulheres que começaram com esta cultura de "é melhor ficar solteira" que actualmente permeia a maior parte do Ocidente. Uma vez que as mulheres iniciam a maior parte dos divórcios e como os divórcios podem potencialmente arruinar financeiramente um homem, não pode ser surpresa para as pessoas o facto dos homens evitarem qualquer envolvimento com o casamento. Tal como disse um homem, "Acho que nunca mais vou voltar a casar. Vou  apenas encontrar uma mulher que não goste, e dar-lhe uma casa."

Para além disso, durante as últimas décadas as mulheres facilitaram o acto de ter uma namorada sem ter que se casar. Portanto, as mulheres fazem do casamento um risco maior ao mesmo tempo que facilitam o facto de ficar solteiro, e ainda se admiram com o facto dos homens "não estabelecerem um compromisso"? Se calhar muitas mulheres não pensarem bem nesta coisa do feminismo antes de se lançarem de cabeça?

A mais recente vaga do feminismo feriu de modo profundo a estrutura familiar do mundo Ocidental. É impossível elevar as taxas de natalidade para níveis de reposição antes das mulheres serem valorizadas devido ao facto de cuidarem de crianças, e antes dos homens e das mulheres estarem dispostos a casar. Os seres humanos são criaturas sociais, e não criaturas solitárias; nós fomos criados para viver com parceiros. O casamento não á uma "conspiração para oprimir as mulhere", mas sim o motivo pelo qual estamos cá. E isto não é algo religioso visto que segundo estrito Darwinismo ateísta, o propósito da vida é a reprodução.

Um estudo levado a cabo nos Estados Unidos identificou as principais barreiras que impedem os homens de avançar para o casamento. No topo da lista estava a sua habilidade de obter sexo sem casamento (mais facilmente que no passado). Logo após, estava o facto de poderem desfrutar dos benefícios de ter uma mulher no regime de coabitação e não dentro dum casamento.

O relatório dá mais peso às palavras de Ross Cameron, secretário parlamentar do Minister for Family and Community Services, que repreendeu os homens Australianos, culpando a aversão masculina pelo compromisso como causa do problema de fertilidade na Austrália:

A principal razão que leva a que as jovens mulheres digam não querer ter filhos é facto delas não encontrarem um homem de quem elas gostem e que esteja disposto a estabelecer um compromisso..... Esta aversão ao compromisso por parte dos homens Australianos é o verdadeiro problema.

Barbara Boyle Torrey e Nicholas Eberstadt escrevem sobre a divergência significativa na fertilidade do Canadá e dos Estados Unidos:

Os níveis Canadianos e Americanos em torno das tendências a longo prazo da idade do primeiro casamento, do primeiro filho, e das uniões de facto são consistentes com a divergência entre as taxas totais de fertilidade nos dois países. Mas em nenhuma destas variáveis próximas a divergência é suficientemente grande para explicar a muito maior divergência na fertilidade.... A alteração dos valores nos EUA e no Canadá pode contribuir para a divergência na fertilidade. 

O papel nocional [ed: de noção] mais forte dos homens nas famílias Americanas, bem como uma maior religiosidade dos Americanos, estão positivamente associados à fertilidade, e esta última (a religiosidade) é também um forte predicador de atitudes negativas em relação ao aborto. As mulheres no Canadá entram para as uniões de facto mais frequentemente, esperam mais tempo que as Americanas para casar, e têm menos filhos, e filhos mais tardiamente que as Americanas.

Na Europa, a Newsweek fala da forma como as alcateias de lobos estão a regressar para regiões do Centro da Europa:

Há 100 anos atrás, uma população crescente e sedenta de terras matou os últimos lobos da Alemanha. ... Afinal de contas, a nossa visão-postal da Europa é uma dum continente onde todas porções de terra foram há muito cultivadas, vedadas, e estabelecidas. Mas o continente do futuro pode ser muito diferente.

Reiner Klingholz, líder do Berlin Institute for Population Development diz que "Largas partes da Europa se irão re-naturalizar." Os ursos voltaram à Áustria. Nos vales dos Alpes Suíços, as quintas têm estado em recessão e as florestas estão a crescer de volta.

Em partes da França e da Alemanha, os gatos-selvagens e as águias-marinhas voltaram a reestabelecer a sua área. Na Itália, mais de 60 porcento dos 2,6 milhões de agricultores tem mais de 65 anos. Mal eles morram, muitas das suas quintas se juntarão aos 6 milhões de hectares (um terço das terras agrícolas da Itália) que já foram abandonadas. ... Com a União Europeia por si só a precisar anualmente de 1,6 milhões de imigrantes acima do nível actual para manter a população em idade laboral estável entre agora e 2050, uma muito provável fonte de imigrantes seriam os vizinhos muçulmanos da Europa, cuja população jovem duplicará durante o mesmo período de tempo.

São números como estes que induziram Phillip Longman a antever “o Regresso do Patriarcado” e proclamar que "os conservadores herdarão a Terra":

Entre os estados [Americanos] que votaram no Presidente George W. Bush em 2004, as taxas de fertilidade são 12 porcento mais elevadas que a que existe nos estados que votaram em John Kerry. ... Parece que os Europeus que são mais susceptíveis de se identificarem como "cidadãos do mundo" são também os mais susceptíveis de não terem filhos. ... A grande diferença nas taxas de fertilidade entre os individualistas seculares e os conservadores culturais ou religiosos augura uma vasta alteração demograficamente orientada nas sociedades modernas. ... As crianças do futuro, portanto, serão na sua maioria descendentes dum segmento da sociedade comparativamente estreito e culturalmente conservador.

