sábado, 3 de março de 2012

Nancy French não entende o porquê dos homens evitarem o casamento


A Nancy French questiona-se sobre as coisas que o casamento podem oferecer aos homens, e decide que algumas alterações terão que ocorrer se se quiser levar os homens a considerar o casamento como algo que faz parte do processo normal e antecipado da idade adulta:
Os pais têm que parar com os divórcios por motivos frívolos. Muitos homens que hoje têm 20-30 anos são o produto destes divórcios e como tal, não possuem exemplos de vida. Eles podem estar em busca de amor mas não sabem o que procurar. [...]

Segundo, temos que fazer recuar a mensagem que os boomers enviaram às jovens mulheres em torno do empoderamento feminino. De facto, não é coincidência que as taxas de casamento tenham caído a pique lado a lado com o fascínio americano pelo movimento feminista.

Dar poder às mulheres, tal como definido pelas feministas, não é libertador para as mulheres e nem aproxima os casais. Apenas os separa. Foca-se na mulher como vítima perpétua do Grande Homem Mau.

Porque é que um homem se casaria quando ele é classificado de "porco sexista" mal diz "Olá" ? No espaço de algumas décadas as mulheres conseguiram demover os homens de protectores e providenciadores respeitados para pessoas desnecessárias, irrelevantes e dispensáveis.

Mudar estas coisas não alteraria o estado actual do casamento. O que se passa não é que os homens não sabem o que querem. Eles sabem o que querem; o que se passa é que não estão a encontrar o que procuram.

Além disso, não é o facto de serem classificados de "porcos sexistas" que desmotiva os homens para o casamento, mas sim a garantia de sujeição económica e a inaceitável elevada possibilidade de perder a sua casa, as suas poupanças, os filhos e ver o lucro líquido futuro a reduzir.

Dentro do sistema legal onde segundo a lei ele não só não tem qualquer tipo de protecção, como pode até ser forçado para fora de casa tendo como base uma falsa acusação, é absurdamente irresponsável recomendar o casamento aos homens.

O casamento é extremamente importante para a estabilidade e sobrevivência da sociedade, mas a forma legal actual do casamento é maligna e deleteriosa para a sociedade, para os homens, para as mulheres e para as crianças.

Basicamente, a única entidade que fica a ganhar com o feminismo é o Estado - precisamente aquele que apoia o feminismo com dinheiro público.

Para se vêr o quão tóxicas as mulheres sob o efeito do feminismo se tornaram, considerem os seguintes relatos:

Em Lisboa, dois jovens enfermeiros casam após a conclusão dos respectivos cursos. O pai do jovem, trabalhador de classe média, num arrojo de amor paternal pelo seu filho disponibilizou as poupanças do sacrifício da sua vida, e ofereceu ao seu filho um apartamento em Telheiras (zona cara da cidade de Lisboa).

Pouco depois do casal ter dois filhos, a esposa inicia uma relação adúltera e um dia, quando o marido saiu de casa para o serviço, trocou a fechadura da casa! Ao marido, sem família, sem os seus filhos e sem os seus haveres restou alojar-se num quarto de pensão.

No divórcio o tribunal decretou, à revelia deste homem, que a senhora ficaria com a tutela dos filhos e, por consequência, com a casa para os criar.

A este homem, cujo pai lhe tinha oferecido uma casa numa zona central e luxuosa de Lisboa, após a humilhação, espoliação e perda de contacto com os filhos, restou ir viver solitariamente para um bairro da periferia da cidade ficando com os encargos da casa, da mobília e pensão de alimentos que o tribunal decretou para os seus filhos.

Isto é o que as feminazis qualificam de "igualdade". É com este tipo de mulher feminista que os homens têm que forçosamente que se casar?

Em Portugal ocorrem cerca de 20,000 divórcios por ano. Desses 20,000, 80% são iniciados pela mulher. Isso ocorre porque as mulheres sabem que, em caso de divórcio, não só o seu estilo de vida vai ser mantido, como lhe vai ser entregue a tutela dos filhos e lhe vai ser conferida uma injusta pensão alimentar proveniente do mesmo marido cuja companhia ela dispensa mas cujo dinheiro ela deseja.

Eis outro exemplo (este de um extracto mais baixo da sociedade):

Um homem vivia nos arredores de Sacavém e trabalhava numa empresa metalúrgica em Alverca (ambas localidades da periferia de Lisboa). Vivia só numa casa modesta e acolhedora, que era de sua propriedade.

Conhece uma senhora solteira e com um filho e inicia uma vida com ambos em união de facto. Quando um dia, após uma confraternização de amigos, este homem chega a casa embriagado, a senhora aproveitando-se do seu estado de embriaguez extraiu-lhe a chave de casa e lança-o na rua. Literalmente na rua!

Este homem, sem outra possibilidade, passou a abrigar-se sob um viaduto do auto-estrada do Norte. O tribunal decidiu que, tendo a senhora um filho menor, ficaria ela a desfrutar da casa.

Ao homem restou o abrigo sob o viaduto, a consequente perda de condições físicas e de higiene para poder permanecer no seu emprego, o despedimento e a morte pelo frio no Inverno seguinte sob o mesmo viaduto.

* * * * * * *

Muitos outros exemplos poderiam ser listados, mas podemos ter uma ideia do que leva os homens a evitar a mulher ocidental como parceira de casamento. O ponto a reter é: existem motivos suficientemente fortes que levam os homens a colocar de lado o casamento.

Enquanto este sistema legal - sobre o controle feminista - existir, o casamento com a mulher ocidental vai ser sempre um risco muito grande, mesmo com as mulheres que aparentemente "condenam" o feminismo. Ou o homem evita o casamento ou procura mulher noutra cultura.


22 comentários:

  1. Boa reflexão!
    Aqui no Brasil, a coisa também está difícil para os homens, camarada. Leis são criadas todos os dias, totalmente favoráveis às mulheres. E desde que o adultério deixou de ser crime, pode-se dizer que casar tornou-se um perigo, um risco muito grande a se correr.

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  2. Dê uma lida nisto:
    .
    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/eles-chegaram-la-dupla-de-especialistas-defende-o-direito-de-assassinar-tambem-os-recem-nascidos/

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  3. Ué? Elas querem casar? Pensei que não precisavam do homem para nada...

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    1. Sim, há pessoas de bem: os homens que desejam formar uma família com bons costumes (iludidos, já que a "Dona Patroa" feminista fará tudo para deixar bem claro para os filhos que o papel do pai e do marido é de manter a carteira aberta e a boca fechada - a família filiarcal).

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    2. A "doce mãezinha" não aguenta controlar os filhinhos após os 12, 13 anos sem a disciplina paterna e, de tirania matriarcal, a família passa a tirania filiarcal. Aí, a mulher vai ver o que é opressão e humilhação nas mãos dos próprios filhos...

      Parabéns, feministas! Aguentem os monstros que criarem [vadias, bandidos, viciados, problemáticos anti-sociais e outros psicóticos desajustados], mulheres tolas!

      Livrem-se do casamento e unam-se a bandidos criados sem pai: provavelmente serão algumas das várias outras que eles usam, engravidam, agridem e abandonam à própria sorte.

      Sintam a emoção da incerteza [já que a tranquilidade de um homem estável psicológica e economicamente não lhes dá nenhuma excitação]!

      Unam-se às abortistas genocidas, às portadoras de doenças incuráveis, às inconsequentes que trocam votos por benesses de "políticas públicas que promovam a mulher".

      Sintam o toque frio da engrenagem estatal, moedora de homens, que lhes dá de beber do sangue e do suor dos tributos de tantos trabalhadores para que vocês continuem a levar uma vida animalizada!

      E perguntem-se por que nenhum homem em sã consciência quer casar-se!

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    3. Feliz Natal para vocês dois: Anacoreta e Márcio Andrade.
      Que Deus continue abençoando vocês hoje e sempre!

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    4. Feliz Natal, Pat!
      Pax sit sempre vobiscum!
      Feliz Natal a todos!

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  5. Assim como no paraíso a mulher é o alvo preferencial, por devido à sua constituição ser mais facilmente manipulada

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    1. Até hoje são um bando de Maria-vai-com-as-outras: basta ver a ditadura das modas e como engolem as idiotices feministas sem mastigar.

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  6. Nossa situação no Brasil:

    http://homensfracassados.blogspot.com.br/2012/12/texto-10-parte-4-por-que-o-casamento.html

    "Se ver expulso de casa ou ser impedido de ter contato com os filhos devido a uma falsa denúncia de agressão, ter grande parte do patrimônio espoliado, perder parte considerável da renda devido a pensões, ser preso injustamente, ser obrigado a assumir o filho de outro, ser discriminado em questões de guarda (e assim ser facilmente vitimado pela alienação parental) etc., essas são as arapucas que nossa querida justiça armou contra os homens."

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  7. Evitemos problemas como casamentos [=exploração econômica, torturas psicológicas, humilhações, grosserias,desrespeito,etc], filhos indesejados fora do matrimônio[ = promiscuidade sexual], processos cíveis e criminais, confisco de bens, despesas indesejadas e indesejáveis, etc.