Para além da maior fertilidade dos segmentos conservadores da sociedade, a reversão do estado-Providência, consequência do envelhecimento e do declínio da população, irá dar a estes elementos uma maior vantagem na sobrevivência. ... As pessoas irão descobrir que precisam de mais filhos para garantir os seus anos dourados, e irão buscar formas de vincular os seus filhos a eles através da inculcação de valores religiosos tradicionais.

Vale a pena divagar um bocado neste último ponto. O elaborado modelo de estado-Providência da Europa Ocidental é frequentemente chamado de "estado ama-seca", mas provavelmente poderia ser chamado de "estado marido". E porquê?

Bem, numa sociedade tradicional, o papel do homem e dos maridos é o de proteger fisicamente e providenciar financeiramente para as suas mulheres. Na nossa sociedade moderna, parte desta tarefa foi  "terceirizada" para o estado, o que explica o porquê das mulheres no geral darem um apoio desproporcional aos partidos que aumentam os impostos e prometem mais apoios sociais. O estado pura e simplesmente tornou-se num marido-substituto para as mulheres, e esse estado é suportado pelos impostos dos ex-maridos dessas mesmas mulheres.

É importante mencionar que se por acaso este estado-Providência por alguma razão deixar de funcionar, por exemplo, devido às pressões económicas e de segurança causadas pela imigração muçulmana, as mulheres Ocidentais irão descobrir subitamente que elas não são assim tão independentes dos homens como elas pensam que são. Neste caso, é concebível colocar a hipótese de voltarmos a ter a tradicional masculinidade "proteger e providenciar" à medida que as pessoas, as mulheres em particular, venham a precisar do apoio da família nuclear e estendida como forma de sobreviverem.

Outro assunto é que, embora países como a Noruega e a Suécia gostem de se apresentar como paraísos da igualdade de género, já ouvi visitantes que passaram por esses países comentar que os sexos provavelmente estão mais distantes um do outro nesses países do que em qualquer outra parte do mundo. E eu acredito neles. O feminismo radical fomentou suspeição e hostilidade, e não cooperação.

Mais ainda, o feminismo não erradicou a atracção sexual básica entre as mulheres femininas e os homens masculinos. Se as pessoas não encontram isso nos seus países, eles viajam para outro país ou cultura para encontrar; e com a era da globalização entre nós, isso é ainda mais fácil. Um surpreendente número de homens Escandinavos encontra esposas na Ásia Oriental, na América Latina ou em qualquer outra nação com uma visão mais tradicional da feminidade, e um certo número de mulheres encontra também parceiros que chegam de países mais conservadores. Claro que não são todos, obviamente, mas a tendência é inconfundível e significante. Os Escandinavos celebram a "igualdade de género", mas viajam para outras partes do mundo para encontrar pessoas com quem valha a pena casar

...

Resumidamente, tem que ser dito que o feminismo radical tem sido uma das causas mais importantes para a actual fragilidade da civilização Ocidental, tanto culturalmente como demograficamente. As feministas, frequentemente com uma visão do mundo Marxista, têm sido uma componente crucial no estabelecimento da sufocante censura pública do Politicamente Correcto nas nações Ocidentais. Elas também enfraqueceram de forma séria a estrutura familiar Ocidental, e contribuíram para o amolecimento e para o auto-ódio do Ocidente na sua luta contra a agressão levada a cabo pelos muçulmanos.

Embora o feminismo se tenha perdido rumo ao extremismo, isto não quer dizer que todas as suas ideias estão erradas. O movimento das mulheres irá fazer alterações permanentes. As mulheres ocupam agora posições que eram impensáveis há alguns anos atrás, e algumas coisas são irreversíveis.

As mulheres efectivamente controlam a vida dos homens. O casamento costumava ser uma troca: o carinho e o apoio feminino em troca da segurança financeira e social masculinas. No mundo moderno, as mulheres podem não precisar do apoio financeira tal como precisavam no passado, ao mesmo tempo que os homens continuam a precisar do apoio emocional feminino como sempre precisaram. O equilíbrio de poder mudou-se para o lado das mulheres, embora esta situação não dure para sempre. Isto não tem que ser uma coisa má. As mulheres ainda precisam dum parceiro, mas isto exige que os homens estejam mais focados em fazer o seu melhor. 

Um estudo levado a cabo por cientistas da University of Copenhagen concluiu que o divórcio está intimamente associado à má saúde, especialmente a dos homens. A pesquisa indica que a taxa de mortalidade ou de homens divorciados com idades entre os 40 e os 50 é duas vezes maior do que a de qualquer outro grupo.

A pesquisa levou em conta a existência de outros factores que poderiam causar uma morte prematura - tais como doenças mentais e ter crescido sob condições sociais pobres. "Levando em conta a elevada quantidade de crianças a crescer em lares desfeitos, somos de opinião de que este estudo é relevante.....Ele prova que o divórcio pode ser consequências sérias", e que precisamos duma estratégia de prevenção. John Aasted Halse, psicólogo e autor de inúmeros livros em torno do divórcio, concorda.

A aparente contradição entre o domínio feminino ao nível micro e o domínio masculino ao nível macro não pode ser explicado dentro do contexto do sexo "forte/fraco". Eu postulo que ser homem, acima de tudo, é algum tipo de energia nervosa, algo que tem que ser provado. Isto terá, ao mesmo tempo, resultados positivos e negativos. O domínio masculino na ciência e na política, bem como no crime e na guerra, está associado a isto. As mulheres não têm a necessidade de se provarem ao mundo da mesma maneira que os homens têm. De alguma forma, isto é uma fora.