    Evitemos problemas: somente dirijamos a palavra (além do estritamente necessário) a mulheres que pensem e ajam como nossas bisavós (mulheres de verdade).

    Antes só do que pessimamente acompanhado!

    Senhor Santo Cristo dos Milagres, Coroado de Espinhos, padroeiro dos homens casados e dos pais, atormentados por suas [ex-]esposas e filhos, misericórdia dos homens ocidentais!

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  8. Anacoreta e Márcio,

    Vou fazer algumas perguntas mas não se ofendam, estamos conversando...ok?

    Então vocês estão afirmando que não tem mulheres de bem, só Homens de bem?

    Dizer para todos os Homens que não se casem porque SÓ serão arruinados, não seria instigar a destruição de uma possível família, uma vez que eles podem encontrar sim uma mulher de bem? Já não basta as(os)feministas?

    Alertar contra as feministas e ensinar o passo-a-passo para que eles possam identificá-las... o que não é nenhum pouco difícil, não seria um meio melhor?

    Será que, dizer para NÃO se casarem, dessa forma terrível como escreveram como se o casamento fosse a morte premiada, não é igualmente prejudicial?

    Lutar pelo feminismo é altamente, mas ir contra a ínfima minoria de mulheres de bem?

    A minoria de mulheres de bem que existe e que querem realmente formar uma família, merecem ficar com os cafajestes para se fazer valer a cafajestagem feita com a maioria dos Homens de bem pela maioria feminista?

    Será que Deus deseja essa destruição do pouco que existe para os Homens e Mulheres de bem? Ou ele deseja que se casem, formem a família, sejam exemplo e vivam felizes?

    Ir contra todas as mulheres do mundo, em definitivo, passando em cima da minoria de mulheres tradicionais que tenho a certeza que serão excelentes esposas...é o mais correto?

    Agradeço desde já a atenção de vocês.

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    1. Pat, o investimento é arriscado. É melhor investir noutras áreas.

      Infelizmente, em todas as guerras, inocentes acabam sendo atingidos. Por que não as mulheres de bem também?

      Que as mulheres de bem desmascarem as pilantras feministas, já que tudo o que um homem tem a dizer é considerado machismo (=inimigo das mulheres) até que o tempo prove o contrário.

      Vivemos um tempo em que o mal prevalece mais do que nunca: a Kali Yuga hindu (a lua negra - os fim dos tempos) ou o tempo da Paixão e Morte de Cristo (algo a ser vivido por Seu Corpo Místico - os cristãos - presos, esbofeteados, torturados, humilhados, caluniados e enfim crucificados).

      Não me surpreende a crucificação dos homens ocidentais. O problema que quem os crucifica (feministas e governos marxistas) está ao lado dos inimigos de Cristo (o diabo e seus asseclas).

      Isso ainda demora a acabar.

      Por enquanto, o casamento está falido e a família está agonizando. Os resultados estão nas páginas policiais nos jornais.

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    2. Márcio,

      Eu sei, entendi tudo... tens razão.

      É verdade, as mulheres de bem são atingidas como os Homens de bem. Não tem escapes. Salve-se quem puder...

      Só mesmo assim, as mulheres de bem desmascarando as feministas. Porque os Homens de bem podem pagar por isso. Já se for uma guerra entre feminazis e mulheres tradicionais, é o mesmo peso e a mesma medida - se a mulher tradicional tiver pelo menos um pouco de conhecimento.

      Você tem razão também. Só posso concordar, infelizmente com tudo isso. Estão nas páginas dos jornais e em toda parte, é verdade.

      :(


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  9. A maioria das mulheres quer uma família; se elas são de bem ou não, são outros quinhentos.

    Muitas mulheres espertas só se revelam feministas depois do casamento ou depois do nascimento dum filho. Muitas fingem ser aquilo que o "escolhido" quer para laçá-lo [homens, nunca revelem suas preferências - sejam menos abertos e mais misteriosos para seu próprio bem]. Depois, com as garantias legais, constitucionais e políticas marxistas, e com o apoio da massa doutrinada pela imprensa, elas ditam as regras do jogo.

    O marido/pai pode apenas escolher que tipo de ruína quer: econômica e psicológica (vivendo com a megera) ou só econômica (vivendo sozinho num quartinho alugado com o dinheiro que sobrar).

    Muitas fingidas conseguem driblar os testes e a vigilância para sabermos se são liberais ou marxistas (=feministas). Então, o melhor é evitar o mal cortando-o pela raiz e tomando distância de todas.