Devido a isto, eu penso que termos tais como "O Sexo Inquieto" para os homens e "O Sexo Auto-Suficiente" para as mulheres é mais apropriado e explica melhor as diferenças.

Daniel Pipes persiste em dizer que a resposta ao islão radical é o islão moderado. Pode ser que nem exista um islão moderado, mas pode ser que existe um feminismo moderado, e uma masculinidade madura para o encarar.

No seu livro Manliness, Harvey C. Mansfield disponibiliza o que ele chama de uma defesa modesta da masculinidade. Ele diz, "A masculinidade parece ser 50% boa, 50% má."

A masculinidade pode ser heróica e nobre, tal como os homens do Titanic que se sacrificaram em prol da máxima "mulheres e crianças primeiro", mas também pode ser insensata, teimosa e violenta.

Muitos homens irão ficar ofendidos ao lerem que a violência islâmica e as matanças de honra estão relacionadas à masculinidade, mas isso é um facto. O islão é uma versão comprimida de todos os aspectos sombrios da masculinidade. Temos que rejeitar tudo isso. No islão, os homens, e não só as mulheres, também perdem a liberdade para dizer o que pensam e no que acreditam.

No entanto, até uma versão moderada do feminismo pode vir a ser letal para o islão visto que esta religião sobrevive através duma subjugação extrema das mulheres. Privados disto, o islão irá sufocar e morrer. É verdade que o Ocidente ainda não encontrou uma fórmula para equilibrar de forma perfeita os homens e as mulheres do século 21, mas pelo menos estamos a trabalhar nisso. O islão encontra~se preso ao século 7.

Alguns homens lamentam a perda dum sentido de masculinidade no mundo moderno. Talvez um sentido de masculinidade significativo possa ser garantir que as nossas irmãs e as nossas filhas possam crescer num mundo onde elas têm o direito à educação e a uma vida livre, e protegê-las do barbarismo islâmico. Isto vai ser necessário.

Fonte:  http://bit.ly/1DGvCMe



terça-feira, 30 de dezembro de 2014

O feminismo preparou o caminho para o islão - Parte 1

Por Fjordman

Alguns comentadores gostam de vincar que muitos dos defensores apaixonados e corajosos do Ocidente são mulheres, citando a escritora Oriana Fallaci bem como outras como exemplo. Mas mulheres como a senhora Fallaci, por mais corajosas que elas sejam, não são representativas das mulheres Ocidentais. Se olharmos com mais atenção, iremos observar que, em média, as mulheres Ocidentais são, na verdade, mais apoiantes do Multiculturalismo e da imigração em massa do que os homens Ocidentais o são.

Obtive muitos comentários nos meus posts em torno da violência islâmica anti-mulher que ocorre na Escandinávia. Muitos dos meus leitores perguntaram o que é que os homens estavam a fazer em relação a isso. Sinceramente, o que foi que aconteceu com os Vikings? Será que eles beberam demasiado hidromel em Valhalla? Apesar da mística romântica que existe em seu redor, os Vikings eram, em larga maioria, bárbaros selvagens. No entanto, duvido muito que eles olhassem para o lado enquanto as suas filhas eram assediadas por muçulmanos. De certa forma, isto faz com que os Escandinavos actuais sejam mais bárbaros do que os Vikings alguma vez foram.

Um dos motivos por trás desta falta de reacção é a censura deliberada e pervasiva dos média mainstream, feita com o propósito de ocultar dos olhos público geral a escala total do problema. No entanto, eu acho que o motivo mais importante centra-se com a variante extremista e anti-masculina do feminismo que há várias décadas atrás permeou a Escandinávia. O instinto protector masculino não opera porque as mulheres Escandinavas trabalharam incessantemente para o erradicar, e com ele erradicar tudo o que possa estar associado à masculinidade tradicional. Devido a isto, o feminismo fragilizou de forma considerável a Escandinávia, e talvez a civilização Ocidental como um todo.

O único partido significativo na Noruega que tem vocalizado uma oposição séria à loucura da imigração muçulmana é o partido de direita Progress Party. Este é o partido que recebe cerca de dois-terços, ou até 70% de votos masculinos. Do lado oposto da escala temos o partido da Esquerda Socialista, que dois-terços ou 70% de votos femininos. Os partidos mais críticos da imigração actual são partidos tipicamente masculinos, ao mesmo tempo que aqueles partidos que celebram sociedades multiculturais são dominados por mulheres. 

Do outro lado do Atlântico, se só as mulheres Americanas votassem durante o 11 de Setembro, o presidente Americano seria Al Gore e não George Bush [ed: quando o artigo foi originalmente escrito, George Bush era o presidente].

A explicação oficial que existe no meu país, para esta disparidade sexual nas escolhas de voto é que os homens são mais "xenofóbicos e egoístas" que as mulheres - que são mais compreensivas e possuem uma maior habilidade para demonstrar solidariedade para com os estrangeiros. Essa é uma hipotese. Outra hipótese é que, tradicionalmente, os homens é que tinham a responsabilidade de proteger a "tribo" e detectar o inimigo - uma necessidade num mundo animal. As mulheres são mais ingénuas e menos dispostas 1) a pensar profundamente e racionalmente nas consequências a longo-prazo de se evitar confrontos ou 2) a lidar hoje com realidades pouco agradáveis.

Não foram as feministas que disseram que o mundo seria um lugar melhor se as mulheres estivessem no controle, visto que não seria preciso o sacrifício dos nossos filhos? Ora, não é isso que elas estão a fazer nos dias de hoje, sorrindo e votando em partidos esquerdistas que mantêm as portas abertas à imigração de muçulmanos - os mesmos muçulmanos que irão atacar os seus filhos amanhã?

Outra possibilidade é que as feministas Ocidentais recusam-se a atacar a imigração muçulmana por motivos ideológicos. Muitas delas permanecem caladas perante o opressor tratamento islâmico das mulheres porque abraçam sentimentos "Terceiro-Mundistas" e anti-Ocidentais. Consigo observar algumas evidências em favor desta tese.

A escritora Americana Phyllis Chesler criticou de forma severa as suas irmãs nos seus livros tais como um com o titulo de The Death of Feminism. Ela sente que demasiadas feministas abandonaram o seu compromisso com a liberdade e "passaram a ser cobardes animais de manada e pensadoras totalitárias cruéis", e desde logo, falhando ao não confrontarem o terrorismo islâmico. Ele elabora uma imagem das universidades Americanas como locais imersos "num novo e diabólico McCarthyismo", encabeçado pela retórica esquerdista.

Chesler tem razão. Levando em conta a retórica de muitas feministas, toda a opressão do mundo tem as suas origens no homem Ocidental (que tanto oprime a mulher como o homem não-Ocidental). Os imigrantes muçulmanos são "colegas no sofrimento" causado por este viés. Na melhor das hipóteses, os imigrantes muçulmanos podem ser porcos patriarcais, mas nunca piores que o homem Ocidental. Muitas universidades Ocidentais têm disciplinas carregadas de ódio contra os homens, algo que seria impensável se a situação fosse inversa. 

É por isso que as feministas Escandinavas não apelam aos homens Escandinavos de modo a que estes demonstrem uma masculinidade mais tradicional e lhes protejam da agressão dos homens muçulmanos. A maior parte das feministas da Noruega é também apaixonadamente anti-racista e alguém que se irá opor a qualquer medida que vise limitar a imigração muçulmana, qualificando tais esforços de "racistas e xenofóbicos".

As feministas totalitárias da Noruega estão a ameaçar fechar companhias privadas que se recusem a ter conselhos de Administração compostas com pelo menos 40 porcento de mulheres até 2007 - uma regulação da economia ao estilo Soviético em nome da igualdade. Já li comentários feitos por políticos Socialistas e comentadores esquerdistas em alguns jornais, tais como o jornal pró-Multiculturalismo e feminista - alguns chamariam de Supremacista Feminista - Dagbladet, alegando que deveríamos também ter quotas para os imigrantes muçulmanos.

O que começou como feminismo radical passou gradualmente a ser, então, igualitarismo, a luta contra a "discriminação" de qualquer tipo, a ideia de que todos os grupos de pessoas deveriam ter uma fatia igual de tudo, e que é o papel do estado garantir que isso assim aconteça. Um bom exemplo disto é o Ombud for Gender Equality da Noruega, que em 2006 passou a ser The Equality and Anti-discrimination Ombud. As funções do Ombud são o de "promover a igualdade e combater a discriminação feita com base no género, origem étnica, orientação sexual, incapacidade e idade."

As feministas Ocidentais promoveram no Ocidente uma cultura de vitimismo, onde se ganha poder político através do estatuto que se tem dentro da hierarquia de vitimismo. De certa forma, é nisto que se centra o Politicamente Correcto. Para além disso, elas exigiram, e em larga escala conseguiram, a reescrição dos livros de história de modo a lidar com o alegado viés histórico; a sua visão do mundo entrou nos currículos, obteve hegemonia virtual nos média, e conseguiu caracterizar os seus críticos de "intolerantes".De modo a torná-la menos "ofensiva", elas conseguiram até alterar a própria língua que nós usamos. As feministas radicais são a vanguarda do Politicamente Correcto.

Quando os muçulmanos, que mais do que todos gostam de se apresentar como vítimas, entram nas nações Ocidentais, eles observam que a maior parte do seu trabalho já  foi feito. Eles podem usar a estabelecida tradição de alegar ser uma vítima, exigir intervenção estatal, e até quotas para lidar com isto, bem como uma total reescrição da história e campanhas públicas contra a intolerância e o discurso de ódio. As feministas Ocidentais pavimentaram assim o caminho para as forças que irão desmantelar o feminismo Ocidental, e acabaram por se encontrar na mesma cama, e às vezes de forma literal, com as pessoas que as querem escravizar.

Gudrun Schyman, política Sueca Marxista, sugeriu um projecto de lei que iria taxar colectivamente os homens devido à violência contra as mulheres. Num discurso feito em 2002, esta mesma famosamente alegou que os homens Suecos são como os Talibãs. Um colunista  do jornal Aftonbladet respondeu afirmando que Schyman estava certa: Todos os homens são como os Talibãs.

A ironia disto tudo é que num estado islâmico semelhante àquele que os Talibãs estabeleceram no Afeganistão, certos grupos de pessoas pagam um especial imposto punitório simplesmente por serem o que são, e não devido ao dinheiro que ganham. As feministas radicais tais como a senhora Schyman estão, portanto, mais próximas dos Talibãs, embora eu esteja certo de que a ironia lhes passará completamente ao lado.

O grito de guerra de Schyman é "Fim à família nuclear!" Eu já ouvi o mesmo slogan a ser repetido pelas jovens feministas Norueguesas em anos recentes. Schyman alega fervorosamente que a actual estrutura familiar encontra-se "fundamentada nos papéis de género tradicionais onde a mulher se encontra subordinada ao homem. A hierarquia do género, da qual a violência contra as mulheres é a expressão maior, foi cimentada.” “Os conservadores querem fortalecer a família e eu acho isto gravemente preocupante.”