    A maioria das pessoas não são de bem, nem homens e nem mulheres. Só que não há mecanismos para frear as mulheres de más intenções enquanto há mecanismos capazes de frear os homens maus e até os homens de bem.

    Infelizmente, para as mulheres feministas, o que conta são as emoções, os arroubos românticos ou eróticos. Nada de amor, companheirismo e respeito. Isso não as excita.

    Para elas, o companheirismo é concordar com o que elas querem e segui-las em todos os desvarios. O respeito é uma via de mão única (só dirigido para elas) e o amor é algo tirado da pornografia erótico-emocional de romancinhos açucarados ou novelinhas. Elas não aceitam cumprir aquilo que exigem de suas "vítimas".

    Discutir a relação? Um monólogo em que elas insultam, humilham você e cobram-lhe coisas impossíveis, impondo o que elas querem como relacionamento. Qual mulher aceitaria isso da parte de um homem? Nenhuma!

    Deus não deseja a destruição de pessoas ou instituições que Ele mesmo criou.

    Mas permite que pessoas e tais institutos se afundem nas obras de seus próprios credos libertários e anticristãos, ao contrário da doutrina do "Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo [=Cristo-Rei]" - procure na internet, de que tudo só encontra a harmonia quando está de acordo com tal doutrina [que é hierarquizada, ordenada e disciplinada, ao contrário dos credos liberais e marxistas].

    Se homens e mulheres de bem se encontrarem, parabéns!

    Mas isso é uma graça divina a ser pedida na oração, pois a procura simplesmente humana não basta.

    E Deus permite que as mulheres se esgotem relacionando-se com cafajestes tanto quanto os homens que já se arrependeram de lidar com prostitutas amadoras [=feministas].

    Porém Deus também permite e instiga que homens e mulheres de bem digam "basta!" a loucuras como o feminismo: boicotes, pressões, esclarecer os ignorantes, e-mails a financiadores de programas feministas de TV, desmascarar feministas e marxistas, execrar liberais, etc., é o mínimo que devemos fazer, além de expulsar essas doenças espirituais de nossas almas e de nossas práticas.

    Os homens de bem já foram execrados até por "mulheres de bem" [homem, esteja preparado para receber uma saraivada de vaias e insultos ao denunciar o feminismo]. Eles é que reagem ao feminismo. Agora, é a vez das mulheres realmente de bem passarem pelo mesmo calvário e juntarem-se a eles na ressurreição da nossa civilização.

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    1. Então se elas são de bem ou não indifere praticamente. Eu compreendi tudo o que você escreveu, e com um nó na minha garganta não posso ser contra o que disse porque é tudo verdade. Chegamos novamente aos mesmos pontos que já discutimos e que vivemos discutindo. Não tem mesmo saída... o casamento é hoje um milagre quando é possível um Homem e uma Mulher de Deus se encontrarem.

      É verdade que muitas feministas só sabemos identificá-las com o tempo. Tem mesmo muita vigarista por aí...e os Homens precisam mesmo se cuidar. Infelizmente, você tem razão.

      Realmente o Homem não tem amparo quanto às más ações e intenções das mulheres. E se estiver munidos de uma parafernália de equipamentos pode conseguir provar sua inocência.

      Eu acho estranho uma mulher ter emoções, romantismo e ser emocional erótica (que também conta) SEM ter o amor/caridade e companheirismo. Pensei que tudo estivesse ligado e fosse um sentimento só de amor pela pessoa. Para mim não tem como desassociar isso tudo. O que deveria excitá-las é o mesmo que mexe com todas (pelo menos penso que seja assim) > o seu Homem < que é parte sua como um órgão do corpo, a sua família. E também penso que só podemos exigir o que temos condições de antes oferecer... quem não serve para servir, não serve para ser servido. O que falo em exigência é o que chamo de básico: amor/caridade, respeito, fidelidade e estes por maiores que as pessoas julgam menores.

      Conversar é bom, discutir relação é uma baixaria. Sei que tens razão nisso, Anacoreta. É o famoso: Só venha a nós e o vosso reino nada... como diz o ditado.

      Uma coisa que a minha avó me ensinou é:

      Não peça riqueza na tua vida, vem o ladrão e leva tudo embora... tenha uma vida feliz e confortável, mas sem excessos. Não peça um Homem com posição financeira acima da tua, porque isso não te fará feliz em um casamento... queira o filho de Deus na tua vida e terás tudo, porque quem tem Deus no coração nunca é abandonado por Ele. O casamento foi feito para a felicidade e não para a guerra. As pessoas devem se unir porque se amam e a vida longe um do outro é insuportável e precisam se cuidar e estar perto. Mas isso não existe mais, pelo que vejo. Acho mesmo que vivo com uma consciência que acabou. É horrível ter que admitir que tudo está mesmo assim, feio.