No ano de 2000, a feminista Sueca Joanna Rytel, do grupo activista Unf**ked Pussy, entrou em palco durante uma programação ao vivo do concurso Miss Suécia. Ela escreveu também o artigo com o título I Will Never Give Birth to a White Man ["Nunca Darei à Luz um Homem Branco] para um grande jornal Sueco. Em 2004, Rytel explicou o porquê de odiar os homens brancos - eles são egoístas, exploradores, vaidosos, e obcecados com o sexo - e em caso dela não ter deixado as coisas suficientemente claras, ela acrescentou, "não quero homens brancos, por favor..... Muito obrigada, mas eu vomito sobre eles.”

A misandria, o ódio aos homens, não é necessariamente menos comum que a misoginia, o ódio às mulheres. A diferença é que a primeira é socialmente muito mais aceitável.

Se toda a opressão tem as suas origens junto dos homens Ocidentais, então é perfeitamente lógico tentar enfraquecê-los o mais possível. Se assim agirmos, um paraíso de paz e igualdade espera por nós do outro lado do arco-íris.

Os meus  parabéns, mulheres da Europa Ocidental. Vocês foram bem sucedidas na vossa perturbação e ridicularização dos vossos filhos, o que causou a que eles suprimissem os seus naturais instintos masculinos. Para vossa surpresa, vocês não entraram numa Nirvana feminista, mas prepararam o caminho para um inferno islâmico.

Tal como as feministas alegam, está correcto dizer que uma sociedade hiper-feminista não é tão destrutiva como uma sociedade hiper-masculina. O problema é que uma sociedade demasiado "macia" não é sustentável. Em vez disso, ela será esmagada mal ela se depare com uma sociedade mais tradicional e mais agressiva. Em vez de "terem tudo", as mulheres Ocidentais estão a perder tudo. O que é que as feministas farão quando se depararem com um gangue de muçulmanos agressivos? Queimar os sutiãs e lançar sobre eles as edições de bolso do livro "Monólogos da Vagina"?

Talvez as mulheres possam ser bem sucedidas em transformar os seus homens em capachos, mas isso terá consequências negativas na sobrevivência da sua nação, bem como da civilização Ocidental. Segundo a feminista Italo-Americana Camille Paglia, "Se a civilização tivesse estado sob controle das mulheres, nós ainda estaríamos a viver em cabanas de palha." Isto pode ser um exagero, mas a energia masculina é definitivamente a força-motora de qualquer sociedade dinâmica.

A violência muçulmana anti-mulher que ocorre no Ocidente é um sintoma da desagregação da Utopia  feminista. As liberdades têm que ser impostas através da violência ou através duma ameaça credível de violência, ou então essas liberdades não fazem sentido. Embora as mulheres possam tomar medidas para se proteger, a responsabilidade primária pela protecção das mulheres irá sempre pertencer aos homens. Consequentemente, as mulheres só terão uma grau de liberdade se os homens estiverem dispostos e capazes de a garantir. O facto das teorias feministas não reconhecerem isto é uma falha grava da sua parte.

A diferença entre os direitos das mulheres e as desilusões das mulheres é definido por uma [arma] Smith and Wesson, e não por uma Betty Friedan ou por uma Virginia Wolf.

O escritor Dinamarquês Lars Hedegaard não acredita na teoria de que as mulheres apoiam a imigração muçulmana apenas e só devido à sua ingenuidade irracional ou crenças ideológicas. Ele acredita que as mulheres simplesmente querem isso, tal como ele escreveu numa coluna com o título de “O sonho da submissão.” Tal como eu, ele repara que as mulheres são mais susceptíveis que os homens de apoiar partidos que são mais abertos à imigração muçulmana.

Porque é que isto acontece, visto que não existe no mundo um país com maioria muçulmana onde as mulheres têm os mesmos direitos que os homens? E Hedegaard faz a pergunta provocante: São as mulheres mais estúpidas e menos iluminadas que os homens visto que elas estão em grande número a preparar o caminho para a sua própria submissão? Ele responde duma forma igualmente provocante:

Quando as mulheres prepararam o caminho para a Sharia, é porque presumivelmente elas a querem.

Elas não querem a liberdade porque elas sentem-se atraídas à subserviência e à subjugação. A escritora inglesa Fay Weldon notou que "Para as mulheres, há algo de  sexualmente atraente na submissão." E tal como Hedegaard secamente ressalva, se a submissão é o que muitas mulheres buscam, então os feminizados homens Dinamarqueses são aborrecidos quando comparados com os sheiks dos desertos que não deixam as mulheres sair de casa sem autorização.

Os muçulmanos gostam de ressalvar que há mais mulheres Ocidentais que homens Ocidentais a converter ao islão, e este facto é parcialmente verdadeiro. O islão significa "submissão". Será que existe algo que é mais atraente para algumas mulheres que para a maioria dos homens? Será que as mulheres se submetem mais facilmente quando estão na presença de poder [masculino]? 

Num artigo de jornal centrado nas mulheres Suecas que se estão a converter ao islão, o nível de atracção que elas têm pela vida familiar islâmica parece ser um traço comum entre as mulheres que se convertem. Muitas delas declaram que no islão, os homens são mais racionais e lógicos, enquanto que as mulheres são mais emotivas e carinhosas. Isto significa que a mulher é que deve cuidar das crianças e das tarefas domésticas, enquanto que o homem deve ser quem trabalha e quem sustenta a família. Muitas mulheres sentem que a sua vida não tem propósito, mas o Cristianismo não parece ser uma alternativa para elas. [ed: Pelo menos não o "Cristianismo" feminista que existe no Ocidente]

A fixação que a sociedade moderna tem pela aparência, e as condições de vida mais severas para as mulheres, a quem se exige que tenha uma carreira profissional e seja a dona de casa, também são algumas das causas. E isto não deixa de ser curioso, levando em conta que foram as próprias mulheres - e não os homens -, encorajadas por programas tais como o da Oprah Winfrey, que falaram em "ter tudo". Os homens sabem que ninguém pode "ter tudo" visto que tem que se abdicar de algumas coisas para se obter outras. Será que as mulheres finalmente descobriram que a vida de trabalhadora não é aquilo que lhes foi dito que era? Afinal de contas, e de modo global, os homens morrem anos mais cedo que as mulheres.

O enredo do livro "O Código Da Vinci", do novelista Dan Brown, defende que a história moderna do Cristianismo é um gigantesco plano patriarcal para retirar às mulheres os direitos que elas supostamente tinham antes da chegada do Cristianismo - durante a era do "feminino sagrado" e da deusa da fertilidade que estava sempre grávida e descalça. Mas se isto é verdade, porque é que as mulheres são a maioria das pessoas dentro das igrejas Europeias? Porque é que as mulheres livremente escolhem as religiões patriarcais e "opressoras"? É provável que os filósofo Francês Ernest Renan estivesse no caminho certo quando qualificou as mulheres de "o sexo devoto". Será que as mulheres precisam mais da religião que os homens?

Será que as feministas nada mais estão a fazer que a testar os limites dos homens, na esperança de encontrar algum tipo de equilíbrio entre os sexos, ou será que elas estão a testar os homens de modo a apurar quem são os homens suficientemente fortes para oferecer resistência às suas exigências, e desde logo, quais são os homens capazes de resistir a outros homens em seu lugar? Ouvi uma feminista, que era um fervorosa feminista durante os anos 70, a lamentar a forma como as famílias haviam sido destruídas e separadas. Ela ficou surpreendida com a reacção, ou a falta duma, por parte dos homens:

Nós fomos terríveis. Porque é que vocês não nos pararam?!

Em termos psiquiátricos, é mais frequente as pacientes [mulheres] terem mais feridas auto-infligidas ou comportamento auto-destrutivo que os homens; estes últimos tendem a direccionar a sua agressividade para fora. Também é um facto amplamente conhecido que muitas mulheres se culpam pelo comportamento violento dos maridos, e desculpam esse mesmo comportamento. Será que o Ocidente absorveu alguns dos traços negativos da psique feminina? O Ocidente recém-feminizado é atacado e agredido pelos Árabes e pelos muçulmanos, mas o Ocidente continua a culpar-se a ele mesmo, ao mesmo tempo que continua fascinado pelos seus abusadores. 

O Ocidente está, portanto, a agir como uma mulher com ódio dela mesma perante um marido violento.

Continua na 2ª Parte....



sábado, 8 de novembro de 2014

Mulheres são mais susceptíveis de preferir um homem como chefe

Por Vanessa Wong e Natalie Kitroeff

As mulheres que batalham para que haja uma presença alargada de mulheres nos níveis mais elevados da administração empresarial enfrentam pelo menos um obstáculo: a maior parte dos funcionários não as quer lá. Apenas 1/5 das pessoas inquiridas pela Gallup durante esta semana preferiu uma mulher como patrão, e não um homem. Um terço preferiu um homem como patrão, e os restantes não tinham opinião.

A pesquisa, que recolheu respostas junto de mais de 1,032 adultos a viver nos EUA, apurou que as mulheres eram mais susceptíveis que os homens de preferir um homem como chefe: 39% das mulheres queriam ser lideradas por um homem, comparados com os 26% de homens que preferiram ter um homem como patrão. Nos 60 anos que a Gallup já leva a cabo esta pesquisa, as mulheres nunca preferiram ter uma mulher como chefe.


A ausência de fé na liderança feminina junto de algumas mulheres pode estar parcialmente relacionada à amplamente propagada percepção negativa das mulheres em cargos de liderança, algo documentado em estudos científicos e pormenorizadamente no livro de Lean In, de Sheryl Sandberg (Directora de operações da Facebook).

Uma crescente pilha de evidências sugere que as mulheres não confiam, e podem minar, o trabalho de ouitras mulheres. Numa pesquisa levada a cabo em 2010 junto de 142 secretárias legais, nenhuma preferiu trabalhar para uma mulher (cerca de 47% não tinha preferência). Um post do blogue HBR ressalva que os homens ainda dominam a industria legal, e se "tens como plano engatar o teu vagão a uma estrela em ascenção, os homens são a melhor aposta."

Uma pesquisa de 2011 apurou que 95% das mulheres sentia que havia sido minada por parte de outra mulher pelo menos uma vez durante a sua vida profissional. Num estudo de 2008, as mulheres que trabalhavam para supervisoras sofriam mais stress do que aquelas que trabalhavam para homens supervisores, reportou o Wall Street Journal.

Um dos motivos que pode levar a que as mulheres desconfiem uma das outras é o facto de poderem sofrer sanções por se ajudarem mutuamente. Um estudo de Julho levado a cabo junto de centenas de mulheres executivas apurou que as mulheres seniores que trabalham de modo a avançar as carreiras de outras mulheres recebem avaliações mais negativas por parte dos seus superiores.

Seria tentador assumir que a tendência irá mudar à medida que a geração mais jovem ascende nos rankings, mas os dados da Gallup sugerem, no entanto, que muitos que fazem parte da geração milenar [aqueles que atingiram a idade adulta por volta do ano 2000] continuarão a preferir não ter uma mulher em cargos de liderança. 



* * * * * *

As mulheres são mais susceptíveis que os homens de preferir ter um homem como chefe (e não uma mulher). De que forma é que as feministas tencionam resolver este "problema"?