      Mas eu sou otimista, e acredito que os Homens de Deus vão encontrar as mulheres de Deus para suas vidas e serão felizes para sempre.

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    2. Pat, aí está o engano: sentir calores românticos ou eróticos não leva necessariamente ao calor da caridade, e vice-versa. É possível dissociar isso, sim, inclusive as mulheres também são capazes disso.

      No relacionamento com homens, raramente a mulher chega à caridade; mas ela consegue isso facilmente com os filhos [por isso, ela não sofre tanto com separações ou viuvez, mas fica arrasada se um filho morre ou sai de casa].

      O problema é expandir o "necessário" para incluir o "desejado": de respeito, passam a exigir obediência; de fidelidade, passam a exigir submissão; de amor, passam a exigir presentes caros, conforto, jantares, flores, etc.

      Veja uma comédia sobre as exigências feministas em :
      http://nobreshomens.wordpress.com/2012/12/06 /e-se-os-homens-se-comportassem-como-as-mulheres-nos-relacionamentos-e-na-conquista/

      Ninguém aguenta! Ou você aguentaria?

      Vou passar uns dias num mosteiro beneditino e volto só em janeiro. [O Anacoreta, velho amigo meu, vai virar monge! Ele está quase me convencendo disso também... Vou verificar se isso é possível: assim, haverá menos vítimas para as feministas.]

      Feliz Natal e feliz 2013!

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    3. O que eu entendo é: para começar uma relação, é preciso todos esses elementos e não tem como separar isso. Porque ninguém vai se conhecer e querer se casar só pelo amor/caridade porque este elemento já existe de qualquer jeito para qualquer relação. É o compromisso com o outro e a responsabilidade. No começo é a união de TODOS esses sentimentos que faz com que queiramos conhecer mais a pessoa e ficar com ela. Observamos seus atos que importa e muito, e a união disso é que nos impulsiona a querer algo. E isso é positivo, é o reconhecimento do outro. Mas, com o passar do tempo... como já te falei em outro post, eu sei que os calores românticos e eróticos eles não sobrevivem até o fim (ele não sobrevive, não se separa, me fiz entender?). Mas que o amor/caridade vai com a pessoa para sempre porque é a base do relacionamento desde o começo e não uma conquista. É o grande compromisso de Amor porque confiamos a construção da nossa vida nas mãos daquela pessoa, acreditando que será até o fim. Isso, no meu entendimento. Só há ruptura em situações de atos muito graves. Senão, não! Porque sem o amor nada somos...não conseguimos viver sem isso > O amor/caridade que é o sobrevivente da história. De que vale a vida para viver apenas o início das relações, sendo que o melhor está no final e por vir? Então eu conto que todos esses elementos não se separam, vão com a gente até o fim... só que, com certeza, os calores românticos e eróticos vão morrendo com o passar de muito tempo porque envelhecemos e as coisas vão mudando.

      Os casamentos se rompem em certa altura porque não sobreviveu o auge da parte romântica e erótica, não interessando mais aos cônjuges ou apenas um deles o amor/caridade... que então partem para outra relação com a ilusão que será diferente com outra pessoa. E a situação é a mesma e só muda os personagens. Porque querem viver a relação de começo que tem todos estes elementos até se esgotar e depois de um tempo vão perceber que sempre será assim. Aí quando estão em idade avançada e ninguém vai se interessar mais, acontece o que já discutimos: pegam qualquer pessoa para viver o amor/caridade. Só que não vivem isso, e sim, vivem uma pena de companhia muito triste sem uma grande história de vida para se lembrar.

      Quem faz exigências desse tipo é porque já está fora da casinha.

      Se eu aguentaria? Perguntou para a pessoa certa, só que infelizmente não posso responder e expor aqui.

      Muito bem, então descansa Márcio, e aproveita esses dias. Que o Anacoreta seja muito feliz nessa escolha dele. Faça isso então. Quando é teu coração a pedir isolamento, tens mesmo que seguir. Força aí. Um abraço para vocês e que 2013 seja de muita paz.

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  10. Gostei da lição de sua avó, Pat.

    A família e o casamento só ficarão de pé sustentados por homens e mulheres de Deus. Concordo com você. O resto, sem apoio ou com apoio frágil (um do casal carregando a cruz do neopaganismo do outro), cairá.

    Sempre há uma chama que nunca se apaga. O difícil é achá-la.

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