Como sempre, o feminismo encontra-se repleto de inconsistências internas (algo comum nas ideologias que não acreditam numa verdade absoluta): se as próprias mulheres não querem ter mulheres como chefes, então de que forma é que uma verdadeira feminista pode apoiar a ideia de que deveriam existir mais mulheres chefes? Certamente que o feminismo não pode ser uma ideologia que força as mulheres a aceitar coisas que elas não querem.

Para as pessoas que estão mais alertas em relação à psicologia feminina, não existe qualquer tipo de dicotomia: as mulheres estão sempre em competição intra-sexual e como tal, dentro do ambiente de trabalho as mulheres olham para as outras mulheres como rivais pela atenção masculina. Para além disso, é mais difícil para uma mulher assegurar a sua posição tendo uma mulher como chefe do que tendo um homem.


Portanto, sempre que o movimento feminista exigir a presença mais mulheres em cargos de liderança, temos que levar em consideração que essa posição não é mantida pela maioria das mulheres.






quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Gabrielle Reece: "Ser feminina significa ser submissa"

Ser uma mulher submissa revela força genuína, afirma a antiga jogadora de voleibol Gabrielle Reece, revelando também, para furor geral, a forma como a sua mudança de atitude salvou o seu casamento. Ela nunca teve medo de ser agressiva durante um jogo, mas a antiga jogadora profissional, modelo e defensora do fitness afirmar acreditar que as mulheres que adoptam uma postura submissa nos relacionamentos exibem um sinal de força e não de fraqueza.

Numa notícia que pode causar choque junto das legiões de fãs femininas que olham para ela como um ícone, Reece disse à NBC que está feliz por "servir" e por ter "uma dinâmica familiar à moda antiga" em casa. Reece, que se casou com o surfista Laird Hamilton há 17 anos atrás no Hawai, afirma:

Claramente, eu sou a fêmea, e Laird é o macho. Estou disposta a servir a família, o que significa fazer o jantar, lavar a roupa e organizar o seu calendário bem como o meu calendário e muitas outras coisas.

No livro "My Foot is too Big For This Glass Slipper", Reece escreve que "ser verdadeiramente feminina significa ser branda, receptiva e - cuidado com o que aí vem! - submissa." Reece explica que embora tenha a aparência de ter tudo - beleza, sucesso e família - o seu casamento esteve longe de ser um conto de fadas.

Nós nem conseguimos chegar aos 5 anos de casamento antes do nosso conto de fadas sexy se ter tornado algo parecido a um daqueles dramas domésticos Suecos que faz com que as pessoas tenham vontade de se lançar da ponte mais próxima.

Cansados de "olhar um para o outro por cima de smoothies verdes", Reece pediu o divórcio. Alguns meses depois, o casal voltou a unir-se, e trabalharam de modo a superar as suas diferenças. Foi por esta altura que ela entrou em contacto com o seu lado mais submisso.

Esse é o objectivo do livro, que é o "e viveram felizes para sempre". Talvez o que é comum é chocares contra uma parede, mas o que é que vais fazer quando atingires essa parede?

Reece tirou 10 anos da sua movimentada carreira de jogadora de voleibol, e da sua ocupação como modelo, para educar as suas crianças - duas filhas com Hamilton e uma do seu casamento anterior - e também para lidar com a obsessão feminina de "ter tudo".

Nós não nos preocupamos com o facto dos homens terem tudo, e como tal, eu nem sei de onde é que obtivemos esta ideia de termos tudo o que desejamos. (....) Temos que escolher o que vamos fazer com toda a nossa dedicação.

Greece acredita também que contos de fada e-viveram-felizes-para-sempre são puro "estrume de boi":

Nada te faz superficialmente mais feliz que os primeiros jactos de amor, mas o que realmente conta é saber lidar com o amado . . . . . sobreviver ao seu temperamento horrível, e trabalhar em união, sempre, para preservar o que têm e fomentar um amor mais sincero e mais profundo para o futuro.

Greece colocou também ênfase na importância da comunicação ao nível masculino.

Acho que a linguagem que os homens entendem e recebem é comunicada através da comida e do sexo.

Fonte: http://dailym.ai/1oRbRNK



quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Porque é que as feministas odeiam Costanza Miriano?

Um livro de auto-ajuda fundamentado em princípios da Bíblia Hebraica - escrito por uma jornalista de 43 anos, casada e mãe de 4 filhos - que aconselha as mulheres a serem submissas aos seus maridos dentro do casamento está a causar uma comoção internacional por parte de  feministas de todo o mundo.

O livro, com o nome de "Cásate y sé sumisa", traduzido para "Casa-te e Sê Submissa", causou também a ira duma figura política espanhola com nome de Ana Mato, que segundo o The Telegraph, disse:

Acho isto desapropriado e desrespeitoso para as mulheres.

Não parece que a Ana Mato tenha explicado o que há de "desrespeitoso" em ser submissa ao marido.

Segundo uma reportagem, logo desde o princípio do livro a autora Costanza Miriano declara às mulheres que, "nós não somos iguais e não reconhecer isto é garantir uma fonte de sofrimento." Ela aconselha também às mulheres a forma de lidar com os maridos dentro do casamento:

Tens que te submeter a ele. Se tiveres que escolher entre o que tu gostas e o que ele gosta, escolhe em favor dele...quando o teu marido te disser algo, ouve com atenção como se fosse Deus a falar contigo.

Miriano, que está há 15 anos casada com o mesmo homem, explicou às suas leitoras que:

O marido não resiste a esposa que o respeita, que reconhece a sua autoridade, e que se dedica de forma leal a ouvi-lo, permanecendo do seu lado.

Partes do livro que aconselham as mulheres a lidar com problemas domésticos não foram traduzidos para o inglês:

Se não és uma cozinheira experiente ou a dona de casa perfeita, qual é o problema se ele assim o disser? Diz que ele tem razão, e que é verdade, e que vais aprender. Quando ele observar a tua doçura e a tua humildade, bem como o teu esforço para te tornares mais na pessoa que ele quer, ele também mudará. (...) As mulheres esquecem-se que não podem ter tudo: trabalhar como um homem e ficar em casa como uma mulher. O poder não foi feito para as mulheres.

Francisco Javier Martinez, o Arcebispo ode Granada, chamou o livro de "muito interessante, do ponto de vista Cristão", mas o mesmo deixou os grupos feministas espanhóis enraivecidos, levando a que algumas viessem às ruas e rasgassem cópias do livro.Activistas do grupo Anonymous deram também a sua opinião sobre o livro através duma mensagem de vídeo, qualificando-o de "misógino" e "opressor". Uma activista disse o seguinte:

Estamos fartas de ver a Igreja a olhar para nós como meros objectos feitos para satisfazer os homens, reproduzir e limpar.

Numa entrevista dada à BBC, Miriano defendeu a sua posição explicando que quando fala da mulher ser submissa no seu livro, ela não está a caracterizar a submissão como algo de negativo.

Não gosto da forma como a palavra é entendida em inglês, mas eu não a uso com conotação negativa; ela é uma palavra extraída do Livro de Efésios e de maneira nenhuma significa ser um tapete do marido. Eu uso-a no sentido etimológico de ser alguém abaixo, ou debaixo, fornecendo apoio tal como uma coluna apoia o telhado visto que nós, como mulheres, somos mais fortes. Nós somos capazes de colocar a personalidade na relação. João Paulo II escreveu que a mulher tem o génio e o talento do relacionamento, e como tal, nós somos capazes de ser o coração da família. A submissão é uma coisa muito, mas muito boa para a a mulher.

Quando lhe foi perguntado do porquê a ministra da Saúde Espanhola querer que o livro seja retirado, ela explicou que se calhar ela tem problemas com a palavra "casar".

Sinceramente, não sei. Eu pensava que era por causa da palavra "sumisa" [submissa] mas fiquei a saber que há muitos livros com a palavra "sumisa" que são vendidos nas lojas espanholas, tais como 'Diario de una sumisa'. Portanto acho que o problema talvez seja com a palavra 'cásate' [casa-te] visto que ser submissa ao marido é visto como algo terrível. Não sei bem porquê.

A mesma autora escreveu um livro com o título de "Marry Her and Die for Her" [Casa-te Com Ela e Morre Por Ela], mas não há notícia de manifestações masculinas acusarem-na de promover a morte dos homens.

Respondendo a uma questão do porquê algumas mulheres ficarem tão zangadas com o livro, ela disse:

Talvez nós não sejamos livres da necessidade de sermos reconhecidas. Quando uma mulher está em paz com ela mesma, e está totalmente realizada, ela não tem necessidade de ter reconhecida e como tal, ela pode escolher tomar uma posição de menor autoridade, não no sentido de ser o tapete mas sim no sentido de ser uma coluna.

Quando lhe perguntaram se o seu livro alegava que o feminismo havia destruído o casamento, ela respondeu:

Eu trabalho. Sou jornalista durante o dia, e à noite escrevo livros. Tenho 4 filhos. Acho que as mulheres que querem os mesmos direitos que os homens têm falta de imaginação e ambição uma vez que nós somos tão diferentes dos homens.

Ao tentar explicar o porquê do livro de Miriano se ter tornado tão popular na Espanha e em Itália, Sam Owen, psicólogo e profissional ligado aos relacionamentos, disse que isso prende-se com o desmoronar da sociedade:

Actualmente há muitas casas só com um parente e muitas famílias desfeitas, e os casais que ainda estão juntos tendem a ser pais ou avós. Se as pessoas têm um desejo ardente pelo casamento à moda antiga é porque muitos deles funcionaram tão bem. Quando se fala dos papéis dentro dum casamento, nós somos uma sociedade perdida.

Devido ao mundo em rápida mudança, ao desejo de colocar as mulheres iguais aos homens, e ao desejo de ter tudo - crianças, uma carreira bem sucedida e um marido satisfeito - os maridos e as esposas sentem-se confusos em torno do seu papel dentro do casamento e dentro da unidade família, e isto cria discórdia.


* * * * * * *
As feministas acabam sempre por revelar a sua natureza comunista sempre que uma mulher se atreve a dar uma opinião que não está de acordo com "O Partido".

Se algumas mulheres se sentem felizes competindo com os homens dentro e fora do casamento, que o façam - ninguém as impede. Por outro lado, se as mulheres se sentem satisfeitas e felizes em serem as "colunas" que apoiam o "tecto" do casamento (isto é, submissas ao seu marido), então a escolha destas mulheres tem que ser respeitada. Se estas mesmas mulheres escolhem escrever sobre a sua experiência de serem submissas ao homem que amam, então elas não podem sofrer ataques por parte das feministas.

Mas não é isso que acontece. Segundo o feminismo, as mulheres são livres para dar a sua opinião, desde que a sua opinião esteja de acordo com a ideologia

Imaginem a comoção internacional que aconteceria se um homem (padre, de preferência) tentasse censurar um livro só porque não concorda com a tese do mesmo. Mas é precisamente isso que as feministas estão a fazer ao tentarem censurar um livro só porque não concordam com a sua mensagem.

Isto revela de modo bem óbvio que o feminismo é um movimento inimigo da liberdade de expressão, e, como tal, todas as pessoas que valorizam a liberdade devem-se colocar contra o feminismo.







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